domingo, abril 27, 2008

Ah doce senhora amada, que tardeis em chegar, se assim vos pudesse alguma vez vos dizer, vós senhora que habitais o eterno em mim

e fiquei a pensar nas casquinhas electricas geradoras das casas e de fazer de cada quarto um dinamo de Luz como nossos labios quando se beijam

e pensei que um dia ontem, se poderá aplicar a mesma técnica nas estradas, como nas pistas de carrinhos electricos dos meninos e os pneus se ainda os houver, se os carros, ainda não se elevarem como quando nos beijamos em nosso leito de amor, que mesmo eles poderão ser como patins colectores, assim viajaremos doce suave, usando o quente aslfalto como tapete de luz

beijos mil mais um

e q circulo principe ne, deve ser ainda relativo ao anterior

e x zorro kk p
doce senhora de meu coração, ontem vos ouvi, assim dizer, que me trazia amor, e que de repente se dera conta de eu ser um homem menino, ouvia eu em seu tom, uma linha de preocupação, sabeis vós senhora com eu, que o Amor em que nos trazemos não tem idade , não tem tempo, somos de todas as idades, habitamos em todos os tempos do Ser

e sabeis doce senhora dulcissima de meu coração, que crescer é sempre de novo ser criança, plena liberdade de ser, na responsabilidade crescida que somos, até quando vós recordei vós, senhora minha pela nossa eternidade, até onde dentro e por dentro do coração, vós lembrai hoje de vós naquilo a que alguns chamam de passado?

e criança é eterna e comanda o Reino, senhora, e trás seu corpo na forma como o trás com seus sorrisos e suas rugas, com a seda de suas mãos e os calos de seu viver

ah senhora amada, me recordo eu de ouvir semelhante tal dizer, sabe senhora amada, donde ele vem, em que quarto do peito habita e alguns o deixam assim morar?

daqueles que se dizem ao crescer, que mais não querem viver, daqueles que pensando crescer, decidem assim morrer em vida, pensando estarem vivos, esquecem a criança eterna que são, dizem-lhe assim em jeito, agora nao tenho mais espaço para ti, trago e tomei às colheres grandes de sopa o que chamam responsabilidade, trago uma carreira para cuidar, para vencer as barreiras da maratona em rapidos sprints que me exauram meu coração, sou mãe agora e não posso mais brincar, pois me esqueci, nao trago o tempo de mais me encontrar, depois mudo de amante como quem muda de camisa, ficas para trás, que não queres assim crescer, não medes a tua vida como eu, pelo digitos das contas bancárias ou das contas dos restaurantes ou do que for

ah senhora doce dulcissima amada minha muito amada, tudo se pude viver sem nada perder, e sabeis senhora quão bela a vida é, como se poderia optar por nela deixar de ser Criança e Menino

escreveu outrora o poeta da criança que brinca com as cinco pedrinhas em sua mão sentado na soleira da porta de sua casa, o poeta olhando o Menino, no seu sério brincar entretido Nele Vê, toda a concentraçao do Uni Verso no gesto de sua mão, lança o Menino as pedrinhas no ar e de novo as torna em sua mão a apanhar, brinca com o saber que cada uma é uma inteira estrela, e que se uma que fosse, caisse, todo um inteiro universo poderia ao instante desaparecer

é mais adulto, como dizem, um Menino assim brincando, ou um adulto que quando anda, pouco à sua volta vê, ou sente , ou entende, em suas ufas ufas de pouco ou nada, muito sério em seu ir, em seu papel de adulto?

