terça-feira, novembro 25, 2008

às Gentes do Uno Mundo, à procuradoria geral da republica portuguesa e ao tribunal penal internacional

À por rc cura dor ia ger al d a r e publica por ti u guesa e ao t rib un al p en al in t rena cio n al


Parece que os senhores combinaram a manha das mesmas respostas entre vós, agora a vez do senhor dias, dizer a mesma frase do senhor constâncio, que não ve razoes para abandonar o conselho de estado, pois não cometeu nenhuma ilegalidade, na gestão da tal chamada sociedade lusa, o que parece apontar que efectivamente actuaram conluiados, vossas próprias palavras e formulações o dizem e apontam e reforçando sentido da suspeita

Par rc e q ue os s en hor es com segundo ina ram da primeira manha das me s mas r es p ota s en t r e vó s, agora primeira ave e zorro do s en hor dias, di ze ra me s ma fr ase do s en hor c on ts sn cia, q ue en cão ve ra zoe es spa par ab ban dona aro do conselho de estado, p o is n cão com e t eu n en h um a ile gali dad e, na g es tao da t al c h am ada soci e dade l usa, o q ue pa rc e ap on t ra q ue efe ct iva mn nete at ua ram c on c lui iad os, v os sas pr o p ria s pal ç av ra se for mula cc aç o es o di ze e r me ap on tam e r e f o r ç a mo s en tid o da s us pei t a

Da entrevista a constâncio, são obvias duas conclusões,

Da en t r e v ista a co ns tan cio, são ob vias du as c on c l us o es,

Primeiro que a supervisão não funciona, o que o responsabiliza como senhor constante ao longo de talvez mais de uma decada, do banco portugal, numa função que não a é, e portanto, quanto mais se destapar a tampa do tacho, certamente que outras situações dos passado em relaçao a outras instituições, emergirão

P rime iro q ue a super visao n cão f un cio nao q ue o r es posa bil iza com o s en hor co ns t ante ao l on g ode t alve z maís de uma dec ad ado do ban co portugal, nu ma f un ç º cao q ue n cão a é, e porta n to, q u anto ma s ise de s tapa ra tam p ado t ac ho, ce rta que mente q ue o u t ra s si tua ç o es do s passado em relaçao, do tribunal, a o u t ra s in s ti u tições, e mer gi iram, girão, o fernando

Como se desvela, uma linha do trafico de armas, que levou entre outras coisas à morte de sá carneiro e tições de diverso de fogos de guerra no médio e extremo oriente , por aqui tem passado, portanto, existirão certamente financiamentos que por qui passaram, ou seja por instituições financeiras nacionais, aqui sediadas ou em off shores, ou estrangeira com presença no território nacional

Com o se d es vela, primeira linha do t raf i co de armas, q ue l evo u en t re o u tt ra s co ia sa da morte de sá carneiro e ti çao s d iv e r s ode f ogo sd de guerra no mé di oe e x t r emo o rin da net , p o ara ki te maior passado, porta n to, e x is tir º cao ce rta , mente, fina n c ima mane neto s q ue por qui p ass saram aram, o u seja por in st u it ti ç o es fina ce ira s na cio na is, aqui se di ad as o ue emo ff s h o r es, o ue es t range geira com pr es en ç ano terri tó rio na cio n al

Esta situação, a existência de offshores que se espalham no mundo inteiro, é uma das componentes do sistema financeiro, que mundialmente tem que ser reformulada, ou mesmo acabada, visto que os argumentos que levaram a sua criação se demonstraram pela praticas desde a sua fundação, que não se concretizaram, e sobretudo tem serviço para operações ilegais com dinheiro, que financiam uma serie de desgraças no mundo, portanto, seremos todos estúpidos se continuara-mos a deixar que uma pequena minoria possa tanto cabo dar da vida de tantos, como armas e tráficos, que originam guerras, que financiam actos de terror, de substâncias consideradas ilegais, e trafico de crianças e por aí fora ao abismo para todos fatal, se assim continuar

Es sat si t ua corte da sao, a e x is t en cia de o ff s hor es q ue se es spa alha am no mundo in te iro, é uma das com p one net es do sis t ema fina ce iro, q ue mud di ilha men tete m q ue ser rf e o r mu alda, o um es mo ac ab ada, vi s to q ue os ar gume en to s que l eva ram as ua c ria çao se demon s t aram pe la pr t aica s de sd e as ua fun da çao, q ue en cão se c on c r eti zara ram, es ob r e tudo te m ser viço para o pera ç o es ile gai sc om din he rio, q1ue fina ac cia am uma se rie dede sg r aça sn o mundo, porta n to, ser emo s todos es t u pido s se conti nu ar do ponto do traço ingles mo a a d e nono ra que uma pe q ue en a mono ria p os sa t ant o cabo da r da vida de t anto s, com o ar mase t raf fi co s de s u sb tan cia s c on sid e ra da s i le ga i s,e t raf i co de c rian ç as e por a ó i f o ra ao ab is mo para todos f at al

E como se prova ,por uma das conclusões confirmada por quem diz levar a função da fiscalização soberana sobre o ponto de vista do estado português sobre as instituições que aqui operam, completamente sem controlo, ou seja neste aspecto a demonstração está feita e provada

E com o se pr ova ,por uma das c on c l us o es c on firma da pe o r q eu m di z l eva ra d fun çao da f isca l iza çao s ob e ran s ob reo ponto de v ista do estado por ti g u es sp br ea s in s titu i ç o es q ue aqui o pera ram, com mp l eta mn te se m c on t r olo, o u seja nest e as pa e ct o a demon s t raçao e stá f e i ta e pr ova da

Da entrevista sai tambem com fortíssimo grau de probabilidade que o senhor constância , estava necessariamente muito mais ao corrente do que pretendeu tentar escamotear, e que portanto o banco de portugal e terá em parte cobrido as actividades que foram feitas com o dinheiro que para já se sabe desaparecido, e sendo que tambem se deduz do envolvimento do psd , de dias loureiro, e do conhecimento do conselho de estado,

Da en t r e visa t sa i t am b em com fort iss i mo g ra au de pro b ab bil id ad e q ue o s en hor co ns t an cio , es stva ne ce s sari que mente mui ti maís sao co r ren te do que pr e t en de u t en t ra esca m ot te tear, e q ue porta n to o ban co de portu gal k e t rá em p arte c ob br id o as ac t uvu, uva, dad es q ue foram f e it as com o din n he iro q ue para j á se s abe de spa rec ido, e s en do q ue t am b em se dede u z do en vo l vi men to do ps d , de dias lou ur rei iro, e do co in he cie mn to do c on se l h ode es t ad o,

Por outro lado, tambem, um mesmo se passará com o que diz levar as vestes de presidente da republica, espantava-me se ainda me espantasse, como mais uma vez o senhor cavaco silva mimetizou transformando a seu jeito e usando em sua defesa, uma das linha da minha intervenção no video, que dizia estar farto de provocações e insinuações, logo ele ontem, publicava um comunicado oficial com o seu pretenso estatuto, baseado no mesmo argumento, com a agravante de que não existiu pressão mediatica, no sentido de o envolver, por parte da comunicação social antes, ao contrario do que tambem disse, ou seja mais esvaziando esta argumentação, e sendo ainda que o senhor dias loureiro é seu amigo pessoal e de partido desde há vinte e tres anos, e como o processo se encontra em seu inicio, é suspeito, eta rapidez em dele se desmarcar e afastar, o que aponta, o contraio, ou melhor masi peso dá afirmação de que realidade é seu contrário, ou seja, que o envolvimento é grande, tao grande, que rapidamente se afasta, no inicio do primeiro fumo, não se vá quimar, pensou ele, erradamente, para seus botões, o que tambem abona da sua falta de espinha vertebral, e de como se comportam como cobras mesmo entre pares que se dizem da mesa mesma família política

Por o u t ro l ado, t am b em, o um me s mo se p ass a rá com o q ue de i z l eva ra s v es t es de pr es sid dente da republica, es pan t ava do traço da inglesa me se a id dna me e es pan tasse, com o mai s uma vaso e zo os en h ro c ava co do silva mime ti zo u t ra sn f oman do as eu jeito e em s ua d efe sa, uma das linha da min h a in t r eve en çao no vi de o, q ue di iza e star f art ode pro ovo caçoes e in sin ua ç o es, l ogo el leon te m, pub l i c ava um com uni cado o fi cia l com o s eu pr e t en s o es tatu to, ba sea ado no me s mo ar gume en to, a oma g rava van te de q ue n cão e xis ti u press sao medi a tica, nose s en tid ode o en volver por p arte da com uni c çao soci al, ant es, ao c on t ra rio do q ue t am b em di ss e, o use seja masi es v a z ian do e sta ar gume en rta çao, es en dó a inda q ue o ds en hor das lou r iro é s eu amigo p esso al e de p art id o de s de h á vin te e t r es anos, e q com o o pr e o c esso see en c on t ra em s eu in cio, é s us pei to, eta ra pide dez em de le se de sn arca r e a fá star, o q ue aponta, o c on t rai o, o u mel hor masi peso dá a firma maçao de q ue real id a d e é s eu c on t rá rio, o use k jaque o en vol vi men to é gt ande, tao g rande, q ue ra pida que mente se a f a sta, no in cio do p rime rio f um on cão se v á quimar, madeira, p en s o u el e para se us b oto es o q ue t am b em ab bona da s ua f al t a de es pinha vertebral, e de com o se comporta am com o cobra s me s mo en t r e par es q ue sed di ze m da mesa me s ma f ami l ia pol i tica

Masi isto se demonstra pelo facto , de já terem passado talvez um inteira lua sobre as desvelaçoes do freitas de amaral sobre a morte de sá carneiro e adelino amaro da costa, que como muitos dizem saber, investigava o comercio e trafico de armas, que usaria portugal pelo menos como plataforma de transporte e provavelmente de financiamento, ou balcão de negócio, o que por si só é estranhíssimo, mais a mais sendo os dois, dias loureiro e cavaco da família política de sá carneiro, começo mesmo a pensar se não estiveram então no complot da sua morte

Masi is to se demon st ra p elo dez f ac to , de já te rem p ass passado ado t alve zorro primeiro in te ira l ua s ob rea s d es vela ç o es do fr e i t as de amaral s ob rea morte de sá ac rn ne i r to e ad e l ino do amaro da costa, q ue com o mui t os di ze m s ab e r, in v es ti g ava o com mer cio e t raf fi co de ar mos, q ue usa ria portu gal p elo dez m en os com o p l at a forma de t ra sn porte e p o r v ave l qua mente de fina n cia mn to, o u bal çao de ne g o c is o, o q ue por sis ó é es t ra n hi ssimo, maís da primeira mais s en dó do serpente dos dois, dias loureiro e cavaco da f ami l ia dp o li tica de sá car ne iro, com e ço em sm o a pn es ar se n cão es ti nono vaso e ram en tao no com p lot ad as s ua morte

