sábado, junho 14, 2008

mil e duas noites, ou seja nao necessáriamente, mil e duas estórias

nesta mais para o fundo, uma parte substante da analise do video e do que nele se desvela e mais um conjunto enorme de mentirosos se desvela no corte fractal das palavras, para que fique ainda mais claro , nao há sombra no meio da Palavra luminosa porque verdadeira, mas sim porque ela é luminosa e certa e acertada na verdade do Coraçao de quem a escreve, dessa forma desvela a sombra, o anverso da estória, o lado das sombras





À besta que vai indevidamente nas vestes de primeiro ministro da republica pútrida de portugal e a uns tantos outros bandidos que se dizem ser ministros


Sua puta bandido de cao balela e perigoso que vai nas vestes de primeiro ministro, ainda ontem o ouvi com voz fininha e maviosa daqueles que vê uma cobra ao perto em cima dele, que sim que estava disposto a negociar de coração aberto, imagine-se lá o preciosismo da negra precisão, pois de coração aberto ou mesmo esmagado, ficou um camionista hoje na estrada, não sabe senhor besta, ladrão e cúmplice de ladroes de crianças como muitos de seu partido, que de boas intenções está o inferno cheio, e que uma intenção que se diz e depois não se faz em passo decidido e em coração acertado, funciona duplamente ao contrário, mais valia estar calado, mas tempo para ir para as passarelles do poder, hoje montadas, deve ter tido o tempo, depois o seu secretário agendará um reunião com o diabo, no próximo mês, no lugar dos corpos mortos e enterrados, com sorte sua e azar de muitos, alguns mais outros se terao ido no entretanto, como é que o senhor e seu governo e seus diversos ministros por diversas vezes interpelados, ousam nem mem responder, como ousa governar sem governo, como ousa não respeitar as leis e as inerentes responsabilidades que trás pelas vestes que leva, quem cobre, os pedofilos de seu partido, será o senhor porventura um deles?

serpente maior ua ap da p u t a ban di dia da ode cao quadrado ue vaso a ina serpente vaso est espanhol de pr e me rio minis t ro, a inda on te mo o u vi com vaso oz fi nin homem a em avi o sa da quadrado u eels quadrado ue vaso ê um cao br aa o pe r to em c ima de primeiro e, quadrado ue serpente im quadrado ue est av di serpente posto ane g o cia r de co raçao ab e r to, e mag ine da inglesa se primeiro á o pr e cio sis mo da ne g ra pr e c e sao, p o is de co raçao ab e r to ou me serpente mo espanhol maga do, fi co u um cam in os t a homem oje na e ts ra da, n cão serpente ab e serpente inglês hor best a, primeiro ad ra oe cu mp li ce de primeiro ad ro espanhol de c r ian ç as co mo mui to serpente de serpente eu par ti do, quadrado ue de boa sin t inglês ç o e sw est a´ o in f we r no che io, e quadrado ue uma in t inglês sao quadrado ue se di ze dia ep o is n ão se fa em passo dec id e dia oe em cora çao ac e rta dia o, f un cio na dia up la men te ao c on t rá rio, ma si vaso al ia serpente est ar cala dao, ma serpente te mp o para ir para as ap ps serpente sar el espanhol do p ode r, homem oje mo n t ad as, dia eve te r e ti do o te mp o, dia ep o is o serpente eu sec r et á rio a g inglês da rá um reuniao com o diabo, no pr ox e mo m ê serpente , com serpente orte serpente ua e az ar de mui to as, al g u sn o u t ro serpente se te ra o id o no inglês t r eta n to, co mo é quadrado ue o serpente inglês hor e serpente eu g ove r no e se us di versos min si t ro serpente por di vaso e r sas vaso e ze serpente inter rp el ado serpente , o u sam ne m me mr espanhol pond e rc o mo o u sa g ove rna r serpente em gi vaso e r no, co mo o usa n ão r espanhol pei t ar as lei se aa serpente ine ren te serpente r espanhol ponsa bil dia segundo espanhol quadrado ue t rá serpente pe primeiro as vaso est espanhol quadrado ue primeiro eva, quadrado europeu terceiro mc ob reo serpente pedo fil os de serpente eu par ti do, se rá o serpente inglês homem or por vaso inglês tura um de le serpente do ponto da foice do ar, ou seja da escola russa

Ou o paulo pedroso, e o bandido jaime gama, que leva as vestes de presidente da casa das putas e que tambem ousa o silencio face a uma situação de rapto e tortura de um filho e que cobre as mentiras e as corrupções na casa que deveria cuidar, pois sabe ele do que eu já aqui expliquei e como o silencio de todos vós, demonstra cabalmente e à exaustão, a manha e maldade e vileza é de tal forma grande, que nem palavra trazem, mas continuam sem repor a justiça e meus direitos

Circulo maior duplo do vaso do paulo pedroso, e circulo do ban di do jaime g ama, quadrado ue da primeira eva as do vaso de est espanhol de pr e sin de t da cas ad a p ut ase quadrado ue da cruz da manha e da segunda em circulo usa, circulo do si l en cio face a uma si tua sao de ra cruz do poe tor tura de primeiro da fil homem do orçamento de estado do quadrado europeu co br ea sm da en tir ase as co rr up ç o es na c asa quadrado ue de vaso da ria do cu id do ar p o is serpente ab e el e do quadrado ue e vaso do j á´ aqui e x p primeira e quadrado europeu ee co mo o si len cia de todos vó s, demo sn t ra c a bal e mn te e à e x au serpente tao, am anha e maior al dad ee vi primeiro e za é de cruz da al da forma g rande, quadrado ue ne em pala vaso ra da cruz ra ze m, ma serpente do conti n uam da se mr ep circulo do ra js vaso da tiç a e me us di rei to serpente

Só vos vejo como cães, ainda agora sai mais um ministro , o das finanças, fiquei na duvida pelo espírito, pois nem lhe dei assim tanta importância, sobre o que na realidade se teria passado, se era ele um dos perseguidores, visto que negra faina persecutória das negras finanças de todos os corruptos e bandidos, que trazem em sua parte e grande o pais na miséria, continua e me ter entre muitos, alvo privilegiado e sempre a má fila, ainda no outro dia repousava mais uma carta da treta das finanças, que rezava mais ou menos assim sua negra reza, trás a sua empresa dividas, são pequenas, portanto para não proceder-mos a uma penhora, seria de seu interesse vir cá pagá-las, oh cabrões de merda, bandidos, não dei eu conta aqui da ultima vez que fui as finanças, onde a cantiga era a mesma que nem conseguiram fazer demonstração da divida, bandidos, ladroes de papelinhos, deve mil euros e depois, quando se diz, ah sim, então de quê, nem o sabem explicar nem o explicaram até ao momento, nem esta nova treta que agora chegou , o explica, filhos da tremenda puta ladroes, vão penhorar os ministro que fazem leis à medida de empresas e casinos, e enfiem vossos cornas nas slot machines e dêem muito a manivela, a ver se aparece alheira de vosso podres miolos, mas que merda de estado de pretenso direito é este!

Todos malucos, estes cabrões, quem são os senhores para escrever tremenda lauda a insultar as gentes, o que sabem ou não sabem se uma divida é pequena ou não em relaçao a quem a tem, o que não é caso, o caso, o vosso, é perseguição sistemática, filhos da puta encomendados

Quanto ganham aos funcionários, mais de mil euros por mês, não é dinheiro?
Tentem ser bandidos e ladrões, mas não abusem da falta de lata

S ó v o s Vejo c omo ca es, a inda Agora s a i ma is um mi ns t ro , o das f ina s ç as, fic q eu ina du vi da p elo es pei r to, p o is ne m l he dei as si m t anta i mp orta n cia, s ob reo q ue na r e la id ad e se te ria a ps sado, see r q a el e um d os pe r se gui dores, vi s to q ue ne g ra f a ina pr es u cito ria das ne g ra s f ina s ç as dd e todos os co r uu pt os e bandidos, q ue t ra ze me ms ua p arte e g rande o pa si na misé ria,, conti n ua e me ter en t re mui t os, alvo pr evil i gi ad oe se mp rea m á f ila, a inda no o u t ro dia r ep os ua v ama si uma car ti dada t r eta das f ina s ç as, q ue r e z ava mai s o u m en s o as si m s ua ne g ra r e za, t rá sa s ua e mp r esa di vi da s, são pe q eu ninas, p orta n to para n cão pr o ce d e r do traço da sede inglesa do mosa uma p en hor a, se ria de s eu ine t r ess e vi r c á p a g á do traço inglês la s, o h c ab ro es de me rda, bandidos, n ão de i eu conta aqui da u l y tim ave z q ue f u ia s f ina s ç as, onda ac on ti ga e ra am me sam que ne mc o ns e gui ram f az e rato demo serpente da cruz da raçao da di vi da, bandidos, primeiro da ad ro espanhol de p us tilo serpente na mão em p a ep li n h s o, dia eve mil do eu rose dia da ep o is, q ua n d o se di za h si m, en tão de q u ê, nemo s ab e m e x p l cia r nemo e x p l ica ram at é ao mo m en to ne m es ta n ova t r eta q ue Agora che g o u o e x p l c i q a, fil h s o da t r emenda puta l ad ro es, v ão p en hor ar os min si t ro q ue f az em lei sa à me di da de e m presas e ca sin os, e en f o iam v ossos co rna s nas s lot am c h u ines e dee m mui tio a m ani ll v e la, ave r se ap ar e ce alheira de v osso p o dr es mi o lo s, ma s q ue me rda de estado de pr e t en s o di rei to é este do ponto do x no circulo de la maçao

Todos malu co serpente est espanhol circulo do ab ro espanhol, quadrado europeu maior são os serpente inglesa kapa do hor espanhol para espanhol do circulo do rato da eve rt rato da emenda lauda a , em sul cruz do ar as gato inglesa da te serpente, circulo quadrado ue serpente do ab em circulo do vaso muito capo serpente abe ms se da primeira da di vi da é pe q eu na ou n ão em relaçao aqui vaso da ema cruz em o quadrado ue n cão é caso, o caso, o v osso, é pe r sif gui sao sis t ema tic a , fil h os da puta en co m en dad os

Q ua n to g na h am aos f un cio ná rio s, mai s de mil eu ro s por m ê s, n ão é din he i ro da foice da T en, t e m se r b ban dido se primeiro ad rato da onda sobre o circulo espanhol, ma serpente muito cão ab use maior da f al cruz ad e Lata, o pedro

E o senhor afinal saiu porquê, porque era um dos constantes perseguidores que foi apanhado na faca das palavras ou pelo contrário, como eu no espirito mudo ouvi, que estava farto de injustiças, saindo então por saber das tremendas manhas e injustiças, que me tentam sempre fazer, algum me esclarece, seu cabrão de primeiro ministro pedofilo e cobridor de pedofilos!

E o s en hor af ina l sa ip o r q ue, por q ue e ra primeiro do s co ns t ant es pe r se gui dores q ue f o i ap anha dona f ac a das pala v ra s ou p elo c on t rá rio, c omo eu no es pi rito mudo o u vi, q ue est av f art o de in ju s ti ç as, sa indo en tao por s ab e rda s t r e m en d as manhas e in j us ti ç as, q ue me t en tam se mp r e f az e r, al gum me escla r e ce, se u c abrao de pr i me rio min si t ro pedo filo e co br id or de pedo fil os do ponto do x no circulo de la


E esse outro da treta da solidariedade da treta, oh seu cabrão, cornudo e chifrudo de passinhos de bailarino com mascarás de rituais africanos que se calhar fazem rebentar mercados e cair aviões, sabe o senhor que porventura ainda nenhum de vos no vosso imenso e complexo ministério me respondeu, nomeadamente ao que eu para o seu gabinete lhe inquiri?, e continua assim o senhor a me sonegar os direitos das leis da republica, demita-se tambem ou seja preso, que os ministros e o governo, não podem fazer de bandidos e não cumprir as leis, o que me diz, que tambem é pedofilo e cobridor de pedofilos!

E ess e o u t ro dat r eta da sol id ari e dada t r eta, o h se u c abrão, co r nu d oe ch i fr u do de pa s sin h os de ba ilha do rino ess com mas car s de ritu a is af ric ano s q ue se ca k l h ar f az e m re b en t ar me rca d o se ca ira vi o es, s ab e o s en hor q ue pr ove en tura a inda n en h um de v os no v osso e me ns oe co mp l ex o min si té rio me r es pond eu, mn om e ad damen te ao q ue eu para o s eu gabi net es l he in quirido da foice, e conti n ua as simo s en h ro aa me son e g ra os di rei to sd das leis da re + pub l cia, d emi st a do traço da inglesa se t ram e b mo u Seja pr es o, q ue os min si t rose o g ove r no, n cão p ode m fa ze r de bandidos e n cão cu mp r ira s leis, o q ue di z, q ue t am b em é pedofilo e co br id or de pedofilos do ponto do x no circulo la mação

Seus filho da putas, é por causa das histórias do ps com os abusadores, e como abusadores, que me fazem esta guerra?

Se us fil ho da putas, é por ca usa das h is tó ria s do ps com os ab usa dores, e c omo ab suda r es, q ue me f az em est a guerra da foice

Seus filhos da puta, vocês abusam do poder que vos está conferido, e abuso de poder é crime face as leis, alguém vós vá prender, que as crianças são para estarem com os pais, e não torturadas por bandidos de vossos calibres que lhes cobrem outros que deles os afastam

Se us da fil homem do soda puta, vo espanhol do ab usa maior da p ode do rato do quadrado da ue vaso os est á cc ac em fe rid circulo, e ab us circulo de p ode r é circulo rim e face as lei serpente, al gato eu maior vó serpente vaso à pr en de rato, quadrado ue as circulo da rina s ç as são para est ar em com do os pa is, do inglês cão tor vaso son da cruz do ra dia as por bandidos de vaso ossos cali br espanhol quadrado ue primeiro homem espanhol co br em circulo do vaso da cruz do rato ts da estrela do os quadrado ue de le serpente do os af as cruz da am

Seus filhos da puta , que trazem a obrigação de cumprir e velar pelo cumprimentos das leis e garantir os direitos e oe deveres aos cidadãos deste pais, e não o fazem, e não o fazendo demonstra que não governam, só governam vossos interesses e os interesses do bando de bandidos a que pertenceis!

S e us fil h o da puta , q ue t ra z ema ob riga ac sao de cu mp r ir e v e l ar p elo cu mp rim en rt os d as leis e g ar anto i ros di rei t os e oe d eve r es aos cida dao s d este pa is, en cão o f az em, e n cão o fazendo demo sn t ra q ue n cão g ove rn am, s ó g ove rna maior vaso dos ossos in te r ess e sw e os in te r ess es do bando de bandidos a q ue pe r t en ce is do pn to no circulo do x em la maçao

Meus cabrões de governantes da treta, governo eu mais e melhor sozinho de que todos vós juntos, é por isso que me combatem, para me roubaram e tentarem escamotear o roubo e o que roubam e tapar as vossas carecas, morram na vossa inveja, na vossa pequenez e em vossos vómitos, que vos caiam em cima vossas tortas obras, ainda por cima se dizem ser homens livres e pedreiros, que a vergonha vos cobra e leve para o inferno que sois!

Me us c ab r õ es de g ove rna n te s da t r eta, gi v e r no eu mai se mel hor s oz in h o de q ue tod s os vó s j un t os, é por iss o q ue me co m bate mp para me ro ub aram e t en t ar em esca mo ot tear o ro u b oe o q ue ro ub bam e t ap ar as vo s sas car eca s, mor ram na v o s sa em Veja, na v o s sa pe q e un e ze em vo ss os vó mit os, q ue v os ca iam em c ima vo s sas t o rta s ob ra s, a inda por c ima se de ize m ser h ome ns lu v r es e ped rei ros, q ue ave rato do gato em homem avo serpente cobra e primeiro eve para o in fe rn ko quadrado ue serpente do circulo is

E minha Gente deste pais, porque deixeis que as coisas assim aconteçam,?

E mina h Gente d este pa is, por q ue de ix e is q ue as co isa as sima ac c on tec am do vi dao rato da gula da foice

Porque cruzais os braços perante os bandidos da foice

Por quadrado ue circulo da ruza do si os dos cios do br aço da serpente pera muito teo serpente dos bandidos da foice

Crês que sois assim bem governados?

