domingo, setembro 21, 2008

pois é bela menina de meu coraçao, assim que ao longe estava em silhueta do outro lado da avenida, algo me fez atravessar para ver, e era a menina gisele, olhando de cima com as maos na anca , não sei bem se zangada ou não, mas muito bela, olho sua face e sempre a acho bela, depois veio o vento, e choveram mesmo frutos das arvores a meu passar, parecia um bombardeamento, eu até acho piada, desde que não me acertem ou acertem em outro que sem cuidados vao a passar, o que foi o caso, assim me rio de toda aquela fúria ou expressão de forte sentimento, agora se me desvelou , ser dôr, já o senhor no café da estação fizera estranho gesto com seu suas ancas virado para a maquina da Brasília, assim meio italiana, fizer como o que uma contracção, está a ver de qual falo, não fosse a maquina ser de metal e de café, como a dar o mote, da leitura que já aqui no texto anterior referenciei, a da serpente do om do lux , ou do primeiro ux do primeiro vaso do x,

p o is é be la me nina de me u cora sao, as si m q ue ao l on ge est ava em si l h ue eta do o u t ro l ado da ave ni da, al g ome fez at ravessa r para vere e ra a me nina gi sele, o l h ando de c ima com as mao sn a anca , n cão se ib em se zan gado o u n cão, mas mui to be la, o l h o s ua f ac ee se mp rea ac h o be la, me s mo s ab en do q ue é uma co br in h a da a us t ria , o up o rai, de pp o is veio ove en to, e c h ove r tam me s mo f u to sd as ar vo r es am eu pa s sar, par e cia um bom aba r dea men to, eu at é ac ho pi ada, de sd e q ue n cão me ac e rt em ou ac e r te me emo u t ro q ue dec u id ad am mente vao a pa s sar, o q ue f oio caso, as si m me rio de toda a q u l e f ú ria ou e x press sao de forte s en tim en to, j á o s en hor no ca fé da est aç sao fi ze ra es t r en ho g es to com s eu s ua s anca s v irado para am a q u ina da b rai si l ia, as si m mei o ita liana, fi ze rc omo o q ue uma c on t raçao, est á ave r de q ual f alo, n cão f os sea ma q u ina ser de met al e de ca fé, como a da r o m ot e, da lei tura que j á aqui no e t x to ante rio r refe r en cie ia da ser p en te do om do lux , ou do primeiro ux do primeiro vaso do x,

não sei contudo se seria brasilia a faze-lo a italia, ou italia a faze-lo a brasilia, se fossemos pela posição clássica ou estatisticamente mais praticada , seria brasilia a faze-lo a itália, mas estatísticas são simples operações numéricas, de quantidades medias de abstracções, e em termos individuais as coisas são sempre distintas unidade a unidade

n cão se i contudo se s e ria bras i l ia a f az e dot traço ingles do primeiro do circulo da primeira de italia, ou italia a f az e lo a br as i l ia, se f os s emo s pe la p o siç sao c l ass sico coa o u es tati st i ca mn te masi pa rt i c ad a , se ria br as i l ia a f az e do traço do ingles l circulo da primeira itália, mas est ta it cas são simples opera ç o es numéricas, de q u ant id ad es me didas de ab as t rações, e em t r emo sin di vi du asi as co isas são se mp re di s tintas uni dade a un id ad e

por baixo da menina no mupi ali em alcantara, o alemão da tv, no tal programa da roda de não sei que sorte, talvez a dele, e de quem tenta assim a vida em ganho rápido, acabara outra roda de se manifestara no ceu pelas nuvens fazendo rodar os raios de sol no fim da tarde ao entardecer, de maos para cima, como se fazendo juz em mudo ao dizer , é a roda da vida, e a menina depois descendo aparecia

por r e b ba ix o da me nina no da mu pi al i em al ac can tara, o al leão da tv, no t al pt o g rama da rid a de n cão sei que s orte, t alvez a dele, e de q eu m t en t a as sima v id a em gan ho rá pido, ac ab a ra o u t ra roda de se m ani fe ts ra no c eu pe l as n uve sn fazendo ro da ros rai s ode sol no fi m da trade ao en t ar dec e r, de mao s para c ima, co mo se fazendo j u ze m mudo ao di ze r , é a roda da v id a, e a em nina d ep o is d es c en do ap ar e cia

depois em dias mais recentes, cada vez que lá passo, calha o movimento ser o contrário, levanta a menina o rapaz da tal roda da sorte, que diz ser em vez de jogo da gloria , ou melhor de concurso, e parece que ele vai a sair por cima para o ceu, a mim parece-me melhor este movimento, no entretanto depois de publicar as minhas ultimas palavras para si, parece qu o seu namorado, se magoou no joelho a jogar, pois lhe deverá dar muitos beijinhos a ver se o cura

dep o is em dias maís rec en te sc ada ave z q ue l á passo, c alha o mo vi men to s ero c on t rá rio, l eva anta a me nina o ra p az da t al roda da s orte, q ue di z ser em v e z de j ogo da gloria , o u me l hor de c on c ur rose pa rece q ue el eva ia sa i rp o rc ima para o c eu, a mim pa rc e do traço da inglesa meme l hor este mo vi men to, no en t r eta n to dep o is de pub li cara s min h as u l tim as pala vaso ra spa para si, pa rc e q u os eu namora ado, se mago u on o jo e l ho a jo g ar, p o is l he de eve rá d ar mui to s bei j in h os ave r se do circulo do cura

depois de publicar o texto de domingo, quatorze de setembro de dois mil e oito, a esquina do rio se iluminou nos links em vermelho e apareceu o cursor tracejado como o vestido no desenho da menina que a teresa dias desenhou e que aparecera agora na foto do jornal de hoje nos destroços do choque de comboios na california, e depois no texto aparecia um referencia a sunday, que remete para blody sunday, e de repente me veio um flash que seria então o manuel e declinou em cascata na consciências, a memória de o ter visto com, creio ser sua esposa no café por debaixo da psiquiatra no principio da separação, e o ter ido cumprimentara e o achar muito estranho, agora na distancia parece ser obvio a relaçao com o sucedido, e depois ainda uma referencia ao bando dos quatro, que apareceu em texto recente, e de repente comecei a ver, o bando dos quatro, aqui, o manuel falcão , que ressoava tambem na ultima visao dos gaviões , primos de falcão, o morais sarmento que aparecia no jornal a fazer nem sei bem o que, um numero de ginástica, a dizer que não se importaria de ser presidente do psd, e faltaram mais dois, então, será o pedro um outro, falta um ainda, e depois me lembrei da analise da visao à volta da bomba na irlanda, que se prendia com o sunday, e do amok, e portanto de uma invocação que fora feita, e de um escutado que na altura no espirito ouvi, sobre, uma autorização da rainha, ou seja de uma rainha portuguesas que será então a rainha do bando dos quatro, assim faz sentido, o quarto, o portas?

D ep o is de pub l i caro texto de do mingo, q ua tor ze de sete m br ode do is m ile o i to, a es q eu ina do rio se i lo mino u nos li n k s em vermelho e ap ar e c eu o c ruso r t race jad o como o v es tid o no de sen h o da menina q ue a teresa dias de s en h o ue que ap ar ee ra agora na f oto do jo rn al de h oje nos de st roços do ch q ue de comboios na cali for ni a, e dep o is no texto ap ar e cia um refer en cia a sun d a y, q ue r e met e para b loo d y sunday, e de r ep en te me veio um fla s h qu e se ria en tao o am ne u l e dec l ino u em cas cat ana co ns i en c isa, am emo ria de o t e r vi st o masi c rei o ser s eu a es pao sa no ca fé por de ba ix o da ps i q u iat ra no p rin cip i o da se rp a raçao, e ot r e i do cu mp rie mn t ar e o ac h ar mui to es t r anho, a g o rana di st na cia pa arc e ser ob vi o a relaçao com o soci dido, e d ep o isa inda uma refer en cia ao bando dos quatro, q ue ap ar e c eu em texto rec en te, e de r e p en te com e ceia ave ro bando dos quatro, aqui, o manuel do facao, q ue r esso ava t am b em na u l t ima visao dos g avi o es, p rim e os de f al cao, o mor ia s sarmento q ue ap rec cia no jo rn al a f az e r nem se i be mo q ue, um nu m ero de gina ts i ca, a di ze r q ue n cão se i m p o i rta ria de ser pr es sid dente do psd, e f al ta ram maís do is, en tao, se rá o pedro um o u t ro, f al t norte sul a inda, e dep o is me l em b r ei da ana lise da visao à vo l ta da bom b ana irlanda, q ue se p ren dia com o sunday, e do amo k, e porta n to de uma in vo caçao q ue f o ra fe i ta, e de um es cua td o q ue na al tura no es pei rito o u vi, s ob re, uma au ot r iza sao da r ian anha, o u seja de uma rai n h ap o rt u g eu sas que se rá en tao ar a inha do bando dos quatro, as si m f az s en t rid o, o q ua rt o, o p ota s da foice

Hoje ao analisar de novos os frames do video da ascensão, um rectângulo negro me apareceu, na imagem, depois desapareceu, ou seja uma programação fora feita remotamente pela net para assim aparecer como dizendo o rectângulo negro sobre as aguas de prata, ou o rectângulo negro e prata do tracejado vermelho do rectângulo da esquina do rio, que é onde as aguas terao que fazer um curva e um angulo, depois ao descer ao café da estação, no painel do m vinte e quatro, ou da maria ou do manuel vinte e quatro, um outro teixeira me apareceu em imagem, já ontem tinha falado de um o severiano, e me esquecera deste que é obvio e para além de tudo trás seu gabinete ali na esquina da rua da emenda, onde a bandeira portuguesa bem a imagem do desgoverno das finanças deste pais, se encontra esfarrapada , ali estava o teixeira, que vira em dia seguido a publicar sobre teixeiras, no correio da manha a olhar de lado, com cara de chateado, agora sorridente, e um rectângulo negro sobre o branco em que sua face se recortava, aparecera, como a dizer, o rectângulo desta vez maçónico , o das finanças que me vai ao computador, provavelmente não ele directamente, mas alguém a seu mando, parece ser a leitura possível de se extrair, no ar o espirito malandrim, ia com sua cara de bandido, não esperava que demorasses tanto tempo a ultrapassar... fiz grrr por dentro, a mais estas provocações de cios


H oje ao ana lize r de n ovo s os fr am es do v id e o da as c en sao, um rec cta n gula ne g ro me ap ar rec eu, na i mage m, dep o is de sapa rc eu, o u s sej a um pro g rama sao f o ra fe i ta r em ota que mente pe l a net para ss im ap ar e ce rc omo di ze dn oo rec cta n gula negro s ob rea s aguas de p rata, o u o r e tca n gula negro e p rata do t race jad o vermelho do re cta n gula da es q u ina do rio, q ue é onde as aguas te ra o q ue f az e r um c ur va e um na gula, dep o isa o de sc e ra o ca fé da est ac sao, no pa ine l dom vinte e quatro, ou da maria ou do manuel das vinte e quatro, um o u t ro t eu xe u ra me ap ar c eu em i mage m, j á on te m tinha fala ado de um o s eve r ian ano, e me es q eu ce ra de ste q ue é ob vi oe para al é m de tudo t rá ss eu gabi nete al ina es q u ina da rua da emenda, onda a bandeira por t gi e sa b em a i mage m do de sg ove r no das f ina sç as de ste pa is, se eon contra es fa r rapa ada , al i est ava o teixeira, q ue v ira em dia se guido a pub l i car os br e teixeiras, no co r rei o da manha a olhar de l ado, o zaina crocodilo, como car ad e cha te ado, agora s or rid dente, e um rec tan g u l negro s ob reo branco em q ue s ua f az ce se r e co rta ava, ap ar e ce ra, co mo a di z ero re cta n gula de sta ave z m ac oni co , o das fi na sn ç as q ue me eva i ao co mp u t a dor, por v ave le mente n cão el e di r ec tamen te, mas al gume as eu man do, pa rece se ra leitura p os s ive l de se e x t rai r, no ar o es pei rito m al na d rim, ia com s ua cara de ban dido, n cão es pera ava q ue demo ra ss s es t na to te mp o a au l t ra pa s sar... fi z g r rr por den t ro, e est as pro ovo caçoes de cios

fui ver as notícias do acidente dos comboios, e me lembrei que abrira em dia recente um livrinho de comboios, que está na mesa no quarto de meu filho, direito, onde a asa do aviao , que é o tampo naquela parte, ou seja arredondada, com o que poderia ser um flutuador, ou seja portanto, estamos perante uma imagem de um hidroavião, ou seja ainda catalina, catalina remete para casa pia e pedofilia e abusos infantis, e por detrás da caixa do jogo da gloria, com o rapaz no pódio parecido com o outro que vira no jardim de império , assim num banco rebaixado de um carro, como a espiar, está o livro dos comboios, e por detrás ainda, um cofre de meu filho com moedas deles, que é uma ovelhinha e ao lado duas cassetes de vhs, com copias de um episódio que se passa salvo erro na serra de Arrábida, de uma serie que o manuel amaro realizou em que a latina europa fora por ele contratada como prestadora de serviços técnicos, para a edp, com uma rapariga e um grupo de meninos que viajavam pelo pais e que me apareceu de quando andei em arrumos da arrecadação

f u i vera s no tica sd o acide dente dos com boi os, e me l em b rei q ue ab r ira em dia rec en te um l iv rinho de com boi os, q ue est á na mesa no q u art ode meu fi l ho, direito, onda a asa do avi ao , q ue é o t am mp o na q eu la p arte, o u seja ar ren don dn dada, com o q ue p ode ria se rum for mula um tua dor, o u seja p orta n to, est am os pe ra n te uma i mage m de um hi dr o vi ao, o u seja a inda catalina, cat a l ina reme te para c asa pia e pedo fi l ia e b as us o in fan ti se p o r det ra sd o al caixa do j ogo da g lor ia, com o ra p az no po di o pa ar ce id o com oo u t ro q ue v ira no jardim de i mp e riso , as si m n um ban co r e b aixa ado de um car ro, como a es pei ar, est á o l iv ro do s com boi os, ep o r det ra s a inda, um co fr e de me u fi l ho com moedas de l es, q ue é uma a ove l n h ina e ao l ado du as ca s sete sd e v h s, com co pi as de um e pi s o di o q ue se passa sal vo ee r ro na serra de ar a bid a, de uma se rie q ue o manu e k amaro r e la i zo ue q ue a l a t ina pro du zi u, para a e dp, com uma rapariga e um g rup ode meninos q ue v ia j am vam pelo pa ise que me ap rec eu de q eu en do ande i em ar rumo sd a ar r eca da sao

ora o livrinho dos comboios, abri-o eu numa pagina que é tri dimensional quando se abre, e trás um comboio tipo foguete com cores amarelas e vermelhas, que diz city of , e depois o texto dá a restante resposta san francisco, e o curioso quando o abri é que me remeteu de imediato para a imagem do canyon en são francisco, em salema, na falésia de salema, pois a cor deste desenho é semelhante, assim avermelhada,

o ra o l iv rinho dos com boi os, ab r rato da sede inglesa do o eu numa pa gina q ue é t rid dim en sio n al q u ando se ab r ee t ra s um com boi o t ip o f o g eu te com cor es am ar e la se vermelhas, q ue di z city o f , e dep o is o texto d á a r eta sn te r es posta san fr anc isco, e o cu rio s o q u ando ao br i é q ue me reme t eu de i media tao para a i mage m do can y on en são f ar n c isco, em sal ema, na f al e is ad e sal ema, p o isa cor de ste de sem h o é semem l h ante ,as si m a ver mel h ada,

o texto diz assim , united states of america, now, we are travelling across amarica, anda have decided to go to the pacifica coast, amarica is a very alarge country , and the pacifie soast is very far away , so we are travelling on the union pacific, “ CITY OF SAN FRANCISCO”. Like the canadian train we have already seem, the trauns i the united states have to travel enormous distances and must be very fast and powerful. Here we can see one of america´s most famous trains- the union pacific railway city of san francisco, ot speeds across ama mar mr amercida greeen farmlands , dry deserts and through thr rocky canyons of america to the blue pacific ocean, by the way , did you noitce sometunhing about this train when it came into the station? It has no somoke comung from its engine. Do tyou know why this is?? You.ve guessed it rigth first time- it´s a diesel –electric train, and diesel electric trains have no smoke

