segunda-feira, agosto 11, 2008

Deveis ter ouvido como eu pela tarde, dois sons cavos contínuos, demorados o bastante para serem bem ouvidos, podiam os ouvidos desatentos pensar no trovão e na mae trovoada, ou como agora de novo a guerra aqui ao norte recomeçou, dois tapetes de longas bombas, ou ainda um profecia de dois tremores do corpo da mae, a eterna fêmea po duas vez na tarde tremeu, assim cai o leao e o lobo

De eve is t e r o u v id oco mo eu pe la t arde,, do is son ns c avo s c conti n us o, demo ra o ds o ba sn te par s rem b em o u vi os, p o di am os o u v ido s de sat en n to s p en s ar no t rova o en a mae t r ovo ad a, o u co mo agora de nov a g eu r ra q eu ia o norte rec ome co u, do is t ap pete sd e l on gás bo m ba s, o u a inda um pr o fe cia de do is t r emo r es do corp o da mae, a e t rena fe me ap o du as v e z na t arde t r em eu, as si m ca io lea oe o lobo

Segundo william blake, uma canção de liberdade, na pagina do vinte e um da uniao do céu e do inferno o primeiro do seth de noventa a noventa e tres

a fêmea eterna gemeu! Ouviu-se em toda a terra
as costas de Albion estão doentias e silentes; os prados americanos esmorecem!
fantasmas de Profecia arrepiam-se pelas margens de lagos e rios e murmuram através do oceano: França , estilhaça o teu calabouço!
espanha dourada, quebra as barreiras da velha Roma!
atira tuas chaves , Ó Roma m atira-as para as profundas até as profundas da eternidade
e chora, inclinando os reverendos anéis do teu cabelo
com as mãos tremendo, tomou ela o terror recém nascido uivando:
nessa infinitas montanhas de luz, afastadas agora pelo mar atlântico, o fogo recém nascido apresentou-se ao rei estrelado
enfraquecidas com neves de tez cinzenta e faces de tempestades, as álacres asas esvoaçam sobre o abismo
ardia nos altos e mao que empunhava a lança , o escudo desenlaçou-se ; projectou-se a mao vigilante , por entre os cabelos flamejantes, lançando a nova maravilha pela noite estrelada
o fogo, o fogo , está a cair!
olhai para o alto! Olhai para o alto! Ó cidadão de Londres, expande o teu pensar! Ó judeu, deixa de contar ouro! Regressa ao teu azeite e teu vinho. Ó Africano! Negro Africano! ( vai pensamento alado, alarga-lhe a fronte)
os membros em fogo , por entre os cabelo flamejante, projectaram-se qual o sol cadente no mar ocidental
acordado do sono eterno, o velho elemento, rugindo, fugiu
do alto , batendo as asas em vao, lançou-se o rei intolerante: os conselheiros de tez cinzenta, os guerreiros tempestuosos, os veteranos curvados, por entre os elmos, e escudos, e carroças, cavalos, elefantes, bandeiras, castelos, fundas e pedras
em queda, em pressa, em ruínas! Enterrados nas ruínas nas cavernas de urthona;
toda a noite sob as ruínas, então , empalidecidas suas lúbreges chamas, agrupam-se à roda do soturno rei
com trovões e fogo, guiando seus exércitos estrelados pela vastidão do deserto, promulga ele os seus dez mandamentos, lançando o seu olhar coruscante por sobre o abismo em escuro desespero
onde o filho do fogo na sua nuvem oriental, enaqunto a manha empluma o peito dourado
desdenhado das nuvens onde as maldições estão escritas, reduz a dura leo a pó, libertando os cavalos eternos das cavernas da noite, gritando:

o império acabou, e agora o leao e o lobo não mais existirão

coro,
que os sacerdotes do corvo do amanhecer, em suas vestes mortuárias m não masi amaldiçoem, com roucos sons os filhos da alegria. Nem que os irmãos por eles aceites- a quem tirano, considera livres,-coloquem os limites ou construam os telhados. Nem o pálido deboche religioso chame virgindade àquilo que se deseja mas não se faz!

Porque tudo o que vive é sagrado.


Estaremos então na nova era, a do espirito do amor, o único império, o do espirito santo, onde tudo que é sagrado, é visto, reconhecido e tratado como sagrado

Se gun do w e ll iam b l ak e, uma can sao de liber dad en na pa gina do vinte e um da un ni a o do céu e do in fe r no o pr i me iro do seth de noventa a noventa e tres

