segunda-feira, abril 28, 2008

ecos a conta gotas do sangue do menstruo do Útero da Mãe

e co s a c on t a g ot as do san g ue do me s n t ru o do U t ero da Mãe

sabes amada, muito eu gosto de dormir assim contigo nos teus dias lunares, fica o teu corpo quentinho e eu aqueço em ti, como se dentro de Ti estivesse, teu cheiro mais intenso fica e os sonhos se tornam densos como casulo, assim me sinto bichinho de conta a cantar Teu Amor, tambem os homens, se eles fossem só homens, como as mulheres, nao sao só mulheres, tambem tem menstruo, eu próprio perco sangue nas vezes, assim ainda antes de ontem me aconteceu, e o espirito me disse, estamos juntos em ciclo, como poderia o amor trazer os amantes em modo distinto

sa b es am ad a, mui to eu g os to de do r mir as si m c on ti g o nos te us dias luna r es, fi ca o t eu corp o q a u n t in h oe eu a q eu ç o em ti, co mo se den t ro de Ti est iv ess e, t eu che i ro mai s in t en s o fi ca e os s on h os se tor n am d en so s co mo ca sul o, as si m me sin to bic h in h o de c on ta a can t ar T eu Amo r, t am b em os h o ms n, se el es f os se m s ó h o me sn, co mo as mul he r es, n ao sao s ó mule h r es, t am b em te m me ns t ru o, eu pr ó pr io pe r co san g ue nas v e ze s, as si m a in da ant es de on te m me ac on teceu, e o es pei rito me di s se, est am os j un t os em cic l o, co mo p ode ria o amo r t ra z e r o s am ant es em modo di s tinto

hoje de manhã me apareceste feita andorinha na rua habitual, de novo me mostras-te a casa nova amarela e rasaste as grades da janela, onde está, ou melhor, que é feita por uma linha de xs, depois voaste entrando na chaveta que faz a outra casa nova forrada assim em xisto, ou algo da família, que desenha um vaso virado para o ceu, em mim um linha outra ressoa, o menstruo do conde

h o je de manhã me ap ar e c este fei t a an d ori n ha na rua h abi t ual, de n ovo me mo st ra s inglesa te a ca sa n ova am ar e la e ra sas te as g ra d es da jane la, onde es t á, ou mel hor, q ue é fei ta por uma linha de xs, d ep o is vo as te en t ra n do na ch a v e ta q ue f az a o u t ra ca sa n ova for ra da as si m em x is to, ou al g o da f ami li a, q ue d es en h a um v as o v ira do para o ceu, em mim um linha o u t ra r ess o a, o m e ns t ru o do c on de

depois rasaste as pedras do chao da calçada, onde está a linha da cobra muito comprida e depois passas-te ao pé de mim, e abriste a tua cauda em leque, e eu fiquei assim maravilhado a ver-Te de cauda aberta que desenha um perfeito triângulo em duas cores, com um desenho cheio de riscos, vinha eu acordado ainda a dormir, pois não relacionei ao instante o que me dizias assim com a tua bela caudinha aberta, depois adormeci de novo e tive um estranho sonho

d ep o is ra sas te as pe dr a s do ch ao da calçada, onde es t á a linha da cobra mui to co mp rid a e d ep o is pa s sas inglesa te ao p é de mi, e ab r iste a t ua c au da em le q ue, e eu fi q eu i as si m mara vila h do a v e r inglesa te de c au da ab e rta q ue d e s en h a um pe r fei to t r in gula em du as co r es, com um d es en h o che i o de r isco s, vinha eu ac o rda d o a in da a do r mir, p o is n ão r e la cio nei ao ins t ante o q ue me di z ia s as si m com a t ua be la c au din h a ab e rta, d ep o is ad o r meci de n ovo e ti ve um es t ra n h o s on h o

estava eu numa casa que não era esta, com uma sala de rés de chao, era um prédio com casas de paredes altas, tipo estado novo, algo, um perfume, me coloca agora a casa ali pelas bandas da praça de londres, ao instituto superior técnico, naquela zona de prédios, e uma ligação aos olivais, ou seja, será um tal conde que por ai deverá morar, e que se calhar morou nos olivais, onde eu em minha puberdade tambem morei

est ava eu n uma cas q ue não e ra es t a, com uma sala de r es de ch ao, e ra um pr é di o com c a sas de par e d es al t as, t ip o estado n ovo, al g o, um pe r f u me, me c o l o ca agora a casa a li pe l sas ban d as da pr aça de l on d r es, ao ins titu to s up e rio t téc nico, na q eu la z on a de pr é di os, e uma li g a çao aos o li v a is, o u seja, se rá um tal conde q ue por ai d eve rá mor ar, e q ue se cala h ra mor o u no s oli vi as, onde eu em min h a p uber dad e tame b m mo rei

de repente começava eu a dançar na sala em modo de rotação sufi, a sala era como o polyban aqui, ou seja remete para a onda de Barcelona, e de repente a porta da casa que dava para a sala com esse formato, se abriu, aproximei-me dela, e não vi ninguém lá fora, empurrei-a até ficar encostada completamente à parede, ninguém por detrás dela, estava um nevoeiro cerradissimo, daqueles impossíveis, que nem se vê o palmo a frente do nariz, acordei, depois me doeu o pé no sitio onde o torci, e assim me pareceu ser esse o sentido do dizer

de r ep en te co me ç ava eu a dan ç ar na sala em modo de r ota ç a sufia sala e ra co mo o poly ban aqui, ou seja r e met e para a onda de bar ce l on a, e de r ep en te a p orta da c asa q ue d ava para a sala com esse for mato, se ab riu, ap rio xi me i r inglesa me de la, e não vi nin g u é m l á for a, e mp ur rei inglesa a at é s fi car en co ns t ada co mpe l tamen te à pa rede, nin g eu m por de t rá s de la, est ava um ne vo e i ro ce rr ad i ss i mo, da q eu l es i mp os s iv e is, q ue ne m se v ê o pal mo a fr ente do na r iza, ac or dei, d ep o is me do eu o p é no si tio onda o tor cie as si m me par e c eu ser ess e o s en tid o do di ze r

ouvi no espirito o dizer, que se tinha aberto a porta, ou seja , que se tinha finalmente entendido, o que se passara na rotação naquela manha de nevoeiro

o u vi no es pei rito o di ze r, q ue se tinha ab e r to a p orta, ou seja , q ue se tinha f ina la mente net n dido, o q ue se passara na r ota çao na q eu la manha de ne vo e i ro

