sexta-feira, maio 02, 2008




Os inimigos do irão, assim lhes chamam alguns de vós foram ao iraque pedir para que cesse o apoio a actos de guerrilha e bombas, e os senhores, durante este tempo todo não o conseguiram fazer, mais de quatro mil almas idas, a juntar às três mil na queda das torres,


O sin i mig os do irão, as si m l h es ch amam al g u ns de v ó s f o ram ao ira q ue pe di r p ar a q ue ce ss e o ap oio a ac to s de g eu rr ilha e bo m ba s, e os s en hor es, du rna te este te mp o todo n ão o c on se g u iram f az e r, mai s de q ua t ro mil alma s id as, a j un t ar às t r es mil na q eu d a d as to rr e es

Quando eu vos aqui falei, muitas luas vao, de como se fazia, ainda em tímido o tentaram, houve algumas viagens, para tentar por de acordo os vizinhos que as armas por lá a volta do iraque não deveriam nem passar nem entrar, depois até os irmãos árabes se reuniram tambem, mas depois todos esmoreceram, e os mortos continuam a crescer todos os dias, e esta se bem vos recordam era só metade da completa receita

Q ua n do eu v os aqui fa lei, mui t as lu as vao, de c omo se f az ia, a in da em t im id oo ten t aram, h o u ve al gum as v ia g e ns, para te n t ar por de ac o r do os vizi n h os q ue as ar m as por l á a vo l ta do ira q ue n ão d eve r iam ne m pa ss ra ene m en t r ar, dep oo is at é os i r mao s a r b a es se r e un iram t am b em, mas dep o is todos es mor e ce ram, e os mor t os conti n uam a c r es ce r todos os dias, e est a se b em v os record am e ra s ó met ad e da co mp l eta r e ce it a

ontem de manhã depois do anuncio do presidente bush, cujo nome me remete sempre para austrália e nova zelandia, deve ser por minha amada que não sei onde anda, ouvi o dizer em espirito, o presidente paga a aventura, é sempre bom um presidente pagar as aventuras, sejam elas quais forem, uma ida a lua, um escudo da guerra das estrelas ou a criação do fundo do fim de todas as misérias, ou ainda uma compensação a jeito indemnização, assim dizem os hobitts que se prezam sobre a primeira e a terceira e quarta, neste caso, dá segunda já nao tanto, se mesmo um pedacinho, começou agra lá acima alguém a cortar com laminas, uma varinha mágica, certamente sopinha para bebés, contudo nenhum presidente tem por si um bolso assim tão grande, fiquei feliz ao ouvir a intenção, bom seria que o congresso a aprovasse, bem como muitos outros congressos e governos em todos os países do Uno Mundo, por aqui neste burgo cada vez mais mal frequentado, alguém em dia recente chamava a atenção ao sempre mesmo, a terrível doença dos mosquitos que chupam os miolos e a memória do coração aos governantes, se ainda os trouxessem, e os levam ao incumprimento sistemático do prometido, como sempre digo, a assim continuar, o melhor mesmo é processá-los, aparecia em dia recente um senhor que esteve ausente durante uns anos, advogado de oficio, que dizia que até a bush defenderia se ele se desse como culpado, talvez ele possa no entretanto defender esta causa e processar todos os que não cumprem o prometido, pois parece que trás um bravo passado em defesa, se quiser um assistente para esta causa, pode contar comigo, depois hoje no jornal maio de sessenta e oito, que sim, muitos maios, meus amados todos, para além de se ter andado a partir uma serie de coisas, processo que sempre desconfio como solução, assim o sabeis, verdade é que houve um momento em que se ganhou, ou melhor dizendo, alguma coisa se ganhou e depois de certa forma se abandonou a prossecução da vitória, mas pareceu-me que alguns de vós trazeis ainda confusão no seu porque que já está explicado na primeira parte desta linha, como algum disse, uma revolução, mas matou-se quem? expressão irónica, que fala da falência das revoluções feitas em sangue, pois o caminho assim inaugurado geralmente assim continua, quantos anos no entretanto passaram? talvez agora mais maturidade, talvez agora mais provável, o governo, ser feito em outra forma de governar, se nao é mudar o disco e tocar o mesmo, pouca a revolução, e poucas as praias debaixo do pavé, com pouca e refrescante agua, uma das melhores frases da altura aqui em portuges numa parede esteve escrita, eu quando passava por lá me ria, rezava assim, a virgindade provoca o cancro, vacina-te, era eu ainda virgem e tudo, contudo como dizeis o maio está no adn, ou ad do dn, o sessenta e oito, se serpente en cruz primeira do infinito, e eu vos amo a todos, depois apareceu o brown, a falar com um ar muito preocupado meio a fingir, assim me pareceu, talvez eco as linhas da imagem dos charutos, do hill finger, o dedo do monte da onda da bela rapariga que roda com estrelinhas ao lado, gosto desta declinação, depois ao que parece os trabalhistas sofreram uma grande derrota, hoje a noite o plano estava um bocadinho mais aberto, ao lado a bela senhora amada de um outra terra, a prometida, ampliava assim o sentido da compreensão da coisa, mas desta vez nao consegui ouvir, angela se ri da visao da gravidez anterior agora desaguada, contente sempre eu fico com o riso, que dele sou amante, o riso, entenda-se para os burros, dc madam, aparentemente suicidou-se, onde andará a agenda, um senador demitiu-se por conduta sexual, admitindo um grande pecado, sem saber qual, um perfume de maddie, aqui me surgiu, os trabalhistas levaram um coça, em sentido figurado, que melhor é sempre coçar a amada

