quinta-feira, maio 01, 2008

fónix, amada, foi uma palavra que os meninos antigos inventaram um dia quando se deram conta que os senhores e senhoras muitos respeitaveis, torciam a cara quando ouviam os meninos usarem a palavra foda-se, ou foda ,e fizeram rápidamente um experimento com a declinação, chegaram ao pé de grupos de adultos respeitosos e cumpridores dos bons costumes, entenda-se publicas virtudes e vicios provados, e no meio da conversa gritavam fónix, e concluiram que nenhum deles, trazia a inteligencia suficiente e necessária, para perceber a raiz da declinação do termo, insistiram em metodo de investigação estatistico, com diferentes pronuncias e acentuações, e ne h um , mas nenhum fr is o percebeu, diziam assim os meninos entre eles fónix, em vez de foda-se e ainda mais se divertiam, ao perceber que os adultos compostos que tomam muitas drogas, uk, vulgo substancias v+árias, nada percebiam do seu secreto gozo

há uns tempos atrás, uns espertinhos e não de todos desmiolados, se relembraram e apareceu aqui no burgo, uma campanha publictária, o pub lic da tara da ária, onde puseram de novo a nova geraçao a dizé-lo , mas como se enganaram na pronuncia, por isso lá pus agora um acento, se bem que devesse ter posto três, pois é assim que ela deve ser pronunciada como agora a pronuncio, em modo agudo e não suave e mudo, ou quase

fóóóónix, não é que me enganei, não é que sairam os pasquins hoje, no dia de trabalhador, prime rio ainda pensei que finalmente teriam todos visto a luz, ou seja que dia do trabalhador, é aquele onde os trabalhadores trabalham, sendo de deduzir por logica indutiva que os restantes são férias, mas não, foram escritos ontem, em vesperas, certamente amanhã que é antão dia de férias, friso o antão, em vez de então, que são férias, não sairá, ou mesmo acabarão todos , o que como todos sabemos, são sempre pagas e garantidas em eterno, e conhecendo a inteligencia de todos os homens, que um dia institucionalizaram o di reto universal aos trabalhadores terem férias, mas depois ao que parece, entre mil outras coisa, tarzem problemas com as cores e formato geometrico dos recibos, que são paepis diversos, onde se assina a dizer que se recebeu, ou seja se são verdes, já não estão abrangidos no direito universal, certamente se forem redondinhos às bolas amarelas e azuis, tambem não, contudo abrem-se sempre excepções às estrelas, ou seja recibos em forma de estrelas

comprei o outro, a fazer para mim mesmo uma especie de birra, e depois ao descer a rua, me apareceste Ru a fazer de andorinha, mostraste-me a grande chamine de tijolo co mp imenso falo, num preciso sitio onde falta sm u ns tijolos, o que se dá conta aqui ao ministro do trabalho ou das férias, não vá o feijoeiro cair em cima de um passaro em seu andar e depois de novo ra sa te as pedras da calçada e voaste de novo ao pé da grade da janela da cas amarelinha clara, primeira grade da janela do lado direito de tres fiadas verticis de duas a duas a contar de baixo, olheo os varões e nele vi o desenho de um equalizador, ou seja do quadrado da ua da liza dor

depois apareceu lançado pela rua abaixo, uma carrinha, parecida com aquela, que está no meio dos destroços, na imagem do tornado lá por alturas de santarem, vinha a abrir por ali abaixo, e diza ela hiper frnago, de noventa e oito, o pp, o fr rna gato do circulo, antes o portão das varandas da lapa, viradas para a lapa e delas distantes, se fechara com estrondo, dec e ser o eco da bela paula, qualquer coisa inaceitavel

na rua um caixote da e x ce l da dhl e x press, a ex celula da peça da dhl

pois para mim, inaceitavel são as putas destes governantes todos, aqui inquiridos e em outros modos, e continuam todos sem excepçao sem me responder, é caso para dizer, putas foda, fóoonix

comprei o jornal com o rapazinho bandido da perinha, muito sorridente em seu escritório, imagina lá, em passo de dança ao lado do tapete dos t rid en te s com uma cabeça africana na esquina cortada pelo pescoçinho, e com dois sofás em angulo de mesma cor do meu, nem sei se lhe dou um tiro, ao ministro da solidariedade, que me sonegou o ren di e me n to mini no garantido, até isso me negam ou se lhe dê hoje um beijo, de pn de rá das nuvens

