quarta-feira, junho 11, 2008

Pelo espirito assim ouvi, mas é o real verdadeiro, isto relativo ao video, sim, passo a demonstrar

P elo es pi tito as si m o u vi, ma s é o real v e r da de i ro, is to r e la ti vo ao vi de o, sim, passo a demo sn t ra r

A cadeira onde me sentei, não costuma estar naquela posição definindo um angulo com a estante que está por detrás ,assim ficou no dia recente que aqui dei conta quando andei a esfregar o chao com scott brite

A c ad e ira onda me s en te i, não co s t uma e ts ra na q eu la p o si sao d efe nin do um gan u l o com a es t ante q u ee s t á p o r de t rá s,a s si m fi co u no dia r e c en te q ue aqui de i c on ta q ua n do ande ia es fr e g a ro chao com sin c ron ni s mo do ot t brite

A toalha vermelha, que é a minha corrente toalha de banho, não costuma li ficar, estranhamente ali ficou de véspera, visto ainda não ter no dia da gravação tomado banho, a prova é o meu cabelo para quem o conhece, trás partes assim levantadas,

A to alha v e r em l h a, que é a min h a co rr en te to alha de ban h o, n ão co s t uma li fi ca r, est ra anha mente al i fio cu de v es pera, vi st oo a inda não te r n dia da g rava sao tom ad o ban h o, a p r ova é o meu ca belo para q eu m o c on he ce, t rá s par te s as si m l eva n t ad as,

A toalha vermelha simboliza na imagem a as vermelha de sangue, tem um ponto de principio que entra nas costas do cadeirão, depois sobe pelo braço direito e chove para o chao, a minha mao no inicio do video reforça este contar, esta leitura

A to alha vermelha s im bo l iza na i mage m a as vermelha de san g ue, t em um ponto de p rin cip e io q ue en t ra n as costa s do ca de ira o, d ep o is ob e pr leo br aço di rei to e ch uve para o chao, a min h a mao no i n i cio do vi de o r e f o rça este c on t ra esta lei tura

Ela está lá na primeira parte do video referente a policia, especificamente ao ministério publico e ao diap, quando a conversa muda, eu próprio a tiro de lá em gesto automático de expressão, por assim dizer, ou seja fora feita, parte da identificação, que correlaciona a asa vermelha, seu aparecimento e seu verter, ou seja o verter do sangue

E l a es t á l á na pr im e ira par te do vi de o r efe ren tea policia, es pe c i f ica mente ao mini té rio publico e ao diap, q ua n do a c on v e r sa muda, eu pr o pr io a t i ro de l á em ge s to au y tom a tico de e x press sao, por as si m di ze r, o u seja f o ra fe i ta par te da id en ti fi caçao, q ue co rr e l a c io na a asa vermelha, seu ap ar e cie mn to e s eu v e r te r, o u seja o v er ter do san g eu

Quatro são portanto as cores que se manifestam na cadeira sendo que depois se tronam tres, o preto, o prata da sua estrutura, o vermelho enquanto a asa lá está e um reflexo, em triângulo azul, que marca o joelho , a articulação da perna direita e outros pontos no corpo à medida em que ele se vai mexendo

Quatro são p o rta n toa s co r es q ue se m ani festa am na ca de ira s en do q ue d ep o is se t ron am t r es, o preto, o p a rta das ua s est ru tura, o vermelho en q ua n to a asa l á est á e um r e f l e xo, em t r ian gula azul, q ue ma rca o joe l ho , a art i cu l ac sao da pe rna di rei ta e o u t r ros p on to s no corp o à me di da em q ue el e se v a i me x en d o

A estrutura frontal da direita onde se encontra a as vermelha que jorra o sangue para o chao, diz ser a o primeiro , ou primeira, do primeiro angulo de prata e negro, que serão aa cores do bandido inicial, de um forte invertido, que inverteu a mim, ou seja contou histórias ao contrario da verdade, a cadeira em si , desenha um u, um vaso perfeito, onde eu me sento a contar

A est ru tura fo rna t l da di r e tia onda se en c on t ra a as vermelha q ue j o rr ra o san g ue para o chao, di z ser a o primeiro , ou primeira, do p rim e i r a n gula de prata e ne g ro, q ue se ra o d asa co r es do ban dido inc ia l, de um forte ive r tid o , q ue ine verteu a mim, o u seja c on to u h is t ´ roi as ao c on t ra rio da v e rda dad e, a ca de ira em si , de s en h a um u, um v as o pe r fe i to onda eu me s en to a c on t ra