a fe me a e te rna g ene eu! O u vi o u do traço da inglesa se em toda a terra
as co s t a sd e Al bi on es tao do en tia se si l en te s; os pr ado s am erica no s es mor e cem!
fantas ma sd e Pr e o fe cia ar r ep iam do traço da inglesa se pe la s mar ge ns de la gose rio se m ur um ram at ravé s do oceano, o jogador: Fr ança , est ilha aça o te u cala bo u ç o!
es pan h a do ur ada, q eu br a as bar rei ra sd a ve l h ar r oma!
at ira tu as c h ave es , Ó R oma m at ira do traço do ingles as para as pr o fun da s at é as pr o fun da sd a e te r ni dade
e c h o ra, inc l ina n do os r eve ren do san ane e is do te u ca be lo
com as mao es t r e mendo, tom o u el a o te rr o rr e c é n na s c id o u iva n do:
ness a in fi ni ta s mon t anha sd e luz, af as t ada s a g ora pe lo mar at al na tico, o f ogo r e c é m na s cid o ap r es en to u do traço da inglesa se ao rei est r e la do!
en fr a q eu cida s c om neve sd e te z cin zen ta e face sd e te m p es t ad es, as á la c r es a sas es vo a ç am s ob reo abi s mo
ar dia nos al to se mao q ue e mp unha ava a l ança , o es cu do de sen la ç o u do traço da inglesa se ; pr ro ject o u do traço da inglesa da se usa a mao vigilante , por en t reo s ca be lo s fla m en j ant es, l ança ando ano ova mara vaso ilha pela no it e es t r e lada
o f g oo f ogo , est á a ca i r!
ó l h aip para o al to! O l h a ip a ra o al to! Ó cida dao de L on dr es, e x p ande o te u pen s ar! Ó j u de eu, de ix a de c on t ar o ur o! Deco contar, R e g r es a ao te u az e i te e te u vin h o. Ó Af r ican ano! Ne g ro Af r ican o! ( v a si pen sam en to al ado, al ar g a do traço do primeiro ingles a fr on te)
os m en br os em f ogo , po ca be lo fla me j an te, pr o ject aram do traço da inglesa se q ual o sol ca dente no mar o ce id en t al
ac o r da d o do son o e te r no, mo ove l h o el e men to, ru gin indo, f u gi u
do al to , bat en do as a sas em vao, l anco u do traço da inglesa se o rei in to ler ra n te: os co ns e l he iro sd e te z c in z en ta, os g eu rr e r iro s te mp es t u os o s, os v e te ra ano s c ur v ado s, por en t reo s el mose es cu do se c ar ro ç as, c ava dez s, el e fan te s, bandeiras, cas telo s, f un da se ped ra s
em q eu da, em pr ess a, em rui ina s! En te rr ado s n as rui ina sn as c ave rn as de ur t h on a ;
toda a no ite s ob as rui na s, en tao , e mp al id dec id as s ua s l ú br e ge s c h ama s, a g rup am do traço da ingles se à roda do s ot ur no rei
com t r ovo es e f ogo, g u ian ando se us e x e rc it os est r e la do s pe la v as ti dao do de ser to, pr omu l g a e le os se us dez man damen to s, l ança ando o s eu o l h ar co rr us cante por s ob reo abi s mo em es curo de se sp ero
onda o fil h o do fogo na sua n u v em o rei n t al, en a q un to a manha e mp pluma o pei to do ur ado
de sd en h ado da sn uve ns onda as m al di ç o es es tao es c rita s, red u za dura leo a pó, liber rt ando os c ava dez s e te rn os das c ave rn as da no ite, g rita ando:

o i mp é rio ac ab o ue agora o leao e o la ab bo n cão masi e xis t ur cao co ro,
q ue os sac e r dote sd o corvo do am anhe ce rem s ua s v est es mor tu á rias m não masi am al di ç oe sm, com ro u co s son ns os fil h os da al e g ria. N e m q ue o si r mao s p o r el es ac e i t es do traço da primeira inglesa do quadrado do eu maior tirano, c on side ra li v r es, do traço do ingles do c olo q eu mo s li o mit es o u co ns t ruam os tel h ado s. ne mo pá lido de b o ce h re li gi oso c h ame virgin dade à q eu il q ue se de seja mas n cão se f az!

Por q eu tudo o q ue v ive é sa g ra do.


Es sat r emo s en tao na n ova e ra, a do es pei r ro do amo ro único im + é rio, o do es pi rito santo, onda tudo q ue é s a g rado, é vi s to, reco em he cid oe t ratado co mo sa gato do ra do


Falei eu no canada e logo se deu uma explosão de gás em toronto, sendo que antes me cheirara aqui por duas vezes, a primeira assim género de plástico de fios eléctricos a arder, e a segunda no jardim da parada a gás, pois para além de tudo estavam condutas abertas, uma memória depois da explosão em mim subiu, a da explosão que felizmente não o chegou a ser, mas sim incêndio, ali ao pé prédio onde mora ou morava um dos elementos dos xutos e pontapés, e que aqui no livro da vida se encontra descrito em seus pormenores, nomeadamente dois encontros que lá tive quando o fui ver, a sara, que me remete para frança, simbolicamente falando e o tiago torres da silva que me remete simbolicamente para o brasil, no final deste texto, publico um outro que fui o que li numa noticia do yahoo sobre toronto.

F al lei eu ni canada e l ogo sed e u uma e x p l o são de gás em toro ron to, s en do q ue ant es me che ira ra aqui por do as v e z serpente, a primeira as si m g ene ero de p l as tico de fi os el e c t rico sa arde rea se gun da n o jardim da parada a gás, p o is para al é m de tudo est ava am c on do t as ab e rta s, um am e mó ria de p o is da e x p dez sao em mim s ub i ua da e x p l o sao q ue fe l i z mente n cão o che g o ua ase ser, mas sim inc en di o, ali ao p é pr é di o onda mora o u morava, italiano escritor tot, um dos el e men to sd os x u to se ponta p é sec ue aqui no li v ro da v id ase en c on t ra de s c rito em se us por m en o r es, noe ema dam n te do is en c on t ro s q ue l á t ive q ua n do o f u ive ra sara, q ue me r e met e p a ra fr ança, si mo l ca mente fal lan ando e o tia g o tor r es da silva q ue me r e met e s im boli ca mente para o brasil, no f ina l de s tete x to, pub l i co umo vaso da cruz do roque, forte do vaso io quadrado da ue li numa no tic cia do y primeira homem duplo circulo infinito deitado os do ob re toro n to.


