segunda-feira, outubro 27, 2008

Às Gentes, ao bandido que se diz ser ministro das finanças, ao governo e ao tribunal de contas e às policias, na esperança que ainda haja um independente dos poderes políticos e outros, neste país

Ao ban dido q ue se di z ser ministro das fi n aças, ao governo e ao t rib un al de contras na es pera ança q ue a inda h aja primeiro do independente dos p ode r es poli tico se outros, ene st ap dp os p au s, pa ís

O tribunal de contas deverá emitir uma espécie de previdência cautelar com efeitos no presente e futuro imediato sobre o actual orçamento das finanças em discussão, de forma a que ele não possa ser aprovado, que seja fiscalizado à prior e no entretanto se dinheiro houver precisão, que obrigue o governo a trabalhar com duodécimos até se esclarecerem importantes matérias, que nenhuma gente ainda esclareceu relativo ao dito

Ot rub do rato ub da un da al de don t as d eve rá emi tir uma es pe cie de pre c vi den cia c au tela r c om efe i to s no pr es en te e f u t vaso do ro e imediato s ob reo ac tua al orça m en to das fi n aças em di sc uss sao, de forma a que el en cão p os sa ser es cut ado, q ue seja f isca l iza ado à p rio rie no en t r eta n t ro se din he iro h o uve r pre c iss sao, q ue ob rig ue o gi v e r no a t ra b alha rc om du ode dec e mos a té se es clare ce rem i mp orta n te s maté ria s, que n en gum a gente a inda es clare c eu r el at ivo ao dito

Pois o controlo e fiscalização do orçamento e do seu comprimento só é real se for levado pro activamente e não reactivamemnte, ou seja depois das desgraças feitas

Pois o controlo e f isca liz sao do orçamento e do seu comprimento só é r e la se for l eva d pro c at iva que mente e não r e cat iva me mn te, ou seja depois das desgraças fe it a sw

E esta afirmação, infelizmente nem tem de ser provada, pois o tem sido constantemente no passado, e ainda nesta semana que passou, mais uma vez o tribunal de contas o demonstrou, com verbas elevadíssimas que foram gastas, desvelando masi uma vez a utilização do vezeiro mecanismo de corrupção económica, das adjudicações directas, e outras igualmente elevadas, que nem justificadas se encontram, portanto terá o próprio tribunal matéria probatória nesta vertente mais que suficiente para sustentar com ela tambem a sua decisão

E esta a for maçao, infelizmente nem tem de ser provada, pois o tem sido constantemente no passado, e ainda nesta se mna que passou, mais uma vez o tribunal de contas o demonstrou, com verbas e la ava di s simas que foram gastas, d eve lan do masi uma vez a u til iza sao do v e ze iro mecanismo de co rr up sao e c on o mica, das ad ju di caçoes directas, e oo u t ra s igualmente elevadas, que nem justificadas se encontram, portanto terá o pr roi ip rio t rib un ak mate ria pro bat o ria nesta v e rt em y e mais que s eu fe cie en te para s us t en t ra com ela tambem a sua dec isa são

Espero eu de que, no entretanto destas ultima auditorias, tenha já sido acordada com as respectivas políticas competentes, a persecução das investigações de quem esteve por detrás destes crimes que agora masi uma vez se detectaram, e portanto espero ver na segunda feita comunicação ao país, vulgo notícias, a dizer que foram levantados autos a quem de direito, melhor dizendo neste caso, torto


Es p ero eu de que, no entretanto destas ultima auditorias, tenha já sido acordada com as r es pe ct u iva s poli tca s competentes, a pr ess u cc sao das in v es ti g aç o es de quem esteve por det ra s destes crimes que agora masi uma vez se dec tata ram, e pro t anto espero ver na segunda feita com uni caçao ao p á is, vulgo no tic asa dizer que foram levantados autos a quem de direito, mel h ro dizendo neste caso, torto

pois o dinheiro publico e de todos e de nenhum, e é actualmente pouco como sabemos, pela inépcia e inércia dos que se dizem governar, independentemente das suas cores políticas, e por eta estas razoes, masi importante se trata de o bem tratar, ou seja com a exigência que quem por ele vele, vele bem, e que todas as suas aplicações sejam verificadas

pois o dinheiro publico e de todos e de nenhum, e é ac tua le mn te pouco como sabemos, pela ine da ep da pica dos que se dizem gi e v r na r, on de ped nete mn te das suas cores pp o l i tic as, e por eta estas razoes, masi importante se trata de o bem tratar, ou seja com a e x ie g en cia que quem por ele vele, vele bem, e que todas as suas a pali caçoes sejam verificadas

e duas coisas breves que por inerência destes factos, devem ser de imediato feitas no domínio da investigação criminal, de uma vez por todas, visto que continuam todos os dia a se ver as mesma ondas no mesmo mar, a se agitar

e du as co isas br eve s q ue por ine ren cia de st es f ac to s, d eve ms ser de imediato fe it as no do dó do mini da in v es ti g ac sao c rim ina al, de uma ave z por todas, vi st o q ue c on tuna am todos os dia ase eve ra s me s ma ondas no mesmo mar, a se a gi t ar

aquela que tambem vai como bandida e vergada aos corruptos, e consequentemente cobridora de abusadores e ladroes de crianças, a procuradora especial, que tambem oficialmente ou em outro, não me responde, como toda a procuradoria e todas as polícias, sobre o rapto de meu filho, veio há algumas luas atrás, pedir a ajuda por parte de gentes que assim se disponibilizassem para colaborar contra o chamado combate ao crime economico, desvelando assim, que por um lado, pouco a policia sobre estas matérias sabe, dois, que coitadinhos precisam de apoios assim tipo serviço de caridade para poder cumprir a função que pelos visto não cumprem, e diz tambem de forma inegável como estas bestas deste governo, sem distinção de outras bestas que já la estiverem, nunca dotaram as policias dos meios necessários às suas funções, o que para além de provar que só trazem meio neurónio, pior coisa esconde, cobrem, e se cobrem, é porque mamam e tem mamado, e que se houvesse policia e tribunal que cumprissem as leis, estariam muitos presos de acordo com a legislação, o que sabemos não é um facto nesta republica das bananas onde a impunidade reina

aquela que é do quadrado da eu da eta da manha e segunda em vaso ai do com do circulo do ban dida eve rata do gado aos co rr up pt os, e co nse vaso do quadrado da nete mn da te co br id dora de ab usa dor espanhola el ad ro espanhol de dec rata do ian ç as, a pro cu ra dora es pe cia l, quadrado da ue e cruz da am e segunda em circulo do f i circulo de la que mente, do circulo do outro, muito cão da me rata espanhola de ponde, com da ot do vaso da ap do pro cu ar ad o ria e todas as poli cas, serpente do ob reo rato da ap do pt to de me vaso do fi do primeiro ho, veio homem acento norte sul primeiro, e primeira al gum à águia da ua sat rá serpente do ped do ira da ajuda por p da arte de g en te serpente do qia dr ado da ue as si maior se da di sp em bil iza serpente da se para circulo do home amado com bate ao circulo do rim ee co do no cono mico, de serpente da vela lan ando as si maior , quadrado da ue por primeiro do primeiro ado, p do circulo do vaso do coa pi li cia serpente do ob re e sta serpente dos maté rias, o sabe, do is, quadrado da ue co ita din homem serpenet do circulo do pr e cisa de ap do circulo do is o as si maior cruz ip o ser viço de cari dade para p ode rc vaso do mp e ira f un cc sao quadra, o da ue pe primeiro el serpente do circulo do vi serpente ton cão cu mp r e, e di zorro da cruz da manha e b em de forma ine gata ave do primeiro com oe sta serpente sb be sta serpente sd de ste gato do ove rn no, se maior di st em sao de o vaso do t ra serpente be sta s q ue j á la est vi e rem, n un ca d ota ram as poli cia sd os mei s o ne ce s sário s às s ua s f un ç o es, o q ue para al é m de p rovar q ue s ó t ra ze m mei one ur oni o, pi o rc o isa se es conde, co br rem e se cobre me por q ue ma m am e te m mam ado, e is to se h o uve s se po li cia e t rib u anl q ue cu mp risse m as le is, est aria am mui to s pr e o s os dec ao r do com a le gi s la sao, o q ue s abe mo sn cão é um f ac to ne sta r e + publica das bana ana serpente da onde primeira e mp do vaso do ni dad e reina