A cadeira desenha pela sua posição a estante um angulo, ou seja, um angulo assim se estabeleceu entre a cadeira, o meu sofá e a estante dos livros, os livros que simbolizam tambem as leis, no sentido que as palavras ordenam, quaisquer que sejam e simboliza tambem o conhecimento, ou seja, uma história que de mim o prata terá contado a alguém da lei e que fez um angulo à minha cadeira, ou à cadeira onde nas vezes me sento

A c ad e ira d e s n h a p el a s ua p o sic sao a est ante um an gula, o u seja, um na gula as si m se est abe le ceu en t rea ca de ira, o me u s o fá e a est ante dos livros, os li v ro s q ue s im bo l iza am t am b em as leis, no s en tid o q ue as p l av ra s or dena m, q ua is q eu r q ue se j am e s im bo l iza t am b emo c on he cie mn to, o u seja, uma h is tó ria q ue de mim o prata te rá c on t ad o a al g eu m da lei e q ue fez um a n gula à min h a cadeira, ou à ca de i ro onda n as v e ze s me s en to

Os quadrados e cubos dos favos da estante na posição em que a cadeira ficara, desenham uma perfeita cruz, ou seja estamos aqui a falar, ou melhor, fala assim a imagem da cruz que se desvela, sendo que a minha cabeça , quando me sento, corresponde, ao coração da cruz, ou seja um espelho de quem terá sido a cabeça da cruz, ou seja ainda , a cabeça, o pensar, de quem organizou a minha crucificação, nos quadrados estão livros e objectos que contam então os pormenores da história e dao pistas dos muitíssimos que foram envolvidos para fazer crer a tramóia como real

Os quadrados e cubos dos favos da est ante na p o si sao em q ue a c ed ira fi cará, d es en ham uma pe r fe i ta cruz, o u seja est am os aqui a f al ar, ou mel hor, fala s sima i mag me da cruz q ue se d es v e l a, s en do q ue a min h a ca beça , q ua n do me s en to, co rr es ponde, ao cora sao da cruz, o u seja um es p el h o de q eu m te rá sid o a ca b eça da cruz, o u seja a id dna , a ca b eça, o p en sar, de q eu m o r gan i zo ua min h a c ru xi fi cação, nos quadrados es tao li v rose ob ject os q ue c on tam en tao os pr om en o r es da h is tó ria e dao pi st as dos mu i ti ssimo, sismo, s q ue f o ram en vo l vi d os para f az e r c r e ra t ram i o a c omo real

Ou seja a acusação de que fora eu que provocara o sismo em dezembro, o primeiro grande, que tiveram o cuidado de fazer o quebrar da minha família com tal previsto pelos malandros acontecer

O u seja a ac usa sao de q ue f o ra eu q ue pr ovo cara o sis mo em dez em br o, o pr i me rio g rande q ue t iv e ram o cu id ad o de f az ero q eu br ar da min h a f a mília com t al pr e vi s to pe l os ma l na dr os acontece rato

Acabaram de entrar mais uma vez , neste preciso texto, os socialistas

Hoje por volta da hora do almoço comprei o publico e voltei a casa, ao lê-lo, quando abri a pagina onde está a coluna do nuno portas, o pai dos dois distintos irmãos e da bela catarina, um cabelo ali em forma de perfeito seis apareceu, mesmo ao lado e por altura da sua fotografia, ao lado de MG, que assim vem referenciado, ou seja miguel Gaspar , que aqui adquire tambem outro sentido, o de ser o maior gato ao lado do portas, ou do nuno porta, ou da porta do nuno,

H o je por vo l ta da hor a do al moço co mp rei o publico e vo l teia c asa, ao l ê da sede inglesa l o, q ua n do ab ria pa gina onda est á a co l un a do nuno p o rta s, o pai dos do is di s tinto s i r mao s e da bela cat ar ina, um ca belo al i em forma de pe r fe i to se is ap ar e ce um, me s mo ao l ado e por al tura da sua f ot g raf fia, ao l ado de MG, q ue as si m v em r e fr en cia dao, o u seja miguel g aa spa r , q ue aqui ad q u i r e ta m b em o u t ro s en t id o, o de ser o maio r gato ao l ado do portas, o u do n un o p orta, o u da p orta do nu no,