h o je de manhã d ep o is do a n un cio do pr e side n te b us h, c u j o no me m e r em e te se mp re para a us t ra lia e n ova ze lan dia, o u vi o di ze r em es pi rito, o pr e side n te paga a av en t u ra, é se mp re bo m um pr e side n te p a g ar as av en t ur as, se j am e la s q u a is f o r emo u uma id aa l ua, um es cu do da guerra das e ts r e la s, o ua c ria ção do f un do d o fi m de tod a s as mi sé ria s, ou ainda uma co mp en s a ção a je i to inde mini za tó rio, as si m di z emo s h o bi t ts q ue se pr e z am s ob rea primeira e a terceira e q ua rta, ne st e c as o, d á segunda já nao tanto, se me s mo um peda ç in h o, co me ç o u a g ra l á ac ima al g u ema co rta r com l ami n as, uma v a r in h a mágica, ce rta mente s o pi n h a para be b é s, contudo ne n h um pr e side n tete m por si um bo l s o as si m tão g rande, fi q eu i feliz ao o u vi ra in ten çao, bo m se ria q ue o c on g r ess o a ap rova s se, b em co mo mui t os o u t ros c on g r ess o s e g ove r no s em todos os pa ise s do U no Mundo, por aqui nest e b ur g o c ad a v e z mai s m al fe r q u en t ado, al gume em dia r e c en te c hama v aa a te n çao ao se mp re me s mo, a terri v e k do ença dos mosquitos q ue ch u pam os mi olo s e a me mó ria do co raçao aos g ove ra n te s, se ainda os t ro ux e r em, e os l ev a m ao inc um pi r m en to sis t emá tico do pr o met ido, co mo di goa as si m co n t in u ar o mel hor me s mo é pr o ce s sá inglesa l os, ap ar e cia em dia r e c en te um s en hor q u ee s teve asus en te duran te u ns ano s, ad vo gado de o fi cio, q ue di z ia q ue a té a b us h d efe n d e ria se el e se de s se co mo c u l pad o, t alvez el e po s sa no en t r eta n to d efe n de r est a ca usa e pr o ce s sar todos inc um pr id or es, p o is par e ce q ue t rá s um br avo passado em d efesa, se q u ise r um as sis te n te para esta ca usa, p ode c on t ar co mig o, d ep o is h o je no jo rna l maio de se ss en ta e o i to, q ue si m me us amado s todos, para al é m de se ter anda do a par tir uma serie de co i sas, por ce ss o q ue se mp re d es c on fie co mo sol u çao, as si m o s ab e is, verdade é q ue h o u ve um mo m e n to em q ue se gan h o u , ou mel hor di zen do, al g uma co isa se gan h o ue d ep o is de ce rta forma se a ba n do no ua por s sec u çao da vi tór ia, mas par e ceu inglesa me q ue al g u ms de vó s t ra ze is ainda c on fusão no s eu por q ue que j á est á e x p l i ca do na pr i me ria par te de st a linha, co mo la gume di ss e, uma r evo lu ção, mas mato u inglesa se q eu m? E x press são i r on i ca, q ue f ala da f al en cia das r evo lu ç õ es fei t as em san g ue, p o is o caminho as si m ina g ur ado ge ra l e mn te as si m conti nua, q ua n t os ano s no en t r eta n to passa ram? T alvez agora mais mat ur id ad e, t alvez agora mais por v ave l, o g ove r no, ser feito em o u t ra forma de g o ve rna r, se nao é mu d ar o disco e to car o me s mo, po u ca a r evo lu çao, e poucas as pr aias de ba ix o do p av é, pi com pouca e r e fr es cante agua, um das mel hor e s fr ase da al t u ra aqui em portu g es n uma pa rede est eve es c rita, eu q ua n do ap as s ava por lá me ria, r e z ava as sima virgin bd ad e pr ovo ca o can c ro, v ac ina inglesa te, e ra eu ainda vi r g em e tudo, c on tudo co mo di ze is o maio est á no adn, ou ad do dn, o se ss en ta e o i to, se ser p e n te en cruz pr i me i ra do in fi ni to, e eu v os amo aa todos, d ep o is ap ar ceu o br o w na fal ra com um ar muito pr e ocupa do, as si m me par e ceu, t alvez e co as linhas da i mage m dos c h ar u to s, do hi ll finger, o dedo do monte, g os to d es ta dec lina çao, d ep o is ao q ue par e ce os t ra ba l h ista ss o fr e ram uma g rande de rr ota, h o je a no i te o p l ano est av um b oca din h o ma si ab e r to, ao l ado a be la s en hor a am ad a de um o u t ra terra, a pr o met ida, am p l i ava as si m o s en tid o da co mp ren são da co isa, mas desta v e z nao c on se gui o u vi r, ang e la se ri da visao da g ra vi dez ant e rio r agora d es a g ua da, c on te n te se mp re eu fi co com o riso, q u ie del e s o u a am an te, o r is o, en te n da inglesa se para os burros, dc madam, ap ar en te mente s u i cid o u inglesa se, onde anda rá aa g en da, um sena dor d emi ti u inglesa se por conduta se x ual, ad mit indo um g rande p eca do, se m s ab e r q ual, um pe r f ume de m ad di e, aqui me s ur gi u

em rápida analise do anterior video, realcei os seguintes elementos nele constantes, bali universal, peugeot para a prisão, o le pen pôs um peugeot blindado a venda, parafusos, relaçao a balsemão que é quem aqui os faz, da bodega do balsemão, caiu o isqueiro bic com as referencias recentemente entradas, conform en treze do oitavo do sessenta e nove de oitenta e seis, e seguintes, quando falo dos tomates das meninas, ou seja, tom at es sm serpente eni ninas , ou cruz tom oma da cruz espanhola

em rá pida ana lise do ant e rio r vi de o, rea l çe i os se g un i te s el e m en to s nel e cp o ns t ns te s, bali universal, peugeot para a pr i sa o, o le p en p os um peugeot b li n dad o a v en da, para fusos, relaçao a bal se mão aqui q ue os f az, da bo d ega do bal se mao, ca i u o is q eu i ro bu c com as r efe ren cia s r e c en te mente en te ra d as, c on form en t r e ze do o i t avo do se ss en ta e nove de o it en ta e se is, e se gui n t es, q ua n do falo dos tom at es da sm eni n as, o u seja, tom at es sm ser ep en te eni ninas , ou cruz tom oma da cruz e spa n hola

antes ao acordar quando abrira o yahoo, dera com a amada menina de meu coração com os lábios de nuvens, falara dela e ali estava ela, tao bela como sempre, tanto que até com ela em véspera sonhara só de a ver assim a olhar, segui o link e fui parar a um trailer, a ligação estava assim meio entupida e ia parando em pedaços e me dei conta que os preciso pontos se faziam leitura,

ant es ao ac or d ar q ua n do ab r ira o y a h oo, de ra com e m ad a me nina de meu co r çao a com os l á bi os de n u v e sn, fala ra de la e e li est ava el a, tao be la co mo se mp re, t an t o q ue a té com e la em v es pera s on hara s ó de a ver as si m a olhar, se gui o li n k e f u i p ar aa um t rai ler, a li g a çao e ts av as si m mei o en t up ida e ia para n do em peda ç o es e me dei c on ta q ue os pr e c is o p on to s se f az iam lei t u ra,

assim li, at one m en tt, a condessa pathé, do galo francês, do mergulho da rapariga no lago, o home que le a carta , a carta do segredo à rapariga mais jovem da casa do sino no jantar a paixão, cecilia sarkozy, a imaginação da criança que não compreende o que vê, a rapariga que mente, a menina, e o rapaz é preso e parte para a guerra com um sabre japonês, o bic amarelo da vesica amarela e preta, ian do mc e w an ac cc la e med, pr ride é pr E do judice, fr rom cruz he a ward cruz do forte inglês do vv i mn ming ning di rec tor, t w circulo fi g ue serpente b da Y , primeira fountain, fou un t a in dr da manha do ki da primeira manhã. a carta , cml, o quadro, antonio costa, aparecia dois senhores dos dois clubes de Lisboa de novo a frente dela, o costa nesse dia me outro jornal, mostrava o alvo laranja, como o símbolo da galp , a forca, no estádio do sporting, como a dizer que era o senhor governante do club, um rato q ue pe dia nas west coast das sua cadeira em seu escritório, o rato pendurado, acertara no alvo , a interpretação da imagem, assim o en t n di, k y gato home circulo do gato antonio o c tsa, west coast fui tambem um eco do primeiro texto maior que ainda nao entrara, dado por mario soares batendo no tampo de uma mesa onde dava um conferencia, desvelando em seu entender que o rapaz ingles do west coast, fora af faca

as si m li, at one m en tt, a conde s sa pat h é , do galo francês, do mer g u l h o da ra pa riga no lago, o home que le a ca rta , a ca rta do se g red o *A ra pa riga mais h j o ve m da c asa do sino no j nat ar a pai x ao, ce c i lia s ar k oz ia imagina çao da c r ian ç a que não co mp ren de o q ue v ê, a ra pa riga q ue mente, a me nina, e o ra p az é pr es o e par te para a g eu r ra com um s ab re j ap one s, o bi c am ar e l o da v e sica am ar e la e pr eta, ian do mc e w an ac cc la e med, pr ride é pr E do judice, fr rom cruz he a w ard c ur x z do forte inglês do vv i mn ming ning di rec tor, t w circulo fi g ue serpente b da Y , pr i me i ra f o un t a in, fou un t a in dr da manha do ki da pr i me i ra manhã. a ca rta , cm l, o q ua dr o, ant o ni o costa, ap a r e cia o dd o is s en hor es dos do is c lu bes de lis ba de n vo a fr ente de la, o costa ne s se dia me o u t ro jo rna l, mo s t rava o al vo lara n j a, co mo o s im b olo da galp , a fo rca, no ee st a´ di o do sporting, co mo a di ze r q ue e ra o s en hor g ove r n a n te do c lu b, um rato q ue pe dia nas west coast das s ua ca de i ra em s eu es c rit ó rio, o rato pen d ura do, ac e rta ra no al vo , a in te rp r eta ção da imagem, as si mo en t n di, k y gato home circulo do gato antonio o c tsa, west coast f u i t am b em um e co do pr i me i ro te x to maio r q ue ian da nao e ny t ra r a dad o por mario soares bat en do no t am p o de uma mesa onde d ava um c on fe ren cia, d es v e lan do em s eu en ten der que oo ra p az ingles do west coast, f o ra a ff ac a

