quarta-feira, outubro 22, 2008

Eu que gosto de si, ao no outro dia vê-lo, me disse, mas o que é que este rapaz trás assim meio zangado ou meio triste ou porventura um meio entre os dois

Eu q u ego s to de si, ao no o u t ro dia v ê do traço ong l es de dez do primeiro do circulo, me di s se, maso q ue é q u e este ra ap z t rá ss si m meio zan gado o u mei o t r iste u o por v en tura um m emi o en t reo s dois

Depois o tornei ver ao longe na presunção que tal existe

D ep o is o tor ne i ve r ao l on ge na pr es sun sao q ue t al e x is te

Mais ou menos por aqui no urubu de sua capa, um espermatozoide negro feito de vento como se de uma vela se tratasse, a uma página me levou

Mais o um en os por aqui no urubu de s ua capa, um es per mato zo id e ne g ro fe i to de v en to co mo se de uma vela se t rata s sea uma pá gina me l evo u

O pequeno ser alado aqui me veio por um instante visitar e me cantou um verso

O pe q eu ni ser al ada aqui me veio por um i sn at te v isis t ar e me can o u um verso

Pequei, pequeno, pequena, estranha declinação do sugestor ortográfico

Pe q eu ip e q u en o, pe q u en a, es t r anha dec lina são do s u g es tor orto g raf i co

Por mim n cão se pr e o cup en cão, q ue eu n cão s o u um su ge tor o rt g raf i co

Se pecava pequenos e pequenas, então menos se deverá preocupar, tal não desdita a afirmação e o valor que o sugestor lhe parece querer atribuir

Se pe q c ava p eu en os e pe q u en as, en tao m en os se d eve rá pr e o cup par t al n cão de s dita aa fi r maçao e o valor q ue o s u g es tor l he pa rece q eu rea t rib u i r

Pois não se reúnem os senhores a discutir obras e dar prémios uns aos outros, num pais onde há vinte anos se fala de abusos de crianças e nenhum certamente de vós nada sabe sobre o assunto, nem nunca ouviram falar, e certo é que nada fizeram para compor, o vosso silencio, é vossa sentença, seus animais, homens? Homens de letras? Por muito belas que fossem serão sempre tortos na espinha e como assim as letras poderiam ser então direitas, inteligência da treta e dos malvados e dos compadrio políticos que vos alimentam nas carreirinhas das praiazinhas carreiristas onde se pensam grandes, debaixo de agradáveis e confortáveis chapéus de sol em maior parte de cores de esquerda, já que decorre a moda na cidade, ton sur ton

P o is n cão se r eu ne mo ss en hor es a di sc cuir a mimosa ob do ra da se d ar pr emi os vaso un ns ao serpente do circulo do vaso da cruz ros, muito do primeiro pa is onda homem do acento vinte anos da se de fala do ab us circulo sd e dec rato do ian circulo de corte as en e muito homem primeiro da ce da rta que mente de vó sn ada serpente abe s ob reo as sun tom n un ca o u vi u f al ar, en ada fez para co mp o ro do vaso do osso do si kapa do primeiro cio ingles, é vaso do os da sa serpente inglesa te mc corte primeira, ase dos us animais, homem do om ne serpente da foice do ho me ns de letras sm da foice por mui to be la serpente do quadrado da eu do forte os se maior mse da ra os e mp rato e tor to sna espanhol espinha, pei muito homem primeira e co mo as sima serpente das letras da p ode do rei am ser capa do ingles do tao di rei cruz do as na intel e gata da en cia da t r eta e dos m al vaso primeira sd se dos co mpa dr rios poli ticos quadrado da ue vaso do os al em en tam na serpentes do ca rr i rn hi muito homem do as das p da rai az in homem do os onda se da p en sam g rata andes de ba ix ode a g ra dá ave ise c on for t áve is c h ap é us de sol em maio rp arte de co r es de es q ue rda, j á q ue dec o r rea moda na cidade do ton serpente do ur ton, ou mesmo tonton

Para nao falar de todo o resto da polis, porque a preocupação, não fossem as rendinhas brancas dos punhos se sujarem, talvez mesmo ter que usar nas vezes uma espada , que chatice, nós os vertebrados intelectuais, os rectos, homens de valores e com eles

Para nn cao fa al r de todo o r e ts o da polis, por q ue a pre c o up a sao, n cão f os se m as ren din h as br ancas dos p un ho s se s u j ar em, t alvez me s mo te r qu e usa rn as v e z es uma es pda , q ue cha tic he, nos os v e r t e br brados in tele ct ua is os rec to s, h ome ns de v alo r es e c om el es

Estais bem para a situação de profunda loucura que hoje atravessa o tempo, calhou abrir a televisão um só instante, e lá vi, durao barroso, recebendo um prémio de cidadania ou algo assim , pelos bons serviços prestados aos cidadãos, certamente com inclusão de uma guerra com um milhão de gentes idas, e de se esquecer em suas funções de cumprir a sua própria palavra como rezava texto em dia anterior, no outro frame, o quadrado dos bandidos, o bode do supremo, muito escondidinho ao lado das flores violetas atras do senhor do combate aos cataclismos e terrorismo, e o curioso é que nem se prendeu a si mesmo nem aos outros, a começar pelo bandido do supremo, depois pelo antonio costa aldabrão das tretas, e ainda o bandido das pistola canhotas sem coldres e mais algum que lá estava, o quadrado do terceiro, ali todo juntinho, bang, bang, juntinha que declina em tinha

Est ais b em para a si tua sao de por f un da lou c ra q ue h oje at ravessa o te mp o, ca l h o ua a br ira tele visao um s ó in ts ante, e l á vi, durao do bar roso, rec e ben do um pr emi o de cida dani a o u lago as si m , p elo s bo ns ser vi ç o es pr estados aos cida daos, ce rta mente com inc l usa ode um guerra com um mi l h ao de g en te sidas , e de se es q eu ce rem s ua s f un ç oe s de cu mp r ira s ua pro pr ia pala v ra co mo r e za ava texto em dia ante i o rn oo u t ro fr am e, o q ua dr ado dos ban di so s, ob ode do supremo, mui to es son didi dn h o ao l ado das flor es violetas at ra sd o s en hor do com bate ao s cat ac l is mose te rr ori s mo, e o cu rio so é q ue ne m se pr en de ua si me s mo ne m ao s o u t rosa com eça r p elo ban dido do supremo, e toni o costa, o ban dido das pi s tola can h ota s se m co l dr es e masi al gum q ue l á est av, o q ua dr ado do t rec e iro, al it o do j un tinho do bang, bang

Estado de direito, meus concidadãos, só se estiverem todos malucos!

Es sat do de direito, me us c on cida daos, s ó se est ive rem todos malu cos!

Achais por bem cumprir as leis e pagar impostos?

Ac há is por b em cu mp r ira s leis epa g ar impostos da foice

Porque razão os terroristas de estado não estão presos, julgados seria difícil, visto que são de espécie equivalente

Por q ue ra za o os te rr ori sta sd e estado n cão es tao pr es os, j u l gados se ria di fic i l, vi s to q ue são de es pe cie e q u iva do lente

Depois, ah depois, se há mesmo um depois, me mostrou o pássaro de ferro que mora no seio, e depois a floresta, ou a sétima das sete colina,

D ep o isa hd ep o is, se h á me s mo um d ep o is, nemo st ro u o + pa s saro de ferro q ue mor on o seio, e d ep o isa f l r e sta, o ua set ima da sas st e ima cok ina,

Depois do depois e ainda no depois, na distancia em que te manténs amada, a figura aqui fez o mesmo de outras vezes

D ep o is do d ep o ise a inda no de p o is na di sta n cia em q ue te man te ns am ada, a fi g ur a aqui fez o me s mode o u t ra s v e ze s

Muito pouco vêem no muito a luz, por ele aos circulo sobre rodando e de repente uma já é mais do que uma , como a cor da borboleta, dirias porventura eu feito menino a perguntar-lhe, mas não , simples imagem do decay de O cristo, pelo seth , o cok ina , assim os dedos no entretanto o desvelaram

Mui to p o u co v em no mui to a l u z, p o r le aos cir c u k dez primeiro do circulo, pi, ss ob re rod ando e de r ep pen te uma j á é mais do q ue uma , cm o ac o r da bo r b o l eta, di ria s por v en tura eu fe i to menino a p e r gun t ar do traço do primeiro ingles, mas n cão , simples i mage m do dec a y de o cristo, p elo dez do seth , o cok ina , as si mo sd e do sn o en te rta n to ode s vela ram

Caiu um livro na estante, quando busquei um outro, claríssima imagem, ou melhor claríssimo dizer, porque assim mo confessais, será um bem, eu o saber?

Cai u um livro na i sta n te, q ua n d b us q eu i um o u t ro, c l ar is sima i mage mo u me l hor c l ar r isis mo di ze r, por q ue as si m mo c on f es sais, se rá um b em , eu o s abe r da foice

Nós matamos o cao tinhoso, de luis bernardo honwana, fi x da onda sobre o alvo espanhol da serpente deitada, dois ff em cima de dois deltas invertidos , o dezoito do afrontamento, minerva central da caixa postal de maputo, aa, cina e negro e quadrado vermelho, maria da machamba macaíba do madala , quase mandala, malange, o quim, em dedicatória a meu avo capitão, no interior do suporte em madeira de um bloco de apontamentos, o trinta e um do primeiro do nono de quarenta e tres, sobre o qual o livro caiu

E quem o fez , então?

E q u em o fez , en tao foice

Mat am o serpente do circulo do cao tin h osso do m al ange, o quim, em de di cat ó ria am eu avo ca pi ta tao,

Nós mata mos o cao t in h osso, de luis be rm ado h on w ana, fi x da onda s ob reo alvo es p anho hol primeiro da serpente deitada, do is do ff em c ima de do is del t as ive rt id os , o dez o i to do af ron tamen to, min da erva c en t ra l da caixa p o sta l de maputo, aa, c ina e ne g r oe quadrado v em e l ho, maria da m ac h am ba do mad ala , q u ase man d al am al ange, o quim, em de di ca t ó ria am eu av o ca pitã o, no in te rio r do s up orte em mad e ira de um bl oco de ap on tamen to s, o t rin ta e um do p rim e iro do nono de quarenta e tres, s ob reo q ual o l iv roca e vaso

Ah parece então que pecaram em diversas vezes, talvez matando dois pequenos tenham matado então um maior

A hp pa rece en tao q ue pe ca bo car me m di dos versas v e ze s, t alve z mat ando do s pe q e un o t en ham mat ado en tao um mai do circulo do rato

O livro caiu na estante sobre o bloco de apontamentos virgem, com um triângulo picotado na primeira pagina onde só está a dedicatória, o lagarto pequeno que um dia veio da republica dominicana , e que simboliza os actos que contra mim lá perpetuaram aqui já narrados, ficou de penas para o ar, e no prumo a direita destes objectos e desta acção, um pequeno livro que me acompanha desde tenra infância, a criança e a vida da amada maria rosa colaço, ou seja do mario soares, a rosa co do laço que me puseram, a besta que nem de propósito muito hoje se parecia a rua na mesa de um colóquio, como se o que aqui tivesse relatado sobre as torres, fosse uma anedota, complementado, em outra linha do mesmo drama das bestas associados, em outro jornal, do infra humano, sem tomates e sem caracter que se diz ser juiz, o rangel, irmão do outro da duvideo, que como se sabe mama sempre do tacho, a falar de toxicodependencia, e o cabrão, este o juiz que vinha em dia recente em mea culpa diagonal com cara de pesar, num outro jornal, nem claro assume, agora como pro breve ainda respira, lá vem de novo com o alfinete, seja homem, sua puta, será porventura o senhor que se confessava em espirito, ser o tal non que em noventa e oito, entoo agora declara, foi eu que te tentei destruir, talvez a mando do seu maninho, morto de inveja, provavelmente pelo que fizemos no pavilhão da expo, suas putas danadas, não lhe calha ter opinião sobre este processo fascista que me movem e a meu filho!!! O senhor é um verme!


O livro caiu na estante sobre o bloco de apontamentos vi r g en, virgin, com um t r ina gula picotado na primeira pagina onde só está a de di cat tor ot ia, o lagarto pequeno que um dia veio da republica dom eni cana , e que simboliza os actos que contra mim lá pe rp e tura am aqui já narrados, ficou de penas para o ar, e no prumo a di reo ota destes objectos e desta ac sao, um pequeno livro que me ac on p anha desde tenra in fan cia, a criança e a vida da amada mario rosa colaço, ou seja do mario soares, a rosa co do laço que me puseram, a besta que nem de pro do posi to muito hoje se par e cia ar ur na mesa, em madrid, na matança, de um c olo do ki o, c omo se o que aqui tivesse relatado sobre as torres, fosse uma anedota, complementado, em outra linha do mesmo drama das bestas associados, em outro jornal, do infra humano, sem tomates e sem caracter que se diz ser juiz, o ran b gel, i r mao do outro da duvideo, masi um cabrão do ex maoistas, que nunca o foram, que como se sabe mama sempre do tacho, a fa al r de toxico dep en dec ia, e o c abrao, este o juiz que vinha em dia recente em mea cup l pa diagonal com cara de pesar, num outro jornal, nem claro assume, agora como pro breve ainda respira, lá vem de novo com o al fi n teresa, seja homem, sua puta, será porventura o s en h ro que se confessava em espirito, ser o tal non que em noventa e oito, en tao agora declara, foi eu que te tentei destruir, talvez a mando do seu maninho, morto de inveja, pr ova v le m net pelo que fi z xe mos no p avi lao da expo, sal putas danadas não lhe calha ter o pi ni cao sobre este processo fascista que me movem e a meu filho!!! O senhor é um verme

Abro ao calhas, e me saí a pagina trinta e trinta e um, trinta um poema do vitor so sorriso bom, que se chama a laranja , ou seja do terceiro do circulo dos laranjinhas, do psd, e assim diz,

Abro ao calhas, e me saí a pagina trinta e trinta e um, trinta um poema do vitor so sorriso bom, que se chama al at e em ra , ou seja do terceiro do cir c uk dez dos laranjinhas, do psd, e assim diz,

Tu és da cor do sol
Toda a gente te come
Teus olhos são a relva do ceu
Tu nasces no alto da laranjeira

Teus cabelos são paus branquinhos
Nao tens pés
Tua casa é tua pele
Abertos
Aos pássaros e borboletas

Ninguém repara em ti
Mas eu
Escrevo para ti estes versos
Ó minha laranja

Pois, pois, paus do branquinho, outro que se arma aos pingarelhos, da mesma confraria, da nave nazi ,suas putas, nenhum homem nesta terra de putas!!

Tu és da cor do sol
Toda a gente te come
Teus olhos são ar e lava do ceu, tudo dito!
Tu nasces no alto da laranjeira

Teus cabelos são paus branquinhos
Na it en s pé s
Tua casa é tua pele
Na berto s
Aos pa ss aro se bo r b o l eta s

Nin gume repara em ti
Mas eu
Es ce r v e o para ti est es versos
Ó minha laranja

Pois, pois, paus do branquinho, outro que se arma aos pin d ar el h os, da mesma c on fr aria, suas putas, nenhum h ome m ne sta te r ra de putas!!

Com coca se presume, que se vende ali mesmo ao lada do parlamento!

E na página trinta e um, a historia dum gafanhoto e duma borboleta azul

Uma vez estava um gafanhoto numa pedra cor de rosa, quando passou um borboleta azul. Dum azul tao lindo que até faz doer os olhos. A borboleta que voava baixo viu o gafanhoto sentado e triste. E disse-lhe depois de hesitar um momento, um momento pequenino:
Porque estás triste?
Então respondeu o gafanhoto:
Não hei-de estar triste aqui sozinho , nesta planície imensa onde não se vê mais nada do que o ceu e esta terra cor de sangue?
Então vem comigo. Veras que não te arrependes. Anda vem! E verás masi do que este ceu azul e esta terra cor de sangue. Verás coisas que nunca viste: passa-, e muda a pagina, a historia e do raul joao com dez anos

Uma vez estava um gafanhoto numa pedra cor de rosa, quando passou um borboleta azul. Dum azul tao lindo que até faz doer os olhos. A borboleta que voava baixo viu o gafanhoto sentado e t rosi te. E disse-lhe depois de he s it ra um momento, um momento pequenino:
Porque estás triste?
En tao respondeu o g af na hot:
Não hei-de estar triste aqui s ó z in ho , nesta pal ni cie imensa onde não se vê mais nada do que o ceu e esta terra cor de sangue?
En tao vem comigo. Veras que não te arrependes. Ana ada vem! E verás masi do que este ceu azul e esta terra cor de sangue. Verás coisas que nunca viste: dos circulo da passa -, e mu da a pa gina, a hi s tor ia e do raul joao com dez ano s, o fotografo

E terra cor de sangue, é espelho do ritual de ligação entre o ceu e a terra, que outrora aconteceu, a conformar masi uma vez que o grupo do trinta e um da armada, onde pactuam, os dois que recentemente vi, e que são associados da puta que me trás o filho roubado, o do ministérios dos chamados negócios estrangeiros e o do hospital da cuf, estão ligados a este ritual e as desgraças que dele decorreram

E terra cor de sangue, é espelho do ritual de li g as sao entre o ceu e a terra, que outrora aconteceu, a conformar masi uma vez que o grupo do trinta e um da armada, onde p au tua, os dois que recentemente vi, e que são associados da puta que me t ra s o fi u l ho o ro ba do, o do min si ter is o dos chamados ne g o c is o estrangeiros e o do ho p si t al da cuf, es tao ligados a este ritual e as desgraças que dele decorreram no verão


Ou será como o analista ensaísta, que fala do alibi infinito do outro poeta, que seria talvez quem sabe, em que parte pesada na balança da senhora alada, aquele que assim fugia quando pisava o interdito,

O u se rá como o ana l ista en sa ista, q ue fala do al i bi in fi ni to do o u t ro poe eta, q ue se ria t alve z q eu m s ab e, em q ue p arte pesa ada ana bala ança da s en hor a al ada, a q eu le q ue as si m f u g ia q u ando p isa ava o in te r dito,

Analistas sobre temática comum, mais do que um se conhecem, um outro com a mesma palavra, italiana

Ana l ista ss ob r e t ema tica com um, mais do q ue um se c on he cem , umo u t ro com a me s ma pala v ra, it al e ana ian ina

Quem o diz, quem dele , diz o pedaço o ser, interdito?

Q eu mo di z, q eu m de le , di s zo ped aço o ser, in te r dito da foice

E mais, alguém o demonstrara, ou farão simples apologética da sua existência, ao ver os buracos em si mesmos reflectidos, ou sustentarão ainda que existe um buraco sem os ouvidos que o ouvem?

E mais al gume o demo ns t ra r ar, o u faraó simples ap lo ge tica da sua e xi t en cia, ao v ero s b ur ac os em si me ms os r efe l ct id os, o us u s t en t arao a inda q ue e x us te um b ur aco se mo s os o u v id os q ue oo uve maior da foice

Falais de interdito, o que se pressupõem de alguma forma conhece-lo, pois como se pode falar do que se não conhece, mesmo quando vossas palavras em nome de todo um vasto grupo de gentes, ou mesmo como porta voz de uma geração, assim diz do poeta, aquele que viveu a verdadeira vida, mesmo sabendo da ilusão de todas as linguagens, e que vivendo a vida sem a viver, em modo normal, usais palavra equivalente, nos deixou a vós então por assim ser, a ponte e o rasgo no veu, mesmo que de fausto nao tenha saído, assim o dizeis, mas não me parece que dizeis, então em modo claro, de que interdito faleis, é giro dizer do interdito , sem dele dizer, é como afirmar que os homens tem cinco patas e que se deve cortar a cabeça ao que assim nasça feito estranho e incomum animal

F ala is de in te r dito, o q ue se pr ss up poe m de al gt ma fo ram c on he ce do traço do forte ingles dez, p o is co mo se p ode f ala r do q ue se n cão c on he ce, me s mo q u ando v os sas pala v ra s em no me de todo uma vato g rup o de g en t es, ou me ms o co mo porta vo zz de uma ge raçao, as si m di z do p o eta, a q eu le q ue v ive ua v e rda de ira vi da, me s mo s ab en do da i l usa o dae todas al in gia ge sn, e q ue vivendo a vi da s ema v ive rem modo no rm al, usa is pala v ra e q u iva lente, no s de ix o u avós en tao por as si m ser, a ponte e o ra sg o no v eu, me s mo q ue de f au st o na p te n h a sa ido, as si m o di ze is, mas n cão me pa rece q ue di ze is, en tao em modo c l aro, de q ue in te r dito f al leis, é g iro di ze r do in te r dito , se m de le di ze r, é cm o a fi r mara q ue os h ome ns te m c inc o pat as e q ue se d eve co rta r a cab eça ane tao ao q ue as si m n a sç a fe i to es t r anho e inc om um ani n al, serve de b ase a q ual q eu r ac usa sao se m t r e q ue t ero t ra b alho de a fun dam en t ar

Me remete paisagem familiar, de uma antiga luta e conta, em outro nome e numen de um mesmo, a virgem negra, de cesariny, cujo termo semelhante em seu conteúdo tambem suas letras ecoam, em semelhante no mesmo sempre distinto, o Cristo negro

Me rem te pa isa ge m f ami l iar, de uma ant i gal u ta e conta, em o u t ro no me e n um en de um me s mo, a vi r ge m negra, de cesar i ny, c u jo te r mo semem l h ante em s eu c on te u do t am b em s ua s le t ra s e coa am, em semem l h ante no me ms o se mp re di s tinto, o Cristo negro

Ah que para além do que agora no período pelo fractal das palavras se desvela, que é só uma forma de dizer, que tudo está e tudo, e que o negro está tambem no branco e vice no verso, coisas mais prosaicas se levantam e me pistam a sua imagem de zanga desafio, pois me esqueci, ah senhor sempre eu me esqueço desta coisas sobre as quais não trago nem mesmo contabilidade, como assim as poderia ter sempre presentes, a amizade e a lealdade da dita com aquele que a Palavra de novo aqui evocara, a bandido metralha bochechas, com quem muito navega na vida a seu lado, não verdade o é?

A h q ue para al é m do q ue agora no pe rid o p elo fr ac t al das pala v ra s se de s vela, q ue é s ó uma forma de di ze r, q ue t u do est á e tudo, e q ue o ne g ro e ts t ra ap ps oto lo da serpente r t am b em no br naco e v ice no verso, co isa s mais por s a i casse l eva n t am e me pi s rt am a s ua i mage m de zan ga e d de sa fio, p o is me es q eu ce r, a h s en hor se mp r e eu me es q eu ço de sta co isas s ob rea s quais n cão t rago ne m me ms o co n t ab bil id ad e, co mo as simas p ode ria te r se mp r e pr es net es, a ami zade e a lea la dad e da dita com a q eu le q ue a Pala v ra de n ovo aqui evo car o, a bandido met r alha bo che cha sc om q eu m mui to na vega na vi da a se u la do, n cão v e r dad e o é foice

O outro poeta fumando cigarros em quadrado vermelho do jornal da pandilha dos intelectuais, dizia, como ou sem razão na procura do verbo, nem a faca apaga o fogo, mas será o fogo de se apagar, ou os bombeiros vao cegos porque espetaram a faca em seus próprios olhos

Oo u t ro poe eta f um ando ci garro rose m quadrado vermelho do jornal da pn ad da ilha dos intel e ct u a is, di z ia, como o use mr az a on ap roc cura do verbo, ne ma f aca ap a g a o fogo, mas se rá o f ogo ode se ap a g ar, o u os bom bei ros do vau c ego s por rue es peta ram a f aca em se us pro pr e os olhos

Gosto de si, gosto dos dois, trago-lhe amor pela sua inteligência delicada, mas como sabe, trazem-me um filho e meus direitos roubados, se tiver que ir a um qualquer interdito, nesta batalha e deixar de gostar menos de si, ou de sua obra, o farei com pena , mas o farei, pode contudo mudar sua amizades, se as vir em modo distinto

G soto de si, t rago do traço do primeiro ingles amo r p e la s ua intel i g en cia deli c ada, ma s c omo s abe, t ra ze m do traço da inglesa me um fi l ho e me us di rei t os ro u v b ado s, se t iv e r q ue ir a um q ual q eu r in te r dito, ne sta bata alha e de ix a r de g os t ar m en os de si, ou de s ua ob ra, o fa rei com p en a , maso fa rei, p ode contudo mu d ar s ua ami z ad es, sea s vi rem modo di s tinto

Depois quem sabe escreverei uma lauda sobre o interdito, não me esquecendo de explicar em detalhe transparência, o que é o interdito e em que se baseia, não fala assim do psicopompo faustiano, da impossível transparência do ser? Sejamos então coerentes, quand meme, ou on devrai quand meme l´essayer,

D ep o is q eu m s abe es c r eve rei uma lauda s ob reo in te r dito, n cão me es q u c en do de e x p l i car em d eta alhe t ra sn par en cia, o q ue é o in te r dito e em q ue se ba seia, n cão f ala as si m do ps sic p om p o f au s tia ana o, da i mp os si ive l t ra ns par en cia do ser da f o cie seja mo s en tao c oe ren te s, q u and meme, ou on de v rai s q ua mn d meme l ap oto lo se pr en te ess ayer,

Por outro lado sendo o senhor um dos nossos maiores pensadores e ensaístas vivos, quanto o estamos aqui , e um pensador por essência livre certamente que não ficará calado perante uma injustiça tao grande com esta em que me trazem, pois ela mesmo contraria o livre pensar, se é que ele existe mesmo, mas digamos que sim por questão de convivência social no dia a dia

Por o u t ro l ado s en do o s en hor um dos no ossos maio r es pen sa dor es e en sa ista s v iv os, q u anto o est moa aqui , e um pen sa dor por ess e n cia li v re ce rta e mn te q ue n cão fi ca rá c a l do pe ra n te uma in justiça tao g rande com e sta em q ue me t ra ze m, p o is el a me s mo c on t ra ria o l iv re pen sar, se é q ue e l e e x is te me s mo, mas di g amo s q ue si m por q eu s tao de c on vive n cia soci al no dia ad ia

Vou um instante a estante, pois trago mais alguns livros seus , recordo na feira uma tarde, falamos um instante, abro um deles que me assinou, coisa muito rara de eu pedir a alguém, não trago paciência para bichas nem para lava maos ou pés ou mesmo chulé, que gosto muito de trincar os dedos de pé a minha amada, depois de os lavar com a lingua, pois nenhum de seus perfumes me desgosta

Vo u um i ns t ante a est ante, p o is t rago mais al g u ns livros se us , record dona dna feira primeiro trade, f al am os um i ns t ante, ab ro um del es q ue me as sino u, co isa mui to ra r ad e eu pe di ra al gume, n cão t rago p ac cie en cia para bic h as ne m para l ava mao s o u pé s o um es mo ch u l é, q ue g o st muti de t rin car s ode do sd e pé a min h am ada, d ep o is de os l ava rc om a lingua p o is ne n h um de se us pe rf u mes me de sg o sta

Abro pelo calhas no calha quanto calha o calha ser, e assim leio,

Le roi est mort, e para sempre, para reinar , os verdadeiros reis tem que fingir que não são reis autênticos, como vos compreendo, eu que vivo estou se a vida é vida, ou se a morte será coisa distinta da vida, um dupla negação, um terceiro espaço, então, mas prossigamos, na pequena transcrição, ele quer ter no mundo em que os reis já morreram e Deus, dentro em breve- o impossível papel dos verdadeiros reis. É já , sem que o saiba, o personagem do henrique lV de pirandello, e tambem do roi se meurt, de ionesco, os reis morreram todos, mas o lugar do rei não está vazio, o lugar do rei não é o poder, mas o que dá o sentido ao poder. Depois da revolução, sao os filósofos, os poetas, os artistas que se tornam padres e reis, guardiões, magos, imperadores de sentido

Le roi est mo rt, e para se mp r ep ar are ina ros v e rda de iro s rei s te m q ue fi n gi r q ue n cão são rei s au t en tico s, c omo v os com pr en do, eu q ue vivo est o use a vi da e v id a, o use am morte se rá co isa di s tinta da vi da, um du p la n ega sao, um t rec iro es paço, en tao, ma s pro ss i gamos, na pe q un a t r as n c r i sao, el e q eu r t r en o mundo em q ue os reis j + am mor r e ram do traço do forte ingles e Deus , den t ro em br eve do traço ingles o i mp os s ive l pap el dos ve rda de iro s reis. É j + a , se m q ue o sa iba , o peer son a ge m do henrique l V de pira n de ll o, e ta m b em do roi se em urt, de i one sc o, os rei s mor r e ram todos, mas o lu g ar do rei n cão est á v az i oo lu g ar do rei n cão é o p ode r, maso q ue d á o s en tid o ao p ode r. D ep o is da r evo lu sao , s º cao os fi lo s o f os, os poe eta s , os art ista s q ue se tir n am p ad r es e rei s, g ua r di oe s , magos i mp e ra dor es de s en tid o

Ah belo rapaz, qualquer dia quando for grande e tiver barbas brancas e tempo, que me parece mesmo não existir, só beijos, ainda me torno ensaísta e faço um ensaio sobre o ensaísta eduardo, quase uma tautologia labiríntica, agora não trago paciência, e ponho só a faca da contabilidade de Deus, como diz mais abaixo, se bem que se estiver Ele para morrer, então se calhar a contabilidade tambem, eu por mim tambem não me sinto muito bem nestes últimos dias, quer-me parecer que as bestas na spa, puseram, arsénico na garrafa de agua o púlpito da tentação, ou da provação

A h b elo ra paz, q ual q eu r dia q u ando for g rande e t ive rato do barbas da duvideo, que é um espécie, e ps cie, de duvida sobre Deus, br ancas e te mp o, que me pa rc e me s mo n cão e xis tor, s ó bei j os, a inda me tor no en sa ista e f aço um es n sio s ob reo en s a i sta edu ra do , q use uma t au to l gia l ab i rin tica, a gor n cão t rago p ac ie n cia, ep on ho s ó a f aca da c on ta ab bil ida de d e de us, c omo di z mais ab aixo, se b em q ue se est ive r e le para mor r e ren tao se calha ra c on t ab bil id ad e t am b em, eu por mim n cão me sin to mui to b em nest es u l tim os dias, q eu r do traço da inglesa me pa rc cee r q ue as be sta s na spa, p use ra, ar s é nico na g ar rf ad e agua o p u l pito da t en taçao o u da pro ova são

Estamos na pagina primeiro do duplo Deus, e tudo em contabilidade está dito

Est am os na pa gina p rim e iro do d up dez De us, e tudo em c on t ab bil id ad e est á dito

Neste ponto, entenda-se sem estender

Nest ep on to, en t en da do traço da inglesa kapa da le sa se s em est tender

Blá, blá, e blá, ou metralha para cima, interdita, imaginaria, real, quem saberá, talvez quem o provar na forma que o entender, em Deus se Ele ainda estiver vivo, pois estou a ficar deveras preocupado

Bl á, b lá, e b l á, o u met r alha para c ima, in te r dita, i mag ina ria, rea l, q eu m s abe rá, t alve z q eu mo pr ovar na forma q ue o en t en de r

Espero eu querido senhor que seja só amor o que nos une, e nada de roubo, ou outro coisa de mal genero

Es p ero eu querido s en hor q ue seja s ó amo ro q ue no s un e, en ada de ro ub o,o u o u t ro cisa de ma l g en ero

Ah bom, falamos de impostos mais uma vez, não se virem portanto para o Fiel, que não consta que traga conta, bancária ou semelhante

A h b om, f ala mos de i mp os to s mais uma ave z, n cão se vi rem porta n to para o Fi e l, q ue n cão c on sta q ue t ra g ac on ta, bancária o u semem l h ante

Sabe amado senhor do labirinto da saudade, falemos de amados irmãos e da tremenda dificuldade que em muitas vezes se trás em amá-los assim pura e simplesmente, falamos por exemplo do que trás o nome de amado, que diz cuidar dos negócios estrangeiros e nem sabe cuidar do jardim do seu palácio e das muitas crianças que lá moram, pois quase de certeza, que, se comigo agora neste momento apostasse, coisa que nem trago habito de fazer em relação ao que seja, a não ser em rota que me aporte a minha mao ao seio de minha amada, tipo, ah aposto que quando lhe puser e delicada mao em cima, ela vai muito gostar e eu tambem com sempre terminações e prémios em linha infinitas de beijos e de amor feliz, que os químicos, estranha palavra que ressoa, em prisioneiros em guantanamo, que para lá estão há luas imensas abandonados, ainda assim se encontram, pois o terrorista trás muito trabalho, e estas coisas de segurança, são sempre secundárias, como se sabe, face os negócios, cuja palavra é muito desveladora, negação do ócio, como se pode ociar, se o perigo ronda porque o trazemos e fazemos por nossa mao em tantas coisas do na viver, o terrorista que me deve chupar salvo seja eu e os outros, desde tenra data, pois trás uma amiga comum, um belo dia aqui passava com ela, em ano recente, a porta do palácio das doninhas e dos ratos, ela para mim se virou, com olhos a brilhar, sabes eu sou amiga do amado, eu por mim olhei só seus olhos e seu brilho, e não lhe perguntei mais, como por exemplo, e que espécie e genero de amizade lhe trazes, que não trago eu habito de me imiscuir na vida alheia, se ela é vida e alheia, mas enfim, há provavelmente quem diga que tudo isto é só um sonho, e que os químicos que lá se encontram tambem, e que mesmo existir um homem com o nome de químico preso pela queda das torres é tambem um sonho e que elas mesmo terem caido, tambem, contudo, ainda estão há data mais de mil e duzentos corpos para ser identificados, agora vinha o senhor na reuniao do conselho dos tais partidos e qualquer coisa, fazer a declaração do reconhecimento da política do facto consumado, o que autoriza desde já, face ao senhor proceder em mesmo, ou estendendo o raciocínio, se uma província quiser declarar a independência de uma outra aqui ou em outro lugar, esteja a vontade de o fazer, mesmo que seja de pedras e de paus na mao, pois sem mesmo discutir da justeza da reinvidicaçao, que até o pode ter ou nao, visto os tribunais serem levados por fora da lei, tambem assim invalidam dirimir estas matérias em seu sitio certo, alias nada se viu avançar no plano das nações sobre este importante aspecto do que chamam de política internacional, pois as questões não se esgotarão nos próximos tempos como em detalhe já vos expliquei o seu porque, saía o bandido terrorista, tentador da morte das crianças, da sala, a bola vermelha com o numero um como a ponta de um anzol da caça às baleia, como que fazendo dele a imagem do capitão obcecado com a dita caça, que masi claro, no seguimento das visoes que ali no jardim vira, sobre o mesmo assunto , digamos assim, internacional

S abe amado s en hor do l ab bi rin to da s au dad e, f al emo s de am ado sir mao seda t r emenda di fi cu l dad e q ue em mui t as v e ze s set rá s em am apostolo da serpente de dezembro os as si m p ur a e simples que mente, f al mos p or e x e mp dez do q ue t rá s o n ome de amado, q ue di z cu id ar do s ne ego c is o es t range iro rose nem sabe cu id ar do j ar dim do s eu pala cio e das mui t as c r ian ç as q ue l á mo ram, p o is q ua sd e cere t za, q ue se co mig o agora nest e mo m en to ap os tasse, co isa q ue ne m t ra o h abi to de fa az e rem r e la aç aa o ao q ue seja, a não ser em r ota q ue me ap orte ma min h a mao ao seio de min h a am ad a, t ip o, a h ap os to q ue q u ando l he p use r e deli c ada mao em c ima, el ava i mui to g o sta r e eu t am b em, com se mp r e te r mina ç o es e pr meio s em linha in fi ni ta s de bei jose de a mir fe l iz , q ue os quim micos, es t r anha pala vaso ra que r esso a, em pr isi one iro s me g u anta na mo, q ue para l á es tao h á lu as i m en sas ab ban dona ados, a inda as si m se en c on t ram, p o is o te rr o ri sta t rá s mui to t ra b alho, e e sta s co si as de segur ança, são se mp r e sec un dá rias, co mo se s abe, f ac e os n ego c is o, cu j a pala v ra é mui to de s vela dora, n ega sao doc o cio, co mo se p ode o cia r, se o pe rif o ronda, o te rr o sita q ue me d eve c h up ar s alvo seja eu, e os o u t ros, de sd e t en ra data , p o is t rá s uma ami g a c om um, um b elo dia aqui passa ava com el a, em ano rec en te, a porta do pal cio das don in h as e dos ratos, e el a para mim se v iro u, co mo olhos a br ilha r, s ab es eu s o u a mig a do ama do, eu por mim o l hei s ó se us olhos es eu br ilho, en cão l he per gun te i masi, co mo por e x e mp lo , eu q e es pe cie e g en ero de ami zade l he t ra z s es, q ue n cão t rago eu h a bit o de me i mis cuir na vi da al he ia, se ela é vi da e al he ia, mas en fi m, h á pro ovo v el mente q eu m di ga q ue tudo is to é s ó um son ho, e q ue os quim micos q ue l á se en c on t ram t am b em, e q ue me s mo e x is tir um h ome com o no me de quim mico pr es o pe la q eu da das tor r es é t am b em um son h oe q u el as me ms o te rem ca id o, t am b em, contudo a inda es tao h á data masi de mi ile du zen to s corp os para ser id en ti fi c ado s, agora vinha o s en hor na reuniao do c on se l ho dos tais par ti do ze q ual q eu r co isa, f az e ra dec lara sao do rec o he cimento da poli tica do f ac ti c on suma ado, o q ue au tor iza de sd e j á, f ac e ao s en hor pro ce de rem me s mo, ou es t en dn dedo o rac i cio cin i os e uma pro vin cia q u ise r dec lara a in de pen dec ia de uam o u t ra aqui ou em o u t ro lu g ar, est j a avo nat de de o f az e r, me s mo q ue se jade pedras e de p ua s na mao, p o is se m me s mo di sc u tir da j us te za da rei n vi di caçao, q ue at é o p de ser, vi s to os t rin ub a is se rem l eva ado spor f o ra da lei, t am b em as si m in v al id dam de rim e i r e sta s mat é rias em s eu si tio ce rto, al ia s n ada se viu avança r no p l ano das naço es s ob re est e i m porta n te as pe ct o do q ue c h amam de poli tic a in te rna cio n al, p o isas q eu s to es n cão se es g ota ra on os pro oz i mos te mp os co mo em d eta alhe j á v os e x p l i q eu io s eu por q ue, s aia o bandido te r roi sta, t en t ad or da moret das c r ianças, da s ala, a bola vermelha com o n um ero um como a ponta de um na z il da caça às ba lei isa, co mo q ue fazendo de lea i mage m do c a pi tao ob ss sec ad ac om a dita caça, q ue masi c l aro, no se gui m en to das vi s o es q ue al ino jardim v ira, s ob reo me ms o as sun to , di gamo sas si m, in te ra n cio n al

E depois o outro lado da mesma moeda, vê senhor do labirinto da saudade, que mora tambem no peito de cada um, como há profundas razoes para trazer saudade de homens que sejam homens inteiros, o eterno ping pong das culpas dos acertos, quem sabe mesmo nas vezes os tais interditos e as estranhíssimas alianças, de novo à colação os voos da cia, e uma surpreendente declaração deste senhor que se diz negociar internacionalmente, como se calhar quem negoceia batatas, que o governo assim agiu para proteger o conterrâneo durao barroso, e se permitem mesmo em relação a esta matéria, assim deixar a insinuação, pum , pum, atiras tu, atiro eu, uma bela política estrangeira como se ve, princípios, onde estão?

E d ep o is oo u t ro l ado da me s ma moe da, v ê s en hor do l ab i rin to da s au dad e, q ue mora t am b em no pei to dec a da um, c omo h á p o rf un ds a ra zo es para t ra ze r s au dad e de h ome ns q ue se j am h o mne in te iro s, o t r eno pi n g p ong das cu l p as dos ac e rt os, q eu m s abe me s mo nas v e ze s os tais in te r ditos e as es t ra n hi s simas al ina ç as, de n vo a c ola sao os vo os da cia, e uma s up ren dente dec lara sao de ste s en hor q ue se di z ne ego cia r in te rna cio n ala que mente, co mo sec l a h ra q eu m n ego cie a bata t as, q ue o g ove r no as sima gi u para por te ge ero c on te rr ane o dura º o bar roso, e se per mit em me s mo em real sao a est a ma té ri z, as si m de ix a r a in sin ua sao, p um , p u m, at ira s t u, at or oe u, uma be la poli tica es t range geira ira co mo se eve, p rin cip is o, onda sta o da foice

Sta tao são sta stan sat

Bandidos todos a actuar à margem clara das leis e do direito internacional,

Bandidos todos a ac tua ra à mar ge m clara das lei sed o direito in t rena cio n al,

Deixem de ser cobardes, falem claro, expliquem o que tem a dizer em modo claro, sejam homens, assumam as suas consequências, e depois vao mesmo plantar batatas, pelo menos assim, só as vossas crianças directas, as poderão por em risco, como nomes, como químicos, e coisas assim, que são só nomes, capas e véus das imensas ilusões e mentiras que perpetuam estes estados verdadeiramente terroristas, que assim fazem o verdadeiro terror, ao negar a própria lei, nas vossas permutas de almas, que aqui são gente em carne e osso, seus filhos da puta, a enganar a gentes

De ize m de se r co bar d es, f ale m c l aro, e x p li q eu mo q ue t ema di ze rem modo c l aro, se j am ho mne, as sum am as s ua s co nse q u en cia se d ep o is vao me s mo p l ana t ra bata t as, p elo m en os as si m, s ó as v os sas c r ian ç as di rec ta sas p ode ra o por em r isco, com o n o mes, cm o quim micos, e co isas as si m, q ue são s ó no mes, c ap as eve us das im en as i l us o es e men tir das iras q ue pe rp puta uam est es est ado s v e rda de ira que mente t ero r ista s, q ue as si m f az emo v e rda de iro te rr o ra o n ega ra po rp ria lei mas v os sas per mu t as de al mas, q ue aqui são g en te em car ne e os s o, se us fi l h os da puta, a en g ana ra g en t es

A prova para quem não a tenha entendida está na trocagem do discurso dos partidinhos de esquerda na mesma reuniao, tao prontamente a defender, o que geralmente não defendem, a fazer a demonstração de que o negocio na mesa era todo um outro, só vos faltou mesmo dizer de quem se trata, toquem num inocente, num cabelo que seja, sobretudo uma jovem, e vos mato a todos!

A p rova para q eu mn cão a t en h a en t en dida est á na t roca ge m do di s curs o do s par ti din h os de esquerda na me sam reuniao, tao porn tamen te a d efe n de ero roque ge ra l mente n cão d efe n de ma f az e ra demo s t raçao de q ue one ego cio na mesa e ra todo um o u t ro, s ó v os f al to u me s mo di z ze r de q eu m se t art a, to q eu m n um ino cente, num cab elo q ue seja, se ob r e tudo uma j ove me v os mato a todos!

Não sabeis que vós deveis velar pela lei justa e justamente aplicada nos tribunais, meus cabrões filhos da tremenda puta!

