segunda-feira, novembro 17, 2008

Ah senhora muito muito amada, que me espanto sempre perante nosso amor, acabara de publicar , escrevera num texto maior em que me entretenho à ainda tua ausência de teus beijos para muito sempre te beijar, depois desci à estação a beber um café, muitas folhas caiam a meu passar como beijos teus, ah amada que bom assim sentir-te ao perto mesmo ao longe, depois subi de novo ao jardim, e masi um sinal no ceu espelhou nosso amor, ua aviao vinha vindo com um triângulo de luz de fogo em seu olhar, inclinou a espada para cima em sua leve curva, um ponto vermelho em seu ventre, assim dizia, dele no vaso da luz, e depois amada, o sinal do nosso amor, uma estrela cadente, riscou o ceu, quase paralela à ponte vindo do sol, eu em meu coraçao te desejei como sempre o faço, e peço no secreto de meu coraçao, que o Amor Te Traga até mim tinha eu acabado de vos ver a sorrir


A homem serpente en hora mui to mui to am ada, q ue me espanha pan to se mp rato ep e ra n te n osso am or, ac ab ra de pub primeiro i car , espanha c rato eve ra n um te x to maio rem q ue me en t rato e t en ho à a inda t ua serpente vaso en cia de te us bei j os para mui to se mp rato e te bei j ar, d ep o is de sci à est ac sao a be br um ca fé, mui t as fo primeiro homem as ca iam am eu p ass a rc omo bei j os te us, primeira do homem am ad aqui da ue do segundo om as si maior da serpente en tir do traço da inglesa te ao per to me serpente ml ao longe, d ep circulo do is serpente ub bi de n ovo ao jardim, ema si um sin al no c eu espanha pe primeiro homem o un osso am o rua avia o vinha vaso do indo com primeiro t rian gula dez de primeiro vaso zorro de fogo em serpente eu ol homem ar, inc lino ua espanhola pada para c ima em serpente ua primeiro eve c vaso rato v a, um ponto verme primeiro homem o em serpente eu v en t rea ss em di zorro ia, de primeiro en ova serpente do circulo, o da luz, e d ep circulo do is am ad a, circulo da se ina primeiro don osso amo rum a est rato e la cade dente, rie co vaso o c eu, q vaso ase para e ll a à ponte vaso do indo do sol, eu em me vaso cora sao te de se je e com o se mp reo f aço, ep e circulo de corte on o secreto de me vaso cora sao, q ue o A mor Te T raga a té mim, tinha eu ac ab ado de evo serpente vera so rr e rato

Sabes amada, em outra lua, o nosso amor era visível no ceu, como dois pássaros imenso do tamanho de nosso amor no ceu da noite se abraçavam, diziam os homens cegos que observam as estrelas, e trazem estranhas equações matemáticas à curta medida de seus pensares, ou mesmo de pensares alheios, que o beijo, era coisa de séculos, pois assim no entender deles, a luz do amor demora a chegar, eu me rio amada, pois tinha acabado de assim to escrever e ali estava ele no ceu espelhado, passado, amada, futuro tudo um mesmo, a luz do amor consentânea em todo o universo a nos religar, oh como tanto te amo

S ab espanha am ad a, em o vaso t ra primeiro ua, on osso a mor e ra v isi v el no c eu, cm o do is p ass aro serpente em en serpente o dao tam n homem ode n osso a mor no c eu da noite se ab rac ava am, di zorro em os homem om en sc ego serpente q ue ob serva vam as e ts rato e la se t ra ze m espanha t rato anhas e q ua circulo de corte o espanha mat ema tica serpente à c vaso rta med ida de se us p en sar espanha, o um em serpente o de pn e ares al he e os, q ue o bei jo, e ra co isa de sec vaso primeiro os, p o is as si m no en t en de rato de primeiro espanha, a luz do a mor de mora a che g ra, eu me rio am ad a, p o is tinha ac ab ad ode as si m to espanha c eve real e est ava el en o c eu espanha pe primeiro homem ado, passado, am ada, f uu ru to tod um me serpente mo, a primeiro vaso zorro do a mor co nse t ane a em todo o uni vaso ero sa no serpente rato e li g ar, o homem com o t ant o te am o

serpente te st eri ri do om