terça-feira, junho 10, 2008

Hoje quando passei de manha no café, na tv ligada, a chegada dos representantes do estados e de diversas entidades onde se encontram muitos bandidos, vejo um carro familiar a chegar , a seu lado cavalgando, um cavalo de branco da guarda nacional republicana , uma imagem semelhante aos que acompanham um visita de kennedy ao estrangeiro, onde são visíveis dois arpoes de uma baleia que depois o levaram à morte, a face, ou melhor a face da mascara está expressa num dos cavaleiros, o tal da pont neuf, ou representado simbolicamente no quadro onde o cavaleiro negro atravessa a ponte, e que coco chanel, nos mostra dentro de um aviao da air france, recordo—me da ultima vez que passei a pé a ponte em paris, vão muitas luas atrás, seria fim de semana, a cidade, sem grande movimento, vi as pequenas casinhas de madeira com livros e gravuras, tomei um café ao pé uma sala de espectáculos, onde creio que decorria um festival de musica clássica ou de dança, e depois salvo erro nesse tarde acabei no pompidour, a casa da pirâmide e dos segredos delas, onde havia uma exposição de fotografia da world press e uma estranha e belíssima exposição de um artista que exponha uma serie de peças mecânicas robotizadas que se moviam, como uma extensão de um braço, uma extensão de mao humana, é o sentido que agora neste relembrar se me afigura

H oje quando pa s se id e manha do no do ca da fé, na tv li gado, a che gado da chegada, baile das mascaras das bestas e dos carretos, do s r ep r es en t ant es do estados e de di v e r sas en tid ad es onda se e 3 n c on t ram mui to s ban d id os, v e jo um car ro fa mila ira a che g ar , ase u l ado c ava l gan do, um c av al o de br n aco da guarda anc i on al r e pub lica ana , uma i mage m se me l h ante aos q ue ac o mp anha m um v isi ta de k en ne d y ao es t ra n geiro, onda são v isi v e is do is a rp o es de uma bal lei a q ue d ep o is o l eva ram à mor te, a f ac e, o u mel hor a face da ma s cara est á e x press a n um dos c av a lei ro s, o t al da pon t ne u f , o u r ep r es en t ado s im boli ca mente no q ua dr o onda o c ava lei ro ne g ro at ar v ess aa ponte, e q ue coco ch ane l, no s mo s t ra d en t ro de um aviao da air fr anc e, recordo do traço da inglesa me da u l tim ave z q ue pa s seia p é a ponte em paris, v cão mui t as lu as at rá s , se ria f im de se mana, a cidade, s em g ar n de mo vi e mn to, vi as pe q eu na s ca sin h as de madeira com li v rose g h rav ur as, tome i um ca fé ao p é uma do sala de es pe cta cu l os, onda c rei o q ue dec o rr ia um f es t i v a l de mu sic ac lassi ca ou de dança, e d ep o is salvo e r ro ness e t arde ac ab e ino po mp id o ur, a c asa da pirâmide e dos se g red os de l as ,onda h av ia uma e x p o si sao de f oto g raf fia da w o r l d p r ess e uma es t r anha e be l is sima e x p o si sao de um art ista q ue e x pon h a uma serie de p eça s meca nin c as ro do bo t iza d as q ue se mo v iam, como uma e x t en sao de um br aço, uma e x t en sao de mao humana, é o s en tid o q ue Agora ne ts r e l e , m br ar se me af i gu ra

O carro francês, um belo carro francês, que parece ser desenhado pelo autor de michel vaillant, lá vinha na avenida em viana do castelo, na terra dos corações doirados, lá de dentro saiu um outro ro da justiça, exactamente aquele que tinha de novo mencionado em texto recente, o que não ainda me respondeu, o que não me recebeu, o que me tem sonegado o direito de queixa que me assiste , como a qualquer outro cidadão, de apresentar uma queixa sobre um juiz, neste caso uma juíza corrupta, ali estava ele depois saindo do carro francês, com um gravata vermelha, a ecoar no que desvelara no video de ontem, um che vermelho, um che cc comunista e ou maoista, ou com relaçao a um outro da relaçao