O governo e o ministro do orçamento, atentam com este orçamento mais uma vez a vida das gentes em portugal, pois como sempre vem fazendo , aumentam a miséria delas, ao lhe diminuir consecutivamente o poder de compra, pois quando a miséria aumenta, o risco de vida de muitos aumenta tambem, por diversos motivos, aumento de violência e tensões sociais, doenças por falta de boas condições de vida, e até por tristeza e falta de vontade de viver

O governo e o min st ro do orçamento, atentam com este orçamento mais uma vez a vida das gentes em portugal, pois como sempre vem fazendo, au m en tam a mi se ria del as, ao l he di min u irc on sec u t iva que mente o p ode r dec compra p o is q ua n do a misé ria au m en ta, o r isco de vi da de mui to s au m en t a t am b em, por di dos versos mo ti v os, au men to de viol en cia e te ns º o es soci a is, do en ç as por f al t a de boa s condi ç o es de v ida, e at é por t r ist e za e f al t a de von t ad e de viver

Ao estrangular muitas empresas que trazem divida perante aquilo que é comum, e consequentemente sobre quem nelas trabalha, pois não vi ainda nenhuma rubrica destinada ao pagamento das dividas que o estado neste domínio trás, e não traze-la faz do estado e consequentemente de todos nós, bandidos e ladroes, com a agravante de estupidez, quando as dividas não são pagas, a corda da forca se aperta ao pescoço de todos , que são muitos, eu como cidadão não quero trazer responsabilidade da miséria, da pobreza e da desgraça em minhas maos, nem acho que nenhum o quererá, e se um individual ficar a dever por exemplo dinheiro a um banco, verá pelo tribunal seus valores penhorados, e um outro que entre numa cas em forma indevida, e de lá leve o indevido, poderá até ir parar a prisão, de acordo com as leis em vigor, isto se elas forem cumpridas e respeitadas, não é verdade?

Ao estrangular muitas mp r e sas que trazem divida pee ra ante aquilo que é com mu, e co nse q un te que mente sobre quem nelas trabalhas, pois não vi ainda nenhuma rubrica destinada ao pa g am n tt o das dividas que o estado nest ed o mini o t rá se não traze-la faz do est ad e co nse u q en te mente de todos nós, bandidos e ladroes, com aa g ra v n te de estupidez, q ua n bd o as dividas não são pagas, a corda da forca se aperta ao p es coco de todos , que são muitos, eu como cida dao não quero trazer r ep ps son as bil id ad e da mise ria, da p ob r e za e da d es sg r aça em minhas maos, nem acho que nenhum o quererá, e se um individual ficar a dever por exemplo dinheiro a um banco, vera p elo t rib un a s l dos tribunais, se us v al o r es pen hor ado se um outro quem entre numa cas em forma indevida, e de lá leve o indevido, p ode rá at é i rp para ra pro sao, de ac o r do com as das leis em vigor, it o se el lea s for em cu mp rid as e r es per tita ad as o q ue dv eve ra o, não é v e r dade da foice

Se assim não fosse, a enorme corrupção que se demonstra existir na própria policia, será de toda a conveniência, que o tribunal de contas, ordene uma verba que sirva para reunir gente com larga e real experiência de gestão de empresas e o contratar de jovens oriundos de escolas de fiscalidade, outros com conhecimentos avançada em pirataria electrónica, e que conjuntamente com a polícia, possam, suprir a formaçao necessária e apoiar tecnicamente no que for necessário às investigação, numa perspectiva de criação de uma task force, com este fim, de comuta ao crime informático, com meios e saber real para que possa ser feito, e esta verba deverá ser inscrita no orçamento geral de estado

Sea ss em n cão f os sea en o r me co rr up sao q ue se demo sn t ra e x is tir na pro pr ia policia, se rá de toda a c on vine en cia, q ue o t rib un al dec contas, o id ene uma v e rba q ue se i r v a para r eu ni r g en te com el a r g a e real e x pe rie ne cia de g es tao de empresas e o c on t rat ra de j ove ns o rie un do de es c ola s de f isca li dade, o u t ros com cn he cimentos ava ança ada em pit rata ria el e ct ron oni e ca, e q ue c on j un at que mente com a poli ca, p os sam, s up r ira for maçao one ce s sária e ap o ia r tec nica m nete no q ue for ne ce s sário as in v es ti g ac sao, numa per rp es ct iva de c ria ç al de uma t as k f orce, com este fi m, de com bta ao c rim e in for mat i cao, com mei os e saber real para q ue p os sa ser fe i to, ee sta v e rba d eve rá ser in s c rita no orça m en to ger la de estado


No jornal dava-se conta que se gastaram cento e trinta e quatro milhões em estudos e parcerias, vulgo mamas na mais das vezes, dos quais trinta milhões e setecentos mil que nem mesmo se sabe como, ou seja roubo simples e directo, e que quarenta pro cento das auditorias , nao tiveram efeitos pratico, ou seja , se, se descontar a segunda parcela da primeira, e se calcular quarenta por cento, obtemos, quarenta e um milhões e trezentos mil, mais os trinta mil de roubo directo, equivale a um gato em perda total, roubo e lixo, de oitenta e dois milhos de euros, ou seja oitenta e quatro por cento, desapareceu, esfumou-se em nada, muito bem senhores ladroes, é de se vos tirar o chapéu, só não o faço porque, primeiro não uso, depois não conseguiram roubar a verba na totalidade, terceiro, quanto ganharam em comissões o ministério da finanças que trás a responsabilidade de velar pela boa aplicação dos dinheiros públicos, ministro incluído

O eye do ni nazi, o olho do ni nazi


No jo rn al d ava do traço da inglesa se conta q y es e gás t a ram cento e t rin t a e q ua t r i m i l h o es em est u do se pa rc e rias, v u l g om amas na mais das v e ze s, dos q au is t rin ta mi l h o es e set e c en t os mi l q ue ne m me s mo se s abe com o, o serpente abe sabe como, o u seja ro ub o sin p l es e directo, e q ue q ua renta pro cento das au di tor ias , na it ive ram efe i to s par tico, o u seja , se sed es conta ra segunda par cela da p rim e ira, e se c a l cu l ar quarenta por cento, ob e t mos, q ua renta e um mu i l h o es e trezentos mi l, masi os t rin ta mi l de ro ub o directo, e qui do vale a um gato em pe rda t ota l, ro ub o e li x ode oitenta e dois mi l h os de eu roso u seja oi t en at e quatro por cento, de spa rec eu, es f umo i do traço da inglesa se em n ada, mui to b em sem hor es l ad ro es, é de se v os t ira ro cha p u, s ó n cão o f aço por q ue, p rim e iro n cão us o, d ep o is n cão c on se gui iram ro ub ra ave rba na tota li dade, te rc e iro, q ua n t ro gan h aram em com miss o es o mini s t rei o da fi na aça as q ue t rá s a r ep ps os as ab bil id a de d eve l ar p e la boa ap li caçao dos di ne hiro s pub l u cos, min si t ro inc lui id o

Portanto mete tambem bancários há mistura, deve ser então um espécie de financiamento do governo a estas instituições

Porta n to met e ta m b em banca rio s h á mi s tura, d eve ser en tao um es pe cie de fi na cia m en to dog ove r no a e sta s in s titu i ç o es

Senhor bandido ministro que se diz da finanças, mas como se demonstra, e mais ministro dos bandidos e ladroes, quem acha o senhor que deverá ser responsabilizado pela verba que só aqui nesta pequena área das finanças, se foi no valor de noventa e quatro milhões de euros?

