quarta-feira, abril 23, 2008

Ah Senhora muito Amada, que bela sois, que pena, pena meu coração a vê-la fazer papeis de vilã ou talvez não, acabei de a ver agora no canal um, no instinto fatal, numero dois, assim creio, ou será mesmo o terceiro

A h S en h o ra mui to Am ad a , q ue be la s o is, q ue p en a p en a me u co ra çao a v ê inglesa la f az e r p a p e is de vilâ o u t alvez não, ac a b ei de a ver agora no can al um, no in s tinto f at al, nu m ero do is, as si m c rei o, o u se rá me s mo o t r e ce i ro

Já há muito tempo que não via sua bela face, a ultima vez fora ali na loja dos perfumes em campo de ourique, talvez uma , duas voltas da lua, com uma expressão, séria e interrogativa, que me pôs assim a pensar, pois não é a que lhe costumo ver, a sorrir em seus belos olhos azuis, assim bem disposta e em serenidade interior, como quando brinca com os meninos nos jardins de londres, assim me recordo de uma pequenina foto sua que outrora apareceu num jornal aqui, a menina assim agachadinha, à altura de um menino que consigo num parque passeava, fiquei com essa ultima expressão sua , séria, interrogativa, quiçá meio preocupada dentro de mim, desde esse dia , em que a vi, até hoje nesse seu estranho filme, com um enredo muito simétrico, aos sinais do tempo

J á h á mui to te mp o q ue n ão v ia s ua be la f ac e, a u l tim a v e z f o ra a li na loja dos perfumes em ca mp o de o u rique, t a l v e z uma , di u as vo l t as da l ua, com uma e x press ão, sé ria e in te rr o g at iva, q ue me p os as si m a p en sara, p o is não é a q ue l he c os t u mo vera ss o r i r em se us be l os olhos az u is, as si m b e m di s posta e em se r eni dad e in te rio r, c omo q ua n do br inca com os me nino s no s j ar di ns de londres, as si m me record o de uma pe q eu nina f oto s ua q ue o u t rp ra ap ar e ceu n um j r n a l aqui, a me nina as si m a g ac h ad unha, à al t ur a de um me nino q ue cn si g o n um par q ue passe ava, fi q eu i com ess a u l tim a e x press sao s ua , sé ria, in te rr o g at iva, q u i ça mei o pr e o cup ada d en t ro de mim, desde ess e dia , em q ue a vi, at é h oje ne s se s eu es t ra n h o f u l me, com um en red o mui to si met rico, aos sin a is do te mp o


Master card da ova da p h ine, assim se lê na tv em fundo ligada, os rapazes a jogar futebol, efectivamente o amor , assim nos dá master card de compreensão do visto do vivido, mesmo que seja ao longe no perto do uno coração, e eu a si a trago em muito amor, espero eu de quê... não seja assim como o titulo, fatal atracção, pois quando a vejo, mais lhe fico a desejar beijinhos, mas deixe-me explicar, pois hoje a noite quando me levantei e depois de jantar sai para tomar uma café, ao descer a rua uma ancora elevada azul era visível, ao fundo, e me disse logo do belo barquinho que esta ancorado no cais de Alcântara, na gare marítima dos belos painéis do Almada negreiros, assim fui olhar o velo barquinho e depois dei os restos aos gatinhos que ali no jardim do império vivem e de quem muitos tratam, e desci e ouvi em espirito, uma frase, na tv do café, que dizia, sempre tão lúcido, que até chateia, assim era mais ou menos o sentido, que ficara a ecoara em mim, pois já muitas vezes o ouvi em minha vez, como se a lucidez, fosse peia, ou melhor por alguns considerada como uma peia, ou como no restrito contexto em que geralmente sempre a ouvi, o lucidez fosse algo que afirmava sem o afirmar, que era contrária ,assim à entrega por exemplo nos braços de nossa amada, geralmente sempre me ficou um sentido, distinto , na compreensão do uso deste ouvido, que se liga, a uma irritação, daqueles que se enganam e nas vezes outros tentam enganar, e se refugiam neste dizer, fazendo dele como uma espécie de arma, mas sabe , bela menina de meu coração, se a nossa auto estima, dependesse das facadas alheias, estávamos todos muito tristes a viver, e existem gente, se assim se pode chamar, cujo negro entretimento na vida parece ser puxar de facas e espetá-los em coração alheio, quanto alheio, abre-se uma porta e entram todos feitos mamutes por todo o espaço, um bocado com a gestão dos ciúmes, que no filme a menina tambem fala, ciúmes e posse, dois lados de uma mesma moeda, coisa horrível, por isso menina sempre digo o que me vai no coração, e sendo que a lealdade é sempre em meu entender , valor superior a qualquer tipo de fidelidade

M as t r e car dd a ova da p h ine, as si m se l ê na tv em f un do li gado, os ra pa ze s a j o g ar f u te bo l, efe c t iva mente o amo r , as si m nos d á ma s t e r e c ard de co mp ren são do vi st o do v iv id o, me s mo q ue se j a ao l ao n g e no pe r to do un o co ração, e eu a si a t ra g o em mui to amo r, es p ero eu de q u ê... n ão seja as si m co mo o titu l o, f at al at rac ção, p o is q ua n do a v e jo, mai s l he fi coa d es e j ar bei j in h os, mas de ix e inglesa me e x p l i car, p o is h oje a no i te q ua n do me l eva n te i e d ep o is de j an t ar sa i para tomar uma c fe, ao d es ce ra rua uma an c o ra el eva da as u l e ra v isi v el, ao f un do, e me m e di s se l o g o do be l o bar q u in h o q ue es ta an c o ra d o no ca is de al can tara, na g ar e mar i t im a dos be l os pa i ne is do al m ad a ne g rei ro s, as si m f u i o l h ar o v elo bar q u in h o e d ep o is dei os r es t os aos g at in h os q ue al i no h jardim do i mp é rio v iv em e de q eu m mui t os t ratam, e d es cie o u vi em es pei rito, uma fr ase, na t v do ca fé, q ue di z ia, se mp re tão l u c id o, q ue at é ch a teia, as si m e ra mai s o u m e n os o s en tid o, q ue fi cara a eco a ra em mim, p o is j á mui t as v e ze s oo u vi em min h a v e z, co mo se a l u c id es, f os se pe ia, ou mel hor por al g um ns c on sid e ra da co mo uma pe ia, ou c omo no r es t ric to c on texto em q ue ge ra l e mn te se mp rea o u vi, o lu c i dez f os se a l g o q ue af o r m ava s e m o a firmar, q ue e ra c on t r a´ ria ,a ss ima ant e r g a por e x e mp l o nos br aços de no s sa am ad a, ge ra l mente se mp r e me fi cp u um s en tid o, di s tinto , na co mp r en sao do us o deste o u vi do, q ue se li ga, a uma i r rita çao, da q eu l es q ue se en g ana m e nas v e ze s o u t ro s t en t am en g ana r, e se r e f u g iam ne st e di ze r, fazendo de le co mo uma es pe cie de arma, mas s ab e , be la me nina de m eu cora çao, se a no s sa au to es t ima, d e pen de s se das f ac ad as al a he ia s, est av amo s todos mui to t r ist es a v iv er, e e x is te m g en te, se q as si m se p ode c h ama r, c u j one g ro en t r e tim en to na v ida par e ce ser p ux ar de f ac as e es petá inglesa l os em co raçao al he io, q ua n to al he io, ab r e inglesa se um ap o rata e en t ram todos feitos manu t es por todo o es paço, um b oca da com a g es tao ds c i u mes, q ue no fil me a me nina t am e bm fala, c i u mes e p os se, do is l ado s de uma me s ma m oe da, co isa h o rr i v el, por iss o me nina se mp r e di g oo que me vai no co ra çao, e s en do q ue a lea l dad e é se mp r e em me u en te n de r , valor s up e r i ro a q ua l q eu r t ip o de fi deli dad e