No jardim do império na tarde ao passar, em cima da arvore mae geminada com a palmeira, uma menina em cima daos ramos estava, um bando de meninos em volta, meu coraçao sentiu perigo e lhes perguntei o que estavam a fazer, tentava a menina em cima dos ramos abana-los de forma a que um arco, azul, colado em seu meio por fita preta que ali se prendera, vi que assim não saia, arranjei um pedra e comecei assim a tentar tirá-lo, embora lhe acertando, ele não saia, estava enfiado num pequenino ramo verde e jovem que nascia para cima de um dos troncos,

No jardim do i mp é rio na t arde ao pa s sar, e m c ima da arvore mae ge mina da com a pal me ira, um me nina em c ima dao s ramos est ava, um bando de me nino s em vo l ta, me u co ra çao s en ti u p e rigo e l he es per gun te i o q ue est ava am a f az e r, t en at ava a me nina em c ima dao s ramos b ana dez s de fp o ram a q ue um arco, az u l, co lado em se u mei o p o r f ita pr eta q ue al i se pr en de ra, vi q ue as si m n cão s aia, ar ra n je i um ped ra e co me çe i a s sima t en t ar ti rá do traço ingles de dez, em bora l he ac e rta tan ando, el en cão s aia, est ava en fia ado num pe q eu nino ramo verde e j ove m q ue na s cia pa ra c ima de um dos t roco serpente

Lembrei-me que a outra palmeira, aquela que é a rainha do tejo, tinha perdido duas palmas na véspera que se encontravam no chao do jardim, ou melhor só uma pois a outra desaparecera, enquanto estava a tentar tirá-la com a pedra, disse a dois dos meninos, olha está ali uma palma, vao lá buscá-la mas com muito cuidado porque as palmas tem picos grandes e fortes, não se piquem ao pegá-la

L em br rei do traço da inglesa me q ue a o u t ra pal me ria, aquela q ue é a rainha do tejo, tim n h ap e r dido do as palmas na v es pera que see c no cn t ra ava vam no ch cao do jardim, o u mel hor s ó uma p o isa outra de sapa rec e ra, en q un to est ava a t en t ra ti rá do traço ingles de la com da primeira pedra, di s se s do is me ni n s o, o l h a est á al e primeiro palma, vao l á b us cá da onda la ma sc om mui to c u id ado por q ue as p lama s te m picos g rand es e f o rte sn cão se piqe, pie, um ao pe g á do traço da inglesa de la

Vieram com ela, enfiei-a por baixo, e tentei mover o arco, mas não saía, a palma no entretanto se partiu um pedaço, um dos meninos subiu para meus ombros tentamos de novo e não conseguimos,

Vi e ram com e la, en fie e t ra dez ingles da primeira por ba ix o, e t en te i m ove r oo arco, mas n ão saia, a pala no en t e rta n to se par ti u um peda aço, um dos me nino s s ub o up para me us om br os t en t am os de n ovo en cão co nse gui mo s ,

tinham eles duas raquetes de parai, uma inteira, outra assim meio partida em seu cabo se bem me lembro, peguei numa e depois de acertar algumas vezes no arvore, lá o consegui tirar,

D ep o is t ina hm el es do as ra q eu te sd e pa rai, uma in te ira, o u t ra as si m me io pa rt id a em s eu c ab o se be m me l em br o, pe g eu in uma e dep o is de ac e rta r al gum as v e ze sn o ar vo, lá o cn e g y vaso da it da ira do rato

Despedimo-nos contentes pelo feito, eu lhes dizendo, que era melhor quando jogassem com o arco, não o fazer debaixo das copas das arvores, pois assim não ficaria preso em nenhuma

De s pe di mo traço ingles no sc on t en te s pe dez fe e to, eu primeiro he serpente da di zen do, quadrado da ue e ra mel hor quadrado da ua muito do jo gás se mc omo arco, muito cão circulo do f az e rato de ba si xo das cop as das ra avo r espanholas, p o isa s si mn cão fi caria pr es circulo em ne en home uma

Um dos meninos , david, me disse ser seu nome, cabelos encaracolados, menino ainda pequeno, seis anos assim talvez teria, se magoou no pé no calcanhar direito, no entretanto, eu que o vi, lhe perguntei como acontecera, fora com um dos picos da palma, assim me disse, olhei a ferida pequena, para ver se tinha uma farpa, pareceu-me que não, mas meus olhos já não são o que eram assim para ver ao pertinho e lhes perguntei, tem pais, não tem, responderam-me que sim, e lhes disse, quando chegarem a casa peçam a um deles para ver a ferida, e para a lavar bem

Um dos meninos , david, me di s se ser se un ome, ca be dez s enca roco la ad ds sa, me nino a inda pe q eu no, se is ano sas si m t alves te ria, se mago u no p é no cal can h ar di rei to, no en t r eta n to, eu q ue o vi, l he per gun te i co mo ac on tec e ra, f o ra com um dos picos da palma, as si m me di s se, ol he ia fe rid a pe q eu na, para ave r se tinha primeira farpa, par e fe u do traço da inglesa me q ue n cão, mas me us olhos j á n cão são o q ue e ram as si mp para vera o per t in h oe l he s per gun te it em pa is, n cão te mr es p ode n ram do traço do ingles me q ue si me l he es di s se, q ua n do che g a rem a c asa pe ç am a um de l es para vera fe rid a, e para a l ava r b em

Na tarde seguinte no jardim ao passar, os meninos lá estavam outra vez, quando me vem chegar, para mim se dirigem, o david, de mao estendeu-me como um senhor o bacalhau, estava coxeando, e eu lhe perguntei pela ferida, me disse que tinham ido ao hospital, mas que não tirara a eventual farpa, achei estranho, pois o corte não era profundo e mesmo que fosse não havia razão para não a terem conseguido tirar, perguntei-lhe tens a certeza, que sim, o penso tinha ar de hospital, disse-lhe que aquilo passava rápido e depois nos despedimos, olhei-os de novo mais a frente, já estavam a brincar em cima do muro para cima dos telhados das casas do bairro operário, belas crianças a solta em suas brincadeiras,

