sexta-feira, setembro 19, 2008

Hoje por um do jornais lidos no café, a propósito da afinsa, ou seja das historias de selos em e com Espanha, ou carimbos, com eventuais martelos e machados para ser mais especifico, ao que parece então segundo a indicação, o tal da marinha do trinta e um da armada, é dedo e o ros do bar do figueiredo, o pai da puta que me trás o filho roubado, bela imagem de como estes cabrões que se dizem militares e ainda por cima com patente, oficiais, assim se crêem , usam os militares, as estruturas as logísticas e o saber de respeitadas instituições e as pervertem para dar cobertura as suas manhas, e a roubos de crianças. Pedofilos é o que são, se este ligação assim for, temos então o responsável e seu grupo, por o que se passou no terreiro do paço, aqui relatado, e provavelmente pelas ultimas quedas de aviões e eventualmente tambem pelo choque dos comboios, a fragata no tejo dava pela sua assinatura do seu nome, uma precisa indicação de um aviao a jacto, como é senhor que se diz ser presidente e é tambem por inerência das vestes que carreia, o chefe supremo das forças armadas, o que faz, para além dessa representação na capa dos jornais, a tal fotografia encenada? Vai portanto cobri-los mais uma vez , dizendo como ontem o ouvi na rádio com uma voz, muitos tranquilo e profunda, a dizer, que é difícil saber a origem dos problemas com os combustíveis, explicação da treta, por parte de um personagem que certamente muitos actos cobrira, pois por função tema acesso a informação priveligiada, ou vi ainda pelo espírito que fora o responsável do vaso maior em oitenta ou sete , ou por aí, e que fora tambem o zagalo maior em noventa e oito?

H oje por um do sj o rn a is lidos no ca fé, a pr o p os i to da a f in sa, o u seja das hi st
Ap psp t olo ro ria sd e se l os em e com es penha, ou car rim bo s, com v en t ua is mat r leo se macho do s para ser maís es pe ci fi co, ao q ue pa rece en tao se gun do a indica sao, o t al da marinha do t rin t a e um da arma ar mad a, ab ala, é dedo e o ros do bar do figueiredo, o pai da puta q ue me t ra s o fi l ho ro ub ado, be la i mage m de como est es c ab ro es q ue se di ze m mi l it a r es e a inda por c ima com pat en te, o fi cia is, as si m se c r ee em , usa sam os mi l i ta r es, as es t ru r ur a sas lo gi s tica se o saber de r es pe i t ada sin ns t u it ç o es e as per v e r te m para da r c o be r tura as s ua s manhas, e a ro ub os dec r ian ç as. Pedo fi l os é o q ue são, se este li g ac sao as si m for, t em os en tao o r es ponsa ave l e seu g rup o, por o q ue se pa ss o un o te rr ero do paco, aqui r e la t ado, e por v ave l e mn te pe la sul tim as q eu da sd e avi o es e eve en tua le mn te t am b em p elo c h o q ue dos com boi os, a fr a gata no tejo da ava pe la s ua as sin at tura do s eu no me, uma pr e cisa indica sao de um aviao a j ac to, co mo é s en hor q ue se di z ser pr e side dente e é t am b em por ine ren cia das v est es q ue car rei a, o c h efe s up r emo das f o rça s ar mad as, o q ue f az, para al é m de s sa r ep r es en taçao na capa dos jo rna is, a t al f oto g raf ia anc en ad a do miguel esteves cardoso foice v a ip porta n to co br i do traço ingles lo s maís uma ave z , di zen do co mo on te mo o u vi na rádio com uma v oz, mui to s t ra n q u i lo e pr o fun da, a di ze r, q ue é di fi cia l s abe ra ori e ge m dos pr ob l ema sc om os com b us ti v e is e x p li caçao da t r eta, por p arte de um per son a ge m q ue ce rta mente mui to s ac to s co br ira a ps o t olo, p o is por f un sao t ema ac esso a in for ma çap pr ive ligia dao u vi a inda p elo es pei r to q ue f o ra o r es ponsa ave l do vaso maio rem o it en a to u sete , o u por aí, e q ue f o ra t am b em o a galo maio rem no ove en t a e o i to da foice