O car ro f ar n c es, o um belo car ro fr anc es, q ue par e ce ser de s en h ad o p elo au ro r de mic he l v a i lan t, l á vinha na ave v id a em viana do castelo, na te r ra dos co rações do orçamento de s tea do ess pan hol do ira do s, l á de d en t ro sa i uu m o u t ro r, o da justiça, e x cat ae mn te aquele q ue tinha de n ovo m en cio n ado em te x to r e c en te, o q ue q u en cão a inda me r es pon de u, o q ue n cão me r e cebe u, o q ue me te m son e gado o dr e it o de q eu ix a q ue me asis sis te , co mo a q eu al q u ero u t ro cida dao, de ap r es en t ar uma q eu ix a s o br e um ju i z, neste c as o uma j u iza co rr u pt a, al i est ava el e d ep o is sa indo do car ro fr anc es, com um g rava t a ve r me l h a, a e coa rato do no q ue d es v e lara no vi de o de on te m, um che v e r em e l ho, um che cc com uni s ta e ou mao ista, ou com relaçao a um o u t ro da relaçao

E porque razão o senhor que é o presidente do conselho superior de magistratura deste país não me aceita a queixa sobre a juíza corrupta que lavrou em letra de falsa lei, o rapto de meu filho?

E por q ue ra z ao o s en hor q ue é o pr es id dente do c on s e l ho super i or de magi s t ra tura d este pa ís n ão me ac e ita a q eu ix a s ob rea j u iza co rr u pt a q ue l av ro u em l e t ra de f al sa lei, o rp pato de m eu fil h o do ponto da foice do ar, in te rr gato do ac à sao

Só uma razão existe, sua implicação no rapto , e , ou o seu encobrimento, e isto faz prova que o senhor estará a par das razoes dos malandros, e mais grave, consequentemente, o senhor presidente juiz, ex presidente do supremo, se coloca como fora da lei, pois não a cumpre, ou seja, não aceitando a queixa, sonega a própria lei, e assim terá que ser demitido de suas funções pois não pode um juiz do supremo, atentar por actos e omissões contra a própria lei


S ó uma ra z sao e x iste, s ua i mp li caça p on o ra pt oe , o u o s eu en c o br i men to, e is to f az pr ova q ue o s en hor est a rá a p ar das ra z o es dos ma lan dr os, ema is g ar v e, co ns e q eu n te mente, o s en hor pr e sin de te ju i ze x pr es id dente do supremo, se colo do co mo fo do fr ra da lei, p o is n cão a cu mp reo u Seja, n ão ac e ita n do a q eu ix a, son ega a pr o pr ia lei, e as si m te rá q ue se r d emi tid o de s u as f un ç o es p o is n ão p ode um juiz do supremo, at antar por ac to ze o miss o es c on t ra a pr ó rp ia lei


Como é senhor juiz bandido noronha de castro, cujo destino agora mesmo desvelou pela sua gravata a relaçao que a Palavra ontem no video evocava da relaçao dos bandidos que se encontram no ministério publico da justiça, e que estão implicados neste caso

O senhor não trás resposta, porque não quer ou assim está obrigado a não desvelar o que sabe, e prefere assim não cumprir a lei , que trás como função decorrente das vestes que mal leva, velar e cumprir

Não lhe resta outra alternativa que se demitir, e fazendo-o repor a verdade e a justiça!

Como é senhores juizes deste país, que optam, cobrir a injustiça, fazer assim demonstração cabal que são bandidos disfarçados de bons cidadãos, ou repor a justiça, fazer o cumprimento das leis e afastar os corruptos?!!!!


Co mo é s en hor ju i z ban di do noronha de castro, c u jo d es t ino Agora me s mo d es v e lou pe l a s ua g rav at aa relaçao q ue a Pala v ra on te mn o vi de o evo c av ad a relaçao dos ban di id os q ue se en c on t ram no minis té rio publico da justiça, e q ue es tao i mp li ca d os neste c as o

O s en hor n cão t rá s r es posta, por q ue n cão q u ero u as si m es t á ob riga d o anão d es v e l ar o q ue s abe, e pr efe rea ss im n cão cu mp r ira lei , q ue t rá s co mo f un sao deco rr ren te das v est es q ue m al l eva, v e l ar e cu n pr i rato

N cão l he r es tao u t ra al t rena t iva q ue se d emi tir, e fazendo do traço do circulo ingles r ep o ra v e rda d e e a j us tic a e e x c la mação

