terça-feira, abril 29, 2008

Ah amada ia eu lançado, vrum, vrum, no falar que até nem dei que a cassete tinha acabado e por ali no éter continuei, continuar mesmo bom, seria ter teus lábios ao perto pertinho em continuo vrum vrum te beijar, depois subíamos no espaço, fazíamos ninho nas estrelas e namorávamos o azul cá em baixo, pois o amor amante dos corpos dos amantes é assim como um campo antigravitacional, fico sempre mais leve me teus braços

A h am ad a ia eu lan ç ado , v ru m, v rato um, no f al ar q ue a té ne m dei q ue a ca s sete tinha ac ab ado e por al i no e te r conti nu ei, conti nu ar me ms bo m, se ria te r te us l a´ b is o ao pe r to per t in h o em conti nu o v rum v r um te bei j ar, d ep o is s ub ia mo s no es paço, f az ia mos nin h o nas es t r e la s e namora v am os o az u l cá em ba ix o, p o is o amo r am ante dos corp os dos am ant es é as si m como um ca mp o ant i g rav ita cio n al, fi co se mp re mai s l eve me te us br aço s

O final era a continuação da pergunta que aqui deixo ao ministro da justiça, que trás por sua função o dever, sublinho, de me responder, pois um senhor que trás ou que parece não trazer a pasta da respectiva função, tem obrigação de velar e garantir os direitos de justiça ao cidadão, e como mais uma vez prova se fez, com este encadeado de factos objectivos, ele estará ao corrente desta injustiça, e faz de orelhas moucas e de olhos cegos, com uma agravante, são bem mais feios do que do sua bela filha, e me diga tambem, se por um pequeníssimo acaso, tipo uma pena num colchão, não haverá relação em entre seu cargo e o fato de sua filha se ter tornado uma estrela da tal chamada televisão publica, pois se certamente o é, seu brilho é próprio, pois lá dançar ela bem, lá o faz a menina

O fi n al e ra a conti n ua ção da pe r gun ta q ue aqui de ix o ao mini st ro da j us ti ç a, q ue t rá s por s ua fun cc são o d eve r, su b l in h o, de me r es pond er, p o is um s en hor q ue t rá s ou que par e ce n ão t ra ze ra pasta da r es pe c t iva fun ção, t em ob riga ção de v el ar e a g ar n tir os di rei t os de j us ti ç a ao cida dão, e co mo mai s uma v e x z pr ova se fez, com este en ca dea do de f ac to s ob ject iv os, el e es tará ao co rr en te d es ta in j us ti ç a, e f az de o r e l h as mo u cas e de ol h os c ego s, com uma a g rava n te, são b em mai s fei os do q ue do s ua b el a fil h a, e me di g a t am b em, se por um pe q eu ni s sio mo ac as o, t ip o uma p en a num co l chão, não h ave rá relaçao em en t rr e s eu cargo e o fato de s ua fil h a se ter to rna do uma es t r e la da ral ch am ada tele visão pub li ca, p o is se ce rta e mn te o é, s eu br ilho é pr ó pr io p o is l á dan ç ar el a b em, l á o f az a me nina

O governo trás função e competência de velar pelo bom funcionamento da justiça portanto senhor alberto, com face assim de merceeiro tipo sebastião, come tudo e não deixa nada, cumpra a sua função nesta negra contabilidade a que obrigam meu filho e a mim mesmo, certamente que tal não gostaria que acontecesse a sua filha

O g ove r no t rá s fun são e co mp e te ni a de v el ar p elo b om fun cio n am en to da j us ti ç a p orta n to s e n hor alberto, com face a sis m de mer cie i ro t ip o se bastião, co me tudo e n ão de ix a n ada, cu mp ra a s ua fun ção ne st a ne g ra c on t a bil i dad e a q ue ob riga m me u fil h o e a mim me s mo, ce rta mente q ue t al não g os t aria q ue ac on te ce s se a s ua fil h a

Ah amada no jardim, o barco com teu nome, princesa, que es rainha de meu coração, olhava-o eu da amurada em terra e me dei conta de uma linha quebrada de barquinhos salva vidas, assim laranjinhas que até pareciam gomos de laranjinhas, aquelas que eu gosto muito de comer, e que em dia seguinte apareciam no jornal, com nomes de senhores do psd que não trago eu hábito de comer a nenhuma dentada e certamente seriam indigestos, pelos ossinhos vários e pauzinhos

Ah am ad a no j ad rim, o bar co com te u no me, p rin ce sa, q ue es rai n h a de me u cora ç º ao, ol h ava inglês o eu da am ur ad a em te r ra e me dei c on ta de uma linha quebrada de bar q u in h os sal v a vi d as, as si m lara n jinhas q ue a té par e c iam gomos de lara n jinhas, a q eu la s q ue eu g os to mui to de co mer, e q ue em dia se gui n te ap ar e c iam no jo rna l, com no mes de s en hor es do ps d q ue n ão t ra g o eu h á bi to de co mer a n en h uma dn en t ad a e ce rta e mn te se r iam in di gestos, pe l s o os sin h os v a´ rio s e p au z in h os