Contudo agora no corte das palavras, me aparece o sj, ou seja o sindicato daos jornalistas, na rua perpendicular a vitor cordon, a do hospital da ordem da trivela terceira, ou seja açores, masi uma vez, do ca da fé do lido, ou seja do cinema a propósito da afinsa

Co in tudo agora no c orte das pal vaso ra s, me ap ar rece o sj, o u seja o sin di cato dao s j o rna lia s, na rua pe rp e r dn cu lar a vitor co r don, a do h o spi t al k da ordem da t r evira, o u seja ac l ç o r es, masi uma ave z, do ca da fé do lido, o u seja do ci en me a pr o posi t da a fi n sa

Nem de propósito como sempre ele o é, mesmo que provocado por mao alheia, o que mais seria neste caso de escrita que já vem do bandido do dn, saber quem é que está com outros escrevendo um guião que terá que ter sido preparado com muito tempo, a espirito me acrescentou, que já o fora escrito há dois anos, que foi o facto de depois de ter aqui escrito sobre as garras da dianne, logo ontem ela apareceu, num anuncio na quatro, que foi a primeira vez que o vi, parecia uma promessa de encontro, num cinema, como evocavam minhas letras recentes, que diziam de meu coraçao, que saudades, amada de ir assim a um cineminha e te por a mao no joelho, um encontro com perfume a falhado, pois quando a bela dianne se senta, está na aparência sozinha, o anuncio corre, tudo ele, é de pressa, que trata e fica assim nos corações da gente o stress da pressa, de não perder, o que for, inclusive um encontro com nossa amada, espertos, as bestas, como de costume, a fazer mexer as gentes, que bela a menina está, de repente quand a vejo nos últimos planos muito parece a keira em versão loira, curioso

Ne m de pr o pro si to co mo se mp r e el e o é, me s mo q ue por vo c ado por mao alheia, o q ue maís se ria nest e ca s ode es c rita q ue j á ve m do bandido do dn, s ab e r q ue m é que está com outros es c r eve en do um gui ap q ue te rá q ue te r si do pr epa r ado com mui to te mp o, a es pei rito me ac r es c en to u, q ue j á o f o ra es c rito h á do is ana os, q ue f oio f ac to de dep o is de ter aqui es c rito s ob rea s garra sd a di anne, l ogo on te m el a ap a rec eu, n uma n un cio na q ua t ro, q ue f oi a p rome ria ave z q ue o vi par e cia uma pro me s sa de en c on t ro, num c ine ema, co mo evo c ava vam am min h as le t ra s rec en te s, q ue di z iam de me u cora sao, que s au dad es, am ada de ir as sima um c ine mim h a e te por a mao no joe l ho um en c on t ro com pe f ume a f alha ado, p o is q u ando ab el di anne see es en ta, est á na ap rec na is oz in h a, o a n un cio co r re, t u d o el e, é de pressa, q ue t rata e fi ca as si m nos cora ç o es da g en teo st r ess da press a, de n cão pede ero q ue for, inc l us iv e um en c on t ro com nossa am ada, es per to sas best as, co mo de cos t u me, a f az e r me xe ra sg en te s, q ue be la a me nina est á, de r ep en te q u and ave vejo nos u l timo s p ç ano s mui to pa rece a k e ira em v e r sao loi ira, cu rio s o


Depois o cio fora montado pela quatro e me levou meus passos, a uma pequena volta pelas redondezas aqui, já noite era, a primeira indicação do cio no telejornal do pinto, era o portão do leao, ou seja, remetia para o portão lateral das necessidades, onde está a tapada que trás o leao, que eu acabara de referenciar na visao sobre s russia, a ultima aqui publicada, e assim lá fui ver o que se passava, no chao ao lado do portão da gnr, um pedra da calçada, ali disposta, por mao alheia, e masi uma vez as fitinhas brancas espalhadas pelo chao, ao lado de um carro de prata francês, com um ursinho pendurado no retrovisor, nem li, nem toquei , na amurada, um casal com capacetes nas corres do templo e uma respectiva vespa tambem de prata uma cento e vinte e cinco, depois caminhei, por uma outra referencia que aparecera , ou fora posta para aparecer, assim mais me parece, na noite do apagão, que será depois em maior detalhe explicada, e ontem assim li

