sábado, setembro 13, 2008

A vossa hipocrisia, a vossa cobardia é imensa, maior que o inteiro mar que vos a todos afogue, aqui bna tarde depois de publicar, a encomenda via o senhor dos bigodinhos, a meu passar, dedo polegar metido para dentro, como cortado, para eu ver e depois de passar se pôs a resmungar num mango jambo qualquer de coisa nenhuma, encomendas, seus filhos da puta, todos, nem um cabrão aqui se salva, todos calados, a brincar as ilusões e mais ilusões a pretenderem sempre manter assim o roubo de meu filho, nenhum de vós presidente, primeiro ministro, deputados, policias varias, tribunais, nem ordens, nem jornalistas, é capaz de falar a verdade sobre este caso, ontem pela noite, ligia pedindo misericórdia, seus filhos da puta e suas putas, e porventura já fizeram vossa confissão em modo claro, e masi importante refizeram no que é possível de ser refeito a justiça?

Já qui vos perguntei outrora, qual de vós cabrões, de todos os quadrantes políticos e de todos as casas e habitações tem o poder de devolver a um filho e a mim como seu pai estes anos de infância roubada!!!

Nenhum, que sois cabrões e filhos da puta, nem um homem, todos cobardes, quem é o cabrão que é tao cobarde que está por detrás da mae ladra de filho?

Tao cobarde que nem dá a cara, seu filho da tremenda puta! E vos todos vos vergais, vós vergais a quem, seus cabrões, nenhum de vós homem nem num resto!

Acabou a paciência, sereis citados por escrito com avisos de recepção, para não inventarem masi mentiras sobre as comunicações electrónicas e a partir daí e tribunais europeus com vocês todos!

E depois se nem assim se resolver, vou atras de cada um de vós, ou vos levo em grupo, tipo saldos, seus filhos da puta de vermes!


A v os sa h ip o cris ia, a v os sa co bar dia é ie mn sa, maio r q ue o ine t r iro mar que v os a t u do sa f o g ue, aqui bna t arde d ep o is de pub li car, a en comenda v ia o s en hor dos bi godinho sa me u pa s sar, dedo pole g ar met ido para d en t ro, co mo c orta dao, para eu ver e d ep o si de pa s sar se p os ar es m un g ar num mango j am bo q ual q eu r de co isa ne hh uma, en comenda s, se us fi l h os da puta, todos, ne m um c abrao aqui se s alva, todos calados, a br inca ra s i l u s o es e masi i lu s o es a pr e t en de rem se mp re mantera ss imo ro ub ode me u fi l ho, n en h um de vó s pr e id e dente, primeiro min st ro deputado, poli ca s v arias, t rib un as o i, jo rna l ista s, é ca p az de fa al ra v e rda de sp o br e est e c as o, on te pe la no ite li gi a ped id dn o d misericórdia, se us fi l h os da puta e se ua s putas, e por v en tura j á fi ze ram v os sa com fi s sao em modo c l aro, e masi i mp o rat mn te r efe ize r am no q ue é p os s iv el de ser r efe i to a j us t o ça da foice

J á ki v os per gun teo o u t r o ra, q ual de vó s c ab ro es, de todos os q ua dr ant es pol cic os e de todos as ca sas e h a bit ac ç o es te n m o p ode re de d evo l v e r e um fi l h o e amim co mo se u pai est es t r es ano sd e in fan cia ro ub ad a q !!!

N en h um, q ue s o is c ab ro es e fi l h o da puta, ne m um h ome m, todos cobra d es, q eu mé o c ab ra o q ue é tao cobra de q ue est á por det ra sd a mae l ad ra de fi l h o foice

Tao co bar de q ue ne m d á ac a ra, s eu fi l ho da t r emenda puta! E v os to ds o v os v e r gais, vó s v e r gais isa q eu ms eu s c ab ro es, n en h um de vó s h o me m nem n um r es to !
Ac ab o ua p ac i en cia, se rei es c is ta d os por es c rito com av is os de rec ep sao, para n cão in v en ta rem masi m en t iras s ob rea s c o m un cia ç o es el e ct ron i ca se a ap e r tir da í e t r ub na is eu rop e us com vo c es todos!


E d ep o is se ne m as si m se r e solver, v o u at ra sd e c ada um de vó s, o u v os l evo em g rup o, t ip o s al do s, se us fi l h os da puta de v e r mes!

o ub duplo vaso do quadrado sa

circulo digital vaso do primeiro do vaso do zorro do forte do x

ue cruz kapa maior delta serpente circulo
De manha cedo, um pequeno e belo jacto branco atravessava o quente ceu azul clarinho a aterrar, trazia dois pequenos tanques nas pontas das asas, e de repente ao olhá-lo, parecia ser um nave estelar das guerras das estrelas, do sky walker, ou então da princesa leya, de meu coraçao, que estranha mania esta que trago em meu peito que quando vejo pequenos aviões a chegar, pensar que tu virás lá dentro, minha amada

De manha ce do, um pe q eu no e be lo j ac to br anco at ravessa ava o q eu en te c eu az u l c l a rinho a at e rr ar, t ra z ia do is pe q w eu no s t na q eu sn as p on t as das a sas, e de r e pente ao o l a ps oto dez h á do traço ingles do primeiro do circulo de dez, para ceia ser um n ave est e l ar das guerras das e ts r ala sd o s k y w lake ero u en tao da p rin inc e sa le y la, de me u cora sao, q ue est r anha m ani a est a q ue t rago em mei o pei to de q ua ando vejo pe q eu no s av io es a che g ra, p en sar q ue t u vi rá s l á den t ro, min h a am ada

Ah amada no rio, estava um daqueles pequeninos barcos, que muito me intrigam, nas vezes, pois trazem alguns deles, uma coisas que ainda não percebi bem ao longe de que material e que função, que às vezes mais parece ser contraplacado marítimo, ou mesmo uma tela daquelas que se usam nas construções para tapar as fachadas, mas sempre em comum o seu tom de madeira, a foram varias as vezes em distintos, parece uma rígida vela, ou uma chaminé, e estão sempre colocadas na parte mais elevada do barco, como se fosse um vela ou algo ainda incompleto em seu fazer

A h am ada no rio, est ava um da q eu l es pe q eu nino s bar co s, q ue mui to me on t riga ,mna s v e ze s, p o is t ar ze m al g u ns de les , uma co isas q ue a inda n cão pe rc cebi b ema mao l on ge de q ue mate ria al, q ue às v e ze s masi pa rece ser c on t ra p l aco mar i tim o, o u me mo um te ça da q eu l as q ue se usa sam nas co ns t ru ç o es para t ap a ra s f ac h ada s mas se mp re em co mum o s eu tom de madeira, a f o ram v aria, as v e ze s pa rece um ri gi f ave la, ou um c h am ine, e es tao se mp r e c olo c ada s n a p arte mais el eva ada do ba rc o, co mo se f os se um vela ou al goa inda inc om mp l e to em s eu f az e r

O barquinho, assim muito, muito, pequenino, era curioso em seu desenho, acho que já aqui o vira uma vez, sua popa parece ser daquelas proas de navios que transportam carros em seu interior, mas não é seu caso, desce assim vertical como a fachada de um prédio, e assim deve ser a vista de quem lá vai, os vidros em tons esverdeados, quase eram a mesma cor do rio que se apresentava azul turquesa como os olhos de teu coraçao, calmo ele estava, como uma massa liquida una e compacta, em que a superfície é perfeito espelho, que belo de assim sempre se ver, e uma neblina por cima dele subia, ao longo do rio, quase até a altura mais alta do navio, que vinha engalanado com as bandeiras de todos os lugares do uno mundo, ali o fiquei a namorar por um instante, depois uma senhora caminhando para mim, ia vertendo arroz no chao e as pombas vinham atras dela, fiquei rodeado de um grupo delas, a vê-las comer e depois me sentei assim deitado na arvore mae

O bar quin ho, as si m mui to, mu it o, pe q eu nino, e ra c u riso em s eu de s en ho, ac ho q ue j á a q u i o v ira um ave z, s ua p opa pa race ser da q eu la s pr o as dena vi os q ue t ra sn porta am car ro s em s eu in te rio r, ma sn cão é s eu c as o, de sc e as si m v e rt i ca l co mo a f a h ac ada de um pr é di o, e as si m de eve se ra vi sta de q eu m l á vai, os vi dr os em to ns es verde ado s, q ua anse e ra a me s ma cor do rio q ue se ap r es en t ava az u l t ur q ue sa como os ol ho s d e te u cora sao, c al mo el e est ava, co mo uma massa li q eu id a una e co mp ac ta, em q ue a s up e rf fi cie é per f e ito es pe l ho, q ue b elo de as si m se mp r e see v re, e uma ne b l ina por c ima de le s ub o a, ao l ong o do rio, q u ase at é a al tura masi al t ad don av io, q ue vinha en gala ana ado com as bandeira s d e todos os lu g ar es do un o mundo, al i o fi q eu ia namora r p o rum isn t ante, dep o is uma c s en hora caminha ando para mim, ia v e r t en do ar r oz no chao e as p om ba s vin ham at ra s de la, as si m fi q eu i ro dea ado de um g rup o de l as, a v e la s co mer e dep o is me s en te ina ar vo re mae

São muito belas as pombas, como tu minha amada que te conheço pelo espirito, ali as fiquei a ver como acertam com sue bico, como se fosse uma agulha de telex a martelar sem martelar o chao da pedras, e com sua visao lateral em oposição, com janus, e tremem muito, tao sensíveis a todos os movimentos do espirito, tal qual eu e tu, minha amada, espírito santo, atento aos mais pequenos pormenores, sensíveis em seu coraçao, como o nosso, como o amor em que te trago

São mui to be la sas p om ba sc omo t u min ha am ad a q ue te c on he ç o pelo es pie i to, al ia s fi q eu i ave rc omo ac e r tam com s ue bi co, co mo se f os se uma agulha de tele x a mar tela r se m am art e l ar o chao da ped ra sec om s ua visao la te r al em o pi s o sao, com j anu s, e t rem e m mui to, tao s en s ive is a todos os mo vi m en to sd o es pi rito, t al q ual eu e t u, min h am ad a, es pe rito santo, at en to aos maís pe q eu no spor m en o r es, s en si e is em s eu cora sao, c omo o n osso, co mo o amo rem q y e te t ra gi

Ecos de aviões , não terminariam ainda, um assim meio indirecto, por proximidade de profissão entre realizadores, e por uma imagem de um outro ainda, que ao que parece terá sido plagiado por um dos primeiros, que creio que em tempos trouxeram ligação profissional, mas depois se separaram, embora as temáticas do ceu em comum nos dois em formas distintas e complementares esteja, pois viera a noticia de uma condenação de spielberg por plágio a hitccook, num filme que não creio lhe conhecer, mas se as imagens que me apareceram fora a das janela indiscreta, uma outra reverbara na minha memória, a perseguição do biplano pelos campos de milho, north by noroest, again, pois já aqui existe referencia a este filme, numa outra imagem

E cos de avi o es , n cão t r em mina ina r iam a inda, um as si m mei o in di rec to, por pr xi mi dade de pro fi s sao en t re rea l iza o dr es, e por uma i mage m de um o u t ro a inda, q ue ao q u e pa rece te rá sid o p la gi ado por um dos p rim e iro s, q ue c rei o q ue em te mp os t ro ux e ram li g aç sao pro fi s sio n al, mas dep o ise se epa ra ram, em bora as t ema mat i ca sd o ceu em co mum nos do is em formas di s tintas e co mp le m en t ar es est e j ap o is viera ano no ti cia de uma c on dena sáo de d e spi e l berg por plagio a hi tc co k, n um fi l me q ue n cão c rei o l he c on he ce r, masse as i mage ns q ue me a ap rec e ram f o ra a das j ane la in di s creta, uma o u t ra r eve r b a ra na min h a me mor ia, a per se gui sao do b ip l ano p elo s cam p os de mi l ho, no rt h b y no ro est, a gain, p o is j á a q u i e x us te refer en cia a est e fi l me, n uma o u t rai mage m

Outro se dera a ser real, real no sentido do desenho que vinha na foto do jornal corresponder à realidade do que se passou no ceu do porto, quando da corrida dos belos aviões acrobatas dos toiros vermelhos, duas imagens do evento se complementaram entre si e completaram, a do triângulo isósceles que prenunciara o fogo que passara tambem pela queda da spainar

O u t ro sed e ra ase r real, real no s en tid o do de sn ho q ue vinha na f oto do jo rn al co rr es ponde r à rea li ad a de do q ue se pássaro no ceu do porto, q u ando da co r rid a dos b elos avi º o e ac r ob bat as, dos toi ro s vere me l h os, du as i mage ns do eve en to se co mp le m en ta ram en t re si e co mp le tara am, a do t rai n gula dez is os celes q ue pr en uni a ra o f ogo q ue pa s sara t am b em pe la q eu dada spa ina r

Silvia real e sergio plagio, um casal com quem tambem me cruzara nas danças de alkantara

Si l v ia real e ser gi o p la gi o, um ca sal com quem tam b em me c ruza zara na s dan ç as de al k anta tara, taxi

No ceu do porto o pequeno aviao desenhara no ceu, uma linha de fumo em angulo, na posição invertida do triângulo que aparecera em lisboa, visto ali na entrada da rua do patrocínio entre os correios, cervejaria, e o restaurante chinês

No c eu do pr to o pe q eu no a via o de s en hara no c eu, uma l in h ad e f u mo em na gula inglesa k e sa dez , na p o siç sao invertida do t r ian gula dez q ue ap a rec e ra em l is boa, vi st o al ina en t r ada da rua do pat roci ni o en t reo s co r rei os, ce r veja ria, e o r es tau r ante c h ines

Juntando dos dois obtemos uma chaveta , um, u , deitado para a esquerda, que parece um fusível que vai encaixar

J un a tmn do dos do is ob t emo s uma c h ave eta , um u de it ado para a esquerda, q ue pa rece um f us iv el q ue vai en caixa r

Uma outra imagem de cima, mostrava um outro aviao, assim creio de memória ser um outro, em posição de faca cuja ponta da asa que ia para baixo, apontava um preciso ponto no meio da multidão, ao pé de uma casa sobre estacas na zona da antiga estrada serpente que vai da ribeira ao forte do queijo e à foz., era verde ou amarela a criatura, ou seja deveria ser alguém que estava ligado ou a policia, ou assistência medica, pouco mais tarde na rua uma carrinha a passar me disse, ser do corpo de intervenção, o do lux, ou o do angulo ao toiro, lu x , lu duro, rui , o da cp, relaciona-se com tua e de repente via na lu a menina da evanescente reflectida

Uma o u t rai mage m dec ima, mo st rava um o u t ro av iao, as si m c rei ode me mó ria se rum outro, em p o siç sao de f aca c u j ap da ponta da asa q ue ia para ba ix o, ap on t ava um pr e c is o ponto no mei o da mu l ti dao, ao p é de uma c asa s ob re est aca s na zona da ant i ga e st rada se p en te q ue vai da rib e ira ao forte do q eu i jo e à f oz., e ra verde uou am ar e la ac ria tura, o u se j a de eve ria ser al gume q ue est va li gado ou a o li cia, ou as sin t en cia medica, p o u co ma s ia t ra ad en a rua uma car rinha a pa ss r me di s se, ser do corp o de in te r v en sao, o do l ux, ou o do e g u dez ao toi rt oo, l u x , lu du ro, rui , o da cp, r e la cio na do traço da inglesa se com tua e de r ep en te v ia na lu a me nina da eva ne sc en ce r e f l e ct id a

Ah amada gosto eu muito daquela estradinha no porto, sempre que posso por ela passo, vai assim chegadinha ao rio, e de calçada larga, faz ploc, ploc a passar de carro, e quase sempre ninguém a utiliza, e do outro lado do rio se ve gaia, e os armazéns do vinho do porto, é tudo muito belo ali, na verdade é sempre belo e bom morar ao pé da tua agua de amor amada, e sentir o cheiro da maresia e ver as aguas mudar suas cambiantes de cores, como tua alma ao pé de mim

A h am ada g os to eu mui to da q eu la est ar din h ano porto, se mp r e q ue p osso pr el a passo, v aia s si m che g ad in h aa ao rio, e de calçada l arga, f az p lo c, p l oca pa s sar de car ro, e q u ase se mp r e nin g eu ema u til iza, e do o u t ro l ado do rio se eve g aia, e os ar am az e ns do vin ho do porto, é tudo mui to b elo, a l ina ave r d a de é se mr pe b elo e bom mora ra o p é da t ua agua de amo r amada, e s en tir o ce hiro da mar e s ia eve ra s aguas mu d ar s ua cam bia an t es de co r es, co mo t ua al am a ao p é de mim

Olho neste preciso momento, a bela diane, a bela helena de troia que aqui está como que deitada na minha mesa, hoje ao acordar, ao ve la assim deitada, me intriguei pois não me recordo de a ter assim deixada nessa posição como esteve e ainda está durante o dia de hoje, paralela a meu leito, como se tivéssemos assim dormido em posições invertidas, espero eu que em sonhos juntinhos, he, he, he, mas infelizmente não me recordo de com ela ter sonhado, e se bem que a posição relativa em que esta noite ficamos, certamente não estaríamos a dormir, ou talvez som, gosto eu de dormir de muitas maneiras com minha amada, e agora ao olhá-la vejo que o isqueiro bico azul claro com uma vesicas doirada com um pássaro de cabeça e bico negro a seu lado, e cabeça de parta azul em seu todo, está assim sobre ela atravessada, liga a sua alçinha verde turquesa, e a chaminé de prata está chegando a seu queixo, como se fosse então a chama de sua voz, e que sai dos seus belíssimos lábios, e como tudo isto se reflectisse na história da manha , no rio no aviao branco da princesa leyla e leal

Olho net s pr e dc is o mo m en to, a b e la di ane, a b e la he l en a de t roi aqui da ue aqui est á co mo q ue de it ada na min h a mesa, h o je ao ac o rda ra ove la as si m de it ada, me in t rig eu ip o is n cão me record ode a ter as si m de ix ada ne s sa p o siç sao co mo est ave e a inda est á durante o dia de h oje, para le la am eu lei to, co mo se t iv es s emo sas si m d or m id o em p o siç o es in v e rt id as, espero eu que em sonhos juntinhos, he, he, he, mas in fe l i z mente n cão me record ode com el a te r son h ado, e se b em q ue a p o siç sao r e la t iva em q ue est ano ite fi cam os, ce rta e mn te n cão es t rai mosa dor mir, o u t alvez s om, g os to eu de dor mir de mui t as m ane ira sc om min h a am ad a e agora ao o l h á do traço da inglesa de l a vejo q ue o is q eu rio bica az u l ca l ro com uma v es iac as do ira ada com um pa s saro de cab eça e bi co one g ro as eu l ado, e cab eça de p art a az u l em s eu todo, est á ss im s ob re el a at ravessa ada, liga a s ua al ç in h ave verde tir q ue sa, e a c h am ine de p rta est á ce h a gn do as eu q eu ix o, co mo se f os se en tao ac h ama de s ua v oz, e q ue sa id os se us be l is simo s l ab i os, e co mo tudo is to se r efe l ti s se na hi st ap s oto l o ria da manha , no rio no avi ao br naco da princesa l e y la e lea l

Diane kruger, as garras de troia, beethoven, a bee da cruz do forno vaso ingles, entoven, ou lá como é o nome do pai e do filho com que a bruni namorou, que em dia seguido a eu aqui lhe ter escrito que o melhor mesmo era aparecer com eles todos em minha casa, que assim ficava melhor a conhece-los n jornal dos bandidos, lá vinham uma pagina inteira com franceses, todos olhavam de frente menos um de lado, salvo erro o tal filho do pai, beethoven, mulher arvore, a rede do abo do en to vaso ingles , arvore do convento, o convento chiado, creio que existe um clube com esse nome, e quadrado do harris, do bar do harris, da p vaso de da actriz monica, sendo a kruger loira, ou não, pois trás sobrancelhas escuras, a monica grega, a aniston ,loira, a monica calle, morena, a monica lapa, e tudo isto na questão grega, o pelo da espinha da eva, m eua , eva, a eva americana, a me erica, ad harris, quem é, é o sargento deitado, me acrescentam agora os dedos ao digitar, a gn i es ka da holanda , do horus holandesa t na es , o tesouro, jerry br u ck hei mer, lu c bresson, michel vailant, fr anka potente no pala muito quadrado europeu do vaso da s emas, , destronou a franka potente , assim dizem as letras da revista do dn, quem,? A uma, será, marlene dietrich, diane he id kapa rue ge rato com , a , um dança., casou com guillaume can et ser sex símbolo francês, poli gato da lata da poly, bomba de gasolina , ike set tó, segundo delta pa ss key serpente do but golf, co as cruz das w o r rie es problemas, , bombas de gasolina, preta e amarelas p lu serpente, amarelo e negro, quadrado da di serva no vaso da cruz invertida da arcada do triângulo de fogo invertido , como era visível na foto em fatima na visita dos mac can, caution ser key west fla mo n day se pt infinito, da gula do vi dos tres circulo , dos tres violinos, , vv rapariga, a da maos nos astronautas, a trança de prat da britney, vaso da lua em primeiro dias crescente jc os maria seth amarelo azul, maria das cinco estrelas em arco dispostos, a sexta estrela da paramount, o baton rouge,

Di ane k ru ge ra s garras de t roi a, bee t h ove en, a bee da cruz do for me vaso ingles, en to ove en, o u l á c omo é o no me do pai e do fi l ho com que a br i ni na moro u , q ue em dia se guido a eu aqui l he t r e es c rito q ue o mel h ro me ms o e ra ap a recer com el es todos em minha cas, q ue as si m f cia ava me l h ro a c on he ce do traço ingles de dez serpente sn do jornal dos bandidos, lá vin ham uma pa gina ine t ria com fr anc es e s, todos o l h ava am de fr ente m en os um de la ado, sal vo e r ro o t al fi l ho do pai, bee t h o iv e mn, mul her arvore, a red e do ab o do en to vaso ingles , a ar vo re do convento, o c on vento chi iad o, c rei o q ue e x eu t um c l ub e com ess e no me, e q au dr ado do harris, do bar do a h ar r is, da p vaso de da ac t ri z monica, s en do a k ruge r loi ra, o u n cão, p o is t ra s s ob ra n cel h as es curo as, a monica ge ra g a, a ani s tom ,loi ra, a m oni caca lee, mor en a, a m oni ca lapa, e tudo is to na q eu s tao g r ega, o p elo da es pi n h ad a eva, me ua , eva, a eva am erica ana, a me erica, ad harris, q eu m é, é o as e g ren to de i t ado, me ac rec en tam agora os dedos ao di gi ta t ra gn i es ka da holanda , do horus hol na dez t na es , o te souro, je rr u br u ck hei mer, lu c br es son, mic hel v a i lan t, fr anka p ot en te no pala mui to quadrado europeu do vaso da s ema s, , d es t ron u o a fr anka por t en te , a sis m di ze ema as letras da revista do dn, q eu maior foice A uma, se rá, marlene di e t ric h, di ane he id kapa rue ge rato com , a , um dança., caso u com gui ll au me can et ser s e x s im b olo fr e w n ce s, poli gato da lata da poly, bomba de gás soli ina , uk e set tó, segundo delta pa ss key serpente do but g u l f, co as cruz das w o r rie es problemas, , bombas de gasolina, preta e ma r e la s p lu ser pr n te, amarelo e negro, q au dr ado da di serva no vaso da cruz invertida da arcada do t r ian gula dez de fogo in v eri u do , co mo e ra v us uve l na f oto em af tom ana v isi sita dos mac can, c au tio n ser k e y we st fla mo n day se pt in fi n to, da gula do vi dos tres circulo , dos pt r es viol ino as, , vv ra pa rig a, a da maos nos au s t r ana u t as, a t ra n ça de prat da britney, vaso da lua em p rim e i rod dias c r es cente jc os maria seth a am r e lo az u l, maria das cinco estrelas em arco di s post os, a sex ta ester la da para mo un t, o bat on ro ge,

Sabes minha amada, ando cansado, agastado e um pouco triste com esta vida na forma como ela vai, e uma das coisa que me pergunto, é porque razão ainda não chegaste tu, e depois me digo o que tambem sei, ou o que com me vou enganando a mim mesmo, coisa que nunca é boa de nos fazer-mos a nós ou a ninguém outro, e penso, a casa ainda não está pronta pata te receber, pois quand cheguei a chaise longue de meu avos, ali fiquei parado a ver o que ali se desvelava e tive que o digerir e só há dias e que dela comecei a levantar e arrumar os papeis e revistas que nela se encontravam, e assim em digo, quando acabar, ela baterá certamente à minha porta, mesmo que nas vezes assim duvide que o seja, como um suave engano ou uma forte fé e esperança que encontres teu caminho até mim, um dos dias em que andava a ler o retracto de alma que já ficara antes mesmo de ter descido ao sul, te ouvi, assim meio a brincar pelo espirito dizer, te perdoo a hesitação, como se me estivesses a dizer, perante tao belas raparigas que ali na chaise longue se encontravam deitadas, fosse plausível a duvida de meu amor a ti, e eu respondi, de quem falas e não encontrei eu duvida em mim, e assim fiquei na duvida que serias tu a assim falar pois tambem mais nade de ti ouvi, talvez mais um outra voz que em ti e em mim se montava, sabendo como a chaise estava

S ab es min h a am ada, ando can sado, a gás t ado e um p o u co t r iste com es sat v id a na forma co mo el ava i, e uma das co isa q ue me per gun to, é por q ue ra za o a inda n cão che gás te tu, e dep o is me di g oo q ue t am b em se io u o q ue com me vo u en g ana ando a mim me s mo, co isa q ue n un ca é boa de no s f az e r do traço do ingles mos e ó s o ua ni g u é mo u t ro, e p en so, ac asa a inda n cão est á pr on t a pata te rec e br, p o is q ua and che g eu ia cha ise l ong ue de me u avo s, a l i fi q eu i p ar ado a v ero q ue al ise de s vela ava e ti ve q ue o dg i rit e s ó h á dias e q ue de la com e ceia l eva n tara e ar rumar os p ap e os e r e v ista s q ue ne la se en c on t rava v am, e as si m em di g o, q u ando ac ab ra, el a bate rá ce rta e mn te à mi n h a porta, me s mo q ue na s v e ze sas si m du vide q ue o seja, co mo um s u ave en g ano ou uma f orte fé e es pera ança q ue en c on t r es te u caminho a té mim, um d os dias em q ue anda ava a ler o r eta r tao de alma q ue j á fi cara na t es me s mode te r d es sc id o ao sul, te o u vi, as si m meio a b ric n ar p elo es pei e to di ze r, p ero do traço da inglesa te a he is taçao, co mo se me es t iv ess es a di ze r, pe rna te tao be la s ra pa rig as q ue al ina ch ise l ong ue se en c on t r v am de it ad as, f os se pal us iv el a du v ida de meu amo r, ma s n cão en c on t rei eu du v id a em mim, e as si m fi q eu ina du v id a q ue se ria s tua a as si m fa al r, t alvez masi um o u t ra v oz q ue em ti e em mim se mn t ava

De manha ao olhar a fotografia de diane, reparo na aparente disposição dos objectos em seu redor, assim é minha secretária, sempre se vai acumulando de objectos a medida em que os vou usando até de novo tudo vazar, ou sej quando ao limpo, por cima dela uma linha de moedas, desenha um l deitado , como os dois pedaços que se desenharam no ceu , este recente na corrida dos toiros vermelhos e o anterior , antes da queda da spainar, ne lina das moedas leio, espada de por tu gal, primeiro cêntimo, da estrela do cavaleiro sobre a mandala r jt, jr em dois mil e dois, da lua em quarto decrescente, segunda europeia com dois cêntimos em cima, assim se desenha a lua, em seu quarto, de vinte cêntimos, ou dos duzentos, no ultimo dia da lua crescente, primeiro cêntimo da catedral espanhola em dois mil e cinco,