Curiosamente sem curiosidade na pagina ao lado, aquela rapariga que me trás sempre muito preocupado, pois cada vez que a vejo em foto ou mesmo na televisão, sua face sempre me diz o mesmo, esta rapariga é uma sofredora constante e crónica, algo de profundamente errado vai dentro de si, e sua face sempre o está reflectindo,

Cu rio sa que mente s em cu rio sida dade na pa gina ao l ado, aquela ra pa riga q ue me t rá s se mp r e mui to pr e o cup ad o, p o is c a d a v e z q ue a Vejo em f oto o u me s mo na tele e visao, s ua face se mp r e me di zo me s mo, est a ra pa riga é uma s o fr e dora co sn t ante e c ró nica, al g o de pr o f u dna que mente e r ra do v a i d en t ro de si, e s ua f ac e se mp reo est á r efe l c t indo,

Me recordo de suas letras um dia terem perguntado, mas então onde é que erramos na integração, ah teresa de souza, agora vir atl perguntar, ainda mais a mais quando já foi explicado, e que se resume a relembrar uma triste verdade, a integração que se tem andado a fazer, é falsa, são actos de maquilhagem de guetos contemporâneos, e uma outra, que era, já o caminho, eu apontei há mais de vinte anos e que depois o miguel portas parece que fez lá por cima na europa um brilharete, como sendo sua, quando eu lá dei em conversa, exactamente por saber que ele andava nessa coisa de brincar a que chama de política, que é, a integração para ser à seria, começa no berço e no berçário, ou sej nas creches e na primária, e enquanto nao houver integração em igualdade de acesso, sendo todos nós a suportar o evidente de momento e acumulado diferencial, não haverá nunca integração sustentada e geradora da almejada harmonia, e depois se espantam de todo mais uma vez ter ardidos e de vivermos em plenos barris de pólvora, que nós próprios fizemos.

Me record o de s ua s l e t ra s um dia te r em pe r g u nat do, ma s en tao onda é q ue e r ramos na in te g raçao, a h teresa de s o uza, Agora vi ra t l per g un t ar, a inda ma isa mai s q u en a do j á f o i e x p l ica do, e q ue se r e s um e a r e l em br ar uma t r iste v e r da dad e, a in te g raçao q ue se t ema anda do a f az e r, é f al sa, são ac to s de ma q u ila h ge m de g u t os c on te mp o ra neo s, e uma outra, q ue e ra j á o ca mini q ue eu ap on te i h á ma si de vinte ano se q ue d ep o is o miguel portas par ace q ue fez l á por c ima na eu r opa um br ilha r e te, co mo s en do s ua, q ua n do eu l á dei em c on v e r sa, e x ac tamen te por s ab e r q ue el e anda v ane s sa co isa de br inca ra q ue c h ama de po i li tica, q ue é, a in te g raçao para ser à se ria, co m eça no be r ç oe no be rc á rio, o u sej nas c rec h es e na pr i má ria, e en q ua n to n º cao h o uve r in te g ra capo em igual dad e de ac ess o, s en do todos n ´ po sa s u p orta ro e vi dente de mo m en to e cu mul ado difer en cia l, n ão h ave rá nu cna in te g raçao s us t en t ad a e ge ra dora da al me j ada h ar moni a, e d ep o is se es pan tam de todo ma si uma v e z te r a r di do se d eve i e v r , mose m p l e mn os bar r is de polvo rá do ponto do quadrado ue n ó s pr ó pr i os fi ze mo s

Me disse um dia o espirito, por um belo senhor que faz ou fez uns pequenos programas na tv, sobre economia, com uns convidados de todos os lados do mundo, assim uma coisa tipo postal e global quanto baste, que aparecia antes de um seu programa começar, numa promoção, que a senhora e os dois senhores que nesse dia estavam a seu lado, erra a tal garra, o tal semi circulo da garra ou do torniquete aí das bandas do publico, o que me apertava, nao é verdade senhora, e o sendo então a sua face nas melhor das possibilidades quererá dizer, que anda obrigada a assim o fazer, pois se assim o é, desfaça, os laços negros a que se obriga, pois se não vai ganhar uma doença dentro de si, a ver pelo que o seu rosto espelha