o te t xo di za ss si m un i ted s tat es o f am ae rc cia, no w, we ar e t rave do corvo poe do l l ingles do ac ross am ar i ca, anda homem ave dec id ded togo oto the p ac i fi ca co a st, am a rica isa v e r y al ar ge co un t r y , and t he p ac ci fie s o as t is v e r y f ar a w a y , so we ar e t rave ll ingles on the uni on p ac i fic, ap as do circulo it do Y circulo do foret da serpente san e fr am circulo do isco da ds spa serpenet do ponto do angulo da a gn u lo do ike do homem doc do circulo dc ana di ian cruz rai muito ch uva we homem ave al rea quadrado do Y see maior, the cruz rata au un si the uni ted serpente tat espanhol do homem ave ti cruz do ravel en circulo rato mo us di st anc espanhol dos abda, c aná ria s, mu st segunda v e ry f as t ada and p circulo do cem do we rf vaso primeiro, aqui do we da can do see one o forte da am erica a ps t olo serpente do mo st f am amo do circulo us da cruz da rai ns monica belluci, do traço do ingles da uni on p ac i fic rail w a y city o f s an fr anc isco, ot s pee ds ac ross ama mar mr a mer cida green farm primeiro e ds , dr do Y de se rato ts e dt da cruz homem do ro vaso do gato da cruz do homem do rock, ro c k y can y circulo do ns do c irc y vaso dez do forte da am erica to the b primeiro da eu do oceano pacifico, p ac i fic oceano, b y the w a y , d id y circulo do vasp do no it ce serpente do ome da cruz da un homem ingles do ab circulo do vasp tt homem do is t rai muito duplo vaso do homem ingles do it circulo ds cic da up do cam am me em to the serpente tati em foice it homem as no serpente do om circulo do kappa e com un gato fr om do it ts en gata ine do ponto do ot y circulo uk no ww homem do y cruz do xx homem do i sis do la foice, y circulo da uve gata ue serpente da sed it rigth fi rata st time do traço ong l es do it a ps oto dez sa di es e primeiro do traço do el do ct ric cruz da ch uva, e di espanhola el e le ct ric ct cruz rai ns homem ave no sm circulo da kapa e

o que agora me chamara à atenção, fora ver um semelhante a este nas imagens no peru, um nas mesmas cores e com umas belas asinhas, e depois me recordei que este do livro é semelhante com uma outra locomotiva que está na minha estante, e que uma vez pintamos para fazer o genérico do lusitanea expresso, a primeira serie de televisão feita pela latina europa, fui buscá-lo está na prateleira detrás da imagem que fora desvelada na cruz, ou seja uma locomotiva que se encontra escondida por detrás da cruz, , curiosamente as cores, são semelhantes, vermelho e amarelo na frente e depois é branca, trás em seu telhado as mesmas ventoinhas de refrigeração dos motores, como aquela que estava deitada agora no acidente, só que com o telhado em preto, assim me pareceu, ou seria do incendio, se é que o houve, parecendo que sim, pois assim falavam os testemunhos das gentes que lá iam, na parte de baixo, trás seu numero de serie que assim reza, oitenta , circulo do terceiro de sessenta e oito, noventa e tres, marklin, made in germany west en te rp par ren tesis, ao lado dela na estante está um antigo relógio que era de meu avo salvo erro, sem corda como todos aqui nesta casa, mesmo os eléctricos, uma linha na antena dois hoje, fazia um eco, dali, e o tempo liquido, teria dito dali, que se os ponteiros estivessem aparados vinte anos o tempo se derreteria, assim era a frase citada no programa dos argonautas, belíssimo programa, belíssimo café, o omen ultimo da teve esta noite em um outro eco, nas camionetas dos estrangeiros que vem ouvir fado a alfama, a guia que devia ser portuguesa falava ingles, e aquilo era estranho, pois uma das camionetas estava parada antes da passagem de peões, donde os turistas, quando a começavam a atravessar a rua, os carros não os viam, assim estava ela no passeio, alertando tanto eles como sos condutores, eu para mim a me dizer, situação perigosa, situação que tenta sempre o acidente, ao passar num deles, li, do cruzeiro das estrelas, o x no circulo do dezoito, do grupo lilás, de facto uns rapazes assim efeminadas passavam na rua do café em grande algazarra emocional, na manha recente em que a pombas me mostraram a sombra que depois vira aqui reflectida sobre o catalogo da teresa dias coelho,

o q ue agora mec h am a ra à a t en sao, f o ra ave vaso do rum semem l h ante a est en as si mage ns no pe ru, um nas me s ma sc or es e com umas be l as a sin h as, e dep o is em record e i q ue est e do l iv ro é semem l h ante com uma o u t ra l oco mo ot iva q ue est á na min h a est ante, e q ue um v e z pi n t am os para f az ero g ene ric o do lu si t ane a e x press o, a p rie mr ia se rie da r v fe i ta pe la l at ina eu r opa, f u ib us c á do traço do ingles dp rim e iro do circulo dez está na p ar tele ira det ra sd a i mage m q ue f o ra de s vela ada dana cruz, o u seja uma l oco m ot iva q ue see nc on t ra es conde id a por det ra sd a cruz, , cu r isa que mente as cor es, são semem l h ant es, vermelho e am ar e dez na fr ente e dep o is é b ar n ca, t ra se m se u te l h ado as me a sm v en toi n h as de r e fr i ge raçao do s m oto r es, c omo aquela q ue est av de it ada agora, s ó q ue com o te l h ado em pr e to, as si m me ap ar e c eu, o us e ria do inc en di o, se é q ue o h o uve, pa rece n do q ue si mp o is as si m f ala vam os t es te m un ho sd as g en te s q ue l á iam, na p arte de ba ix o t ra ss eu n u m ero de se rie q ue as si mr e za, o it en ta , cir cu dez do te rc e iro de se s senta e o i to, n ove en t a e t r es, mar k l in, m ad e in ge r m any west en t r epa r ren te sis, ao l ado de la ana est ante est á um e ti gi r elo gi o q ue e ra de me u avo sal vo e r ro, se m co rda como todos aqui nest ac asa, me s mo os el e ct ric os, uma linha nana t en a do is h oje, f az ia um e co, dali, e o te mp o li q ue id o, te ria dito dali, q ue se os p on te i ros es t iv esse m ap ar ad os vi ny te ano s o te mp o sed e rr e te ria, as si me ra a fr ase sita ad no pro g rama dos ar g au n au t as, be l issi simo pro g rama, be l iss i mo c fé, o omen u l tim o teve esta no ite um o u t ro e co, nas cam i on te sd os est ra n geiro s q ue v em o u vi r f ado a al f ama, a guia q ue de v ia ser portu gi e sa f ala ava ingles, e aquilo e ra es t r anho, p o is uma das cam io n t es est ava parada ant es da pa s sage m de pe os, don de os t ur os t as, q ua ando a com e ç am aa t ravessa ra rua, os car ros n cão os vi am, as si m est ava el ano pa s seio, ale rta n to t ant o el es c omo so sc on du tor es, eu para mima me m di ze r, si t ua sao pe rig o sa, si tua sao q ue t en t a se mp reo acide dente, ao pa ss rn um de l es, li, do c ruze rio da as estrelas, o x no circulo do de x o i to, dog rup o lilás, de f ac to u ns ra p az es as si m efe mina ada s pa ss ave m ana rua doca fé em a g rande al g az zara emo cio n al, na mn h a rec en te em q ue a p om ba s me mo st ra r ao s om br a q ue dep o is v ira aqui r e f l e ct id a s ob reo cat alo g o d a teresa di as do c oe l ho,

vejo agora este livro assim em forma rápida, e me ecoa , the queen of scotts, que referencia king cross station, ou seja o local das bombas no metro, doze e trinta, uma locomotiva a ser construída que parece o canhão de uma pistola, a ser colocado em cima de carris com um guindaste, depois vi o sw ut ser land, seventy nine tunnel, lots e lots of tunnel, ou seja o ts das filhas de lot, suíço, dos túneis , ou rip curl de noventa e sete, no tempo, pressupõem-se, que trás na maquina o dezasseis de sessenta e um, e o diesel electric loco, do circulo dos dez mil, pi dez mi primeiro fiel oil and electrecity, much cleaner them stem engines because they do not puff out clouds of smoke, o livro esteve aberto antes na ultimas paginas, english electric trains, london road, maria segunda de oitenta e cinco sessenta e tres , verde e bigode vermelho, e depois quatro locomotivas, de quatro idades das caminhos de ferro, mil oitocentos e quarto e um, ou sej ao dezoito do quadrado do primeiro, o dezoito de setenta e quatro, o dezoito de cinquenta e um, e o dezoito de noventa e quatro, cá está, então o bando dos quatros, fecho agora o livro e fica uma outra locomotiva de pernas para o ar, duas vesicas prata em bigode vermelho e negro, a chaveta deitada, ou vaso desta vez para a esquerda como fusível de encaixe, nas horas, meio dia e vinte cinco ou meia noite e vinte cinco, doze segundo da estrela, ou vinte e quatro, segundo da estrela, ou seja o do vinte e quatro horas segundo da estrela , que expele fumo como um toro , para o ceu invertido, cruza- se com outro vermelho e branco que tambem vai de pernas para o ar, com um tridente para baixo , mas que aponta para o ceu, um seja uma inversão do horizonte, com um tridente que espeta no ceu invertido, e portanto põem as coisas de pernas para o ar, seis carris sao visíveis, e se pressupõem que o vermelho e branco terá mais dois, se bem qu e de pernas para, o ar, a sargento deitado para a esquerda, de nada a nenhuma das maquinas e dos comboios, os carris servissem pois vao de pernas para o ar, servisse, está isto dentro de um rectângulo com filete vermelho com cantos arredondados e depois em fundo amarelo, um seja um filete posto no ceu azul sobre o rectângulo amarelo

v e jo agora este l iv ro as si m em forma rá o da, e me e coa , the q eu en o f sc ot ts, q ue refer en cia k inglesa da cruz, king cross sata it ton, do ze e t rin t au vaso ml oco m ot iva a ser co sn t u id aqui da ue pa rece o can h a o dd e uma pi s t ola, ase r c olo c ado e m c ima de carris com um gui n da st e, dep o is vi o sw u t ser land, s eve en t y nine t un ne ll o ts e dez ts of t un ne l serpente, o u seja o ts das fi das ilhas de dez t, s u iss o, dos t une is , ou r ip cu r l de noventa e sete, no te mp o, pr ess u p oe m do traço da inglesa se, q ue t ra sn a ma quina o dez as e is de se s senta e um, e o di es el el e ct ric l oco, do circulo dos dez mi l, pi dez mi p rim e iro fi el o i land el e c rec it y, mu c h c lea ane r t ham st em en g ine s be c au use they don ot p u ff o u tc dez u ds o f s m o k e, o l iv r oe st ve ab e r to ant es na u l t ima s pa gim as, en g l is h el e t ric t rai ns, l on don ro ad, maria segunda de oitenta e cinco sessenta e tres , verde e bi g ode vermelho, e dep o is q ua t ro l oco m ot iva sd e q ua t ro id ad es das caminho sd serpente de ferro, mi l o i to c en to se q u arte e um, o u sej ao dez o i to do quadrado do primeiro, o dezoito de st en n t a e q ua t ro, o dez o i to de cin q u en ta e um, e o dez o i to de no v en ta e q ua t ro, c á es sata en tao o bando dos q ua t ros, fe c h o a g o rol iv ro e fi ca uma o u t ra l oco m ot iva de pe rn as para o ar, d ua s v e sic as p art a em bo g ode vermelho e negro, ac h ave t a de it ada, o u v as o de sta ave z para a esu e rda co mo f us iv el de en ca ix e, nas hor as, mei o dia e vinte cinco ou meia noite e vinte cinco, do ze se gun do da estrela, ou vinte e quatro, se gun do da e t r e la, o u seja o do vinte e ua t ro hor as se gun do da estrela , q ue e x pele f u mo como um tora o , para o ceu in v e r t o dc rato da arma di da ilha uza p on rose com o u t ro vermelho e branco q ue t am b em v a id e pe rn as para o ar, com um t rid dente para ba ix o , mas q ue aponta para o c eu, um seja uma in v e r sao do h o rio z n te, com um t rid dente q ue es peta no c eu in v e rt id oe porta n to poe ema sc co ia sd e pe r mna s para o ar, se is car r is s sao v isi v e is, e se pr ess u pe om q ue o vermelho e branco te rá masi do is, se b em qu ed e pe rn as para a s argento o ar, den ada ane en hi um de l es ser v iss e, est á si to den t ro de um rece tan gula com do filete vermelho com can t os ar ren do dn da sd es e dep o is em f un do am ar e dez, um seja do primeiro filete posto no c eu az u l s ob r reo rec tan g u l am ar e primeiro cao

os livros que estão a frente da locomotivas são,

os l iv ros q ue es tao a fr nete da l oco m ot iva serpente são,

a inspiração simbólica, para alem de freud e piaget, o rapaz do instituto piaget que depois foi trabalhar no ministério dos negócios estrangeiros em londres, roma , agora me apareceu, efectivamente trás ele face de romano, o banquete, o paradigma perdido, manual do guerreiro da luz, a imaginação , a casa e mapa de aveiro, quando lá estive pela minha alma de marta, os meus diários, e o edipo de alberto ferreira, que aqui já antes entrou, ou o edito do alberto,

a i ns spi pira da sao s im boli ca, para a e l m de fr e u d e pi a ge t, o ra p az do is titu to pi a ge t q ue dep o i s f o i t r aba alha rato no ministério dos ne gp cios es t ra n geiro s em l on dr es, roma , agora me ap ar rec eu, efe ct iva que mente t rá sele face de romano, o ban q eu teo para di g ma per dido, manu al do g eu r rei iro da luz, a imaginação, da loja, ac asa em ap a de aveiro, q u ano l á est i v e pe la min h al ama de ma rta, os me us di rai se o e di ip o de alberto fe r rei ira, q ue aqui j á ant es en t ro u,

por detrás destes , para o outro lado, onde está a mesa com o pad de rato que relacionava à russia, estão ainda nessa mesma prateleira um livrinho de limpar lentes, que diz o pt i c, a pt i circulo do pr rato da ler, viegas as do forte do ur do glass homem ama, pentagon, duzentos, terceiro do circulo da tríade de oitenta, serpente pc cruz abs do traço ingles frança, en te rata par en te sis do circulo do quarenta do va«cabo deitado dos dois xx do quadrado do seis do duplo deus, do triplo circulo, mpt terceiro do quadrado do circulo do seis de duplo deus, do quatro circulo do onze rato do infinito deitado made dat e segundo do duplo circulo do terceiro do bar do rá de oitenta, da vareta que atravessa a lua em quarto, decrescente, rectângulo, a hard di vaso do homem ard do anzol da f u j ot ts vaso manu f do ac ture red na tahailandia, co do ponto do angulo do turbo diesel, n cento e vinte e quatro, ou primeiro de vinte e quatro de dezembro, ou do vinte e quatro horas, ce do ru invertido, el m au maior homem serpente do vinte do quarenta a cruz id cruz no cao sessenta e dois de setenta e dois, ou sexto do segundo do seth segundo, b setenta e seis nm no nl cinquenta e oito cruz traide do seth, do ze y fr dat e segundo do duplo circulo do terceiro, do traço ingles do circulo do seth, n seis cruz est real vaso traço em cima tres pontinhos em baixo, do circulo da gula do vi da dupla estrela do traingulo do vo do ponto do triângulo de fogo de dois traços na vesica, um, dois , tres, quatro, cinco, seis, sete, oito e ove, circulo de setenta quadrado ingles da tríade do duplo circulo do terceiro, quadrado do circulo do circulo do circo GB, do ab gula no ba em setenta e oito quatorze do circulo duplo do primeiro do sexto, p do bar do rá n dos dois pontos do p oito, de dois mil, ou oitenta e dois tres circulos, do quadrado do sessenta e um do bico do circulo a quatro, alemão, vinte e quatro duplo vaso a2 do traço do triângulo de fogo ingles do duplo homem do principe do ina, ra pid serpente seis preto e prata agrafador, chave de fendas, clips e agrafos pelikan br quarenta ass rf serpente da seta do horus, e dois papeis me saltaram a vista entre os livros que nessa prateleira estão, um do citac apresenta a ilha de Deus, um espectáculo que vira em aveiro, do gregory mottom dois mil e cinco direcção de pedro marques, e um folheto encontrado na av infante santo uma noite, que aqui entrou, marca orion de oitenta e sete vinte e quatro la duplo circulo do quadrado circulo da vareta do ponto digital vaso circulo cristina coutinho cif fi cie circulo le vinte x rece pt tot tor, ana goes , centro de enfermagem e chama de campolide do dr antonio costa m seis forte vinte e um tríade do quadrado do sessenta e seis, estrado do inferno, do vinte e quatro maio, in f lu uva do primeiro angulo igreja lusitanea católica apostólica evangélica , jesus é condenado,