Co mo é s en hor es juizes d est epa ís, q ue o pt am, co br ira in ju s tic a , f az e ra s si m demo ns t raçao ca be l q ue são bandidos di s f a rça d os de bo ns cida dao s, o u r ep o ra j us tiça, f az ero cu mp r ie mn to das lei ws e f as t ar os co r uu pt os do ponto da foice do ar dos quatro porn das p oto s de x no circulo la maçao

E os senhores seus colegas , se o senhor não se demitir , o que esperam para o fazer?
E a mesma pergunta ao governo e à assembleia da republica

Depois foi ao supermercado, enquanto caminhava na rua , se ouvia das televisões, a voz do big brother cavaco silva, ia ele precisamente e dizer, que era necessário maior exigência de qualidade, qualidade, senhor presidente, quando o senhor tambem opta por cobrir os corruptos, e não faz nada que se veja, pelo cumprimento das suas próprias funções de garante que a lei é cumprida, que todos são iguais perante ela, e que a corrupção e a mentira não pode prevalecer, demita o senhor esse outro que se porta e vai como bandido com a agravante de trazer a seu pescoço o colar da balança, e pense tambem em se demitir se assim não cumpri as funções que o Povo Soberano lhes trás a si confiadas!

D ep o is f o ia o super me rca do, en q ua n to caminha v ana rua , se o u v ia d as te l visoes, a v oz do bi g br ot her c av aco silva, ia el e pr e cisa mente e di ze r, q ue e ra ne ce s sário maio r e x i g en cia de q ua li dad e, q ua li dad e, s en hor pr es si dente, q ua n do o s en hor t am b em o pt a por co br ir os co rr u pt os, e n x são f az n ad a q ue se Veja, p elo cu mp rim en to das sas u pr o pr i o as fun ç o es de g ar an te q ue a lei é cu mp rid a, q ue todos são i g ua is pe ra n te el a, e q ue a co rr u p sao e a m en t ira não p ode pr eva le ce r, demi ota o s en hor ess e outro q ue se p orta e va i co mo bandido com aa g rava n te de t ra ze r 4 a se u p es coço o co l ar da bala ança, e pen se t am b em e ms e demi tir se as si m n cão cu mp ria s f un ç o es q ue o P ovo S ob e r ano l h es t rá sas si c on fia d as do ponto do e x circulo la mação

Acham poucos os crimes e o sangue que aqui se desvela nestas linhas!



Acabou des er neste momento atropelado um camionista

Ac ab o u d es e r neste mo m en to at rope l ado um cam i ni st a

O recibo do pingo doce, dizia, cinco percentil do pau das padas do circulo so seth, do circulo de oitenta, em oitenta, cinco do percentil da manteiga, a quente com que se barra a faca que corta a carne do pão, do primeiro da divisão de cinquenta e dois,. Cinco do percentil do quadrado maior do principe maior do cam do multibanco do cren em frança, do primeiro da divisão de quarenta e nove, t ota primeira da tríade do vi do rato da gula de oitenta e um, euros vinte, cruz roco, dezasseis do vi da rato da gula do primeira do nono, at tendido por dos dois pontos do is da milena do almeida, da cadeirinha, certamente, almeidinha, vierinha, vieira, assim se fazia a troca dos nomes no video ultimo, lá iremos em maior detalhe

O r e cibo do pi n g o d o ce, di z ia, c inc o pe r centil do p au das padas do circulo s o seth, do cir cu l o de oitenta, em oitenta, cinco do pe r c en til da manteiga, a q u en te com que se bar ra a faca q ue co rta a car ne do pão, do primeiro da di da visao de cinquenta e dois,. Cinco do percentil do quadrado maior do principe maior do cam do mul ti ban co do c ren em frança, do pr i e mr i o da di visao de q eu rn ta e nove, t ota pr i me ria da t riade do vi do rato da gula de oitenta e um, euros vinte, cruz roco, dez ase is do vi da rato da gula do pr im e i rp do nono, at tendido por dos dois pontos do is da milena do almeida, da cadeirinha, ce rta e mn te, almeidinha, vierinha, as si ms e f az ia a t roca dos no mes no vi de o u l tim o, l á i r emo se m maio r d eta l he

Dia de Portugal, que a vergonha desça sobre vós, o entidades de todas as sombras de todas as misérias e de todas as corrupções e bandidos

Dia de Portugal, hoje não é, pois Portugal É Justo e Justiça de Amor

Lembram-se porventura do que Camões sofreu em sua vida, para hoje assim lhe fazerem arrepiar em sua tumba, vampiros post mortem, a chupar os ossos daqueles que mal tratam em vida!