depois fui ver as imagens do choque de dois comboios na china, e percebi o que me mostraras, pois a maquina deitada fazia em sua frente, em sua pá, o teu desenho da cauda, a diferença são as cores, branco e vermelho, um v de vaso em seu meio e depois traços paralelos as laterais dos vasos, outra fotografia do acidente, quanto eles nao existem, ecoou em mim ao vê-la, a forma como as composições tombaram, fazendo um clip, um semi circulo que reflectia aquele que ontem te falei ao ver a foto dos carros de corrida, ou melhor, os charutos na publicidade, quando trazia a revista do publico na mao, bonneville, salt lake, foi a primeira imagem que por semelhança surgiu, mas outras existem com clips, os clips ao lado do guelas que desequilibra a rotação, bonneville, remeterá então para o tal rapaz dos olivais que tinha uma e que namorava com uma rapariga do meu prédio, e que era um dos mais malucos ligados a extrema direita, as juventudes centristas ou mesmo mirn

d ep o is fu i ve r a s i mage ns do c h o q ue de do is co m boi os na ch ina, e pe r cebi o que me mo st ra r as, p o isa ma q u ina de ira da f az ia em s ua fr ente, em s ua p á, o te u de s en h o da c au da, a difer en ção são as co r es, br anco e vermelho, um v de cva so em seu mei o e d ep o is o d t ra ç os para lelo sas l a t e raia dos v as os, o u t ra f oto g ra fia do acide n te, q ua n to el es nao e xis t em, e c u o u em mim ao v ê inglesa la, a forma co mo as co mp os i ç õ es tom b ar am, f a ze dn o um c l ip, um s emi cir c u l o q ue r efe c l tia aquele que on te m te fa lei ao ver a f oto dos car ro s de co r rid a, ou mel hor, os ch ar u to s na pub li cidade, q ua n do t ra z ia ar e v ista do publico na mao, bo n ne vi ll e, sa l t lake, f u ia pr i me ria i mage m q ue por se mel h ança s ur gi u, mas o u t ra s e xis te m com c li ps, os c li ps ao l ado do g eu la s q ue de si q u i libra a r ot a çao, bo n ne v ille, r ene te rá en tao para o t al ra p az dos o li v a is q ue tinha uma e que namora v a c om uma ra pa riga do m e u pr é di o, e q ue e ra um dos mais malucos li gados a e x t r ema direita, as ju v en t u d es c en t r ista s ou me s m o mirn

o desenho das carruagens caídas , fez-me tambem lembrar o desenho do reflexo da tal espada com uma águia que aparecera por debaixo do barco the north star hull, que quase ressoa em hulk, ou seja relacionado com os vasos das desgraças em londres, e nas imagens do acidente de seguida vinham outras de um outro comboio de alta velocidade dentro de um túnel que descarrilara ao chocar com um rebanho de pequeninas ovelinhas, que me pareceu ser simbólico de ovelinhas de rebanhos de Deus, salvo erro na alemanha

o de sn h o das car rua g e ns ca id as , fez inglesa me t am b em lem br ar o de senho do r e f l e xo da t al esa p da com uma g au ia q ue ap ar e ce ra por de ba ix o do bar co the no r t h st ar h u ll, q ue q u ase r ess o a em h u l k, o u sej ar e la cio n ado com os v as os das d es graças em l on dr es, e nas i mage ns do acide n te de se u id a vin ham o u t ra s de um o u t ro co m boi o de alta v elo cidade den t ro de um t un el q ue d es carril ar a ao c h o car com um r e banho de pe q eu ninas ove linha s, q ue me par e ceu ser s im bo li co de ove li mn h os de r e banhos de D e us, sal vo e rr o na a le manhaum

vaso de cva , agora surgiu na escrita , nem de propósito aparece hoje no jornal um senhor , que trás uma empresa com esse nome, olhei a sua fotografia, vi a pergunta na capa e decidi tambem comprar este jornal, pois a sua face é estranha naquilo que reflecte, misto de susto e preocupação, de quem parece estar entalado de alguma forma ou jeito, depois o li com atenção, estranho pois o que o intertexto me fala, é de uma proximidade psicológica, quase me poderia reconhecer nele em muito do que ele diz, mais na forma como diz, algumas imagens que eu uso tambem, contudo não sou eu ele, nem ele eu, ou seja, uma outra possibilidade se abre, ele ser de alguma forma uma cópia ou um clone, estarei perante alguém que em mim se inspira e de certa forma me copia?

um v as o de cva , agora s ur gi u n a es c rita , ne m de pr o p os i to ap ar e ce h oje no jo rna l um s en hor , q ue t rá s uma em presa com ess e no me, o l hei a sua f oto g raf ia, vi a pe r gun ta na capa e dec i di t am b em co mp r ar este jo r na l, p o is a s ua face é est r anha na q u i lo q ue r e f l e c te, mi st o de s us to e pr e ocupa çao, de q eu m par e ce es t ra en tala d o de al gum a forma ou je i to, d ep o is o li com a ten ção, e ts r an h o p o is o q ue o ine t r e t x to me fala, é de uma pr ox i mi dad e psi c olo gi ca, q u ase me p ode ria r e c on he ce r ne le em mui to do q ue el e di z, mai s na forma co mo di z, al g ua ms i mage ns q ue eu us o t am b em, c on tudo n ão s o u eu el e, ne m el e eu, ou seja, uma o u t ra p os si bil i dad e se ab r e, el e se r de al g uam forma uma c ó pi a ou um c l o ne, est a rei pe ra z n te al g un e q ue em mim se ins pira e de ce rta forma me co pi a?

uma resposta dele é contudo mentira, a possibilidade de separação dentro de si do conhecimento daquilo que sabe, é uma resposta falsa, como carrilho parece tambem ter percebido , pela posição do mudo dizer de seu corpo, ao lado, uma ainda mais estranho de menezes, como que zangado em modo agressivo, quase que se pode se perguntar, quer-me bater, senhor, ou quer bater nesse senhor?

uma r es posta de le é c on tudo m en t ira, a p os si bi li dad e de s epa ração d en t ro de si do c on he cie mn to da q u i lo q ue s ab e, é uma r es ps ota fal s a, co mo car r i l h o par a ce t am b em ter pe r cebi do , pe la p o si çao do mudo di ze r de s eu corp o, ao l ado, uma a in da mai s es t r anho de m ene z es, co mo q ue zan gado em modo a g r ess iv o, q u ase q ue se p ode se pe r gun t ar, q eu r inglesa me nba te rr, s en hor, o u q eu r bat e r ne s se see n h or?