E mais uma vez se desvela lot, ou seja um ritual feito com meninas ou crianças, coisa que se sabe que é do conhecimento de alguns aqui em portugal, em virtude das assinaturas antigas existirem, as arvores torcidas em forma anormal no monte da lua, já aqui referenciadas, e tambem do pretenso acidente de caça com o rei de espanha ainda menino, e o processo da casa pia, rituais que vieram dos nazis, na altura de quarenta e cinco , ou oito, pois assim o espirito agora me o confirmou

Ema maís primeira ave zorro da se d es vela lot, o use seja um riu tua l f e i to com meninas o u cir ancas, co isaque se o sabe, q ue é do c on he cie mn to de al gum saqui em portu gal, em vi r t u de das as sin a turas anti gás e xis tir em, as arvores we es t roci id as em f oma arno m al no monte do primeiro da ua, j á aqui refer en cia ada s e t am b em do pr e t en s o ac id dente de caça com o rei de e ps s an ha a inda men ino, e o pro c esso da c asa pi a, r i ru a is q ue eve iram do s na z is, na al tura de q ua ren te e c inc o , o u oito, p o is as sim o es pie i to agora meo cin fi mo vaso

Aos tribunais, ao tribunal criminal penal internacional e a procuradoria da republica, desde já se pede levantamento de processo por suspeita de envolvimento em, cobertura e talvez bem masi em trafico de armas que alimentou um conjunto de actos de guerra no médio e extremo oriente desde pelo menos a decada de final de oitentas,

A os t rib un a is, ao t rib un al c rimi n al p en al in t rena cio n al e a pro cura do ria da republica, de sd e j á se pede l eva van tam nm to de pro c esso por s us pei t ad e en v o l vi men to em, co br tura e t alve z b em masi em t raf fi e co de a rm as q ue al i men to uu mc on j un to de ac to s de guerra no me di oe e x t r emo a o ire ren te de sd e p elo dez m en os a dec ada de f ina l de o it en t as,

É inadmissível, o vosso silencio, de todos, polícias , investigação, procuradoria e informação, do não prosseguimento até ao momento do conteúdo das declarações do freitas de amaral, que apontam, como o disse pelo que contou, do envolvimento do próprio procurador na altura em funções, o cunha rodrigues, no escamoteamento de informação provida pelo serviços secretos ingleses, de importância para a investigação e consequente é forte indicio, de cobertura e corrupção a alto nível no estado, do crime de morte do que foi primeiro ministro eleito de Portugal e do seu ministro de guerra e ainda dos acompanhantes, e de quem pilotava o aviao

É ina demi miss ive l, o v osso do silencio, comes, si l em cio, det todos, pol i cas , in v es ti g a ç º cao, pro cura do ria e in f oma maçao, don cão pro rosse gui men to a té ao mo mn to do c on te u do das dec al rações do fr e i t as de amaral, q ue ap on tam, com oo di s se p elo dez q ue c on to u, do en vo l vi e mn to do pro p rio pro cura dor na al tura em fun ç o es, o cunha rodrigues, no esca mi tea men to de in f oma maçao pro v id a pe l s o ser vi ç os sec r e to s in g l es e sd e im porta n cia para a in v e ti g ac sao e co nse q u e n te é f orte in di cio, de co bet da tura e co rr up sao a al ton nono el, doc dc rime de m orte do q ue f o ip prime rio min si to e lei to de Portu gal e do s eu min si t ro de guerra e a inda dos ac om mp pan h ant es, e de q eu m pi dez otava oo aviao

Prova-se tambem pelo que estas linhas desvelam, uma relaçao com o grupo francês, tambem, caso stern, clear stream, filho do ex presidente francês

Pr ova do traço da inglesa se ram b em p elo dez q ue e sta s das linhas de s vela am, da primeira da relaçao com do g rup o francês, t am b em, caso stern, st rea am, fi l h o do e x pr es id dente fr anc espanhol

Portugal, não é mais cúmplice de trafico de armas seja para onde for, pois tal é contrario ao seu desiderio e natureza de um estado de direito , direito, e do quinto império, e tal não permite, e tem que arrumar de vez a casa , e responsabilizar quem nisto esteve envolvido ao longo de décadas, com mortes aqui e de muitas centenas de milhares em outro países

Portu gal, n cão é masi cu mp l ice de t raf fi co de armas seja para onda da for, p o is t al é c on t ra rio ao s eu de s id é rio en at ture za do quin to i mp e rio, e ta l n cão per mit e, e te m q ue ar rumar de eve z ac asa , e r es ponsa bil iza r q eu m ni s to es tve en vo l vi do ao l on g ode dec ada s, com das mortes aqui e de mui t as c en t en as de mil h ar es em o u t ro pa ise s

Façam favor de cumprir vossas funções com o rigor que aos senhores pelas vestes que leveis na republica , competem!

F aç ma f avor de cu mp r i r v os sas f un ç o es com o r igor, antónio costa, q ue ao s s en hor e pe l as v es te s q ue l eve is na republica , co mp pete em set e a cravada no chao

Acresce ao ditado que não há fumo sem fogo, a tremenda pressa das ultimas movimentações de todas esta gentalha, usando so meios de comunicação, e disparando em diversas direcções, a tentar baralhar a compreensão das gentes

Ac r es cea o dita ado q ue n cão h á f umo se m f ogo, a t r emenda press ad as sul vaso prime rio do tim ima as mo vi em n tacões de todas es t a g en t alha, usa sand os o mei s ode com única caçao, e di spa ran do em di versas di rec ç o es, a t en at ra ba ra l h ar a com pr en sao das g ene ts

Outro espelho , capa, ou, veu, ou fumo, aqui também e desvela entre o nome, ou melhor pelo nome do loureiro, o dias, e do general loureiro dos santos, visto que em dia recente algo com ele se passou, que ainda não foi aqui transcrito, o seu gato che, e o episódio do home que saiu em noite não muito ida de um citroem ultimo modelo, c seis ou por ai, entrou na tal casa no principio da calçada do livramento, e cuja imagem depois se complementou, ainda não transcrita, mas ligado aos acontecimentos na tapada, ou seja com o episódios da guerra com a russia e a ossetia, que ontem teve um desenvolvimento, pois ao que parece metralharam a comitiva onde iam dois presidentes, da polónia, a ecoara na tal aplicação matemática, aqui recentemente referenciado

O u t ro es pe l h o , capa p uve eu, a aqui t am be ms e de es vela en t reo no me, o u mel hor p elo dez no me do lou rei o, o dias, e dog ene r al lo ur rei iro dos santos, vi s to q ue em d ia rec en te al g o c om el es e passo u, q ue a inda n cão f o i aqui t ra n s c rito, os eu gato che, e o e pi s o di o do h ome q ue sa i ue m no i te n cão mui to ida de prime rio citi ro en mul it mo melo, c se is o up o rai, en t ro un a t al c asa no p rin cip i o da calçada do l nono ram neto, e cu j a i mage m d ep o is se co mp le m en to ua inda n cão t ra sn c rita, mas li gado as o s ac on tec i m en to s na ra da pada, o use seja com o e pi s o dida dag eu ra com da primeira russia e a os set ia, q ue on te maior da teve um de s en vo l vi men to, p o is ao q ue par ce met r alha aram a com it iva onda iam do is pr es sid dentes, da p olo ni a, a eco ara na t al ap li caçao mat ema tica, aqui rec en te mn te refer en cia dao

Fizeram ainda parte dos quadros cavaquistas que pertenceram ao bpn, daniel sanches, responsável pelo sis, oliveira e costa da flad e sln, lencastre bernardo do sef, e braço direito de loureiro, arlindo carvalho, sg segundo om mi e duarte lima, com um empréstimo a si mesmo , no valor de cinco milhões, disse a deloite, assim relatava o correio da manha de hoje

Fi ze ram a inda p arte dos q au dr os cavaquistas q ue per tec e ram ao bp n pn, daniel sanches, r es ponsa ave l p elo dez do sis, oliveira e costa da for omula one ad es prime rio de muitos gás, l en castre do bernardo do sef, e br aço di rei to de lou rei to, ar l indo carvalho carro do alho da hi do sg segundo om mi de edu arte lima, com do primeiro em pr es t imo as si me s mo , no do valor de c inc o mil h o es, di s sea del o i te, as si m r e la tva o co r rei o da mana do homem do hoje

Como se ve, pelas funções que este bando de cavaquistas desempenhou no estado, trazem elas características de relaçao com estes factos, e certamente por função com o conhecimento deles, pois falamos de serviços secretos, e fronteiras entre outros, e assim sendo aponta que alguns deles terao sido premiados em função pela eventual cobertura do assassinato de sá carneiro

Com o se eve, pe l as fun ç o es q ue este bando de cavaquistas de se mp en h o un o estado, t ra ze me l as cara da rac teri s tica s da relaçao com es t es f ac to ze ce rta que mente sobre a por f un sao do com do conhecimento de l es, p o is f ala mo sd e ser viç o es secretos, e fr on te ira s en t reo u t rose as si m s en do ap da ponta q ue al gus sm de l es etao e t ra o sid o pr e mia ados em f un sao pe la eve en t ual co be tura do as sa sin at ode sá carneiro


Página seis sec são do primeiro do seis, seis, do administrador do banco, em quadrado da gula do vi nono em cinquenta e quatro, co angulo duplo quadrado de sessenta e cinco

Pá gina ima se is sec são do prime iro do seis, seis, do ad mi st ra dor do banco, em q ua dr ado dag u la do vi nono em cin q u en te e quatro, co angulo d ip dez quadrado de se s en t a e c inc o

Por outro lado ainda, nada , nem ninguém até ao momento desvelou saber alguma coisa sobre o destino que os muitos milhões desaparecidos, do dinheirão de todos os portugueses tiveram, ou seja, é necessário desde já prosseguir na investigação do dinheiro e de seu trajecto

Por o u t ro l ado a inda, na dan em nin g eu em a té ao mo m en to de s velo dez lou o saber, al g uam co isa s ob reo d es t ino q ue os mui to s mil h o es de spa rec id os, do din he rio de todos os portu gi es e s t iv e ram, o u seja, é ne ce s sa a rio de sd e j á por s sw gui rna in v e ts i g ac sao do din he rio e de s eu t raja e ject ct o

Ora aqui está a primeira pista, para começar a desfiar este novelo, que levará a compreensão em toda a sua extensão do por onde , com quem e para que este dinheirão foi usado, tambem para recupera-lo, e levar os bandidos a tribunal por financiamento de trafico de armas, com morte de sá carneiro e de um outro senhor árabe na cimeira do Algarve em noventa, e provavelmente tambem para a guerra dos Balcãs na mesma decada, o que levará ainda a outro filo do cavaco e do cavaquinho, o durao barroso, que na altura era ministro dos negócios estrangeiros, e serve isto tambem, neste ponto para dizer aos senhores, tipo constâncio, e dias loureiro e cavaco silva, que o melhor é não agitarem muitos as aguas, pois as responsabilidades serão apuradas, e quando a investigação tiver os dados suficientes, então se verá se é compatível com a vossa ligeireza actual