poe det ra sd est es , para oo u t rol ado, onda est á am mesa com o p ad de rato q ue r e la cio n ava à russia, es tao ian anda ne s sa me s ma pr ta e lei ira um l iv rin h ode l i mp ar l en t es, q ue di z ap tic, ap pt tic pr rato da ler do forte do ur glass homem ama, penta g on, du zen to st e rc e iro do circulo da tríade de oitenta, serpente pc cruz abs do traço ingles frança, en te rata par en te sis do circulo do quarenta do v a s argento cabo deitado dos dois xx do quadrado do seis do duplo deus, do triplo circulo, mpt te rc eu rid o quadrado do circulo do seis de duplo deus, do quatro circulo do onze rato do infinito deitado made dat e segundo do duplo circulo do terceiro do bar do rá de oitenta, da vareta que atravessa a lua em quarto, de sc r es cente, rec tan gula dez primeira hard di vaso do homem ard do anzol da f u j ot ts vaso manu f do ac ru r e red tahailand, co do ponto do angulo do t u r b bi di es el, n cento e vinte e q au t ro, ou primeiro de vinte e quatro de dezembro, ou do vinte e quatro horas, ce do ru invertido, el m au maior homem serpente do vinte do quarenta a cruz id cruz no cao sessenta e do si de setenta e do si, ou sexto do segundo do seth segundo, b setenta e seis nm no nl cin q e un t a e oito cruz t raide do seth, do ze y fr dat e segundo do duplo circulo do terceiro, do traço ingles do circulo do seth, n seis c ru zz est real vaso traço em cima tres ponti n h os em ba ix o, do circulo da gula do vi da dupla estrela do traingulo do vo do ponto do t r ian gula dez de f ogo de do is t ra ç os na v e sica, um, dois , tres, quatro, cinco, seis, sete, oito e nove, ove, circulo de st e en t a quadrado ingles da t riade do duplo circulo do te rc e it oo, quadrado do circulo do cir l co GB, do ab gula dez no ba em setenta e oito q ua tt r oz ze do circulo duplo do primeiro do sexto, p do bar do rá n dos dois pontos do p oito, de dois mil, ou o it en at e dois tres circulos, do q au dr ado do se senta e um do bico do cic dr u c dez a quatro, al e mao, vinte e quatro duplo vaso a2 do traço do t rin g au ode fogo ingles dd o d up dez homem do principe do ina, ra pid serpente seis preto e prata agrafador, chave de fendas, clips e agrafos pelikan br quarenta ass rf serpente da seta do horus, e dois papeis me s la tara ram a v ista en t reo s livros q ue ne s sa pr ta e lei ira es tao, um do ci t ac ap r es en t aa ilha de D eu s, um ess pe cta culo q ue v ira em aveiro, do g rego r y m ot tom do is mi ile c inc o di rec cc sao de pedro marques, e um fi l h e to en c on t r ado na av infante santo uma no ite, q ue aqui en t ro u, ma rca o rio n de oitenta e sete vinte e quatro la duplo circulo do quadrado circulo da vareta do ponto digital vaso circulo cristina coutinho cif i cie circulo le vinte x rece pt tot tor, ana goes , centro de enfermagem ee c h ama de cam p o lide, maior do dr antonio costa m se is do forte vinte e um t riade do quadrado do sessenta e seis, e ts r ado do inferno, do vinte e q u t ro maio, in flu uva primeiro angulo igreja lusitanea cat o l ica a ps oto l ica eva n ge l i ca , j es us é c on dena ado,

primeiro lei tor, é preferível que morra um só home pelo povo, jo dezoito do duplo quadrado, disse pilatos, trouxestes este home a minha presença como andando a revoltar o povo, interroguei-O diante de vós e mao encontrei n´Ele nenhum dos crimes de que O acusais... dá a morte e esse e solta-nos barrabás, pilatos então decretou que se fizesse o que eles pediam l c vinte e tres do quatorze do dezoito do ponto do segundo da igreja da são do roque, ou seja do que morreu aqui relatado

pr rim e iro lei tor, é pr efe r iv el q ue mor ra um s ó h ome p elo p ovo, jo de zo i to do d up dez quadrado, di iss e p ila to st ro ux est es est e h ome a min h ap r es en ka co mo anda dan ando ar evo l t ar o p ovo, in te r ro g eu i do traço do ingles do circulo maior di ante de vó s e mao en c on t rei n ap ot rolo El en ene en h um dos c rim es de q ue O ac usa ias... dá am orte ee esse e sol t a do traço do ingles no s bar ra b ás, p ila to s en tao dec r e to u q ue se fi z esse o q ue el es pe di iam l c vinte e t r es do q ua tor ze do dez o i to do ponto do segundo da igreja da são do roque, o u seja do q ue mor r eu aqui r e la t ado

a queda que o cabrão bandido do viegas, referenciava em seu texto recente no correio da manha, como efeito de domino invertido, me apercebera eu de que falava aqui da minha estante, mais um vez, como em outras em outros jornais, dn, com referencias várias a livros que aqui habitam, que depois de tirar algumas revistas da nossa selecção, a dos bandidos, para de novo as ver quando fui ler o texto sobre a dianne, tinham as que lá ficaram tombado, em sentido contrário, ou seja para trás, para a esquerda, coisa que alguém poderá ter feito, quando aqui entra, nomeadamente na noite do apagao, o que confirma que existe efectivamente um cabrão que brinca aos demiurgos nesta história toda, e esse será o principal dos filhos da puta

a queda q ue o c abrao bandido do vi ega gás, refer en cia ava em s eu texto rec en te no co r rei o da manha, co mo efe i to de do mino in v e ru do, me ap e rc e be ra eu de q ue f ala ava aqui da min h a est ante, masi um v e zorro, co mo em o u t ra se mo u t ros jornais, dn, com refer en cia s v árias a l iv ros q ue aqui h ab bit am, q ue dep o is de t ira r a l gum as r e v ista sd ano s sa sele sao, a dos bandidos, para de n ovo as v e r quando f u e ler ero texto s ob rea di anne, tin ham as q ue l á fi caram tom b ado, em s en tid o c on t rá rio, o u seja para t rá s, para a es q eu rf da, co isa q ue la gume p ode rá te rf e i to, q u ando aqui en t ra, noe ema dame damen te na no ite do ap a g cao, o q ue c on firma q ue e x is te efe ct iva que mente um c abrao q ue br inca aos demi ur g os ne sta hi s tó ria toda, e esse se rá o p ron cip al dos fi l h os da puta

a te do efe, da agencia espanhola da loira, do cao, o al lassie, do br inca europeu d emi ur gat y o so ne sta homem da energia to da ria roda, e ess es e rá do circulo do pr ron da cip da al, dos fi homem do os da puta, a te do efe, o ramon, a q ue ped ia pe la no ite rec en te, pie dad e, a ca br rf a q ue f az tan de mc om a teresa q ue é ps eu do mae e ra pt tora de fi l h os e de san g eu

na prateleira abaixo onde pusera recentemente as revistas, das belas que repousavam na chaise longa de minha avó, depois de ter retirado de novo algumas, a tal contra queda dos livros como derrocada se dera da direita para a esquerda, os livros que la estão derrocaram a partir de um vaso que se abriu exactamente entre o catalogo do cinema de toronto da torre da espinha da comunicações, que fez vaso com o tempo de purcell, x vi da mu si ca antiga do instituo da cultura e do livro português, o segundo , dos encontros acarte em oitenta e set, de dez a dezanove de setembro,

na p arte lei ira ab a ix o onda p use ra rec en te que mente as r eve ista s, da sb e la as q ue r ep o usa ava am na c gai se l on g ad e mna in h a av ó, dep o is det re r e tir ado irado de n ovo al gum a ,sa t al c on t ra q eu da dos l iv ros co mo de r roca ada sed e ra da direita para a esquerda, os l iv ro s q ue la es tao de ro r v caram a ap art tir de um vaso q w ue se ab rio e x cat am en te en t reo cat al o go do din ema de ot ron to da torre da es pe on h ad a c o muni caçoes, q ue fez v as o com o t e, po de p ur ce ll, x vi da mu si ca antiga do i ns titu o da c u l tura e do l iv ro por tu gi es, o segundo , dos en c on t ros ac arte em o it en ta e set, de dez a de za ano da ove de setembro, ora aqui estamos na ova de setembro, q u esse r efe l ct e b em maís t arde

as revistas que se encontram junto ao prumo da esquerda, descaíram para trás e se enrolaram, fazendo um curioso e desvelador desenho, a primeira mais à esquerda como uma serpente, que parece ser então a serpente mae de outras que se encontram a seu lado, e que são masi como ondas, ou seja a mae da serpente das ondas, que são quatro, do bar do rá do cadeira do onze do ponto do martelo da chaveta deitada para a esquerda do cobra que subiu, a kundali, e que atravessa a haste e faz a cruz, do bar do rá do tempo de purcell, assim reza o desenho que desenhei em meu caderno ao agora ver o visto

às da serpenet das revistas q ue se en co n t ram j un to ao pr un o da esquerda, de sc air am para t ra se s e en rola ram, fazendo um cu rio s oe de serpenet da vela dor de s en ho, a p rim e ira maís à es q eu rda como uma ser pen te, q ue pa rece ser en tao a serpente mae de o u t ra s q ue se en c on t ram a s eu l ado, e q ue são masi co mo ondas, o u seja am a e da se rp en te das ondas, q ue são q ua t ro, do bar circulo do quadrado do rá do cade da ira do onze do ponto do mar te martelo de dez da c h ave eta de i ota ada para a esquerda do cobra q ue s ub o e ua k un dali, e q ue at ravessa a h ste e f az a c ru z, do bar do rá do te mp o de p ur rc ce ll, as si m r e za o de sn e ho q ue de s en hei em mei cade rn no ao agora v ero vi s to

vejo então so nomes que aparecem ni texto do dos encontros da acarte, o primeiro que surge citado, e jorge borges de macedo, a do portas, e o segundo roberto cinerra e um terceiro georges brugmans, que ressoa em am b ur geres,

v e jo en tao son om es q ue ap ar e ce m ni texto do dos en c on t ros da ac arte, o p rim e iro q ue s u rf ge cita ado, e jo r ge do borges de m ac e os, ado portas, e o se gun do ro be r to cine r ra e um t rec e iro ge o r g es br u g man s, q ue r esso a em b am b ur geres,

as capas das revistas da selecção dos bandidos, são a cobra grande e mae, o fiel das bases, com luis filipe menezes, e a judie foster a dizer em esquina como triângulo de fogo meio deitado, que contra ataca, famílias falidas, mons luciano guerra, um padre, birmânia, ferias de inverno, os skiadores já aqui abordados, está-se bem no campo, como o moniz, curiosamente que ontem de novo aparecera no texto com base no cio, duro de roer, do rosado fernandes, que curiosamente acabara de encontra ali ao pé do camoes, e que expressara culpa ao ver-me, velhos são os trapos, nelly, diz por baixo, força., c´mon, os bonequinhos de trapos da opel, luis portela da bial, diz, a saúde não pode ser de graça, imagine-se lá, mortos por encomenda, em vinte e cinco anos michael jackson, que aparecera com os punhos cerrados em dia recente no jornal dos bandidos, salvo erro antes das desgraças ultimas acontecerem, vendeu cento e quatro milhões de exemplares do trilher e salão erótico do porto, confissões de um porn star

as cap as das revistas da sele cc sao dos bandidos, são a cobra g rande e mae, o fi el das b as espanholas, com lu is fi l ipe m ene ze sea jo di e f os t rea di ze r em es q ue ina co mo t r ian gula dez de f ogo mei o de it ado, q ue c on t ra at aca, d f am mili as f al id as, mo ns l u cia ano guerra, um p ad r e b bi r m ani a, fe ria sd e inverno, os ski ad o r es j á aqui ab o rda do s, est á do traço da inglesa se b em no cam po, co mo o mo ni zorro, cu riso sa mn te q ue on te m de n ovo ap ar e ce ra no texto com b ase no cio, d ur ode ro e rato do rosado fe r en andes, q ue cu rio sa que mente ac ab a ra de en c on t ra al i ao p é do cam o es, e q ue e x press sara c u l pa ao ove r do traço da inglesa me, v e l h os são os t rap os, ne ll y, di z p o r b a ix o, f o rça., c´mon, os b one q ue in ho sd e t rap os da o pe l, l u is portela da bia l, di za s au de n cão p ode ser de g ra ç a, imagine do traço da inglesa se l á, mortos por en comenda, em vinte e c inc o ano s mic h e el j ac k son, q ue ap ar cera com os p un ho s ce rr ado s em dia rec en te no jo rn al do s bandidos, sal vo e r ro ant es das de sg r a ç as u l tim as ac on tec e rem, v en de u c en to e q ua t ro mi l h o es de e x e mp lar es do t r ilhe r e sala o ero tico do porto, c on fissões es de um porn st ar

o invertido e o das duas torres, o único livro que está virado para trás da estante, ou seja as duas torres debaixo da locomotiva, duas prateleira abaixo

o invertido e o das du as torres, o único l iv ro q ue est á v ira ado para t ra sd a es t ante, o u seja as du as torres de ba ix o da primeiro circulo dez o co m ot iva, du as p arte lei ira ab a ix o

abrindo o catalogo dos encontros acarte, sem grande luz na sala ao faze-lo, tenho um flash, com uma imagem, dois bailarinas, um rapaz por detrás de uma rapariga de braços e pernas abertas como na imagem do homem da renascença, desenhado por da vinci, e a rapariga me parece imenso a monica lapa, vejo outra vez, e não é, mas sim uma outra bailarina muito parecida

ab br indo o cat alo god os en c on t ros ac arte, se m g rande l u z na s ala ao f az e do traço ong l es do primeiro do circulo dezembro, t en ho um f al sh ,com uma i mage m, do is ba ila das rina s, um ra p az pt o det ra sd e uma ra pa rig a de b ar ç s oe pe rna s ab e rta sc omo na iam ge m do h ome da renascença, de s en h ado por da vin cie a ra pa rig am pa rece i m en s o am oni ca lapa, v e jo o u t ra ave ze n cão é, mas si m uma o u t ra ba ila rina mui to para e cida

e masi me espanto na leitura da ficha técnica da peça, what the body does not remenber, direcção b y win van de key do bus da mu sica b do y thierry de mey peter vermeersch, interpretado por MAXIMA LIST !, ass do ponto da di rec são eduardo torroja, produção última vez, direcção de louise de neef e octavio iturbe, direcçao de cena pascal joris, em co produção com centro de produzione inteatro de polvetigi, festival de saint denis festival d´été de seine maritime toneelschuur produkties haarlem e com o apoio de vlaams theater circuit, interpretado por charo calvo, narina del valle, yves delattre, patrick dieleman, maria icaza, dorothee morel, caroline rottier, simone sandroni, eduardo torroja, win vandekeybus,

ema si me es p anto na lei ur a da fic h a tec nica da p eça, w hat r h we bo d y do es not r em en be r, di rec sao b y win van de key do bus da mu sica b do y t hi e rr y de me y peter verme e r sc h, in t r ep r eta ado por MAXIMA do LIST !, ass do ponto da di rec são eduardo tor roja, pro du sao última vez, de i rec sao de lou ise de ne efe o ct avi o it u r b e, di r ec sao dec en a p as ca l jo r is, em cip ro du sao com c en t ro de pro du zi one in tea t ro de pol v e ti gi, f es t iva l de sa in t de ni s f es t iva l d aporto dez é té de se ine mai ti me t one el sc h uu r p pro d uk tie es h a ar l em e com o ap o pop, ap oio de v l a am st he a te r cir cc cuit, in te rp r eta ado por c h aro ca l vo, na rina de l v a ll e, y v es de la tt r e, p a t ric c k di el ema do homem, maria i ca za, dor t he emo r el, carol ine tot ti e r, s om ine s an dr oni, eduardo tor roja, w in van de key b us,

o list aparecera agora em texto anterior, e agora uma nova associação, à maxima, o list da maxima, ou seja o musica da máxima, revista que vira num cesto em casa da teresa dias coelho, lhe perguntara, que estranha leitura por aqui trazes, que comprava para quando ia de autocarro

o list ap ar e cera agora em texto ante iro, e agora uma n ova as soci ac sao, à ma x ima, o li st da ma x ima, o u seja om mu sica da máxima, r e vi sta q ue v ira n um c es to em c asa da teresa di as do coelho, l he per gun tara, q ue es t r anha lei tura por aqui t ra ze s, q ue com mp rava para q ua ando ia de au to carro,