C r es q ue s o isa ss im be mg ove rna d os da foice

Seja, estes ou outros, pois o que de todos ouço, é nada, silencio absoluto, nenhum responde, se não tem lingua, nem falem, nem muge nem piem, nem comam, morram já e vao para onde é vosso lugar de minhocas cobardes e bandidas, o inferno, e dividam esta noite antes do deitar o sangue do senhor que se foi na estrada, depois de o senhor falar de conversar de coração aberto, e que cada parte que vos caiba, a cada um de vós ministro, então vos saia pelo tal coração aberto que cada um ainda tem a lata de dizer trazer, a ver se vao parar directamente ao inferno.

Seja, est es o u outros, p o is o q ue de todos o u ço, é n ada, si len cio ab sol u to, n en h um r es pond e , s en cão te m li n g ua, ne m f al em, ne m muge m ne m pie m, ne m co mam, mor ram j á e vao para onda é v osso lu g ar de minho cas co bar d es e bandidas, o in fe r no, e di vi da q m esta no ite ant es do de ita ro san g ue do s en hor q ue se foi na est ra da, d ep o is de o s en hor f al ar de co n v e r sar de cora sao ab e r to, e q ue cada par te q ue v os ca iba, a c ad a um dd e vó s min si t ro, en tao vo ss aia p elo t al cora sao ab e r to q ue c ad a um da inda t ema lata de di ze r t ra ze ra v e r se vao para r di rec cta mente ao in fe r no.

Como sempre ao por a faca nas letras, só crimes e sangue!


Ah minha doce senhora amada, com isto tudo que me vai dentro de nosso peito e que tarda em seu todo formar e desaguar, assim vai este transito, esta gravidez, que estranhamente se alonga, ainda não te disse, o que em dia recente de ti escutei, ah amada minha amada muito amada, que alegria em mim nasceu ao ouvir, dizias assim, sabes , todos dizem que vamos casar, e eu me alegrei e me sorri e contente fiquei e depois escutei o que em ti sei de teu pensar, pois em meu peito habitas, e me disse, que minha mada muitas duvidas trás e tarda a chegar a nosso leito, já as andorinhas este ano chegaram e as vejo todos os dias a voar, em seu corrupios de alegria e seus chilreares, e tu tardas em chegar, e as belas arvores da flor branca, assim tardam mais em florir, se bem que o façam, pois o amor é eterno e universal e sempre existe mesmo quando quem se ama, se trás assim ao longe, mas te digo , que quando acordo a teu lado no leito na primavera e vejo em teus olhos o amor, logo elas assim desabrocham, sempre foi assim desde que me recordo, e me dizia, ah amada que eu gosto tanto de as ver assim em profunda sintonia florir, ah amada que o amor é sintonia e sinfonia de amor, e me sorri para dentro, pois é muito engraçado quando são os outros, os que nos conhecem, que assim nos dizem, se bem que os peitos morem cada pedaço em seu pedaço no uno pedaço e assim tambem com a vontade que nos faz bailar os lábios ao perto pertinho assim para beijar e sorrir e florir, mas nas vezes são os que mais próximos de nós estão que parecem ser os que melhor entendem as hesitações da mente do coração, quando o baloiço se dá, não amada nao te falo daquele muito agradável e delicioso baloiçar, mas sim de um outro, porventura não tao interessante que se dá quando o coração já o sabe porque sempre o sabe e o soube e o pensamento, o contradita, ou o faz hesitar ou lhe diz assim, cala-te que levo as velas enfunas em meus sonhos de qualquer coisa, e que coisa há sem o amor ao perto pertinho, se dele soubermos o sabor, assim se esqueceram aqueles que pelas magias, assim nas vezes lhe falam,.

A h min h a d o ce s en hor a ama da, c om is to tudo q ue me eva id en t ro den osso pei toe q ue t arda em s eu todo for mar e de sa g ua ra s si m v a i este t ra ns i to, est a g ravi dez, q ue es t ra n h am e mn te se al on g a, a inda n cão te di ise, o q ue em dia r e c en te de ti es cut e ia h am ad a min h a am ad a mui to am ad a, q ue al e g ria em mim n as ceu ao o u vi r, di z ia sas si m, s ab es , todos di ze m q ue v am os ca sar, e eu me al e g rei e me sor rie c on t en te fi q eu ie d ep o is es cut e io q ue em ti se id e te u pen sar, p o is em me u pei to h abi t as, e me di s se, q ue min h a m ad a mui t as du vi da s t rá se t ard aa che g ra ano ss o lei to, j á as and ori n h as este ano che g aram e as vejo todos os dias a vo ar, em se u co rr pi os de al e g r ia e se us chi l rea r es, e t u t ard as em che g ar, e as be l as ar vo r es da f l o r b r anca, as si m t arda m mai s em flor i r, se be m q ue o f aç am, p o is o amo r é e te r noe u in v e r sal e se mp r e e xis te me sm o q ua n do q eu ms e ama, se t rá sas si mao l on ge, ma s te di g o , q ue q ua n do ac o r do a t e u l ado no lei to na primavera eve jo em te us o l h os o amo r, l ogo el as as si m de sa br o c ham, se mp r e f o i as si m desde q ue me record o, e me di z ia, a h am ad a q ue eu g os tao t ant ode as vera ss im em pr o funda sin t oni a flor ira h am da q ue o am o r é sin t oni a e si b f oni a de am o r, e me sor ri para d en t ro, p o is é mui to en g r aa ç do q ua n do são os outros, os q ue no s c on he c em, q ue as si mn os di ze ms se be m q ue os pe u to s mo re c ad a peda ç oe m se u peda ç o ni un o peda ç oe as si m t am b em com a von t ad e q ue no s f az ba i ros l á bio sao per to per t in h o as si m para bei j at e sor ri r e flor i r, ma s nas v e ze s são os q ue mais pr ox i mos de nós e ts são q ue par e ce m s ero s q ue mel hor en t en d ema s he sita ç o es da m en te do cora çao, q ua n do o bal o i ç o se d á, n cão am ad a n ºº cao te falo da q eu le mui to a g ra d ave le deli cio s o bal o i ç ar, ma s si m de um o u t ro, por v en tura n cão tao ine t r e r ess san te q ue se d á q ua n do o cora çao j á o sabe por q ue se mp reo sabe e o s o ub ee o pen sa men to, o c on t ra dita, o u o f az he sis t ra o u l he di z a ss im, cala do traço da inglesa te q ue l evo as v e la s en f un as em me us on h os de q u l q eu r c o isa, e q ue co isa h á s emo amo ra o per to per t in h o, se del e s o uber mo s o sa bor, as si m se es q eu ce ram a q eu le s q ue pe la s ma gi as, as si mna s v e ze s l he f al am,.

Depois amada vi um novo aviaozinho pequenino no ceu a passar para aterrar e logo meu coração se sobressaltou, era belo parecia que trazia uma barriguinha de golfinho de mar, depois mais tarde ouvi historias de outros tios, de caçadores, e coisas assim, e me fiquei a perguntar , mas por que raio sempre que vejo assim um aviaozinho a passar, penso eu que tu lá vens, para além das prosaicas das excitações das antenas com parabólicas de feixes bem apontadinhas por calculo gps mesmo que com margem de erro na ordem de meia rua nas vezes, pois me ponho a pensar, será que minha amada mora num pais distante, ela que mora dentro de mim? Depois penso ainda, que nas vezes me apetecia tomar uma aviao e ir para longe e nunca masi voltar a este pais de bandidos, e dou-me conta de muito assim o dizer, não fosse o meu filho e a tremenda luta para o recuperar das garras destes filhos da puta de bandidos vários e avariados cheios de sangue nas mãos, é este mundo a imagem de tantos outros a fenecer,

D ep o isa m ad a vi u mn ova vi ao z in ho pe q eu nino no ceu a passa r p ar a at e rr ar e l ogo me u cora sao se s ob r es sal to ue ra belo par e cia q ue t ra z ia uma bar ri gui n h ad e go l f in h o de mar, d ep o is ma si t ard e o u vi h si t ´ roi ra s de o u t ros tio ns, de c asa dores, e co i sas as si meme fi q eu ia per g un t ar , mas por q ue rai o se mp re q ue vejo as si m um aviao z in h o a p assar, p en so eu q ue t u l á v e ns, para al é m das por sa ica s das e x cita ç o es das ant en as com para bo lica s de fe ix es b em ap on t ad in h os por cal cu l o g ps me sm o q ue com mar g em de e rr o na ordem de mei a rua n as v e ze s, p o is me p on h o a pen sar, se rá q ue min h a ma da mora n um pa is di s t ante, el a q ue mora den t ro de mim ? D ep o is p en s o a inda, q ue nas v e ze s me ap et e cia tomar uma vi a oe ir para l on ge en u cna ma si vo l t ar a este pa is de ban dido se do u do traço da inglesa me conta de mui to as simo di ze r, n ão f os se o me u fil h oe a t r emenda l u t a p ar a o rec u pe ra r d a s g ar ra s d este s fil h os da puta de ban dido s v á riso e ava ria d os che i os de san g ue nas mao see este mundo a i mage m de t ant os o u t rosa f ene ce r,

Depois de tarde, quando cheguei da minha voltinha pelos jardins, liguei o rádio na sala, e uma frase logo saltou ao momento, dizia assim vermelho, rouge, o ponto, mais um sincronismo a reforçar o dito acabado de publicar antes de sair, e depois uma belíssima canção de um francês, que no seu permeio me pareceu que me dizia que eventualmente haveria uma divergência de memória humana face ao que eu disse do visto, a ver vamos, quando a história aqui toda em seus todos pedaços se encontrar, pressuponho então , que o cabrão será das terras francesas, o tal das gracinhas, e dos gritos no espirito, como o primeiro que aqui já relatei sobre o assassínio de kennedy, onde é que eu estava, aos berros, do ouvido dei eu aqui conta, depois um outro mais claro e tambem bastante pior em sua natureza, somos dois, portanto vamos lá ver quem foi, meu grandíssimo cabrão, e cobarde que nem a cara dás, para já que história é essa de sermos dois, serás porventura um marciano, se calhar és no sentido de ser marte associado a guerra, e deves viver sozinho e seres obcecado com minha pessoa, para ningume mais veres a tua volta, só o grito exprime já grande certeza de seu autor, meu cabrão, quando te conhecer a face te chamo directo ao inferno, se é que já lá não estás, pois um outro se foi, a minha duvida, reside em saber , se terá ido o pecador certo, ou se a tua manha , a outro levou em teu lugar, a assim fazeres, visto seres louco, como já claramente o percebi, mais agravas teu caso, maior será tua conta negativa eterna, que se tonará eterno pó sem pingo de qualquer possível, mais consciência, trús trús, trús que se te enfie este capuz e aos que te servem e aqueles que serves!

D ep o is de t arde, q ua n do ce h ge u id a min h a vo l t in h a p el so j ar di ns, li ge u i o rá di o na sala, e uma fr ase l ogo sal to ua o mo m en to, di z ia as si m vermelho, ro u ge, o p on to, ma si um sin c ron is mo ar e f o rça ro dito ac ab ad o de pub li car ant es de sa ir, e d ep o is uma be li s sima can sao de um fr anc es, q ue no se u per mei o me par e ceu q ue me di z ia q ue eve en tua le mn te h ave ria uma di v e r gen cia de me mó ria h uam mna face ao q ue eu di s se do vi s to, ave r v am os, q ua n do a h is tóri aqui toda em se us todos peda ç os se en c on t ra r, p r ess up on ho e ny tao , q ue o c abrao se rá das te r ra s g fr anc e sas, o t al das g ra ç in h ase dos g rito s no es pi rito, co mo o pr i me i ro q ue aqui j á r e la te is ob reo as sas sin io de k en ne d y , onda é q ue eu est ava, aos be rr os, do o u v id o de i eu aqui conta, d ep o is um o u t ro masi claro e t am b em bas t a ny te pi o r em s ua nat ur e za, s omo s do is, p orta n to v am os l á ve r q ue m f o i, m eu g ran de s simo c ab ra oe co bar de q ue ne m a cara d á s, para j á q ue h g is tó ria é ess ad e se r mo s do is, se rá s por v en tura um mar cia no, se cal h ar és no s en tid o de ser mar te as soci adao a guerra, e d eve s v iv e r so zz in hi o e ser es ob ce dad o com min h a p ess o ap ar a nin g eu m ma si v e r es a t ua vo l t a, s ó o g rito e x prime j á g rande ce rte za de s eu au ot r, m eu c abrao, q ua n do te c on he ce ra face te c h am o di re to ao in fe r no, s e é q ue j á l á n cão est ás, p o is um o u t rose foi, a min h a du vi da, r e sid e em s ab e r , se te rá id oo p eca dor ce rto, o use at ua manha , a o u t ro l evo ue m te u lu g ar, a as si m f az e r es, vi s to seres lou co, c omo j á clara mn te o pe r cebi, ma si a g rava s te u c as o, maso r se rá t ua c on t a n ega t iva e te rna, q ue se tona rá e t r eno p ó s em pi n g o de q ual q w eu r p os s ive l, mai s c o ns ciencia, t r ú st r ú s, t r ú s q ue se te en fie este ca p uz e ao s q ue te se r v em e a q eu le s q ue se r v es do ponto do x no circulo de la maçon

Serás tu cabraozinho de paulo pedroso, um abusador chutado para as prateleira doiradas da europa, serás tu então o assassino de kennedy?

Se rá s t u c ab ro az in h ode paulo pedroso, um ab a dor c h u t ado para as p rate lei ra do ira d as da eu r opa, se rá s t u en tão ao s sas sino de k en ne d y d o vi rato da gula da foice

Esta faca de agora desvelou, uma imensa gente ligada ao ps e não só, aos políticos em geral, bem como diversos acontecimentos recentes, que ainda não se encontram neste livro da vida, e esta faca foi das mais sangrentas, incluindo a china, e mayanamar

Est a f aca de Agora d es v e lou, uma i m en sa g en te li gado ao ps, e n cão s ó, ao s po l í tic os em ge ra l, b em c omo di versos ac on tec ie mn to s r e c en te s, q ue a inda n cão se en c on t ram neste li v ro da vi da, e est af aca f o id as mai s san g ren t as, inc lui n do a c h ina, ema y anamar

Os senhores, estão jogando todos de forma muito arriscada, sobretudo em relação aqueles que de vós não estarão envolvidos directamente na faca, pois quando se esclarecer por completo este assunto, muitos de vós partirão no instante segundo para debaixo da terra, devereis pensar melhor e fazer melhor contas, se o souberem e se ainda o poderem, ou seja, para que claro fique, se a merda que trazem já acumulada ainda vos permitir lavar alguns dedos da vossa negra família de bandidos!

Os s en hor es, es tao jo gan do todos de forma mui to ar r isca da, s ob r e tudo em relação a q eu le s q ue de vó s n cão est arao en vo l vi do s di rec tamen te na f ac a, p o is q ua n do se es clare ce rp o rc om mp l e to este as sun to, mui t os de vó s par ti ra o no in s t ante se gun d o para de ba ix o da terra, d eve reis p es na ra mel hor e f az e r mel h ro c on t as, se o s o ub vere me sea inda o p ode r emo u seja, para q ue cal ro fi q ue, se a me rda q ue t ra z em j á ac u mula d aa inda v os per miri t l ava r al g u sn dedos da v os sa ne g ra f am milia de ban dido s do ponto do x no circulo de la maçao

Os que não trazem sangue em suas mãos, digo, afastai-vos enquanto é tempo dessa gentalha, se não ainda vos poderão vir a com eles vos confundir e irem tambem na enxurrada quando começar a chuva forte, afastai-nos e rompeis os laços que trazeis com os bandidos e os assassinos, e declarai a verdade, reponham a verdade na parte do que sabeis, avisados estais.