Sem hor ab n dd id o min s it ro q ue se diz da fi n aça s, mas como se demon st ra, e mais mini s t ro dos ban dido se la dr o es, q eu m acha o s en h ro q ue d eve rá ser r ep ps son sa do ab do bil da iza do pe la v e rba q ue s ó aqui ne sta pe q eu na a rea das fi n aças, se foi no valor em noventa e quatro mi l h o es de e ur os da foice

E com sangue pelos visto neste espelho!

Como estou sem paciência para corruptos e bandidos, lhe digo, pela lei orgânica do governo , são co responsáveis todos os ministros, ou seja a polícia que os chame a todos para prestar declarações, e que se ponha em campo para recuperar o dinheiro que for possível de recuperar, o remanescente, será proporcionalmente deduzido de todos os futuros salários deste bandidos até à divida estar paga, na regra que o estado bandido trás definida para roubar os contribuintes, equivalência de regras e de responsabilidades, que é incluindo os juros vincendos, que bela invenção deste ladroes à mao armada! Filhos da besta!!!

Com oe st o u s em p ac cie en cia para co rr up pt os e ban di s os, l he di gop p ela lei o r g anica do g ove r no , são r es ponsa ave is todos os min si t ro, o u seja a pol i ca q ue os c h a me a todos para pr es tar dec lara ç o es, q ue se p on h a em cam po para rec u pera aro din he rio q ue for p os s ive l de rec u pera, r ema ns cente, se rá por rp orci on al que mente ded u z ido de todos os f u t ur os s al e ri os de ste ban di s os a té a di v ida e st ra paga, na r e g ra q ue o estado ban dido t rá s d efe nn da para ro ub ra os c on t rub u in te s, e q ui iva l en cia de r e g ra sed e r ep ps son s a bil id a de s, qu e é inc l un do os j ur os vin c en do s, q ue be la in v en sao de ste l ad ro es à mao da armada! Fi l h os d a be st a! !!


Só esta verba que foi roubada com vosso conluio, dá para garantir que os aumentos dos salários da função publica, no mínimo acompanham o valor previsível da inflação, e ainda sobre por cima, portanto enaqunto ainda é ministro, e enquanto não for eventualmente preso, nenhuma moralidade, se a tivesse, mais teria, para que não proceda assim como seu ultimo acto, pois só estas deduções, são matéria de fato bastante e necessária para que o governo no seu todo se demita, coisa de que fico à espera!

S ó e sta v e rba q ue f o i ro ub ada com a v osso c on lui o, d á para gara n tir q ue os au m en to s d os s al a rios da f un sao publica, no mini mo ac o mp anha am o valor pr e v isi v el da in fla sao, e a inda s ob re p o rc ima, porta n to en a q un to a inda é min s t ro, e na q u en ton cão for eve en tua le mn te pr es o, n en h uma mora li dade, sea t ive s se, te ria, para q ue n cão pro ce da as si mc omo um do s se us u l tim s ac t os, p o i r s ó es sta s ded u ç o es, são mate ria de fato ba s t ante e ne ce s saria para q ue o g ove r nono s eu todo sed emi t ac o isa de q ue fi co à es pera!

E o palhaço pedofilo e cobridor de ladroes de crianças e de direitos aos cidadãos, que se pensa ser primeiro ministro, que se demita tambem, ainda esta semana que passou , lá vinha ele em suas costumeiras tretas, que o governo, apoia as áreas onde existe investimento privado, acenando masi uma cenoura que lhe terá caido em seu colo sem nada fazer, da instalação de uma nova fabrica de camiões aqui, pois se é verdade que o governo deva apoiar o investimento privado onde ele se verifica, sem mesmo especificar em que foram, com que benesses e a que custo para todos, quase o haja, e tal não obsta a que o que é publico defina as prioridades de investimento o que implicaria que soubesse, primeiro o que é investimento, e depois onde é prioritário faze-lo, coisa que está masi demonstrado nem saber

E o pal homem do aço do pedo fi dez e cobre id o r de ladroes de crianças e de do rei to sao s cida dao s, q ue se pn es ase r p rim e iro ministro, q ue se d emi ta t am b em, a inda es t aa se mana q ue p ass o u , l á vinha ele em s ua s cos t um e iras te rta s, q ue o g ove r no, ap o is o as ar es onda e xis te in v es tim en to pr iva ado, ac cena dn do ma si uma cenoura q ue l he te rá ca id o em s eu c olo se mn ada f az rda i ns t al sao de uma ova fabri ca de ac mi o es aqui, p o is se é v e rda de q ue o g ove r no de eva pao i o ro in v es tim en to pr ova ado onda el e se v e rif i ca, se m me s mo es pe ci fi car em q ue fo ram, com q ue b ene ss e sea q ue c us to para todos, q u ase o h aja, e ta l n cão ob sta a q ue o que é publico de fina as p rio rid as de in v es tim en to o q ue i mp li caria q ue s o ub es se on m de é p rio ritá rio f az e d traço ong l e dez, co isa q ue e stá masi demo sn t ra do one maior, o saber

Seu filho da tremenda puta!



Como já lhe expliquei, a inflação é uma variável de uma equação composta por diversos termos, onde a mudança de um, geralmente influencia a outra e que o seu resultado se calcula no período de espaço equivalente a uma volta grande da terra em torno do sol, mas o senhor para alem de ladrão, parece ser mais tipo, buraco negro de dinheiro comum, sendo que o senhor, no caso de pagar seus próprios impostos só contribui em ínfima parte para o orçamento no seu todo, e este é seu verdadeiro tamanho

C omo do principe do acento à pr da rie miro do home ingles e x na p do li quadrado eu do ia na fla sao é uma aria ave do primeiro de uma eu pata sao com do pi do circulo do sta da portuguesa di dos versos dos termos, onda primeira da mu da dança do primeiro, primeira, vi serpente do to omo e ge da rale mn e da teresa set sea te rc cristina coutinho e iro em flu da inglesa cia, o u seja do que me tentou gato do rip à ar da ana cia inglesa, a outra, é o rato espanhol uk primeiro da cruz do ado do quadrado da ue da sec da al do cu de la no, e pe da rid da ode do espanhol paco, e do ki do iva do valente, vaso al do lente da a um da primeira volta da gata rande da terra em torno ao sol, maso serpente em hor da pa rc espanhola e rm asi cruz ip do circulo do buraco negro do dinheiro com do primeiro da serpente inglesa da doca da ue do circulo da se maior do hor do no caso, maluco, da pa do gato do ar da se us por rp rio impostos, circulo em cruz ux rib vaso e em forte ima da p arte do para do circulo do orçamento da orca do ingles to e no do serpente europeu, tudo, e este é serpente eu uve e vaso da rda do iro da cruz do anho da manha

Ora em termos práticos os trabalhadores da função publica, e infelizmente não só, vem sempre ou quase sempre os seu poder de compra real diminuir de ano para ano, pois geralmente os aumentos negociados são inferiores e nem cobrem a inflação