D ep o is o cio f o ra mon t ado pe la q ua t ro e me l evo u me us pa ss os, a uma pe q eu na vo l ta pe l ç as red don de za s aqui, j á no i te e ra, a pr im e ira indica sao do cio no tele jo rn al do pi n t y o, e ra o por tao do leao, o u seja, r e met tia para o por tao la t real das ne ce s sida d es, onda est á a tapada q ue t rá s o leao, q ue eu ca bar a de refer en cia r na visao s ob re s ru ss ia, a u l t ima aqui pub li c ada, e as si m l á f u i v ero q ue se pa ss ava, no cha ao a o l ado do por tao da gn rum ped ra da calçada, al i di s post ap o r mao alheia, e masi uma ave za s fitinhas bar ancas es p alha da s pe l s o chao, ao l ado de um car ro de p rta fr anc es, com um u r i sn ho p en du r ado no r e t ro vi sor, ne m li, ne m to q eu ina am ar a dd a um c a são l d s argento deitado com capa ce t es nas co rr es do te mp lo e uma r es pe ct uva v es spa t am b em de p rta uma c en to e vinte e cinco, dep o is ca min hei, por uma o u t ra r efe ren cia q ue ap ar e ce ra , o u f o ra post ap para ap a recer, as si m maís me par rece, na no ite do ap a g a o, q ue se rá dep o is em maio r d eta alho e x p l i c ada, e on te m as si m li

Eco na quatro, sobre valbom, no porto, uma serie de prisões,

E co na q ua t ro, s ob r eva l bom, no porto, uma se rie de pr is o es,

Dianne no cinema, não chegues tarde, rua dos brunos, um caixote de lixo na esquina com um onze invertido, que é como dois anzóis, clara a mensagem, o duplo anzol do grupo do onze, invertido, uma história do lixo do caixote, do grupo dos anzóis do grupo de onze, uma história antiga

Di anne no ce ine ema, n cão che g u es t arde, rua dos br un os, um ca ix o te de lico na es q eu ina com um on ze in v e r tid o, q ue é co mo do is na zo i us, ca l ra a mensagem, o du p lo na zo l do g rup o do onze, one v r tid o, uma hi st a ps oto dez ro ia do li xx o do ca ix o te, dog rup o dos na zo is do g rup o de on ze, uma hi st ap s oto dez primeiro do circulo da serpente do a ps oto dez primeiro do circulo toi da ira antiga

E de novo um pequeno sapato de bebe colocado em cimo de um pino de passeio ao lado de um taxi parado, outra vez o mesmo elemento desta linha que estes malandros continuam a encenar sem nada de concreto desvelar, crianças brincavam na rua a esquerda do largo, da rua direita, um casa arquitectura moderna branca e com chapas de metal cinza como a de xisto, ou melhor cor de xisto, numero vinte e um , fechada, na aparência toda fechada, no espirito assim li, x maior em noventa e seis, xx ,do quadrado do zagalo maior do ze dos bois, um zagalo, um quadrado de um zagalo que por ali morará

E de n ovo um pe q u en o sapa pato de bebe c olo c ado e mc imo de um pi ino de pa s seio ao l ado de um t ax i p ara ado, o u t ra ave zo me ms o el e mn to de sta linha q ue est es m ala lan d ros conti n uam a en c en ar se mna ad a de c on c r e to d es v e al r, c r ian ç as b r inca vam na rua a es q u e rda do l argo, da rua di rei ta, um c asa arquitectura mode rna br anca e com c h ap as de met al c in za como a de xi s to, o u mel h or co r de x is to, no um ero vinte e um , fe c h ad ana a ap rec ni a toda fe c h ada, no es pi rito as si m li, x maior em n ove en ta e se is, xx ,do q au dr q ado do za galo maio r do ze dos bo is, um za galo, um q ua dr ado de um za galo q ue por al imo mora rá