não me levo mais pequeno nem maior do que sou, sou, nem tenho que provar meu tamanho a ninguém, poisa amada em mim e o verás ao perto por dentro de teus olhos

na noite ontem ao caminhar, um morango no chão, um morango em papel, ao lado de um saco com estrelas amarelas sobre fundo branco, algo lá dentro, uma camisola com decote de vaso preto e branco, no embrulho, um nome, elisa, um nome semelhante ao que acabara o espeirito de me desvelar em texto anterior, a seu lado um numero apareceu, nove um quatro cinco cinco zer dois de oitenta e cinco, cic no, uam embalagem vazia de ni t ra di serpente do circulo dez, des mairo gato do bar ra do vinte e quatro horas, notroglicerina, c ad a sus t ema t ra ns dé rato mico co n te maior da triade do sexto de nitroglicirina, li be rta dez mg barra vinte e quatro horas, v ia t ra ns dé rato mica filo dezanove b, dois mil e dez do forte ingles onze

beijo-Te Muito e Muito e Infinito


g a g cd k
ru v f yy t do vaso

cao d x principe
i q oo l za

minha doce amada, me fala o vento de Tua chegada e eu Te anseio


min h a do ce am ad a, me fala o v en to de T ua che g ada e eu Te an seio

ontem a tarde doce de verão, da varanda do jardim do império, um barco ao fundo, meus olhos já nao sao o que sao ao ler ao fundo, algo soava assim, gema do norte, algo assim que falava de fiordes

on t em a t arde do ce de v e rao, da varanda do jardim do i mp é rio, um bar co ao f un do, me us olhos j á nao sao o q ue sao ao ler ao f un do, a l g o s o ava as si m, g ema do norte, a l g o as si m q ue f al ava de fio r d es

três belas navegantes sentadas num dos bancos em terra, entre si conversavam vestidas de verão, ah que belo ver

t r es be la s n ave gan t es s en t ad as n um dos ban co s em terra, en t re si c on v e r sa v am v est id as de v e rão, a h q ue b e l o v e r, identidade do vaso do verão

no café do estranho nome que é quase faca em meu coração, um bela menina ao meu lado no balcão chegou, cabelos negros compridos que serão delicia aos dedos de seu amante, calças pretas como africana, delicadas sandálias e seus belos seios a arfar desejos em seu peito ao meu lado em seu chegar

no ca fé do es t ra n h o no me q ue é q u ase faca em m eu co ra çao, um bela me nina ao m eu l ado no bal cao che g o u, ca b elo s negros co mp rid os q ue se rão deli cia a os d ed os de s eu am ant e, cal ç as p r eta s co mo af ric ana, deli c ad as san dália se se us be l os se i os a ar f ar de se j os em s eu pei to ao me u l ado em s eu che g ar

belíssimo único encontro, amada, quem me dera a Ti Te encontrar, e ficar Único em Ti no eterno ao perto pertinho agarradinho, não sei como podemos viver assim um dentro do outro e contudo estarmos longe em corpo um do outro, pergunto-me e pergunto-te, que este amor é estranho e belo e rico de uma imensa riqueza

be l ii si mo uni co en c on t ro, am ad a, q ue me dera a Ti Te en c on t r ar, e fi car U nico em Ti no e te r no ao pe r to pe r t in h o a g ar ra din h o, n ão se i co mo p ode mo s viver as si m um d en t ro do o u t ro e c on tudo est ar mo s l on ge em corp o um do o u t ro, pe r g un to inglesa me e pe r gun tot e, q ue este amo r é es t ra n ho e belo e rico de uma i m en sa riq ue za

nao podem separar os homens os casamentos feitos no Ceu e na Terra, nem nunca os deverão contrariar, não trazem nunca força para tal negro fazer, nenhuma mao pode quebrar os elos que Assim os ligam e trazem os Amantes ligados, tolos os que O Tentam Contrariar

nao p ode m s epa r ar os homens os c asa m en to s fe it os no C eu e na Terra, ne m n un ca os d eve rao c on t ra ria r, n ão t ra ze m n un ca f o rça para t al ne g ro f az e r, n en h uma mao p ode q eu bra ros el os q ue As si m os li g am e t ra ze m o s Am ant es li gados, t olo s os q ue O Tem t am C on t ra ria r

Ah Amada é verão e o Amor Requer Se Despir, faz calor Amada, os Corpos requerem as línguas molhadas e húmidas em festas sem fim, assim me dizem os pássaros