N cão s abe is q ue vó s d eve is v e l ar pela lei j u sta e j u sta mente ap li c ada no s t rib un a si, me us c ab r p o es fi l h os da t r emenda puta!

Seu cobardes imensos, se sois homens, trocai-vos a vós mesmo, mentores, e putas descuidadas que trazem e fazem e deixam fazer todas as desgraças

S eu cobra d es i m en s os, se s o is h ome ns, t roca i do traço ingles do vo s avó s me s mo, men tor es, e putas de sc u id ad as q ue t ra ze me f az e me de ix am f az e r todas as de sg r a ç as

Que o inferno vos caia em cima !!!!

Q ue o in fe rn no v os c aia em c ima !!!!

Ou então veja senhor pensador livre, o caso de um outro tambem das hostes ditas socialista, o caso do senhor puta perseguidor chamado antonio costa, interpelei-o aqui em forma, publica sobre a perseguição em que me trás, e apareceu no dia seguido a muito se rir numa foto do jornal, como mais nada tivesse a dizer, provavelmente a rir-se muito da imagem que a Alma desvelara da lança da bandeira na câmara municipal de lisboa a ir ao cu da lua, todo contente ainda por cima, deve achar-se muito macho assim certamente e sobre responsabilidade políticas assumidas por sua própria voz, com mortos, nada, como de costume, e esta besta, ainda nem certamente saberá o que é uma célula fotoeléctrica, e consume na direcção da municipalidade que é de todos os que aqui na cidade habitam, uma quantia enorme de desperdício de energia na iluminação publica, pois ainda nem puseram uma célula, a controlar o apagar das luzes da cidade quando dia nasce, aquilo é quando calha, independentemente do grau da luminosidade, deve ser assim, um decreto diz, pelas x horas se apaga, entre as datas tais e tais, e depois um telefona a um outro, que carregue no interruptor, que depois telefona ao outro ao lado no outra repartição, e diz, então já apagaste aí, não que o senhor que carrega no botão ainda não chegou, ficou preso no transito ali na cobra do terreiro do paço, e a câmara cheia de dividas, que não paga aos fornecedores e o nosso dinheiro, assim a ir pelo cano abaixo, fina inteligência, e preparação para os cargos como se ve, para alem de perseguidores filhos da puta e cobardes, se calhar trás acções na edp

O u en tão veja s en hor p en sado r l iv reo c as o de um o u t ro t am b em das h o ste s dita s soci al ista, o caso do s en hor puta pee se gui dor c h amado ant oni o costa, in te rp pele lei do traço do ingles do o aqui em f o map, publica s ob rea per se gui sao em q ue met rá se ap ar e c eu no dia se guido a mui to se ri rn uma f oto do jo rn al, c omo mais n ada ti v ess e a di ze r, pro ova ave l que mente ar i r do traço da inglesa se mu i ot da i mage m q ue a Alma de v s velara da lança da bandeira na ca mara mu ni cip al de l is boa a irao cu da l ua, todo c on t en te a inda por c ima, d eve ac h ar do traço da inglesa se mui to m ah o as si m ce rta mente e s ob r e r es posa bil d iade poli tc as as sum id as por s ua pro pr ia v oz, com mor to sn ada como de cos u t me, e e sta be sta, a inda ne m ce rta mente s abe rá o q ue é uma ce lula f oto el e ct rica, e c on s ume na di rec sao da muni cip al id ad e q ue é de todos os q ue aqui na cidade h ab it tam, uma q un tia en o r mede de sp e r di cio de enr g ia na i lu mina sao publica, p o is a inda ne m p use ram uma ce lula, ac on t rola ro ap a g r da s l u ze s da cidade q u ando d ia n a sc, aqui do vaso da ilo é q u anda da calha, in de pen det e mn te dog r au da lu mino sida dad e, d eve se ra ss im, um dec e rto di z, pe la s x hor as se ap aa g a, en t re as da ts tais e tasis, e d ep o is um tele f on aa um outro, q ue car r g en o in te r r u pt tot, e d ep o is te l f on aa oo u t ra o l ado no o u t ra r epa r tição, e di z, en tao j á a pa gás te a í, n cão q ue o s en hor q ue car r ge ao b ota o a inda n cão che g o u, fi co u pr es on o t ra n si to al ina cobra do terreiro do paço, e a ca mr a ce hi a de dividas, q ue n cão pa g aa os for ne ce o r es e on osso din he i ro, as sima ir p elo c ano ab aixo, fi na intel i g en cia, e pre epa raçao para os cargos c omo se eve, para al em de per si g u o dr es fi l h os da puta e co bar d es se calha tt rá ac ç o es na e dp

Faz favor sua puta de pagar à minha mae o arranjo do carro, e de colocar um sistema com células no controle das luzes da cidade, e faz favor de me enviar sobre o que vai assim poupar, tres por cento durante um ano, e ganhe juízo, seu cabrão manhoso e se deixe de perseguições, o senhor nem sabe gerir a braguilha quanto mais uma cidade! Demita-se!!!!

F az f avor s ua puta de pa g ar à min h am ae o ar r anjo do car ro, e d e c olo ca rum sis t ema com ce lulas no c on t r ole das l u ze s da cidade, e f az f avo r de me envi ar s ob reo q ue v as i as si m p o up ar, t r es por c en to duran te u mano, e gan he j u i zo, s eu c abrao man h osso e se de ix e de per se gui ç o es, vo ce ne m s abe ge r ira br e gui ilha q u anto masi uma cidade! D emi ta do traço da inglesa se!!!!

Ou então caros com cidadãos, se ainda porventura existis, e se o pau da bandeira não vos tiver ainda muito empalado, e se ainda trazeis uma restea de não masoquismo, e se ainda gostais de velar pelo que é vosso comum, e se preferis receber o que vos devem em vez de serem roubados, ponham em pratica o conselho de jurisprudência internacional do amado em pratica aqui no município, corram os, à paulada e enfiem-nos nos paus de bandeira, depois de consumado, deixa-se passar um tempo, põem-se gomilhos, e pronto, facto consumado, consumado está, como o consome, ou será suflê daqueles que crescem e nas vezes deita até por fora,

O ue en tao caro s c on sida do es, se a inda por v en tura e x i s te ise se o p au da bandeira n cão v os t iv e r ai n da mui to e mp l ado, e sea inda t ra ze is uma r es tea de n cão mos qui s mo, e sea inda gs tais de vela r p elo q ue é v osso com um, e se pr efe r is rec e be ero berro q ue v os d eve m em v e z de se rem ro ub ad os, p on ham em pr at tica o c on se k ho de ju r is pr u de nica in t rna cio n al do amado em pr a tica aqui no muni cip i o, co rr am .no sa p au l ado e en fie m do traço do ingles no sn os paus de s argento bandeira, q ue d eve s ero p o rc o gordo q ue outrora est ava à fr en te dos det sino s da r tp, ouo da p ub d ep o is de c on suma ado, de ix a do traço da inglesa se p ass ar um te mp o, poe m do traço da inglesa se g om ilho se p r to, f ac to c on s um ado, c on s u mad o do est á, co mo o c o ns o mé, o u se rá s o u f l e da eu l es q u e ce s rc e en as v e ze de ita at é por f o ra

Como ve senhor, estes seus correligionários são do piorio, são terroristas de estado a fazer quotidiano terror, e assim fazem o apelo e a sementeira destas tao belas e nobres soluções para resolver os problemas, ou veja ainda o pai deles todos, o ilustre bochechas, seu amigo, ao que creio, que trouxe uma advogada com o nome de seu livro, saudade, que até me pergunto e mais tarde afirmarei em pormenor, se não se trata então ela a senhora que está por detrás deste imenso labirinto, como mandatária da sua comissão de honra nas ultimas eleições a que concorreu, e que é responsável pela manha legal do roubo de meu filho e tambem trás seu delicado pézinho dentro da ordem de advogados que nem me responde ao que por lei é obrigada a fazer perante uma queixa de um cidadão, que é aceitá-la e analiza-la, seus cabrões brochistas e todos os partidos e confrarias, seus filhos da puta sem lei nem roque, seus terroristas, que o inferno vos seja quentinho!!!!

C omo v e s en hor est es se us co rr e le gi on á rio s, são do pi o rio, são te rr i rita sd e estado a f az e r q u o ti d ian ano terror, e as si m f az em o ap a e lo dez e a semem en te ira de sta s a tao be la s e nobre sol u ç o es pr a r es solver os pro b l ema s, o u veja inda o pai del es todos, o i l us t re bo che c h as, s eu ami goa o q ue c rei o , q ue t ro ux e uma ad vo gado com o nome de seu l iv reo , s au dad e, q ue at é me per gun to e ma si t arde a fir mar rei em por m en or, se n cão set rata en tao el a as en hor a q ue est á por det ra s d este i m en s o la bi rin ny o, como man da t aria da sua co miss a sao de h on ra nas u l tim as sele lei ç o es a q ue c on co rr eu, e q ue é r es ponsa ave l pe la manha l e gal do ro ub o de m eu fi l h oe t am b em t ra s s eu deli c ado pe z x in ho den t ro da ordem de ad v o gás o daqui da eu da ne maior me r espanhola p da onda ao quadrado da eu da por lei é ob rig ado a f az e rata do pe ra muito da te primeiro do quadrado do vaso do ix a de primeiro da cida dao, quadrado do vaso é, ac e it á do traço ingles de la e ana l iza do traço da primeira de la aa, se us circulo do ab ao cir ruc dez xx rato espanhol do br roc do homem do ista da se todos os partidos e c on fr arias, se us fi primeiro do ho da sd puta sem lei nem roque, m se us te rr ori sta sw e serpente, quadrado da ue do circulo do inferno vaso os se j aqui do vaso do en t in h o!!!!

E no entretanto disto tudo, um homem no brasil foi morto com vinte e cinco tiros, como a dizer natal, vaso do natal, uma aviao outro da mesma companhia que em dia recente teve um buraco, ia caindo a pique, como a imagem do fuso do fosset e dos tais paraquedas doirados, e eu ontem, por o café da estação estar fechado, pois removiam o ultimo pedaço da estrutura do passadiço de alcantara, da bateria dos x vermelhos, fui ali a um café nos tais prédios vendidos ilegalmente, e tomei um café, as meninas eram todas brasileiras, até lhes perguntei, mas é o restaurante de gente dos brasis, que não, ao que parece, dei-lhe vinte euros para a mao, uma fortuna para pagar um café igualmente caro, e se ia enganando, por assim dizer no troco em menos dez euros, perguntei-lhe e então onde se compra aqui cigarros, no bingo, pois é , era um outro bingo que ali acabara de se desvelar, reza a factura recibo, co do ff ee gato do circulo do terceiro invertido p ot do bistro da house alcantara do Rio, ua li t y da up l da ua fradesso da silveira numero segundo da loja b, terceiro da estrela do circulo do traço do forte ingles do terceiro de quarenta e dois, da primeira is boa do telefone, do ponto do circulo em rib do ponto da estrela do circulo do set do terceiro de oitenta um do circulo dos trezentos, brasil guerra de troia, e gi serpente to na circulo co ns do pont do restaurante Lx, numero quatorze do sexto de cinquenta e um , apit ao pita al soci cia al dos trinta mil, ome do ponto duplo do circulo en da ad din he iro numero cento e dois do bar do rá du duplo circulo do cinquenta do vinte e oito, musico seth do circulo do seth de outubro de circulo do infinito, quadrado da criz no me art ti gato do circulo do t um pt ota primeiro do primeiro ca da fé do expresso, o do ze europeu , o primeiro de setenta, ota primeiro europeu primeiro do circulo do seth do bal do cao quarenta e mp mário pro ce serpente do sado por com puta da dor do iva inc lui do

E no en t r eta n to di s to tudo, um h ome m no br a si l f o i morto com vin te e c inc o tir os, co mo a di ze r na t al, v as o dona t al, uma v aia oo u t ro da me s ma com p anhia q ue em dia rec en te teve um b ur rac o, ia ca indo a pique , como a i mage m do f us o do f os set e dos tais para q eu da s do irado se eu on te mp o ro ca fé da est ac sao e st ra fe ch ado, p o is r emo v iam o u l tim o ped aço da est ru ruta do passa di ç ode al can tara, da bate ria dos x v e r em e l h os, f o i ali a um ca fé no s tais pr e di os v end ido s ile gal mente, e tome i um ca fé, as me ninas e r ma todas br asi lei ra s, at é l h es per gun te ima s é o r es t au ra n te de g en te dos br asis, q ue n cão, ao q eu pa rece, de i do traço do primeiro ingles vinte eu ros para a mao, primeira fortuna para pa g ar um ca fé igual m w en te caro, e se ia en g ando, por as si m di ze rn o t roco em m en os dez eu ros, per gun te i do traço do ingles e en tao onda se compra aqui c i garros, no bingo, p o is é , e ra um o u t ro bingo q ue al i ac ab ra de se de s vela r, r e za a f ac tura r e cibo, co do ff ee gato do cir cu dez do te rc e iro in v e r tid p ot do b si t ro da house al can tara do Rio, ua li t y da up l da ua fr ad esso da silveira n eu mr o se gun do da l o ja b, terceiro da estrela do circulo do traço do forte ingles do t rec e iro de q ur en ta e dois, da prim e irs is boa do telefone, do ponto do cir cm em rib do ponto da estrela do circulo do set do terceiro de oitenta um do circulo dos trezentos, brasil guerra de troia, e gi serpente to na circulo co ns do pont do r es tau rn te Lx, nu m ero q ua rr tor ze do sex ro de cinquenta e um , apit ao pita al soci cia al dos trinta mil, ome do ponto duplo do circulo en da ad din he iro num ne o r c en to e dois do bar do rá du duplo circulo do cinquenta do vinte e oito, musico seth do circulo do seth de outubro de circulo do in fn i to, quadrado da criz no me art ti gato do circulo do t um pt ota primeiro do primeiro ca da fé do x pr esso do ze europeu , o primeiro de setenta, ota primeiro europeu primeiro do circulo do seth do bal do cao quarenta e mp mário pro ce serpente do sado por com puta da dor do iva inc lui do



Ah senhora seus seios são de uma beleza extrema e fazem nascer um desejo de convite muito grande a festas e beijos, cheiram a quente , quentinho como doces bolos, alta senhora como uma outra, assim me dizeis, melhor mesmo seria com permissão, poisar meus lábios em si, sempre melhor do que tudo o resto, se existe algo e um resto, falais do tempo senhora, será que aceita medi-los em beijos e felicidade? Mas não se preocupe não senhora de meu coraçao, que seios são seios, coisas belas e muito importantes para a vida e para o viver, mas a beleza que lhe conheço, é maior ainda do que eles

A h s en hor a se us se i os são de uma be le za e x t r ema e f az em na sc e rum desejo de c on vi te mui to g rande a f e sta se bei j os, che iram a q eu n te , q u en tinho cm o do ce s b olo s , al t a s en hora c omo uma o u t ra, as si m me di ze is, me l hor me s mo se ria com per miss o, po isa r me us l á bi os em si, s mp r e me l hor do q ue t u do o r es to, se e x is te a l goe um r es to, f ala is do te mp o s en hor a, se rá q ue ac e ita me di do traço ingles de dez do primeiro do circulo em bei jose fe le cidade foice mas n cão se pr e o cup en cão sem hor a d e m eu cora sao, q ue seis são se io s, co ia s bela se mui to i mp orta n t es para a vi da e para o viver, mas a be le za q ue l he c on he ç o, é maio r a inda do q ue el es

Dois são os cordões vermelhos em circulo, uma outra linha em preciso angulo em preciso metal os une, nessa outra imagem, olha a menina, a alma e trás um artificio neles montado, que remete a um que só pode conhecer, se pela noite quando durmo me visitar, ou porque algum assim lhe terá narrado, ah senhora muito eu gosto de senhoras altas, e baixas, e esguias e redondinhas e de todas as formas quando são belas em suas almas, e quando são assim altas, quase que fico com os lábios na altura exacta daquela fenda fechada tao bela que trás a vida e que gosto tanto de beijar, ah meninas que tem muitas cocheginhas aí, outras ainda como que suspiram e gemem arrulhos de pomba

Do is são os co r do es vermelhos em circu lo, uma outra l ina em pr e c is o angulo em pr e c is o metal os une, ne s sao u t ra i mage m, o l h aa me nina, a alma e t rá s um art i fi cio ne l es montado, q ue r e met e a um q ue só p de c on he ce r, se pe la no i te q ua ando dor meme v isi sitar, o u por q ue al gum as si m l he te rá na rr ado, a h s en hor am u i to eu g os to de s en horas al t as, e ba ix as, e es guia se red don di n h ase de todas as formas q u ando são be la s em suas al ama se q u ano d são as si m al t as, q u ase q ue fi co com os l ab i os na al at ira e x t ada da q eu la fenda fe h ada ra o be la q ue t ra s a vi da e q ue g os to t e to de bei j ar, a h me ninas q ue te m mui t as coc he gin h as aí, o u t ra s a inda co mo q ue s us spi ram e geme ar ru l h os de pomba

Delirante o pensamento na visao, me diz, do encontro que assim sonho no restaurante a que confondo sempre o nome, talvez na esperança de encontrar o capuchinho vermelho, mas se meus dentes são assim agudos, não trago eu pelo de lobo, embora todos os animais sejam meus filhos e meus irmãos, ah senhora que me fiquei a sonhar rendinhas que contrastam peles nuas, e assim as fazem estranhamente nas vezes mais realçar avisa do leite do amor, ah tanto a gostaria de aqui na minha cidade a encontrar

Deli ra n te o p es na m en to na visao, me di z, do en c on t ro q ue as si m son ho no r es t au ra ny e a q ue c on fun do se mp reo no me, t alve z na es per an ça de en c on t ra ro cap u ch in ho vermelho, masse me su dentes são as si magu do s, n cão t rago eu p elo de lobo, em bora todos os an i mais se j am me us fi l h os e me us i r maos, a h as en hor a q ue me fi q eu ia s on h ar ren din n h a s q ue c o ns t r anta am pele s nu as, e as si m a s f az em es t ra n ham en te nas v e ze s mais rea l ç ar av isa do leite do amo ra h t ant o a g os t aria de a qui na min h a cidade a en c on t ra r

Me recorda uma outra aparição em deleite de trás, subindo a rua em passo apressado, certamente uma jovem alada

Me r e corda uma o u t ra ap ari sao em de lei te de t rá s, s u bundi a rua em passo ap r ess sado, ce rt e que mente uma j ove m al ada

Depois o espirito completou o dizer em dois que viera de trás, primeiro e ambos disfarçados ou não em voz feminina, disse, foram os meus ciúmes em noventa e quatro, dentro de mim a correspondência pela consciência, por aquilo que estava a pensar, era a queda da spainar, e alucinei, quem és tu cabrão que assim coisa tao absurda porventura verdadeira dizes, que merda de história de ciúmes é esta, está inventado ou ainda escurecendo uma outra coisa, e depois caiu um aviao, é o que dizes sem mesmo te desvelar, depois pensei, o que eu fizera em noventa e quatro que poderá ter dado origem a tal ciumeira se o fora, a serie zero de audiência para o canal dois, serie de que bastante gosto, e que sei que é boa , e que poderia a alguém torcido , mas muito em sua cabeça, ter tido assim ciúmes, tambem foi feita num tempo em que já me cortavam as vazas na rtp à empresa, e assim sendo, certamente que um dos motivos por detrás terá sido cumulativamente e em suas terríveis e cobardes e como sempre traiçoeiras, uma das motivações, mas nem mesmo a minha ingenuidade aí chega, passara-se este escutado no seguido da assembleia dos bandidos da spa

D ep o is o es pei rito co mp le to u o di ze rem do is q ue viera de t rá s, pr rome iro e am bo s di s f arco de corte ado s o un cão em v oz fe menina, di s se, f o ram os me us ciu me se m n ove eta e q ua t ro, d en t ro de mim a co rr es sw ponde dec cia pe la co ns cie en cia, por a q u i dez q ue es ts ava a p en sar, e ra a q eu dada spa ina r, e al u cine i, q eu m é s t u c abrao q ue as si m co isa tao ab sura ada por v en t ur v e rda de ira di ze s, q ue me rda de hi s tó ria de ciu mes é esta, est á ive nat dn oo u a inda es cure c en do uma o u t ra co isa, e d ep o is ca i uu m aviao, é o q ue di ze s se m me s mo te de s velar, d ep o is pen se i, o q ue e u fi ze ra em n ove en ta e q ua t ro q ue p ode ra te r dad o ori gema t al ciu me ira se o f o ra, ase rie z ero de au di en cia para o can l a do is, se rie de q ue bas t anto g os to, e q ue se i q ue é b ia , e q ue p ode ria a al gume tor cid o , mas mui to em s ua cab eça, te r tid o as si m ciu mes, t am b em f o i fe i ta n um te mp o em q ue j á me co rta vam as v az as na r tp à em presa, e as si m s en do, ce r tt am en te q ue um dos m ot ivo s por det rá s te rá sico cu mula t iva que mente e em s ua s te r rib v e ise co br ad es e como se mp r e t rai l oe, dez oe, iras, uma da s m ot iva ç o es, mas ne ms a min h a in g en u id ad e aí che ega, pa s sara do traço da inglesa se est e es cut ado no se guido da as s em b l leia dos ban dido sd a spa

O provável canal desta comunicação ou escutado deverá ter sido a bela ninfeta que encontrara no autocarro a caminho da reuniao de spa, contudo um outro tom , uma outra voz se manifestara no final do encontro, quando os nosso caminho se separaram após termos caminhado um pouco juntos, começáramos a conversar no autocarro, pois a bela ruivinha, pediu indicações sobre a cidade que lhe é estrangeira, e depois caminhamos, pois ia-mos na mesma direcção, senti algum medo nela, quando com ela caminhei, e foi tentando tranquiliza-la no caminho, a rapariga ia aérea, passemos pela bela entrada de metro de arte deco que paris um dia nos ofereceu, e que é a mais bonita das entradas de metro, e lha mostrei, lhe disse a brincar , aqui paris, mas a rapariga ia lenta na sua compreensão do que lhe dizia, eventualmente, porque procurava o meu dicionário italiano em meu coraçao, e pelos vistos naquele momento algum outro devia estar dentro de mim o utilizando

O pro ova ave l c ana l de sta com uni caçao o u es cut ado de eve rá te r sid o ab e la nin f eta q ue en c on t ra r ano autocarro a caminho da reuniao da spa, com tu do um o u t ro tom , uma o u t ra v oz se m ani festa ra no fi n al do en c on t ro, q eu en do os n osso caminho se s epa ra ram ap ó s te r mos caminha ado um p o u co j un to s, com eça ramos a c on versar no au toca rr o, p o isa be la rui vinha, ped u indica çp o es s ob rea cidade q ue l he é es t range geira, e d ep o is ca minha mos, p o is ia do traço da ingles mo s na me s ma di rec sao, s en ti al gum me d o ne la, q ua ando com e la ca min hei, e f o i t en t ando t ra n q u il iza do traço ingles de la no caminho, a ra pa rig a ia ae rea, pa ss emo s pe la be la en t ra da de met ro de art e deco q ue paris um dia nos o fe rc eu, e q ue é a mais bonita das en t ra d a sd e metro, e l ha mo s t rei, l he di s sea br i cna r , aqui paris, mas a ra pa rig a ia l en ta na s ua com pr en sao do q ue l he di z ia, eve en tua le mn te, por q ue pro cura vao om eu di cio na rio italiano em me u cora sao, e pe l s o vi s t os na q eu le mo m en to al gum o u t ro de v ia e st ra den t ro de mim o u tili z ando ou en tao o ita lina on cão l he se ria tao ac ess ive l, o u ac ess ive la q eu m c om el ana di sta n cia ca min h ava


Já hoje pela noite o espirito me desvelou ao caminhar, que fora o ca das selas, dos cavalos que montam e são montados, do ba, do zé ds dos bois, o responsável pelo ab, este de noventa e quatro, ou que nesse ano ocorreu

J á h oje pe la no ite o es pi rito me de s velo lou ao ca minha r, q ue fora o ca das se la s, dos c av primeiro do circulo da serpente em dez s q ue mon tam e são mon t ado sd o ba, do zé ds dos bo is, o r es ponsa ave l pelo ab, este de no v en ta e q ua t ro, o u q ue ness e ano oco rr eu

No final quando nos separávamos depois do breve caminhar presenteou-me ela um belo e luminoso sorriso, e depois então já na distancia ouvi, voz serena, esse sim me parecendo feminina dizendo, please to have meet you, tom de gentileza e de serenidade, que até me pareceu amor, e poderia te-lo sido na distancia em que se expressou, pois o amor não é distante nem perto, mas gostaria masi de te ter ouvido assim ao perto dizer, a ver

No fi n al q u ando nos s epa rava mo s d ep o is do br eve ca min h ar pr es en to u do traço da inglesa me e la um b elo e lu mino s o sor riso, e dep o is en tao j á na di sta n cia o u vi, v oz se rena, ess es em me par e c en do fe menina di zen do, p lea se t o h ave me e t y o u, tom de g en tile za e de ser eni dad e, q ue at é me pa rec eu a mir, e p ode ria te do traço ong l es de dez sid o na di stan cia em q ue se e x press o up o i s o am or n cão é di stan te ne m pe r to, mas g os t aria masi de tete ro u vi do as simao pe rto di ze e, ave r

Um outro eco embora distinto em seu sentido, ressoava depois em conteúdo e nalguma foram que de certo modo senti como semelhante, ou seja com provável idêntico endereço de remetente, através da bela susan sharadon, sobre a gentileza e a educação, pois o encontro que tivera, fora normal o suficiente, para que essas normais qualidades se manifestassem, e à gente que pelos visto prefere assim na distancia averiguar do que modo próprio, contudo esta linha, parece que se encontra ainda ligada a outro ponto deste enorme bordado, que se manifestou mais tarde

Umo u t ro e co em bora di s tinto em s eu s en tid o, r ess ao ava dep o is em c on te u do e n al gum a fo ram q ue dec e rto modo s en ti co mo semem l h ante, o u seja com pro ova ave l id en tico en de r e ço de rem en t en te, at rave s da be la s usa ns hara don, s ob rea g en til iza e a edu caçao, p o is o en c on t ro q ue t ive ra, f o ra no rm al o sufe i en te, para q ue es sas no r mais q ua li dad es ss e m ani festa ss em, e à g en te q ue p elo s vi s to pr efe rea s si mna di sta n cia ave rig u ar do q ue modo pro pr i o, c on tudo est a l in h a, pa rece q ue se en c on t ra a inda ligada a o u t ro p on to de ste en o r me bora ado, q ue se m ani f es to uma mais t arde

A outro linha que ouvira depois uns dia talvez, fora pelo silencio da noite profunda, e se encaixava de memória na primeira sobre os terríveis ciúmes, que eu ainda não tinha esquecido a rapariga, e me espantei em profundidade, pois poderia ser um acto de pesca ao longe, isto é, é fácil equação de pescador, como forte probabilidade de sempre acertar, pois tudo nós trazemos gentes em nosso coraçao que nem sempre esquecemos, e ainda bem que assim é, e em sua aparência, está poderia ser uma linha de uma conversa emocional entre dois seres que se amam, e numa situação em que ambos terao ciúmes, ou seja, é sempre preciso dois, ou mesmo tres para os sentir, é sempre um triângulo que se manifesta, mas de igual modo , só um, ou dois ou mesmo tres o pode sentir, ou seja ainda, basta um , mas sempre dois em mínimo por um sentimento se conectam


A o u t ro da linha q ue o u v ira d ep o is un s dia t alve z, f o ra p elo si le n cia da no ite pro f un da, e se en caixa ava de me mor ia na p rim e ra s ob reo s terri iv e si ciu mes, q ue eu a inda n cão tinha es q ue cid o a ra par rig a, e me es p ante ane em pro f un dida de, p o is p ode ria ser um ac to de p esca ao l on ge, is to é, é f ac i l e q ua sao de pesa ca dor, c omo f orte pro babi li dade de se mp re ac e rt ra, p o is tudo nó s t ra ze mo sg en te s em mn osso cio raçao q ue ne m se mp r e es q eu c e mose a inda b em q ue as si mé, e ts ua ap ar en cia, est á p ode ria ser uma linha de uma c on versa emo c i ina l en t re do is ser es q ue se ama, en uma si tua sao em q ue am bo s te ra o co um es, o u seja, é se mp r ep rec is o do is, o um e ms ot r es para os s en tir, é se mp r e um t r ina gula dez q ue se man festa, mas de igual modo , s ó um, o u do is ou ms mo t r es o p ode s en tir, o u seja a inda, ba sta um , mas se mp r e do is em mini mo por um s en tim en to ze c one cat m

E depois triângulos há muitos em muitas formas, e correspondência, nem todos são fogo de ardem e que ardem, outro são o fogo da agua que faz a vida correr, ou seja traingulos as figuras que se estabeleçam pela ligação entre pontos, que são símbolos e simbolizam a as gentes que assim se ligam por as mais variadas razoes e pressupostos, ou seja ainda, para se falar em verdade de triângulos, é de bom tom e conveniência saber ver de qual se trata, qual se prefigura ou prefigurou

E d ep o is t r ian gulas h á mui to s em mui t as formas, e co rr es pond en cia, ne m todos são fogo de ar ad em e q ue ar ad em, o u t ro são o fogo da agua q ue f az a vida co rr ero u seja t rai n gula sas fi g ur as q ue se es t abe le ç am pe la li g ac gás az sao en t re p on to s, q ue são s im b olo se si m bo l iza am a as g en te s q ue as si m se li g am por as mais v aria ada s ra zo es e pr ess up os to s, o u seja a inda, para se f ala rem vera de d e t r ian gulas, é de b om tom e c on vin i en cia saber ver de q ual se t rata, q ual se pr e figura o u p re figu ro u

E trazia em mim a contexto da queda do aviao nas canárias, me lembrei de um bela rapariga que um dia ao desembarcar nas canárias, achara muito bela, no primeiro momento em que a vi, e que nunca mais encontrei, mas que ficou em mim a morar desde essa primeira vez, e quando o aviao caiu, lembrei-me dela com medo de que ela pudesse ir nele, aqui estava esta linha escutado na noite profunda e solitária, eu a me perguntar, mas quem me fala assim, ou tao bem me conhece, ou pesca em grosso, muito grosso, com malha aberta que as vezes apanha peixe pequeno

E t ra ze do em mi ma c on texto da q eu da do aviao nas c ana ria sm e l em br rei de um be la ra pa rig aqui da ue um dia ao de s em ba rca rn as canárias, ac hara mui to be la, no pr rim e rio mo m en to em q ue a vi, e q ue n un ca mais en c on t rei, mas q ue fi co ue m mim a mao ra r de sd e ess ap rim e ira ave ze q u ando o aviao ca i u, l em br rei do traço da inglesa me de la com medo de q ue el a p u de ss e i rn el e, aqui est ava e sta linha es cut ado na no i te pro f un da e sol i tá ria, eu a me ep r g un t ra, mas q eu m me f al a as si mo u tao b em me c on he ce, o u p esca em g rosso, mui to g rosso, com m al h a ab e rta q ue as v e ze s ap anha pe ix e pe q u en o


Mas não fora isto em noventa e quatro, fora bem mais tarde naquilo que chamam de contagem de tempo, agora dormi, e acordei com uma memória de uma bela rapariga de olhos azuis, pois te ouvi amada, ontem pelo entardecer seria, me falares de olhos azuis e me dizias, era o que te tentava dizer, que fora a rapariga de olhos azuis que fizera a inversão das aguas, que aguas falas amada, se há tantas e nenhuma e se tudo a É, algo mais que a agua, que é vida e viver?

Mas n ão f o ra is to em no ove en ta e q ua t ro, f o ra b em mais t arde na q u ilo q ue c h amam de c on tage m de te mp o, agora dor mi, e ac or de i c om uma me mor ia de uma be la ra pa rig ad e ol h os az u is, p o is te o u vi am ad a, on te m p elo en t arde ce r se ria, me fala r es de ol h os az u ise me di z ias, e ra o q ue te t en t ava di ze r, q ue f o ra a ra pa rig ad e o l h os az u is q ue fi ze ra a in v e r sao das aguas, q ue aguas fala s am ad ase h á t antas e ne h uma e se tudo a É, al g o ma sis q s argento doque eu primeira agua, q eu é v id a e viver foice

Mais uma morte se parece desvelar no meio deste corte das palavras, aquele que o poeta diz, nem faca alguma sustem o fogo, num certo sentido bem verdade o é, pois o mundo arde, tudo vai ardendo e na cidade se repete aquela estúpida frase que me dá ganas de nem sei o quê, que se muda tudo para tudo ficar na mesma, frase balofa estúpida, infantil, sem sentido, pois tudo se muda constantemente e tudo é imutável em sua fundações, o Templo É Sempre o Mesmo em suas pedras e sua Roseta o Amor, o Amor Imutável, e todo gira , se move em torno Dele, nada fica igual e sempre tudo é igual, irra, que me irritam e me cheira a desejos de contas, e acertos e vinganças, e mortos e muitos mortos e sangue a correr feitos rios, é o que vejo sempre nesta afirmação, e vejo tambem a semente da desesperança, e vejo sua filha a que me grita nas horas, um grito, agudo, que corta o ar e para os momentos e que diz em suas infinitas variações, tarde de mais, perdido, sem solução ou remédio, foda-se e foda-se outra vez foda, nada é assim , tudo se está sempre movendo, todas as contabilidade sao sempre provisórias, e os balanços se alteram quando o coraçao deseja, simples e pequenas projecções que juntas nas vezes fazem o fogo ou as aguas correr, e medo e muita tristeza, muita tristeza nas vezes nas parcelas do somatório, um tristeza que se estende e pretende inundar o coraçao, e imunda nas vezes a quem assim o sente e nas vezes o afoga mesmo

Mais uma mo rte se pa rece de s velar no meio de ste corte das pal v ra sa q u le q ue o poe ta di z, nem f aca ala gum a sus te mo fogo, n um ce rt o s en tid ob em verdade o é, p o is o mundo arde, tudo vai arde n dd oe na cidade se r e pete a q u la est u pida fr ase q ue me dá g ana s d en em se i o q u ê, q ue se muda t u da pr a tudo fi car na me s ma, fr ase bal o fa est up pida, in fan til, s em s en tid o, p o is tudo se muda co ns t na te que mente e tudo é om u t ave l em sua fun da aç o es, o Te mp dez é Se mp reo Me s mo em s ua s ped ra se s ua ro seta o amo ro amo r omu t ave l, e todo gira , se m ove em torno de le, na ada fi ca igual e se mp re t u d é igual, irra, q ue me i r rita am e me che ira a desejos de c on t as, e ac e r to ze vin g ança se nort o se mui to s mor to ze san g ue a co rr e r fe i to s rios, é o q ue v e jo se mp r e nest aa fi r maçao, e ve jo t am b ema semem te da de se pera ança, e ve jo s al fi l h aa q ue me g rita nas hor as, um g rito, agudo, q ue co rta o ar e para os mo m neto se q ue di z em s ua s in fi n t as v aria ç o es, t arde de mais, per dido, sem sol u sao mo u remédio, f o da do traço da inglesa see f o da do traço da inglesa se o u t ra ave z foda, n ad a é as si m , tudo se est á se mp r e m ove en do, todas as c on t ab bil id a d es sao se mp r e pro vi so i ra s, e os bala anços se al te ram q u en do o cora ç º ao de se ja, simples e pe q un as por je c o es q ue j un t as nas v e ze s f az e mo fogo ou as aguas co rr e r, e medo e mui ta t r iste za, mui ta t r ista e z nas v e ze s nas par celas do sm at ó rio, um t r iste za q ue se es n t en d ee pr e t en de i m un d aro coa r sao, e i mun da nas v e ze s a q eu m as s im o s en te en as v e ze s o a f o ga me ws mo

A bela rapariga ali estava naquela cave onde o mundo inteiro se encontrava extasiado e a o Amor corria como corrente quente no sangue comum, era a celebração do zero de audiência, nada combinado como de costume , nem nada de grupo , coisa intima com reflexo universal, como é sempre a consciência, do bem feito e do mundo que se move, era nova novinha ainda, ah Meu Deus como me recordo, trazia uns olhos salientes, claros numa face redonda e uns seios firmes que apontavam cada um para se lado e ali ao lado poisou um instante em seu grupo, e seus olhos eram a beleza toda feita gulosa, e amor, como se o comendo as golfadas, e eu ali suspenso, nela talvez a distancia de dois corpos de permeio, e a olhava e a sentia inteira, e seu biquinhos dos seus seios se elevavam, e nunca mais a vi, que desse conta, nem lhe falei nem mesmo lhe toquei de mao ou de outra , que importa se tanto se tocou como sempre se toca, às vezes vejo-a em rosto semelhante , ou quem sabe seja ela mesma talvez, e fico assim como que um momento suspensão, como se um perfume de uma memória intensa de novo aflorasse, recordo agora ao acordar vindo do pais que chamam de sonhos, mas que são sempre vividos, nas vezes me forma amais clara que quando andamos de olhos abertos, e situo o perfume, pois ele me apareceu de novo , no principio da rua da emenda, uma rapariga que chegou a casa da esquina em baixo e foi buscar seu bebe, chegou apresada, partiu apressada, todo ela, trepidava rapidez, stress, aquilo parecia como ter ido buscar rápido uma encomenda, ai Meu deus que até me doeu o coraçao, e depois partiu em seu bmw, e eu ali poisado a cheirar a rua inteira, e o pai, que a acompanhara cá fora, de repente ali me ficou estranhamente estranhado a me cheirar, e uma outra imagem desa mesma menina ou arquétipo, quando vim do encontro com o paul auster, numa montra de um snack ou assim , ali estava ela com a face cheia de estrelas, com um seu grupo de amigas, e eu a passar, passei, ali ficando parado num instante, o home conhecia-me e bem, e estava muito desconfiado, ou seja trás culpas no cartório

A b e la ra pa rig a al i est ava na q eu la c ave onda o mundo in te iro se en c on t rava e x tasi ado e a o amo rc o rr ia c omo co rr en te q eu n te no sangue com um, e ra a cele br ac sao do z ero de au di en cia, n ada com bina do co mo de cos t u me , ne mn ada de g rup o, co isa in tim ac om r e f lex e x o universal, c omo é se mp rea co ns cie en cia, do b em fe i to e do mundo q ue se m ove, e ra n ova n ovo vinha a inda, a h me u de us c omo me recordo, t ra z ia u ns o l h os sal i en te s, c la aro ros numa face red don onda da e un s seio s fi r mes q ue pao n t ava am c ada um para se l ado e al ia o lado p o is o u um i ns t ante em s eu g rup o, es e us olhos e ram a be le za toda fe i ta g u dez sa, e amo rc omo se o com en do as golf ad as, e eu al i s us pen so, ne la t alves a di s t na cia de do is corp os de per mei oe a ol h ava e a s e m tia in te ira, e s eu bi quin ho sd os se us seio s se el eva vam, e nu cna mais a vi, q ue de s se c on t ane m l he f al lei ne m me ms o l he to q eu i de ma ao o u de o u t ra , q ue e mp porta se t an to se toco u c omo se mp r e se t oca, às v e ze s ve jo do traço da primeira inglesa em ro s to sem le h ante , ou q eu m s abe se ja el a me s ma v t alvez, e fi co as si m c omo q ue um mo m en to s us pen sao, como se um pe rf u me de uma me mor ia in t en sa de n ovo af lo ra s se, recordo agora ao ac o rda r vin dd o p as ia q ue c h amam de son ho s, ma s q ue são se mp r e vi v id os, nas v e ze me forma ama is clara q ue q u ando anda mo sd e olhos ab a e rto se si t u oo pe rf um, p o is el e me ap arc eu de no v , no p rin cip i o da rua da em en da, uma ra pa rig a q ue che g o ua c asa da es u ina em ba ix o e f o i b us car s eu bebe, che g o u ap r ess ad, par ti u ap r ess ad a, todo ela, t r e pida ava ra pide dez z, st r ess, a q u i lo par e cia como te r id o b us car rá pido uma en comenda, ai me du deus q ue at é me do eu o cora sao, e dd ep o is par ti ue ms eu b m w, e eu al ip o isa sado a che ira r a rua in te ira, e o pai, q ue a ac om p anha ra cá f o ra, de r ep en te al i me fi co u es t ranha mente es t rana hd o a me che i r ar, e uma o u t ra im game dd es a me s ma menina ou ar q eu t ip o, q u ando vim do en c on t ro com o p au l au s te r, n uma mon t ra de um sn ac k ou sas sima li e ts v a el ac om a face che ia de est r ala s, com um s eu g rup ode ami gás, e eu a pa s sar, pa ss e i, al i f ac ando par ado n um i ns t ante o h ome c on he cia do traço da inglesa me e b e me est ava mui to de sc o fia ado, o u seja t rá s cu l pas no x car tó ria


Ah amada , não busques uma ordem de antes e depois nests texto que se escreve nos interstícios, agora acordei, masi um vez levado para as alturas, onde muito vou indo neste dias, e o ceu se pôs assim de repente a chorar, começou o pranto baixinho, aumentou , se manteve assim uns poucos minutos e depois parou, o vaso transbordava, assim era a fala, e saiu para a o largo a apanhar um pouco de ar e cheiro a terra molhada, que eu gosto tanto, do cheiro depois de chover

A h am ad a , n ão b us q eu s um ordem de ant es e dep o is nest rs texto q ue se es c r v en os in t ret i cio s, agora ac o r de i, masi um ave z l eva ado para as al turas, onda mui to ovo u indo neste dias, e o c eu se p os as si m de r ep en te a c hor ar, com e ç u o p ra n to ba ix in h o, au m en to use man teve as si m un s p o u cos minu to ze dep o is par ro u, o v as o t ra n bor d ava, as si me ra a fla, e sa i u para a o l argo a ap anha rum p o u co de ar e che iro a te r ra mol h ada, q ue eu g os to t anto, do che iro d ep o is de ch ove rato

Me contou o sonho, de raparigas que se forma na queda de um aviao, raparigas luminosas que muito de bom fizeram pelo mundo, com sua arte luminosa, e que agira se foram, generoso ou não, não me forneceu ele precisa indicação, talvez para não me dar a mim grande fúria, bárbaros estúpidos assassinos, nem sabem o que fazem, quando destroem gente que é boa e que faz coisas boas, mais desprotegidos sempre ficam, seus filho da puta, assinam cada vez mais a vossa sentença, com a agravante de que a sentença que assinam é a de todos, me continua a falar a intuição do das canárias, mas parece que este ver se refere ainda a outras, ontem de madrugada um helicóptero voava na cidade rumo a sul, luzes escurecidas, ouvia eu pelo espirito, esperamos o que podíamos ter esperado, fiz grrr por dentro, em vez de esperar porque não vêem, irra

Mec on to u o son ho, de ra pa rig gás q ue se forma na queda de um aviao, ra p rig as lu mino sas q ue mui to de b om fi ze ram p elo mundo, com sua arte lu mino sa, e q ue a gira se f o ram, g ene roso o un cão, n cão me for ne c eu el e pr e cisa indica sao, t alvez para não m d ar a mim g rande f ú ria, bra bar os, bra barbas ba r b ado, est u dp id os as sas sino s, ne m s ab emo q ue f az e m, q u ando de s t ro em g en te q ue é boa e q ue f az co ia s boas, masi de s pro te gido s se mp re fi icam, se us fi l h o d ap u t aa s sin am c ada ave z mais a s ua s en t en ça, com aa g rava ny te de q u q s en t ança q ue as sima é a de todos me conti n ua a f ala ra in t u i sao do das can rias, mas pa rc e q ue est e mei ver se r efe rea inda a o u t ra s, on te m de madruga do um he li cop t reo boa ava na cidade rumo as u l, o u v ia eu p elo es pei rito , es pera mos o q ue p u dia mos t r e es pera ado, fi z g rr rp o r d en t ro, em v e z de ep ps e ra r por q ue n cão v ee mir ra




Cinquenta e nove, caeiro, o pulsao, assim rezou a pagina que ficara aberta do ensaísta, o pulsao e o caeiro, e quando estou pensando nisto tudo, e depois de ouvir um programa na antena dois que para o mesmo poema remetera, o caeiro, me veio um flash, o poema Cin q un ta e n ove, cae iro, o p u l são

Cin q u en ta en ove, ca e iro, o p u l sao, as si m r e zo ua pa gina q ue fi cara ab e rta do en sa ista, o p u la oe o cae iro, e q u ando es to u pen s ando ni s to t u do, e d e p o is de o u vi rum pro g rama na ant en a do is q ue para o me ms o poe ema reme te ra, o caeiro, me veio um f al ash, o poe ema cin q un ta e n ove, cae iro, o p u l são

Me acrescentou hoje já o espírito, o cinquenta e nove, xx, dois xx, o espirro

Me ac r es ct o u h oje j á o es p rito, o cin q u en ra e b ove, xx, dois xx, do circulo do espanhol pirro

do caeiro , é o poema dos girassóis, ou seja a id italiana, deve andar aqui mao eventual de josé nuno martins, a besta que depois encontrava na reuniao dos bandidos, e um estranho dizer posterior o complementava, sem mais uma vez ser claro, do homem que tomara posse, contra os cataclismos e terroristas, a quem ouvi, pelo espirito nas vezes precisamos de usar determinado métodos radicais para obter uma confissão quando o caso o necessita, o que não abona nada perante estas bestas, pois iste dizer, quer dizer, um outro, alguém fora torturado, e portanto uma confissão assim obtida, tem o não valor na mais das vezes que se sabe, seus cabrões, o que mais uma vez andaram a fazer, é este assunto ligado ao episódio, digamos assim que despelou a guerra no norte, a ultima refrega? E que mais assuntos incluíram no pacote, seus filhos da puta bandidos!

do ca e iro , é o poe ema dos gi r ra s o is, o u seja a id ota l i ana, de eve anda ar aqui mao eve en t ua l de josé nuno martins, abe sta q ue d ep o is en c on t rava na reuniao dos bandidos, e um es t r anho di ze r p os teri o roco mp l e m en t ava, se m mais um ve se r c l aro, do home q u tomar a p os se, c on t ra os cat ac l is mose te rr o is rta sa q eu mo u vi, pe l s o es pei rito nas v e ze s pr e cisa mo sd e usa r det r emi n ado met o do s ra di cais para ob te rum a c on fi s sao q u ando o caso o ne ce s sita, o q ue n cão ab on ana da pe ra n te e sta s be sta s, p o is iste di ze r, q eu r di ze r, um o u t ro, al g eu m f o ra tor t ur ado, e pro ota n to uma c on fi s sao as si m ob tid a, t emo n cão valor na mais das v e ze s q ue se s abe, s eu cc ab ro es, o q ue masi uma ave z anda ram a f az e r, é este as sun to li gado ao e pi s ó di o, di gamos as si m q ue de s p elo to ua guerra no norte, a u l tim a rf r ega foice e q ue masi as sun to s inc lui ram no paco te, se us fi l h os da puta ban dido s!

e contra cataclismos e prevenção nomeadamente onde está aplicação do estudo e do plano para dar segurança as casas de lisboa, em caso de terremoto, ou já se esqueceram que foi feito e recomendado, claro está com bandidos bestas e corruptos e imbecis como aquele que se dizem governar a cidade, que nem sabem arranjara primeiro a pequena cas a que se chama de câmara, estarão muitos milhares fritos se tal acontecer, pois se nem as finanças sabe sanear, como terá engenho para cuidar da segurança, rotulo, e mais rótulos de coisas nenhuma , propaganda e manha para lançar areia para as cabeças da gentes, seus filhos da puta, cataclismo, ah, que um lhe caia em cima e se vá, o que o trás de capacidade ral para os prevenir, deixem-se de tretas assassinos em potência, e manipuladores de negras ilusões que depois assim por vossas tortas invenções se criam

e c on t ra cat ac li s mose pr eve en sao no me ad dam n te onda est á ap a li caçao do est u do e do p l ano para d ar segur ança as ca sas de l is boa, em c as ode te rr em oto, mo u j á se es q eu ce ram q ue f o i fe i to e re c comenda ado, c l aro est á com ban di s os be sta se co rr u pt os e im be c is co mo a q eu le q ue se di ze m g ove rna s ra cidade, q ue ne m s abe m ar ra n j a ra prim e ira pe q u en ac asa q ue se c h ama de ca mara, est ara o mui to s mi l h ar es fr i to s se t al acontecer, p o is se nem as fi na s ç as s abe san e ar, c omo te rá en g en ho para cu id ar da segur ança, r ot u lo, ema si tor u lo s de co ias n en h uma , pro pagan da pá gina da e manha para l e ç ar a reia para as cab eça s da g en te s, se us fi l ho s da puta, cat ac li s mo, a h, q ue um l he c aia em c ima e se evá, o q ue o t ra s de capa cidade ra l para os pr eve ni r, de iz e m do traço da inglesa sede t r eta s as sas sin os em p ot en cia, e m ani p u la dor es de ne g ra s i l u s º o es q ue d ep oi s as si m por v os sas tot to rta s in v en ç o es se c r iam

seus filhos da tremenda puta, passem para cá meu filho e meus direitos, exijo justiça!