E depois na fila da direita da princesa vitoria, que me fez lembrar a pipi das belas perninhas longas, a beckam, e pelo fio da princesa negra ao sul, que me evocou ao instante mais uma estranha história onde uma rapariga foi comida aqui pelo mar, assim davam conta, mas era muito estranho, pois se disse que dera dois passos a entrar no mar e se fora, estava a frente do segundo um contentor em terra todo vermelho com um z de zorro branco que parecia a meus olhos, naquele tremelique magico que ambos trazemos em nossos olhos e ver, uma cruz, ou sej a , o contentor vermelho do zorro das corres vermelha e branca que marca o no segundo gomo laranjinhas da coluna da direita do jornal dn, ou seja o gomo que a marcou, e me recordei da pipi me dia recente no mesmo jornal, onde ela trazia a katie que namora o tom, como se presa por um braço, seu vestido desenhava um perfeitinho coração vermelho , parecia uma passionata, Oh que bela passionata, e me recordei daquela festa num castelo em Itália

E dp o is na fila da di rei ta da pin ce za vi tor ia, q ue me fez l em bra r a p ip i das bela s pe r nin h as l on g as, a be c k am, e p elo fi o da pr inc e za ne g ra ao s u l, q ue me evo co u a o ins t ant e mai s uma e ts r anha h st ó ria onda uma rapa riga foi co mi da aqui pelo mar, as si m da vam conta, mas e ra mui to es t ra n h o, p o is se di s se q ue de ra do is passos a ane t ra no mar e se f o ra, est ava a fr ente do se g u dn o um c on ten tor em terra todo vermelho com um z de zorro bar n co q ue par e cia a e mus ol h s o, na q eu le t r em e li q eu magico q ue am bo s t ra ze mos em no so s ol h o se ver, uma cruz, ou sej a , o c on t en tor vermelho do zo rr o das co rr es vermelha e br anca q ue ma rca o no se gun do g omo lara n jin h a da co l una da di rei ta do jo rna l dn, ou seja o g omo q ue a mar co u, e me record ei da pi p i me dia r e c en te no me s mo jo rna l, onda e la t ra z ia a k a t ie q ue namora o t om, co mo se presa por um br aço, s eu v es ti do d es en h ava um pe r fei t in h o coração vermelho , par cia uma passi on at a, o h q ue b el a pa s sio n at a, e me record e i da q eu la f es ta n um cas telo em ita li a

E me diga menino do porto, aqui infiltrado ao sul, tipo toupeira amarela e di do rui rio, agora me disse o espírito, pois ontem apareceu o menino logo no jornal da manha do primeiro, com outra vez aquele ar meio insinuante e pseudo castigador de chicotes vários, acerca do fósforo e do fogo onde se foram as senhoras, e logo ali o mesmo de sempre, a tentativa de por a factura em costas alheias, os meninos que antes de dormir, brincam com fósforos e depois fazem chichi nas calcinhas

E me diga me nino do porto, aqui in fil t ado ao sul, t i p o t ro up e i ra mar e la e di do r rui rio, agora me di s se o es pei r to, p o is on te m ap ar e ceu o me nino l o g o no jo rna l da manha do pr i me i ro, com o u t ra vez a q u ee l ar mei o in sin ua n te e ps eu do cas ti gado r de ch i c ot es v a ´ risos, ac e rca do f os foro e do fogo onde se f o ra mn as s en hor as, e l o g o a l i o me s mo de se mp rea t en t a t iva de por a f ac t u ra em c st as al hei as, os me nino s q ue ant es de dor mir, br i can m com f os o f o ra e d ep o is f az em chi ch i na s cal ç in h as

Pois calhou no ultimo texto tornar a si, pois fora o menino que apresentou a tal sessão na tv, na expo, onde o video fui assim traficado, o que desvela logo para o grupo do norte ligado ao tal apito doirado, e de seguida lá me apareceram o tal grupo que o menino faz de treinador, ou algo assim , do tal trio ou quadrado de ataque, a não sei bem o quê

P o is cal h o un o u l t i mo te x to t o rna ra si, p o is f o ra o me nino q ue ap r es en to u a t al se s sao na tv, na e x po, onda o vi de o f u ia s si m t ra fi cad o, o q ue d es l eva l o g o para o g rup o do norte li gado ao t al apit o do irado, e de se guida l á me ap ar e ce ram o t al g rup o q ue o me nin f az de t rei n ad or, o u al g o as si m , do t al t rio o u q ua dr ado de at a q ue, a n ão se i be m o q u ê

Pois lá estavam os meninos a brincar no sofá sentados em linha como bonequinhos de bowling, com comandos de play station em suas mãos a fazer jogar os mequinhos na televisão, que isto de correr em campo, muito trabalho dá, como todos sabemos, e me fiquei a pensar e vos pergunto aqui em forma clara, que jogo , os senhores iluminados, como misteriosos treinadores jogam, em que tipo de campo, com que tipo de bola, de que género são as redes, e o que marcam, se é que mesmo tentado o conseguem fazer

P o is l á est av am os me nino sa b ric n ar no s o fá s en t ado s em linha co mo bone q u in h os de bo w ling, com comandos de p lay st a t io n em s u as mao s a f az e r jo g ar os me q u in h os na te l e visao, q ue is to de co rr r e r em ca mp o, mui to t ra b alho d á, co mo todos s ab e mo s, e me fi q eu ia p en sar e v os pe r gun to aqui em forma clara, q ue j o g o , os se hor es i lu min ds o, co mo mis teri os o s t reina dores j o g am, em q ue t ip o de ca mp o, com q ue t ip o de b ola, de q ue g en ero são as red es, e o q ue ma rca m, se é q ue me s mo t en t ado o c o nse g eu m f az e r