a pequena rapariga vê algo que não compreende, ou seja, o ritual do segredo da vinci, dos templários, corsa Córsega, a história do escritor inglês, torn ap art b e y b y t rai angulo, a menina branca poe detrás da cortina vermelha, separados pelo w ar, pelo fogo o ds rio ts, dos riots, bo un d b y l ove do grande mar e do poder de rá, o sol, a cruz no campo das espigas, russia, a vesica da agua no tsunami, a arvore queimada no pântano, a culpa, do underground , debaixo de agua, o mergulho no inconsciente, j am mes mc avo , mini s t rei o da cultura, o avo Y da K eira do bal do ham gui n ness, ne ss, k do x do w primeiro de setenta e um, londres autocarro vermelho, at onde m en cruz, sao sam s am is e ruam, mrpp, meninos rabinos que pintam paredes, assim lhes chamávamos no prec, são sb primeira vareta ice, servitop . maya, rp bhudha bar lx, moeda franca, franco, disney landia, eurolandia, sábado sacramento Santiago alquimista, arroba ser vi cruz top, o pin vermelho, nico cruz erro fr na k s pi nt vaso eri zon bar co y ama gato seis os chi, p un ch y j a som castro, j tomas arcadas, transporte, sin fan te seis mail, net directa a pt, calçada da pampulha, pap, tua do olival, franklin roselvet, be o raio, nove do três de setenta e nove, k ine polis, ice mountain thomas cook t r en ds

a p e q una ra pa riga v ê al g o q ue não co mp ren de, ou seja, o r it ual do se g red o da vin c id o st em p l a ´ riso, co r sa co r sega, a h is tó ira o d es c rio t un g l ês, torn ap art b e y b y t rai angulo, a menina br anca poe de t ra s da co r tina vermelha, s epa ra d os pelo w ar, pelo fogo o ds rio ts, dos riots, bo un d b y l ove do grande mar e do p ode r de rá, o sol, a cruz no cam po das es pi g as, ru ss ia, a ve sica da agua no ts un ami, a ar vo re queimada no p na t ano, a c u l pa, do un de r g ro un d , de ba ix o de agua, o mer g u l h o no inc o ns cie n te, j am mes mc avo , mini s t rei o da cultura, o avo Y da K eira do bal do ham gui n ness, ne ss, k do x do w primeiro de set en ta e um, l on dr es au to c ar ro vermelho, at onde m en cruz, sao sam s am is e ruam, mrpp, me nino s ra bin os q ue pi n tam pa red es, as si m l he s c hama v amo s no pr e c, são sb primeira v ar eta ice, ser vi top . maya, rp b h u d h a b ar l x, moeda fr anca, franco, di s ney lan dia, eu ro lan dia, s ab ad o s ac ra men to san tia g o al q u i mi sta, ar ro ba ser vi cruz top, o pin vermelho, nico cruz erro fr na k s pi nt vaso eri zon bar co y ama gato seis os chi, p un ch y j a som castro, j tom as a rca d as, t ra sn porte, sin fan te seis mail, net directa a pt, calçada da pam pulha, pap, tua do o l iva l, fr an k lin rose l v e t, be o rai o, n ove do t r es de set en ta e no v e, k ine po li s, i ce mo un t a in t h oma s c oo k t r en ds

pensava na maddie, faz quase um ano sobre o seu desaparecimento, e mais uma vez a prova que este pretenso segredo de justiça é de profunda injustiça, e serve neste caso os abusadores, ou quem os cobre, ou o que por este veu se cobre, recordo de uma interpelação feita ao Fernando ferreira no seguinte de uma sua coluna sobre uma sua ida a inglaterra a escola onde a maddie andava, pois me pareceu na altura que as letras traziam agua no bico

pen sa v ana m a dd i e, f az q u ase um a no s ob reo s eu de sapa re cie m en to, e mai s uma v e za pr ova q ue este pr e t en s o se g red o de ju s ti ç a é de pr o f un da in j us ti ç a, e s e r v e ne st e c as o os ab usa dores, ou q eu m os co b reo u o q ue por este v eu se co br e, record o de uma in te rp e la çao fei ta ao fe rna do fe r rei ra no se gui n teo de uma s ua co l una s o br e uma s ua id aa inglaterra a es c ola onda a m ad di e anda v a, p o is me par e c u n a al t ur a q ue as l e t ra s t ra z iam a g ua no bi co

a primeira questão que efectivamente levanto é se a maddie existe mesmo, pois o único que se viu no inicio deste caso, foi uma menina com outros meninos a subir num avião com adultos como se pressupostamente fossem a caminho de férias, assim todos acreditamos que ela existe, que nesse avião veio para cá ao algarve, que a menina que se via a escorregar num dos degraus do avião, era filha do casal, mas até agora, não foi exibida nenhuma prova da sua existência, como sendo filha daqueles pais, nenhuma certidão de nascimento, ou algo assim, parte-se do pressuposto que se os pais o disseram e um conjunto de outros que com eles passavam no mesmo aparthotel férias, o confirma, assim é, mas sabemos bem como a informação é hoje manipulada, e é evidente a ligação e apoio por partes de altas autoridades inglesas no inicio deste caso

a pr i me ira q u es tão q ue efe c t iva mente l eva n to é se a m ad di e ex is te me s mo, p o is o úni co q ue se vi u n o in i cio d e ste c as o, f o i uma me nina com o u t ros me nino sa s ub o r n um avi ao com ad u l t os co mo se pr es s up os ta e mn te f os sea m a caminho de f é ria s, as si m tod os ac red it am os q ue e la e xis te, q ue ess e avi ao veio para cá no al g ar v e, q ue a menina q ue se v ia a es co rr e g ar n um dos de g ra us do avi ão, e ra fil h a do ca sal, mas at é agora, n ão fu ee xi bid a n en h uma pr ova da s ua e x us t en cia, c omo s en do fil h a da q eu l es pa is, n en h uma ce r ti dão de n ac i e mn to, o u al g o as si m, par te inglesa se do pr es s up os to q ue se os pa is o di ss e ram e um c o n j un to de o u t ros q ue com el es passa v am no me s mo ap art h ot el fé ria s, o c on firma, as si m é, mas s ab emo s bem co mo a in for maçao é h o je mani p u la da, e é e vi dente a li g a çao e ap oio por par te s de al t as au tori e dad es inglesas no in i co d este c as o

depois o caso foi evoluindo na imprensa e se tornou o primeiro a alcançar um impacto global, ou seja um veu que foi lançado a nível mundial, o que parece reforçar a tese de que se trata de uma cobertura, muito bem montada, cheia de parra e com muito pouca uva, se atendermos, as mil encenações, gráficos tri dimensionais, entrevistas, e muita informação, sem se perceber nada, ou melhor sem se chegar a nenhuma conclusão, por pequena que fosse, e uma preocupação foi montada assim na cabeça das gentes que naturalmente se preocupam, com o desaparecimento de qualquer criança