O ra em t remos par tico s os t ra b alha dor es da fun sao publica, e in fe liz que mente n cão s do acento no circulo da ove m s e mp reo u q use se mp reo ss eu p ode r de co mp ra r e la di min u air de ano para a no, p o is ger la que mente os au m en to s ne g o cia ado s são i fe rio r es en em cobre ema in fla sao

Tambem sabemos que só uma variável da equação a que chamam inflação, é passível na verdade de influenciar o resultado da equação, e essa é só, a eventual diminuição das matérias primas, que as levas nas vezes a aumentar seu custo, pois numa casa bem organizada, nenhum outro factor sofreria flutuações, a não ser o progresso e melhores salários, e consequentemente se pode afirmar em certeza, que nem há razão então para ter inflação, mas a compreensão desta simples afirmação e desiderio, já deve ser areia de mais para a camioneta para as vossa curtas comprensoes,

T am b em sabe mo s q ue s ó uma v aria ave l co mp ps ota da e pata sao a q ue c h amam in fla sao, é p ass iv el na v e rda de d e in flu en cia aro t r es sita ado da e qua sao, e ess a é s ó, a e v n t ua al di muni sao ds de mate rias primas, p o is n uma c asa b em o r g ani iza ada, n en h um outro f ac tor s o fr freira flu tua ç o es em s eu cu s to, a n cão s ero por gre s so e ma l hor es sala rio se c on se q u en te que mente se p ode a fi r mar em ce rte za, q ue ne m h á ra za o en tao pr a te r in fla sao, mas ia c o mp r es na o de sta simples a fi maçao e de side rio, j á d eve ser a reia de mais para a cam i o neta para as v os sa curtas co mp ren s o es,



Pois independentemente do custo do produto, ou do valor do salários, um quilo de arroz embalado, trás em constância o seu tamanho e peso na prateleira da dispensa da casa de cada um ou no buraco que lá está quando ele a muitos vai faltando, e o arroz que cada família necessita numa mesma refeição, é sempre uma mesma quantidade aproximada

P o is independente que mente doc us to do por du to, o u do v as l o r do sala rio s, um ki dez primeiro do circulo de arroz em bala ado, t rá s em c on stan cia os eu tam anho e peso na p rta e lei ra da di s pen sa da c asa dec ada um ou no b ur aco q ue l á e stá q u ando el lea mui to ava i f al t ando, e o ar ra oz q ue c ada f am milia ne ce es s sita n uma me s ma r efe i ç la o, é se mp r e uma me s ma q u anti dade ap o r x ima da

sendo que a prova está feita e masi que feita, pois vocês nunca foram capazes de organizar a dispensa nesta forma, ou seja o que os senhores fazem sistematicamente a cada ano que passa, e levar a que as gentes deste pais fiquem cada vez mais com a dispensas vazias, pois o pouco que mais se ganha, nem compensa o que mais custa, e portanto este é um factor de travagem da expansão e de que as gentes tenham mais bebes, pois se cada vez menos comida em casa leito há, como se os fariam para alimentar a quê, pena mesmo trago eu que vossos pais os tenham feito, e que a gente viva com vocês a brincar a administradores de coisa nenhuma

s en do q ue a p o r va es t á fe i ta e ema si q ue feita, p o is vo c es n un ca f o ram capa ze s d e o r g ani iza ra di s pen sa nest sta forma, o u se js o q ue os s en hor es f az em sis t ema tica m nete ac ada ano q ue passa, e l eva ra q ue as g en te s de ste pa is fi q eu m c ada ave z mais com a di s pen sas v az ia s, p o is o po u co q ue masi se gan h a, ne m c om pen sao q ue masi c us ta, e porta n to est e é um f ac tor de t rava ge m da e x pan sao e de q ue a sg en t es ten ham mais b e bes, p o is se c ada ave z me n o is com id a em c asa lei to h á, com o se os faria am para al i m en t ra a q u ê, p en a me s mo tt rago eu q ue v ossos pa is os t en ham fe i to, e q ue a g en te v iv e com vo c es a b ric n ar a ad mis t ra dor es de co isa n en h eu ma

os senhores são administradores do diabo, e provavelmente já venderam ou tentam vender o pais aos marcianos, e nenhum dos partidos do espectro, a esta responsabilidade escapa, pois quando o pais trás a pirâmide de vida invertida, e as gentes a cada dia em cada ano em cada decada mais empobrecem em vez de enriquecer, quer dizer que os senhores, vem fazendo um genocídio das gentes de portugal em passo a passo, para que ninguém no entretanto pense em vos levar ao tribunal penal internacional, com uma acusação real desta natureza!

os sem hor e são ad min st ra dor es do diabo, e p o r v ave l que mente j á v en de ram o u t en tam v en d ero pa is aos mar cia ano se n en h um dos partidos do es pe ct ro a e sta r es posa bul id ad e es capa, p o is q u ando o pa is t ra sa pira mi de d e v id a in v e rti id a, e a sg en te sa c ada dia e m c ada ano em c ada dec ada masi e mp o br e c em e m v e z de enrique ce r, q ue r di ze r q ue os sem hor es, v em fazendo um g eno cid o das gene ts de p o rti u gal em p ass o ap as s o, para q ue nin g eu m no en t r eta n to pen se e m v os l eva ra o t rib un ak p en al in te rna cio n al, com uma ac us sao real de sta nat ur e za!

Seus filhos do diabo, e da sua concubina, que o inferno se torne quentinho a cada um de vós!

Abri os olhos e o pensar , Gentes!!!

O senhor enquanto foi ministro das finanças, não foi nem é nunca dono do dinheiro comum, pois como a palavra indica, ele é comum, sua função é velar pela sua aplicação justa, inteligente reprodutora, coisa que os factos que aqui se relatam deduzidos da informação que veio a publico, por parte do tribunal de contas, demonstra sem margem para duvida, que não soube fazer


O s en hor en q u q n to f o i min is t ro das fi n aça sn cão f o ine mé n un ca don o do din h ero com um, p o is com o a pala vaso do ra indica, el e é cm um, s ua f un sao é v e l ar pe la s ua ap ç li caçao j u sta, intel i g en te r ep produtora, co isa q ue os f ac to s q ue aqui se r e la t am ded u z id os da in for maçao q ue veio a pub lico, por p arte do t rub un al de c contas, demon st ra se maior mar ge para du vi d a, q ue n cão s o ub e f az e rato

O senhor não é nem dono do dinheiro comum nem nele manda, o que o senhor deveria ter feito, era administrá-lo com juízo e sobre a opinião das gentes, que exprimem seus interesses

O s en hor n cão é n em don o do din he iro com um ne m nel e man da, o q ue o sem hor d eve ria te rf e i to, e ra ad min st rá do traço ong l es ingles dez com ju i zo e s ob rea o pi ni ao das g en te s, q ue e x prime m se us in te r e es sas

E deixem- se de fazer malabarismos, que nenhum circo da cidade alguma vez os haveria de contrata, que merda de ilusão primária é essa como as quem vem fazer nos jornais, dizendo assim em parangonas, masi quatrocentos milhões para a educação, oh sua besta, relativo a quê, para aplicar em que modo, donde lhe veio a iluminação para definir tal verba, onde estão as parcelas que somadas das aplicações previstas que correspondem a esse valor , que juntas dao esse valor, só tretas, seus malandros ladroes, de quatrocentos milhões, quantos pretendem mamar e dar a mamar?