Morrei vós na estrada de regresso, em vez de camionistas, que protestam, pelos seus direitos!



Dia de Portu gal, q ue a ve r g on h a d esca s ob r e vó s, o en ti dad es de todas as s om bras de todas as misé r ias e de todas as co rr up ç õ es e ban di d os

Dia de Portu gal, h oje n cão é, p o is Portu gal É Justo e J us tic a de Amo r

L em br am da inglesa se por v en tura do que Cam o es o fr eu em s ua vi da, para h oje as si m l he f az e r em ar r epa i r em s ua t um ba, vam piro s p o st mor t ema c h up ar os ossos da q ue l es q ue m al t ar tam em vi da do ponto do x em circulo la mação

Mor eri vó s na est ard a de r e g r ess o, em v e z de cam i ni o ni t as, q ue pr t es t am, p elo ss e us di rei t os do ponto do x no circulo de la mação


É só bandidos e bandidagem que nas entrelinhas da faca da Palavra aqui se desvela!!!!!

É s ó ban di d o ze b ad di id a g em q ue nas en t r e li n h as da faca da Pala v ra aqui ue se d es v e la das cinco marcas em cinco pontos dos x circulo la mações

kapa sorro g z g
The missing link


Uma cruz e uma outra cruz de maior dimensão que a amplifica e faz cruzar entre emissores e receptores as ondas e assim se produz uma cruz, as pipocas que estes belos e criativos jovens demonstram assim neste pequeno video, conseguirem desta foram modificar o estado material do milho, aquece-lo , expandi-lo e faze-lo rebentar,

Um cruz e uma o u t ra cruz de maio r di e mn sao q ue a am p l i f ica e f az c ru za r en t re emi s sor e r e ce pt o ra son d as e as si m se pr o d u z uma cruz, as p ip ocas q ue estes be l os e c r iat iv os jo v e ns demon s t am as si m neste pe q eu no vi de o, co nse gui r em de st a f o r am mo di fi car o estado mat e r ia l do mi l h o, a q eu ce do inglês l o , fe x pann di inglês l o e f a ze ingles l o r e ben t ar,

Pann, pannini, futebol italiano de outro jeito e modo

Hoje de manha quando o vi, minha intuição disparou, pois me recordei de uma das ultimas imagens que se insinuara no meu espirito e que se substanciara em diversas vertentes, nomeadamente as ultimas ideias sobre aproveitamento do calor do sol nas paredes e mesmo no seu interior, onde desde há muito se usam processos distintos de isolamento e de conservação de calor, desde um espaço vazio entre duas fiadas, até o seu preenchimento com materiais que pela similaridade de cor, me fez clique na intuição, as espumas, ou as fibras, antes mesmo alguma delas como a chamada lá de rocha, que depois veio a ser proibida, por ser causadora de cancros, me recordo neste momento do edifico da comunidade em Bruxelas, um domingo dos ultima vez que lá estive, quase verão seria, a cidade completamente deserta , eu ao pé do edifício em
Estrela e as obras, ou mesmo a sua demolição, de que na altura se falava pelo uso do amianto

H oje da manha do q ua n do o vi, min h a in t u i sao di spa ro u, p o is me record e id e uma das u l tim as i mage ns q ue se in sin ua ra no m eu es pei e it o e q ue se s ub bas tan cia ra em di v e ra s v e r t en t es, no me ad damen te as u l tim as id deia ss o br e ap ro v e ita men to do ca l or d o Sol nas pa red es e me s mo no se u in te rio r, onda desde h á mui to se usa m pr o c ess os di s tinto s de is sol sola a mente e de c on serva são de ca l o r, desde um e spa ç o v az io en t re du as fia d as, at é o seu pr en c hi men to com mate ira si q ue pe l a si mili ra di dad e de cor, me fez c l ux k na in t u i sao, as a es pumas, ou as fi br as, ant es me s mo al gum a de l as co mo a ch ama d a l á de rocha, q ue d ep o is veio ase r p roi bid a, por ser c au sa do ra de can c ro s, me recordo neste mo m en to do edi fi cio da co um ni dad e em br ux e l as, um domingo dos u l tim a v e z q ue l á est iv e, q ua ase v era o se ria, a cidade co mp l eta mente de se rta , eu ao p é do edi fi cio em Estrela e as ob ra s, o u me s mo a s ua demo li sao, de q ue na altura se f al av a p elo us o do ami ian to