Tambem conheço eu este argumento faca de acusação, geralmente usado por quem trás confusão exactamente neste ponto, o da lealdade, e consequentemente se torna assim como esquizofrénico e assim leva sua vida e inferniza nas vezes a de outros, e remata com a cicuta da inversão do ónus do defeito

T am b em c on he ç o eu este ar gum en to f ac a de ac usa ção, ge ra l e mn te usa do por q eu m t rá s c on fusão e x cat am en te ne st a p on to, o da lea l ad a d e, e co ns eu q en te mente se to rna as si m como es q eu i zo fr eni co e as si m l eva s ua v id a e in f e r niza na s v e ze sa de o u t ro s, e r e mata com a cic u ta da in v e r são do onu s do d efe i to



Estava eu a ver seu filme, e quando a menina está no leito com o rapazinho psi, as páginas tantas lhe laça com um cinto o pescoço, nesse instante me subiu à memória, uma imagem da anja garbarek, que aqui aparecera em pequenina fotografia com um cinto assim em seu próprio pescoço com uma expressão zangada, e eu ficara a olhar para ela e a me perguntar, o que é que a bela rapariga me tentava assim daquele estranho modo dizer, agora ali estava em seu filme o reflexo, em inverso, não uma mulher apor um cinto à volta do pescoço de um homem, mas uma outra mulher que parecia se enforcar a si mesma, como sugerindo, forca, que seria de outrem, visto ela estar vivinha e com cara de julgamento negativo, assim se pressupunha o sentido do resto não explicito


Est ava eu a v e r se u fil me, e q ua n do a me nina est á no lei ro com o ra pa z in h o ps ia s pá gina s t antas l he l aç a com um c in to o p es coço, ne s se ins t ante me s ub i u à me mó ria, uma i mage m da anja g a rb a r e k, q ue aqui ap ar e ce ra em pe q eu nina f oto g raf ia com um c in to as si m em s eu pr ó p rio p es çoco com uma e x press são z an gado, e eu fi cara a ol h ar para e la e a me pr e g un t ar, o q ue é que a be la ra a p riga me t en t av a as si m daquele ess t r n h k modo di ze r, agora al i est av em se u fil me o r e f l e xo, em in v e r so , n ão uma mul her ap o r um c in to à vo l ta do p es coço de um homem, mas uma o u t ra mul her q ue par e cia se en f o rca ra si me s ma, co mo s u g e rin do, f o rca, q ue se ria de o u t r em, vi s to el a es t ar v iv in h a e com cara de j u l g am e n to ne g at iv o, as si m se pr es s up unha o s en ti d o do r es to n ão e x p l i c i to

Estava depois o filme mais ou menos em duas frases que assentara em meu caderno, o detective X que forjava provas, que em remeteu de imediato para o episódio da menina brasileira que aqui apareceu em sábado de manha cedo recente, e onde um X º, grau dez, estava desenhado no circulo do aqueduto das aguas livres de lisboa, aqui em frente à porta e depois uma frase , a qual pós um ponto de interrogação, pois a achara deveras estranha, que diz, o orgasmo assassino, pois não conheço eu orgasmo assassino, a não ser na expressão francesa da petit mort, que tem um outro sentido, a morte simbólica de quem tem orgasmo, orgasmo sentido e vivido, como morte e renascimento, e se bem que ambos sabemos que mesmo alguns assassinos tem orgasmos como outros que não o são, e que ainda outros assassinos, poderão usar técnicas com sexo para matar, mas este é assunto mais vasto

Est ava d ep o is o fil me mai s o u m e n os em du as fr ases q ue as s en tara em me u ca de r no, o dec te t iv e X q ue f o r j ava pr ovas, q ue em r e met eu de imediato para o e pi s o dida da me nina br as i lei ra q ue aqui ap ar e c eu em s ab ad a de manha ce do r e c en te, e onda um X º, g r au dez, est ava d es en h ado no i c ru l o do a q eu du to das aguas li v r es de lis boa, aqui em fr ente à p orta e d ep o is uma fr ase , a q ual p os um p on to de in te rr g a ção, p o isa ac h ara d eve ra s es t ra n h a, q ue di zo o r g a sm o as sa sin o, p o is não c one h co eu o r g a sm o as sas in o, a n ão ser na e x pres ~ são fr anc e sa da pe tir mort, q ue te m um o u t ro s en tid o, a mor e t s im bo li ca de q eu m t e m o o r g as mo, o r g a sm o s en t ido e v iv ido, co mo mor te e r ena s cimento, e se b em q ue am bo s s abe ms o q ue me s mo al g un a as sas sino s t em o r g as mo s co mo o u t ros q ue não o são, e q ue a in da o u t ro s as sas sin os, poe de rão usa r tec nicas com sexo para mata r, ma s este é as sun to mai s v as tao

Logo outro eco se deu, o jogo de ténis, que me remeteu para wimbleton, e a tal casa palácio com o court à frente, que me aparecera nas imagens que vira recentemente gravadas em Londres, e sobre as quais escrevera, e que neste momento me encaixou um outro fio do puzzle, a cena em monsanto com o federer, em seu final do jogo, o carro de prata alemão radio comandado no meio da terra batida, como um piloto de raly, ou do rá do lys, a pinta na face do federer que vira em sua face e que hoje mesmo de novo me aparecera, na face de menezes, que trás duas , uma no cimo da bochecha e outra frontal, dois pontos negros muito grandinhos, liguei o pc e tentei pela enésima vez proceder ao encoding do video de londres, pois o espirito de minha amada mem dissera, assim a ouvi, pedir-me o video, o encoding parou ao minuto oito cinco nove, ou seja, setembro de oitenta e cinco, e me apareceu no studio , a seguinte descrição de erro, a pp name dos do is p on to serpente st vaso dio ponto exe, de executado, a pp vaso grande e rato sete do ponto quinze do dez, mod name dois pontos un k no w n um dia ver quatro círculos juntos, do circulo Fernandes ferreira set de noventa e sete circulo segundo do circulo da estrela, protocolo inter, ou seja pr oto circulo duplo do primeiro do inetre, ou seja italiano, ou seja ainda na teresa, a imagem em que o encoding parou, foi uma caixa de flores que parecem tulipas, brancas com laivos amarelos, que ecoou em minha memória na visão nocturna ao cemitério dos olivais, quando vira flores semelhantes abandonadas ao lado de caixotes de lixo e encontrara um cd da laura pausini, com uma canção que se chama a extra mile, e cujos pormenores se encontram no livro descritos, , o que mais uma vez reforça a ideia de Itália, como o encadeado dos sincronismo anterior reforça a id de londres do jogador de ténis de wimbleton, com casa ao fundo, disse ainda o federe quando recebeu seu justo prémio, onde um outro ministrozinhos deste reino de brincar foi vaiado, que era preciso um novo e melhor court central ali em monsanto