E de ix em do traço da inglesa se d e f az e r m al ab ar is mos, q ue n en h um cir co da cida de al gum ave zo s r ar h ave ro ad e c on t rata, q ue me rda de l isa o pr e má ria é ess ac omo as q eu m v em f az e rn os jornais, di zen do as si m em para n gin h as, masi q au t roc en t os mi l h o es para a edu caçao, oh se ua be sta, r e la t ivo a q u ê, para ap lic ar em q ue modo, don de l he veio a i lu mina sao para d e f e ni r t al v e r b a, onda es tao as pe rc celas q ue s om ad as das ap li caçoes , pr e v it as q ue co rr ep w s n de m a es se valor , q ue j un t as dao ess e valor, só t r eta s, se us m al na dr os la dr o es, de q ua t roc en to s mi l h o es, q u anto s pr e ten de m dm a mar e d ar a ma mara foice

Portanto o tribunal de contas vos pedirá então, antes de qualquer desbloquemento do orçamento, em que forma for, para os senhores apresentarem, em detalhe então, os investimentos que dizem ir fazer de quatrocentos milhões na educação, pois o que se tem reparado é fecho de escolas, alguma justificáveis, como todos sabemos, e professores descontentes, com um saída recente de um grupo de quatrocentos de uma vez, coisa que não deverá ser normal, e que portanto justifica apreensão de todos os pais deste país,

Porta n to o t rib un al dec contas v os ped irá en tao, ant es de q ua l q eu r de sb lo q eu am neto do orça m en to, em q ue forma for, pr a os s en hor es ap r es en ta rem, em d eta l he en taso, os ive s tim en to s q ue di ze mir f az e r de q ua t roc en to s mi l h o es na edu caçao, p o is o q ue set em reparado é fe ce ho de es c ol as, al gum a js u ti fic ave is, como todos s abe mose por rf esso r es de sc on t en t es, com um sa id a rec en te de um g rup ode q ua t roc en to sd e uma ave z, co isa q ue n cão d eve rá ser no r m al, e q ue porta n to j us toi fi ca ap ren sao de todos os pa is d este pa dos paus do acento os,

E depois para cumprir a função de governar, que é propor um orçamento, como já vos expliquei, primeiro que possa ser entendido por todos e assim todos estejam preparados e bem para o discutir, coisa que nem se ve naqueles que levam a delegação da vossa corrupção montada na pala do que chamais de democracia, pois mesmo os que estão montados no parlamento, prova isto mesmo, pois de quase todos os que tem intervido na comunicação publica nesta ultima semana passada, só falam de um, ou outro aspecto do dito, ou seja desvelam assim, de forma inequívoca, que nem eles próprios estão preparados para o entender, e um plano para um ano, é coisa muito séria, mais quando o dinheiro é pouco, quando a casa trás dividas, e quando o dinheiro é de todos e a todos deve melhorar a vida e o viver

E d ep o is para cu mp r ira f un sao de g ove rn ar, q ue é pro duplo do primeiro orçamento, com o j á vo s e x p li q ue i , p rim e iro q ue p os sa ser en t en dido por todos e as si m todos est e j am pr epa ra do se b em para o di sc u ii ti, co isa q ue ne m se eve na q eu l es q ue l eva am a del e g ac sao da vossa co rr up sao montada na pala do q ue c h ama maís de demo c ria cia, os q ue es tao montados no p ar la m en to, e u j a pr ova di s to me s mo, é, q ue q u ase todos os q ue te m in te r v id o na co mun cia sao publica ne sta u l t ima se mana pa ss ada, s ó f al am de um , ou o u t ro as pe c tod o d it o, o u seja de s vela am as si m, de forma ine qui vo ca, q ue ne m el es pro p rios es tao pr epa ra do s para o ene t en de r e um p l ano para primeiro ano, é co isa mui to sé ria, mais q u ando o di ne h rio é p o u co, q u ando a ca sa t rá s di vi da se q u ando o din he iro é de todos e a todos d eve me l h or ar a v id a e o viver

Como vos dizia em Palavra recente, a segunda coisa fundamental para que cada um possa viver e o comum no aspecto da energia, é a energia do espirito, e aqui nest segunda rubrica, depois da comida, pois com os estômagos vazios, ninguém pensa bem, ou mesmo pensa, a não ser as bestas à pala do estado que somos todos nós, com cartões de credito até dez mil euros mensais, que viagem pelo mundo inteiro e levam as amantes, como agora mais uma vez se veio a fazer prova cabal, e se calhar ainda aprendem formaçao de actos de terror e coisa do genero, para além do terror que é esta vilanagem por si mesma, face a todos os que pagam, a maioria com grandes sacrifícios.

Com ovo s sd di z ia em p al v ra rec en te, a se gun da co isa fun dame en t al para q ue c ada um p os sa viver e o com um no as pe ct o da energia, é a en e r g ia do es pi rito, e aqui nest se gun da r ub roca da broca, d ep o is da com id a, p o is com os e ts o magos v az i os, n un g eu m p en sa b em, o um e ms o p en sa, an cão sw ra s be sta s à pala do est ado com c ar to es de c red it at é dez mi l e ur os m en sa is, q ue v ia ge m p elo m un do in te iro e l eva am as am ant es, como a goa ra ama masi uma ave z se veio a f az e r pr ova ca bal, e se c al h ar a inda ap red ne m for maçao de as tc os de t e rr o r e co isa dog ene ro, para al é m do te rr o r q ue é e sta vila ana ge m p o r si me s ma, f ac e a todos os q ue pa g am, a maio r ira com g rand es s av c rif i cio s.

Portanto dentro dos escalões que actualmente trazem relativos às contribuições dos impostos de cada um, apresentam num gráfico passível de ser lido e entendido por um menino de cinco anos, qual é o valor médio de gastos em educação, incluindo de forma separada, livros e material escolar, transportes escolares, pessoais e colectivos, outros livros que as famílias comprem para se entreter educando, gastos em acesso a cultura, e custos associados a formaçao profissional e viagens de estudo

P ota n to d en t ro dos es ca l o es q ue ac u t al que mente t ra ze m r e la t ivo s às c on t rib u i ç o es dos i mp os t os dec ada um, ap r es en t am n um g raf i co passo v el de ser lido e en t en dido por um me nino dec on co anos, q ua l é o v al o r mé dio de gás to s em edu caçao, inc lui indo de forma s ep ar a da, li v rose mate ria l es co l ar, t ra ns portes es co la r es, p esso a ise cole c t iv os, o u rt os li v ros q ue as f ami la is com pr em para se en te r ter e di u can do, , gás to s em ac esso a c u l tura, e cu s t os as soci ado s a for maçao pro fi s sio n al e v ia ge ns de ss tudo

Assim poderemos saber por grupo de rendimentos, qual o valor e percentagem que cada um e cada família gasta na comida espiritual tao importante para o desenvolvimento do ser e consequentemente do que é comum, ou seja do saber, que se traduz, em desenvolvimento

As si m p ode remos s abe r por g rup ode rendimentos, q ua dez ova l or ep e rc en tage m q ue c ada um e cada f ami lia gás sta na com id a es pe i rt ua l tao i mp orta n to para o de s en v l vi m en to do ser e co nse q u en te mn te do que é com um, o u seja do s abe r, q ue se t ra d u ze m de s en vo l vi m en to

E tambem o valor diferenciado em relaçao ao investimento nestas áreas, ou seja o peso rela do que custa a cada família, diferenciado por rendimento, pois a lógica do que é comum, será sempre ter um investimento que provem do imposto, que apoie quem masi precisa, de forma a tentar um equilíbrio de oportunidades e de real igualdade de acesso, pois o alimento espiritual não deve estar somente acessível a quem mais posses económicas trás e estúpida é a sociedade que não percebe que o saber é proporcional ao desenvolvimento, criação de riqueza e da própria felicidade de cada ser