Me di see um dia o pe siri to, por um b elo s en hor q ue f az oi fez un sp e q u en os pr o g rama s na tv, s ob re e co no mia, com u ns c on vi dad es de todos os l ado s do mundo, as si m uma co isa t ip o postal mas b em fe i to, com s abe r e co rr e cta mente o rei n t ado, e global q ua n to ba s te, q ue ap ar e cia ant es de um s eu pr o g rama co me ç ar, n uma pr o mo sáo, q ue a s en hor a e os dois s en hor es q ue ne ess e dia est ava m a se u l ado, e r ra a t al g ar ra, o t al s emi cir cu l o da garra ou do tor ni q eu te aí das ban d as do pub l cio, o q ue me ap e rta v a, n ap o é v e r da dade s en h ro a, e o s en do en tao a s ua face nas mel hor das po s sibil i dad es q eu r e rá di ze r, q ue anda ob riga da a as si m o f az e r, p o is se as si m o é, d es f aç a, os l aços ne g rosa q ue se ob riga, p o is se n ão v a i g na h ar uma do en ç a d en t ro de si, a ver pelo q ue o s eu r os to es ep l h a

Soas as aceita ou se temos recursos para implementar tal radicalidade salvadora. Outras cidades e países mais ricos que MG , que é tambem referencia a carro ingles, belos carrinhos, que mg presume não terem defeitos atávicos dos portugueses- incluindo os dos académicos como eu ou dos cronistas como ele e não só os que de, momento governam- não tem encontrado até agora, (que eu saiba) soluções reformistas generalizáveis e exportáveis, nem muito menos tem tido a coragem da visao alternativa à cidade do automóvel,

estas foram mais ou menos a área em altura onde o seis pelo cabelo se desenhou em seu pousar

S o a sas ac e i tao u se t emo s r e curs os para i mp l e mn t ar ra l ra di cali ad e sal v ad dora. O u t ra s cidade se pa ís es ma si ric os q ue MG , q ue é t am b em r efe ren cia a car ro in g l es, b elo s car rin h os, q ue mg pr es u me n ão te r e m d efe i to s at avic os dos portu gueses dot inglês inc l u indo os dos aca d emi micos c o mo eu o u d os c ro oni s t as co mo el ee n ão s ó os q ue de, mo m en to g ove rna m do traço inglês n ão te m en c on t ra do at é a g t ira, 8 q ue eu sa iba en te raro par de te sis sol u ç o es r e for mit as g ene ra l iza v e ise e x p ortá v e is. Ne m me s mo te m t id o a co rage m da visao al te rna t iva à cidade do au tom ove l,

Est a f o ra mai s o u m en so a a rea em al tura onda o se is p elo ca belo se de s en ho u em s eu p o usa r

Preço do petróleo e transportes públicos, é o titulo da crónica ou da critica do portas, agora ao tirar a folha para verificar a transcrição, apareceu a imagem do tal atropelamento de um camionista, aqui está uma espécie de preço em Cronos

Pr e ço do pet ro leo e t ra sn portes publico s,é o titu l o da c r in ica do portas, Agora ao t i ra r a f o l h a para v eri fi cara t ra ns cir sao, ap ar e ceu a i mage m do t al at ro pe la men to de um cam i oni st a, aqui est á uma es pe cie de pr e ço em c ron os

Depois hoje à tarde ao ver de novo o video gravado e continuando a fazer sua analise, me dei conta que o seis, que o cabelo, referencia, é tambem referencio pela posição da mãos que desenham um seis, a mao direita , ou sej a mão sobre a asa vermelha de sangue

D ep o is h oje à t arde ao ver de n vo o vi de o g rava d oe conti n u ando a f az e r s ua ana l ise, me de i conta q ue o se i z, q ue o ca belo, r efe ren cia, é t am b em r efe ren cio p e l a p o si sao da mao s q ue de s en ham um se is, a mao di r e tia , ou sej a mão s ob rea asa v e r me l h ad es en g ue

E sendo que o trajecto da faca, tem como pontos limite na imagem, o quadro de barro de lírios brancos que era para ser oferecido ao ribeiro e à leonor em Viseu como prenda de casamento, onde se encontrava o carrilho entre outros, e que se quebrou em seu trajecto, e assim fiquei com ele e o colei, o ponto do traço da faca começa exactamente no canto da direita elevada do quadra dos lírios brancos, e travessa a barra horizontal da cruz e para mais ou menos no cubo onde está a colecção completa de carl g yung, tomo a vida simbólica, volume l , xvlll/1 e sendo que o cento e onze tambem referenciado no video, em dólares, remete tambem para nova yorque e a morte de kennedy e a minha no sentido da nossa semelhança, ainda por detalhar aqui em forma escrita