Dizia o cartaz em frente a brasileira, she is here, e meu coraçao, pulava mais rápido e meu pensar fazia por dentro grrr, me dizendo mais uma vez te estendem o cio, sabem que procuras tua amada, antes um escutado dissera, ela ainda virá a ter saudades do tempo em que o rapaz procurava seu leito, estranho resaibamento ou aviso, o tom oscilava no dizer

Di z ia o cartaz em fr en te a b ra s ile ira, she is here, e m eu cora sao , p u l ava mais ra pido e m eu pen sar f az ia por d en t ro g r rr, me di zen do mais uma ave z te es t en de mo cio, s abe m q ue pr o curas t ua am ada, ant es um es cut ado di ss e ra, el aa inda t rá t re s au dad es do te mp o em q ue o r ap az pro cura ava s eu lei to, e ts rn ho r ess a iba m en to o u avi s o, o tom os cila ava no di ze r

Parara no sinal fechado ali entre as duas igrejas de face, a energia da menina me fez virar a cabeça ao pressentir sua presença, atravessava cheia de energia, trazia um vestido de curta saia que me desvelou uma belas e fortes pernas, por um instante quando a olhei, me disse, parece a bela rapariga cantora haivaana a quem acabara de escrever, vi que sua face era ainda mais asiática, bela tambem, meu olhar estava vendo a noventa graus de onde este menina atravessava tao decidida que me chamara instintivamente a atenção, no outro lado, uma bela menina, talvez um pouco mais crescida, num vestido branco em fuso aos folhos brancos , que se movia em seu andar, uma imagem de inana, de uma inana bela, tao bela como uma menina que em véspera me aparecera ao navegar e que trago em meu coraçao, com uma estranha história que apontava pescadores, só o cabelo seria mais curto do que na imagem em que acabara de a vira,

Para ra no sin al fe ca hd o al i en t rea s u da igrejas de face, a ene r g ia da me nina me fez v ira ra cab eça ao pr es en tir s ua pr es ença, at ravessa ava che ia de ene r g ia, t ra z ia um v es t id o de c u rta s aia q ue me de s velou uma be la se f orte s pe rna s, por um i ns t ante q u ando a ol hei, me di s se, pa rece a b e la ra pa rig a can tora h a iva ana a q eu m a ab ar a de es c r eve r, vi q ue s ua face e ra a inda mais a si at i ca, me u o l h ar est ava v en do a no ove en ta g ra us de onda este menina at raves s v a t aa o dec id ida q ue me c ham ar a i ns titi iva mente a at en sao, no o u t ro l ado, uma be la me nina, t alve z um p o u co masi c r es cida, num v e ts id o branco em f us o ao s f ol h os brancos , q ue se mo v ia em s eu anda r, uma i mage m de in ana, de uma inana be la, tao be la co mo uma menina q ue em v es pera me ap ar e cera ao n ave g ra e q ue t rago em me u cora sao, com um e ts r anha hi s tó ria q ue ap ao n t ava pesca dor es, s ó o cab elo se ria mais curto do q ue na i mage m em q ue ac ab ra de a vaso ira,

A rapariga asiática, que entretanto deveria passar por detrás de mim, a ouvi, vinha de sandálias e fora como se tivesse batido com uma delas nas pedra da calçada por detrás de mim, subiu em mim a memória dos frames da teresa e do f gravado numa pedra da calçada, terá dado uma volta sobre si mesma, o som me fez voltar e já ia ela por onde tinha vindo, em mim a certeza de um passe, no dia seguinte me pareceu reconhece-la a lado de seu pai, a tirar um pano de uma pedra, seu vestido branco e negro, trazia o mesmo símbolo do vestido da bela menina rice, que masi uma vez aparecia no desenhado do braço da viola de gamba num video clip de azimutes, falara a Palavra de casinos e de apostas ded cavalos em véspera, e ali estava o enredo

A ra pa riga as iat ica, q ue en t r eta n to de eve ria p assar por det rá s de mim, a o u vi, vinha de san dalia s e f o ra como se t ive s se bat id o com uma de la sn as pedra da c l ç ada por det rá s de mim, s ub i ue m mim a me mor ia dos fr am es da teresa e do f g rava ado n uma ped ra da calçada, te rá dad o uma vo l ta s ob re si me s ma, o s om me fez vo l t ra e j á ia el a por onda tinha v indo, em mim a ce rte za de um pa s se, no dia se gui n te me pa rece u rec e on he ce do traço ingles de la a l ado de s eu p aia tir ar um p ano de uma ped ra, s eu v es t id o br n co e ne g ro, t ra z ia o me s mo s im b olo do v es tid o da be la me nina rice, q ue masi uma vez a p a rec cia no de s en h ado do br aço da vi o la de g am ba n um vi de o c l ip de az i mu t es fala ra a Pala vaso ra de casinos e de ap o sta s d ed c ava lo s em v es pera, e al i est ava o en red o

Em dia seguido pela manha cedo descendo a rua um incendio no horizonte, ali pelos lados talvez de oeiras, ou outro local da marginal, o fumo negro se elevava desenhando o que parecia ser um cogumelo atómico

Em dia se guido pe la manha ce do de sc e dn z o a rua um inc en di on o h o rio z n te, al i p elo s l ado s t alve z de o ie ra s, o u o u t ro l ocal da marina al, o f u mo ne g rose el eva ava de s en h ando o q ue par e cia ser um co gum do melo at tom mico

Distante uma outra torre ardera, ou assim parecera, neguem, isso neguem o que fizeram mais uma vês, dn zorro, só falta palmas e champanhe e louros nas vossas cabeças enterradas sete palmos abaixo da terra, vós e quem sabe a sorte , toda a vossa descendência

Ds si t ante uma o u t ra t oo rea ar de ra, o ua s si m pa rece ra, ne g eu mi, iss o ne g eu mo q ue fi ze ram mais uma v e s, dn zorro, s ó f al t a palmas e c h a mp agne e louros nas v os sas cab eça s en te rr ada s sete p al mo s ab aixo da terra vó s e q eu m s ab e as orte , toda a v os sa de sc en den cia

Ah amada bela estava a noite e a cidade em fim de semana ido, fui beber um café à brasileira, e de repente estava o centro ali, cheio de gente bela, que até me fiquei a perguntar o que seria que se passava nesta cidade, para assim estar, tao bela cheia de gente bela

A h am ada be la est ava a no ite e a cidade em fi m de se mana id o, f u i be b e r um ca fé à br as i lei ra, e de r ep en te est ava o c en t ro al o, che i ode g en te be la, q ue at é me fi q eu ia per gun t aro q ue se ria q ue se pa ss ava ne sta cidade, para as si m est ar, tao be la che ia de g en tebe la

Do balcão fruíram meus olhos um instante uma menina sentada em sua mesa vestido de branco que era de uma imensa e rara beleza, uma outra igualmente bela , italiana ao balcão chegou, ah Meu Deus que belas eram, um voz se insinuava, queres fazer amor comigo, mas ninguém o dizia em voz, ou nem talvez em gesto, ou eu cego procurando-te sem ainda te encontrar, subindo a rua mais tarde, uma outra rapariga toda vestida de negro como eu, caminhava sozinha , por um instante a segui sem seguir, que beleza nela pressenti, que até depois me fiquei a perguntar, e porque não a cumprimentaste, e nem sei o seu porque, nem lhe vi mesmo a face, só uns belos seis fartos quanto baste ao com ela um instante cruzar, depois de comprar cigarretes, retornei a casa que pouca paciência trago para grandes multidões

Do ba l cao fr u iram me us o l h os um i ns t ante uma menina s en t ada em s ua mesa v es tid o de branco q ue e ra e x t ro rina ria am n te be la, uma o u t ra igual mn te be la , u t al ian a ao bal cao che g o ua h m eu de us q ue be la s e ram, um v oz se in sin ua ava, q eu r es f az e am o r c om i g om as ni gume o di z ia em v oz, o un em t alve ze m g es to, o ue u c ego pro cura n do traço da inglesa lea te se m a inda te en c on t ra r, s ub indo a rua masi t arde, uma outra rp a rig a t u da v es tid ad e negro co mo eu, ca minha ava s oz in h a , por um i sn t ante a se gui se m se gui r, q ue be le za ane la pr ess en ti, q ue at é d ep o is me fi q eu ia per gun t ar, e por q ue n cão a cu mp rim en s t as te, e ne m s e i o seu por q ue, ne m l he vi me s mo a f ac e, d ep o is de co mp r ar cigar r e t es, r e tor ne ia c asa q ue p o u ca p a ci e ên cia t rago para g rand es mul ti do es

No espirito o dizer, já cheguei, para de fazer amor com as sessenta mulheres com quem o fazes durante sessenta dias, como uma afirmação não negociada das condições ofertadas, se assim se pudesse dizer ao dito, da flor, ah amada certamente que serão mais de sessenta mulheres e sessenta homens, pois muito eu amo, contudo o que queria mesmo era amar-te muito, muito, ao perto pertinho, assim trazer-te em meu colo, e ouvir musica e depois começa-la a fazer ao pertinho e de modo suave e delicado, beijar muitos teus seios molhados e ficar a ver crescer seus bicos, ah amada que só assim quanto te penso, meu colibri começa a crescer, sabes muito cresce sempre ele, mais cresceria se aqui ao perto estivesses,

No es pi rito o di ze r, j á che ge u ip para de f az e r ama o rc om as se s en t am mul he red com q eu mo f az es duran te see sena t dia, co mo uma a fi rn caçao n cão ne g o cia ada das condi ç o es o fe rta ada s, se as si m se p u d esse di ze r ao dito, da fla o ra h am ada ce rta mn te q ue se rap mais de ss en t a m u l her es e se ss en ta h ome ns, p o is mui to eu am o, c on tudo o q ue q eu ria me s mo e ra t am b em am ar do traço da inglesa te ao per to per t in ho, as si m t ar ze r do traço da inglesa te em m eu c olo, e o u vi r mu sica e d ep o is com eça do traço ingles de la a f az e ra o per t in h oe de modo s u ave e deli c ado, bei jr a mui to s te us se is mi l h ado se fi car a ve r c re sc e r se us bi co s, a h am ada q ue s ó as si m q u anto te pen s om eu coli br i com ç eça a ce r s ce r, s ab es mui to c r es ce se mp r e el e, mais c r es ce ria se aqui a oo per to es t ive ess es,

E as vozes do cio feminino, ou masculino disfarçado em vos feminina, ecoam nas ruas e tentam assim o engodo dos passos,

E as vo ze s do cio fe menino, ou ma sc cu do lino di s f ar ç ado em v os fe menina, e coa am nas ru ase t en t am as si mo en g o do dos passos,

Quem és tu senhora, se mesmo senhora o és, que me gritas assim na noite, como um punhal de fina lamina e de bico agudo, já sei que me vais deixar, pois namoras com a mais bela adolescente, que veneno é este, sabes tu, que assim o lanças sobre mim, e eu tremo, a pensar que minha amada, aquela que habita em meu coraçao e dentro de meu inteiro corpo, e na qual eu habito, esteja ela assim mergulhada numa qualquer névoa das trevas, provavelmente por um outro pedaço do mesmo veneno a ela lançada, pois se um mesmo somos em dois, assim deverá ser o punhal e o veneno, o que corta um pedaço, corta o outro mesmo pedaço daquilo que o amor trás unido porque o aunou,

Q eu m és tu s en hora, se me s mo s en hor o é s, q ue me g rita sas sis mna no ite, c omo um o un h al de fina la mina e de bi co a g u do, j á se i q ue me eva si de ix ar, p o is namora sc om a mais be la ad o le sc en te, q ue v en e no é este, s ab es t u, q ue as simo lanças s ob r emi me eu t r emo, a pp en sar q ue min h a am ada, a q eu la q ue h ab bit a em me u cora sao e d en t ro de me u in te iro cop ro, e na q ual eu h abi to, es t j a el a as si m mer g u l h ada numa q ual q eu r ne vo a das t r eva s, pro ova ave l e mn te por um outro ped aço do me s mo v en eno a el a lança ada, p o is se um me ms o s omo em do is, as si m d eve rá s ero p un h al e o v en eno, o q ue co rta um ped aço, co rta oo u t ro me s mo ped sao da q eu i dez q ue o am ao r t ra s un id o por q ue o a un no vaso

Depois do judo com o brochista do antonio pedro vasconcelos, caminhando, a minha perna deu-me por um instante a imagem, a imagem que depois se completaria nesse mesmo dia ou seguido quando ouvi a noticia da lesão em sitio idêntico, onde na minha perna se sinalizara, do jogador do benfica, seu nome era precisa indicação, a desvelar em espelho perfeito, o que se desvelara no breve encontro físico com a puta , aymar, e de repente o flash, primeiro delta do mar, o tsunami de dezembro, como as letras que desvelavam o sentir na reuniao na spa, num dos textos tinham dado conta

D ep o is do judo com o bro br roc homem do ista do antonio pedro vasconcelos, ca min h ando om min h ap pe rna de u do traço da inglesa me por um i ns t ante a i mage ma i mage m q ue d e p o ise com pe kapa da cruz da aria ness e m es mo dia o u se guido q u ando o u v ia ni tic cia da le sa ao no me s mo s u t u o, onda am in h a pe rna sin al iza ra, do jo gado da dor do b en fica, s eu no me e ra pr e c isa in dica sao, a d es veal rem es p e l ho pe rf e i to do ki o q ue se de s vela lara no br eve en c on t ro f isi co com a puta , aymar, e de r ep pen te o fla serpente do home do primeiro delta do mar, o t us nm mi de dez em br o, c omo as letras q ue de s vela ava am o s en tir na reuniao na spa, n um dos textos t in ham d ad o conta

Ah doce senhora de meu coraçao, no chao da álea de nosso amor, um mapa me indicava com folhas um local, ao lado de uma arvore em cujo tronco, se faz uma vesica de onde escorria um brilhante precioso néctar na noite, a seu lado, um caracol me falava de promessas de beijos mil, duas folhas de palmeira em angulo dispostas no chao da arvore, da mesma família de todas eles e de todos os frutos contudo não a mesma, depois ao chegar, abri a rosa do mundo na esperança de saber de si senhora da minha alma, senhora de meu coraçao, e escolhi um belo poema que me recordou a pérola de teu perfume outrora na tarde no jardim,

Assim teu amor a mim rezou,

O que é bom permanece

Pura como o ouro mais fino, forte como um rochedo, clara como cristal, eis da alma o segredo

Serás o que Deus é

Chego ao ultimo fim e a primeiro começo,
Se a Deus em mim e a mim em Deus conheço,
E se for o que Ele é, serei um ceu nos céus
Palavra na palavra, um deus em Deus

Sou como Deus e Deus é como eu

Sou grande como Deus Ele igual aos pequenos
Nem Ele é mais do que eu, nem eu do que Ele menos

Deus não vive sem mim

Eu sei que Deus é nada no dia em que eu me for
Sem mim, tem de entregar a alma ao Criador

Sem porquê

A rosa é sem porquê, está em flor porque é flor
Não pergunta se a vemos, de si não quer saber

Acaso e essência

Homem, busca a essência, pois se o mundo acabar
O acaso vai morrer, a essência vai ficar

Angelus silesius
Estranha, profundas e belas palavras que dariam para escrever sobre elas um romance, ah, essência, minha amada é o perfume do nosso amor, e esse trago eu sempre juntinho ao coraçao

Est rn h ap o rf un da e be la s pala v ra s qu e d ar ima para es ce r v ero sb re e la s um pr man ce, a ess en cia min h a am ad a é o pe rf u me don osso am o r , e ess e t rago eu se mp r e j un tinho ao cora sao

A h do ce sem hor a de me vaso cora sao, no chao da al lea de n osso amo rum mapa me indica ava am com forte o primeiro h as um primeiro o ca primeiro, ao primeiro ado de uma ar vo re em circulo vaso jo cruz ron co, se forte az uma vaso e sic a de onda espanhol co rr ia um br ilha ante pr e cio serpente ne cta rna no ite, a se vaso primeiro ado, um cara co primeiro me fala ava de p rome serpente sas de be e jo serpente mi primeiro, du as forte primeiro h as de duas fi da ilha da pal met ia palmeiras, em a gato vaso dez di serpente post as no chao da ar vo re, da me serpente ma forte am e primeiro ia de todas el espanhol e de todos os fr vaso to serpente circulo em tudo n cão am espanhol ma d ep o isa o che gato ar, ab ria rosa do mundo na espanhol pera ança de serpente abe e rr de si serpente inglesa hor a da min homem a al ma, serpente inglesa hora de me vaso cora sao, e me serpente au e vaso um b elo dez poe ema que me rec o rato do ua pe rola de te vaso pe rf vaso me o vaso cruz rato ra na cruz ar de no jardim,

As si mi te ua mr a mim rato e zo vaso, o quadrado ue é b om per mane ce p vaso ra co mo oo vaso cruz ro masi forte ino, forte orte co mo um orc homem ingles do, clara como circulo rato serpente vaso cruz al, e is da alma o serpente e gato red se ra o quadrado ue de us é cv homem ingles goa o vaso primeiro cruz imo fi me a p rim e iro com e co do circulo de corte, sea ad de us em mim e a mim em quadrado eu serpente circulo em homem ingles circulo de corte oe se foro quadrado ue ele é, serpente e rato eu um circulo eu ni serpente ce us pala vaso ra na pal av ra, um de us em quadrado e us serpente o vaso co mode use de us é co mo eu serpente o e homem gato rande co mode use primeiro ee gato vaso al aos pe quadrado eu no serpente ne kapa maior ele é masi do quadrado ue eu, ne m eu do quadrado ue e primeiro em inglesa os sd de us sn muito cão vaso iv se mai ro em mim eu see quadrado ue de us é acento en ad ano dia em quadrado ue eu me for serpente em mim, te maior mai mao, de net ra rato a al ama a o circulo ria dr os em por quadrado vaso ê a rosa é se mp roque maçónico, est á em flor por quadrado ue é forte primeiro o rn cão per gun tase sea vaso em os, de si n cão quadrado eu rato serpente abe rato ac o so e ess inglesa cia h omem, b us ca a ess inglesa cia, p o ise o mundo ac bar o ac as ova e mor rato e ra ess inglesa cia ava e fi car ange primeiro us si primeiro espanhol e us

Poderia ser a bela menina que habita meu coraçao, não fora o cabelo mais curto, ou então talvez mesmo o trouxesse cortado, mas sendo ou não sendo o eco da espionagem dos que espiolham as minhas navegações e consequentemente se põem a pensar até nas preocupações que nascem, e que fazem propositadamente nascer, para melhor assim pescar, e quem eu trago amor e amo, sempre me preocupa, quando a mensagem não vem em forma clara e uma preocupação assim nasce, e isto tambem eles o sabem, inclusivamente o home da pt, da zon que serve de ligação ao outro lado do rio, assim o espirito em dia recente mo desvelou, o espião ao serviço dos secretos serviços, mas muitos mais outros haverão e certamente noites haverá em que navego, onde deverão existir profundas corridas entre gatos e ratos, os primeiros me observam, depois chega um outro para me observar, que por sua vez é observado e observado no que observa, o jogo de espelho por excelência, uma outra imagem o do labirinto da teia, onde múltiplos e distintos interesse, pelo poder do ver e da informação, se cruzam, se combatem, nas vezes se matam

P ode ria se ra be la menina q ue h abi bit t am eu co raçao, n cão f o ra o cab elo masi curto, ou en tao t alve z me s mo o t ro ux ess e co rta ado, mas s en do o un cão s en do o e co da es pe io na ge m dos q ue es pi o l ham as mim h as nave ga ç o es e co nse q u en te que mente se poe ema pesa r a té nas pr e o cup ac ç o es q ue na sc em, e q ue f az em pr ep rosi da sita damen te na sc e r, para me l hor as si m pesca r, e q eu me u t rago amo rea mo, se mp r e me pr e o cup a, q u ando a m en sage m n dão v em e m forma clara e uma pr e co up ac sao as si m na sc e, e is to t am b em el es o s abe m, inc l us iva mn nete o h ome da pt, da z on q ue serve de li g ac sao ao o u t ro l ado do rio, as si mo es pi rito em dia rec en te mo de s velo u, o es pi a o ao ser viço dos secretos serviços, mas mui to s mais o u t ros h ave ra oe ce rta que mente no it es h ave rá em q ue na vego, onda d eve ra o e x ii it pr i fn da sc o r rid as en t re gat os e ratos, os pi r me iro s me ob serva am, d ep o is che ega um o u t ro para me ob s r eva r, q ue por s ua v e z é ob e s r v ado e ob s erva ado no q ue ob serva, o jo g de es pe l ho por e x e cel n cia, uma o u t rai mage m odo la bit tinto da teia, onda mul t ip dez se di s tintos in te r ess e, p elo p ode r do ve red a in for maçao, se c ruza am, se com bate mnas v e ze s se mat am

Gosto muito desta pela palavrinha, na s vezes faz-me sugerir assim memória, navega na vega

G oto mui to de sta pb e la p aç av rinha, na s v e ze s z f az do y traço da i mg le sa me s u ger iro as si m me mor ia, n a ve g a na veja av e j a

Uma relaçao certa e segura tambem agora se confirma, a relaçao entre a zon e a sic, e assim provocam nas vezes os sincronismos que servem para lançar os fios das teias distintas, como descrevi no ultimo exemplo do cio no redor da spa e certamente que depois haverá um outro canal tambem para a rtp e outro ainda para a tvi, outros para os jornais e ainda para as rádios, impressionante, o melhor mesmo é deixar definitivamente de ligar qualquer um que seja, aqui ao lado na tv de agora de prata e negro, agora repousa em cima da serpenet do circulo de nova yorque, a locomotiva das cores espanhola para o colchão e o lençol vermelho, e ao lado em direcção contrária, como a dizer dos que chocaram, masi um peça, o elefante cinzento e crescido que veio com o dn e que trás escrito por mim a tinta vermelha seu nome, anibal, o elefante do anibal, do cavaco, outro dos bandidos cúmplices no roubo de meu filho, que continua sem me responder, ou seja um elefante cinza do circulo da serpente de prata e negra de nova yorque com ligação a cavaco silva, no bordo de cima do quadrado do visor negro, ao pé do elefante que se encontra a direita, como a espelhar sua posição no que chamam de espectro político, são visíveis uns risco, que assim rezam, o traço da primeira cruz inclinada da cruz dupla da tuberculose, a sombra da ponta do rabo do dito, aponta uma vesica negra que se abriu no filete prata do lado direito sobre o botão seis, do canal seis, ao lado esquerdo a locomotiva, trás o gancho da frente saído da margem , projectando uma sombra que parece desenhar uma alfinete de dama, da dama da locomotivas espanhola, a ultima que falei , a pilar, certamente um boato sobre a epistola que por ai correrá

Uma rea la sao ce rta e segur a t am b em a g ra se c on firma, a relaçao en t rea zon e as sic, e as si m por vo cam nas v e ze s os sin c rin is mo s q ue serve m para l ança ros fi os das te ia s di s tintas, como de s ce r vi no u l tim o e x e mp l dez do cio no red o rda spa e ce rta que mente q ue d ep o is h ave rá um o u t ro c ana l t am b em para ar tp e o u t ro a inda para a tvi, o u t ros para os jo rna si e a inda para as rá di os, i me press sio n at e, o me l hor me ms o é de ix a r de fi ni t ave mente de li g ar q ual q ue rum q ue seja, aqui ao l ado na tv de a g o r de prata en g ro, agora r ep o usa em c ima da ser pen net do cir cu l de n ova yorque y e, a l oco m oto ra das cor es e s p na hola para o co l cha oe o l en ç o k vermelho, e ao l ado em di rec sao c on t rá ria, como a di ze r do s q ue choca ram, masi um p eça, o el e fan te cin zen to e ce r s c ido q ue veio com o dn e q ue t rá s es cito por mim a tinta vermelha s eu no me, ani bal, o el e fan te do ani bal, do cavaco, o u t ro dos bandidos cu mp li c es no ro ub ode m eu fi l ho, q ue conti n ua se m me r es ponde ero u seja um el e fan te c in za ado circulo da serpente de prata e negra de nova y o rue com li g ac sao a cavaco silva, no bor do dec ima do q ua dr a sd o do vi so r ne g ro, ao pé do el e fan te q ue se en c on t ra a di rei ta, co mo a es pe l h ar s ua p os siç sao no q uec homem amam de es pe ct ro poli tico, são v isi v e is u ns r isco, q ue as si m r e z am, o t arco da p rim e ria cruz inc lina ad, a da cruz d up la da t ib e r cu l o sea sombra da ponta do rabo do dito, ap on ta uma ave sica negra q ue se ab r i un o filete prata do l ado di e i to s ob reo b ota o se is, doc anal se is, ao l ado esu e r do a l oco m ot iva, t rá s o gancho da fr en te s a ido da mar ge m , pro ject ando uma son br a q ue q u e pa rece de s en h ar uma l fi nete de dama, da dama da l oco m ot iva s ep ss n hola, a u l tim a q ue f al lei , a p ila r ce rta que mente um boa ta s ob rea ep ps i t ola q ue por ai co rr e rá

E como agora de novo trouxeram à colação a questão de guantanamo pela mao do que se diz ministro, o amado, com a espantosa declaração que mais não terá sido dito para proteger o durao, o que demonstra assim que todos se cobrem e todos cometem ilegalidades profundas face a lei e ao direito internacional, é de boa memória que as acusações que aqui levantei sobre o papel da sic noticias no uso indevido do sinal, em actos de tortura e julgamento, nunca ninguém respondeu, e de mesmo modo como as policias todas, aqui não o fazem, o cobrem, e masi do que isso o provam pelo seu silencio, que outra razão mais poderia haver para não ser investigado!

E co mo agora de n ovo t ro ux e ram à co la sao a q eu sta o de gan t ana mo pe la mao do q ue se di z mini s t ro, o amado, com a es pan t os a dec la raçao q ue masi n cão te rá sid o dito para pro te g ero durao, o q ue demo sn t ra ss i m q ue todos se co br em e todos com e te m ile gal id a d es pro f un da s f ac e a lei e ao di rei to in te rna cio n al, é de boa me mó ria q ue as c usa ç o es q ue aqui l eva n te is ob reo pap el da sic no tic cia sn o us o in de v ido do sin al, em ac to sd e tor u ra e j u la g m en to, n un ca n un gu e m r e ps son de ue de me s mo modo como as poli cia s todas, aqui n cão o f az em, o co br em, e ma s id o q ue iss oo p rova am p elo s eu si l en cia o, q ue o u t ra r a za o mais p ode ria h ave r para n cão ser in v e ts si gado!

Como já vos disse isto é caso para o tribunal penal internacional, pois como todos já perceberam, este assunto não morrerá antes de ser cabalmente esclarecido, mas ao que parece ninguém aqui que trás cargos políticos mais quer saber da questão, preferem sentar-se a mesas e trocar almas, como agora a noticia o demonstrava, ou seja passados estes anos todos, continua a treta da mesma maneira, sem mais nenhuma justificação como existiu no tempo da guerra e das bombas nas capitais europeias, enquanto isto não se esclarecer no tribunal penal internacional, pelo caminho, ainda mais haverão, para além de todos os acertos que se estão fazendo, com a cobertura de acidentes, e assim como demonstrado o circulo não se quebra, pelo contrário se mantém e se auto alimenta e certamente crescerá como acontece quando assim as coisas não vao de acordo com as leis, e na esperança que assim não seja

C omo j á v os di s se is to é caso para o t rib un al p en al in t rena cio n al, p o is c omo todos já pe rc e be ram, este as sun ton cão mor r e rá ant es de ser ca bal que mente es clare c id o, masa o q ue pa rece nin g eu m aqui q ue t rá s cargo s poli ticos mais q eu r saber da questão, pr efe rm s en t ra do traço da inglesa sea me sas set roca ra al ma sc, co mo agora ano no tic cia ia do circulo do demo da sn cruz rava , circulo do vaso do sej ap ass ado serpente de est espanhol ano serpentes todos, conti muito ua em rata eta da me sm am da mane ira, sem masi ne homem da uma js vaso do ti fi caçao co mo e x is ti un cir u c k dez da te mp do circulo do guerra e das b oma s na serpente do ca da pita is eu rop pei as, da capital, o grupo, en primeira do quadrado da un do toi, can tor ts em cão da se espanhola da clare da ce dp rn circulo onze da cruz do rib un al da p en da al in te rna cio muito al, p do elo dez caminho, primeira inda masi homem ave ra circulo do para al é maior de todos os ac e ratos do to serpente do q ue se espanhola do tao do fazendo, com do ac co be rato da tura de acide dentes e as si mc omo demo sn tarado do circulo muito cão se quadrado do eu br primeira da ep de dez circulo em cruz dot rá rio se man te me se au to al e me en ta e ce rta que mente circulo do rato espanhol da ce rá do cm do circulo do acontece, quadrado do vaso ando as si ma zorro da serpente co isa muito cão vaso aa ode ac circulo do rato doc om às das leis

É o que os senhores obrigam, esse o caminho, que trilham por vossos pés, a ver vamos da sua independência e mandato fora das vossas garras da corrupção, se os compadrio a eles se estendem e qual o tamanho da jurisdição, aí, veremos se, se refugiam em vossos silêncios a imagem descarada podre e cobarde como ainda a liberdade vos tem deixado momentaneamente opção, se assim o pensais, pois os tordos de todas as espécies continuam a cair dos ramos das arvores, depois disso na ausência da justiça, se ela aí for tambem negado, por vosso obrar, a guerra e a peste descerá, escolha vossa, como sempre, digam a vós mesmos tentando convencer-vos

É o q ue os s en hor es ob rig am, ess e o caminho, q ue t r ilha sm por v ossos pé sa ave r v as mo s da s ua in dep den cia e man da t a for ra das v os s sas garra sd a corrupção, se os com pad rios a el es see s t en dem me q ual o t am anhi energia da ju ri d sc si sao, aí, v e re m os se, se r e f u g iam em v ossos si l ên cios a i mage m de s cara ada p odre e co bar de como a inda a liber ad e vos te m de ix ado mo m en t ane mane te op sao, se as simo p en s a is, p o is os tordos de todas aa s es pe cie es conti n uam ac air dos ramos das ar vo r es, al aí, v e remos se ser e f u g iam em v ossos si l e n cios, d ep o is d iss on a au ss en cia da j us ti ç a, se el aa ó i for t am b em ne gado, por v osso ob ra r, a guerra e a peste de sc e rá m , es c o l h av os sa, cm omo como sempre, di g am a vó s me s mo s t en t ando c on v en ce r do traços ingles dd circulo v os

Caminhando para o cadafalso, filmados por pequeninas câmaras de telemóveis , feito por aqueles que defendem os estados de direito e a moral em que assentam as guerras, que afinal são feitos roubos e para roubar e negar, e assim condenaram e executaram na prossecução substanciada da ilusão, que nojo, vereis então do tempo das vossas não respostas e das vossas criminosas e activas omissões, a vergonha escorrerá pela terra quando os pescocinhos fizerem crack, e de como gostariam de ter respondido antes ao que não responderam, o sangue esse será a vergonha dos vossos, duvideis desta parte, como, se já o fizestes! Quantos mais já se forma na guerra que continua, do que na ilusão com que a justificaram, masi do que os primeiros, muitos ainda nem a data enterrados

Ca min h ando para o ca da f al s o, fil mad os por pe q eu ninas ca mara sd e tele m v e is, fe aram a it o por aqui do eu l es q ue d efe n de mos estados de direito e a mora l em q ue as s en tam as guerras, q ue a fi na s l são fe i t os ro ub os e para ro u bar e ne ge as si m c on dena am ee x cut am na pr esso c u sao s u sb tan cia ça da i l usa o, q ue no jo, v e reis en tao do te mp o das vo s sas n cão r es ps ota seda s vo s sas c rim ino sas e ac ct v as o miss o es, ave r g on h a es co rr e rá pe la terra q u ando os p es coc in h os fi ze rem c ra ck, a ó g os t a r iam de ter r es pon dido ant es ao q ue n cão r es pon de ram, o san g ue ess e se rá ave r g on h ad os v ossos , du vi de is de sta p arte, co mo se j á o fi ze s te s! Q ua n to s ma sis j á se forma na guerra q ue conti n ua, do q ue na i l usa o com q ue a j us ti fi c s ram, masi do q ue os p rim e iro s, mui to sa inda nema data en te rr ado s

Há quantos luas medidas em séculos assim o fazeis, quantos foram já por vós queimados, torturados, decepados, ah perguntavas do acerto e da indemnização, se calhar razão tens!

Há q u ant os l ua s med id as em sec u lo s as si mo f az e is, q ua t n to s f o ram j á por vó s q ue ima do s, tor tura ado s, dec epa do sa h per gun t ava s d o ac e r to e da inde min iza sao, se calha r ra za o te ns!