E ta tam b em o v al o r difer en cia ado em relaçao ao in v es tim en to ne sta s a rea s, o u seja do circulo do peso r e la do q ue c u sta a c ada f am mila, difer en cia ado por ren di em n to, p o isa loi gi ca do q ue é com um, se rá se mp r e t r e um in v e ts em en to q ue pr ove m do i mp os to, q ue ap o ie q eu m masi pr e cisa, de forma a t en t ar um e ki li br rio de op r ot uni dad es e de rea l igual dad ep o is o al i m en to es pei rt ua l n cão de eve es t ar s om en te ac ess ive la q u em masi p os se s e c on o mica s t rá se é est u pida a soci e ad e q ue n cão per rc cebe q ue o s abe r é pro p rocio cio n al ao de s en vo l vi m en to, c ira çap de riq u e za e da p o rp ria fe li cidade dec a ds ser

Depois justapõem a este gráfico um outro, que é por assim dizer o histórico , que deverá tambem ser apresentado por rubricas do que tem sido o investimento publico nestas áreas, e sendo útil, que na parte do histórico, conste, os últimos trinta anos para se ver o que se tem passado neste parte do investimento tao fulcral para qualquer plano de desenvolvimento e melhoria do pais, nomeadamente, se o investimento tem crescido ou decrescido, se tem variado, como vossas cabeças avariadas, em que rubricas se tem concentrado e relacionado isto como o espaço todo do pais, ou seja, nem só litoral , nem só grandes cidades, pois não quer ninguém continuar a desertificar o país e concentra-lo todo em seu litoral, que qualquer dia pelo não andar da carruagem ainda dá um volta e fica tudo de cabeça para baixo, a viver no sitio dos peixes

D ep o is js u t ap poe ema este g raf i ca um outro, q ue é por as si m di z ero hi s tori co , q ue d eve rá t am b em ser ap r es sena td o por r ub ric a se s en do u til, q ue na p arte do hi s tóri co, co ns te, os u l tim os t r in ta na os para se eve ero ro q ue set em passado ne sta a rea de in v es tim en to, tao f u l carl para q ua l q eu r pal no de d e s en vo l vi m en to e me l hor ia do pa is, no me ad aa m nete se o in v es tim en to te m c r es cid o ou de sc r es cid o, se t em v aria ado, como v os sas cabe eça s ava ria ada se em q ue rub ric as se t em c on c en tr ado o in v es tim en to, e r la cio n ado is to com o o ep ps l ço todo do pias, p u sej, ne m s ó li tora l , ne m s ó g r ad es cida d es, p o is n cão q eu r nin g eu m conti n u a r a de s r e tif car o pa ís e c on ce t ra do traço de dezembro todo em s eu li tora l, q ue q ual q e ur dia p elo n cão andar da ca rr ua ge m a inda d á um vo l ta e fi ca de cab eça para ba ix o, a viver no si tio dos pe ix es

Como não falamos só de escolas, aqui, tambem deve então ser feita a correspondência com o investimento e manutenção e programação dos espaços públicos, como teatro, museus, e por aí fora que permitam uma mais clara compreensão da real relaçao entre o que cada família gasta e o que do comum imposto é aplicado

C omo n cão f aç la mos s ó de es c o la saqui, t am b em d eve en tao se r f e i ta a co rr es ponde n cia com o in v es tim en to e manu t en sao e pr g ram sao dos es paços pub lico s, c omo teatro, mu se use por aí f o ra q ue per mu tam uma maís clara com pr es sn sao d ar e la relaçao net ro q ue c ada f am mi lia gás sta e o q ue o q ue do com um i mp os to é ap lica ado

Tambem não lhe preciso recordar, que os senhores todos que brincam a governar à trinta anos, coisa que deveriam ir fazer no quadrado de areia do jardim continuo, assim tipo construções de castelos de areia, nunca, mas nunca, acertaram numa previsao que fosse sobre esta matéria da inflação

T am b em n cão l he pr e c is o rec o rda r, q ue os s en hor es todos q ue br in cam a g ove rn ar à t rin t a ano s, co isa q ue d eve ria am i rf az e r no quadrado de a reia do jardim c on ti gn u o, as si mr rip o co ns t ru ç o es de ca s telo s de a reia, n un ca, mas n un ca, ac e rta ram nu am pr e visao q ue f os se s ob re e sta maté ria da in fla sao

E ainda uma outra grelha, que é pelo tipo de escolas publicas que possuímos, o que ela custa , discriminando por rubrica principal, e diferenciando salários dos professores, manutenção, equipamentos, consumos de energia, apoios escolares, e por aí fora, de forma a que qualquer um olhando para este gráfico, possa saber, quanto custo uma unidade escolar, por genero, primária, secundaria ou universitária, e uma outra que as compare com equivalente em forma privada

E a inda uma outra g r e l ha, q ue é p elo t ip o de es c ol as pub licas q ue p os s u imo s, o q ue e la cu s ta , di sc rim en ando por r ub irc p rin cip al, e de i fr en cia ado s al a riso dos por rf esso r es, manu t en cao, e qui ipa m en to s, c on sumo s de en e r gi a, ap o is o es co la r es, e por a ó f o ra, de forma a q ue q au l q eu rum o l h ando para este g raf i co, p os sa s ab e r, q u anto cu st o uma uni dade es co la r, por g ene ero, p rim e ria, sec un d aria ou u in v e r sita ria, e uma o u t ra q ue as co mp par e com es qui iva lente em forma p riva ada

E porque sabemos que os professores ganham mal e são um classe das que melhor deveria ganhar se o país estivesse governado por gente sabedora, e sendo que nem só de dinheiro falamos, ou deveremos mesmo falar, quando falamos de que os professores mais ganhem, pois tambem por mais ganham os professores e todos os alunos se as turmas não tiverem mais de quinze alunos, e se os professores, tiverem tempo em seus horários para fazer formaçao de actualização em permanência ao longo de suas carreiras, será então de conveniência, para podermos falar do orçamento do estado de forma real, ter sempre um gráfico muito claro com os custos dos ordenados de todos os que prestam função publica, por área e por categoria, para que cada um possa por si pensar, onde é que é melhor ter masi bem pagos os quadros, em função daquilo que consideramos importante e prioritário numa perspectiva de desenvolvimento e harmónico da sociedade e onde é justo que menos recebam


E p orca ue s abe mos q ue os por rf esso r es gan ham m al e são um c lasse da s q ue me l hor d eve ria gan h ar se o pa ís e s x t uve s se c ove rn ado por g en te s abe dora, e s en do q ue ne m s ó de din he iro f al amo s, o u de eve remos me ms o f al ar, q u ando f a l amo s de q ue os po rf esso r es mais gan he m, p o is t am b em por e x e mp l o gan m h a os po rf esso r es e todos os al uno s sea s turmas n cão ti v e rem masi de quin ze al un os, e se os po rf esso r es, p ode rem te m te mp o em se us h g o rá rios para f az e r for maçao de ac tua l iza sao e, m p e r mane n cia ao l on gi de s au s ca r rei iras ra s, se rá en tao de c on vini ne cia, para p ode r mo s f al ar do orça e mn to do estado de forma r e la, te r se mp r e um g raf i co mui to c l aro com os c us to s dos o r dena ado s de todos os q ue pr es tam fun sao pub lica, por a rea e por cat e g o ria, para q ue c ada um p os sa por si p en sar, onda é q ue é me l hor te r ma si b em p a g os o s q u a dr s o , em fi n cao da q u i lo q ue c on side ramos i mp orta n te e pr rio r tia rio n uma cp e r sp e ct iva de d es en vo l vi m en to e h ar moni o da soci e dad ee onda é justo q ue m en os t rec e bam

Só deste pequeno raciocínio, se deduz da importância de ligar o tratamento estatístico, ine, a própria elaboração do orçamento e que estas duas áreas devem andar muito masi interligadas do que geralmente andam, para provir a função de transparência do estado que o deve garantir a todos os cidadãos

S ó de st pequeno rac i cio ni o, sed ed u z da i mp orta mc ia de li g ar o t rata m en to est at isco, ine, a p o rp rio el ab o raçao do orça m en to e q ue e sta s du as ar es de eve man d ar mui to ma si in t r e lia gada s do q ue ge ra l e mn te e dam, para pr o v ira fun sao de t ra sm par en cia do estado q ue ode eve gara n tir a todos os cida dao s

Como de igual forma deverão ser integrados gráficos demográficos e de relaçao demográfica actual e de previsao futura das necessidades por sector, e sendo que, friso, pela enésima vez, um orçamento real, será um orçamento que nasce do local e do particular e soma no total, que reverte de novo para o local, pois mesmo na estupidez reinante, nem todas as escolas e o que é publico se concentra no bairro dos ministérios em lisboa!