De manha ao ol h ar a f oto g raf fia de di ane, r epa aro na ap ar en te di s p os i sao dos ob ject os em s eu red o ra ss im é min h a sec e rt árias, se mp r e se v aia cu mul ando de ob js ct os a me dida em q ue os vo u usa sand o at é de n vo tudo v az ar, o u sej q ua ando ao l i mp o, por c ima de la uma l in h ad e moe da s, de senha um l deitado , como os do is peda aços q ue se de sn we h ar mno ceu , este rec en n te na co rr ida dos toi r os vermelhos e o ante rio ra ant es da queda da spa ina r, ne l ina das moe da s lei o , es sapa ada de por tu g al, p rim e iro c en t imo, da e ts r e la do c ava lei ro s ob rea mad ala r jt, jr em do is mi le ile do is, da lua em q u art o dec r es cente, se gun da eu rop e ia com do is c en tim os em c ima, as si m se de sn e h a al ua, em s eu q u art ode v e in te c en timo s, o u do s du z en t os, no u l tim o dia da l ua c r es cente, p rim e iro c en tim o da cat e dr al es p na hola em di id os i m il e c inc o,

Da sobrancelha de diane, parte a trincha com um vesica e cabo branco e prata , onde se le pure, brisile que no meu eixo de leitura se encontra invertido el iss do r e b e rup cujos pelos castanhas claros que cheiram a cera e poisam e tapam, a beatrix de dois mil, com uma cante de prata e negra que está encostada a trincha, da junção das duas, saiu a faca do crocodilo que apanha a hélice do aviao com uma outra de serrilha, um seja duas facas cruzadas apanham o centro da hélice, um papel que estava no muro dos tijolos aqui da rua, diz sanidad vinte do pi ponto terceiro de sessenta e oito, terceiro do bar do rá da maria, semi circulo invertido da en te par ren tesis mad rid do traço ingles espana, da pastelaria prata net, e onde se lê, kit lodo no cais, uma nota que eu acrescentara agora da segunda vez que dei com esta cartão canelado, amarelo e castanho, enfiado num tijolo, e no chao um gancho de arame como de cabide, que desenhava um gancho de gelo , como o que see usava no há lodo no cais, , abro o papel , que estava disposto na imagem como um vesica de fogo que aponta as facas, ou seja da vesica que fez as facas se cruzarem, e leio o resto da minha nota ,m gasolina do kit lodo no cais, por dois circulos produtos jesus vi ratao da gula sl do ponto do traço ingles registo de sanidad vinte do circulo do terceiro, de sessenta e oito de oitenta e tres do bar do rá da maria, c ho s bar d bar norte telf, dos telefones, dos tres circulo dispostos em angulo da cruz terceira do quadrado de noventa e um do oitavo de oitenta e quatro, do decimo de cinquenta e nove daganzo en te ratao par en teses, madrid espana, da www, ponto da pastelaria, trigo saloio ad, , assenta este triângulo que uma vez já aqui no livro entrou, sobre a folha onde está escrito, na imagem da vesica dos olhos azuis em negro fundo, assim se lê, uma das pas da hélice por sua vez assenta e cortaria se estivesse em rotação, um pincel de maquilhagem, cabo madeira amarelo, fixação dos pelos em doirado, e pelos brancos, que está em sua ponta ao lado de uma pilha de cds hp dvd + r media quatro do ponto set GB m com um cd do traço ingles rato da oitenta mim do ponto do set do duplo circulo m b com pact di sc en rig i st ra able

Da s om br ab ce l h ad e di ane, par e t a t rin inc h ac om um v e cica e eca bo br anco e prata , onda se le puré br isi ile, br isi le q ue no me u e ix o de lei tura se en c on t ra invertido el iss do r e b e rup c u jo s pe l s o c as t n h as c lar os q ue ce hiram a ce ra p o isa sam e t ap am, a bea t r ix de do is mi l, com uma can te de p rta ene g ra q ue est á en co ns t ada a t r inc h a, da j un sao das du as, sa i ua faca d c roc id l dez q ue apanha a he l ice do aviao com uma outra de ser ilha, um seja du as facas c ruza da s ap ana h mo c en t ro da he l ice, um p ap el q ue est av nu muro dos ti j olo s aqui da rua, di z san id ad vinte do pi ponto t rec e iro de se s senta e oito, t rec ero do bar do rá da maria, s emi circulo invertido da en te par ren tesis mad rid do traço ingles es p ana, da pastelaria pr la net, e onde se l é, k it lodo no cais, uma nota q ue eu ac r es cen tara agora da segunda ave z q ue de i c om est a c art ao c ane la ado, am ar e dez e cas t anho, en fia ado n um ti j olo, e no chao um gan c ho de ar am e co mo de c a bid e, q ue de s en h ava um can c h ode gelo , como o que see usa ava no h á l o don o cais, ab ro o para l, q ue est va di s posto na i mage m co mo um ve isi sica de f ogo q ua ap on ta as f ac as, o u seja da v e sica q ue fez as f aca s se c ruza rem, e lei oo r e to da min h a n otam gás sol ina do k it lodo no cais, por do is do is circulos pro cut os jesus vi rata o da gula sl do ponto do traço ingles reg si to de san id ad vinte do circulo do t rec e iro, de sessenta e oito de oitenta e tres do bar do rá da maria, c ho sb ar d bar norte telf, dos telefones, dos tres circulo di s p oto s ema g u dez da cruz te rc e i rda do q ua dr ao dd en ove en ta e um do oitavo de oitenta e q ua t r rio, do dec imo de cinquenta e nove da gan zo en te ratao par en teses, am d rid espana, da www, ponto da pastelaria, trigo saloio ad, , assenta este t rin g au dez q ue uma ave z j á aqui no livro en t ro u, s ob rea f o l h a onda stá es c rito, na i mage m da vesica dos olhos az u is em negro fundo, as si m se l ê, uma das p as da he l ice por sua vez as senta e co rta ria se es t iv ess e em r ota sao, um pi n ce l de maqui l h a ge m, c ab o madeira am ar e dez, fi x ac sao dos pe elo s em do irado, e pe lo s br anco s, que eta em s ua ponta ao l ado de uma p ila h de cds hp dv d + r media q au t ro do ponto set GB m com um cd do traço ingles rato da oitenta mim do ponto do set do duplo circulo m b com pact di sc en rig i st ra able

A faca do crocodilo encosta ao livro do antonio arnaut, onde na coluna da direita, o feito das sementes vermelhas se encontra aberto, por uma cante cinza e prata vermelha, que sai da pedra cubica já talhada, e cujo vértice da ponta da tampa está por debaixo do livro aberto com uma asa, com um triângulo em vaso de agua em seu meio, e com as dois braços do compasso, como vaso de fogo, um dvd do traço ingles branco quadrado do ponto do seth GB serpente kapa circulo está em ciam como o seu cento no topo da coluna da esquerda do templo e tapa o compasso e parte do esquadro e o titulo, onde então só se le, re tura, o re da tura, tonio arnaut, hugin editores em baixo a amarelo sobre as pedras brancas e pretas do chao do templo a sombra do cdr que nada tem e que ao por na drive do pc dá turras, faz sombra sobre um escrito na contra capa de um caderno que se encontra por debaixo do livro, na sombra e leio, re cios ra ck lu y e desa y uni, uno, h ab doble cv g seus s en c de noventa e um, duplo circulo, , ontem a lombada do livro marcava uma outra linha, que pasa pelas palavras pr rá suite real,, cruzam-se em cima a recta e a curva no ponto que diz, sobre oo serpente, ou seja a serpente que deitou o infinito, sendo que nessa linha , ou melhor na linha acima e abaixo do x, se pode então ler, homam do ab doble cv g treze do ponto do infinito deitado, ou duplo circulo, serpente inglesa do circulo de noventa e um supl do ponto terceiro ra por sin son a e aina, cumulativamente, da suite real

A faca do c irc o dilo en co ns ta ao li v roi do anto ni o ar n au t, onda dena co l un a da di rei t a, o f eu to das sementes vermelhas se en c on t ra ab e rto, por uma can te cin za e prata vermelha, q ue sa id a pedra c ub i ca j + a t alha ada, e c u jo ove e r tic ice da ponta da t am pa est á por de ba ix o do l iv ro ab e r to com uma asa, com um t r ian gula em v as ode agua em s eu meio, e com as do is ba r ç os do cam p az zo, co mo vaso de fogo, um dvd do traço ingles br anco q au dr ado do ponto do seth GB ser pente kapa circulo est á em cia am como o seu c en to no to po da coluna da es uu e red a do te mp dez e tapa o com passo e p arte do es q ua dr ao d e o tir u ll o, onda neta tao s ó se le, re tura, o re da tura, ton i o ar na u t, hugin edi tor es em ba sx io a am ar e lo sobre as pedras bar anca s e pr eta sd o chao do te mp lo a s om br ado cd r q ue n ad a te me q ue ao por na dr ive do pc dá t ur ra s, f az s om br a s ob re um es c rito na contra capa de um ca de r n o q ue se en c on t ra por de ba ix o do l iv ro, na s om br a el lei o, re cio s ra ck lu y e desa y uni, uno, h ab doble cv g seus s en c de noventa e um, du p lo cir u c lo, , on te ema l om b ada do l iv ro mar c ava uma outra linha, q ue pasa pelas palavras pr rá suite real,, c ruza am do traço da inglesa se as sima a re cta e a c ur v ano p o in to q ue di z, s ob reo o serpente, o u seja a ser pente q ue de it o u o in f ni to, s en do q u q ness a l in h a , o u me l ho na linha ac ima e ab a ix o do x, se p ode en tao ler, h omam do ab doble cv g treze do ponto do infinito deitado, ou du p lo circulo, ser pe m te ingles l k esa do circulo de noventa e um supl do ponto terceiro ra por sin son a e aina, co mula t iva mente, o da suite real

Um homem com olho de crocodilo agora aparecera, e qui fora referenciado, o homem da pt, o zeinal

Um homem com olho de c roco dilo agora ap ar e cera, e qui f o ra refer en cia ado, o h omem da pt, o ze ina l

O livro do antonio arnaud, encosta a outros tres livros, c raves cultrix, que em seu inteiro titulo, os sufis, introdução de robert graves, de odries shak shah, com dois desenhos semelhantes na capa, , deitados, que diz, os ilhéus, cursivo sufista ilustrativo da mao de Mohamed , filho de shafiq, mil duzentos e noventa e um , dos dervixes mevlevi, (dançarinos) que parece ser um navio, quase egípcio, com gente lá dentro tendo por cima em a quoi de bom encore des poetes, do pol, e por baixo, quantum, psychology

O lo v ro do ant oni o ar n au d, encosta a ouro t r es l iv ros, c r ave s c u l t riz x, q ue em s eu in te iro titu lo, os s u f us, in t ro du sao de ro b e rt g rave s, de o dr i es s h ak sh a h, com do is de se b h os sem l a h n te sn a capa, , de ota ado s, q ue di zo s i l he us, c ur s ivo s u f ista i lu s t rat ivo da mao de Mo h am ed , fi l ho de s h a fi q, mi l du zen to ze no v en ta e um , dos de r v ix es me v levi, 8 “< d anca rino s) q ue pa rece ser um n av io, q u ase e g ip pico, com g en te l á d en t ro t en do por c ima em a quoi de bom en core des poe te sd o p ol, e por ba ix o q ua n ton , au na t um, q ua n t um, ps y c h olo g y

No símbolo de Mohamed, leio do anzol, e leme do losango da duplas vesica do losango da vesica da onda de um, onze, dois losangos, mais tres losangos, do bico do pássaro seis, ou trinta e sei, que atravessa o angulo do primeiro gancho, com ajuda de um pássaro pequenino, de um losango e um circulo, dois outros losangos se ligam e um terceiro dá a volta da pássaro sexto, d qual sai um gancho e um que verte um outro angulo sobre dois circulo que faz um furacão, numa vesica do grupo onze, um outro gancho primeiro penetra uma vesica menstruada, que parece ter uma guitarra, ou ser musica, que envolve dois homens, que cortam um terceiro no meio deles, que faz o duplo vaso inicial crescer em seu picos, qu encosta a um outro, do qual sai uma cobra que se desagua num outro losango, do qual sai um cante que atravessa ligando um onze, ou sej um duplo unidade, via um losango no meio, do outro uno na lua decrescente em seu quarto, com tres losangos em fogo, faz ondas da qual se ergue um uno que de um circulo e dois losangos faz um tridente que atravessa o primeiro vaso do duplo vaso do dois, ou da cobra que laça um losango que faz um fecha um laço da onda sobre o uno cobra, aprece ser uma ilustração da sequência de eventos e das carambolas que meu texto anterior descrevia a propósito dos acontecimentos em salema, e assim caiu um aviao, sendo que pelo espirito hoje ouvi qualquer coisa relacionada com uma porta, um outra linha aqui se desenhou, um cinto de couro negro com fivela de prata que estava em frente ao restaurante chinês depois da queda, e que me fez pensar em cintos que acondicionam a carga, que ra uma imagem que já me tinha vindo antes, ou seja, provavelmente um cinto cortado, e uma carga que se deslocou no porão e que se calhar abriu uma porta

No s im b olo de Ma h am ed, lei o do anzol, e leme do lo san go da du p l as v es i ca do lo san g o da ve ica da onda de um, on ze, do is lo san g os, maís t r es primeiro do circulo dez das songs, do bi co do pa s sd o passado seis, o u t rin ta es e i, que t ar v ess a o na gula dez do primeiro gancho, com da ajuda de um pa ss aro pe q eu nino, de um lo san gula e um circulo, do is o u t ra s lo san gol s se li g am e um t rec e iro da a vo l ta da pa ss aro sex to, d q ual sai um gancho e um q ue verte um outro angulo s ob red o is circulo q ue f az um f ur ac cao, numa v e sica do g rup o on z we, um outro gancho primeiro p ene t ra uma v e sica m en ns t rua ada, q ue pa rc e t r e um guitarra, o u ser mu sic a, q ue en volve do is h om n es, q ue co rta tam da am um t rec eiro no meio de k l es, q ue f az o d up lo vaso in ica l c r es ce rem s eu picos, q u encosta a um o u t ro, do q ual ala sa i um cobra q ue se de sa g ua n um o u t ro lo sam n gi, do q u aa l sa i um can te q ue t ar v ess a li gan do um on ze, o u sej um du p lo uni dade, v ia um lo s ano no mne io, do o u t ro uno na l ua de sc red dc cente em seu q u art i, com t r es lo san g os em f ogo, f as z on da sd a q aul se e r g ue um un o q ue de um circulo e do is lo san g os f a s z um t rin det q ue at r v e sa o pr i me iro vaso do du p lo vaso do d o is, o u da cobra q ue l aça u ml o san g o q ue f az um fe cha um l aço da onda s ob reo uno cobra, ap rec e ser um a i lu s traça da se q un cia de eve en to ze das caram bolas q ue me u te x to ante rio r de sc r e v ia a pr o pro si to dos ac on tec ie mn to s em sal ema, e as si m ca i uu m aviao, s en do q ue p elo es pei to h o je o u vi q ual q eu r co isa r e la cio n ada com uma porta, um o u t ra linha aqui se de sem h o u, um c in to de c o ur o negro com fi vela de p rata q ue est ava em fr ente ao r es tua tante ch ines d ep o is da queda, e q ue me fez p en sar em cin st os q ue ac on dion am a c arga, q ue ra uma i mage m que j á me tinha v indo ant es, o u seja, pro ova v e l e mn te um cin to co rta ado, e um ac arga q ue se d es dez cao u no por aa o e q ue se calha ra ab rio uma porta

A pomada invertida do calicida de s joao, oi seja do totakamon do porto, está sobre um factura on de se le circulo de setenta e cinco angulo, segundo do vinte e nove, al lote cinco, segundo do dezanove, h s sete circulo gr do circulo de oitenta, mimo, do circulo de sessenta e sete, plásticos do circulo duplo do segundo, t al estrela de noventa e sete, vaso lu mes, dos dois circulos da estrela, mer iro, sexto duplo circulo, t roco, do duplo circulo do terceiro, atendido por katia ramos, segundo do duplo circulo do oitavo, do circulo do nono do circulo do quadrado, do onze dos dois circulos do quadrado da tríade, do duplo circulo do dez do triplo circulo do quarto, do circulo de oitenta e dois, agosto, ou oitava do vinte e oito, assim liga esta talão a foto da bela diane a uma serie de outro talões que estão debaixo do prato de sobremesa da loiça inglesa cheio de moedas e com um berlinde transparente, ao lado de um jack doirado stereo verde, aumentador, e um home da renascença inclinado, no conjunto de muitas outras moedinhas, sobretudo as de cobre , ou seja inda um jack maior no qual pode entrar por detrás um mais pequeno, chamado mini jack

A p oma ada in v e rt id ado cali c ista de s joao, o i seja do tota ka mon, alemão do porto, est á s ob re um f ac tura on de se le circulo de set n ta e cinco angulo, segundo do vinte e nove, al l ot te c inc o, segundo do dez ano ove ave, h s sete circulo gr do circulo de oitenta, mimo, modo circulo de sessenta e see t , co s p l as ticos do circulo d up lo do segundo, t al est real de no ove en te e sete, vaso lu mes, dos dois circulos da es t r e l am eri ro, sex to d up lo circulo, t roco, do duplo circulo do te rec e iro, at en dido por katia ramos, se un do d o d up lo circulo do it av vao, do circulo do nono do circulo do quadrado, do on ze dos do is cir rc u lo d do quadrado da t r iade, do d up lo circulo do dez do t rip lo circulo do q ua e r to, doc irc dez de o i t en te e do is, agosto, ou oitava do vinte e o i to, as si m da liga est a t ala o a f oto da ab e la diane a uma se rie de outro t al o es q ue est tao de ba ix o do prata de s ob ram es a id a loi ca inglesa ce hi e a de moe d as e com um berlinde t ra sn a parente, ao l ado de um j ac k dora dao ste ero verde, au men t a dor, e um home da renascença inc l ina ado, no co j un to de mui t as o u t ra s moe din h a sm, s ob r e tudo as de cobre , o u seja inda um j ac k maio r no q ual p de en t ra rp or det ra s um mais pe q eu no, c gama do mini j ac k

E ainda no caderno que se encontra por debaixo do livro nobre arquitectura, que me lembra das salsichas e da senhora da mac cann se lê , uma nota recente num jogo de futebol, quando um forte remate fora contra os leds , treze da tríade da kapa maior do circulo do angulo que nasceu da parte de baixo de quadrado e que é a primeira letra da lassie, cento e trinta e tres, dizerem que fora a velocidade da bola, que desenhara esta figura nas luzes do painel, salsichas está um lata ali no chao das pedras, em frente a tal casa na esquina da pala, como a dizer , a casa do falo das pedras da calçada negra

E a inda no ca de r no q ue se en c on t ra por de ba u x i do lo v ro nobre ar q ui tec tura, q ue me l em br a das sal cinhas e da s en h ora da mac can nm se l ê , uam nora rec en te n um j ogo de fu te bil, q ua n do um f orte r ema te f o rac on t ra os l e ds , t r e ze da t r iade da kapa maio r do cir cu lo do a g u dez que ne as ceu da p arte de ba ix ode quadrado e q ue é a p rim e ira l e t ra da la s sie, cento e trinta e tres, di z rea am q ue f o ra a ve lo cidade da bola, q ue de s en hara es ra fi g ur a nas lu ze s do pa ine l, sal cinhas es á um lata al ino chao das ped ra s, em fr en te at la c asa na es q eu ina da pala, co mo a di ze ra ac asa do f alo das ped ra s da calçada negra

Ah a menina está muito bonita nestas fotos que aqui tenho, sua face é de uma imensa beleza e sempre me intriga muito, trás em algumas delas, assim um ar muito sério lá bem no fundo de sal alma, talvez mesmo com uma certa tensão de preocupação, e depois trás um em que a menina está assim deitada , com os braços para cima e um vestidinho verde assim com umas asinhas tipo ponte no decote no qual as alças desenham maria, e depois está assim com uma expressão de sonho muito belo e grande amor, e é tudo muito belo, na posição em que está assim com o lóbulo à mostra que até
apetece muito mordiscar em doce, diz a legenda dessa foto, que a sua personagem é de uma pureza intocável, e acrescenta, eu sou maia agressiva, tenho outro empenho, sei onde quero chegar, pois eu que não sei bem onde quererá chegar a acho muito bela assim parada, dá mesmo vontade de ficar assim a seu lado parado depois de muito mexer, curioso mesmo é a menina estar aqui nestas fotos muito mais bela, do que quando a vi no filme da guerra de troia, o titulo da reportagem , acrescenta, esta rapariga inspira-nos e chama-lhe musa, na verdade para mim tem sido uma espécie de musa e depois de arrumar na estante conjuntamente com outras belas musas, a foi de novo buscar, e fui ler o que as letras dizem de si, que em mil novecentos e noventa e dois, pertenceu a elite, que agora me declina naquele estranho mail lite, cruz do look of the y ear com quinze anos, que mede um metro e setenta e tres, ou seja que é a primeira em setenta e tres, que fazia ballet, o que me evocou a monica, em relaçao com o primeiro de setenta e tres, orlando bloom t rio roi a, do wolf gang de re peter serpente inglesa fez milhão, milho grande do pássaro de fez, jackpot do national treasure, que trabalha com um rapaz de quem gosta, e eu tambem, que planta relva em seu escritório, anda de camaro e faz umas serie muitos inteligentes , o jerry, desenhos animados , o gato do desenho animado, o jerry e o tom das nossas infâncias, do spring time na bosnia do segundo do duplo circulo do seth, com o richard gere, a engrenagem do ricardo nico la serpente nicola cage, do national treasure numero dois, do traço ingles da l´age, lage de tenebres, rufus w e w g wgrigth, da ford focus , ff connection, agora mesmo ao isto escrever, houve para aqui , quer dizer, no ecrã um flash, e o cursor, saltou ao escrever cage, para o duplo da linha mais a cima, do spring time na bosnia do segundo do duplo, e depois do wrigth, e vaso dor ros dos duzentos, madrid vinte e quatro, meses entrada da estrela do duplo quadrado do circulo d cain, casino royal seth, seth pistola fe ele the da differ da ren ce e depois ao lado da bela menina, na realidade está um anuncio da ford que me intrigou, em seu reflexo, pois desenham as duas jantes, duas estrelas, assim como asterisco, ff, d ou seja dois fortes, pressupõem-se uma estrela por cima de cada um das rodas, ford focus, e no reflexo, eles estão invertidas, a primeira, ou seja a de trás como um estrela que se inclinou na falta das virtudes cardinas, e a da frente assim mesmo de pernas para o ar, ou seja tambem na imagem, dois reflexos impossíveis, a nao ser como imagem símbolo da imago mundi, assim feita para algo outro aqui narrar


A h am en ina est á mui to bonita ne st as f oto s q ue aqui t en ho, s ua face é de uma iman sa beleza e se mp reme intriga mui to, t ra s em al gum as de l as, as si m um ar mui to sé rio l á b em no fundo de sal alma, t alvez me s mo com uma ce rta t en s al de pr e o cup ac sao, e dep o is t rá s um em q ue a m en ina est á as si m de it ada , com os b ar ç os para c ima e um v es ti din h ove verde as si m com umas as sin h as t ip o ponte no dec o te no q al as al ç as de s en ham maria, e dep o is est á as si m com uma e x press sao de s on ho mui to b elo e g rande amo r, e é tudo mui to b elo, na p o sic sao em q ue est á as si m c om o lo b u lo am os t ra, a te ap s oto lo da ap do pete ce mui to mor di sc ar em do ce, di za l e g en da de s sa f oto, q ue a s ua per son game é de uma p ur e sa in to c áve l, e ac e r s centa, eu s o u masi a grés s iva, te ho o u t ro e mp en h o, se i onda q u ero che g ar, po is eu q e uu n cão se i ibe monde q ur e rá cha g e ra ac ho mui to b el a as si m parada, d á me s mo von t ad e de fi car as sima s eu l ado para ado dep o is de mui to me xe r, cu rio s om e ms o é am en ina est ra aqui ne sta s f oto s mui to masi b vela, do q ue q ua ando a vi no fi l me da guerra de t roi a, o titu dez da r e porta ge m , ac r es centa, esta ra ap riga i ns spi pira do traço do ingles nose chama do primeiro inglesa musa, na vera de para mim te m sid o uma es pe cie de m usa e dep o is de ar rumar na es t ane c on j un at e mn te com o u t ra s belas m usas, a f o i de n ovo b us car, e f u i l ero q ue as l e t ra s di ze m de si, q ue em mi l no v n ce to s en ove en ta e do is, per ten ceu a e lite, q ue a gira ne dec il nana q eu le es t r anho mail lite, c ru z do l oo k oo ft he y ear com quin ze ano s, q ue mede um met ro e setenta e tres, o u seja q ue é a p rim e ira em set en ta e t r es, q ue f az ia ba ç ll e to q ue me evo co ua monica, em relaçao com o p rim e iro de setenta e tres, o r lan ando b loo m t rio roi ado wolf gang de re peter ser pente inglesa fez mi l h ao, milho g ra nm dedo pa ss aro de fez, j ac k p ot dona tio n al t rea sure, q ue t r aba alha com um ra ap z de q eu m g os ta, e eu t am b em, q ue p l anta r e l v a em seu es c ritu ria anda de cam ra o e f az uma s se rie mui to s intel i g en te sm , do je rr y de s en h os anima ado s , o agt o do de s en ho ani mad o, o je ery e o tom das no s sas in fan cia sd o s p ring time na bo sn ia do segundo do du p lo circulo do seth, com o richard gere, a en g rena ge m do ricardo nico la serpente nicola ca ge, dona tio n al t rea sure nu m ero do is, do t ra ç o ingles da l a porto dez a ge, lage de t ene br es, rufus w e w g wgrigth, da ford focus , ff c one ct tio na gira me s mo ao is to es ce r v e r, ho uve para aqui , q eu r di ze r, no e c ra um f ala ash, e o curs o r, s al to ua o es c r eve rca ge, para o du p lo da linha ma isa c ima, do s p r ring time na bo sn ia do segundo do du p ll o, e dep o is do w rigth, eva vaso dor ros dos du zen to s, mad rid vinte e quatro, mes es en t a rda da estrela do du p lo quadrado do circulo d cain, ca sino royal seth, seth pi s t ola fe ele the da di ff e r da ren ce e dep o is ao l ado da be la me nina, na rali dade est á um e un cio da ford q ue me in t rig o ue ms eu r e f lex o, p o is de s en ham as du as j ant es, du as est r e la sas si m co mo arte r isco, ff, do u seja do is f orte s, per ss up poe em traço da inglesa se uma es t r e la por c ima de c ada um das ro da s, ford f o c us, e no r efe l xo, el es e s tao invertidas, a pr i mira, o u seja a det rá s como um e ts r e la q ue se inc lino un a fla t a das vi r t u d es car dina sea da fr ente as si m me ms o de pe rna s para o ar, o u seja t am b em na i mage m, do is r efe l xo s im p os s iv e is, a n º ao ser c omo i mage m si em b olo a i mago m un di, as si m fe it a para al g oo u t ro aqui na rr ar

Duas estrelas inclinadas na sony pi c tures es do ponto com dos movies, sus sis t ema vasp segundo circulo voice to controlo, em portuguesa o traço que tapa horizontalmente o W , homam em ar e Y circulo do vaso maior da primavera na bosnia, a plumagem amarela no pescoço, as asa preto e branco h t a hat maçónico, russo rc assim desvela Sharapova que poe detrás na curva da contra capa da primeira musa am usa, aparece, povoa ,moeda vinte cents espanhola, cervantes , duzentos madris, no topo do canto esquerda alta negro e prata do fogareiro nos tijolos de vidro da garagem, que alguém lá pôs depois de entrarem outra vez em minha casa, que tem a bicicleta presa sem rodas no varal, e que desenha, um Y com dois circulos à abaixo, do vermelho e branco, templário o bv de setenta e cinco, o de boliqueime, o seth do grupo de boliqueime, o do pingo doce on line, o por da norma ton, do grupo one, nl grupo peter paly, no tecto disposta, o seth do grupo boliqueime on line o pot da norma ne nl grupo peter paly, n ca mandragora, o escritor francês, do francês de sessenta e oito, em casa da monica calle, outrora, uns ramos assim descarnados dispostos no tecto sobre mesa de jantar, como ele aprece numa capa do escritor, o pássaro com os raios no coraçao, o rectângulo dos braços , ou das asa do raios do coraçao, do contador, ou seja o escritor,