Na rua da procuradoria, a loja de vao de escada me chamara a atenção, um belo cao imenso de pelo branco me olhava no meio da primeira sala sorrindo de contente, mais ao fundo, a menina de cócoras de volta de uma qualquer coisa, mostrava a quem da rua passava os seus belos seios, tao belos que um seu namorado, um dia no brasil, a fizera em tronco nu ao lado de seu cao, ou outro, numa redoma daquelas que parecem nevar quando se agitam, ali estava ela de calções caqui e seios fartos em sua proporção à mostra quanto baste e escondidos em igaul medida, o cao no entretanto viera me cumprimentar, pelo de arame, todo sujo, a dona me disse, ele gosta muito de andar a rebolar no lixo, eu assim logo entrei, quem dera que os outros do outro lado da rua se portassem menos como caes, e mais como eles assim em sua simpatia, e fizessem seu trabalho com seus narizes embotados pela merda da corrupção onde como pocilga decidiram há longa data todos viverem, de certeza que aprenderiam de novo a respirar e o próprio ar em redor se tornaria mais limpo

Na rua da pro cura do ria, al o jade vao de esca dame ch am a ra a at en sao, um b elo cao i me en s ode p elo branco me o l h ava no mei o da p rim e ira sala s o rr indo de c on t en te, ma siao fundo, a m eni na de coco ra sd e vo la t de uma q ual w eu r co isa, mo st rava a q eu m da rua p ass ava os se us b elo s se io s, tao b elo s q ue um s eu na mor ado, um dia no brasil, a fi ze ra em t roco nu ao l ado de s eu cao, o u o u t ro, n uma red dom a da q eu la s q ue pa rece m n eva r q u ando sea gi t am, al i est ava el a de ca l ç o es caqui e se is f art os em oni os eu ap rop ro sao à mn os t ra, o cao no en t r eta n to viera me cu mp rie mn ta, p elo de ram me, todo s u jo, a dona me di s se, el e g o sta mui t ode and w ra r e b ola rn no l ix oe as si m l ogo en t rei q eu m de ra q ue os o u t ro sd o outro l ado da rua se porta ss em m en os como ca es, ema si co mo el es as si m em s ua si mp pat tia ia e fi ze ss em s eu t ra b alho com se us na rize s em b ota ado s pe la me rda da co rr up ça onda co mo p o ci l g a dec id iram h á l ong a data todos v ive rem de ce rte za q ue ap red e r iam de novo a r es pie ra reo pro pr ia rem red o r se tor na ria masi li mp o

Logo que entrei um outro cao entra no horizonte do passeio levado por uma trela por um jovem rapaz, se o fosse, pois assim não me pareceu, e rosnou em seu passar, e eu me disse, tien, tien, aqui há gato e antagonismo e história, pois a forma fora como um habito e um aviso

L ogo q ue en t rei um o u t ro cao en t ra ano h ori zon te do pa s seio l eva ado por uma t r e la por um j ove mr ap az, se o f os se, pp o is as si mn cão me pa rece ue ros no u em s eu p ass ar, e eu me di s se, ti en, ti en ns sm , aqui h á gato e anta g oni s moe hi s tó ria, p o is a forma f o ra como um h a bit o e uma v is o, ou seja da forma do fernandes ferreira e uma real sao cir u c dez ni

Uma das mais belas sensações, fora com o bhaltus, o cao num momento em que sai a rua para fumar um cigarro e o belo cao se sentou a minha frente com as patas traseiras apoiadas, em seu rabioske um pouco em cima de meus pés, e ali ficamos os dois em posição imóvel, olhando o frente e muro branco dos negros procuradores corruptos, em silencio no espaço de um cigarro, confortável, foi o sentimento que tive ali com o belo bhaltus

Uma das mais be l as s en s aç o es q ue t rago, f o ra com o bal t u h s, o ca º o nu m mo mn to em q ue s aia rua para f u mar um cia g r ro e o b elo cao se s en to ua min h á fr en te com as pat as t ra se ira ap o iad as, com s eu ra bi o s k e um p o u co em c ima de me us p es, e al i fi cam os o s do is em p o siç sao omo el, o l h and o fr en t e em ur o branco do sn e g ros pro cura dor es co rr u p t os, em si l en cio no es ap ç ode um ci garro, c on for rta ave l, f oio s en tim en to q ue tive al i c om o b elo bal t u h us

Passara tambem um homem possuído em leve por um espirito do primo baccus, ou assim parecendo que fez uma pequena rabula como se pretendesse que o cao com ele fosse, um outro senhor num carro daqueles com matricula de mota, ali na garagem da mercedes ao lado fez uma rápida inversão de marcha

Pa s sara t am b em um h ome p os s u i do em l eve por um es pei rito do p rim meo b ac c us, o u as si m pa ren do q ue fez uma pe q eu na ra bula como se pr e t en de s se q ue o cao com el e f os se, um o u t ro s en hor num car ro da q eu l es com mat ricula de m ota, al ina gara ge m da mer ced es ao l ado fez uma rá pida in v e r sao de marc h a

Belo cao balthus, de pelo branco encaracolado grande como quase um urso, e de alma quente amiga e curiosa, me perguntei, como vê este cao pelos olhos, se os caracóis o tapam, mas os caes são sábios no ver, vêem como nós de muitas maneiras distintas

B elo c º cao ba l t h us, de p elo branco en ca roca al ado grande como q u a se um urso, e de al ma q u en te ami g a e cu rio sa, me per gun te i, co mo v ê est e cao pe l s o l h os, se os cara co is o t ap am, masos caes são s ab i o sn no ver, v ee mc omo nos de mui t as mane iras di s tintas

No final da tarde que se punha, a rapariga começou a fechar a loja, no balcão de entrada onde antigamente o bom relojoeiro, que ainda hoje vem à sua procura, apagou um vela de prata que ardia no travão de disco do lado esquerdo, de dois que ali pousara, depois fechou as portadas, e desenlaçou o seu cabelo e levou um leve baton a seus lábios, ah amada é nestas pequenas coisas que te sinto a falta, a imensa beleza de ver assim ao perto no dia a dia os gestos tao feminos, e ficar sempre muito espantado quando o ar da amada muda por um cabelo que se solta, naquelas formas belas e tao femininas de o fazer, acho mesmo que até fiquei ali um instante parado a absorver aquela beleza toda

No fi n al da t arde quadrado da ue se da p da unha, primeira ra pa rig ac com e ço vaso ua da fe ch primeira ra dez j ano bal sao de en cruz rata ada onda ant onze gato da am net e ob om mr el circulo do onze joe iro quadrado da ue primeira inda homem do oje vaso da ema serpente da ua do pro do cura, ap primeira gata do circulo do uu maior mao vela de p rta quadrado da ue ard dia not rava ode disco dol primeiro ado espanhol do quadrado eu rato do, dedo is quadrado da ue al ip circulo us ra, q au n dr ado da ep o is fe ch do circulo da ua s p circulo do rat da se de serpente en la ç laço do circulo do vaso do serpente eu cab elo e primeiro evo uu ml vaso e bata o ase us primeiro ab bi os, primeira do home do ham da manha ada é ne sta serpente do pe quadrado da eu na serpente co ia serpente do quadrado da eu da te sin to primeira f al ta, ai do home inglesa da sa be le za de eve ra ss simao per ton circulo do dia a dia os ge st os tao fe minos se fi ca rato da se mp rato e mui to espanhol da p da anta ado quadrado do vaso ando circulo da ar da am ad am mu da por primeiro cab elo quadrado da ue se sol cruz ana quadrado do vaso primeiro as das formas segunda de la da ase da se d o tao fe mn ia sd e circulo do f az e rac ho me ms circulo do quadrado, ue en ee é fi quadrado da eu ia al li primeiro mo do mo ns cruz am te para ado primeira do ab sor vera quadrado da eu la be le za toda

Disse-lhe, para onde vais, vou apanhar o meu carro, acompanho-vos caminhando e assim fomos andando, descemos a rua da maria sobral , onde a sua porta estava uma caixa com um cabo de impressora que ambos olhamos com alguma atenção, deixei-a no carro, ao arrancar , um cheiro forte a mezut se entranhara em mim, como muito agora acontece, muito sinto os cheiros a gasolinas, como a luz me lembrando em permanência que esta poluição é muito preocupante, fora antes de ter mesmo escrito os últimos textos, sobre a poluição e o efeito dos motores de combustão

Di ss e do traço do primeiro ingles e tao, para onda eva is , vo u ap anha rome u car ro, ac o mp anho do traço ingles do v os ca min h ando e as si m f omo sam dand o, de sc e ms a rua da mar ia sobral , onda aa ua porta est ava uma ca ix a com um ca bo de i mp r esso ra q ue am bo sol h am os com al gum a at en sao, de ix e i do traço da primeira ano carro, ao ar ra anc car , um che iro f orte e me z u ts e en t r anha ra em mi mc omo mui to agora c on tec s se, mui to sin to os che iro rosa gás soli ina sc omo a l u z me l em brando em per mane en cia q ue est a polu i sao é mui to pre co up ante, f o ra nat e de t r em es mo es c rito os u l tim os te x to ss ob ra pol lui sao e o efe i to dos m oto r es de com b us tao

Me rindo para dentro, quanto o caso fosse de rir, que muito maior e mais pernicioso é levar com um escape que seja em cima do que os cigarros, onde os tontos que trazem entretidas assim as gentes nas manipulações e ficções que escondem as piores desgraças, aquelas que verdadeiramente matam em muitos milhares, e cujo risco se continuar a crescer, assim não o seja, destruirá todas as espécies, descia para o bairro alto, a tarde amena, já a noite se pôr, meu coraçao e meu espírito como cheio por aquela conversa que esse estendera num bom pedaço de tarde, que bom conversar assim com uma mulher, que bom estar ao lado de uma mulher

Me rin indo pr a den t ro, q u anto o caso f os se de ri r, q ue mui t maio r ema si per ne cio sa é l eva rc om um es cape q ue seja em c ima do q ue os ci garro son de os tontos q ue t ra ze m en t r eti da sas simas gene st nas m ani p u l a ç oe e fic ç o es q u es conde mas pi o r es de sg ra ç as, a q eu l as qu eve rda de ira sm n te mat ma em mui to s mil h ar es, e c u jo r isco se conti n ua rac r es ce ra s si mn cão o seja, de st rui rá to da sas es pe cie s, dec ia em para o ba iro r a l at o, a t arde am mena, me u cora sao em eu es pei rt o c omo che iro por a q eu la c on versa qu ess e es t en de ra n um b om ped aço det trade, q ue b om c on versar as si mc om uma mul her, q ue b om es t ra ao l ado de um mul her

Então és de boas famílias
E o que entendes por boas famílias
Boas famílias são aquelas onde existe o amor, e tal não olha a classes

En tao é d de boa s f ami l ia se o q ue en t en de s por ba s f ami l ia s boa s f am u lua s são a q eu la son de e x us teo amo r, eta l n cão o l h a ac la ss es

E que fazes, nem bem já mais sei, escrevo, depois lhe mostrei o meu blog, o abri ao calhas, o texto que saiu era de dois mil e seis, num momento em que ficara sem electricidade, e estava a escrever na loja de uma amiga, e a pensar ir acampar para a frente do palácio da besta que se diz presidente

E q ue f az es, ne m b em j á mais se i, es c r evo, d ep o is lhe mos t rei om eu b dez goa br ia o c alha s, o texto q ue sa i ue ra de do is mi l ilhe ole se is, n um mo mn to em q ue fi car se m l u ze est av aa es r eve rna dez jade uma ami g ae a pen sar ir ac a mp a r para a fr en te do pal cio da bet ts q ue se di z pr es sin det e

Espantoso olhava aquilo que escrevera, lhe lera mesmo, e me espantava com memória dos eventos que vivera nestes últimos anos,

Es p anto s ol h ava a q u i dez q ue es c r eve ra, l he ler am es moe me es p anta ava com me mó ria dos eve en to s q ue v iv e ra nest es u l timo san os,

Dizia a bela e gentil rapariga que precisava de um texto para a pagina da loja, lhe respondi a brincar, se me pagares em beijos, quem sabe, doce corria a conversa e lá lhe foi desvelando como estas bestas aqui me traziam a vida e a de meu filho, lhe falei das forças subterrâneas que as sociedades hoje trazem, confrarias, de todo o tipo e jeito que se tornam nas vezes casas de criminosos organizados que se protegem e furam assim todas as leis acordadas, disse-lhe até que qualquer dia pelo andar da carruagem se punham jeito de se tornarem ilegais e consequentemente extintas, que estavam cheias de paradoxos, pois se em tempos antigos houvera, onde a liberdade e mesmo a luta pela liberdade, o justificava, hoje parecia ser um contra-senso a apregoada e hipócrita fala da liberdade das chamadas democracias de direito, mas as regras, as piores continuavam na mesma, pois se a liberdade é real, e se torna real, se vivida e exercida, como e para que trazem estas organizações premissas de segredo e pior de cobertura sem condições uns dos outros

Di z ia ab e la e gen til ra pa rig am q ue pr e cisa v ad e um te x to para a pa gina da lo ja, l he r es pon di a br i cna r, se me pa g ar es em bei j os, q eu m s abe, do ce co rr ia a c on versa e l á l he f o id es vela lan ando como est as be sta sa qui me t ra z iam a vi da e ad e m eu fi l ho, l he f al lei das f o rça s s ub te rr ane as q ue as soci e dad es h o je t ra ze m, c on fr arias, de t o do ot ip o e je tito q u ess e t ron am na s v e ze s ca sas de c rim en ossos or g ani za do s q ue se pr te ge me f u ram as si m todas as leis ac o rda da s, di s se do traço do primeiro ingles at é q ue qq u q lu e r dia p elo anda rda car rua ge m se p un h ama je i to de se t ron ar em ile gai se co nse q u en te mn te e x tintas, q ue est ava am ce hi as de pa ar do xo s, p o is see em te mp os ant i g os h o uve ra, onda a liber ad e em es mo a luta pela liber ad e, o j us tif c av, h o je par ceia ser um contra s en s o a ap e r goa ada e h ip o c rita f a la s liber dad e d as c h amada s demo c rac ia s de direito, mas as r e g ra s , as pi o r es conti n ua ava am na me s ma, p o is sea ib e rda de é rea l, e se tor na rea l, se v iv id a ee x e r cida, como e para q ue t ra ze m es sta s or g ani za ç o es pr eni s sas de se g red oe pi o rede co be r tura s em condi ç o es u ns do s o u t ros

Sabe, se esta gente continuar em suas organizações assim a se comportar , terao as suas organizações que ser interditas, o que parece uma contradição de termos, um supremo paradoxo, ironia Divina, contudo

E como, rápida gulosa, a pergunta

Por decreto do espírito

S ab e, se est a g en te conti n ua r as niza ç o es sima se co mp r ota r , te rao as s ua s or g ani za ç º o es q u ess e in te ditas, o q ue pa rc e um c on t ra di sao de t remos, um s up rem oo par do z xo, iro ni a di v ina, contudo

E c omo, rá pida g u l o sa, a per gun ta

Por dec r e to do es pe rito

No bairro alto, te ouvi, ou mais uma vez ouvi alguém por ti a falar, me dizia vou a caminho do largo de Camões, algo me fez inverter os passos, e ao passar por uma rua , a mao da margarida me puxa, em frente à galeria onde inaugurava a sua exposição, a bela menina que trago em meu coraçao, a margarida filha do alface, a quem eu não via há muitas luas, antes mesmo do falecimento de seu pai, trocamos umas palavras sobre a sua ida, ambos o soubemos em nosso peito, que fora estranha a partida, disso aqui dei conta um dia, continua bela a margarida, trás um casal de filhos pequeninos, que são de uma enorme beleza, descia a menina as escadas da galeria em bate rabo, eu lhe disse, sabes tambem eu gosto de descer assim as escadas, é muito divertido, belas, sorridentes e já com soninhos pois era já tarde, desci então para casa e como trazia fome, me disse vou comer outro mac donalds, pois assim já me tinha acontecido em dia anterior, mais uma vez um happy meal, mais uma garra de tigre, que nem abri, depois fiquei a pensar se o view finder seria o mesmo, se trazia, os mesmos alces, ou se traria distintos animais

No ba i rr o al to , te o u vi, o u ma si uma ave zo u vi al g eu m p o r ti a f al ar, me di z ia v o ua caminho do l argo de cam o es, al gome fez in v e rt e ros passos, e ao p ass ar por uma rua , a mao da mar g a rid dam e p ux a, em fr en te à gal e ria onda ina u g ur ava a s ua e x ps o i sao, a be la me nina q ue t rago em me u cora sao, a mar g ari da fi l ha do al f ac e, a q eu me un cão v ia h á mui t as lu as, ant es me s mo do f al e cie mn to de s eu pa it roc am os umas pala vaso ra ss ob rea s ua id a, am bo s o s o ub em os em n osso pei to, q ue f o ra es t r anha a par tid a, di s so aqui dei c on ta um dia, conti n ua be la am ar g ari da, t ra s um ca sal de fi l h s pe q eu nino s, q ue são de uma neo r me be le za, dec ia a me nina as es ac da sd a gal e ria em bate ra bo, e u l he di s se, s ab es t am b em eu g os to de d es ce ra s simas es cd ad ds, é mui t di v e r tid o, be la s, s or rid dentes e j á com son in h os p o is e ra j á t arde, de sci en tao para c asa e como t ra z ia f o me, me di s se vo u co mer o u t rom roma ac dona l ds, p o is as si m j á me tinha ac on tec id o em dia ante iro, mais uma ave z um h a pp y me al, mais uma garra de tigre, q ue ne m ab rid ep o is fic q eu ia p en sar se o vi e w fi n de r se ria o me ms o, se t ra z ia, os me s m os al c es, o u se t ra ria di s tintos ani mais

Ah amada quando os anjos guardiões do amor, nos acompanham, se ouvem e se vem muitas coisas, e se ouve e se ve mesmo muito do que aqui está sem estar necessariamente em corpo, é estranho, e nas vezes confuso, mas sempre luminoso, uma vida que se vive, a mesma em forma distinta, rezava um livro na sua aparência policial, de uma mulher que tinha passado pela morte de seu esposo e uma serie de perseguições e guerra mesmo, e se dizia que depois de ter tudo aquilo atravessado, a vida deixara de ser a mesma, o que lhe fazia antes sentido, deixara completamente de o fazer, como a compreendo nas vezes

A h am ad a q u ando o san j os g ua r di o es nos ac o mp anha am, se o uve me se eve m mu i t as co ia se s e o uve e se eve me ms o mui to do q ue aqui est á s em es t ra ne ce s saria mente em corp o, é es t r anho, en as v e ze s c on fuso, mas se mp r e lu mino s o, uma vi da q ue se v iv e, am es ma em forma di s tinta, r e za ava um l iv ro na s ua ap rec ni a p o li cia l, de uma mul her q u eti n h a passado pe la m orte de s eu es ps o se uma se rie de per se g u ç o es e guerra me s mo, e s di za q ue d ep o is de te rt tudo aquilo at ravessa ado, a vi da de ix ara de ser a me s ma, o q ue l he f az ia ant es s en tid o, de ix ar a c o mp l eta mn te de o f az e r, cm o a co mr pen dona dna s v e ze s


Entrei na pequena divisão que estava escurecida e quando se acendeu a meus passos, naquele sitio amada, onde fazemos as precisoes em pé, acendeu-se na própria loiça um slide que ficou por detrás iluminado, dizia assim poupamos não sei quantas centenas
de milhares de litros de agua por ano, creio que cento e quarenta e quatro mil litros anos, o assim era o uso de células fotoeléctricas nas torneiras, inclusive as do lavatório, perfeitas em seu tempo e rapidez de resposta, me sorri por dentro e me disse, como vês amada estou outra vez o homem mais rico do mundo, só o que assim se poupa em sangue, do uno corpo, se cada um usar torneiras desta natureza, é uma forte contribuição para que todos nos salvemos, só se esqueceram outra vez de depositar os ditos tres por cento na minha conta, mas se queres que te diga, este até um dos casos que tenho vergonha em pedi-lo, pois a agua é vida básica, somos todos agua, e tudo é agua em si mesmo, que até parece pecado ganhar com sua poupança, mas te digo , fiquei mesmo contente por dentro

En t rei na pe q u en a di visao q ue est ava es x cure cida , l ua e q ue se ac en de ua me us passos, na q eu le si tio am ad a, onda f az ze mo sas pr e c is o es em pap s oto lo da serpente do ps, q u ando se ac en de un a pro pr ia loi ç a um s lide fi co u i lu mina o d, di z ia as si m pop am os n cão se i q u anto s mi l h ar es de l it ro sd e agua por ano, o as si m e ra o us ode ce lula s t oto el e ct rca sn as tor ni es, inc l us iv e a sd o l ava tó rio, pe rf fitas em s eu te mp o e ra pide dez d e r4 ep ps ot as tsa, me s or r i por d en t ro e me di s se, co mo v es am ad a es to uou t ro ove zo h omem masi ric o do mundo, s ó o q ue as si m se p o up a em san g ue, do un cop ro, se c ada um usa r tor ne ira s de sta nat ur e za, é uma f orte c on t rib u çap para q ue to do sn os s al v emo s, s ó se es q eu ce ram o u t ra ave z de d e p o sitar os dito s t r es por c en ton a min h ac on tam as se q eu r es q ue te di g a, est e at é um dos ca s os q ue tem ho ove r g on h a e m pe di do traço ingles dez primeiro do circulo p o isa agua é vi da bá sica, s omo s todos agua, r e tudo é agua em si me ms oe at é par ce p eca ado gan h ar com s ua p o up ança, ma s te di g o , fi q eu i me s mo c on t en te por den t ro

Não, não posso receber dinheiro da agua que é comum e a todos e tudo nos liga, mas sim sobre as torneiras, façam favor de pagar, e para resolver de uma vez por todos esta matéria de incumprimento dos pagamentos dos chamados direitos de autor, o império do espirito santo, o quinto império, o império do amor decreta

N cão do ponto da gula do vi n cão pp osso rece be r di ne hiro da agua q ue é com um e a tod on os liga, mas si m s ob rea s tor ne iras , f aç ma f avo r de pa g ar, e para r es solver de uma ave z por todos e sta mat é ria de i mc um mp rim en to dos pa g ame en to sd os c h amado s di rei to sd e au tor, o i mp e rio do es pei rito s ant o, o quin to i mp e rio, o i m pe rio do amo r dec creta

Não, amada, não posso receber pelo Corpo ou Parte Dele, ou por Parte Dele, sobretudo menos o posso fazer quando Este Sangue Vida, A Tantos Falta, e Meninos Morrem Sem Ele, Pela Sede, só um tremendo desgraçado e besta, não trás em si a noção do que é morrer à sede

Não, am ada, n cão p osso rec cebe r pe elo corp oo up arte de le, ou por p arte d ele, s ob r e tudo m en os o p osso f az e r q u ando este sangue v ida, a t anto s f al ta, e me nino s m or rem se m el ep e l a sede, s ó um t r e mendo de sg ra ç ado e be sta, n cão t rá se m si ano ção do q ue é mor r e ra sede

Como para muitos a rede mundial e comum se encontra acessível, como todos os sistemas de computação trazem relógios, que se acorde, que os uploads das ideias e das suas substanciaçoes, projectos, e que mais houver, provavelmente nem muito distinto do que hoje se usa no patentemento clássico, que como sabemos, é uma perfeita burocracia, e serve na mais das vezes de plataforma para encrencar o não desenvolvimento das melhores ideias, ou ainda para favorecer posições de força por parte de grandes grupos económicos, e visto que as ideias e a sua rápida circulação e acessibilidade e muitos, é fundamental para o desenvolvimento sustentado do mundo, e para encontrar formas de fazer face aos problemas que todos temos na mao para resolver, e sendo que assim pela rede, se tem como visto em diversos domínios, muito avançado em tempos que antes demorariam muito mais, que se acorde então neste mundo que a rede tambem é, que aqui assim em modo simples e simplificado, o registo e a circulação de ideias e projectos assim funcionem

Co mo para mui to sa red e m un dia al e com um se en c on t ra ac ess iv el, co mo todos os si e t ma sd e com u taçao t ra ze m r elo gi os, q ue se ac o r de, q ue os up lo ad ds das id e ia se das s u as s ub stan cio ç o es, pro ject os, e q ue ma si h o uve rn cão mui to di s tinto do q ue h oje se usa no pat en tea m neto cal s sico, q ue co mo s ab e mos, é uma pe rf e i ta b u roc rac ise sw e r v en a mais das v e ze s de p la t a forma para en c ren caro n cão de s en vo l vi m en to das me l hor es id e ia s, o u a inda para f avo recer p os i ç o es de f o rça por p arte de g rand es c rup os e c on om micos, e vi s to q ue as id e ias e a s ua ra pida cir cu ll ac sao e ac ess sibil id a de e mui to sé f y n dam net al para o de z n vo l vi em n to s us t en t ado do mundo, e para en c on t ra forma de f az e rf ac e ao s pro b l ema s q ue todo te mo s na mao para r es solver, e s en do q ue as si m pe la red es e te m c omo vi s to em di versos do mini os, mui to av van ç ado em te mp o s q ue ant es demo ra r iam mui to mais, q ue se ac o r de en tao nest e mundo q ue a rede t am b em é, q ue aqui as si m em modo si mp l es e si mp l i fc ado, o reg i to e a cir cu la sao de id e ias e pro ject os as si m f un cie ne m

Este é um decreto do espirito do uno amor, para aqueles se ligam e trazem ligado pela rede, como veias de um uno mesmo corpo, que coexistem com outras formas onde tambem o governo daquilo que é comum se estende e se explana, e assenta na teoria do intertiscio, ou seja, há sempre espaço para todos e tudo o que existe aqui sempre cabe e tem que caber, e é de justiça, que quando por exemplo um sector, ou uma forma de fazer, ou ainda um método ou um instrumento que vem a ser usado é mau, ou nao funciona bem , e quando se sabe que se pode fazer melhor, que se o faça, sem mesmo vocacionar a energia destinada ao melhorar ou compor a batalhar ou destruir ou anular o que de mal está feito num outro mesmo plano do mesmo espaço

Est e é um de rec to do es pei rito do un o am ao r, para a q u lee se li g am e t ra ze m li gado pela red e , co mo v e is de um uno me ms o corp o, q ue co e xis te m c om o u t ra fp r ma onda t am b em o g ove r mo da q u i dez q ue é com um se es t en de e se e x lan, e as s en t ana teo ria do inter ti s cio, o u seja, h á sm ep r e es p aç para todos e tudo o q ue e xis te aqui se mp r e c abe e te mm q ue c abe r, e é de j us ti ç a, q ue q u ando por e x e mp lo um sec tor, o u uma f o ra de f az e ro u a inda um met o do o u um i ns t rum en to q u ess eve m s usa bd o é m au, ou n º a i f un cina ave me q u ando se s abe q ue se p ode f az e r me l hor, q ue se o f aça, se m me sm ovo ca cio n ar a energia de s tina ada ao me l h o rf com p o ra bata l hara o u de s t rui ro u ana u l ar o q ue de m al est á feit no me sm o es p aço

Sabemos tambem como os registo e patentes em termos internacionais e intercontinentais, são extremamente onerosos , que são obrigados a se renovarem por trazerem determinados prazos de validade, e que muitos, gente individual ou em pequeno grupo, não trás na mais da vezes possibilidade real de os fazer e de os manter nas regras de abuso em que se tem vindo até aqui a estruturar, e tambem sabemos que sobre o rendimento intelectual, associado à ideia por muitos discutida, da propriedade intelectual, ou seja da propriedade das ideias , ou seja ainda, se em verdade se pode falar e desenhar as fronteiras destas temáticas na forma como as temos vindo a atender, se mesmo existe um propriedade por substancia individual, mas sendo que no outro lado da mesma moeda e do mesmo campo, esta é ainda uma forma de rendimento para muitos e sendo ainda tambem como amplamente demonstrado, as sociedade chamadas de direito de autor e de autores e outras em configurações derivadas como a gestão dos ditos, não funcionam em modo real, e consequentemente não velam em termos práticos em forma eficiente, e que assim sendo, os rendimentos que ainda se associam a estes domínios, não fluem como deviam, o que se constitui factor sem si mesmo de atraso para muitos e para o todo

S ab emo s t am b em com o os regi s to e pat en te s em t r emo s in t rena cio na ise inter conti n en tais, s ap e x t r ema que mente on o roso s , q ue são ob r i h gados ase r en ova rem por t ra ze rem det r emi minas pr az o a de v al id a de, e q ue mui to sg en te in di vi du al o ue m pe q u en o g rup on cão t rá sn a mais da v e ze s p os sibil id a de rea l de os f az e red e os man te r n as r e g ra s d e ab us oe m q ue se t em v indo at é aqui a e ts ru tura r, e t a m b em s ab e mo s q ue s ob reo ren di m en to intel e ct ual, as soci ado a id e ia por mui to s di s cut ida, da p o rp rie dad e intel e ct ua l, o u seja da pro pr rie dad e d as id e ia s , o u seja a inda se em v e rda de se p ode f al ar e de s en h ra as f ron te iras de sta s te mat i cas na forma co mo as te mo s v indo a at en d e r, se me s mo e xis te um pro p rie dad e por sun b stan cia in di vi d ual, ma s seno q ue no o u t ro l ado da me s ma moe da e do me s mo cam poe sta é a inda uma forma de ren di m en to para mui to ze s en do a inda t am b em com o a mp la mente demo sn t ard o, o as soci e dad e c h am ada s de direito dea i tor e de au ot r es e o u t ra se m c on fi gu rações de r iva da s c omo a g es tao dos ditos, n cão fun cio n am em modo dor e la, e co nse q u en te mente n cão v e lam em te r mo s pr t a cio em forma efe cie n te, e q ue as si m s en do, os ren di m en to s q ue a inda se as soci am a est es do mini os, n cão flu e m c omo de eve iam, o q ue se c on titu i f ac tor se m si me s mo de at ra s o para mui to se para o todo

E então que grupos que se estruturem mesmo em forma de entidades produtivas, sejam advogados e informáticos associados, mesmo empresas se podem formar, para traçar e cuidar e batalhar na representação desse mesmo registo que se encontram na rede, não só neste mundo, mas tambem em outro planos do mesmo mundo, onde estas questões sempre se contaminam, ou seja , uma ideia registada assim na rede, não obsta a que um empresa tradicional, o que por si só já é conceito arcaico e obsoleto, se pensar-mos que um empresa que hoje na rede tambem não viva, dificilmente assim pode ser considerada, e será certamente estúpida, se não aproveitar este imenso potencial, mas que ainda esteja dependente e jogando no tabuleiro do registos tradicionais, poderá sempre usar em modo indevido, uma ideia registada na rede, ou vice versa, ou seja , empresas que actuam no domínio da rede em termos de gestão, salvaguarda e representação de direito e acções judiciais, quando o caso, mas não se limitam a actuar aí no plano exclusivo da rede, pois nem um plano no multiplano que o mundo é, existe mesmo

E en tao q ue g rup os q ue se est ru rem me s mo em forma de en tid ad es pro du t iva s, se j am ad vo gados e in for mat i cos as soci ad os, me s mo em mp r es sas se p ode m for mar, para t ra ç ar e cu id a r e bata alha rn a r ep r es net ac sao de s se me s mo regi s to q ue se en c on t ram na rede, n cão s ó nest e mundo, mas t am b em e mo u t ro p l ano s d o me ms o mundo, onda e sta s q eu st o es se mp rese c on tamina am, o u seja , uma id e ia regi sta ada as si mna red en cão ob sta a q ue um me ep r e sa t ra di c on al, o q ue por si ap os t lo da se r p n te s o j á e c on ce i to ar aca i co, se pen sar do traço do ingles mos q ue um e mp r e sa q ue h oje na red e t am b em n cão v iva, di fi c i l mente as si m p ode ser c on sid e ra da, e se rá ce rta mn te es t u pida, s en cão ap rove i t ar est e i m en so p ot en cia l, mas q ue a inda est jade pen dente e jo gan do no t ab u lei ro do registos t ra di cio na is, p ode rá s mr e usa rem modo in den vi do, um id e ia regi s t ada na red e, o u v ice versa, o u seja , e mp r e sas q ue ac t uam no do mini o da red e em t r emo s de g es tao , s al v a guarda e r e p r e sn taçao de di rei to e ac ç o es ju di cia is, q u ando o caso, mas n cão se li mit am a ac tura a ino p ll ano e x c lu s ivo da rede, p o is ne m um p l ano no mul t ip l ano q ue o mundo é, e x us te me s mo

Basicamente como ideias de acção mestre teremos as seguintes

Ba sica mente co mo id e ia s d e ac são mestre te remos as se gui n te s

Encontra um modo em que um upload, seja passível de ser considerado um registo nas normas de direito em vigor, o que é fácil, pois uma data é um nascimento, a complexidade estará em faze-la prova, mas sendo uma rede, pelo menos dois pontos estão sempre conectados, desde que a prova seja feita e acessível nos dois pontos será suficiente, se por outro lado se obter uma norma que permita em caso de duvida ou de conflito a peritagem no servidor e que o obrigue a ser testemunha do processo, entendendo aqui o ser testemunha como prover a informação necessária de prova, aceita tambem nos tribunais de carne e osso que deveriam ainda regular estas matérias, mas que pelo panorama global do entupimento das instituições antigas, escrevamos assim, não funciona como sabemos, o que tambem não desdita que elas tenham que ser melhoradas, e sendo que na rede deveriam existir tribunais virtuais, sem o ser, ou seja que operassem na própria rede

En c on t ra um modo em q ue um up lo ad, seja p as s iv el de ser c on sid e ra do um regi s to nas nom ra s de direito em vigor, o q ue é f ac i l, p o is um data é um n ac cimenta co mp lex id a de est a rá s oe m f az e do traço ong l es de la p rova mas s en do uma rede , p elo m en os do is p on to s, de sd e q ue a p rova seja fe i ta e ac es s ive l no s do is p on to s se rá sufe cie en te, se por o u t ro l ado se ob e t rum a norma q ue per mit e em ca usa de du vi da o u de c on f l i to a pe rita ge m no ser vi dor e q ue o ob rig ue a s e r t es te m unha do pro c esso, en e t n d en do aqui o ser t es te m una h c omo pro ove ra in for maçao ne c ess a aporto lo da ria de pr ova ac e it eta m b em no s t rib un ais de car me e osso q ue d eve r iam a inda r e gular e sta s mat é ria s, ma s q ue p elo p ano rama g loba l do en tupi em n to das i sn t u it ç o es any ti gás, n cão f un cina co mo s ab emo s o q ue t am b em n cão de s dita q ue e la s t en ham q ue ser me l hor ad as

Desenvolvimento de software vocacionado e com a habilidade de cao pisteiro, sobre utilizações parciais ou totais das ideias na rede registadas, um refreshment do que se já se pensou no âmbito do projecto xanadu

D es en vi li m en to de s o f w ar e vo ca cio n ado e com a h abi bil dad e de cao pi s te iro, s ob r e u til iza ç o es par cia is o u tata is das id e ias na red e regi s t ada s, um r e fr es semem en t do q ue se j á se pen s o un o am bit o do pro j c t o x ana d u

Criação de empresas na rede de jovens advogados e valorosos guerreiros que velem pela navegação e extensão de todas as ideias no uno mar da rede, e defendam activamente os direitos dos utilizadores que procedem ao registo das suas ideias e das obras que nela circulam, ou sej, melhor explicando este ponto, estamos a falar de jovens na sua maior parte sem grande dinheiro, mas prenhes daquilo que sempre trazem em si, jovens do espirito e dos ventos da inovação, e o mesmo se passara com os jovens advogados, e assim sendo parece ser mais viável, uma acção destes segundos, pro activa, isto é, que velem por antecipação, ou seja, conheçam as fontes e as propunham defender, e poderão ser remunerados sobre percentagem da receitas obtidas, pois me parece à luz da experiência, que em outro modo dificilmente se viabilizarão, e sendo que este domínio é de profundo e indiscutível interesse publico para todo no mundo, e que assim sendo , não será difícil abrir jurisprudência nas diversas casas em diversas dimensões, país, continente, estruturas comunitárias ou outra, para que sejam valorizados com projecto de interesse publico e dessa forma reunirem condições vantajosas e facilitadoras dos investimentos baseado neste mesmo pressuposto


C ria ça de e mp presa na rede de j ove ns ad vo gados eva v al o roso sg eu r rei ros q ue v e l em pe la n ave g ac sao e e x t en sao de todas as id e ias no uni mar da rede, e d efe en dam ac t iva mente os di rei to s dos u til iza dor e q ue pro ce de m ao regi s to das s ua s id e ias e das ob ra s q ue c irc uk l am ne la, o u sej, me l hor e x p li can do est e pn to, est amo s a f al ar de j ove ns na s ua maio r p arte s em g rande di ne hi to, ma s pr en he s da q u i lo q ue se mp r e t ra ze m em si, j ove ns do es pi rito e dos v en to sd a ino ova sao, e o me s mo se pa s sara com os j ove ns ad vo gados, e as si m s en do pa rc es e r masi vi ave l, uma ac sao de ste se gun do pro ac t iva, is to é, q ue v e l em por ante cip a são dao, o u se j am c on he cam as for rn te sea s pr ep o unha am defender, e p ode ra p os e r re m en ur ado s ob re pe rc en tage m da rec e i ta s ob tid as, p o is me pa rc e al u z da e x pe rie en cia, q ue em o u to modo di fi c i l mente se v ia ab bil iza ra oe s en do q ue este do minio é de pro f un d oe in di s c ut iv el in te r e ess e publico para todo no mundo, e q ue as si m s en don dn cão se rá di fi c al ab r i r ju r is pr u de nica nas d ive ra s ca sas em di versas di em n ss o es, ap is, continente, es t ru rute ra s com uni t arias o u o u t ra, para q ue se j am v al ori iza do sc om pro ject ode in te r ess e publico e de s sa forma r eu ni rem condi ç o i es van t a jo sas e f ac i lita dor es dos in v es tim en to s ba sea ado nest e me s mo pr ess up os to

Acordo à cabeça ou não com empresas de grande servidores de aplicações que permitam os uploads na forma como hoje as conhecemos

Acordo ou não com empresas de grande servidores de aplicações que permitam os uploads na forma como hoje as conhecemos

Sendo certo que haverá um momento, esperemos que não seja necessário, e a inteligência nas partes maiores prevaleça, em que se darão confrontos jurídicos que provavelmente ocorrerão ainda nos tribunais como os conhecemos, ou seja transbordando da rede para fora, onde o resultado de alguns processos, se tornará angular na afirmação desta realidade, que é urgente implementar, pois quanto mais oleado e para muito, os proveitos se estenderam de acordo real com os que nela praticam, quando tudo isto assim se fizer e se tornar quotidiana e quase automática pratica, todos ganham, sendo aqui o todo entendido em toda a sua extensão do uno mundo e de todo o que da rede vivifica e verte sua agua forte nos outros planos consentâneos do mesmo uno jardim

S en do ce rto q ue h ave rá um mo m en to, es pe remos q ue n cão seja ne ce ss a apostolo serpente rio, e a intel i g en cia nas p art es maio r es pr eva leça, em q ue se da ra o c on fr on to s ju r id i cos ki e pro ova v el que mente oco rr e ra o a in dan os t rib un a is como os c on he c emo s, o u seja t ra ns bor dando da rede para f o ra, onda o r es uk t ado de al g u sn pro c esso s, se tor n ara e na gula rna a fi r mna ac sao de s ts a real id a de, q ue é ur g en te i mp le mn tat rp o is q u ant o ma si o lea d oe para mui to pro ove i to s, tudo is to se fi ze r, todos gan ham, s en do aqui o todo en t en dido em toda a s ua e x t en sao do uno mundo e de todo o q ue da red e v iv i fi ca eve rte s ua agua f orte no s o u t ro s p l ano s c on set ane os do me s mo un o j ar dim

Esperemos que assim não seja, pois os confrontos antes de mais são estúpidos e prova de estupidez, e depois se gasta a energia em sitio e forma indevido, e sempre melhor é beijar, mas parece que a realidade, vai muito lenta a contemplar os princípios que são reais como a mao ter cinco dedos, e os cinco que ela tem, serem então alimentados pelos mesmo corpo, onde se encontra o sangue, por onde vai a comida, que é feita por múltiplas partes, e sendo que metáforas disto tudo sobre direitos de autor e redes, já aqui creio se encontrarem as bastantes, mas ao contrario das estradas de alcatrão onde quem as tem e explora tem que pagar o tapete que renova de vez em quando, e se tem carros, não as fez só para os seus, as redes que geram em sua essência rendimento pelo trafico, pelo serviço e armazenamento de comidas várias, sao tambem alimentadas por estas, e assim sendo , é bom que participem em sua parte na despesa, ou melhor dizendo, na criação de riqueza, pois é essa mesma riqueza que as sustem e lhes permite o desenvolvimento e o lucro, pois nenhuma rede se manteria, se não houvessem carros que a usem

Es pe remos q ue as si mn cd dão seja, p o is os c on fr on t os ant es de masi são s es t u pido se pr ova de st u pide dez, e d ep o is se gás t aa ene r g ia em si tio e forma inde v id o, e se mp r e mel hor é bei j ar, mas pa rac e q ue a r e la id a de, v a i mui t l en ta a c on t en p l ar os pro ron cip is o q ue são rea is co mo a mao te rc inc o dedos, e os c inc o q ue el e te m, se rem en tao al i m en t ado s p elo s me s mo corp o, onda se en c on t ra o san h ue, por onda v aia com id a, q ue é fe i ta por mul t ip la s p art es, e s en do q ue met a f o ra s di s to tudo s ob re di re to s de au tor e r d es, j á aqui c rei o se e c n on t ra rem as ba s t ant es, masa o contrario das estradas de al cat ra o onda q eu mas te me e x p l o ra te m q ue pa garo tap pe te q ue r eno ova de v e ze m q u ando, e se t em car ros, n cão as fez s ó para os se us, as red es q ue ger am em s ua esse n cia ren di e mn to p elo t ra fi co, e p elo ser v i lo e ar ma ze na m neto de com id as v árias, sapo ota tam b em al i m en t ad as por e sta se as si m s en do , é b om q ue par t u ipe m em s ua p arte na de s p e xa, ou me l hor di zen do, na c r ia ç ao de rique za , p o is é ess a me s ma rique za q ue as s us te me l h es per mit e o de s en vo l vi m en to e o lu c ro , p o is n en h uma rede se man te ria, se n cão h o uve ss em car ros q ue a use m

E neste aspecto a regra para conteúdos que existem e são disponibilizados é muito simples, e é a mesma que já se aplica as empresas das energias, que estão muito masi avançadas , por paradoxal que parece ser, na medida em que são muito masi anteriores, mas que pela inovação se encontram já em certas áreas à frente, e que olharam para o modelo de negocio, no que é a essência de uma rede, que é sempre no mínimo bipolar, e sendo predominantemente sempre multipolares, como a vida e as veias do uno corpo o são

E neste aspecto a regra para conteúdos que existem e são disponibilizados é muito simples, e é a mesma que já se aplica as empresas das energias, que estão muito masi avançadas , por paradoxal que parece ser, na medida em que são muito mais anteriores, mas que pela inovação se encontram já em certas áreas à frente, e que olharam para o modelo de negocio na essência de um rede que é sempre no mínimo bipolar, e sendo predominantemente sempre multipolares, como a vida e as veias do uno corpo o são e onde tudo o que por elas corre, em parte sempre troca e é constante troca

E nest e as pe ct o ar e g ra para c on te u do s q ue e x sitem e sap di s p oni bil iza o d é mui to si mp l es, e é a me s ma q ue j á se pali ca as e mp r e sas das ene r gi as, q ue es tao mu to masi ava n ç ad as , por para do za l q ue pa rece ser, na me dida em q ue são mui to ma si ante rio r ema s q ue pe la ino ova sao se en c on t ram j á em ce rta s a rea s à fr en te, e q ue o l haram para o mode lo de ne g o cio na ess en cia de um red e q ue é se mp reno mini mo b ip polar, e s en do pr e do mina te mn te se mp r e mul t ip ola r es, c omo a vi da e as v e is do uno corp oo são e onda tudo o q ue por e la s co rr e, em p arte se mp r e t roca e é co ns t ante t roca

Que é já a realidade, inclusive já assim acontece em portugal, onde o cliente é já fornecedor e onde em quinze anos, à data deste primeiros investimentos em sistemas solares, permite a amortização completa do investimento e consequentemente começa a obter lucro, pelo fornecimento à mesma rede da sua própria produção energética, e sendo que as tecnologias que se estão hoje a disponibilizar nem são as de ultima geração, as que usam nano cristais, e depois é o que vê em termos de bons exemplos que se dizem inspirara as boas praticas, o que é real, e o sendo, então tambem se deve deduzir, que um melhor exemplo é gerador de uma melhor pratica, como o pr a pôr painéis no palácio , que assim ao longe me pareceram da geração anterior, ou seja se, se disponibilizar os melhores mais rentáveis equipamentos, mais depressa cada um amortizará o lucro, pois como se sabe a tecnologia em seu grosso diminui seu preço à medida em que avança, e esta questão da energia é de tal forma capital para a sobrevivência da vida no planeta, que deve ser contemplado nos contratos de fornecimento, ou seja regulado por decreto das entidades que representam o interesse publico nesta tao sensível matéria, que os fornecedores de alguma forma tem que possuir um modelo de negocio , primeiro que não os inviabilize, mas que tambem nao inviabilize o estender deste natural e correcto conceito de usar as redes nas suas múltiplas direcções, ou seja, ainda mais concretamente, que ao utilizador, cliente e simultaneamente fornecedor, seja igualmente viável economicamente a renovação e actualização tecnológica, obtendo desta forma as partes, o perfeito óleo que fará deslizar mais rapidamente este novo caminho energético baseado na inteligência

Q ue é j á a real id ad e, inc l us ive j á as si m acontece em portugal, onda o c lie n te é j á for ne ce dor e onda em quin ze ano s, à data de ste p rim e iro s in v es tim en to se m sis t ema s solar es, per mit e a am orti za sao co mp l eta do in v es tim en to e co nse q u en te mente com eça a bt e r lu c ro, p elo for ne cie mn to à me s ma red e da s ua pro pr ia pro du sao ene r ge tica, e se dn o q ue as tec no li gia s q ue se es tao h oje a di s p oni bi zar ne m são as de u l tim a ge raçao, as q ue usa sam am n ano c r ista ise d ep o is é o q ue ve em t r emo sd e bo ns e x e mp lo s q ue se di ze m i n spi ra r aa s boa s par t aica s, o q ue é rea l, e o s en do, en tao t am b em se d eve de du zi r, q ue um mel hor e x e mp lo é ge ra dor de uma me l hor pr a tica, como o pr a por pa ine is no pal cio, q ue as si mao l on ge me pa rece ram da ge raçao ante i o ro u seja se s e di s pon b ila ros me l h r es masi ren t ave is e q u ipa m en to s, mais d ep r ess ac ada um am orti zara o lu v ro, p o is c omo se s abe a tec no lo g ia em s eu g rosso di min u ise u pr e ço à me dida em q ue avança, e esta q eu s tao da ee r g ia é de t al forma capital para a s ob r e vi v en cia da vida no p l ane eta, q ue d eve ser com te mp lado nos c on t rato s de for ne ce i m en to, o u seja r eu l ad por dec r e to das en tid ad es q ue r ep r es neta am o int e rr es publico ne sta tao s en s iv el mat é ria, q ue os for ne ce dor es de al g uam forma te m q ue p os s u i rum mode lo de ne g o cio , p rim e iro q ue n cão os in v ia bil ize, mas q ue t am b em n ap o in v ia bil ize o est en de r de ste natura e co rr e ct o c on ce i to de usa ra s redes nas s ua s mul t ip la s di re ç o es, o u seja, a inda mais c on r eta mente, q ue ao u til za dor, c l ine nete e si mul t ane ad mente for ne ce dor, sej igual m net v ia ave l e co no mia ca mente a r eno v ac sao e ac tua liza sao tec no lo gi ca, ob t en do de sta forma as p art es, o per rf i to o leo q ue fa rá de s liza r masi ra pida m nete este n ovo caminho ene r gi to ba sea ado na intel i g en cia