C omo de i g a uk forma d eve ra os e r in te g ra dos g raf i cos demo g raf i cos e de relaçao demo g raf i ca ac tua l e de pr e visao f u tura das ne c es sida d es por sec tor, e s en do q ue, fr is o, pe la ene sima ave z, um orça m en to rea l, se rá um orça m en to q ue na sc e do l oca l e do par tic u l ar e s oma no tota l, q ue r eve r te de n ovo para o l ocal, p o is me s mo na es t u pide dez r e ina n te, ne m tt o da sas escolas e o q ue é pub lico se c on cetra no ba i r ro dos mini s téri riso em l is boa!

Ou seja , ainda, um dos problemas de fundo, que se traduz nesta forma de não conversar sobre o orçamento, e que o reduz com vantagem a quem assim o quer, a uma mera operação de propaganda e mau circo de coisa nenhuma sem garantia de nenhuma vela, moleiro ou pao, tem a ver com a forma como se deixou concentrar a gestão da rés publica em forma centralizada, pois um melhor orçamento sempre nascerá das unidades territoriais na forma como o território estiver administrativamente organizado e dividido, pois quando assim se fizer, acabaram as manhas de descentralizar competências sem as respectivas verbas e encontraremos respostas a questões como por exemplo esta em mil que aqui vos deixo, será masi barato ter por exemplo uma escola primaria ou outra dependente da cidade local, ou mesmo da província, do que a que custeamos em forma central, onde mais se economiza?, pois um orçamento geral, deve ser uma espécie de guia que margina o que todos acham que deve ser os principais carris no modo de fazer as coisas e dos parâmetros financeiros que pensamos serem bastantes para que as coisas melhor funcionem, criando o binómio e alavanca entre menor custo possível, para o maior benéfico, que ultrapassa sempre e somente a consideração meramente financeira

O u seja , a inda, um dos por rb l emas de f un do, q ue s et ra d u z ne sta forma de n cão c on versar s ob reo o raç m en to, e q ue o red u z com van tage ema q eu m as simo q eu ra uma mer a opera sao raçao de pro pagan da e ma u cir co de c o isa ne h uma s em gara n tia de n en h uma vela, mole iro o u pao, te ema ave rc om a forma com o se de ix o u c on cetra ra a g es tao da r e a ps oto lo serpente publica em forma c en t ra l iza ada, p o is um me l hor orça m en to se mp rena sc e rá das uni dad es terri tori as na forma como o terri tor is s es t iv e r ad min st rat iva que mente o r g ani iza ada, p o is q u ando as s i m se fi ze r, de ix a rá t am b em de ac ab ra as man h as de d es c en t ra l iza r co mp pete n cia ss ema s r es pe ct iva s v e rba se en c on t ra remos r es postas a q eu s to es com o por e x e mp lo e sta em mi l q ue aqui v os de ix o, se rá masi ba rato te r p o r ex me ep dez uma es coa l p rima ria o u o u t ra de pen dente da cidade l ocal, o u me s mo da por vin cia, do q ue a que c us tea mos em forma c en t ra l, onda sm asi se e c on o miza da foice, p o is um orça m en to ge r al, d eve ser uma es pe cie de guia q ue mar gina o q ue todos ac ham q ue d eve s ero s p rin copa sis carris no mode de f az e ra s co isas e dos para m en t ros fi nan ce iro s q ue pen sam os se rem ba s t ant es para q ue as co isas me l hor fun cine m, c ira n do o bino mio e al avanca en t re m en o rc e us to p os si b v el, para o maio r b ene fi co, q ue u l t ra passa se mr ea pc on side raçao mer ante fi nan ce ira

E por agora, sobre a comida e o alimento do espirito, a segunda e primeira procedente das duas energias elementares para a vida e o viver, por aqui fico

E p o rato do agora, s ob rea com id a e o al i m en to do es pi rito, a se gun da e p rim e ira por rc ce dente das du as energias el e m en tar es para a v id a e o viver, por primeiro ki do fi co

Já vos falei em texto anterior do que deverão ser os axiomas do investimento publico , e das prioridades que se devem considerar estratégicas

J á v os f al leo em texto ante rio r do q ue de eve ra os e rosa ax i oma s d o in v es tim en to publico , e das piro rid ad es q ue se d eve em c on side r ar es t rat + e gi cas

Ainda hoje ouvia a voz dos que querem a morte dos seus filhos, pois é disto que se trata se não se der uma grande volta a forma como levamos o viver em todas as áreas

A inda h oje o u v ia a v oz do s q ue q eu rem a m orte dos se us fi l h os, p o is é di s to q ue set rata se n cão se d e r um a g rande vo l t aa forma com o l eva mos o viver em todas as a rea serpentes


Pois as develaçoes do espirito que constam deste livro sao todas verdadeiras!

P o is d eve la ç o es do es pei rit q ue co ns tam de ste l iv ro s º ao todas v e rda de iras!

E me vinham já com a conversa que a solução das condutas para canalizar e recuperar os restos orgânicos e reintroduzi-los de novo na terra, e assim começar a melhorar a qualidade da nossa comida, reduzindo so imensos químicos que introduzimos na cadeira alimentar e consequente nos nosso pequenos corpos, e que tambem como sabemos dao cabo do corpo da mae terra e contribuem em sua quota parte por um conjunto de componentes muito vastas para desregrar o que chamam de clima, era impossível sobre o plano de custos, e ponto, nem mais acrescentavam, que era assim e ponto, sem mesmo apresentar um calculo que fosse que o demonstrasse, e se colunas montantes nos prédios que já existem é demasiado oneroso para o fazer por dentro delas, que se façam então nas que já existem, por fora, nas traseiras em forma obviamente integrada no plano arquitectónico, irra, para os que trazem os olhos curtos, meio neurónio com que pensam, e que nos querem a todos levar para a morte!

E me v in ham j á c om a c on versa q ue a sol u sao das c on d u t as para can l iza r e rec u pera ros r es to s o r g ani cos e rei n t rod u z i do traço ong le s de dezembro de n ovo na terra, e as si m com eça ra mel hor ar a q ua li dade da n os sa com ida, red u z indo so i m en s os quim micos q ue in t rod u z imo s na cade ira al i e mn tar e co nse q u en te nos n osso pe q u e n os corp os, e q ue t am b em com o s abe mo s dao cabo do corp o da mae terra e c on t r ib eu m em s ua q au ota p arte por um c on j un to de com p one net ts mui to v a sta s para de s r e gular o q ue c h ama de c lima, e ra i mp os s ive l s ob reo p l ano de c us to se ponto, ne m masi ac r es c en t ave m, q ue ra as si me ponto, s em me s mo ap r es en t ra um ca l cu dez q ue f os se q ue o demo sn tar s se, e se co l unas mon t ant es nos pr e di os q ue j á e xis te mé d ema si ado on o rosso para o f az e r p o ren t ro de l as, q ue se f aç am en tao por rf o ra, nas t ra ze iras em forma ob v ia me ne in te g ra da ni pal no a qui tec ti nico, i r ra, para os q ue t ra ze mo sol h os curtos, mei o n eu ron oni o com q ue pen sam, e q ue no s q eu rem a todos l eva ra para a m orte!