E me subiu à memória uma linha de uma hipótese, das ultimas que escrevera em relaçao com as torres gémeas, extrapolada de um outro caso de explosivos que foram enfiados numa bancada de futebol, dois anos antes, na altura de umas obras que foram feitas , e que depois num acontecimento publico, passado todo esse tempo, explodira mais uma vez com mortos e feridos, que me impressionara por ser prova evidente de que o que estávamos no mundo assistindo era algo muito bem e com muita antecedência planificado

Ene s ub o ua me mor ia uma linha de uma h ip ot te se, das u l tim as q ue es c r eve vera em relaçao com as to rr es g é me as, e x t ra pol ad a de um outro caso de e x p l os iv os q ue f o ram en fia d os numa ban ca da de f u te bo l, do is ano s ant es, na al ru ra de umas ob ra s q ue f o ram fei t ra se q ue d ep o is n um ac on tec ie mn to publico, passado t o do ess e te mp o, e x p l o di ira mai s uma v e z com mor to ze fe rid os, q ue me i mp r ess sio n ar a p o r ser pr ova e vi dente de q ue o que est ava mo s ano mundo as sis t in t do e ra a l g o mui to b em e com mui ta ante ce den cia p l ani fi ca do

E perguntava nessa ultima reflexão sobre as torres, ainda sobra o processo que levou à sua queda, se teriam sido feitas obras antes em pisos por assim dizer chave numa perspectiva de ruptura das suas traves mestras que o pudessem fazer mais tarde cair, sendo que poderia então a coberto dessas obras de remodelação, lá terem sido colocados explosivos, que se reflectiam em recentes imagens da altura onde se mostrava os pilares com cortes biselados, como é a assinatura deste processos de implosao de edifícios,

E p e r gun t ava ne s sa u l t iam r efe l x ao s ob rea s to rr es, a inda s o br a o pr o c ess o q ue l evo u à s ua q eu da, se te r iam sid o fei t as o bras ant es em pi s os por as si m di ze r ch ave n uma pe rp es pt iva de ru r tura das su as t rave s ne st ra s q ue o p u de ss em f az e r ma si t ard de ca i r, s en do q ue p ode ria en tao a cobert o de s sas o bras de r emo dd e l ac sao, l á te rem sid o c olo ca do s e x p l os ivo s, q ue se r efe l c t iam em r e c en te s i mage ns da al tura onda se mo s t rava os pilar es com cortes bisel ad os, co mo é a as sin at u ra d este pr o c ess os de i mp l o sao de edi fi cio s,

Contudo agora o ver as pipocas, o que a intuição me grita, e que de certa forma se encaixa com todo o resto já abordado sobre redes e ressonâncias nas malhas poderá então ter sido o processo usado, a expansão dos matérias usados no recheio das paredes, que assim quebra ao se expandir, a estrutura e que originara assim a sua queda, a espuma , a espuma injectada entre as fiadas dos tijolos, a tal semelhança que ao ver a pipoca de imediato se avivara, a espuma expansível da mesma cor amarela claro

C on tudo Agora o v er a s p ip o ca s, o q ue a in t u i sao me g rita, e q ue de ce rta forma se en caixa com t do s oo r es to j á e bo rda do s ob r e red es e r ess on ac cia s nas malhas poe d rá en tao te r sid oo por c ess o usa do, a e x pan sao dos mat e ri as usa d os no r e ce hi o das pa red es, q ue as si m q eu ba ra ao se e x pan di ra est ru r u tura e q ue ori gina ra as sima sua queda, a es p eu ma , a es pe uma inglesa ject ad a en t rea s fia d as dos ti j olo sa t al se mel h ança q ue ao ver a p ip oca de imediato se av iva ra, a es puma e x pan s iv el da me s ma cor am ar e la claro

Aqui o link para o video no yahoo

www.yahoo.com/s/896936

o sessenta e nove do com da serpente de oitenta e nove, o terceiro do sexto, do ze texto


a v u s cz