E s en do q ue o t ra ject o da faca, te m c omo p on to s li mit en a i mage mo q ua dr o de bar ro de li rio s br anco s q ue e ra para ser o fe rec id o ao ribeiro e à leo no r em v ise u co mo pr end a de ca sas mente, onda se en c on t rava o car r ilho en t reo u t ros, e q ue se q eu br o ue ms eu t ra j c to, e as si m fic q eu i com el ee o co lei, o p on to do t ra ç o da f ac a co mo ç ea e x cat ae mn te no can to da di re tita el eva d a d o q ua dr a dos li rio s br anco se t ravessa a bar ra h ori zon t ak l da cruz e para mai s ou m en os no cu bo onda est á a cole sao co mp l eta de ca r l g y un g, tom k o a v id a s im bo li ca, vo l u me l , x v lll / 1, es en do q ue o c en to e on ze t am b em r efe ren cia do no vi de o, em dol ar es, r e met e t am b em para no v a y o r q eu e a mor e t de kennedy e a min h a no s en tid o da no s sa se me l h ança, a inda por d eta l h ar aqui em forma es c rita

Ora cá está mais um pedaço desvelado, a indicar que o ritual da morte de kennedy por aqui tambem passou


O bico do pato ou do cisne renverse, um titulo falso de uma peça do paulo, o bico que se encontra no cento da cruz dos lírios brancos, ou por sua altura, se bem que não sendo o bico do pato, ele, visto seu bico se encontrar para o outro lado virado, e não para os lírios, no corpo do pato são visíveis dois traços e um triângulo em sua barriga, ou seja o triângulo de fogo do grupo onze, em relaçao ao código de futebol, referencia no texto da fala do video, baralhos de cartas no jardim, seis meia dúzia, meia, dos terroristas do poker de almas e das alterações climatéricas e da acidez do mar, o pé direito do futebol, que será ainda mais desenvolvido

O b i co do pato o u do c is ne r ene verse, um titu l o fal s o de uma p eça do p au ll o, o bi co q ue se en c on t ra no c en to da cruz dos li rio s br anco s, o u por s ua altura, se bem q ue n ão s en do o pa t aio, el e, vi s to s eu bi co se en c on t ra r p ar a o outro l ado v ira do, e n ão para os li rio s, no cop ro de o pato são v isi v e is do is t ra ç os e um t r ina gula em s ua bar riga, o u sej o t r ian gula de fogo do g rup o onze, em relaçao ao co di g o de fu te bo l, r efe ren cia no e t x to da fala do vi de o, bar alho s de ca rta s no jardim, se is mei a du z ia, mei a, dos te rr ori t as do po k e r de alma se das al te rç o es c l iam té ric as e da ac i dez do mar, o p é di rei to do f u te bo l, q ue se rá a inda mai s d es en vo l v id o

No quadrado do cubo do picasso dada, tres telecomandos empilhados e um outro a seu lado, e um par de headphones sony do ponto maior dia do Rato, do traço do av da Estrela da esquerda, tudo isto por detrás do cisne reenverse, se desvela, como a mao oculta que quebrou a moldura dos lírios brancos, que a mim me remete para beslan

No quadrado do cubo do pi casso dada, t r es tele comando e mp ilha do ze primeiro e um outro a seu lado, e um par de h e ad dp h one s s o ny do ponto maio r dia do Rato, do t ra ç o do av da Estrela da esquerda, tudo is to por de t rá s do c is ne r e en verse, se d es v e l a, como a mao oculta q ue q eu br o ua mol dura dos li rio s br anco s, q ue a mim me r e met e para b es l am

Os tres empilhados, ou seja um pie, são, em cima o sony, de ck data rato maior oitavo de sessenta e oito da serpente do circulo de ny, circulo pen do bar do rá do angulo do circulo da se da moda conde, e rato rr e set

Os t r es e mp ilha oo s, o u seja um pie, são, em c ima o s o ny, de ck data rato maior oitavo de se ss en te e oito da se rp en te do circulo de ny, circulo pen do bar do rá do angulo do circulo da se da moda conde, e rato rr e set