a capa dos encontros acarte em oitenta e set, tem por base um foto da gulbenkian e uma serie de gentes com cabeças redondas como pinos do jogo da glória, sem olhos nem bocas, e com narizes, que são bicos de mascaras, olham eles elementos desenhados sobre o anfiteatro ao ar livre, onde no ceu viam duas borboletas totens, em belas cores, um pano vermelho e branco as riscas desce de um dos telhados um triângulo azul com traço laranja nele pelo ar se espeta, outros triângulos e peças como de um puzzle de madeira de encaixar pelo ceu, e as arvores recortadas como se fossem em madeira nos puzzles de encaixar em corte pré defenido, duas com cinco buracos nas suas copas, , um traingulo laranja e carmim, em posição de fogo se encontra sobre o lago da gulbenkian, que rente pelo desenho da teresa e pelo meu frame da maria pia, para o sol tapado pela ramagem da arvores em seu mover, ou melhor quando o eléctrico de novo arranca, ali no teatro, cinco personagens do lado direito e quatro do lado esquerdo

a c ap a do s en c on t r ps acarte em o i t en ta e set, te mp o r b ase um f oto da g u l b en k ian e uma se rie de g en t es com cabe eça s red don d as co mo pi no sd o j ogo da g l ó ria, se m olhos ne m b oca se com na riz es, q ue são bi co sd e mas cara s, ol ham el es el e m en to s de s ne h ado ss ob reo e fite a t ro ao ar l iv r e, onda no c eu v iam du as bo rb o l eta s ti te ns, em be la sc o r s, um p ano vermelho e br anco as r isca s de sc e de um dos te l h ado s um t r ian gula az u l com t ra ç o laranja nel e p elo ar se es peta, o u t ros t r ian gulas e p eça s co mo de um p u zz le de mad eira de anc ix ar p elo c eu, e as ar vo r es reco orta d as c omo se f os s se em am de ira no s p u zz l es de en caixa rem c orte pr é d efe ni id circulo, do vaso do as com circulo da inc circulo do t am pao b ur aco serpente na ss vaso do às das cop as, primeira cruz rai n da gula laranja e car mim, em p circulo da siç sao de f ogo se en circulo em cruz ra serpente do tam pai ob reo lago da gato vaso do p rim e rio e b en kapa do ian, quadrado da ue ren te p elo dez de sen ho da teresa ep elo dez maior eu fr am e da maria pia, para o sol tap ado pe la cruz rata mage maior da ar vo rato espanhol em serpente eu maior ove ra lino tea cruz do ro, da roc circulo da inc o per son primeira ge ns dol primeiro ado di rei to e quadrado da ua t ro dol primeiro ado es vaso quadrado e rato do dó

w in vaso da am de k e do delta do bus , c y ana rup es, t y o es, t y p es, a ps t oto dez see rp en te st u ct he p o we r o f the a t ric al mad ness, min da y s o ft he ca se r ne d au l y, luc i fr e pro du ct ino s br u xe la s

abro agora ao calhas quanto calhas, o livro do tempo de purcell, uma belíssima peça que o celestino tito de morais, produziu um dia , dia tres, uma terça feira no palácio nacional de Queluz, mas não foi este o espectáculo que eu deste programa vi, e me saem as arias e canções para o teatro ingles da restauração subordinada ao mote de uma conferencia, na era da encruzilhada do barroco, conferencia do nery, o nero de gery, segundo agora se desvela

ab br ro agora ao c ak h as quanto ca l h as, o lu v ro do t e mp o de p ur ce ll, uma ne l iss ima p eça q ue o cele s t ino tito de morais, pro du x i uu m dia , di at r es, uma te rça fe ira no pal cio na cio n al de q eu l u z, ma sn cão fi este o es pe cta culo de dez q u eu det se pro g rama vi, e me sa ie m as ar es e can ç o es para ot eta ro ingles da r es tau raçao s ub i r dina ada ao m ot e dos en c on t ros, q ue e ra ana en c ru z im h ado do barro, com fe ren cia do ne rato do y,

e me saí , the tempest, canção do quinto demónio, que assim reza, ad pat são da sombra do poço

arise, ye subterranean winds
more to distract their gilty minds
anda all ye filthy damps and vapours rise
wich use t ´infect the earth and trouble all the skies

a rise, y e te s ub te rr ane an w in ds
mor e to di s t rac t the i r gil t y min ds
anda a ll y e fi l t h y dam ps and v ap o ur s rise
wich use t ´in fe ct t he e art h and t ro ub le a ll t he ski es

rise you from whom devoiring plagues have birth
you that i´th ´vast and hollow womb of earth
engender earthaquakes , make all countries shake
and stately cities into deserts turn
and you who feed the flames by wich earth´entrails burn
ye ranging winds whose rapids force can make
all but the fix´d and solid centre shake
come drive these wretches to that part o´t ´isle
where nature never yet did smile
cause fogs and storms, whirlwinds and eartquakes ther
there let them howl and languish in despair
rise and obey the powerfull prince o´th ´air

rise y o u fr om w h om d evo i ring ola g u es h ave bi rt h
y o u t hat i ap s oto lo t h a ps oto lo ova a st and ho ll o w w o m b o f es rt h
en g en de r ea rt h a q ua ak es , m ak e a ll co un t rie es s h ak e
and state l y citi es sin to de se r ts t u rn
and o y o u w ho fe ed dt he f al mes b y w u c h e art h´s en t rails b u rn
y e ra n g un g w in ds w hose ra pi ds f o rc e can m ak e
a ll b u t t he f ix ap soto l dez dand sol id c en t re s h ak e
com e d r ive the se w r e tc h es tot hat p art ot serpente isle
w he rena ture n eve r y e t d id sm ile
c au use f o gs and st o r ms, w hi r l w in ds and eart q u ak es th e r
the re l e t th em ho w l and l an gui s h in de spa i r
rise and a ob e y the p o we r f u ll pr o ce o´th ´air


e sta stab bat mat mater da te do rato

stabat mater dolorosa
juxta crucem lacrimosa
dum pendebat filius

sat do bat da mater do quadrado do falo da rosa da judo x cruz ac ru rato vaso dos cem l ac primeiro ac rim imo circulo da sa do quadrado primeiro pede bat fil e us

cujus animam gementem
constritatam et dolentem
pertransivit gladius

c u j us e uma ge men te mc in ns cruz rita tam et dol en te m oe rt rna ss iv it gata de la di us

o quam tristis et afflicta
fuit illa beneditca
mater unigeniti !

o q uam t r is ti set a ff l i cta f u it illa bebe dc i t a mater uni g en u t u, dita tca !

quae moerebat et dolebat
et tremebat cum videbat
nati poenas inclyti


quadrado da ua e moe r e b bat e cruz na dol e bat e tt rato rem e bat tc circulo primeiro vi de bat na ti poe en as inc primeiro delta das ti

quis est home qui non fleret
Christi matrem si videret
In tanto supplicio

Quadrado do vaso do is est homem do ome quadrado do vaso ino do non foret da ler e tc homem do rato is ti mat rem si vaso id e rato e cruz e t an t os vaso do pp primeiro e cio

Quis mon posset cintrsiatri
Matrem contemplari
Dolentem cum filio

Q u is mon p os set cin t r s iat r im a t rem c on te mp l ari do l en te m c um fi l io

Pro pecctis suae gentis
Vidit Jesum in tormentis
Et flagelis subditum

Pro pe cc t is s ua e g en t is vi di t j e s um in tor m en t is e t fla ge lis s ub di t um

Vidit suum dulcem natum
Morientem desolatum
Dum emisit spiritum

V id it s uu m d u l cem nat um m oriente m de sola t um d um emi s it spi ritu im

Eia mater fons amoris
Me sentire vim doloris
Fac ut tecum lugeam

E ia mater fons amo r is me s en tire vi m d olo r is f ac u t tec onze oz ze vaso do ge am

Fac ut ardeat cor neum
I amando Christum Deum
Ut sibi complaceam

F ac u t ard dea tc o r ne um coluna da am and circulo homem rato is cruz primeira De um vaso da cruz si bi com p la cea am

Sancta mater istud agas
Crucifixi fige plagas
Cordi meo valide

S ab cta mater is t u d a gás c ruci fi xi fi ge p la gás cir di meo v al id e

Tui nati vulnerati
Jam dignati pro me pati
Poenas mecum divide

T u ina ti v u l ne ra ti j am di gn a ti pro me pat ip poe en as mec um di v id e

Fac me vere tecum flere
Crucifixo condolere
Donec ego vixero

F ac ne vere tec um f ler e c ruci fi ix o conde o ler e don one e c ego v ix ero

Juxta cruxe tecum stare
Te libenter sociare
In planctu desidero


J u x ta c ru xe tec um sta ar e te l ib en t re soci ar e in p l anc t u de si d id ero

Virgo virginum praeclara
Jam non sis amara
Fac me tecum plangere

Vi r go vi r gin um p ra e clara j am non sis am ar a f ac me tec um p l ange r e

Fac ut protem Christi mortem
Passionis fac sortem
Et palgas recolere

F ac u t pr te mc h r is ti mir te mp ps s sio ni s f ac sir te met pal gás rec o ler e

Fac ne plagis vulnerati
Cruce fac inebriari
Ob amorem filis

F ac ne p la g is v u l ne ra ti c ruce f ac ine br i ari ob amo rem fi l is

Inflammatus at accensus
Per te virgo sim defensus
In die judicii

In fla am cv mat us at ac c en s us per te virgo si maior quadrado efe en s us sin in di e judici i

Fac me cruxe custodire
Morte Christi praemuniri
Confoveri gratia

F ac mec ru xe c us to di rem irt rte c h r is ti pea e m uni ric on f ove rig art tia ia

Quando corpus morietur
Fac ut animae donetur
Paradis gloria
Amen

Q un do c o rp us mor ie t ur rf f ac u t ani mae d one t ur da paradis g l o ria am en

Como sempre se ve tudo está em tudo, e muito errado é pensar em seu contrario e mais estúpido e cego agir não vendo nem o sabendo

C omo se mp rese ve tudo est á em tudo, e mui to e rr ado é p en sar em s eu c on t ra rio e masi est up pido id oe c ego a gi rn cão v en don one mo s ab en dó

Bom, voltando de novo a vaca fria, sobre os pseudo acidentes da russia e da california , o da russia terá um fio a ver com a china ainda, de qualquer forma, o da russia, a queda do aviao e o choque de comboios, terao que ver com os últimos dois países, e com a guerra e que melhor e mais ilustrativa imagem de um choque de duas locomotivas daquele tamanho para desvelar de imediato, que se está perante uma marrada de dois toiros

B om, vo l t ande de n ovo a v ac a fr ia, s ob reo s ps eu do acide dentes da russia e da cali for ni a , o da ru ss ia te rá um fi o ave rc om a c h ina a inda, de q ua l w ur forma, o da ru ss ia, a q eu da do avia oe o c h o q eu de com boi s o, te ra o q ue ve rc om os u l tim os do is pai s es, e c om a guerra e q ue me l hor e masi i l us tat iva i mage m de um c h o q ue de du as l oco mo ti v as da q eu le t am anho para de v s l ar de imediato, q ue see t á pe ra n te uma mar rr ad a de do is toi ros

Antes de mais a segurança, como sempre, visto que quem governa e quem se deixa governar ainda parece não ter percebido um principio básico da vida e da segurança de todos os amantes, que é a, a estupidez, e a incúria, e o não bem pensado proporciona sempre o acontecer das desgraças, que são assim como pudins flans, se junta um pozinho na agua que está dentro do recipiente que já existe e depois aquilo cresce, se nos enganar-mos nas proporções, aquilo deita por fora, aqui o deitar por fora continua a ser as vidas das gentes, o que não pode mais ser!

Ant es de masi maia a segur ança, co mo se mp r e, v is to q ue q eu m g ove r ma e q eu m se de ix a g ove r n ar a inda pa rece n cão t r e p e rc e bid o um p rin cip i o b as i c o da v id a e da segur ança de todos os am ant es, q ue é a, a es t u pi dez, e a inc u ria, e o n cão b em p es n ado pro p o cio na se mp reo ac on tec e rda s de sg ra ç as, q ue são as si m com oo p u di ns fla ns, se j un t a um p ox on h on a agua q ue est á d en t ro do rec ipe i en te q ue j á e xis te e dep o is aquilo c r es ce, s e n os en gana rata do traço ingles mo sn as po rp orço o es, a q u i dez de i tap o r f o ra, aqui o de it ra po r f o ra conti n ua ase ra s v id as das g en te s, o q ue n cão p ode masi ser!

fez um senhor no local do acidente um seria recomendação que deveria ser levado muito a seria por todos os comboios do uno mundo, dizia ele que deveria haver uma segunda segurança, o que é sempre bom de ter com as maquinas e nas operações com elas, assim se pode hoje com a tecnologia que já se tem, ter um sistema electrónico em cada maquina que detecta, um outro, tipo um radar direccional que reconhece um só emissor, idêntico em sua natureza, ou seja de outra maquina, e que caso detecte uma aproximação anómala, para as duas, e poderá ainda servir para garantir que não se ultrapassam os limites de velocidade, e outros aspectos de segurança, como passagem de peões e de carros, nada disto é impossível de ser feito já ontem, semelhante aos que os aviões tem, e certamente que reduzirá os acidentes, quando eles existem, pois o que acontece, e que as malandrices, utilizam os descuidos, ou seja os descuidos, permitem e propiciam sempre a substanciaçao de outras desgraças induzidas

fez um s en o r no l oca l do ac in det e um se ria rec o me n da sao q ue d eve ria ser l eva ado mui to a se ria por to s os o com boi os do un o m un do, di za el e q ue d eve ria h ave r uma se gun da sg e ur ança, o q ue é se mp r e b om de t e rc om as ma quinas e na s o pera rações com e la sas si m se p ode h oje com a tec no ligia q ue j á se t em, te r um sis t ema el e ct r ron nico em c ada ma quina q ue det e cta, um o u t ro, t ip o um ra da r di rec cio n al q ue rec on he ce um s ó emi ss o rid en tico em s ua na t ur e za, o u seja de o u t ra ma quina, e q ue c as o det e ct e uma ap roxi maçao ano m ala, para as du as, e p ode rá a sin da se r vi r para gara n tir q ue n cão se u l r t rp as sam os li mit es de v elo cidade, e o u t ros as pe ct os de segur ança, n ada di st o é i m p os s iv el de ser fe i to j á on te me ce rta mente q ue red u zi rá os ac cin det es, q u ando el es e x is te mp o is o q ue acontece, e q ue as m al lan dr ric es, u tili z am os de sc u id os, o u seja os dec u id os, per mit em e pro cia i m se mp rea s ub s tan cia sao de o u t ra s d es sg ra ç as indu z id as

portanto vamos lá faze-lo em todas as maquinas do uno mundo, e quem ficar mais uma vez rico à conta da minha ajuda, veja lá se não se esquecem dos direitos de autor, na regra que já vos expliquei e que parecem sempre esquecer, sendo que rico fico sempre eu, quando se ds salvam vidas

porta n to v am os l á f az e do traço ingles dez em todas as ma quinas do un o mundo, e q eu m fi ca r maís uma ave z ric o à c on t a da min h a ajuda, veja l á se n cão se es q eu cem dos di rei to sd e au tor, na r e g ra q ue j á v os e x p li q ue i e q ue pa rece m se mp r e es q eu ce r, s en do q ue ric o fi co se mp pr e eu, q u ando se es s al v am v id as

por outro lado, aqui depois de se ter falado do assunto há algumas largas luas, foi desenvolvido nas faculdades, sistemas integrados na roupa para mediação em reeel time de dados biometricos, portanto, não há mais razão para que eles não sejam utilizados e ligados a sistemas de segurança, tipo shut down de sistemas, por quem trás funções de condução sejam elas quais forem, nomeadamente nos transportes colectivos

por o u t rol ado, aqui d ep o is de set e rf a aldo do as sun to h á al gum as l arga s l ua s, f o id es en vo l v ido nas f ac u l dad es, sis t ema in te g ra do sn a rop ua pr a med iac sao e mr ee el time de dad os bi om e t ric os, porta n to, n cão h á maís ra za o para q ue el es n cão se j am u tili za ode li gado sa sis t ema sd e segur ança, t ip o s h u t do w n de sis t ema s, por q eu m t rá s f un ç o es de co n du sao se j am el as quais f o rem, no me ad damen te nos t ra sn portes es cole ct iv os