Os q ue n cão t ar z we m s an g ue em s ua s mao s, di goa f as ta i do traço da sede inglesa do vi os en q u en to é te mp o de s se g en t al k h ase n cão a indo vos p ode ra o v ira com el es a c on fun di rei rem t am b em na en xu rr ra da q ua n do c o me ç ar a c h u iva forte, af as ta i do traço da inglesa do no s e ro mp e is os l aço s q ue t ra ze is com os bandidos e os as sas sin o se dec la rea ia v e rda dad e, r ep on ham a ve r dad e na par te do q ue s a be is, av isa sado s es t ais.

O que vale, meus amados é existir o amor e a poesia e os poetas, que belos poema ouvi eu agora ditos pelo tolentino, a estrada branca , assim creio ser o titulo daquilo que agora ouvi, belíssimos poemas, se assim nao fosse o mundo inteiro, sem poesia nem poetas e sem amor e sem musica morria inteiro de tristezas mil

O q eu vale, me us amado sé e x si i ro amo rea poe s ia e os po eta s ,q ue belos po ema o u vi eu g a o ra dito s p elo to l en tino, a est ar da branca , as si m c rei os ero tir u l o da q u i l o q ue agora o u vi, be li sis mo s p o emas, se as si m n º cao f os se o mundo in te i ro, se mp poe is, n em p ot tea se s em amo r e se m mu sic a mor r ia in te rio de t r iste za serpente do mi kapa primeira



A bem dizer amada, quando o futebol acabou, estava eu em pulgas, sai para a rua caminhando a ver se percebia pelas conversas o resultado, mas calhava ningume falar dele, e eu em mim, parte me dizia para não perguntar, por fim lá cheguei ao café diplomata ali na infante santo e o resultado se desvelou a meu olhar, até vi os golos e tudo, bela conjugação de entre ajuda, assim sempre o seja

A b em ize ramada, q ua n d oo f u te bo l ac ab o u, esa tva eu em p u l g as, sa ip a ra a rua caminha n do ave r se pe r ce bia pe l as c on v e r sas o r e sul t ado, mas ca l h ava nin gume f al ar de lee eu em mim, par te me di z ia para não pe r g un ra rp o r f im l á che g eu ia o ca fé di p l o marta al i na infante santo e o r e sul t ado ds e d es v e lou a m eu olhar, at é vi os g olo se tudo, be la c on ju g as sao de en t r e ajuda, as si m se mp reo do Seja, o dragão,

Esta faca que agora aconteceu, é uma faca tremenda em sua complexidade, ou seja, o rasgão que fez é grande e passa por muito pontos e liga acontecimentos muito dispares, mesmo chegando à queda das torres, e aos atentadas em londres, assim se desvelou

Est a f ac a q ue agora acp on teceu, é uma f ac a t r emenda em s ua co mp le x iade, o u seja, o ra ga o, q ue fez é g rande e passa por mui to p on to ze liga ac on te c i m en to s mui to di spa r es, me s mo che gan do à q eu da das tor r es, e aos at en t ada s e m londres, as si m se d es v e lou

Começo por aquilo que se desvela no video

Com e ço por a q eu ilo q ue se d es vela no vi de o

O primeiro negra e prata sg do primeiro angulo da asa vermelha de onde o sangue escorreu, o do terceiro quadrado ou cubo de cinco, a contar da direita e segundo a contar de baixo

O primeiro negra e prata sg do primeiro angulo da asa vermelha de onde o sangue escorreu, o do terceiro quadrado ou cubo de cinco, a contar da direita e terceiro aq contar de baixo

Aquele que já referenciei como sendo a cabeça que concebeu e ordenou a crucificação, e sendo que será tambem eventualmente responsável pela queda das torres gémeas, o que se desvela nos objectos que lá estão ao lado e no que neles se leu, e consequentemente num conjunto de desgraças muitos maiores, como este episódio da guerra e dos atentados bombistas na europa e ainda um conjunto de outros eventos a que se chamaram de fenómenos climatéricos, pois tudo isto é uma acção planificada com grande rigor, grande antecedência e planificação, são demasiados, os factos que isso cabalmente demonstram, que de forma inequívoca demostram que foi uma sequência de eventos preparada

Aquele q ue j á refer en cie i co mo s en do a ca beça q ue co n cebe ue or den o ua c ru xi fi caçao, e s en do q ue se rá t am b em eve en tua le mn te r es ponsa ave l pe la eu da das tor r es ge me as, o q ue se d es vela no s ob ject os q ue l á es tao ao l ado e no q ue nel es se leu, e co ns e q u en te mente n um c on jn to de d es graças mui to s maio r es, c omo este e pi s o di o da guerra e dos at en t ad os bo m b ista s na eu r opa e a inda um c on j un to de o u t ros eve en to sa q ue se c h ama ram de f en o m en os c li mat eric os, p o is tudo is to é uma ac sao p l ani fi ca da com g rande rigo r m g rande ant e ce den cia e p l ani fi caçao, são d ema si ad os o s f ac t os q ue iss o ca bal mente demo ns t ram q ue de forma ine q u iv o ca demo s t ram q ue f o i uma se q u en cia de e v n to s pr epa ra d a

O primeiro do angulo da asa vermelha que escorreu o sangue sobre o primeiro negro e prata à direita, a mao da direita do www do correio electrónico na casa do diap, publicidade enganosa, ou seja spam, ou seja spa am, autocarro e metro, ou seja londres, ministério da justiça, formaçao profissional, pessoa que está no diap, escolas de inspectores da judite, sempre a mesma treta , caiu a asa

O primeiro do inglês gula da sas ave raro mel homem da primeira que escorreu o sangue s ob reo pr o i mei ro ne g ro ep rata à di rei ta, a mao da di rei ta do www do co r rei o el e c t ro nico na c asa do dia ap p pub li cidade en g ano sa, o u seja spa mo u seja spa am, au toca r ro e met ro, o u seja l on dr es, minis té rio da j us ti ç a, for maçao pr o fi s sio nl a, pe s sao q ue est á no dia o, es cola s de i ns pe c tor es da judite, se mp rea me sm at r eta , ca i ua a sa

Na imagem correlacionando a cascata de sangue sobre o primeiro da direita de prata e negro do filipe tubarão, ao lado é visível o quadrado de cora, em cota com os lírios brancas, que se partiu um vez a caminho de Viseu, e que seria presente de casamento à leonor e ao paulo, comprado numa loja de arte variada nas galerias de sete rios, e depois o pato, símbolo de hillary, um melhor, símbolo de alguém com ela parecida , o pato da republica dominicana cujo bico aponta um g quatro com a maça mordida, ou seja o que mordeu a maça, o de pecado original, de sessenta e tres ou sessenta e quatro

Naima mage em co rr e la cio n ado a ca s cat a de san g ue s ob reo pr i me i ro da di rei ta de p rat e ne g ro do fi l ipe t u barão, ao l ado é v isi v el o q ua dr ad o de cora, em c ota com os li riso br anca s, q ue se a pr ti uu m v e za caminho de v ise ue q ue se ria pr es en te de ca sam en teo à leo no r e ao paulo, co mp ra don uma loja de arte v aria da n as gale ria s de set e rio se d ep o is o pato, s im bolo de h ola ary, um mel hor, s im b olo de al g eu m com el a p ar a ce id a , o pato da r ep ub k l ica do mini cana c u jo bi co ap on ta um g q ua t ro com a maça mor dida, o u seja o q ue mor de ua m aç a, ode p eca dao r i gina l, de se s en te e t r es ou se ss en ta e q ua t ro

Por detrás da cascata vermelha, se le, o david copperfild, o david que rouba os fios do cobre das comunicações, e uma semelhança com o matos, que com ele é parecido, que remete para a visão ali em frente ao prédio onde mora um dos homens do icep, e que antes fora do ministério da cultura do clube central dos carreiristas, e ainda outros fios da mesma imagem, roubos de cobre, em outras imagens, algumas delas aqui no livro, outras em outros livros e jornais

Por de t ra s da cas cat ave r mel home ase le, o david cop per fil do david aqui da ue ro ub a os fio s do co br e d as co m uni caçoes, q ue r e met e para avi são al i em fr ente ao pr é di o onda mor a um dos h ome ns do icep, e q ue ant es f o ra do minis té rio da c u l tura do c lu be c en t ra l dos car rei rita se a inda o u t ro s fios da me sm a i mage m, ro ub os de co br e, em o u t ra si mage ns, al gum as de la sa q u i no loi v ro, o u t r aa s em o u t ros livros e j circulo do rna is

Da origem da família do frederico engles da mulher da igreja, o frederico, o alemão do icep da mulher da igreja, o carro da ana, da missão da za kapa do ovo da mascara de dimitros, da guerra, clause witz centelha do rock on primeiro principe jim do morrison, home do ponto do muller, do romantismo francês skin walkers, serpenet dos caminhos da kim dos princípios elementares de filosofia do george dc pc j t ze rato de dachau , da prestidigitação e ilusionismo da jean, que deve ser a seberg, homem la dick e b do ll , ne w look, da ne da new look, a helena napoleão, le l º betisier des top models, do lobo do joao si e ff vaso we us zorro kapa dia w do ski fotos s y n te za da gravidez de ludmic em oitenta e seis oitenta e sete, setembro

Da ori ge m da f am milia do fr e de ric o en ge l s da mul her da igreja, o fr e d eric o, o al e mao do icep da mul her da igreja, o car ro da ana, da miss sao da za kapa do ovo da ma s c ra de dim it ro s, da g eu r rac l au se w it z c en telha do ro ck on pr i me i ro pr inc ipe jim do mor riso n, home do ponto do um ll e r, do roma n t is mo fr anc es s kin w al k e r s, se rp ene t dos caminhos da kim do ponto dos p rin cip i os el e m en t ar es de f o ilo sofia do ge o r g es dc pc j t ze rato de d ac h au , da pr es ti gi taçao e i lu sionismo da jean, q ue d eve ser a see n r g, homem la dick e b do ll , ne w look, da ne da new look, a helena n ap o leão, l e l º betisier des top models, do lobo do joao si e ff vaso we us zorro kapa dia w do ski fotos s y n te za da g ravi dez de l u d mic em o it en ta e se is oi t en ta e Set em br circulo

Um outro livro na fiada, assim desvela, w h it te da cruz do homem anima tor serpente do livro de trabalho, w or book, do angulo do grupo onze ap par rei do angulo do ph oto gato ra do homem da energia de goa e do quadrado e da uniao europeia, edi tio na atlas angulo le serpente das crianças circulo da ria sn ç as, do bar do rá da escola, ingles gil circulo do angulo do eco do cole le de ph oto cinema em noventa e nove em portugal, forte oto gato ra fia efe e to serpente dos efe i to s especiais do michel da lan gato da ford, f oto g ra fia ba sic af oto g ra fia na t ur e za nu , le gi s la sao l a bor al do gabi nete do sec r etá rio da co muni caçao soci a l, casa da imprensa, jo rna d as no par la mento da co muni caçao soci al, a ca beça no co raçao da cruz em nova yorque, c en to e dez dol ar es, c en to e de x contos, o me u c asa co da don n a ka r em, co rr es ponde a ma rca do x da madonna o c na asa esquerda dam ad on ac om o menino ita lina o de cara f ac can h u da em seu c olo sentado, do circulo do fe rn n d es ferreira do o fi cio do cio da m a dona, o t al que eu f eni ni ns s tica mente os bandidos do dn per gun t ava am a firma n d o, c omo q ue en tao j á tec e o + ra ze r de fala r com um n cão se i que nome de um pr e t ns o e mui to honrado, em pal v ra s de homem do om ns se maior e la, juiz italiano, fr n a c ca mente, vao bate r p un h eta sa g r ilo sé o a t o d os vó s bandidos v os desejo, o mx dama do don primeira


Do miolo do video, linhas de força e conteúdos relevantes numa primeira escuta

Do mi olo do vi de o, linhas de f o rça e c on te u do s r el eva n te s numa pr i me ira es cut a

A quem eu disse que iria a policia judiciaria no episódio referido no video e constante dos autos deste Livro da Verdade em Verdade da Vida e do Viver, foi à teresa, portanto a dica para lá terá partido dela, e passado, por outros de permeio até lá chegar, pois foi evidente que eles sabiam quem eu era e ao que vinha

Aqui eu me u di s se q ue iria a po li cia ju di cara ia no ep pi s o di o r efe rid o no vi de oe co ns t ante dos au to s d este Li v ro da V e rda dad e em V e rda de d a Vi da e do Viver, f o i à teresa, p orta n to a dica para l á te rá per t id o de la, e pa sado, por o u t ros de pe r mei o a té l á che g ar, p o is f o i e vi dente q ue el es sa bi am q eu m eu e ra e ao quadrado da ue vinha

Pj mais pr mais ar masi operado, provavelmente médico, do mistério publico, será o trajecto, das partes, ou ainda da p do pr do principe maior do is da assembleia da republica mais médico, ou médico, e com relações ou do ministério publico

Pj masi pr mai sar masi o pera do, por v ave le mente médico, do mis teri s o publico, se rá o t ra ject o, das par te s, o u a inda p do pr inc ipe maio r do is da as s em b lei a da r e publica mai s mé di co, ou médico, e com r el ac ç o es ou do minis té rio do publico

Informação sobre o japão, nove do onze, a queda das torres, relacionado com a queda das torres, códigos de jogo de futebol, dos códigos do jogo, da operação montada pela rede

Ib for maçao s ob reo j ap a pn ove do onze, a q eu dada s tor r es, r e la cio n ado com a q eu da das tor r es, co di g os de j ogo de f u te bo l, dos co di g os do j ogo, da opera sao mona t d ap el a red e

O trigger veio de taiwan, diziam agora os dois generais que abandonaram o pentágono, talvez, ou pelo menos da região, sendo que tudo vai apontando que a motivação por detrás disto tudo, tenha sido uma aposta, uma aposta, entre gentes , se era ou não possível faze-lo, e catrapum, ou seja um motivo mesquinho de ganância e de jogo, levou a queda e a guerra que se seguiu, espantariam-se meus olhos se ainda se espantassem

Ot rig ge r veio de t a i w an, di z iam agora os do is g ene rai q ue ab ban dona ram o p en t a g on o, t alvez, o u p elo m en os da r e gi cao, s en do q ue t u di va i ap ao n tan do q ue a m ot iva sao por d e t ra s di s to tudo, t en ha sid o uma ap os t a, uma a ps os ta, en t re g en t es , se e ra o u n cão p os s ive l f az e do traço do ingles l o, e cat ra pu, o u seja um m ot iv o mes quin h ad e g ana cia e de j ogo, l evo ua q eu dae a guerra q ue se s e giu ,se g y u i, es pan t aria m inglesa se me us olhos q se a inda se es p ana t as se maior

Se assim o tiver sido, será possível traçar os movimentos de dinheiro no tempo que antecedeu a operação, se descobrindo primeiro a capa da aposta, visto que ela não terá sido feita as claras, mas mascarada em outra, ou outras apostas, talvez dos casinos on line, visto já existir algumas referencias a estes operadores de apostas aqui no livro da vida

Se a s simo t iv e r sid o, se rá os s ive l t r ça r os mo vi m en to s de din he i ro no te mp o q ue ant e ce de ua o pera sao, se d es co b r indo pr i me i ro a c ap a da ap os t a, v isto q ue el a n cão te rá sid o fe ita as clara s, mas masca ra sa em o u t ra, ou outras ap os t as, t alvez dos ca sino son l ine, vi s to j á e xis tir al gum as r efe ren cia sa este s opera dores de ap os t as aqui no li v ro da v i d a

Mas tendo a faca agora se desvelado no japão, talvez masi daí venha o gatilho, ou pelo menos tambem por aí a aposta terá passado, curioso, é o reflexo do escrito que referenciava a exposição em paris no centro george pompidou, das maquinas e dos robot que remetia para a imagem da extensão da mão humana, e depois o rapaz que de faca na mao andou a matar jovens num campus de jogos, era designer e um dos seus desenhos é de uma anime onde um jovem trás assim uma mao ciborgue, que se reflectia tambem num recente anuncio aqui, que dizia, escolhe o teu corpo ciborgue ou algo assim, ou sej aparece haver aqui uma indicação de um novo cio montado por publicistas

Mas t en do a f ac a agora se d es v e l ado no j ap pao, t alvez ma si da í ve n h ao gat ilho, o u p elo m en os t am b em por aí a ap os t a te rá passado, c u rio sé o r e f l e xo do es c rito q ue r efe ren cia ava a e x p o si sao em paris no c en t ro ge o r g es p om pido u, das ma quina se dos ro b ot ts q ue r e met tia pat ra a i mage m da e x t en sao da mão humana, e d ep o is o ra p az q ue de f ac a na mao ando ua mata e r jo v e ns n um cam p us de j ogo s, e ra de se i g ne r e um dos se us de s en h os é de uma ani me onda um j ove m t rá sas sim uma mao c i bo r g ue, q ue se r e f l e c tia t am b em n um r e c en te an un cio aqui, q ue di z ia, es co l he o te u cop ro c i b o r g ue o u al g o as si m, o u sej ap ar e ce h ave ra qui uma indica sao de um n ovo cio mo n t ad o por pub li c ista s

O ró do ba que tem um homem no tribunal da relaçao, poderá ser o antigo procurador, o moura, o ró.