A h Am ada é v e rao e o Amo r R e q eu r Se D e spi r, f az cal or Am ad a, os Corp os r e q eu r ema s li n g ua s mol h ad as e h u midas em festas se m fim, as si m me di ze m os pá ss ar os

Eu Amor, sem Ti, menos o Amor

Eu Am or, se m Ti, m en os o Amo r

na consciência se insinua uma negra linha , um triste falar, um estranho escutar

na co ns cie n cia se in sin ua um ne g ra linha , um t r iste f al ar, um e ts ra n h o es cut ar

me canta o negro verso, eles obrigaram-na a esquecer tudo o que por esse homem sentia em seu coração, fora a alternativa que lhe deixaram, sacudo a cabeça como que abanando o estranho dizer, me digo nao é possível fazê-lo, a memória e a substancia do Amor sempre prevalece

me cant a o ne g ro v e r s o, el es ob riga ram inglês na a es q eu ce r tudo o q ue por ess e homem s en tia em s eu co ra çao, f o ra a al te rna t iva q ue l he de ix aram, s ac u do a ca beça co mo q ue a b ana n do o es t r na h o di ze r, me di g o nao é p os s iv el f a z ê inglesa l o, a me mó ria e a s ub s tan cia do Amo r se mp r e p r eva l e ce

virado para o portal da igreja, espantam-se meus olhos ao ver de novo o massaratti azul, olho seu interior em finas peles, seu velocímetro marca trezentos e vinte quilómetros, ah amada assim corro eu para Ti sem ainda em Ti aportar

v ira do para o p orta l da igreja, es pan tam inglesa se me us olhos ao ver de n ovo o massa rat ti az u l, olho s eu in te rio r em f ina s pe l es, s eu v elo c i metro ma rca t re zen t ps e vi n te q u i l o metros, a h am ada as si m co rr o eu para Ti se m a in da em Ti ap o rta r

no banco de trás o manual de Neptuno e seu tridente, como a dizer das rotas do banco de trás, do passado, ao lado da manete das mudanças, um escova de roupa, madeira e pelo negro, kent, lá diz, no banco do passageiro, aquele a que alguns chama de morto, uma embalagem de pílulas ali foi deixada ao olhar, ty reo idea com posi t um, a cruz do y reo id é a com. do posi cruz primeira, ou id dea, dezassete el, tríade do oitavo de noventa e três, circulo e meio, dezoito, m ase ra do angulo, assim desenham as letras de seu nome

no ban co de t rá s o manu al de Ne pt un o e s eu t rid en te, co mo a di ze r das r ota s do ban co de t rá s, do passado, ao l ado da ma nete das mu danças, um es c ova de ro up a, madeira e pe l o ne g ro, k en t, l á di z, no ban co do pa ss a geiro, a q eu le a q ue al g u ns c h ama de mor to, uma em bala g em de pi lulas a li f o i de ix ad a ao ol h ar, t y reo id e a com posi t um, a c ru z do y reo id é a com. do posi cruz primeira, ou id dea, de za sete el, t rai de do o i avo de no v en ta e t r es, circulo e meio, dez o i to, m ase ra do a n gulao, as si m d es en ham as l e t ra s de s eu no me

mais a frente dou com uma carta de um baralho infantil, que provavelmente uma das crianças que entrara no parque deixara cair em seu caminhar, jogos de cartas da dream works, bee movie, o joker, em favos amarelos debruado a azul, a bela abelhinha por detrás de um hexágono que parece um sinal de transito sem o ser, e o belo símbolo do menino que pesca na Lua sentado

ma is a fr ente do u com uma carat de um bar alho in fan til, q ue pr ova v el e mente uma das c r ian ç as q ue en t r ar a no par q ue de ix a ra ca i r em s eu ca minha r, j o g os de ca rta s da dr e am w o r k s, be e mo vi e, o joker, em f avo s am ar elo s de br au do a az u l, a be la abe l h in h a por de t rá s de um he x a g ono q ue par e ce um sin al de t ra sn i to s emo ser, e o b elo s im b olo do me nino q ue p esca na L ua s en t ado