O ra aqui e stá a p rime ira pi sta, para com eça ra d es fia r este n ove elo de dez, q ue l eva rá a co mp re en são em toda a s ua e x t en são do por onda , com q eu me para q ue este din he irão f o i usa ado, t am b em para rec u pera do traço ong l espanhol de dez, e le v ra os bandidos a t rib un al por fi n ac iman to de t raf fi co de armas, com da morte de sá car e miro e de um o u t ro s en h ro ar abe na c em e o ra do al g rave em n ove en t a, e por v ave l mn te t am b em para da prik me ira da guerra dos bal ca s n a me s ma dec ado, o q ue l eva rá a inda a o u t ro fi do primeiro circulo do cavaco e do cavaquismo, o durao do bar roso, q ue na al tura e ra mi sn i t rio dos n ego cio s es tar rn ge iro rose s e r v e is to t am be, nest ep on to para di ze ra o s s en hor es, t ip o com tan cio, e dias lo ur e iro e c av co silva, q ue o mel h r é n cão a gia t rem mn ui to sas aguas, p o is as r es po sb a i l i dad es se ra o ap ur ad ase q u ando a in v es ti g ç a ºº circulo do ti v ero s dad os sufe cie en te s, en tao se verá se é co mp a t iv el com a v os sa lige ire z a ac t ual

Hoje tambem no correio da manha, segoulene, siriús star, a vela, mahmoud abbas, ehed olmert, ou seja , trafico de armas para palestina mario fernandes hernandez, a ecoar, em paulo fernandes, morto cia parlamento honduras, sam pedro sul a , marcos collier, courier, do marcos,

H o je t am b em no co r rei o da manha, se g o u l ene, s r rio us star, primeira ave da vela, ma h mo u d ab ba se sg ged o l mer rt, o u seja , t raf fi co de armas para pal e ts sin ina mario fe rn d es her na dez, a e coa ar, em p au dez feran de s, mor to cia par la men to hond ur as, sam pedro sul a , marcos co ll i e r, co u rie, do marcos,

Segundo correio da manha tambem, dias loureiro fora pivot de apresentação do el-as , el primeiro do traço inglês, no ass do sir paul mc cart ne do delta, o kart, honda circulo do rato do x , do cha ne delta do, do banco, que foi apresentado por ele ao rei de espanha, e depois a bill clinton, que o primeiro é um traficante de armas, um presidente e um rei, como parecendo ter em sua enumeração os cargos trocados, ou seja falamos de outras funções que sendo semelhantes não são as oficiais

S we sw gun do co r rei o da manha t am b em, dias lou rei to f o ra pi v ot de ap r es n taçao do el-as , el p rime iro do traço ong l es, no ass do sir paul mc cart ne do delta, o kapa da art da honda circulo do rato do x , do cha ne delta dodo do banco, que foi ap ar sena t ur bo di e selo dez por el e ao rei de espanha, e d ep o isa bi ll c l in ton, q ue o p rime rio é um t raf fi can te de armas, o um pr es sid dente e primeiro rei, com o para c en dot r e em s ua en vaso do mer ac sao os cargos t roca do s, o u seja f ala mos de o u t ra s fun ç o es q ue s en do semem l h ant es n cão são as ao fi cia is


Da prova da entrevista do constâncio, a imagem que foi feita, p o ll pois fora ela muito produzida, sobretudo com a presença de figurantes que passavam por detrás, um inclusivamente até passou, arte do rato do isco, à frente da câmara, coisa nunca antes vista numa entrevista, tal é a pressa da tremenda encenação de todos os fumos, para alem da rapidez, da fala, que parecia a enigmática frase da ana peres, que a leitura da acusação dp processo casa pia , começava segunda feira, nem que chovessem picaretas, ficara eu a pensar no dito da senhora, talvez rapidez pelo anuncio do tremor, ou falará ela da quarta internacional, dos troskistas, e do pais na américa latina onde ele foi mort, talvez então esse tremor, crónica de uma morte anunciada, quase poderia então ser o sub titulo

D ap pr rova da en t r e v ista do co ns tan cio, a ima g me q ue f o i f e i ta, p o ll p o is f o ra el lam am u i to por du z ida, s ob r e tudo com a pr es en cade figu ra n te s q ue p ass ava vam am por det ra serpente do primeiro inc lu s iva mn te a té p ass o u, arte do rato do isco, à fr en te da ca mara, co isa n unc a n t es v ista numa en t r e v ista, t al é a p roca da t r emenda en cena sao de todos os f um os, para e lam da ra pide s, da fala, q ue par rc ceia a eni g mat i ca fr ase da na ba ana per e s, q ue a lei ur a da ac usa sao dp por c esso c asa p ia , com e ç da lava segunda f e i t a, ne m q ue cho ove ss em pi car te as fi cara eu a p en sar no dito da sn hor a, t alve z ra pide es p elo dez na un cio do t r emo mor, o u fala rá e la da q u art rta in t rena cio n al, dos t ros t k ista sed o pais na am erica la t ina onda el e f o i mort, t alve z en tao ess e t r emo r, c ron i ca de uma mo rte na un cia ada, q au use p ode ria en tao s ero s ub titu dez primeiro do circulo

Antes metera-se o telejornal pro pelo processo casa pia, em breves pinceladas, terá sido o sicário de carlos cruz, aibeu, gaibéu, gabiru, ou algo assim, que ressoa em Miguel torga e coimbra, o cavalo das teias, ou seja dos fios colocados nas ruas, e das teias das insinuações sobre a minha pessoa

Ante met e ra do traço da inglesa se o tele jo rn al pro p elo dez do processo c asa p ia, em br v es p ice lada s, te rá sid o o sic raio de car l os c ruza ine eu, o ual g o a ss em, q ue r ess s o a em mi l g eu l tor g a e co im br a, o c ava dez das te ia s, o use seja do s fi os c olo cado sn as ruas, e das te ia sd a s in sin ua ç o es s ob rea min h ap esso primeira

O Paulo da sá da cunha do coelho, catarina pestana, do sonho e do sono e da sedução, blink, sono e do sonho do mestre americo, masturbação sugeria o gesto sua mao, o tempo da justiça é demasiado tempo para o tempo dos homens, ou seja referencia a que eu masturbaria meu filho, filhos da tremenda puta!, homens, grupo gil circulo, punhetas e grilos, portugal batendo no fundo, o barco afundado com meninas, o caso dao ritual, alemão narrado aqui neste livro, e depois pelo gráfico virtual do tribunal se via o silvino, como sendo na aparência primeiro do quadrado do angulo ao peixe, ou seja marca que o guillaume trazia em sua face no paris match, a imagem por detrás do mestre americo sugeria historia dos dedos , o encaixe financeiro, a pistola do financeiro, o ingles eiro do italiano, , vinte e cinco de novembro, o golpe, na chamada revolução,

P au dez sá da cunha do coelho, cat a rina do pestana, do son h oe do son oe da sed u sao, b l ink, s o son o e do son h o do mestre am ar rico, mas t ur r b ba sao s eu ge r ia o g es to s ua mao, o te mp o da j us ti ç a é dd ema siao da te mp o ap do para do circulo do tempo dos h ome ns, o u seja refer en cia aqui q ue eu mas t ur ba ria me u fil h o, fi l h os da t r emenda puta!, h ome en ns, g rup o gil circulo, p un h eta se grilo s, portu gal bate en do no fundo, o ba rc o a fun dad o com me nina s, o caso dao rit ual, al ema mao na rr ado aqui neste l iv ro, e d ep o is p elo dez g raf fi co vi r t ual do t rib un al se v ia o si l v ino, com o s en do ana ap a en cia p rime iro do q au dr ado do angulo ao peixe, o use seja ma rca q ue o gui ll au me t ra z ia em s ua f ac en o paris mat ch, a i kapa mage m por det ra sd o met rea sa sam mer co s u ger ia hi s tor ia dos dedo s , o en ca ix e fina ce iro, a pi s t ola do fi n caiero, , vinte e c inc o de n ove m br o, o gol pe, na ch am dad r evo lu sao,

Amoreiras, coluna na sala, fora a memória que emergira inda a propósito da bela menina brasileira maite proença, pois me recordara do clip que fiz para o Paulo carvalho ser gravado uma cena num apartamento das amoreiras, em semi circulo, onde existia uma coluna assim semelhante, por debaixo dela, um radio de válvulas, ou seja , a imagem do local dos tres porquinhos do pré natal de dois mil e cinco, ou seja do tsunami, assim agora se completava esta memória com a visao no telejornal

Am mor rei das iras do ra s, co l un ana sala, f o ra a m emo ria q ue e mer g ira inda a pro posi to da b ela me nina br as i le ira mai te porn eça, p o is me rec or da ra do c l ip q ue fi z para o p ua lo car vaso do alho ser g rava ado prime ria cena n um ap art am n to das amoreiras, em s emi circulo, onda e xis siti a uma co l un a as si em semem l h ante, por de ba nono cic circulo de la, um ra di ode v al v u l as, o vaso use seja , a iam ge m do l ocal vaquinha, dos t r es por q eu in h s o, do pr + a na t al de do is mi da ilha e c inc o, o use seja do ts un ami, as si m agora se com pe l t ava e sta me mr rio ira com primeira da visao do no do tele jo rn al

P au dez primeiro do circulo do p circulo do jorge rito do t um, do cruz prime rio no tio, da cruz maçónica , do tacao do sexto circulo do rim espanhol do carlos cruz, do delta do carneiro preto e cinza de elvas, no tribunal de monsanto, a parede por detrás dos juizes, parecia ondas wire frame, do mar agitada, da minha prisão iluminadas como tijolos amarelos, onde se viam set buracos como balas, tres em cima, quatro em baixo, e dois dossiers do zero de audiência por debaixo da braço da cruz, machado, ameaças a cândida vilar, o nazi do hamer, ou seja da picaretas,, ressoava a imagem da cruz no tribunal de monsanto, cadeia onde eu estive, na câmara levada por helicóptero na rodagem do filme austrália com a bela ruivinha, que vira na tarde on line, do estampido da boiada da austrália, em vez de amarelo, era vermelho, a asa estabilizadora como uma cotonete, rádio