E o menino da apit, que me disse agira o espirito estar a ferver em pouca agua , o que nas vezes cria incêndios, que se espalham ao redor, melhor era mesmo apagá-lo, com um excepção, que vivendo assim em subsidiodependencias várias, o call boy, sempre nos mostra assim na tv para quem não trás em seu bolso dinheiro para ir ao cinema, uns belos, infelizmente pequeníssimos, trailers, onde se ve as belas curvinhas da bela soraya, que o sendo não se reduz a elas, é um beijinho para ela, e me fiquei a pensar, para alem dela, porque razão o senhor ainda não confirmou em modo claro, o que um dia me disse, nos convívios da apit, que o tal edifico da av da liberdade, fora vendido pelo actual senhor que vai nas vestes de presidente da republica das bananas podres nas condições que aqui relatei, pois sendo o senhor um versado e maduro em filmes de corrupção, certamente saberá que se assim prestar declarações na policia, se ela ainda existir, se levantará por lei uma investigação com a suspeita de favorecimento indevido por parte do senhor cavaco silva, se calhar depois não tem é mais subsídios nem jogará plystation no sofá do seu tio soares

E o me nino da ap it, q ue me di s se a g ira o es pi rito est ar a f e r v e r em po u ca agua, o q ue n as v e ze s c ria inc en dio s, q ue se es pal ham ao red or, mel hor e ra me s mo ap a g á ingles l o, com um e x ce p çao, q ue v iv en do as si m em s ub si ode pen di cias v a ´ ria s, o ca ll bo y, se mp re no s mo st ra as si m na tv para q eu m n ão t ra s em s eu bo l s o din hei ro para ir ao cin ema, u ns b elo s, in fe li z mente pe q eu ni ss i mos, t rai ler s, onda se ve as be la s c ur vinhas da be la sora y a, q ue o s en do n ão se red u za e la s, é um bei jin h o para el a, e me fi q eu ia p en sar, para al em de la, pr o q ue ra z ao o s en hor a in da n ão c on fi r mo ue m modo claro, o q ue um dia me di s se, no s c on vivo s da ap it, q ue o t al edi fi co da av da liber d ad e, f o ra v en di do p elo ac tua l s en hor q ue va i na s v este s de pr e sid ente da r e publica das b an ana s p o dr es nas c on di ç õ es q ue aqui r el a te ip o is s en do o s en hor um v e r sado e m ad u r o em fil mes de co rr up ção, ce rta e mn te s ab e rá q ue se as si m pr est ar dec lara ç õ e na oli cia, se el a ian da e xis tir, se l eva n t a rá por lei uma in v es ti g a ção com a s us pei ta de f avo r e cie mn to inde vi do por par te do s en hor c ava co si l v a, se c la h ar d ep o is n ão t em é mai ss ub si dio s ne m jo g a rá p l y st a tio n no s o fá do s eu tio s o a r es

No relógio aqui no período anterior antes de o cortar à faca, sete quatro sete, o jumbo, neste preciso momento, uma agressão com um taco de basebol a um jovem na infante enriques escola

No r el o gi o aqui no pe rid o ant e rio r ant es de o co rta r* à faca, sete quatro sete, o ju m bo, neste pr e c is o mo m en to, uma g ar es são com um taco de base bo l a um jo v em na in fan te h en rique s es c ola

E depois na manha de ontem, então mais umas mortes e umas insinuações, se calhar a ver com essas tais mensagens subliminares a acordarem os fantasmas sexuais e de pecado e coisa e tal na cabecinhas das gentes

E d ep o is na manha de on te m, en tao mai s uma s mor t es e umas in sin ua ç õ es, se cal h ar a ver com es sas tais m en sage ns s ub li man r es a ac or d ar em os fantas ma s se x ua is e de pecado e co isa e t ak na cab e cinhas das gente s

Ah bom fiquei mais esclarecido neste período agora

A h bo m fic q eu i ma si es clare cid o nest ep e rio d agora

Ainda sobre o miolo do video, e sobre o aumento das bens de alimentação , por acções especulativas, ele vem demonstrar em forma calar que o sistema de controlo financeiro mundial, não dá resposta, ou melhor continua sem dar a necessária resposta regulada a estas matérias velando para que tal não aconteça, o que nos diz ainda que ele não está integrado como deveria estar, nem é ainda suficientemente transparente, e que necessita de assim ser em termos deste nova realidade global, onde um em três cliks em três minutos, faço uma soma por rede circular a volta do mundo, não em oitenta dias como em balão de outrora do tio Júlio verne, com extractos e tudo impressos e registados, e depois se espantam muito de haver inflação da inflação da inflação dos créditos, que quando se olha de novo o seu real valor, só se vê ar, se assim for, vamos certamente no bom caminho, para acabar com esta ficção triplamente esquizofrénica em que o dinheiro se tornou, e sendo que a mim não me dá muito jeito voltar a ter que ir a feira com os bois as costas, ou mesmo a casa, quando tenho que fazer comercio, talvez fosse bom, as gentes que levam estas matérias e todos os outros, pensar como e sobretudo melhor fazer, pois fome por ficção, é coisa deveras perigosa e difícil de explicar a Deus e onze mil meninos no mundo, iguais ao vossos, continuam todos os dia a morrer