me desvelou agora neste preciso momento, o espirito que o senhor maquinista teve um avc, mas o que o provocou, é ainda a questão, se de facto um avc existiu , pois pela informações de um msm, e correlação, com o trajecto apresentado, a ter existido um , teria que se fulminante, o que é pouco provável de acontecer naquelas idades

me de s velo u agora nest e p rec is o mo m en to, o es pi rito q ue o s en hor maqui ni sta da teve primeiro av c, maso q ue o pro ovo co u, é a inda a q eu s t ã om sed e f ac to um av c e x is ti up o is pe la in for mações de um ms me co r relaçao, com o t ra ject o ap r es en t ado, a t r ee x us t ido um , te ria q ue se rf u le mina ina te, o q ue é p o u co pro ova ave l de ac on tec e rna q eu la sida d es

por outro lado ainda o trajecto em curva da linha naquele preciso ponto, e pela geografia circundante, como um canyon, ecoava na imagem da falésia de salema vem como em dois outros fios, o anel de diamante da lua no eclipse salvo erro numa foto tirada na china, e ainda o anel da experiências que se fazem com acelerações de partículas, e que ao que parece uma avaria, aconteceu, depois da primeira aceleração, tendo parado todo o sistema, donde a relaçao proposta e aqui espelhada trás em si diversos componentes, que parecem abranger distintos territórios

po r o u t ro l ado a inda o t ra ject o em c ur v ada linha na q eu le pr e c is o ponto, e pe la ge o g raf ia cir c un dante, como um can y o i, e coa ava na i mage m da f al es ia de sal ema v em co mo em do is o u t ros fi os, one le de dia man te da l ua no e c l ip pse s al vo e r ro n uam f oto ti r ada na c h ina, e a inda o ane l da es pe rie en cias q ue se f az em com ac e lara ç o es de pa ricula se q ue ao q ue pa rf e ce uma ava ria, ac on tec u, dep o is da p rim e ira ac e ler ac sao, t en do para ado todo o sis t ema don dea relaçao pro posta e aqui es pe l h ada t rá s em si di versa sc o mp ne n te s, q ue pa recem ab ranger di s tintos te r ritó rio serpente

uma pequena intervenção do governador, acrescentou-me outra duvida se efectivamente se estará perante uma situação real ou encenada, se, se pensar que os barracões que estavam dispostos em delta, são tambem semelhantes aos que se usam nas produções cinematográficas, se o sangue era ou não real, ou que as vezes assim acontecia, ou seja um outro layer de averiguação, e ainda mais uma ressonância, no outro delta que aparecera recentemente, no fogo no túnel debaixo do canal da mancha, que declina no imaginário no mancha negra das bandas desenhadas de infância, e na luva negra aqui aparecida relacionada com o musico do vinte e oito, complementada para outra imagem ao passar no mesmo ponto da rua em dia seguido, um homem que caminhava com um chave de fendas, philips, em sua mao como se fosse um faca, cruzei-me com ele, em frente a uma cas comprida com um pórtico, ou seja um referencia a uma chave alema de um pórtico de um templo

uma pe q u en a in te r v en sao do sem hor ar no l d, ac r es cento u do traço da inglesa meo u t ra du v ida se efe ct iva mente se est a rá pe ra n te uma si tua sao real o u en cena da, se s ep en sar q ue os bar rações q ue est ava am di s post os em de l t a, são t am b em semem l h ant es ao s q ue se usa sam nas pro du ç o es c ine mato g raf i ca s, se o san g ue e ra o u n cão real, o u q ue as v e ze sas si m ac on tec ia, o u seja um o u t ro layer de ave rig ua sao, e a inda masi uma r esso ana n cia, no o u t ro de l ta q ue ap ar e cera rec en tee mn te, no f ogo no t une l de ba ix o doc anal da man cha, q ue dec l ina mo i magi na rio no m ac ha ne g ra das ban dad de s en h ada sd e in fan cia, en a l uva negra aqui ap a rc cida r e la cio n ada com om mu sico do vinte e oito, co mp l em en t ada para o u t rai mage mao pa s sar no me s mo p on to da ra ua em id dia se guido, um h oe m q ue ca min h ava com um c h ave de f en d as, p h i li ps, em s ua mao como se f os se um f ac a, c ruze r i do traço da inglesa me com el e, em fr en te a um ac as co mp rid ac om um por tico, o u seja um refer en cia a uma c h ave al ema de um por tio de um te mp pol


e hoje ao passar na rua, assim mais li, que o e mail, por assim dizer do toiro do sessenta e seis, é a id da cobra dc, kapa cinza, ou seja crescido, e ainda com relaçao a itália, ou seja ainda com relaçao com a monica, sendo que tal se podia aplicar a id ali na rua dos brunos,

e h oje ao pas sar na rua, as si m mais li, q ue o e mai l, por as si m di ze r do toi to do se s senta e se is, é a id da cobra dc, kapa cin za, o u seja c r es cid oe a inda com relaçao a itália, o u seja a inda com relaçao com a moni ca s en do q ue t al se p o dia ap li car a id al ina rua dos br un os,

e um outro fio se desvelou, seguimento do cruzamento com a família cigana, que seria o conde cigano da ajuda, sendo que na ajuda existiu um que parece mas não o é, e que é conde provavelmente tambem sem o ser, ou mesmo será, pois agora não trago ao certo, o carrilho

e um o u t ro fi os e d es velo lou, n k apa se gui men to do c ruza mr n te c om a f am i l ia c i g ana, q ue se ria o conde ci g ano da ajuda, s en di o q ue na ajuda e x is ti uu m que pa rece mas n cão o é, e q ue é conde pro ova v e le mn te t am b em s emo ser, o u me s mo se rá, p o is a f goa rn cão t rago ao ce r to, o car r ilho

e com um rapariga suissa francesa, me cruzei eu numa loja no final da semana que passou, que me disse pela ajuda viver, mas os pormenores do encontro, mais á frente

e com um ra ap rig a s u iss a fr anc e sa, me c ruze i eu numa l o j ano fi n al da se mana q ue passou, q ue me di s se p ela ajuda viver, maso s p om en o r es do en c on t ro, maís á fr en te

hoje sabado, no espirito do lugar, no jardim da parada, dizias-me tu amada, cheira a esturro, pois a mim tambem me aparece que mais uma vez andaram a tentar queimar masi um cozinhado ou um tacho, ou mesmo uma inteira refeição

h oje sabado, no es pi rito dol u g ar, no jardim da parada, di zi as do traço da inglesa me tu am ad a, che ira a es t ur ro, p o isa mim t am b em me ap rc e qu e masi uma ave z anda ram a t en at ar q ue i mar masi um co z inha ado o u um t ac ho, o u me s mo uma in te ira r efe i sao

uma relaçao , um pequeno fio nos dois locais me confirma a ligação da turra , e aponta para quem usou o alicate, pois na russia se ve um pedaço de carnagem branca com a cabeça de um pássaro e um corpo daquelas chaves de canos inglesa que se apertam no cabo para regular a abertura e o estrangulamento quando se aplica a força, na russia estava no chao, na california, em movimento numa maquina daquelas com lagartas e com uma chave idênticas mas em vermelho, depois um outro fio ainda, a posição do delta nas linhas na russia, era semelhante a feita pelos barracões que se dispuseram ao lado da linha e que me remeterem para salema, para uns brancos que lá estavam, e onde eu vi a queda de troia, descrito aqui no livro, donde para ser franco nem sei mesmo se estes dois acidentes sao reais, real ou não, era o que os senhores russos disseram quando em terra ouviram o estrondo, pensaram que América tinha começado uma guerra com eles, bem ilustrativo de como vai o pensar, o sentir e medo das gentes, mas provavelmente aqui se trata de um outro assunto que assim se averigua

uam relaçao , um pe q u en o fi on os do is l oca is me c on firma a li g ac sao da t ur ra , e ap da ponta para q eu m us o u o al i cat e, p o is na ru ss ia se ve um peda aço de ca rena ge m br anca com a cab eça de um pa ss aro e um co pro da q eu la s c h ave es de cano s in g l es a q ue se a per tam no ca bo para r e gular a ab e r tura e o es t ra n g uk am en to q u ando se ap l ica a f orça, na ru ss ia est v ano ch ap, na cali for nia, em mo vi e mn to n uma ma q u ina da q eu la s com la g art as e c om uma c h ave id en tica s mas e m vermelho, dep o is um o u t ro fi o a inda, a p o si ç sao do d es l ta na s linhas na ru ss ia, e ra semem l h ante a fe i ta p elo s bar rações q ue se di sp use ram ao l ado da linha e q ue mer e met e rem para sal ema, par u ns br am n cos q ue l á est ava am, e onda eu vi a q eu da de t roi a, de sc i to aqui no l iv ro, don de para ser franco ne m se i me s mo se est es do is ac in det es s º cao rea is, real o un cão, e ra o q ue os s en hor es ru ss os di ss e ram q u ando em te r ra o u vi ram o est ron do, p en sara ram q ue am erica tinha com eça ado uma guerra com el es, b em i lu s t rat ivo dec omo v aio p en sar, o s en tir e m ed o das g en te s, mas pro ova v le mente aqui set rata de um o u t ro as sun to q ue as si m se ave rig ua

para além do desvelado na tapada, e do começo deste episódio de guerra com contornos ainda muito pouco claros quanto às manipulações que criaram seu inicio

para al é m do d es vela ado na tapada, e do com e ço de este e pi s ó di ode guerra com c on tornos a inda mui to po u co claro s q u anto às m ani ip u la ç o es q ue c r ia ram s eu inc cio

volto um pouco atrás nas anotações de meus cadernos, no ponto em que ficara a transcrição, que tinha ficado na descrição das revistas que estavam em cima da chaise longa, acabava com a frase, o azul deserto da tarde, o senhor dos anéis das duas torres,

vo l to um po u cat rá s na s ano tacões de me us cade rn os, no ponto em q ue fi cara a t ra n sc irc sao, q ue t in ham fi ca dona de sc r i sao das r e v ista s q ue est ava am em c ima da c h a ise l on g am ac ab ava com a fr ase, o az u l de s r e tid a t arde, o s en hor do san ane is das du as tor rato espanhol,

depois , as salsichas nobre, do taxi do nobre, oto , a sombra de paulo portas,

d ep o isas s al cinhas no br e, do t ax id o nobre, oto , a s om br ad e p au dez portas,

inundação no metro do terreiro do paço, onde a coisa contra mim começara, assim me desvelou um escutado, mas isto saberá quem o fez, Lídia do traço da rosa do benjamim veloso, as motor da cas dos pneus, ab circulo d vaso da cruz, dos dois pontos da cruz do abs homem da cruz do triunfo dos porcos, do bar do rá kapa do co rato ni ingles do ponto com patrick do underscore gall e ery h ome do ponto do php da foice do return, igaul ne ws, , a triângulo de fogo in fa red e fla serpente do traço sobre o duplo vaso , tres mocas esquilos na rua moreira da kin corning, Belize, Quénia, florida e Zâmbia

i m un d ac sao no metro do t e r rei ro do paco, onda dea a co isa c on t ra mim com e sara, ss im me de s velo lou um es cut ado, mas is to s ab e rá q eu mo fez, l id dia ia d o t ra ç o da rosa do b en j am mim do veloso, as m oto r da cas dos pn e us, ab circulo d v as o da c r u z , do si do is pontos da cir x do ab s h ome do homem da cruz do t rio un f o dos po rc os, do bar do rá kapa do co rato ni ingles do ponto com pat r i ck do un de r sc core g a ll lee r y h ome do ponto do php dp ps dos traços em cima da ren da f o ice dor e t u rn, i g au l ne ws, aa tar rina gula de f ogo in fa red e fla ser pen te do t ra ço s ob reo d up dez vaso , t r es mo ca s es q u ki e dez s n a rua moreira da kin co r ning, be l u ze, q eu ni a, flor rid id a e x z am bia

queiroz, são todos az ar, az n ar, são todos perigosos camaradas uns dos outros, mulher do candidato republicano mc cain, dezoito de oitenta e nove a dezanove, ou primeiro do nono de noventa e tres, vic o din cruz y l en circulo angulo terceiro en te rato par te sis, caso abc, gibson, cok tail do poder com a insegurança, maquiavel, o ass u w l da quinta da fonte da estrela africana bumaka

q eu i ro z, são to dd os az ar, az nar, são to d os pe rig os o s c am ar ad as u ns do s o u t ros, mul her do can dida id at o r e pub li c ano mc ca in, dez o it o de o i t en ta en ove a dez ano ove, o u pr ime iro do nono de noventa e tres, vic o din cruz y l en circulo ab gula t rec e iro en te rato par te sis, caso abc, gibson, co k tail do p ode rc om a un segur ança, maqui ave l, o ass u w l da quin ta da fonte da es t r e la af r ican bum a k a

e o interruptor, antigo anos cinquenta e mesmo sessenta, um circulo com dois comutadores, que fazem um onze, ou sej o circulo do onze, que aparecia nos desenhos da teresa dias coelho e tambem numa referencia relativa ao choque dos comboios, portanto se falaria do interruptor, quem ligou a energia, que remete portanto pela leitura para um grupo de dupla unidade, interruptor, em papel moeda, rey nice, liga e desliga, chave da puxe, animação hand book, o cérebro, o ox is o xi zinco, google palmela vanzeller

e o in te r rup pt tor, antigo anos cin q u en ta e me s mo se ss eta, um cir cu dez com do is com u t ad dor es, q ue f az em um on ze, o u sej o circu dez do onze, q ue ap ar e cia nos de sn h os da t r e esa di as do coelho e t am b em numa r e fr en cia r e l at iva ao c h o q ue dos com boi os, porta n to se f ala ria do in te r rup oto, q eu m li g o ua energia, q ue reme te por t q ant o pe la lei it da tura para um g rup o de d up la uni dad e, in te rr up ot, em pap e l moeda, rey nice, li ga e de s liga, c h ave da p ux e, anu maçao hand bo o k, o ce r e b ro, o ox is o xi z inc o, g o gg le pal me l ava n ze primeiro da ler

circulo guedes olá gelados magun polo, pastelaria pronto a comer, circulo de noventa e nove, set, de noventa e nove, primeiro do quadrado do nono, talho, ponto do gás invertido, a asa da pomba ao alto da linha negra do cotovelo, o boxer , o sarmento morais, daewoo noventa e nove cm quadrado do nono do sete dois sete, roma arieiro zagalo maior, estrela do nono grupo do talho de alcantara, sessenta e nove infinito deitado quadrado maior roler, nono de noventa e ste do traço da serpente ingles do angulo do quadrado do nono do traço de setenta e quatro da tv

cir cu dez guedes o lá gel ado s mag un p olo, p as tela ria pro n to ac co mer, cir cu dez de n ove en ta en ove, set, de noventa e nove, p rim e iro do quadrado do nono, t alho, p on to dog ás invertido, a asa da p om ba ao al to da linha negra doc oto v e dez, o b ox e ro sar m en tom o rai s, da e w oo n ove en ta en o ove cm q au dr ado do nono do sete dois sete, roma arieiro zagalo maior, est real don on o g rup o dot alho de alcantara, se s senta en ove infinito dei t ado quadrado maior roler, nono de noventa e ste do traço da serpente ingles do angulo do quadrado do nono do t r alo de set en ta e q ua t ro da tv

nino es agencia funerária dos prazeres e da lapa a f a hunday net do ponto de noventa e seis do oitavo do circulo do terceiro do vinte do vinte e oito, pastelaria das letras hunas, austria húngara da biel jessica do magico austríaco, vinte e dois e a ct serpente charlize theron serpente, ou pr ilha do espermatozoide do traça a gi budchen, o ponto doirado na estrela negra e prata, v p vaso da serpente hd de noventa e sete cm a ll dos tambores do gunter grass, dupla estrela dia x do sessenta e nove, da vesica de prata fabiana estrela do sete portela car lx

nino es a g en cia f une rá ria dos pr az e r es e da lapa a f a h un day net do ponto de no v en ta e se is do oitavo do circulo do terceiro do vinte do vinte e oito, p as tea l ria sd as l e t ra s h unas, a us t ria h un gara da bi le je s sica do magic o a us t ria ac o, vinte e do is ise sea ct serpente c h ar i lize the ron serpente, o u pr ilha do es per mato zo id e do t ra ç aa gi bud c en h no ponto do ira dona estrela negra e prata, v p v as o da serpente hd de noventa e sete cm a ll dos tam bor es dog r un t re g ra ss, du p l a est real dia x do se s senta en ove, da v e sica de p rata f ab ian a estrela do sete porta la, pr te , porte t ala la, car l x

depois seguiam-se as notas sobre a russia, relativas ao que vira nas imagens sobre a aparente queda do aviao, que terminavam em , ba es santa olaias

d ep o is se gui ma do traço ong l es ase as n ota ss ob rea russia, r e l at iva sao q ue v ira nas i mage ns s ob rea ap ar e n te q eu da d o aviao, q ue t r emi mina ava vam em , ba es s anta o l aia s

quando acabei a publicação, me apareceu o manuel falcão, o link à esquina do rio, a vermelho com rectângulo tracejado, e uma forte intuição de relaçao com belfast child, e assim escrevi, foste tu o cabrão da invocação, o segunda feira sargento, e me subiu à memória o estranho encontro com ele e sua esposa, no café na av praia da vitoria depois de sair de uma daquelas pretensas consultas com a teresa na altura da separação da família, e um ideia ganhou em mim peso, quatro e uma rainha, a rainha será então a esposa dele?