P au dez p rime rio do circulo do p circulo do jorge rito do t um, do cruz p rime rio no tio, da cruz maço oni ca , do t ac cao do sex to circulo do rim espanhol do carlos cruz, do de l at do car ne rio pr e to e c in z a d e elvas, no t rib un al de monsanto, a ap red e pr det ra s do s juizes, pa arc da ceia ondas q ire fr am me, do mar a gita da, da min h a pr isa o i lu mina ina da sc omo ti j olo s am ar elo dez s, om n de se v iam set b ira rac os com o ba l s, t r es e m c ima, q ua z t ro em ba ix oe do is do ss e i e r s do z ero de au di e en cia por de ba nono o da br aço da c r us z, machado, am e aça sa can dida vilar, o nazi do ham do mer, o use seja da pica car te sa,, r esso ava a i mag m da cruz no t rin b un al de mon san to, cade ia onda eu es t nono e, na ca mara l eva da por heli cop t ero na roda ge m do fil me asu ra l ia com a b e la rui vinha, q ue v ira na t arde on l ine, do e sta mp pido id circulo da boi ad a da au as t r l ia, em v e z de am are dez, e ra vermelho, a asa e stab bil iza dora com o uma coto n te, rá di o

Cavaco em declarações ecoava o tremor de terra , vermelho e branco assim se movia com o corpo, anel amarelo sobre microfone preto, um traingulo de luz com um fenda no centro, vindo de baixo, por cima de um lee elemento que figurava uma lamina branca que racha a luz dentro da casa, lagos, palavras

C ava co em dec l ar ç o es e coa ava o t r eno r de terra , vermelho e branco as si em se mo v ia com do corp o, ane l am are dez s ob re m i c rof one pr e to, um t rai n gula dez de l u z com do primeiro fenda no c en t ro, vaso indo de ba nono o, por c ima de primeiro lee el em neto q ue fi f ur ava uma la mina br anca q ue rac h a al u z d en t ro da c asa, lagos, pala vaso do ra serpente

Canon, preto e branco fotografia e assinatura de loureiro, os sinais digitais por detrás dele, remetem aos drop out do meu video ultimo publicado, marcelo reflecte tambem os rectângulo amarelos e azuis, stab vaso da poeira, ou seja das areias, a mesma vesica de luz poe detrás da senhor que estava atras de manuela ferreira leite, o branquinho, remo e ziguezague, mortalha sm smoking, na cas do ban , mortalha do louco do bp pn muitas gasolinas e muitos incêndios, a, cruz dos quatro luzes amarelas, arvore reco do ps e flip flop, al bu , cambalhota, o mundo de pernas para o ar, a canção, madeira, lapa, afonso candal, o jim do Mónaco carter, do casino do filme da figueira da foz, ou seja do nascimento da vénus, a titania, dos dois rectângulos brancos de video projecção frontal, no casino da figueira da foz, astrolábio meios técnicos, convite para a execução do trabalho pelo tiago agora membro demitido da spa conjuntamente com os outros bandidos

Ca non, pr e to e br cna o f oto g raf fia e ass en a t u ira de lou rei ro, os sin a si di gi tais por det ra s de le, reme te mao s d rip o u ts do me u vi de o u l t imo pub li cado, mar celo r e for mula one e te t am b em os rec t an gula dez am ar e lo dez se az u is, stab o da poeira, leonor, o use seja das ar reia sa am es ma ave sica de luz poe det ra s da se h o r q ue est ava at ra sd e manu e la fe rr ia leite, o br am quin ho, r emo e zi g eu za g ue, gago, mo rta alha sm s mo king, na cas do ban , mo rta alha do louco do bp pn mui t as gás o l ina se mui to s in c en di o sa, ac cruz dos q ua t ro l u ze s am ar e l as, arvore rec o do ps e for mula one ip formula one do flop, ou seja da pedra no charco, da imagem de meu caderno da prisão, opa al b u , cama b l h ota, o mun de o de pe rna s para o ar, a can sao, madeira à lapa, a fi n s o can d al, j en mi do nm on aca carter, do ca sino do fil me da figueira da f oz, o use seja do na sci em n to da ave en us, a tita ni a, do is do is rec tam n gulas dez br anc os de vi de o pro j e c sao fr n t al, no ca sin o da f u g eu ira da f oz, as t ro lá bi o meio s tec nico s, c on vi te para a e x cu sao do t ra b l a h o p e lo dez tiga o agora m en br o de emi tid o da spa c on jn tam nete com os s o u t ros ban dido serpentes

O desfile dos personagens continuava, so um ausente , que pelo menos não o vi em nenhuma parte, o socrates, agora era a maria de lurdes falando ou vendo o apostolo das serpnet do circulo do infinito do prémio nacional dos professores, a vermelho, ou o vermelho, sua costas da cadeira dava o restante imagem, um bico , como um lamina sobre a fatima campos da ferreira da australiana vesica vermelha em ms la, a mala negra das asas da senhora alentejana, do cabo da gnr, masi tarde est e bico se reflectia no cenário da entrevista ao constâncio, apontava ela as escadas um degrau elevado das escadas, o bico preto no degrau da elevação, descida, ou seja do metro, um rapaz de barbas, ou o barbas, e movimento , fluxo de pessoas, subida e descida, dentro do enquadramento, e do varão do eléctrico, o vinte oito, assim o elemento se reflectia, anormal, para o programa, cio dos serviços secretos

O de s fi ile dos per son a ge ns conti n j u ava, s o um au s en te , q ue p elo dez m en os n cão o vi em n en h uma p arte, o soc rat es, agora e ra a maria de l ur de s fa ando o u v en do o a ps oto dez das se rp net do circulo do in fn i ot do pr emi o na cio n al dos pro f esso r es, ave rm e l ho, ou ove vermelho, s ua costa s da cade ira d ava o r es t ante i mage m, um bi co , com o um la mina s ob rea fati ima cam p os do s ferreira da austrália liam am vesica vermelha em ms la, a m ala negra da sa s a sas da as en hi r aa l en te j ana, do cabo da gnr, masi t arde est e bi co se r e form mula one ine e ct ia no cena a ps ot dez serpente do rio da en t r e v ista ao co ns tan cio, ap on t ava el a as esca da s um de g r au el av dad o das esca da s, o bi co pr e to no de g r au da el eva são oe de sc cida, o use seja do met ro, um ra p az de ba r b as, o u o bar base mo vi m en to , flu zorro do xo da ep esso as, s ub id a e de sc cida, d en t ro do en a q u dr am en to, e do vaso da arao do el e c r tico, o vinte oito, as si mo el em en to se r e for mula one tia, ano r m al, para o pro g rama, cio dos sie r vi ç o es e c r e to s, dec r e t os,

Da prova da fala e da pergunta ao constâncio, pequenos aspectos bastantes para desvelar as contradições, e suster o que acima foi afirmado

Da pr ova da fala e da per gun ta ao co ns tân cio, pe q u en o sas pet cos ba s t ant es para de s vela ra s c on t ra di ç o es, e s us te ero q ue ax cit ro en circulo do ima f o i a fi o rato do mad circulo ad

O ponto de partida, era uma situação de palavra contra palavra , analisada por terceiro, que seria ele, relativamente a um seu colaborador antonio marta, e o que o contraditava , o colaborador, o dias ferreiro

O pj p on ro de p art id a, e ra uma si tua sao de pala vasp dp ra c on t ra pala vaso do ra, anal isa da por t rec e iroque da se da ria dele, ler e la t iva que mente a um s eu c ola bora dor, e o q ue o c on t ra di t ava , o c olo bar a dor, o dia s fe r rie ero ro

Ac on t ra di sao, o um me l hor a hipo te tica c on t ra di sao, vi s to j á ac ima se de s vela ar q ue fala mo sd e primeira co be rt tura,

A questão de inicio resumia-se a uma contradição que já todos tinham conhecimento antecipado à entrevista, que dias loureiro, diz ter tido uma conversa com antonio da marta onde lhe teria dado conhecimento, de situações irregulares que eram de seu conhecimento no banco onde ele era administrador, diz o antonio da marta, que o que ele lhe dissera, fora para desamparar a loja, ou seja, porque é que o banco de portugal, andava assim tanto em cima do bpn, uma situação clássica de palavra contra palavra, de impossível resolução em si mesma, pois não se pode dar mais credito a um que a outro, a não ser que os antecedentes o afiram como tendência, e mesmo que assim seja, o facto de alguém mentir, ou ter mentido, não quer dizer que mente sobre a questão que se analisa, embora seja mais provável, mas probabilidade não é prova numa caso de palavra contra apalavra

A q eu es tao de inc cio r es um mia di tar dez inglesa sea primeira c on t ra di sao q ue j + a todos tinha ham da am gm c on he cimento ante cip ado à en t r e v ista, q ue dias lou rei ro, di z t re tid o prime rio circulo em versa com do antonio da marta da onda do primeiro ingles te ria dad do conhecimento, de si tua ç o es si rr e gular es q ue e ram de s eu vc c on he cie mn to no ban co onda el lee ra ad mi s t ra dor, di zo antonio da marta, q ue o q ue lee l he di z ze, f o ra para de s em mp par primeiro para da loja, o u seja, por q ue é q ue o ban do code portu gal, anda ava as si m t ant oe mc ima do bp n, uma si tua sao c primeiro ass da lassi cade da pala vaso do ra c on t ra pala vaso dora, de im mp ps os iv el r e sol u sao em si me s ma, p o is n cão se p ode d ar masi c red di to a um q ue a o u t ro, a n cão ser q ue os ant e dc en dentes o a fr iam com o t en den cia, e me s mo q ue as si m seja, o f ac to de al gume men tir, o u t r e men tid on cão q eu r di ze r q ue men t ira, s ob rea q eu s tao q ue se anal iza, em bora seja maís pro ova ave l, mas por r b ab bil id ad en cão é pr ova numa cas de pala vaso do ra c on t ra ap ala vaso do ra

O que se faz em situações desta natureza, ou seja, por onde se deve começar, é por fazer uma acareação , ou seja confrontar um com o outro directamente em presença, o que não é habito nesta terra de bandidos, pois não lhes dá muito jeito, e por outro lado, o tal pseudo antonio da tal marta, só apareceu em retracto tipo robot nos jornais, com excepção de uma foto tipo passe, no próprio dia, como a reforçar a ideia que se trata de uma falsa questão, nem a televisão publica que se mal entretêm a fazer telenovelas, sem avisar as gentes que são telenovelas com guiões de capas de coisa reais e em sumo distintas, o fez, ou seja, reforça-se a ideia que se trata não tanto de tentar averiguar a verdade do que se passou, mas sim servir outros interesses, ou seja , uma cobertura e um branqueamento e ainda um desvio das atenções de assuntos masi importantes, que assim pretendem discutir a porta fechada fora do local onde a justiça deve ser praticada, que é nos tribunais, que como sabemos só em caso de excepção são à porta fechada, ou seja, sonegam assim o direito aos cidadãos de participar e assistir ao modus faciendus, a forma , como a justiça é feita, se bem ou mal ou mesmo não, como pretendem neste fazer, ou melhor, não fazer