Uma mota de prata com suspensão traseira , forquilha negra, em negro, trazia um autocolante, i read your e mail, um jornal ao aldo pretendia acrescentar o restante, se bem que o sentido fosse duplo, to sam, ou to ford, ao lado da loja do Nepal onde em dia recente vira os punhais tibetanos do circulo do onze , isto virado , a moto e o seu dizer, para a casa da gaby que outrora comigo trabalhou e que creio que trabalhará para o moniz, com luz no segundo andar, no eixo da ar telecom, que é provavelmente quem intercepta as comunicações via ar, ou pelo menos um dos múltiplos grupos que o fará, ou mesmo como agora aparece se desvelar, a intercepção dos e-mail que envio, e então o local de onde vem os tais estranhos recibos, como o que apareceu do palácio de belem, oi ainda, toda esta história montada como cobertura para confundir a questão desta acusação muito séria, que mais uma vez não teve resposta por parte de nenhuma autoridade nem da pt , secção de fraude a quem contactei

Uma m ota de p rata com s us pen sao t ar se ira , for q u ilha ane negra, em ne g ro, t ra z ia um au to da cila do circulo da ila da lan da te, ii rea ad y o ur e ma i l, um jo rn al ao al do pr e t en dia ac r es c en t ra o r es t ante, se b em q ue o s en tid o f os se du p lo, to sam, ou to ford, ao l ado da lo j ad o ne pal onda em dia rec en te v ira os p un h a is t ibe t ano sd o circulo do onze , is to v irado , am oto e o s eu di ze r, para a c asa da g ab y q ue ao u t ro ra co mig o t r aba alho ue q ue c rei o q ue t r aba alha la rá para om oni z, com l us no se gun do anda r, no e ix o da ar tele c on, q ue é pr ova v el que mente q eu m in te r c e pt a as co muni caçoes v ia ar, o u p elo m en os um dos mul t ip lo sg rup os q ue o fa rá o u em s o c omo agora ap arc e se de s v e l ar, a in te rc ep sao dos ema i l q ue en cio, e en tao o l ocal de onda v emo s tais es t r anho as rec i b sc omo o q ue ap ar e c eu do pal cio de be l em, o i a inda, toda esta hi s tó ria mon t ada como co be rt tura para c on f u di ira q eu s tao de sta ac usa sao mui to sé ria, q ue maís uma ave z n cão teve r es post a p o r p arte de n en h uma au tori dade nem da pt , sec sao de fr au de a q eu m c on t ac te i

Que merda é esta do sapato de bebe, que andam por aí a por em diversos locais?

Relacionado com a trivela, agora se desvelou, ou seja com o quaresma, com a páscoa, e com o desaparecimento de um menino por bandas de sevilha de etnia cigana, pois um outro elemento ali estava, dois casais com um bebe num carrinho cujos ténis eram ondas negras como serrilha nas solas brancas, ou seja as ondas da serra da ilha da ana, assim parecia dizer, o visto, os dois senhores, levavam o carrinho a frente, atras as duas senhoras, um dela ao passar em breve, me pareceu que trazia manchas vermelhas na altura do peito e do pescoço, como a falar de uma história de sangue

Q ue mer da é est ado sapa pato de bebe, q ue anda do dam por aia por em di versos l o cais foice

R e la cio n ado com a t r iv e la, agora se d es v e lu, o u seja com o q au r es ma, c oma p as coa, e com o de spa rec i e mn to de um e mn ino por ban da sd es e v ilha de e t en ia ci g ana, p o is um o u t ro el e mn to al i est ava, do isca sis com um bebe nu mm car rin h o c u jo s te ni se ram ondas negras como se r r ilha ana nas sola s br ancas, o u seja as ondas da serra da el h ad a ana, as si m par e cia di ze ero vi st o, os do is s en hor es, l eva v am o c r rin h o a fr en te, at ra sas du as s en h ro as, um dela ao pa s sar em br e v, me ap rec eu q ue t raia man c h as vermelhas na al tura do pei to e do p es coço, c omo a fala r de uma hi s tóri ad e sangue