D ua s es t r e la s inc l ina ada sn as o ny pi ct ur es e s do ponto com dos mo vi es, s us sis t ema vasp se gun do circulo vo ice to c on t ro l, em por t u g u es o traço q ue tapa h ori zon t al que mente o W , h omam em ar e Y circulo do vaso maior da pri m a vera na b ó s n ia, a p l uma ge m a am r e la no p es coço, as asa pr teo e branco h t a hat m ac o ni n co, russo rc as si m d es vela s h ar ap ov q ue poe det ra s na c ur v a da c on t ra c ap a da p rim e ira m usa am usa, ap arc e, p ovo a ,moe da vinte c en ts es p na ho ç a, ce r v na te s , du zen t os mad r is, no to po do can to esquerda al t ane negro e prata d f o g ar e iro nos ti jo s l o s de vidro da g a ra n ge m , q ue t ema bic i c l eta presa s em rodas no v ar l, e q ue de s en h a um Y com do is cir cu lo s à ab a ix o, do ve r me l ho e branco, te mp lá rio o bv de set en t a e cinco, o de bo li q eu i me, o seth do g rupo de boli q eu ima, o do pi n go doce on l ine, o por da norma ton, do grupo one, nl g rup o peter pal y, no tec to di s posta, o seth do g rup o boli q eu i me on l ine o pot da no r ma ne nl g rupo peter pal y, nc a man dr agora, o es c rito r f en c es, do fr anc es de sessenta e i to, em casa da monica, o u t ro ra u ns ramo a as si m de sc ar n ado s di s posto s no tec to s ob re mesa de j antar, co mo el e ap rece n uma c ap a do es c rito ro pa ss ar o com os raio s no cora sao, o rec t na gula dez dos br aços , ou das asa do raio sd o cora sao, do c on t a dor, o u seja o es c rito tor,

E uma parecença num mesmo arquétipo se desdobra como quase infinito onde os espelhos reflectem, ora uma , ora outra e outras inda, como se fosse imagens refractadas de um mesmo, que sempre é, diane, espalha à isabel moreira, que por sua vez espelha a beatie, que espelha charlize, vês a atracção, me inquiro já mais de que uma vez o espirito, na chaise longa, os poemas inglesa de fernado pessoa, falam de polinio, que agora acaba de entrar ,e os cios, ney yorque diabo, a morte a bate a porta com foice grande e larga, assim é a capa de um ney yorque time, o outro remete ainda para o segredo, ou o tesouro se mais quisermos saber, nos degraus de uma gravura que mostra o museu metropolitano, duas esfinges ladeiam as escadas, serenas, olhando o frente, e o por debaixo do livro de anedotas que viera um dia parar à latina, não sei por que mao, até o diabo se ri, a redoma da anais nin, abro agora ao calhas, e me fala que gostas amada de meu silêncios, os teus silêncios são fáceis de suportar no meus próprios silêncios, são os únicos que nao se tornam incomodativos, e se são silêncios neles se abre o inteiro universo visível a quem os acompanha, assim é verdade amada, belos são os amantes que sabem partilhar seus próprios silêncios, sem que uma parte, se sinta por eles afectados quando assim acontece, e que falam pelos olhos da alma e do coraçao, que nem palavras precisam nas vezes para espelhar seu amor, depois ainda por baixo na chaise longue, o desenho do menino portuges, espanhol e egípcio, filho da monica, que me desenhou tres estrelas que partem da terra ao ceu, como um sonho de um ícaro tríplice, se encontram agora deitadas, como o sol , na posição do ds desenho feito a alto, agora aqui na chise deitado, uniao zoológica invertido, ainda os papeis do cao antonio, e masi, depois de mover o livro do diabo, fica ele em ciam de um catalogo de filmes da embaixada francesa, e assim se desvela, a gata do serviços culturais da embaixada francesa, da temporada de dois mil e dois, da gulbenkian, um catalogo tambem por debaixo, o diabo da companhia das sandes, primeiro do en te rata par te sis do primeiro x no segundo de oitenta, sandes de atum, euros dois, oitenta b e sub total dois oitenta, a mercedes, a estrela do meu antigo mercedes duzentos e oitenta comprado no stand oitenta e oito, ali ao pé da mistral, de quem o laurent me disse um dia ter um amigo em frança com um igual, iva doze pro cento, circulo do trinta, ar ti g os dez nu mer do ponto do segundo euro de oitenta, o vento agora qui entrou súbito, a dizer, o que terá feito um furacão, iva incluído doze por cento, rig gado v em pr e , sandes, e lojas de sandes, uma ideia que eu muito falei aqui em portugal depois de as ter visto quando viajava lá fora, sempre dizendo, fazem cá falta bem como de sopas, e depois lá houve alguém que as fez, muitos jovens escolares assim se alimentam hoje, em cima da factura uma barrrinha de aço que prendem as folhas nos dossier, como um carril com dois elementos que por ele circulam, e duas vesicas que ao ver me lembram os do tua, e está ela agora, em cima de um x feito pelo cabo de alimentação do p ac k ard be ll, o do sino , e o usb do huawei, do hawai, invertido, está assim leio, treze m vaso da aguas tapado do semi arco, do homem do que parece ser o símbolo da cadeira americana de televisão, a nbc, se não me falha a memória, uma flor em pavão, de pernas para ao r, talvez aquele aviao que com outro chocou, e o de passageiros caiu, no brasil


E uma pa rc en ça n um meo ar q eu t ip o se de s ob ra c o mo q u ase in fi n fito onda os es p elo s r efe ct em, o ra uma , o ra o u t ra e o u t ra sin inda, co mo se f os se i mage ns r e fr ac t ada sd e um me s mo, q ue se mp r e é, di ane, es p alha à isa be l no rei ra, q ue por s ua ave z es p el h a ab e a tie, q ue es p e l h a c h ar l ize, v es a at ar sao, me in q u iro j á maís de q ue uma ave zo es pei e to, na c h a ise l on g a, os poe ema sin g l esa de fernado p es o a, f ala am de poli ni o, q ue agora cabra de en te ra, e os cio s, ne y yorque dia bo, a mo rte a bate a porta com f o ice g rande e l arga, as si mé ac ap a de um ne y yorque time, oo u t ro reme te a inda para o se g red oo u o te souro se maís q u ise r m s o s abe r, n os de g ra u dd e uma g rav u ra q ue mo st ra o m u se un metro p lot a nm, du as es fi n g es la de ima as esca da s, se re ns, o l h ando o fr ente, e o por de ba ix o do l iv ro de ane dc o ct as q ue viera um dia pa ra r à çat ina, n cão se ip o r q ue mao, at é o di ab o se ria red oma da ana is nin, ab ro agora ao c alha s, e me fala q ue g os t as am ad a de me u si l en cio s, os te us i l en cios são f ac e is de s u porta ar no me us po r p rio s si l en cio s, são os único s q ue n º ao se tor n am inc oma da t ivo s, e se são si l en cio nel es se ab reo in te iro univer ero vi isi vela q eu m o sa c om p anha, as si mé ave rda de am ad a, b elo s são os am ante s q ue s abe m p art ilha r se us po rp rio s si l en cio s, s em q ue uma p arte, se si en tap o r el es a f a e ct ad a q u ando as si m acontece, e q ue f ala am p elo sol h os da alma e do cora sao, q ue ne m pala vaso ra s pe c isa m na s v e ze s para es pe la h r s eu amo r, dep o is a inda por ba ix o na c h ase l on g ue, o de s en ho do m eni ino por ru gi es, es p anho lee g ip cio q ue me de s en ho u te r s es t re l as q ue p arte da terra ao ceu, co mo um son h ode um i caro t rip l ice, se en c on t rama a gira de i t ada sc omo o se o l , na p o siç sao do ds de s en ho fe i to a al to, agora aqui na ch ise de it ado, uni ao z zo lo f ica in v e r tod, a inda os p ap e is do cao antonio, e masi, dep o is de mover o l iv ro do da ibo, f ica el e em c iam de um cat al o go de fi l mes da em ba ix ada fr anc e sa, e as si m sed es vela, a gata do ser vi ç o es c u l t u rias da em ba ix ada fr anc e sa, da te mp ora dade do is mi le do is, da g ul b en k un am, um cat al ogo t am b em por de ba ix o, o di ab o da co mp anhia das san d es, p rim e iro do en te rata par te sis do primeiro x no segundo de o it en tam, san d es de atum, eu ro s do is, oitenta b e sub t ota l do is oitenta, a mercedes, a estrela do meu ant i g o mer cede s du zen to se o it en y ac o mp ard o no stand oitenta e oito, al ia o p é da mi s t ra l, iva do ze pro cento, circulo do trinta, ar ti g os dez nu mer do ponto do segundo euro de oitenta, o ve en to agora q u i en t ro u s ub bit o, a di ze ero q ue te rá fe i to um f ur aç sao, i uva inc lui do de ze por cento, rig gado v em pr e , s and es, e lo j as de sandes, uma id deia q ue eu mui to f al lei aqui em por tu gal dep o is dea s ter vi s to q ua ando vi aja v a l á f o ra, se mp r e di zen do, f az e mc á f ala ta b em co mo de sp o as, e dep o is l á h o uve al g eu m q ue as fez, mui t os j ove en s es co lar es as si m se al i men tam h o je, em sc ima da f ac tura uma bar r rina h de aço q ue pr e ded o as f ol h as nos do ss i e rc omo um carril com do is el e m en to s q ue por el e cir c u lam me du as v e sica s q ua a ove r me le br am os do tua, e es t á el a agora, em c ima de um x fe i to p elo c ab o de al i men taçao do p ac k ard be ll, o do sin oe e o usb do h ua we id o hawai, in v e rt do, est á s si m lei o, t r e ze m vaso da a g ua s t a + ado do s emi arco, do h ome m do q ue pa rece s ero s im b olo da ca de ira am ar e cia ana de te l isa o, a nbc, se n cão me falha a m emo mor ia, uma flor em p ava ode pe rna s para ao r, rta alvez aquele aviao q ue com o u t ro c h oco ue o de pa s sage iro s ca i u, no br as i l


Pensava eu na questão grega, me lembro da falsa grega que um verão aqui em que ,e apareceu no cabo de s Vicente, quando andava eu a filmar com meu filho, uma cheia de estrelas na face, e me apareceu de novo vassula, e uma escuta antiga, na aparência de um filha que tinha desaparecido, de uma mulher que pelo espirito me dizia, é a filha da minha melhor amiga, e me recordei de uma canção que o viegas um di ame dera e que anda desaparecida, de um belíssima cantora, grega , com uma voz tremenda, em canto celestial, e nem o nome mais sei, pois perdi a referencia, canto que parecia de certa forma os cantos das vozes búlgaras, e dos cantos gregos em sua mais pura expressão, quase como a capela, subindo e rodando, enfim uma musica desaparecida que eu muito gostaria de ter, a rapariga de creta , a menina no verão, que disse a nacionalidade truncada, o homem dos carros do quadrado da cristina coutinho em noventa e um, as marcaras de veneza, aqui numa casa na rua do capitão pala, com paredes pintadas em tons de cinza e verde esmeralda, o roubo de um canção, é o roubo da amada, a relaçao entre a musica do pianista da maria e o video do cristo, uma musica que maria sobral me passara de um jovem pianista que fizera um tema para o meu video da instalação do lápis lazuli, e que agora encontrara ao arrumar os cd aqui em casa, junto com o que procurava do leonard cohen, ou na mesma tarde em que o encontrei que não estou certo sobre qual debaixo, este estava, entulho, pancada vareta, na cas de goa, arranjavam os canos ou instalavam tv cabo, uma carrinha de caixa aberta, um tijolo na cas de ga, quatro vasos cheios de pedras , a da a reia , doze portas em arcadas em cima, dez em baixo com dois rectângulos no seu meio, assim se apresenta a fachada, , parecem quase alfinetes de dama, os meus desenhos da arcadas que são assim estreitinhas, o aviao da sky walker chegara e eu ouvira, a pancada do sis, chapéu rosa e violeta, será alice, me pergunto, dois baldes de areia na camioneta em goa, ou seja a carga, criança e passarinhos, ba rádio, relaçao entre a guerra da russia , expo, russia canada, avia gasolina, o blue glaciar, sagem , o blue, glaciar, sagam francês o quadrado menor que um pixel, o pixel reflectira-se na cas da rua onde me agrediram, pancada, agora, pneu preto sem jante da morgado laranja, e negro , ténis galatos,

P en s ava eu na q eu s tao g r ega, me l em br o da f al sa g rega q ue um v e ra o q ui ap ar e c eu no cano de s c vicente, q u ando anda ava eu a fi l mar com me u fi l ho, uma che ia de es t r e la s na face, e me ap ar e c eu de n ovo v as sul a, e u ma es cut a ant i g ana ap ar e c ni a de um f ila h q ue tinha de spa rec id o, de uma mul her q ue p elo es pei to me di z ia, é a fi l h a da min h a mel hor ami g a, e me red dc o r de id e uma can sao q ue o vi ega s um di am e de ra e que anda de spa rec e id a, de um be l is sima can tora, g ra g ac om um v oz t r emenda, em can to cele s tia l, en emo no me masi se ip o is per di ar e f ren cia, c al g o q ue par e cia de ce rta forma os can t os das vo ze s b u l g ar as, e dos can t os g r g os em s ua maís p ur a e x press sao, q u ase co mo a capela, s ub indo e roda n do, en fi m um am u sica de spa rec id a q ue eu mui to g sota ria de te ra r ap ro gado c r eta , a m eni na no vera o, q ue di s sea na cio n al id a de t ron c ad a, o h ome m dos carros do q au dr ado da c r siti ina coutinho em no v en ta e um, as ma rca ra sd eve v ene z, aqui numa c asa na rua do ca pi tao p ala, com par ed de spi n t ad as em to ns dec in za e verde es mer alda, o ro ub o de um can sao, é o ro ub o da am ad a, ar el cap en t rea m u sica do pi ani s t ra da maria e o v id e o do c r is to, uma m u sica q ue maria s ob ra l me a ps sara de um j ove m pi ani s ta q ue fi x ze ra um t ema para o me u vi de o da i ns t al ao do l a pi s la z u li, e q ue agora en cp n t r a ra ao ar ruma r os cd aqui em c asa, j un to com o q ue pr o cura ava do leo r n ar co h en, o un a me s ma t arde em q ue o en c on t ri q ue n cão es to u ce rt i, s ob r e q ua l de ba ix o, est e es t ava, e t n u l h o, p anca ada v ar eta, na cas de gi ia, ar r anja vam os canos o u i ns t ala vam tv cabo, uma car rinha de ca ix a ab e rta, um ti j olo na cas de g a, q ua t ro v as os che i os de pedras , a da a rei a , do ze portas em arc ad as em c ima, dez em ba ix o com do is rec t inglesa gula no s eu mei o, as si m se ap red en t aa f ac h ad a, , pa rec cm q u ase al fi net es de dama, os me us de sn e h os da arc ad as q ue são as si m e ts rei tinhas, o aviao da k k y w al k e rc e h gara e eu o iv ira, a pn a ca d ad o sis, c h ap eu rosa e viol eta, du is bal d es de a reia ana cam i on ta em goa, o u seja ac arga, c rui anca e pa s sari n h os, ba rá di o, r e l a ç º cao en t rea g eu r ra da ru ss ia , e x p o, russia c ana ada, av ia gás soli ina, o b l ue g ala cia r, sage mo b l ue, g la cia r, sa g am fr ane sm o q ua dr ado m en o r q ue um p ux e l, o pi xe l r efe l ct ira do traço da inglesa se na cas da rua onda me a g red iram, p ana c ada, agora, pn eu pr e to s em j na te da mor gado lara anja , en e g ro , t en ni s gala t ros,

O portão por detrás das senhora da flor da selva e do pinóquio a seu lado, quando da recente visita, parecia um portão incrustado, em croma, como se fosse falso, um portão em madeira que parecia pela sua dimensao ser o de uma igreja, ou de um casa com um grande quintal, tipo uma quinta, depois em outra fotografia, um outro elemento surgia, entre o mesmo par que não o é, mas sim figuração, na sua parte direita, o do nariz curto que é muito, muito comprido, e que diz ser o primeiro ministro de nada, acrescente-se para que não restem duvidas, ali estava um bastão negro feito em vesicas como a remeter para a cobra kundali, e o trabalho do torneiro carpinteiro que torneia o leito para sua amada, e faz assim um varão torneado para ela, depois ainda um outra, a senhora da flor da selva, aqui em visita anterior no ccb a ser recebida pelo ex embaixador corte real, o tal que um dia me recebeu ali no palácio quando andei a investigar a imagem das bombas na Argélia, que destruíram a sede da onu e um autocarro cheio de jovens escolares,

O porta o por det ra sd as sn hor a da flor da se l va e do p ino ki o a s eu l ado, q u ando da rec en te v isi sita, par e cia um porta tao on c r us t ado, em c r ima, co mo se f os se f al zo, um porta tao em ad e ira q ue pa rec cia pe la s u dimensao ser ode uma in g r e ja, ou de um c asa com um g rande quintal, t ip o um a kim t ad ep o is em o u t ra f oto g raf ia, um o u t ro lee mn to s ur g ia en t reo me s mo para q ue n cão o é, masse em f u g ur raçao, na s ua p arte di rei ta, o dona r i z curto q ue é mui to, mui to co mp rid oe q ue di z s ero pr im e rio min s u t ro dena ado, ac rc es cent e do traço da inglesa se para q ue n cão r es te m du v id as, al i est ava um bas t aa one g ro fe i to em v e sica sc omo a reme te rp para a cobra k un dali, e o t ra n g dez do t ron e iro q ue t ron e ia o lei to da mad a, e f az as si m um v arao tor ne ado para sala mad a, dep o is a inda um o ur rta as s en hor a da flor da se l v a, aqui em v isi ta en te r iro no cc b a ser rec e bid a p e lo e x ema ba ix ad o r corte real, o t a l q ue um dia me r e e b u al ino pal cio q u ando ande deia ia in v es ti gara rai mage m das bom b as na ar ge l ia, q ue d es t u iram a sed e da onu e um au to car ro ce hi ode j ove ns es co la r es,

O varão apareceu-me depois num fotograma do video da ascensão, que relata um ritual, como agora à pouco tempo para ele ao olhar, assim se me desvelou, um fotograma do ferreiro que com o grande martelo bate na bigorna, pois um posição da sua mao assim faz o mesmo desenho, ou seja o bater do ferreiro do ferro e do fogo que fez subir a kundali entre o casal, assim parece dizer a imagem da senhora rice e do pinóquio socrates, e ouvi eu pelo espirito depois, ele já me mentiu duas vezes, só, senhora, certamente que mais, e nem esse sorriso plástico a seu lado o safará

Ova vaso do arao ap arc e i do traço da inglesa me dep o is num f ot g r ma do v id e o da as c en sao, q ue r e lata um ritu al, co mo agora à p o u co te mp o para el lea o olhar, as si m se me de s velo lou, um f ot g rama do fe r rei iro q ue com o g r ande mar elo dez bate na bi g o rna, p o is um p os sao da sa i mao as si m f az o me s mo de sn ho, o u seja o bat red o ferreiro do ferro e do f ogo q ue fez s ub ira k un dali en t reo ca s al, as si m ap r ee di ze rai mage m da s en hor ar ice e do p ino q eu i s o c rat es, qq eu me u o u vi p elo es pei rito dep o is, el e j á me m en ti u du as v e ze s, s ó, s en hor a , ce rta mente q ue masi, en em ess e s or riso pal s tico as eu l ado os a fa rá

Olho o homem que no video figura o ferreiro, que é o mecânico cuja oficina está ao lado das instalações da empresa na rua diogo do couto a santa Apolónia, o tal que terá participado activamente na história da tentativa de incriminação do acidente com o ax, dizendo que eu teria atropelado alguém, e quando olho para ele vejo que é da mesma família do embaixador corte real, ambos são gaviões, assim vistos de perfil, que é como melhor sempre se reconhece o espirito animal de cada um

Olho o home q ue no v id e o fi g ur a o fe r rei iro, q ue é o meca nico c u ja o fi c ina est á ao l ado das i ns t ala ç o es da em presa na r ua do Diogo do couto a s anta a polónia, o ta al q ue te rá p ar tic ip pad ado ac t iva que mente na hi s tó ria da t en tati iva de inc rim ina sao do ac in det e com o a x, di zen d o q ue eu te ria at rp l ado al g eu me q u ando olho ap ra el eve jo q ue é da me s ma f am i la id o em ba ix a dor corte real, am bo s são g avi o es, as si m vi st os de per rf fil, q ue é co mo mel ho se r mp rese reco n he ce o es pi rt o anima l dec ad norte sul

Recordo o home como mudou sua face quando lhe respondi ao que me inquiria , o que é que eu andava a investigar, acabou logo ali a entrevista e o que lhe vi em sua face fora susto, e grande, e depois uma outra tarde, em que ele vinha ali na rua de santos em que me mentiu, e em noite recente ao passar no palácio, de baixo do terreiro da igreja, um ratinho cinza pequenino desatara a correr, e choca contra umas pedras, como se apanhasse um choque eléctrico, depois continua a correr até se esconder debaixo da guarida que ali está no portão de entrada, as pedras estavam mais ou menos no eixo do que será o gabinete do embaixador, e me lembro do padre de agora da igreja, que está na outra igreja onde essa tarde me cruzara com o embaixador, ali quase em frente a misericórdia, e me recordei de como ele se engasgara numa homilia que dele num domingo assisti, e somo, e soma a ligação, e o trajecto que liga os dois, e me ponho a pensar se o eco e as informações obre as bombas na Argélia, não terao em parte sido manipuladas por acordo entre os dois, e me recordo ainda de um outro rato, numa noite antiga aqui que focou entre duas colunas, muito quietinho, um rato do templo, assim simbolizava, o ratao da manha na igreja do bom sucesso e do triunfo, do tal padre que só uma vez lá aparecera, precisamente nessa manha, o coca, ou sej ao sapo, do cab da beça, assim me diz o clipzinho agora, ao coçar a sua cabeça

Record oo h ome co mo mu do u s ua face q ua ando le h e r ep ps son di ao q ue me in q u iria , o q ue é q ue eu anda ava a in v es tigra, ac ab o u l ogo al ia en t r e v ista e o q ue l he vi em s ua face f o ra s us to, e g rande, e dep o is uma o u t rt arde, em q ue el e vinha al ina rua de s na to ze q me u m en ti ue em no it e rec en te ao pa s sar no pal cio, de ba ix o do te r rei ro da igreja, um t rat in h o c in za pe q eu nino de sara a co rr e r, e c h oca c on t ra umas ped ra sc omo se pa anha s se um ch o q eu el e ct ric o, dep o is conti n ua a co rr e r a té se es conde r de b a ix o da g ua rid a ki e al i est á no por tao de en t ra da, as ped ra s es t ava am maís o u m en son o e ix o do q ue se rá o gabi nete do em ba ix a dor, e me l em br o do padre de agora da igreja, q ue est á na o u t rig r e j a onda e es tara de mec ruza zara com o em ba ix ad o ra l i q u ase em fr en tea mis i rico r dia, e me record e id e como el e se en g as a g ra n uma h om i l ia q ue de l en um do min goa s sis tie so mo, e s oma a li g ac sao, e o t ra ject o q ue li g a os do is, e me p on ho a p en sar se o e co e a sin for mações ob rea s bombas na r ge l ia, n cão te ra o em p arte sid o m ani ip u la da s por ac o r do en t reo s do is, e me record o a inda de um o u t ro rato, numa no it e na ti ga aqui q ue f o co u en t re du as co l un as, mui to q ui tin ho, um rato do te mp dez, as si m s im boli z i iva, o ratao da manha na i g r e k j a do b om s u c esso e do t rui n f o, do t al padre q ue s ó uma ave z l á ap ar e cera, pr e cisa mente ness a am n h a, o coca, o u sej ao sapo, do cab da beça, as si m me di zo c l ip z x in h o agora, ao co ç ar a s ua cab eça




Na chaise longue amada, repousavam as belas musas, da tal selecção nossa, ou do bandido do dn, melhor será dizendo, verticalmente encostados em seu encosto, em meio violino grande deitado, a bela fénix renascida, tendo a seu lado a bela gisele , depois deitadas, a bela monica em expressão de dor deitada, ou seja em duplo no leito, de frente para o vulcão, em quanto me amas, muito, muito, o da bertrand do cinema francês, as pessoas julgam que a minha vida é um sonho, sou apenas uma mulher normal, que acorda de manha com olheiras, de conveniência usar então, pepinos cortados as rodelas, dizem dela ser amais famosa da Itália, que em dracula sugou o pescoço a reeves, e foi então descoberta por tudo e todos, devem ser então vampiros, e a respeito da actrizes porno, que as respeita pois sou muito preguiçosa para cenas de sexo, livre para falar, o que é sempre bom e talvez a tristeza na face se va, depois shalon, a bela menina portuguesa que anda por terras americanas, se bem o sei, a mademosielle chanel, anna mouglalis, de um beleza infinita, com as swing perles da geometria da explosões ds estrelas, e perles do mares do sul, em outro branco de dezoito carats e em baixo um das suas mais belas fotos vestida com o colar dos planetes, sua majestade, ah se fosse minha, esta bela grega, que eu até me virava grego de tanto a beijar, ao lado uma outra sua majestade, parece então que o reino terá na realidade como contava a história duas pretendentes a majestade, , dizendo que detestou beijar o brad pitt, que fora horrível, e absolutamente beijar um irmão mais velho, negro e prata tules vestidos e um ar da sal doçura que eu lhe conheço e advinho, doce docinha como ela o é, a maria antonia da lever do angulo da y ne lever , a mari antonia da antonia da francesa asa, maria jose da joana, von homem do abs do burg, lot home ring ingles da arquiduquesa da Áustria, princesa da Hungria boémia a toscania, ript torn , o luis xv, e repousavam ainda belas musas e rainhas que habitam o reino de meu coraçao, na casa da beleza

Na c h ize l ong ue am ada , r ep o usa ave ema as b el as mu usas sas, da t al sele cc sao no s sa, o u do bandido do dn, mel hor se rá di zen do, v e rt i cale mn te en co ns t ado s em s eu en c os to, em mei o vi o l ino g a rande de it ado, a b el a f eni z r en a sc cida, te m do a s eu l ado a b e la gi sele , dep o is de it ad as, a b e la monica em e x press sao dedo r de it ada, o u seja em d up lo no lei to, de fr en te para o v u l cao, em q u anto me amas, mui to, mui to, o da be r t rand do cie en ma fr w n c es, as pessoas j u la gm q eu a min h a v id a é um son h o, s o u ap en as uma mul e h r no r m al, q ue q corda de manha com o l he ira sd e c on v eni en cia usa r pepe ino s c o rta do sas rode l sa, di ze m de la ser a mais f am o sa da i t a l o aqui da ue me dr a c u dez sugo u o p es coco a te eve es, e f oi en tao de sc o be rta por tudo e todos, de eve m s e r en tao vam piros, e a r es pei to da act r ize z por no, q ue as r es pei ta p o is s o u mui to pr e gui cos a para c en as de sex o, l iv r e para f ala ro q ue é se mp r e b o m e t alvez a t r iste za na face se va, dep o is s h al on, ab e la me nina por tu gi es a q ue anda por te rr as am erica na s, se b emo seia made mos i elle ch ane es, anna mo u g la lis, de um be le z in fi ni ta, com as s w in gp e r le sd a g ep met ria da e x p l o s o es ds es t r e la s, e per l es do mar es do sul, em o u t ro br anc o de dez o i to cara ts e eu m ba ix o um das s ua nm maís be l as f oto s v es tid ac om o co l ar dos p l ane net es, s ua ma j es t ad e, a h se f os se min h a, est a b e la g r ega, q ue eu at é me v ia g r ego de t anto a bei j ar, ao l ado uma o u t ra s ua ma j es t ada e, pa rec en tao q ue o rei on o te rá na real id a d e c omo c on t ava a hi s tó ria du as pr e t en dentes am a je s t ad e, , di zen do q ue de st es to u bei j a ro br ad pi tt, q ue f o ra h o rr iv e k l, e a bo sul tamen te bei j ar um i r mao maís velho, negro e p rata t u l es v es t ido s e um ar da sal doc u ra q ue eu l he c on he ç oe ad vinho, do ce dc in h ac omo el a o é, a maria ant oni a da l eve r do n a gula dez da y ne l eve ra mar i antonia da ant oni a da fr anc e sa asa, maria jose da jo ana, von h ome m do ab s do b ur g, lot home ring ingles da ar q u id u q ue sa da a us t ro ap pr inc e sa da h un g ria bo emi a a t os can ia, ro pt torn , o luis x v, e r ep o usa v ema ian da be l as m u sas e raina h q ue h ab bit a am o rei on ode meu cora sao, na cas da beleza