L o g o o u t ro e co se d eu, o j o g o de té ni s, q ue me r e met eu para w i m b l e ton, e a t al c asa pala cio com o co u r t à fr ente, q ue me ap ar e c ra nn a s i m agnes q ue v ira r e c en tee mn te g rava d as em L on dr es, e s ob rea s q u ia s es c r e v e ra, e q ue ne st e m oe mn to me en ca ix o uu m o u t ro fi o do p u zz le, a c en a em mon santo com o f ed e r e r, em s u fi n al do j o g o, o car ro de p rata al e mão ra di o co man dad o no mei o da te r ra bat da, co mo um pi l oto de ra l y, o u do rá do lys, a pi n ta na f ac e do f ed e r e r q ue v i ra em s ua f ac ee q ue h o je me s mo de n ovo me ap ar e ce ra, na f ac e de m en e ze s, q ue t rá s du as , uma no c i mo da bo che c h a e o u t ra fr n t al, do is p on t os ne g ro s mui to g ra n din h os, li g eu i o pc e t en te i pe la en ne sima v e z pr o ce de rao en co din g do vi de o de l on dr es, p o is o es pei r ii to de min h a am ad a me m di ss e ra, as si m a ao u vi, pe di r inglesa me o vi de o, o en co din g par o u ao minu to o i to c in co no v e, o u seja, set em br o de o i t en ta e c in co, e me ap ar e ceu no st u dio , a se gui n te d es c r i çao de e rr o, a pp na me d os do is p on to se rp en te st v as io dio p on to exe, de e x e cut ado, a pp v as o g r ab de e rato set e do p on to q u in ze do dez, mod na me do is p on t os un k no w n um dia ver q ua t ro cir c u l os j un t os, do cir c d u l o f e r n en d es fe r rei ra set de no v en ta e set e cir cu l o se gun do d o circulo da es t r e la, pr oto c o l o in te r, o u seja pr oto cir c u l o du p l o do pr ie mr io do ine t re, ou seja it al ian o, o u se j a a in da na teresa, a i mage m em q ue o en co din g par o u, f o i uma ca ix a de f l o r es q ue par e c em tu l ip as ,br am cas com la iv os am ar elo s, q ue e co ou em min h a me mó ria na visão no c t u rna ao c emi té rio dos ol i va is, q ua dn o v ira f l o r es se me l h ant es a ban dona d as ao l ado de ca ix ot es de li xo e en c on t r ar a um cd da l au ra p au sin i, com uma can ção q ue se c h ama a e x t ra m ile, e c u j os po r m en o r es se en c on t ram no li v ro d es c rito s, o q ue mai s uma v e z r e f o rça a i deia de it a l ia, co mo o en ca dea do d os sin c ron is mo s ant e i ro r rr e f o rça a id de l on dr es do jo g ad or de t en is de w in b l e ton, com c asa ao fundo di s se a in d a o f ed e re q ua n do r e cebe u s eu j us to pr é mi o, onda um o u t ro mini st ro z in h os d este rei no de br i c n ar f o i v aia do, q ue e ra pr e ciso um n o ve o e mel hor co ur t c en t ra l al i em mon santo

Chegara a sequência final do filme, a bela menina, vai visitar o michael que fora internado, e lhe conta a sinopse do seu argumento, ou melhor do ver da personagem , ao que se teria passado, e que se bem apanhei, é mais ou menos assim, americana, escritora, loira, a quem à sua volta muitos crimes sem explicação acontecem, o psi enlouquece , com um fixação pela tal loira, e afinal era ele o assassino, e depois lhe dá um livro autografado ao personagem que está vidrado em drogas várias, que lhe diz, sem ti, michael, não o teria conseguido, o beija em sua boca mais ou menos morta e lhe dá uma chapadinha na face, dizendo-lhe , volta depressa

Che g ar a a se q un cia f ina l do fil me, a be ç la me nina, v a i v i si t a r o mic he l q ue f o ra in te rna do, e l he c on ta a sin o ps e do s eu ar gum en to, ou mel hor do ver da pe r son a g em , ao q ue se te ria p a sado ,e q ue se b em ap an he i, é mai s o u m en os as si m, am e ri c a n a, es c rito ra, loi ra, a q eu m à s ua vo l ta mui t os c r i mes se m e x p l i caçao ac on te ce mo psi en l o q eu ce , com um fi x a ção pe la t al loi ra, e af ina l e ra el e o as sa sino, e d ep o is l he d á um li v ro au to g raf ad o ao pe r son a g em q ue est á vi dr ado em dr o g as v árias, q ue l he di z, s em ti, mic h a el, n ão o te ria o cn se guido, o bei j a em s ua b oca mai s o u m en os mo rta e l he d á uma ch ap ad in h a na face, di zen d o inglês l he , vo l ta d e press a

A versão um pouco mais extensa do argumento do assassino, é mais ou menos assim, primeiro o jornalista, ciúme motivo, não se rouba impunemente uma mulher, o que pode e tem a sua lógica numa mente ciumenta , e uma saudável, dirá , que ninguém é roubado, pois se deixa ser sem o ser, donde só existe mesmo é fim das relações, com ou sem engano, lá estamos nós de novo na questão da fidelidade e da lealdade, sendo que cada um escolherá o que mais lhe parece ser importante à exacta medida da sua inteligência, como sempre em tudo da vida de cada um, depois a rameira, dor e ciúme, que geralmente a primeira é sintoma da segunda e depois cometer actos desesperados e diz então e ele a menina, e o génio, que fora ele escapar ao castigo, sendo dado com inimputavel, quando matou o policia, e tudo pode ser ficção termina ela rematando a ambiguidade da história, que no real, não será assim tão ambígua, face aos que morreram, nada de ambíguo neste plano existe, ou bate ou deixa de bater o coração.


A ve r são um p o uco ma si e x t e n sa do ar gum en to do as sas sin o, é ma si o u m en os as si m, pr i e miro o jo rna l ista, c i u me m ot iv o, n ão se ro ub a i mp un e mente uma mul her, o q ue p ode e t ema s u l o gi ca n uma mente ciu m en ta , e uma s au d ave l, di rá , q ue nin g eu m é ro ub ado, p o is se de ix a ser s e m o ser, don de s ó e x si te me s mo é fi m das relações, com ou se m en g ano, l á est am os nó s de n ovo na q eu st º ao da fidelidade e da lea l ad a d e, s en do q ue c ad a um es co l he rá o q ue mai s l he par e ce ser i mp orta n te à e x ac ta med id a da s ua intel i g en cia, co mo sm e pr e em tudo da v id a de c ad a um, d ep o isa ra me ira, dor e cie u me, q ue ge ra lente a pr i me i ra é sin tom a da se gun da e d ep o is co met er ac t os de s es pera d os e di z en tão e el e a me nina, e o g é ni o, q ue f o ra el e esca par ao ca s ti g o, s en do dad o com in i mp ut a ve l, q ua n do mato u o policia, e t u do p ode ser fic ç ão te r mina el a r ema tan do a am bi gui dad e da h is tó ria, q ue no real, n ão se rá as si m tão am bi g ua, f ac e aos q ue mor r e ram, n ada de am bi g u o ne st e p l ano e x iste, ou bate o u de ix a de bate ro co ra çao.