A in da s ob reo mi o l o do vi de o, e s ob reo au m en to das b e n s de al i m en tacão , por ac ç õ es ep e c u l at iva s, el e v em demon s t ra r em forma cala r q ue o sis t ema de c on t rolo fina n ce i ro m un dia l, n ão d á r es ps ota, ou mel hor conti n ua se m d ar a ene ce ss a´ rio r es posta regulada a est as mat é ria s v e l na da para q ue t al não ac on te ç a, o q ue no s di z a in da q ue el e não est á in te g ra do c omo d eve ria est ra, ne m é a in da sufi c u « i en te mente t ra sn parente, e q ue necessita de sas im ser em te r mo s d este n ova real i dad e g loba l, onda um em t r es c l i k s em te r s minu t os, f aço uma s oma por red e c irc u l ar a vo l ta do mundo, não em o it en ta dia s c omo em bal ão de o u o r ra do ti o j u li o v e r ne, com e x t rac t os e t u d os i mp r ess os e r e gi st ad os, e d e p o is se es pan t am mui to de h ave r in f l a ção da in f l a ção da in f al ção dos c red it os, q ue q ua n do se olha de n vo o valor, s ó se v ê ar, se as si m f o r, v am os ce rta e mn to no bo m caminho, para ac ab ar com esta fic ç ão e t rip la mente es q eu i zo fr en cia em que o din he i ro se t ron o ue s en do q ue a mim não me d á mui to je it o vo l tara a ter q ue ir a fei ra com os bo is as costa s, ou me s mo a c asa, q ua n do t en ho q ue f az e r co mer cio, t alvez f os se bo m, as g en t es q ue l eva m est as mat é rias e todos os outros, pen sar co mo e so br e tudo mel hor f az e r, p o is f o me por fic çao, é co isa d eve ra s pe rigo sa e di fi f i l de es p li car a De us e on ze mil me nino s no m un do, i g au is ao vo ss os, conti n uam todos os dia a mor r e r

Conselho que não dou aos investidores com cacau, vulgo plim e liquides, sabemos nós todos que para não aumentar o emprego mundial, precisamos à medida e de preferencia antes, das industrias que tem que ser recicladas, o fazer, que elas devem se renovar em outras áreas e assim em mesmo aos seus trabalhadores, deverão portanto os accionistas prover nas assembleias de forma que as empresa que actuam no ramo do petróleo, invistam desde já e em grande em outras alternativas energéticas, de forma a que amanhã ninguém perca rendimento e os trabalhadores continuem empregados porque há dinheiro para lhes pagar os salários

C in se l ho q ue não dou aos in v es ti dor es com ca c au, v u l g o p lim e li q u id es, s ab e mos nó s todos q ue para não au m en t ar o e m p r g o m un dia l, pr e c isa mo s à me di da e de pr efe ren cia ant es, das indu s t ria s q ue t em q ue ser r e cic la d as, o f az e r e, q ue e la s d eve m se r en ova r em outras a rea s e as s i m em me s mo aos se us t ab alha dor e, d eve rao p o rta n to os a c cio ni st as por v e r na s as s en b leia s de forma q ue as em presa q ue ac t uam no ra mo do pet ro leo, in v is tam desde j á e em g rande em outras al te rna t iva s ene r e g é tic as, de forma a q ue am anhã nin g eu m pe rca ren di e mn to e os t ra b ala h dor es com n t in eu m em pr e gados por q ue h á´ di ne h rio para l h es p ag ar os sala riso

Da mesma forma as industrias químicas que actuem na área das rações e dos fertilizantes químicos deverão desde já começar a investir em, ou com empresas, de redes publicas de escoamento, e de recolha e transporte até a parte final, ou seja até ao campo, como adubos orgânicos e até aboca do porco e das galinhas como alimento, pois como sabemos esta é tambem uma das industrias que é necessário reciclar ,visto o seu tremendo impacto nos solos e na libertação de co2 do consequentemente aquecimento atmosférico que por sua vez, altera circulo da chuvas, que por sua vez altera a densidade da agua do mar, sua salinidade, e consequentemente altera o funcionamento e percurso das correntes, e consequentemente altera a temperatura do pólos e consequentemente derrete as calotes polares e consequentemente se a estupidez continuar o mundo rodará outra vez como rezam historias antigas de já ter acontecido e quando isso acontece vem então uma nova civilização, talvez desta vez as baratas

Da me s ma forma as indu s t ria s q u i mica s q ue ac t eu m na a rea das rac ç o es e dos f e r tili zan t es q u i micos d eve rão d es de j á co me ç ar a in v es tir em, ou com em presa s, de red e s pub li cas de e coa m en to, e de r e co l h a e t ra ns porte at é a par te f in al, ou seja at é ao cm a p o, c omo ad u b os or g ani c os e at é ab oca do po r co c o mo al i m en to, p o is co mo s ab emo s es t a é t am b em uma das indu s t rias q ue é ne ce s sário r e cic l ar ,vi st oo s eu t r e m en do i m pacto nos os l os e na libe rta çao de co 2 do c o n se q u en te mente a q u cu m en to at mos fe ric o q ue por s ua v e z, al te ra cir cu l o da ch uva s, q ue por sua v e z ala te ra a den sida da d a a g ua do mar, s ua ala in i dad e, e co n s e q u en temente ala t reo fun cio n am en to e pe r curso das co rr en te e co nse q u en te men te al te ra a t e mp e ra t u ra do p olo s e co nse q u en temente de rr e te as calo t es polares e co nse q eu n temente se a es t up i dez conti na ur o um dn o ro da rá o u t ra v e z co mo r e z am h is t ´o t ia s ant i g as de j á ´ t er ac on te cid o e q ua n d iss o acontece v em en táo uma n ova c iv i liza çao, t alvez de st a v e z a s ba r at as