Q u ando ac circulo da cana da lei be ia pub li caçao, me ap a rec eu o manu l e f al cao, o l in ka a es q eu ina do rio, a ve r me l ho com rec tan gula dez t race jad o, e uma f orte in t u i sao de ra l sao com be l f a st c h i l de as si m es c r e vi, f os te t u o c abrao da in vo caçao, o se g u da fe ira s argento, e me s ub i vaso do * , mec, à me mór ia o es t r anho en c on t ro com el lee s ua es posa, no ca fé na av pr aia da vi tor ia de p o is de sa i r de uma da q eu la s p r e t en sas c on sul t as com a teresa na al tura da s epa raçao da f am milia, e um id deia gan h o u e m mim pe ss o, da quatro e uma rai n h a, a rai n h a se rá en tao a es pe o sade le foice, o sade , de sádico, da foice latina

Chopper segunda live, fígado pelicano , o banco, c h o pp e rato segundo do pelicano, metrolink crash, cha at hat angulo ss ao worth, horus segundo do irado, metro link c ra serpente homem dama ge seis g oo ds, l oco omo cruz ive serpente homem it head on in circulo do nin metrolink crash, presidential touros, cruise star x no circulo dezoito tom lilás , lila serpente angulo das ila serpente, horus cb s segundo do ponto com, kapa ca do angulo do nono do ponto com do nono da ar e al w a y serpente on cbs ponto do segundo do ponto com

C h o pp e r se gun da l ive, fi gado pe li cano , o ban co, c h o pp e rato segundo do pe li c ano, metro l in k c ra s h, cha at hat angulo ss ao worth, horus segundo do ira do, mer to l in h c ra serpente homem dama ge seis g oo ds, l oco omo cruz ive serpente homem it head on in circulo do nin metro l ink c ra sc h, pr e sid en tia l touros, c ru ise st ar x no circulo de x o i to tom l i l ás , lila serpente and u l as das ila serpente, horus cb s segundo do ponto com, kapa ca do angulo do nono do ponto com do nono da ar e al w a y serpente on cb s p on to do se gun dodo do ponto com

L oco mo t ive t ook the br v in t o f the im pact w it h da union pacific, programa da rádio da antena dois, t rai n ponto p os si ll y spa ring more vulnerable passengers cars from sustai ning eve en more damage do ponto al e x alex ca l de rr e ports

Angulo do oco mo t ive t ook the br v in to forte do homem em p ac ct w it homem da union p ac cif fi do forte do pro do gato da rama da rádio da antena do is, t rai n ponto p os si ll y spa ring mor e v u l ne r ab le pa ss en ge r s cars fr om s us t a em ning eve en more dama ge do pao n to al e x alex ca l de rr e portas ts

Depois um desenho do acidente, como um semi arco que nasce da direita apara a esquerda, marcado por uma estrela de explosão, um quarto de anel do rectângulo do ccb, um primeiro rectângulo aberto, como um, c, sem curvas e um outro rectângulo dentro dele fechado com um anzol que parece uma fora, do qual sai um traço horizontal que aponta um outro rectângulo como uma janela de seis vidraças, como um cruz dupla, ou seja ainda om um cruz da tuberculose, o x na vesica castanha e cinza, parecida com a imagem da revista zoom, que agora ecoara, pela mao , na mao da maddona no seu ultimo concerto aqui, numa capa do publico, o padre alliem , et dos fios , uma recordação anterior, segundo sim al segur anca o s traços no monte da paramount outra vez, os skiadores, na california, canyon, salema, a escolha tripla no caminho, para do monte, volvo, grua , como uma chave de canos, aqui é amarela, t housands oaks, e x c lu s ive t rain en gine e r s en cruz te x t b e for e crash c b serpente segunda do bar do ra da kapa ca angulo de setembro, los angeles police

D ep o is um de s en h o do ac inde te, co mo um s emi arco q ue na sc e da di rei ta ap para a esquerda, ma rca ado por uma estrela de es p dez sao, um quarto de ane l do re cta n gula dez do ccb, um p rim e iro rece tan gula dez ab e r to, como um, c, sem c u rca se um o u t ro rec tan g u o d en t ro dele fe c h ado com um na zo l q ue pa rece uma f o ra, do q ual sai um t r aço h ori zon t al q ue a pao n ta um outro rec cta n gula co mo uma jane la de se is v i dr aça sc omo um cruz d up la, o u seja a inda om um cruz da ti be rc u dez se, o x na v e sica cas t anha e cin za, pa rec cida com a i mage m da revista zo om, q ue agora e co ra, pela mao , na mao da mad dona no s eu u l tim o c on ce r to aqui, n uam capa do publico, o pad rea all ie m , et dos fios , uma rec o rda sao ante iro r, se gun do se im al se gi r anca o s t ar ç os no monte da para m on u to u t ra ave zo s ski a dor es, na cali for ni a, can y o n, s al ema, a e co l h a t rip la no ca minho, para do monte, vo l vo, g r ua , com um cg h ave de can s o, aqui é am ar e la, t h o usa sand ds o ak se x c lu s ive t rain en gine e r s en cruz te x t b e for e crash c b serpente segunda do bar do ra + da kapa ca angulo de setembro, los angeles police


Depois de chegar a casa o apagao eléctrico, e co star u n e co da estrela da un quadrado duplo do trinta e um , dois x, sai para a rua , alguns vizinhos a janela, se já tinham telefonado para edp, que não, pode me dar o telefone, sim, oitocentos quinhentos e seis , quinhentos e seis, o que ve que está apagado, até a lapa, me diz a vizinhas ingles, ligo para a edp, estranhas perguntas, e nenhuma resposta, primeiro sinal que a coisa era no mínimo estranha, passado talvez um hora lá veio, no segundo telefonema que tinha disparado uma sub estação sem saber dizer, qual , mais estranho ainda, no entretanto um omem aqui na rua as escuras se manifestou,

D ep o is de cha g ra a c asa o ap a ga o el ct ric oe co sat satã r un e co da estrela da un q ua dr ado d up dez do trinta e um , dois x, sai pr a ar ua , a lg u ns vi z in h os a jane la, se h j á tin ham tele fon ado para e dp, q ue n cão, p ode me dar o tele f one, csi m, o it o c en t os quin h en to ze se is , quin h en to s e se is, o q ue ve q ue est á ap a gado, at é a lapa, me di z ze a vi z inha sin g l es, li g o para a e dp, est t r anha s per gun tase ne h uma r ep ps o sta, pr i me iro sin al q ue a co isa e ra no mini mo est r anha, passado t alvez um h o ra l a a ps oto dez ove v e ino se gn do tele f one ema q ue tinha di spa r ado uma s ub est caçao se m s ab e r di ze r, q ual , masi e ts r anho a inda, no en t r eta n to um omem aqui na rua as es cura s se m ani f es to u,

O saco do milhafre da rotação sufi, a barata caminhava para a entrada do saco da capicua zagalo maior, optimus segundo gato mais terceiro gato, pai di super homem, um carro bate a suspensão ao passar ana igreja do bom sucesso e do triunfo lá em baixo, ontem trazia ela por dentro que era visível na clarabóia, como a dizer no seguimento das ultimas letras que finalmente se iluminara a manigância que esse tal estranho padre lá fizera naquela madrugada, a rainha, e o dima dia demo, o furo em alcantara, diadema, a loira de camuflado um dia aqui à porta, a loira do tráfico de fez, o saco e e a me do no serpente lojas, o saco no angulo sobre a sombra da fortaleza sobre a pedra da maria cunha, trinta minutos, meia hora, formula um, afiam-se todas as facas para o ultimo dos parlamentares, carros de fricção, motores de fricção, um o saco me mostrou, como um carrinho de brincar de inércia, muito antiga, se ia desfazendo a medida em que nela pegava, o home da energia do met , o milhafres da sombra do serpente do zagalo maior da pedra nas aguas do aqueduto, a cunha azimutes, taxi da vannete , van da net, cr l e pita at da agua dos comboios, da pisca pisca do pilar da ponte, a senhora dos cães meio cega, basta um prego, dizia ela nesse manha, duas flores da lua em rotação , da lua sufi, par le men t ar es t r emo rato par la men cruz ar espanhola cruz rato emo en circulo do ra tp com boi circulo a apitar, o cabrão do falcão, quatro buzinas um circulo dentro de outro, amarela vermelha nas nuvens por debaixo da lua, nuvens colchão, do x no colchão da lua, a faca mno quarto crescente dec r es cente, a besta do falo, o triângulo da besta do falo apontado ao ceu e ás estrelas, n uve en ns,


O s ac o do mi l h a fr e da r ota sao s u fi, a barata ca min h ava para a en t ra da do saco da ca pu cua za g olo maio r, p pt i mus se gun do gato mais t rec e iro gato, pai di super h ome m, um carro bate a s us pen sao ao pa s sar ana igreja do bom sc eu esso e do t rio un f o l á em ba ix o, on te m t ra z ia el a p o r d en t ro q ue e ra v isi v el na clara boi ia, como a di ze r no se gui men to das u l t ima s letras q ue fi n al mente se i lu mina ra a m ani h na cia q ue esse t al es t r anho p ad r e lá fi ze ra na q eu la madrugada, a rainha, e o di ma dia demo, o f ur o em al can tara, dia ad ema, a loi ira de cam u fla ado um dia aqui à p o rat, a loi ra do t rá i f co de fez, o saco ee a me do no serpente lo j as, o s ac o no angulo sobre a s om br a da f o rta l e z za s ob rea pedra da maria cunha, t rin ta minu t os, mei a h o ra, for mula um, a fia am do traço da inglesa se todas as f aca s para o u l t imo dos par la m en t ar es, carros de fr i cc sao, m to r es de fr i sao, um o s ac o me mos t ro u, como um car rin h ode b r i c na r de ine rc cia, mui to antiga, se ia de s fazendo a me dida em q ue ne la p ega ava, o h ome da ene r g ia do met , o mi l h a fr es da son n bra do ser pente do z a g aço maior dao e dr anas aguas do a q eu du to, a c un h a az i mu t es, taxi da van nete , van da net, cr l e pita at da agua dos com boi os, da p isca pi sc a do pilar da ponte, a s en h ro a dos ca es mei o c ega, b a sta um per g o, di z ia el ane s se manha, do u da s f l o es da lua em r ota sao , da l ua sufi, par le men t ar es t r emo rato par la men cruz ar e ps san hola cruz rato emo en circulo do ra tp com boi o circulo a ap tir, o c abra o do falcão facao, quatro b u z ina s um circulo d en t rode outro, am ar e la vermelha nas n uve en s por de ba ix o da l ua, n uve ns co l c h cão, do x no co l c h cão da l ua, a f aca mno q u art o c r es cente dec r es cente, a best a do f alo, o t r i â n gula dez da besta do f alo ap on t ado ao c eu e ás est r e la sn uve en ns,


Já a apit , associação de produtores independentes muito andava por aqui a aparecer em cortes recentes das palavras, e quando vi o desenho outra vez, desta na tapada, dos dois d com o asterisco no meio, e invertidos, me lembrei da D & D, uma produtora de televisão do Bruno cerveira, que passou pelo iade quando eu por lá tambem cursei, como a dizer, a estrela invertida da D 6& D, ou sessenta e oito quadrado do x, mais o Manuel , o cruz sobrinho do carlos cruz da cta, do processo da casa pia, mais o outro manuel, um bando de maduros que faziam parte da direcção da apit e uma imagem agora me voltava à consciência, creio que aqui narrada, a dos tipos nas reuniões para eu não saber as combinações a medida em que se falava os assuntos iam enviando entre si sms, e a imagem era da mesa no alta da cidade com vista para o castelo deles estarem em posição de cruz, como as cruzes que os jovens japoneses mostravam em dia recente para assar pipocas com os telemóveis, ou seja das cruzes pelas comunicações

J á a ap it , as soci ac sao de por du ot r es in d ep en dentes mui to anda ava por aqui a ap ar e ce r, e q u ando vi o de s en h oo u t ra ave z, de sta na tapada, dos do is dc om o as te r isco no mm i oe s argento deitado in v e rt do s, me l em br ei da D & D, uma pro du tora dd e tele visao do br un o ce r veira, q ue pa ss o u p elo iad de q ua n do eu por l á t am b em curse i, c omo a di ze ra estrela invertida da D 6& D, ou se s senta e oito q ua dr ado do x, ma sio m a u el , o cruz s ob rin h o do carlos cruz da cta, do pro c esso da c asa pi a, mai s oo u t ro manu e k, um bando de mad ur os q ue f az iam p arte da die cc sao da a pit e uma i mage m agora me vo l t ava à co ns cie en cia, c rei o q ue aqui na rr ada, a dos t ip os nas r eu ni o es para eu n cão s abe ra s com b ina ç o es a med id a em q ue se fala ava os as sun to s iam en vi ando en t re si sms, e a i mage m e ra da mesa no al t a da cidade com vi sta para o cat e dez de l es est ar em e m ps o i sao dec r i z, co mo as c ruze es q ue os j ove en ns j ap pao ne ze s mos t ar vam em dia rec e n te para as sar p ip o cas com os tele mo c v e is, o u seja das c ruze s pe l as co munica º o es

Hoje incendio no restaurante das docas da candidatura do durao, a brasa a arder, a brasa alema au di dez de oitenta e tres , águia, , a águia alema, caiu a brasa do ceu, cometa vermelho sobre o p do vaso na traseira da audi, o milhafre do circulo maior das aguas, e o anzol da sombra da bicada do pássaro dos esgotos da cml, o capicua zagalo maior da moto triângulo inclinado tipo comboio, maquina , a barata das aguas das pedras a dez miss daisy do pneu semi arco, tres gomos do circulo da vartea da forquilha treze circulo, a sombra do losango nas pedras m view master , agora aparece

H oje inc en di on o restaurante das docas da c om dida t ira do durao, a br asa a ard e ra br asa al ema au di dez de oitenta e tres , a guia, , aa gui a al ema, ca i ua b r asa do ceu, co met a ve r me l ho s ob reo p do vaso na t ra se ira da audi, o l i l h a fr e do circulo maior das aguas, e o na zo l da s om br a da bi c ada do pa ss ar o dos es g o ts da cn l, o ca pi cua za galo maio r da m oto t r in g au dez inc l ina ado t ip o com boi o, ma quina , a barata das aguas das ped ra sa dez miss da is y do p en eu s emi arco, t r es gomos do circulo da vartea da for q eu ilha t r e ze circulo, a s om br a dolo olo dez san g on as pedras m vi e w m as t rea gira pa rece

Há fá na ee edp so cruz invertida, circulo nono serpente E invertida angulo cruz wc, meio braço, da cruz da twc, do angulo na rocha da pedra da tumba no maçao se espanhola invertida, dos esgotos da cml. Serpente oto invertida nono , nona serpente , e, invertida, casa de ban ho , roca barcelona, vinte e seis do circulo do primeiro almeidinha dezanove trinta e dois e zorro e vaso bmw azul e tres traços no topo da baliza, vermelha

H á f á na ee e dp s o cruz in v eti ada, circulo mn on o ser pente E in v e rt ida angulo cruz wc, mei o br aço, da cruz da twc, do angulo na roc h a da ped ra da t um b a no m aç sao se es pea n h o al in v e rt ida, dos es g oto sd a c ml. Ser pente oto in v e rt da nono , nona serpente , e, in v e r t dida, c asa de ban ho , roca bar cc celo na, vinte e se is do circulo do primeiro al me id inha dez ano ove t rin ta e do is e zorro e vaso bmw azul e tres t r e sao no to p o da bal iza, vermelha