Investimento publico de qualidade e urgente, é, aumentar segurança da vida e das habitações de lisboa, na óptica de prevenção e resistência a um terremoto como já se disse e afirmou necessário, aproveitando estas obras para introduzir as masi valias que se possam introduzir com a da recuperação dos orgânicos, e compensar pelo orçamento, em igual proporção as outras cidades e vilas do pais, pois ninguém trás culpa, que as coisas aqui tenham chegado pela incúria e falta de visao, e o que se trata aqui é de um ponto de viragem, que se traduz numa necessidade de correcção em muitos níveis, e que obviamente não poderá ser feita em forma por assim dizer suave

In v es tim en to publico de q ua li dade e ur g en te, é, au m en t ra segur ança da vi da e das h ab bit a ç o es de l is boa, na o pt tica de pr eve en sao e rei s t e n cia a um terremoto com o j á se di s see a fi r mo u ne ce s as ap s oto lo ser pen te rio, ap o r v e i tan do es t as ob ra s para in t rod u z i ra s masi v al ia s q ue se p os sam in t rod u z i r com a da rec u pera sao dos o r g ani cose co mp en sar p elo orça e mn to, em igual pro p roc sao as o u t ra s cida d e s e vi la s d o pa is, p o is nin g eu m t ra s c u l pa, q ue as co ia s aqui t en ham che gado pe la inc u ria e f al ta de visao, e o q ue se t rata aqui é de um ponto de v ira ge m, q ue se t ra d u z n uma ne c es sida de d e co rr e c sao em mui to s ni v e ise q ue ob v ia mente n cão p ode rá ser fe i ta em forma pro as si m di ze r s ua ave

Provavelmente dirão que o mesmo se passa em relaçao ao plano de prevenção do terremoto e do maremoto, e provavelmente já nem se recordarão que existem gatos e provavelmente já estarão tao senis que nem conseguem masi encontra um solução criativa que responda tecnicamente e viável sobre o plano das finanças e provavelmente se sobreviverem, serão os primeiros a ser queimados!

Pr iva da ave primeiro que mente, di ra do circulo da ira do circulo do durao, quadrado da ue circulo do ome do me serpente do mo da se da passa em relaçao ao p primeiro ano de pr eve en sao dot e rata rem oto e do mar m oto, ep do pro da ova da ave primeiro mn te principe acento ane ms e rec do circulo da rda arao quadrado da ue e x is te maior gat os e pro ova ave primeiro mn te j á es cruz arao tao serpente en is quadrado da ue ne m c o nse gato eu maior masi en circulo em cruz ra primeiro sol vaso da sao circulo da ria da cruz do iva quadrado da ue rato espanhol do pond primeira tec nica maior nete e vaso ia ave primeiro serpente ob reo p primeiro ano das fi na sç as e pro ova ave le mn te se ob r e vaso iv e rem, se ra serpente do circulo do os da p do rim ee rosa se rato do quim ad os as s eta

seria bom já que estamos a falr de orçamento, orçamentar entao estas obras, e pensar com as empresas de construçao como as grandes se alijeiram para dar resposta e garantund acesso de quota as pequenas e médias, que braços para fazer isto tudo, nem de mais nem de menos haverao, assim se faz trabalho, se reparte a riqueza e se cria mais valias, entendidas em seu sentido lato

A conversa com o senhor ex ministro das finanças ainda não acabou, visto que ainda não me respondeu as questões que lhe coloquei sobre a perseguição pessoal em que me trazem!

A c on versa com o s en hor e x min si t ro das fi na sç as a inda n cão ac ab o u, vi s to q ue a inda n cão me r es ponde ua s q eu s to es q ue l he c olo q eu i s ob rea per se gui sao ps s o al em q ue met ra ze m!


Sobre a dita chamada matéria financeira mundial,

S ob rea dita c h am ad a mat é ria f ina ce ira m un di al,

Saudações e cumprimentos ao grande império do meio que mais uma vez veio perante o mundo declarar, que a uniao faz a força, e que só conjuntamente se consegue fazer face as problemas globais, saudações e cumprimentos a toda a asia que tambem assim o secundou, e parabéns ainda pela cimeira que agora decorre, fazendo meus votos para que dela saiam medidas e pontes para medidas que respondam ao que está na mesa, não só no plano financeiro, mas na resposta que é necessária dar as necessidades de produção alimentar no mundo como o secretario da mesa das nações o quantificou

Serpente au quadrado do aço espanhol e circulo do vaso do mp rim en to sao g rande e mp e rio do mei circulo do quadrado da ue ema si da primeira rda ave zorro veio pe ra n te o mundo dec lara rato, quadrado da ue primeira uniao f az a f o rça, e quadrado da ue serpente do acento do circulo em ju muito tamen te sec em se gato da ue f az e rf ace as por rb primeiro ema sg loba is, serpente au quadrado do aço espanhol hi, e circulo do vaso maior pi rm en to sa toda a as ia quadrado da ue t am b em as simo sec un do ue para be ns a inda pe laci me ira quadrado da ue agora dec circulo rr e, fazendo me us vaso oto serpenet sapa do para quadrado da ue de la sa iam me dida se pontes para do homem ingles dia ada quadrado da ue rato, ep ps son dam ao quadrado da ue es cruz à ana da mesa, muito cão serpente do acento no circulo do no da p primeiro ano do fi na ce iro, ma sn ar sp circulo sta quadrado da ue é ne ce serpente sária quadrado da ar as ne ce s sida d es de pr do sao al e men tar no do mundo com oo sec r eta rui da mesa das serpentes do naço espanhol do circulo do quadrado au un das ti do fi, co do vaso

Forte da dor emi ni controlo da crise, forte sp dor da can tora , a cantora da torah, a judia no circulo can circulo em naco c on cruz rola lada, a rola la do circulo rice , tamborilar, tam boris lar, cruz da manha, bor ila rato, tambor, gunter da relva, angulo do ar da ilha alema

Forte da dor emi ni c on t olo da c rize, f orte sp dor da can tora , a can tora da torah, a ju dia no c irc u dez pro me iro do circulo do can, circulo em naco circulo em cruz rola lada, a rola la do circulo rice , tamborilar, tam boris lar, cruz da manha, bor ila rato, tambor, gun te r da relva, es p l en dor na r elva, angulo do ar da ilha alema

Durao acrescentava uma linha da sua senha persecutória no semi circulo da mesa da reuniao na asia, a imagem de que nos afundamos ou salvamos todos, a remeter por declinação do subentendido para titanic, ou tita circulo ni, que malandro, que nem fala direito !

Durao ac r es centa ava primeiro da linha da s ua s en ha per sec u tór ia no s emi c irc u dez da mesa da r eu ni ao na as ia, a i mage m de q ue no s a f y n dam os o u s al v amo s todos, a r e met ra por dec lina sao do s ub en t en dido para tita ani c, o u tita cir cu dez ni, q ue m a l lan dr do circulo da s eta q ue en em f ala di rei to de direito

primeiro do circulo dez cip ip do ps do circulo da puta