Lembrei-me de uma noite no bairro alto, em que por lá andei às voltas, e de um grande cao pelo branco que encont4rra numa das ruas e com ele um pedaço caminhei, depois me dirigi, a porta da galeria do zé dos bois, que estava fechada, o cao tambem, com ele atrás um rapaz grande vestido de negro com barbas espessas, que pelos visto deveria à galeria pertencer, pois lá entrou, o curioso e desvelador pormenor, fora que quando tentava tirar a chave, a mala do seu pc, sem pc, se abriu e caiu no chao jorrando papeis por todo o lado, subira isto agora a memória, pois o cao era de certa forma semelhante a um outro que há poucos dias aqui me relembrei, o cao ao lado da charlize theron, na tal bela foto dos dois, a leitura que tive do rapaz na queda da mala do pc, fora , estes rapazes, trazem coisa aqui dentro meio escondidas mas que acabam sempre por se espalhar

L em b rei do traço da inglesa me de uma no ite no ab birro, rendas al to, em q ue por l á ande i à s vo l t as, e de um g ram de cao p elo branco q ue en c on t 4 r ra numa das ruas e com el e um peda aço ca min hei, dep o is me di rig ia porta da gal e ria do zé dos bo is, q ue est va f eca h ad, o cao t am b em, com el e at rá s um ra p az g ar n de v es tid o de n e g ro com do barbas, es p es sas, q ue p elo s vi s to de eve ria à gal e ria per t en ce r, p o is l á en t ro u , o cu rio s oe de s vela dr o pro m en or, f o ra q ue q u ando t en t ava t ira ra c h ave, am ala do s eu pc, se m p c, se ab r i ue ca i un o chao jo rr ando pap e is por todo o l ado, s ub ira is to agora a me mór ia, po i s o cao e ra de ce rta forma semem l h ante a um o u t ro q ue h á p o u cos dias aqui me r e l em b rei, o cao ao l ado da c h ar l ize the ron, na t al be la f oto dos do isa leitura q ue t iv e do ra p za na queda da m ala do pc, f o ra , est es ra pa x ze s, t ra ze m co isa aqui den t ro mei o es condi da s mas q ue c ab bam am se mp r ep o r se es spa p alha r

Este trajecto que fiz se o cio fora montado na noite pal quatro, começara a indicação do trajecto com uma carrinha que aqui aparecera na aparência para reparar as antenas da optimus, e ne apontara ele o terceiro e quarto gato, ou seja as antenas tres g e quatro g, o papel estava em frente a carrinha, e era da direcção de um restaurante cujo símbolo é um prisma, ou seja do prisma do restaurante do oriente, provavelmente a ver com a fundação oriente, pois em dia recente assim li no pingo doce, o melancia, o homem do faz, e em dia recente ali ao lado do museu caminhando, uma estranha piscina para bebezinho em frente me chamou a atenção, mais um perfume de grande sangue ali associado a fundação , ao museu do oriente, e ao melancia que estranhamente aparecera antes pela Palavra no exemplo das sardinhas entre hong kong e china, mais seria então correcto dizer-se entre Macau e china, os tremores