macaquinhos, peguem lá milho, piu, piu

pmhzp
primeiro ministro homem zorro p

zpbpjshg

zp gasolina bp pj da js home gato

zifltq, zorro i fi da tmn quadrado
Ah bela menina bruni, poderia parecer isto tipo fixação, se bem que a ficção que eu goste seja de outra natureza, se fosse aquele senhor que persegue a uma, melhor seria deixar de ver as belas meninas de meu coração, sim, poderia ser alzeimer, mas tambem não é, helás, helas, helas, que rima com às, sim menina, seriam las quatro de la noche num dia de inverno com raios por cima do leito, molhados os beijos, escorria a chuva diversa, prateada, doirada, não menina, não é dessa, qual, a segunda, sim amada , sim, a tudo o que quiseres, sempre com jeitinho, ou sem ele se quiseres brincar aos bandidos duros, pum, pum, pum, trás , trás, nos prédios altos na depressão, os homens se deitam pela janela abaixo, esborracham-se no chao, fazendo um som cavo e seco, uma pena se eleva ao momento no ceu, duas pombas na soleira ao lado, arrulham em amor, dizes, estranha a vida, então porquê se tudo parece coabitar nas menstes dos assassinos, o lixo salta pelos caixotes nos dias feriados, a putefraçao escorre nas caleiras das cidades, Deus está sentado à sua secretária e faz contabilidade, contra assim , um segundo, um menino morto à fome, dois segundos, um outro menino morto a sede, três , um presidente morto com sida, quatro, um primeiro ministro empalado nas mãos de uma menina da televisão, ni no ni , vão os dois a caminho do hospital, que aquilo não mais sai, cinco, uma estrela nasce no ceu, seis , um menino morre de tuberculose, sete, as acções montam cheias de tusa, oito, um home se afunda com o peso de suas moedas em seu bolso, nove, morreram dois meninos ao mesmo tempo, dez, vivem na mesma rua e nunca deram por nada, onze, um lápis de cera levou ao local, doze, a agua friatica está cheia de metais pesados, treze, morreram dez mas não há perigo para a saúde publica, quatorze, a manteiga, fui retirada do mercado, a margarina tambem, ahhhhh, se ouve, será dor ou prazer , o deslize, quinze, o mosquito caiu na sopa do presidente e mordeu-lhe a lingua, morrerá nas próximas vinte e quatro horas, Deus sentado em sua secretária conta o tempo sem tempo, se foram mais onze mil meninos de ontem a hoje, as putas estão todas funcionado regularmente, os mercados cheios de tusa, poderia parecer um deja vu, mas não o é, é um dos tais pedaços misteriosamente manipulado por terceira mão fálica na rede, que se entretém a alterar o escrito alheio, na altura do equinócio, a menina foi mordida por um mosquito em seu pescoço, perdeu a virgindade por sua própria mão, acabou a virgem, a puta pp tt, a puta todo o terreno pp, faz de papagaio, blé e blé e blé, para as piras onde va todos arder, a guilhotina cai , a lembrar a puta do sej, cartão jovem, e coisa e tal, e banco patrocinador, e ronhonho, pardais sem ninho, o gato pula assanhado, fssssss, a bomba explode, os soldadinhos não são de chumbo, e os pedacinhos se espalham pelo ar, atravessam continentes e acertam nas secretarias do s generais, aqueles que mexem nos botões de telefones, telefones, muitos usos, diz o peru, sem duvida, objectos de masturbação, mete e tira, tira, mete, ah que bom, qualquer pepino o serve, ah a bolsa continua a subir, a subir, vai o falo já no segundo céu, chegou à nuvem, fez bum, mais uns caem das janelas, experimentam as suas asas, pum, catrapum, a calçada é melhor vermelha e liquida a escorrer, a rosa sempre abre em forma mística, traz uma irmã a seu lado, no mesmo eixo, o sangue irmão das fezes, ou será que são coisas de galáxias distintas, hoje é dia do trabalhador, contra-senso reflecte Deus, e não hoje trabalham, cento e dezoito mulheres foram queimadas por abrir a boca, não , não é o que estás a pensar, todas as putas em todas as assembleias estão funcionado regularmente, vem-se muito em palavras, vazia reverbam nas paredes e lhes entram de novo nas entranhas, apertam-lhes os tomates todos por dentro, fazem deles um churrasco, belo retracto do rapazinho aqui mandante do gato, a mão, aquele que trás como amigo violento um rato, a experiência americana na europa, assim se vê, o menino do tele tele jornal, dava ontem a notícia do outro que estava na Áustria, a apelar a coragem para as mudanças energéticas e coisa e tal, seu caro passava ao mesmo momento coberto por batedores de motas, aqui em Alcântara, em sentido contrario, eram tantos os policias e nenhum o multou, um homem atravessando a rua saltou para o passeio, disse chipa ia sendo atropelado e era verdade, dom da ubiquidade, aqui ou na Áustria, Deus sentada a ver belas meninas descascadas como a todos fez, sorri da pretensa ubiquidade das bestas vestidas que vão nuas ah hoje é dia do trabalhador, nao se trabalha, melhor, não sai o pasquim para chatear a cabeça das gentes, morreu , fodeu, fodeu-se, eras velhinhas muito velhinhas, boa carme para o diabo, resposta a inquirição zero, autorizado hoje e amanha todos os assassinos, com impunidade garantida por Deus, que não fala, fica só a fazer contabilidade, a isa fez pi, dividiu-se, olha seu entrepernas e se pergunta, caberá um punho, é virgem , ainda por ela não saiu uma rosa, com cabelo raso, ah que bruto ele é, diz o outro rapaz que comia seu pequeno almoço quando as torres caiam, preparava-se para o guião de barriga cheia, aids feitos num laboratório, coisa impossível, nunca existiu no mundo, guerra bacteriológica, ninguém conhece, naplam tambem não, aprendizes de feiticeiros que se pensam maiores do que o diabo, nunca comi, e depois a comidinha nunca lhes sai da mao oi de seu corpo, como se não trazem cloaca, coisa impossível, assim demostrada, o avião que entrou no pentágono era um avião aligenea, invisível, mas não importa pensar em nada, é melhor fingir que não se conhece o que se sabe, sempre dá para repetir a mesma asneira seguir, quem não é avisado não me avisa, a bolsa falo chega já ao terceiro ceu, o taque é hoje, ontem e amanhã, aqui a fotografia falava das complicações na manutenção da belezas, uma mão de homem, aperta butoz e não sabe se pode agarrar de paixão sua esposa, não vá aquilo fazer pum, assim se divorcia antes, melhor ao olho que a mao, anzol grande apanha o peixe grande, micróbios que comem gente, nunca visto, não existe, todos são espirito e depois ó acontece para ontem, em África, ronaldo foi enganado por travestis, eram grandes as mamas, as vozes maviosas, a pila normal, a chantagem chantageada, dizem que o dinheiro fala mais alto, pum, mais dois caíram ali daquele prédio, viste amada, pois um dólar mais dois cêntimos dá sempre um dólar que existe e dois cêntimos que não, conta Deus pelos dedos da sua mão, cem , menos dois, dá noventa e oito, e ps pensa para seus botões, que estranhos cálculos fazem, será que da prata que o sustem, tiram ou acrescentam uma lasca, as putas cortam as unhas como facas, redondo, so mesmo o butox, de resto sou angulo, agudo para sempre te ferir, entra ou não entra, decida-se menino, entre ou saia, de onde, da janela do decimo quinto andar, deixou o testamento assinado?