Caiu o rato castanho com bigodes verdes com mola de estendal quando abri o contador, o rato da serpente martinho, hoje passou um outro rato, verdadeiro, quatro rectângulos, dois a dois em face, bruno cerveira, iluusions junto da polícia, ute lemper, kathleen ferrier , do julio par z ak , um en e rp hi ilha r moni kapa e rato vassoura azul da mimosa bem essencial meio gordo, decca, dec ca, o do chapeu de pai natal , o canto da terra, a song ge the earth , le chant de la terre

Ca i u o rato cat anho com bi g ode es verdes com mol a de est n d al q y ando ab rio c on t a dor, o rato da serpente mar t in h o, h o je pa ss o u um o u t ro rato, ove rda de iro, q ua dt o rec tan gula dez, do isa do is em f ac e, br un o ce r veira, i l uu sio ns j un to da poli ca, u te l e mp e r, k at h l e en fe rr i r , do julio par z ak , um en e rp hi ilha r moni kapa e rato v as soura az u l da mimo sa b em es s en cia al mei o g o r do, decca, dec ca, o doc h ap eu de pa ina ta l , o can to da te r ra, a son g ge the e art h , l e c h ant de la te rr e

A suja fricção , o motor por debaixo do audi vinte cinco, segunda estrela de oitenta quinhentos e quatro, levi, nl cento e tres homem infinito deitado do vinte e um , segunda da estrela sn do circulo do quadrado de setenta estrela, duzentos e vinte duzentos e quarenta, dan fe dd ce oo tombada, branca cobrem verdete branca e cobra verde det

A s u j a fr i cc sao , o m oto tor por dea b ix o do au di vinte cinco, se gun da estrela de oitenta quin h en to se q u t ro, le v u, nl cento e tres homem infinito deitado do vinte eu m , segunda da estrela sn do circulo do quadrado de setenta estrela, d u ze n to e vinte du zen to se quarenta, dan fe dd ce oo to b ada, br anca co b rem v e r det e bt anca e cobra verde det

O fruto das sementes vermelhas, é teixeira mar, circulo serpente noventa e cinco, do vinte e oito, dos dois circulos dee cem da refe it cruz en te par rente isis , do principe espanhol rb bp, nc quinhentos e quatro duplo deus, quim ze circulo do seth, av d. Carlos, primeira coluna, numero dezassete do traço ingles do vinte e cinco, do ze deitado l is boa, crc vaso de oeiras, noventa e cinco, vinte e oito circulo da serpente dodo si p on to sd o cem, no ome me n c mo rada f un circulo id trezentos e um francisca

O fr u to da s sémen t es vermelhas, é teixeira mar, circulo ser pente noventa e c on co, do vinte e oito, dos do is circulos dee cem da refe it cruz en te par rente isis , do p rin c ipe es pea e h o l rb p, nc quin h en to se q au tt ro d up dez deus, quim ze circulo do seth, av d. Carlos, primeira co l un a, nu m ero dez a sete do traço ingles do vinte e cinco, do ze deitado l is boa, crc v oeiras, noventa e c nc o, vi ny te e o i t ro circulo da serpente dodo si pontos do cem, no ome me n c mo rada f un circulo id t r e x en to ze primeira da francisca

Cardinal rec quinhentos e um, do trinta e um reg serpente quim ze, do bar do rá do circulo do nono do segundo do duplo circulo do oitavo, vinte duplo quadrado e estrela circulo, quadrado turbo diesel it em p v iva total, primeiro mc n e x press circulo do circulo de sessenta do ze do percentil total fe car en te rato par en te sis inc primeiro iva do circulo de sessenta,

valmont

Car din al rec quin h en to se um, do trinta e um reg serpente quim ze, do bar do rá do circulo do nono do segundo do duplo circulo do oitavo, vinte duplo quadrado e est real circulo, q au dr ado t u rb o die se l it em p v iva total, primeiro mc n e x press circulo do circulo de sessenta do ze do pe rc en til t ota l fe car en te rato par en te sis inc p rim e iro iva do circulo de se s senta,

Vaso al maior em cruz

A inda ob ma, el e ct ric o se q u en cia a ps oto dez,

O fauno do al berto, das video poesias, é idêntico o frame a imagem do filme o labirinto do fauno,

E ç le c rc r z vaso do rc cio segundo do traço ingles a chave da faca da rua do pat roc i ni o, el e ct ric o t rec e iro ele c h o el e ct rc cio, vitor car dan, o vi tor da t ra ns miss cao, o vi it tor do cin ema , a ne c rif i la, a don de s sa, em p au da ve y dt f au

Nono dali saindo, a imagem do raio, o x vermelho no quadrado, o padrão das aguas, e o padrão do leopardo, ou seja do visconti, ou seja ainda ligação a italia, a orelha do francisco, ou o que é a orelha do francisco, os lírios sao a rotação do francisco e da teresa, o francisco é parecido com o pagem morto, a rotação dos dois, o baile, faz a cascata da agua , ondas grandes, tsunami, a alça negra do vestido da teresa, relaciona-se com a imagem dos negros arcos que se encontrava, no monitor do pc da sandie em sua loja, da imagem dos casal hi«brido, copos humanos, e faces de tigres, o tigre e a trigressa de horus, t mn, o magneto do video digital, na transição das aguas para o fogo, a sombra de munch que é idêntica ao desenho da capa da ney yorque quando a morte em foice larga bateu à porta, o bebe aponta a vesica da maria joão, com seu dedo, e também marrocos, a senhora ligada a minha prisão, de cujos cabelos como medeia saí um cobra, a poalha de uma mao leva o senhor africano e cuidar do bebe, o francisco, falo com da primeira mu, que leva o ferreiro a bater na bigorna a kundali, a salamandra do gara jau do açor, ram o ro petit, madalena ferer, cabo verde, areia do ferro velho, brasil., a vareta do forca do nono do golf da energia, a gasolina do circulo do j ogo, boavista, reebook e das gravações, do alberto de alvalade, o poeta do leao, jornal o jogo?, ou outro jornal desportivo, o poe, a parecença com oo oitenta e oito, automóveis antigos agora reflectido na rua da emenda, porto outra vez, seta reebook, rato ee b ook, kapa seth p la zorro, na rea andreia odoni, houdini, percentil vinte e oito, segundo de oitenta e um estrela do segundo seth, do percentil do segundo nono do percentil do terceiro do segundo un de rato sc core lorenzo, o da un de rato r sc core lotto, o do lotto, da arquitectura da terceira, ce me

Nono dali sa vin dao, a i mage m do raio, o x vermelho no quadrado, o padrão das aguas, e o p ad ra o do leo p ard o, o u seja do vi sc conti, a o r e l h ado fr anc isco, o u o que é a orelha do francisco, os li rio s sa a o a ar ota sao do francisco e da teresa, o francisco é ap ar e ce u do com opa ge mm orto, a t r ota coa dos do is, o baile, f az xa ca s cat a da agua , ondas g rand es, ts un a mi, a al ç ane negra do v es ti do da t r e sa, r e la cio na do traço da inglesa se com a i mage m dos negros arc os q ue se e c non t rava, no moni tor do pc da san di e em s ua l o jad a imagem dos c asa al hi s argento br ido, cop os humanos, e f ac es de ti gre s, o ti gre e at rig r ess a de hor us, t mn, o mag neto do v id e o di gi t al, na t ra ns sic cao das aguas para o f ogo, a s om br a de m un c h q ue é id en tica aa o de sn ho da c ap a da new yorque quando a morte em f o ice l arga bate u à porta, o bebe ap on t aa ave sica da maria jo cão, com s eu dedo, e tam n b em ma roco sa s en h ot ra li gado a min h a pr isa o, dec u j os cabe dez s co mo medeia sa í um cobra, a p o alha de uma mao l eva o s en hor a f ric ano e cu id ar do bebe, o fr anc sc o, f alo com da p rim e ira mu, q ue l eva o fe r rei iro a bate rna bi g o r na a k un dali, a sala m na dr ad o gara j au do ac o r, ram o ro pe ti, mad a l en a ferer, ca bo verde, a reia do ferro v e l h o, br as il ., a va r eta do f o rca do nono do go l f da ene r g ia, a gas sol ina do circulo do j ogo, boa v ista, r ee bo o k e das g ar v ac ç o es, do al berto de al v ala de, o poe eta do leao, jo rn al o j g o foice, o u o u tr o jo rn al de s p ort iv o, o poe, a par ec en ç a com oo oitenta e oito, au tom ove is ant i g os agora r e f l e ct id don a rua da emenda, porto o u t ra ave z, s eta r ee b oo k, rato ee b ook, kapa set h m p la zorro, na rea and rei a o d oni, h u di ni, per cen til vinte e oito, segundo de oitenta e um estrela do segundo seth, do pee cen til do segundo nono do per cen til dot rec e iro do segundo un de rato sc core lorenzo, o da un de rato r sc core lotto, o do lotto, da ar q eu tec t u t ad a terceira, ce me

Olho de novo os desenhos do sonho premonitório da queda das torres em nova yorque, e reparo que por debaixo do homem rá que vai com a mala de roupa de vinte dias, e que passa na rua onde uma senhora crescida esta a uma janela a observar as aguas, trás uma sequência de sinais gráficos , mais e menos que reduzo por soma e obtenho, o vinte e oito do vinte e um, o homem por debaixo das aguas em nova yorque relacionado com os acontecimentos que a monica lá terá vivido, o musico da maça, a mala do home rá do submarino da senhora crescida à janela na net que ve o mar, azimutes, do pescador da barragem das duas cruzes, ca bo ra b assa, do moni ka , o le caiu ao chao, cruz antas, o cab da rita, o abismo, rita o cab da rita, da bessa,

Olho de n ovo os de s en h os do son ho pr e o moni tor rio da q eu da das tor r es em n ova y o i r q ue, e r epa ro q ue por de ba ix o do hor m rá q ue v a i com am ala de ro up ad e do vinte dias, e q ue pa s san ar ua onda uma sem hor a c r es cida est aa uma jane la a ob serva ra s aguas, t rá s uma se q u en cia de sin a is g raf i cos , ma ise m en os q ue red u zo por a oma e ob t en ho, o vinte e oito do vinte e um, o h ome mp o r de ba ix o das aguas em n ova y o r ki da ue r e la cio n ado com os ac on tec ie mn to s q ue a mo nica l á te rá vi v ido, o mu sico da maça, am ala do h ome rá do s ub marino da s en hor a c r es cida à jane la na net q ue ve o ma r, az i mu t es, do pesca dor da bar rage m das du as c ruze es, ca bo ra b as sa, do moni ka , o le ca i ua o chao, c ruza zorro das antas, o cab da rita, o ab is mo, ri tao c ab da rita, da be s sa,

A ficha técnica da ascensão assim declina em sua reza do interstício, vi id e circulo cip dos dois pontos do as circulo ingles kapa da espanhola da são do bar do rá da set ima le gi cao. In te rp pr da cruz das co muni cc corte es o movies tmn, da cruz espanhola, dos dois pontos do teresa s al gui iro, bar do rá do fr anc isco om do ribeiro do ba do rá do oliveira , rato ee edi cruz ado p do eco serpente da se vaso au tor e ral iza dor p au dez f orte em zorro orte do zorro vaso e rato iro do segundo deitado da cruz ard e a pr circulo do posi to do lança do home to ingles eu um n ovo cruz rá aba do alho do set ima da le gi cao, lua de sc r es cente la t ina eu rato da opa vinte do rec tan gula dez negro sobre negro rom, e ts real, duplo set do circulo do terceiro de cinquenta e q au t ro do ponto da t riade do oitavo, certamente do circulo do teixeira, o das fi na s ç a, com a bandeira na es q eu ina es farra ada, na rua da em anda, ou da amanda

A fic h a tec nica da as c en sao as si m dec l ina em sua r e z do inter ti sc cio, vi id e circulo cip dos do is pontos do as circulo in g k es são do bar do rá da set ima le gi cao. In te rp pr da cruz das co muni c ç es o mo vi es t mn, da cruz es p na h ola, dos do is pontos do teresa s al gui ro, bar do rá do fr anc isco m do ribeiro do ba do rá do oliveira , rato ee edi cruz ado p do eco serpente da se vaso au tor e ral iza dor p au dez f orte em zo rte do zorro vaso e rato iro do segundo deitado da cruz ard e a pr circulo do posi to do lança do home to ingles eu um n ovo cruz rá aba do alho do set ima da le gi cao, lua de sc r es cente la t ina eu rato da opa vinte do rec tan gula dez negro sobre negro rom, e ts real, duplo set do circulo do terceiro de cinquenta e quatro do ponto da t riade do oitavo, certamente do circulo do teixeira, o das fina s ça, com a bandeira na es q ue ina es f ar r ada, na rua da em anda, dao u da amanda

Como é sua besta,? De pseudo ministro das finanças bandido, em duplo, aqui o acuso, primeiro como já disseram as letras em dia recente, a querer ser mais do que um polícia, e depois pela constante perseguição que seus serviços me fazem desde sempre , aqui explicada em detalhe, tambem nos respectivos departamentos das finanças e sem nenhuma resposta, friso sem nenhuma resposta até à data, por que me persegue, sua besta fascista, a mando de quem, que envolvimento trás no rapto de meu filho, via amanda, uma santa pouco santa aliança, oh seu cabrão , não seja cobarde e responda!

C omo é s ua be sat foice De ps eu do mini st ro das fi na sç as bandido, em d up dez, aqui o ac us o, p rim e iro c omo j á di ss se ram as das letras em dia rec en te, a q eu r e r ser maís do q ue um pol cia, e dep o is pe la co ns t ante per se gui sao q ue se us ss e r vi ç o es me f az em de sd e se mp r e , aqui e x p li c ada em det eta alho, t am b em no s r es pe ct u v os d epa art am en teo s da s fi na ç as e s em ne h uma r es post a, fr is o se m ne h uma r es posta at é à data, pro q ue me per se g ue, s ua be sta f as c ista, a man do de q eu m, q ue en vo l vi m en tot rá s no ra pt o de me u fi l h o, v ia amanda, uma s anta p o u co s anta al ian ç a, o h s eu c abra o , n cão seja co br ad ee r es pond a!

Não é o senhor a bela sakira, que trás fiapos em sua saia e que quando dança, de sua ancas sai ouro, de amor o senhor é um bandido, que nem da bandeira nacional sabe cuidar em sal casa, certamente porque andará com os cornos em outros lado, nada ve, mas o que é, é, e a imagem mora lá onde o senhor diz trabalhar, de perninha cruzada em foto antiga a brincar a minha imitação, seu malandro, sua besta, sem vergonha!


Não é o s en hor ab abe e la s ak ira, q ue t ra s fia p os em s ua s aia e q ue q u ando dança, de s ua anc as a s cio ur o, de amo rose en hor é um bandido, q ue ne m da bandeira na cio n al s ab e c u id ar em s al c asa, ce rta mente por q ue anda rá com os cornos em o u t ro s l ado, n ada ave, maso q ue é, é, e a i mage m mora l á onda o sem hor di z t ra b alha r, de per ni n h ac ru z da em f oto anti ga a br inc ra min h a i mit aç sao, s eu m ala lan dr os ua b es t a!