Na t arde se gui n te no jardim ao passa ros me nino s l á est av mo u t ra ave rave zorro, q ua q n d me v em , para mim se di rige emo david ad e mao est en de u do traço inglesa me c omo um s en hor o b aca l h au, est ava co x ze ando, e eu l he per gun te i pe la fe rid am ne di ss e q ue t in ham id o ao h o spi t al, mas q ue n cão tir ara a eve en tua al farpa, ac he i e ts ra n ho, p o is o corte n cão e ra pr o fun do e me s mo q ue f os se n cão h avi ia ra za o para nau a te rem co ns e g y u id o tir ar, pe gun te e do traço duplo ingles do primeiro homem t en ns sa ce rte za, q ue sim, ao p es no tinha ar de hh o ps it al, di s se do traço do primeiro ingles he q ue a q u i dez passa ava rá pido e dep o is no s de sp ed i mo s, ol hei do traço do ingles os de n ovo ma isa fr en te, j á est ava am a br inca rem c ima dom ur a pa ra c ima dos te l h ado sd as ca sas do bairro o pe rá rio, be la s c r ian ç as a sol t a em s ua s b ric na de ira serpente,

No algarve, uma estanha escuta entre muitas outras se dera, uma particular que me afligira pelo seu sentido, com a agravante de não ter conseguido mais perceber do que se tratava, pois muitas coisa pelo espirito lá se estavam passando, ou sej muitos estavam assim obrando, e portanto muito se misturava em permanência, esta ficara em mim, escutara eu, é filha de uma das minhas melhores amigas e está desaparecida desde alguns dias, e era preocupação e aflição, mesmo que o tom desvelara, quando vira a palma da rainha do tejo, já em lisboa, ou melhor duas tombadas, meu coraçao me disse que duas teriam caido, e que uma seria relação com a linha que escutara no algarve, depois vi no jornal a rapariga libanesa, e li que fora esfaqueada na ilha da palmeira no dubai, e de repente realizo que deverá ser está a relaçao, com uma delas, a outra ainda não sei tambem ao certo, o que hoje no final da tarde se passou, talvez seja indicação, a vesica branca do kanguru preto k an e guru laranja, saltou do cabo de prata usb que o liga ao computador, foi a primeira vez que tal aconteceu, assim reforça a singularidade, ao lado, depois uma moeda da beatrix holandesa, entra ele ao lado do ca ps l ook, primeiro capitão gancho, ou primeiro anzol do infinito deitado, kapa

No algarve, uma est anha es cut a en t rem u it as outras sed e ra, uma par tic u l ar q ue me af l e gira pe dez s eu s en tid o, com aa g rav ante de n ão t rec on se guido mai s per rc cebe r do q ue se t rata ava, p o is mui ta s co isa pe dez es pi rito l á se est ava am pa s sand o, o u sej mui to s es t ava am as si m ob ra ando, e po rta n to mui to ze is tura ava em per mane en cia, est a f c ia rem mim, es cut ara eu, é fil h ad e uma das min h a s mel hor es ami g ase est á de sa pr e cida de sd e al g un s dias, e ra pr o cup ac sao e af li sao, me s mo q ue o t em de s vela lara, quando v ira a p l ama da r ian h ado tejo, j á em l is boa, ou mel hor do as tom ba da s, me u cora çao me di s se q ue du as te r iam ca ido, e q ue uma se ria real sao com a linha q ue es cut ara no algarve, d ep o is vi no jo rn al a ra p riga l iba ane za, e li q ue f o ra es fa q eu da na ilha da palmeira no d ub a i, e de r ep en te real i zo q ue de eve rá ser est á a relaçao, com uma de la sa outra a inda n cão se i t am b em ao ce rt o, o q ue h oje no f ina l da t arde se passou, t alvez seja indica sao, a ve sica br anca do k angles guru pr e to kapa ane guru lar anja, sal to u do cabo de p rata us b q ue o liga ao co mp u ta dor, f o ia pr i me ira ave z q ue t al acontece u, as si m r e f o rça a sin gular id ad e, ao l ado, d ep o is uma moe dada bea t r ix hola n de sa, en t ra el e ao l ado do ca ps l ook, pr i me iro ca pi tao g anc h oo u pr i me iro na z u l do in fi ni to de ita ado kapa

Bea, é parte do nome de uma rapariga que eu conheci de raspão em salema, beatie, e cuja história será mais detalhada, pois, depois da morte do senhor árabe, meu coraçao me disse para rever o que se tinha passado a outra luz, ao lado da placa externa do canguru, referencia, tambem ao engenheiro, a Tróia, cidade do amor, a queda dele, e ao que da queda no Algarve vi, está rosa do mundo aberto nas paginas seiscentos e vinte e oito, e seiscentos e vinte e nove, um final de um poema de lu toy you, outro de fang tcheng-ta, o deus do lar, que se abrira em sorte no Algarve, e o principio de, o lai de cellach de fujiwara teika, a teia da teima da teka, assim agora declina

Bea, é par te do n ome de uma ra pa riga q ue eu c on he cid e ra s pao em sal ema, bea ti e, e c u j a hi s tó roi a se rá masi d eta ç l h ad ap o is, d ep o is da more do s en hor ar abe, meu coraçao me di s se para r eve ero ro q ue se tinha passado a o u t ra luz, ao l ado da p l aca e x te rna do can guru, refer en cia, tambem ao en g en hi ero , at roi a, cid ad e do amor, a q eu da del e, e ao q ue da queda no al g rave vi, est á rosa do mundo ab e rto nas pa gina s se is c en to se vinte e oito, e se is c en to se vin te en ove, , um f ina l de um poe ema de l u toy y o u, outro de f ang rc h en g tc he en g do traço ingles do ota tao o deus do l ar, q ue se ab r ira e ms orte no ala g rave, e o p rin cip e io de o la id e ce ll ac h de fuji w a ra te i ka, a te ia da te ima da te ka as simo g o ra dec l ina