Arrumei as revistas na estante , ficaram ao aldo dos filhos do grall , do dee brown do enterrem meu coraçao na curva do rio, salvo ainda seja o coração, e o mar rompeu os diques , o si l no si m de t alvez, ponto do pro no cruz ar roll hd, do tempo de purcell, Agostinho dispersos, o borda de agua de dois mil e cinco, pedro teixeira da mota, da mota dos encontros acarte, do azul deserto da tarde, o senhor dos anéis das duas torres, que é o único posto ao contrário, ou seja com a lombada para o outro lado da estante, no eixo onde está o suporte para rato com o desenho de meu filho que indica o asterisco dos dois quadrado invertidos, da di, que acabara de ver de novo , agora na tapada, ao lodo do moinho antigo com telhado de parta, ficaram direitinhas assim todas, até me aperceber que tinham derrocado, no dia seguinte a ter derrocado aqui um prédio um prédio que disseram o senhor no local, ter caido para trás que se inclinara para trás e caíra e dois operários que lá trabalhavam se foram, uma derrocada na rua dos chaos, que minhas letras anteriores mencionaram, o chao, fazendo um n em tres movimentos invertido, galeria do prego g al e ria da cruz ub os dos tubos do vouga, seis me ria ca homem os, dez cc segundo,

Ar rum e ia s r e v ia sta sn a es t ante , fi caram ao aldo dos fi l h os dog ra ll , do dee br o w n do en te r rem me u cora sao na c ur v ad o rio, s al vo a inda seja o c roa sao, e o mar ro mp eu os di q u es , o si l no si m de t alvez, ponto do pro no c ruza ar ro ll hd, do te mp o de p ur ce ll, a g sotinho di s p ero s , o bor ad a de agua de do is mi le c inc o, pedro te ix e ira da mor ra, da mota dos d os en co ny rosa c rt e, do ax z u l de ser to da t arde, o s en hor dos ani es das da us tor r es, q ue é o úni co p os to ao c on t rá rio, o u seja com a l om b ad ap para oo u t ro l ado da est ante, no e ix o onda est á o s up orte para rato com o de sn e ho de me u fi l ho q ue indica o as te r isco dos do is q ua dr ado in v e r t id os, da di, que ac ab a ra de v e r den ovo , a g o r na tapada, ao lodo do mi on ho ant i g o c om te l h ado de p a rt a, fi caram di rei tinha sas si m todas, at é me ap e rc cebe r q ue t in ham de r roca ado, no dia se gui n tea te r de r roca ado aqui um pr é di o um pr é di o q ue di z ze ram os s en hor en o l o ca l, te r c a ido para t ra s q ue se inc l ina ra a para t ra se ca ira e do is o pera riso q ue l á t ra b alha ava am se f o ram, uma de r roc a da na r ua dos cha os, q ue min h a s letras ante rio r es men cio n aram, o cha o, fazendo um ne m t r es mo v e i m en to sin vertido, gal e ria do p rego gal e ria da c ru z ub os dos tubos do vo u gás al e is me ria ca h ome mo s , dez, o da cc segundo, o da pi ca, in je circulo da são

O pad do rato é azul de ambos os lados, cantos arredondados, a no dez desenho são visíveis mais pedaços de um mesma assinatura, a primeira é o simbolismo da prenda em si mesma, o pad do rato, dos computadores, ou seja mais uma vez estamos na utilização das tecnologias nas ondas que se provocaram, e provavelmente com elevado grau de certeza no roubos de ideias, pai, escreveu meu filho em cima , e curiosamente as letras estão com espaços distintos entre is como as crianças geralmente escrevem e assim se lê, p, puto ou ponto, do ai, dos dois quadrados invertidos tendo o asterisco no meio, ao lado deles, uma nave espacial russa, das primeiras, da tentativa da viagem a lua, curiosamente, se assim o fosse, o dn, ainda hoje trazia o seu desenho, como a lembra, de que objecto se trata, por debaixo da nave e colada a ela, a lua russa falhada, um triângulo de fogo azul, com traço em cruz como o um jogo de galo, debaixo do ai, de p ai, um vaso de agua negra como um y que entronca num outro vaso de fogo, que faz um A por tracejado em baixo, com dois traços, que se prolongam por masi dois e que depois desenham um L espelhado na vertical e na lateral, , esse angulo está por cima de uma casa com outra casa lá dentro, ou seja um pai e um filho, e tres figuras geométricas que se encaixam em seu telhado, na superior assim quase rectangular, um seth invertido, depois, por baixo, quatro malmequeres ou girassóis, dois em castanho, dois em laranja, em linha a crescer, ou seja quatro elementos, quatro irmãos, sendo que no primeiro laranja, o terceiro na linha de idades, uma outra casa está com um telhado que desenha Maria, ou seja da casa da maria, por baixo do triângulo de fogo azul que inclina na trajectória a subir a nave espacial russa, uma espinha de peixe verde, um dias marcados como numa prisão, oito traços, numa espinha central, torta, da casa das tres chaminés, onde por cima está o seth invertido, que corresponde ao segundo irmão girassol castanho, que suporta tudo essa construção do angulo invertido, por baixo no desenha na mesma cor roxa com que escreveu pai, a dor do filho tambem na mesma cor, e o desenho das suas letras assim separa fra n cisco forte ponto, e um cisco, por aqui passou na latina europa na altura do canal zero, um francisco tambem, se bem me lembro de seu nome, um rapaz que tambem fala português, pois o é, se bem que viva em frança há muito tempo, quando buscava parcerias, uma mancha trás agora o pad, e desvela em seu enquadrar, o isco ao forte, o ponto do isco ao forte

O p ad do rato é az u l de am bo s os l ado s, can t os ar red don dado s, ano dez de s en ho são v isi v e is maís peda aços de um me s ma as sin a t ura, a p rim e ira é o s im boli s mo da pr en da em si me s ma, o p ad do rato, dos com puta dor es, o u seja maís uma v e z est am os na u tili za sao das tec no l gi as nas ondas q ue se pro vo caram, e pro v ave l e mn te com el eva ado g r au de ce r te za no to ub os de id de ias, p ai, es c rec eu m eu fi l ho em c ima , e cu rio sa mente as letras es tao com es paços di s tintos en reis como as c r ina ç as gere la mente es ce v rem e as si m se le, p, puto ou ponto, do ai, dos do is q ua dr ado s in v e rt o ds t en do o as te r isco no mei o, ao l ado de le s, uma n ave es p ac cia l russa, das p rim e rias, da t en ta at iva da v ia ge ema lua, cu riso sa m net rese as si mo f ss e, o dn dos n ban d id os, a inda h oje t ra z ia o s eu de s en ho, co mo a l em br ad e q ue ob js tc o set rata, por de ba ix o da n ve e co l ada a el a, a l ua ru s sa fala h ad a, um t ro angula dez de f ogo az u l, com t ra s ç o em cruz como o um j ogo de galo, dea b ix o do ai, de p ai, um v as o de agua negra co mo um y que en t rova n um o u t ro v as o de f ogo, q ue f az um A por t rac e jad o em ba ix o, com do is t ra ç os, q ue se pro l on g am por masi do ise q ue dep o is de s en ham um L es pe l h ado na v e rt i ca lena la te r al, , ess e angulo est á por c ima de uma c asa com o u t ra c asa l á den t ro, o u seja um pai e um fi l ho, e t r es fi g ur as geo met roca s q ue se en caixa am em s eu te l h ado, na s up e rio ra ss im q u ase rec t na g uk ar, um seth in v e r t do, dep o is, por ba ix o, q ua t ro m al me q ur es ou g ira ss o is, do is em c as t anho, do is em lara anja, em linha ac rec ser, o u seja q ua t ro el e m en t l s, q ua t ro i r maos, s en do q ue no p rim e iro laranja, o te rc e iro na linha de id ad es, o uma o u t ra c asa est á com um te l h ado q ue de s en h am maria naria, o u seja da ca ds a da maria, n ba ix o do t rina gula dez de f ogo az u l q ue inc l ina na t ra ject tori aa s ub ira n ave es p ac cia l ru s sa, uma es pe in h ad e pe ix eve verde, um dias ma rc ad os co mo n uma pr isa o, o i to t ra ç os, n uma e es pinha c en t r la, t orta, da c asa das t r es ca h min es, onda por c ima est á o seth in v e rt do, q ue co rr es ponde ao se gun do ir ma º o g ira s sol c as t anho, q ue s u porta t u da ess ac o ns t rua o do angulo in v e rt do, por ba ix o no de senha na mesa sam cor roxa com que es r v eu pai, ad o r do fi l ho t am b em na me s ma cor, e o de senho das s ua s letras as si m s epa ra fra n cisco f orte p on to, e um c isco, por aqui passo u na la t ina eu r op a na al tura do c ana l z ero, um fr anc isco t am b em, se b em me l em br o de s eu no me, um ra p az q ue t am b em fala por tu g eu s, p o is o é, se b em q ue v iva em frança h á mui to te mp o, q u ando b us c ava par ce rias , uma mancha t ra s agora o p ad, e de s vela em s eu en q ua dr ar, o isco ao forte, o p on to do isco ao forte

A rosa, de ny, assim agora se desvelou a leitura comulativa com o perdido anterior

A rosa de ny, as si m agora se de s velo lou a lei tura com mula t iva com o per id o ante rio r

Depois apareceu um traça aqui no escritório cor de madeira, como um aviao, a remeter para a imagem que se desvelara em vila nova de gaia, e me mostrou ela subindo em circulos, em frente a north star, até chegar à luz, e caiu verticalmente como folha morta, no chao, soprei-lhe , tornou a subir em torneau vertical, bateu na lâmpada, caiu, o ícaro bat, falsfat f al serpente tat a h uk h u ll, , dizia um dos apresentadores ser o próximo programa dos concertos promenade, o espirito me dissera, subira tanto tao perto do sol , por duas vezes que acabou por cair, assim se desvelara o sentido da imagem,

Dep o is ap ar e c eu um traça aqui no es c ritó rio cor de made ira, co mo um av iao, a r e meter para a i mage m q ue se d es vela lara em vila n ova de g aia, e me mo s t ru el a s ub indo em circulos, em fr en te ano t h star, at é che g ar à l u ze ca i u v e r tica le m t ne co mo f o l h a mo rta, no chao, s o p rei do traço do primeiro ingles , tor no ua s ub i rem t r one uau ab te un a lama pada ca i u o i caro bat, f al s tat f al serpente tat a , de iza i um dos ap r es en t ad o r es ser o pr ox i mo pr o g rama dos c on ce r ts pr om en ad e, o es pi rito me di ss e ra, s ub ira t ant o tao per to do s o l , pod du as v e ze s q ua ac ab o u p o rc air, as si m se d es vela r w a o s en tid o da i mage m

Um om do serpente do lux, assim masi tarde se desvelou, o serpente do balcão da pastelaria, no fim de semana, na cena do casório, e uma mesma duvida à luz que aqui no escritório tremeu em dado ponto deste mesmo texto,

Um om do ser v pen te do l ux, as si m se de s velo lou, o ser pen te do bal cão da p as tela ria, no fi m de se mana, na c en a do ca s ó rio e uma me s ma du vi d aa l u z q ue aqui no es c ritó rio te r m eu em dad o p on to de st e me s mo texto,

Uma cruz agora aqui pelos objectos se desenhou, nuvens da senhora que leva as maos ao peito em dor, pelo jogo das pedrinhas nas caixas da menina dos sapatos de bailarina, no seguinte da vara , o livro da águia e da toupeira , um cartão de diogo de oliveira e carmo, do hospital da cuf e com consultório nas amoreiras, me aparecera em dia recente no jardim, ao lado da palmeira rainha do tejo, pouco depois das letras do livro evocarem de novo as amoreiras e a zara, mil setecentos e noventa e tres, ou mil novecentos noventa e tres, quadros tres e quatro, uma cruz feita por uma vartea parta e negra numa menina que dançava, que deverá então ser a monica

Uma c r u z agora aqui pe lo s ob js to s se de s en ho u, n uve ns da s en hor a eu l eva s as maos ao pei to em dor, pe lo j ogo da s ped rinha sn as cia x as da me nina do s sapa patos de ba i la rina, no se gui n te da vara , o l iv ro da a gui a e da to up e ira , um ca rta o de di o g ode oliveira e carmo, do h o spi t al da c u fe com co ns sul tó rio na s mao rei ra s, me ap arc e ra em dia rec en te no j ar di, ao l ado da pal me ira rai n h ado tejo, po u co dep o is das l e t ra sd o l iv ro evo care m de n ovo as amo rei ra sea zara, mi l s tec en to ze n ove en t a e t r es, o u mi l n ove cento s n ove en t a e t r es, q ua dr os t r es e q u at ro, uma c r uz fe ita por uma v ar tea p art a en e g ra n uma me nina q ue dan ç ava, q ue de eve rá en tao se ramon i ca

Diz-me o que é a noite ou o que é o dia para alguém sufocado pela dor?
Diz-me o que é um pensamento e de que substancia ele é feito?
Diz-me o que é uma alegria, em que jardim nascem as alegrias?
E em que rios nadam sofrimentos? E em que montanhas balouça, sombras de descontentamento? E em que casas habitam os miseráveis, bêbados da dor esquecida , enclausurados no frio desespero?

Diz-me onde vivem os pensamentos esquecidos até que se possam chamar de novo à vida?
Diz-me onde vivem as alegrias de antanho? E os amores passados, e quando se renovarão e quando passará a noite do esquecimento,
Para que eu possa atravessar rao remotos tempos e espaços e trazer
Conforto a um presente sofrimento e a um noite de dor?
Para onde vais , ó pensamento? Para que terra remotas voas tu?
Se voltares no momento da aflição presente
Será que nas tuas asas vem algum conforto, os orvalhos, o mel, e o bálsamo,
Ou trarás tu o veneno das vastidões desertas, arrancado aos olhos da inveja,

pagina trinta e um

Di zorro do traço ingles do meo q ue é ano ite ou o q ue é o dia para al g eu m s u foca ado pe la dor da foice Di zorro do traço ingles do meo q ue é um pen sam en to e de q ue s ub s t na cia el e é fe it o foice Di zorro do traço ingles do meo q ue é uma al e g ria, em q ue jardim na sc ema s al e g ria s foice E em q ue rio s n adam s o fi r m en t os foice e em q ue mo n t anha s bal o u ça, son br as de d e sc on t en tamen to foice E em q ue ca sas h ab bit it am os mise ra ave is, b ê b ado sd a dor es q eu cida , en c l au sura do sn o fr io de s es p erro foice Di zorro do traço ingles do me onda v ive emo s p en sam en t os es q eu cid os at é q ue se p os sam c h am ar de n ovo à v id a foice Di zorro do traço ingles do me onda v ive m as al e g ria sd e anta anho f o cie E os am o r es pa s sado se q u ando se r en ova ra oe q u ando pa s sara a no ite do es q eu cimento, para q ue e u p os sa at ravessa r ra o r em oto s te mp o se es paços e t ra ze rc on for to a um pr es en te s o fr i men to e a um no i te de dor foice para onda v a si , ó p en sam en to foice para q ue te r ra r em ota s vo as t u foice se vo l t ar es no mo m en to da a f l i sao pr es en te se rá q ue nas t u as a sas ave m al gum c on for to, ps pr v a ç h os, o me le o bá l sam oo u t ra r ás t u o v en eno da s v as ti d o es de se rta s, a «rr anca ado aos olhos da in veja, pa gina do trinta e um

Agora o cartão repousa fazendo um angulo sobre a imagem da senhora que leva as maos a seu corpo e ao coraçao, em dor, se le a sombra do oliveira da carmo

Agora o car ra o r ep o usa fazendo um ang u lo s ob rea i mage m da s en hor a q ue l eva as mao sa s eu corp o e ao cora sao, em dor, se lea s om br ado o li b veira da carmo

E seguiam assim minhas notas, quando ordenei as fotos de obama, as já publicadas, a bambi, referencia à carta da hillary, a seguir a vo vi c tam do edgar alam poe, ca pt, ou circulo da ap da cruz de sessenta e oito, vi rato da gula da estrela do circulo do seth, ca pt do duplo quadrado do ca pt sete do nono, ca pt do triângulo de fogo do sexto, ca pt quadrado d vaso da cruz forte, ca pt forte do quadrado do nono dos carimbos mandala, ou sej em londres, carro eléctrico segundo, ca duplo quadrado primeiro do nono ob am a ele se quadrado primeira on ama a é kapa circulo

E se gui iam am as si m min h as n ota s, q u ando o r de ne i as f oto s de obama, as j á pub li ca da sa bam bi, refer en cia à c a rta da hi ll a r y, a se gui r a vo vi c tam do e dg ar al ala am do poe, ca pt, ou cir cu dez da ap da cruz de sessenta e oito, vi rato da gula da estrela do circulo do seth, ca pt do duplo quadrado do ca pt sete do nono, ca pt do t r ian gula de fogo do sex to, ca pt quadrado d vaso da cruz forte, ca pt forte do quadrado do nono dos ca rim bo s mandala, ou sej em l on dr es, carro e l ct r rico segundo, ca duplo quadrado primeiro do nono ob am a ele se quadrado primeira on ama a é kpa circulo

À imagem da ascensão, no supermercado hoje, uma bela menina das multivisao, ou algo assim, levava a tampa azul da caneta do x da bola laranja caneta do ponto vermelha e prata, luis delgado? O cabrão maior!???

À i mage m da as c en sao, no super me rca ado h oje, uma be l a me nina das mul ti visao, o u al goa ss im, l eva ava a t am p a az u l da can eta do x da bo la lara n ja c ane eta do ponto vermelha e p rata, l u is de s l gado da foice circulo maior do c ab ra o maio r ds set no x no circulo de la maçao e tres circulo de foices do ar

rhianna , me diz do outro lado ro rio, sic irc mode serpente maior tv, que deve ser a barbara, do noventa mes seis do circulo do nono, o nono do de noventa do sexto do ponto elevado de noventa e seis , duplo seis, de noventa, vi id europeia da sic, vareta mtv ds oitenta e outro, duplo circulo do quadrado, do para do monte das neves, ou do neves, com tres rachas , como tendo tremido, os skiadores , sky dores, britney spears, outro e prata, tv cinza cabelo vermelho e negro com estatuetas de prata de astronautas, ou sej relacionado ainda com a queda do vaivém

R hi ana , me id di z do outro l ado ro rio, sic irc mode ser pente maior tv, q ue de eve ser ab a r b ar ado no ove en t a mei s se is do circulo do nono, o nono do de noventa do sexto do ponto elevado de noventa e seis , duplo seis, de noventa, vi id europeia da sic, vareta mtv ds oitenta e o u to, d up dez circulo do quadrado, do para do monte das neves, ou do neves, com t r es rac h as , co mo t en do t r emi id o, os s k ia dor es , s k y dor es, brit en e y s pe art, o u t ro e p rta, tv c in za cab e lo vermelho e negro com es tatu eta s de p rata de asu at r ana au t as, o u sej r e la cio n ado a inda com a q eu da do v a iv em

Abriu-se a questão grega, assim pelo espírito escutei, tambem mais tarde, a questão inglesa, o delta do túnel, do underground, que hoje se reflectira num fogo entre frança e inglaterra

Ab rui do traço da inglesa sea q us tao g r ega, as si m pe lo es pr ri to es c u teo,, tambem masi t arde, a q eu s tao ong le sa, o de l t ado t une l, do un de r g ro un d , q ue h oje se r efe l ce t ira n um f ogo entre fr ança e inglesa la te r ra

Traço sobre a maria, londres promenade, royal wall, ma, remais chicago, fogo do principio do século, maller, alma, que começava uma relaçao com o arquitecto, ou seja um maçónico. E ainda tinha a filha doente quando a musica compos, e a narração aqui na antena dois era toda ela entrecortada de duplos sentidos assim meio encobertos, meio insinuante, assim me enredei na leitura, pois de repente tudo aquilo fazia eco, nas pedra de alcantara,

T ar ç o son rea maria, l on dr es pro m en ad e, to y al w all, ma, r ema maís chi ca g o, f ogo do p rin cip io do século, ma ll ler alma, que com eça ava uma relaçao com o ar q u i tec to, o u seja um m aç oni co. E a inda tinha a fi l h a do en te q u ando a m u sica com p os sea na rr a capo aqui na ana t en ado is e ra toda el a en t reco t ad a de du p l os s en t id os as si m mei o en co be rt os, mei o in sio un e tea, as si m me en red e ina lei t u ta, p o is de r ep en te tudo a q u i lo f az ia e co, na s pedra de al can tara,

A aparente questão se reflectia numa duvida, que se simbolizava na musica de maller, se haveria dois outros sons em seu final, a que a narradora, chamava abertamente de fatais, a berta, ou seja alberta que mente, e que segundo me recordo, seriam tres , os que alguém teria gravado, donde não seria a maller que se referiam, mas só dois ficaram na partitura final, que engraçado, metafísico dizer, se não fosse o contexto, esta gente assim pesca, ou assim incrimina,

A ap art en te q eu s tao se r efe l ct ia n uma du v id a, q ue s se s im boli iza ava ana mu sica de m all e r, se h ave ria do is o u t r s son ns em s eu f ina l, a q ue ana r ra dora, c h ama ava ab e rta mente de f a t ais, a be rta, o u seja al be rta q ue mente, e qu es e gun do me record o, se r iam t r es , os q ue al gume te ria g rav ado, don de n cão se ria a m a ll ler q ue se r efe r iam, mas s ó do is fi caram na par titi u ra f ina l, q ue en g ra ç ado, met a fi cic o di ze r, se n cão f os se o c o n texto, est a g en te as si m pesca, ou as si m inc rim mina ina,

E tudo aquilo pela descrição da arquitectura remetia para alcantara, onde os antigos tijolos se misturavam com os vidros da mais moderna arquitectura, caso o fosse, e pelo corte agora dos primeiros períodos desta entrada, se alarga tambem à alberta aqui recentemente convocada, a rta, a tal que mente e que deverá muito mentor, pois sempre aparece nas estrelinhas, e até a rapariga do Algarve, ou seja ao tal polo cruzado que terao feito com o meu texto que enviei por e-mail e que portanto, caberá tambem responsabilidade, como de costume as bandidos da pt, que em dia recente me enviavam um estranho msn, dizendo que me ofereciam um bilião de mensagens a borla, deveriam estar a falar de outro assunto, nem resposta dei nem dou a este tipo de abordagens, nem faço a mínima ideia do que será um bilião de msm, na realidade nem envio nenhum há uma serie enorme de luas

E tudo a q u i lo pe la de sc r i sao da ar q eu tec tura reme t ia para al can t ra, onda os ant i g os ti j olo s se mis ru r ava am com os vi dr os da maís da moderna, ar q ui tec tura, o caso, o f os se, e p elo corte agora dos p rim e iro s pe rio do s de sta en t ra da, se al arga t am b em à al be rta aqui rec en te mn te c on vo c ada, a rta, a t al q ue mente e q ue de eve rá mui to m en tor, p o is se mp r e ap arc e nas es t r e linhas, e at é a rp a rig ado al g rave, o u seja ao t al p olo c ruza ado q ue te rao fe i to com o me u texto q ue en vi e ip o r ema ile q ue porta n to, c ab e rá t am b em r es p en s ab bil d iade, co mo de co s t ume as ban di do sd a pt, que em dia rec en te me en v ia v am um e ts r anho m sn, di zen d o q ue me o fe re c im um bi l ia o de m en sage ns a bor la, de eve r iam es t ra a f al r de o u t ro as sun to, ne m r es ps ota de ine m do ua este t ip o de ab o rda ge ns, ne m f aço a mini ma id deia do q ue se rá um bi l ao de m sm, na real id dade ne m en vi o n en h um h á uma se rie en or me de lu as

Seria então que falavam sem falar, de tres sons que alguém teria gravado, que interessante seria saber quem os grava e que gravação é essa, relativa à pedra de alcantara, ou das danças em alkantara, ak, do traço da a quatro, da audi, senhora da ak quarenta e sete, do festival das danças de alkantara, arquitecto , veio fock, avenida , veio toureio, veio do rapaz da laguna, o que aparecera disfarçado, se bem que fiquei a pensar se seria um laguna ou um megane, que era carrinha certo estou como era preto e tinha prata como geralmente costumam ter, e veio ainda da hugin

Se ria en tao q ue fala ava am se, m fala r, de t r es son ns q ue al g eu m te ria g rav ado, q ue in te rr es na ta e se ria s ab e r q u emo sg rava e q ue g rav ac sao é essa, real t iva à pedra de al can t ar, ou da s dan ç as em al k antara, a k, do t ra ç o da a q ua t ro, da au di, s en hor a da ak q au renta e sete, do f es t iva l das dan ç as de al kan tara, ar q ui tec to , veio f o ck, ave ni da , veio to u rei o, veio do ra p az da la g un a , o q ue ap arc e ra di s fa ra ç ado, se bem que fic q eu ia poe en sar se s e ria um la gum mna o u um me g ane, q ue e ra car rinha ce rt o es to u c omo e ra pr e to e tinha p rata como ge ra lente cos t uma m te r, e veio a inda da h u gin

Vieram-me a memória, contudo outras recentes pancadas, que aconteceram na loja de informática aqui em campo de ourique e que em parte já relatei, seria então lá o senhor que estava agravando desde que eu lá entrei, o que levaria a quem em enviara os vírus a saber da combinação, isto é ser parte activa da tal gravação, ou os tres que encontrei no café em frente enquanto vírus corria, a carla bolito, o o rapaz italiano ludgero que há muitos anos comigo trabalhara, e um outra rapariga que se apresentou com Cabral, da beira baixa, assim de memória o creio,

vi e ram do traço da inglesa me a me mó ria, contudo o u t ra s rec en t es p anca da s, q ue ac on tec e ram na l o jade in for mat i ca aqui em cam po de o u t rique e q ue em p arte j á r e la te i, se ria en tao l á o s en hor q ue est ava a g rava ando de sd e q ue e u l á en t rei, o q ue l eva raia a q eu me m en v ia ra os vi r usa s ab e rda c v om b ina sao, is to é ser p arte ac t iva da t al g rava sao, o u os t r es q ue en c on t rei no ca fé em fr en te en qu anto to vi ru sc o rr ia, a b lito, oo rp a az it a l ina o lu dg ero q ue h á mui to as na os co mig o t ra b alha rá, e um o u t ra r a p a rig a q ue se ap r es en to u com ca br al, da be ira ba ix a, as si m de me mó ria o c rei o,

A rapariga do livro vermelho do labirinto, o pé posou no angulo negro a tapar a s am sung, com o foot work da nani, nanini, ninicha, casa treze do admastor, a rapariga azul de cabelos negros ,e o livro vermelho da teresa

A ra pa rig a do l iv ro vermelho do la bi rin to, o p é p os o un o angulo negro a t ap ar a s am s un g, com o f o ot e ork da nani, na ni ni, nin i cha, casa te r z xe do ad mas tora ra pa rig a az u l de cab e lo s negros ,e o l iv ro vermelho da te r es a

Maller, na altura da composição do chicago remains, soube que a alma francesa, começou a andar com o maçon, chigaco remains, o fogo do chiado, o chi do ado do fogo no chiado, assim dizem, ou insinuam neste diagonal dizer, hugin, o joao hugin maçónico,

M al da ler, na al tura da com p os i sao do chica gore ema i ns, s o ub e q ue a alma fr anc e sa, com e ç o u a anda rc om o maçon, ch i g ac o r ema maís i sn, o f ogo do chi ado, o chi do ado do f ogo no chiado, as si m di ze m , o u in si mn uam nest e dia goi in al di ze r, h u gin ,mo j ao h u gin m ac oni co,

Um circulo dentro de um quadrado com uma cruz em cima onde se cruze, tp e jt em baixo, o do orson wells, e príncipe da cruz, o cabrão, que deverá então estar na hugin

Um circulo d en t ro de um quadrado com uma cruz em cima onde se cruz, o ze do tp e jt em ba ix o, o do o r son we ll s, e p rin ciep da cruz no forte, o c ab ra o, q ue de eve rá en tao es t r ana h u gin

Cruz do ponto do principe da teresa forte, teresa forte, a ligada ao chat noire, palácio do tal conde, o arquitecto do triunfo dos porcos, o arquitecto da bomba em londres, o arquitecto orleniano, w r lei ian ano, o arquitecto da pedra, da terra que treme, assim tudo isto declinou