entro na tapada e começo a subir, Ah Amada um casal numa mantinha, ao fundo um grupo de pais com suas crianças, mais a cima um bando de meninas pequeninas me encontra , vem todas as sorrir, se desvelam e se escondem , como num jogo de esconde esconde, assim brincamos ao instante, devias ter visto como elas todas se sorriam, eu senti Teu amor dentro de mim, é essa a beleza, que elas vêem em mim

en t ro na tapada e co me ç o a s ub i r, A h Am ad a um ca sal n uma man t in h a, ao f un do um g ru po de pa is com s ua s c r ian ç as, mai s a c ima um ban do de me nina s pe q eu ninas me en c on t ra , v em t o d as a s so rr i r, se d es v e lam e se es conde m , co mo n um j o g o de es conde es conde, as si m br inca mo s ao ins t ante, de vi as ter vi s t o co mo el as t o d as se so rr iam, eu s en ti T eu amo r den t ro de mim, é ess aa beleza, q ue el as v em e m mim

levava eu a carta da abelhinha bee em minha mao rodando-a, escapou-me um instante e caiu nas pedras que fazem o carreiro da agua das chuvas ao descer numa das alamedas, depois de ver que a casa ao cimo já se encontrava recuperada, alguém la dentro trabalhava, por uma janela de porta espreitei seu interior, o que vi , me deu a ver como fora cuidada a intervenção

l eva v a eu a ca rta da abe l h in ha bee em min h a mao roda n do inglesa a, esca p o u inglesa me um ins t ante e ca i u nas pe dr as q ue f az e m o car rei ro da a g ua d as c h uvas ao d es c e r n uma das al am ed as, d ep o is de ver q ue a c asa ao c imo j á se en c on t rava r e cup e ra da, al gume l a d en t ro t ra bala h ava, por uma jane la de p orta es pr e i te i se u in te rio ro q ue vi , me d eu a ver co mo f o ra cu id ad aa in te r v en çao

ao sair encontrei, um rapaz de chapéu que conheço das noites de lisboa e que agira tem um restaurante na rua que vai dar ao admastor, vinha com sua esposa e uma criança loira ue deve ser filha dos dois, me disse o espirito, ser ele um dos oz de tempos antigos, de um qualquer acontecimento em oitentas ou mesmo noventa, cumprimentamo-nos assim ao longe, vais bem, me perguntou ele, o melhor possível, assim ficamos, depois passou um carro que ali parou, lá dentro a gaby e me pareceu ser a catarina portas que com ela vinha

ao sa ir en c on t rei, um ra p z de c h ap eu q ue c on he ç o das no it es de li s boa e q ue a gira te m um r es t au ra n te na rua q ue v a i d ar ao ad mas tor, vinha com sua es posa e uma c r ian ç a loi ra ue d eve ser fil h a dos d o is, me di s se o es pi rito, ser el e um dos oz de te mp os ant i g os, de um q ual q eu r ac on te cie mn to em o it en t as o u me s mo no v en ta, cu mp r i m en t amo inglês no s as si m ao l on ge, v a is b em, me pe r gun to u el e, o mel hor p os s iv el, as si m fi cam os, d ep o is passo u um car ro q ue al i par o u, l á d en t ro a g ab y e me par e ceu ser a cat a r ina p orta s q ue com e l a vinha

depois voltei a casa , seriam cinco da tarde e fui dormir, no jornal da manha a bela menina dos lábios como nuvens de almofadas, quando a vejo naquela particular foto, tudo eu me desejo beijo, fiquei a pensar, aquela menina do café, era com ela parecida, havia nela um mesmo arquétipo, talvez o tamanho do corpo, assim pequeno e franzino, quando tirava cigarros da maquina, dera conta ao momento que nao trazia dinheiro que chegasse, assim o disse ao senhor atrás do balcão, nao necessita ligá-la, não chega , a rapariga sentada em sua mesa, levantou um instante seu olhar, trazia um folha em sua mão, deveria se ter sentado a escrever