e resposta é mentirosa, só um esquizoide o poderia assim dizer, ou então se não o for, será aldabrão, o que se encaixa nesse perfil, que ronda uma quase arrogância

e r es posta é m eni rosa, s ó um es q u i zo id e o p ode ria as si m di ze r, o u en tão se não o for, se rá alda b r ão, o q ue se en caixa ne s se pe r fil, q ue ron da uma q u ase ar ro gan cia

o que desvela das suas palavras em seu todo, parece ser um homens que nao trás princípios, nem lealdade, o que dá corpo a afirmação chapéu, quando diz que só entraria para a política para mandar, um discurso de ditador em potência, coisa sempre perigosa

o q ue d es vela das s u as pala v ra s em seu todo, par e ce ser um h o me ns q ue nao t rá s p rin cip i os, nem lea la dad e, o q ue dá corp o a a fi r maçao ch ap eu, q ua n do di z q ue s ó en t ra ria para a p li tic a para man d ar, um di s curso de dita dor em p ot en cia, co isa se mp re pe rigo sa

existe aqui um home que terá que estar ligado a publicidade e a comunicação responsável pelos vasos que criam induções psicóticas nas gentes que tem emergido de vez em quando com desgraças de sangue, isto é certo em mim, como é certo que me trás combate directo, vide as coincidências, que são mais do que isso de que já vos deis a todos conta, nomeadamente a que se reflectiu no tal spot da menina dos perfumes dos olhos azuis eléctricos com uma frase qu e fora retirada de um meu caderno antigo, ou seja, é alguém que espia, que me espia, e que sabe de escrita enformadora, o tal ilusionista, curiosamente fala ele de circo, e dá curioso exemplo de metamorfose, de papeis em circos pobres, onde os papeis se intercambiam, sendo sempre um a fazer

e xis te aqui um home q ue te rá q ue est ar li gado a pub li cidade e a co munica çao r es ponsa v el pe l os v as os q ue c r iam indu ç õ es ps i c ó tic as nas g en t es q ue te m e mer gido de v e z em q ua n do com d es graças de san g ue, is to é ce r to em mim, co mo é ce r to q ue me t rá s co m bate di rec to, v id e as co inc id en cias, q ue são mai s do q ue iss o de q ue j a ´v os de is a todos c on ta, no me ad am en te a q ue se r e f l e c ti u no t al s p ot da me nina dos pe r f u mes dos ol h os az u is el e t ric os com uma fr ase qu e f o ra r e t ira da de um m eu ca de r no ant i g o, o u seja, é al g eu m q ue es pi a, q ue me e s pi a, e q ue s ab e de es c rita en forma dora, o t al i lu sionista, c ur i o sa mente fala el e de cir co, e d á c u rio s o e x e mp l o de met am o r f o se, de pap e is em cir cu os p o br es, onde os pap e is se inter can bi m, s en do se mp r e um a f a ze r

esteve ele ligado a campanha do cavaco? se o esteve é provável que seja o operador das manipulações que se passaram, pois é real e claro que se passaram, creio que poucos trarão duvida sobre isto nesta altura do campeonato e fui uma operação integrada, com diversas componentes de alteração comportamentais

es te v el e li gado a ca mp anha do c ava co? se o es teve é pr ova v el q ue seja o o pera dor das man ip u la ç õ es q ue se passaram, p o is é rea l e c la ro q ue se passaram, c rei o q ue p o u co s t ra rão du vi da s ob r e is to ne st a al t u ra do ca mp e o na t o e f u i uma o pera çao ine t g ra da, com di v e r sas co mp on e t es de al te ra çao co mp orta m en t a is

algumas campanhas esquisitas em seu dizer apareceram nestes últimos tempos, uma da pt, com o dizer liga-te que até vês estrelas, duplo sentido, beleza e porrada, se estiveres on line, outra da optimus, com sugestões de balas em comunicações, a abordar em maior detalhe em outro texto, as piores tem aparecido na área das comunicações, e são certamente feitas em forma intencional, não sei se o senhor a elas está ligado ou não, outro perfil que penso poder estar ligado a esta manipulação via mídia, que me conheça é o bidarra, tambem por causa das visões que se manifestaram na expo, na sede da eurorscg, e ainda, ou melhor antes, um outro home, que está ligado a questão do financiamento ilegal ao psd, já alvo de uma condenação parcelar do supremo, e que está ligado à novo design, que é uma empresa com que eu me cruzei em tempos, via cristina coutinho, e me desvelou o espirito estarem eles ligado a um roubo criativo daqueles que deu mais dinheiro, os mupis, e que envolveu frança, no sentido em que foi a jc decaux a avançar com a sua concretização e que teve uma penetração aqui com o apoio da alguém ou alguns da câmara municipal de lisboa, que les deram inclusive o exclusivo de exploração durante uma serie de anos se não mesmo décadas, o que prefigura um cambalacho, seria curioso ser este tal senhor vaz qualquer coisa, o tal sócio que eu nunca conheci, ou com esta empresa trazer relação antiga

al gum as ca mp anha s es q eu sitas em s eu di ze r ap ar e ce ram ne st es ul tim os te mp os, uma da pt, com o di ze r li g a inglesa te q ue at é v es es t r e la s, du p lo s en tid o, beleza e por ra da, se es t iv e r es on l ine, o u t ra da o pt i m us, com s u g es t õ es de bal as em co um ni cações, aa bao r d ar em maio r d eta l he em o u t ro te x to, as pi o r es t em ap ar e cid o na a rea das co munica ç o es, e são ce rta e mn t f e it as em forma in t en cio n al, n ão sei se o se m h or a e la s est á li gado ou não, outro per fil q ue p e n s o p ode r est ar li gado a es t a mani p u la çao v ia mi dia, q ue me c on he ç a é o bi d ar ra, t am b em por ca usa das v is õ es q ue se mani f es t ram na e x po, na sede da eu ro r s c g, e a in d a, ou mel hor ant es, um o u t ro home, q ue est á li gado a q eu s tão do fi na n cia m en to i le gal ao ps d, j á alvo de uma com dena ção par ce l ar do s up r emo, e q ue est á li gado à n ovo de si g n, q ue é uma em presa com que eu me c ru ze i em te mp os, v ia cris t ina coutinho, e me d e s ve lou o es e pi to es t ar em el es li gado a um o ru bo c ira t iv o da q eu l es q ue d eu ma si d ine hiro, os mu pi s, e q ue en vo l v eu fr ança, no s en tid o em q ue foi a jc dec a ux a ava n ç ar com a s ua c on c r te iza çao e q ue teve uma p ene t ração aqui com o ap a oio da al g eu m ou al g u ns da ca mara mini cip al de lis boa, q ue l es de ram inc lu s iv e o e x c lu s iv o de e x p l o ração duran te uma se r ie de ano s se não me s mo dec ad as, o q ue pr e fi g ur a um cam bala c h o, se ria c u rio s ser este t al s en hor v az q ua l q eu r co isa, o t al so cio q ue eu n un ca c on he cio u com esta em presa t ra ze r relação ant i g a

como asae, que agora retirou um tal óleo do mercado, na sequência das cheias e dos tornados, nao é verdade senhor, que ele entrou nas variáveis do acontecido?