C ruze do ponto do p rin c ipe da teresa forte, teresa forte, a li gado ao chat noire, pal cio do t al conde, o ar q u i tec to do t rio un f o dos p o rc os, o ar q u i tec to da bom ba em l on dr es, o ar q u it e c t oo r leni en ni no o, w r lei ian ano, o ar q u tec to da pedra, da te r ra q ue t reme, as si m t u do is to dec l ino u

Dei-te o meu filho, ouvi eu pelo éter, e me veio à consciência ser um dizer da teresa que me raptou o filho, assim fazia sentido, dar a outro o meu tambem filho, para que ele dele se servisse como meio,

De i do t ar ç o da inglesa teo me u fi l ho, o u vi eu p elo e te reme e veio à co ns cie en cia ser um di ze r da teresa q ue me ra pt o u o fi l k ho, as si m f az ia s en tid o, da ra o u t ro o m eu t am b em fi l h o, para q ue el e de le se ser v iss e co mo mei o,

E me recordei das letras recentes no dia da chuva, cheguei a casa com um pinto, um arquitecto , pinto, que tambem namorou com a monica depois de nós termos namorado, o rui pinto o rui zinho, ou o rui zink, os tres porquinhos, dentro do rádio das válvulas, rai di circulo d triângulo vaso al, vaso do semi circulo la serpente, ra di o triângulo do vaso norte sul do se do mi do circulo, ou seja da cantora de la serpente

E me record e id as letras rec en t es no dia da ch uva, che g eu ia c asa com um pi n to, um ar q u i tec to , pi n to, q ue t am b em na moro u com a m oni ca dep o is de nós t remo s na mora ado, o rui pi n t y o rui zinho, o u o rui zink, os t r es por q eu in h os, d en t ra do rá di o das v al v u l as, rai di circulo d t r ian gula v as o al, vaso do s emi circulo la serpente, ra di o t r ian gula do vaso norte sul do se do mi do circulo, ou seja d a c on tora de la se rp en te

A serpenet da cantora de la, e a bea tie, gravata , argentina, o que mostrava o kruchner, s argenta , a maria, a pedra no banco de jardim, da ame l ar da rta franja, fr anja, dos circulos da colmeia e das abelhinhas e do mel, do circulo da isabel moreira, ou da teresa do dias, dentes do coelho, que foi pisada foot work pelo nanini, n ami ny, do circulo da ami de ny do circulo do met de ne yorque, noventa e nove , d duplo vaso, os hexágonos apareciam no Algarve, o pseudo ministro pinto na pis cina com o nadador americano medalhado, hexágono por cima do ritalinos , alguém ali recentemente num outro cio esteve, com cortinas roxas pro ciam dos ventiladores de ar condicionado, e depois o nadador dera uma contribuição de vinte mil dólares ao chegar a sua casa, do fade da luz, assim me acrescenta agora o espírito aqui pela própria luz, hallogen lamp amarela e verde, que substitui a ultima que os passos dos tacões aqui em cima mais uma vez fundiram da lumitek

A se rp e net da can tora de la, e a bea tie, g rav aya , ar g en t ina, o q ue mo st rava o k ru c ne h r, s ar g en ta , a maria, a pedra no ban co de jardim, da ame l ar da rta franja, fr anja, dos circulos da co l meia e das abe l in h as e do mel, do circulo da isabel mo rei ra, ou da teresa do di as, dentes do coelho, que f o ip isa ada f o ot w ork p elo nanini, n ami ny, do circulo da ami de ny do circulo do met de ne yorque, noventa e nove , d duplo vaso, os he xa g on os ap ar e ce i mn o ala grave, pi n to na pi s c ina com o na d ad or am erica cano med alha ado, he xa g on o por c ima do rita l ino sa, a gume al i rec en te mn te n um o u t ro cio es teve, com co rt ina s ro x as pro c iam dos v en t ila dor es de ar com di co na dp, e dep o is o n ad a dor de ra uma c on t rib u i sao de vi ny te mi l dol ar es ao che g ar a s al c asa do fade da l u z, as s im me ac r ec en ta agora o es pei rt o aqui pe la pr o pr ia l u z, h allo g en l am mp v am ar e la eve verde, q ue s ub si t u ia u l tim a q ue os passos sd os taco es aqui em c ima maís uma ave z f un di ram da lu mi te k

Assim diz o cubo da caixa da lâmpada, ser o mr dezasseis do bar do rá do circulo do ze vaso estrela circulo do duplo vaso e x n estrela dos dois traços de sessenta quatro da traide de setenta e oito, dois traços do duplo circulo do terceiro do duplo deus de setenta e seis, gato do vaso da estrela do ponto do terceiro dos dois pernes da semi bola de cristal da discoteca

As si m di zo c ub o da caixa da map l ada, mr dez ase is do bar do rá do circulo do ze vaso estrela circulo do duplo vaso e x n estrela dos do is t ra ç os de se ss neta q eu ad ra o da t r a id e de sete n at e o it ro, do is traços do duplo circulo do terceiro do duplo deus de se t en a t e seis, g at ro do vaso da estrela do ponto do terceiro dos do is de pernes da s emi bo la de c r i sta l da di sc o teca, madeira

No jardim pela noite ao passar, masi uma encenação montada, um tríade de rapazinhos de fora, ou seja fora do habito de lá estarem, e a meu passar, um conjunto de pauzinhos lá estavam deitados no jardim a preparara a leitura, já o espirito do cio me tinha dito, trabalha a pedra e saberás o nome, oh cabrões, vao se foder, e sejam homens e falem inteiro, seus filhos da puta de cães, um x marcado ao lado do banco, que remetia para o menino que lá estiver, em outro em tarde recente, com um anela de polegar como o da isabel trazia, e depois a ligação entre os hexágonos da colmeia verde no chao de onde uma pedra fazia a ligação ao desenho do muitos pauzinhos ali dispostos, a ver se eu mordia o convite, o grupo do restelo, a pedra do cordão triplo entrançado, a vesica da ascensão, da alberta, a me sica, da televisão independente, cruz e anzol ele vi da são do independente, a são do jornal ,fui-me embora sem mais ler, que não trago paciência para merdas, falais claro sede homens, em vez de cães!

No do jardim pe la no it e ao pa s sar, masi uma en cena sao montada, um t rio ad e de ra p az in h os de f o ra, o u seja f o ra do h ab bit o de l á est ar em, e a me u pa s sar, um c on j un to de p au z in h os l á e ts av m de sita ado no jardim a pr epa r a ra a lei tura, j á o es pei rito do cio me tinha dito, t ra b alha a pedra e s ab e rá s o no me, o h c ab ro es, vao se f o de r, e se j am h ome ns e f al em in te iro, se us fi l h os da puta de ca es, um x ma rca ado ao l ado do banco , q ue reme tia para o me nino q ue lá es tv iv e rem outro em t arde rec en te, com um ane la de pole g ar dc omo o da isa b el t ra z ia, e dep o isa li g ac sao en t reo s he xa g on os da co l mei ave verde no chao de onda uma pedra f az ia a li g ac sao ao de s en ho do mui to s p au z in h os ali di s post os, a v ce r se eu mor dia o c on vi te, o g rupo do restelo, a pedra do co rda o t rip dez en t ra n ç ado, ave os ca da as c en sao, da al b e rta, a me sica, da tele visao inde pen dente, c ruze na zi l el e vi da são do un dep en det e, a são do jo rn al ,f u i do traço da inglesa me em bora se m maís ler, q ue n cão t r ga o p ac ie n cia para me rda s, fala is c laro sed e h ome ns, em v e z de ca es!

A bomba da gasolina, o h com dois ganchos nas colunas, pauli, p au onze, az vaso primeiro az vaso do angulo

Da faca na primeira carta a isabel,

serpente circulo is be primeiro a serpente ingles hora, circulo maio vaso ni for me e a f un são f circulo ibe m fe i ta de eve reis ser a inda maís bela se m espanhol seat rib vaso to serpente, circulo vaso c au usas circulo vaso co nse quadrado un cia serpente os por m ingles circulo rato espanhol de serpente vela dor espanhol quadrado ua n to ba st e ab ase e ra a me serpente ma, circulo branco a serpente ingles hora em dec ot e in vertido, europeu pe la fr ente A homem ar rosa no p é che ira ava à * cruz norte sul r e b e primeiro dia quadrado ue p ingles a ser curta a visao dos cm ap os rato e b e primeiro de serpente e rato evo primeiro to serpente no can to uma outra rosa, quadrado ue en cão via a sec vaso lo serpente sor rato ia em reel time a ingles cruz rato v e ista ao jo rn norte sul dos bandidos f circulo e um e x circulo do cp primeiro us ivo in te rato ess ante ao lei tor c ab e a imagina sao e circulo ima gin ra circulo f un sao é espanhol cruz rato anha f un sao, cruz rá serpente primeiro i mit espanhol de rato ep rato espanhol neta sao mui to mar c ado serpente, circulo de sm ep ingles ho n cão sai da mar ge ns, d ar dio traço da inglesa do primeiro he do ingles do ia vinte com circulo por m ingles or da de serpente pe dida e de um outro uma f un sao é uma fi n cc sao, ve rda de ira quadrado un to ba st e, circulo usa da em serpente europeu p vaso dor um lige i ra cruz rato em ur ano corp circulo, europeu por mim de serpente ingles homem ava com as mao serpente em conta balanço contudo circulo mar da f un sao, c is cruz uma ser um mar fr io, uma pergunta se m rato espanhol posta e uma rato espanhol posta se mp e rato gun cruz a quadrado europeu m serpente ab e ingles tao dada ave rda de ave rato dade rato espanhol ponde oo c vaso primeiro to a rato espanhol posta rato espanhol ponde no me serpente mo tom quadrado ua n d m e me , on par primeiro e des a ff air espanhol e ts ra n geres e aa mor cruz iza sao em vaso ista, pr e cruz ingles de m norte sul gum as p art espanhol quadrado ue sj a g rande e os j ur os curto serpente, homem um, homem vaso maior quadrado vaso em t ac circulo vaso serpente eta fe iro, pr sumo circulo de son vo primeiro vi men to, quadrado europeu m serpente abe se de sem lace circulo vaso primeiro aço ad e us c abe os ab e rea v e rato da dena ap ar ingles cia homem á a ps oto dez quadrado e um de le n ão ss ia ba agora v e j am os circulo de serpente ingles primeiro ace da ma quadrado vaso ina sao de us primeiro homem ingles da rá ce rta mente circulo rato dali ode v e rda de serpente circulo is be la ,serpente e quadrado vaso ise rato cruz i ra ar aro uni for me e f un sao e circulo em vaso e rato sar em a sas primeiro arga serpente de r e b e primeiro dia mu i to g os to te rei, p ingles serpente oe vaso de quadrado europeu ob rig ado p elo serpente europeu te mp circulo

sendo que o asterisco, remete para o artigo do pedro rolo duarte que por sua vez remetia para o miguel esteves cardoso, a quem o asterisco se refere, que me apareceu numa revista deitada aqui ao pé do lixo frente ao prédio, notas já publicadas

s en do q ue o as te risco, r e met ep para o ar ti go do ped ro r olo d u arte q ue por s ua v e z r e met ia para o mig u e l es teve s cardoso, a q eu mo as te risco ser efe r e, q ue me ap ar e c eu un uma r e v ista deitada aqui ao p é do l ix o fr en tea o pr é dion ota sj á p ub l i ca ad às

assim rezava um pedaço publicado numa carta a bruni

as si mr e zorro da za ava um peda aço p ub l i ca don uma carat ab runi



Estava a revista que a trazia dormindo ao lado do meu pequeno colchão neste estúdio que parece a pipa de diogenes, dormiu a meu lado a revista durante uns largos tempos, no mesmo tempo em que outras ali se deitaram, o comes, que já foi aqui narrado na história, uma revista dessa de moda, creio que uma máxima que encontrara no lixo aqui no larga da casa quando encontrei a factura do friday projecto, e que deveriam ser ambas da vizinha de cima, abria a máxima ou lá o que é e me apareceu um artigo do pedro rolo duarte, com um asterisco, fora o que ficar a reverbar em mim, pois um asterisco me tinha aparecido em dia anterior em minha própria escrita, fazem suas letras o perfil de um dos seus amigos, le-se o artigo inteiro, sem saber a quem se refere, o asterisco é a ligação, a referencia o nome, o miguel esteves cardoso

Es t ava ar e v ista q ue a t ra z ia dor m indo ao l ado dom eu pe q eu no co l chão neste es t ú di o q ue pa rece à pipa de di o g en es, à pipa dg grega, dor mi uam eu l ado a r e v ista duran te u ns l argo s te mp os, no me s mo te mp o em q ue o u t ra s al ise de ita ram, o cômes, q ue j á f o i aqui na rr ado na hi s tó ria, uma r e v ista de s sade moda, c rei o q ue uma máxima q ue en c on t r ar ano l ix o aqui no l arga da c asa q u ando en c on t rei a f ac tura do fr id a y pr o ject, e q ue de eve r iam ser am ba sd avi z in h ad e c ima, ab ria a máxima o u l á o q ue é e me ap ar e c eu um art i g o do pe dr o r olo duarte, com um as te risco, f o ra o q ue fi cara r eve r b bar em mim, p o is um as te risco me tinha ap ar e cid o em dia ante rio rem min h a p ró pr ia es c rita, f az em s ua s l e t ra s o per fi l de um do s se us ami g os, l e do traço do inglesa da se o art i g o in te iro, se m s abe ra q eu m se r efe re, o as te r isco é a li g ac são, a refer en cia on ome, o miguel esteves cardoso

É muito bonita a menina carolina, tem dois dentinhos de coelhinho que lhe dao um ar rápido, uns lábios que são perfeitas asas e um olhar muito focado percebe-se que tem uma bela estrutura óssea, eh e he he

É mui to bonita am en ina carol ina, te m do is d en t in h o sd e co e linho q ue l he dao um ar rá pido, u ns lábios q ue são pe rf e i t as a sas e um olhar mui to foca ado pe rc e be do traço da inglesa se q ue t em uma be la es t ru tura ó s sea, e he h e h e

Que eu tenho vampiros em frança , eu o sei de longa data, pois uma ideia que eu dei, foi corporizada por uma empresa francesa, que trás um curioso nome jc decaux , que em sempre li em meu peito como Jesus Cristo decay, e posso agora declinar em de ca do ux, do ca do toiro, e nestas letras apareceu mais uma vez um conjunto de nome relacionados com aquela que foi a minha área profissional, durante mais de vinte anos, e outros de áreas colaterais, como o publicidade, ainda em dia recente mais um grande artigo de um outro publicista da minha geração, que andou comigo no liceu, que é o bidarra, sobre a tal famoso e bastante absurdo conceito publicitário, já aqui relatado em pormenor, e me pergunto se não será ele o elo de ligação com essas gentes e consequentemente o protegido deles, conhece-o desde pequeno e nunca me pareceu ser tão brilhante como parece brilhar, sendo fácil de parecer brilhante e de parecer brilhar quando se trás as costas protegidas e se tem uma grande e criativa estrutura por detrás, ou masi fácil ainda quando se é ladrão do alheio

Q ue eu t en ho vam piros em fr ança , eu o se id e l on g a data, p o is uma id e ia q ue eu dei, f o i corp ori za da por uma me presa fr anc e sa, q ue t rá s um c u rio so no me jc dec au x , q ue em se mp r e li em me u pei to co mo J es us s c r is to dec a y, e p osso agora dec lina rem dec ad o ux, do ca do toi ro, e nest as letras a ap rec eu maís uma ave z um c on j un to de n ome r e l ac cio n ados com aquela que foi a min h aa rea pro fi sio n al, duran te maís de vinte anos, e o u t ro s de ar e sa co la te ria sc omo o pi ub lu cidade, a inda em dia rec en te masi um g rande ar ti g ode um outro p ub li c ista da mina h gre sao, q ue ando u co mig on o liceu, que é o bidarra, s ob rea t al famoso e ba s t ante absurdo conceito p ub li c tá rio, q ue já fi aqui relatado em pormenor, e me pergunto se n cão se rá e leo elo de ligação com es sas g en te sec on se q u en te mente o protegido de l es, c on he ce do traço ingles no o de sd e pequeno en un ca me par e ceu ser tao br ilha ante co mo pa rece br ilha r, s en do f ac i l de pa recer br ila n h te e de pa recer br ilha r q u ando set rá sas costas pr i ot e gida se set e m uma g rande e c ria t iva es t ar u t ur poe det rá s

Carolina, a patrocínio, tem muito aparecido indirectamente nestes últimos textos, referente a uma sua particularidade, os dentinhos de coelho, remete tambem para a charlize thieron

C aro l ina, a pat roc i ni o, te m mui to ap ar e dc id o in di rec tamen te que mente, nest es u l tim o st e x to s, refer en te a uam serpente da ua par iv circulo da ua da primeira rid dade, os dos dentinhos de coelho, rato e met eta maior r e b em para aa ac cher primeira ize do home ingles do ron do homem eron, cuja empresa foi agora reembolsada da e segundo palavras do obama, se tratava do maior preço pago desde sempre por um resgate, duzentos mil milhões , isto chamando-se de furacão do hank, do paul krugman da inglesa fannie freddie, que foi assim salva, ou do salvamento da diane kruger, a que destronara a franka potente no palanque das alemãs em hollywood, no bosque sagrado das musas e das vestais, devendo então ser a franca potente , a uma truman, o paul krugman, o paulo das unhas grandes, da annie do freddie krugman, o ru g man ingles

Carro da ar do aro primeiro ina, ap da pat roci ni o, te m mui to ap ar e dc id o in di rec tamen te que mente, nest es u l tim o st e x to s, refer en te a uam serpente da ua par iv circulo da ua da primeira rid dade, os dos dentinhos de coelho, rato e met eta maior r e b em para aa ac cher primeira ize do home ingles do ron homem eron, cuja empresa foi agora reme bo l sa da e segundo pala vaso ra sd o ob ama, set rata ava do maio rp rec o pago de sd e se mp r e p o rum r es gate, du zen to s mi l mi l h o es , is to ca h man dodo traço da inglesa se de f ur rac sao do homem ank, do p au l k rug mam da inglesa f ani ni e fr ed die, q ue f o ia s si ms alva, ou do s al v am en to da di ane k ruge ra q ue de st ron a ra a fr anka p ot en te no pala n q ue das al ema s em ho ll y w o dn o bo s q ue sagrado da sm usa se das v es tais, de eve en do en tao se ra fr anca pot en t a , a uma t ru h man, o p au l k ru gm man, o p au dez das unhas g rand es, da annie do fr e dd i e k rug man, o dada da inglesa, provavelmente a keira co da luna do homem da eron, pr ova v el que mente do quadrado do forte do circulo do ra do pr espanhol do circulo, ou seja , provavelmente ibiza, a queda do belmiro em troia, ou a aqui eu dad circulo do segundo do miro na grecia, o b elm iro, o segundo elmo, capa sete do en guia

Um meu antigo Excel assim na altura rezou

Vaso maior me do vaso da ant ti e goe, do x na ce do ra serpente si mna norte sul tura rato e zo do vaso


Ana p circulo do encandescente, en candle espanhol circulo sir irc GB da teresa, em cab bd es cente, GB cab bd es circulo ingles da teresa, encandeceste, en can circulo de este, en cande circulo este, en can circulo espanhol da teresa, GB cam c es é a serpente da teresa, GB cam é o da expo noventa e oito, ilha can, canárias, em gato vareta espanhol primeiro ao serviço da uva, GB é gato segundo do cam, segundo do cam que foi da expo e do ministério da cultura, can de mac can, mc cm can , pub, antonio slb, Cristina coutinho, realizador chico graça, casa da Arrábida, a morte na Arrábida, o segundo da expo e da aa s das canárias, que foi do mc, o segundo será o pedro rolo duarte, que é rato do falo, olo ro dez da arte do rate, ou seja do pum, s emi é gun do segunda da cristina coutinho, serpente é rá do circulo do pedro santana lopes, cristina duarte, jorge pires, ou jorge duarte, o lecas editado pelo emi, margarida homem de melo, relaçao maria elisa, uva, durao,

Foi golo de Portugal, confirma a sentença, GB, cam circulo espanhol é serpente da teresa

Ana p circulo do en can d es cente, en can d le espanhol circulo sir irc GB da teresa, em cab bd es cente, GB cab bd es circulo ingles da teresa, en can dec este, en can circulo de este, en cande c ur c y dez este, en can circulo esa pn hol da teresa, GB cam c es é a serpente da teresa, GB cam é o da expo noventa e oito, u alha can, canárias, em gato vareta espanhol primeiro ao serviço da uva, GB é gato segundo do cam, segundo do cam que foi da expo e do ministério da cultura, can de mac can, mc cm can , pub, antonio slb, c r us ti un a coutinho, real iza dor chico g ra ç ac cas da ar rab bid bida, a m orte na ar rab id a, o segundo da expo e da aa s das c ana ria s, que f o id o mc, o segundo será o ped ro rato do falo do da Arte, que é rato do falo, olo ro dez da arte do rate, ou seja do pum, s emi é gun do segunda da cristina coutinho, se pr en te é rá do circulo do pedro s ana t na dez p es, c r si t ina duarte, jorge pires, ou jorge duarte, o lecas editado pelo emi, mara g rid a homem de melo da relaçao maria elisa, uva, durao,

F o i g olo de p orti gal, c on firma a s en t en ç a, g b cam circulo es p na hol é se rp en te da teresa, f o id o do gato do olo do pr e me iro do pot ot vaso do gal do porto, o mic s emi ro se rp circulo forte dat teresa do financial times, fr ina e cia primeira do times do tim espanhol das pedras do musico espanhol equivalente aos xutos do ex circulo de el, do tim pr es s un ts o i mp li c ad os o es sapa ap na hol est + a ao ser vi ç o da uva

outra referência a ele , num encontro com a pala na casa fernado pessoa

o u t ra ref ren cia a el en um en c on gt ro com a p ala na c asa fernado pessoa

Espantoso encontro na casa pessoa com o pedro rolo duarte, que as páginas tantas me perguntou, se eu blogava, disse-lhe que sim e que estava espantado por ele não o saber, disse-me que não e perguntou-me porque eu assim o dizia, lá lhe expliquei sumariamente, por uma serie de ecos e referencias que se tinham cruzado na escrita, não acreditei em suas palavras, o que me levaria a dizer que a hipocrisia é imensa, ou que muitos enlouqueceram de vez

E spa n t oso en c on t ro na c asa pe ss o a com o ped ro rolo d u arte, q ue as pá g ina s t anta s me pe r gun to u, se eu b ll o g av a, di s se inglesa l he q ue s im e q ue est av a e spa n t ado por ele n ão o s ab e r, di s se inglesa me q ue n ão e pe r gun to u inglesa me por q ue eu as s im o di z ia, l á l he e x p l i q eu i s uma r iam en te, por uma se r ie de e co s e r efe ren dc ia s q ue se tinham c ru za do na es c rita, n ão ac red i te i em s u as pal av ra s, o q ue me l eva ria a di ze r q ue a h ip o cris ia é i m en sa ou que mui t os en lou q eu ce ram de v e z

Domingo à tarde subindo a rua depois do filme do vírus , aquele em que as pequenas indicações gráficas nele contidas alargaram de repente em muito o seu campo narrativo, sempre me espanto este mistério dos filmes, na mais das vezes os que são chamados de serie b, talvez porque os cenários não são tão compostos com outros eventualmente mais cuidados, e ressoam assim linhas de verdade, que se espandem no espaço da compreensão, e sei isto tudo tambem sabendo que é muito fácil a qualquer um com os meios adequados de rotoscopia gráfica até inserir graficamente a posterior num determinado momento e com uma determinada intenção, uma informação gráfica ou outra que não se lá encontrasse no momento original da sua captação, os rapazes da praia americana do cartel do polónio, diversos tipos de polónio em diversas substancias considerados ilegais e por isso mesmo cada vez mais disponíveis a serem transmissoras de o que se quiser, polónio com mel para ser melhor disfarçado ao ser ingerido, assim um outro o dissera à senhora , ou assim as letras alheias disso dão conta

Do mingo à t arde s ub indo a r ua d ep o is do fil me do vi r us , aquele em q ue as pe q eu n as indica ç õ es g rá fi ica s ne l e conti d as al ar g a ram de r ep en te em mui to o s eu ca mp o na r rat iv o, se mp r e me es p en to este m is té rio dos fil mes, na ma is das v e ze s os q ue s são ch am d os de serie b, t al v e z por q ue os c en á rio s n ão são tão co mp os to s com o u t ros eve n t ua l e mn te me is c u id ad os, e r es s o am as s im li n h as de v e r d a d e, q ue se e spa n de m n k e spa ço da co mp ren são, e se i is to tudo t am b em sa ben do que é mui to f ac il a q ua l q eu r um com os meio s ad q ua d os de r oto s co pi a g ra ´f ica at é i ns eri r g raf ica mente a p os te rio r n um de t r emi n ad o mo m en to e com uma de te r mina da in te n çao, um in for maçao g raf i ca o u o u t ra q ue n ão se l á en c on t ra s se no mo m en to o r i gina l da sua ca pa t çao, os ra pa ze s da pr ia ame rc ian a do car tel do po l oni o, di v ero s t ip os de p o l in io em di v e r sas s ub s t an cias c on side ra d os ile ga is e por iss o me s mo c ad a v e z ma si di s p oni v e is a se r em t ra ns miss o ra s de o q ue se q u ise r, po l oni o com me l para ser me l hor di s f a ra ç do ao ser in ge rid o, as s im um outro o di ss e ra à s en hor a , o u as s im as l e t ra s al e h ia s di ss o dão conta

Agora à luz de tudo isto, melhor é dizer que sabem da imensa culpa que trazem em suas maos,

A gp ra a luz de tudo is to, mel hor é di ze r q ue s abe m da i m en sa c u l pa q ue t ra ze me ms ua s mao s,

Por isso me diz pedro rolo duarte, sua besta, que mentiroso, só podes ser, tento dito o que disseste na casa fernado pessoa, com ar de falso virgem ingénuo e espantado, no meio de todos aqueles maduros que ali se reuniam para afagar os mútuos egos, na melhor das possibilidades, será o menino, aquele que um vez escutei em espirito do que depois, anda sempre com as raparigas que eu namorei? E me diga caso o for, e entretanto desde menino se tenha curado de sua cobardia, se é tara, ou sistematicamente assim o tem feito, para sacar informações para aqueles que paulatinamente me roubam a vida, e ainda me tentam incriminar pelas desgraças alheias, deixe de ser menino, e responda, não faça orelhas de mouco, sobre o seu artigo, aquele que aqui está masi abaixo, se há uma guerra nos jornais, caso ainda não tenha reparado, há uma guerra em todo o lado, que se reflecte tambem nos jornais, onde diz com razão, que já nao há noticias, então os jornais não sao mais o local das notícias, que era essa se bem todos nos recordamos, o lugar delas, a sua natureza e função da sua existência, então, o melhor que tem a fazer, será mudar ontem de profissão, torne-se almeidinha, que sempre é masi útil limpar, visto que os senhores todos para além de se entreterem a se guerrear uns aos outros, fogem da verdade como o diabo da cruz, e a verdade é sempre garante de paz, mas parece que nem isto trás sabido, nesta terra de bandidos onde os jornalistas estão nas primeiras fileiras dos novos hipnotizadores, que fazem dramas que conduzem as gentes às desgraças, e só se safam té ontem, porque quem trás responsabilidades de velar pelas leis, tambem assim vos encomenda, fazem parte do mesmo, comem do mesmo tacho, seus filhos da puta, aguardo por gentileza sua resposta