d ep o is vo l teia c asa , se r iam cin co da t arde e f u i dor mir, no jo rna l da manha a be la me nina dos l á bi os co mo nu v e ns de al mofa d as, q ua n do a v e jo na q eu la par tic u l ar f oto, t u d o eu me de se jo bei jo, fi q eu ia p en sar, aquela me nina do ca fé, e ra com el a par e cida, h avia ne la um me s mo ar q eu t ip o, t alvez o t am na h o do corp o, as si m pe q eu no e fr na zi no, q au dn o ti rava c i g ar ros da ma quina, de ra c on ta ao mo m en to q ue nao t ar z ia din he i ro q ue che g as se, as si m o di z ze ao s en hor at rá s do bal cão, nao ne ce s sita li g á inglesa l a, n ão c h ega , a ra a p riga s en t ada em s ua me sa, l eva n to u um ins t ante s eu ol h ar, t ra z ia um fo l h a em s ua mão, de v rei a se ter s en t ado a es c r eve r

adormeci, e entraram as duas em meu sonho, como sendo uma ou outra ou mesmo nenhuma em particular, era doce, dormíamos assim encaixados em amor e era paz o sentir, depois ouvi no sonho a porta da casa abrir-se , nele me levantei e fui a casa de banho que se encontrava com a porta entreaberta, uma frincha de luz de dentro saia, comecei a abrir a porta devagar, sem saber quem lá estaria, vi a mao, a mão branca, esticada , vertical com os cinco dedos juntos, estava no canto do polyban, acordei nesse momento, fui olhá-lo e dei conta de que o local da imagem da mao, correspondia a palavra roca impressa no polyban, e recordei da ultima imagem que ali se manifestara quando a onda grande galgara o mar no norte de espanha

ad o r meci, e en t ra ram as du as em me u s on h o, co mo s en do uma ou outra ou me s mo n en h uma em par tic u l ar, e ra do ce, do r mia mo s as si m en caixa d os em amo r ee ra p az o s en tir, d ep o is o u vi no s on h o a p orta da c asa ab r i r inglesa se , nele me l eva n tei e f u i a ca sa de ban h o q ue se en c on t rava com a p orta en t rea berta, uma fr inc h a de l uz de d en t ro s aia, co me ceia ab r i ra p orta d eva g ar, s em saber q eu m l á est aria, vi a mao, a mão br anca, est i ca da , v e r tic al com os c in co d ed os j un t os, est ava no can to do poly ban, ac o r dei ne s se mo m en to, f u i o l h á inglesa ll o e dei c on ta de que o l o cal da i mage m da mao, co rr es pon dia a pala v ra roca i m press a no poly bam, e record e i da u l t ima i mage m q ue al i se mani festa ra q ua n do a onda g rande gala g ar a o mar no no r te de es pan h a
parte dela aqui escrita está, outro pedaço, ainda não, pois trás elo com outro pedaço de história,
par te de la aqui es c rita est á, o u t ro peda ç o, a in da n ão, p o is t rá s el o com outro peda ç o de h is tó ria