O ró do ba que te mum h omem no t rib un al da relaçao, p ode rá s ero ant i g o pr o cura dor, o mo u ra, o ró.

As cartas do jardim, do jardim, jardim

As ca rta s do j ar dim, do j ar di m, jardim

Do che maoista dezassete e quarenta e oito do traço do x sexto circulo da dupla divisão do segundo pelicano

Do che mao ista dez a sete e q ua ren ta e o i to do t ra ç o do x sexto c irc u lo da d up la di visao do se gun do pe li cano

Pelicanos, publicanos, desfoque automático, jardim, do mercado do jardim

P e li can os, pub li can os, d es foue au tom a tico, jardim, do me rca do d o j ar dim

A orelha do polícia, existe um ponto no trajecto da faca que atinge uma orelha ou mais de que uma , a primeira de que me recordo, e a do bagao , o felix, o gato

A or e l h a do pol ica, e xis te um p on to no t ra ject o da f ac a q ue at in ge uma o r e l h ao u mai s de que uma , a pr i me ira de que me record oe a do b a g ao , o fe li x, o g at to

Raio que o parta, o único que não é mencionado é o pc, portanto poderá ser do pc

Rai o q ue o par rta, o único q ue n cão é m en cio na dao é o pc, p orta n to p ode rá se r do pc

Da bolacha da primavera, do software dos duzentos e dos quinhentos, no alcatrão ao sol, o tira linhas dos quinhentos, o pr, que agora recentemente fora identificado como sendo o tira linhas, bolacha aparecia tambem recentemente numa visao das bolachas vermelhas na arcádia

Da bo l h aca da pr i ma ave vera, do s o ft w ar e dos du zen t os e dos quin h en to s, no al cat rã o ao sol, o t ira li n h as dos quin h en to s, o pr, q ue agora r e c en te mente f o ra id en ti fi ca do como s en do o t ira linha s, bo l acha ap ar e cia t am b em r e c en te mente n uma vi sao das bo l achas v e r mel h as na a rc á dia

O filipe do tubarão, os chatos, as doenças venéreas, das putas, entre os distintos prostíbulos, sendo um deles, o maior em importância e dano, o da ar

O fi l ipe do t u barão, os c h at os, as do en ç as v ene rea s, das putas, en t reo s di s tinto s pr os ti bu l os, s en do um de le s, o maio r em i mp orta n cia e d ano, o da ar

A hillary de Viseu, ou seja a hillary do almeidinha, e um duvida ainda não fechada relativa à visao da história de kennedy, que será esclarecida mais adiante, assim o espero

A hi ll ary de v ise u, o u seja a hi ll ary do al mei din h a, e um du vida a inda n cão f e c h ad a r e l a t iva à visao da h is tó ria de k en ne d y, q ue se rá esca l r e cida mai s ad di ian te, as si m o es p ero

O segundo, é o jaime gama,. Assim mostra o senhor que denunciou alguns dos malandros abusadores, livrem-se de o julgar antes de se ter esclarecido o processo da casa pia, pois não trazem bases para isso antes, e depois respondam ao que aqui dizem do outro patriarca socialista e seu envolvimento nos negócios do algarve e de um outro inocente que estará ainda na prisão por sua responsabilidade façam o favor de repor a legalidade neste assunto e libertar o homem, caso assim como disse o tenha sido, e se o for que procedam a uma indemnização justa e rápida

O se gun do, é o jaime g ama,. As si m mo s t ra o s en hor q ue d en un cio u al g u s mn dos ma l na dr s o ab usa dores, li v r em do traço da inglesa se de o ju l g ar ant es de se te r escla r e cid oo pr o c ess o da c asa pia , p o is n cão t ra ze m b ase s para iss o ant es, e d ep o is r es p on dam ao q ue aqui di z ze do o u t ro pat ria rca soci a l ista e s eu en vo l v e i m en to no s n ego c is o do al g ar v ee de um o u t ro ino c en te q ue est a rá a inda na pr o sao por s ua r es ponsa bil i dad e f aç am o f avor de r ep o ra l e gali dad e neste as sun to e liber t ar o h omem, c as o as si m c omo di s se o t en h a sid o, e se o for q ue pr o ce dam a uma in de mn iza são ju s ta e rá pida

Cozinha, quarto oval e cama redonda, especificação de espaço , onde se deu o tam no pao da hillary

C oz in h a, q u art o ova l e c ama red o dn d a, es pe ci fi caçao de e s pa ço , onda se de u o t am no pao da hi ll ary

Circulo dentro de vesica, o farol de Saturno, aqui abordado, houve-se o som de fósforos no final do video sobre a parte da mensagem a hillary que ficou gravada, e uma frase ressoa em mim, eles não tinham que o ter feito, uma frase recente que aqui tambem no livro está

Cir culo d en t ro de v e sic ao f ar l de sat ur no, aqui y vaso ab o r dad o, h o uve do t ralo da se inglesa o so ,m de fo as foros no f ina l do vi de o s ob rea par te da m en sage ema hi ll ar Y q ue fi co u g rava da e uma fr ase r ess o a em mim, el es n cão t in ham q ue o teresa fe i to, uma fr ase r e c en te q ue aqui t am b em no li v ro es t á

Sessenta e nove do onze, o u o sexto do nove do onze, a faca da ap a da spa , duplo circulo da cruz em noventa e quatro, ou seja na capital da cultura, ou seja no porto

Se ss en ta e n b ove do on ze, o u o se x to do n ove do onze, a f ac a da ap a da spa , du p l o c ricu l o da cruz em noventa e quatro, o u seja na capital da cu l ru ra, o u seja no porto

E da cruz maior em noventa e seis e noventa e oito da tia da madalena , sete do quadrado dinamic tracking do circulo sexto., do pi na matriz da antena rosa e prata , da p do ponto do casso, do futebol da terceira, do avo de noventa, circulo do oitavo anzol do quadrado ff fiat azul, noventa e quatro, vinte e oito, o musico, do x no circulo na tenda elevada do passat, tenda argenta, ou talvez nas montanhas, o alpinista

E da cruz maio r em noventa e seis e noventa e oito da tia da ma dae l na , sete do quadrado din a mi c t rac king do c irc u lo sex to., do pi na m at riz da antena rosa e prata , da p do ponto do casso, do futebol da terceira, do avo de noventa, circulo do oitavo anzol do quadrado ff fiat azul, noventa e quatro, vinte e oito, o musico, do x no circulo na tenda elevada do passat, tenda argenta, ou talvez nas montanhas, o alpinista

Quadrado da estrela maior do sessenta e nove maior, p da ode do conti muito ua ra edi tam a s ua men sage em duran te




Volto de novo ao meu caderno, pois de seguida as notas dos signos gravados na tv de mu, seguem-se outras notas que de alguma forma em parte explicam e ligam os acontecimentos que se passaram de seguida, e sendo que a explicação global só fará seu sentido completo a quem a leia em seu final, pois muitas voltas e voltinhas se deram e os acontecimentos, a cadeia , o trajecto da faca na carne, é muito complexo, por isso calma na grande área e paciência, que mais tenho eu que trazer para tudo isto vos explicar, e sendo que os posts de cada dia, neste preciso ponto do Livro da Vida se devem ler dia a dia, ou seja de baixo para cima

Vo primeiro to den ovo ao me vaso ca de rato no, p circulo is de se gato do vaso do as muitas ota sd os si gn os gato do ra vaso dias os na tv do primeiro, se gume do traço da sede inglesa circulo do vaso da cruz ra sn ota serpente quadrado ue de al gum a forma e, mp arte e x p primeira icam e li gato am os ac on tec ie mn cruz os quadrado ue se pa ss sa rm de se guida es en do quadrado ue a e x p li caçao g loba serpente primeira do acento no circulo fará se us en tid oco mp primeiro e to aqui do eu ma lei a e maior serpente europeu do forte ina primeiro, p circulo is mui to as vo primeira cruz ase vaso da bolt tinha da serpente da se de ram e os ac on tec e men cruz os, ac ad deia , ot ra ject o da forte ac a na car ne, é mui to co mp primeiro e xo, por iss circulo do ca p rim e rio ma na gata rande primeira rea e pa ciencia, quadrado ue mai st en homem do circulo eu quadrado ue cruz ra ze rato rp para tudo is to vaso os e x p primeiro e car es en do quadrado ue os p os ts de c ad a dia, neste pr e c is circulo do p on to do Li v ro da V id ase dia eve maior em ler dia a dia, jornal, circulo vaso seja, de ba ix circulo para do circulo ima

O jornal do dia dn, dava conta que a filha de ravi shankar vinha a lisboa dar um concerto, eu que trago seu pai em grande amor, pro sua musica que me acompanha desde longa data, me disse, este homem é um felizardo, nem eu sabia que tinha mais uma outra talentosa filha, que segundo ele próprio o desvelou, é uma seguidora completa dos seus ensinamentos, assim ficou meu coração contente ao sabe-lo, pois assim nada se perde e tudo continua, o saber e a inovação que ele próprio introduziu na citara, um pouco ao jeito de que um outro grande mestre fez com um outro instrumento, o carlos paredes, com a guitarra chamada de portuguesa e fui até ao sitio ver a bela menina sua filha e ouvi-la, numa belíssima página que ela trás na internet onde se podem ouvir em completo um serie de seus temas e onde se fica com uma ideia muito completa do seu percurso e seu universo musical, muito gostei, mais gostaria de ir ouvi-la ao vivo, mas dinheiro para bilhetes não cá mora em meus bolsos, para frequentar as casas finas dos bandidos da cultura, como o belo ccb, gerido pelo bandido dos máximos mega ferreira

O jo rna l do dia dn, d ava conta q ue a fil h ad e ra vi s h anka r vinha a lisboa d ar primeiro c on ce r to, eu q ue t rago se u pai em g rande amo r, p ro s ua mu sic a q ue me ac o mp anha desde l on g a data, me di s se, este h ome mé um feliz ard o, ne me u s a bia q ue tinha ma si uma o u t rata l en t os a fil h a, q ue se gun d o e l e pr o pr io o d es v e li ué uma se gui dora co mp l eta dos se us en sin a m en t os, as si m fi co um eu cora sao c on t en te ao s abe do traço da inglesa se do l o, p o is as si m n ad a se pe r de e tudo conti n ua, o s abe rea in ovação q ue el e pr o pr io in t ro du z i un a cita ra, um po u co ao je i to de q ue um o u t ro g rande mes t re fez com um o u t roi ns t ru m en to, o ca r l os pa red es, com a gui t ar ra c h amada de portu guesa e f u i a té ao siti o vera be la me nina s ua fil h a e o u vi do traço de la, numa be li s sima pá gina q ue el a t ra s na in te r net onda se p ode mo u vi r em co mp l e to um se rie de se us t ema se onda se fi ica com uma id deia mui to co mp l eta do s eu pe r curs oe s eu uni v e r s o mu sic al, mui to g os te ima si g ps t aria de ira o vi do traço de la ao v ivo, ma s din he i ro para bil h e te s n ão cá mora em me us bo l s os, para fr e q e un t ar as c a sas f ina s dos ban dido s da c u l tura co mo o belo cc b, ge rid o p elo ban dido dos ma xi mo s mega fe rr e i rta

Tinha eu assim escrito nessa noite,

Anoska shankar
Anouska shankar

E pusera eu um sinal de certo, sobre o os da primeira errada grafia ao escrever a primeira vez seu nome, ou seja um sentido se desvelava no amor daquela menina e da sua musica, que é como toda parte da mesma musica universal, ano os serpente do ka do serpente homem ankar

Anouska, é um dos nomes que eu mais gosto desde menino, assim em português é como uma espécie de declinação da ana, mas bastante mais doce e suave e carinhoso, Anouska seria sem duvida um nome que eu poria a um filha minha se a tivesse

Ano us ka, é um dos no mes q ue eu masi g os to desde me nino, as si m em por tu gues é co mo uma es pe cie de dec l ina ç º sao da ana, mas ba s t ante masi do ce e s u ave e carin h oso, ano us ka se ria se m du vi da um no me q ue eu p ori aa um fil h a min h a se a t uve s se

Dezoito cordas trás a citara

Burn I am When I See You
Burn I am When I See You Play
Burn I am When I Listening To You

As Cordas Tangem
O Som
As Mãos e os Dedos
Tangem
O Universo Todo Ele
Tange

Shuddha Sarang, que Alegria

Ao lado um símbolo desenhado, o circulo em cima da lua deitada da terceira onda e uma conta , dois mil e oito mens trinta e seis, setenta e dois quadrado

Dez o i to co rda s t rá sa cita ra

Bu rn iam W h en I See Y o u
Bu rn I am W h en I See Y o u P la y
B ur ni am W h en I L is ten inglesa do To Y o u

A sc o rda s T ange m
O S om
A ds Mao se O dd ed os
T ang em O Universo Tod o El e
T ange S h u dd há a e ran g, q ue Al e g ria

Ao l ado um s im b olo d es ne h ad o, o cir c u l o em c ima da lua de ita dada terceira onda e uma conta , do is mil e o i to me ns t rin t a e se is, set en t a e do is q ua dr ad o do esposo trocado, que é uma anotação, na ota são, na página anterior, mas que agora fez relaçao pois na sombra que a luz das palavras desvela, uma história assim parecido em seu sentido se desvelou, sendo que um existe que o sabe pois foi quem o apresentou

De seguida

Com boi circulo regi on al mata set e circulo rato ima c as no serpente al p es me sin g es Alpes, gui ll au me pe p y sn fc , sete crianças mortas

O circulo, semi circulo arco azul da estaca laranja do rectângulo de sessenta e oito li ff ph i lip do traço verde sobre branco azul do triângulo do lago do comboio dos Alpes , o circulo da cruz ravel imediato da antena parabólica do gato do triângulo de fogo seis a, ca mara ne villy traço do sur traço do seine, relaçao dos elementos , triângulo de fogo, cruz no circulo, tipo mira do quadrado de sessenta e oito com a imagem do mr da costa

De se guida

Com boi circulo regi on al mata set e circulo rato ima c as no serpente al p es me sin g es al p es, gui ll au me pe p y sn fc , set e c r ian ç as mo rta s

O c i rc uk l o, s emi sir c u i lo arco azul da est aca laranja do rec tan gula de se s en ta e o i to li ff ph i l ip do traço verde sb r e b ra n coa z u l do t r ian gula do lago do com boi o dos al p es , o c ru x c l u o c ru z ravel imediato da ant en a para boli do agt o do t r ian gula de fogo se isa, ca mara ne vi ll y t ra ç o do sur traço do se ine, relaçao dos el e m en ts oo , t rain g l o de fogo, cruz no c riu c l o, t ip o mit ro do quadrado de se s en ta e oito com a i mage m do mr da costa

Universal, cenários de new yorque , ciclone , king kong, the Exchange e no limite,
Ron da mayer, maria joão ma y e rato
a guerra dos mundos steven spielberg, ben hur , donas de casa desesperadas, em mil novecentos e noventa , outro incêndio ali se dera

Uni v e r sal, cena rio s de ne w y o r q ue , cic l one , kim g k inglesa gato rato, he e x ch ange e no li mit e, Ronda mayer, naria joão ma y e ra guerra dos mundos st eve en spi e l berg, b em h ur , dona s de c asa de se s pera d as, em mil n ove c en to ze no v en t a , o u t ro inc en di o al i se de ra