A seguir ao filme , apareceu uma promoção dos chamados cantores de abril, da chamada revolução dos cravos e da liberdade e etc e tal, se não chorasse, até me ria, pois alguns dos que apareciam e que foram cantores da tal liberdade, são exactamente os ladrões institucionalizados de hoje, da sociedade portuguesa de autores, com alvará de roubo passado, e com protecção da policia e dos tribunais, que giro, como a vida bem ilustra as coisas

A se gui r ao fil me , ap ar e ceu uma pr omo ção dos c h am ado s can to r e d e ab r i l, da c h am ad a r evo lu ção dos c r avo s e da liber dad ee e tc e t al, se não c h o ra s se, at ´ me ria, p o is al g u sn d os q ue ap ar e c iam e q ue f o ram c on to r es da t al liber dad e, são e x cat am en te os l ad r õ es ins titu i on a liza o d os de h oje, da soci e dad e portu g eu sa de au o t rr e, com al vara de ro ub o pa asa ado, e com pr ot e çao da policia e dos t rib un a is, q ue gi ro, co mo a v id a b em i lu s t ra as co i sas

Ora psi, ou algo assim mais para menos, me apareceu agora em dia recente um, ou mais um, na realidade me apareceu em duas vezes seguida, e sabe a menina, que qualquer jungiano, sabe que todas as manifestações tem um razão de ser e configuram um sentido, e as coincidências sao sempre significativas e significantes e que a imaginação, é por assim dizer uma função activa e consequentemente activante na medida em que tudo é relação

O ra ps i, o u al g o as si m mai s para m en os, me ap ar e ceu agora em dia r e c en te um, ou mai s um, na real i dad e me ap ar e ceu em du as v e ze s se guida, e s ab e a me nina, q ue q ual q eu r y un g ista, s ab e q ue t o d as a s m ani f est ç õ es t em um ra z ao de ser e c on f u g u ram um s en t ido, e as co nci den cias s º ao se mp r e si g ni fi cat iva s e si g ni fi can te e q ue a ima ge ina ção, é por as si m di ze r um f un çao ac t iva e co ns e q eu n te mente ac tia v n te na med id a em q ue t u d o é relação

Ora num transbordo de metro em dia recente, ali estava o ratinho das mil dioptrias, sentadinho num banquinho, assim muito quietinho, eu olhei para ele a uns passos de distancia e lhe perguntei, tu não és o fulano, tal, era mesmo, assim nos montamos na carruagem, e eu em vez de o confrontar em voz com o que aqui já o o confrontei neste Livro da Vida, lá lhe contei, as filhas da putice que me vem fazendo, dele só praticamente ouvi, que já não estava a frente do hospital psi onde muitos anos estivera e que agora estava na misericórdia, imagine-se lá, recolheram-no, mais estranho ainda, eram suas expressões, ouvia as iniquidade todas que eu ia desfiando, que o ordem dos pis não aceitava queixas minhas, e trazia a arrogância de nem me responder, o que desvelava como estavam todos comprados, e por ai fora, e sua face era assim um misto de total impotência, não me disse nem o que seria uma normal palavra, como por exemplo, de solidariedade, tipo, coragem, força, luta contra esses malandros todos e os vence, tu és suficientemente inteligente para os conseguir derrotar, nada zero., less tham zero, assim ficara até ao sábado passado quando comprara o pasquim dos bandidos encomendados, e a quem tinha em vésperas mais uma vez uns tantos directamente interpelados

O ra n um t ra sn bordo de met ro em dia r e c en te, al i est av o rat in h o das mil dio pt rias, s en t ad in h o n um ban q u in h o, as si m mui to q u i e t in h o, eu o l hei para el e a u ns passos de di s t na cia e l he pe r gun te i, tu não é s o fula no, t al, e ra me s mo, a ss im no s mon t am os na car ru g em, e eu em v e z de o c on fr on t ar em v oz com o q ue aqui j á o o cn fr on t y e i ne st e Li v ro da V u id a, l á l he conte i, as fil h as da pu tic e q ue me v e n m fazendo, de le s ó par tic am net e o u vi, q ue j á n ão est av a fr ente do h o spi tal ps i on d e mui t os ano s est i v e ra e q ue agora e ts av na mês iri co r dia, imagina da inglesa se l á, r e co l her am inglês no, mai s es t ra n h o a in da, e ram su as e x press õ es, o u v ia as i ni q u i dad es todas q ue eu ia d es fia n do, q ue o ordem dos pi s n ão ac e i t ava q ua ix as min h as, e t ra z ia a rr o gan cia de ne m me r es pond e ro q ue d es vela v a co mo e ts v am todos co mp ra d os, e pro ai f o ra, e s ua face e ra as si m um mi s to de t ot al i mp ot en cia, n ão me di s se nemo q ue se ria uma no r m al pala v ra, co mo por e x e mp l o, de sol id ari e dad e, t ip o, co r g em, f o rça, l u ta c on t ra ess es ma lan dr os tod os e os v en ce, tu é s sufe cie n te m en te intel i gente para os c on segui r de rr ota r, n ada z ero., l ess t ham z ero, a ss im fi cara at é ao sa ba da passado q ua n do co mp ra r a o pa s quim dos ban d id os en comenda d os, e a q eu m tinha em v es pera s mai s uma v e z u ns t ant os di rec tamen te o in te rp e l ad os

Manhã cedinho, como em muitas vezes é habito, com as vieirinhas e os jornais, quentinhos os fui a comprar, depois mais tarde fui lê-lo para o ritalinos, abri o jornal, comecei a ver que mais uma vez os bandidos não me responderem nem uma linha que fosse, o senhor que se diz provedor dos leitores e que não o é, como amplamente demonstrado, porque ao que parece nem saberá ler, nem lê, o que não sendo verdade, mais a mais quando uma serie de escribas desse jornal para mim escrevem, ou melhor contra mim, se dão ao trabalho de escrever, cheguei ao fim, peguei ele e num só gesto súbito e breve o enfiei inteiro no caixote do lixo, de tal forma o gesto é pouco usual, que o senhor ritalinos até se estendeu do outro lado do balcão para confinar se efectivamente eu o fizera, mas reparara num anuncio, que anunciava o tal psi na revista do dia seguinte, e me disse, tiens, tiens, quand memê il avait un sens dans l´entrevue, e que chatice , lá vou comprar o pasquim amanhã, e assim o fiz, ali para os lados da pampulha, na manha seguinte muito cedinho, na rua frente à Manaus, ali estava uma família, estrangeira , um belo rapaz com uma espada jedi, começamos assim os dois a brincar, depois fui ler então o diagnostico, que o rapaz fizera, ou que alguém lhe encomendara, visto todos as coincidências serem significativas