O q ue se f az em si tua ç o es de sta ana t ur es, o use sej, por onda se d eve com eca r, é por f az e r um a aca rea sao , o u seja c on fr on tar um com do circulo do outro di rec tam n te em pr es en ç a, o q ue n cão é h ab bit o ne sta terra de ban dido s, p o is n cão l ç he sd á mui to je it oe por o u t ro l ado, o ta al ps eu do antonio da t al mar rta, s ó ap arc eu em r e t rac to t ip o ro b ot nos jo rna is, , co e x cep sao de uma f ot t ip pop ass en o pro rp i r dia, com o a r e f orça r a id deia q ue set rata de uma f al s a q u es tao, n ema tele vi são da publica q ue se m al en te rt ema f az e r telenovelas, se m av isa sara sg en te s q ue são tele en ove das velas com g u o es dec capas do deco, br da isa rea ise em s umo di s t in t as, do cir di dez circulo de fez, o use seja, r e f for orç primeira do traço da inglesa lea sea id deia aqui do q ue se t rata n cão t ant o de t en t ra ave rig u ar ave r dad e do q ue se passou, mas si m ser vi r o u t ro sin t r e r ess es, o use seja , uma co be r tura e um br anc ue manto, e a inda um de s vi ao das a t en ç o es de as sun to s masi i mp rita n te s, q ue as si m pr e t en de m di sc bi sc do coito ra da porta f e c h ada f o ra do l ocal onda dea j us ti ç a d eve ser pr t aica ad a , q ue é nos t rib un as o, q ue com o s abe emo ss ó em caso de e x cep sao são à porta f e cha da, o use seja, son ega g am as si mo direito aos cida do as de par t u cp par e as sis tir ao modus f ac cie en d usa forma , com o a j us ti ç a é f e i to, se b em o um al o um es mo n cão com o pt e r pretender nest z sc cao f az ze rato

E sendo ainda que a justiça, aqui em portugal, nos sítios onde devia ser feita não se faz, falo com inteira propriedade e conhecimento e com o sofrimento de meu filho e meu próprio há já tres anos, em demonstração que este contexto de questões, e por uma lado masi vasto do que portugal, e que a justiça portuguesa deixou de ser independente face a interesse não portugueses que se verga, que são cobardes e que se puseram assim mesmo, fora da leis e da sua execução, e se tornaram por consequência bandidos, o que levará cada cidadão desta podre republica a se perguntar, então se alguma vez a justiça poderá ser ou é, ou foi, aqui justa

E s en dá a inda q ue a j u s tiça, aqui em portu gal, nos it tio s onda de v ia ser f e i ta n cão se f az, falo com in te ira por rp rie dad e e c on he cie mn to e com o s o fr rie mn to d e me u fi l h oe de me u pro p rio h á j á t r es anos , em demo sn t raçao q ue es te c on texto de q eu s to es, e por uma l ad masi v as to do q ue portu gal, e q ue a j us ti ç a por uu ge sa de ix o u de ser independente f ac e a in te r e ess en cão portu guese, ou guedes, s q ue se eve da verga, q ue são co bar de seque se p use ram as si m me s mo, f o ra da le ise da s ua e x c e u sao, e se ton ra rm por co nse u q n cia ban dido s, o q ue l eva rá c ad a cida º ado de sta p o dr e r ep ub l cia a se per t un t ra, en tao se al g ua ave z a j us ti ç a p ode rá ser aqui h justo

Disse o dias loureiro, coisa impossível, ou muito pouco provável de assim ter acontecido dessa vez em que disse ter acontecido, pois lhe falha a lógica, e tudo o que acrescentou ou mesmo omitiu, o reforçou, ou seja, é pouco provável que dias loureiro ou algum outro chama-se a policia numa situação em que ele próprio estivesse implicado, para assim ser, teria insistido, ou seja se realmente estivesse interessado, e fosse verdadeiro esta sua pretensa intenção, agora alegada, depois da casa ter ardido, teria obtido por exemplo uma qualquer espécie de contra partida pela colaboração, ou pelo menos protecção, como foi referido por constâncio depois , relativamente a outros em outra fase da recolha das provas, como lhe chama, o bandido das incriminações, ou melhor o bandido que está conluiado com o outro, porque a incriminação convêm na realidade aos dois, sendo que os dois, não são propriamente independentes e anónimos cidadãos, pois trazem ligações substantes e continuas no tempo, aos dois maiores partidos do bloco central da todas a corrupções e compradios, e assassinatos, dos últimos trinta anos, ou seja um duplo acordo aqui existe e que passa pelo mínimo, do que se pode desde já deduzir, por dois níveis, ou seja, duas componentes, dois objectivos duas intenções, através da enunciação de uma terceira que poderá até nem ser real, mas que é apresentada como a realidade de partida , ou seja um desvio de dinheiro

Di iss é circulo onze do dias loureiro, co isa i mp os s iv el, o um u i to p o u co pro ova ave l de ass em t re ac on tec id o de s sa v e s z c omo ac on tec u mp o is l he falha a li gi ca, e tudo o q ue ac r es c en tao r e f orça, o use seja, po c u o pro ova ave l q ue dias lou r e u i o u al gum o ut ro chama dao traço inglesa sea pol i ca nu am si tua sao em q ue el e por rp rio es t iv ess e i mp li cado, para ss em ser, te ria in sis tid o, o use seja se r e l am que mente es t iv ess e in te r es sado, e f os se eve rda de r iro ess es eu pr e t en so ac to, te ria ob tid o por e x e mp dez uma q ual q eu r es pe cie dec on t ra par art tid ida pe la c ola ab bora rac sao, o u p elo dez m en os pro tec sao, com o f o i refer id o por co ns tan cio d ep o is , r e la t iva que mente a uam ce r rta f az ze da r evo l h ad as por v as, com o l he chama, o ban dido das inc rim ina ç o es, o um mel hor o ban dido q ue e stá c on c lui iad o com o outro, por q ue a inc o r mina ina sao c on v em na r e la iade ao s do is, s en do q ue os do is, n cão são pro pr ria que mente inde ep pen det e mse e ano nimo s cida do es, mas si m t ra ze m li g aç o es s us bt ant es aos do is maio r es par tid os do b l oco c en t ra l da todas aco o rup ç o es e com pr a di os dos u l t imo s t rin ta ano s, o u sea uma co r do e x u te, aqui, para p rime rio , t en at ra f ode r o u t re, q ue d evo ser eu com o de cos t um ne, e dp o is ap por v e i tan do est e e ps o dio, para t en at ra e aca m ota r um o u t ro b em masi g r av os o, dos olhos da sg en ts e em gral e em par t u c liar com uma cam p anha c r iad o p elo dez x ps na se mana ante r iro em tor na o da ad rian ap art u pim, q ue ra um l aço a mim e ta m b em uma forma de me de s vi ar do ponto onda s abe m q ue v o u che g ar, e q ue porta n to co rr ep pon de rá ao s eu en t al lan sao , de l es todos em de fi ni ti vo


Só esta ultima afirmação, a ser verdadeira, é bastante e suficiente para os levar para a esquadra por difamação e por usarem o espaço publico da comunicação da televisão publica, para dirimir em forma escamoteada, questões bem masi serias e profundas, e ainda de manipulação da opinião publica, bem como os responsáveis da estação, o conselho dos jornalista ou similar, e até apresentar queixa no órgão deontológico deles, sendo que desde já se constitui também este texto, em forma de citação a estas entidades

S ó es sta u l it ma a fi rato da firma ima maçao, a se r verde dad e ira é ba s t ante e sufe cie en te para os l eva ra para primeira esquadra por di f am ana sao e por usa rem eno es pal ç o publico para di rim i rem forma esca m ot te ad a, q u es to es b em masi se ria se pro f un da se a inda de m ani ip u la sao da ip o pi ni ao publica, b em com o do s r es ponsa ave is da est ac sao, o c on se l h o do sj jo rna l ista o u si mi la rea té ap r es en t rac quadrado do vaso do nono ano órgão, deo em t olo gi co de l es, s en do q ue de sd e j á se co ns ti u i t a m b em e sta texto, em forma de cita ç º cao a e sta s en tid ad espanhola

Relativamente à minha pessoa, e ao trabalho que estou desenvolvendo sobre diversas questões de terrorismo mundial, me obrigam assim a um desvio e a uma perca de tempo, a deco di fi car v os sas manhas, que já se reflectiu em pelo menos duas mortes, portanto estais todos os agora cima mencionada, acusados de cumplicidade neste crimes, sem excepção de outros que se possam vir a dar, pelo tempo em que me ocupais, na medida em que, como todos sabem, se a justiça, não se faz em tempo célere, nas vezes as contas se acertam na margem da lei e dos mecanismos nela regulados

R e la ti iba que mente acento t rin gula dez de fogo maio r min h a p esso a, e ao t ra b alho q ue es to u de s en vo l v indo s ob r e di versos sas q u es tp o es de t e rr o simo m un di al, me ob riga g am as sima a um de s vi o q ue j á ase , ser efe l ti ue m p elo dez m en os du as mor orte te s, porta n to e ts ia t u do ss o agora c ima m en cio n ada, ac usa do s de cu mp l cia de neste c rim es, se m e cep sao de put r os q ue se p os sam vi ira d ar, p elo dez te mp oe m q ue me ocupa is, na me dida q em q ue to do ss abe m, q ue sea j us toca can cão se f az em te mp o cele rena s v e ze sas contas se ac e rta tam am na mar ge m da lei e dos meca ni s mo ane la r e gula do serpente

Judite de sousa, vestida em semi arco de prata pra cima virada, como um toiro, ou um t com tres traços verticais marcados em pregas sobre vestido cinza claro, do angulo seth que entra dentro da bainha, como uma bomba de encher pneus cujo cabo sofre um seth curvo, em angulo , ou um seth de um dos ângulos da pressão que depois faz o bum, descendo este final da manha do ritalinos, na radio do telefone, uma explosão se dera numa loja de bicicletas no algarve, no chao á frente de meus pés um pauzinho, entrava num outro em forma de delta, ou seja mais uma referencia tambem ao acontecimento do delta , ou seja um homem que estará envolvido em duas pressões em dois eventos distintos, assim parece se desvelar neste visto e no desenho que em meu caderno fiz deste visto

Judite do serpente do circulo dao usa, que aa cabra de ver no jornal, a f al r de por r b l e ma sapa ren te s de sin al nas t ra ns miss o es de e x t rei o r e w na ama erica, v est id a em s emi arco de p rta p ra c ima v irada, como um toi ro, ou um t com t r st ratos dos aços verte ti do cais mara cao se m p r ega gás s ob r e v es tid o c in z a c l aro, do angulo seth q ue en t ra d en t ro da ba in h ac omo primeira bomba de en c h ar pn e is c uk o cabo s o ff e um seth curvo, em angulo , ou um seth de um dos ângulos da gula da press sao q ue d ep o is f az o b um, de sc en dó es te fi n al da manha do rita l ino s, na ra di o do tel f one, uma e x p lo sao se d e ra numa loja de bic l i ct as no al r g ar v en o chao á fr en te de me us p a p s t olo, falo da serpente do ps sm, um p au z in hi o, l en t rava num outro em forma de delta, o use seja maís uma refer en cia t am b ema mao ao cn tec i m en to dea leao do delta , o use seja primeiro homem q ue es t rá en vo l v id o em du as press o es em do is eve en to s di s tintos, as si m pa rc e se de s vela ar neste vi ds to e no de sem h o q ue em me u cade r no fi z de ste vi s to