Co mo asa e, q ue agora r e tir o u um t al o leo do mer ca do, na se q u en cia das che ia s e dos to rna d os, nao é v e r dad e s en h r, q ue el e en t ru nas v aria v e is do ac on te cid o?

óleo de girassol, me remeteu para tubarões vermelhos, para dakotas vermelhos símbolo da queda de um avião, no mínimo, nas estepes russas, e londres, para um belo rapaz que foi agora comido para um, e outros que foram assim mortos, para a republica dominicana, e para o martelo com o nome de santana escrito a vermelho em seu cabo, sendo que os dois senhores trazem chegada ligação como ele dá disso na entrevista vivo e claro exemplo dos actos de guerrilha políticos

Oe l s o de g ira s sol, me r e met eu para t u barões vermelhos, para d ak ot as vermelhos s im b olo da eu da de um a v u ão, no mini mo, nas est ep es ru s sas, e l on dr es, para um b elo ra p az q ue f o i agora co mi do para um, e o u t ros q ue f o ram as si m mor t os, para a r e publica do me ni n ca, e para o ma t elo com o no me de santana es c rito a vermelho em s eu ca bo, s en do q ue os do is s en hor es t ra ze m che gado li g a ção co mo el e d á di ss o na en te r v ista v iv o e c laro e x e mp l o dos ac t o s de g eu rr ilha poli tic os

detalhando, um belo rapaz com um ar de felicidade radiosa foi comido por um tubarão na california, uma das fotos que do acontecimento vi, aparecia o girassol, o girassol, que já entrou aqui neste Livro da Vida em diversa ocasiões, na expo, o tal estranho prédio com andares de permeio desaparecidos, assim com a rabia del pueblo, o café do girassol, e o girassol que um dia me apareceu aqui em Alcântara num caixote de lixo, num amanhecer

D eta l h an d o, um b elo ra p az com um ar de fe le cidade ra di o sa foi co mi do por um t u barão na cali f o r ni a, uma das f oto s q ue do ac on te cimento vi, ap ar e cia o gi ra s sol, o gi ra s sol, q ue j á en t ro u a q u i ne st e Li v ro da V id a em di v e r sa oca si o es, na e x po, o t al es t r anho pr é di o com anda r es de pe r mei o de sapa r e cid os, as si m com a ra bia d el p eu b lo, o ca fé do gi r ra sol, e o g or ra sol q ue um d ia me ap ar e ceu aqui em al can tara n um ca ix ot e de li xo, n um am na he ce r

ontem falava eu de dar marteladas em malandros, visto a justiça não funcionar, e hoje dei conta do meu martelo, estar em cima das três gavetas que estão à entrada de casa, que é um modulo da estante da dimensão, aquela que recentemente montei e que aqui narrei nas leituras que proporcionaram, ou que ali se espelharam, nomeadamente um video onde se ouvia fora da imagem o chicote, pois o martelo está em cima de um bico banco, que veio da republica dominicana, e o mais curioso é que creio que vieram dois, sendo que um alguém o levou de casa, provavelmente ainda no tempo da actor João rosa

on te m fala v a eu de d ar mar te la s da em mala n dr os, vi st o a j us ti ç a não f un cio n ar, e h o je dei conta do me u mar telo, es t ra em c ima das t r es g a v eta s q ue es t ão à ant ra da de cas, q ue é um mo du lo da e ts an te da dimensão, a q eu la q ue r e c en te mente mo n tei e q ue aqui na r rei na s lei t ur as q ue pr o pr o cio n aram, ou q ue a li se es pe l h aram, no mea dam w n te um vi de o onda se o u v ia f o ra da i mage m o c h i c ot e, p o is o ma telo es t á em c ima de um bic g o ban co, q ue veio da r e publica do mini cana , e o ma si c u rio o é q ue c rei o q ue vi e ram do is, s en do q ue um al g eu m o l evo u de cas, pr ova v el e mn te a in da no te mp o da ac tor jo ao, rosa

a peça do martelo, está em cima de um tubarão distribuído conjuntamente com outros animais pelo dn, não cheguei eu ao contrário de todos os outros a tira-lo dentro de seu plástico, pois achei que ele lá dentro ficaria melhor, e nao gosto de deixar bichos assim de boca grande, que as vezes enlouquecem, à solta, quando cheiram a sangue, o cabo do mat, martelo, é o tal onde alguém um dia escrevera santana, no tempo da latina europa, portanto princípios da década de noventa, avermelho, a cor do sangue

a p eça de matel do mar telo, est á em c ima de um t u barão di s t rib u id o c on j un tamen te com o u t ros ani ma is p elo dn, não che g eu i eu ao c on t ra ´ rio de todos os o u t ros a ti ´ ra inglês l o den t ro de s eu p lá s t ico, p o is ac hei q ue el e l á d en t ro fi caria mel hor, en ao g o st o de dei x ar bic h os as si m de b oca g rande, q ue as v e ze s en lou q eu c em, à sol t a, q ua n do che iram a san g ue, o ca bo do mat, mar telo, é o t al onda al gume un m dia es c r eve ra santana, no te mp o da latina eu r opa, p orta n to pr inc ip i os da dec a d a de no v en ta, ave r me l h o , a cor do san g ue

o dakota, se transforma em tubarão, por um instante no video, e depois veio mais aquela manipulação sobre a queda de um avião no dia seguinte, difundida pela sic, e que era falso, mas que me pareceu e mais parece remeter para a queda de um outro que ocorrera a um ano ou mais atrás, o das neves, ou melhor que caiu na neve

o d ak ota, se t ra sn forma em t u barão, por um ins t ante no vi de o, e d ep o is veio ma si aquela m ani p u la ção s ob rea queda de um avião no dia se gui n te, di fun d id a pe la sic, e q ue e ra fal s o, mas q ue me par e c eu e mai s par e ce r em e m t e r para a queda de um outro q ue oco rr e ra a um a no ou mai s at rá s, o das neves, ou mel hor q ue ca i u n a n eve