O cabrão do ps em noventa e oito!!!!
O cabrão do bosch
O mo do neto, aquele a quem se vê a espuma contida na face quando está vestido em seu cabelo ralo
As mentes assassinas
De la rie de putains franceises
A secret aria da onda espanhola


A h be la me nina br u ni, pu de ria par e ce r is to t ip o fi x a ção, se b em q ue a fia çao q ue eu g os te seja de o u t ra nat ur e za, se f os se aquele s en hor q ue per se g ue a uma, mel hor se ria de ix ar de ver as be la s me ninas de meu coração, sim, p ode ria ser al ze i mer, mas t am b em n ão é, he lá s, h el as, he la s, q ue r ima com às, sim me nina, se r iam las q ua t ro de la no che num f dia de in v e r no com raio s por cima do lei to, mol h ado s os bei j os, es co r ria a ch uva di v e r sa, par tea da, do ira da, n ão me nina, não é de s sa, qq u l, a se g un da, si m am ada , sim, a tudo o que q u ise r es, se mp re com je i t in h o, ou sem el e se q u ise r es br inca r a os bandidos d ur os, p um, pu m, p um, t rá s , t r ás, no s pr é di os al to s na d e press ao, os homens se deitam p ela jane la ab a ix o, es borra c h am inglesa se no ch ao, fazendo o um s om c avo e sec o, uma p en a se el eva ao mo neto no c eu, du as p om ba s na sol e ira ao l ado, ar ru l ham em amo r, di ze s, es t ra nha a vida, en tão por q u ê se tudo par e ce coa bi t ar nas m e ns te s dos as sa s in os, o li x o sal ta p elo s ca ix ot es nos dias f eri ao sa pute fr a çao es co rr e nas cale ira s das cida d es, De us est á s en t ado à s ua ser eta ´ ria e f az c on t ab i li dad e , contra as si m , um segundo, um me nino morto à f o me, do is se gun d os, um outro menino mor to a sede, t r ~ es , um pr e side n te mor to com s u da, q ua t ro, um pr ii me i ro mini s t ro em pala do nas mãos de uma me nina da tele visao, ni no ni , vão os do is a caminho do h o spi t al, q ue a q eu i l o não mais sai, cinco, uma est r e la na s ce no ceu, se is , um menino mor re de t uber cu l o se, set e, as ac ç o es mo n tam che ia s de t usa, o i to, um home se f a un da com o p es o de su as moe d as em seu bo l s o, no v e, mor re ram do is meninos ao me s mo te mp o, dez, v iv em na me s ma rua e nunca de ram por nada, on ze, um l á pi s de cera l evo u ao l oca l, do ze, a a g au a fr iat i ca est á che ia de met a is pesa d os, t r e ze, mor r e ram dez mas não h á pe rigo para a s au de pub li ca, q ua tor ze, a manteiga, f u i r e t irada do me rca do, a mar g a rina t am b em, a hhhhh, se o u v e, se rá dor ou pr o a z e r o de s lize, q u in ze, o mosquito ca i u na sopa do pr e side n te e mor d eu inglesa k l he a lin g ua, mor r e rá nas pr ó x i mas v in te e q ua t ro hor as, De us s en t ado em sua secreta ´ ria conta o te mp o sem te mp o, se f o ram mai s on ze mil meninos de on t ema h oje, as putas es tão todas f un cio n ado r e gular mente, os me rca d os che i os de t usa, p ode ria par e ce r um de j a v u, mas não o é, é um dos tais peda ç os mis teri os am en te m ani p l u do por terceira mão fa li ca na rede, q ue se en te r t ema ala te ra ro es c rito al hei o, na al t u ra do e q u ino cio, a me nina foi mor d id a por um mo s q eu i to em s eu p es coço, per deu a virgin dad e por s ua pr ó pr ia mão, ac ab ou a virgem, cheguei primeiro e montei-me nela, a puta pp tt, a puta todo o te rr en o pp, f az de papa a g u o, b l é e bl é e blé, para as piras onde va todos arder, a g u l h ot ina cai , al em bra r a puta do sej, car tao jo v em, e co is ae t al, e ban co pat roc ina dor, e ron h on h o, par da is se m nin h o, o g at o p u l a as san h ado, f ssssss, a bo m ba e x p l ode, os sol dadinhos não são de ch um bo, e os peda ç in h os se es pa l ham pelo ar, at rave s sam conti n en t es e ac e r tam nas secreta ´ rias do s g ene rai s, a q eu l es q ue me x em nos bu t õ es de tele f one s, tele f n es, mui to s us os, diz o pe ru, sem du v id a, ob je e c to s de mas t u rba çao, mete e t ira, ti ra, met e, a h q ue bo m, q ua l q eu r pep i no o s e r v e, a h a bo l s a conti n ua a s ub i ra subir, vai o f alo j á no se gun do c é u, che g o u à nu v en, fez b um, mais u ns caem das jane l a s, e x peri men tam as su as a sas, p um, cat ra pum, a calçada é mel hor vermelha e li q u ida a es co rr e r, a rosa se mp re ab re em forma m is tic a, t ra z uma irmã a seu l a do, no me s mo e i xo, o s en g ue i r