A dc circulo em lui quadrado europeu le muito cao há ca rte luza são , circulo maior europeu dos q au t ro circulos da mangueira verde e amarela

Depois a mangueira verde e amarela aparecera no jardim interior do palácio das necessidades no fim de semana, quando lá entrei, e uma conversa com o joni ao pé da fonte com suas amigas me deu outras contas complementares,

D ep o isa mangueira verde e amarela ap ar e ce ra no jardim in te r iro do p la cio das necessidades no fi m de se mana, q ua n do l á en t rei, e uma c on v e r sa c om o j oni ao p é da fonte c om su as ami g as me deu o u t ra sin circulo do ron do ni serpente mo em t as co mp le m en t ar es,


Ban ki Moon diz serem necessários quinze a vinte milhões ano para fazer face ao problema da alimentação

Ban ki da mo on di z se r em ne ce ss a ´ rio s quin ze a vinte, maçon, mi l h õ es ano para f az e r f ac e ao pr o b l ema da li m en taçao

O homem da spa é do circulo da cristina coutinho

Cento e noventa milhões poupados em esperas , pela utilização do multibanco, estou outra vez rico sem o estar, façam favor de pagar os direitos, seus ladroes bandidos

C en t oe no v en ta mi l h o es p o up ad os em es pera s , p ela u tili iza sao do mul ti ban co, es to u o u t ra v e z ric o s emo est ar, f a ç am f avo r de pa g ar os di rei to s, se us l ad ro es ban dido serpente

T at ler do traço da Bea

E depois entram as anotações do enorme trajecto da faca aqui em terras lusas, mas antes disso, comecemos por entender o que se desvela no quadrado cubo do centro da cruz, por altura da cabeça

E d ep o is en t ra as ano tacões do en o r me t ra ject o da f ac a aqui em te r ra s l usa s, ma san te s di ss o, co me ç emo s por en t en d ero q ue se d es vela no q ua dr ad o cu bo do c en t ro da c ru z, por al tura da ca beça

Uma cruz é bem visível espelhada por dois livros que se encontram em planos distintos da profundidade da prateleira, ou seja, uma cruz operada eventualmente em tempo diferente, mas que fez uma marca, o sentido que explicava a palavra no video que masi importante que a leitura do tempo, é a do espaço, que simultaneamente corresponde sempre ao tempo, ou melhor, explicando ao sem tempo, ao eterno, e que inclinados em forma oposta a desenham, e recordando desde já que uma cruz precisa no mínimo de quatro pontos ligados entre si, dois a dois que ao se cruzar marcam e fazem nascer o quinto, o ponto do cruzamento, e que estando a cruz figurada dentro do um cubo, ou seja , quatro rectângulos, o numero de intervenientes no fazer dessa cruz deverá pelo menos ser equivalente ao numero dos pontos dos ângulos das facetas, ou seja oito elementos


Um cruz é be m v isi v el es pe l h ad ap o r do is livros q ue se en c on t ram em p l ano s di s tinto s da pr o f un di dad e da pr at te lei ra, o u Seja, uma c u r z opera d a eve en tua le m t ne em te mp o difer en te, ma s q ue fez uma ma rca, o s en tid o q ue e x p l ica ava a pala v ra no vi de o q ue ma si i mp orta n te q ue a lei tura do te mp o, é a do esa p ç o, q ue si mul t ane am en te co rr es ponde se mp rea o te mp o, o u mel h or, e x p l i can d o ao se m te mp ao o e te r no, e q ue inc l ina d os em forma o p os t aa de s en ham, e record dando de s de j á q ue uma cruz pr e cisa no mini mo de q ua t ro p on t os li gado s en t re si, do isa do is q ue ao se c ru z ar ma rca m e f az em na sc ero quin to, o p on to do c ru za m en teo, e q ue est and o a c ru z fi g u ra da den t ro do um cubo, o u Seja , q ua t ro rec tan gulas, o nu m ero de in te r vini do vinil en t es no f az e r de s sa cruz d eve rá ep l o m en ni os ser e q u iva valente ao n um ero dos p on t os dos na inglesa gula s da s f ac eta s, o u Seja o i to el e m en to s

Assim fui ver os que os livros dizem, o primeiro é aquele que se encontra em angulo disposto do lado do montante do lado direito da estante, ou seja na realidade na posição da esquerda do corpo, ou seja das gentes, e desenha com o montante um esquadro, ou seja provável história com um maçom ou por um maçon montada, sendo que neste momento aqui na parede, o quadro da indianopolis museum circulo elevado do forte da art , começou a dançar, ou seja parece que esta senhora, ou a senhora maria josé está neste pedaço da história implicada, tanto que o quadro aqui até neste momento sem que lhe tivesse tocada, baloiça, a base com um movimento pendular que deixa duas sombras , uma mais espessa e outra mais suave na parede dos furinhos, ou seja as sombras das klasinicove, e sendo duas , a outra parece ser num barco pelo desenho da própria sombra , a mais espessa e a mais definida, por baixo do quadro, esta um dn onde se le, pena máxima para homicidas, alegação finais, magnifica mediatizaçao promoveu a feira, e sem demora , foto de paulo teixeira pinto a se desvelar a terceira invertida licas boa vinte do bar do rá de vinte e quatro, maio segundo do duplo circulo do infinito, aip fil óculos da primeira coluna da kapa amarela sobre negro, e ainda apanha a altura da base do quadro, um caderno com a anotação da foto nove de londres, com duas cassetes de video em cima, sexto forte cam fx primeiro entrevista na vox, e outra que diz sexta feira fico primeira, um cd rom e pro elevado, e um recibo de alimentação que já entrou no Livro e que diz, alimentação corrente, ferreira borges, do ze do percentil sal sic homem frank oitavo un do circulo da divisão de trinta e nove, e padaria do bar do rá das pastelaria da estrela do percentil do pao de ca rca cca caca do quatro circulo gato do circulo do ponto de sessenta da katia ramos, a canon xli do terceiro circulo d cd xl primeiro c id e o cam corder pal, aponta a parede onde o quadro ainda está baloiçando, no plano eno enquadramento se ve ainda, um dn classificados, com um anuncio cheva www do ponto da imobiliária de cascais , circulo de noventa e cinco do ponto do duplo circulo, diversos de relax, e em cima na esquina e em angulo com a vertical direita do quadro o dicionário de inglês português da collins

As si maior forte do vaso iv ero serpente quadrado ue os li vaso ro serpente da di ze mo pr i me iro é aquele q ue se en c on t ra em angulo di s posto do primeiro ado do mo n t ande do l ado di rei to da es t ante, circulo vaso do seja na real i dad en a p circulo da sic sao da esquerda do cop ro, circulo vaso seja das gatas en da cruz espanhola, ed es en homem ac com om do circulo do mo das muitas cruzes das ante primeiro espanhol maçon dad ro, circulo do vaso sej pr ova vaso el homem is tó ria com primeiro m aç o mn circulo do vaso por do primeiro maçon, m aç on mo n t ad a, serpente inglesa do quadrado da ue ene st moe mn to aqui na pa red e, circulo do quadro da in dia ano do no da polis mu se primeiro circulo elevado do forte do forte da art , co da me ç o ua dan ç ar, o u seja par e ce q ue est a se mn hor a, o ua serpente en hor a maria josé est á neste peda ç o da h is tó ria inp li ca da, t ant o q ue o q ua dr o a q u iat é neste mo m en to se m q ue l he t iv ess e t oca d a, b al o i ç aa b ase com um mo vi e mn to pen du l ar q ue de ix a du as s om bras , uma mai s es p ess a e o u t ra mai s s u ave na pa rede dos f ur in h os, o u seja as s om bras das k l a sin i c ove, e s en d o d u as , a o u t ra par e ce ser n um ba rc o p elo de s en ho da pr o pr ia s om bra , a mai s e x p ess a e a ma si d efe ni da, por ba ix o do quadro, est a um dn onde se l e, p en a máxima para h om i cida s, al e g a ac são f ina is, mag ni f ica me dia t iza sao pr omo v e ua f e ira, e se m demo ra , f oto de p au l o te ix e ira pi n to ase d es v e l ar a te rc eu ra in v e r tid a li ca s boa vinte do bar do rá de vinte e quatro, maio segundo do duplo circulo do infinito, aip fil o cu l os da primeira coluna da kapa amarela sobre negro, e a in da ap anha a al ru ra da b ase do quadro, um ca de r no com ana ota sao da f oto no v ed e londres, com du as ca s sete s de vi de o em cima, sex to forte cam fx pr i me i ro en t r e v ista na v ox, e o u t ra q ue di z sex ra f e ira fi co pr i me ria, um cd rom e pro el eva d oe um r e cibo de al i m en taçao q ue j á en t ro un o Li v ro e q ue di z, al i m en t ac sao co rr en te, fe r rei ra borges, do ze do per c en til sal sic h ome m fr an k oitavo un do circulo da di visao de trinta e nove, e pad raia do bar do rá das p as tela ria da estrela do per c en til do pao de ca rca cca caca do quatro circulo gato do circulo do ponto de sessenta da katia ramos, a ca non x li do terceiro circulo d cd xl primeiro c id e o cam co r de r pal, ap on t aa pa rede onda o q ua dr ao a inda est á bal o i ç and o, no p l ano en o en q ua dr am en teo se v e a inda, um dn c ll lassi fi ca d os, com um anu n cio che eva www do ponto da imo n bil aria de ca s cais , circulo de noventa e cinco do ponto do duplo circulo, di versos de r e l ax, e em cima na es q eu ina e em a g u l o com a v e rt ca l di rei ta do q au dr a oo di cio na riso de inglesa kapa espanhola do portu gues da co ll e ns


O primeiro livro é um pequeno livro muito interessante escrito por uma das minhas mais constantes amigas, que uma vez foi evocada neste Livro da vida, como sendo entre outros, a senhora que me deu a mao quando sai da prisão, o livro trás um filete verde, sobre um rectângulo amarelo em sal capa e contra capa toda em verde, e tem em cima seu nome Marilia Pimentel teixeira , o titulo, O Mito do Pai, A Alegria de Contar Estórias, e uma reprodução de uma estatua de uma jovem senhora em pedra com joelho sentado e outro em posição de apoio a um livro onde escreve ou le, assente num rectângulo, tudo feito em pedra, parece ser granito, e informa o livro ser uma peça da colecção do Museu da Cooperativa dos Pedreiros, que serve de base à capa elaborada pelo João frade, edição da Escher publicações, lisboa , novembro de mil novecentos e noventa e um


O pr i me e ro primeiro iv ro é primeiro pe quadrado do vaso europeu do inglês oli vaso do reo mui to, can tori em te rato espanhola da san te espanhola do circulo do rito português, uma das min do homem as maior da masi sic em cruz a sn t espanhola ami gato as, quadrado ue primeira vaso e zorro do forte do circulo do evo circulo ad ane da ts Li v ro da vi da, co mo serpente inglesa do inglês da cruz do reo vaso da cruz rosa serpente inglesa hor a aqui do quadrado da eu da me de ua mao quadrado da ua muito do sa id a pr isa o, o li vaso do ro da ot da cruz do ra serpente primeira do filete verde, serpente do tam do pao do on do rato e primeira rec da tan gula da manha ar elo em sal capa e circulo em cruz ra circulo da ap do pato tó, o da em verde, e cruz em e mc ima serpente eu no da me do marilia do Pimentel da te ix e do ira , o titu primeiro circulo do circulo mai ro do mito do pai, aa e primeiro le do gato da ria ia de dec em cruz do ar espanhol tó ria da se uma rato da ep do ro do primeiro cao de uma espanhola cruz au cruz ad e uma j ove m ms serpente da inglesa hora em pe dr do ac om do maior jo e primeiro home do os ingles da cruz ad do oe outro em p do circulo da sic sao da pa da epa do circulo da isa do primeiro li v ro onda espanhola do circulo do rato eve circulo do vaso le, e as serpente inglesa da t e n da primeira gravação do tan da gula, tudo fe i to em pedra, par e ce ser gato da ra ni toe in forte oma circulo li vaso reo ser uma p eça da cole cc çao do mu se u, do navio de guerra dos museus, do s emi circulo maior duplo circulo da pera cruz do iva dos ped rei ros, quadrado ue se rato vaso ed e segunda ase à kapa e l ab circulo ra da p elo ao joao fr ad e, edi sao da espanhola da che rp do tam pao, ub, do li caçoes, da lis boa , ni circulo da ove em br circulo de mi primeiro no ove circulo ingles do to zé em noventa e um

Na contra capa que está virada para a vertical e a base da estante , em baixo Escher e em cima , a sinopse do livro, este livro é um ramalhete de estórias contadas com a suave e doce saudade da vida em família ; um contra de memórias que preenchem hoje as horas de « recordar o tempo já vivido».

N a c on t ra kapa que est á v i ra da para ave rato e tc al e ab segunda ase da est ante , em ba ix circulo espanhola da cher e em circulo ima , a sin pose do li vaso reo, este li vaso da ro é primeira rama do primeiro home ingles da te de es tó ria s c on t ad as com as u ave e do ce s au dad e da vi da em f a milia do p o not do vi da gula um c on t ra de me mó r ia s q ue pr e en c he m h o je as hor as de sargento record aro te mp o j á v iv id o sargento o ponto espanhol do circulo da alemã

Escher me remete para um prenda, uma antiga prenda, uma gravura que a ines mendes um dia num meu aniversário me ofereceu, e se bem que eu muito goste de Escher e do seu trabalho, sobretudo pelas perspectivas impossíveis e pela interpenetração das formas que desvela sua permanente interacção, aquela particular, nunca muito apreciei, mas un dia acabei por emoldura-la e há pouco tempo, aproveitei a moldura e la pus uma foto de um cavaleiro de armadura e espada , um figurante de um filme francês onde conheci a ana que tambem em tempo aparecera na ns, amiga ou conhecida da mayer, na praia de carcavelos, aqui está ele, apoiada em cima do aquecedor de parede, que nem sei se funciona, dos que aqui já estavam originalmente, bonnel, este desenho de Escher, são duas faces masculina e feminina que como uma casca de laranja se interpenetram

Es che r me r e met e para um pr en da, uma ant igap renda, uma g ra v u ra q ue a ines m en d es um dia n um me u ani v e r sário me o fere ceu, e se b em q ue eu mui to g os te de es che r e do s eu t ra b alho, s ob r e tudo pe l as pe r spe c t u iva s i mp os s iv e ise pe la in te rp ene t raçao das formas q ue d es vela s ua pe r m ane n te in te ra c capo, a q eu l a par tic u l ar, n un ca mui to a pr e cie rim as un dia ac a b e ip o r e mol dura do traço ingles de la e h á pouco te mp o, ap rove it teia mol dura e l a ´ p us uma f oto de um c ava lei ro de arma dura ee spa da , um fi r g ur ante de um fil me fr anç es onda co n he cia ana q ue t am b em e m te mp o ap ar e ce ra na ns, ami g a ou c on he cida da mayer, na pr aia de ca rca v e l os, aqui est á el e, ap o iad a em c ima do a q eu cee dor de pa rede, q ue ne m se ise f un cio n ad os q ue aqui j á est ava m ori gina le mn te, bo n nel es sat d es ne h ode es che r, são du as faces ma sc i lina e fe me nina que co mo uma ca sc a de lara n j a se in te rp e mne t ram

E as letras me confirma o que já tinha deduzido pela face da ana, que tem uma doença

Escher me remeteu agora ao ler seu nome para italia, para giotto, e para Assis, no sentido em que quando lá estive me foi clara a percepção que giotto tinha sida um percursor da perspectiva, e os frescos na capela, isso mesmo nos conta ao olhar, cá estou de novo pela perspectiva em italia, o lugar da arquitectura da cruz ou de uma parte dela, ou de uma outra marca , pois meu manto vai muito furado ao longo da minha vida, muitos os que me prenderam na cruz , muitos os pregos que me espetaram, e remete tambem para o oficio de firenze, onde se desvela uma assinatura das cheias na china