estive eu a ver de nov o video de domingo e reparei em diversas pormenores da linguagem não verbal instintiva, por assim dizer, pois um verdadeiro cabalista, que é palavra que em português se usa, num contexto completamente distinto da arte da cabala, e que quer dizer, montagem, conspiração, sabe ler seus significados e seus dizeres, os estúpidos e as bestas, dizem como sempre que eu estou em coca, o que não é verdade, sou assim, sempre tive esta velocidade em meu ser

es t iv e eu a ver de n o v o vi de o de do min g o e r ep a rei em di v e r sas por m en o r es da lin g ua g em n ão v e rba l ins t in tic v ap or as si m di ze r, p o is um v e r da de i ro ca bali s t a, q ue é pala v ra q ue em por tu g u es se usa, n um co n te x to co mp le tamen te di s tinto da arte da ca bala, e q ue q eu r di ze r, mona t a ge m, c on pira ção, s ab e ler se us si g ni fi ca d os e se us di ze r es, os es t u pi do s e as b eta s, di z am como se mp re q ue eu es to u em c oca, o q ue n ão é v e r da d e, s o u as si m, se mp re t iv e es ta v elo cidade em m eu ser

um dos pormenores que agora de alguma forma remete para isto, é o facto de ter pegado no triângulo da faca duas vezes, salvo erro, durante a conversa sobre os psi, dois triângulo fazem o desenho do pentagrama, ou da estrela, e curiosamente se repete a figura quando interpelo o daniel, sobre a avaliação de professores, e das pirâmides de poder, que o concentram na mão de quem está em seu topo, a clássica ditadura, seja ela qual for, desenho eu primeiro com o daniel invertido, de pernas para baixo, devo ter dado conta que estava fora do enquadramento, voltei a revista e o desenho outra vez, ou seja, desenho um pentagrama, para explicar as burros , o que quero dizer na realidade as hierarquias, e de como distinto e sempre necessário é caminho contrário da auto responsabilidade e da educação para ela, que as hierarquias, as verdadeiras, não necessitam destas tretas para na realidade o serem, nem fazem ou se entretém a fazer conspirações e a autoridade não é nunca autoritarismo, no final da imagem que expressa, de novo o chicote a aparecer

um dos pr o m en o r es q ue agora de al g uam forma r e met e para is to, é o f ac to de t r e pe gado no t r ina gula da f ac a du as v e ze s, sal vo e r ro, duran te a c on v e r sa s ob reo s ps i, do is t r ia b gula f az em o d es en h o do pen t a g rama, ou da estrela, e cu rio sa mente se repete a fi g u ra q ua n do inter p elo o d ani el, s ob rea ava lia ção de pr o f ess o r es, e das pira mide s de p ode r, q ue o c on c en t ram na mão de q eu m es t á em se u to p o, a c lassi ca dita d ur a, seja el a q ua l for, de s en h o eu pr i me rio com o dani el in v e r tid o, de pe rna s para ba ix o, d evo ter dad o c on ta q ue est v a f o ra do en q ua dr ae mn to, vo l tei a r e v ista e o de s en h o o u t r ave z, ou seja, de s en h o um pen t a g r am a, para e x p l cia r as bu rr os , o q eu q eu r di ze r na rea la i dad e as hi e ra q u ia s, e de co mo di s tinto e se mp r e ne ce s sário é ca min jo c on t rá rio da au to r e 4 s ponsa bil i dad e e da edu cação para e lea, q ue as hi e ra r q u i a s, as v e rda de ira s, não ne ce s sita m d es t as te rta s para na r el a i dad e o se r em, ne m v f az em ou se en t r e t e m a f az e r co ns pira ç õ ess e a au oto rie dad e n ão é nu c na au tori at ari s mo, no fi na l da i mage m q ue e x press a, de n ovo o c h i c ot e a ap ar e ce r

remete as pirâmides neste caso concreto para os charutos do faraó, pois vi o signo em dia recente quando foi ao rio, ver um veleiro de passageiros high tech, que nem cheguei a ver como queria, pois choveu entretanto quando falei com meu amigo que me aparecera e lhe dera conta do que se passava, com meu filho tinha ele o visto, pois seu filho pratica desporto no mesmo sitio, que belo assim ir sabendo da vida do meu, grrrr, depois me falou ele do restelo, ou por aí, donde deve ser onde um destes bandidos habita, e sendo que depois começou a chover e li no espirito ainda que já estava em contentores a caminho da china, onde agora o comboio caiu, a mim os charutos me remetem para jardim

remete as pi ram id es neste c as o c on c r e to para os c h ar u to s do f arao, p o is vi o si g no em dia rec n te q ua n do f o ia o rio, ver um v e lei ro de pa s sage i ross hi g t te ch, q ue n em che g eu ia ver como q eu ria, p o is ch ove u en te rta n to q ua n do fa lei com meu ami g o q ue me ap ar e ce ra e le h de ra conta do q ue se passava, com meu fil h o tinha el e o vi s t o, p o is s eu fil h o pr t aica t en is com el e, q ue b elo as si m ia r sa b en do da v id a do me u, g rr rr, d ep o is me falo u el e do r es telo, ou por aí, don de d eve ser onda um de st es ban d id os h abi t a, e s en do q ue d e p o is co me ç o ua ch ove r e li no es pei rito a in da q u j á est av em c on t en tor es a caminho da ch ina, onda agora o co m boi o caiu, a mim o s ch ar u to s me r e met em para jardim

por estes dias e ainda bem, é pouco , mas sempre é melhor que nada, a câmara inaugurou uma estrela para lembrar as bestas do pogrom que um dia ido alguns monstros fizeram nesta bela cidade de todas as culturas e de todas as integrações e de todo o respeito por todas as diferenças, assim sempre se almeja, ou seja, estão provavelmente este dois homens ligados a treta que terão montado de me tentarem acusar, mais do que tentativa, sobre o incêndio do chiado, e portanto devem ser de alguma forma a mao neles envolvido

por este d ias e a in da be m, é p o u co , mas s mp re é mel hor q ue n ada, a ca mara ina u guro u um estrela para l em br ar as b eta s do po g rom q ue um dia id o al g u sn mo st ros fi ce ram ne st a b ela cida d e de todas as cul t ur as e dd e todas as in te g ra ç o es e de todo o r es pei to por todas as difer en ç as, as si m se mp re se al me j a, o u seja, es t á pr ova v el mente este do is h o me ns li gados a te rta q u e t rão mona t do de me t en t ar em ac usa r, ma si do que t en t at iv sa, s ob reo inc en di o do chi ad o, e p orta n to d eve m ser de al gum a forma a mao ne l es en vo l v id o