mao das fezes, ou se rá q ue são co i sas de galáxias di s tinta s, h o je é dia do t ra b l a h dor, c on t ar s en s o r e f l e c te De us, e não h o je t ra b al ham, c en to e dez o i to mul her es f o ram q eu i madas por ab r ir a b oca, não , não é o q ue est ás a p en sar, todas as putas em todas as as s s em lei as es tao f un cio n ado r e gular mente, v ee m inglesa se muito em pala v ra s, v a zi a r eve rba, m nas pa red es e l he s en te rm de n ovo nas en t r anhas, ap e r tam inglesa l h es o s v tom at es todos por den t ro, f az em de le s um ch ur ra s co, b elo r e t rato do rapa z in h o aqui mandante do gato, a mão, a q eu le q ue t r as como ami g o vi o l e n to um rato, a e x pe rie n c ia am erica na n a eu r opa, as si m se v ê, o me nino do tele te le jo r na l, d ava on te a no tica do outro q ue est v ana a us tr ia, a ap a e lar a co r g a e m para as mu danças n ene r g é tic as e co isa e t al, s eu car o passa v a ao me s mo moe mn to co be r to por bate dores de m ot as, aqui em ala can tara, em s en t ido c on t ra´ rio, e ram t ant os o s po lic ias e n en h um o mul to u, um h oe mm at rave s san do a rua sal to u para o pa s seio, di s se ch ipa ia s en do at ro p l ado e e ra verdade, dom da ubi q u i dade, aqui ou na au s t r ia, De us s en t ada a ver be las me ninas des caca das co mo a todos fez, so rr i da pr e t en sa ubi q u i dad e das best as v es t id as q ue vão nu sas a h h o je é dia do t ra b l a h dor, mao se t rana l h a, mel hor, não sai o pa s quim para ch a tear a ca beça das g en t es, mor r eu , fo d eu, do d eu inglesa se, e ra sm v e l h im n h as mui to v e l h ina s, boa car me para o dia bo, r es posta a in q u i r i ção z ero, au tori z ado ho e j e am anha todos os as sas sin os, com i mp uni dad e g ar na t i da por De us, q ue não fala, fi ca s ó a f a ze r c on t ab ili dad e, a isa fez pi, d i v i di d u inglesa se, o l ha se u en t r ep e r na s e se pe r g un ta, ca be rá um p un h o, é vir g em , a in da por e la não sa iu uma ro sa, com vca belo raso, a h q ue br u to el e é, di zo o u t ro ra p az q ue co mia s eu pe q eu no al moço quando as tor r es ca iam, pr epa rava inglesa se para o gui ão de bar riga che ia, a i ds fei t os n um l ab o ra tór ia, co isa i mp os s iv el, nunca e x is ti u no mundo, g eu r r a bac te rolo gi ca, nin g eu m c on he ce, na p lam t am b em não, ap ren di ze s de fei ti ce i ros q ue se p es n am ami o r es do q ue o diabo, nunca comi, e d ep o i s a co mi din h a n un ca s l h es ds ai da mao oi de seu corp o, como se não t ra ze m c l o ac a, co isa i mp os s iv el, assim demo st ra da, o avi ao q ue en t ro u no p en at g on o e ra um aa vi ão al i g ene a, in v isi v el, mas não i mp orta p en sar em n ada, é mel hor f in gi r q ue não se c on he ce o q ue se s ab e, se mp r e d á para r ep e tir a me s ma as ne ira se g u o r, q eu m não é avi sado não me av isa, a bo l sa falo ca che g a j á ao o te r ce i ro s c eu, o ta q ue é h oje, on te m e am anhã, aqui a f oto g raf ia fala v a das co mp li cações na manu t en ção da b ele za s, uma mão de homem, ap e rta bu t oz e não s ab e se p ode a g ar r ar de paixao s ua es posa, não vá a q u i lo f az e r p um, as s im se di vo r cia ant es, mel hor ao olho q ue a mao, na zo l g rande ap ana h o peixe g rande, mic o rb i os q ue co mem gente, n un ca vi st o, n ão e xis te, todos são es pei rito e d ep o is ó acontece para on te, em af roca, ron aldo f o i en g ana do por t rave st is, e ram g rand es as mm as, as vo ze s ma vi o sas, a p ila no r mal, a ch anta g em ch anta geada, di ze m q ue o din he i ro f ala mai s al to, p um, mai s do is ca iram al i da q u e le pr é dio, vi st e am ada, p o is um do lar mais do is c en tim os d á se mp r e um do lar q ue e xi s te e do is c en tim os q ue não, conta De us pelos d ed o s da sua mão, cem , m en os do is, dá noventa e oito, e ps p en sa para se us b ot õ es, q ue te s r n h os cal c u l os f az em, se rá q ue da p rta que o ss us te m, ti ram ou ac r es c en tam uma la s ca, as put sa co rta m as un h as como f ac as, red o dn d o, so me s mo o bu t ox, de r es to s o u angulo, a g u d o para se mp re te f eri r, en t ra ou não en t ra, dec id a inglesa se menino, en t reo u s aia, de onde da jane la do dec i mo quinto anda r, de ix o u o t e s tamen te as sin a d o?