d ep o is o c as o f o i evo lui n da na i m prensa e se tor no u o pr i e miro a al can ç ar um i m pacto g l o bal, o u seja um v eu q ue f o i lan ç ado a n iv el m un dia l, o q ue par e ce ar e f o rça r a te se de q ue se t rata de uma co be r t u ra, mui to b em mon t ada, che ia de parra e com mui to p o u ca uva, se at en de r mo s, as mil en cena ç õ es, g raf i co s t ri di m en si o na is, en t r e v ista s, e mui ta in fo maçao, se m se pe r cebe r n a d a, ou mel hor se ms e che g ra a n en h uma c on c lu sao, por pe q u en a q ue f os se, e uma pr e o c ua p çao foi mo mn t ada as si m na ca beça das g en te s q ue nat ural e mn te se pr e o cup am, com o de sa pr e cie mn to de q ua l q eu r c r ian ç a

o que estava em cima da mesa do real de forma a justificar uma tal montagem, um tão grande puzzle onde os meses decorreram e a nenhum lado na aparência se chegou, mais a mais com a perfeita cobertura da treta do tal segredo de justiça, que permite tão bem assim velar por períodos enormes de tempo, parece mesmo ser o pais com enquadramento legal ideal para tal fazer, o que está em cima da mesa é uma investigação global sobre a verdade relativa ao terrorismo, o que esteve no inicio desta guerra mundial, e tambem correlativamente, todas as investigações que em sua volta se vem fazendo e de igual modo as acções de continua prevenção, e mais tarde, os acertos, em diversas caladas

o q ue es t av em c ima da mesa do real de forma a j us ti fi car uma t al mo n tage m, um tão g rande pu zz le onda os mes es dec or r e ram e a n en h um l ado na ap ar e c ni a se che g o um a is a mai s com a pe r f e it a co be r t u ra da t r eta do t al se g red o de j us ti ç a, q ue pe r mit e tão b em as si m v e l ar por p e rio d os en o r mes de te mp o, par e ce me s mo s ero pa is com en q ua dr am en to l e gal id ea l para t al f az ero q ue est á em c ima da mesa é uma in v es ti g a çao g l o bal s o b rea verdade r e la t iva ao te rr ori s mo, o q ue est e v no in cio d est g eu r ra m un dia l, e t am b em co rr e l at iv am e n te, tod a s a s in v es ti g a ç õ es q ue em s ua vo l ta se v em fazendo e de i g ual modo as ac ç õ es de conti n ua pr eve n ção, e ma si t arde , os ac e r to s, em di v e r sas caladas

tinha eu levantado algumas lebres relativas ao algarve, aos ingleses da marina de lagos, relacionados com episódios no algarve, a tal primeira tentativa de ilusão da onda gigante, que deve ter sido um ds primeiros experimentos, a historia com aquele grupo da asa delta, um avião com um ingles caíra contra uns fios, um pai morrera nas aguas a salvar seu filho, ou seja uma sequência bastante vasta com eventos com traços comuns num mesmo local, numa mesma região

tinha eu l eva nat do al gum as le br es r el at iva s ao al g ar v e, ao s ingleses da marina de l ag os, r el a cio n ado s com e pi s o di os no al g ar v e, a t al pr i me ira t en t at iva de i lu sao da onda giga n te, q ue d eve ter sid o um ds pr i me i ros e s x p eri m en t os, a h is tori a com aquele g r up o da asa delta, um avi ao com um ingles ca ira c on t ra u ns fi os, um pai mor r e ra nas g u a s a sal v ra seu fil h o, ou seja um ase q u en coa ba s t ante v at a com eve n to s com t ra ç s o co mu ns n um me ms o l oca l, n uma me s m a r e gi a o

por outro lado assistiu-se sobretudo neste últimos meses a uma espécie de limpeza, com diversas mortes violentas em diversos locais do pais

por o u t ro l ado as sis ti u inglesa se s ob r e tudo ne st e u l tim os mes es a uma es pe cie de li mp e za, com di v e r sas mor te s vi o l en t as em di v e r s os l oca is do pa is

curiosamente e como sempre significativo, o desaparecimento da maddie, dera-se no imediato a seguir à publicação de um pequeno texto em meu blog com duas particularidades, três um quatro linhas, em letras maiúsculas, a primeira vez que assim berrava, pois é esse significado de assim as usar, onde reclamava meu filho, e logo a seguir, dá-se o desaparecimento ou encenação de uma criança desaparecida

circulo do vaso do rio da sa que mente e co mo se mp rato e si gato ni do pássaro fi cat ivo, ode sa pr e cie mn to da m ad di e, da ra inglesa se no i me dia to a se gui rà pub li cação de um pe q u en o te x to em me vaso do segundo do primeiro do circulo do gato com do às par do tic, vaso de la rie dad es, cruz rato es um do quadrado da ua da cruz do ro da serpente da linha, em l e cruz do ra serpente de mai us circulo la sa pr e me ira vaso e zorro quadrado ue as si m be rr rava, p circulo is é ess e si gato ni fi circulo do ado dea serpente si m as usa rato onda rec l am av a m eu fil h oe l o g o a se gui r, d á inglesa se o de sa pr e cie mn to ou en cena çao de uma c r ian ç a de sa par e cida

ouvi eu no espirito o dizer, não queres o teu filho, sem mais nada a frente, ou a trás ou mesmo a seu lado, e assim respondi, pois já conheço a cantiga, e sei de como os bandidos fazem as encenações, e o que é que querer meu filho e meus direitos que se encontram como todos sabem sonegados pelas bestas, tem a ver com este desaparecimento, assim na altura como todos o percepcionei, como sendo real, porventura desaparecer mais uma criança, trará alguma vez de volta as duas, se fosse duas, contando o meu, como primeira?

O u vi eu no es pi rito o di ze r, n ão q eu r es o t e u fil h o, se m mai s n ad aa fr en te, o ua t rá s o u me s mo a s eu l ado, e as si m r es p on di, p os j á c on he ç o a can ti g a, e se i d e co mo os ban di d os f az em as en cena ç õ es, e o q ue é q ue q eu r e r me u fil h o e emus di rei t os q ue se en c on t ram co mo to d os s ab em s one gado s pe la s best as, t ema v e r com este d es ap ar e c i m en to, as si m na al t ur a co mo to d oso pe r ce p cio nei, co mo s en do real, por v en t ur a de as pr e ce r ma si uma c r ian ç a, t ra r á al g uam v e z de vo l ta as du a ss e f os se du as, conta n do o me u, co mo pr i me ira ponto de e x c la mação

Mais nada ouvi, e assim sendo deduzi o que seria e é lógico de deduzir, que o dizer, fora, primeiro, uma tentativa de intimidação e de culpabilizaçao, ou seja, que me pretendiam fazer crer que o desaparecimento da maddie seria feito por gente minha amiga e preocupada com a minha situação e com a de meu filho e em segundo, que o facto de eu ter começado a berrar, desvelando a minha intenção de o recuperar, levara à criação desta cortina de fumo, onde outros eventos se iriam passar, espertos, sem sombra de duvida em suas negras sobras

Mai s n ada o u vi, e as si m s en do de d uz i o q ue se ria e é l o gi co de d edu zi r, q ue o di ze r, f o ra, pr i me i ro, uma t en t at iva de in tim i d a ção e de c u l p ab il iza çao, ou seja, q ue me pr e ten d iam f az e r c r e r q ue o de sa pr e cie mn to da m ad di e se ria fe i to por g en te min h a am a i g a e pr e o cup ad a com a min h a s i tua çao e com a de me u fil h o e em se gun do, q ue o f ac to de eu ter co me ç ado a be rr ar, d es v e lan do a min h a in te n ção de o r e cup e ra r, l eva ra à c ria çao de sta co r t ina de f umo, onda o u t ros eve n t os se i r iam pa s sar, es pe r to s os ban di d os, se m s om br a de du v id a em su as ne g ra ss o brás