Est e t ra ject o q ue fi z se o cio f o ra mon t ado na no i te pal quatro, com e ç ar aa indica sao do t ra je c t o com uma ca r rim h a que aqui ap ar e ce ra na ap rec nia para r epa ra r a sam te as da o pt i mus, e ne ap on tara el leo terceiro e q u a rto gato, o u seja as ant en as t r es sg e q ua t ro g, o pap e l est ava em fr en te a c ar rinha, e e ra da di rec sao de um r es tau ra n tec u jo s im bo o é um p r isma, o u seja do pr isma do r es tua ra n te do ori en te, pro ova ave le mn te ave r com a f un da sao oriente, po is em dia rec en te as si m li no pi n g o do ce, o me lan cia, o h oe m do f az, e em dia rec en te al i a o l ado dom mu use se u ca min h ando, uma e ts r anha pi sc ina para bebe z in h so em fr en te me c h am o ua a t en sao, maís um pe rf u me de g rande san g ue al i as s o ica do a f un da sao , ao mu s eu do i ren te, e ao melancia q ue es t ra n h am en t re ap ar e ce ra ant es pela Pala vaso ra no e x m ep dez das se rin hd as en t re h om n g k ong e c h ina, maís se ria en tao co rr e ct o di ze r. se en t re m ac au e c hi ina, os t r em o r es

Dizes que leste os meus e-mail, sem mesmo dizer quais, mas insinuas numa dupla possibilidade, como um jogador a lançar dados e a pescar peixes, se calhar inocentes ou não tanto, a sam americana da ford, quem será, a dianne? , como imagem da Casablanca que aparecia agora num dos desenhos do aviao feitos pela teresa dias coelho, como um símbolo de uma abelhinhas, por debaixo da carlinga, o aviao que trás a bela ingrid, e seu marido a fugir dos nazis, depois de bogart ter dado um tiro no colaboracionista, o aviao semelhante, um dakota, aquele que uma note passou no ceu nos olivais, aqui narrado, e um espelho que estava posto no largo onde se encontrava o sapato, encostado ao caixote de lixo verde, a apresentar, de novo um cartão onde se lia o onze invertido, assim como dois anzóis, de uma historia do passado, ontem vira um outro na rua ao para casa caminhar, ali ao pe da cas de york, apontava as pedras do prédio em frente, depois de passar por um café onde de fora vira a miss piggy, tinha eu encontrado a xana do rádio Macau, ficar com ela um pouco a conversar, e de repente me disse, esta rapariga é parecida com a miss piggy, já o espírito me tinha desvelado depois do encontro estar ela ligada com algumas pedras que em foram enviadas das ilhas do norte, em tempos antigos de desvela agora , a ana, a ana da grupo pala , as rugas do amor


Di ze s q ue l este os me use- mail, se m me s mo di ze r do quais, mas in sin u as n uma du p la p os sibil id dade, co mo um jo g a dor a lan ç ar dad os sea pesca r pe ix es, se c la h ar ino c en te s o un cão t ant o, a sam am erica ana da ford, q eu m se rá, a di anne foice , co mo i mage m da c ac s ab l anca q ue ap ar e cia agora n um dos de s en h os do avi ao fe i ts o ep la teresa do ia da serpente do coelho, c o mo um s im b olo de uma abe l n h in h ap o r de ba ix o da car l ina, o aviao que t ra sa be la in g rid, e s eu mar id o a f u gi r do sn a z is, dep o is de bo g art ter dad o um tir o no calo rac i o ni sta, o avi ao semem l h ante, um da k ota, a q eu le q ue uma no te pa ss o un o c eu nos ol iva is, aqui na rr ado, e um es pe l ho q ue est av p os ton o l argo onda se en c on t rava o sapa pato, en co s ta do ao ca ix o te de l i x ove verde, a ap r es en t ar, de n ovo um car tao onda se l ia o on ze in v e rid o, as si m c omo do is na zo is, de uma ho st a p s o to lo roi a do passado, on te m v ira um o u t ro na rua ao para casa ca min h ar, al i a o pe da cas de y o r k, ap ao n t ava as pedras do pr e di o em fr ente, dep o is de pa s sar por um ca g é onda de f o ra v ira a miss pi gg y, tinha eu en c on t r ado a x ana do rá di o m ac au, fi rc ar com el a um po u co ac on v e r sar, e de rp en te me disse, est a ra pa rig a é par cida com a miss pi gg y, j ap oto lo o es pei r to me t ina h de s vela ado dep o is do en c on t ro est ra el a li g ad ac om al gum as ped ra s q ue em f o ram en vi ad as das ilhas do no rte, em te mp os ant i g o sd e d es vela agora , a ana, a ana da g rup o p ala , as ru gás do amo do rato