Por debaixo o sony rat oito de quarenta e um da serpenet do circulo de ny e ainda o denon do radio controlo duzentos e vinte , circulo pen do bar do ra do ingles gilo primeiro circulo da sé do rectângulo deitado por debaixo do triângulo de fogo, o e ject, do primeiro do pr o g ram do disco, o segundo, com pact do rec, rac, da cruz , a terceira,

Por de ba ix oo s o ny rat oito de quarenta e um da se rp ene t do circulo de ny e a indo o de non, demon, do ra di o c on t rolo du zen t os e vinte , cir cu l o p em do bar do ra do na gilo primeiro circulo da sé do rec tan gula de ita do por de ba ix o do t rin gula de fogo, o e ject, do primeiro do pr o g ram do disco, o segundo, com pact do rec, rac, da cruz , a terceira,

Ao lado da pie dos tres, o panasonic remote control unit do vaso da crus do Rato s can ne rato circulo em ab r do rá do circulo ff, do bar do rá do triângulo do fogo transmit, ou seja das transmissões, do triângulo de fogo dos transmissores do Fernandes ferreira, da p au se do bar do rá serpenet do till da serpente top ad vaso rato e duplo vaso do bar da rá dos sois triângulos deitados para a esquerda do traço do p lat do traço dos dois triângulo deitados para a direita do ff di gi tal s can ne rato do traço inclinado de prata no lua deitada virada para cima, ou seja a p da ley, lay, que atirou para a esquerda e para a direita, do cabo do rato que se enrola no rato da maça , vaso sb pro mouse le kapa do tor circulo do RARO, RATO, invertido em vaso inclinado do vaso da serpente fc t est ted b y co mp ly w it h da fcc sat standarts e primeiro de setenta e um de quadrado terceiro da quarta maria da for home do circulo do rato office use da ce do circulo do vaso do anzol do zorro vc primeiro assembled em malasya da mode , primeiro m de cinquenta e sete de oitenta e nove

Ao l ado da pie dos t r es, o p ana s oni c r emo ot e c on t ro l un it do vaso da c r us do Rato s can ne rato circulo em ab r do rá do circulo ff, do bar do rá do t r ian gula do fogo t ra ns mit, o u seja das t ra sn miss o es, do t rina gi u l o de fogo das t r a sn ,miss o es do fe rena n d es ferreira, da p au se do bar do rá se rp ene t do till da serpente top ad vaso ra toe duplo vaso do bar da rá dos sois t r ian gulas deitados para a esquerda do traço do p lat do t ralo dos dois t r ian gula deitado spa ra a direita do ff di gi tal s can ne rato do t ra l ç o inc l ina do de p rata no lua deitada v irada para cima, o u seja ap da ley, lay, q ue atirou para a esquerda e para a direita, do ca bo do rato que se en rola no rato da maça , v as o sb pro mouse le kapa do tor circulo do RARO, RATO, ine v r tid o em vaso inc l ina do d ova soda se rp en te f c t est ted b y co mp ly w it h da fcc sat stan d arts ts e pr i mei ro de set en t a e um de quadrado terceiro da q ua rta maria da for home do circulo do rato office use da ce do circulo do vaso do anzol do zorro vc pr i me rio as se maior mia mao bled em mala y s ua da mode , primeiro m de cinquenta e sete de oitenta e nove

Di z ia h oje o mo n s en hor luc ian o guerra em fatima j un to às c r ian ç as pe l a v e r dad e,

No dia em q ue nós de ita r do traço da sede inglesa da mo a b a ix o a m en t ira, a cruz de Je s us, ap ar e ce rá c omo florida, c r u z da luz, c ru z da v e r da de m d ru z de amo r , c ru z da v id a,

As si m Vó s D es jo Me u I r mão, As si m Em De us OO ro na F é Q ue As si m o Seja

Dizia hoje o monsenhor luciano guerra em fatima junto às crianças pela verdade,

No dia em que nós deitarmos baixo a mentira, a cruz de Jesus, aparecerá como florida, cruz da luz, cruz da verdade, cruz de amor , cruz da vida,

Assim Vós Desejo Meu Irmão, Assim A Todos O Desejo, Assim Em Deus O Oro na Fé Que Assim O Seja


w v bn w w
Primeira recomendação, os computadores nas casas publicas são pessoais e não o são, ou seja, se cada funcionário que dele necessite para fazer o trabalho terá o seu, são tambem de todos visto sermos nós todos que os pagamos