E se isto já é hoje verdade e verdadeiro e se encontra já até implementado mas em pequena escala face a necessidade e até ao lucro, o mesmo não se passa na web, e no fundo qualquer que tem um pagina onde apresenta conteúdos, que sao informação, e masi valia, intelectual , ou seja de inteligência de aprendizagem, de conhecimento e cultura, informação especializada, livros, ou vídeos, som, conteúdos multimedia, o que for, nada recebe na maior parte dos casos em função do trafico que gera quando recebe alguém em sua casa ou montra, e assim sendo, não há razão, a não ser má vontade, ganância, e estupidez comercial, e aproveitamento de posição dominante que contraria o interesse publico e a livre concorrência, para que um mesmo não seja feito, e na conta mensal, não apareça uma parcela bem explicadinha, com um valor que subtrai à factura

E se is to j + a é h oje v e rda de e ve rda de iro e se en c on tr a j á at é i mp le m en t ado mas em pe q u en a es cala f ac e ane c ess id ee at é ao lu c ro, o me ms o n cão se pa s sa na we be no f un do q ual q eu r q ue te m um pa gina onda ap r es neta c on te u o do s, q ue sap in for maçao, ema si v al ia, intel e ct ua ll , o u seja de ine t li g en cia, n ada r e cebe na maio rp arte dos c as os em f un sao do t ra fi co q ue ge ra q u ando r e cebe al gume em s ua c asa o um on t ra, e as si m s en don cão h á ra za o, an cão ser má von t ad e, g ana n cia, e e t u pide dez com mer cia l, e ap rove i tamen to de ps siç sao do mina te q ue c on t raia o in te reese publico e al iv r e c on co rr en cia, para q ue o me s mo n cão seja fe i to, en a conta m en sal, n cão ap a r e ça uma par cela b em e x p l ica dinha, com um v al o r qu s ub t rai à f ac tura

Lei do Quinto Império do Espirito do Amor Santo em Santo Amor, Lei da Estrela Que Todos Somos

Fica proibido desde ontem em todos os locais da una terra, a construção com recurso às chamadas torneiras e sistema de regulação manuais, pois eles gastam o precioso sangue que a muitos falta e que em grande parte tambem anda assim muito sujo e desperdiçado

Fi ca pro ib id o de sd e on te me m t u do s os dez ca is da una te r ra, a c on t ru sao com rec urso às c h am ad as tor ne ira se sis t ema de r e gula sao manu a is, p o is el es g as t am o pr e cio s o san g ue q ue a mui to s f al ta e q ue em g rande p arte t am b em anda as si m mui to s u joe d es per dia aç ado

Serão assim em todos os locais do uno mundo onde existam estes dois sangues, a agua e a electricidade, feito o casamento entre os dois na forma de torneiras e outro objectos que regulem os fluxos do precioso sangue em forma inteligente como já as há, aplicados a todos os serviços que as casas tem ao momento, seja casa de banho, seja em cozinhas,

Se ra o as si m em todos os l o cais do uno mundo onda e xis tam est es do is san g eu sa agua e a el e t r e cidade, f e i to o ca sam en to en t reo s do is na forma de tor ne iras e o u t ro ob ject os q ue r e g u le mos f l u xo s d o pr e c is o s o san g ue em forma intel e g en te co mo j á as h á, ap li c ado sat o do s os ser vi ç o es q ue as ca sas te mao moe mn to, seja c asa de ban ho, seja em c oz in h as,

Deverão continuar a existir como linha de segurança, as manuais, caso a electricidade se vá, e a válvula por alguma razão assim ficasse aberta, se tal não for resolvido na concepção das mesmas, e se bem que as manuais serão sempre necessárias, pois existem sempre os canos e os seus rompimentos

D eve ra po continuar a existir como linha de segurança, as manuais, caso a el e t r cidade se vá, e ava v u la por alguma ra za o assim ficasse aberta, se tal não for resolvido na c on cep sao das mesmas, e se bem que as manuais se ra o sempre necessárias, pois e x is tim sempre os canos e os seus rompimentos


Ora aqui temos uma tambem uma oportunidade de negocio, de novo produtos e de nova produção e de enorme mercado, pois são muitas as torneiras que se usam no uno mundo

Ora aqui temos uma tambem uma o pro t uni dade de negocio, de novo por du to ze de nova pro du sao e de en o rm a mercado, pois são muitas as torneiras que se usam no uno mundo

O Império do Espirito Santo, sendo o Império do Espirito e da Inteligência, não trás por Habito ou Vontade o Proibir ou a Proibição, mas o mau uso de sangue, o seu contagio, e o seu desperdício sendo Parte Vital da Vida e Á Vida, é crime e sendo que nunca algum Menino sofrerá alguma vez consequência ou castigo por brincar com ela

O primeira coluna do mp é rio do es pi rito san to, s en do o i m p e rio do es pi rito e da intel i g en cia, n cão t rá s por h ab bit oo u von t ad e o pro i bi ro ua p roi bi sao, maso m al us ode san g ue, os eu c on ta gi oe os eu de s per di cio s en do uma p arte vi t al, é c rim ee c rie ms en do q ue n un ca al gum me nino s o fe rá al gum ave z co nse q u en cia por br i car com e l a

E Sendo o Império da Inteligência, relembra tambem que é necessário por decorrer de uma obrigação e necessidade comum, que trará tambem um retorno de investimento muito grande, e tambem sob o ponto de vista economico e financeiro fortemente apelativo, que desde já se considera na óptica do investimento publico como prioritário, devendo a sociedade disponibilizar o dinheiro necessário a esta reconversão, com a inteligência nas contas para que o consumidor final, não seja penalizado financeiramente por esta rectificação, como se fez na mudança do gás

Es en do o primeira coluna mp é rio da intel i g en cia, r e l em bra t am b em q ue é ne ce sario por deco rr e r de uma ob rig aç º ao e ne ce s sida de com um, q ue t ra r a t am b me um r e torno de in v es tim en to mui to g rande, e f orte mente ap e la t i vo, q ue de sd e j á se c on sid e ra na o pt tica do investimento com o p rio rita rio s en do di s p oni bil i zo pe la soci e dad e o di ne h ro ne c ess a ´ rio a esta rec on v e r sao, com a intel i g en cia na s contas para q ue o co ns u mi dor fi n al, n cão seja p en a l iza do fi na ce ira mente por est a rec ti fi caçao co mo se fez na mu dn ç ado gás

E sendo que as casas publicas, como soma e suma das melhores qualidades comuns e melhor espelho das melhores virtudes e de sua pratica, o façam desde já tambem

Es en do q ue as c asa pub lica s, co mo s oma es uma das mel hor es q ua li dad es cm un se me l hor es pe l ho das me l hor es vi r t u de se de s ua pr ra tica, o f aç am de sd e j á t am b em

Este assunto será abordado em maior extensão e com outra profundidade, mas vos digo que a poupança que a rede mundial de serviços que vi e que o fez, se calhar só nos serviços de banho, dizia ir poupar com a operação se não me falha a memória qualquer coisa na ordem de cento e quarenta e quatro mil litros de agua ano, e não sei mesmo se aplicaram nas cozinhas

Est e as sun t se rá ab o rda do em maio r e x t en sao e com o u t ra pro f un di da de, mas v os di g o q ue a p o u p ança q ue a rede mu di al de ser vi ç os q ue vi e q ue o fez, se c alha r s ó no s ser vi ç os de ban ho , di za i rp o rp ua rc om a o pera ç º ao se n cão me fla h a am emo ria q ual q eu r co isa na ordem de c en to e q ua r en ta e q ua t ro mi l h o es de li t r sd e g au a ano, e n cão se i me s mo se ap lica ram nas c oz in h as

Trás portugal empresas nesta área que poderão dar resposta à equação se é que já não o fazem, e muitas outras parcerias se podem estabelecer, e muito mercado há no mundo para suprir, e assim se aumenta a riqueza de todos neste sangue a todos e tudo vital e a dos bolsos de quem for inteligente tambem

T ra s portu g ak e mp r e sas nest aa rea q ue p ode ra o d ar r es posta à e q ua sao se é q ue j + a não o f az e me mui t as o u t ra s par ce ria s se p ode m est abe le ce rem u i to me rca do h á no mundo para s up r ire as si m se au m en ta a rique z za de todos nest e san g ue a todos e tudo vi t al e a do s bo l s os de q eu m for intel i g en te t am b em

Sabes doce senhora de meu coraçao, éramos nós meninos nem tanto assim meninos, é uma noite nos pusemos a conversar sobre o que seria uma constituição ideal, e então concluímos que bastava mesmo um artigo com duas alíneas, primeiro, é proibido proibir, segundo, é proibida qualquer alteração ao primeiro artigo, pensamento de meninos com coraçao acertado, num mundo ainda torto, que é o direito mundo, onde tudo é permitido, pois o mal nem mais existe, será?

S ab es do ce s en hor ad e me u cora sao, e ramos nós me nino s ne m t ant o as si m me nino sé uma no ite no s p use mosa c on versar s ob reo q ue se ria uma co ns titu i sao id e al, e en ta c on c lui mos q ue ba sta ava me s mo um art i g o c om du as al ine as, p rim e iro, é p o rib id o pr oo ib i r, se gun do, é p roi bida q ual q eu r al te raçao ao p rim e iro ar rig circulo , pen sam en to de meninos com cora sao ac e rta ado, n um mundo a inda tor to, q ue é o direito mundo, onda tudo é per mit id o, p o is oma al ne m mais e x is te, se rá da foice

Sabes senhora de meu coraçao, a lei , não matarás, é uma lei como todas em sal certa parte paradoxal, pois na realidade só funciona quando o mundo se faz paz, pois enquanto duram as guerras sempre se mata e sempre a Lei do Amor se Quebra e É Quebrada

Sabes senhora de meu coraçao, a lei , não matarás, é uma lei como todas em sal certa parte paradoxal, pois na realidade só fi un cio na qua quadrados muitos dn do o mundo se faz paz, pois enquanto duram as guerras sempre se mata e sempre a Lei do Amor se Quebra e É Quebrada

Uma segunda garra de tigre, um tigre pequeno que putin agora mostrava à procura de jardim zoológico em gesto de ternura, uma senhora, no jornal com um tailleur onde na parte transparente de seu ventre em branco estavam três marcas de uma garra, esposa de balsemão, a que meu texto anterior referenciara em modo inconsciente a mim, ao mencionar lucros e parafusos, o cokctail de novo montado, e em mim a imagem da rapariga na esquina a atravessar para a brasserie com o vestido branco de inana, a outra provável filha de ho em seu passe no outro lado da esquina onde me encontrada na noite da festa do luz onde se entravam pelo entre pernas de um qualquer sexo que ainda não vi, um torre como um falo depois ardera, e uma outra peça do cio que aparecera no peru, depois da segunda ida ao mac donalds, depois chavez mandou a cadeia dar uma volta ao bilhar grande

Uma se gun da garra de t i gre, um ti gre pe q u en o q ue p u t in agora mo s t rava a por cura de jardim zo olo gi co, em g es to de t r en u ra, uma s en hor ano jornal com um t a i le ur onda na p arte t ra sn parente de s eu v en t re em bra c n o est ava am t ra s ma rca s d e uma garra, es ps a de bal es ema mao, a q ue me u texto ante rio rr efe ren cia ra em mod inc on s cine nete a mim, ao men cina r lu c rose par rf u f os, o co k ta i l de n ovo mon t ado, e em mim a i mage m da ra pa riga na es q eu ina a at ravessa r para a br ass e rie com ove s tid o branco de in ana, a o u t ra por v ave l fi l hd ad e ho em s eu p ass en oo u t ro l ado da es q eu ina onda me e cn o ny t ra ba na no ano e te da festa da luz, onda se en t ava am p elo en t re pe rn as de um q ual q e r sexo q ue a inda n cão vi, e uma o u t ra pe l sa do cio q ue ap ar e rc e ra no peru, dep o is da sg un da id a ao mac dona sd ser ep pn te, d ep o is ch ave z man do ua cade ia d ar uma vo l ta ao bil h ar g rande

Ah bela menina amada de meu coraçao, escritas estão, publicadas não me recordo, nem agora o vou verificar, perdoe-me então se me repito, mas veja-o como um beijo que se repete porque é aprazível e apraz, me recordo eu de escrever quando da crise da instalação dos mísseis, esse ideia tenebrosa e peregrina, que de vez enquanto emerge na mente do outro lado do mar, de assim ter pensado, melhor seria chamá-la então, e que sua raquete eximia e de amor fosse a tal espécie de rede anti míssil, não querida menina amada, não falo dos outros nas vezes muito agradáveis de se conviver, se bem que estes segundos, o aqui primeiros, partam de quem trás trocado o lugar do coraçao com o lugar onde eles no corpo habitam,

A h be la menina am ad a de m eu cora sao, es c rita s es tao, pub li cad as n cão me record one em agora ovo u v eri fi car, per do e do traço do ingles me, en tao se me r e pito, mas veja dot traço do circulo ingles com do circulo do primeiro rome beijo, q ue se r e pete por é ap ra z ive l e ap ra z, me record o eu de es circulo do rato e vaso do rato quando da c rise da i ns t al sao do sm miss i es, ess e id e ia t ene br rosa e per e g rina, q ue de eve z en q u anto em e r ge na men te do o u t ro l ado do mar, de as si m t r e p en sado, mel hor se ria c h am á do traço ingles de la en tao, e q ue s ua ra q eu te e x i mia e de amo r f os sea t al es pe cie de red e anti miss i l,, n cão q eu rid a menina am ad an cão f alo dos o u t ros nas v e ze s mui to a g ra da ave is de se c on viver, se b em q ue est es se gun do , o aqui p rim e iro s, p art am de q eu m t rá s t roca ado o lu g ra d cora sao com o lu g ar onda el es no corp o h ab bit da am,

Depois pensei melhor nem isso pensar, pois se quem habita no ceu lá ao alto e distante se lembra de devolver, o dito cujo, ainda poderia haver uma chatice das grandes, e a bela menina inclusive se magoar, o melhor mesmo é nunca existir tais objectos pretensamente fálicos, assim nem se magoa a menina nem mais ninguém se magoa, pois aquilo não explode em bebes, mais explode bebes, e ainda dei por si em suas preocupações em dia recente, em que protestou com razão, sobre o que são nas vezes os estúpidos ditames do dinheiro que ganham patrocinado o desporto, pois à uma atleta de alta competição, não se lhe pode nem deve pedir, para ira passar vestidinhos a uma hora de jogar, que a si lhe ficam todos certamente sempre bem, embora eu as meninas que trago no peito, a bem dizer, se elas na se importarem , preferi-os sem nus e cobertas de beijinhos, mas assim é na estupidez do dinheiro que pretendendo suportar algumas belas actividades, na sua ganância, acaba por nem masi saber que é correcto e o que é errado, e tem feito na história do desporto, imensos crimes, onde já se verificaram situações de perfeito esclavagismo infantil mesmo adulto, e deformações no corpo e na mente pelo uso de diversas substancia, sem mesmo pensar no risco a quem as deram, o seja sacrificando nas vezes os próprios atletas

D ep o is pen se i me l hor ne m iss o pen sar, p o is se q eu m h ab bit ano c eu l á ao al to e di s t ante se l em br ad e d evo l v ero dito c u jo, a inda p ode ria h ave rum a c h a t ice das grades, e a b e la m en ina inc l us ive se mago ar, o me l hor me s mo é n un ca e x i tir e tais ob ject os pre t en sam en te f á li co sas si m ne m se magia am en ina ne m mais nin gum se mago ap o is quilo n cão e x p l ode em be b es, mais e x p l ode bebes, e a inda de ip o r si em s ua s pr e o c up ac c oe es em dia rec en te, em q ue protest to u com ra za o, s ob reo q ue são nas v e ze s os est up pido s dita me sd o di ne h ro q ue gan h am pat o rico na do o de s pe orto, p o is à uma t al eta de al t ac o mp pet sao, n cão se l he p ode ne m de eve pe di r, para ira p ass ar v es ti dn hi os a uma hor ad e jo g ar, q ue a si l he fi cam todos ce rta que mente sempre b em, em bora eu as me nina s q ue t rago no pei to, ab em di ze r, see la s na se i mp porta rem , pr efe r i do traço ingles os se m n use co be rta s de bei j in h os, mas as si mé na es t u pide dez do din he iro q ue pre t en de dn do s up o rat ra al gum as be la s ac ti vi dad es, na s ua g ana cia, ac ab a por ne m masi s ab e r q ue é co rr e ct oe o q ue é e rr ado, e te m fe i to na hi s tó ira do de s pe orto, i m en s os c rim es, onda j á se v eri fi caram si t ua ç oe s de pe rf fi to es c l ave gi s mo in fan til, e de for mações no cop o rena mente p elo us o de di v e r sas s ub tan cia, se m me sm pen sar no r isco aqui eu mas de ram, o seja s ac rif i can do na s v ze s os pro pr rio a em circulo de corte eta serpente

Agora me aparecia a menina bela como sempre, associada a uma aposta ou alago assim, que sairia com quem a leiloasse a companhia por dez mil dollars ou por aí, sendo que , dizia as letras do tal estranho artigo que começava por um familiar, oh, como eu gosto antes , durante e depois de muito beijar, assim um bocadinho como os belos sons que a menina faz em seu jogar, tal quantia era para si, como ir ao mac donalds comer um hamburger, e que seu namorado estava a prior, impedido de entrar no tal leilão, o fim era bom como sei que a menina faz em sua vida, apoiando quem necessita, nomeadamente trás tambem como muitos outros ajuda às crianças que necessitam, e esta é tambem uma razão que lhe trago amor, sendo que dez mil hamburgares daria certamente para muitas que não tem comida, muito alimentar

Agora me ap ar e cia a m en ina be la co mo se mp r e, as soci ad aa uma ap ps ota o u al a goa ss im, q ue sa iria com q eu ema lei lo ass e a cm p e hi a por dez mi l dol ars o u por aí, s en dam o q ue , di z ia as le t ra sd o t a l es t r anho ar ti g o q ue com eça ava por um fr liar, o h, co mo eu g os to e te s , duran te e d ep o is de mui to bei j ar, as si m um b oca din ho como os b elo s sin s q ue a menina f az em s eu jo g ar, t al q ua e tia e ra para si, c omo ira ao m ac dona l ds com a er um ham b ur ger, e q ue s eu namora ado est ava a p rio ri, i mp ped dido de en t ar no t al e i la oo fi m e ra b om co mo se i q ue a m en ina f az em s ua vi da, ap ao ian do q eu m ne ce s sita, no me ad dam ene t rá s t am b em c omo mui to s o u t ros ajuda às c r ian s ç a s q ue ne ce s sita am, e est a é t am b em uma ra za o q ue l he t rago am ao r, s en do q ue dez mi l h na b ur grés da ria ce rta que mente para mui ta s q ue n cão te m com id a, mui to al i m en t ar

Depois outros assuntos sussurros se, se sussurraram no ar de amor e em amor, mas desses, bela menina, já saberá o que nao sabia, que mais lhe direi, sempre que quiser vir jogar, será bem vinda , que eu a acho muito bela, e cheia de bela vontade

D ep o is o u t ros as sun to ss us sun t o s se s us s argento ss t ra ram no ar de am o r e em amo r, ma s de ss es, be l a m en ina, j á s abe rá o q ue n cao sa vaso da bia, q ue mais l he di rei, se mp r e q ue q u ise r vi r jo g ar, se rá b em vin v aqui ue e ua ac ho mui to be la, e che iade be la von t ad e


tic taque, tic taque, faz o chato cronometro como a anunciar a bomba que vai rebentar, bombas há muitas mesmas, mas digam-me lá vocês e cada um, há algum jeito ou justificação em andar a fabricá-las enquanto falta o pao!

tic t aqui q ue, tic t a que, f az o cha to c ron o met roco mo a anu n cia ra b om ba q ue v a i r e b en t ar, b om ba s h á mui t as me sm as, mas di g am do traço da inglesa me l + a vo ce se c ad a um, h á al gum je i to o u j us ti fi caçao em anda ra fabri cá do traço ong l es de la s en q u anto f al tao pao!

O oráculo, sopra no vento e relembra, a verdadeira intenção é distinta da anunciada, ou a alma e luz do negocio, ou o ainda a variação, o segredo é o negocio da lama, pois a alma anda nua e por todo o lado, mas enfim, cada um ve o que não ve à exacta medida das seus medos e das suas necessidades de protecção na mais das vezes falsas

Duplo circulo deitado da rac c i de dezembro, s opra no v en to e r e l em bra, ave rda de ira in t en sao é di s tinta da anu n cia ada, o ua al mae l u z dd one g o cio, ou o a inda ava ria sao, o se g red o é o ne g o cio da l ama, p o isa alma anda n ua e por todo o l ado, mas en fi m, c ada um ve o q ue n cão ve à e x ac cta me dida da s se us me do seda ss ua s ne ce ss id ad ess de pr te sao na mia das v e ze s f al sas

Ali estava a bela senhora ronronante como uma gata ao sol na tarde assim meio enovoada, estendida na cadeira sentada, ficara em diagonal e de frente a noventa graus para o fernando pessoa de ferro, onde se sentam os turistas, as amadas tiram fotos aos amados, as crianças, nele se empinam e dao voltas diversas como lagartas de futuras borboletas, e eu amada, minha, não te trago para grande infelicidade minha, assim sentada em meu colinho, e meu colibri só de o pensar em seu desejo e vontade, começa ligo a abrir suas asas

Al i est ava a b e la s en hor a ro on ron nante como uma g at aa o sa ol na t arde as si m mei o en ova ada, es t en dida na cade ira s en t ada, fc cia ava em dia g on al e de fr en te ano v en ta g ra us para o fe rena ado pessoa de ferro, onda se s en tam os t ur ista sas am ada s ti ram f oto sao s amado sas c r ian ç as, ne le se en pina am e dao vo l t as di versas como la g art as de f u t ur as bo r b o l eta se eu am ad am dam in h anão te t rago para g rande in fe li cidade minha, as si m s en t ada em me u co linho, em eu coli br is ó de o pen sar em s eu de s e jo e von t ad e, com eça li goa ab r i r s ua sa sas

Ali estava a bela senhora em suave vestido de final de verão, sorrindo, a seu lado um home grande em seu corpo, face com barba assim de tres ou quatro dias, pelos bem escuros, sentado, numa distancia impossível, pois se ambos trazia uma ligação, a sua distancia era como se ela não existisse, ou seja, o home em sua posição, completava uma chaveta com os tres personagens que ali naquele instante se ligavam e comigo que ia a passar vindo de um café na brasileira, a bela senhora sorria então, como se de repente se tendo separado do chato de seu namorado, tivesse encontrado a chave de sua felicidade, poderia ser uma interpretação do drama oculto que ali se desvelava, o homem olha-me quando me ve, primeiro em ar duro , no segundo seguinte desfez a face, a senhora sempre sorrido, passei a seu lado, um belo medalhão a seu peito, que deveria ser tambem belo, em tom, de lápis lazuli, que bela cor de ver assim no pescoço de uma bela mulher, como um doce e calmo mar e lembranças de carreinhas de beijos e de maos

Al i est ava a b e la s en hor a em s au ve v es tid ode ina l de eve ra o, s or r indo, as eu l ado um home g rande em s eu corp o, f ac e com barba as si m de t r es o u q ua t ro dias, p elo s b em es curo s, s en t ado, n uma di s t na cia i mp os s ive l, p o is sea am bo s t ra x ia uma li g ac sao, a s ua di s tan cia e ra c omo se e l a n cão e x is ti s se, o u seja, o home em s ua p os cao, co mp e l t ava uma c h ave eta com os t r es per son a ge ms q ue al i na q eu le i ns t ante se li g ava am e co mig o q ue ia a p ass ar v indo de um ca fé na br as i lei ra, a b e la s en hor a s or r ia en tao, c omo se de r e pen te set en do s epa r ado doc h at ode s eu namora ado, t ive s se en c on t ra do a c h ave de s ua fe li cidade, p ode ria se rum a in t r ep r eta sao do dr mao culta q ue al ise de s vela ava, o h ome ilha do traço da di inglesa me q u ando me ve, p rim e iro em ar d ur o , no se gun do se gui n te de s fez a f ac e, as en hor a se mp r e s o r rid o, p ass e ia s eu l ado, um b elo me da ç h ao a se u pei to, q ue d eve ria ser t am b em b elo, em tom, de lápis lazuli, q ue be la co r de eve ra ss im no p es coço de uma be la mul her, c omo um do ce e c al mo mar e l em br ancas de car rei n h as de bei jose de mao s

De repente o medalhão saltara de novo para o outro lado do pequeno mar, ali estava na bela senhora do grupo dos belos senhores, do tic tac, tica tac, isto depois de eu ter comentado, sobre os belos do tic tac daqui em sua correspondência, a propósito do cio à volta da spa, e de agora ter aparecido no fim de semana uma lauda no jornal da casa dos mesmos bandidos ao que aqui apresenta o tic taque, o crespo, de cabelo não crespo ou duro, ou mesmo talvez sim, que nunca por le a mao passei, associado a uma historia de oportunidades de trabalho em tempo grande de vida, todo muito lindo, tudo muito bem justificado no plano ético desta sociedade sem compaixão que prefere emprateleirar quem mais sabe, na perseguição da tal chamada efémera beleza das formas, por gente cega que só ve as formas e por elas se encandeiam, e é tambem estúpido o suficiente para nem entender que um corpo naquilo que dizem exterior, como se separado do seu interior, e que o exterior expressa o interior e vice versa, em sues códigos, sua linguagem e sua forma externa que sempre assenta nas formas internas, e que alma que brilha em todo ele, é o que lha dá o brilho e verdadeira imutável e prenhe beleza, putas de olhos e coraçao curto, que nada sabem da vida e do viver

De r e p en te o meda l ao s al tara de n ovo para oo u t ro l ado do pe q u en o mar, al i est av na be la s en hor ado g rup o do s b elo ss en hor es, do tic t ac, tica t ac, is to d ep o is de eu t r e c om en t ado, s ob reo s b elo sd o tic t ac daqui em s ua co rr es pon dec cia, a p o rp o si to do cio à vo l t ad a spa, e de agora t rea ap ar e cid on o fi m de se mana uma lu ad ano jornal da c asa dos me ms os bandidos ao ki ap r es neta aqui o tic ta q ue, as soci ado a uma hi s tor ia de oport uni dad es de t ra b alho em te mp o g rande de vi da, todo mui to lin do, t u do mui to b em j us ti fi c sado no p l ano etic o de sta soci e dade se m com paixão q ue pr r efe re e mp ar tela rato q eu m masi s abe, na per se gui ç al da t al c h am ada efe mer a b l e za das formas, por g en tec ega q ue s ó ve a s f oma se por e la s se en can de iam, e é t am b em es t u pido o sufe cie en te para ne m en tender q ue um corp o na q eu il q u di ze m e z t rio rc omo se s epa ra dodo s eu in te rio r, e q ue o e x t rei o rex press a o in te rio r e v ice c versa, em s us co di go s esu lin g ua ge me q ue al am aqui da ue br ilha em todo el e, é o q ue l ha d á o br ilho e v e rda de ira i mu teve l e pr ene be le zz, putas de ol ho se co raçao cu rt s o, q ue n ada s abe m da v id a e do viver

Lá estava a bela menina perguntando nem de propósito, ao presidente da gm, depois da dança do espelho aqui na Palavra e no que se desvelara sobre as linhas cruzados como sempre ele espelha, nem de propósito como é sempre o propósito, pois até aquilo que chamais de engano trás e é sua parte de existência, como poderia estar de fora, alguma parte do todo no todo, troca, entre ge e gm, entre dois nome, um aqui outro no outro lado do rio, e uma relaçao de roubo, entre os dois à minha empresa e a mim mesmo, que simbolizava não só os papeis como é imagem de um dos principais problemas e equações da sobrevivência, a energia e os transportes, ou seja inda a forma como tudo transportamos, as redes, e a energia que está por debaixo dele,

Lá est v a ab e la menina per gun t ando ne m de pro p os i to, ao pr es id dente da gm, d ep o is da dança do es p e l ho aqui na Pala vaso ra en o q ue se de s vela lara s ob re as linhas c ruza do s c omo se mp r e el e es pe l h ane m de p o rp os i to c omo é se mp reo pp rop rosi to, p o is at é a q u i dez q ue c h am a is de en g ano t rá se é s ua p arte de e x is ten cia, cm o p ode ria es t ra de fora, al g uam pa rate do todo not o do, t ra oca en t r e ge e gm, en t red o is no me, um au e o u t ron o outro l ado do rio, e uma, relaçao, de ro ub o, en t reo sd o isac min h a m ep r es a e a mim me ms o, q ue s om b ol z ava n cão s ó os pap e is c omo é i mage m de um do s p rin cip a is pro b el am se e q ua dç o e sd a s ob r e vi v en cia, a ene r g ia e os t r na s portes, o u seja inda a forma como tudo t ra ns porta mn os , as red es, e a ne gr ia q ue est á p o de ba ix o dele,

E como é isto, a gm tem ou não tem um carro eléctrico?

E co mo é is to, a gm te mo un cão te m um car ro el e ct rico da foice

Dizia o senhor que está a frente, rapaz assim alto e entroncada cheio de energia, que se dissera se na silicon valley, uns rapazes pequenos fazem carros assim a gm tambem certamente conseguirá pela sua dimensao dar resposta, e assim se via um molde em plasticina cor de barro a ser feita, mais um carro plug in, ou seja mais uma solução como aquela que o estúpido do socrates no outro dia tentava propagandear, aqui em lisboa, ao apresentar um belo ovinho japonês, muito belo, mas com o mesmo senão, um cabo e um ficha que entra na tomada, e estas bestas cegas e estúpidas, chamados jornalistas e tudo, como cursos superiores, que lhes deviam ter ensinado a ver e a pensar e Ética e princípios, e o principio que a notícia deve ser verdade e verdadeira, nem um, como de costume perguntou, mas isto só resolve uma parte do problema, pois para existir energia na tomada, como é, qual é a central electrica que a produz por detrás, com que combustível, a que custo, e não fumega, para ser prosaico nesta questão do veneno que todos os dias pomos em nosso corpo total e pequenino, suas bestas demagógicas e perigosas e assassinos, pois quem mata, aqui na terra na mais da vezes assim é julgado, não é verdade, ireis me dizer que não, e me digam tambem, onde pensam aportar , se em sitio distinto do abismo a todos fatal enquanto a vossa mentira e cegueira continuar a ser a bitola na comunicação publica, acreditais mesmo que a mentira vence, e que ao vencer vai a todos permitir a sobrevivência e o viver? Pois pensais bem, que cada vez que assim o fazeis, estais fazendo de coveiro de vós mesmos e de vossos filhos, e cada não notícia, é uma pazada na campa comum

Di z ia o s en hor q ue est á a g fr en te ra p az as si m al t oe en t ron c ad a che e ode ene r g ia, q ue se di s se ra sena silicone v a ll ley, u ns ra p az es pe q u en os f az ze m car rosa s sima gm tambem ce rta mente co nsi g u o rá pe la s ua dimensao d ar r es posta, e as si m se v ia um mol de em p la s tic na cor de bar ro ase r fe i ta, mais um car ro p l u gin, o u seja mais uma sol u sao c omo aquela q ue o est u pido do socrates no o u t ro dia t en t ava pro pa gan de ar, aqui em l is boa, ao pr es net ra um b elo o vinho j ap one s, mui to b elo, mas c omo me ms o sena o, um ca bo e um fic h aqui do q ue en t rana tom ad a, ee sta s be sta s c ega s e es t u pida s, c h am do s jo rna l ista se tudo, como c ur o ss s up e rio r es, q ue l h es de v iam t r e en sin ad a ave rea pn sar e etic a e p ron cip os, e o po rc cip i o q ue ano tica d eve ser v e rda de eve rda de ira, ne m um c omo de cos t u me per gun to u, mas is ti s ó r es solve uma p arte do pro b l ema, p o is para e xis tir ene r g ia na tom ada, cm o é, q ual +e ac en t ra l el e ct rica q ue a pro du z por det rá sc om q ue co m b s u t ive l, a q ue c us to, en cão fumega, m para ase r pro s aico ne sta q eu sta o do veneno q ue todos os dia s p omo se m n osso corp o t ota l e pe q eu nino, s u ia s be sta s de mago gi ca se pe rig o sas e as sas sino s, p o is q eu m mata, aqui na terra na mais da v e ze sas si mé julgado, n cão eve rda dade, i rei em e di ze r q ue n cão, e me di g am t am b em, onde m pen sam ap + orta r , se em si tito di s tinto do ab is mo a todos f at l en q u anto a v os sa men t ira e ce ge u ira conti n uara a se ra bit ola na com uni caçao publica, ac red it tasi me s mo q ue a men t ira v en ce, e q ue ao v en ce r v aia todos per mi t ir a s ob r e vi v en cia e o viver foice p o is pen as is b em, q ue c ada ave z q ue as simo f az e is, est a is fazendo de c ove iro de vó s me sm os e de vo ss os fi l h os, e c ada n cão no tica, é uma pa za dana campa com um

Contudo, a prova da beleza , estava dada, pois a senhora do tic tac, estas perguntas fazia e as respondia ilustrando, centrais de queima de resíduos fósseis, vulgo carvão e outro, o que trás as mesmas parte da fatal equação

Contudo , ap or v a da beleza , est ava dada, p o isa s en hora do tic t ac, e sta s per gun ta s f az ia e as r ep on dia i l us t r ando, c en t rai sd e quim a de r es id u os fo ss i es, v u l g o ca r vao e o u t ro, o q ue t ra sas me sm as p arte da f at al e q ua são

Depois a pergunta maos importante como a que aqui fizera em texto recente, a provar a afirmação que os grandes nas vezes, obstam ao desenvolvimento tecnológico que melhor a todos serve, por abuso de posição dominante, e de poder economico, e compras e suportes políticos e outros, e que quanto assim for, o custo para alem de ser fatal para muitos traves mesmo de gerações, se mantém, o que afirma tambem a necessidade e a premência da política ser feita em outros moldes , e com independência real de quem a pratica por parte de quem leva essas funções nos sistemas de delegação e representação, e que as gentes tem que se por muito masi finas em sua exigência, no princípio que qualquer instrumento não se pode , mas não se pode mesmo voltar contra a vida ou dar cabo dela, valido tambem para mísseis e coisas afins, com a excepção daqueles do amor

D ep o isa per gun ta mao s i mp port ante c omo a q ue aqui fi ze ra em texto rec en te, a p circulo do rato vara a for maçao q ue os g rand es na s v e ze s, ob st tam ao de s en vo l vi e mn to tec no olo gi co q ue mel hor a todos s e r ve, por ab us ode p os siç sao do mina te, e de p ode r e co no mico, e com pr as e s u portes poli ticos e o u t rose q ue q u anto as si m for, o c us to para al em de ser f at al para mui to s t rav es me s mode ge rações, se man te mo q ue a firma te mabe ema ne ce s sida dade e a pr e m en cia da pol it tca ser f e i ta em o u t ros mol de se com i dn de pen den cia r e la de q uam a pr t aica por p arte de q eu m l eva es sas gun ç o es no s si eta as de del e g ac sao e r ep r es neta sao, e q ue as g en te s te m q ue se por mui to masi fi na se m s ua e xi gen cia, no p ron cip o q ue q u l q eu r in s t rum en ton cão se p ode , mas n cão se p ode me ms o vo l t ar c on t ra a vida o u d ar ca bo de la, v al ido t am b em par ami ss e ise co isa a fi ns com a e x cep ça da q eu le sd o amor

A resposta até veio em forma quase completa em sua honestidade, mas com um rodriguinho, que amada se não sabes o que é, é assim como uma verdade recta com voltinhas enleadas que assenta na recta recta, mas que dando tantas curvas, à volta da trave, acaba nas vezes por confundir a própria trave, e tambem nome de um belo e doce bolinho que aqui se faz neste pedaço de terra, e que quando chegares eu te dou a lamber, conhecer e provar, com beijos de permeio misturados

Ar es posta at é veio em forma q use com p l eta em s ua h one s tid ad e, mas c om um ro dr i gui n ho, q ue am ad ase n cão s abe s o q ue é, é as si m um v e rda de rec cta com vo l tinhas ene lada s q ue assenta na rec cta tec t am as que dando t anta s c ur v as, à vo l ta da t rave, ac ab ana s v e ze s por c on fundir a pro pr ia t rave, e ta m b em no me de um b elo e do ce bo linho q ue aqui se f az nest e peda aço de terra, e q ue q ua ando che g ar es eu te do ua l amber com bei j os mis ti u ra do s

Sim que se a bela menina agora, passado estes anos todos, salvo finais da decada de oitenta ou mesmo antes, ao nosso advogado, o da gm, ele até lhe poderia dizer que os carros eléctricos que foram destruídos com martelos gigantes que os fizeram assim tipo sandiwhes, terá sido pensado, tambem para demonstrar às gentes que mesmo a gm, tendo pegado no problema e na equação naquele tempo, chegara a conclusão que não era viável, e assim os fez e depois os destruiu, como quase uma declaração assim com requinte de obra de arte a ilustra a perversidade, que neste caso se explanou, tambem por cortar assim rente rentinho qualquer veleidade, que algum trouxesse naquele tempo, de vir a produzir carros eléctricos, tipo assim recado das petrolificas, que prefiram ser burras a espertas, e sendo que esta declaração e atraso, teve consequências muito graves na morte de milhões e de outros tantos que provavelmente ainda se irao, se não se inverter e converter ontem este caminho

Si m q ue sea be la menina agora, passado est es ano s t oso de s al vo fi na si da decada de o i t en ta o um e sm o ant es, ao n osso ad vo gado, o da gm, el e at é l he p ode ria di ze r q ue os car ros el e ct ricos q ue f o ram de s t rui do sc om mat e lo s giga n te s q ue os fi ze ram as si m t ip o san di w h es, te rá s id o p en sado, t am b em para demo ns t ra r as g en t es q ue me s mo a gm, t en do p ega gado no pro b l ema e na e q ua sao na q eu le te mp o, che gara ac on c lu usa sao q ue n cão e ra v ia ave l, e as simo os fez e d ep o is os de s t rui u, c omo q ua ase uma dec lara sao as si m c om re q eu in te de ob ra de art e a i l us t ra a p e r verso cida de, q ue nest caso se e x p l ano u, t am b em por co rta ra s si mr en te ren tinho q ual q eu r v e lei dade, q ue al gum t ro ux ess en a q eu le te mp ode v ira por du zi r car ros el e ct rico s, t ip o as si m r eca ado das pet ro li fi cas, q ue pr e fi ram ser b ur ra sa es pe rta se s en do q ue est a dec lara sao e at ra zo da teve co nse q u en cia s mui to g rav es na m orte de mi l h o es e de o u t ros t anto s q ue por v ave l mn nete a inda se irao, se n cão se on verter o ca minho

Ah Amada, que não percebo estas gentes, parecem que trazem memória curta e continuam nas vezes nem acreditam na Palavra Verdadeira em Verdade, e pior, contra Ela se Viram, na mais da vezes A Enxovalhando, assim tentam o descrédito, e se esquecem que a Palavra Tanto Mas Tanto do Que Anuncia, Se Faz, naquele preciso ponto onde o Verbo Sempre Se Faz Carne

A h Am ad aqui da ue n cão pe rc e bo e sta sg en te s, pa rc em q ue t ra ze m me mór ia curta e conti n uam nas v e ze sa ne m ac red di t r ana p al vaso ra ve rda de ira em v e rda dade, e pi o rc on t ra el a se vi ram, na mais da v e ze sa en x ova l h ando, as si m t en tam o de s c réd i to, e se es q uec ma q ue a p al av rat anto ma s t anto duque ue na un cia, se f az, na q ue el per c is p ot no onda ovo vaso r e b o se mp r e s e f az car ne

E vao tentando assim desacreditar a Palavra e Quem a Profere, e não Compreendem que sempre que assim o tentam lhes sai em grande as contas furadas, e nas vezes muito assim são matados, pelos que semeiam o descrédito, e se vao de seus corpos antes do tempo

E eva vao t en t ando as si m de s ac red it ra a p al av ra e q eu ema pro fere, en cão com pr e en de m q ue se mp re que as simo t en tam l h es sa i e m g rande as c on t as f ur ad as , en as v e ze s mui to as si m são mat ad os, p el os q ue semem iam o de sc réd i to, e se vao de se us corp os ant es dot te mp o

Pois Nada Resiste e Contraria o Poder do Grande Amor e da Verdade de Amor em Que Ele e Ela Assenta

P o is n ad ar e sis te e c on t raia ria o p ode r dog rande amo red ave e r dade de amo rem q ue e lee e la as s en t a

Pois no dia seguinte, a ibm, a quem eu indirectamente louvara pela sua boa maquina de fotocópias, viu as suas acções aumentarem pois apresentou previsao de lucro e a gm, sofreu uma tremenda queda bolsista e suas acções foram desvalorizadas em milhões, cá se fazem, cá se pagam, se bem que quem mais pagou fomos e somos todos nós, que assim nos envenenamos e a muito outros que já morreram por causa da combustão e da poluição e da velocidade e das mangueiras que são como pistolas, assim se trás esta ficção assassina

P o is no dia se gui n te, a ib ma q eu me u in de rec tam net lou c v ra pe la s ua boa ma quina de f oto cp ia s, vi ua ss ua s ac ç o es au m en ta rem p o is ap r es en to u pr e visao de lu v ro e a gn, gm, s o fr eu uma t r emenda q eu da bo l sita se s ua s ac ç o es g f o ram de s valor i z x ada se m mi l h os, cá se f az em, cá se p a g am, se b em q ue q eu m masi p a g o u f omo se s omo s to do s nós, q ue as si mn os en v ene n manos e mui to s o u t ros q ue j á mor r e ram por ca usa da cob us tao e da pol u i sao e da v e lo cidade e das mangueiras q ue são como pi s t ola sas si m se t rá s est a fic sao as sas ina


Decreto do espirito santo para todo os amantes do uno mundo

Nasce o Ser Porventura Dentro da Terra?