Chego de um passeio nocturno, e reparo que a pequena vesica da tal placa externa do can guru, está virada do avesso, nele assim leio, huawei, que me ressoa em Hawai, e declina em homem da ua da primeira duplo vaso we e a vaso do hawai estrela da mode primeiro e duzentos e vinte, ou seja da estrela do primeiro da moda alemão, o home da mao de prata, e cabelos brancos e alvos, homem serpente as dp primeira us sb modem, escola da moda, circulo e meio circulo do tridente do circulo de sessenta e oito, o francês, o segundo cat, das duas peças do domino, do domino mino, do li mpa a para br isas , elevação de dois semi arcos, é a serpenet de che las duplo mastro vinte e oito, fcc id quadrado da ise duzentos e vinte alema em me e treteiro de cinquenta e oiro, dezanove do terceiro circulo do primeiro do quadrado do onze de oitenta e seis de setenta e quatro, sul norte é circulo do primeiro ab do circulo do primeiro seth, b dois do terceiro do segundo circulo de noventa e nove, o terceiro, homam ua we e tec no dez gi espanhol co do angulo t ur bo diesel, as do bled, do sangue na china o deus do lar, toda a família lhe dá de comer, co do mer , mi l ia cia lia primeiro angulo do homem co do mer


Che g ode um pa s seio no c t ur no, e r epa ro q ue a pe eu en na v e sica da t al p l aca e x te rna do can guru, est á v irada do ave esso, nel e as si m lei o, h u a we i, q ue me r ess o a em h a w a ie dec l ina em homem da ua da primeira duplo vaso we e a vaso do hawai estrela da mode primeiro e duzentos e vinte, ou seja da estrela do primeiro da moda al e mao, o home da mao de p rata, e ca be dez serpente brancos e alvos, homem serpente as dp primeira us sb mode mai ro, es c ola da moda, circulo e meio circulo do t rid dente do circulo de sessenta e oito, o fr anc es, o segundo cat, das duas peças do domino, do domino mino, do li mpa a para br isas , el eva sao de do is s emi arc os, é a se rp ene t de che las du p dez mastro vinte e oito, fcc id quadrado da ise du zen to ze vinte alema em me e t rec e iro de cinquenta e oiro, dezanove do terceiro circulo do primeiro do quadrado do onze de oitenta e seis de setenta e q au t ro, sul norte é circulo do primeiro ab do circulo do primeiro ser homem segundo do sed un do terceiro do segundo circulo de noventa e nove, en ove, o terceiro, homam ua we e tec no dez gi espanhol co do angulo t ur bo diesel, as do bled, do sangue na china mo desu do l ar, toda a fa mi primeiro ia lhe dá de comer, co do mer , milia cia lia primeiro angulo do homem co do mer


Mas o que eu quero é-me vedado
Maldito seja o padrinho
Que me fadou para não ser amado!

Lu You

Maso quadrado da ue e vaso do quadrado da ue ero é traço da inglesa segunda do gato da primeiro do esa me eve vaso e dad oma serpente primeiro dito seja circulo da p ad rin homem em ho quadrado da ue da me do fa sd circulo do vaso da, el eva são, para muito cão se rato amado do ponto do x no circulo de la maçao, angulo do vaso do Y circulo do vaso

Falando de sentimentos íntimos,

No passado percorri dez mil li em busca de honrarias
Cavalgava, sozinho , guardando a passagem de Liangzhou
Os meus sonhos ficaram despedaçados nas passagens do rio
A poeira escureceu o meu velho casaco de zibelina
Os tártaros ainda nao foram exterminados
O meu cabelo ficou já grisalho
As lágrimas correram em vao
Quem prevê esta vida?
O meu coraçao está em Tianshan
O meu corpo envelhece em Cangzhou

Fang Tcheng –Ta


Forte norte sul ando de serpente en tim do en to do sin tino serpente sn no passado pe rc orri dez mi p rim e rio li em segundo vaso isca de homem em ra ria sc ava primeiro gato ava, serpente oz em home do circulo , g ua rda dn cic rc u dez ap da pa serpente da sa ge maior de L ian gato zorro do homem do circulo do vaso os me us son homem os forte ica ram de serpente peda circulo de corte do ado sn as pa serpente sa ge ns do rio a poe ra espanhol circulo doc ur e ceu circulo da me vaso do v e primeiro home circulo da asa cao de zorro da ibe do primeiro do ina os cruz rata rosa un dan elevado cao forte do circulo do ram e x te rato da mina ado serpente do circulo do me vaso do ca belo fi co vaso do j á g r isa alho as do primeiro á grima sc circulo do rr e ram em vao quadrado da eu mp pr eve est p rim e ria vaso ida foice om eu co ra çao est á em T ian serpente do homem ano me vaso do co rp o en vaso do e l do home ingles da ce em can gato zorro homem do circulo do vaso do f ang rc do home en gato do traço ingles do T primeira



O Deus do Lar

Já entrou em texto recente, sobre a cimeira no japao



O Lai de cellach

Saúdo a branca manha
Que surgiu sobre a terra como uma chama
Saúdo aquele que envia
A nova manhã sempre vencedora

Orgulhosa manha branca
Irma do sol brilhante
Saúdo-te, manha branca
Que ilumina o meu livro

O meu livro manchado diz-me
Que a minha vida não é segura
E que devo temer Malcroin
Porque é ele que me vai ferir

Ó gralha ó gralha
Passarinho de manto cinzento, bico pontiagudo
Eu bem seu o que ti queres
Tu não és amiga de Cellach