E a prova para mim está mais do que feita, no sentido que passou um ano, e nem a maddie apareceu, nem eu ainda recuperei meu filho, o silencio total de todas as autoridades deste pais o confirma em modo claro, que existe acordos de alto nível e transnacional para o assim fazer, e que tal facto se prende com as influencias e relações que a teresa trás com inglaterra, e com relação aos atentados bombistas, o que indica que os governos tanto ingles como espanhol sabem muito mais do que dizem, em relaçao a esses mesmos actos de terror, e tambem pelo que as entrelinhas agora qui desvelam, se prende isto com o ar do chi do vaso espanhol, ou seja com o rebentamento de atocha, que tendo sido ao ar livre desvelou claramente um ritual , ser ele feito por um ritual em swing, como ao que parece seria habito do tal grupo de ingleses

E a pr ova para mim está mai s do q ue f e it a, no s en tid o q ue passo u um ana oe ne m a m ad di e ap ar e ceu, nem eu a in da rec up e rei me u fil h o, o si len cio to al de todas as au ot i e dad es de set pa is o c on f ima em modo c l ar o, q ue e xis te ac o r d os de al to n iv el e t ra ns na cio n a is para o as si m f az er, e q ue t ak l f ac to se pr end e com as influencias e r e la ç õ es q ue a teresa t rá s com inglaterra, e com relação aos a t en t ado s bo m bi st as, o q ue indica q ue os g ove r no s t ant o ingles como espanhol s ab em mui to mai s do q ue di ze m, em relaçao a ess es me sm os ax c t os de te rr o r, e t am b em p elo q ue as en t r e linha agora q u i d es v e lam, se pr end e is to com o ar do chi do v as o es pan hol, o u seja com o ar r e b en ta e mn to de a tocha q ue t en do sid o ao ar li v re d es v e lou clara mente um ri t ua l , ser el e f e i to por um rit ual em sw in g, co mo ao q ue par e ce se ria h abito do t al g rup o de ingleses

Até vos poderei em pormenor onde se basearam para fazer esta encenação, numas palavras minha antigas, que relatavam um antigo hábito que existia naquilo a que se chamou convencionar idade média dos homens, por parte de homens que hoje julgam que crescem mais dos que os que aqui ontem viveram, enfim cada um trás a cobra da arrogância em seu peito, à exacta medida de sua estupidez, cegueira e consequente estupidez, pois bem vistas as coisas era um bom método que para o ser, desvelava com os tais da idade média, as bestas, andavam bem mais acertados nas vezes no ver de seu coração, do que as bestas de agora que a eles bestas chamam

A t é v os p ode rei em pr o m en or onda se b a sea ram para f az e r est a en c en a ção, nu ma s pala v ra s min h a ant i g as, q ue r el a t av am um ant i g o h á bi to q ue e x is tia na q eu ilo a q ue se chamo u c on v en cio n ar i d ad e mé dia dos h o m e ns, por par te de homens q ue h oje j u l g am q ue c r es ce m mai s dos que os que aqui v iv e ram on te m, en fi mc ad a um t rá s a cobra da ar ro gan cia em seu pei to, à e x cat a me di da de s ua est up id es, ce g eu ira e c on se q eu n te est u pi dez, p o is b em v ista s as co ia s e ra um b om met o do q ue para o ser, d es v el ava com os t aida da id ad e mé dia, as b es t as, anda v am b em mai s ac r eta d os nas v e ze z no ver de seu coração, do q ue as be st as de g ao ra q ue a el es best as c hama m

Depois da guerra e como garantia de paz, trocavam os homens um dos seus filhos, como pendor e penhor e garantia de protecção

Dep o is da guerra e c omo g ar an tia de p az, t roca vam os homens um do s se us fil h os, co mo p en dor e p en hor e g ar na tia de pr ot e c ção

Este era o guião base pervertido, pois nenhuma troca eu fiz, pretendi fazer, ou aceitei, isto aqui nesta versão é um roubo de um filho, um roubo de sangue que se reflectia tambem num outro lado do mundo na terra prometida com um história de dois soldados raptados para serem usados como moeda de troca na libertação de prisioneiros

Este e ra o gui ão b ase pervertido, p o is n en h uma t roca eu fi z, pr e ten di f az ero u ac e it e i, is to aqui ne st a v e r são é um ro ub o de um fil h o, um ro ub o de san g ue q ue se r efe l c tita t am b em n um o u t ro l ado do mundo na terra pr o met ida com um h is tó ria de do is sol dad os ra pt ado s para se r em usa d os como m oe d ad e t roca na liber t a ção de pr i s i one i ros

Depois pensemos que o guião das ficções apresentadas , quase parecia encomendado a senhora amada escritora agatha, se bem que se fosse ela a fazê-lo, já certamente se saberia quem eram os malandros, este era assim mais uma continua, como tem sido versão tipo labirinto sem mesmo existir, tupi

D ep o is p en s emo s q ue o gui ão das fi cç õ es ap r es neta d as , q u ase par e cia en comenda do a s en hor a am ad a es c rito ra a g at h a, se b em q ue se f os se e la a f a zê da sé inglesa l o , j á ce rta e mn te se s ab e ria q eu m e ram os m alan dr os, este e ra as si m mai s uma conti n ua, c omo te m sid o v e r são t up o l a b i rin to s em me s mo e x is tir

De coisas concretas e muito muito estranhamente lentas, temos um facto , ou uma peça da ficção, sobre o adn, e mesmo esse está sujeito à habitual névoa, pois ninguém ainda percebeu, na realidade se temos ou não um match, ou seja, segundo contaram, descobriu-se adn da maddie no carro que fora alugado pelos pais da menina três meses depois do seu desaparecimento, o que pela lógica apontaria para das duas uma

De co i sas c on c r eta s e mui to mui o est ra n h am en te l en t as, t emo s um f ac to , ou uma p eça da fi c çao, s ob reo adn, e me sm o ess e est á s u je i to à h ab it ual né vi o a, p o is nin g eu m a in da pe r cebe u, na r el aida de se t emo s ou não um mat ch, o u seja, se gun do c on t aram, d es co br i u inglesa se a dn da m ad di e no car ro q ue f o ra a lu gado p elo s pa is da me nina t r es mes es d ep o is do s eu de sa par e cie mn to, o q ue p e la lo g i ca pao n t aria para das du as uma

Ou alguém nesse período de tempo, que alugara o mesmo carrinho, se cortara, ou cortara alguém quando abrira a mala da bagageira, e por uma probabilidade ínfima, seu sangue teria um perfil genético equivalente ao da maddie, o que certamente terá sido investigado pelas brilhantes e motivadas policias

Ou al gume ne s se pe rid o de te mp o, q ue a lu g ara o me ms o car rin h o, se co rta ra, ou co rta ra al g eu m q ua n do av br ira a m ala da ba g a geira, e por uma pr ob a bil i dad e in f ima, s eu san g ue te ria um per fil g e n é tic o e q u i valente ao da m ad di e, o q ue ce rta mane tete rá sid o in v es ti gado pe l a s br ilha n t es e m ot iva d as po li cia s

Ou a criança, se existe, fora escondida, e depois ferida ou morta teria sido no carro entretanto pelos pais da maddie alugado, transportada nele, viva ou já morta, sendo que se tivesse sido morta na altura de seu desaparecimento, três meses depois provavelmente não teria manchado com sangue o forro da mala, ou não

Ou a c r ian ç a, se e x is te, f o ra es condi da, e d ep o is f eri da ou mo rta te ria sid o no car ro en t r eta n to p el os pa is da m ad di e a lu gado, t ra ns p orta da ne le, v iva o u j á mo rta, s en do q ue se t iv ess e sid o mo rta na al t u ra de s eu de as par e cie mn to, t r es mes es d ep o is pr ova v el mente n ão te ria man ch ado com san g ue o forro da m ala circulo do vaso do cao