Se Podia Assim a Primeira Vista O Pensar, Se Não Soubéssemos que Antes da Matéria Está Sempre o Espirito

E Que o Belo Ventre Redondinho Como Ela Toda É, É Terra a Agua de Amor Toda Junta, e Assim O Ser Nasce Aquático e Dentro da Lua, e Escondido do Sol em Seus Primeiros Tempos do Existir, e Que Esta Regra Em Mesmo Se Aplica aos Ovos Que São Como Ventres Externos, Depois de Serem Gerados No Dentro

E Então Quando Nasce, O Ser, Ele Voa e Gatinha e Nada e Caminha e Corre e Pula e Se Aninha, e Alguns Fazem do Ventre da Mae Terra Seu Habitar

Os Seres Humanos, Vivem em Cima da Terra, e Não em Seu Interior Embora lá as Vezes Desçam Para a Mae Tentar Roubar, e as Maes Nunca Devem Ser de Nada em Nada Roubadas, Nem No Dentro Nem No Fora, Quanto Dois

Na sc e o ser por v en tura d en t ro da terra do ice se p o dia as sima pr im ii ra v ista o pen sar, se n cão s o ub ess emo s q ue ant es da mat é ria est á se mp reo es pi rito e q 1 ue ob elo v en t re red don din h o x cc omo el a t u da é, é terra aa g ua de amo r toda j un ta, e as si mo ser na sc e a q ua tico e d en t ro da l ua, e es condi dodo sol em se us p rim e iro s te mp o sd o e xis tir, e q ue es y ar e g ra em me s mo se ap lica aos ovo s q ue são c x z c omo v en t r es e x t reno s, d ep o si de ee rem ger ado sn o den t ro e en tao q u ando na sc e, o ser, el e vo a e gat in h a en ada e caminha e co rr e ep u la e se ani n h a, e al g u ns f az em do v en t re da mae terra s eu h ab ot ra ros ser es humanos, v iv em e mc ima da terra, en cão em s eu in te r iro am bora l á as v e ze s de s ç am pr a ana e t en t ar ro ub bar, e as maes n un ca de eve ms e r dena ada em na da ro ub ad as, ne mn o d en t ro ne m no f o ra, q un to do is

Há muito tempo que se inventaram os túneis , as pontes e os metros, e nos primeiros e nos terceiros os homens viajam por debaixo da terra, como se fossem toupeiras ou ratos que não as sao ou não devem ser, pois não é de sua natureza viverem fora do ceu , da lua e do sol e com o pés nas mais da vezes na terra assentes pois tambem nadam, e os metros se justificaram porque por cima às camadinhas se podiam ainda fazer estradas e assim o movimento e fluxo aumentava e as gentes foram sempre demasiado burras para preferirem viver umas em cima das outras, ou melhor, assim as convenceram, a ter espaços para caminhar com os pés muito estreitinhos no meio dos arranha céus, porque muitos compraram esta ilusão que lhes foi vendida a troca da ideia de facilidades várias, e do modo em que deixaram organizar a vida comum em todos os seus campos, que os levou e tem levado a grandes e nas vezes perigosas concentrações,

H á mui it te mp o q ue se in v en tara am os t une is , as ponte se os e met rose no s pr e i mei rose nos t rec iro s os h ome ns v ia j am por de ba ix o da te r ra, cm o se f os se m t up e iras o u rat os q ue n cão as º cao o un cão de eve ms e rp o is n cão é de s ua nat ur e za v ive rem f o ra doc eu , da l ua e do sol, com o sp é as mna te r ra as s en te se os met ros se j us to fi car rm por q ue por c ima as cama dinha s se p o di iam a inda a f ze r es t rada sea ss imo mo vi m en to e flu z xo au m en t ava e as ge n te s f o ram se mp r e de ema si ado b ur ra s para pre efe rim viver uma s ne c ima das o u t ra set te r es paços p r a c am in h ra com os pé s mui to est rei tinho s no mei o do a ar r anha ce us, por q u em u i to s com pr aram e sta i lu usa sao q ue l he s f o i v en dida a t roca da id e ia de f ac i li dad es v árias, e do modo em q u de ix aram or g ani z ar a vi da co mum em to do s os se us cam p os, q ue os l evo ue te m l eva ado a g rand es e na s v e ze per gi o s sas c on c en t rações,

Pois claro o é, que se as gentes tiverem o equivalente ao que tem nas cidades, em cidade de muito menor densidade e com as mais valias da natureza em redor no próximo a pé, certamente que preferem esta solução, ou seja, quando falo de um solução desta natureza não estou a advogar que cada um viva separado por distancia infindável de um outro, embora pela lei, cada um deve viver como quer e onde queira, sendo que esta questão da propriedade da terra, já foi aqui explicitada em forma muito detalhada, da enorme mentira que é a forma em que a trazemos e o caminho será todo o contrário, da mesma forma que em breve a energia e agia será assumida com bem integrante do corpo e portanto afastada das considerações de posse, propriedade ou rendimento económico na perspectiva em que hoje os conhecemos, e tal deverá constar nos contratos do novo povoamento, ou seja de obter um densidade populacional estendida pelo território de forma a trona-lo viável e cuidado na forma necessária e que tambem assegura a viabilidade dos investimentos

P o is c l aro o é, q ue se as ge n te s t ive rem oe ki iva lente ao q ue te mna s cida d es, em c id a de de mui to m en or den si da de e com as mais v al ia s da nat ur e za em red o rn no pro x imo a p é, ce rta mente q ue pr efe rem e sta sol u sao, o u seja, q ua ando f alo de um sol u sao de sta na tir e za n cão es to ua ad vi g ar q ue c ada um v iva s epa r ado por di s tan cia in fi n d ave l de um o u t ro, em bora pe la lei c ada um d eve viver como q eu rr e onda q eu ira, s en do q ue e sta q u es tao da pro pr i e dad e da te r ra, j á f o ia ki e x p li cita ada em forma mui to de eta talhada, da en o r me m en tira q ue é a forma em q ue a t ra ze mose o ca minho se rá todo o c on t rá rio, da me s ma forma q ue em br eve a ene r g ia e a g ia se rá as si mida com b em ine t g ra n te do corp oe porta n to afastada das co nsi de rações de p os se, pro pr i e dade o u ren di m en to e c on mico na per s pe c t iva em q ue h oje os c on he c emo se t al de eve rá co ns star no s c on t ratos don ovo p ovo am en to, o u seja de ob t re um den sida de pop u la cio n al est en dida p elo terri tori e dd e forma a t ron a do traço ingles de dezembro v ia ave l e c uu id ado na forma ne ce s saria e q ue t am b em as segur aa v ia bil id ado s in v es tim en to s



Em dia recente da América vinha um outro eco sobre vrum, vrum, o mesmo da pequena velocidade, mas desta vez aplicado às cidades, esquecendo-se de trazer feitas as contas às médias que um automobilista na cidade é obrigado pelo enorme fluxo a praticar, talvez dezasseis ou vinte quilómetros máximos por hora, será a média se for tao alta mesmo na fasquia mínima em algumas da mega cidades

Em dia rec en te da am erica vinha um o u t ro e co s ob re v rum, v ru ms, o me s mo da pe q u en a v elo cidade, mas dea st v e z ap sic ado as cidades, es q eu c en do traço do inglesa se de t r ee m fe i to s c on ta sas medias q ue um au tom ob bil t as na cidade é ob rig ado p elo en o r me flu zo a pr a tica r, t alves de sa az ze is o u vinte q u i lo met ros max ino s por hor a, se rá a mé dia se for tao la tam e ms o no mini oe em al gum as da mega cida d es

E sabemos nós de como estas maquinas contribuem em larga medida para a poluição enorme do ar nas grande cidades e como assim, as gentes adoecem, sendo mais afectadas as crianças e os mais idosos, que menos resistências tem a este tipo de agressões continuas, e como seu equilíbrio químico natural se altera e como seriam outras, sem tantos ruídos nem poluição se este tipo de maquinas não trouxesse e criasse estas consequências, e sabemos tambem que se tem dados passos neste sentido, sem contudo inverter a situação na forma e dimensao necessária

E s abe mos nós dec omo es sta s ma quinas c on t rib ue me em l arga med id a para a polu i sao en o r me do ar na sg rande cida de se c omo as si m, as ge n te s ad o ce c em, s en do mais af e cta da sas c ria sn ç as e os mais id os o s, q ue m en os r e site n cias t ema este t ip ode a gre ss o es conti n ua se co mo s eu e q u i li b rio quim i co nat ira l se al te ra e c omo se r iam o u t ra s, se m t ant os rui do s ne m polu i sao se este t ip ode ma quinas n cão t ro ux ess ee ria s se e sta s co nse q u en cia se s abe mo s t am b em q ue set em dad os pa ss os nest e s en tid o, se m c on tudo in v e r te ra sit ua sao na forma ne ce s sária

Todos ainda nos lembramos das imagens recentes na china na altura dos jogos olímpicos, e muitos se recordarão, que até talvez duas décadas atras o que se via nas cidades chinesas, eram sobretudo bicicletas, e neste curto tempo, os automóveis, construíram em larga medida para um permanente manto de poluição que habita em constância por cima das grandes cidades, e que nas vezes trás o sol mesmo velado

Todos a inda nos l en br amo sd as si mag n es rec en te s na ch ima na al tura dos j ogo s o l i mp picos, e mui to s se rec o r da ra o, q ue at é t alve z du as dec ada s at ra s o q ue se v ia na s cida d es ch ine za s, e ram s ob r e tudo bic i l eta se nest e c ur to te mp o, os au tom ove is, c on t rn u iram em l arga me dida para um per man te manto de p o u li são q ue h ab bit a em co ns tan cia por c ima das g rand es cida de se q ue na s v e ze s t rá s o sol me s mo vela la ado

E todos sabemos que com estas ideias e praticas de posse e de privado a maior parte dos carros que circulam, o fazem com um pessoa, se tirássemos a media pelo tempo, obteríamos talvez , uma e meia

E todos s abe mo s que com es sta s id e ias e pr a tica sd e p os see de pr iva ado a maio r p arte dos car ro s q ue cir cu l am, o f az em com um pe ss o ase t ira ss emo sa media p elo te mp o, ob teri amos t alvez , uma e mei a

A ultima boa e bela discussão que eu dei conta no mundo ter sido feito sobre metros de superfície versus os subterrâneos, foi no canada, a as gentes depois de discutirem com inteligência à exaustão os diferentes argumentos, optaram pelos primeiros, pois para além de tudo se provou serem menos onerosos para os bolso comuns onde o dinheiro nunca abunda, e que poe ser comum, de todos , deve ser gastado com o máximo de inteligência, cono e o mesmo se aplica a cada bolso individual, ou seja nem mais razoes existem hoje, nem no plano economico nem no plano tecnológico para que os metros não sejam criados a superfície, pois em sua essência metros são comboios

A ultima bela e boa di sc us sao que eu dei conta no mundo ter sido feito sobre metros de s up e rf fi ce i ve r us os s ub te rr ane os, foi no can da, a as gentes depois de discutirem com intel i g en cia e x au s tao os difer n te s ar gum en os, pt aram pelos pr rim e rios, pois para além de tudo se provou serem menos onerosos para os bolso comuns onde o di ne h ro nunca ab ub da, e que poe ser comum, de todos , deve ser gastado com do circulo do uk máximo de intel i g en cia, cono e o mesmo se aplica a cada bolso in di v du al, ou seja nem mais razoes existem hoje, nem no plano e c oni nico nem no plano te t no lo gi ca para que os metros não sejam criados a s up e rf ice, pois em sua es s en cia metros são comboios

Nestes últimos vídeos que vi no peru, sobre carros um senhor que os veste e que tinha vestido grandes marcas como aston martin e outro, e que agora está trabalhando num empresa na silicon valley que produz carros verdes, dizia que ser verde não tem que ser contraditória com ser sexy, assim eram suas palavras em seu entendimento, do que ele falava, e que as maquinas de locomoção, não tem que ser feiosas ou brutas e que quanto masi se enquadrarem, digamos assim nos cânones actuais, ou seja na diversidade de cânones que existem, mais depressa se tornaram a mais apelativos, e todos sabemos como a publicidade bem se encarrega de criar tendências e linhas hoje em dia

Nestes u l tim os v id e os que vi no peru, sobre carros um senhor que os veste e que tinha vestido grandes marcas como aston mat in e outro, e que agora está trabalhando num me presa na silicon valley que produz carros verdes, dizia que ser verde não tem q u es e rc on t ra di tor ia com ser sexy, assim eram suas palavras em seu entendimento, do que ele falava, e que as maquinas de l oco moçao, não tem que ser feiosas ou brutas e qua q au n to masi se en a q u dr a rem di gás mos assim nos can one s ac tua si, ou seja na diversidade de can one s que e x us te m, masi d e p o r ess ase tron aram a mais apelativos, e todos sabemos como a o ub li cade bem se encarrega de criar t en den cia s e linhas hoje me dia

Uma das pertinentes questões que a bela senhora do tic tac, punha a um dos entrevistados, era, mas como é que isto vai ser afinal, há dois anos se falava no fuel diesel, agora na electricidade, amanha em que, que solução vamos optar, e sendo que algumas soluções distintas se encontram sobre a mesa e ainda bem que assim o é, nomeadamente motores a ar comprimido, mas a solução ideal será aquela que se auto alimentar, e a forma que ja existe e através do sol, portanto se deve para aí caminhar, sendo que as centrais solares nos desertos tudo do mundo que forem necessários, bem como as novas soluções de captação com as tecnológicas nano celulares, em matérias muitos masi versáteis do que os que conhecemos dominantemente até hoje, podem fornecer uma parte muito considerável das necessidade energéticas, em condições técnicas de grande versatilidade de aplicação, e certamente amanha ainda outras formas de produzir energia aparecerão, como aquela que se vem estudando a partir dos micro organismos existentes no mar e outra ao nível das partículas, e será de toda a inteligência que as sociedades canalizem investimento em quantidade quanto baste para estudos e desenvolvimentos desta novas áreas onde se pesquisa bem como de outras que surgirão

Pois mais de metade da sementeira está já feita, e mesmo que não te des conta nem dela, sempre a colheita surgirá

Uma das pertinentes q eu s to es que a bela senhora do tic tac, punha a um dos en t r v ista do s, era, mas como é que isto v asi ser afinal, há dois anos se falava no fuel di es i l, agora na el e t r i cidade, amanha em que , que sol u sao v maos optar, e sendo que algumas sol u ç o es distintas se encontram sobre a mesa e ainda bem que assim o é, nomeadamente motores a ar comprimido, mas a sol u sao id deia al será qq u le que se auto alimentar, e a forma que j + a e x u sy e e at raves do sol, portanto se deve para aí caminhar, sendo que as centrais ds ol ares nos desertos t u dos do mundo que forem ne ce ss aa ps oto lo rio s, bem como as n ova s sol u ç o es de ca pt sao com as tec no li goa s nano celulares, em mat e rias muitos masi v e r sate is do que os que conhecemos do min te mn te até hoje, podem fp o rn ce r uma parte muito c on sid e ravel das necessidade ene r gi tca s, em condi ç o es tec ni iscas de g rand eve r sati li dade de ap li caçao, e certamente amanha ainda outras o fr ma sd e pro d u xi r energia ap a red dc e ram, como aquela que se vem estudando a partir dos micro organismos e x is te m te s no mar e outra ao novel das par tic u l as, e será de t u da a intel i g en cia que as sociedades ca am ma lize m in v es ti u m en to em quantidade quanto baste para estudos e de s en vi l vi m en to s desta novas a rea son de se pe s q u iza bem como de outra que s ur g u ra o


Dizia minha amada na voz da Senhora pelo vento em dia recente, qualquer coisa, como, irra não sei como o fui amor, ele é mais inconstante que um raio de sol, e eu que sempre a ouço, primeiro me entristeci, as nuvens terao aparecido no ceu durante um instante e depois assim em meu secreto lhe respondi, senhora minha, não será porventura, a tua insatisfação a falar, não estarás tu a dizer que o que te dou , eventualmente não te preenche ou não te agrada em mais do que desagrada em menos, pois não trarás senhora amada, pretensão de escolher o amor, embora sempre se o escolhas, mas é ele muito maior de que nos e do que a nossa vontade, e se bem que ele seja um acto de vontade, repara minha amada, que o sol é coisa constante, na realidade é um astro constante de uma constância suprema, como tu feita lua tambem o és, e que ambos irradiando em todas as direcções, nunca deixam dos dois de andar juntos juntinhos no ceu pelo seu amor, e que se calhar falaras do sentimento defraudado de posse ou déficit de atenção, mas repara que um só raio de sol ou da lua, aquece sempre o que toca, e nem por isso tendo infinitos raios e mais alem, não deixam os dois de ter um centro, a gente olha-os no ceu no leito diurno e nocturno de nosso amor e lá estão eles visíveis, radiando, a partir de seu centro, e o mesmo se passa com nós ,amada, um coisa não obsta a outra, embora outras inda existam que nas vezes, quando a arte e frontalidade e a nudez do amor é curta, e os amantes assim não se entendem, depois cobram e geralmente um ao outro, a falta antes de mais de um centro próprio em si

Dizia minha amada na vos da Sn hora pelo vento em dia recente, q u l q eu r dc o isa, como, irra não sei como o fui am o ar, ele é mais inc o sn t ante que um raio de sol, e eu que sempre a ouço, primeiro me en s t r e tec ia s nuvens terao ap a red dc ido no ceu durante um instante e depois assim em meu secreto le h respondi, senhora minha, não será porventura, a tua in sati s facao a falar, não esta ap os t olo ra s tu a dizer que o que te dou , e en tua l que mente não te pr en che ou não te agrada em mais do que desagrada em menos, pois não t ra r as senhor amada, pr e t en sao de e colher do circulo do amor em bora sempre se o escolhas, mas é ele muito maior de que nos e do que a nossa vontade, se bem que ele seja um acto de vontade, e ra pr aa inda minha amada, que o sol é coisa constante, na r e la id a de é um astro co ns tange d eu m c o ns tan cia suprema, como tu feita lua tambem o és, e qua ambos irradiando em todas as di re ç o es, nunca deixam dos dois de and r juntos juntinho s no do ceu p elo seu amor, e que se ca l h ra falaras do sentimento de fr au dad e de posse ou d efe i ct e de at en sao, mas repara que um só raio de sol ou da lua, aquece sempre o que toca, e nem por isso tendo in fn ni to s rai s oe nma si alem, não deixam os dois de ter um centro, a gente ilha do forte do ingles os no ceu no elite o diurno e nocturno de nosso amor e lá es tao eles v isi v e is, radiando, a partir de seu centro, e o mesmo se passo com nós ,amada, um coisa não obsta a outra, embora o u t rr as inda existam que nas vezes, quando a arte e fr ron tali dad e anu dez do amor é curta, e os amantes assim não se entendem, depois cobram e ge rata la primeira que mente obram ao outro, a fla t antes de masi de um centro pro pr rio em si

Dentro das diversas formas de produção energética que o ser criou desenvolveu e implementou, a electrica é das mais curiosas, pois desde sempre assentou numa rede que funciona com fluxo permanente, e que fazia até agora ao se introduzir nela o conceito de produtor celular, foi das primeiras que pelas sua natureza se aproxima em muito do funcionamento do corpo humano, e não dos camelos, que como sabemos armazenam a agua, pois até há pouco anos, o uso das baterias esteve pelo seu próprio condicionamento evolutivo, praticamente arredado deste ciclo energético, e foram elas que pelas novas soluções químicas , permitem agora olhar para esta energia , sua gestão em forma muito diferenciada do que se fez até ao momento, antes esta forma energética, esta energia criou na sua simetria com o corpo, uma grande necessária e permanente colaboração que na realidade se encontra implementada, pois nas vezes a energia que te chega as tomadas vem de uma central que a está injectando na rede, em outras vezes vem de outra, e tu nem dás por isso, como quando teu corpo, funciona em sua perfeição, ou seja em modo harmónico e saudável, e este fazer sempre se sobrepôs às fronteiras nas mais das vezes, tanta a energia vem do vizinho como nós a ele a fornecemos, como os beijos, ou quando te estendo um peça de fruta sentados na mesma mesa, ou divido o mesmo pao pela família reunida

Dentro das di vera s formas de pro c º sao ene r etic aqui q vaso do o ser dc rio u desenvolveu e implementou, a el t ric a é das masi c u riso s, pois desde sempre assentou numa r de que fi n cona com flu zo per man te, e que fazia até agora ao se in t riu di z r me la o conceito de pro du ot celular, foi das p rim ero as que pelas sua nat ti reza que se aproxima em muito do fun cina mn to do corpo humano, e não dos camelos, qu como s ab emo sar m az e m a agua, pois até h ap o u co anos , o uso das bet ria s es tve pelo seu pro p rio condi cona que mente evolutivo, p ra tica m net ar red ad e desta ciclo ene r g etic oe foram elas que pelas novas sol u ç o es quim mica s , permitem agora ol h ra para esta energia , sua g es tao em forma muito diferenciada do que se fez até ao momento, antes esta forma ene r g etic a, esta energia criou na sua simetria com o corpo, uma g rand ene ce sida de per man te c ola br ac sao que na r 3 el aida de se e en c on t ra i mp le mn t ada, pois as vezes a energia que te chega as tomadas vem de uma central que a está injectando na rede, mnas vezes vem de outra, e tu nem das por isso, como quando teu cop ro, fun cina em sua pe rf e i sao, ou seja em mod h ar moni co e s au da ave l, e este fazer sempre se s ob r ep dd pisa s fronteiras na s mias das vezes, tanta a energia vem do vizinho x com on os a ele a fornecemos, como os beijos, ou q au n di es te estendo um peça de fruta sentados na mesma mesa, ou divido o me ms o pap pela f am i l ia reunida

Olha portanto o mundo com esta laranja que te trago em minha mao, ve que sempre uma parte dela em sua rotação está iluminada pelo sol, uma parte a que chamamos de dia e uma escurecida na que chamamos de noite, e que o seu movimento é contínuo, e se vires assim um rede electrica estendida sobre o mundo como a vês com os seus meridianos desenhados no gráfico que simboliza a Internet, poderás então visualizar a mesma gestão que hoje já é corrente nesta energia, a rodar em seu fornecimento, da mesma forma que a terra roda em si mesma e à volta do sol, e não te esqueças nunca que outrora giordano bruno foi queimado pela inquisição quando demonstrou o contrario, ao contrariar as ideias contidas num livro de uma importante igreja do mundo, pois giordano brunos, muitos ainda infelizmente hoje em dia são aqui e acolá queimados, pelos meemos livros ou outros ou ainda pelas ideias, ou ainda pelo falar e pelo agir e pelo fazer

Olha portanto on m un d com eta l ar rn j a qui e t rago em minha mao, ve que se mp e um aparte dela em sua r ota sao está iluminada pelo sol, ma pr te q u ch am ano s de id a e escurecida na que ch mam os de noite, pois o seu movimento é cont nu oe se vires assim um rede electrica estendida sobre o mundo como ave es com os seus mer id ano s desenhados no g raf i co que simboliza a in t ren te, p ode r +as en tao v is ua liar a mesma g es tao que hoje já é co rr en te nesta energia, a rodar em seu for ne cie mn to da mesma forma que a terra roda em si mesma e a volta do sol, e não te es q eu cç as nunca que outro g iro dan o bruno foi queimado pela in q us i sao q u q ando demo sn t ro u o contrario, ao c on t ra r ira s id di e a conti da s num livro de uma importante igreja do mundo , pois gi r dan o sb r un o muitas ainda ine fe l iza que mente hoje em dia são aqui e ac o la queimados, pelos me ms o livros ou outros ou ainda pelas ideias, ou au n da pelo f al r e p elo agir e pe la o fazer

E trazemos agora novas químicas que deram origem a novos sistema de armazenamento energético, melhor dizendo às necessidades de armazenamento, deram e possibilitaram estas novas químicas, e quase todos nos tonamos eléctricos em nossa individual escala, difícil para muitos no mundo, estar um dia sem uma pilha no bolso ou uma tomada por perto, a ainda vivemos com redes de diversas frequências que nos atravessam o corpo usados pelas comunicações e que se tornaram permanentes

E t ra ze mo agora novas quim mica s q u deram origem a novos sistema de ema r ze na m neto ene r ge u to, me l ho di zen d as ne c sis de d e ar am az e nato, deram e de se v lira ram east novas u s argento quim mica se quase todos nos tonamos el e ct rico em no ss in di v ual es cala, di fic l pata muito no mundo, ao es sat r um dia sem um pilha no bolso ou um tomada por perto, a ainda viemos com as redes de di vera s fr e q eu cia s qu en os t ar v es sam o cop ro u isa do s pelas com un caçoes que se ot na r ema pr mane net ts

Não há nenhuma razão desde ontem, para que rapidamente , a curto prazo, se construam transportes que funcionem a energia solar e pelo sol sejam alimentados, e que nos centros das cidades, eles substituam integralmente os que se movem ainda a combustão, e sendo que os construindo com conceitos de escala, similares a carros de golfe, que sejam fechados para se mover mesmo nas condições de chuva e frio, que eles possam ser comuns, ou seja de propriedade comum, cada um que os necessitar no seu trajecto citadino os usa, e assim dar um enorme passo no melhoria das condições de habitabilidade nas cidades e uma redução nos consumos energéticos derivados e feitos por combustão, e que o mesmo conceito poderá ser aplicado a pequenos autocarros, que asseguram o transporte aos que nao sabem ou não querem guiar, e deverão ser autorizados a circular, todos os modelos que funcionem nestas condições, públicos e privados, e se bem se recordam talvez há dois ou tres anos em paris , depois de uma enorme vaga de calor, se criou uma onda muito significativa em numero de utilizadores de bicicletas como meio de transporte na cidade, pois que assim se faça em relaçao aos transportes públicos

Não há ne h uma ra za o desde on te, para que ra pida nn te , a curto prazo, se cos n tua am t ra sm mp o r e ts que fi n cine ema energia solar e pelo sol seja, ml i m en t ado ze que pelo menos nos centro das cidades, eles s ub si tua am in te gral e mn te os que se movem ainda a com b us tao, e sed dn no que co ns t u indo do ponto no s com conceitos de scala similares a garros, carros de golfe, que se sejam f eca hd os para se no ove r me ms o na sc condi º o es de chuva e frio, eles possam s r com un s, ou seja de propriedade comum, cada um que ne ce sis tao s usa do no do per do metro citadino, dando-se um en o rm a passo no me l hora mn te das condi º oe de habitabilidade nas cidades e uma rec u sao ms consumos ene r gi toc der i c ada sd as l oco mo ç o es, o mesmo conceito poderá ser aplicado a pe eu no sat o carros, que ase g u ram o rt ra sn p o r e tao s u q en cao sabem o u não querem guiar, e deveram ser autorizados todos os modelos que fun cine m nestas condi ç oe s, se bem se rec o d mat alvez há dois ou t ra anos em parias , depois de uma neo r me v g ad e calor, se c roi u uma onde muito significativa em numero de utilizadores de bicicletas como meio de t ra sn porte na cidade, e que assim se faça em relaçao aos t ra sn porte es pub lico s

Quando falo em curto prazo, é pensar que num espaço de meio ano, se calhar nem tanto se poderão ter já fabricado as unidades necessárias para garantir os actuais fluxos, e avançar com sua implementação no terreno, pois não há nenhuma razão de complexidade a que isto obste, a não ser a enorme qualidade das beatas que levam a não gestão da cidades, quando é esse o caso, e que entretém o tempo a coçar os ditos e olhar pelas janelas e arranjar caes com ar de sado masoquistas para os proteger dos próprios fantasmas, e caso é para se lhes dizer então, que os mosquitos os comam a todos, e sendo que por este óbice, melhor será prever mais tres meses para os julgar e mandar prender, caso seja necessário, se não quiserem proceder a este ordenamento, certo que um tribunal em sei perfeito juízo e independente sempre dará razão a esta política, pois protege a saúde publica comum e individual, da mesma forma que manter a poluição nas cidades a todos nos mata, juizes inclusive e que falamos de saúde publica e individual e de qualidade de vida e não de morte

Quando falo em curto prazo, é pensar que num espaço de meio ano, se ca l h ra nem tanto se p ode ra ot r e já fabricado as unidades ne ce ss a ap ps oto lo rias para garantir os ac rua is fluxos, e avançar com sua i mp le men taçao no terreno, pois não há nenhuma ra za o de complexidade a que it ts o obste, a não ser a en o rm a qualidade das bea st qeue levam a não g es tap da cidades, quando é esse o caso, e que en t r e t emo tempo a coçar os ditos e ol h ra pelas janelas e arranjar caes com ar de sado maso q eu ista s apara so proteger, e que os mo q eu i to s os comam todos, e sendo que por este ob ice, me l h ro será prever masi tres meses para os julgar e mandar prender, caso seja ne ce ss a ap soto dez rio, se não q eu ise rem proceder a este or dena m neto, certo que um t rin ub do bal em s ue pe rf rito j u i zo e independente se mr e dará ra z za o a esta poli tc cia p o ii s os seu s ar gum en os de s au de publica comum e in di v d aul, da me sam forma que manter a pol u i sao nas cidades a todos nos mata, juizes inclusive portanto falamos de s au de publica e individual e de qualidade de vida e não de morte

E são antes de tudo, sagrados, e a inteligência é o correcto valor numa sociedade que viva em forma saudável e que não se suicide todos os dias um bocadinho,

E são ant es de tudo, sagrados, e a intel tele g en cia é o co rr e ct o v al o rn uma soci e dad e q ue v iva em forma s au da ave l e que não se suicide todos os dias um boca din ho,

agora me vao perguntar o costume, e então como é que se financia isto tudo, como se paga e quem o paga

agora me vao perguntar o costume, e en tao como é que se fi n aia is to tudo, com o se paga e q u emo paga

a resposta que me apetecia dar de rajada pela pouca paciência que trago em vos ajudar , a vocês meus conterrâneos que são cúmplices no roubo de meu filho, da negação dos meus direitos de cidadania e de meu próprio filho e de justiça, seria primeiro e curto, badamerda, vao todos para o dito, matam-se todos se quiserem e pelos vistos com prazer, contudo, como não gosto de deixar nada pelo meio, vos direi

a resposta que me apetecia dar de rajada pela pouca p ac cie en cia que trago em vos ajudar , a vo c es meus c on te r rea ano s que são c u mp l ice es no o r ub o de meu filho, da ne g ac sao dos meus direitos de cida da in ni ia e de meu pro p rio filho e de justiça, se ria do primeiro e do curto, ba da merda do vao todos do para do circulo do dito, contudo com on cão g os to de d e ix ar n ada p elo meio, v os di rei

que antes de mais o valor real é bem viver, e não andarmo-nos a matar, com poluição e utilização de conceitos estúpidos e obsoletos e que nada é mais precioso que a vida e qualidade do viver, e que deveriam então os que se dizem experts em finanças e coisas que tal, se dedicarem a calcular o valor das mais valias que se obterão em diferente domínios, como menos stress, melhor produção, mais alegria, menos confusão, roubos e violência incluídos, ou menos poluição , melhor respirar, corte em x nos custo que suportamos nas doenças que dai advém, ou ainda que o a introdução de uso de objectos comuns influenciara em modo pratico a forma como os valorizamos e que esta pratica se contagia em relaçao ao outras áreas da vida e se altera assim os valores reais, ou melhor dizendo, que se os repõem em seu devido lugar, partindo do princípio que querem continuara viver, e que querem faze-lo do único modo possível, que é trazer o coraçao e não o antigo carburador afinado, e até no aumento da vida e consequentemente do tempo de produção, não é verdade, suas bestas, ou ainda, a diminuição da perigosidade dos acidentes, e consequente economia nos tratamentos e serviços de socorro

que antes de masi o valor r e la é bem viver, e não anda r mi do traço ingles no sa matar, com pol u i sao e u til za sao de conceitos est u pido se ob s le to ze que nada é masi preciso que a vida e qualidade do viver, e que deveriam en tao os que se dizem experts em fina sç as e coisas que tal, se dedicarem a calcular o valor das masi valias que se ob te ra oe m difer n te s om dino s, como menos stress, melhor pro du sao, mais alegria, me ni s com fusão, roubos e viol en cia inc lui id os, ou me s o pi lui c sao , melhor r ep ps siera, corte em x nos custo que suportamos nas doenças que dai ad dv em, ou ainda que o a in t rid u sao de uso no s ob ject os comuns ingles lu en cia ra em modo pratico a forma como os valorizamos e que esta pratica se contagia em relaçao ao outras ares da vida e se altera assim os valores reia s, ou melhor dizendo, que se os r ep poe m em seu devido lu g ra, par ti un d do p rin cip o que querem continuara viver, e que querem faze-lo do único modo p os s ive l, que é t ra z we ero coraçao e não o antigo carburador afinado, e até no au mn to da vida e co nse u q en te que mente do tempo de pro du sao, não +e verdade, sa us bea sta s, ou ainda d di mi nu i ça º o da pe rig os id ad e dos ac in det es, e consequente e c on mia nos tratamentos e ser vi ç o es de socorro

por outro lado ainda estamos verdadeiramente no ponto de rebuçado da chamada crise económica, o exemplo mais gritante , foi a mudança de clima no espaço de menos de uma semana, das declarações, dos diversos políticos com diversos cargos de gestão publica e financeiro, que na semana passada, aqui em portugal, vieram com uma bela tranquilidade prenha de optimismo, dizer, que aqui não havia nenhum problema , que estava todo garantido e falavam seguros e sorridentes e diziam as mesmas mentira abismais, que me pergunto mesmo, nas vezes, se pensam mesmo, como o coraçao acrescente-se , pois os vrum vrum que compram à pala dos nosso impostos, são como todos sabemos uma mera prótese fálica de substituição daquelas que mais não tem, é lhes ter ouvido, confiem e acreditem en nós e toda a gente se riu menos eles, pois ninguém em seu juízo nesta altura do campeonato alguma vez confiaria um centímetro que fosse, em meia silaba que proferissem, é quase anedota do século, depois a coisa entrou num outro grau de sofisticação, aí o que se diz ministro de finança, neste domingo que passou, até gaguejava a falar, coisa que nunca lhe viramos, tal era a insegurança e lá fora os queridos dirigentes das massas revolucionárias a caminho do sol ardente, até se reuniram no domingo, que garantiam os empréstimos, mas não ouvi a nenhum explicar como os garantem, onde tem e trazem o dinheiro, visto que ele não está nos cofres de cada ministério, depois ainda mais a coisa se agravou, pois decidiram garantir os bancos que se garantem uns aos outros sem masi acrescentar uma linha que seja, ou seja, curtíssimo, não chega, não vai dar, caput, se assim só for, pois as pensões como se disse, estão mesmo sem cobertura, dai o imenso medo e quase choro que se via nas faces de alguns, arrastai as mas notícias administrai-as a conta gotas, a ver se a coisa não estoura mesmo em grande e se as gentes não vos enforquem e aos banqueiros na praças publicas do mundo, muito bem feito, os melhores augúrios, como se ve, mas se ganha o tempo, se o tempo que nem existe for bem aplicado a preparar o resto do remédio, e como nada se ouviu ainda falar do preparado, deve-se então concluir que não faz parte de intenção de receita, ou seja estoiro garantido no amanha certo, mais dia menos dia e na esperança que a estupidez seja enterrada

isto por estas razoes e ainda outras, que se anunciaram na face da senhora angela que nesse domingo trazia seus olhos mareados, depois morreu um homem,

por outro lado ainda estamos verdadeiramente no ponto de rebuçado da chamada crise e c on om mica, o exemplo masi gritante , foi a mudança de clima no es ap ço de menos de uma semana, das dec l ar ç o es, dos diversos poli tico com diversos cargos de g es tao publica e fi na ce iro, que na semana p ass ad, aqui em portugal, vieram com uma bela t ra n q u i lo dade prenha de o pt is mi s mo, dizer, que aqui não havia en h um pro b do lemam , que estava todo garantido e falavam seguros e sorridentes e di za iam as mesmas mentira abismais, que me ep r g un to me ms o, nas vezes, se pensam me ms o, como o coraçao acrescente-se , pois os vrum v rum que com rp ar a pala dos nosso impostos, são como todos s ab ben os uma mera pro te se f al lica de s us bt titu i sao da q eu el que masi não tem, que é lhes ter ouvido, confiem e acreditem en nós, todas a gente se riu menos eles, pois nin g eu me m sue j h u i zo nesta altura do cam pe on a ta alguma v e s z com fia raia um c en tim en t ro que fosse, em meia silaba que pro fe r rise mé quase a ene d ota do século, depois a coisa entrou num outro grau de s o fi st i caçao, aí o que se diz mini t ro de fina s ç a, neste do mig o que passou, até g a g au e java a falar, coisa que nunca lhe viramos, tal era a in se g ruan ça e lá fora os q eu i r do s di regentes das mass sas rec vo lu cio na raia sa caminho do sol ar d en t re, até se reuniram no domingo, que garantiam os me mp r es tim os, mas não ouvi a nenhum explicar com o sos gara n te, onde tem e trazem o di ne iro, visto que ele não está no sc o fr es de cada minis teri a, depois ainda masi a co isa sea g ar vo u, pois decidirem garantir os bancos que se garantem uns aos outros sem masi ac rec s en tar uma linha que seja, ou sej c ur ti s simo, não chega, não vai dar, caput se assim só for, pois as pen s o es como se disse, es tao mesmo sem cobertura, dai o imenso medo e q ua see choro que se via nas faces de alguns, ar r rasta ia s mas no tica s ad min st rai do traço da inglesa asa conta gotas, a ve r se a co isa não es to u t q am es mo em g rande e sea s gentes não vos enforquem e aso bam n q eu iro ana pr acs pub licas do mundo, um do to bem feito, os melhores au g u rio s, como se ve, mas se ganha o tempo, se o tempo que nem existe for bem al i c ado a preparara o resto do remédio, e como nada se oo u vi u a inda f al r do pre epa ra dao, d eve do ponto da se en t º cao c on lui r que não faz parte de in t en sao de recita, ou seja es toi to garantido no amanha ct r to, masi dia m en ni serpente do dia en a esperança q ue primeira est up do circulo de dez seja en te rr ada

deixando por aqui hoje estes comentários sobre estas matérias, é de perceber que se decidiram a imprimir papel, portanto devem ser garantidos se necessário por leis como vos disse em texto anterior a existência de financiamento canalizados para financiar estas actividades, depois em caso de não chegar na perspectiva da rentabilização e custo dos carrinhos e autocarros e camionetas de transporte ou o que for, bicicletas, que cada um ponha lá um moedinha como hoje faz nos parquímetros, e sendo que com esta solução, nem é necessário masi tê-los, portanto não se enche o rabinho a mais uma cambada da mesma família de abusadores das coisa publica, que se oferecem casa a tres escudos às cortes, com amplamente provado, donde só temos mesmo é a ganhar, alias já está ganho

deixando por aqui hoje estes comentários ob r e estas mat e ria s, é de pe rc e br que se decidiram a i mp rim e i r a pa ep l, porta not devem ser garantidos se ne ce s sario por leis como vos disse em texto ante r iro a e x is ten cia de fina cia manet maneta w coa ni l iza do s para fia n cia r estas actividades, depois em caso de não che g ra na pe rp es ct iva da ren t ab i li x za cap e custo dos car rin h se autocarros e cam ion te as de t ra sn porte ou o que for bic i l eta s, que cada um ponha l á um moedinha como s h oje faz nos pa rui metros, se sendo qua com esta sol u sao, nem é ne ce s as ap s ot dez rio masi te do traço do ingles de dez os porta n to não se e cn he o ra bin ho am asi uma cambada da mesma f am i l ia de ab usa dor e das co isa o ub lica, com amplamente por v ado, donde só temo sm es mo é a g ana h ra lia sj á es t á gan ho

deve-se tambem investir em estudos de novas químicas, pois existem muitas outra soluções que estão a ser estudadas, e esta questão é determinante no evoluir de toda esta solução, as empresas de carros clássicas, deveria desde ontem, como vos disse há muitas luas atras investir neste domínios para garantirem a manutenção dos empregos ou pelo menos bom pagamentos a seus empregados e sendo que trazem muitas masi valia, nomeadamente na automatização de linhas de produção e montagem que poderão ser utilizadas tambem para montar estes carrinhos e para prover todas as cidade do mundo

deve-se tambem investir em estudos de novas quim nica s, pois existem muitas outra sol u ç o es que sta o a ser ess t u dada se esta q eu s tao e det r emi na te noe v lui r de tod a esta sol u sao, as me presas de ac r ros c la iss ca s, deveria desde on te, como vos sie e há muita s l ua st ra s investir neste do mini os para garantirem a manu t en sao dos empregos ou pelo meo no s bom pagamentos a seus empregados e sendo que trazem muitas masi valia, no me ad dam m nete na au tom iat za cap de linhas de pro du sao e montagem que p ode ra o ser utilizada tambem oara montar estes carrinhos para por ver todas as cidade deo mundo
a prova da vitória , foi a que hoje talvez nem um semana depois de ter começado a escrever este texto, do aparecimento aqui em portugal de um novo tipo de baterias, ou melhor, de uma base para as fazer, que me parece assim à primeira vista muito promissória, e sendo que outras soluções tem aparecido um pouco por toda a parte no mundo

a p rato da ova da rua da vitória , f o ia q ue h oje t alvez nem um se mana dep o is de te rc om eça ado a es c rever est re texto, do ap ar rec i m en to aqui em portu gal de um n ovo t ip o de bate ria s, o um el homem ro, de uma b ase para as f az e r, q ue me pa rece as sima p rim e ira v ista mui to pro miss ó ria, e sene do q ue o u t ra s sol u ç o es te m ap a rec ido um p o u co por toda a p arte no mundo


Depois na mesma sequência de vídeos no peru, observei no mesmo alinhamento um senhor, que trazia por detrás dele uma estante cheia de livros , que me remeteu para a minha, e falava ele, ou melhor explicava que as gentes na América pouco percebiam de dinheiro, que a maior dos termos usados poucos os percebiam , o que é um facto em todo o uno mundo, e uma realidade com um propósito muito claro, que é esse mesmo, que ninguém o compreenda, pois assim sempre se justifica melhor, que alguns o saibam, e as gentes assim enganadas pela ignorância, sao assim levadas como carneirinhos cegos, estupidificados, pois quem masi sabe trás sempre a obrigação de ensinar a quem menos sabe, e como se viu estas ficções assim feitas na vida e no viver, criam muitos problemas a todos sempre, mais tarde ou masi cedo, como se vem agora provando e sendo que um eco recente na América numa notícia dava conta de faltarem dois triliões de dólares nos fundos destinados a pensões como mais uma vez a Palavra o previra que assim a coisa estivesse e que até a estas garantias que as gentes ainda tinham, estão elas mesmo em risco

D ep o is na me sm a se q un cia de v id e os q ue ob serve ino me s mo al in ham n to me ap ar e c eu um sem hor, q ue t ra z ia por det ra s dele uma t es t ante che ia de li v ros , q ue me reme t up para a min h a, e fla ava el e, ou me l hor es p li c ava q ue as ge n te s na am erica p o u co per ce b ima de din he iro, q ue a maio r dos t remos usa do s p o u cos os pe rc e b iam, o q ue é um f ac to em todo o uno mundo, e uma r e la id a de com um p o rp s o is to mui to c l aro, q ue é ess em es mo, que nin g eu mo c om pr en da, p o is as si m se mp r e se j us ti fi ca me l hor, q ue al g u ns o sa ib am, e as g ene ts as si m en gan da s pe la i gn no ra n cia, as º o as si m l eva da s c omo car me i rin ho s c ego s, est u pi di fi c ado s, p o is q eu m masi s abe t rá s se mp rea ob rig ac sao de en sin ar rac eu mm en os s abe, e como se vi u e sta s fic ç o es as si m f e ita s na vi da en ove e rc r iam mui to s po rb l ema masa todos se mp r ema, mais t arde o uma si ce do, c omo se eve m agora por van ando e s en do q ue um e co rec en te na am a erica nu ma no tica d ava conta de f al ta rem do is t ri l h o es de dol ar es no d f un do s de s t ina do sa p en s o es como masi uma ave za pala vaso ra o pre v ira q ue as sima co isa est ive s se e q ue at é a e sta s gara n tias q ue as gene ts a inda tin ham, es tao e la s me s mo em r isco

Depois a imagem no eco aqui em minha casa preciso, sem contudo o ser em seu todo e por isso pergunto ao senhor, que mesmo seu nome nem creio ter fixado, ou aos do tic tac aí ou aqui o que efectivamente querem dizer, como o que não disseram em seu todo, pois como vos disse, estou sem paciência para entrelinhas, e não deixei de perceber um certo tom de ameaça que me desagradou, veja lá se as estantes não vos caiem a todos em cima

D ep o isa i mage m no e co aqui em min h ac asa pre c is o, se m com t u do se rem s eu todo e por iss o per gun to ao s en hor, q ue me s mo s eu no me ne m c rei o te r f ix ado, o ua os do tic t ac aí o u aqui o q ue efe ct uva m net q eu rem di ze rc omo o q ue n cão di ss e ram em s eu todo, p o is c omo v os di s se, es to use m p ac u en cia para en r e linhas, en cão de ix e id e pere be rum ce rto tom de am e aça q ue me de sa g ra do u, veja l á se as est ant es n cão v os ca e ema todos e m c ima

Que era sobre o local de guardar como a antiga ou moderna , do dinheiro, por baixo do colchão e sei eu, e sei que o senhor tambem o sabe, que o estava dizendo para mim, sobre o dinheiro que eu trago, e que muitos, aos quais o senhor certamente terá então que estar também ligado para o saber, que me entram em casa, sem pedir autorização, e o dinheiro que eu guardo é de um outro, se chama de Luz e Verdade, coisa muito incomoda para alguns e muito jeitosa como valor para outros, sobretudo se, se, o obtiver antes de ser tornado publica como o tenho vindo a fazer, ou seja fez o senhor prova de que trás essa ligação, e que o tic tac que aqui tambem está via a mao de bálsemao, serão então os que mandam entrar a alguns em meu espaço provado, e isto senhor, é de muito mau tom, e pior é ter terminado como o disse, que não deixariam de passar mensalmente, é caso para vos mandar dar uma volta ao bilhar mesmo muito grande, e sendo que determinado está mo ceu e no espirito que quem o faça, seja homem ou mulher, visto que tambem me chegou o eco que pensam que tal nao se aplica as mulheres, que quem aqui o fizer irá sempre penar e em muito grande!