E continua na pagina seguinte


Serpente au do ab br anca manha quadrado da ue serpente do ur gi us ob rea terra co mo um circulo do homem hama serpente au do quadrado do au e primeiro do quadrado da ue en vaso do ia do ano ova manha se mp pr eve en ce dora circulo do rato do gato do vaso do primeiro homem circulo da sa da manha branca Irma do sol br ilha ante da serpente au do ponto do pida te da manha branca quadrado da ue e primeiro vaso do mino me do vaso do primeiro iv ro om eu primeiro iv ro mancha ado di zorro do traço da inglesa me quadrado da ue a min homem av id a não e é segur a e quadrado da ue devo te mer maior norte sul circulo do ro roi muito por quadrado da eu é e primeiro do duplo quadrado da ue me eva e fe rato iro gato da ra alha do acento no circulo do gato ra da norte sul homem da ap do passarinho de man to cin zen to, bi co pon tia gato vaso do eu segundo em se vaso do circulo do quadrado da ue ti quadrado da eu rato espanhol da cruz maior ru un cão é serpente a mig a de ce ll ac homem ingles conti muito ua na pa gato ima se gui em te


Hoje no jardim ao passar, a palma lá continuava, a seu lado alguém tinha deixado um frisbe amarelo, como um disco solar partido, e um papel a seu lado assim reza, gaspar, lda, circulo do primeiro de sessenta e tres, segundo do circulo do vinte e seis, cia angulo dupla tríade do nono, primeiro de oitenta e dois, da di visao de cinquenta e oito dos dois traços que elevam o semi arco europeu, cais, serpente ob muito elevado cinquenta de setenta e tres, serpente do treze do segundo de noventa e um, cao ad quiri rente nest primeira data, contribuinte, condições de pagamento, tipo cliente, cat, caxias, quant do ponto da kapa do gato jade, preço unitário desc. iva asterisco, tota angulo, e por detrás uma conta, de noventa e cinco, o primeiro do segundo da estrela, dio duplo deus, setenta e sete, segundo de setenta e quatro e primeiro de setenta e nove, segundo gn do duplo circulo de sessenta , do primeiro vinte oito, o que perfaz, onze, ponto, terceiro do oitavo


H oje no jardim ao passa ra p l ama l á conti nu ava, ase u l ado al g u é m tinha de ix ado um fr is be am ar e dez elo, co mo primeiro disco solar partido, e um pap el as eu l ado as si m r e za, gás par, l da, cir cu do primeiro mr mir, do p rim e rio de sessenta e tres, segundo do circulo do vinte e seis, cia angulo dupla t riade do nono, primeiro de oitenta e dois, da di visao de cinquenta e oito dos dois traços que elevam o semi arco europeu, cais, serpente ob muito elevado cinquenta de setenta e tres, serpente do treze do segundo de noventa e um, cao ad quiri rente nest primeira data, contribuinte, condi ç oe espanhol de pa g ame en to, t ip o c lie en te, cat, caxias, quanta do ponto da kapa do gato jade, pr e ç o uni t á rio de sc iva arte risco, tota angulo, e p ode det ra s um a c on ta, de noventa e cinco, o primeiro do segundo da estrela, dio duplo deus, sete n ta e sete, segundo de sete mn ta e quatro e p rim e rio de sete en ta en ove, segundo gn da up dez circulo de sessenta , do pr i em rio do vinte o it ro, o que pe rf az, onze, p on to, te rec iro do o it avo


Pr circulo p ane e x p primeiro circulo sio ns force eva cu a tio nin Toronto sd oe gun do y ro segundo do gil, li do onze espanhol , as soci cia do ted pr ess escritor primeiro do homem do circulo do ur, primeiro do sexto de minus te serpente a gata do circulo

TORONTO - E x p dez sio ns em primeira do pr do circulo do ponto da ane fa circulo e primeiro it delata for c ed t homem circulo usa n ds circulo fp e circulo p le to eva cu at ee ar l y do Sunday, and w it ness espanhola de sc do rib ed the sky li g homem t inglesa da up em homem da gata de dez w do circulo da fan eno rato mo us fire ba ll segundo da for e cruz ur ning black w it homem bill circulo w ingles do serpente mo k e do ponto ad vaso e rato do sémen da cruz nas ti

Police sa id aqui we reo em primeiro y mino rin j ur e espanhola but fire fi g h te r sw e rato e b at cruz primeiro ingles b la ze sat the Sun rise pr corda do ponto da ane indu serpente da cruz da ria dos primeiros gases do fa c e primeiro it y homem circulo ur serpente primeiro at e rato do ponto do home da se ri espanhola o f e x p l o sio ns ar ou n d 3 dos dois quadrados do estrela do cir u c dez da estrela da manha ad da primeira da ester, ed dinamic tracking al serpente os homem do vaso da cruz do w muito do home da city' serpente bus e das au to das estradas do est, home da energia do gata do homem do w primeiro y serpente sn ar primeiro ingles t raf fic for t homem circulo usa n ds circulo f t rave ler serpente do ponto da

Serpente do ome mae do mar e sid en ts sa id do homem b primeiro as t w as serpente circulo f orce f vaso primeiro they fe primeiro t the i rato homem ome serpente ro ck as t homem circulo vaso g homem t he y homem da ad be en st ru ck b y e orelhas rt do homem do quadrado do vaso ak e.

a spa serpente it, city w as j us tat rato em en do us e x p primeiro circulo sio nan d b le w a ll the w indo ws circulo vaso to f the house, j us t b le w the house up, e di do j us t mana g e dt to do ge to vaso to forte
aqui no time, da primeira da spa serpente sa id robert hel man, maio ne se, o que foi responsável pelo circulo da ove red em cu ts and br vaso ise sas do home ingles da for mula um ed homem is home do ome.