Passado , presente, quem sabe futuro, o que é isso, pergunta a criança que vaimorrer no segundo seguinte

Ah menina bruni, muito a menina todos os dias ou quase me aparece e trazem as letras uma insistência em coisas que eu para lhe ser franco como sempre ,não bem percebo ou alcanço, melhor mesmo seria dizer me ao ouvido com a sua bela voz, pois imagine, que depois de lhe escrever, tinha eu posto uma antena tradicional na tv, parece que existe ainda televisão sem ser por cabo, que era em verdade o que eu gostaria que a menina me desse, mas um fio distinto do cabo este que agora mais não tenho, mas que mesmo assim vai funcionando com uma imagem meia tremelique, tremelicava eu de outra meneira seu lado, mas dizia-lhe eu à menina bruni, que mal a liguei a vi a sair de um carrinho assim todo novinho em folha, ah menina as folhas vão caindo das arvores, com o inverno de meu coração ao longe de minha amada, e vinha a cantar, com a sua bela voz que sim, essa me arrepia, de um arrepiar distinto do, do frio dos ramos despidos, e que me pareceu em primeiro instante que vinha a cantar boris vian, j´aime l´ amour qui fait bum, sem nada estragar, pelo contrário, mas não, não era essa, embora fosse esse o tom que nascera em meus ouvidos ao vê-la e ouvi-la, dizia assim, meu amor deu-me dois tiros, bang bang, que triste menina, o amor ou o amante tal coisa fazer à amada ou mesmo vice na versa, sem vice versa ou versando mais em seus lábios, sempre, e sempre e sempre e depois dei comigo a muito rir e estive ai a falar consigo em francês assim um bom bocado de tempo e muito me ria, de tal forma que se tivesse vizinhos vivos, teriam certamente ficado preocupados, mas como não é esse o caso e tambem não fui ainda internado, mas menina bruni, que me aparece em todo o lado, e eu não sei bem porque, e depois hoje abri um jornal e lá estava de novo, deitada de botas e nua como veio bela ao mundo, em cima de umas almofadas iguais as que eu aqui tenho num sofá que um dia fiz, e que é muito estranho, pois se senta assim inclinado, e fico a pensar, se aqui estivesse convidava-a a tirar as botas, mas depois ainda mais fico a pensar, mas o que quererá a rapariga me dizer, eu não tenho pistola de balas, nem faz bang bang, faz mais kiss, kiss, litlle cat, bssssiiiuuu, vem cá sal e pimenta, vou-te comer, salvo seja, sempre a menina e todos os meninos e todas as meninas e mesmo todos os irmãos animais bem mais civilizados que nós pois não usam bang bang, mas algo estranho se passa cada vez que a vejo, e depois já não sei nada de meu coração, por assim dizer, desde que me entrou aqui em imagens múltiplas, algo de estranho se passou e eu ainda não sei nem dizer, pois não percebo bem o que se passa, nem consigo perceber esta atracção pelas imagens e pela voz assim na distancia, se bem que ambas viajem, isto eu ainda sei, pois se não sei se o coração mas sabe, pelos vistos ainda alguma coisa vai funcionado, se calhar são mesmo só os dedos que por hábito criam a linguagem e sabe menina bruni , depois, ou melhor antes já me apareceu, assim nua sentada em seus pés e logo eu me pus a pensar a fazer de mim assim uma foto, veja lá com eu estou, a propósito, do vou-te comer, dizem aqui as letras de si, que é um devoradora de homens, o que é que lhes faz exactamente, é uma pergunta, entretanto descobri eu um slide antigo de uma menina que está sentada sobre um menino, e tem um guarda napo em cima do ventre dele e se prepara a brincar com uma faca e um garfo para o comer, naquele sitio, onde nas vezes algo sobe, mas era a brincar, na realidade não uso o garfo e a faca , provavelmente quase de certeza usaram os dois outras coisas em outros pratos e outras forma de comer, e pergunto-me agora, eu, como a irei ver amanhã quando de novo aparecer, que elementos de ressonância trará que ecoam em paisagens que me são familiares, sabe menina bruni, fico a pensar se não será a menina o meu amor, depois ouvi no espirito, um estranho dizer, ela pensava que seria mais um caso, mas o amor chegara, mas este dizer, se parece triste assim á primeira vista é muito bom, depois abri o dicionário para confirmar a diferença entre poligamia e poliandria, e diziam as letras sobre a menina que rapidamente se cansava de estar casada, assim muito rapidinho, passava a atracção, e me fiquei a perguntar, que estranha qualidade a menina tem, geralmente a mim vai aumentando, a medida em que a brincadeira melhor se brinca porque melhor se conhecem os meninos que brincam brincando a brincar , tem um belo nome o carrinho, usa, musa, circulo da vareta do inglês maçon em cio, li agora pelo canto do olho, será, mais o can do olho talvez, se calhar terei eu que escrever estas letras a outrem que não a menina, mas que lhe posso eu dizer, se a si me dá a vontade, o que em verdade me importa é que quando sinto assim fico muito mais preocupado com minha amada não estar a o perto de mim, é aquela tolice de pensar que ao perto dela a protejo melhor, é que me nascem umas preocupações, a bem dizer, sempre nascem quando não entendo em clareza o que me querem dizer, melhor mesmo era telefonar-me e depois vinha tomar um café, ou comer qualquer coisa, ou mesmo ver se as tais almofadas são semelhantes, ou se sou eu perante a sua beleza a alucinar, uma coisa lhe garanto, aquelas botas, não moram cá nem nunca moraram, são assim de cavaleiro de corte francesa do século dezoito ou por aí, deverá então ser do tal cavaleiro da pont neuf que se deitou em cima das minhas almofadas, nem pensar, ou melhor pouco provável, lembrei-me de ser uma vez assim montado, e até isto aqui um dia contei, será que a menina me lê, ou está por alguém obrigada assim o fazer, ou o faz sem o saber, como ve melhor era mesmo a gente se sentar os dois aqui num sofá sem inclinação e conversar assim de mansinho com voz suave, que eu tambem tenho uma assim que nasce do coração calmo, alias tenho mesmo muitas que são uma mesma, estranha, não se de o caso, que certamente saberá que assim a voz é, seria então o dizer da imagem, que era o tal cavaleiro da pont neuf o que me montava nas botas da outra senhora, assim como um montagem feita em remoto, por um qualquer ritual, talvez tenha razão, mas depois fico assim meio azuado cada vez que a vejo e depois esqueço-me mesmo de ler as letras ao lado, ou se as leio, as esqueço, como vê , isto está mesmo grave, mas não se preocupe, é assim mais como uma gravidez, depois me dei conta que a mãe da menina é pianista, depois tirei uma nota, em verdade, agora que a encontrei, é um diagrama , porque uma da parte da historia é sempre a mesma, e para lhe ser franco embora a tenha eu muito lido, nunca a tinha percebido e então hoje fiz mesmo um diagrama a ver se percebia as relações poligamicas poliandricas, da menina comilona, assim dizem de si, embora me pareça, que está com peso certo certinho, mas isto sou eu a ver ao longe, a ressonacia estabeleceu-se no nome de sua mãe, borony, que me levou a borromeu, o tal santo que está na igreja das necessidades, e que me apareceu em eco das bombas em Argélia, que foi uma terra onde tambem os franceses estiveram, alias tratavam mal os de frança, seus irmãos que lá nasciam, quando chegavam, chamavam-lhe les pied noirs, e eu me recordo de como me fez confusão, quando assim mo contaram uma vez, era eu pequenino, em frança estava, para além de que estranha a expressão per si, se atendermos a que mesmo trazendo pele negra, os pés, suas planta são sempre claras ou rosadas, mas enfim a frança nem sempre viu muito bem, depois percebi que tem dois irmãos, com o mesmo nome ,começado por v, que juntos fazem vv, e que um partiu para o ceu há pouco tempo, ah menina bruni, que não o sabia, se quiser chorar em meu ombro, conte sempre com ele, e depois existe um enthovem pai e um enthovem filho do pai, pressupõem-se que nem sempre assim é, o pai tem cinquenta e três anos e o filho tinha vinte e a menina namorava com o pai e depois namorou com o filho e dele teve um filho, que tem o belo nome de Aurélio, e por sua vez o filho enthoven namorava com a menina justine levy, ou seria o filho da justine, como vê mesmo com diagrama acho que já me perdi, mas se quiser aparecer com eles todos em minha casa e nos apresentar será mais fácil de entender, certamente, enfim se quer que lhe diga nem sei bem porque ando a volta disto, se calhar ambos em manobras pelo tal inglês cujo nome nem mesmo ainda apareceu, mas enfim sem fim, gosta de a ver, melhor seria ao pertinho, como já lhe dei conta a contar, talvez haja nisto uma preocupação qualquer que nem sei bem qual é, se não lhe der muito trabalho, talvez me possa tranquilizar da próxima vez que fizer a gentileza de me aparecer, faça assim um quadro como o bob Dylan e escreva lá se for esso caso, mon amour ne ma pas fait bang bang, et je le dis que toute va bien avec moi, assim eu percebo, logo, loguinho