e os palermas devem ter chupado a história a trocos vário como é habito nos bandidos, contudo recordai minha Gente, que Deus a fazer alguma coisa, sempre Ele faz, foi salvar as gentes, e pensem por que razão num incêndio daquela dimensão, ninguém morreu ou poucos se foram, que nem me recordo em exacto, sendo que o local da program original, o primeiro, trás ligação a família coutinho como já vos lembrei, portanto deverá tambem existir uma ligação com os homens do diabo, ou seja da extrema direita, neste fazer, que devem ter sido então a mão que lançou desta vez o fósforo no chiado, aos armazéns, e ainda havemos de chagar à morte da snu e de sá carneiro e de seus acompanhantes, onde creio pelo visto recente ainda nem publicado porque nem totalmente escrito, passa tambem pela madeira, onde se tem dados por assim escrever diversas manifestações de nervosismo vários

e os pal e r m as d eve m te r chupado a h is tó ria a t roco s v á rio co mo é h abi to nos ban dido s, contudo record a i min h a G en te, que De us a f az er al g uam co isa, se mp re El e f az, f o i sal v ar as g en t es, e p en s em por q ue ra z º ao n um inc en di o da q eu la di m en sao, nin g eu m mor r eu ou p o u co s se f o ram, q ue ne m me record o em e x ac to, s en do q ue o l oca l da pr o g r am ori gina l, o pr i em rio, t ra s li g a ção a f ami la i coutinho co mo j á v os l em br ei, p orta n to d eve rá t am e b m e x is tir uma li g a ção com os homens do dia bo, o u seja da e x t r ema di rei ta, neste f az e r, q ue d eve m ter sid o en tao a mão q ue lan ç o u de st a v e zo f os foro no chi ad o, aos ar ma ze ns, e a in da h av emo s de ch a g ar à mor te da s n u e de sá car ne i ro e de se us ac o mp an h ant es, on d e c rei o p elo vi st o r e c en te a in da ne m pub li c ado por q ue ne m t o t a l e mn te ess c r oto, passa t am b em pe la m ad e ira, onda se te m dad os por as si m es c r eve r di v e ra s ma ni f es t a ç o es de ne r v isis mo s v á rio s

depois aparece no jornal , uma mão parecida à do sonho, relacionado com meu tio Wagner e as bela meninas da família e a sucessão, que segundo as letras já daria libreto de uma nova opera, como poderia ser distinto, qualquer assunto sobre a compreensão desta matéria falai aqui com o mestre do coro bredarobe, que é bom explicador, ah bela catarina , que estais como sempre muito bonita com um belo e generoso vestido, que muito me apraz e a eva muito contente a sorrir um belo sorriso que só de ver alegria dá

d ep o is ap ar e ce no jo rna l , uma mão par e cida à do s on h o, r e la cio n ado com me u ti o w a g ne r e as b e la me ninas da f ami li a e a s u ce s são, q ue se gun do as le t ra s j á da ria li br e to de uma n ova o pera, co omo p ode ria ser di s tinto, q ua l q eu r as sun to s ob rea co mp r en são d es ta mat é ria f al ai aqui com o mes t re do coro br ed ar o be, q ue é bo m e x p l i ca dor, a h b e la cat ar ina , q ue es t a is co mo se mp r e mui to bonita com um b elo e g ene roso v es tid o, q ue mui to me ap ar az e a eva mui t c on ten te a s oo r i r u m b elo s o r riso q ue s ó de ver al e g r ia d á

pois é sempre de conveniência que as meninas bem se entendam, o que às vezes é coisa difícil, bem sei , mais a mais nas famílias musicais, assim fica meu voto, que a memória do Tio é sempre de muito bem cuidar, e seu Legado Muito Rico a Precioso

p o is é se mp re de c on vi ni en cia q ue as me ninas b em se en te n d am, o q ue às v e ze s é co isa di fi c i l, b em se i , ma is a mai s nas f ami li as um sica is, as si m fi ca m eu v oto, q ue a me m´ r ia do Ti o é se mp r e de mui to b em c u id ar, e se u Le gado Mui to Ric o a Pr e cio s o

fui agora buscar o tubarão embalado, e nele estão dois prisma vermelhos, r de ratos, da classe peixe cartilagíneos do bar do ra lam no formes espanholas, habitat, deve ser a tal casa de decoração, dos oceanos, ou seja das negras decorações dos oceanos, alimentação carnívora, sabias que , três pontinhos, ou seja um triângulo, o tubarão tem os dentes triangulares, importado por biplano, coisa impossível, a nao ser como nome de avião, promo sa, ni f a de sessenta e dois, treze duplo seis, estrada, de quarenta e três para global noticias publicações sa, nif quinhentos do circulo de noventa e seis do set de noventa e um, nao aconselhável a crianças menores de trinta e seis meses, por conter peças pequenas , conservar esta informação, fabricado na china

fu i agora b us car o t u barao em bala do, e ne le es t ão do is pr is ma vermelhos, r de ratos, da ca l s se pei x e x car til o g ine os do bar do ra lam no form es e s pan hola s, h abi tat, d eve ser a t al c asa de dec o raçao, d os o ce ano s, o u seja das ne g ra s dec o ra ç ~ e os dos o ce ano s, ali m en t aç car ni vo ra, sa bia s que , t r es p on t in h os, ou seja um t r ian gula, o t u barao te m os d en t es t r ian gular es, ip orta do por b ip l ano, co isa i mp os s iv el, a nao ser como no e m de avi ao, pr omo sa, ni f a de se s s en ta e do is, te r ze d up l o se is, est r a da, de q ua ren ta e t r es para g loba l no tic ia s pub li caçoes sa, nif q ua in he t os do cir culo de no v en ta e se is do set de no v en ta e um, nao ao c ns e l h ave l a c r ian ç as me no r es de t rin t a e se is me s es, por c on te r p eça s pe q eu na s , c on serva r es ta infor mação, fabri ca do na c h ina

biplano era salvo erro um dos aviões que caiu no sul, no Algarve

b ip l ano e ra salvo e r ro um dos avi õ es q ue ca i u n o sul, no al a g a r v e

o código de barras da pela do tubarão, assim reza, estrela, dois dentes, ou seja dois triângulos, sessenta , cinquenta e dois de noventa , mais dois triângulos, do circulo sete de cinquenta , sessenta e três, três circulo tríade do quadrado