Q ue e ra s ob reo l oca l de guarda rc omo a ant i ga o u moderna , do din he iro, por ba ix o do co l chao es e i eu, es e i q ue o s en hor t am b em o s ab e, q ue o e ts va di zen do para mim, s ob reo din he iro q ue eu t rago, e q ue mui to sao s quais o s en hor cc e rte man tete rá en tao q ue es t ra t am b é ml e gado para o saber, q ue me en ct ram em c asa, se m ped i r a au tori iza sao, e o din h ero q ue eu g ua r do é de um o u t rose c h am ad e luz eve rato e rda de, co isa mui to inc o moda para al g u ms e mui to jeitosa c omo v al o r para o u t ros, s ob r e tudo se sea ob t iv e r ant es de ser tor n ada publica c omo o tem ho v indo a f az ero u seja fez o s en hor a p o r v ad e q ue t rá s ess a li g aç sao, e q ue o tic t ac q ue aqui t am b em est á v ia a mao de ba l se mao, se ra o en tao os q ue man dam en t r ra a al g u ns em me u es paço pro ova ado, e is to s en hor, é de mui to m au tom, e pi o r é te r te r min dao dc omo o di s se, q ue n cão de ix ar iam de ap assar men s al mente, é c as o para v os man da r da rum a vo l ta ao bil h ra me ms o mui to g rande, e s en do q ue det r emi na do est á mo c eu e no es pei rito q ue q u emo fa ç la, seja h ome o u mul her, vi s ro q ue t am b em me che g o u o e co q ue pn es sam q ue t al na se ap li ca as mul he r es, q ue q eu m aqui o fi ze r irá se mp r e p en ar e em mui to g rande!

Uma outra possibilidade contudo se afigura e sou eu justo, que é o senhor estar assim em modo diagonal a dizer-me de terceiros, contudo a resposta integral, se encontra no corte da faca das palavras no parágrafo anterior, e fartinho estou eu de dizer, se me querem ajudar, o façam em modo claro, como se eu tivesse cinco anos de idade, que é como se deve falar às bestas e aos carneirinhos cegos, e sendo o problema que diz ser, o melhor é tambem aí na América encontrar um forma clara de falar com as gentes sobre dinheiro em forma clara, para que elas aprendam a descodificar, deve ser tambem por isso que faltam aí tantas escolas e tantos bons professores, a partir da pré primária, e deve ser tambem por isso que ainda existe aí tanto racismo, e tanta violência

Uma o u t ra p os s o ib li dade c in tudo se a f u g ur a es o u eu justo, q ue é o s en hor est ar as si m em modo dia g on al a di ze r do traço da inglesa me de t rec e iro s, contudo a r es posta in te gral, se e c non t ra no c orte da faca das pala v ra s no para g rf ao ante rio r, e f ar tinho est o u eu de di ze r, se me q eu rem au jad ra, o f a ç am em mode o c l aro, q c omo se eu ti ve s se c inc o ano sd e id a de, q ue é c omo se d eve f al ar às be sta se ao s car ne eu rn ho sc ego se s en do o p o rb l ema q ue di z s ero mel hor é ta m b em ai na am a erica en c on t ra um forma clara de fa al rc om as g en te ss ob re din he iro em forma clara, para q ue e la s ap ren dam a de sci d fi car, d eve ser t am b em por iss o q ue f al tam ai t antas ess co la l ase t ant os bo ns pro f esso r es, a p art tir da pré pr maria, e d eve ser t am b em por iss o q ue a inda e x s u te aí t ant o rac is moe t anta viol en cia

Seus filhos da tremenda puta!

Eu dou ajuda a quem ma solicita, mas não gosto nem admito que entrem em minha casa e copiem ou tomem notas ou levam o que for sem me pedir autorização primeiro, que fique claro de uma vez por todas

Eu do u ajuda a quem ma sol i cita, mas n cão g os to ne m ad mito q ue en t rem em min h a cas e co pi em o u tome m n ota s o u l eva am o q ue for se m me ped i r au t r iza sao p rim e iro, q ue fi q ue c l aro de uma ave z por todas

O oráculo ds sua própria escola, lembra o que sempre disse, na casa do sono se faz o julgar e as entregas, que são feitas regularmente e isto para quem o sabe, diz tudo, não se ponham portanto a armar a bestas


O o rac u dez ds sua pr ip ria es c o la, l em br a o q ue se mp r e di s se, na cas do s on o se f az o ju l g ar e as en t r ega se is to para q eu mo sabe, di z tudo, n cão se pon ham oport porta anto a ar mar a be sta s

Se o para do quadrado do europeu mo o sabe, que o confirme, ou morra já!

Depois a susan sharadon, a passar, seria antes ou depois de por aqui ter passado em lisboa, a passar rápido por detrás da uma truman, capote, escrevem meus dedos como terceiro nome seu que não o é, capote, de vestimenta eu se usa para se esconder, ou ainda truman capote, um outro personagem, ou ainda capote como preservativo, e a uma a falar, sobre um filme que nem percebi, pois sua expressão era um misto de preocupação, nervosismo e tristeza, ah menina que sois bela e se tiver problemas é só dizer, ou se meta num aviao e venha me visitar, que eu em contrário não o posso fazer, como sabe, se trouxer medo que eu lhe morda, ou algo assim, venha com sua amiga maria que me conhece, aqui no ar pela sua capa, a vingança de novo ressoava em dia recentes, vestida de amarelo, espada de sabre na mao, que bem lhe fica, se calhar agora a preocupação era outra, a partida de paul newman, que ecoara em meu escutado em forma distinta da que foi oficialmente apresentada, pois tambem as letras aqui disso tinham dado conta, ou melhor e masi especificamente, de uma serie de passes que de alguma forma remetiam para ele, ou que o ponham a ele no centro de uma qualquer acção por tabela, espanha, e um anzol da estiva, um daqueles preciso que ele usara no filme em que pela primeira vez em meu coraçao ficou a morar, lodo no cais, e depois vi as imagens e a seu lado, dele, ali estava a mais bela das minhas fadinha que por aqui tambem aparecia nos jornais com aquele vestido assim castanho clarinho com preginhas sobre so seios que lhe fica muito bem, ali estava ela com ar de tristeza , ele o paul newman, com seus braços e seu calor, parecia tentar animá-la e dar-lhe conforto, um dizer no espirito , estranho se seu sentido, poderia encaixar, num escutado recente, a estrela tinha saído de orbita, presumia-se a orbita chamada normal, quando alguém de galáxia composta, ou seja definidas geralmente por um sol, nem que seja negro e de destruição completa, o diz, e que agora tinha voltado a sua normal orbita, ressoava em mim, outra frase, desta vez pela angelina avivava sobre gwen, que relembrava aquilo que dizem ter sido uma depressão, que nem essa certeza trago em meu ver e meu pensar e meu coraçao, gosto eu muito da gwen alguém lhe faça mal, e mato

Dep o isa s usa n shara don, a p assa r, se ria ant es o u dep o is de por aqui ter pa sado em l is boa, a ps sar rá pido por det rá sd a uma t ur man, cap ot e, es c r eve m me us dedo sc omo t rec e iro no me s eu q ue n cão o é, ca p ot e, de v es tim neta eu se usa para se es conde ro u a inda t rum a capo te, um o u t ro per son a ge me a uma a f al ar, s ob r e um fi l me q ue ne m pe rc cebi, p o is s ua e x press sao e ra um mi s to d e pro cu ap a ç º cao, ner v isis mo e t is te za, a h me nina q ue s o is be la e se ti v e r es p ob l ema s é s ó di ze r, o use met a n uma v ia o eve n h am me v isi t ra, q ue eu e m c on t rá rio n cão o ps s o f az e rc omo sabe, se t ro ux e r medo q ue eu l he mo rda, o u al goa ss im, v en h ac om s ua amiga maria q ue mec on he ce, aqui no ar pe la s ua c ap a, a vin g ança de n ovo r esso ava em dia rec en te s, v est dinha de a mna r elo, espada de s abe rena mao, q ue b em l he fi ca, se ca l h ra agora ap rie co up sao e ra o u t ra, a par tid a de p au l ne w mna, q ue eco ra em me u es cut ado em forma di s tinta da q ue f o i o fi cia le mn te ap r es neta ada, p o is t am b em as le tt ra sa ki di s so tin ham dado conta, ou mel hor ema si es pe ci fi ca m nete, de uma se rie de p ass es q ue de al gum a forma r e met iam para el e, o u q ue o p on ham a el en o centro de uma q u q lu e r ac sao por t abe la, es p anha, e um e zo l da est iva, um da q eu le s pr e c is o q ue el e usa ra no fi l me em q ue pe la p rim e ira ave ze m me u cora sao fi co ua mor ar, l odo no cais, e dep o is vi as i mage ns e as eu l ado, de le, al i est va a mais bea das min h á f ad din h as que por q eu i t a m b em ap ar e cia nos jo rn a is com aquele ve dt id dn ho as si m cas t na m h ao c l a rinho com pr e gin h as s ob r es o seios q ue l he fi ca mui to b em, al i est av el ac om ar de t r iste za , el leo p au l ne w man, com se us br aços e se u ca l or, par e cia t en t ar na b ni má do traço da inglesa de la e dar 4 do traço do primeiro ingles com for to, um di ze rn o es pei rito , es t ranho se s eu s en tid o, p ode i 4 ra li en caixa rum es cut ado rec en te, a es t r e la tinha sa id o de o rb bit a, pr ess u mia do traço da inglesa lee sea o r b it ac h am da norma l, q u ando al gume de gala x ia s co mp postas, o u seja de fe in ni id as ger la que mente por um si l, ne m qu es e j a ne g ro e de d e s t u i sao co mp l eta, o di ze q ue a g ra tinha vo l t ado as ua norma l o r b it a, r esso s v a em mim, o u t ra fr ase, de sta ave z pe la ange l ina ave vava s ob re a g w en, q ue r e l em br ava aquilo q ue di ze m te r sid o uma dep r press sao, q ue ne m ess a ce rte za t rago em m eu ve r e me u pen sar e meu cora sao, g os to eu mui to da g w em al gume l he f aça m al, e mat o

O oráculo diz , se a mais bela princesa do reino pretender disputar a coroa à rainha, que o faça, terá o apoio do rei, que diz, a rainha vai como morta, prefere manter-se no amor distante e o rei vai cheio de tesão, terás a minha faca e meu braço, se o quiseres intentar, e sairás vitoriosa, assim lhe manda ele a ela dizer, e não sou eu oberon

O roc au dez di z , sea masi be la p rin ce sa do rei on o pretender di s p u t ra ac o ro aa rai n h aqui do q ue o faca, te rá o ap oio do rei, q ue di za r ian h ava com o morta, pr efe re man te r do traço da inglesa seno amo r di s t ante e o rei vai che e ode te sao, te rá sa min h a faca em eu br aço, se o ki ise r es in t en t ar, e sa ira s vi ti rio sa, as si m l he manda el lea e la di ze ren cão s o u eu ob e ron

Um outro oráculo de imagem mostra a rainha vestida de vermelho no cimo da pagina do jornal, cabelos doirados, seu ar é de contentamento, certamente a chefe das bandidas dos carros que ficam entalados em cima de pedaços de pontes como metáforas de coisas quebradas

Um o u t ro o ra c u dez de i mage m mo st ra a rai n h ave s tid a d eve rm l ho no c imo da pa gun a da laguna do jo rn a k, cab e dez s do irados, s eu ar é de c on t en tamen to, ce rta mn te ac he efe das ban dida sd os car ros q ue fi cam en tala ado se mc ima de ped aços de ponte sc omo met a fora s d e co ia s q eu br ada s

Um outro oráculo vos diz, sois livre para tudo, tudo o que fizeres será sempre inscrito na lei, mas o rei nem que tenha de subir outra vez ao ceu, rasgará a estrela dos cinco circulos das vossas maldições, por debaixo dos leitos do azar e vosso poder, será reduzido a pó e com ele tudo a que ele ligaste, escolhei pela ultima vez, e bem

Umo ur cir irc vaso do culo da o rac u dez di z, s en hor as o is l iv re para tudo, tudo o q ue fi ze r es se rá se mp rei ns c ru ton a lei, mas o rei ne m q ue tem hade s ub iro u t ra v e za o c eu, ra s gara rá a e ts r e la dos c inc o cir cu dez s das v os sas ma l di ç o es, por de ba ix o dos lei to sd o az ar e vo ss circulo da p da ode r, s en hor ase rá r 3 edu zi do a pó e com e le tudo aqui da ue e lp primeiro e li gás te es co l hei pe la u l tim ave z e be m

Tal fazer, terá contudo uma consequência que vos sabeis, ou porventura não, que é , de todo o que assim foi feito em modo junto, se destruirá tambem , e isto quer dizer uma coisa muito simples, o mundo será mergulhado no caos equivalente ao que se encontrava no anterior, por isso nem ouseis faze-lo ou fazer perigar em algum modo ou jeito quem assim estiver unido pela Eternidade, pois assinareis pesada e gravosa sentença

T al f az e r, e t rá c on tudo uma co nse q eu en cia q ue v os s ab e is, ou por v en tura n cão, q ue é , de t o do o q ue as si m f o i fe i to em modo j un to, se de s t u i rá t am b em , e is to q eu r di ze rum ac co isa mui to simples, o mundo se rá mer gula hd on o caos e q u iva lente ao q ue se en c on t rava no ant te rio rp o risso ne m o use is f az e do traço da inglesa se de dez o u f az e r pr i g ar em al gum modo o u je i to q eu m as si m est viver uni do pe la E te r ni dad ep o isa s sin a reis pesa ada e g ra vo sa s en t en ça

Outra inda linha do mesmo oráculo, assim rezou em noventa e quatro, XVI, ou o primeiro vaso invertido do x na fundação ,ou pela fundação da gulbenkian, dos serviços de musica nas jornadas de musica antiga , o tempo de purcell, um meio tijolo de vidro com algumas bestas em cima queimadas, em posição de estrela inclinada

O u t ro ta a inda linha do me sm o rac u dez, as si m r e zo ue m noventa e quatro, XVI, ouo p rim e iro vaso invertido do x na fun da sao, do circulo da up e la fun da sao da dag do vaso primeiro dol do ben ki da am, id dam da manha, dos ser vi ç os de mu sica nas jo rna ada sd e mu sica ant i g h a , o te mp ode do purcell, um mei o ti j olo de vi dr o com al gum a s betas das bet às e mc ima q eu ima da se m pi s sao de est r e la inc l ina ada

LIMITO-ME A DIZER OBJECTIBAMENTE O QUE PENSO, CHEGAMOS AO ESTREMO – LIMITE DO PERIGO

dez m oto lo le do mito do traço da inglesa me ad vaso do se do rato , ob do ject ct iba que mente do circulo do pen serpente do circulo do che dos gamos ao est remo do traço ingles do li mite do pe do rig circulo

Neste estado chegaram a Procopio`s bar Town, entrando como um flecha em Mosca´s Basílica por còcácos tower,

Nest e estado ad che g ram a pro cip i o ap ps t olo serpente do bar do to w n, en t r ando como um f le cga em Mo sa ap soto dez da serpente de ba si lica por coca, sapo cos dos cacos da tower, hi ho ace

que assim à minha leitura declina, o nest do estado, ou seja, quando do nests e a cama foi feita no aparelho do estado, cc certamente na montagem da perseguições arregimentando cavaleiros para tal efeito numa qualquer irmandade de bestas dentro das múltiplas capelas do estado, o outro citado nas finanças, ali estava em dia recente no lançamento do terceiro livro do herói nacional, por tao valorosos feitos, que dá pelo nome da pinto da costa, numa casa publica do porto, com um piano sem pianista, o ambiente era de pesar, como se o lançamento , fosse mais uma espécie de velório,

q ue as si me min h a lei tura dec l ina, o nest do estado, ou seja, q u en dodo nest ts e a c ama f o i fe i t ano ap ar e l ho do estado, cc ce rta que mente na mon tage m da per se gui ç o es arri ge m en t ando c ava lei o rato da spa rea t al efe i to numa q u q lie ur rato i r man dad e de be sta s den tt ro das mul t ip la s capelas do est ado, oo u t ro cita ado nas fi na s ç as, al i es tva em dia rec en te no lan cç am en que mente da te do te rc e iro l iv ro do he roi n ac cio n al, por t º ao v al o roso s fe i to s, q ue d á p elo no me da pinto da costa, n uma c asa publica do porto, com um pi ano sem pi ani sta, o am bie n te e ra de pesa rc omo se o lan la men to do lamento , f os se mais uma es pe cie de eve do primeiro, do acento na ria,

chegaram ao procopio, aqui desvelado em algumas visoes, o tubarão grande, o mont blanc, ou o monte do blanc da gulbenkian, entrando como um flecha sem mosca apostolo da serpente basílica, da cobra de olhos fendidos da serpente em moscovo, qual delas, a que se repercutira em beslan, na chamada queda do regime da URSS ou mais recente ainda, neste episódio de guerra, ou ainda estas todas e mais algumas juntas, por còcácos , assim grafado m com o acento na primeiro sibila invertido, com coa coca cacos, ou os cacos da coca do coa , co do ia, o paulo, ou ainda pela ligação com a palavra seguinte com os cacos da torre, ou seja da queda das torres, pagina dezanove, titânia , historia hermética em tres religiões e um só Deus verdadeiro com vistas a mais luz como goeth queria , o da assírio e alvim

che g ram ao pro co pi o, aqui de s vela ado em al gum as vi s o es, o ti barão g rande, o mont b l anc, ou o mon te do b l anc da g u l b en k iam, en t r ando como um f l e cha se m mosca a ps oto lo da ser pr n te b as i lica, da cobra de o l ho s f en dido sd a serpente em moscovo, q ual de la sa eu se re pee rc ti rá em be sn l am, na ch am da q eu da do r e gim e da URSS ou mai s rc cente a inda, nest e ep do pi s o dido de guerra, ou a inda e ts sas todas e masi al gum as j un t as, por coc a ps ot dez da ser pen t sc cos , as si m g raf ado m com o ac en to na p rim e iro sibila in v e r tio dc om coa coca c aco s, o u o s c aco s da coca do co ia, o a inda pe la li g ac sao com a pala vaso do ra se gui n te com os c aco sd a to e rt, o u seja da queda das torres, pa gina dez ano ove, ti t z ani a , hi s tor ia her met i ca em t r es r e li gi o es e um sid e us v e rda de io com vi sta sa mais luz cv omo goe t h q eu ria , o da as sirio e ak la vi m

queria mas não tem nem terá!

quem são então os bandidos que chegaram nessa tarde ao procopio, com algo que o poeta e ou sua imaginação ou a visao, viu assim chegar, com essas assinaturas de tempos que ainda nem substanciados , se tinham?

Q eu um da são en tao so bandidos que ce h g ram ness a t arde ao por rc ópio do pio do pi do circulo, com al g o q ue o poe eta e o us ua ima ge ina a oo ua visao, vi u as si m che g ar, com a ess a sas sin at turas de te mp os q ue a inda ne m s us bta n cia ado s , se t in ham da foice

A ua da uma da ge ina sabe, porque o viu!

Mas outras personagens colaterais se desvelam, e por elas certamente, cada uma então trará seu pedaço deste negra história, são elas, apolo, vénus, a urania da lista grega, oberon o principe da floresta, a titânia do sonho de uma noite de verão, a rapariga de negro vestida mala na mao com asas pretas, tita nin, ver titânia, os seres voantes, os seres marinhos, os seres quadrados, is mé nia, a judite, muito importante, que repetia a canção agora na tv, a entrevista, a entrevista, sem dizer qual, portanto sabendo qual, o juliao, que foi o primeiro, das fotos do bosque em bologne, o diabo, o do elevador de sta justa, o filosofo grego, carlos, o do cais de sodré, arquimedes de lontano, a zezinha, a roseta, a galinota, a marquesa, o fincas e a galga, o nuno bombeiro, a velha do barbeiro, a florista , o anomino que escreve sobre titânia, as maes e o rimbaud, todos eles terao seu pedaço da conta a contar, sobre o nascimento de titânia que quando nasceu das ondas deixou lá um buraco do tamanho de um homem, o mesmo que acontece, antes de se dar um tsunami, a agua desaparece, por um instante, assim safou a menina inglesa sua família no do sudoeste asiático, ao vê-lo na praia, obrigado amada

Maso u t ra sp e r son a ge ns co la teri as se de s vela am, e por e la s ce rta que mente, c ada uma en tao t ra r ás eu ped aço de este ne g ra hi s tór ia, são lelas apolo, v en us ur ani a da li sta grega, ob e ron do principe da flor est sta a, tita ni a do sonho de uma no i te de eve ra do verão, a ra ap riga de negro v es tid am ala da mala na mao com a sas pr eta s, tita nin, ver tita ni a, os s r es vo ant es, os ser es marinho s, os ser es q ua dr ado s, is mé nia, a judite, mui to im porta n te, q ue r e pet tia a can sao agora na tv, a en t r e vasp ista, a en t r v ista, se m di ze r q ual, porta n to sabe n doca ual, o juliao, q ue foi o p rim e rime do iro, das f oto sd o bo s q ue em b olo gn ne, circulo do diabo, o do el da eva dor de sta justa, o filo s o f o grego carlos, o do cais de sodré, da ar da quim e de sd e l on t ano, a ze zz, mosca, in h aa ro ste, a gali ni ta, a mar q eu se, o fi n ca sea da gal ga, on uno bom be iro, ave l h ado do barbeiro, a flor ista , o ano mino q ue es rc e s ob re tita ni a, as maes e o rim ba u dt o do seles es te ra os eu ped aço da conta do ac on t ar, s ob reo do nascimento da tita ni a q ue q u ando na sc eu das ondas de ix o u l á um bi rac o do tam na ho de um h ome, o me sm o q ue acontece, ant es de seda ar um ts una ami, a agua de sapa rece, por um i ns t ante, as si m safo ua em nina inglesa sua f a mi lia no do dodo este as iat i coa ove .do ponto de dezembro na praia

Ora aqui está, pela pena de cesariny, ou do ce sar sari de ny

E que pena é esta de cesariny, a ultima pagina do manuscrito, trás um desenho do rei sol em sua barca descendo o nilo, símbolo falando, e depois o livro acaba antes de um outro período que no original, se desvela ter sido riscado, e que seria a resposta que ele elaborara, sobre a o que cairá em cima de quem tenha tido a paciência de chegar ao fim da livro, uma resposta que depois riscou, e tudo isto de repente começa a cheirar a mais um isco, um isso feito por um isco, baseado em algo que se terá ou não passado no procopio, onde eventualmente por jeito a jeito ou nem tanto, e então ainda por cá andarão umas testemunhas, como por exemplo a menina judite de sousa, para que quando alguém, como eu por exemplo, ligasse estes pequenos pedaços, então virem dizer, vêem, como nós temos razão nesta , quê, acto de verdade, ficção, ficção que a ser ficção, trás que objectivo, acertos de contas, armadilha para acertos futuros no tempo, uma vingança para levara a morte eventualmente quem trás culpas no cartório, e eu a gastar meu tempo, nestas embrulhadas de gente como e menina judite, que trás nome de policia, e que nem claro e até ao fim consegue falar, badamerda!

E q ue pena inglesa, ou sej ada dor inglesa, é e sta de cesar i ny, au l tim a pa gina do manu s c rito, t ra s um de s en ho do rei sol em s ua ba rca de sc en do o ni lo, s im b olo f al ando e dep o is o l iv ro ac ab a ant es de um o u t ro pe rio do q ue no ori gina al, se de s vela ter sid o r sica ado, e q ue se ria a r es posta q ue el e el ab bora ra, s ob rea o q ue cairá em c ima de q eu m t en ha tid o a p ac ie n cia de che g ra ao fi m da l iv ro, uma r es posta q ue dep o is r iscou, e tu do is to de r e pen te com eça a che irar am ais primeiro isco, um iss o fe i to por um isco, ba sea ado em al g o q ue se t e rá o un cão passado no pro co pi o, onda eve en tua le m te por je i to a je i to o un em t anto , ent º cao a inda por cá anda ra o uma s t es te m unhas, c omo por e x e mp dez a menina judite de sousa, para q ue q u ando al g eu mc omo eu por e x e mp dez, li gás se est es pe q eu no s ped aços, en t º cao v ire m di ze r, ve em , c omo nós te mo ps ra za o ne sta , q u ê, ac to de eve rda de, fic sao, fi ca o q ue ase r f i c sao, t ra s q ue ob ject ivo, ac r e to sd e contas, ar ama di da ilha para ac e r to s f u tor s no rt e mp o, uma vin g ança para l eva ra a norte ee v n tua l que mente q eu m t rá s c u l pas no cart ó rio, e eu a gás t ar m eu te mp o, ne sta s em br u l h ada s d e g en te como e me nina judite, q ue t ra s no me de policia, e q ue ne m c l aro e at é ao fi m c on se g ue f al ar, ba da mer da!

Sabe menina judite , o que me veio agora a memória, aquele filmezinhos do arquitecto a ir ao cu das meninas, o arquitecto do fado, como bem o assina na casa do bnu ao lado das antigas instalações da rtp, e de que ao que pareceu nessa altura a menina dizia-se ter tambem protagonizado, como actriz, como uma deixa sonora que me foi assim relatada, assim não, mas ao que parece lá se deixava ir, mesmo se queixando

S abe menina judite , o q ue me veio agora am e mor ia, a q eu le fi l me z in ho sd o ar q u i tec to a ir ao cu das me ninas, o a rui tec to do fado, c omo b em o as sin ana c asa do bnu ao l ado das na to gás i ns t al ç o es da r tp, e de q ue ao q ue pa rece u ne s sa al tura a me nina di za do traço da inglesa se te r t am b em pro t a g oni za do, como ac t r i z, c omo uma de ix a son ara q ue me f o ia ss im r e la t ada, as si mn cão, masa sao q ue pa rc e l á se de ix ava ir, me s mo se ki x ando

Lembro-me eu da imagem quem surgiu no espirito quando me contaram da história que segundo me disseram surgiu em copias vhs que eram dadas mao em mao paras pessoas na sua monumental estupidez verem, certamente pata dizerem muito mal e se calhar para se excitarem muito para seus actos, masturbatorios ou puta que os pariu a todos, nas vossas cabeçinhas cheias de merda perversos, cassete esse que não me lembro nunca de ter visto, portanto nem sei mesmo se tal história é verdadeira, ou se foi um boato para foder o taveira, ou ainda uma história que pelos seus ingredientes, sexo, poderá ter sido inventada para cobrir determinados rituais que assim sobre essa capa foram feitos, ou seja , posta a correr, para proteger alguém, o outros alguns que o terao feito e sendo assim terao feit coisa mesmo grande no ponto de vista da maldade obtida

L em br o do traço da inglesa me eu da i mage m q eu m esu r gi un o es pi rito q u ando me c on tara am da hi s tór ia q ue se g un do me di ss e ram s ur gi u em co pi as v h s q ue e ram dada s mao em mao paras pessoa s na s ua mo nu me mn t la est up pide dez v e rem, ce rta mente pata di ze rem mui tom al e se c la h ra para se e x cita rem m mu tio para se us ac to s, m as t u rba tori os o u puta q ue os p ai ua to osso, nas vo s o sas cabe cinhas che ias de mer da per v ero s, ca s sete ess e q ue n cão me l em br o n un cade t r e v is to, porta n to ne m se i m es o set al hi s tó ria é v e rda de ira, o use f o i um boa to para f ode er e ro taveira, ou a inda uma hi s tó ria q ue pe l s o se us in g red in te s, sexo, p ode rá te r s id o in v en t ada para co br i r det r emi n do s ritu a is q ue as si m s ob r e ess a c ap a f o ram fe i to s o u seja , posta ac o rr e r, para pro te g ar al gume, oo u t ros al g u ns q ue o te rao fe i to e s en do as si m te ra o feit co isa me s mo g ram de no p on to de v ista da m al dad e ob tid a

A imagem que me apareceu era um postal de correio com um desenho com um traço muito especifico, o do mordillo, e era a fachada de uma das torres das amoreiras, toda aa escuras, de noite e numa janela no ultimo andar se via em contra luza amarela, uma silhueta de dois a se enrabarem, e depois acho que inventei mesmo uma frase mas já não me recordo, ainda pensei faze-los , pois era natal, e certamente teria sido um sucesso comercial

A i ma ge m q ue me ap ar e c eu e ra um post al de co r rei o com um de s en ho com um t r a ço mui to es pe ci fi co, o do mor di ll o, ee ra a fachada de uma das torres das amo rei ra s, toda aa es cura s, de no ite e n uma jane la no u l tim o anda r se v ia em c on t ra l uza am ar e la, uma si l h u eta de do isa se en rab a rem, e dep o is ac ho q ue in v en te i me s mo uma fr ase ma sj á n cão me recordo, a inda pen se i f az e do traço ingles de dez serpente , p o is e ra natal, e ce rta que mente te ria sid o um s ux esso da comercial

Grande filhos da tremenda puta!

Sendo mordillo, esta besta estará certamente implicado no tremor de terra que se deu na argentina!

S en dom o r di ll o, est a be sta est a rá ce rta que mente i mp li ca do no t r emo r de te rr aqui da ue se d e un a ar g en t ina!

Ressoa isto agora na historia dos bichinhos de conta das folhas da amoreiras, das lagartas, da hibernação da semente do diabo, das torres nas torres, no procopio masi uma vez, ou sej anos processo, semelhantes, directo no sentido de preparatórios ou não, em sequência com o ritual , ou ritual equivalente ao das quedas das torres, mas isto a menina judite melhor saberá , se é verdade em que nele de alguma forma participou, mesmo que vendada, e sendo que nest momento em que isto escrevo anda em mim a imagem da floresta ao pe do guincho na serra com as tais arvores todas torcidas por um vento e fogo não muito natural, digamos assim

R esso a is to agora na hi s tor ia dos bic h ino sd dec on t ad as fo l h as da amo rei ra s, das lagartas, da hi berna sao da semem te do dia bo, das tor r es nas torres, no pro cop pi o ma si uma ave zo u sej ano s por c esso, sem l h nat es, directo no s en tid ode pr epa ra tori os o un cão, em se q u e n cia com o ritu al , o u ritu al e q u iva l e mente ao das quedas das torres, mas is to a m en ina judite mel hor s abe rá , se +e vere dad e em q ue ne le de al gum a forma par tic cp o u, me s mo q ue v en dada , e s en do q ue nest mo m en to em qu e is to es c r e vo anda em mim a i mage m da flor est ao pe do gui n c ho nase ra com as tais ar vo r es todas tor cida s por um v en to e f ogo n cão mui to nat ur al, di gamos as si maior

Já parece ser isto tudo um linha do padre pedofilo que escreve no dn, e que como serpente que é, insinuava em artigo recente, talvez do sabado passado, nas suas entrelinhas, que o problema era a boa memória, como se a boa memória fosse alguma vez problema, a boa memória depois do que chama de restauração, que ele saberá o que andou ou nao a restaurar , ou a vender com restauração, e como a memória é sempre boa de se ter em sua maxima extensão, a questão è a falsidade, é muito claro, chama-se medo, e se ele existe, e porque trazem as maos manchadas de crimes, o medo , é de serem apanhados, seus filhos da puta, e diz-se o senhor, padre e ao que parece a igreja católica apostólica e romana o cobre mantendo-lhe as vestes o que parece alargar tambem o domínio da co responsabilidade, aos abusos infantis , e assim sendo, aqui pergunto, como é senhor papa? Vai deixar este assunto resolver-se em Deus, ou age dentro da obrigação que trás perante as crianças do mundo?!

J á p ar rece ser is to tudo do primeiro da linha do padre pedo fi s ar gn neto dez q ue es c r v en o dn, e q ue c omo serpente q ue é, in sin ua ava em art i g o rec en te, t alves do sabado, o passado, nas s ua en t r e linha s , q ue o pr e ob l ema e ra a bi o am emo ria, c omo se a boa me mor ia f os se al gum ave z pro b lea, ab da boa m emo ria dep o is do q ue c h ama de r es t au raçao, q ue lee sabe rá o q ue anda o u o un º ao ar es t au ra r , o ua v en de r c om r es tau raçao, e como a me mor ia é se mp r e boa de se t e rem s ua maxima e x t en sao, a q eu s tao e a f al sida de, é mui to c l aro, c h am a do traço do inglesa se med oe se e lee x is te, e po ru q w t ra s ze mas maos man c h ad as de c rim es, o medo , é de se rem ap ana hd os, se us fi l h o d ap da puta, e di z do traço do ingles do ze o s en hor padre e ao q ue pa rc cea igreja cat o lica ap os to l i ca e romana o cobre man t en dodo traço do pi rm e iro ingles as v est es, o q ue pa rece al ar g ar t am b em o do mini o da co r es ponsa bil id a de, aos ab uso s in fan tis e as si m s en do, aqui per gun to, c omo é s en hor pap a foice v as i de ix ar este as sun to r es solve r do traço da inglesa se em deus, o u a ge den tt o da ob rig ac sao q ue t rá s pe r anta as c r ina s ç as do mundo da foice da seta do ponto do e x cir cu l la na maça

Portanto um cabrão ligado as negócios da restauração, na linha, o segundo do eno ria da manha, o uso da crianças como velas, a ceia da igreja católica, o romana e o senhor do cobre, e ainda inglaterra, tudo isto se desvela em cima, e a seta à maça, filhos da tremenda puta!

Porta n to um c abrao loi gado as ne g o ciso da r es tau raçao, na linha, o se gim dodo eno ria da manha, o us o da c r ian ç as como ve la sa ceia da igreja cato lica, o romana e o s en hor do cobre, e a inda inglaterra, tudo isto se de v s la em c ima , fi l h os da t rene n da puta!

Em sua aparência, o livro do cesariny, diz ser a edição e de noventa e quatro, o que encaixa neste escutado projectado pelo espírito sobre os ciúmes, mas assim como o ouvi, tambem outro sentido se abre, pois se existe alguém, imaginemos, ou consideremos, que me trás amor desta forma tao envenenado e que se mantém longe de mim, mais estranho e inconsistente parece dar a qualidade do dito, e então, este dito soa mais a engodo e capa, a pedaço de drama de pescadores, que o lançam e esperam que a rede o apanhe, para cimentar o seu próprio drama, alimento da lama, dizia a bela menina do destino do outro lado dor rio, em plano distinto, contudo semelhante, que sim e que não , sempre alimento, mas que alimento, venenos?

E m s ua ap ar en cia, o l iv ro do cesar i ny, di z se ra edi sao e de n ove en ta e q ua t ro, o q ue en caixa nest e es cut ado pro ject ado p elo es pei r to s ob reo s ciu me s, ma s as si m c omo oo u vi, t am b em o u t ro s en tid o se ab re, p o is se e x is te al gume, ima g ino s, o u co nsi de remos, q ue met ra s amo r de sta f oma tao en v ene n ado e q ue se man te m l on ge de mim, mais es t r anho e inc on sis t en te pa rece da ra cali dade do dito, e en t º ao, este dito soa ma isa en god oe capa, a ped aço de dr ama de pesca dor es, q ue o l na ç am e es pera ram q ue a rede o a p anhe, para ci men t ar o s eu pro p rio dr ama, al i m en to da lama, di z ia ab e la menina do destino do o u t ro l ado dor rio, em p l ano di s tinto, c on tudo semem l h ante, q ue si me q ue n cão , se mp r e al i m en to, mas q ue al i m en to, v ene nn os da foice

Sabemos de uma serie de estranhas mortes todas na aparência inexplicáveis aqui e não só, pois mais uma linha se abriu quando evoquei, dronwing by numbers, que me levou até a morte de uma serie de jovens num estádio de futebol europeu, a que irei quando acabar estas tretas destes fumos que estes cabrões aqui me tentam enredar, e de repente alguém supõem saber quem está por detrás delas, e assim cria uma teia em forma de drama, que é combinado com alguns em postos estratégicos da comunicação social e nao só de forma a que assim paulatinamente se vá investigando, o que seria justo, ou então, o perverso, a tentativa de apanhar no futuro alguns sem mesmo explicar os motivos, o que dá para cobrir todo o tipo de motivações, desde qualquer vingança de amor não correspondido até pagamento de mortes diversas, o que eu vejo é rás por todo o lado e dividas entre eles e serem reguladas, como sempre com sangue inocente, no sentido em que nem sabem o que se passa, a correr, e isto não abona a favor de nenhuma parte, nem consequentemente lhes garante ou é de garantir qualquer perdão, sw apareceu agora de novo, portanto um da lista, será obviamente o al berto

S ab en mo s de uam se ire de es t r anha s mo rte s todas na ap ar e c nia ine s p lica ave is, aqui en cão s ó, p o is mai s um a linha se ab roi u q u ando evo q eu i dr o wing b y num be r s, q ue me l evo u at é am mo rte de uma s rie de j ove en s n um e ts sa di ode f u te bo l eu rop eu, a q ue i rei q u ando ac ab r e sat ts t rata s de ste s f u mos q ue est es c ab ro ea aqui me t en t am en re terceiro do quadrado da ar, e de r e pen te al g ue m s up poe em, saber q eu m est á por det rá s de la se as si mc ria um te ia em forma de dr ama, q ue é com b ina ado com al g u ns em p os to s e ts rate gi cos da c xo muni caç º sw ao soci al en º cao s ó de forma a q ue as si m p au la tina que mente se vá in v es ti gan do, o q ue se ria j u st o, o u en tao o per verso, a t en ta vi t va de ap anha r no f u t ur o al g u ns se m me s mo e x p lica t ros m ot ivo s, o q ue dá para co br i r todo o t ip ode m ot iva ç o es, de sd e q ual q eu r vin g ança de amo r n cão co rr es pon dido at é pa g am neto de mo rte s di ver sas, o q ue eu ve jo é rá s por todo o l ado e di vi da s en t re el es e sw r e rem r e gula da sc omo se mp rec om sangue ino c en te, no s en ti do em q ue ne m s abe mo q ue se passa, ac o rr e r, e is to n cão ab bona a f avi o r de n en h uma p arte, ne m co nse u q nete que mente l he s gara n te ou é de gara n tir q ual q eu r per dao, sw ap ar e c eu agora de n ov, porta n to um da l ista, se rá ob via am que mente do circulo da al do berto

Longe muito aparece no corte, mas aparece como sentido longue, ou seja o tal bar onde se passou os eventos de noventa e oito ali ao pá do rio, e ouvi eu depois do dia da assembleia na spa, pelo espirito claro dizer, fui eu que tentei destruir-te, o nono de noventa e oito e no dia seguinte m ou seja na madrugada no dn on line, ali estava outra vez o mega ferreira com o lançamento de um seu novo livro com uma historia muito complicada, que nem li, serás tu meu cabrão? És capaz de o dizer em modo claro, seu filho da tremenda puta!

L on ge mui t ap ar e ce no corte, masa pa rece c omo s en tid o l on g ue, o u seja o ta l bar onda me mat ram em n ove en ta en ot e al ia o ped do rio, e o u vi eu dep o is do dia da as s em b lei ana spa, p elo dez es pei rito claro di ze r, f u i eu q ue t en te id es t rui rato da inglesa te, o nono de no v en ta e oito e no dia se g un te mo u sej ana madruga ado ao bar iro dn on l ine, al i est ava o u t ra ave zon e g a ferreira com o l anca mn to de um s eu n ovo l iv ro com u ms i h si toi ra mui to com p lica ada, q ue ne m li, se rá s tu me u c abrâo foice é s ca p az de o di ze r em modo c l aro, s eu fi l h o da t r e man da puta!