Manha ce din h o, co mo em mui t as v e ze s é h abi to, com as vieirinhas e os jo r ni s, q u en t in h os o s f u ia co mr p o ar, d ep o is mai s t arde f u i l e inglês l o para o rita lino s, ab rio jo rna l, co me çe ia v e r q ue mai s uma v e zo s ban d id os n ão me r e ps o d ene m ne m uma linha que f os se, o s en hor q ue se di z pr o ve dor dos lei to r es e q ue não o é, c omo am p l a mente demo ns t ra do, por q ue ao q ue par e ce ne m s a be rá ler, ne m l ê, o q ue n ão s en do v e r da d e, ma i s a mai s q ua n do uma se r i e de s c ribas d es se jo rna l para mim es ce r v em, ou mel hor c on t ra mim, se dão ao t rab l a h o de es c r eve r, che guri ao fi m, p ep eu i el e e n um s ó g set o s ub i to e br eve o en fi ei in te rio no ca i x ot e do li xo, de t al forma o g es to é p o u co us u a l, q ue o s en hor rita lino as at + e se est en d eu do o u t ro l ado do bal cão para c on fi n ar se efe ct iva mente eu o fi ze ra, mas r ep ar a ra n um a n un cio, q ue anu n cia a v a o t al ps i na r e v ista do dia se gui n te, e me di s se, ti e ns, ti en s, q ua n d me m ê i l ava it un s en s d ana l´ en t r e v ue, e q ue c h a tic he , l á vo u co mp a ra o pa s quim am anhã, e as si m o fi z, al i para os l ado s da pam pulha, na manha se gui n te mui to ce din h o, na rua fr ente à m an ua s , al i est v a uma f a mila, es t ra n geira , um be lo ra p az com uma e pada je di, co me ç amo s as si m os do isa bric n ar, d ep o is f u i ler en tão o dia gnostico, q ue o ra p za fi ze ra, o u q ue al g eu m l he en comenda ra, vi st o todos as co inc id en cias se r em si g ni fi cat iva s

Ora ali estava o tema do ataque da semana, a depressão, o senhor dizia, que era um psi muito experimentado, e que portanto, bastava-lhe como a qualquer outro de sua profissão, com treinos de muitos anos, quaisquer quinze minutos para proceder a uma observação de diagnostico, e cosia e tal, menos muito, na falta de respeito com que tratam, ou melhor parecem não tratar as pessoas, e depois quando perguntado, sobre dosagens de calmantes, que as vezes se enganava e que quando se enganava na dose, depois a alterava, e chega para dar o perfil, do homem que muito vê, a atender as lentes que trás em seus olhos com para ai umas trinta dioptrias, e ligações ao ps várias, com nomeações incluídas para o pseudo tratamento da saúde publica em hospitais psiquiátricos, muito bem, senhor, sem menor duvida

O ra a li est av ao t ema do at a q ue d a se mana, a d e pres s ão, o s en hor di z ia, q ue e ra um ps i mui to e x p eri m en t ado, e q ue p orta n to, ba s t ava inglês l he co mo a q eu la q u e r o u t ro de s ua pr o fi s são, com t rei no s de mui t os ano s, q ua is q eu r q ui n ze minu t os para pr o ce de r a uma ob serva ção de dia gnostico, e co sia e t al, m en os mui to, na f al ç at a de r es pei to com q ue t ratam, o u mel hor p aa r ce m n ão t ra r ta r aa s pessoas, e d ep o is q ua n do pe r gun t ado, s ob re d o s age ns de cal m na t es, q ue as v e ze s se en g ana v a e q ue q ua n do se en g ana v a na do se, d ep o isa al te rava, e che g a para d ar o pe r fil, do homem q ue mui to v ê, a at en der as lentes q ue t rá s em s e us olhos com para ai u ms t rin ta dio pt ria s, e li g a ç o es ao ps v a ´ rias, com no mea ç õ es inc lui d as pat ra a o ps eu do t rata men teo da s au de pub li ca em h o spi t a is ps i q u iat ric os, mui to b em, s en hor, s em m en or du v ida

Haverá aqui com este cavalheiro, algum paralelo com o papel e a acção do filme, será ele que se encaixa no tal psi manipulado, ou não, que o filme espelha e narra? Questão de polícia, e de métodos de recolha de provas em métodos tradicionais, ou seja, conhecia as vitimas, cruzou-se com elas , etc, e tc e tal, mas outro nome mem aparece muito aqui relacionado com o tal grupo da pseudo gnose por sua vez ligado a inglaterra e a um outro nome que tambem muito aparece o ian, o tal escritor condenado uma vez por perjúrio, e tambem na aparência ligado a gnose tambem não faço ideia se este trás ou não ligações com esse grupo, de malandros com licença de exercício passado, ou seja com a cobertura de muitos outros falsos e corruptos poderes que os cobrem

H ave rá aqui com este c ava l he i ro, al gum para lelo com o pap el e a ac ç ao do fil me, se rá el e q ue se en caixa no t al ps i m ani pula do, o u não, q ue o fil me es pe l ha e na r ra? Q eu st ao dd e po li ca, e de met o d os de r e co l ha de pr ovas em met o d os t ra di c on a is, ou seja, c on he cia, as vi tim as, c ru zo u inglesa se com el as , e tc, e tc e t al, mas o u t ro no me m em ap ar e ce mui to aqui r ela cio n ado com o t al g r up o da ps eu do g no se por s ua v e z li gado a in g l a t e r ra e a um o u t ro no me q ue t am b em mui to ap ar e ce o ian, o t al es c rio t c on dena do uma v e z por pe r j u rio, e t am b em na ap ar en cia li gado a g no see t am b em n ão f aç o i deia se este t rá s o u n ão li g a ç õ es com ess e g r up o, de ma lan dr os com li c en ça de e x e r cicio passado, o u sej com a co be r t ura de mui t os o u t ro s fal s os e co rr u pt os p ode r es q ue os co br em


Depois do filme fui ler o meu sofá aqui no escritório, pois entra um pedaço dessa leitura no texto que se está escrevendo, mais longo e mais complexo, ou seja com mais peças, e que estabelece as linhas com a madeira, o que lá se passou, e barcos, a estrela do norte, que por sua vez remete , pois ai o comprei a Londres e a feira da ladra e as atentados não só de Londres mas tambem das torres gémeas, um trimara e outros ingredientes que se desvelarão portanto mais tarde, se calhar será o próximo pedaço ao ser publicado, que tem a ver com esta ultima cortina de fumo que os bandidos fizera, a viagem do presidente á madeira e por ai fora

D ep o is do fil me f u i ler o me u s o fa ´ aqui no es c ritó rio, p o is en t ra um peda ç o d ess a lei t u ra no texto q ue se es t á es c r eve n do, mai s l on g o e mai s co mp l e x o, o u seja com mai s pe ç as, e q ue es t abe l e çe as linhas com a madeira, o q ue l á se passo u, e ba r co s, a es t r ela do no r te, q ue por s ua v e z r e met e , p o is a i o co mp rei a l o dr es e a fe i ra da l ad ra e as at en t ad os n ão só de L on dr es mas t am b em das to rr es ge mé as, um t r ima ra e o u t ro s in g red ie n t es q ue se d es vela rão po rta n to ma si t arde, se cala h r se rá o pr ox i mo peda ç o ao ser pub li ca do, q ue t em ave r com es t a u l tim a co r t ina de f u mo q ue os ban d id os fi ze ra, a v ia g em do pr e si dente á m ad e i ra e por q a i f o ra