o co di g o de bar ra s da pe la do t u barão, a sis m r e za, estrela, do is d en t es, ou seja do is t r ian gulas, se see n ta , cin q eu nat e do is de n ove nat , mas do si t r ian gulas, do cir c u l o set e de cin q u en ta , se s en ta e t r es, t r es cir c u l o t riade do q ua dr ado

depois o pc pifou, e deu a seguinte informação clássica,

d ep o is o pc pi fou, e d eu a se g un ite in for maçao c l á s sic a ,

b cc ode primeiro de cinco circulo juntinhos do infinito +e bcp primeiro circulo , seis círculos estrela serpente, bcp segundo do forte ingles bc seis duplo quadrado da estrela de setenta e seis, b cp terceiro, forte da tríade do circulo de nono A e oitenta e oito, o numero em londres, bc ip quatro, oito círculos, os ver dois pontos da estrela under score primeiro underscore dois mil e seiscentos, sp, será então s o ny, segundo do underscore do circulo pr o du tc dois pontos duzentos e cinquenta e seis, ou seja da mandala, underscore primeiro

b cc ode pr i me rio de c in co cir culo j un ti n h os do in fi ni to +e b cp pr i mne i ro cir culo , se is cir c u l os estrela se rp en te, b cp se gun do d o forte in g l es bc se is du p l o q ua dr ado da e ts r e la de set en ta e se is, b cp t r e ce i ro, forte da t riade do cir c u l o de nono A e o it en at e o it o, o nu m ero em l on dr es, bc ip q ua t ro, o it o cir c u l os, os ver do is p on to s da estrela un d e r s core pr i me i ro un de r s core do is mil e se isc en t os, sp, se rá en tao s o ny, se h un do d o un de r s core do cir c u l o pr o du tc do is p on t os du zen t os e cin q u en ta e se is, ou seja da man d ala, un de r s core pr i em rio

e foram gerados os seguintes documentos temporários, doc vaso me da onda primeira do bar ra paulo bar ra de fi ni onda duplo bar ra da te mp bar ra w e rato db de quarenta e nove, di foice do duplo circulo bar ra mini do circulo quarto do segundo do oitavo do circulo oito do forte ingles do circulo segundo quadrado mp, c dois pontos doc vaso me da onda primeira do bar ra paulo de fi ni onda primeira bar ra te mp ba rr a w e rato db quarenta e nove di rato duplo circulo da vareta sys data ponto x ml, marxista leninista, lá está outra vez o eco com a conversa sobre o moderno, parecem que são maoistas e estalinistas.

e f o ram ge r ado ss os s gui n t es doc eu mn t os te mp o rá rios, doc vaso me da onda pr i me ira do bar ra paulo bar ra de fi ni onda du p l o bar ra da te mp bar ra w e rato db de q eu ren ta e no v e, di fo ice do du p l o cir c u lo bar ra mini do circulo q ua r to do se gun do d oo it avo do circulo oito do forte ingles do circulo se gun do q ua dr ado mp, c do is p on to s doc vaso me da onda pr i me ira do bar ra paulo de fi ni onda pr i me ira bar ra te mp ba rr a w e rato db q ua ren ta en ove di rato du p l o circulo da v ar eta sys data p on to x ml, mar x ista le ni n ista, l á es t á o u t ra v e zo e co com a c on v e r sa s ob reo mode r no, par e ce m q ue são mao ista s e st al in it as.

Dizem ainda as noticias relativas ao descarrilamento na china o seguinte, em zibo , ou zorro i bo , que as pessoas se sentiram rolar pela colina, roda, londres, toda no jornal do dn, na ultima coluna do tal de provedor de coisa nenhuma, a seguir ao meu movimento da roda em video recente, sobre a inteligência de saber como a vida roda e avança pela inteligência do beijo

Di ze m a in da as no tic ias r e l at iva s ao d es carril am en to na c h ina o se gui n te, em z i bo , ou zorro i bo , q ue as pessoas se ss en ti ram rola r pe la co lina, roda, l on dr es, toda no jo rna l do dn, na u l tim a co l una do t al de pr ove dor de co isa ne n h uma, a se gui ra o mei mo vi m en to da roda em vi de o r e c en te, s ob rea intel i g en cia de s ab e r co mo a vi da roda e ava n ça pe la in te lui g en ca id o bei j o

Sitio das velas no futuros jogos olímpico, correlação com o que o espirito desvelou no cais de Alcântara, ia de beijiing a quingdao, u seja ia de bei príncipe on ze um muito gato a quadrado in gata dão

Si tio das v el es no f u t ur os jo g os o lu mp u o cc o r relação com o q ue o es pi rito d es v e lou no cais de al can tara, ia de bei j ii n g a q u in g dao, u seja ia de bei pr inc ipe on ze um muito gato a quadrado in gata dão

S a ck in g t w o rai l w a y o ff i cia l s.c h ina s s h an d ong pr iv in ce and s ac king t w o rai l w a y s o ff i cia l s

Mais um punho no jornal, na senhora do pp espanhol, com o rajoy por cima olho meio escondido por detrás de um sinal de transito que me ecoou na visão do masaratti, e de um outro carro em dia recente, o tal da bandeirinha le mans que me fez sinal de o seguir ali a chegar ao bairro alto

Mai s um punho no jo rna l, na s en hor a do pp es pan hol, com o ra jo y por c ima olho mei o es condi do por de t ra s de um sin al de t ra ns i to q ue me e cu o u n a vi são do masa rat ti, e de um o u t ro car ro em dia r e c en te, o t al da ban de i rin h a le ma ns q ue me fez sin al de o se gui r a li a che g ra ao ba i r ro al to

Passou por lisboa a bela meridith, que seja feliz , eu que tanto a oiço e tanto de seu trabalho gosto yuuuuppiiiiii