Por iss o me di z pedro r olo duarte, s ua besta, q ue men tir roso, s ó p ode es ser, t en t do dito o q ue di ss es te na cas fe rna do pessoa, com ar de f al s o vi r ge m in g en u oe es p anta do, no do mei ode todos aqueles mad ur os q ue al ise r eu ni iam para a fa g ar os mu t os ego sn a mel hor das p os sibil bil dad es, se rá o m en ino, a q eu le q ue um v e z es cut e i em es pi rito do que dep o is, anda se mp r e c om as ra pa rig gás q ue eu na mo rei da f o cie e me di g ac as oo for, e en te rta n to de sd e me nino se t en h a curado, que deve ser a rapariga do paulo curado, de s ua cobra dia, se é tara, o u sis te ema tica mn nete as simo te mf e i to, para s ac ar in for mações para a q eu l es q ue p au la t ina m en ny te me ro ub ama v id a, e a inda me t en t am inc rim i rp e l as de sg ra ç as al hei as, de ix e de ser men ino, e r es pon dan cão f aç a orelhas do mouco, s ob reo s eu ar ti g o, a q eu le q ue aqui est á masi ab a ix o, se h á uma guerra nos jo rna is, caso a inda n cão t en h ar epa ra ado, h á uma g eu r ra em todo o l ado, q ue se r efe le ct eta am b em nos jo rna is, onda di z c om ra za o, q ue j á n ap o h á no ti cia s, en t as o os jo rn ais n cão s A o maís o lo ca si das no tic as, q ue e ra ess sa se b em todos no s record amo s, o lu g ar de le s, , a s al na ture za e oo pr e te t x to da s ua e x us t en cia, en tao, o mel h ro q ue t ema f az e r, se rá mu d ar on te m de pr o fs siao, tor ne do traço da inglesa se almeidinha, q ue se mp r e é masi u l til l i mp ar, vi s to q ue os s en hor es todos para al é , m de se ene t r e t e ram a se g eu rr e ra un s ao s o u t ros, f o j em da v e rda de como o d ia bo da cruz, e ave rda dade é se mp r e g ar ante de p az, mas par rece q ue ne m is to t rá s s ab bid o, nest a terra de bandidos onda os h j o rna l ista s es tao nas pr i me iras fi l eiras dos n ovo s h ip pt oni za dor es, q ue f az em dr ama s q ue c on du ze ema sg en te s às de sg r a ç as, e s ó se s a fama té on tem , po ru q e q eu m t ra s r ep son s abi l dia d es de v el ar pe l as leis, t am b em as si m v os en comenda, f az em p arte do me ms o, co mem do me s mo t ac ho, se us fi l h os da puta, a g ua r d o por g en til e za s ua r es ps ota


Da segunda carta a isabel

pois juntando os dois temos então como leitura cumulativa, assim como seu titulo de consolação, que uma rapariga se consolaria em projecção por estar mal na relaçao que tinha, para assim simplificar, idealizando um terceiro sobre o qual se projectava, e sendo que o primeiro diz, o pedro, teu pai e tua mulher, em forma muito subtil de escrita, pois nem se sabe se na realidade afirma que o pedro é o pai, e se tua mulher, qualquer um que o leia, poderá sempre pensar caso traga mulher, que é da sua, que as palavras da menina estão falando, ou mesmo que pedro e esposo da tua mulher, pedro há um nesta história para além de diversos outros, que a pena da menina convoca pois lhe deu uma entrevista, ao pedro rolo duarte e me dirá se sendo a mulher, a que fora minha sem o ser, se será este pedro seu esposo, e para lhe ser franco, tudo isto assim meio dito, se bem que seja o que for, ficção, indução, pescaria, e autobiográfico, é muito estranho, e pouco mais terei a acrescentar, com base neste dados, a não se verificar, para lhe ser franco assim um bocado desconfiado, mas assim é nas vezes a vida, e não nos devemos em demasia preocupar, e sempre teve um lado agradável que fui a ter ido visitar, se bem que tivesse pena de a ver assim tao aflita e sempre pensando o que já pensara, será esta rapariga que me trás em amor dentro de seu coraçao, pois beijos à distancia, sinto eu muito chegarem a mim, assim acontece com o amor e com os seres amados, e como seria muito estranho se fosse a menina autobigraficamente descrita que me tivesse feito um chegar e agora ficávamos assim na distancia de lábios, seria quase um pecado, pois eles são feitos para muito beijar

p o is j un t ando os do is te mo s en tao co mo lei ruta cu mula t iva, as si m c omo s eu titu lo de c on sola sao, q ue uma ra pa rig a se c on sola ria em pro j ec sao por es t ra m al na relaçao q ue tim h a, para as si m si mp li fi car, id e a liza ando um te rc iro s ob r e o q u al se pr ee cta ava, e s en do q ue o p rim e iro di zo pedro, t eu pai e t ua mul her, , em forma mui to s ub til de es c rita, p o is ne m se s abe sena real id a d e a firma q ue o pedro é o pai, e q u ando se t ua mul her, q u l q eu rum q ue o lei a, p ode rá se mp r e p en sar caso t ra ga mul her, q ue é da s ua q ue as pala vaso ra sd a menina es tao f al ando, e para l he ser franco, tudo is to as si m mei o dito, se be m q ue seja o q ue for, fic sao, indu sao, pesca ria, e au to bi o g raf i co, é mui to es t r anho, e p o u co masi te rei a ac r ec en t ar , com b ase neste d ad os, a n cão se rf fi car, para l he ser franco as si m um bo c ado de sc on fia ado, mas as si mé nas v e ze s a v id a, e n cão nos de eve mos em de ema s ia pr e o cup ar, e se mp r e teve um l ado a g ra d ave l q ue f u ia t re id o v iv i t ar, se b em q ue ti v esse pena de ave ra ss im tao a f l ita e se mp r p en sand oo q ue j á o en sara, se rá esta ra pa rig a q ue me t ra s em amo r d en t ro de s eu cora sao, p o is bei j os à dia tan cia, sin to eu mui to che g a rem a mim, as si m acontece com o amo rec om os ser es amados, e como se ria mui t es t r anho se f os sea menina au to bi g raf ica mn te de s c rita q ue me ti v esse fe i to um che g ar e agora fi c ava mos as si mna di s t an cia de l a ap ps o t olo bi os, se ria q u ase um p eca ado, p o is el es são fe it os para mui to bei j ar

e um texto do pedro que guardei, com o titulo, guerra sem fim, publicado no em treze de setembro de dois mil e seis

Tento analisar a batalha campal que se instalou na imprensa portuguesa - não muito diferente de outras a que assistimos, por exemplo, entre os jornais diários britânicos - e que parecia ter o seu foco apenas nos semanários, mas obviamente se alargou aos diários e às revistas. Parece que toda a gente acordou para a necessidade de atrair leitores. Ou será compradores? Ou será não leitores?

T en to ana l isa ra bat alha do cam pal quadrado da ue see ns cruz norte sul ll da lou na e em mp p r en sa portu guesa do traço do ingles muito cão mui to difer en te de o vaso da cruz ra sa q ue assis t imo serpente, por e x e mp dez, en cruz reo sj circulo do rna is di á rio s britânicos e traço ingles e quadrado da ue par e cia cruz do ero serpente eu f oco ap en as nos se maná rio s, ma s ob vaso do ia que mente da seal argo ua os di á rio se às rato e vaso ista serpente, pa rece quadrado da ue toda a g en te ac o rato do vaso do para ane ce serpente da sida ded e at rai rato da lei do tor espanhol , circulo maior do vaso da se do rá co mp ra do r espanhola foice, circulo maior do vaso da use se rá muito cão lei tor espanhol foiceAqui entre nós (que compramos jornais): o mundo dos que passam "à porta" de uma banca divide-se entre os que lêem jornais e os que não lêem jornais. Os primeiros, aos quais pertenço (e o leitor também), agradecem o DVD oferecido, ou a moeda, ou a enciclopédia, ou o novo formato, ou o renovado suplemento. Agradecem e continuam a ler. Compram o jornal que mais lhes diz respeito, com o qual se relacionam - emocionalmente, afectivamente, historicamente. Os segundos, os que não lêem jornais, andam felizes nas bancas à cata de DVD a 2,80 euros, enciclopédias gratuitas, malas de senhora a dois euros, faqueiros em 200 prestações mensais. Continuarão a não ler jornais, nem a saber distinguir o Público do Diário de Notícias. Mas sabem perfeitamente que o Expresso "dá" um DVD, que a Sá-bado oferece um CD, que a enciclopédia do DN pode ser parcialmente gratuita. Já havia uma piada sobre esta matéria - os portugueses, diz-se, são os cidadãos da Europa com maior número de enciclopédias e dicionários com a letra "A" (é o primeiro volume, oferecido...). Mas a piada pode transformar-se num modo de estar: não se renovam leitores, não se conquistam adeptos, apenas se engorda momentaneamente a ilusão de uma vaga de compradores.

Aqui en t r en nós en te ren par tesis q ue co mp ramos jo rna is do risso om un do dos q ue pa s sam as ps sas à porta spa de uma ban ca di vide do traço da inglesa se en t reo s q ue l ê em jo rna is e os q ue n ão l ê em jo rna is. Os pr i me iro s, ao s quais per t en ç o en te ren par ti sis e o lei tor t am b é m ap ps, a g ra dec em o quadrado do vaso digital, quadrado do dó fe rec id o, o ua moe da, o ua en cic dez p é dia, o u o n ovo for mato, ou o r en ova ado s up le men to. A g ra dec em e conti n uam a ler. Co mp ram o jo rna l q ue mais l he s di z r es pei to, com o q ual se r e la cio n am – emo cio na l mente, a f e ct iva mente, hi s tori ca mente. Os se gun do s, os q ue n ão l ê em jo rna is, anda dam fe l ize s n as ban c as à cat a de digital vaso au quadrado a 2 , 80 eu rose en cic lo pé dias g rat u i t as, m a la s de s en hor a a do is e ur os, fa q eu i rose m 200 pr es tacões m en s a is. Conti n u a rão a n ão ler jo rna is, n em a s abe r di s t in gui r o P ú b l i co italiano do Diário de Notícias. Mas s ab em pe rf e ita mente q ue o E x press o sapa sd á spa do um au quadrado video digital, , q ue a Sá do traço it al no ingles b ado o fe rece do primeiro do CD, q ue a en cic lo pé dia do DN p ode ser pa rc cia l mente g rat u i ta. J á h av ia uma pi ada s ob re est a mat é ria - os portu gueses, di z do traço da inglesa se, são os cida dão s d a Eu r opa com maio r n ú m ero de en cic lo pé dias e di cio n á rios com a letra a spa A s p as do te ren par tesis, é o pr i me iro vo l u me, o fe rec id o dos tres vi lo l ino s da par ren tesis masa pi ad a p ode t ra ns for mar do traço da inglesa se n um modo de est ar: n cão se r en ova am lei tor es, n cão se c on q u ist am ad e pt os, ap en as se en g o rda mo m en t ane am que mente a i l u são de uma v a g ad e compradores.Co mo pr o fi s sio n al, d efe n do q ue o mar k e t inglesa na im pr en sa é uma arma es s en cia l e in di s p en sá ave l ao s u c esso dos pr o du to s do traço ong l es ne st a á rea co mo em q ual q eu ero ro u t ra. Ao c on t rá rio do q ue d efe en d eu nest as pá gina s o João Miguel Tavares, ac ho ab sol u tamen da te que e mn te c ru cia al a m e l hor ia da imagem, o de si gn, o saber f az e r jo rna is bonitos e a g ra dá ave is à v ista. Mas n en h um de st es i te ns e x c lui o t ra ab alho real mente i mp porta n te q ue est á por f az e r. É o q ue r es p onde a esta per gun t a: q ual a i mp ren sa do f u t u ro dep o is do pr es en te tec no l ó gi co q ue te m os? Co mo v amo s pre en cher o es paço q ue at é aqui de s t in á v am os às no tí cias? É por aqui q ue um dia p ode ac ab ar a guerra ab s u rda en t re j o rna is. Por q ue é por aqui q ue se en c on t r a rá a sa í d a para uma c rise q ue n en h um bal de d e p l ás tico o fe rec id ova i r es solver.


apareceram-me onze ficheiros relacionados com o nome de pedro rolo duarte, a confirmar a relaçao com um dos múltiplos grupos da dupla unidade

ap ar e ce ram do traço da inglesa me om ze fi che iro as, a c on fi mar a relaçao com um dos mul t ip dez s g rup os da d up la u ni dade

de novo um sapatinho de bebe dentro de um vaso , um copo de cerveja no solar de alcantara, azul e cinza suas cores, zippy, zip p y, zorro ip dp p y do algarve, ao lado de logan, logan que aparecera ontem debaixo de um outro enorme vaso com um sino daqueles que se põem as garrafas, um vidrao e ao lado um maço de cigarros de marca estrangeira, um cartaz do pc onde se lê, luta, e hoje a o café da estação está fechado, pois desmontam a estrutura do passadiço de alcantara, com maçaricos de acetileno, cortam os x que fazem sua estrutura, o x maior da faviano gavião, assim mostrava a grua do recife, ferro das pedras maiores do recife, um carro de matricula francesa ao passar, filho da puta, assim o disse, ou filha da puta, que na duvida fiquei, modo angulo maior, hoje ao lado do vidrao, uma caixa de vinho do moleiro, um quente moleiro da praia dos beijinhos, assim o espirito acrescentou, recupera o pai, o filho e o espirito, de quem mem pergunto, da rapariga da praia dos beijinhos,

de n ovo um sapa pat in h o de e b be d en t rode um v as o , um cop o de ce r veja no sol ar de al can tara, az z u le c in za se ua cor es, z up y, z ip p y, zo r ro ip dp p y do al g rave, ao l ado de dez gan, logan q ue ap ar e ce ra on te de ba ix ode um o u t ro en o r me v as o com um sin o da q eu l es q ue se poe ema s g ar raf s, um v id ra o e ao l ado um m aç o de cigar ros de ma rc a es t r en geira, um c art az do pc onda se l ê, l u t a, e h o je a o ca fé da est ac sao est á fe cha ado, p o is de s m ota am a es t ru t u ra do passa di ç o de al c na t ra, com m aç ari co sd e ac e ti l ino, co r r tam os x q ue f az em s ua est r tura, o x mai ro da f avi ano, as si m mo s t rava a g rua do rec i fe, ferro das ped r as mai r es do rec i fe, um car ro de mat ricula fr anc esa ao pa s sar, fi l ho da puta, as simo di s se, ou f u l da puta, q ue na du v id a fi q eu im o do angulo am o i r, maio r, h oje ao l ado do v id r a o, u ma ca ix a de vinho do moe l iro, um q eu n te mole iro da p ria dos bei j in h s, as si mo es pei rito ac r es cento u, rec u pera o pai, o fi l h oe o es pi rito, de q eu m me m per gun to, da rp a rig a da p ria ds o bei j in h os,

o foot work, o tal carro que me foi dado por um almeidinha, quando aqui o poisei, no sofá do escritório, do dia em que o arrumei em outro lugar, poisei meu pé por um instante no sofá , de repente dei conta que o telefone samsung tinha o bico encostado ao pé, ou seja o bico do sam s un g que encostara o bico ao pé e a caixa do carro de formula um tapara a menina de cabelo negros e vestido azul com o livro vermelho do labirinto entre as arcadas, na gravura do joao das regras no palácio da justiça da lourinha do mestre lima de freitas, donde o bico samsung azul e prata se encostara , o foot work ao pé do menino, ou homem da senhora que trás o livro do labirinto, assim a imagem em seu formaçao, pareceu desvelar, arrumei a caixa em outro sitio, por debaixo da do mademoisele, o aviao da i k ar us

o f o ot w ork, o ta l car ro q ue me f o id ado por um al me id in h a, q ua n do aqui o po ise ino s o fado es c rito rio, do dia em q ue o ar rume i em o u t ro lu g ra, p o ise i me u p é por um i ns t ante no s o fá , de r ep en te de i c on ta q ue o tele f one sam s un g tinha o bi co en c os t ado ao p é, o u seja o bi co do sam s un g q ue en cos tara o bi co ao p é e a ca iza do car ro de for mula um tapa ra a me nina de cab e lo sn e g rose v es tid o az u l com o l iv ro v e r m le h o do l ab i rit no en t rea s ar ac ad as, na g rav u ra do joao das r e g ra sn o pal cio da justiça da lou rinha do mes t re l ima de fr e i t as, don de o bi co sam s un g az u l e prata se en cos tara , o f o ot w ork ao p é do me nino, o u h ome m da s en hor a q ue t rá s o l iv ro do l ab i rin to, as sima i mage m em s eu for m aç º sao, par e c eu d es vela ra r rume ia ca ix a em o u t ro si it o, por de ba ix o do d oma demo se ile, o avi ao da i k ar us


olho, a senhora vestida de azul, nas arcadas e ressoa em mim dois vistos, um aqui na rua na menina decoradora que trás um gato, e que para aqui uma vez se mudou, antes do natal, e começou a fazer um presépio que eu ia vendo e me estranhava pois não tinha menino jesus, primeiro , um cesto com palhinha em baixo, depois uma estrela, daquelas com pontas muitos compridas em metal, como prata sem o ser, e por fim como não encontrara um menino que lhe agradasse, lá puser um desenhado num postal, agora trás um vaso com canas de bambu, pintadas de branco que ressoaram hoje por soma nos paus negros que vira dentro de um vaso na casa recuperado dentro do jardim, rapariga simpática, quando a janela está aberta, costumo lá ir comprimentá-la, trocamos umas palavras, festejo a gata, que segundo ela nunca sai de casa porque uma vez apanhou um susto, ainda não lhe perguntei qual, pois ando intrigado com uma gata que apanha sustos ao sair de casa, soube isto numa noite de verão ao passar, falando para a gata que estava sentada na janela aberta, e lhe disse, bela gata porque nao vais passear, bela noite para encontrar gatos, e ai sua dona então assim me contou, antes me intrigara as tachas de prata numa moldura de fotos em roma, e ontem um quadrado, com uma arcada, lhe perguntei posso, me disse que sim, abri a portada de madeira um pouco mais para melhor ver o quadro, um outro gato lá estava, já mais de que uma vez pressentira alguém ali por detrás quando falara pela janela com ela, estava estranha, lhe perguntei se era dela o quadro, que não e donde era aquela arcada tao clássica, com uma escada de bombeiros tipo nova yorquina, era mesmo da América, fora um seu amigo que a pintara, coisa estranha, sem o ser, pois são assim as escadas de incendio em nova yorque, a estrela de natal que agora recordei, fez um estranho eco em minha visao da estrela em salema, a pulsar

olho, a s en hor a v es tid a de az u l, nas arca ds sas e r esso a em mim do is vi st os, um aqui na rua na me nina decora dora q ue t ra s um gato, e q ua para aqui uma ave z se mu do u, ant es do nat al, e com e ç o ua f az e rum pr es e pi o q ue eu ia v en do e me es t r anha ava p o is n X Cão tinha me nino je s us, p rim e iro , um caste com pal h inha em ba ix o, dep o is uma e ts r e la, da q eu la com p on t as mui t os c im pr id as em met al, como p rta se mo ser, e por fi mc omo n Cão en c on t r ar a um me nino q ue l he a g rada s se, l á p use r au m de s en h ado num post al, agora ra s um v as o com c ana sd e bam b u, p ina t d as de branco q ue r esso aram h oje por s oma nos p asu negros q ue v ira d en t ro de um v as o na c asa rec u pera ado d en t ro do jardim, ra p rig a s im pat i ca, q u ando a j ane la est á e b rta, cos t umo l á ir co mp rim en t á do traço da inglesa de la, t roca mo s umas pala vaso ra s, f es tejo a gata, q ue se gun do el a n un ca sa id e c asa por q ue uma ave z a p anho u um s u st o, a inda não le h pe gun te i q u q l, p o is ando in t rig ado com uma gata q ue a pao na h s us to sao asa i r dec asa, s o ub e i to n uma no it e de sw vera o ao pa s sar, fala ando ap a ra a a gat ra q ue est ava s en t ada na j ane la ane rta, e l he di s se, be la gata por q ue n cao vao s pa s sea r, b e la ni te para en c on t ra gatos, e ai s ua dona en tao as si m me c on to u, ant es me in t rig a ra as t ac h as de prat numa mol dura de f oto s em r ima, e on te m um q ua dr ao, com uma a rca ada, l he per gun te ip osso, me di s se q ue si m, ab ria porta da de madeira um p o u co maís para mel hor v ero q ua dr ao, um o u t ro gato l á e ts ava, j á masi de q ue uma ave z pr ess en t ira la gume al ip o r det ra s q u ando fla ra pe la j ane la com el a, es tva es t r anha, l he per gun te ise e ra de la o q ua dr ao, q ue n cão e don de e ra a q eu la arc ada tao c lassi sica, com uma esca da de bom m bei ros t ip o n ova y ori q eu na, e ra me s mo da mar e ica, f o ra um s eu ami g o q ue a pi n tara, co isa e ts r anha, se mo ser , p o is são as si ma s a es cd as de incendio em n ova y o riq eu, a estrela de natal que agora recordei, fez um e ts r anho e co em min h a visao da est r e la em s al ema, a pulsar


outro eco da menina vestida de azul, pelos seus cabelos negros, que esta menina é loira, é a teresa dias coelho que encontrei em dia recente no jardim com sua irma, gosto sempre de a ver, que é muito bela, e tem um sorriso que quando se abre , desvela sua luz, rapariga tensa contudo, como as nuvens que pinta, de um momento para o outro, o ceu se encobre depois se abre, deu-me ela nesse dia, um catalogo de sua exposição, que parece um story board, e que ecoa em outras linhas desta enorme enredo, que para se completar terá ainda que voltar as danças de lisboa, e ao que o nuno desvelou e do sincronismo com a bebedeira dos da web que estavam no bar da frente , e ainda a tempest, e ainda, bomarzo, que aqui já começou a entrar em dia recente, e ainda com obama e o que as fotos com ele me desvelou sobre o trajecto d o vinte e oito, pois no entretanto de novo vi o video para perceber qual era o ponto que batia mais certo com a primeira foto dele aqui publicado, no interior do eléctrico, e é na rua que desce e que depois de novo sobe, depois de curva no final da maria pia, a rua da pode dgs, e na altura em que o eléctrico, se vai a cruzar com uma carrinha mitusbishi, se ouve, dois sons que são semelhantes ao que o nuno fazendo me mostrou, o som do ralo, as pancadas no ralo, sendo portanto ali a localização de alguém que terá a ver com o tsunami, ou furacões, via net, via net work e um outro eco recente, a demissão do primeiro ministro japonês, no seguimento de uma publicação aqui

outro e co da em nina v es tid a de az u l, p elo s se us cab e l son negros, q ue es ta me nina é loi ra, é a te r esa dias co e l ho q ue en c on t rei em dia rec en te no j ar dim com s ua irao, irma, gs oto se mp red e ave r, q ue é mui to be la, e te m um s or riso q ue q au ando se ab red e de s vela s al l u z, ra p rig a t en sa contudo, co mo as n uve ns q ue pi n ta, de um moe mn to para oo u t ro, o c eu se en cobre dep o ise ab r e, de u do traço da inglesa me el ane s se dia, um cat al ogo de s al e x ps o i sao, q ue pa rece um story boa r de q ue e coa em o u t ra s l in h as de sta en o r me en red o, q ue para se co mp l eta r te rá a inda q ue vo l t ra as dan ç as ed l is boa, e ao q ue o nuno de s velo lou e do sin c ron is mo com a bebe de ira dos da w b q ue est vam no bar ad a fr ente , e a inda a te mp est, e a inda, bom ar zo, q ue aqui j á com e c cio de corte, a en t ra rem dia rec en tee a inda com ob ama e o q ue as f oto s com el e me de s velo lou s ob reo t ra ject o do vinte e o it ro, p o is no en t r eta n to de n ovo vi o v id e o para per cebe r q ua l e ra o p on to q ue bat ia masi ce rto com a p rim e ria f oto de le aqui pub l ica ado, no in te rio r do el e ct r c cio, e é na rua q ue de sc ee q ue dep o is de n ovo s ub e, dep o is dec u r v ano fi n al da maria pia, ar ua da p ode dg s, e na al tura em que o el e ct rico, se eva ia c ruza r com uma car rinha mit us bi s hi, se o uve, do is s o ns q ue são sémen l h ane ts ao q ue o nuno fazendo me mo s t ro u, o s om do ra dez, as p anca az da sn o ra lo, s en do porta n to al ia l oca liza sao de al gume q ue t rea ave rc om o ts un ami, ou f u rações, v ia net, v ia net w ork sm, se cala h ra, e um o u t ro e co rec en te, a de miss cao do p rim e rio ministro j ap ne s, no se gui m neto de uma p ub li caçao aqui


moinho vira eu hoje um , abandonado, na tapada por detrás das necessidades, com telhado de prata tipo alumínio, sem mastro nem vela, com prateleiras circulares com estantes onde outrora devem ter estado livros, num conjunto de edifícios todos eles abandonados, mesmo no eixo da rua onde habito, na casa de xisto, e nos prédios mais acima, onde numa janela vi num padrão estampado e pendurado num varal, vi de novo as cornucópias, depois vi o rapaz a janela com um pastor alemão e me disse o espirito ser um das informações do nono, e noutra casa vi, vidros partidos, vida soviéticas pelo chao espalhadas, acido clorídrico e uma colecção de minérios, e uma linha de uma cena qualquer de sexo feita no polo norte ou por aí, e de repente tudo aquilo me cheirou a degelo de calotes, florestas, ou gente ligado a trabalhos de florestas, e outras coisas bem piores, mais uma vez remetendo à russia, pois um leao de pedra , antes no mesmo jardim assim me apontara, dando a resposta, como remetendo ao leao, que observara o ceu e assim nele teria lido, um reflexo como um contra luz de uma menina que lia sentada com as pernas flectidas, como a posição do menino que vira recentemente sentado num banco de pedra de jardim, como o veleiro de cristal, agora por soma do leao de pedra, ali estava em alto contraste desenhado num do vidros do das traseira dos palácio das necessidade, ao lado da chaminé cónica, como símbolo de forno alquimico, na cas mais a cima recentemente recuperada, no lago em baixo, um peixe a boiar já curvado expirava e expirou mesmo em frente as cores, verde e azul nos bancos, pareciam dizer das cores que ele transportaria, a casa ao passar, pela entrada superior, se ve uma quadrada clarabóia, um telhado belo que deixa passar a luz natural e que ocupa a dimensao da sala onde uma senhora estava numa secretária, , depois um cadeado e um corrente no chao um smart de prata e negro ali parado, um reflexo do vidro com riscos, numa janela lateral ao ser fechada, umas canas negras dentro de um vaso, a enfeitar, canas que depois encontrei num video na net, uma história de duas mulheres e um home, eslavos e uma caveira de cristal que remetia para os salteadores da arca perdida,, ou por aí, e um outro de meninas que eram castigadas por na aparência se portarem mal, inglesas com sotaque cokney ou por aí, num enquadramento do olhar, di duplo quadrado da di, numa das casas abandonadas, escrito, e um eco na memória de um desenho de meu filho, os dois dedos , os dois quadrados e no meio um asterisco, num pad de rato de computador, os dois dedos do pad do rato dos computadores, um rato pequenino que agora corria, saindo debaixo do portal da igreja de paula e por ai foi correndo, batendo em duas pedras que estavam encostadas ao muro e finalmente se escondendo debaixo da guarita do portão de entrada que dá para o jardim do império, ma minha memória, ao instante, um outro rato, uma noite aqui que ficou muito quietinho até eu voltar entre as duas colunas que correm pela fachada do prédio, era maior este, donde um será pai e outro filho, mesmo que não o sejam , um duo de ratos, o mais pequeno ligado à igreja de paula, penso no novo pároco, de um domingo recente que lá entrei, depois das bombas da Argélia, depois de ter falado com ele, depois de ter obtido dele alguns dos dados que procurava, e nessa tarde, nessa homilia, o ter visto a professar e era terrível, a falta de jeito, e era contrastante, a imensa insegurança que transmitia em contraste com a segurança que lhe vira das vezes em que com ele falara, donde deverá ter me sentido ao na igreja entrar, não sei, sei do outro, o que fora embaixador, com quem tambem falara, o corte real, que me disse ser família do algarve, e que agora andava de novo na minha memória a propósito do Algarve , do desperecimento de maddie, e de uma imagem que de novo aparecera quando a senhora rice agora qui de novo passara, uma outra vez que cá estivera, ele no ccb a recebe-la, e agora esta noite, o ratinho pequenino, enquanto fugia tentava esconder-se debaixo de duas pedras das calçada, com elas mesmo num brevíssimo instante chocou, como se tivesse apanhado um choque eléctrico, mudou de direcção, as duas pedras estariam mais ou menos debaixo do eixo, da janela do gabinete do embaixador, relembro, ter ao embaixador encontrado depois na rua, vindo na rua do igreja onde o padre está geralmente , e de ele me ter mentido, sem perceber, e reparo que uma outra imagem da senhora rice, ou melhor duas imagens de esta ultima visita sua, um portão por detrás em madeira, um portão ao fundo por detrás dele e de socrates, como um portão deslocado, como um falso portão li incrustado em croma, ou sej, uma imagem de substituição, um cenário que se põem, para criar uma ilusão, e uma outra , um bastão negro torneado, quase um símbolo de kundali, que me aparecera, reproduzido no video da ascensão, na mao do senhor que bate com o martelo na bigorna, o ferreiro, um frame de sua mao no pau do martelo, reproduz o motivo, esse homem no video , é o mecânico que tem ou tinha a oficina ao lado das antigas instalações da latina europa em sta apolinia, o tal da ps , do boato que terá espalhado do pseudo acidente com sangue com o meu ax, que o pintaram e tudo de vermelho, para assim testemunhar, e de repente, olho so dois, e sua faces de perfis se assemelham, asnos são gaviões, e assim se desenrola esta linha e esta ligação que se me afigura, num lago ainda dentro da tapada, as aguas paradas verdes, como químicos espelhavam as copas das arvores em mesa cor, como acrescentando história de químicos, ou de polónios, ou algo assim semelhante, pois muitos frascos se encontram numa das casa que deveria ter sido o laboratório dos serviços das florestas, quando ali o eram, e estas bestas, sem conta nem medida, assim trazem a casa abandonada, com frascos e frasquinhos cheios de químicos, numa tapada onde existe um escola primária, potenciais assassinos, nada cuidam, bela imagem de como tratam dos negócios estrangeiros de Portugal, irao sempre dizer que a tapada não é da responsabilidade deles e coisa e tal, como de costume chuta a bola a outra e nunca masi ao mesmo, e por ai fora ao torto infinito, nem certamente nenhum deles por ali andou ainda, a ver, como se nada vêem, a não ser as manigâncias que fazem, o toiro do mai, assim rezava o espirito, nesta tarde quando por lá andei, numa arvore, onde por debaixo existem, os bancos, tres fitinhas de cores, em serra, metálicas, brilhavam, pelo vento ao sol, antes um senhora ao estacionar o carro me acrescentara a segunda ze, a segunda za, uma aviao da spainar tinha acabado de passar, um bolota caíra de uma arvore, se abrindo em dois, com uma meia bola amarela que era um anel, um outra vermelha em meio, como um bola vermelha, estava assim ao lado do sapatinho no solar de alcantara, ao lado de logan, esta noite no jardim, um outro ratinho, quem diria lá estava o vizinho aqui de cima mais uma rapariga magrinha na aparência loirinha, sentado ano muro a conversar, nunca lá o vi, parecia ele, que acarinhava, ou a tentava consolar, o espírito me dizia, depois sabes tenho um gato no attic, sem me dizer qual, mas attic, havia um nessa casa onde estavam espalhadas as vidas soviéticas, e os vidros partidos como se fosse por uma bala, e as pedras e o caido coloridico, em cima um attic, forrado a madeira, e uma chave na porta com uma vesica em cor laranja se não me falha a memória, um outra casa na rua mais ou menos no mesmo eixo, assim trás tambem seu interior a madeira forrado, se costuma ver um prancha de surf, da rua ao passar, um gato , um imam e um magneto, que vive num sótão, assim ia pensando gatos quando me apareceu a gatinha do jardim, masi uma ninhada , masi cinco para alimentar, me dizia um senhora, toda pronta fazendo alarde de seu feito, o que eu gasto em comida para os alimentar, lhe disse, felizmente que mais gente os alimenta,, olhe aqui na casa das comunidades, muitos deles tratam, estava a gata no outro dia sentada a janela e tudo, assim para mim me recordei, da prova do amor, me recordo como o embaixador, mudar sua expressão quando em seu belo escritório lhe respondi ao que me perguntava, sobre objecto da minha visita e da minha inquirição sobre os santos de pedra da igreja, e eu lhe dissera, por causa de umas visoes que acabara de ter relativas as bombas na Argélia mais uma vez na onu, e num autocarro de estudantes, sua face parou ao instante, todo ele se fechou e a entrevista acabara ali naquele momento, era susto, o que nele transparência ao dito, ontem vira a logan ao lado de outra actriz, a logan assim muito magrinha, ao lado de duas outra actrizes sendo que pelo menos uma delas tinha entrado no filme, mamma mia, que se passa na grecia, ou em ibiza, não sei ao certo, e com pierce bosnam, uma historia de um casamento e de tres candidatos a pais da menina que se casa,