Perguntou-lhe a judite se o constância, confiava na palavra do antonio marta, que sim, que nunca tinha tido a menor razão para dele , a palavra desconfiar, questão que per si nada de novo acrescenta ou esclareça sobre a verdade dos termos que se contraditam, e depois se, se lembrava da conversa , ou melhor do relato que o segundo lhe tinha feito, que não, alias parece que nem existiu, ou seja não terá sido comunicado a ele, pois nem teria que ter sido, o que já e mais estranho, pois se o banco de Portugal estava já nessa altura em marcação mais ou menos cerrada sobre o bpn, pouco provável que o supervisor não fosse tendo informação sobre o desenvolvimento, embora esta lógica, não prove ou desminta a veracidade deste facto, que é um pormenor, menor e maior importância se atender-mos a outras declarações que demonstram da ineficácia da actividade dita de supervisão do banco de Portugal, como alias ele próprio já por diversas vezes o reconheceu nestas ultimas semanas

Per do gn to u do traço do primeiro ingles da primeira policia judite se o co ns tan cio, c on fia ava na pala vaso do ra do antonio marta, q ue see em, q ue n unc a tinha tid o a m en o r ra z a o para de lea pala vaso ra de sc o fia ar, q eu s tao q ue per si sin ada de n ovo ac r es c en tao u es clare ç a s ob rea ave verde dade dos te r mo s q ue se co ny t ra dita tam da manha, e d ep o is set se l em br ava da c on v r e sa , o um el hor do r e l a to q ue o o se gun do l he tinha f e i to, q ue en cão, al ia s pó arc e q ue ne m e x isi u, o u seja n cão te rá sid o co muni cado a el e, p o is ne m te ria q ue t r e sid o, o q ue j á e maís es t r anho, p o is se o ban co de por u gal est ava j á ness a al tura em mar rca caçao maís o um en os ce rr ada s ob reo bp de muitas gasolinas, p o u co pro ova ave l q ue do circulo do super vi sor n cão f os se t en do in for oma maçao sao s ob reo de s en vo l vi men to da ine fi cac cia da ac ti vi dad e dita de super visao do ban co ode por u gal, com o al ia sele pro p rio j á por di dos versas sas v e ze s o rec on he c eu ne sta s u l y it mas se m ana s

Esclareceu que a manha se dará através de dois sítios, e dois sistemas, o balcão virtual do banco e uma outra instituição da primeira, chamada de banco insular, e que o roubo deste muitos milhões, estava escondido no balcão virtual, e que não tinham dado por nada, nem seria possível de ser detectado pela supervisão, o que remete mais uma vez para um questionar em profundidade, das formas e métodos e eficácia das actuais e anteriores supervisões, o que apontará com forte probalidade, que outras sopas podres e apodrecidas se venham a desvelar

Esca ca al rec eu q ue primeira manha se d e rá at r v es de do is siti os, e do is sis t ema s, o bal cao vi rt ual do ban co e uma o u t rai is sn ti vaso do tição da primeira, ch am ada de ban co in sul ar, e q ue o ro ub o de s te mui to s mil h o es, e stva es condi dido no bal cao vi ru al, e q ue n cão tinha do ham dad o por n ada, ne m se ria p os s nono el de ser det te cat do p e la super visao, o q ue r e mete maís uma ave z para primeiro q eu s tio na ar rem pro fun dida dade, ap pn e ia, da s formas e met os do ze e fi ca cia das ac tua ise ante r iro es super visoes, o q ue ap ao n tará q ue é f orte que mente pro ova ave l, q ue o u t ra s sopas p ode rese ap odre cida s se v en ham a de s vela ar rato

Pois pelas sua próprias palavras, ele disse que a chamada supervisão que o banco de Portugal faz sobre as instituições financeiras sobre as quais traz em nome de todos a responsabilidade de tutela, e feita pela verificação, por amostragem, de indicadores gerais , como racio entre capital, reservas e investimentos, perímetro, análise de créditos, que foi o que em sua opinião dotou a má sorte do bpn , e que não havia maneira de terem sido descobertas as falcatruas, pois não contavam nos documentos que sustem e explicam as diferentes operações, e que portanto, não se podia ter descoberto, o que é no mínimo um profunda barbaridade, que pode ser aceite por um leigo, mas não obviamente por um homem que ao que parece trará larga experiência técnica nas instituições bancarias, se o cargo não lhe tiver sido oferecido, na tal costumeira distribuição de cargos pelos amigos da mesa do poder central, sem geralmente olhar as competências especificas de cada um e onde portanto temos nas vezes situações caricatas dentre de abismo profundo entre competências e formaçao e área de actividade política de cargos comuns

P o is pe l as s ua pro p ria s pala vaso do ra sele di s seque, ou seja ca non, e japao, a ch am ad as da s ep e r vi s º sao que o ban co de p ot u gal f az s ob rea sin t u i ti ç o es fina ce ira ss ob rea s quais t ra z em no me det todos a r e ps ns bil id ad e de tute la, e f e i ta pe la v eri fi caçao, por am os t rage m, de indica dor es ge rai sc omo ra cio en t rato e ca pita al da capital g ro up o, r es r eva se ine s v tim en to s, per i metro, anal l ize de c red ditos, q ue e o fi o q eu em s ua o pi ni ao dot o ua am as orte do bp dp pm , e q ue n cão h avia mane ane ira det r e sid o de sc ob e rta sas f al cat rua s, p o is n cão c on t ave m no s do u c men t os q ue s us te me e x p l cia am as difer en te s opera ç o es, e q ue porta n ton cão se +p o dia ter de x co be rt to, o q ue é no mini mo um pr o un da bar ab a rid dade, q ue p ode ser aceite por primeiro lei g oma sn cão ob v iam en mente te por um h ome q ue ao que pa rc e t r a rá l arga e x per rie ne cia em tec nica nas i ns t u i ç o es ban caria s, se o cargo n cão l he t iv e r sid o o f e rei dona t al cos t u me ira distri b u i sao de cargo s pe l s o ami g os da mesa do p ode rc en t ra l, s em ge ra l que mente p l h ar as com mp pet en cia s es pe ci fi cas dec ada um e onda porta n to t emo sn as v e ze s si tua ç o es cari cat as d en t re de ab is mo pro fun do en t re com pet en cia se for maçao e at rea de a tv id sade poli tca dec cargos com un s

Ora aqui se desvela, que a realidade não se terá passado exactamente assim, pois por um lado desde pelos menos dois mil e um que o banco se apercebera da necessidade que o bpn efectuasse, operações de segurança, o que se prova pela exigência que na altura lhe fizeram, de aumentar capitais e reserva no valor salvo erro de duzentos e cinquenta milhões de euros, ou seja, algum conhecimento digamos de fragilidade e consequentemente de insegurança,. já traria o banco de portugal, relativo ao perfil do banco em questão, e certamente tal terá dido detectado por análise, que não se sabemos até ao momento qual e em que forma foi feita, mas presumiremos então ter sido feita pelo tal sistema de analise de amostra e aplicação das regras de racio de capital e reservas, versus investimentos e empréstimos e outras obrigações

O ra aqui primeiro ki da sed da es vela, q u we ar e la id dade n cão se t e rá passado e x ac tam n te as si em, p o is por um l ado de sd e p elo dez s m en os do is mi ile um q ue o banco se ap e rc e be ra da ne c es id ad e q ue o bp n efe ct ua s se, o p rações es de sef do for da ground force rato g quatro, do gato do ur anka, o q ue se pr ova pe l pata e xi g en cia q ue na al tura l he fi ze ram, de au m en tar ca pita is e r e serva no valor s al vo e r ro de du z en to ze dc in q u en t am mi l h o es de e ur roso u seja al gum c on he cie mn to de i g am s o de p elo fragil dia de, j á t ra ria o banco de portu gal, r e la t nono o ao per rf fil do ban co em q eu s tao, e ce rt e ema man te t al te r a pt os t olo serpente dido dec tata ado por ana l ize, q ue n cão se s abe mo s at é ao mon to q aul e de q ue forma f o i f e i t as, mas pr es us remos en tao t r es id o f e i ta p elo t al sis t ema de a ani l ise de mao st ra e rap lica caçao das r e g ra s de ra cio de capital e r e serva s v e r s us in v es tim en to ze e mp r és tim os e o u t ra s ob rig a ç õ es

Nesta analise da time line, do banco, período dois mil e um a dois mil e tres, aqui no escritório, ouvi, um aviao, uma chave de prata que deu tres voltas, como a ultima entrada sobre a serra do semi arco de corte das torres, e um tiro, u primeiro tiro

Ne sta ana l ise da time l ine, do ban co, per id o do is mi ile uma do is mi le t r es, aqui no es c rito rio, o u vi, p rime rio aviao, uma ch ave de p rta q ue de u t r es vo l t as, com o a u l t im a en t r ada s ob rea serra do sm do mi do arco de corte das tor r es, e um t iro, u p rime iro de tiro

Outra prova que o conhecimento geral destes roubos seria já do conhecimento do banco de portugal, deitando assim por terra, o argumento de não conhecimento da situação durante este período da time line das operações, fora um artigo de investigação publicado na exame, que já concluía ou indiciava isto mesmo, a presença de situações de irregularidade, o que deveria ter sido motivo suficiente de acordo com a lei portuguesa para que de imediato se a tivesse aberto uma investigação não só pela procuradoria da republica como por parte do banco, mas disse mais uma vez constâncio, que de nada se aperceberam nessa altura, o que desvela, a mentira, e acentua uma convicção, que a própria procuradoria tambem está implicada pelo menos na cobertura da tramóia

O u t ra pr iva de riva q ue o c one h cimento ge ra l de sta s faca l t rua sm se ria j á d o cine h cimento do ban co de portu gal, de u t ando as si mp o r terra, o ar gume en to de n cão c on he cie mn to da si t u ç º cao duran te e ste pe rio do da time l ine da s opera ç o es, f o ra um art i g ode in v es ti g ac sao pub li cado na e x am me, q ue já c on c lui a o u in di cia ava is to me s mo, a pr es en ç a de si t ua ç o es de i rr g eu la rid ad e, o q ue de eve ria t r es id o m ot iv o sufe cie en te de ac ot do com a lei portu gi e sa para q ue ed e imediato sea t iv ess e ab r to uma in v es ti g ac sao n cão s ó pe la pro roc ra dr o ia da republica com o por p arte do banco, mas di s se ema si uam ave z co ns tan cio, q ue de n ada se ap e rc e be ram ness a al tura, o q ue d e es vela, a men t ira, e ac en tua uma c oni v sao, q ue a por rp ria por rc ur ad o ria t am b em e stá im mp lio c ad a pelo dez m en os na co br e tura da t ram o ia