wyfvje

sazzxe

glzbuq, gato um z bu quadrado

j c sm b mr principe


este é um dos primeiros frames da cassete de video onde regravei as imagens de londres, ficou assim no seu inicio, um rabinho das imagens que fizera no estádio do sporting para o tal video da selecção que foi encomendado pelo grupo reunião, via fpf, e que acabou por só passar uma noite na rtp, em metade se tanto, e com os níveis de negro, ou seja com os contrastes desregulados, como de costume foi uma maratona para o fazer, e depois foi esse seu uso, muita parra pouco vinho, nao gosto de assim trabalhar, mas nas vezes assim acontece

este é um dos pr i me i ros fr a m es da ca s sete de vi de o onda r e g rave ia s i mage ns de l on dr es, fi co u a s si m no s eu in i cio, um ra bin h o das i mage ns q ue fi ze ra no es t á di o do sporting para o t al vi de o da sele c ção q ue f o i en comenda do p elo g r up o reunião, v ia fpf, e q ue ac ab o u por s ó pa s sar uma no it e na rtp, em met ad e se t ant o, e com os ni v e is de ne g ro, ou seja com os c on t ra st es d es r e gula dos, co mo de co s t u me f o i uma mara t on a para o f az e r, e d ep o is f oi ess e s eu us o, mui t a parra p o u co vi n h o, n ao g os to de as si m t ra bal h ar, mas nas v e z es as si m ac on te ce

parra é um ds rapazinhos do tal grupo ex machina, um dos que eu vi em dia recente na fabrica da pólvora, do tal outro rapaz professor, que um dia me quis bater e me fez sair da sala no ifp, quando do colóquio , trinta anos depois, liberdade e segurança

parra é um ds ra pa z in h os do t al g rup o e x m a china, um dos que eu vi em dia r e c en te na fabrica da p ol vo ra, do t a ll o u t ro ra p az por f ee sor, q ue um dia me q u is bate r e me fez sa ir da s ala no ifp, q ua n do d o co l q u io , t rin ta ano s d ep o is, liber dad e e segur ança
é uma imagem estranhíssima, porque o que lá se vê, só é visível num frame, e me pôs o destino logo os olhos nesse pequeno pormenor ao vê-lo, andei frame a frame à sua volta, para trás e para a frente e efectivamente só num frame é visível

é uma i mage m es t ra n hi s sima, por q ue o q ue l á se v ê, s ó é v isi v el n um fr am e, e me p ô s o d es t i no l o g o os olhos ne s se pe q eu no por m en o r a o v ê inglês l o, ande i fr am e a fr a me à s ua vo l t a, para t rá s e para a fr ente e efe c t iva e mn te s ó n um fr am e é v isi v el
reparai na zona da imagem ao lado esquerdo da bandeira de portugal mais abaixo, e de preferencia copiai a foto para a puderem ver em maior detalhe, ou seja com maior ampliação

r epa rai na zon a da i mage m ao l ado esquerdo da bandeira de por tu gal mai s ab a ix o, e de pr efe ren cia co pi a i a f oto para a p u de r em ver em maio r d eta l he, o u seja com maio r am p l ia ção
a bandeira tapa parte de um menino, uma crianças com cinco ou seis anos, com um chapéu de bicos, de joker, eventualmente com sinos e trás ele seus braços aberto em v, esticando em suas mãos um lenço, pelo movimento do video, que já aqui se encontra, se vê ele, em seu movimentos de braços abrindo e fechando o lenço como se estivesse a fazer um passe de prestidigitação

a bandeira tapa par te de um me nino, uma c r ian ç as com c inc o ou se is ano s, com um ch ap eu de bi co s, de jo k e r, eve n t ua mente com sin o se t rá s el e se us br aço s ab e r to em v, est i can do em s ua s mão s um l en ç o, p elo mo vi e mn to do vi de o, q ue j á a q u i se en c on t ra, se v ê el e, em s eu mo vi e mn t os de br aço s ab rin do e f e ch and o o l en ç o co mo se est iv ess e a f az e r um passe de pr es ti gi da são

a tapa no bandeira, no pedro bandeira freire

o chapéu de joker remete pelas suas cores para o boavista, para o porto, para o joão loureiro, para inglaterra, visto a relação via clube, portanto aqui se espelha a relação com o grupo do norte, envolvido no apito doirado

o ch a p eu de jo k e rr e met e pe la s s ua s co r es para o bo av ista, para o port, para o joão loureiro, para inglaterra, v is to a r e la sao v ia c lu e be, p orta n to aqui se es pe l h aa relação com o g rup o do no r te, en v o l v id o no apit do ira d o
em frente a ele, mais à esquerda da imagem um homem com chapéu com bigode e pera e o que é estranho neste frame, um outro menino de óculos em seu colo, numa estranha posição, como se estivesse agarrado e torcido, ou preso, o que é deveras estranho e desvelador neste frame, é que ele é o único em que o menino em seu colo é visível, se observar-mos o video em seu movimento, na sua sucessão de vinte e cinco quadros, frames, por segundo, num só, este, é visível, o menino em seu colo em posição estranha, ou seja, o outro menino em frente, espelho do joker, faz como que um passe de prestidigitação, e de repente desvela o que estava escondido, um menino que está como que raptado, ou que foi raptado