Simplificando o que ontem encontrei no permeio das letras que lhe escrevia, e curiosamente antes, ou seja agora mesmo, duas coisas ouvi, que tinha amuado, encontrado um novo casamento e que tinha arranjado as coisas com as justiça, de facto creio que trago sentimentos ambivalentes sobre a bela menina bruni

Si mp li f ica n do o q ue on te m en co n t r i no pe r mei o das l e t ra s q ue l he es c r e v ia, e c ur isa mn te ant es, o u se j a agora me s mo, du as co isa s ao u iv, q ue tinha am ua d o, en c on t ra do um n ovo ca sa m en to e q ue tinha ar ra j ad o as co isa s com as j us t o ç a, de f ac to c rei o q ue t ra g o s en tim en t os am b iva l en t es s o b r e a be l a me nina br uni

Então diria que a insistência se prende com a cruz feita numa menina inglesa da cia , aparecei-me o nome de franco, o que me lembro mais a mão, é o nuno franco, franco remete tambem para espanha, para os fascistas, não sei o nuno o é, mas e um rapaz que não me inspira muita confiança, e que possui uma grande capacidade de ser como uma serpente maldosa, disto poucas duvidas tenho, infelizmente, é só recordar a monica, e ainda um outro o tal como nome francês, o debonnaire, o que na aparência terá sido vallete de chambre da teresa, e se calhar ligado à menina, contudo o primeiro é kapa, me disseram agora as letras, e ainda um outro, o da pira publica no ipf no âmbito do tal colóquio sobre o foucault, o home que me queria bater, que anda agora na aparência mais de bola baixa, mas será só disfarce, pois acabei de o ver , passei no fim de semana na tal fabrica da pólvora do braço de prata, e lhe vi na alma à saída, o mesmo negro, de sempre, embora negro fosse o senhor que estava a portam que me deixara passar, sem nada perguntar ou pedir, depois de uma entrada rápida e uma saída quase mais rápida ainda, lá estava ele, o nuno, à porta a puxar as orelhas ao porteiro, alguém lhe teria dito, que eu estava lá dentro, talvez o palerminha do ex machina que encontrara na primeira catacumba onde entrara, e que quando alguém que com ele estava, lhe disse que eu estava ali, se virou na distancia , e disse assim em ar de gado drogado e tolinho, paulo desculpa, mais uma bestinha baratinha tonta, que nem ali me dei ao trabalho, de o inquirir, para não lhe apertar de vez o pescoço, estava a festa rija, o michel, sapateava numa sala, otários por todos o lado, me dizia o espirito, que me dizia tambem baza, não fiques por perto destas baratas todas, e assim era o ar deste pseudo intectualoides da treta, passara por lá pois a majo me tinha enviado um e mail e pedir o meu contacto telefónico, que tinha perdido e coisa e tal, que queria organizar uma mostra dos ícaros lá, e depois se deve ter esquecido, pois ainda não me telefonou, ou talvez fosse só mesmo uma forma de obterem, o meu novo numero de telefone, blá e blá e puta que os pariu a todos, foucault inclusive, portanto menina, como vê as possibilidades dos nunos com ligação a assuntos franceses, expandem-se são largas, e o combate que me fazem tambem o tem sido, por isso é bom sabe-la assim docinha, se não for só aparência, que agora isto é guerra, e não dá muito jeito compaixão desbragada, não seja o lobo disfarçado de pele de cordeiro, se for amor, venha já se for essa sal vontade, para além das belas fotos em que me aparece, cá a esperarei para muito a beijar, se me disser, sou eu que te trago amor, e uma outra ligação se afigura, será a menina a kapa da marta da minha alma, que um dia eu fui ter a coimbra, e que me disse que namorava com um rapaz de uma agencia de pub em lisboa, se calhar a agencia de pub ligada a novo design ou mesmo ela, com relações de roubo relativo a minha pessoa, ligada ao jc decaux, mais uns quantos que enriqueceram à conta de uma ideia que eu lhe dei, ou melhor dei a um rapaz , um dos tais fundadores, da nova desgin, que mais tarde vi estarem ligados a cristina coutinho, e repare lá como a vida é muito curiosa, pois em dia recente me relembrou o espirito que fora aqui exactamente onde me encontro com meu estúdio e onde escrevo que lhes terei dado a ideia, em setenta e seis, ou sete, uma ideia natural, por parte de quem tinha passado muitos anos a colar cartazes e tinha preocupações de conservação de património, e tinha assistido ao evoluir da consciência nesta matéria, um nome a que eu sempre fiz grrr, jc decaux, soa-me sempre a decay de Jesus, curiosamente tal empresa, teve contrato de exclusividade durante muitos anos se não mais de uma década aqui, mais uns envelopes, umas trocas, umas baldrocas, e umas comissões, certamente, veja lá menina, que lhe digo, eu como de costume, nunca um tostão recebi, o normal no Roubado, o normal nos ladroes, provavelmente ainda terão pintado de mim cobras e lagartos a conterrâneos seus