Passo u por lis boa a b e la mer id it h, q ue seja f e li z , eu q ue t ant o a o i ç oe t ant o de s eu t ra b alho g o st o y uu u u pp iii iii

y k s v f h x r xo b e k rr l
f ni q f e m z

w sir ff n d
ecos a conta gotas do sangue do mesntruo do Utero da Mãe

sabes amada, muito eu gosto de dormir assim contigo nos teus dias lunares, fica o teu corpo qauntinho e eu aqueço em ti, como se dentro de Ti estivesse, teu cheiro mais intenso fica e os sonhos se tornam densos como casulo, assim me sinto bichinho de conta a cantar Teu Amor, tambem os homsn, se eles fossem só homesn, como as mulheres, nao sao só mulehres, tambem tem menstruo, eu próprio perco sangue nas vezes, assim ainda antes de ontem me aconteceu, e o espeirito me disse, estamos juntos em ciclo, como poderia o amor trazer os amantes em modo distinto

hoje de manhã me apareceste feita andorinha na rua habitual, de novo me mostras-te a casa nova amarela e rasaste as grades da janela, onde está, ou melhor, que é feita por uma linha de xs, depois voaste entrando na chaveta que faz a outra casa nova forrada assim em xisto, ou algo da familia, que desenha um vaso virado para o ceu, em mim um linha outra ressoa, o menstruo do conde

depois rasaste as pedras do chao da calçada, onde está a linha da cobra muito comprida e depois passas-te ao pé de mi, e abriste a tua cauda em leque, e eu fiqeui assim maravilahdo a ver-te de cauda aberta que desenha um perfeito tringulo em duas cores, com um desenho cheio de riscos, vinha eu acordado ainda a dormir, pois não relacionei ao instante o que me dizias assim com a tua bela caudinha aberta, depois adormeci de novo e tive um estranho sonho

estava eu numa cas que não era esta, com uma sala de res de chao, era um prédio com casas de paredes altas, tipo estado novo, algo, um perfume, me coloca agora a casa ali pelsas bandas da praça de londres, ao instituto superiot técnico, naquela zona de prédios, e uma ligaçao aos olivais, ou seja, será um tal conde que por ai deverá morar, e que se calahra morou nos olivias, onde eu em minha puberdade tamebm morei

de repente começava eu a dançar na sala em modo de rotaça sufi, a sala era como o polyban aqui, ou seja remete para a onda de barcelona, e de repente a porta da casa que dava para a sala com esse formato, se abriu, aprioximeir-me dela, e não vi ninguém lá fora, empurrei-a até sficar enconstada compeltamente à parede, ninguem por detrás dela, estava um nevoeiro cerradissimo, daqueles impossiveis, que nem se vê o palmo a frente do nariza, acordei

ouvi no espeirito o dizer, que se tinha aberto a porta, ou seja , que se tinha finalamente netndido, o que se passara na rotaçao naquela manha de nevoeiro

depois fui ver as imagens do choque de dois comboios na china, e percebi o que me mostraras, pois a maquina deirada fazia em sua frente, em sua pá, o teu desenho da cauda, a diferenção são as cores, branco e vermelho, um v de cvaso em seu meio e depois od traços paralelos as lateraia dos vasos, outra fotografia do acidente, quanto eles nao existem, ecuou em mim ao vê-la, a forma como as composições tombaram, fazedno um clip, um semi circulo que refecltia aquele que ontem te falei ao ver a foto dos carros de corrida, ou melhor, os charutos na publicidade, quando trazia arevista do publico na mao, bonneville, salt lake, fui a primeria imagem que por semelhança surgiu, mas outras existem com clips, os clips ao lado do guelas que desiquilibra a rotaçao, bonneville, reneterá entao para o tal rapaz dos olivais que tinha uma e que namorava com uma rapariga do meu prédio, e que era um dos mais malucos ligados a extrema direita, as juventudes centristas ou mesmo mirn

um vaso de cva , agora surgiu na escrita , nem de proposito aparece hoje no jornal um senhor , que trás uma empresa com esse nome, olhei a sua fotografia, vi a pergunta na capa e decidi tambem comprar este jornal, pois a sua face é estranha naquilo que reflecte, misto de susto e preocupaçao, de quem parece estra entalado de alguma forma ou jeito, depois o li com atenção, etsranho pois o que o inetretxto me fala, é de uma proximidade psicologica, quase me poderia reconhecer nele em muito do que ele diz, mais na forma como diz, alguams imagens que eu uso tambem, contudo não sou eu ele, nem ele eu, ou seja, uma outra possibilidade se abre, ele ser de alguam forma uma cópia ou um clone, estarei peraznte algune que em mim se inspira e de certa forma me copia?

uma resposta dele é contudo mentira, a possibilidade de separação dentro de si do conheciemnto daquilo que sabe, é uma respsota falsa, como carrilho parace tambem ter percebido , pela posiçao do mudo dizer de seu corpo, ao lado, uma ainda mais estranho de menezes, como que zangado em modo agressivo, quase que se pode se perguntar, quer-me nbaterr, senhor, ou quer bater nesse seenhor?

e resposta é menirosa, só um esquizoide o poderia assim dizer, ou então se não o for, será aldabrão, o que se encaixa nesse perfil, que ronda uma quase arrogancia

o que desvela das suas palavras em seu todo, parece ser um homens que nao trás principios, nem lealadade, o que dá corpo a afirmaçao chapeu, quando diz que só entraria para a plitica para mandar, um discurso de ditador em potencia, coisa sempre perigosa

existe aqui um home que terá que estar ligado a publicidade e a comunicaçao responsavel pelos vasos que criam induções psicóticas nas gentes que tem emergido de vez em quando com desgraças de sangue, isto é certo em mim, como é certo que me trás combate directo, vide as coincidencias, que são mais do que isso de que ja´vos deis a todos conta, nomeadamente a que se reflectiu no tal spot da menina dos perfumes dos olhos azuis eletricos com uma frase qu e fora retirada de um meu caderno antigo, ou seja, é alguem que espia, que me espia, e que sabe de escrita enformadora, o tal ilusionista, curiosamente fala ele de circo, e dá curioso exemplo de metamorfose, de papeis em circuos pobres, onde os papeis se intercanbim, sendo sempre um a fazer

estev ele ligado a campanha do cavaco? se o esteve é provavel que seja o operador das manipulações que se passaram, pois é real e claro que se passaram, creio que poucos trarão duvida sobre isto nesta altura do campeonato e fui uma operaçao inetgrada, com diversas componetes de alteraçao comportamentais

como asae, que agora retirou um tal oleo do mercado, na sequencia das cheias e dos tornados, nao é verdade senhr, que ele entru nas variaveis do acontecido?

oelso de girassol, me remeteu para tubarões vermelhos, para dakotas vermelhos simbolo da ueda de um avuão, no minimo, nas estepes russas, para um belo rapaz que foi agora comido para um, e outros que foram assim mortos, para a republica domeninca, e para o matelo com o nome de santana escrito a vermelho em seu cabo, sendo que os dois senhores trazem chegada ligação como ele dá disso na entervista vivo e claro exemplo dos actos de guerrilha politicos

detalhando,

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