Depois como a pretensa analise do adn, se baseia em pequena quantidade recolhida como amostra se teve que recorrer a um método por assim escrever, mais apurado de o analisar, o tal de low profile qualquer coisa, que é um método que permite detectar a sequenciação do adn, a partir de quantidades ínfimas, equivalentes a uma milionésima parte de um grão de sal, coisa que já foi aceite em tribunal , como prova, nomeadamente ingleses, e se sabe de casos que dez anos depois assim foram reabertos e concluídos com sucesso, e tambem se sabe quão fácil é hoje, transportar e colocar uma impressão alheia em local menos certo ou errado, e de igual modo com o material genético, qualquer perdigoto, assegurará um bom resultado

Dep o is c omo a pr e t en sa ana lize do a dn, se b ase i em pe q u en a q ua n tid ad e r e co l h ida c omo am os t ra se teve q ue r e co rr e ra um met o do por as si m es c r eve r, mai s ap ur ado de o ana liza ro t al de l o w por f ile q ua l q eu r co isa, q ue é um met o do q ue pe r mit e dec tec a t r a se q u en cia ção do a dn, a par tir de q ua n ti dad es in f ima s, e q eu i valente s a uma mil i o né sima par te de um g ra o de sal, co isa q ue j á foi ac e i te em t rib una l , c omo pr ova no me ad am en te ingleses, e se sabe de ca s os q ue dez ano s d ep o is as si m f o ram rea be r t os e c on c lui d os com su c ess o, e t am b em se sabe q u ão f ac i l +e h o je, t ra ns p ot y ar e c olo car uma i m press sao al he ia em l oca l m en os ce r to ou e rr ado, e de i g ual modo com o mat e ria l g en é tic o, q u q al q eu r per di g oto, as segur a rá um b om r e sul t ado

Pelo caminho desta história mal contada com a complacência e a cegueira de muitos jornalistas, alguns com ataques quase histéricos a fazer a histeria social e a preocupação montar nas cabecinhas da gentes no negro circo sem pao, uns pormenores muito desveladores das outras linha desta historia, como aquele do vaso do A invertido no ceu em Fátima quando os pais lá foram, que salvo erro fora mesmo foto de capa do jornal dos bandidos

P elo caminho de st a h is tó ria m al c on t ada com a co mp la c en cia e a ce g eu ira de mui t os jo rna li st as, al g u ns com at a q u es q a us e h us té tri co s a f az e ra h is teri a soci al e a pr e o cup a ção mo n t ar nas ca be cinhas da gentes no ne g ro cir co se m pao, um por m en o r es mu tio d es v el ad o r es das o u t ra s linha d es ta h is tori a, c omo a q eu le do v as o do A invertido no c eu em fatima q ua n do os pa is l á f o ram, q ue sal vo e r ro f o ra me s mo f oto da capa do jo rna l dos ban d i d os

Depois me pis a navegar, e assim li, o dna , que é tambem referencia a suplemento do jornal, oi dna primeira, pr circulo do fi ling forte ss em mil novecentos e noventa e nove, sec on dia gata ene ra tio n das muitas rações, mul tip le x p lu serpente sg maior p lu se pr en te, a morte do bandeira freire

Sal t ce do onze serpente circulo do forte serpente kim, a cristina coutinho, a catrall, circulo rato serpente do aquecimento weat le do ft fr oma finger p rin da cruz

Caso frio, caso fusão fria em mil novecentos e oitenta e um, morte de marion crofts, da maria crofts, circulo do ro ft ts, laura crofts a portuguesa, a uk national dna, a rapariga do colar das cobras, a lili, sky principe, serpente k do Y principe e da T maior

Ca s o fr io, ca s o f u são fr ia em mil n ove c en t os e o it en ta e um, mor te de mario n c ro ft s, da mar ia c ro f ts, cir cu l o do ro ft ts, l au ra c rif t a portu guesa, a uk nat i on al dna, a r ap a riga do c ola r das cobras, a lili, sky p rin c ipe, se rp en te k do Y principe e da T maior, uk nacional dna data ase, i m presa infor m a t i c a

O match do tony jasin sky j, ou oma rc homem do tony, j as sim do s k principe

Omagh bombing, i mage o mag homem em mi ve rt do ponto do gato jp

Oma g h bo m bing, i mage o mag h oe me em mi, emi, ve rt do p on to do gato jp

O pai com a criança aos ombros, o pai com camisola amarela, o irmão de Sampaio, o gameiro o josé, ou g ak je i ro gajeiro, calças castanho claras , o filho em seus ombros com caixa azul bebe e calças caqui, o bico da mao esquerda na asa aberta da direita, os sapatos de vela, entre o asfalto e o rugoso da ausência dele, a gravilha, o pé direito no as f al to e outro na gravilha, com um desenho de linha quebrada como uma montanha, que depois entra no lugar do condutor, cruz quebrada, a praia onda a Sílvia puxava a carroça cheio de sacos de lixo negros no tal spot indutor do ultimo fósforo o lixo do carro laranja avermelhado, home do dia dz, dia do zorro cinquenta e dois, dos dois traços, ao lado da vareta da cintura da mulher policia maçónica cujo pendura morreu, o cinto, a imagem da bela actriz no yahoo, beijando o seu home, e lhe puxando o cinto em mesmo tempo, com o retrovisor em primeiro plano, com um microfone , ou seja , uma história do passado, rapariga que o libertou beijando-o

O pai com a c r ian ç a aos om br os, o pai com cam i sol a am ar e la, o i r mão de sampaio, o g am e i ro o jo s é, cal ç as cas t an h o clara s , o fil h o em se us om br os com ca isa az u l bebe e cal ç as ca q u i, o bi co da mao es ue rda na asa ab e rta da di rei ta, os ss patos de vela, en t reo as f al to e o ru g oso da au s en cia de le, a g rav ilha, o p é di rei to no as f al to e outro na g ra v ilha, com um de s en h o de linha q eu v « br ada co mo uma mo n t anha, q ue dep o is en t ra no lu g ar do c on du tor, c ru z q eu br ada, a pr aia onda a si l v ia p ux ava a car roça che io de s ac os de li xo ne g ro s no t al sp ot indu tor do ul i t mo f os foro, li xo da ra pa riga, car ro lara n j a ave r mel a h do, home do dia dz, dia do zorro em cin q eu n t aa e do is, dos do is t ra ç os, ao l ado da v a e rta da c in t ura da mul her po li cia m aç o ni ca c u j o p en du ra mor r eu, o c in to, a i mage m da be la ac tir z no y a h oo, bei j and oo s eu home, e l he p ux and oo c in to em me s mo te mp o, com o r e to v is or em pr i me i ro p l ano, com um mic ro f one , ou seja , uma h is tó ria do passado, ra ap riga q ue o liber to u bei j and o ingles o, li gado in te rato net

A polícia maçónica é das corridas automóveis, donde se relaciona com a morte do sena, sendo os carros da frente primeira grelha, pole position direita branca, esquerda, vermelho, ou seja templários, as cores dos carrinhos

A p o li ca m ac o ni ca é das co r rid as au tom ove is, don se s e r e la cio na com a mor te do s en a, s en do os car ro s da fr en te pr i me ira g r e l ha, p ole p os i tio n di rei ta br anca, es q eu rda, vermelho, ou seja te mp l ária s, as co r es dos car rin h os

Não bate certo se dizem que a maquina que tirou a fotografia do pai com seu filho, ao lado do carro armadilhado, fora encontrada depois da explosão, que a imagem da face do rapaz esteja tapada com um véu, por uma mascara preta, pois não devem ter sobrevivido à explosão, assim a mascara indica que um veu foi posto na face de um menino, que lhe ficou velado o conhecimento dos factos, ou seja, ambos estarão vivos, e isto é uma encenação, um outro dizer, se cala h ra esta história toda uma armadilha, a partir do correio da manha, uma frase cujo sentido reverbou, pelo dizer que trazia endereço distinto, uma frase atribuída ao pai de maddie, um vaso de vingança, seja então, vamos ver onde dá, para além de onde já deu, na faca do bingo, pois se chega a verdade tambem pela mentira