em fr ente a el e, ma is à esquerda da i mage m um homem com ch ap eu com bi g ode e pera e o q ue é es t ra n h o ne st e fr am e, um o u t ro me nino de o cu l os em s eu c olo, numa es t r anha p o sição, co mo se es t iv ess e agarrado e tor cid o, o u pr es o, o q ue é d eve ra s es t ar n h o e d es vela dor ne st e fr am e, é q ue el e é o uni co em q ue o me nino em s eu c olo é v isi v el, se ob serva r inglês mo s o vi de o em s eu mo vi e mn to, na s ua s u ce s são de vi n te e c in co q ua dr os, fr a mes, por se gun do, n um s ó, este, é v isi v el, o me nino em s eu c olo em p o si çao es t r anha, ou seja, o o u t ro me nino em fr en te, es pe l h o do jo k e r, f az c omo q ue um passe de pr es ti gi da ção, e de r ep en te d es vela o q ue es t ava es condi do, um me nino q ue es tá co mo q ue ra pat do, o u q ue f o i ra pt ado
foi ao ver isto que me coração sofreu um baque, pois o sentido de rapto, ecoou de imediato em mim, relativo a meu filho e em relação a maddie, é um rapaz, usa óculos, como o meu, está numa posição como que forçada de corpo , imobilizado pelo abraço do homem , como uma enguia que se tenta de alguma forma escapar

fu i ao ver is to que me cora çao s o fr eu um ba q ue, p o is o s en tid o de ra pt o, e cu ou de imediato em mim, r e l at iv o a m eu fil h o e em rea la ção a m ad di e, é um ra p az, usa o cu l os, co mo o m eu, es t á n uma p o si ção co mo q ue f o rça da de corp o , imo bil iza do p elo ab ra ç o do homem , c omo uma en gui a q ue se t en ta de al g uam forma esca paro home
trás um chapéu do sporting, o menino ao seu colo o que parece ser uma boina de che, o outro menino que é espelho do joker, trás um chapéu nas cores do boavista que se espelha igualmente na imagens, em quadrados negros e brancos, num outro jovem no lado direito da imagem, que se encontra em pé e que tem uma luva de mão, como uma luva de basebol que entra na bandeira portuguesa, que ao assim se encontrar se tona símbolo de sangue, só de sangue, ou seja a mao branca , grande da morte que entra na vela vermelha, de sangue, t shirt branca e calças enroladas pelo joelho , como se estivesse na praia, como se estivesse ao sul

o home t rá s um ch a p eu do s port in g, o me nino ao s eu c olo o q ue par e ce ser uma bo ina de che, oo u t ro me nino q ue é es pe l h o do jo k e r , t ra s um c h ap eu nas co r es do bo av ista q ue se es pe l h a i gula mente na i mage ns, em q ua dr ado s az u is e br anco s, n um o u t ro jo v em no l ado di r e to da i mage m, q ue se en c on t ra em p é e q ue t em uma l uva de mão, co mo uma l uva de b ase bo l q ue en t ra na ban de ira portu guesa, q ue ao as si m se en c on t ra r se tona s im b olo de san g ue, s ó de san g ue, ou se j aa mao br anca , g rande da mor te q ue en t ra na v e la vermelha, de san g ue, t s hi r t br anca e cal ç as en rola d as p elo jo e l h o , co mo se es t iv ess e na p raia, co mo se es t iv ess e ao sul
temos assim uma id de cores, do norte, do boavista e Pb, e uma mao que junta com a bandeira descreve as cores templários

te mo s as si m uma id de co r es, do no r te, do bo av ista e e p b, e uma mao q ue junta com a bandeira d es c r eve as co r es te mp lá ria s
quando ampliei pela primeira vez este frame, ao observar a face do home que agarra e torce o menino, como se ele estivesse em posição impossível, mais em espantei, pois nele vi duas faces, a face do michael mor que acabara de aparecer num jornal e tambem a face de um apresentador da televisão publica, que me parece ser um bluff , um esperto mas com dotes de hipnotizador, ou seja de indutor, e que o sabe, que trás em si essa consciência, recordo de o ver em dia recente num dos seus programas na televisão publica depois de uma remodelação, uma remodelação que passara por um conflito com a paula moura, que comigo na latina europa se formara, e uma pequena notícia do jornal para isso me chamou a atenção, pouco acrescentava , não se percebia, nem eram explicadas as razões, achei estranho, pois ela deve ser melhor profissional do que ele, e aquilo ao que se lia , parecia ser um conflito de poder, o rapaz quisera o controlo total do programa e ganhara um qualquer braço de ferro, já outra rapariga , a bela merche tivera tambem problemas com ele, e abandonara o barco ou dele tambem fora posta fora