O cantor , no video clip da ascensão , é visível ainda, o peito feminino camisa branca da vaquinha, que é a vaquinha do home fr anc isco, o home com orelha em fenda, o saurio, é o da bigorna, o horus passado, o dido das aguas, no porto, dois barquinhos daqueles pequeninos, davam a imagem complementara, e nem sei bem ao certo bela degeneres, mas creio que este fio em si encaixará, ou melhor lhe dará si uma certa explicação, o primeiro trazia a chaminé como uma machadinha vermelha e negra que assentava no meio do vale da maria, na ponte, como a dizer, ve a machadinha que caiu no vale da maria, seu nome, dizia, carnival splendor, ou car ni iva al sp primeira inglesa dor, e o segundo, trazia um boomerang branco em cima que ficava mais ou menos no mesmo ponto do vale da maria, ou seja a machadinha primeiro, e depois a volta do boomerang branco muito grande, da independente sea, ou seja da inde pen quadrado den ingles da ce do mar

O can tor , no vi o c l ip da as c en sao , é v isi v el a inda, o pei to fe m en ino cam misa br anca da ava quin ha, o h ome com orelha em f en da, o s au rio, é o da bi g o rna, o hor us passado, o dido das a g au s, no porto, do is bar quin h os da q eu lee s pe q eu nino s, d ava am a i mage m c o mp le m en tara, e ne m se i be m ao ce rto be l ad e generes, mas c rei o q ue est e fi o em si en c aixa rá, ou me l h ro l he da rá si uma ce rta e x p l cia sao, o p rim e iro t ra z ia ac h am ine como uma m ac h a dinha verme l he e negra q ue as sem t ava no mei o do v al e da maria, na ponte, co mo a di ze r, ve a m ac h a dinha q ue ca i un ova al e da maria, s eu no me, di z ia, car n iva l s p l en dor, o u car ni iva al sp p rim e ira inglesa dor, e o segundo, t ra z ia um bom mer rang br anco em c ima q ue fi c ava mais o u em no sn o me s mo ponto do v ale da maria, o u seja a machadinha p rim e iro, e dep o isa vo l ta do bom e rang branco mui to g rande, da in de pen d en ce sea, o u seja da inde pen q a un dr ado d en ingles da ce do mar

A cantora, a teresa, é a das mascaras venezianas, de um homem ou mesmo um homem disfarçado de mulher, ou ainda mesmo um travesti

A can tora, a teresa, é a das ma sc s d caras v ene zi ana s, de um h omem o u me s mo um ho mem di s fr aç ado de mu l her, o ua inda me s mo um t rave s ti

O do circulo do seth, o cabo e de sessenta ou sex to do mei forte da cunha , o seis dos dados de jogar, o sexto ponto dos dados de jogar, o que passou pelo beijo a cida à rapariga cantora, a teresa

O do circu dez do seth, o cabo e de sessenta ou sex to do mei forte da cunha , o seis dos dados de jogar, o sex to ponto dos dad dp ps de jo g ra, o qu e pa ss o u p e dez beijo a cida à ra pa rig a can tora, at e r e sa

No jornal alemão assim rezava, a ne do eu segundo ur da cher bei cruz un gato inter rato rodoviário do no tio muito al ale au serpente gabe pari elle en ts p da spa pan n un gim, f ina nz se kapa tor da visao lux espanhol fera quadrado os dos livros ar mila rata

No jo rn a onze e mao as si m r e z ava, ane d q a eu segundo ur da cher bei cruz un gato int t r e rato rodo vi a rio do no tio muito al ale au serpente gabe pari e ll e en ts p da spa pan n un gim, f ina nz se kapa tor da visao l ux es p na ho al fera q au dr ado os dos li v ros da ar da mila rata

Depois uma noticia no peru de obama ainda acrescentou, cora ra do angulo do gables da florida, do clark gabbles da florida, ob ama ba circulo ka ps serpente e rec cio ove rato do Y da p da lan da sá y serpente do mc cain, spa serpente ina ap da ani circulo


Ob am ab ac ck serpente rato e co ovo e rato y p lan, sa y serpente mc cain spa sin a p ani c spa serpente do pp pr ru Y a homem oo da ne das noticias dos serviços do co rato rei rio circulo das noticias do sport e finanças, me vaso pagem ac cc un cruz ne w use rato da foice si gn em ajuda, maior ak do entretimento, dos desportos tec homem poli cruz is, das eleições das cie en sas da serpente au de mo st em homem do elp do peru, do arco do mar da web primeiro homem ome mm ur do vinte e oito m un us te serpente primeira do gato do circulo dos co rr espanhol pon det espanhol poli tico serpente, do p ani co ina

co ra do angulo do gables da florida as psa rato eu te rato serpente bar da ra ck da ob ama homem vaso dd primeiro ed w it home duplo do is e c on circulo mic ad vi se rato son sex cruz a fe ira e b ac k ed g ove rn men cruz e ff circulo rato ts to pro pup a tee te ring fi na n cia primeiro serpente y serpente te m, but he serpente a id he w circulo vaso primeiro d w a it to rato el e ase homem is circulo w n d eta i le d p lan to ste m the cruz ur mo i primeiro on w all st rato ee cruz do semem da pub da ad das ti se pr en te serpente do demo circulo ra tic do presidente can dida tete pr a i sed e ff circulo rato ts b y cruz rea serpente ur y Secreta rato y homem en rato y P au primeiro son and feder a primeiro rato e serve cha i rato man b en Be rna e k e to rato espanhol c ue en dan ge red forte ina n cia primeiro fi rato ms e k e ep c red it ma rato k e ts sol vaso en cruz e sa id "eve en bo primeiro de rand more dec is ive ac tio n spa serpente w as ne ce serpente sary.


But the primeira coluna ll em circulo is sena tor serpente a id he w circulo vaso primeiro dn ot un veil homem is circulo w n serpente p e ci fic pro p os al serpente un til g ove rn ment circulo ff i cia primeiro sand dc c on gre ss homem ad c on c primeiro vaso ded cruz he i rato w circulo rato k on a br circulo ad rato espanhol c ue p primeiro an cruz hat co vaso primeiro dc co serpente cruz homem un d rato e ds of bil lion serpente circulo forte do ll ar serpente.
S ap y circulo vaso don a ps oto dez lot da cruz do it ina day. We ap os cruz olo ve g ot to do it ina n em te ll i g en cruz, serpente y serpente te mat i ct homem circulo vaso g homem cruz forte vaso primeiro forte as hi on, sapa serpente he to primeiro d rato ep orte rato serpente af te rm ee cruz ingles homem is ad vaso ise rato serpente circulo vaso ts id e mia mi.


C lin ton rec rui cruz em gata her b ac k e rato serpente to he primeiro p Ob ama AP pm mc cain serpente a y serpente forte e ds homem circulo vaso primeiro d st circulo p g ove rn ment bail circulo vaso ts ap verme on cruz can dida te to pro sec vaso te b us homem i forte ela wi ns ap primeira coluna n vaso espanhol ti gat tor dos dois pontos do p al em pro be to fi maior be ford e el e ct tio na pm mc cain E ff circulo rato cruz to ti e ob ama do to da fannie mae do duplo vaso do circulo espanhol set serpente ts circulo ff poli tica al br a w primeiro c q poli tics.com do poli tic serpente video ela primeiro b y, Do dd: Bail circulo vaso tc circulo vaso primeiro dc circulo sta cruz rai ll e em do ll a rato b serpente abc ne ws do traço ong primeiro espanhol fr is ep do dez ano ove, do dez do ze da manha e cruz pal em a ps ot dez serpente homem us band rato e forte use st circulo cruz espanhol ti forte y em pro be ap do traço da sexta feira serpente ep dez ano n up cia sd circulo dezoito da manha e cruz can dida da te quim mica che m cruz rato da Y dn do sexta feira dezanove do decimo do trinta e um am e cru em te rio rato secreta circulo vaso cruz ra ge db y sex e gi ft ts ap do traço ingles da cruz serpente da ep do dezoito dodo ze da duplo estrela do primeiro ministro e cruz serpente pons e red li n k serpente das en te rata par en te sis do duplo vaso do home maco nico a ps oto dez da serpente do homem di is, p rie mr rio ad circulo de x circulo i to dos direito civis poli tico se serpente ub urbanos , circulo ho em branco el ct fi rato do st do g rand ado city segundo la circulo kapa do major, do ponto da web dos olhos bem fechados mc gato do el e ct ric circulo do com do poli tico b us do sin ess circulo do y circulo la ti ni eu ro pei

Isto só uma parte do miolo da noticia.


Encontrei e conheci, a sandie do ferro velho na rua da procuradoria da republica, quem diria, o seu pc na internet da tmn, trazia as alcinhas negras em semi arco como no vestido da teresa salgueiro no clip da ascensão , tem um belo cao , a rapariga, o cao balthus, ou Baltazar, quem sabe se da constantinopla, me mostrou ela em sua loja um altar com o casal híbrido de horus, quando mexi na rapariga com cabeça de tigre, a manga caiu com o gafanhoto, da cabeça da saíram umas bolinhas brancas de esferovite, a montra a que se destinara tao estranho altar, fora a gardénia, o homem que passava com um colete em pele negro como um que eu tinha comprado na gardénia, apontando o cotovelo escondido por detrás das costas na casa de Andorra, a representação diplomática, a agua, a poupança, de novo outra mao de tigres, o encontro com a margarida, e a xana dos rádio Macau,

en c on t rei a sand die do ferro, o velho, na rua da pro cura do ria da r e publica, q eu maior di ria, os eu pc na internet da t mn, t ra z ia as al cinhas negras em s emi arco como no v es tid o da teresa s al g eu iro no c l ip da as c en são , te m um b elo dez cao , a ra pa rig ao cao b al t h us, ou Bal t az ar, q eu m s abe seda co ns t ant ino p la, me mo st ro ue la em s ua l o j a um al t ar com o ca s al hi br id o de hor us, q u ando me x ina ra pa rig ac om cab eça de tigre, a manga ca i u com o g a fan h oto, da cab eça da sa iram uma s bo l in h as br anca sd e es fero vi te, a mon t ra a q ue se de s tina ra tao est r anho al t ar, f o ra a g ar dé nia, o h ome m q ue passa ava com um cole te em pele negro co mo um q ue eu tinha co mp r ado na g ar dé nia, ap on t ando o c oto v e lo es co dn di o por det ra sd as co sat ts na c asa de ando r ra, a r ep r es en taçao d ip dez mat i ca, a agua, a poupa ança, de n ovo o u t ra mao de ti gre es, o en c on t roco oma mar g ar id a, e a x ana do s rá di o m ac au,


hoje domingo fui almoçar com meus pais ali ao pé do jeronimos, o nevoeiro veio do rio e cobriu o mosteiro, ao mesmo tempo que olhava na mesa uma bela mae loira com unhas vermelhas que colocava um capuz tipo roupão branco na cabeça do bebezinho que comia pao sentado em seu belo e quente colo, olhei em frente e li pelo espirito, a pata do ps me us dias dol da sol da te ira , a terceira a da renascença, levantei-me e fui comprar cigarretes ao quiosque da rosa do publico, o homem tinha o dedo dentro da boca como a tirar a comida lá dentro, estranha e indelicada imagem, na banca, duas revistas, barbara caminhando na sua nova vida de solteira com um carrinho de bebe para a esquerda e a seu lado a p margarida marinho na aparência gravida a olhar para trás como quem a via, minha mao bateu na esquina do tampo e as moedas todas rolaram no chao, terceiro euros, o terceiro da renascença, o troco , dez cêntimos cervantes, e depois li, a pata mc donalds é mitusbishi, vaso ingles fi maior dó e os picanha zorro de setenta e oito, e fogo em setenta e seis, al gun argo salão lisboa, o nevoeiro se pôs sobre o desejado, o bat mente, estrela, qual deles visto existirem tantos mentirosos, parece mesmo pretender ser esta a maior virtude nacional, o alberto da mai, o teixeira das finanças, neste caso era o galo, o j ogo do galo do francisco, um homem cantava e tocava guitarra, ela vai chegar a mulher de Ipanema, vestida de branco, com os cabelos molhados, ah me suspirei por dentro, sorrindo-lhe com os olhos e ele a mim, pancada fr os standard , o stan da arte, tres águias, templo vermelho e branco, dos anéis de belem, dos anéis do pr e do natal, ou seja no tsunami, mc homem ar circulo da restaurante das ondas da maria da internet jamborre bety davies do homem aranha, da floresta da teia da aranha, do castelo japonês, quarto vermelho e amarelo, o castelo ,id do as azul e branco, sigth see ingles, die se cruz, le t it sessenta , tanto vos vejo agora senhora, nos autocarros a passar, bela diane, dia r iss na au serpente red tour td ur star here, no mosteiros do jeronimos, o ur dos mosteiros , o anel do bispo au ms, quiosque da rosa do publico, lei rac p ani serpente de paris, dog prazeres, o telefone violetas, Zurique cc circulo segundo, helem ro sg estrela gato sessenta e sets o na to a sexto anzol, vaso as me na bola quadrado espanhol om , em marriot Paquistão o hotel explodiu, aqui havia de novo festa dos martelinhos, ontem num filma na tv uma referência a um hotel a mesma cadeia, , nele li, w am ps ville, cebolas fazem chorar pugilistas, o cigano da ajuda , do palácio da ajuda é o cabrão do ex ministro da cultura, pugilista , morais sarmento foice, a nz io a ele está a fazer o papel de Deus, hubris, enquanto isso o bispo vai-lhe ao cu, new york apple tours, o cavalo de troia, rato espanhol da c rua au iam blund please help , homem elp. B l ina p lea se ze us amanda , deus é ex machina

h o je do mingo f u i am mo ç ar com me us pa is al ia o p é do j ero nimo son one vo iro veio do rio e co br i u o mo s t e iro, ao me ms o te mp o q ue o l h ava na mesa uma be la mae loi ra com un h as vermelhas que c olo c ava um ca p u z t ip o ro u pao branco na cabe l ç ado bebe z in h o q ue co mia pao s en t ado em s eu b elo e q eu n te c olo, ol he i em fr en te e li p elo es pi rito, a pata do ps me us dias dol da sol da te ira , a t rc eira a da rena sc enca, l eva n te i do traço inglesa me e f u i cm pr a ra cigar r e t y es ao qui os q ue da rosa do publico, o h ome tinha o dedo den t ro da b oca co mo a tir ar a co mida l á d en t ro, est r anha e in deli c ada i mage m, na ban ca, du as r e v ista s, bar ba ra ca min h ando na s ua n ova v id a de sol te ira com um car r in h ode bebe para a esquerda e as eu l ado a p mar g a rid a m a rin h on a ap ar ec ni a g ravi d aa o l h ar para t r as co mo q eu ema v ia, min h a mao bate un a es u e ina do tam p oe as moedas todas rola ram no chao, te rc e iro eu os, o te rc e iro da r en a sc en la, o t roco , dez c en tim os ce r v na t es, e dp o is li, a pata mc dona l ds é mit s u b is hi, v as o ingles fi maior dó e os pi canha zorro de sete n ta e oito, e f ogo em setenta e seis, al g y m argo s ala o l is boa, one evo i ero se p os s ob reo de s e j ad o, o bat men te, es t re la, q u q al de l es vi st o e x is tir em t anto sw m en tir os, p arc e me s mo pr e t en de r ser esta a maior vi r t u de na cio n al, o al be r to da mai, o te ix i e ra das fi na sç as, nest e c as o e ra o galo, o j ogo dog alo do f ra nc sico, um h oe m can t ava e toca ava gui t ar ra, el a v a i che g ra a mul her de ipa ane ma, v e t r sida de branco, com os cabe elo s mi l h as o ds, a h me s us pie rip o r d en t ro, s o rr indo do traço do primeiro ingles com os olhos see lea mim, p anca ada fr os sat n d art , o stan da arte, t r es a guia s, te mp ll o vermelho e branco, dos ane is de belem, dos ane is do pr e dona at al, o u seja no t us n ami, mc homem ar circulo da restaurante das ondas da maria da internet j am bor r e bet y da vi es do h oe m ar anha, da flor es ta da te ia da a r anha, do castelo j ap one es, quarto vermelho e amarelo, o castelo ,id do as azul e branco, sigth see ingles, die se cruz, le t it sessenta , tanto vos v e jo a g a o ra s en hor ano s au toca r rosa pa s sar, be la diane, dia r iss na au serpente red tour t d ur star he r eno mo s te i ros do j ero nimo s , o ur dos mosteiros , o anel do bispo au ms, qui s o q ue da rosa do publico, lei rac p ani serpente de paris, dog para z reo tele f one vi o l eta s, zorro do urich da cc circulo segundo, he k l e mr ro sg estrela gato sessenta e sets o na to a sexto anzol, vaso as me na bola quadrado espanhol om , em marriot p as q u i tao o h ot e l e x p dez x di u , aqui h avia de n ovo fe sta dos mate l h in h os, on te m n um fi l mana tv uma r e f ren cia a um h ot e la me s ma ca deia, , nele li, w am ps ville, ce bo l as f az em c h o ra r p u gil ista s, o ci g ano da ajuda , do pal cio da ajuda é o c abra o do e x min si t ro da cultura, p u gil ista , mora si sar m en to foice, a nz io a ele está a f az ero pap el de Desu, h u br is, en q u ano iss oo b is po v a i do traço ong l es l he ao cu, ne w york a pp le to ur s, o c ava dez de t roi ar rato es p na h u ol da crua au iam b l un d p lea se h elp , homem elp. B l ina p lea se ze us amanda , deus é e x machina


continua com a analize da revista zoom, que ainda por cima trás uma bela rapariga toda nuazinha e sorridente na capa, enfim, toda, toda, nao é bem o caso que está enrolada na bandeira amerciana, e que se prende com a história dos poemas ingleses de fernando pessoa, ou de um outro poeta, quem saberá....

p v, preço venda ponto do vaso do gato do quadrado mr

homem forte e ad