No espelho antigo da miss piggy assim li, happy mul, os tigres, es as di segundo dp duplo circulo do infinito

No es p e l ho ant i g o d a miss i p do po do duplo gato do Y, as si m li, h ap p y da mul, os dos tigres, es as di segundo dp duplo circulo do infinito

Depois pela noite , na quatro ainda, um filme, um estranho filme de uma rapariga que se dizia perseguida e que afinal era a assassina, penso, na historia dos sapatos, mna imagem de outro dia ao acordar, do calado e da incriminação que tentaram com a tinta no carro, no meu ax, e de repente me parece muito plausível que alguém que tenha atropelado uma criança, seja primeiro uma mulher, e que o grupo que protegeu essa mulher, o terá assim ordenado para me culpabilizar a mim, e de repente vejo nisto tudo , ou a isto tudo, ligado o manuel amaro da costa, sobrinho do que morreu com sá carneiro, e a ines, pois sabe meu coraçao que ela a isso terá dado cobertura, por detrás do livro dos comboios, que se reflectira no acidente do comboio na california, as cassetes vhs de uma serie feita para a edp com um rapariga e um grupo de rapazes que andava pelo pais, e um eco depois do apagão, sobre uma queixa europeia, os aldrabões aqui a dizerem, que tinham a golden share, ou seja, a espionagem sobre o outro azul, para em caso de segurança, poderem fazer o que queriam com a electricidade invocando mesmo razoes de segurança das gentes e do estado, como a pretenderem dizer sem dizer, o que levou ao apagao, sendo que o espirito me acrescentou, morreriam todos, pressupõem-se na lapa, se a luz não se tivesse apagado, a ver vamos da conta que ainda está aberta,

Continua, indo para o pseudo acidente da california

Dep o is pe la ano ite , na quatro a inda dam am, primeiro fi l me, um est r anho file em de uma ra pr rig a q ue se di z ia per se guida e que a fi n al era a as sas sin a, p en son em a hi st + ro ad os sapa pato s, mna i mage m de outro dia ao ac o rda r, doca l ado e da inc rim ina sao q ue t en at ram com a t in t ano carro, no me u ax, e de r e pen te me pa refe mui to pal u s iv el que al gume q ue t en ha at rop l ado uma c r ian ç a, seja p rim e iro uma mul her, e que o g rup o q ue pro te g eu ess am mul her, o te rá as si m or dena ado para me c u l p ab i l iza ra mim, e de r ep en te vejo ni st o tudo , ou a is to u to li gado o manuel amaro da casta e a ines, p o is s abe m eu cora sao q ue el aa iss o te rá dad o co be r tura, por det ra sd o livro dos com boi os, q ue se r efe l ct ira no ac in det e do com boi on a cali for ni a, as ca s sete s v h sd e uma se rie fi eta para a e dp com um rap rig a e um g rupo de ra p az es q ue anda ava p elo pa ise um e co dep o is do ap a g a o, s ob re uma q eu ix a eu rop e ia, os alda br o es a ki ia di ze rem, q ue tin ham a gol den s h ar e, o u seja, a es pi on a ge m s ob reo o u t ro az u l, para em c as o de segur anka, p ode rem f az ero q ue q eu r iam com a le ct ric id ad e in vo can do me s mo ra zo es de segur anca das g en te sed o e ts sado ado, co mo a pr e t en de rem di ze r se m di ze ero q ue l evo u ao de s li g ao, s en do q ue o es pei rito me ac es c en to u, mor r iria am todos, pr es s up poe em traço da inglesa se na lapa, sea l u z n cão se t ive s sa ap aa gado, a ve r v am os da conta q ue a inda est á ab e rta,

Conti n ua, indo para do circulo do ps eu rip europeu do ac, id da nete da c al i for nia

l te serpente do vaso a o Y