N cão bate ce r to se di ze m q ue a ma quina q ue ti ro ua f oto g raf ia do pai com se u fil h o, ao l ado do car ro ar ma d ilha do, f o ra en c on t ra da dep o is da e x p l o são, q ue a i mage m da f ac e do ra p az este j a tapada com um v é u, por uma mas cara pr eta, p o is n ão d eve m ter s ob r e vi v ido à e x p l o são, as sima mas cara indica q ue um v e u f o i p os to na f ac e de um me nino, q ue l he fi co u v el ado o c on he cie mn to dos f ac t os, o u seja, am bo s est arão v iv os, e is to é uma en c en a ção, um o u t ro di ze r se cala h ra esta h is tó ria toda uma arma d ilha, a par tir do co r rei o da manha, uma fr ase cu j o s en ti do r eve rb ou, p elo di ze r q ue t ra z ia en de r e ço di s tinto, uma fr ase at rib u í da ao pai de ma dd i e, um v as o de vin gan ç a, seja en tão, v am os ver onda d á, para al é m de onda j á d eu, na f ac a do bi n g o

O pai está entre dois traços não contínuos de três na imagem visíveis, ou seja no meio da vareta primeira e segunda dos mações de uma tríade, sendo que a sombra , desvela um angulo na segunda, ou seja a do meio, ou o do meio ambivalente, a linha de sombra, é a do condutor do carro que levava a bomba

O pai est á en t re do is t ra ç os não conti n u os de t r ê s na i mage m v isi v e is, ou seja no mei o da v ar eta pr i e mr ia e segunda dos mações de uma t riade, s en do q ue a s om b ra , d es vela um a n gula na segunda, o u seja a do mei o, ou o do mei o am b iva valente, a linha de s om br a, é a do com du tor do car ro q ue l eva v aa bo mba

Seguindo a linha do angulo da sombra quebrada no lado direito da rua, condução à portuguesa, vai-se dar aos seguintes elementos identificativos na fachada de um prédio, em frente ao padox

Se gu i n do a linha do a n gula da s om bra q eu br ada no l ado di rei to da r ua, c on cu ção à portu guesa, v a i inglesa se d ar aos se gui n te s el e m en to s id en ti fi cat ivo s na f ac h ada de um pr é di o, em fr ente ao p ad o z

O que parece ser um planeta com um x por cima do equador de nuvens à direita de greenwich, a semi arco da direita da cruz , do T, marcam os suportes, des horas ou vinte e duas, a hora da inclinação da linha do equador, vermelho no circulo branco, templário

O q ue par e ce ser um pal neta com um x por c ima do equador de nu v e ns a à di rei ta de g r ee w inc h, a s emi ar co da di rei ta da cruz , do T, mar c am os s up o r te s, d es hor as ou vin te e du as, a h o ra da inc lina çao da linha do e q ua dr o r, vermelho no cir cu l o br anco, te mp l á rio

O planeta faz sombra no templário , por cima do planeta po telhado das telhas de xisto ou negras, como uma losango em faca, o templário faz sombra na cornija rosa da qual sai a sombra que entra no primeiro rectângulo deitado verde, e faz duas no rectângulo verde abaixo, no casal crescido branco e azul , o senhor e a senhora preto e rosa, um k amarelo, barreira deitado com os dois bicos para baixo, para a estrada, por um senhor de preto vestido À frente com três senhoras brancas

O p l ane eta f az s om br a no te mp lá rio , por c ima do p l na eta po te l h ad o d as te l h as de x is to ou ne g ra s, co mo uma l o san g o em f ac a, o te mp l a ´ rio f az s om bra na co r ni j a rosa da q ua l s aia s om bra q ue en t ra no pr i me i ro rec ta n gula de it a do verde, e f az du as no rec tan gula verde ab a ix o, no ca sal c r es cid o br anco e az u l , o s en hor e a s en hor a preto e rosa, um k am ar e lo, bar rei ra de ita do com os do is bi co s para ba ix o, para a est ra da, por um s en hor de preto v es tid o À fr en te com t r es s en hor as br anca s

No eixo do cruzamento do T dentro do circulo, o local da cruz, um quadrado amarelo com azul por cima, ch sales pb, quatro rectângulos, brancas janelas sobre semi arco de tijolos, br i c k serpente sendo o quinto por detrás da cabeça do menino que avi aos ombros de seu pai, cento e onze, com uma ervilha no dente do meio, a ervilha no segundo dente do garfo do tridente , verde e amarelo, ou seja brasil, assim o viu , outra senhora crescida que atravessava por detrás do carro da bomba e da mulher polícia , olhando o passado

No e ix o do c r uza m en to do T den t ro do cir cu lo, o l oca l da cruz, um au q ad ra do am ar elo com az u l por c ima, ch sa l es pb, q au t ro rec tan gulas, br ancas j ane la s s ob re s emi arco de ti j olo s, br i c k se rp e r n te s en do o q u in to por de t rá s da ca beça do me nino q ue a vi aos om br os de s eu pai, c en to e on ze, com uma e r v ilha no den te do mei o, a e r v ilha no segundo dente do g ar f o do t rid en te , verde e am ar e l o, ou seja bra si l, as si m o vi u , o u t ra s en hor a c r es cida q ue at rava ss eva por de t rá s do car ro da bo m ab v a e da mul her po li ca , o l h an d oo passado

Mastro branco , para raios liga em gráfico financeiro como os varões das escadas de metro e de uma particular visao numa estação que aqui no livro o refere, liga este mastro, ou lança, ou pico branco, a serra cinza, antiga, ao ft vermelho e preto e linha branca, coca, ao lado do padox,

M astro br anco , para raio s li ga em g raf i co f ina n ce i ro c omo os v ar õ es das esca d as de met ro e de uma p a r t ila r vi sao n uam est a ção q ue aqui no li v ro o r efe r e, li ga est e m astro, ou l ança, o u pico br anco, a serra cin za, ant i g a, ao ft vermelho e pr e to e linha br anca, coca, ao l ado do p ad o x,

Em diagonal atravessando a rua um outro mastro, o mastro da vela da casa do garfo branco que espetou a ervilha, ou seja, provavelmente uma criança,

Em dia g on al at rave s san do a r ua um o u t ro m astro, o m astro da v e la da ca sa do g ar f o br anco q ue es pet o ua e r v ilha, ou seja, pr ova v e l mente uma c r ian ç a,

Quinze de agosto de mil novecentos e noventa e oito, o ano da exposição universal aqui em Lisboa decorrer, country tyrone no r t h e ra irlanda du i r lam de za , vinte nove mortos, pius pius de desenhos animados, duzentas e vinte pessoas feridas, im ju red

Q u in ze de a g os to de mil n ove c en to s e no v en ta e o i to, o ano da e x p o siçao universal aqui em Lisboa dec o rr e r, co un t r y t y r one no r t h e ra irlanda du i r lam de za , vin te n ove mor to s, pi us p i us de d e s en h os anim ado s, du zen t as e vin te pe ss o as f eri d as, im ju red
Ap pal onze in gato seis ac cruz serpente ava gato g ery na e vi angulo sin n fé in lea ad e rato serpente gery ad am serpente ms, a w d martin ml, gui n ne ss c h ave eta do zé, circulo em dem ned at t a ac ak na d r ira di ra, it se primeiro forte

A woman pr e gato nant w it homem t e ins , t w circulo segundo spanish, spa ni serpente homem tourists, t circulo do vaso do culo do ts

Jones boro u g h v m s o u t h ar mag h dec em be rato segundo circulo de dois mil e sete, se g u dn o do circulo do espião