q ua n do am p li ei pe la pr i me ira v e z este f ra me, ao ob serva ra face do home q ue a garra e tor ce o me nino, co mo se el e es t iv ess e em p o si são i mp os s iv el, ma si em es pan te i, p o is ne le vi du as f ac es, a face do mai che l mor e q ue ac ab ar a de ap ar e ce r n um jo rna l e t am b em a face de um ap r es en t ad or da tele visão pub li ca, q ue me par e ce ser um b l u ff , um es pe r to mas com d ot es de h ip no ti x ad or, ou seja de indu tor, e q ue o s a b e, q ue t rá s em si ess a co ns cie n cia, recordo de o ver em dia v r e c en te n um dos se us pr o g ramas na tele vi sao publica d ep o is de uma r emo de la ção, uma r emo delação q ue passa ra por um c on f l i to com a p au la moura, q ue co mig o na l at ina eu r opa se for mara, e uma pe q eu na no tica do jo rn a l para iss o me c h amou a at en çao, p o u co ac r es c en t ava , n ão se pe r ce bia, ne m e ram e x p l i ca d as a s ra z õ es, ac hei es t ra n h o, p o is el a d eve ser mel hor pr o fi ss io n al do q ue el e, e aquilo ao q ue se lia , par a cia ser um c on f l i to de p ode r, o ra p az q u ize ra o c on t rolo t ot al do pr o g rama e g ana h ra um a q ual q eu r bar aço de ferro, j á o u t ra rapa riga , a b el a mer ce h t iv e ra t am b em pr o b l ema s com el e, e a ban dona ra o ba rc o ou de l e t am b em f o ra p os t af o ra

apanhara o rapaz num programa mais ou menos recente depois de ter escrito sobre a visão na loja arte e manha e de uma correlação que logo aparecera, com outra imagem dada pelo luis represas, pois calhava ele lá estar tambem nesse programa, às paginas tantas um cavaleiro, se calhar da zona do ribatejo, oferecera uma pequenina potra ao apresentador, e logo ele ai se desvelou em seu verdadeiro ser, a ambição perante aquela supressa, logo escorreu, a ambição e e o ego, logo ali carismou a pequena égua , com o seu próprio nome, em arredondado feminino, meus olhos se espantavam ao ver aquilo tudo, aquela sua projecção de posse imediata de seu ego dando seu próprio nome a égua, reparei ainda no que me parecia ser uma chagada relação com o palerminha do trovador, o luis represas, que conheço de adolescente e sei da massa que é feito, olhos nos olhos , se chama o álbum que agora lançara, eu me perguntara a meus botões, como é que o chico buarque, que creio ser o autor de uma canção com o mesmo nome, lhe tinha permito a ele usá-la, olhos nos olhos do Luís, um arrogante disfarçado, uma pequena ou grande besta, um falso, ou um falsinho, e me subiu a memória o ultimo cruzamento com ele, em qu o rapaz me insultara e não me explicara o que queria dizer, quando o interpelei, deviam ser ciúmes vários, assim o pesei na altura desse encontro

ap an hara o ra p az n um pr g rama mai s ou m en os r e c en te d ep o is de ter es c rito s ob rea visao na loja arte e manha e de uma co rr e la ção q ue l o g o ap ar e ce ra, com o u t ra i mage m dada p elo lu is r ep r e sas, p o is calha v a el e l á e ts r ar t am b em ne s se pr o g rama, às pa gina s t antas um c ava e li rose calha r da zon a do riba te j o, o f e re ce ra uma pe q eu nina p ot ra ao ap r es en t ad or, e l o g o el e ai se d es v e lou em seu v e rda de i ro se ra am bi çao pe ra n te aquela s up r e sa, l o g o es co rr eu, a am bi ção e e o ego, l o g o a li car is mo ua pe q eu na e g ua , com o seu pr o pr io no me, em ar red onda do f e me nino, me us olhos se es pan t av am ao ver a q u i lo tudo, a q eu la s ua pr o je c çao de ps os se imediata de s eu e g o dand o s eu pr o pei o no me a e g ua, r ep a rei a in da no q ue me par e cis ser uma ch a g ad a relação com o pal e r minha do t riva o dr, o lu is r ep r e sas, q ue c on h elo de ad o l es c en te e se i d a massa q ue é f e i to, o l h os nos olhos , se c hama o al bum q ue agora lan ç ar a, eu me pe r gun tara a me us b ot o es, co mo é q ue o ch i co buarque, q ue c rei o s ero au tor de uma can çao com o me s mo no me, l he tinha pe r mit o a el e usá inglesa la, olhos nos olhos do lu ís, um ar ro gan te di s f a rça do, uma pe q eu na ou g rand e best a, um f al s o, ou m fal sin h o, e me s u bi ua me mó ria o u l t im o cir za m en to com el e, em q u o ra p az me in sul tara e n ão me e x p l i c ra o q ue q eu ria di ze r, q ua n do o inter pe lei, de v iam ser c i u mes v a ´ rio s, as si m o pe se i na al t u ra de s se en c on t ro

o espirito por esse tempo, o do programa, acrescentara, inveja e plágio, plágio total, a quê, perguntei-me sem encontrar resposta , a mim, ao chico buarque, a mil outros?

o es pei rio por ess e te mp o, o do pr o g rama, a cr es c en tara, in veja e p l á gi o, p l á gi o t ot al, a q u ê, pe r gun te i inglesa me se m en c on t ra rr es posta , a mim, ao ch i co bu ra q ue , a mil o u t ro s p on to de in te rr o g a ac sao