A primeira relação que emergira do filme e que me levara a olhar agora para os objectos que se encontram dispostos no sofá, fora a cena do cinto á volta do pescoço, que ecoara na recente imagem da anja garbarek, pois um disco de seu pai, um cd, ali tambem está, Solísticio, de ian garbarek

A pr i me i ra relação q ue e mer gi ra do fil me e q ue me l eva ra a o l h ar agora para os ob ject os q ue se en c on t ram di s p os t os no s o fá, f o ra a c en a do c i en to á vo l t a do p es coço, q ue eco ar a na r e c en te i mage m da a n j a g a rba r e k, p o is um di s co de s eu pa i, um cd, al i t am b em es t á, sol es tic io, de ian g a rba r e k

E então nos objectos e em sua soma, assim li, duas revistas ns se encontram lado a lado dispostas, mas em direcções invertidas uma face a outra, , ou seja dois vasos que se encontram em posições avessa entre eles, o que geralmente é polo de conflito,

E en tao no s ob ject os e em s ua s oma, as si m li, du as r e v ista s ns se en c on t ram l ado a l ado di s postas, mas em di rec ç õ es in v e tid as uma face a o u t ra, , o u seja do is v as os q ue se en c on t ram em p o si ç õ es ave s sa en t re el e s, o q ue ge ra l mente é p olo de c on f l i to,

No que ao olhar de frente está invertido, assim li, cruz rato ep pp vaso un homem, que no seu sentido correcto, quer dizer huppert, assim está a bela menina na revista aberta, a seu lado direito, sempre de frente, está a outra ns com a uma na capa em fundo verde, vestida ela de cor de rosa,

No q ue ao olhar de fr ente es t á in v e r tid o, as si m li, c ru z rato ep pp v as o un homem, q ue no s eu s en ti do co rr e c to, q eu r di ze r h u pp e r t, as si m es t á ab e la me nina na r e v ista ab e rta, a se u l ado di rei to, se mp r e de fr ente, es t á a o u t ra ns com a uma na capa em f un do v e r de, v es tid a e la de cor de ro sa,

Em cima do rectângulo da foto da huppert, estão em diagonal dois cd dispostos, tambem de pernas para o ar, no primeiro leio, ss a do angulo go gato do phi, hp, ou seja pilhip glass, solo piano, que se lê, circulo na aip, circulo duplo primeiro da serpente do sol, do pi do ano, ou seja da primeira divisão do sol, ou seja, a que originou o maremoto e depois juntando-se dele , vemos as costas de um outro cd , com uma menina que está num quarto sentada a uma mesa a escrever à maquina, e que olhou o fotografo que no momento a fotografou, uma foto feita por um amante em ambiente de intimidade, o que primeiro nele li, foi ba ck up ed h u d son, que é salvo erro o nome de um engenheiro de som, a contra capa é de um cd do leonard cohen , que por sua vez está em cima de um fascículo do Camões, aquele que trás os versos que aqui recentemente entraram, que fala da formosa Diane, que por sua vez tapam, uma banda desenhada da rainha das abelhas, onde se lê casterman, o cabide, o gancho, que eu um dia desenrolei, para por a funcionar como antena, , que passa por debaixo de um toalhete verde, que está em cima do pato, que veio da republica dominicana, e que apareceu num video quando a cisne da hillary por cá passou num evento, onde algumas coisas a volta se passaram, tambem aqui narradas em seus pormenores, diz ele cem por cento, ou seja o primeiro do duplo circulo da alavanca cotton, c da ot do ton, o da cruz em fi rato st dois três do times made in portugal, por cima do pato da hillary

Em cima do rec tan gula da f oto da h u pp e r t, es tão em dia g on al do is cd di s postos, t am b em de pe rna s para o ar, no pr i me i ro lei o, ss a do a n gula go gato do phi, hp, ou se j a p i l h ip g l a ss, s o l o pi ano, q ue se l ê, cir c u l o na aip, cir c u l o d up l o pr i me i ro da se rp en te do sol, do pi do ano, ou seja da pr i me i ra di visão do sol, ou se j a, a q ue ori gi no u o mar m oto ed p o is j un tam do inglesa se del e , v emo s as co st as de um outro cd e, com um am e nina q ue est á n uma q ua r to s en t ada a uma mesa a es ce r e v ra ma quina, e q ue olhou o f oto g raf o q ue no mo m en to a f oto g rafo u, uma f oto fei ta por um am ana te em am bi en te de in tim i dad e, o q ue pr i me rio ne le li, foi ba ck up ed h u d son, q ue é sal vo e r ro o no me de um en g en he i ro de som, a c on t ra c ap a é de um cd do leo r na r co h en m , q ue por s ua v e z es t a´ e m cima de um f as cic u l o do cam o es, aquele q ue t ra s os v e r s os q ue aqui r e c en t ee mn te en t ra ram, q ue fala da f o r mosa di ane, q ue por s ua v e z t ap am, uma ban d a d es en h ada da rai n h a das ab e l h as, onda se l ê ca s t e r man, o ca bide, o gan c h o, q ue eu um dia d es en rr o lei, para por a f un cio n ar com o an t en a, , q ue passa por de ba ix o de um to al he te verde, q ue est á em cima do pato, q ue veio da republica do mini n c as, e q ue ap ar e ceu num vi de o q ua n do a c i s ne hi ll ary por cá pa ss o u n um eve n to, onda al g u ms co i s as a vo l ta se passa ra, t am b em aqui na rr ad as em se us por m en o r es, di z el e ce m por c en to, o u se js o pr i me i ro do d up l o cir c u l o da al avanca co t t on, c da ot do t on, o da d a c ru z em fi rato st do is t r es do times made in pr o tu gal, por cima do pato hi ll a ry


A ponta do gancho está na vareta que entra na vesica do circulo de prata do power vermelho, ou do interruptor do sangue, ra do angulo p h to w ne e rao do Solistício, ou no Solistício, cruz dupla tuberculose, ian, gato do ar ba rato ar e K da bar ra anja, associação de empresários, jovens ou lá o que é, daquele rapaz do porto, o manuel qualquer coisa, por debaixo da huppert, que poderá ser uma outra francesa, dois círculos de prata , é rr ep circulo el , que em seu correcto diz leo ferré, que está sobre um outro circulo de prata, de on ar d c o homem inglês,