dias antes da onda dera com o kit de primeiros socorros que viera da latina europa, salvo erro fora a ines que um dia o arranjara, um kit que fora oferecido por um contracto de assistência, médica seria, serviaide, ali estava ele dentro do armário por debaixo do lavatório, tinha-o tirado para fora e um pequeno papel post fix amarelo de baixo dele saíra, abrira-o para ver seu conteúdo, e dera com duas luvas cirúrgicas, peguei num delas e a trouxe para o escritório e enfiei-a na gaveta de cima da secretária, aquelas luvas me fizeram lembrar o michael more, um foto dele que aparecera um vez e que tornara depois a aparecer , aqui num jornal, com ele com duas luvas enfiadas ni em suas mãos ao alto levantadas como se fosse operar depois de as ter esterilizado, com aquele seu ar meio gozão, e aquela imagem ficara dentro de mim, olho agora os objectos que ficaram poe debaixo dela enaqunto esteve na gaveta, uma caneta de ponta de parta e negra, uma outra verde, com a indicação the pooh, ce circulo da estrela disney, uma outra de prata com um olho em cima que fora lanterna,, uma outra parta azul da www pentavisao com, uma prata laranja paraRede, com um logo gráfico em circulo vermelho, uma lua deitada para cima que parece uma melancia e um reflexo curvo em cima junto à borda do circulo, em cima de uma mola de prender as lâmpadas de halogéneo em tecto embutido, , com dois ganchos em suas pontas e um depressão no meio, uma bomp, as chaves da casa da praia em salema aponta o bico a bomp, trás o numero circulo terceiro de cinquenta e sete, ao aldo um pequeno isqueiro bic numa capa de prata com uma vesica verde onde está o que parece ser uma santa, um marvel hulk circulo oitavo da galp, mar v el he ro es , o grande plano da sua face de monstra boca aberta dentes à mostras, depois um plano dele inteiro com quatro dedos abertos, ou seja, o quarto do circulo oitavo do hulk

dias ant es de ra da onda de ra com o k it de pr i me i ros s oco rr os q ue vi e ra da l at ina eu r opa, sal vo e rr o f o ra a in es q ue um dia o a rr ana j ra, um k it q ue f o ra o fe r e cid o por um c on t rac to de as sis t en cia, mé di ca se ria, se r via id e, a li est ava el e d en t ro do ar mario por de ba ix o do l ava tó rio, tinha ingles o t ira do para f o ra e um pe q eu no pap el p o st f ix am ar elo de ba i x o de le sa i ra, ab r ira inglês o para v e r s eu c on te u do, e de ra com du as l uva s cir ur gi ca s, pe g eu i n um de la s e a t ro u xe para o es c rito rio e en fie i e inglesa a na g av e ta de c ima da sec r etá ria, aquelas l uva s me fi ze ram l em br ar o mic h a el more, um f oto de le q ue ap ar e ce ra um v e ze q ue to rna ra d ep o isa ap ar e ce r , a q u i n um jo rna l, com el e com du as l uva s en fia d as ni em su as mao s ao al to l eva n t ad as co mo se f os se o pera r d ep o is de as ter ester liza do, com aquele seu ar mei o g o z ão, e aquela i mage m fi cara d en t ro de mim, olho agora os ob ject os q ue fi ca ram poe de ba ix o de la en a q un to esteve na g a v eta, uma can eta de p on ta de pa rta e ne g ra, uma o u t ra verde, com a indica ção t he p oo h, ce cir culo da estrela di s ney, uma outra de p rata com um olho em c ima q ue f o ra l ant e rna,, uma outra pa rta az ul da www p en t av isa o com, um ap rata laranja paraRede, com um l o g o g ra fi co em cir c u l o v e r me l h o , uma l ua deitada para cima que par e c uma me lan cia e um r e f l ex o c ur v o em c ima j un to à bo rda do circulo, em cima de uma mol a de pr en de r a s l a m padas de h al o g ene o em tec to em b u t id o, , com do is gan c h os em su as p on t as e um de press ao no mei o, uma bo mp, as ch av es da ca sa da p rai s em sal ema ap on ta o bi co a b o mp, t rá s o nu m ero circulo te r ce i ro de cin q eu n ta e sete, ao aldo um pe q u en o is q eu i ro bic nu ma capa de p rata com uma v e sica verde onde est á o q ue par e ce ser uma s anta, um mar v e l h u l k cir culo o it avo da galp, mar v el he ro es , o g rande pala ni da s ua face de mo ns t ra b oca ab e rta d en t es à mo st ra s, se d e p o is um p l ano dele in te i ro com q ua t ro d ed os ab e r to s, ou seja, o q ua r to do cir culo o it avo do h u l k