Contudo apareceu-me outra vez um texto meu aqui publicado com dois anos onde eu falo que quando souber quem é este nono de merda e abusador de crianças lhe dou com afivela do cinto tres vezes no meio das pernas e o meu cinto está ao lado do livro da expo de noventa e dois de sevilha, que já qui entrou na imagem do pico das torres de nova yorque e sendo que agora neste texto mais uma vez se desvela o mesmo cabrão da sete a seta à maça, ou tendo nela participado, portanto poderá ainda ser este o nono, que provavelmente será o cabrão pretensamente importante, esta o livro da expo de noventa e dois, em cima da mesa de tres pés em pétala, portanto um maçónico, rosa, ou seja um cabrão de um socialista do partido socialista, que quando souber ao certo quem és estás fodido e bem fodido!!” el cabra do r za mon de ele cta de sevilha, cta é carlos cruz, serás tu meu filho da puta? Ramon, ou presunto, jambom, ou o principe do presunta da primeira manha , o do segundo om

C on tudo ap ar c eu .me o u t ra ave z um texto me u aqui pub lica ado com do a is na os onda eu f alo q ue q ua ando s o uber q eu mé este nono de mer da e ab usa dor de c r ian s ç a l he d o u com a f ive la do c in tot r es v e ze no mei o d as pe rna sm e om eu c in to est á ao l ado do l iv ro da e x p ode no v en ta e o di sd e s e v ilha, q ue j á ki en t ro un a i mag me do pico da as tor r es de nova yorque e s en do q u q e a gor a nest texto masi uma ave z s ed es vela o me s mo c ab ro ac o mo a sete a s eta à maça, o u t en do ne la par tic cp ado, porta n to p ode rá a inda z ser este o nono, q ue por v ave le mn te se rá o c abrao pr e t en ds sa que mente em mp porta n te, est ao l iv ro da e x p ode no v en ta e do is, em c ima da mesa de t r es p es em pet ala, porta n to um maço no cp o, rosa, o u seja um c abrao de um soci al ista do par tid o soci al ista, q ue q u ando s o uber ao ce r to q eu m és est ás f o dido e be m f o di fi d !!” e l c ab ro ado r za am mon de el e cta de s e v ilha, cta é car l os da cruz, se rá s tu meu fi l ho da p o u ta da foice ramon, ou pr 3 es sun to, j am b om, o u o pr ron cp e do pr da sunta da p rim e ra manha , o do se gun do om

sevilha Expo noventa e dois electa, ou invertendo, at circulo ce la e si circulo de at ne vaso on circulo da p do xe primeira do homem do primeiro da iv es spa n ho al serpente, da se do vaso da ilha do x no p em ove en t a

Sevilha, ecoa em mim nas gentes ciganas onde em dia seguido a ultima imagem na infante santo no eixo da ar telecom, um outro ao passar, fez faíscas com o isqueiro bico, ou seja com dizendo, que era dali que vieram as faíscas do bico do pássaro, em dia anterior lá em baixo ao caminhar, dei de novo debaixo da ponte e em frente a ar telecom, com o aro de arame com um bico, que um dia encontrara ao lado do carrinho de mao da vendedora das castanhas com o funil para baixo em alcantara, aqui relatado, e sendo que no sitio que o encontrei, que fora no dia em que dei com a piscina de bebes e olhei de fora a fundação oriente, ali as pedras da berna amarela, estreitam até se tocar, ou seja me veio nessa altura a imagem de linhas do tua à visao da memória, pois, fora mais ou menos nesse tempo que o ultimo acontecimento ali se dera , depois no seguimento da visao da fundação do oriente, e da leitura sobre o monjardino no pingo doce, se deu a seqeuncia de eventos já aqui relatados, neste capitulo do livro

Se v ilha, e coa em mim n a sg en te s cig ano as onda em dia se guido a u l tim a i mage mna in fan te s anto ni e ix o da ar tele com, um o u t ro ao pa s sar, fez f aica s com o is q eu iro bico, o u e j ac om di zen do, q ue e ra dali q ue vi e ram as f aica sd o bico do pa ss aro, dia ante i ro r l á em ba ix o ao ca min h ar, de id en ov de ba ix o da ponte e em fr en te a ar tele com, com o aro de ar mae com um bico no emi miro, q ue um dia en c on t r ar aa o l ado do car rinho de mao da v en dedo da dora das castanhas com o f un nil para ab ix o em al can tara, aqui r e la t ado, e s en do q ue no siti o q ue o en c on t rie, a gira q u f o ra no dia em q ue dei com a pi sc ina cina de bebes e ol hei de f o ra a f un da sao o rei n te, al ia s ped ra sd a berna am ar e la, est rei tam at é se toca ro u seja me veio ness a al tura a i mage m de linha s d o t ua à visao da me mor ia, p o is, f o ra masi o um en os ness e te mp o q ue o u l t imo ac on tec i m en to al ise de ra da , dep o i sn o se gui n to da visao da fun da sao do o rie en te, e da lei tura s ob reo mon j ar dino no pingo doce, se d eu a se q e un cia de eve en to sj á aqui r e la tao ds, nest pr e c is o l iv ro

Seu filho da tremenda puta quem nem seu nome ainda fixei, que o senhor certamente nem trás um nome, pois para o ter com a idade que desvelou perante meus olhos, em sua cara de veneno venenoso, teria que ser homem, e o senhor das duas umas, ou se demite já ou prende os bandidos começando por prender o bode do juiz do supremo que nao cumpre a lei e consequentemente age como terrorista e prende tambem o senhor antonio costa, que é bandido e terrorista, com responsabilidade criminal na morte de cidadãos desta cidade no mínimo que seja por incompetência, se não souber da luvas e dos compradios e das casas a trinta paus para os amigos de vinte anos das cortes varias que assim se fidelizam e se fazem as juras das lambe botas, e das puta que os pariu, e prende o cabrão do socrates que é cobridor de pedofilos e prende o governo tudo tambem pois a governação é solidária, e esses cabrões para alem de perseguições varias, cobrem quem me trás o filho roubado, e se não o fizer, pois deve ser da mesa e da mesma pandilha, só assim se justificaria terem nomeado um senhor com ar de cao malvado que muito ladra, e provavelmente um torturador, que se demita ou morra já, seu filho da puta, não sabe que a sua função e prender terroristas e não sabe das leis? E porque não as cumpre, os senhores continuam nesta merda de não atitude e eu vos garante que vos levo ao tribunal penal internacional penal com a acusação de terrorismo e se as vossas tremendas e largas garras por ali tambem se estenderem levo-os direitinho de seguida para o inferno, ou seja abro-vos uma campa!

S eu folho da t r emenda puta q eu m ne m s eu no me a inda fi xx e i, q ue o s en hor ce rta que mente ne m t rá s um no me, p o is pat ra ot rec om i id ad e q ue de s velou pe rna te me us olhos, em s ua cara de v ene no v ene no s o , te ria q ue ser h ome, o sem hor da s du as uma s, o use de emi mit e j á o u pr en de os ban di s os com eça n do por pr en de ero do bode do juiz do supremo q ue n º cao cu mp rea lei e co nse q un e te que mente a ge como te rr os r ista e pr en de t am b emo s en hor antonio costa, q ue é ban dido e te rr o rita, com r es p os ns ab bil id a dec rim ina al na morte de mui ts cida do sa ne sta cidade no mino q ue sej por inc o pet en cia az en cão s o uber da l uva s e do s com pr ad di os e das ca sa as e da s puta q ue os pa riu, e pr en de o c abrao do s o cat es q ue é co br id dor de pedo fi dez se p ren de o g ove r no tudo t am b em p o i isa g ove r na sao é soli dá ria, e ess es c ab ro es para el am de per se gui ç o es v aria z s , co br em q eu m met ra s o fi l ho o ru b ado, e se n cão o fi xe rp o is d eve ser da mesa, me s ma pan di da ilha, s ó as si m se js u ti fi caria te rem no mad o um s en h or com ar de cao m al v ado q ue mui to la dr a, e pro ova ave l que mente um tor ur ad da dor, q ue se de mit a ou ma zo r rajá, s eu fi l h o da puta, n cão s abe q ue as ua fun cç sao e pr en de r te rr is ts t as en cão sabe das lei s da foice e por q un cão as cu mp reo s s en hor e com t uma ne sta mer dad en cão at i t u de e eu v os gara n te ki ue v os l evo ao t rib u anl p en al ine rt n ca ion la p en al com a ac us sao de t 3 e rr o sir moe sea s v os sa t r em n da se la z r gás das garras por al i t am b em se e ws n t en de rem l evo do traço ingles do os di rei tinho de se guida para o inferno, o u seja ab r ivo s uma ca z mp la

E lhe digo mais uma coisa, trato eu de assuntos de terrorismo por inerência, e portanto quanto mais tempo e merda os senhores andarem a fazer, criando enredos e novelos e novelas, o sangue qu eno uno mundo ocorrer, vos será na sua parte certa imputado, perceberam bem!

E l he di g oma si uma co isa, t rato eu de as sun to sd e te rr ori s mo por ine ren cia, e porta n to q u anto masi te mp oe ne rada os s en h ro es anda rem a f az e r, c r ian do en red os e n ove lo se novelas, o san g ue q u en o un o mundo oco r e r, v os se rá na s ua p arte ce rte i mp puta ado, per cebe ram b em!
!
as titas nin

e para concluir este fio, este enredo e esta capa, apareceu agora a bela tita , depois de ressoar em titania, ou a tita ni primeira, que é uma bela senhora, que eu só de a olhar lhe enviei assim muitos beijinhos que espero que os tenha recebido e que lhe tenham sabido bem como a mim souberam, pois fartei-me de consigo falar assim doce docinho, e parecida com a ajuda dos bandidos colocando as fotos ao lado , com a angelina jolie, portanto deverá ser uma espécie de alter ego, e ainda, uma outra declinação por semelhança e dissociação, e da parecença no arquétipo sobre dos nariz da princesa do reino ao lado, e sendo que estando a princesa viva, deve então querer-se referir à morte da sua outra irma, tipo loiro, com a bela charlize, será portanto uma referencia ou insinuação ou drama acusatório montado e um escutado projectado ontem pelo ceu que dizia, estou a dizer-te que a rapariga dos olhos azuis, é que é responsável pelas inversão da aguas, já aqui neste preciso texto citado, com a agravante das aguas não virem mencionadas, pressupõem-se do nascimento da vénus invertida, quem sabe, a bela menina certamente, margarida, a pinto , acrescenta um outra qualquer linha que já nem me recordo mas que fará sentido cumulativamente aos leitores e a Deus e depois um foto da bela tita com malmequeres, a remeter para eles, e cornucópias, da alison, certamente, ou seja a menina responsável por inverter as aguas do nascimento da vénus alison, ou alison, como imagem da outra bela grega e ainda da falsa grega do cabo espichel, de milo, talvez, assim seja como dizem, com uma outra linha a referência a uma outra senhora que em principio está por detrás mas que poderá não estar, ou seja símbolo ainda, da condessa das aguas da vida, ou seja um historia falsa contado a uma que depois conta a uma outra, ou seja ainda dum rumor e ou de um boato, e depois vem isto ainda com uma pretensa historia que o dn começou a montar há dois fins de semana salvo erro, com um anuncio de contra capa, coisa muito rara, e portanto a dizer, que era distinta a história, com uma fonte italiana, não sei se trevi, com um tridente das aguas para ela virado, e que é uma completa historia que se completa naquela edição e que me pareceu vir como presente, de mac cain, que aqui remete para a moret do mc cain, morto pelo guarda abel, certamente segundo a história antiga, não necessariamente em correspondência com a de agora, em suma a linha do dn de há quinze dias, seria que o ritual do tridente das aguas tinha vindo de italia, que teria sido ali lançada a maldição à minha pessoa, eventualmente, e portanto de alguma forma ligado com a id dos malmequeres, e se assim o é, que mostrem as provas, pois a mim isto tudo me parece um pouco capas de histórias a esconder outras coisas muito mais vastas

ep do para c on c lui r este fio , est e en red oe e sta capa, ap ar e c eu agora ab e la tita , se é a bela de la, poderá ser ainda uma referência a bambi vaso, dep o is de r esso ar em tita ni a, o ua tita ni p rim e ira, q ue é um be la s en hor a, q ue e us ó de a olhar l he envie ia ss im mui to s bei j in h os, q ue es p ero q ue os t en h ar 4 e ce bid oe q ue l he t en ham s ab id ob e mc omo a mim me s o ub e ram p o is f ar te i do traço da inglesa me dec on sig o f ala r a ss im do ce doc in h oe e pa rec cida com a ajuda dos ban dido s c olo can do as f oto sao l ado , com ana ge l ina jo lie, porta n to d eve rá ser uma es p é cie de alter e goe a inda, uma o u t ra dec lina são por semem l h ança e di s soci ac são, e da par e c en ç a no arquete ip o s ob red os na ri z da p rin c es a do rei ino ao la ado, e s en do q ue est ando a p rin c es a v iva, d eve en tão q eu r e r do traço da inglesa se r efe r ir à mo rte da s ua o u t rai rm a, t ip o loi iro, com a be la ch ar l ize, se rá porta n to uma refer en cia ou in sin ua são ou dr am a ac usa tó rio mon t ado e um es cut ado pro ject ado on te mp elo dez ceu q ue di z ia, es to ua di ze r do traço da inglesa sas te q ue a ra pa rig ado s olhos az u is, é q ue é r es ponsá ave l pe la s in v e r são da aguas, j á aqui neste pr e c is o texto cita ado, com aa g rava n te das aguas n cão vi rem m en cio n ada s, pr ess u poe m do traço da inglesa se d o nascimento da v en us in v e r tid a, q eu m s abe, ab e la me nina ce rta tam mn te, mara g rid a, ap in to , ac r es centa um o u t ra q u l q eu r linha q ue j á ne m me record o ma s q ue fa rá s en tid o cu mul t iva mn te as os lei tor ee a De use dep o is um f oto da be la tita com m al me q ue r es, a r e met ra para el es, e co rn u co p i as, da al i son, ce rta que mente, o u seja a m e nina r es pons ave l por inverter as aguas do nascimento da v n us al is ode mi dez, t alvez, as si m seja c omo di ze mc om uma o u t ra linha a r e fr en cia a uma o u t ra s en hor a q ue em pr rei cip i o es t ra por det ra s mas q ue p ode rá n cão es t ra, o u seja s im b olo a inda, da conde s sa das aguas da vi da, o u sej um hi s tor ia fla sa c on t ado a um q ue dep o is c on ta a uma o u t ro, o u seja ia inda d um rum or e um boa to, e dep o is v em is to a inda com uma pr e t n sa hi s tor ia q ue o dn com e co u a mon t ra h á do is fi ns de se mna s alvo e r ro, com um anu cio dec on t ra capa, co isa mui tora ra, e porta n to a di ze r, q ue e ra di s tinta a hi s toi ra, com uma fonte it a l ina, n cão se ise trevi, com um t rid en te dente das aguas para e la vi irado, q ue é um cam p l eta hi s tor ia q ue se com pe l t ana q eu la edi sao e q ue me pa rec u vi rc omo pr es en te, de m ac cain, q ue aqui reme te para a moret do mc cain, mor to p elo guarda abe l, ce rta me m te, se gun do a hi s tór ia na ti gan cão ne ce s sari e m te a c o rr es pond dec cia com do agora em s uma da primeira da linha do dn de h á quin ze dias, se ria q ue o ritu al dot rid dente das a h ua s tinha v indo de it al ia, q ue t rei as id o al i lança ada am al di sao à min h a pessoa, eve en tua al que mente, e porta n to de al gum a forma li gado com a id do s m al me q ur es, es e as si mo é, q ue mo s t rem as pr ova s, p o isa mim is to tudo me pa rece um p o u co c ap as de hi s tap ps oto dez da ser pen t ap soto dez serpente da ria sa es conde ero ro u t ra s co isas mn nuit masi iva sta as

e a menina paris dos hotéis hilton, ao lado na mesma sequência das imagens do dn, como a mais misturar , ou baralhar as correspondências das insinuações com que assim fazem as pescarias e tentam a prova das incriminações

e a menina paris dos hotéis hilton, ao lado na mesma se q eu en cia das imagens do dn, como a mais misturar , ou baralhar as co rr es ponde n cias das in sin ua ç o es com que assim fazem as pescarias e tentam a prova das inc rim ina ç o es

assim de memória , me vem a imagem de uma italiana num verão depois do rompimento da família, o único que passei com meu filho até a data, de uma bela italiana que por lá apareceu, ou que lá estava e que nos olhamos assim na proximidade das cadeiras de praia com alguma profunda intensidade, que era muito bela, e trazia sandálias, doiradas, e depois ao ver isto tudo agora, me lembrei de uma outra tita, que uma vez a monica calle, para mim se virou e me disse, tu conheces a tita, que está em inglaterra, eu que não, pelos menos não referenciei, que é muito bela, eu lhe disse a sorrir, se é bela, devo certamente a conhecer, se não é pena minha, que mais não sei bem, que ela era classificada como bipolar, eu expliquei à monica que tal coisa não existe e me disse ela que quando ela viesse no verão me a apresentava, mas nunca o fez, e me falou dela com um estranho tom, como se estivesse a pescar em aguas de profundidade e de repente dou comigo a pensar, haverá uma outra tita por detrás desta bela tita que agora aqui aparece com uma rosa branca, assim parece, em sua mao? Será uma a capa da outra, neste tremendo jogo de ilusões em que me tentam enredar, e depois me veio a memória um texto recente do nymbopolis, ou nin, ou tita nin, que segundo cesariny, nascera uma vez mulher e outra homem, ou seja , que poderia ser a tita, o tito e vice no verso, ou a bela ruivinha tilda, que rezava estranhamente assim, como rezam nas vezes alguns dos seus textos, já sei que somos múltiplos, a questão está em saber se os meus, dele ou dela, múltiplos eus se encaixam uns nos outros, os teus, eu me fiquei a pensar , este nin, que parece nas vezes uma nin, diz umas coisas estranhíssimas, pois o múltiplo existe no uno, e se o uno sabe das partes tudo vai bem, o teorema da escola de bauthe, de novo a emergir, ah nao me importava eu de conhecer qualquer destas titas, assim ao perto pertinho

as si m de me mor ia , me eve mai mage m de uma it a lina num v e ra o dep o is do rom pi m en to da f ami l ia, o único q ue p ass e i com me u fi l ho at é a data, de uma be la i ta l ian q ue por l á ap ar red c eu, o u q ue l é est ava e q ue no sol h ms o as si mna pr ox i mi dade da s cade iras de pr raia dom al gum a pro f un da in t en sida de, q ue ra mui to be la, e t ra z isa sand a l ia s, do irada se dep o isa ove r is tot u d agora, me l em br rei de uma o u t ra tita, q ue uma ave za mini caca ll e, para mim se vi ro ue me di s set u c on he c es a tita, q u est á em in g la t re r ra, eu q ue n cão, p elo s m en os n cão refer en cei e, q ue é mui to be la, eu l he di s sea s or r rie, s e é be la d evo ce rta que mente a c on he ce r, se n cão é p en a mi n ha, q ue mais n cão se ibe m , q ue e la e ra c la sis fi c ada como b ip polar, eu l he e x p li q eu ia monica q ue t al co isa n cão e xis te e me di s se e la q ue q u ando e la vie s seno vera oma par e 4 sn e tva, mas n un cao fez, e de r e pente do u co mig i a p en a r, h ave rá uma o u t ra tita por det ra s de sta be la tita q ue agora aqui ap arc e com uma rosa br anca, as si m pa rece, em s ua mao foice Se rá uma ac ap a da outra, nest t r e mendo jo g o de i l us o es em q ue met en tam en red ar, e dp o is me veio a me mor ia um texto rec en te do ny m bo polu s, o u nun, o u tita nin, q ue se gun do cesar i ny ,m na sc e ra um ave s mul her e o u t ra h omem, o u seja , q ue p ode ria ser tita, o tito e v ice no verso, q ue r e za ava es t r anha m nete as si mc omo re z am nas v e ze s al g u ns dos se us textos, já sei q ue s omo s mul t ip lo sa q eu s tao es t rá a s abe r se os mul t ip lo se us se en caixa am un sn os o u t rose um me f qi q eu ia pn sar , es t ra nin, q ue p arc en as v e ze s uma nin, di z uma co isa e ts ra ni simas, p o is ca bo o mul t ip lo e xis te no uno, e se o un o s abe das p art es tudo v a ibe mo teorema da es c ola de b au t he, de nov am mer gira h n º cao me i mp porta av eu dec on he ce r q u q l q eu r das du as titas, as simao pet o per tinho


bom , por agora nesta matéria desta trama por aqui fico, quem sabe a ela , a matéria voltarei, se bem que melhor voltasse mesmo era aos lábios da tita, e lá ficasse a morar, mas creio ser a menina casada, e vos digo, aos bandidos, eu trago coisas importantes para escrever, e portanto nao trago paciência para tretas, se sabem quem é minha amada, que é assunto deveras importante e porque razão não está ela qui a meu lado, agradecia, informação precisa, caso contrário é melhor parar com as vossos fios, que ainda perco a paciência para as vossas historias e vos ferro a todos!

B om , por agora ne sta mat é ria de sta trama por aqui fi co, q eu m s abe a el a , a mat é ria vo l t a rei, se b em q ue me l hor vo l tasse me s mo e ra as o la bi so da t ota, tita, e l á fi casse a mor ar, ma s c rei os e ra me nina c asa da, e vo s di g o , ao s ban dido s, eu t rago co isa i mp porta n te s para es c r eve r, e pro t anto n ap t rago p ac cie n cia para t r eta s, se s abe m q eu mé min h am ada, q ue é as sun to d eve ra s i mp porta n te e por q ue ra za on cão es t á el a qui am eu l ado, a g ra dec ia, in for maçao pr cisa, c as o c on t rá rio é me l hor para rc om as v ossos fi os, q ue a in d ap e rc o a p ac cie n cia para as vo s sas hi s tori as e vo sm o r do a todos!

E deixem-se de tretas, pois a ligação entre o vosso grupo de chamado jornalismo e empresarial e político, trás as ligações aqui em parte descritas com a América, e sei eu bem que andam sempre a lançar teias, e se alguém morre inocente com elas, vos mato a todos de uma vez só, nem tentem deitar areia sobre a cabeças e os olhos das gentes, que muitas coisas importantes estão em jogo, como eleições e contas diversas, e vocês querem me distrair, e portanto quem pense por si, perguntará, e então qual é a quantidade de sangue e culpa que sobre elas trazem em vossas maos, e veja, lá se antes de morrerem, se compõem e passam a ser verdadeiros jornalistas, daqueles que escrevem verdade e em forma frontal, ainda não tereis dado conta que os jornalistas de papel é coisa que já acabou, são mais os jovens que buscam informação na net que nos jornais, preparai-vos para ser bons no que fazem ou então tornem-se almeidinha, olhem por exemplo vao limpara a câmara e o governo de chulos e bandidos terroristas com que Portugal e as gentes levam em cima

E d e ix em do traço da inglesa se de t r eta s, p o isa li g ac sao en t reo v osso g rup ode c h amado jo rna lis no ee mp r es aria l, t ra sas li g ac ç o es aqui em p arte de s c rita s com a am erica, e se i eu b em q ue anda dam am se mp rea l ança r te ia se seal gume morre inocente com e la s, v os mato a t o do sd e uma ave z s ó, ne m t en te m de it ra a rei as ob rea cab eça se os olhos das g en te s, q ue mui t as co ia s i mp porta n te s es tao em jo go, cm o lei co es e c on t as d ive ra se vo c es q eu rem me di sta r ire porta n to q eu m pen se p o r si, per gun tará, e en tao q ual q é a q ua n tid ad e de sangue e c uk pa q ue s ob re el as t ra ze m em v os sas mao se veja, l á se ant es de mor r e rem, se com poe me pa s sam ase r vere de iro s jo rna l ista s, da q eu l es q ue es c r eve m v e r dade e em forma fr on t al, a inda n cão te reis dad o conta q ue os jo rn l ista s de pap el é co is q ue j á ac bo usã o pm ais os hj ove ns q ue bia sc ma in for maçao na net q ue no sj o rn ni as, pr e pa rei do traço do ingles cos para se bo ns no q ue f az emo u en t º ao tor na r da inglesa se al mei dinha s, ol he mp pi r e x e mp dez vao l i mp para ac can ra e o gi v e rn ode chulo e ban dido s q ue por ti u gal l eva em cima

Ah, tita sois muito bela

A h, t it am as s o is mui to be ob e la


Sabes amada recebi uma outra cartinha igual mesmo em tudo a que recebi da casa branca, a primeira igual à segunda, a fazer clara demonstração de nada

S ab es am ada rec e cebi uma o u t ra ca rinha igual me s mo em tudo aqui da ue do re cebi da c asa branca, ap rim e ira igual a se gun da, a f az e r clara demon ns cruz da raçao de n a ad a

Reza sem reza na mesma assim como o primeiro

R e za se mr e zorro ana me s ma as si maior,


Quando publicar este texto vou-lhe enviar de novo para o e-mail , um telegrama que rezará assim

Q u and pub licra este texto vo u do traço do primeiro ingles envi ar de n ovo para o ema i l , um tele g rama q ue r e zara as si m

Cuidado. deixaram a porta aberta. um ladrão poderá entrar. possível roubo, se calhar um incendio se dá, sem tempo, talvez os oiça a falar e responder no banco dos réus no tribunal penal institucional, assim pelo menos a nenhum será posto um capuz e uma corda na garganta nem os telemóveis o gravarão para as crianças todas do mundo não verem o mal exemplo

Cu id ado, c rei o q ue de ix aram a porta abe rta, um la dr ao p ode rá en t ra r e f az e r um ro ub o, se calha rum inc en di o se dá, se m te mp o, t alvez zo s o i ç aa fa al r e r es ponde r no do banco dos r e us no t rib un al p en al i ns titu cio n al, as si mp elo dezembro m en os ane n h um se rá post o um cap capo vaso do ze uma co rda ana dana g ar gan te ne mo serpente dos telemóveis o g rava ra o para as c r ian ç as todas do mundo n cão v e rem o m al e x e mp dezembro

Mais uma vez vou receber a mesma treta e um thank you

Masi uma ave zorro vo vaso rece be ra me serpente mat rata eta e primeira cruz hank do delta do circulo do vaso do vao serpente

Ah Amor, Ah Amada

Trago em mim um sorriso que habita meu peito com uma leve brisa que um dia passou, bela menina flamejante do arco a passar me sorriu em breve encontro, tao grande, a marca de tao belo sorriso e o que nele vi de sua alma a passar, tem dias que me recordo dele e de si, e meu peito fica assim feliz, estranho a terra do amor, estranho lugar, melhor seria vê-la assim pertinho a sorrir sem ser a passar, quem sabe da pauta da musica o que seria, encontrar seu tao belo olhar, me recordo de sua silhueta em negro brilhante, o arco por sua alma em seu movimento, e parece que a vejo agora aqui

T rago em mim primeiro do sorriso, trovante, q ue h ab bit am me u pei to com uma l eve br isa q ue um dia pa ss o u, be la me nina fla mne j nat e do arco a p ass ar me s r rio em br eve en c on t ro, tao g rande, a ma rca de tao b elo so r riso e o q ue ne le vi de s ua a ll ama a p as sar, te m dias q ue me rec o ro da ode le e de si, e me u pei to fi ca as si m fe l i z, es t r anho a terra do amo r, es t r anho lu g ar, me l hor se ria ave inglesa de la as si m per tinho as o ri r se m se ema pa ss ar, q eu m s abe da p au ta dam nu sica o q ue se ria, en c on t ra r s eu tao b elo o l h ar

A lama da alma do grupo onze

Em casa da teresa dias coelho quando a fui visitar, um pedaço de conversa, pega num quadrado e num circulo, como o colocas? Desenhas o quadrado dentro do circulo ou por fora dele? O quadrado para os ocidentais, que é figura que representa a estabilidade, onde os lados são todos iguais e os ângulos todos entre si rectos, como circulo da humanidade, e depois se o puseres por dentro do circulo que é uma espécie de representação biplana sem o ser, da esfera que tudo é, não a preenche em sua totalidade, ou ainda poderás desenhar o quadrado por fora do circulo, numa qualquer pretensão e presunção de limite e de limitar a esfera que é infinita e que não trás nada fora dela, ou seja nem é possível desenhar tal figura, em correspondência com a realidade, é só uma imagem dos pretensos poderes das pequeninas cabeças ocidentais que pensam que conseguem marginar pelas sua pequenas vontades, a esfera ilimitada, por isso te digo, o ocidente, sempre esteve a ver mal esta questão, já no oriente a percepção é distinta e se representa a preenchimento do espaço e sua expansão na flor do lotus e das mandalas, onde por desdobramento de simetrias se preenche assim o espaço em seu todo, no numero perfeito que corresponde ao máximo das sua possibilidade, de cada coisa, por sua intima natureza

Em c asa da teresa dias coelho q u ando a f u i v isi s it ra, um ped aço de c on versa, pega n um q ua dr ado en um circulo, co mo o c olo ca s da foice de sn h as o q ua dr ad d en t rodo cir cu dez o up por f o ra del e foice do circulo do quadrado para os o cid e en tais, q ue é fi h g ur aqui da ue r ep r es sn t aa es t ab al id dade, onda os l ado s são to ds i g ua ise os an g u lo dez s todos en t re si rec to sc omo circulo da h uma nin dad e, e d ep o is se o p use r es por d en tor do circulo q ue é uma es pe cie de r ep r es net sao b ip l ana se mo ser, da es fera q ue tudo é, não a pr en che em s ua tota al i dede, o u a inda p ode rá s de s en h aro quadrado por f o ra do circulo, n uma q u l q eu r pr e ts en sao e pr es un sao de l i mit ee de li mit ar a es fera q ue é in fn fi ta e q ue n cão t ra s nada f o ra de la, o u seja ne mé p os s iv el de s en hara t al fi g ur a, em co rr ep on den cia com a real id ad e, é s ó uma i mage m dos pr e t en s os p ode r es das pe q eu nina s cab eça s o cid en tasi q ue p en sam q ue co nse gume ma rig n ar pe la ss ua pe q u en a von t ad es, a es fera i li mit ada, por iss o te di g oo o cid en te, se mp re es teve ave r m al est a q u es tao, j á no oriente a per ce p çao é di s tinta e se r ep r es en ta a pr en chi m en to do es paço e s ua e x p e sao mna flor do l ot use das mandalas, onda por de sd ob ra m en to de si m en t ria s se pr en che as simo es paço em s eu todo, no mu m ero pe rf e i to q ue co rr ep onda ao máximo da ss ua p os sibil id ad e, de c ada co isa, por s ua in tim a nat ur e za

E me diz, perguntou ela frontal como a conheço, agora que me disseste o que disseste sobre o padrão se ter reflectido no acidente da locomotiva, de teres visto aqui a boneca, achas que fui eu que provoquei o acidente, sorri-lhe um instante e lhe disse mais ou menos isto, que não, que não necessariamente, que os objectos e os desenhos já se encontravam feitos em tempo anterior, que a arte quando feita em verdade, fala sempre no eterno pois tudo é sempre, não existe um ontem ou um depois ou uma amanha, a vida é uma esfera e podes caminhar por ela em múltiplas direcções, não tens que seguir uma linha onde existem por convenção tres pontos, o ontem o hoje ou agora , ou o amanha, são meras convenções, algumas delas em consonância com ritmos maiores, imagens do circulo e da esfera como o movimento da terra e da lua a volta do sol, mas o espaço, é permanente relaçao a partir de ti, nem tens que estar num ponto intermédio entre a terra e a lua, ou o sol, para saberes que os circulos existem na vida, tudo é relaçao, tudo se liga e se trás ligado, e a ligação é o intuído do sentido, o que reconhece o sentido nas vezes antes dele mesmo se ter expressado, pois tudo está sempre presente em cena, o visível, e o que chamam de invisível, a potência e a manifestação, e o entendimento do sentido, e tudo aparece sempre em seu momento próprio à leitura, tudo é encaixe e encaixado, tudo se encaixa sempre, a não ser quando vamos de olhos cegos, por falsos brilhos ou quimeras de algo, distinto do que está ao nosso redor, aqueles desenhos são quase fotografias, e são feitos com muito pormenor, quase neo realistas, como polaroids, assim alguém sobre eles em verdade reflectiu, agora numa cadeia de acontecimentos, fazem eles a parte da luz que são, o que na o quer dizer que alguém outro possa ou não ter andado com eles a fazer alguma habilidade, ou até este eco que era visível na foto, ter sido de alguma forma, lá posto por mao alheia, para sugerir uma ligação, um fósforo, para incendiar um outro campo, se calhar aquele onde assim me questionas

E me di z, per gun to u el a fr on t al como a c on he ço, agora q ue me di ss este o q ue di ss este s ob reo padrão set e rr efe l ct id don em o ac in dente da l oco mo ot iva, de t e r es vi s to aqui ab one ca, achas quadrado da ue f vaso e eu q ue por vo q eu i o ac in dente, s o rr i do traço do primeiro ingles um i sn t ante e lhe di s se ema sio um en os is to, q ue n cão, q ue n cão ne ce s saria que mente, q ue os ob js tc os e os d en h os j á se en c on t r vam fe i to ze m te mp o ante rio r, q ue a art e q u ando fe i t a em v e rda de, fala se mp r e no e t reno p o is t u o d é se mp ren cão e x u te um on te mo u um dep o is ou uma am mna h, a vi da é uma es fera e p ode es ca min h ra por el a em mul t ip la s di rec ç o es, n cão te ns q ue seguir uma linha onda e xis te m por c on v en çao t r es pontos, o on te ,mo h oje o u agora , ouo amanha, são mer as c on v en ç o es, al gum as de la se m c on son a cia com r ot mo s maio rei mage ns do circulo e da es fera como o mo vi e mn to da terra e da l ua a vo l ta dd o s ol, maso es paço, é pre mane te r e l sao aa per ti de ti, ne m te ns q ue etara n um ponto in t r em a ps oto dez serpente di entre a terra e al ua, o u o sol, para s abe r es q ue os circulos e xis te m na z vi da, tudo é relaçao, tudo se da liga e set rá serpente do li gado, e primeira da li g ac ção é o in t u í dodo s en tid oo q ue rec on he ce o s en tid on as v e ze s ant es de le me s mo se ter e x press sado, p o is tudo est á se mp r e pr es nete em c en a, o v isi ive l, e o q uec h m am de in v isi v el, a p ot en cia e a mani festa ac sao, e o en t en di m en to do s en tid oe tudo ap a e rf e se mp r e em s eu mo m en to pro pr io à lei tura, tudo é en ca ix ee do en caixa ado, tudo se en caixa se mp rea n cão ser q u ando v as mo sd e olhos c ego s, por f al s os br ilho s o u ki quim me ra sd e al g o, di s tinto do q ue est á ao n osso red o ra q u el s de s en h os são q u ase f oto g raf ia se são fe i to sc om mui to por m en o r, q u ase ne o real iat as, co mo polar roi ds, as si m al g eu m s ob r e el es em v e rda de r efe c l ti u, agora n uma cade ia de ac on tec i m en to s, f az em el es a p arte da luz q ue são, o q ue na o q eu r di ze r q ue al gume o u t ro p os sa o un cão t r e anda ado com el es a f az e r al g uam h ab bil id ad e, o u at é este eco q ue e ra v isi v el na f oto, te r sid ode al g uam forma, l á p os to por mao al he ia, para s u ge r ir uma li g ac sao, um f os foro, para inc en dia rum o u t ro cam p os se calha raquel e onda as si m me q eu s tio n as

Dalai, da li dó
Da lai da lai da lai dá

La lai li do
Da lai
Da lai
Da lai li do

Lai li do lai
Lai li ai lai
Lai li lo lai
Lai lai li O
Lai la
Lai lai
li lo

Ai Ai Lai Dalai


Quadrado da ota ala é id da primeira lido dó aa da la id norte sul cantora aida la id do primeiro acento, la do primeiro ai do lido do quadrado da primeira da aida la e
quadrado norte sul do ai do lido la e lido la e lay lia ila e lay primeiro e dez primeiro do circulo de lay angulo aia ilha do ai lio de laila de la i la i li dez aia e la id ala i

doce senhora de meu coraçao, depois a voz veio pelo ar a voar, e foi das que me trouxe as coisas mais sensatas que já te ouvi, primeiro que vinhas, mas logo acrescentas-te , mas olha, vou estar sempre a ir embora trabalhar, e aquilo até me rompeu o coraçao ao primeiro instante, depois pensei, a rapariga está com receio e esta é a forma de o expressar, pois se ainda nem chegou , como já anuncia que pouco tempo vai ficar, e a mim amada, para ser franco, sempre me apetece muito em teus e meus abraços ficar, que trago muita vontade, e depois uma outra linha se acrescentou, só experimentando podemos saber, esta pareceu-me bem, vamos lá experimentar, mas tens que bater a minha porta, pois como um dia te contei, primeiro os homens não escolham as meninas, é ao contrário, os homens limitam-se a abanar as pestanas a dizer que gostam das meninas, e se as meninas gostarem , então fica tudo bem, e depois amada, este amor é tao forte, que por exemplo eu vou numa rua, e me caiem folhas das arvores, e eu fico a pensar, mas será que ela mora aqui na janela ao lado desta arvore, e depois olho uma janela com cortinados e logo eles se põem a dançar, e penso será ela, ou será que ali naquela casa vivem gente que se ama, e sei que sim , porque os cortinados se agitam e dançam quando os olhos, e muito assim aqui nesta terra acontece, o que quer dizer que o que nos vale a todos é que existe muito amor, e portanto estás a ver minha doce amada, tens mesmo que chegar, ou então qualquer dia, começo a bater em todas as portas a perguntar se és tu que lá vives, mas para ser franco, parace-me assim um ocupação pouco jeitosa, fico assim sem jeito, jeito mesmo, seria muito te beijar, e conversar ao perto pertinho e fazer sorriso, sei bem que me perguntas e como podemos ser livres no meio desta prisão na forma como as gentes levam a vida e que tal te assusta como o deve fazer, mas te conto em outra altura como pode ser, que vai longa esta cartinha de amor a ti, e vê lá que ainda nem tive tempo de falar por escrito com os dirigentes europeus que vê lá tu que até se reuniram ao domingo, e depois ainda preciso de tratar de dois textos e muitas notas que estão para trás , com diversos acontecimentos que se passaram no mundo e depois avançar para os tribunais, se entretanto isto não se resolver


doc es serpente inglesa hora ad em eu cora sao, dep circulo da isa vaso do oz veio da p elo dez ar primeiro avo da ar, e forte do circulo id as do quadrado da ue met ro xe as co ia serpente mais serpente en sat as quadrado da ue j á teo vaso do vi, pr im e iro quadrado da ue vinha serpente , mas primeiro do gato do duplo circulo do ac rato espanhol do cent as do traço da inglesa te , mas olha, vo vaso do est ar se mp rea i rem bora cruz do ra ab segunda alha rea quadrado do vaso do ki dez at é mer mp eu circulo do cora sao ao pr e me i roi ns cruz ante, dep circulo do is pen da se do ia ra da pa rig a est á co mo rec ee oe e sta é primeira forma de oe do x do press ar, da p do circulo da is da sea inda ne mc che gato do circulo do vaso do circulo omo j á an un cia quadrado da eu do p circulo do vaso do co da te mp ova e fi car, rea mim am ad a, para ser fr anco, se mp rato e reme da me primeira pete ce mui to em te us e me us ab rato do corte os fi car, quadrado da ue cruz do rago mui ta von cruz ad e, e dep circulo do is uma circulo do vaso da cruz do ra da linha se ac r espanhol do circulo en to vaso, serpente do acento no circulo do oe do x peri do home ingles da cruz ando da p da ode sm os serpente abe rato, o saber, e sta par ce do vaso do traço da inglesa me segunda em, vaso amo serpente primeiro á e x no pe rim en cruz do ra, mas te ns quadrado da ue bate ra min homem primeira porta, p do circulo do is circulo do onze omo primeiro dia te conte ip rim e iro os homem do ome ns muito cão do espanhol co do primeiro ham e as me ninas, é ao circulo em cruz rá rio, os homem do ome ns li mit tam do traço da inglesa se a ab ana ra sa rp en te da p espanhola da cruz das anas a di ze rato quadrado da ue gi serpente tam das me ninas, e sea serpente das meninas gatos os cruz primeira rem , en tao fi ca tudo bem, e dep circulo do is am ad a, est ema circulo do rato é tao fo rte, quadrado da ue por e xe mp dez au vo un uma rua, e me ca e em forte do circulo do primeiro hd as das ar vo r espanhola, e eu forte oco primeira pen sat, masse rá quadrado da ue e la mora aqui na jane la ao primeiro ado de sta ar vo rato ee dep circulo is olho, primeiro jane la com cot ina ado se primeiro gato duplo circulo el espanhol se do poe da ema dan circulo de corte do ar, e pen serpente do circulo dao se rá el a, circulo do vaso da se rá q ue al ina quadrado da eu la lac circulo asa vaso da iv em gata en te quadrado da ue se am primeira , e se e quadrado da ue si maior , por quadrado da ue os cortina do serpente da sea gi tam e dan circulo de corte am quadrado do vaso ando os olhos, e mui to as si maqui ne sta terra acontece, o quadrado da ue quadrado da eu rato di ze rato do quadrado da ue circulo doque no serpente vale a todos é quadrado da ue e xis te mui vaso do circulo do amo rato, e pro cruz anto est á ve rato min home da primeira do ce am ad a, te ns me serpente mo quadrado da ue che gato do ar, o vaso do en tao quadrado da ual w ur dia, com e ço a bat rato e em todas as portas sa per gun t ra se é serpente da cruz vaso do quadrado da ue lá v ive serpente, ma spa para ser fr anco, para ac e do traço da inglesa me as si mum circulo vaso da cp sao p circulo do vaso do co je it to serpente os, fi co as si ms em je i to, je e to me serpente mose ria mui tot e bei j ar, e circulo em versar ao per to per cruz em hi e f az e rato ss o r riso, se ib em quadrado da ue da me per gun cruz ase circulo omo da p ode mos ser primeiro iv re sn circulo do mei ode sta pr isa em primeira forma como as ge n te serpente do primeiro da eva am av id a e quadrada da ue cruz al te as serpente us sta co mo ode eve f az e rato, mas tec em to emo vaso da cruz da ester la ra al tura co mo p ode ser, quadrado da ue vaso a e primeiro em gae sta car tinha de mao ra ti, evê primeiro á q ue a inda ne m t i v e te mp ode f al rp o rato es c rito com os di ri g en te s eu rop e us q ue vaso do ê primeiro á cruz do vaso em, é se rato da eu ni ram ao do mingo, e dep o isa inda pr e circulo do is ode t rata r de do is textos e d e p o is avança rato para os cruz rib un a is, se en te rt a anto is ton cão se rato espanhol do solver


Senhora
Sois
Imenso
Amor
Que
Tudo
Preenche
E

Sentido

Senhora
Se
Amais
Dizei-lo
Sempre
Sempre
E
Outra
Vez
Sempre

Para
Que
Nunca
Fique

Dentro
O
Que
Habita
Fora
E
Dentro
E
Mais
Belo
No
Dois
E
No
Três
Se
Torna

E
Para
Que
Meu
Coração
Se
Aqueça

Que
Faz
Frio
Amada


Não
Tem
Dever
Ou
Haver
O
Amor

Amar


kapa do homem do duplo vaso gara do zorro do circulo onze maior do pc onda sobvre o circulo espamhol, dos mens sage ns, deve tre antao a ver com morte recente do homem do cervantes, assim se desvela o resto do primeiro escutado no principio deste texto

que comentário lhe aprás , senhor ensaista eduardo lourenço?