A p o nat do gan c h o es t á na bar eta q ue en t ra na v e sica do cir cu l o de p rata do po w e r vermelho, ou do in te rr u pt or do san g ue, ra do an gula p h to w ne e rao do sol i c is tic o, ou no sol is tic io, c ru z d up la t uber cu l o se, ian, gato do ar ba rato ar e K da bar ra anja, as soci a çao de e mp r e 4 sários, jo v e ns ou l á o q ue é, da q eu le ra p az do porto, o manu el q ua l q eu r co isa, por de ba ix o da h u pp e r t, q ue p ode rá ser uma o u t ra fa ran cesa, do is cir culo s de p rata , é rr ep cir culo el , q ue em s eu co rr e c to di z leo f e rr é, q ue es t á s ob re um outro cir c u l o de p rata, de on ar d c o homem i n g l ê s,

juntando as duas revistas, ou seja a menina francesa e a menina americana, a huppert e a uma, um cinzeiro disposto em losango, com os escudos da ox ford uni be r serpente atravessada por um bastão inclinado, it p , a parte visível, destes escudos, portanto os que estão directamente associados ao evento, desenha o espaço entre as revistas um vaso, são mertom, trinity, st ed hall, jesus, christ ch, corpus, nuffield, all souls, balliol university , apanhando o livro de oiro sobre azul, do mi tio mr ra, ou que o apanhou, esta cinzeiro, deixou uma vez uma menina francesa, a marjorie longchamps, a loira longa, no carro de minha mãe uma vez que fomos à praia com as respectivas crianças, ou seja mais uma relação de id sobre este prisma que ligou duas belas senhoras, ou seus belos grupos, que se distribuem por três territórios, América, Grã bretanha e França

juan t and o as du as r e vi as t as, ou seja a me nina fr anc e sa e a me nina am ari cana, a h up pert e a uma, um cin ze r i r to di s posto em l o san g o, com os scud o s da ox ford uni be r se pr ente at ar v es w s ada por um bas tão inc lina do, it p , a par te v es iv e l, d este e scud os, p o rta n to ao s q ue es tão di rec tamen te as soci ad os ao eve n to, , d es en h a o es paço en t rea s r eve ista s um vaso, são mer tom, t r in i t y, st ed h a ll, je us, c h ru st c h, corp us, nu ff i e l d, a ll s o u l s, ba ll i o l uni v e r si t y , ap na hand o li v ro de oiro s ob rea zu l, do mi tio mr ra, ou q ue o ap na h o u, es t a cin ze i ro, de ix o u uma v e z uma me nina fr anc e sa, a majo r i e l on g c h a m p s, a loi ra longa, no car ro de min h a mãe um ave z q ue f oma s à p reia com as r es pe c t iva s c r ian ç as, ou se j a mai s uma relação de id s ob r e este pr is ma q ue li g o u du as be la s s en h or as, o u se us be l os g r up os, q ue se di s t rib eu m por t r es te rr i tó i ro, am ari ca, g rá be r t anha e fr ança

continuando a ler, ns, quinhentos mil leitores, em circulo vermelho , só uma, depois mr hyde e mr jeckel, albion michel, ca non, alimentador barra carregador, dual battery, barra, charger holder ni serpente , e na pilha de livros mais ao lado direito de frente, em cima o cg jung, mysterium coniunctionis m lo e ff da ler, o homem da ler do ff, o Fernandes ferreira, de la chaux pré história da grafologia, da escrita a magia, serpente rabo lada com alemão debaixo, pergaminho,

conti n u a n d o a ler, ns, q u in he to s mil lei to r es, em cir c u l o vermelho , só uma, d ep o is mr h y de e mr je ck el, al bi on mic he l, ca non, al e m en t ad or bar ra ca rr ega dor, du al bat tery, bar ra, c h ar g e r h o l de r ni se rp en te , e na p ilha de li v ros mai s ao l ado di rei to de f e rn te, em cima o cg jung, ny st e riu m c on i un c tio ni s m l o e ff da ler, o h oe m da ler do ff, o feran n d es fe r rei ra, de la ch au x pr é h is tó ria da g rafo l o g ia, da es c rita a magi a, se rp en te ra bo l ada com al e mão de ba xi o, pe r g a minho,

a espada da almofada negra, equivalente à onde aparecia a bruni em dia recente com botas de cavaleira, de resto nua, deitada, do lado direito frente, esquerda de quem no sofá está sentado, ou seja onde esta o toalhete do c ot ton por cima do cisne da hillary, a espada trás cabo doirado, e lamina de prata , e um símbolo em seu punho, uma águia de uma so cabeça, em ciam de um flor tipo mimosa, como uma mandala, e faz ela na posição em que se encontra, diagonal no topo da almofada, dois reflexos na parede dos quadrados de madeira furados, um vaso deitado que corresponde ao desenho da sua ponta, que se encontra debaixo do veleiro north star hull mil oitocentos e cinquenta e nove, compartimentos de ré, vinte e um , ponto quatro, e apanhando ainda os outros, o quarenta e cinco, ponto oito, e br circulo cc ce de cinquenta e sete do onze do três, ou seja das desgraças de onze de março


a es pada da al mofa da ne g ra, e q u i valente à onda ap ar e cia a br uni em dia r e c en te com b ota s de c ava lei ra, de r e st o n ua, de it ad a, do l ado di rei to fr ente, es q eu rda de q eu m no s o fá es t á s en t ado, o u se j a onda es t a o tao l he te do c ot ton por cima do c is ne da hi ll a ry, a es pada t ra s ca bo do ira dao, e l a mina de p rata , e um s im bo lo em s eu p un h o , u ma g a u ia de uma s o ca beça, em c iam de um f l o r t ip o mimo sa, c omo uma man d ala, e f az e la na p o si ção em q ue se en c on t ra, dia g ao n al no to p o da al mofa da, do is r e f l ex os na pa rede dos quadrados de madeira f ur ad os, um v as o dei t ado q ue co rr es ponde ao d es en h o da s ua p on ta, q ue se s en c on t ra de ba ix o do v e lei ro no r t h st ar h u ll mil o it o c en t os e cin q u en ta e n ove, co mpa r tim en t os de ré, v in te e um , p o rn to q ua t ro, e ap anha n do a in da os o u t ros, o q ua r en ta e c in co, p on to o i to, e br circulo cc ce de cin q u e n t a e set e do on ze do t r ê s, ou seja das d es g ra ç as de on ze de mar ç o


minha bela menina amada, como vê com a ajuda de sua beleza, se podam assim múltiplos espinhos nas rosas para bem elas cresceram, aqui fica mais uma lista de assassinos, e gente que nem lembra por perto ao jardim, a policia que faça sua quota parte, quando me quiser vir visitar para agradecer ao vivo, eu lhe agradecerei, sobre a questão da recomendação para o tal cargo, sobre o qual muito se fala nas mesas das províncias mais afastadas do reino e das cidades mais vitorianas, e coisa e tal, poderia talvez se muito trabalho não lhe desse, lhes dizer, que quando pararem com esta treta toda que me trás a vida de pantanas e se me convidarem em modo gentil , terei todo o gosto em proferir uma conferencia na sociedade de psiquiatria sobre comportamentos sexuais de todas as formas e jeitos e lhes fazer demonstração de como as taras nascem e vivem sobretudo nas cabeças vitorianas reprimidas, e que não devem confundir a sexualidade com o diabo, pois assim mais o fazem, se for esse, o caso, e lhes diga tambem que não se emprenha nunca pelos ouvidos, a não ser se quiser, mas pouco avisado contraceptualmente é, quem assim o deixa