ouvi em eu espirito em dia recente, um dizer, que assim me rezou, já sei o que lhe fizera, enfiaram na rapariga um inteiro punho, e esta história de punhos em meninas, muitos ecos tem tido, um outro se deu em dia recente, um spot na sua aparência promocional com a bela menina Sílvia alberto, que é filha do ministro da justiça, ela com luvas na mesma posição do michael, azuis, ao fundo no enquadramento , um objecto que contextualizava, um símbolo fálico, que portanto remetia para âmbito sexual, depois ela põem e tira uma tampa numa pila de uma estatua ao lado de uma piscina, ou algo assim, depois ainda na praia ela como um burro arrastando uma carro cheio de lixo, e dizendo qualquer coisa como, já viu o trabalho que dá tirar o lixo de sua casa, a carroça do burra, cheio de sacos de lixo pretos,

o u vi em eu es pi rito em dia r e c en te, um di ze r, q ue as si m me r e zo u, j á se i o q ue l he fi ze ra, en fia ram na ra pa riga um in te i ro p un h o, e es ta h is tó ria de p un h os em me ninas, mui t os e co s te m t id o, um o u t ro se d eu em dia r e c en te, um sp ot na s ua ap ar en cia p o r mo cio n al com a bela me nina si l v ia al berto, q ue é fil h a do mini st ro da j us ti ç a, el a com l uva s na me s ma po sição do mic h a el, az u is, ao fundo no en q ua dr am en te , um ob ject o q ue c on te x t ua liza v a, um s im b olo fal i co, q ue p orta n to re em tia para a am bi to se x ual, d ep o is el a poe m e t ira uma tam pa n uma p ila de uma es tatu a ao l ado de uma pi s c ina, o u al g o as si m, d ep o is a in da na p r aia el a co mo um b ur ro ar rasta n do uma car ro che io de li xo, e di zen do q ual q eu r co isa co mo, j á v e i o t ra b alho q ue d á t ira ro li xo de s ua c asa, a car roça do b ur ra, ce hi o de s ac os de li xo pr e to s,

uma outra alusão de punho feito por bush numa sequência de um fotografo, onde aparece jf kennedy, ainda não aqui abordada em seu pormenor, e uma declaração hoje de dick cheney, na aparência meio a brincar sobre a mudança da casa branca e do tempo imenso por causa da mudança de dungeon, local, onde estas coisas nas vezes se passam, ou melhor que um dungeon demora muito tempo a mudar de sitio

uma outra a l u z ão de p un h o fe i to por b us ch n uma se q u en cia de um f oto g raf ao, onde ap ar e ce j f k en ne d y, a in da n ão a q u i ab o r dada em s eu por m en or, e uma dec lara çao h oje de di ck che ney, na ap ar en cia mei o a br inca r s ob rea mu dança da c asa br anca e do te mp o i m en s o por c au sa da m u dança de d un ge on, l oca l, onde est as co i sas nas v e ze s se pa s sam, ou mel hor q ue um d un ge on demo ra mui to te mp o a m u d ar de si tio

tento somar tudo isto, ao que acrescento uma outra linha que suspeito sobre alusões ao que vejo em termos de imagens pornográficas, um assunto a que voltarei mais detalhadamente, pois sei das pérfidas insinuações e da sua negra intenção, contudo aqui a historia é bem mais complexa, ou seja, o que eu sei somar disto, é que uma mulher já descobriu o que se passou, que uma outra fora assim violentada, por outro lado, remete isto agora, para salema e para a luz, ou seja para uma outra eventual ligação com o desaparecimento da maddie, e disney, remete para uma outra imagem da rapariga, com os tais traços de nódoas negras, ou assim sugerira numa capa de um revista, a menina que namorara com o jovem que morreu num acidente de carro e depois morre o outro em estranhas circunstancias, que na altura aqui dei conta