mo in ho v ira eu h oje um , ab ban dona ado, na t ap ada por det ra sd as ne ce s sida d es, com te l h ado de pa rat t ip o al u mino, se m ma st ro ne m v e l, com p art te lei ra cir cu lar es com est ant es onda o u t ro ra de eve m te r estado l iv ro sn um c on j un t de edi fi cos t u do sele es a ban dona ado s, me s mo no e ix o da rua onda h ab b ot to, na c asa de x is to, en os pr e di os maís ac ima, onda n uma j ane la vi n um pa dr ao es t am pado e pen du ra do n um v ar al, vi de n ovo as co rn u có pi as, en o u t ra c asa vi, vi dr os par t id os, v id a s o vi etic as p elo chao es p alha d as, ac id o c lo ri di co e uma cole sao de mi né rio, e uma linha de um cena q ual q eu r de sex o fe i ta no p olo no rte o u por aí, e de r ep en te tudo a q ui dez me ce hiro ua de ge dez s de calo te s, flor es t as, o u g en te li gado a t ra b alho sd e flor es t as, e o u t ra s o cia s b em pi o r es, mais uma ave z r e men t en do à russia, p o is um lea ode pedra , ant es no me s mo a j ar di ma ss im me ap a on tara, dan dao a r ep ps os ta, cm o r ep m en t en do ao leao , q ue ob serva ra o c eu e as si m ne l e te ria lido, uma r efe l xo como um c on t ra l us de uma me nina q ue l ia s en t ada com as pe rna s fe l ct u da sc omo a p o siç sao do menino q ue v ira rec en te mente s en t ado n um ban co de pe dr a de jardim, c omo o v e lei ro de c rit s al, a go ra ap o r s oma do leao de pedra, al i est ava em al to contraste de s en h ado n um do vi dr s o do da s t ra siera dos pala cio das ne ce s sida dade, ao l ado da c h am ine co nica, c omo s im b olo de for no al quim mico, na cas mai sa c ima rec en te mn te rec u pera ada, no lago em ba ix o, um pe ix e a boi ar j á c ur v ado e x pi rava ee x piro u me s mo em fr en te as cor es, v e r de e az u l no s ban cos, par e c iam di ze rda s cor es q ue el e t ra sn porta ria, ac asa ao pa s sar, pe la en t ra da s up e rio r, se eve um q au dr ad a da claro boi ia, um te l h ado be dez q ue de ix a pa s sara l u z nat u ra l e q ue ocupa a dimensao da s ala onda um s en hor s est ava n uma sec r e t ria, , dep o is um cade ado e um co rr en te no chao um sam art de pa rat e ne g ro al i para do, um r efe l xo do vi dr o com r iscos, n uma j ane la l a te ra l ao ser fe h ada, umas c ana s ne g ra s d en t ro de um vaso, a en fe i t ra, c ana s q ue dep o is en c on t rei n um vi de on a neta, um hi s tó ria de du as mul her es e um home, es la v os, o u por aí, e um o u t ro de me ninas q ue e ram cas ti gados s por na ap rec ni a se pro ta rem m al, inglesas com s ota q ue cok ne y o up o rao acento, n um en q ua dr am en to do olhar, di du p lo q au dr ado da di, numa das ca sas a ban dona da s, es c rito, e um e co na me mor ia de um de sn e ho de me u fi l ho, os do si dedo s , os do is q ua dr ado se no mei o um as te r isco, n um p ad de rato de com pua dor, os do is deo do sd o p ad do rato dos co mp u t ad o r es, um rato pe q eu nino q ue agora co rr ia, s ainda de ba ix o do porta l da igreja de p au la e por ai f o i co rr en do, bate n do em du as pedras q ue est av m en cos t ad as ao m ur o e f ina le mn te se es conde n do de ba ix o da g ua rita do porta o de n t ra da q ue d á para o jardim do i m pé rio, ma min h a me mor ia, ao i ns t ante, um o u t ro rato, uma no i te aqui q ue fi co u mui to qui e t in ho at é eu vo l t ar en t rea s du as co l un as q ue co r rem pe la f ac h ada do pr é di o, e ra maio r este, don de um se rá pai e o u t ro fi l ho, me s mo q ue n cão o se j am , um duo de ratos, o mais pe q u en o li gado à igreja de p au la, p en son o n ovo pa roco, de um do min g o rec n te q ue l á en t rid ep o is das bom db as da ar ge l ia, dep o is de t re fala ado com el e, dep o is de te r ob t id o de le al g u ns dos dad os q ue pr o cura ava, e ness a t arde, me s sa h om i l ia, ot r e v isto a pro f essa r ee ra te rr ive l, a f al ta de je i to, e e ra co n t ra s t ante, a i m en sa in segur ança q ue t ra s mi tia em contraste com a segur ança q ue l he v ira das ve z s em q ue com el e fala ra, d me de eve rá t r e s en tid o ao na igreja en t ra r, n cão se ise id o outro, o q ue f o ra em ba ix a dor, com q eu m t am b em f al ra, o co r te real, q ue me di s se ser f am i l ia do al g ar ve, e q ue agora anda ava de n ov na min h a me mó ria a pro p ro s u to do al g rave , do de spa rec e i m en to de m ad di e, e de uma i mage q ue de n ovo ap ar e ce ra q ua ando a s en hor ar ice agora qui de n ovo pa ss s ra, u ma o u t ra ave z q ue c á es ti vera, el ano cc b a rec e b e traço ingles de la, e agora est ano i teo rat in ho pe q eu nino, en q u anto f u g ia t en t ava es conde r do traço da inglesa se de ba ix o de du as ped ra das calçada, com el as me s mo n um br v e iss i mo i ns t ante choco u, c omo se t iv esse a p anha ado um ch o q ue l e ct rico, e as du as ped ra s es t a rima maís o u m en os de ba ix o do e ix o, da j ane la do gabi nete do em ba ix a dor, r e l em br o, te ra o em ba ix a dor en c on t ra do dep o is na rua, v indo na rua do igreja onda o padre est á ge ra le m ten , e de el e me t r e m en tid o, s em pr e cebe r, e r epa ra o q ue uma o u t rai mage m da s en hor a rice, ou mel hor du as ima gn s de est a u l tim a v isi sita s ua, um porta o por det ra s em mad e ira, um porta ao a o f un do por det ra sd el e e de s o c rat es, como um por tao de sl o c ado, u c omo um f al s o port tao li inc r us t ado em c roma, o u sej, uma i mage m de s ub is t u i sao, um c en á rio q ue se poe m, para c ria r uma i lu sao, e uma o u t ra , um b as tao negro tor e adao, q u ase um s im b olo de k un dali, q ue me ap rec e ra, r ep ro du z ido no v id e o da as c en sao, na mao do s en hor q ue bate com o mat e lo na bo g o rn a, o fe r rei ro, um fr e me de s al mao no p au do mar te elo, r ep ro du zo m ot i c vo, ess e h ome m no v id e o , é o meca nico q ue te mo u tinha a o fi cina ao l ado das ant i gás i ns tala ç o es da l at ina e ur pa em st a ap o li ni a, o t al da ps , do boa to q ue t ra o es pala hd o do ps eu do ac in det e com san g ue com om eu a x, q ue o pin ta ram e tudo de v e r mel h o, para as si m t es te m un a h gre de t r ep en te, olho s o do is, e s ua f ac es de per rf fi is se as se me l ham, as mn os são g aviões, e as si m se de s en rola esta l in h a e est a li g ac sao q ue se me a fi g u ra, n um lago a inda d en t roda tapada, o as aguas para ada s verdes, c omo quim micos es pe ll h av vam as copas da s ar vo r es em mesa cor, c omo ac rec en t a dn do hi s tó ria de quim micos, o u de p olo ni os, o u al goa s si m sémen l h ante, p o is mui to s fr as cos se en c on t ram n uma das c asa q ue de v e ria te r sid oo la bora to ria dos ser vi º ç os das flor est as, q u ando al i o e ram, e est as be st as, s em conta en m me dida, as si m t ra ze ema c asa a ban dona ada, com fr as cos e fr as quin ho ce he i o dd e quim micos, mn uma t ap ada onda e x is te um es c ol a pr i mária, p ot en cia si as sas ino sn ada c u id dam, be la i mage m de q c omo t art a ram dos ne g o c is os est ra n geiro sd e por t ua l, irao se mp r e di ze r q ue a tapada n cão é da r es ponsa bil id dade de l es e co isa eta al, c omo de cos t um c h u t a ab o la a o u t ra en un ca masi ao me s mo, e por ai f o ra ao tor to in fi ni to, ne m ce rta mente n en h um de l es por al i e do u a inda, ave r, c omo se n ad a v e ema n cão se ra s m ani gan cia s q ue f az em, o toi to do mai, as si m r e za ava o es pi rito, ne st a t arde q u ano d por l á ande in uma ar vo re, onda por de ba ix o e x us te m, os bam cos, t r e s fi t rinha sd e cor es, em serra, met al i coa s, br ilha ava am, pe lo v en to ao sol, ant es um s en hor a ao es t ac cio n ar o car ro me ac rec e neta ra a se h u dna ze, a se g un da za, uma via º ao da s a pina r tinha ac ab a do de pa ss r, um bo l ta ca ira de uma rav o rese ab r indo em do is, com uma mei ab o la am ar e la q ue e ra um ane s, um o u t ra vermelha em mei o, c omo um bao la vermelha, est va as simao l ado do sapa t in ho no sola r de al can tara, ao l ado de lo gan, est ano i te no jardim, um o u t ro rat in h o, q eu m di ria l á est avo vi z in ho aqui dec ima masi uma ra pa i ga ma g rinha na ap rec ni a loi rinha, s en t ado ano m ur o a c on versar, n un ca l á o vi, ap rec cia el e q ua ac rai n h ava, o ua t en t ava c on solar, o es pei it me di z ia, dep o is s ab es t en ho um gato no at tic, se m me di ze t q ual, ma sat tic, h avia um ness ac asa onda es t ava am es pala h ad as a s v id as s o vi etic as, e os v id r os par t ido s co mo se f os se por uma b ala, e as ped ra se o ca id o c olo rid i co, em c ima um at tic, f or ra do a madeira, e uma c h ave na porta com uma v e isca em cor lara anja se n cão me f ala h a am em o ria, um o u t ra cas na rua maís o u m en os no me ms o e x i o, as si m t rá s t am b em s eu in te rio ra madeira f or r ado, se cos t ima v e rum pr anc h ad e s u rf, da rua ao pa s sar, um gato , um imam e um mag neto, q ue v iv en um s ota tao, as si m ia p en as dn do g at os q u ando me ap ar c eu a g at inha do jardim, masi uma nin h ada , masi c inc o para li m en t ar, me di z ia um s en hor a, toda pr n ta fazendo ala r de d e s eu f o e to, o q ue eu gás to em com id a para os ala i m en t as, l he di s se, fe l i z mente q ue maís g en te os al i m en t,, o l he aqui na cas das com uni dade, mui t os de l s t rata am, est va a gata no o u t ro dia s en t ada a jane la e tudo, as si m ap ra mim me recorde id a pr ova do amo r, me reco rod c omo o em ba ix a dor, mu d ar s ua e x press sao q u ando em s eu be lo es c rito rio le h r ep on di ao q ue me per gun t ava, s ob re o b ject o da min h a v isi ta e da min h a in q u i r sao s ob reo s santos de ped ra da igreja, e eu l he di s se ra, por ca usa de uma s vi s o es q ue aca na ra de ter r e l at iva sas bom b as na ar ge l ia ms ia uma ave z na onu, en uma u to carro de es t u dantes, s ua face par o u ao i ns t ante, todo el e se fe c h o ue a en t r e v ista ac a b a ra al ina q eu le mo m en to, e ra s us to, o q ue ne le t ra sn par e cia ao dito, on te vi r ra a lo g am ao l ado de o u t ra ac t r iza li g an as s im mui to ma g rinha, ao l ad e de du as o u t ra ct i r ze sm s en do q ue p elo m en os uma de la s tinha en t r ado no fi l me, ma mm a mia, q ue se pa s sa na g rec cia, ou em ib iza, n cão seia o ce rt o, e com pie rc e bi s n am, uam hi s tor ia de um c asa mente e det r es can dida t os a pa is da me nina q ue se c asa,

kapa e ll l ap ro s t olo ine bra c k e t quinze do bar do rá do dezoito, treze da gula do vi do nono c oto ve elo dez do br aço cin q u en ta e sete , do on ze de março, madrid,

est ac çao te rc e ur to f orte

na terça feira na estação, à noite, tomando café, um rapaz com camuflado chegou, seria indonésio ou indio, e pelo jogo dos objectos assim desenhou, um aguardente dentro de um pequeno vaso misturado com tinto que dava sangue em todo o álcool, ficou o vaso do telefone, a que no entretanto mudara o cartão, da tmn por um outro, ao lado do parafuso com cabeça doirada, que atravessa o vidro do tampo e agarra a vareta de prata que desce até a base onde estava em seu eixo um queque às ondas com um dente partido, como a dizer, que fora assim que se partira um dente do queque as das ondas, ou seja do sistema das ondas do tsunami, terceiro do duplo circulo de detroit , telefone maria do batman, invertido w, t rex a cartão outro por tmn, para indonésio, haiti ?- mauari? sa i t hat abc vermelho tinto, encostado ao eixo parta e amarelo quebrou a engrenagem do queque as ondas , o do queque das ondas, assim li no resto, que não o é, como se fosse feito por taco de golfe

na te rc ç a fe ira na est ac de corte sao, a no ite, tao man ando ca fé, um ra ap z com am au fula ado ce h g o u, se ria indo ne sio o u in di o, ep e lo jo ogo dos ob ject os as si m de s en ho u, um a g ua r dente d en t ro de um pe q eu no v as o m is tura ado com t int o q ue d ava san g ue m todo o al co l, fi co u o v as o do tele f one, a q ue no en t r eta n tom mu da ra o c rt tao, da t mn por um o u t ro, ao l ado do para f us o com cab eça do ira ada, q ue at ravessa o v id ro do t am poe a garra ava ar eta de p rta q ue dec e at á ab ase onda est ava em s eu e ix o um q eu q ue às das onda sc om um dente par t di o, c omo a di ze r, q ue f o ra as si m q ue se par t ira um dente da en g rena ge m do q eu q ue as ondas, o u seja do sis t ema das on da sd o ts un a mi, t rec e iro do d up lo circulo de det roi ot , tele f one mar ia do bat man, invertido w, t rex a car tao o u t ro por tmn, para indo né sio, h a it i foice do traço do ingles do ma ur da f o cie sa it hat abc vermelho tinto, en costa ado ao e ix o p art a e am ar elo q ua br ou a en g rena ge m do q eu q ue as ondas , o dd o queque das ondas, as si m lino r es to, q ue n cão o é, co mo se f os se fe i to por t ac o d ego l fe

abc é o nome da aguardente que ali em outro dia estava, tao estranho achei seu nome que a provei, verdadeira pólvora, nesse momento em que a estava bebendo, um home grande de bigode se aproximou e num ápice bebeu uma outra, abc ao quadrado foi o que sentira ao momento, um derivação da formula da energia

abc é on ome da a g ur ra dente q ue al i em o u t ro dia est ava, tao e ts r anho ac hei s eu no me q ue a pro v e iv e rda de ira p ol vo ra, ness emo m en to em q ue a est ava be b en do, um h ome g rande de bi g ode se ap roxi mo ue n um a pi ice v eve u uma o u t ra, abc ao q ua dr ado f oio q ue s en t ira ao mo m en to, um de rei iva sao da for mula da en e r g ia

ad ds ponto do sapo da pt do bar do rá da eve en t do ponto mg do bar do rá cruz do y pe u g ua l dez ase is ual c li ck e f l i g t h id igual t riade do seth de noventa e cinco primeiro e ad id u gula sessenta e nove do circulo do oitavo e t ar g e cruz id u gula p rim e io homem e ase garo igual e ma mod u g aul se g men ts i gula a sessenta e quatro, do gula do vi de setenta e oito, f lex ib om f az acontecer

dizia obama sobre o furacão hank, do gavião, que duzentos mil milhões, m u l mul h o es fora o maio r r es gate de se mp r ep a g o, p au l k ru g man, do t ra ç o da forte da annie ue do freddie, sal v am en to, q eu m di ria, onde é que neste texto sito ressoa, advinha coloreta, c loret a, a da calla em ibiza, duzentos mil milhões, quantos se alimentavam no mundo?! L in g ua ge m met a for i ca, de todas as s om br as f az em c r es ce r a s s om br as, at é quando o n ão i rei s com pr e dn e dr e, e onda e la s vi v em s e n ão em vo ce s me s mo e a vo l ta de q eu m as c ria e se es p alha am pe lo v en to por todos os lu g ar es do mundo

Vic tam tornou a aparecer, associado a cara v ana, que é t am b em no me de g rup o m u sica l, al ip o r de ba ix o da est ac sao num no me de uma p as tela ria, q eu m di ria, n cão se i me s mo se um dos mu sico s v iv e numa das ilhas, as si m t rago um a q u l q eu r me mor ia

Homem piloto ot air ba ll in, ear l m ac ph e r son, sc o t tie o w e ns, s co tt tie do forno, da cabra do w castle,

Crne, um anel do metro, suissa alema, na manha encontrara eu uma rapariga de s miguel dos açores, expresso cab do ra dos anos oitenta que me falara das experiências e me dissera , já viu aquele dinheiro todo, e tanta gente com fome no mundo, verdade o é, lhe disse, contudo a ciencia não é local exacto onde se deve cortar verbas, se bem que a experiência, muito tem que se lhe diga, parecem sempre esquecer, um principio básico da quântica, e por ali ficamos, que ela ia partir

C r ne, um ane l do met ro, s u iss a al ema, na manha en c on t r a ra eu uma ra pa rig a de s miguel dos aç o r es, e x press o cab do ra dos ano s o i t en ta q ue me fala ra das e x per i en cias e me di ss e ra , j á vi u a q eu le din h eri todo, e t anta g en te com f ome no mundo, vera dad e o é, l he di s se, c on tudo a ci en cia n cão é l oca l e x ac to onda se de eve co rta r v e r b as, se b em q ue a e x pe rie en cia, mui to t em q ue se l he di g ap a recem se mp r e es q eu ce r, um pro in cip io ba isco da q u ant i ca, e por al i fi c am os, q ue el a ia par tir

Um outro na aparência acidente , com um ambulância logo depois da publicação da minhas ultimas palavras, num casaco de um bombeiro assim li, do dito, morreu duas senhoras um jovem que ia gravida, assim se confirma o dito, moreira mono, dito ave rda de a am b u l e cia acide

Um o ur to ac inde det e , com um am bula na cia l ogo dep o is da pub li caçao da min h as u l tim a spa l av ra sn um c asa co de um bom be iro as si m li, do dito, mor r eu du as s en h ora s um j ove m q ue ia g rav id a, as si m se c on firma o dito, mor e ira mo no, dito ave rda de a am bule cia acide

Ponte de lima, uma entrada no texto anterior, dois acidentes, um autocarro, dois mortos e depois um outro

P on te de lima, uma en t ra da no texto ante r iro, do is ac cin det es, um au to carro, do is mor to ze dep o is um o u t ro

Ah menina, que bela sois, que estranho o amor é, que vos sinto assim na distância, vos vejo ao longe, nem sei mesmo se o sois, e quando ao perto chego, sois vós, depois tudo se agita muito ou melhor neste caso melhor dizer, que tudo muito já estava agitado durante todo do dia, assim um vento forte em rajadas, súbitas, já ontem assim se dera, uma arvores tremeram, e eu vos senti, mais uma rapariga que passava , bela de costas em vestido verde, mas não era vós, que ali senti por perro num qualquer jogo de espelhos, numa loja, de belos vestidos, uma rapariga, volteava num instante em meu ver, um menina no supermercado, levava as maos aos olhos, como quem me dizia, que cego estais, no ar um duvida, de um voz feminina, não sei se é amor, se não sabe, tan pis, por vous, que mais vos posso eu dizer do amor, e destes cios todos a volta, depois o sol se deitou, como raios de sol nascente, as nuvens faziam assim girar os raios, como a imagem da roda da luz que roda sempre, a imagem das palavras anteriores, um carro espanhol, disse dos dois x, ou seja a referência do tao, a ver com o japao e a ver com espanha, assim li no desvelado

A h m eni na, q ue be la s o is, q ue es t r anho o amo r é, q ue v os sin to as si mna de is t na cia, v os vejo ao l ong e, ne m se i me s mo se o s o ise q u ando ao per to che g o, s o is vó s, dep o is tudo sea gi t a mui to o u mel hor nest e caso mel hor di ze r, q ue tudo mui to j á est va a gi t ado duran te to f do d o dia, as s im um v en t f orte em raja d as, s u bit as, j á on te m as si m se dera, uma ar vo r es t r em e ram, e eu v os s en ti, maís uma ra pa rig a q ue pa ss ava , be la deco os t as em v es tid ove verde, mas n cão e ra vó s, q ue al i s en ti por perro n um q ual q eu r j ogo de es pe l h os, n uma lo jade be lo s v es tid os, uma ra p a rig a, vo l tea ava n um i ns t ante em me uve r, um m eni no super mer c ado, l eva ava as mao sao sol h os, co mo q eu m me di z ia, q ue c ego est a is, no ar um du v u da, de um v oz fe me nina, n cão se ise é amo r, se n cão s ab e, t an pi s, por vo us, q ue maís v os p osso eu di ze r do amo r, e de st es cio s t o do sa vo l ta, dep o is o sol se de i to u, como rai os de sol n as cente, as n uve en s f az iam as si m gi ra ros rai os, co mo a i mage m da t roda da l u z q ue roda se mp rea i mage m da s pala vaso ra san teri o es, um car ro e sp na hol, di s se dos do is x, o u seja a r e fr en cia do tao , ave rc om o j a pao e ave r c om es p anha, a sis m, de as sis, as s isa ass ise, as do circulo do sis, li no de s vela ado

E vós bela grega de meu coraçao, ficou incompleta a carta que comecei a vos escrever no ultimo texto, pois o engraçado da imagem do morcego fora a menina no dia seguida à minha publicação ter aparecido nas noticias do peru, dizia que se separava do outro menino cim quem estava, e meu coraçao se preocupou, perguntando se haveria relaçao com o que escrevera, mais curioso mesmo, fora ver o menino que dizia belas palavras sobre a menina, que era um bela menina, e que merecei o melhor dos tratamentos, e aparecia ele assim vestido de morcego, no fundo de um cartaz de cinema, um leao doirado, por detrás dele, se calhar era ele o leao, ou o será, masi um na selva, mas simpático a atender as palavras de carinho que sobre si dizia, depois em dia seguido ainda, a menina aqui numa capa de revista contente, luminosa, chique e bela como é, até abrir a revista e tudo no escaparate, dizia ter vivido uma eternidade, espero que continue pois a eternidade, é conhecida por não ter fim, se bem que em tempos antigos se usasse esse palavra para referir períodos de tempo muito dilatados, como uma eternidade que nem bem a é

E vó s be la g r ega de me u cora sao, fi co u un co mp l eta a ca rta q ue com e ceia v os es c rever no u l tim o texto, p o is o en g ra ç a do da i mage m do mor c ego f o ra a me nina no dia se guida à min h a pub li caçao t r e ap ar e cid on as no tic cia sd o pe ru, di z ia q ue se s epa rava do o u t ro me nino c im q eu m est ava, em eu cora sao se pr e o cup o u, per g un t n do se h ave ria relaçao com o q ue es c r eve vera, maís cu rio s me s mo, f o ra vero me nino q ue di z ia be l as ap al v ra s so br ea me nina, q ue e ra um be l a me nina, e q ue mer e ceio mel ho r do s t rata m en to se ap ar e cia el e as si m v es tid o de mo rc ego, no f un d ode um c ar t az de cine ema, um lea o do irado, por det ra sd dele, se calha r e ra e leo lea o, o u o se rá, masi um na se l v am as s im pat tico aa t en de ra s p l av r as de ca rin h o q ue s ob re si di z ia, dep o is em dia sg guido a inda, a me nina aqui numa c ap a de r e v ista c on t en te, lu mino sa, chi q ue e be la co mo é, at é ab r ira r e v ista e tudo no esca par rate, di z ia t r e v iv id o uma e t r eni dad e, es p ero q ue conti n ue p o isas e t r eni dad es, são c on he cida s por n cão t re fi ms e b em q ue em te mp o s an ti g os se usa s se ess e pala vaso ra ap a ra r efe i rp e rio do s de te mp o mui to di ila t ad as, co mo uma te r ni dade q ue ne m b emo é