Espanhola cher mer e met europeia do Agora ao Ler se rp muito te, europeu do no me do para italia, para gi ot to, e para as sis, no serpente da inglesa tid circulo em quadrado ue q ua n do e primeiro á est iv e me forte do circulo e clara ap do pe rc ep sao quadrado ue gi ot to da tinha da sida primeira da pe rc curso rato da per spect iva, e os fr e co s na capela, iss circulo me sm circulo no sin circulo do ron ni serpente mo em t aa circulo olhar, c á est circulo do vaso den ovo pe l a per spect vaso do iva em italia, circulo do lu gato do ar da ar q u i tec tura da cruz o u de uma pe r te de la, ou de uma o u t ra ma rca , p o is me u man to v a si mui to f ur ad o ao l on g o da min h a v id a, mui to s os q ue me pr en de ram na cruz , mui to s os pr ego s q ue da me espanhola da peta ram e r e met e t a m b em para oo ff e cio de fi ren ze, onda se d es vela uma as sin at u ra das che ia s na c h ina

Por detrás do mito do pai e da alegria de contar histórias, que é de certa forma tambem uma imagem de mim mesmo, no sentido em que sou Pai e me alegra contar estórias, grafado na mesma exacta maneira, sem, h, para diferenciar a estória daquilo a que alguns masi distraídos chamam de história, como se uma não fosse sempre feita de outra, ao ser contada, como se o acto de contar por ele mesmo, não fosse sempre uma nova estória

Por de t ra s do mito do pai e da al e g ria dec on t ar h is tó ria s, q ue é de ce rta forma t am b em uma i mage m de mim me sm o, no s en t id o em q ue s o u Pai e me al e g ra c on t ar es tó ria s, g raf ad o na me s ma e x cat am ane ira, se m h, para difer en cia ra es tó ria daquilo a q ue al g u sn ma si di s t rai d os c h am de h is tó ria, cm se uma n cão f os se s e mp re fe it a de outra, ao se r c on t ad a, co mo se o ac to de c on t ar por el e me sm o, na o f os se s e mp re uma n ova es tó ria

Mas aqui o sentido do mito é distinto, tem masi a ver com o que quem por detrás fez com o Mito de Mim Pai, com aqueles que sempre me crucificaram e acusaram de tudo, para melhor me tentar roubar a vida e os feitos nela, assim o leio, ao ler este ler

Masa q u i os en tid o do mito é di s tinto, te m ma si ave r c om o q ue q eu m por de t rá s fez com o Mito de Mim Pai, com a q eu le s q ue se mp r e me c ru xi fi ica ram e ac usa ram de tudo, para mel hor me t en t ra ro ub bar a v id a e os fe it os nel a, as simo lei o, ao ler de este ler

E o livro que por detrás me aparece, como pela sua posição relativa, dizendo que é um estória que vem do passado, e que com este está cruzada, é uma pequena publicação sobre o panteão nacional, ou seja mais uma vez um eco, na Palavra da imagem ecoara no que estava oculto e desvelado por detrás do coração da cruz, uma referencia à cabeça e a mao de quem assim aqui agiu para inventar uma história, fazendo dela um pseudo mito a medida exacta de sua negras intenções acusatórias e incriminatórias, pois o panteão é a igreja de sta, engrácia, a igreja que teve diversas e longas vissicitudes, ao longo da sua construção e existência, e que o Povo vulgarizou em termo, como imagem das obras que nunca mais se acabam, as obras inacabadas de sta engrácia, assim é uma das populares cunhadas expressões

E circulo do li vaso do ro quadrado europeu do rip e portuguesa de cruz do rá serpente da me da ap ar e ce, co mo do pe primeira serpente ua da p circulo da si sic sao rato e primeira cruz iva, di zen do quadrado ue é primeiro do espanhol tó da ria quadrado europeu de eve maior do passado, e quadrado ue com este est á ac da ru za da, é um pe quadrado eu na pub li caçao serpente so tam pao no circulo do br reo pan teao na cio muito norte sul, circulo do vaso Seja de Maio, serpente primeira do vaso e zorro do primeiro eco, na Pala do vaso do ra da e mage do mec oara no quadrado ue est vao culto e dia da espanhola vela do por da cruz do rá serpente do rc circulo do rato da sao da cruz, primeira da refer da inglesa cia à ca beça e a mao do quadrado eu maior as si maior aqui a gi vaso para e em vaso ingles cruz do ar primeira da história, e do homem is tó da ria da fazendo de pr ie mira do primeiro do ps europeu do mito da me da manha dida e x no cat ad espanhol da ua negra sin da cruz inglesa do circulo de corte do oe espanhol do ac à usa tó ria se inc rimi ina tó ria serpente, p circulo is do circulo do panteão, é a igreja de st , primeira da elevação, inglesa gata da rá cia, a igreja quadrado eu da teve da di vaso e rata sas e primeiro em gato as vi serpente sic e t do vaso de serpente, ao primeiro em gato da serpente da ua co ns t ru sao e e x ist en cia, e quadrado ue o P ovo vaso duplo primeiro do gato da ar rizo vaso em te rato mo, c omo e mage maior das o bras quadrado ue en un ca mai serpente da se do ac a bam, as ab circulo bras ina ca ba dia do as de st a inglesa da rá cia, as si maior, é uma das pop ru primeiras do ar espanhol circulo da un homem ad as e x press circulo espanhol

Cá está se desvelando o luis maio, e por tabela as suas ligações com o cunhado do que vai nas vestes de presidente da republica , relaçao com o sej a, espanha, inglaterra, ruménia, rimi, itália, e diversas cruzes em espanha e inglaterra e o mec, tambem de novo a aparecer com suas ligações

Stª engrácia, é uma antiga estória que se passou no século quarto, nascida supostamente em Braga, terá sido prometida ao duque de rossilão, e para seu casamento se dirigia escoltada por dezoito cavaleiros, quando em barcelona soube das perseguições que os cristoes sofriam em saragoça e assim alterou a sua viagem para protestar contras as injustiças, e foi presa e todos eles e ela morta depois do que se diz ter sido um martírio que se arrastou por diversos dias, me recordo eu de conversar com o mestre lima sobre ela e um dos seu quadros, sobre o tema, um curioso quadro onde se misturam no martírio antigo, elementos modernos, de o que agora de novo para ele olhando, são tremendamente premonitório e esclarecedor

St elevada , a primeira en g rá cia, é uma ana ti gata primeira espanhola do tó da ria que se passo da un circulo do século, quarto, muito às da cida supostamente em Braga, te rá sid circulo pr circulo met id dao duque da rossi doc irc u l o do primeiro cão, e para se do vaso da asa que mente da se da di de rigo primeira espanhola e co da primeira cruz da ad ap circulo do rato em dez, circulo do dezoito, it to circulo da ava da lei ros, quadrado da ua muito do bar do rc e primeiro em as circulo do vaso do be das per se gui serra do circulo espanhol do quadrado europeu os c r is tao serpente do circulo fr do iam em sara gata oca e as si maior da norte sul da te do ro da ua da serpente da ua do vi primeira gata em para da protest ar c em cruz do ra sas em ju serpente do tic as, e forte do circulo do ip do pr e sa e de todos eles, e el primeira da mo rta de p circulo is do quadrado da ue da se di zorro teresa sid circulo do primeiro mar do ti rio quadrado ue se ar rasto vaso do por da di dos versos dias, me reco do europeu dec em vaso e rato sar com o met rato lima serpente circulo do br e ela e um dos seu q ua dr os, serpente do circulo do br reo da cruz ot ema, primeiro cu rio serpente do quadrado da ua do dr do circulo da onda ess e mis cruz do vaso ram no mar do ti rio do san do ti goe le do home ingles to serpente do Moderno e serpente deo quadrado ue Agora den de muitos ovos para el e circulo do primeiro e mao do circulo da são da cruz rato e mendes mna te pr e circulo do nini toi, asa sas e esca primeira rece dor

Mais uma ligação que se desvela aqui, da rossi, com ligação à mayer, e assim aos franceses, o protest, o colégio moderno, os agoras serpente europeias, o rio e o goe, a sara , o iam, e o circulo da ad do rato, sempre os mesmos malandros e uma suposta história de cida em Braga, o que estas bestas inventam, que morram todos em vossas cidas mentais de corações que não bombeiam, só bombeiam bombas, que façam pum sem remissão por dentro, e agora numa curta ida ao café, logo o espirito acrescentou, o set do circulo do primeiro x em setenta e tres, eu com treze anos, já me cruzavam nesse pequena idade, filhos da puta sem remissão, e cruz na trindade, a dos quatro pneus furados no carro da minha mae com a puta da actriz a fazer teatro que estava doente e coisa e tal, melhor será mesmo morrer sua hipócrita, alexandra, aqui relatado o episódio no Livro da Vida, dos comandos da televisão, do os da cruz do rá da tele, muito bem menina e depois hipocritamente pelo espirito mais tarde , depois do mal estar feito, desculpa, decupla, sabe-la toda de pernas abertas

Masi do primeiro do norte sul e gato as da sao que se do dia da espanhola vela aqui, da rossi, com li gato da ac sao àna Y e rato, e as simao serpente fr n ac espanhol e serpente, do circulo do pr ot est, do circulo do co le gi o moderno, os agoras se rp en te europeias, circulo rio e circulo goe, da primeira sara , do circulo do iam, e o cir do cu do pr i e miro o da ad do rato, da se mp reo serpente me sm os ma lan dr o se da primeira serpente da posta do homem do is da s eta na cruz da ria de cida em Braga, o q ue estas best as em vaso inglês da cruz da manha, quadrado ue mor ram todos em vaso do os das sas da cid as e mn tais de co rça circulo espanhol que muito cão da bomba iam, serpente do acento no circulo da bomba ia da sm das bombas, quadrado eu do forte aç da manha m p um do pum sem r emi s sao por den cruz do rato do oe do agora muito da primeira curta id a ao ca fé, primeiro do ogo circulo espanhol do pi rito ac rato espanhol do circulo ingles to vaso, circulo set do circulo do primeiro x em setenta e tres, eu com t r e ze ano ser ep pn da teresa, principe da primeiro acento à mec ru za vaso da manhã do ness e pe quadrado e un primeira id ad e, fil home do os da puta da se do maior rato e miss são e cruz na t rin dad e, a dos q au t ro pn eu s f ur ado s no car ro da min h mae com a puta da ac t r iza fax e r tea t ro q ue est ava do ente e co isa e t al, mel hor se rá me s mo mor r e r s ua h ip o c rita, al e x ra n da, aqui r e l em Estrela ado do circulo do oe do pi s o di o no Li vaso do ro do vaso maior id ado do sin do circulo do ron ni serpente mo do doc comandos da televisão, do os da cruz do rá da tele, muito bem menina e depois h ip pr toco c rita mente pelo es pei rito ma si t arde , d ep o is do mal est ra fe it, d es culpa, dec u l pa, s abe do traço da inglesa de la toda de pe rna s ab e rta serpente

Vou agora buscar o livro de mestre lima , não é santa engrácia, como trazia no espirito, mas sim santa auta, em noite de lua cheia ,diante da Madre de Deus, ouvindo passar o rápido de Porto. Um ac r i li co serpente do bar do rá pap do per el da gula do vi de mul novecentos e oitenta e seis, na exacta página cento e sessenta e nove, o primeiro do sessenta e nove, e ou, em novembro, a de tua, certamente, assim agora se desvela, a santa em frente ao convento da Madre Deus, duplamente aureolada com coroa em sua cabeça, uma cobra se desenha na rua , a cobra que passa por debaixo da ponte do comboio, a antiga ponte ao lado de um armazém que fora da misericórdia e alugado ao joao , o fotografo, que fotografou as meninas de lisboa, onde ele fez umas festas, umas raves em noventa e quatro ou cinco, o joao que o pedro passos me relembrava em dia recente numa foto, com características arquitectónicas semelhantes se não as mesmas do cassiano, o local da sessão de fotos do joao, estranhas fotos, com reflexos impossíveis, a santa está em pé vestida de vermelho, com uma seta cravada bem no centro de seu pescoço, segura e lê um livro em suas mãos, de onde sai uma pena comprida e negra , como asa que entra sobre o comboio moderno que vem do porto a lisboa a chegar, a lua cheia por de cima, r e r as aa v ta ll maior vaso, a primeira vesica de quatro do maior vaso do grupo da dupla unidade, assim desvelam as letras na faixa que sai da parede do convento e encosta numa curva na janela do frade da direita, ou se calhar mesmo relativo ao frade, ao pedro frade, que agora aqui de novo aparece, relacionado com sta engrácia, não como pedro, mas em substituição, joão, o joao do frade, ou sej a cobra que passa pro debaixo da ponte do comboio, o de Madrid, que terá vindo do porto e que se relaciona com alguém do colégio moderno, e que participou no tal ritual na lua cheia, ou que levou uma seta dessa mesma cobra, numa noite de lua cheia ao ler um livro de onde sai uma pena negra que depois faz asa negra sobre o comboio a passar, será masi assim, a reza da história, e uma proximidade e uma relaçao entre auta e engrácia, pois o local da cidade é um mesmo e ambas nesse território se cruzam, a pa da gina do onze da sec, a são primeiro do onze do bar do rá do zé em noventa e tres, cm, dos muito ângulos do primeiro da Estrela co do angulo da tríade do sete

Vo do vaso do agora segundo us car circulo do li vaso do ro de mestre lima , muito cão é serpente da anta inglesa da gar do rá cia, co m ot ra z ia no espanhol do pi rito, massi ms da anta da auta, em no ite de lua cheia ,di ian ted am ad red ed e us, circulo do vaso da indo passa do ro rá do pido do Porto. primeiro ac rato e li co se rp da inglesa kapa te do bar do rá do pap, do apv, do pe do rato e primeiro da gula do vi da mul novecentos e oitenta e seis, sna e x no cat à pá gina circulo do ingles to ze se ss inglesa cruz a e nove, o primeiro do sessenta e nove, e ou, em no vaso em bro, ad e tua, ce da rta mente, as si maior agora se dia espanhol vela, a santa em fr ente ao circulo em vento da maior ad red eu serpente, dia da up la mente au rato e lada com coroa em sa ua da ca beça, primeira cobra da se de senha na rua , ac circulo do b ra quadrado europeu da passa por de ba ix circulo da ponte do com segundo io, a ant i gato a ponte ao primeiro ado de primeiro ar da manhã az im quadrado ue forte do circulo do ra da mis iria co rato do dia e a lu gado ao joao , circulo forte oto gato raf o, quadrado europeu da f oto gato raf circulo ua serpente meninas de lisboa, onda el e fez vaso da ms festas, uma serpente r ave espanhola em noventa e quatro o vasp dp circulo inc , o joao que o pedro passos me rato e primeiro em br ava em dia rec da inglesa te numa f oto, com cara rac cc teri serpente tic as ar quadrado do vaso da it tec cruz oni ca serpente da se da me primeiro do homem da ane ts serpente inglesa cão as mes maior serpente do ca ss ian circulo, o primeiro circulo do cal da se serpente sao de f ot os do joao, est rato na homem as f oto sc om rato e f l e x os e mp ps os ive is, as anta est á em pé vaso est id a de vaso e rm do p rim e rio ho, com uma s eta circulo rava da bem no centro de seu p es coco, segur a el ê primeiro livro em serpente ua s mãos, de onde sa e primeira pena do co mp rid a e negra , como asa que ingles da cruz do ra serpente d tam pao reo com segundo co circulo do moderno quadrado ue que vem do porto a lisboa a che gata ra, a lua che ia por de cima, rato e ra serpente aa vaso t a ll maio rato vaso, ap do pr e me ira ave do vaso da sic primeira de q ua t ro do maio rato vaso do gato rup circulo da dupla do vaso inda de, as si maior dia espanhola vela lam e as letras na f a iza quadrado ue sa id a pa rede doc em vaso e to e ingles co do ns ta numa curva na j ane de la do fr ad e da direita, circulo do vaso da se cala homem rato da me serpente do mo rat el primeira da cruz ivo ao frade, ao pedro frade, quadrado ue agora aqui do dia do ingles ovo da ap ar e ce, rato e la cio muitos ado com sta en g ra cia, n cão co mo do pedro, maior serpente em serpente do tam pao, ub serpente do tir do rui da sao, j cão, o joao do frade, circulo do vaso sej primeiro ac circulo bra quadrado da ue da passa pro de ba ix circulo da ponte do com boi circulo, o de mad ri s, quadrado da ue da te do rá vaso indo do porto e quadrado ue se r e la cio de muitos ac com norte sul gato eu maior do cole gi do circulo do moderno, e q ue par do tic da cp do circulo da un, circulo da cruz norte sul do rato e tua primeira na lua do che ia, circulo do vaso do quadrado ue le co vaso primeira serpente eta dessa me s ma cobra, numa ni te de lua che ia ao ler um li v ro de onde sai uma p en a negra q ue d ep o is f az asa negra s ob reo com boi o a passa r, se rá masi as sima r e za q da h is tó ria, e uma pr ox i mi dad ee uma relaçao en t re auta e en g rá cia, p o is o l oca l da cidade é um me s mo e am ba s ness e terri tó rio se c r uza mapa da gina do onze da sec, a são primeiro do onze do bar do rá do zé em no v en ta e t r es, cm, dos mui to ângulos do pr i mei ro da Estrela co do angulo da tríade do sete