Primeiro rec cp men da ac sao, os computadores nas casas publicas, são pe ss o a is en cão o são, ou seja, se cada f un cina rio que dele necessite para fazer o t ra b e l h o te rá o seu, são t am b em de todos vi s to se r mo s nós todos que os pa g am os

Assim sendo para quem trata da servidores e de instalações de softwares e coisa e tal, deverão ser corrigidas as informações dos recibos, ou seja, o primeiro de chegada deve-se sempre manter, se está atrasado depois na sua entrega, do server central ao terminal, que seja informado, como de seguida quando o na realidade chegue ao destinatário, seja de nov por outro recibo, que deve ser claro nas referencias que permitam identificar com clareza e rapidez, de qual se trata, ser quem a emitiu informado

As si m s en do para q eu m t rata da servidores e de i ns tala ac ç o es de s o ft w ar es e co isa e t al, d eve ra o ser co r ri gi das as in forma mações dos re cibo s, ou seja, o primeiro de chegada no dia eve da sé inglesa, se mp r e man te r, se está at ra sado d ep o is na sua entrega, do server c en t rta l ao terminal, que seja i in forma do, como de se guida quando o cna r e la id ad e che g ue ao d es t i na tá rio, seja de nov por outro r e cibo, q ue d eve ser claro nas r efe ren cia s q ue pe r mit am id en ti fi car com clare za e ra pide z, de q ua l se t rata, ser q u ema emi ti u in for mad o

Depois, o tal segundo recibo, o de leitura , que não prova na realidade que ela existiu, ou seja, que foi efectivamente lido, e assim como está de pouco serve, mais servirá, se todos os pc públicos e pessoais tiverem a identificação do nome do usurário ou usurários, e assim no recibo de abertura, seja especificado o nome do funcionário que o abriu, o que facilita o seguimento do assunto e igualmente corta um conjunto de manigâncias que existem nas comunicações sobre todas as coisas publicas

De pp o is, o ta l s se gun do r e cibo o de el i tura ,ao po r v ana real id ad e q ue el a e xis ti u, o u seja q ue foi efe c t iva mente lido e as si m co mo est á de p ouco serve, ma si se r v irá, se todos os pc pub li co se pessoais ti ver ema id en ti fi caçao do nome do us ur á rio ou us u rá riso, e as si m no r e cibo de ab e r tura, seja e z x pe ci fi ca dao o nome do f un cin á rio que o ab riu, o que f ac i li ta o se gui men to do as sun to e igual e mn te co rta um c on j un to de m ani n gan cia s q ue e x iste mna s co m uni caçoes s ob re todas as co i sa s publicas

E falam vocês de terem um tal de plano tecnológico e certamente se gastaram já milhões do bolso comum

E f al am vo c es de te r em um t al de p l ano tec no l o gi c oe ce rta e mn te se g asta ram j á mil h o es do bo l s o co mum

O principio da clareza, fluidez, acompanhamento e controlo de toda a comunicação é fundamental para limitar a entropia e as manhas, e tal deverá ser estudado e implementado em todos os níveis necessários da administração publica

O p rin cip io da clare za, fu l i dez, ac o mpa n h am en to e c on t rolo de toda a co m uni caçao é f un dame n t al para li mi t ar a en t ro pi a e as manhas, e t al d eve rá ser es t u dad oe i mp le m en t ad o em todos os ni v e is ne ce s sári s o da ad mini s t raçao publica

Deverá ser feito um fino levantamento dos processos existentes, das necessidades reais na perspectiva dos direitos e dos deveres perante os cidadãos no atendimento, acordar medidas universais, ou seja compatíveis entre sistemas, e exigidas em cadernos de encargo quando da implementação dos sistemas ou da sua manutenção

D eve rá ser fe it o um fino l eva n tamen to do sp o rc ess os exu s t en t es, das ne ce s sida des reais na pe r sp e c t iva dos di rei toe e dos d eve r es pe ra n te os cida dao n no at en di men to, ac o r d ar me di d a as universais, ou seja co mpa t iv e i ws en t re sis t ema s,e e i gida s em ca de r no s de en cargo quando da i mp e k l m en taçao dos si t ema s ou da s ua manu t en sao

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