Recordo agora de ter encontrado o malato, ou malaco, ou maluco, ou lá como ele se chama, aqui um dia na rua frente ao jardim, o rapazinho observava-me dentro de um carro branco, falava ao telefone, e ia gozando como se tivesse visto um bucho, recordo a ida do vizinho a um dos seus programas, aquele onde ganhou uns dinheirozinhos, dez mil continhos se não me falha a memória, e somo, somo e obtenho a troca dos favores de espionagem e outros à minha pessoa, e de repente não me parece assim tao distante que tal passe e seja feito tambem em conluio com o próprio luís, o luis que usara uma outra canção do pai da zé e da clara e que arranjara uma confusão, uma confusão mantida tambem pela empresa qu o representa onde um dia eu vira coisas estranhas num selo, um bico de pássaro com um traços do carimbo, e alguém na família que tinha tido naquele momento um problema de visão, a zé me mostrou o envelope, e ali se desvelou em mim a assinatura, o reflexo de qualquer coisa muito mal feita, recordo a relação do luis com cuba e de repente vejo agora naquilo tudo uma qualquer macumba, ou talvez mesmo na republica dominicana por encomenda de irmandade , e vejo a queda de fidel, o retorno das maldades a atingi-lo

R e cd o r do agora de ter en c on t ra do o m ala to, ou mala co , ou malu co, o u l á co mo el e se c hama, aqui um dia na rua fr ente ao jardim, o ra pa zi n h o ob ser v ava inglesa me den t ro de um car ro br anco, fala v aa o tele f one, e ia g oz na do co mo se t iv ess e vi st o um bu c h o, record o a id a do vi z in h o a um dos se us pr o g rama s, a q eu le onde gan h o uu ns din hei rin h os, dez mil c on t in h os se não me f al h aa me mar ia, e s omo, s omo e ob ten h o a t roca dos f avo r es de e spi o na g em e o u t ros à minha pee ss o a , e de r ep ren te não me par e ce as si m tao di s t ante q ue t al passe e seja f e i to t am b em e mc on c lui o com o pr ó pr io lu ís, o luis q ue usa ra uma o u t ra can çao do pai da zé e da c lara e q ue ar raja ra uma c on fusão, uma c on fusão man tid a tam en m pe la em presa q u o r ep r es en ta onde um dia eu v ira co i sas es t r anha s n um s elo, um bi co de pa ss ar o com um t ra s ç os do ca rim bo, e al g eu mna f ami lia q ue tinha tid o na q eu le moe mn to um pr o b l ema de visão, a zé me mo st ro u o en v e lope, e al i se d es v e lou em mim a as sin at ura, o r e f l e xo de q ua l q eu r co isa mui to m al f e i ta, record o a relação do luis com cuba e de r ep en te v e jo agora na q u i lo tudo uma q ua l q eu r m ac um ba, ou t alvez me s mo na republica do mini n cana por en comenda de irma n dad e , e v e jo a q eu da de fi d e l, o r e tor no das mal dad es aa t un gil o

Depois o tal tornado na terra dos cavalinhos, me pergunto se o malaco ou malato, e sua eginha foram a voar pelos céus, e estes bandidos todos, o luis, o parra, o tal menino professor da fabrica da pólvora dos pums e dos pus, e todos os referenciados em negro agir e fazer

D ep o is o t al to rna do no terra dos cva li n h os, me pe r gun to se o mala co ou mala to, e sua e gin h a f o ram a vo ar pe l os ce us, e est es ban d id os todos, o lu is, o par ra, o t al me nino pr o f ess or da fabrica da p o l v ira dos p u ms, e todos os r efe ren cia d os em ne g ro a gi r e f az e r

Vejo ainda na imagem , faca vermelha do po do rato mickey da cristina coutinho, uma mao de asa sobre o joelho do home com cara do diabo sobre a sangue vermelho da dupla bandeira de portugal, ou seja de dupla nacionalidade, de um home leão , ou sporting, o local que eu sei meu filho frequentar desde que comigo não está

Vejo a in d ana i mage m , f ac a vermelha do po do rato mi che y da c r is t ina coutinho, uma mao de asa s o b reo jo e l h o do home com cara do dia bo s o br e a son g ue vermelho da du p la bandeira de port u gal, o u seja de du p la na cio na li dad e, de um home leão , ou s port in g, o l oca l q ue eu se i me u fil h o fr e q eu n t ar d es de q ue co mig o n ão es t á

Circulo da sé angulo, sobre o preto da musica azule amarela

Circulo ds da sé angulo, s o b reo pr e t ro da mu sica az u le am ar e la

O infinito deitado da hunday o zorro do infinito deitado da hunday da mão portuguesa , o home português da onda no Japão, a erupção da ilha, ou um outro tremor, como na central nuclear, ou a onda do mar do indico, a da grande desgraça?

O on fi ni to dei t ado da h un day o zo r ro do in fin tio de it ad o da h un day da mão portu g ue sa , o h o me por tu g u es da onda no j a p ão, a e rr up çao d da ilha, ou um o u t ro t r emo r, c omo na c en t ra l nuc lea r, ou a onda do mar do indico, a da g rande d es graça e p on to in te rr o g ac são

Michael mor , o rato que sai da cabeça da cristina coutinho, espelhado no malato, o segundo co chapéu quadrados brancos e verdes, o elfo da divisão do ka azul,

Mic h a el mor , o rato q ue sa i d a ca beça da c ris t ina coutinho, es pe l h ado no m ala to, o se gun do co ch ap eu q ua dr ad os bar n co s e verdes, o el f o da di visão do ka az u l,

O menino do malabarismo, que desvela o outro menino raptado, é coadjuvado por uma menina fumadora, azul e branca

O m en i no do m ala bar is mo, q ue d es vela oo u t ro em nino ra pt ado, é coa ad ju v ado por uma me nina f uma dora, az u le br anca

knwksimz
ip qq forte da k
home ax serpente circulo, hax s c
m mp sa mm o sa e x u
m mosa e x u