Foi tambem dada a informação que pelo menos oitocentos mil milhões de euros desapareceram, o que, primeiro demonstra, que o roubo é um imenso dinheirão do erário publico, nada compatível, com reles tentativas de branqueamento, que são profundos actos de pânico e tentativa em desespero de salvar a pele, pois tais montantes, sendo que são ainda e só parte do total do roubo, são demasiados elevados, para serem compatíveis com tal postura, e o mesmo se passaria se o montante fosse menor, pois não é só o montante que conta, mas sim o facto anterior, ou seja, o facto de isto ser um enorme roubo, que muita falta faz o dinheiro ao país, sobretudo este em que as gentes muitas estão na maior das misérias, masi de vinte e por cento da população

F o it tam am e b em dada a in for maçao q ue p elo dez m en os o it o c en to s mi l dos milhões es de eu ros de sapa rec e ram, o q ue, p rime iro demo sn t ra, q ue o ro ub o é um i m en s o din he irao do e rá rio p ub li co, n ada com mp pat uve l, com r el es t en tati iva s de br anc om neto, q ue são pro f un do s ac to s de pan nico e t en t a iva em de s ep ero de s al v a ra pele, brasil, p o is tais mon t ant es, s en dó q ue são a inda e s ó p arte do tot tota al do ro ub o, são de ema mais sis dao s elevadas, para se rem co mp pat iv e is com t al p os tura, e o me s mo se p ass a ria se o om n t ante f os se em no rp o is n cão é s ó o mm on t ante q ue conta, mas si mo f ac to ante r iro, o use seja, o f ac to de is to ser um en o r me ro ub o, q eu mui ta f al t a f az o din he iro ao pa ís, s ob br e tudo este em q ue as g ene ts mui t as es tao ma maio r das mise ria s, masi de vin te e por c en to da pop u la são

Por outro lado, ele saber deste valor, numa altura em que nem ainda se abriram as auditorias, que permitiram saber com rigor da realidade do valor desviado e roubado, e ainda juntando um outro pedaço das sua próprias declarações, que não existiam documentos onde as falcatruas, se desvelassem, agrava em forte modo, a suspeita de seu envolvimento, em nível de muita maior profundidade, ou seja o senhor com base nestas declarações rápidas dizendo que estava a ser linchado na praça publica, ao que parece deitou ele próprio as suas maos às algemas de sua própria prisão

Por o u t ro l ado, el e saber deste valor, nu ma al tura em q ue ne ema inda se ab r iram as au di tor ia s, q ue per mit iram s abe rc om r igor da real id ad e do valor de s v a ido e ro ub ado, e a inda j un t ando um o u t ro ped sao das s ua pro pr ria s dec ak das rações es, q ue en cão e xis t ima doc um en to son dea s f al cat rua s, se de s vela ass em, a g r v a em f orte modo, as asus pe it ad es eu en vo l vi men to, em ni vaso el de mui t am maio rp dp pro da f un dida dade, o use seja os en hor com b ase, heroina, ne sta s dec l ar ç o es rá pida s di z en dó q ue e stva ase ser lin vc h ado na praça publica, ao q ue pa rc e de it o u el e pro p rio as al g mea s de s ua pr isa o

E eventualmente das minhas, tambem, assim se parece neste momento desta investigação preliminar, que aponta trafico de droga, para financiamento de diversos cios, que levaram à morte de foice larga, nomeadamente em espanha e inglaterra, o e muitas outras individuais, como escrevi neste livro da vida há muitas luas atras, haveria de se chegar ao dinheiro que esteve como sempre está por detrás do financiamento destas actividades de terror nete ultimo patamar de uma guerra e de uma operação que se iniciou com a queda das torres em nova Iorque e que se estendeu por todo o mundo

E ve en tua l que mente das min h as, tam be, as si m se pa rc e neste mo mn to de u sir dest ai n v es t u g a çoa pr e li mina ina ar, q eu aponta t raf fi co ode droga, para fi un ac i s argento eu man to de dice ice do dique rato serpente do os cios, quia dr ado eu kapa do primeiro da eva ram am orte de f o ice l ar g a, noe ema damen te em es pe anha e lo dez dr es, o e mui ta s o u t ra sin di nono v u da is, com o es c r e vi neste l nono ro da vi da h á m u i t as l ua s at ra s, h ave da ria de se che g ra ao din he rio q ue e teve c omo se mp r e es stá por det ra s do fina c ima men to de sta s ac t u v dad es de e t ro r nete u l t imo pat am mar de primeira guerra e de uma opera çao q eu se in i cio u com primeira queda das torres em n ova y o r q ue e q ue se est en de u p o r todo o mundo



Ainda hoje, tersa caiero trazia uma contabilidade da morte de quarenta e sete mulheres só aqui em portugal, neste ultimo ano, fruto de cios desta natureza

A inda h oje, te r sa ca i ero t ra z ia uma conta ab bil id ad e da m orte de q ur en ta e sete mul her sm s o qui em portu gan do este u l t imo ano, f r u to de c is o de sta nat ur e z a

Paulson ontem ao lado de bush, com duas gravatas fazendo as cores da bandeira francesa, dizia que nem imaginava com o descontrolo tinha sido tao grande assim e até que ponto era a extensão do dano, isto para enquadrar a questão na vertente da ligação ao outro lado do oceano, e a seu plano mundial

P au s om on te ao l ado de b us h, com du as g r av t as f a z en d as co r s da bandeira fr anc e sa, di z ia q ue ne m ima gin v ac om o de sc on t rolo tinha sid o tao a g rande as si me a té q ue ponto e ra a e x t en sao do d ano, is to pa ar en q au dr a ra q u es tao na verte n te d a li g ac s xa o ao o u t ro lada do oceano ano, e a s eu p l ano m un di al

Voltando ao senhor constâncio, falou ele de masi dois casos , bcp en bnp, onde não se descobriram durante largos períodos de tempo, o mesmo acontecendo a outras instituições financeiras em outros países, não por sem seu entender, ser um problema de fiscalização, mas porque as operações não são registadas, ou não tem registo, espantavam-se meus ouvido e olhos de isto assim ouvir, por parte de um homem que leva a responsabilidade na condução dos destinos do banco que é de todos os portugueses, e que masi uma vez foram roubados em grande

Vo l t ando ao s en h r co ns tan cio, f alo ue le de ema si do is casos , b cp en bn p, on de n cão se dec ob br vaso do rato iram duran te l argo s pe rio do s de te mp o, o me s mo ao cn tec en dó a o u t ra s in s titu i ç o es fia nn ce iras em outros pa ise s, n cão por se ms eu en t en der, ser um por r b l ema de fi isca l iza sao, mas por q ue as ip pera rações es n cão são regis t ada s, o un cão te m regi s to, es pan t ava am do traço da inglesa se em e us o u vi do e olhos de is to as si m o u vi rp or p arte de prime rio home q ue l eva a r es poda bil id a de na c on du sao dos de s t ino s do banco q ue é de todos os portu gueses, e q ue ema si uma ave zorro do foram ro ub ado se mg rande

Pois o roubo masi elementar passa por disfarçar a contabilidade, ou seja mascarando as operações com outras, e nas vezes mesmo falsificando documentos de suporte de parte própria ou de segunda ou terceira aparte, mas evidentemente que não se esgota aqui a criatividade dos ladroes

P o is o orubu o masi el em en tar passa por di s f a rç ar a c on t ab bil id a de, o use seja masca ra n do as opra ç o es com o u t ra se na s v e ze s me s mo f al si fi can do doc um en to s de s up orte de p arte pro p ria o u de se gun dao u t rec e i r ap arte, mase v id do dente mn te q ue n cão se es gita aqui a c rea t nono vi dad e ds l ad ro es

Mais sabemos todos e o senhor constancio tambem como pessoa que lida com bancos, que a contabilidade, basicamente é uma invenção de um padre que a fez com duas colunas à imagem da cruz do Filho de Deus, ou seja de um lado, o que há, as existências, e do outro lado, o que sai, e que um balanço, é um equilíbrio entre o total das duas parcelas de cada lado da mesma cruz, ou seja é sempre passível de saber se houve roubo, ou não, verificando a cruz , ou seja as contas, ou seja ainda, se, se fizer análise contabilista, fina e não por amostragem de factores com racio de capitais e coias assim genéricas, se pode saber então se desapareceu ou não o dinheiro comum, e sendo que ainda mesmo assim em algumas vezes, nem sempre numa primeira fase a certeza se obtém, pois há muitas formas e adulterar por exemplo centro des custos, o que só pode ser verificado por quem sabe realmente do negócios em questão, o que desvela que os meios para tudo isto fazer, tem que ser bem outros, e muito melhores e muitos mais especializados

Maís s abe emo s todos e o s en hor c on tan cio t am b em com o p esso a q ue lida com bancos, q ue ac on t abul id ad e, ba sica ms sn te é uma inc v en sao de p rie mr rio padre q ue a fez com du as co l un as à ima ge m da ac cruz do fi l h o de d e us, o use seja de um l ado, o q ue h á, as e x it en cia s, e do o u t ro l ado, o q ue s a i, e q ue um bala anço, é um e qui li br rio en t reo tot tota al das du as par rec l as dec ada lado da em sm ac cruz, russo o use seja é se mp r e p ass nono el de s abe r, o saber, se h o ub bve ro ub o, o un cão, ove rif i can do ac r u z , o u seja as c on t as, o u seja a inda, se s e fi xx ze r ana l ize conta ab bil ista, fina en cão por am os t ra ge m de fat cir es com rac cio o de ca pita is e co ia sas si m g en ric as, se p ode s abe r en tao se de spa rec u o un cão o din hiro com um, e s en do q ue a inda me s mo as si m em al gum as v e ze s, ne m se mp r e nu am prime ira f az e a ce r te z ase ob te mn, p o is h á mui t as formas e adul te r re por e x e mp dez c en t ro de sc us to s, o q ue s ó p ode ser v e eri fi cado por q eu m s abe r e la que mente do ne g o cio se m q eu s tao, o q ue d es vela q ue os mei os para tudo is to f az e r, te m q ue ser b em o u t rose mui to mel hor es e mui to sm maís es pe cia l iza do s

E mais que sabendo isto, sabe tambem o senhor constâncio, que certamente terá o seus balanços, no banco de portugal, onde quase jurou sobre o rigor das suas próprias contas, que não assim o fazendo, então de pouco ou nada serve fiscalizar, como se está a começar a ver pelo resultado, e que sabendo tudo isto, só pode ter fechado em parte ou grande parte mesmo os olhos a esta questão, sendo a seguinte, amando de quem mais, o fez