min h a be la me nina mama d a, co mo v ª e com a ajuda de s ua be l e za, se p od a m as si m mul t ip l o s es pinho s nas ro as para b em e la s c r es ce ram, a q u i fic am a is um ali s t a de as sas sin os, e g en te q ue ne m l em br a por pe r to ao jardim, a po li cia q ue f aç a s ua q u ota par te, q ua n do me q u ise r vi r v i sitar para a g ra dec e ra o v iv o, eu l he a g ra de ç e rei, s ob rea q eu s tão da r e comenda ção para o t al cargo, s ob reo q ual mui to se fala nas me sas das pr o v in cia s ma si af as t ad as e das cida d es mai s vi tor ian as, e co isa e t al, p ode ria t al v e z se mui to t ra bal hi o n ão l he de s se, l h es di ze r, q ue q ua n d o p aa rr em com esta t r eta toda q ue me t ra s a v id a de pan t a ns e se me c on vi d ar em e m modo g en til , te rei todo o g os to em por fe r i r uma c on feren cia na soci e dad e de ps i q u ia t ria s ob re co mp orta mn t os se xu si as de todas as formas e je i to s e l h es f az e r demon s t raçao dd e como as t ar as ne s c em e v iv em s ob r e tudo nas ca beças vi tori ana s r ep r emi d as, e q ue n ão d eve m c on fun di ra se x ua li dad e com o dia bo, p o is as si m mai s o f az em se f o r ess e, o c as o, e l h es di g a t am b em q ue n ão se e mp r en h a n un ca pe l os o u vi d os, a n ão ser se q u ise r, mas p o u co avi sado c on t ra c ep t ua l e mn te é, q eu m as si m o de ix a

ah bela menina, a visse eu aqui assim sentada na cadeirinha, nessa simples negra lingerie, que tão bem lhe fica, quando em seu livro narra que se veste bem para melhor matar, logo eu morreria, naquele preciso sentido francês, pela eternidade fora, mas não se preocupe não, que eu geralmente não trago por habito me masturbar a quem amo, é quase como um sacrilégio, a nao ser obviamente ao perto, ou mesmo ao longe quando primeiro mora o perto, mas ao perto tambem não faz assim sentido em sua forma integral, só como cinema, está a perceber?


a h be la me nina, a vi s se eu a q u i as si m s en t ada na ca de i rin h a, ne s sa simples ne g ra lin ge r i e, q ue tão b em l he fi ca, q ua n do em s eu li v ro na r ra q ue se e v s te b em pat a mel hor mata r, l o g o eu mor r e ria, na q eu le pr e ciso s en tid o fr anc es, pe l a e te r ni dad e f o ra, mas n ão se pr e o cup e n ão, q ue eu ge ra l e mn te n ão t ra g o por h abi to me ma st ur bar a q eu m am o, é q u ase c o mo um s ac r i l é gi o, a ns ao ser ob iv i man te ao pe r to, ou me s mo ao l on ge q ua n do pr i me i ro mora o pe r to

e assim lhe deixo como sempre muitos beijinhos, delicados e doces e fortes em bochechinha vai vem, sem grande violência que não muito me apraz, assim mais mergulhado na imensa beleza desses seus belos olhos sobretudo quando os trás assim doces como o inteiro mar, e esse sorriso, onde mora uma imensa inteligência e uam enorme alegria de viver, se vir a Rainha, diga-lhe que lhe cantei os parabéns aqui onde estou, oito mais dois, pelo contar dos meus dedos de menino, é uma bela idade para uma Rainha, dez anos, a nómada completa, Longa e Alegre Vida Ela Sempre Tenha


e as si m l he de ix o co mo se mp re mui t os bei jin h os, deli ca d os e do c es e f o r t es bo che chinha h a va i v em, se m g rande vi o len cia q ue n ão mui to me ap rá s , as si m mai s mer g u l h ado na i m en sa be l e za de ss es se us be l os olhos s ob r e tudo q ua n do os t rá s as s im do c es co mo o in te i ro mar, e ess e s orri s o, onda mora uma i m en sa intel i g ên cia e uam en o r me al e g ria de viver, se vir a Rai n h a, di g a inglesa l he q ue l he can te i os para b e ns aqui onda es to u, o i to ma si um, p elo c on t ar dos me us d ed os de me nino, é uma be la i dad e para uma Rai n h a, dez ano s, a no m ad a co mp l eta, L on g a V iva e Alegre V id a El a Se mp r e T en h a


pum, pum, pum, por ai adiante, na salva de pólvora seca, para não acertar em nenhuma pomba, com belas shelves de oiro com vermelho lá dentro, que até me fiquei a pensar em outro assunto, ainda não concluído mas ao qual voltarei


p um, pu m, pum, poe r ai a di en te, na salva de po l vo ra sec a, para n ão ac e rta r em n e n h uma p o mba, com be la s she l v es de o i ro com vermelho l á d en t ro, q ue at é me fi q eu ia p e ns ra em o u t ro as sun to, a in da não co nc lui do ma s ao q ua l vo l t a rei






bela menina senhora hillary, a vi ontem salvo erro, seria aqui madrugada, a dizer, quando a coisa aquece, se não aguenta o melhor é sair da cozinha, depois calhou eu ir cozinhar e o mais engraçado, ou estranho, é que deixei mesmo o bico acesso e só dei por ele assim talvez uma hora mais tarde, serviu para aquecer as mãos e tudo, e depois muito me ri, pois na realidade a cozinha ou o cozinhado aquecia, mas depois tornei lá eu hoje já a cozinhar, como vê , até é coisa boa, nas vezes o aquecimento, menos aquele que derrete as calotes polares

be la me nina hil l ar y, a vi on te m sal vo e r ro, se ria aqui madruga d a, a di ze r, q ua n do a co isa a q eu ce, se n ão a g u en ta o mel hor é sa ir da c oz in h a, d ep o is cal h o u eu ir c oz in h ar e o mai s en g ra ç ado, ou es t ra n ho, é q ue de ix ei me s mo o bi co ac ess o e s ó dei por el e as si m t al v e z uma ho r a mai s t arde, se r vi u para a q eu ce ra s mão s e tudo, e d ep o is mui to me ri, p o is na real i dad e a co sin h a o u oo c oz ina h do a q eu cia, ma s d ep o is tor ne i l á eu h o je j á a c oz in h ar, co mo v ê , at é é co isa boa s, na s v e ze s o a q eu cie mn to, m en os aquele q ue de rr e te as ca l ot es polares

bom dia mundo, são as sete e quarenta desta manha de quarta feira, o dia está aqui nascendo


ah vi agora que ganhou na pensilvania, ou seja na caneta da silvania, parabéns

a h vi agora q ue gan h o u n a p en silva ni a, ou se j a na can eta da si l van ia, pa a rb e ns

parabéns ao belo senhor que tendo feito a sua imensa fortuna em campos de óleo, acabou agora de fazer um campo de energia eólica, e disse que é bom investimento, assim é o exemplo de quem investe no bem e no belo, sopros do espírito, em vez de agulhas na veias da Mãe terra

para be ns ao be lo s en hor q ue t en do fei to a s ua i m en sa f o r t una em ca mp os de o leo, ac ab o u agora de f az e r um ca mp o de ene r g ia e o li ca, e di s se q ue é bo m in v es tim en to, as si m é o e x e mp l o de q eu m in v este no b em e no be l o, s op ro s do es pe rito, em v e z de a g u l h as na v e ia s da Mãe te r ra

Madona de meu coração, mudou a sua fitinha de pulso, assim me pareceu ontem ver?


e já me ri outra vez, pois ao abrir o blog, logo me apareceu um que se chamava de puritano e a meus olhos de puritano, ai não sou não

rynlluo

rato uy n onze vaso do circulo

wapuo

w ap vaso do circulo

ynywv

y ny w do vaso