Mas é sempre bom que as cartas não tenham fim, assim vos continuo a falar, bom pretexto sem menor duvida e nada melhor que sempre muito conversar, pois é sinal de quanto se quer , o ter coisas a dizer, a trocar, a ouvir

Ma sé se mp r e b om q ue as ca rta sn cão t en ham fi m, as si m v os von t in u o a fala r, b om pr e texto se mm eno r du v id a en ada mel hor q ue se mp r e mui to c on versar, p o is é sin al de q u anto se q ue ero t r e co isas a di ze ra t roca ra o u vi r

Olho os quadradinhos da teresa dias coelho pintora das nuvens e não só, que pena trago eu de não poder olhar as imagens com ela meu lado, é quase um story board que me encheu de curiosidade, pois trás uma serie de elementos familiares, vou tentar escrever o que nele vejo,

Olho os q au dr ad in h os da teresa dia sc oe l ho pi n tora das n uve ns en cão s ó, q ue p en a t rago eu de n cão p ode r a olhar as i mago gn es com el am eu l ado, é q u ase um s tor y boa r d q ue me e cn h eu de cu rio sida dade, p o is t rá s uma se rie de el e mn to s f am i lia r es, vo u t en t ra es c r eve ero ro q ue ne l eve jo,

Nuvens carregadas no ceu, um anjo e dois cedros, será então um cemitério, um pedaço de um texto que assim reza s ub m anto n cao at raves acento quadrado pés em primeiro labirinto, serpente do circulo la br in to crescente, e circulo futuro implicando na os astros ab sor te s esqueci om eu de me por te mp circulo inde te rac to do mundo ponto do circulo maior da primeira os fi ns quadrado, um interruptor antigo duplo desligado, o mar e as nuvem, al berto, olhando de frente, os postes eléctricos nas dunas, pedras no chao, uma amarra num cais, que projecta um sombra em semi circulo sobre ao divisão de um quadrado perto e branca em tons cinza, , uma mulher do campo rema num barco, um vestido de criança amachucado, com linhas em traço, um guindaste visto de baixo com uma plataforma elevada e escadas, um kodak cento e vinte e sete, camera br q w rta, com flash em cima, , o ceu de nuvens ao por do sol, os ramos de uma arvore torcida e nua, , quatro pés de um casal caminham, no reflexo das arvores no chao, num corredor uma porta com um frincha, na parede um luz circular se projecta bem como no chao, outra mulher num barco, um ceu de nuvens carregadas, um gira discos portátil com um lp, pedras no chao, como superfície lunar, um menino parece apagar as velas tal é o clarão de luz debaixo de sua face, masi nuvens, mais pedras com maior densidade dispostas, parece o geres, um outro homem, meia face que não reconheço, com uma estranha e irregular linha de cabelo em sua fronte, um caixa de madeira de lápis antiga que se abre, o ceu entre as arvores da floresta, um senhora estatua ou um estatua senhora, pormenor, da cesta no regaço, um malmequer bem me quer, o que parece ser um fruto e uma grinalda, o mar com ondas levas, um pormenor de uma maquina de escrever, um copo com duas escovas de dentes juntinhas com colgate, um outro homem debaixo de um luz circular, próxima como num filme de policias ou espiões, dois cedros de novo, o cemitério, duas cadeiras vazias, scotch, uma maquina de fita cola, um tubo de chaminé de alumínio em curva, o mar., um jardim, com pessoas em estranhas posições, um filme antigo, talvez marienbad, uma cratera , o mar e por do sol, troncos de uma arvore despida contra o ceu, um toalha com vincos na mesa, quase um x no tampo e uma vesica na esquina descendo, o toldo e o mar, um frame de um filme, casa na noite, losing your way for ever, i hope not, acrescento e tu tambem não , teresa dias , losing, parece seis circulo do sin do sing, do can tor, y circulo do ur w a y for eve do rato, oito luzes na cas ao fundo em contra luz,


N uve ns car rato ega gado sn o circulo eu, um e jo e do is cedros, se ra ap os cruz olo do ingles tao um circulo emi té rio, um peda aço de um texto que as serpente im rato e za serpente ub m anto muito cao at rav espanhol ac ingles to quadrado ua dr ado p espanhol de em p rim e iro la bi ren to, ser pen te do circulo la br in to circulo rato espanhol cc ingles cruz, e cir vaso primeiro do circulo forte vaso cruz vaso to e mp li can dona os as cruz ros ab sor te serpente espanhol quadrado eu cio me vaso de me por te mp cir cu primeiro do circulo inde te rac to do mundo p on to do cir cu dez maio rda p rim e ria os fi ns quadrado ua dr ado, um in cruz ee rp rato ot ant e gato o du p primeiro do circulo de serpente li gado, o mar e as muito uve sm, al be rato to, o primeiro homem ando de fr ingles te, os p os te serpente el e ct rico sn as dunas, ped ra sn o chao, uma am ar ra muito um cais, quadrado uniao europeia pro ject a um serpente om br a em se e mi circulo irc vaso o serpente ob rea o di visao de vaso quadrado ua dr ado per to e br anca em to ns circulo in za, , uma mul her do cam po rato ema num bar co, um v espanhol tid o dec rato ian ça am ac homem vaso ca do, com linhas em cruz ra ç o, um gui muito d as te vi serpente to de ab is o com uma p la ta forma el eva ada e esca d as, um k ad ak circulo ingles to e vinte e sete m, circulo ane ra br quadrado < w rta, com fla serpente homem em circulo ima, o circulo eu de muito uve sn por do sol, os ramo serpente de uma rav o re tor cida ingles ua, quadrado ua cruz ro pé serpente de um ca serpente la ca min homem am, no rato e forte lex o das ra vo rato espanhol no chao, num co rato red o rum a porta com um fr inc homem ana pa red um primeiro vaso zorro circu primeiro ar se pro ject a b em co mo no chao, o vaso cruz ra mul her num ba rc o, um circulo eu de muito uve ns car rato ega d as, um gato o rato a di sc os porta til com um primeiro p , ped ra sn o chao, co mo serpente up e rf e ce primeiro un ar, um me nino pa rece ap aa gato ra as vela serpente cruz al é o ca primeiro ra ode primeiro vaso zorro de ba ix ode serpente ua face, masi muito uve ns, maís ped ra serpente com maio rato de sn sida dade di serpente postas, pa rece o ge rato espanhol, umo vaso cruz ro homem ome m, maia face quadrado uniao europeia muito cão rec on he ço a p rio ric om uma espanhol cruz rato anha ee rr e gato vaso primeiro k ar linha de cab elo em serpente ua fr on te, um ca ix a de madeira de primeiro ap is ant e g a quadrado uniao europeia se ab re, o circulo eu ingles cruz rea serpente ar vo rato espanhol da flor espanhol cruz a, um serpente ingles hor serpente e ts at vaso tao vaso um espanhol tatu cruz a sem hor ap o rato m ingles or, da ce tsa no rato ega aço, um m al me quadrado eu rato b em me quadrado vaso ero quadrado uniao europeia pa rece ser um fr vaso to e uma fr ina alda, o mar com on da serpente primeiro eva serpente, um por m ingles or de uma am quadrado vaso ina de sc e rato v e rum cop o com du as e circulo ovas de den cruz espanhol j un tinha com co primeiro gate, um o vaso cruz ro homem oe m de ba ix o de um primeiro vaso zorro circu primeiro ar, pr ox ima circulo omo num fi me de poli cia serpente o vaso espanhol pe e o espanhol, do is ce dr os de muito ovo, o circulo emi té rio, du as ca de ira serpente v az ia serpente, sc ot ch, uma ma quadrado vaso ina de fi ta co la, um cruz ub o de circulo homem ami ne de al vaso nino em circulo vaso rato vao mar., um j ar dim, com o pe serpente sao as em espanhol cruz rato anha serpente p o siç o espanhol, um fi me ant e gato o, cruz alvez marie muito b ad, uma circulo ar te ra , o mar e por do sol, cruz roncos de uma ar av o rato e de spi id ac on cruz ra o circulo eu, um to alha com vin cos na mesa, quadrado vaso ase um x no ta mp o e uma v e sica na espanhol quadrado eu ina de sc ingles do, o to primeiro do e o mar, um fr me de um fi primeiro me, circulo asa na no e te, primeiro do circulo sis muito gato y o ur w a y for eve rato, e homem o ipe not, ac rato espanhol circulo ingles to e cruz vaso cruz am b em muito cão, teresa dia serpente , primeiro do circulo sin gato o par e ce se is circulo do sin do sing, do can tor, y circulo do ur w a y for eve do rato, oito lu ze sn ac as ao forte un do em circulo on cruz ra primeiro vaso zorro,

Ramos despidos da arvore da faca da cozinha do home que corre, na praia uma cadeira com sombrinha, são as doze e um quarto, uma senhora leva um menino pela mao, um estrada, um interruptor de botão da luz de prata , um motor de dakota, nuvens em ceu carregado, do anjo do cemitério, das letras do ceu carregado uma mao coloca pedrinhas na tampo da mesa das bonecas, uma engrenagem de um relógio se pôs a girar, um ralo num lavatório, o mar mais agitado, uma porta entreaberta, um sofá vestido com pano , os jardins suspensos com em lago, parece Itália, reflexos de luz do interruptor duplo do ceu com nuvens da visao do al berto, os sapatos de menina no chao com ar de usados, a senhora que leva as maos ao corpo e ao peito em dor, um outro vestido de menina, as nuvens de novo, um caminho de pedras, um parque , um angulo na parede, um jardim com escadarias, como peças de xadrez nas balaustradas, of some dark forbiding place, os ramos, como enrolados, os postes eléctricos na praia, as pedras em maior densidade , a amarra no cais,

Um boato do botão da bota do boto da luz de prata, e um rato roeu a rolha do garrafa do rei da russia

Ra mo s de pido sd a ar vo re da f aca da co z in h ado h ome q ue co r rena pr ia uma ca de ira com s om br in h a, são as do ze e um q ua r to, uma s en hor a l eva um me nino pe la mao, um e ts ra da, um in te rr u pot de b ota o da luz de p rata , um m oto r de d ak ota, n uve ns em c eu carregado, dona anjo do ce m u te rio, das letras do c eu ca rr e g ad di m uma m º ao c olo ca ped rinha sn a tam po da mesa das b one ca s, uma en g rena ge m de um r e lo gi o se p os a gira r, um ra lo num l ava tó ru oo mar masi a gi t ado, uma o i rta en t rea berta, um s o fá v es tid o com p ano , os j ar di ns s us pn so sc om em la g o, pa rece ita lo a, r efe lex os de l u z do in te rr up ot du p lo doc eu com n uve s da visao do al berto, os sapa pato sd e me nina no chao com ar de usa do sa s en hor a q ue l eva as mao sao corp o e ao pei to em dor, o um o u t ro v es tio dd e me nina, as n uve sd en ove o, um ca minho de ped ra s, um par q ue , um ab gula dez na ap rede, um j ar di mc om esca da arias, como p eça sd e xa dr e z na s bal au s t ra d as, o ds ome d ark s o rb u d un g l ac e, os ramo sc o mo en rola ado s, os p os te s el e ct rico sn a pr ia, as pp ed ra s em maio r d en sida dade , a am ar ra no do cais,

A lua cheia com halo no ce com nuvens por debaixo dela, o horizonte inclinado e dois pássaros que voam, dois homens caminham de costas, os cedros ainda, um outro pedaço de face que não reconheço, uma estrada com arvore, um relógio do benneur sem ponteiros, uma escadaria, a bela actriz saindo do carro ao lado do ruivo, posso ficar aqui, concerteza que sim, se vieres comigo, a boca geométrica de um radio portátil, um veleiro no largo, uma casa com tres torres redondas, com tres janelas em cada uma, ingrid olha meia espantada, um mar e um ceu, as ondas, uma mulher deitada em dor ou meso morta, uma bola que se eleva as nuvens e sol, os ramos e sombra do x na parede, um radio antigo de válvulas, uma paisagem de campo, um frame do video do eléctrico do vinte e oito, pedrinhas na areia, um pianista, a rebentação, dois pés de menina pequenina, os ramos de uma arvore, , sapatos de senhora, uma escada preto e branca, um ceu de nuvens carregados, as maos de um senhora desapertam o soutien nas costas, uma mala de senhora poisada no chao, as arvores, um seixo na areia, um olhar de senhora crescida, uma casa farol, um ceu de nuvens, uma etiqueta placa blind, dois mil e vinte dois, um copo de agua vazio, o mar, a caixa do pai, as escadas de um porto, as tecas de maquina de escrever onde se le , trinta e um, primeiro ce serpente quadrado da cruz , quadrado do semi arco, o mar e o ceu, uma mulher deitada para trás com sua cabeça, belas tranças, e belo pavilhão em sua orelha, a que escuta a escrita do mar

Al ua che ia com h alo no ce com n uve ns por de ba ix o de la, o h ori zon te inc l ina dao e do si pa ss ar os q ue v ia, do is h ome ns ca minha m de c ota s, os ce dr os a inda, um o u tr o peda ço de face q ue n cão rec on he ç o, uma e ts r ada com ar vo re, um r e lo gi o do bem me ur se m p on te iro s, uma e aca da ria, ab e la ac tir z sa id o do car ro ao l ado do ruivo, p osso fi ca ra qui, c on ce r te za q ue si ms e vi e r es co mig o, a b oca geo met rica de um ra di o porta til, um v ele lei iro no lar o g o, ma ca sc om t r es tor r es red ondas, com t r es jane la se mc ada uma, in g rid o l h a meia es p anta ada, um mar r um ceu, as ondas, uma mul her de it ada em dor o u meso mo rta, uma b o la q ue se e l eva as n uve se sol, os ramo se s om br ado x na ap red e, um ra di o ant i g ode v al v u la s, uma pa isa ge m de cam po, um fr ame do v id e o do el e ct rc cio do vi ny te e o tio, pedrinhas na a rei a, um pi ani s ta, a r e b en taçao, do is p es de em ni an pe q eu nina, os ramo sd e uma ar vo re, , sa pat so sd e s en hora, uma eca d as pr e to e br anca, um c eu de n uve s car r ega gados, as mao sd e um s en hora de spa e rt am o s o u tie en nas co as t as, uma m ala de s en hor a p o isa ada ni chao, as ar vo r es, um se ix o na a reia , um olhar de sn e hora c r es cida, uma c asa fa ro l, um ceu de n uve sn, uma eti e u te pal ca blind, do is mi le vinte do is, um cop o de agua v az i oo mar, a ca ix a do pai, as esca d as de um porto, as teca sd ema q u ina de sc e r v e r on de se le , t rin ta e um, p rim e iro ce ser pente q au dr ado da cruz , q au dr ado do s emi arco, o mar e o c eu, uma mul her de it ada para t ra s com sua cabe l ça, be l as t ra n ç as, e be lo p avi la o em s ua o r e l ha, a que es cut aa es c rua t do mar

Um telefone, posado num tampo, uma escada em caracol vista a descer, uma porta entreaberta, um calçada de pedras com um pedra com um f gravado, um bico de fogão como uma mira, um ceu de nuvens, uma estatua cujo pé parace se tornar humano no cemitério, o marinheiro de querele, uma almofada em que alguém dormiu, um quatro desenhado nas rugas, um x, , uma vesica deitada, de uma maria, e um sombra por detrás do leito, , um par de luvas em pele, penas diversas , um tinteiro um home passa em frente a uma casa numa bicicleta, uma televisão antiga o mar na maré vaza, o mar de novo masi aproximado com maiores ondas, uma cas como a do largo da mae da agua da amoreiras, um arvore em contra luz com ramos despida, um rádio ou uma luz de um carro, um homem de chapéu de costas, de cruz vaso muitos do en te rato par en tesis, traço do re, os pés de menina na escola, um por cima de o outro, uma face de boneca, um sorriso nas nuvens no ceu, um metro, reservado, um homem que tira as moedas de seu bolso pequeno das calças, um bastão com um serpente e uma lua impossível como se estivesse deitada no muro, mas é um reflexo de um candeeiro, melhor nem reflexo o é, é o globo do candeeiro, a vaca do leite vigor,

Um tele f one, posa ado num tam po, uma esa cd a em cara co l v ista ad e sc e rato uma porta en cruz rea berta, um c al ç ada de ped ra sc om um ped ra com um f g rav ado, um bico de f o g a o c omo uma mira, um c eu de ni v es, uma e ts a tua c u jo p é pa race se tor n ar humano no c emi té rio, o marin he iro de q eu rr e le, um a almofada em q ue al g eu m dor mi u, um q au t ro de s en h ado nas ru gás, um x, , uma v e sic a de it ada, de uma maria, e um s om br a por det ra sd o lei to, um ap ar de l uva s em pele, p en as di v e r sas , um tin te iro um h ome q u sa id e c asa numa bic cic primeira eta, uma tele visao ant o g a omar na a mr e vaz, o mar de n vo masi ap r x i mad o com maio r es ondas, uma cas c omo a do l argo da mae da agua da am o rei ra s, um ar vo re em c on t ra l u z c om ramo s d es pida, um rá di oo u uma l u z de um carro, um h o me de ch ap eu de cia st as, de cruz vaso mui to sd o en te rato par en tesis, traço do re, os p es de me nina na es co l a, um por c ima de oo u t ro, uma f ac e de b one ca, um s or riso nas n uve sn no c eu, um met ro, r e see r v ado, um h oe m q ue tir as moe d as de seu bo l so pe q eu no das ca l ç as, um b as tao com um ser pente e uma l ua i mp os s ive l co mo se est ibe ess e de it ada no mu to, mas + e i mr e f lex ode um can di e rato iro, mel hor ne m r e f l e xo o é, é o globo do can die i r to, a va aca do leite do vi igor, ou seja, da di do antonio costa

Encontrara no fim de semana minha amiga pintora com sua irma, que não via há muitas luas, no sentamos os tres no banco do jardim a conversar, no final acompanhei-a ao carro, e me ofereceu um seu catalogo, que parece uma banda desenhada, já sem ela ao pé o comecei a ver e de repente tudo aquilo se encaixava numa serie de outras linhas, como sempre em todo o que é feito pela arte, pois a arte verdadeira é sempre verdade e da verdade fala

En c on t ra r ano fi m de se mana min h aa mig a pi n tora q ue n cão v ia h á mui ta s lua s, no s en t amo s os t r es no ban co do jardim a c on v e r sar, no fi n al ac o mp anhe i do traço da inglesa ao carro, e me o fe rec eu um s eu cat a l ogo, q ue pa rece uma ban da de s en h ada, j á s em el a ao p ´ s o co me ç eia ave red e r ep en te tudo aquilo se e c na ix ava n uma se rei r de o u t ra s linhas, co mo se mp r e em todo o q ue é fe i to pe la arte, p o isa arte v e rda de ira é se mp r e v e rda dade e da v e rda dade fala

O primeiro quadradinho, são ramos de uma arvore, os ramos da arvore do dao, assim começava a narrativa dos quadradinhos que reproduzem seus quadros a me narrar,

O p rim e iro q au dr ad in h o, são ramos de uma ra vo reo s ramos da ar v red o dao, as si m com eça ava a na r rat iva dos q ua dr ad in h os q ue r ep rod u ze m se us q au dr os am e na rr ar,

Depois um texto que vi mais tarde, dizia aquilo que era visível on line a cores, em alguns desses desenhos cores tipo polaroids e polaroids trago eu muitas na cabeça, pela gisele desde o algarve com continuação aqui em Lisboa, um fio que se desenrola e que me falou de o primeiro para do circulo que pensão que trará relaçao com o desaparecimento de maddie ser o alfredo , tres quarenta e cinco masi tres e quarenta e cinco, assim se dera a conta de dois maços de azul, primus inter pares prata, no balcão de um outro alfredo, qual , ainda alguma duvida, não toda se pensar na imagem das duas lombadas dos dois vídeos que aqui alguém em dia recente deslocou, pois um deles e o talentoso mr ripley que trás sociedade com o manuel, mas lá irei masi em pormenor adiante, pois alfredos e paras deverá haver uns quantos, a soma dava seis de noventa, ou seja o sexto do circulo de noventa, sex ti, das ti do sexo, o que remete para o outro lado do atlântico, outra vez

D ep o is um texto q ue vi masi t arde, di z ia aquilo q ue e ra v isi v el on l ine a cor es, em al g u ns de ss es de s en h os cor es t ip o p la roi d e polar o i ds t rago eu mui t as na cabe eça, pe la gi sele de sd e o al g ar ve com conti n ua ac sao aqui em l is bia, um fio q ue se de s en rola e q ue me f alo u de o p rim e iro para do circulo que p en sao q ue t r a rá relaçao com o de spa rec i e mn to de m ad die s ero al fr e do , t r es q ua renta e c inc o masi t r es e q ua renta e c inc o, as si m se de ra ac on t ad e do is maços de az u l, p rim us in te r p ar es prata, no bal cao de um o u t ro al fred o, q ual , a inda al gum a du v id a, n cão toda se p es na ra na i mage m da s du as l om b ada sd o s do is v id e os q ue qui al g eu m em dia rec en te de s lo co u, p o is um de l es e o t al en t oso mr rip ley q ue t rá s soci e dade com o manuel, mas l á i rei masi em por m en or a di ian te, p o is al fred os e para s de eve rá h ave r un s q ua n t os, a s omo da ava se is de no v en ta, o u seja o sex to do circulo de noventa, sex ti, das ti do sexo, o q ue r e mete para oo u t ro l ado do at a lan tico, o u t ra ave z

Tres damas vodafone, tres alfinetes de dama da vo da f one, uns encontrei eu disposto no prédio da teresa ao lado de uma mesa , um circulo e um quadrado, como a referenciar, o quadrado do circulo, ou alguém, portanto ligado ao bando dos quatros, que remete em linguagem histórica para o tempo das purgas na china a agora para uma relaçao com algumas desgraças mais recentes de outras naturezas

T r es dam as vo da f one, t r es al fi net es de dama da vo da f one, u ns en c on t rie u di s post on o pr é di o da t r esa a ll ado de uma mesa , um cir cu dez e um q ua dr ado, co mo a refer en cia ro q ua dr ado do circulo, ou al gume porta n to li gado ao bando dos q ua t ros, q ue r e mete em m l in g ua ge m hi s tó ri aca para o te mp o das p ur gás na c h ina a ega o ra para uma relaçao com al gum as de sg r a ç as maís rec e nete sd e o u t ra s nat ur e za z

No meio da conversa me mostrou a irma um livro de poemas de um autor que parecia blake, assim cabelos compridos tipo indio, mas que era de um escritor de um dos antigos países de leste, um poeta, que fora internado num hospício e assim na aparência morrera, sai dali e o espírito me disse, velhas contas da tasis

No meio da c on v e r sa me mo st ro ua irma um l iv ro de poe ema sd e um au tor q ue par e cia b l ak e, as si m cab e lo s co mp rid os t ip o in di o, mas q ue ra de um es c riti r de um dos an t i g os pa ise s de l este, q ue f o ra in te ra ando num hi s p o i cio e as si mna a ap ren cia mor r e ra, sa id dali e o es pei rt o me di s se, v e l h as c on t as da t asis

Chama-se o jardim dos caminhos que se dividem, o poder do centro, e uma sombra agora ao chegar estava sobre o catalogo, como a asa de um pp, pomba me mostrou agora ao sair do café belíssimo, muito gente por ali na rua, estrangeiros, tudo muito agitado, esta sombra é como um bico, que se projecto no poder do centro, ou seja do pp

C hama do traço da inglesa se o jardim dos ca minho s q ue se d iv id em, o p ode r do c en t ro, e uma s om br a agora ao che g ar est ava s ob reo cat al ogo, co mo a asa de um pp, p om ba me mo s t ro u agora ao sa i r do ca fé be l iss i mo, mui to g en te por al ina rua, es t ran geiro s, tudo mui to a gi t ado, est a s om br a é co mo um bi co, q ue se pr o ject on o poder do c en t ro, o u se j ad o pp

Na primeira pagina um citaçao de jorge luis borges, ficciones, pense en um laberinto de laberintos, en u sinuoso laberinto creciente que abarcara el pasado y el provenir y que implicara de algún modo los astros. Absorto en essas ilusorias imágenes, olvidé mi destino de perseguido. Me sentí par um tiempo indetreminado, pecibidor abstracto del mundo, el vago y vivo campo , la luna, los restos de tarde, obraron em mí

Na p rim e ira pa gina um cita sao de jorge lui s bor g es, fic cio n es, p en se en um la be rin t y os, en un sin u oso l abe rin to c r we cie en te q ue ab ar a cara el pasado y e l pr ove ni ru q ue i mp li cara de al g ún m id o los as t ros. Ab sor to en es sas i lu s so ria si máge n es, ol v id é mi de s t ino de per se guido. Me s en ti par um tie mp o id e t r e m ina ado, pe ci bid o ra ab s t rac to del mundo, e l v a g o y v ivo vam p o , la l un a, lo s r es t os de t arde, ob ra ron em mí

A pomba ali voando, a pomba da ameli da muge, da vaca, assim me desvelou agora a faca das letras, me mostrou, o guedes, olá gelados magnum, ou sej relacionado com calotes, e questões no norte do planeta e outra aqui neste capitulo referenciadas, da pastelaria pronto a comer com letras Áustria húngaras, das ss, o circulo de noventa e nove, seth, de noventa e nove, primeiro do quadrado do nono, talho, o ponto, pa e la ria pada ria serpente da beira tejo, do gás invertido, a asa da pomba da linha da quadrícula em que um pequeno ser se deslocando agora me mostrou, ser a linha do cotovelo, da marca no joelho, o boxer , o sarmento morais da e w duplo circulo de noventa e nove cm, setecentos e vinte sete, roma arieiro, zagalo maior cinquenta e nove, grupo do talho de alcantara, sessenta e nove dm do rover do nono de noventa e sete, serpente do angulo do quadrado do nono de setenta e quatro da tv, nino es agencia funerária prazeres e lapa, ag a ll net, noventa e seis , oitavo do circulo do terceiro, do segundo do circulo do vinte e oito, pastelaria das letras hunas, alemãs ou austríacas, da biel jessica, moura guedes, ou mesmo só o guedes, da magica austríaca, um mercedes ao passar, me mostrou um reflexo doirado na estrela negra e prata, vasp p vaso serpente hd noventa e sete cm all, do tambor, dupla estrela dia do x do sessenta e nove, uma jante da vesica de prata fb cinquenta e sete encostada num passeio, portela car lx

A p om ba al i vo ando, a p om ba da ameli da muge, da v ac a, as s i m me de s velo u agora a f aca das letras, me mo st ro u, o guedes, ol á ge l ado s mag n un, o u sej r e la cio n ado com c al ot es, e q u es to es nono r te do pala ane neta e o u t ra aqui nest e ca pi ru dez refer en cia ada sd a p as tela ria pr on to ac co mer com letras a us t ria h in gara s, das ss, o cir cu l dez de n ove en ta en ove, seth, de n ove en ta en ove, p rim e rio do quadrado do nono, t alho, o p on to, pa e la ria pada ria ser p en te da beira te jo, do gás invertido, a s asa da p om b ad a linha da q ua dr ricula em que um pe q e un ser se de ss lo can do a g o ra me mo s t ro use ra linha doc oto v e lo, da ma rca no joe l ho, o boxer , o sar m en to mo rai sd a e w du p lo circulo de noventa e nove cm, sete c en to s e vinte sete, roma ari e i rto, za galo maio r cin qi eu en te en ove, g rup o do t alho de al can tara, se s senta en ove dia maior do rover do nono de no v en ta e sete, serpente do angulo do quadrado do nono de setenta e quatro da tv, nino es a g en cia f un e rá ria pr az e r es e lapa, ag a ll net, no v en ta e sis es , oitavo do circulo do terceiro, do segundo do circulo do vinte e oito, pastelaria das letras hunas, al ema s o u a us t ria ca s, da bi el je s se i ca, moura guedes, ou me s mo só o guedes, da mag u ca a us t ria aca, um mer cede sao pa s sar, me mo st ro u um r e f l ex o do irado na estrela negra e p rata, vasp p vaso ser pente hd no v en ta e sete cm all, do tam bo r, d up la estrela dia do x do se s senta en ove, uma j aa te de v e sica de prata f b cin q un te e sete en costa ada n um pa s seio, por tela car do l x

continua

serpente hi, energia, i zorro rx