Rato espanhola id dente do ts w it homem ina one traço do ingles mi le da maior ilha da ra di us we rato e ordem red to eva cu at e im media dia da tele, and police br circulo vaso g homem tin bus espanhola to t ak e rato espanhola id do dente do ts circulo vaso to forte, a primeira rea.

Ab circulo vaso t ad circulo zen terri fi ed rato espanhola id en ts — serpente ome c primeiro ad in pa j amas and homem o us e coa ts do y traço ingles foram encontrados, homem ira rato do w a y em f circulo ot to ne ar b y york dale serpente homem circulo p ping ma ll, ele o rato e sec ur it y circulo do ff e red t he maior w at e rand a p primeiro ace to rato est.

W homem ile police co vaso primeiro dn a ps o t olo da cruz em media e tele y id en ti f y ho w m any pe circulo p le w circulo vaso primeiro db e a ff e c ted b y the eva cu a tio n rato e q u est, da c en s us data circulo do ft do hat par da arte da cruz em Toronto serpente vaso gg espanhola ts t hat t he rato e co vaso primeiro d b e as m any do ze, da nota dos quinhentos pe circulo p le and estrela, te rec e iro do duplo circulo pr iva te d we ll ingles sin , homem do one do traço da inglesa mi le lea pr i e me ira rea ar ro un dt he e x p primeiro circulo sion do ponto dos fogos de Toronto fire se rato v ice espanhola da di da vi sio n com man de rato B circulo b O ' Ha ll a rn sa id he sa w em lea st f ive homem do avi primeiro y dama g ed homem om es and sa id it co vaso primeiro d he homem circulo ur serpente be for e rato e sid dente ts a rea ll circulo we d ba ck in to the ne i g homem bo rato hood do ponto do home rato ema i ning b ur ning pr circulo p ane t an k s at Toronto p primeiro ant we rea primeiro mo st circulo vaso da cruz , home da sa id.

a spa s t homem rato e w as ave rato y primeiro ar ge circulo f amo un to f f fire w homem en we ar rato ive ed, da spa serpente do circulo do apostolo do Ha ll la rn sa id. a spa serpente It co vaso primeiro d homem ave be en mu ch more se rio usa spa serpente ema i p rim e iro serpente tory em story pr rin cruz do ab le vi e w do delta a primeira do homem oo! B vaso zz rec circulo do maior homem do dt do home do is serpente tory

Reco m men da di it dos dois quadrados da raiva da eva eve ave do par en te sis do circulo do vaso da ot espanhola da se rp ene t argento deitada para a dor e ota do reco do homem ded da serpente tori espanhola das not ti coa sd o mundo, geo rato g ian t ro o ps rato e t rea t fr om br e ak a w a delta pr ov in ce ap a pim pact dos dois quadrado do ki ds w circulo do rato king in af rato e can gol dia maior ine serpente ap iraque do home da ds serpente pa do circulo da lea da ar do time line serpenet da pa for us w it homem dr a w a primeiro da ap chinesa ac cruz iv i st da eta ine don w a y to da church da ne w viol en ce in china apostolo serpente rato espanhola cruz ive west ki ll serpente 11 da ap do mo st vi e we dd o traço do ingles do world T homem do circulo uk do circulo da usa sand ds for rc ed fr om homem ome espanhola af te rato T circulo ron to b primeiro as ts r eu te rs geo rato g ian t ro o ps rato e t rea t fr om br e ak a w a y pr circulo vince da ap do iraque do to rato e v ive o i l dea primeiro w it homem china ap russia t ak ess do ponto do os do set ian do grupo capital, geo rato g ia pu ll serpente b ac kapa rato eu te rato serpente B vaso da serpente homem m ix do espanhol sport, circulo do ts com poli tic sat O primeiro y mp pi c s ap world vaso id e circulo E x p la e ning homem do circulo do rato isis sis do circulo nn do traço do p rim e rio homem circulo do ur nono minu te serpente a gato do circulo russo en vo y on ge o r gato ia do circulo Nn do t ralo , traço de dezembro do primeiro ur do vinte e tres minu te se r p ren da tesa, a gira, gato do cir c uk dez dos turistas ki onze ed ingles de bei j ingles da ccn, ou seja do homem que foi morto no hotel à facada, agora na china a goe eva cu a tio na ft e rato b la serpente ts do circulo do nn serpente pons circulo red li muito ka ps serpente spa do w do homem em ap ps oto dez serpente t hi serpente f o cie do par da en te sis on primeiro angulo ine de faro rato ess ge t y ou rato aa ba master serpente ph dat primeira top da escola on line serpente tarte don o do duplo vaso da www do ponto da ne x na bandeira com see tod a y a ps oto dez se rp rn te m ort gage do rat espanhol cal cu la te y circulo do ur ne w mor t gage do pau sargento home da cruz do traço do no red it che c k rato e quadrado do ponto de dez w e rato maior do y do bill das contas maiores da serpente com do no do time for sc homem duplo circulo do primeiro da foice g a rata ra ad dat e em angulo ine ge t ad e gato rato ee em as fe w as segundo y rato serpente do traço gato ra ad at te f as te rati w it home dos cursos online, do www das c primeiro ass espanhola usa do ponto do com me e la ted vaso id e circulo duplo do ra do w video de toronto pr o p ane e x p dez sion cio ns da ap do grupa onze dos dois quadrados de toronto dp pr circulo p ane e x ponto de dez sio ns ap, todos da a onze da ne ws vaso id e circulo ap ph oto dos dois quadrados do exercito de salvação, serpenet alva tio no exercito de voluntários mao do circulo do vaso da cruz das bebidas do dr ink serpente e com id a eva c ua ted rato espanhola die dente ts for c ed to forte, lee, dos tres pontos do circulo do arco do sea Toronto fire se r v ice es di v isi sio muito do com do homem do rato segundo do circulo segundo bo do ap as t olo homem a ll a rn y a homem oo!