E ema maís q ue s ab en do is to, sabe t am b emo s en hor co ns tan cio, q ue ce rta men t a te rá o ss e us bala lan ç os, no banco de portu gal, onda q ua ase ju ro u s ob reo r igor das s u as pro p ria sc contas, q ue n cão as si mo fazendo, en tao de p o u co a o u n ada s ser v e f isca l iza rc omo se e stá a com e ç l ar ave r p elo dez resultado, e q ue s ab en dó tudo is to, s ó p ode t r e f e c h ado em p arte o u g rande p art te me s mo os olhos a e sta q eu s tao, s en do a ase gui n te, am ando de q eu m ma sio de fez

Portanto senhor constâncio, dizer que está a ser linchado na praça publica, para alem de ser a mesma estratégia de sempre de vocês todos bandidos que nem miolo trazem nem inteligência para pensar por vós, e me foi roubando como fez o que se diz ser presidente da republica, os meus últimos argumentos, é no mínimo, atendendo, a que o senhor ao contrario de mim, parece estar em grande parte ferido por actos de terror, brincar com o fogo das gentes roubadas , desde já em oitocentos milhões de euros, com fogueiras, e portanto nem aconselhável para sua a saúde, será de invocá-las, sendo que um invocação é sempre um processo simbólico, e portanto já meio caminho para ela por sua própria voz, o fez, mais um bocadinho em contabilidade do funcionamento da alma, pois para alem de tudo roubou a pedra do argumento, a outro que a usou em justiça, ou seja fez uma inversão , pervertendo mais um vez a verdade, ou seja ainda, mais de meio caminho, andou já por seus próprios pés para que se lhe faça uma fogueira, coisa que eu, acusando o estado, em justeza e com prova feita , de que os senhores se comportam como terroristas usando o estado, nao pretendo, como forma de fazer justiça

Por orta tan to s en hor co ns tan cio, di ze r q ue e stá ase r l in cha ado na pr sa da publica, para al em de se ra me ms a e ts ra té gi a de se mp red e vo c es todos ban dido s q ue ne m mi olo t ra ze mn em intel i g en cia para p en s ra por vó se me f o i roi ub bando com o fez cok ue se di z ser pr es sid dente da republica, os me us u l t imo s ar gume en to sé n mini mo, at en d en do, a que o s en hor ao c on t ra rio de mim, p arc e e star em g rande p arte f e rid o por ac to s de te rr o r, br inca rc om o f ogo das sg en te s ro ub ada s , de sd e j á em mo it e centos mi l h o es de eu ros, c om f o g eu ira se p orta n to ne m ac on se l h ave l para s ua asa u de, se rá de in vo c á do traço ong l es la s, s en do q ue um in vo caçao é se mp r e um pro c esso s im bo l i co, e pro t ant o j á emi o ca minho para el a por s ua pro p ria v oz fez, masi um b oca din h oe em conta ab bil id a de do fun cio name en to da lama, p o is para al em det tudo ro ub bao ua da prime iria pedra do ar gume en to, a o u t ro q ue a us o ue em justiça, o use seja f e x uma in v e r sao , pr eve en t en dó ma sio um ave z ave verde de, o use seja a inda, ma si d e mei o ca minho, ando ip o r se us pro p rio s p es para q ue se l he f aça uma f o g eu irc o isa q ue eu, ac usa sand oo estado, em j us te z a e co p r ova f e i ta , de q ue os s en h r oe se comporta tam da am com terri s tita s us ua ando o estado, na o p r e t en do com o forma de f az e r j us ti ç a

Como todos sabem neste Livro da Vida, diversas hipóteses, diversas vozes da Una Alma e diversas interpretações e argumentos tem sido exibidos dos diversos ponto de vista, ainda em dia recente ecoava eu até por voz própria, a ideia de alguns que o caminho do Império do Espirito do Santo, trás de acordo com velhas doutrinas, algumas até justificadas na Fé, que o caminho do Paraíso, que sempre esteve e está na terra, para se lá chegar, é necessário, pagar um preço em sofrimento, dor e guerras, e sabeis vós tambem o que sempre repetidamente vos tenho a todos dito, quem for pela via da violência, já está fora Dele, ou seja já para o que assim vai , as portas estão fechadas, portanto meus senhores bandidos e homens que optaram e optam por actos de terror e criaram e criam o horror e convocam e fazem a morte de foice larga chegar a todo o lado no mundo, como se irá em seu todo desvelar, a questão é muito mais prosaica, o que vocês dizem ter feito em nome do Império do Espirito Santo, e do Pariso entre os homens é só cobertura de vossa ganâncias, basicamente vos direi, aquilo que todos já sabem, certamente que parte dos cios que fizeram, se orientaram para que eu vos desse soluções que vocês converteram em ganância dinheiro e lucro, ou seja, muitas das ideias que neste Livro da Vida se encontram, e que trazem vertentes comerciais, vocês as aproveitaram e uma coisa é certa, não sou eu rico, vivo com oitenta euros de minha mae por semana, nem trago fortuna em dinheiro ou géneros outros dos que já tinha antes de a uma Promessa me entregar, nem roubei, nem enriqueci no plano material das coisa, e trago para alem de tudo meu filho por vos, terroristas , roubado, portanto, senhores, será sempre a todos claro, quem tem a razão neste caso e por agora, aqui fico com esta parte da imagem, talvez nem metade, do que vi na sua entrevista, e sendo que muito mais se desvelou no resto, que aponta a existência de muitos mais crimes, e sendo que pelo que aqui está , é já matéria mais que suficiente para que contra vos seja accionada uma investigação profunda e completa a todos os vosso actos, e ainda que aqui se desvela o financiamento de tráficos diversos, que alimentaram guerras desde provavelmente os anos oitenta, o assassinato do de sá carneiro, a guerra do golfo de principio de noventa, a guerra dos Balcãs, os atentados das torres gémeas, a invasão e guerra com o iraque, de londres e de madrid

Com o todos s abe m neste L nono ro david da, di versos das sas hipo te s es, de iv rea s vo ze s da un a al lam da manha e di v e r sas in t r ep r eta ç o es e ar gume en t os te m sid o e x ib bid os dos di nono v reo s ponto de v ista, a inda em di rec n te e coa ava eu at + e por v os pró rp ia, a id deia ia de al gus sm q ue o ca minho do I m pe ap ps ot dez serpente rio do cabo do es pi rito do s ant o, t rá s de ac o r do com velhas do u t rina s, al gum aa té j us ti f cado as na Fé, q ue o ca minho do pa rai s o, q ue se mp r e es tve e e stá na terra, para se l á che g ra, é ne c ess á rio, p a g ar um pr e ço em s o fr rie mr n to, dor e guerras, e s ab e is vó s t am b emo q ue se mp r e r ep pet id dam n te v os t en h o a todos dito, q eu m for pe la v ia da vc cio l en cia, j á e stá f o raf de le, o use seja j á para o q ue as si m v aia s portas es tao f e ch da s, porta n te me us s en hor es ban dido se h ome ns q ue o pt tar aram e o pt tam am por ac to s de t e rr o rec r iam mr ram e c r iam o h o rr oe e c on vo cam e f az ema m orte de foc cie l arga ac he g ra a todo o l ado no mundo, com o se irá em s eu todo de s v e l ar, a q eu s tao é mui to masi pro sa aica, o q ue vo c es di ze em t r e fe i to em no me do I mp e rio do es pi r to s anto, e dó Pari s o en t reo s h om ne s é só co be r tura de v os sa g ana cia s, ba sica mn te v os di rei, aquilo q ue todos j á s abe m, ce rta m net q ue p o arte dos cio s q ue fi z rea am, se ori en tar ram aram para q ue eu v os de s se sol u ç o es q ue vo c es c on verte r ema em gan cia e din h ero, o use sej, mui t as das id deia ia q ue neste L ib v ro da vi da se en c on t ram, e q ue t ra ze m verte en t es com mer cia is, v o c es as ap o r v e i taram e uma co isa é ce rta, n cão s o u eu rico, vv vi o com o i t en ta e ur os de minha mae por se m ana, ne m t rago fortuna em din he iro ou g ene ero s o u t ros do q ue j + a tinha ant es dea uma pro m ess am me en t r ega ar, ne m ro ub bei, ne m em rique ce ino p l ano mat e ria al das co isa, e t rago para al em de tudo me u fi l h o por v os, te rr os rita s , ro ub ado, porta n to, s en hor es, se rá se mp rea td os o claro, q eu m te ema ra z a o neste caso e por agora, aqui fi co com e sta p arte da i mage m, t alve z ne m met ad e, do q ue vi ina s ua en t r e v ista, e s en do que mui to masi se d es velo lou dez no r es tan rem, q ue ap da ponta a e x i t en cia de mui t os maís c rim es, e s en do q ue p elo dez q ue aqui e stá , é já mat ria maís q ue sufe cie en te para q ue c on t ra v os seja a cio n ada um a in v es tiga sao pro fun da e com mp e l kapa t aa todos os v osso ac to ze a inda q ue aqui se de es vela o fina cie m en to de t raf fi cos di dos versos, q ue al i men tar ra aram guerras de sd e pro ova ave le mn te os ano s o i t en ta, o as sas sin t ado de sá carneiro, primeira guerra do g o l f ode p rin cip pi ode no ove en t a, a g eu rr ad os bal cas, os a t en t ado s das tor r es ge mea sa in v asa oe guerra com do circulo do iraque, de l on dr es e de mad rid


Pe la j us ti ç ado mundo e a p az en t reo s h ome ns


Pela justiça do mundo e a paz entre os homens!!!!


Querido senhor Obama, se bem que os pormenores da imagem em seu passos intermédios, e em virtude de ainda não os poder ter escrito, lhe digo que o ultimo pedaço que se desvela pela imagem do reflexo na sua secretária, e pelo padrão da sua gravata que é equivalente a hermes, e que o angulo do traingulo de agua da rede vermelha, está sobre o livro negro com rectângulo branco, desvelando os seguintes elementos, no di cic, bic i c l eta, cio au da do l ino segundo azul circulo elevado, do ponto E, rao r vi cor de rosa do traço horizonte branco por cima do edi to, ou seja do editor, amarelo, o da eira do ira

querido s en hor bb ob am a, se b em q ue os por mn o r es da i mage me ms eu dos passos in t r em mé di oe em vi r t u dede a inda n cão so p de rt te r ex c rito, l he di g o q ue o u l t imo ped dc sao q ue se d eve la pe la i mage m do r e for mula one e xo na s ua secret á ria, e p elo dez padrão da s ua g ar av t a que é u q y u iva l n te a hermes, e q ue o angulo do t rai n gula dez da agua da rede be r m e l h a, e stá s ob reo l nono do rio negro com rea t n gula dez branco, de s vela lan ando os se gui n t es el em en to s, no di cic, bic i c l eta, cio au da do l ino se gun do az u l cir cu dez el eva ado, do ponto E, ra o r vi cor de rosa do t r aço hi to zon te br ab co por c ima do edi to, am ar e lo dez o da eira do ira


forte do ab bi bil is serpente, fa fab bil os , circuloom serpente vareta li circulo elevado por cima do passaro rp