segunda-feira, agosto 04, 2008

O padrão dos peixes no caneiro pequeno do rio de salema todo seco, era bordejado por cruzes, de pequena haste vertical, como peças de um puzzle, assim convidavam nelas a ser ver, era o padrão que trazia a bola do rapaz que no dia em que a praia desapareceu, ou seja, quando as aguas do mar subiram, no restaurante do atlântico, lançou ao arco de pedras que faz de paredão, rodava a pequena bola de borracha sobre as aguas, turvas que ali se formaram, castanhas claras, com espuma e uma garrafa de coca cola a boiar, assim meio atravessada, como se estivesse no mar, em perigo ou pedido de socorro, ao rodar, o desenho feito em duas cores, fazia as ondas, as ondas do mar em rotação, vindo, uma ligação mais ali se desvelava, uma relaçao entre búzios, o ar condicionado do sky, e o brasil, onde búzios, é, e me sobe aqui à memória, a tal cassete de ferias no brasil , do tal home com quem teresa namorou e que aqui viera estranhamente parar, e que aqui foi abordado em maior pormenor


O p ad ra o dos peixes no c ane irao pe q eu no rio de sal ema todo seco, e ra bo r dea do por cruzes, de pe q un a h as te v e rt tica l, co mo p eça sd e um p u zz l e, as si m c on v id do av da manha em nelas ase rato do ver, e ra o padrão q ue t ra z ia ab ol a do ra p az q ue no dia em q ue a pr aia de sapa rec eu, o u seja, q ua n do as aguas do mar s ub iram, no r es tura n te do at al ant i co, l anço ua o arco de pedras q ue f az de par e dao, roda ava a pea un a b o l a de bo r rac h as ob rea s aguas, t ur v as q ue ali se for mara ram, castanhas claras, com es pa uma e uma g ar rafa de co ca co la a boi ar, as si m meio t raves sado, como se es t iv ess en o mar, em pe rigo ou ped id o de s o corro, ao roda ro s ode sn ho feito em duas cores, f az ia as ondas, as ondas do mar, uma li g ac sao mais al ise de s v el ava, u mr da relaçao en t re b u zi os, o ar condi cio n ado do s ky, e circulo do brasil, onda de búzios, é

A peruana, que a teresa manobrou, assim se desvela no texto, provavelmente através desse seu ex namorado da loja de roupa em alges, o mano do ro da eu

A padrão, a ana, acho que agora mesmo a vi numa esplanada do conde barão, sentada com uma rapariga a seu lado, olhei-a na esperança que nosso olhar se encontrasse mas não tal aconteceu
A p ad ra o, ama, ac ho q ue agora me s mo avi numa es pala ana ad ado conde barão, serpente en t ada com uma ra p riga a seu primeiro ado, primeiro do circulo do hei do traço da inglesa ana esperança que nosso olhar se en circulo em t ra ss ema sn cão ota norte sul em circulo em teceu


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