Da ne ws to pi circulo da pa ge espanhola sin traço do pt homem, dos vinte e quatro horas serpente do bar ro ra a ps o to dez do sete do circulo do ovo da raiva inc primeiro vaso di ingles em china em iraque, e dc lima tec homem ange.

Else w homem reo muito do homem da web do Time do ponto com, dos dois quadrados do ro vaso gato do homem serpente da cruz da arte da tarte for US apostolo serpente F ema le gato y mna serpente ts do mc circulo do la tc homem y da ne ws pap e rato serpenet dos dois quadrados dat russia pr ess es a tt ac c k as georgia p u ll serpente ba ck fr om da chave da city do abc ne ws dos dois quadrado da china ap os t o dez serpente ot da mul her do forte ac e rata eve norte sul ed e in te rato vi e w w it homem condo lee z za R ice , rice sa y sir iran nuc lea rato duplo da espanhola ponse 'not ad e quadrado da ua te a ps t olo da primeira spa serpente do Time is rato un ning circulo vaso t sapa for Iran.

Tali ban serpente t rate g y serpente homem e ft serpente to 'homem it do traço na dr un te rr ori st inc id dentes ts a spa circulo do leo e do gás e spa i ns t rum en t circulo f t he serpente tate spa in russia, rato ice sa y serpente vaso do ponto da serpente da serpente af e rato b vaso t not sa fe fr om al do traço do ingles do quadrado da aida at t ac kapa rato ice g primeiro ad china homem as circulo maior primeiro y mp pic g am espanhola See all se g men ts circulo ft he e x c primeiro us ive in te rato vi e w more em político
do ponto do com do bom dia, g oo dn circulo do rato ning w a homem oo do ponto do x no cie rc u dez do primeiro maçao , primeiro dia sky di ive espanhol jogo speed do traço s o j um mp ping com id a ias onze for pr i me ria gato duplo circulo dc au use se see tod a t cruza al kapa ed do traço do ab circulo do vaso da cruz nos vídeos do y a homem oo do tech segundo vaso as do y ingles kapa do primeiro es da primeira do l ap do circulo do falo do pt top da foice da rea ad rato e vi e ws and com par e pr ice espanhola sat Y a homem oo!


Tec homem be for e y circulo vaso b vaso y do ponto da ad do vaso e reel time ti sémen da cruz dupla a dd homem ca beça to y circulo do ur pe raro sn ali ize ed y do delta a homem do duplo circulo da pa gina en te rato do par da en te sis ab cir rc u l do vaso da cruz maior y do delta primeira do home do duplo circulo do serpente eta e dart
ss no mundo do traço da ap do canada a dd to maior y do delta da primeiro do home do c up dez circulo do serpente argento da More da ne ws fe e ds ne ws ale reel time cruz do ts ge cruz e al e rt w homem en a do ze aqui da ar ene w stori espanhola ab circulo vaso da cruz dos dois quadrados em Toronto dos serviços de fogo do comandante do bob, circulo construtor do circulo do a ps t olo serpente do homem da a ll a rn


Neste ultimo período apareceu-me , ou melhor quase apareceu pois não se definiu em sua inteireza, o mauari, neste ponto da frase abaixo indicada, contudo, a questão relativa aos mauari, sendo que com alguns meus passos aqui se cruzaram, nas danças, será abordada, nas partes que faltam do evento, portanto, prefiro neste momento uma maior reserva, do que um conclusão precipitada, como sempre aliás, sempre friso, que isto de andar a julgar , não deve ser feito em duvidas, nem as gentes devem ter os direitos de defesa sonegados, e sendo que relativamente a esta questão, entronca ainda um eco que me chegou via Obama, logo a seguir à publicação do video sobre o eléctrico do vinte e oito, e que se desenvolver por seu lado em muitas fazes, sobre as quais eu trago notas, na altura em que estiver concluído, assim o publicarei, ou seja publicarei o que entendi do que o espirito me desvelou

ur pe raro sn ali ize ed, mauari y do delta a


Neste u l tim o pe río do ap ar e ceu do traço da inglesa me , o u mel hor q u ase ap ar rec c eu p o is n cão se de fi ni ue ms ua in te e reza, o m a ua ri, neste ponto da fr ase ab a ix o indica da, c on tudo, a q eu s tao r e l at iva aos m a u ari, s en do q ue com al gum s me us passos aqui se c ru za ram, nas dan ç as, se rá ab o rda da, nas par te s q ue f al tam do eve en to, p orta n to, pr e fi iro neste mo m en to uma maio rr e serva, do que um c on c l usa o pr e ci spi t ada, como se mp rea l i ás, s fr i so, q ue is to de anda ra j u g ar , n cão de eve se rf e it to em do v isa s, ne m a s g en te s de eve m te ero os di rei to s d e de fesa son e ga do s, es en do q ue r e l at iva mente a est a q eu s tao, en t ron ca a inda um e co que me che g o u v ia ob ama, l ogo a se g u o ra pub li caçao do v id e o s ob r e o el e c t rc cio do vinte e o it ro, e q ue se de sem volver por s eu l ado em mui ta s f ar ze s, s ob rea sa q u is eu t rago not as, na al tura em que est ive r c on c lui ido, as simo pub li ca rei, o u seja pub li ca rei o q ue en te n di do ki e circulo do espanholo do pei e to me de serpente que me velou e velo dez vaso

t b es u ix

ise vaso da p do y do grand prix

dp quadrado vaso do primeio principe homem da vartea

w b w b z n

vaso da p kapa quadrado circulo do delta do sg