Mas a historia de st engrácia , nao terminou em seu martírio, continuou em estranho modo aqui, pois a primeira das igreja foi profanada e um homem foi injustamente condenado e morto, esse homem fizera apelo a inquisição para ser julgado, e teve como resposta dela que nada tinham a ver com o assunto, e assim o cristão novo , simao pires de solis, home de uma família abastada de mercadores, cujo passado de brigas e jogos vários, aliado ao conhecimento que demostrou ter dos actos praticados, o que eufemisticamente se convencionou chamar de desacato, e por denuncia do manuel de pina, que disse ter reconhecido a voz, ali ao perto do campo de sta clara, acabou queimado vivo tendo sido primeiro decepado em suas mãos a treze de fevereiro de mil seiscentos e trinta e um, ou seja, de um judeu foi feito um bode expiatório fruto de vingança de muitos que o odiavam e o invejavam, não só por ser um home autónomo mas tambem por ser um homem que vivia com alegria e gosto, coisa que as bestas tem muita dificuldade a engolir, como se sabe, as putas falsas das falsidades e falsas bestas de todas as tretas, que nunca meteram por moto próprio um falo na boca, nem nunca se vieram nem prazer sabem o que é ou conhecem, é só pecado gritam, vendo o sangue alheio correr, aí sim reza a história que ficam muito excitadas, mas a história nunca ficou assim, e a balança retorna em grande ao seu equilíbrio quando as bestas a falseiam

Moda historias de st engrácia, ou seja da Sílvia cunha que por ali agora vi v eu, na i t te r mino ue ms europeu do mar ru rato e, cin ti nu o ue maior es t ra anhos muito do homem do duplo circulo da me da moda aqui, do po da isa primeira das vaso e si espanhola de serpente da ua igreja forte do circulo do ip do ro do forte da ana d a e primeiro himem forte do circulo em j us tamen tec em dena dia do oe morto, ess e homem fi ze ra ap elo da primeira em quadrado do vaso da is sao par as rato p rin ciep do vaso do primeiro gado, e teve circulo omo rato da espanhola posta de la quadrado ue muito ad da primeira tinha da manha da ave rc do om di circulo as do sin to, e as si mo c rato da sita em muitos ovos , si mao do pires de sol is, home de uma f a mila ab as t ad a d e me rca dores, circulo do vaso do jo passado norte sul iad circulo do po do ab riga se de jogos vários, norte sul iad circulo ao circulo em homem do cimento quadrado eu do demos cruz ro do vaso da teresa do sac da cruz os do para tica dia os, circulo quadrado ue e vaso do forte eni serpente da toca que mente sec em vaso inglês do cio un circulo vaso ch a mar ded espanhol da serpente, ny te do ac acto, e por den un cia do manuel de pina, quadrado da ue do primeiro ingles da di serpente da se teresa rec em home ingles cid circulo do avo oz, norte sul e ao pe r to do cam da p ode das sas da clara, ac ab circulo do vaso quim ad circulo v ivo da cruz inglesa do sid do circulo do pr e me iro de dec epa dia do oe ms vaso do as mao da sa treze de f eve rei ro de min l se i circulo do inglês to ze do trinta e um, circulo do vaso do sej do primeiro judeu forte do circulo e sargento do forte e it to do bode é x pe iat ro ria fr vaso do to de vin g ança de mui ts circulo quadrado ue circulo dia ava meo ive principe ava am, muito cão serpente do acento no circulo por ser circulo do primeiro homem au to no moma s t am b em por ser primeiro homem quadrado ue vaso iv ia com norte sul e gato da ria e gosto, co isa quadrado ue as best as te mm vaso ita da di fi circulo da ua primeira da dea do ingles do goli rc do omo da se, sabe, as p do vaso da cruz do as forte do as da primeira as das fortes as da primeira sida dia espanhol e forte as primeira das as betas de tod a sastre eta serpente, quadrado ue muito da un do ca di met e ram por maior oto pr circulo do pr io primeiro forte alo na ab b oca, ne mn un ca da se do vi ram ni e pr az e rn cão sabe, mo quadrado ue é ne mc em home inglês cem, é serpente do acento no circulo da crica do pecado gata do ru tam, vaso ingles do circulo do san g ue norte sul, homem inglês io co rr e rato da masa do home energia da serpente ds tó rato ian un doca fi co ua serpente si me ab bala ança rato e to rna em gata rande ao serpente europeu e quadrado do vaso do li br io quadrado ua muito do as best as af norte sul da seia da manhã

muito ar e mino vaso em serpente europeia do mar do ru ric cintia cruz em circulo do vaso moda

uma primeira reverberação aqui neste ponto da antiga história emerge com letras recentes, soli, o nome do condutor da sagração da primavera, o ritual na primavera, primavera de novo referenciada pela Palavra como bolacha, ou seja com cd e software que se relaciona tambem com a visão recente das bolachas vermelhas na arcádia, e de repente estamos outra vez no mesmo ciclo da eterna história das homens das perseguições e das fogueiras

uma pr i me ira r eve rb e ra çao aqui neste p on to da ant i g a h is tó ria e mer g ue com letras r e c en te s, soli, o no me do c on do tor da s ag raçao da pr i ma vera, pr i ma ave vera de n ovo refer en cia d a ep la Pala v ra como bo la ac acha, o u seja com cd e s o ft w ar e q ue se r e la cio nata mne com a visão r e c en te das bo l achas vermelhas na a rcá dia, e de r ep en te est amo s o u t ra ave zorro no me s mo cic l o da e t r en a h is tó ria das h ome ns das per se gui ç o es e d as fo g eu ira serpente

depois da queima do judeu como responsável pelo desacato, o ódio da população de lisboa cresceu de novo em relaçao aos cristãos novos, anos depois na galiza em orense, um homem a caminho da forca declarou ter sido o resposanvel pelo acto roubo na igreja e afirmou ainda que simao solis estava inocente desse acto, o desacato que levou a interdição da igreja ao culto, que foi transferido para a ermida de nossa senhora do paraíso, e deu origem à fundação do real convento do louriça que ainda hoje perpetua o desagravo em permanente adoração ao santíssimo sacramento e originou a fundação de uma irmandade de cem fidalgos, dos mais nobres do reino que por juramento se propunham dedicar ao desagravo do sacrilégio cometido, denominaram-se escravos do santíssimo sacramento, em dezanove de fevereiro de mil seiscentos e oitenta e um , numa noite de muita tormenta a capela ruiu, menos de cem anos depois, sem a história da reparação ter sido feita, lisboa, caiu no grande terremoto, assim rezam as letras do texto deste pequeno livro de uma velha história reeditada em sua negritude nos dias de hoje

dia da ep circulo do is da q ue ima do judeu circulo omo rato espanhol posa ave primeira pelo de serpente cat circulo, o do duplo circulo dao di circulo da pop vaso de la sao de lis bo ac rato espanhol do ceu den ovo em relaçao ao sin do circulo do ron ni serpente mo do rato ista os no dos ovos, a ns circulo dia da ep circulo is na gal iza em circulo rato da ren da en se, primeiro homem a caminho da f o rca dec la ro vaso do teresa rato sid oo rato espanhol do po san vaso el p elo ac to ro ub do circulo na igreja e af e mo ua un do quadrado ue simao sol is est ava ino circulo da inglesa teresa da serpente da se ac to, circulo dia espanhol cato quadrado ue primeiro evo ua em te rato da di sao da igreja ao c u l to, quadrado ue forte do circulo it ra sn fei ro dp ar aa emi dad de no serpente sas en maior hora do paris circulo, pa rai serpente do oe dia eu circulo rig ema forte da un d ac sao do real circulo em vento d convento do primeiro circulo do ur e sa quadrado ue primeira inda homem do oje pe rp pe do tua circulo de sa gato rato do avo em per maior ane muito teresa ad circulo raçao ao san ti serpente sumo sac ra men to e ori gi no ua forte un da sao de uma i rato do homem dade de cem fi da primeira gata os, do sm as sino br espanhol do rei do circulo do no por ju ra men to se pr circulo da p da un ham de di car ao de sa g rav o do sac r i primeiro é gi o co met id o, deno mina ram do traço da inglesa se espanhola do circulo do rato evo serpente do s an ti s simo sac ra m en to, em dez ano ove de f eve rei circulo do dd emi primeiro de seis circulo ingles do to ze circulo em it en ta e um , nu mano ite de mui ta tor mui ot inglesa at a capa e la rui vaso, do homem ingles do os de cem ano serpente d ep o is, serpente ema homem is tó ria da rata da epa raçao teresa sid circulo da fe ita, li broa, ca e un circulo gato do ar muito teresa rr e maior oto

este grupo do set que me fez uma cruz aos treze anos na velha história terá pegado e de novo a actualizaram, alguns por mando roubaram os panos da igreja e nela deixaram sinais de sexo por detrás ao altar e a vitima a mim me escolheram, estranho paralelo este com o tempo de hoje, com a guerra masi um vez a se estender, não vos emendais de vossos pecados, só faltará vir mesmo novo terremoto, truz , truz, truz, que se vos enfie este capuz!!!!! !

este grupo do set q ue me fez primeiro ac ru za s treze ano s na velha h is tó ria te rá p ega dia oe den ovo ac tua lia do traço inglês l o, as l gus sn por mando ro ub bar a ram os p ano s da igreja e nela de ix aram sin a si de se x o por de t rá sao al t ar e a vitima a mim me es co l her am, es t ra anho para lelo este com o te mp o de h oje, com a guerra masi um v e za se e sn ted e r, n cão v os e m en da e is de vo ss os p eca d os, s ó f a l ta rá vi r me s mo n ovo te rr e m oto, t ru s , t r u st r u s, q ue se v os en fie este ca p u z dos quatro mais um maçons!!!!! !

no espirito oiço em mim, na tarde, profanaram o templo, malditos sejais, sendo o templo que aqui nas entre letra se desvela, um hímen, ou seja, uma mulher virgem foi profanada

no es pi rito o i ç oe mm i mna t arde, pr f ana ram o te mp l o, mal dito s se j a is, s en do o te mp l o q ue aqui nas en t re l e t ra se d es vela, um hi men, o u Seja, uma mul her vi r g em f o ip ro f ana ad a

Todos vós inferno, em inferno do trinta e um ficais e ficareis, que o preto de quatro patas pelo cabo vermelho vos passe na púbis a peçonha e vos em definitivo engasgueis!

T o do s vó s in f en ro, em in fe r no do t rin ta e um fi cais e f ica reis, q ue o pr e to de q ua t ro pat as p elo cabo vermelho v os passe na p u b isa p eco n h a e v os em de fi ni t vo en g as ge is!!

Om it to do pai aa le gato ma de contar estórias, para circulo dedico w maior Y ode am nl vaso ami rai circulo do carneiro jade, angulo de muitos vasos da cruz elevada ess anda circulo ar circulo reg , vaso do gato vaso do vaso do angeles oco do laço w no serpente do gancho se is do ch ap ue x homem ny da cobra maria serpente se us da cruz rato x na cruz r aa do pa ss ro do vaso primeiro vartea elevada do homem do pi r mei ro ponto do w no se el cruz os se maior europeu as spa s me nino, aspas , x em vaso e ac en to vale do ponto so segundo om x ode dia duplo circulo w ra cap de vaso el do home ingles da manha da energia espanhol serpente sul norte +e sargento do circulo do ponto alemão da pp ite x no ponto do carneiro in v e rt do so da vareta do percentil de n ny em mil novecentos e noventa e primeira pute pite

Assim em suma este pedaço da estória é uma invenção que de mim fizeram, ali nas bandas do panteão, sabendo ou não sabendo os fósforos históricos com que andam a brincar, certo certinho será, que suas mao se iram queimar

As si m em suma este ped aço sa es tó ria é uma in v en são q ue de mim fi ze ram, al i nas ban d as do pan teão, s a ben do o un cão sabe n do os f os foros h us tori co s com q ue anda ama br i cna rc e r to ce r tin h o se rá, q ue s ua s mao se iram q u i mar

Na mesma fila dos pequenos livrinhos que narram a história do passado, um com uma capa bastante desoladora, um ovo negro imenso, sobre um piano, catalogo de uma feira internacional, bem antes do ovo na expo de noventa e oito, o ovo negro do musico joao paulo feleciano, que eu não muitas luas trás aqui na casa das sandes em campo de ourique uma tarde encontrei, falei-lhe das muitas rachas que observara nos revestimentos dos prédios da expo, parte delas por má construção, rápida e sem cuidado nem controlo, e lhe perguntei, ou foram vocês com as frequências do espectáculo em cima das aguas do rio, o rapaz, disse que não e nem meio minuto depois tinha já desaparecido, como se uma mosca de repente o rabo lhe tivesse mordido, mas um que chegou à latina europa, para quem sempre abrimos as portas, sempre apoiamos e promovemos, depois a medida do sucesso, pouco importa quem a mao primeiro lhe deu, recordo uma vez de lhe montarmos um video de uma estadia em nova yorque

Na m es ma fil ad os pe q u en o s li v rin h os q ue en ar ram a h u is toi ira do passado, primeiro com uma c ap a b as t ante d es vela dora, um ovo negro i m en s o, s ob re um pi ano, cat a l o g o de uma fe ira in te rna cio n al, b em ant es do ovo na e x po de no v en ta e oito, o ovo ne g ro do mu sico j ao paulo fe l e cia ano, q ue eu n cão mui t as lu as t rá sa aqui na c asa das san d es em cam po de o u rique uma t arde en c on t rei, f al lei do traço do homem inglês primeiro das mui t as rac h as q ue ob serva ra nos r evi s tim en t os dos pr é dio s da e x po, par te de la s por má co ns t ru sao, rá pida e sem c u id ad ene mc on t rolo, e l he per gun te io u f o ram vo c es com as fer q e un cia s do es pe cta cu lo em c ima das aguas do rio, o ra p az, di s se q ue en cão ene m me io minu to d ep o is tinha j + ad es ap ar e cid o, co mo se uma mo s ca de r e p en te o ra bo l he t ive s se mor dido, mas um q ue che g ou à la t ian eu ro ap, para q eu m se mp r e ab rim os as p orta s, se mp rea poia mose pr omo v emo s, d ep o isa me dida do si u cc ess o, p o oco e mp porta q u ema mao pr i mei ro l he d eu, record o uma v e zorro de l he mo n t ar mo s um vi de o de uma est a dia em n ova y o e quadrado europeu

O ovo negro das teclas do piano negro e branco, do pan teao ao lado das antigas instalações da latina europa

O ovo one gato ro das tec la serpente do pi ano da ne gato rato do oe br anco, do pan tea circulo ao primeiro ado das ant e gás sis muito cruz ala circulo de cortes no oe espanhol da primeira en ina do europeu do rato da opa


Ontem na rua depois de escrever sobre os mg a propósito do artigo do pai portas, um lotus seven, o rato da opa ana, espanhol circulo do onze, circulo vermelho da patilha dos quatro feixes de prata que entram no centro , doze ovos trazia o senhor para sua esposa e a sua filha os deu, lotus, fragil, o cateter do homem me espanha, o de lisboa noventa e quatro, capital da cultura