En tão di r ia q ue a in sis t en cia se pr en de com a cruz feita numa me nina inglesa da cia , ap ar ec e i inglesa me o no me de fr anco, o q ue me l em br o maior isa mao, é o nuno franco, fr en co remete tam b em para espanha, para os f as c ista s, n ão sei on umo o é, mas e um ra p z q ue não me ins pira mu ita c on fia n ç a, e q ue p os s u i uma g rande capa cid e de ser como uma se rp en te mal d os a, di s to p o u ca s du vidas ten h o, in f elis mente, é só r e co rda ra mo nica e a in d a um outro o t al c omo no me fr anc es, o deb on n ai r e o que na ap ar e cna i te rá sid o va ll e te de ch am b r e da teresa, e se calha r l o gado à me nina, co n t u do o pr i me i ro é ka pa, me di ss e ram agora as l e t ra see a inda um outro, o da p ira publica no ipf no am bi to do t al colo q u io s o br e o f o c au l t, o home que me q eu r ia bate r, que anda agora na ap ar e cnai mai s de bola ba ix a, mas se rá só di s f ar ce, po is ac ab ei de o ver , pa ss ei no f im de se mana na t al fabrica da p o l vo ra do b ra o de prata, e lhe vi n al ama à sa ida, o me ms o ne g ro, de se mp r e, em bora ne g ro f os se o s en h o r q ue est av aa p o rtam q ue me de ix a ra passa r, sem n ad a pe r gun t ar ou ped i r, d ep o is de uma en t ra d a ra ´ pi da e uma sa ida q u ase am si rá pi da a inda, l á est av a e l e, o n un o, à p o rta a p ux ar as orelhas ao por tei ro, as l g eu m l he te r ia di t o, q ue eu es t av a lá den t ro, ta l v e zo pal e r mina h do ex m ac h i q na q ue en c on t r a ra na pr i me ira ca tac um ba onde en t r a ra, e q ue quando al g eu m que com ele estava, l he di s se que eu est av a a li, se vi o ru na di s tan cia , e di s se as s im em ar de gado dr o gado e to l in h o, p au l o d es culpa, ma si uma best in h a ba ra t in h a to n ta, q ue ne m a li me dei ao t ra v b l h o, de o in q eu i r i, para não l he ap e r ta r de v e zo pesa coço, est av aa f es ta r i j a, o mic he l, sapa tea v a n uma sala, ot ´ rios p ot todos o l ad o, me di z ia o es pi rito, q ue me di z ia tam b em ba za, n ã p o fi q u es por perto d es t as ab ratas todas, e as s im e ra o ar deste ps eu d o in t e c t ua l o id es da t r eta, passa ra por l á p o is a majo me tinha en v i a do um ema l e ped i ro meu c on tac to tele f oni cao, q ue tinha pe r di do e co isa e t al, q ue q eu r ia o r gani za r uma mo s t ra dos ica ro s l á, e d ep o is se d eve e ter es q eu cid o, p o is a inda não me tele f o no u, ou ta l v e z f os se s ó me s mo uma forma de ob te r em, o m eu n ovo nu m ero de tele f one, b l á e b l á e p ut a q ue os par i ua todos, f o c au l t inc l u s ive, p o rta n to me nina, c omo v ê as p os sibili dad es do nuno com li g aç ao a as sun t os f r anc es e se s pan de m inglesa se são a l r g as, e o co m bate q ue me f az em tam b em o te m sid o, por is s o é bo m sabe inglesa la as s im doc in h a, se não f o r s ó ap ar en cia, q ue agora e is to é guerra, e n ão d á mu it o jet it o co m p ai x a ão, se for ama or, v en h a j á, c á a es pe ra rei para mu it o a bei j ar, s e me di s ze r, s o u eu que te trago amor, e uma outra li g a çao se af i g ur a, se rá a me nina a kapa da ma rta da min h a al ma, q ue um dia eu fui ter a coimbra, e q ue me di s se q ue namora v a com um ra p az de uma a g en cia de p ub em lis boa, se cala h ra aa g en cia de p ub li gada a n ovo d es i g n o u me s mo e la, com r e l a ç õ es de ro ub o r e l at ivo a min h a p es s o a, li gada ao j c d e ca u ux ma si un s q ua n to s que enrique ce ram * A c on ta de uma id e ia q ue eu l he de is, ou me l h o r dei a um ra p az , um dos tais f un d ad o r es, da n ova d es e gin, c q ue mais t arde vi est ar em li gado s a cristina coutinho, e r epa r e l á c omo a v id a é muito c ur i o sa, p o is em dia r e c en te me r e l em br o u o es pei r tio q ue f o ra aqui e x cat am en te onde me en c on t ro com meu es t u di o e onde es c r eve o q ue l h es te rei dad o a id e ia, em set en ta e se is, ou sete, , uma id e ia n at ur a l, por parte de q eu m tinha passado muitos a no sa co l ar ca rta ze s e tinha pr e ocupa ç o es de c on serva ção de pat ro no mini o, e tinha as sis t id o ao a evo lui r da c on s c i en ca i ne sta met á ria, um nome a que eu se mp r e fi z g r rr, jc d e ca ux, s ao inglesa me se mp r e a de ca y de Je s us, c ur io as mente t al em presa, teve c on t ratao de e x c lu s iv i dad e d eu ran te m uu ii t os a no s se n ão ma is du am decada a q ui , ma si un s en v e lopes, umas t roca s, umas bal dr ocas, e umas co miss õ es, ce rta mente, v e j a l á me nina, q ue l he di g o, eu c omo de c os t u me, n un ca um t os tao r e cebi, on or mal no Ro ub ad o, o no r m al no s l ad r o es pr ova v e l mente a inda te r ão pi n t ad o de mim cobra s e l a g ar t os a c on te r r â ne os se us

Chipa, que cada vez que começo a cortar as palavras só emerge gente a mentir, só mentirosos, fiquem gagos, já, trús, trús, trúz, que se lhes enfie este capuz!!!!


Mas lhe dizia eu, menina bruni, antes das letras terem desenrolados os nunos todos, ou melhor, os enrolados, e atados de forma a não poderem andar a mais mal fazer, com guita e tudo, bem atadinhos com nó górdio e cego sem desate, que o tal nuno, o abs t arc to deverá estar relacionado,

E que o tal está relacionado com um segredo de imaginação ou ligado ao festival imagine ou imagina, assim me levaram as entrelinhas a seu pais natal, um festival de imagens sintéticas, ou de pecados sintéticos, talvez uma história com drogas

E q ue o t al es tá r e l ac io n dao com um se g red o de i magi n a çao ou li gado ao f es t iva l i mag ine ou i ma gina, as s im me l eva ram as en t r e li n h as a s eu pa is n at al, um f es t iva l de i mag en s sin tec t i c as, ou de pe c ad os sin te tic os, t al v e z uma h is t ó ria com dr i g as

Uma antena pelo éter , assim uma coisa ouvida no dizer da alma, e relacionada com um tremor de terra, ou relacionada ou dita por alguém da televisão o que liga com as ditas ondas hertzianas e os festivais de imagem