La teresa rato tp serpente tories, tori es, sa Y ove rato dos trezentos, o rapaz do filme,

Assim se atrasou o processo de paz, mais muitos morreram,

Lou t h and pub li cab cd primeiro mm ur p h Y

O pai que leva o filho trás uma marca de garra de galinha, três garras marcadas em seu joelho direito e o esquerdo atravessado na rotulo por uma faca, que totalmente o atravessou pela frente, e desenha o bico de um pássaro com um olho, o da direita, assim desvela a assinatura

O pai q ue l eva o fil h o t rá s uma ma rca de g ar ra de gali n h a, t r es g ar ra s mara c ad as em s eu joe l h o di rei to e o esquerdo at rave s sado na ro t u l o por uma f ac a, q ue t ota l e mn te o at rave ss o u p el a fr ente, e de s en h a o bi co de um passa ro com um olho, o da di rei ta, as si m d es vela a as sin a t u ra

Vaso au x h a onze cavalier se dan cont do triângulo de fogo ning, cruz he bomb cruz homem is p h oto w as cruz a ken shortly be for e cruz he e x p lo sio n , p on to vi r gula, cruz he cam e ra w as forte doc circulo un day af te rato w ar ds in cruz he rub bb le c h ave eta um, oma gato homem norte he rn ireland

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H ang gato zorro home circulo do vaso bay bridge san francisco circulo ak land ba y br id ge pr circulo ject, remete para as imagens das viagens ao estrangeiro ainda não aqui transcritas,
Gordon brown hoje de manhã na tv, preocupado , cocaína do jardel nas noticias, um história que rodou todo o dia

G o r don br o w n h oje de manhã na tv, p ero cup ado , coca ine do j a r d el n as no tic ia s, um h is tó ria q ue ro do u todo, circulo do Dia

Bay bridge by nigth alamo quadrado, c it tower statue conservatory fisherman s w hark onda azul e branca, ontem caiu aqui nas limpezas o home da maquina de lagos, golden gate brid ge by hi g t h lin co lin a uns do palace circulo forte da serpente arts sa e ling s un set y e rba gardens, ba ck tó América quadrado vermelho, m em der o f world t ra vao s d el cat e net ba ck to wtg, ou center? California bar ra sam francisco gal onze e r y , home da cruz maior

Ba y brid ge b y ni g t h ala mo q ua dr ado, c it to w e r st at ue co ns erva tory fisher man s w h ar k onda az u l e br anca, on te m ca i u aqui nas li mp e za s o home da ma quina de lagos, go l d en g a t e brid ge by hi g t h lin co lin a uns do palace cir c u l o forte da se r p en te ar ts sa e ling s un set y e rba g ar de ns, ba ck tó Am érica q ua dr ado vermelho, m em der o f world t ra vao s d el cat e net ba ck to wtg, ou center? Cali for ni a bar ra sam fr anc isco g al onze e r y , home da cruz maio r

With it home e mage in it ts original c on te rato da cruz dia eta e primeira serpente segundo do quinto circulo x primeiro de oitenta e sete pixels do forte do home inglês cinco divisão set do forte do home ingles do j p e g a Cruz homem is e mage may be serpente ub ject to co py rigth

Diz o correio em erro certo em seu texto, frase do pai da maddie destinada ao par raptor

Di zo co r rei o em e rr o ce r to em s eu te x to, farse do pai da m ad di e d es tina da ao par ra pt o rato

Tudo o queremos é madeleine de volta e você pode sair desta situação m diz gery

Tudo o q eu r emo s é am ad di e made lei ne de vo l ta e vo c ê p ode sa ir de st a si tua ção m di z ge r y

Cinco oceano club p on to vi rato da gula, san gato le cu do jo ad do dn se as se do Mel homem do bico a ad de mad di e, um dos vestígios estava por detrás

C inc o oceano c lu b p on to vi rato da gula, san gato le cu do jo ad do dn se as se do Mel h oma do bico a ad de mad di e, um dos v es ti gi os est ava por de t rá s

Foi ver o meu sofá, pois acabara de limpar o escritório, e lá encontrei caido uma moeda do quadrado Leonardo da vinci, ponto ni segunda estrela baraço elevado do vaso de dois do p , rato de dois mil e dois, ou zo do oz, que deve ser o cabrão que deitou abaixo sá carneiro, pois foi onde me caiu a vareta metálica, madeira ligação, ainda aqui não totalmente explicada, um dos próximos capítulos, a moeda estava por debaixo do barco north star e da visão que recentemente aqui entrou

F o i v ero m eu s o f á, p o is ac ab ra de li mp ar o es c ritó rio, e l á en c on t rei ca id o uma m oe da do q ua dr ado leo n ard o da vin c ip on to ni se gun da e ts r e la bara ço el eva do d o v as o de do is do p , rato de do is mil e do is, ou zo do oz, q ue d eve s ero c abrão q ue de i to u ab a ix o sá car ne i ro, p o is f o i onde me ca i ua v ar eta met á li ca, madeira li g a çao, a in da aqui não t ota l e mn te e x p li c ada, um dos pr ó x i mo s ca pi t u l os, a mo e da est ava por de ba i x o do bar co no r t h st ar e da visão q ue r e c en tee mn te aqui en t ro u

Ge rin e ra antónio afonso onda est aa madeleine mc ca nn ponto do segundo os pa is q eu e x p li q eu maior no quadrado europeu se rato efe re a os políticos, a spa s seis do ponto brown e serpente socrates a spa s ap pj foi ar red ada do ca serpente doc irc u l o urubu, os pa is de madeleine, são bo ns ac tor es, em es pe cia primeira a mãe, e p orta n to , ot ema agora, serpente do ó, serve para vaso en de rato jo rna is ts

Ge rin e ra ant ó ni o af on s o onda est aa made lei ne mc ca nn ponto do se g un d oo os pa is q eu e x p li q eu maior no quadrado europeu se rato efe re a os poli tic os, a spa s se is do p on to br o w ne se pr net e socrates a s pa s ap pj foi ar red ada do ca se pr en te doc irc u l o urubu, os pa is de made lei ne, são bo ns ac tor es, em es pe cia pr i me ira a mãe, e p orta n to , ot ema agora, se rp en te do ó, serve para vaso en de rato jo rna is ts


escolhei minhas Gentes , como sempre qual via seguis, a da verdade, ou a da mentira das encenações e das manhãs, achais porventura que assim vivemos melhor, com as preocupações incutidas em falso?

e vó s senhores das Leis e da comunicaçao, porque vos vergeis?


tt p ra quadrado do ar
y v m z s

qaudrado dv n dia x

c h j u r q

ah minha bela passarinha, ainda agora consigo dei, é sempre um regalo aos olhos, que ficam assim sempre em bico biquinho a vos ver, que belas perninhas tem a menina, que é toda inteira bela e me cantou assim

que o gi da sela de montar, o tal cavaleiro das botas francês, é o segundo de dc, homem inglês is top e ar min modelo ni en gato da maior primeira ode, p dois, duplo circulo de oitenta , este estrela do circulo segundo do grupo de onze dos olivais em trinta de outubro, o quadrado do jogo do galo da marca E maçonico, o segundo dedo da mao direita, ou do arco direito, o deo, do sangue no co do x a rosa e azul sur blanc, o clip da negra caneta de cinta negra dos dois dedos podados na p h oto do forte da ilê, o segredo da vitória em do is mil e set e da bb da disney da nivea, do creme que desliza, do aqua centro comercial da ave ni da roma , cut primeira longchamp agente provacador y vaso espanhol do santo laurent, pupet e circulo av a onze e rim mel do forbes no ted da more da p h oto, te onze y circulo vaso primeiro em rue ue da ti bet

i q bu vaso
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