t en to s o mar tudo is to, ao q ue ac r es c en to uma o u t r a linha q ue s us pe i to s ob rea lu s o es ao q ue vejo em te r mo s de i mage ns por ni g raf i ca s, um as sun to a q ue v ola teri mai s d eta l h ad am en te, p o is se i das pe f id as in sin u a ç o es e da s ua ne g ra in t en ção, c on tudo aqui a h is tor ia é b em mai s co mp l e x a, ou se j a, o q ue eu sei s omar di s to, é que u ma mul he j á d es co b rui o q ue se passou, q ue uma o u t ra f o ra as si m vi o l en t ad a, por outro l ado, r e met e is to agora, para sal ema e para a l u z, ou se ja para uma o u t ra eve n t ua l li g a ção com o d es ap ar e cie mn to da mad di e, e di s ney, r e met e para uma o u t rai mage m da ra pa riga, com os t a is t ra s ç os de no do as ne g ra s, ou as si m s u ge ir n uma c ap a de um r e v ista, a me nina q ue namora ra com o jo v em q ue mor r eu n um ac i de n te de car ro e d ep o is mor re o o u t ro em es t ra n h as cir c u ns t na cia s, q ue na al t u ra aqui dei c on ta

depois a luva voltou a casa de banho, deixei-a no lavatório, algo assim o disse, ficou ao lado do detergente laranja com o nome que de um deste dias me começou a desenhar outro sentido, chama-se ele wipp, ou seja chicote, ou seja, remetia para uma visão recente do chicote que aparecera no video, o som dele, o tal que trás o chicote e que o faz estalar, e espanta os bichos ou os homens, hoje o belo actor que usa um, na revista do publico apareceu, ao aldo repousa um moeda de vinte cêntimos com castelos portugueses, um ponto num deles se definiu, entre zo do oz, ou seja dois mil e dois, o ponto entre o dois e o primeiro zero, apanhando dois castelos, o seis e o setimo, ou entre as seis e as setes horas, a luva tem o dedo indicar a apontar uma escova pelo branco e cabo azul, o wipp, w ip pp express, doze hor as circulo quinto da cruz vermelha sobre duas mão juntas desenhando de perfil, dias vesicas sobrepostas ou um oito formula eficaz mesmo em agia fria as cinco regras de ouro para uma lavagem à mao, um vesica henkel, debruada a laranja sobre branco

d ep o is a l uva vo l to ua c asa de ban h o, de ix e i inglesa a no l ava tó rio, al g o as si m o di s se, fi co u a o l ado do de te r gente laranja com o n o em q ue de um d este dias me co me ç o ua de s en h ar outro s en tudo, c h ama inglesa se el e w i pp, o u seja ch i c ot e, o u seja, r e met ia para uma vi sao r e c en te do ch i c ot e q ue ap ar a r e ce ra no vi de o, o som de le, o t al q ue t ra s o ch i c ot ee q ue o f az est al ar, e es pan ta os i c h os ou os homens, h oje o b elo ac tor q ue usa um, na r e v ista do pub li co ap ar e ceu, ao aldo r ep o usa um mo e da de vi n te c en tim os com ca s te l os por tu g eu s es, um p on to n um de l es se d efe n i u, en t r e zo do oz, ou seja do is me i l e do is, o p on to en t reo do is e o pr i me i ro z ero, ap anha n do d o is ca s telo s, o se is e o set i mo, ou en t rea s se is e as set es h o ra s, a l uva t em o d ed o indica ra ap on t ra uma es c ova pelo br anco e ca b o az u l, o w i pp, w ip pp e x press, do ze hor as cir culo q u i n t o da cruz vermelha s ob re du as mão j un t as de s en h and o de pe r fil, dias v e sic as s ob r ep o st as ou um oito for mula ef cia z em es mo em a gi a fr ia as c in co r e g ra s de o u r o para uma l ava g em à mao, um v e i ca h en k el, de br ua da a laranja s o br e br anco

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