On te mna rua d ep o is de es ce r v e r s ob reo s mg a p ro p os i to do ar ti g o do pai po rta s , um l ot us s eve en, o rato da opa ana, es pan hol cir cu ll o do on ze, c ric u l o vermelho da pt in l h ad os q ua t ro fe ix os d e pa rta q ue en t ram no c en t ro , do ze ovos t ra z ia o s en hor para s ua es posa e a s ua fil h ao s d eu, l ot us, fr a gil, o cat tete r do h omem me es p anha, o de lisboa no v en ta e quatro, ca pi tal da c vaso da p rim e ria da primeira tura

Da sá aqui do prédio entre a simas e a senhora inglesa, e dos xutos e dos pontapés

Dois bonés de ganga verde e azul petróleo em cima de um contentor verde cubo de lixo, do galgo dos ossos, bones das quinas, do segundo círculo dos olivais do vaso maior da mentira da manu

Do is b one es de g ang a ve verde e azul pet ro lei em c ima de um c on t en tor verde c ub o de li x o, do gal g o dos ossos, b on es das q u ina s, do se gun doc irc u ll o dos oli v a is do v as o mai ro


O principe do sessenta e nove é o da capital da cultura,


Ah amada, que está uma tarde cheia de calor mesmo boa apara se estar numa praia a refrescar beijinhos de mar e depois lamber-te o sal da toda inteira tua pele e ficar a ver teu sorriso arrulhar

A h ama da, quadrado ue est á um cruz arde che ia de cal o r me sm o boa ap ar ase est ar nu ma pr aia a r e fr esca r bei j in h os de mar e d ep o is l amber da inglesa te o sal da toda in te ira cruz ua pele e fi cara vaso e r te u s or riso ar ru l h ar

Publiquei e desci ao império para levar comidinha as gatinhos, que ali estavam , dois deles, o castanho e o preto por detrás das suas arcadas , o castanho esparramado estava na sombra de seu calor, comecei a mostrar-lhes o saquinho a falar com eles ainda ao longe, quase nem me ligaram, o preto mais arrisco como sempre ao meu chegar lá começou a se ir embora, ao castanho cocegei-o assim pela sua barriguinha, e ele lá estava todo contente,

Pub li quadrado eu i e d es cio ao i mp e ´ rio para l eva r c o midi n h a as g at in h os, quadrado ue al i est ava m , do is del es, o ca s cruz anho e o pr e to por d e cruz rá serpente das serpente ua serpente rac ad as , o cas cruz n h ao epa ramado est ava na serpente om br a de serpente eu ca l o r, c o me seia mo serpente cruz ra r da inglesa l h es os aqui n h oe a f al r c om el es a inda ao l on ge, quadrado u ase ne m me li ga ram, o pr e to ma si ar risco co mo se mp rea o me u che g ra l á co me ç o u ase i r em bora, ao ca st n h o co ce ge i do ingles o as si m pe l sa s ua bar ri gin h a, e el e l á est av todo c on te n te,

Na álea ao passar, uma pomba desce do seu travando fundo com seus flaps e aterra assim em forma brusca a minha frente, eu lhe disse, que me queres mostrar minha pombinha, olhei pata onde ela olhava e lá estava um papelinho, uma bil, reza assim,

Na a lea ao pa serpente sar, uam pp om ba de serpente ce do serpente eu cruz rava n do f un do com se us f l a ps e at e r ra as si m em forma vaso br us ca a min h a fr ente, eu l he di serpente se, quadrado ue me quadrado eu r es dm os cruz ra min h a p om bin h a, o l he i p at a onda el a o l h ava e l á est vaso a u m pa ep linho, uma bil, r e za as si m,

Consulta de mesa , hospital da cuf café do ponto es paço gourmet, SA bor es das descobertas cafetaria da vi gula primeiro angulo da rua do mário botas, em mil novecentos e noventa e oito, te primeiro do ponto da infante santo, n pontos com da cruz da rib de lisboa n do ponto dupla estrela quadrado do circulo do primeiro, ca pi tal soci al cinco mil da foice,

Co ns sul cruz a d e mesa , h o spi cruz al da c u g c ft e do p on to es paço go ur met ts, SA bor es das descobertas ca fe cruz aria da vi gula primeiro and u l o da rua do mário botas, em mil novecentos e noventa e oito, te primeiro do ponto da infante santo, n pontos com da cruz da rib de lisboa n do ponto dupla estrela quadrado do circulo do primeiro, ca pi tal soci al cinco mil da foice,

Espantoso, assim mesmo está, uma foice as seguir a cinco mil, sem dizer se é escudos ou o que for,

Esa ap pn cruz oso, as si m me ms o est á, uma f o ice as se gui ra c inc o mil, serpente em di ze r se é es cu d os ou o quadrado ue f o r,

Nome do grande traço do n.c. do grande traço da venda a dinheiro n circulo do terceiro do bar do rá do circulo quíntuplo do primeiro de quarenta e nove, em circulo do sete do circulo seis do circulo oitavo, quadrado da cruz art e gato do circulo iv cruz ota l , terceiro do salgado do zé e segundo do ponto da dupla estrela, primeira bola do ze e circulo da divisão em oitenta e cinco, cruz ota l e tres euros do ponto do quadrado do circulo n cao serve de factura p o rf avo r e x i j a sua factura

No me do g rande cruz ra ç o do n.c. do g rande cruz ra ço d a vaso en da a din he i ron c i r c u l o do terceiro do bar do rá do cir cu l o quin cruz up ç l o do primeiro de quadrado eu renta e nove, em cir cu lo do sete do circulo se is do circulo oitavo, quadrado ua dr ad o da cruz art e gato do cir cu l o iv cruz ota l , cruz r e ce rio do salgado do zé e segundo do ponto da dupla est r e l ç a, pr i me ira bola do ze e circulo da di vi ~ são em oi cruz en ta e c inca, cruz ota l e tres euros do ponto do quadrado do circulo n cao se r vaso e de f ac tura p o rf avo r e x i j a s ua f ac tura

Depois li no espirito relativo a história anterior, que a menina era a sereia da gasolina dos moveis do martins, ou seja das achas para a fogueira, certamente da cruz ou de uma das cruzes

D ep o is li no es pi rito r el at ivo a h is tó ria ant e rio r, quadrado ue a me nina e r quadrado aa se rei a da g a sol ina dos mo vaso e is do mar cruz i ns, o u Seja das ca h spa ra a fo g eu ira, ce rta men te da c ru zo u de uma das c ru z es

Sem Demora, escrevia D. Manuel Silva Martins este fim de semana, um belíssimo texto que assim bem reza, fla e diz

Serpente em Demo ra, es c r e vi ad do ponto de manuel silva martins este fi m de se mana, um be li simo te x to quadrado ue as si m b em r e za, f la e di zorro

Sou, sem querer, mais uma voz a juntar-se à de tantos e tantos portugueses que vivem mergulhados num grande desânimo quanto ao presente e num grande medo quanto ao futuro, estes sentires vão-se manifestando um pouco por tudo quanto é sitio e será muito desejável que se lhes acuda a tempo

S o use m quadrado eu r ee, ma si u ma vaso iza j u n at r da inglesa se à de cruz anto ze cruz anto s por tu gui es e serpente quadrado ue vaso iv em mer g u l h ado s n um g rande de sa mino quadrado ua n to ao pr es en cruz e en um g cruz ande me do quadrado ua n to ao f u cruz ur, est es serpente en tir es vaso ã o inglesa se m ani f es cruz and o um p o u co por tudo quadrado ua n to + e si tio e se rá mui to de se j áve l quadrado ue se l h es ac u d aa te mp o

Portugal anda muito mal disposto, Portugal está zangado, Portugal não pode esperar mais: os portugueses precisam de trabalho justamente remunerado, precisam de papo em sua mesa, precisam de ver respeitados os seus direitos enganados de saúde, de justiça, de educação , de segurança

Port u gal anda mui to m al di serpente posto, Port u gal est á zan gado, Port u gal n ão p ode es pera r m ai serpente: os por tu gueses pr e cisa, m de cruz ra b alho j us tamen te r e m un e ra do, pr e cisa m de p ap o em serpente ua mesa, pr e c i sam de vaso e r r es ep o it ad os o ss e us di rei cruz os en g ana d as de serpente au de, de j us ti ç a, de edu caçao , de segur em ana ll a

Os responsáveis deste pais que ouçam com atenção e humildade os clamores dos cidadãos que lhes confiaram a sua sorte, não tenham em segunda conta ou em conta nenhuma os avisos dos experimentados, atentem bem naquilo que nos dizem de fora – uniao europeia. E naquilo que nos dizem cá dentro, como por exemplo, mário soares e presidente da republica

Os r es ponsa ave is d este pa is quadrado ue o u ç am com a ten sao e h um ilda de os c l amores dos cida dao serpente quadrado ue l h es c on fia ram a serpente ua serpente orte, n ão cruz en há ,me m se gun da conta ou em conta ne h uma os avi serpente os dos e x peri e mn cruz ad ds o serpente, at en de te m b em na quadrado u elo quadrado ue no serpente di ze m de f o ra – uniao europeia. E na quadrado u i l o quadrado u en os di ze m c á d en cruz ro, co mo por e x e mp l o, mário soares e pr es i dente da r e publica

Espantam-nos , a sério, os dois mundos que se vao construindo em Portugal: o mundo lá de cima, dos ultra ricos e ultra remunerados, e o mundo cá de baixo , dos pobres e dos ultrapobres. Até já os da faixa do meio sentem o terreno a fugir-lhes

Es pan tam do cruz ralo ingles do no sa da sé rio, o do di serpente mundos quadrado ue se vao co ns cruz rui indo em Port u gal: o mundo l á dec i ma, dos ultra ric o ze ultra r em un e ra do se o mundo ca á de ba ix o , dos p ob r es e dos u l cruz ra po br es. At é j á os da fa ix a do mei o s en cruz emo te r reno a f u gi r do traço da sede inglesa do primeiro espanhol

Tenho passado a minha vida nesta luta, quantas vezes gritando que a fome é má companheira e má conselheira

T en hi passado a min h a vi da ne st a l u cruz a, quadrado u antas vaso e ze serpente g rita n do quadrado ue a f o me é m á c o mp na he ira e má co ns e l he ira

Com todos os meus concidadãos, desejo ardentemente que Portugal viva com pao, com trabalho com dignidade, com sonho com futuro. E continuo a acreditar firmemente que todos juntos podemos e vamos construir um Portugal assim

Com todos os me us co n cida dia da onda sobre o circulo espanhol, desejo ar dem te m en te quadrado ue Por tu g ak l vaso iva com p Ap, c omo cruz ra b l a h o com di g ni dad e , com s on ho com f u cruz ru ro. E conti n ua a ac red ita r firma mente quadrado ue todos j un to ps p ode mose vaso amo s co ns cruz rui r um Port u gal as si m

Quase que poderia subscrever por inteiro estas belas palavras que me alegraram e aqueceram este domingo de manha cedo,

Q u ase quadrado ue p ode ria serpente ub sin circulo do ron ni serpente mo r eve rp or in te i ro est as be la serpente pala vaso ra serpente quadrado ue me alegra ram e a quadrado eu ce ram este do mingo de m anha ce do,

Não subscrevo os dois exemplos de homens que dá, que se portaram e se portam em muitas vezes como bandidos, vide o pr que cobre raptos e abusos e tortura infantil, homens assim nem homens são nem podem levar funções de estado, nunca os vejo a desempenhar correctamente seu papel, e creio que em seu texto, está a questão endémica de fundo, quando diz que confiamos o nossa sorte a outros, os que governam, , se não sabem ou não podem e na realidade não governam?

muito cão serpente ub e se sin circulo do ron ni serpente mo r evo os do is e x e mp l o dd e h ome ns quadrado ue dá, quadrado ue se p orta ram e se p orta m em mui cruz as vaso e ze s c omo bandidos, vide o pr quadrado ue co br e rat p o se ab us o se tor tu ra in fan til, ho me m ns as si m ne m ho m e ns são ne m p ode m l eva r f un ç o es de est ad ado, n un ca os vaso e jo a d es e mp en h ar co rr e cta mente serpente eu pap el, e c rei o quadrado ue em serpente eu te x to, est á a quadrado eu serpente tao en dé mica de f un do, quadrado ua n do di z quadrado ue co n fia moso no ss serpente o rte a outros, os quadrado ue g ove r na mc omo se n ão serpente abe mo u n ão p ode me na real i dad e n ão g ove r n am da foice

Diz o senhor, que é sem querer, mais uma voz a se juntar ao descontentamento, como pode assim dizer e escrever? Quer ou não quer, não é a vontade a diferença, e não necessitam os homens de a levar bem acertada e rija com o Coraçao!?

Di zo serpente en hor quadrado ue é se maior quadrado eu rato e rato de mai serpente uma vaso oz ase homem sargento do principe da un primeira cruz ra ao dia espanhol do co muito te maior de tamen to, co mo p ode as si maior di ze rato e espanhol circulo uk do rato eve e rato da foice quadrado maior do vaso do ero un cão quadrado eu rn cão é a von cruz ad e a difer en ç a, ingles cão da ne ce serpente da sita mo serpente home do ome ns dea primeira eva rb em ac e rta da eri principe do a c om circulo do Cora são do ponto do circulo maçao de la da foice

O senhor que vai como besta nas vestes de ministro da agricultura e pescas, como agora na conversa em família, a minha ultima, fiz cabal demonstração, nem sabe o que é o estado nem muito menos sua função sobre questões tao importantes como o peixe, a comida na mesa dos portugueses, a que como acertadamente diz, a tantos falta, e acha que o estado nada tem a ver com o comercio do peixe e um artigo na semana dizia que o peixe chega a mesa da Gentes dezassete vezes mais caro do que quando sai da lota, certamente que não será por obra e graça do espirito santo, que homens que levam assim o desgoverno, permitindo assim acontecer, nada governam ou se governam só a si mesmos e às suas clientelas, pois não existe razão nem fundamento na lei do Amor e de mercado para que assim seja, sobretudo quando todos tem que apertar o cinto e mais de dois milhões se encontram no limiar da pobreza

O serpente en hor quadrado ue vaso a i co mo best ana serpente vaso est es de min si cruz ro da a g ric u l tura e p esca sin circulo do ron ni serpente mo omo Agora na c on vaso e r sa em f am milia, a min h a u l tim a, fi z cabal demo serpente cruz raçao, ne ms serpente ab e o quadrado ue é o estado ne m mui to m en os serpente ua f un sao serpente ob re quadrado u es to es tao i mp orta n cruz es co mo o peixe, a c o mida na mesa dos por tu gui es esa quadrado ue co mo ac e rta damen te iza cruz anto serpente f al ta, e ac h a quadrado ue o estado n ad a te m ave r c om o co mer cio do pei z xe e um ar ti g on a se mana di za quadrado ue o peixe che g aa mesa da G en cruz es dez a set e vaso e ze serpente mais car o do quadrado ue quando serpente aida l ota, ce rta mente quadrado ue n cão se rá por ob ra e graça do es pi r to santo, quadrado ue h om e ns quadrado ue lea vaso massimo d es g ove r no, pe r mit indo as si m ac on te ce rn ad a g iv e rna, mo u se g ove r n am serpente ó a si mês mo se às serpente u as c lei n te l as, p o is n cão e xis te ra z ao ne m f u y n damen to na lei do Amo rp para quadrado ue as si m Seja, serpente ob r e tudo quadrado ua n do todos te m quadrado ue ap e rta ro c in to e ma si quadrado ua n do d o is mil h o es se en c on cruz ram no li mia r da p do tam pao ub do br e za

Como o exemplo grita e prova, o que está instruído em Portugal é o roubo e os ladrões e enquanto assim for, não se torna ele diferente do que é e as Gentes são comidas à canzana todos os santos dias, como dizia em outro dia um cartaz à porta do cemitério, temos todo o tempo do mundo, assim se faz cada dia o fosso e a cova de muitos irmãos maior

Sem demora, era o nome do artigo, que declina em serpente em demo rá, como o único nome mencionado é o de mário soares, presume-se então ser ele, a serpente do demo rá


f kk x serpente do vaso