Uma n t en a pe l o e ter , as s im uma co isa o u v ida no di ze r da alma, e r e l a cio n ad a com um t r emo r de terra, ou r e l a cio n ad a o u dita por al g eu m da te li visão o q ue liga com as dita s on d as hert e zi ana s e os f es t iva si de i mage m

O tremor pode tambem estar relacionado com o desaparecimento de uma criança, talvez a maddie

O t r emo e p ode tam b e me star r e l a cio n dao com o d e s pa rec i e mn to de uma c r ian ç a, t al v es a m ad di e

E ao que parece o vento boris anda a procura de alguém se calhar para fazer como no passado e sopra-la de cima de uma falésia, o que nunca me agradou em tempo algum, talvez seja isto que se subentende nas suas linhas, talvez a menina assim esteja, se a menina fosse o nymbopolis, diria então que a imagem e o texto que eu hoje lá vi, seria a menina com o cabelo ruivo, e um x nas costas em cima de uma falésia a olhar o navio das gaivotas, que tanto me acompanham , ainda esta tarde me chamaram, com umas palavras a dizer que era chegado o fim, que eu não conheço nem creio, contudo se não for a menina o nyn, talvez então o nim seja o boris, que a perseguirá, com o tal amor explosivo , aos tiros e aos bums que ouvi em espirito quando a vi feita musa dentro de uma outra musa

E ao q ue par e ce o v en to bo r is anda a pr o cura de al g eu m se calha r ap a ra f az r c omo no passado e s o p ra inglesa l a de cima de uma f al é s ia, o que n un ca me a g ra do u em te mp o al gum, t al v es seja is to q ue se s u bem ten de nas s ua s li n h as, ta l v e za me nina as s im est j a, se a menina f os se o ny m bo polis, di r ia en tão q ue a i mage m e o te x to q ue eu h oje l á vi, se r ia a me nina com o ca belo ruivo, e um x nas co as ta em cima de uma f al e s ia a l h ar o n avi s o das ga iv ot as, q ue tan t o me ac o mpa n ham , a inda esta at arde me ch am aram, com umas pal av ra s a di ze r q ue e ra che gado o fi m, q ue eu não c on he ç o ne m c rei o, c on tudo se não f o r a me nina o ny n, t al v e z en tão oni m seja o bo r is, q ue a pe r se gui rá, com o t al am o r e x p l os ivo , aos ti ro s e aos b un s q ue o u vi em es pei to q ua n do a vi f e ita m usa d en t ro de uma o u t ra m usa

Seria de conveniência internar o louco que anda a roubar crianças, estou de acordo, mais não podia estar, sempre, o louco e antigo cavaleiro que anda atras dos toiros, parece que deverei ser eu o boi, a seus olhos, quem o sabe, a mim apareceu-me o nome de jaime, talvez o tal de mourao ferreira sem o ser, e um musico de metal kiss kiss, o gomo, o segundo pequeno gato

S eri a de c on vin i en cia in te rna ro lou co q ue anda a r to u bar c r ian ç as, est o u de ac o r d o, ma si não p o dia est ar, se mp re, o lou co e ant i g o c av a lei ro q ue anda a t ra s dos toi ro s, par e ce q ue d eve rei ser eu o bo ia se us olho s, q eu m o sabe, a mim aa par ceu inglesa me o no me de j a i me, ta l v e zo t al de mo ur ao ferreira s e m o ser, e um mu sico de mat al k iss ki ss, o g omo, o se gun d o pe q u en g at o

Quando fala em sangue que o vai haver, lembro-me de outro rapaz comigo parecido o tarentino, que pelo nome deve ter raízes próximas das suas, o furacão ts da amiga ami, será então mais um candidato ao boris, não usa bang bang, será magico e prestigiador, antropófago e amigo da polyana
Mas o rol do que me aprece aqui nas entrelinhas parece nunca mais acabara

Q u and o fala em sangue q ue o v a i h ave r, l em br o inglês me de o u y ro ra p az co mig o para cie do o t ar en t ino, q ue pe l o no me d eve ter rai ze s pr ox i ma s das s au s, o f ur a ção ts da ami g a ami, se ra en tao ma si um can di d at o ao bo r is, n ão usa bna g ban g, se rá magico e pr es ti gi d ar, ant ro p o fag o e amigo da p o l y a ana
Ma s o ro l do q ue me ap r e ce a q u i na s en t r e linhas par ce n un ca ma si ac ab a ra

Alma e sé pesa
Depois vinha de tomar
Mestre almofada , ou um outro cozinheiro
A ema de bora ou a ema de lancelote
Ou um cavaleiro francês em bora , que habita no 18 ou a seu lado
Relacionada com o monte do dão, ou seja com o inglês que lá mora, eni nina
Pont neuf az u ado remoto oto
Gato da rave dez, dezembro
Gato da rama do dia, co da milona sarah, da argentina ou africana
Bor circulo ny e ou borromeu
We co de argelia
Índio
Sal da planta do sis do rosado
noe vv
micro ondas de sara em pemba, lá estamos no tal loirinho
da dp na anne morou, ou ana moreira, o ouro judeu
o j us tim
ligado a moda, as manobras e o homem dos azulejos inglês do bod da lan da dy


Alma e se pesa
D ep o is vinha de tomar Mes t r e a l m o f ad a , o u est r e c o zi n he i ro
A ema de bo ra o ua ema de l ac en l ot e
O u um ca v al e i ro f r anc es em bo ra , q ue h ab i ta no 18 ou a s eu l ad o
R e l a cio n ad a com o monte do dão, o u seja com o in g l es q ue la + mo ra, eni nina
Pont ne u f az u ad o r emo to oto
G at o da rave dez, de ze m br o
G a ot da rama do dia, co da milona sarah, da ar g en t ina ou af ric ana
Bo r cir c u l o ny e ou bo rr o m eu
W e co de ar ge l ia
In di o
S al da p l anta do sis do rosado
N oe vv
Mic ro on d as de sa ra em pe m ba, l á est am os no t al loi r in h o
da dp na anne morou, ou ana moreira, o oo ur o j u d eu
o j us t im
li gado a moda, as mo no b r as e o homem dos az u l e j os in g l es do bo d da l an da dy

o um quadrado gay dos gritos do forte da kapa