sábado, dezembro 13, 2008

Sua puta de olhos azuis, que belos os tendes e trazeis em vossa elocuções, maravilhado fico como farol a olhar-vos em reflexos quebrados, de azul e oiro falso de estúdio

S ua p u t ad e olhos az u is, q ue b elo dez s os t en de set ra zé is em vossa e lou ciç o es, mara avi ila hd o fi co com o farol a o l h ar do traço do ingles v os em r efe lex os q eu br ados, de az u leo iro de es t u di o f al s o

Na verdade estais bem uns para os outros, visto que essa casa de putas publicas, como todas as outras se portam como ladroes , sem nunca terem respondido a acusação que lhes fiz, baseada em clausulado de contrato com eles assinado, pela administração, que me sao devedores de muito dinheirinho por direitos de retransmissao, e que trazem tambem tentáculos na spa, visto que ela ao contrario de que muitas vezes especifiquei nunca nada fez para defender meus direitos, como, se eles próprios me piratearam tambem, espantavam-se meus olhos que ainda se espantassem, na falta de justiça deste podre país

Na ave dade es tais b em un spa para os o s u t ros, vi s to q ue ess ac asa de putas pub i cas, com o todas as o u t ra s se pro otam com o l ad ro es , sem n unc a teresa rem r es pn dido aa ac us sao q ue l h es fi z, baseada em c l au sul ado dec on t rato com el es as sin ado, pe la ad min si t raçao, q ue me s º ao d eve ro r es de mui to din he i rin ho por de i rei t os de r e t ra ns miss da missa oe q ue t ra ze m t am b em t en t ac u l os na spa, vi s to q ue e la ao c on y ra rio de que mui t as eve ze s es pe dc i fi ue i n unc ana ada fez para d efe n de r me u s direito, com o , se el es po rp rio as me p r ira tar am t am b em, es pan t ava vam do traço da inglesa se me us olhos q ue a inda se es pan t ass e mna fla t ad e j us to ç a d este p odre pa ís

Quando fui passear, passei ali num banquinho, do jardim, e lá vi de repente os mesmos espelhinhos de barbeiro, maravilha, ou coisa assim escrito, no cartaz, bela imagem de banco e de bancos em portugal, com chorudos salários que os merceeiros de papelinhos se pagam a si mesmos com o dinheiro do banco de portugal que somos todos,

Q ua ando f u ip ass sea rp ass e ia al in um ban quin ho, do jardim, e lá vi de r ep en te os me s mo s es pe l h in h os de ba rb e iro, mara v ilha, o u co isa as si m es c rito, no cartaz, be la i mage m de ban co e de ban cos e mp o rt u gal k, com ch gor us os s al ar is o q ue os me rc cie iro s d e pap e linhos se pa g am a si me s mos com o di ine h r iro do banco de portugal q ue s omo s todos, ou seja do constâncio, outra vez

Depois ainda me lembrei, então não é que a puta ladra de sangue e filho, a terezinha, não trazia um senhor familiar como administrador do mesmo banquinho do jardim, somando um , mais um, igual aa zero, então o jardim, deve ser o home que mexe os cordelinhos por detrás neste roubo que me fazem, daí o joe do alho, o che da boina, para em combate de encenação, desviar as atenções, um bocado como a imagem das encenações que dizem de terrorismo internacional, mais via joe, via fragil, então se explicam as outras ligações e situações enumeradas

Dep o isa inda me lebre rei, en tao n cão é q ue a puta l ad ra de san g ue e filho, a te r e sin h an cão t ra z ia um s en hor f am mila ar com o ad min sitar dor do me s mo ban quin h o do jardim, s oma n do um , mais um, igual aa z ero, en tao o jardim, d eve s ero home q ue me x e os co r deli n ho s por det rá s nest e ro ub o q ue me fa ze m, da í o j oe do alho, o che da bo ina, p ra em com bate de en c en a sao, de s vi ar a as a t en ç oe s, um b oca ado com o a i mage m das en c cabo en aç o es q ue di ze rm det teresa rato do roi rato do is mo em t ren cio nl la, masi v ia joe, via fr a gil, en tao se e x p l icam as o u t ra s li g a ç o es e si tua ç o es en um e ra da s

Logo depois de publicar a descrição deste video aqui referenciado, com a imagem do piano por detrás a aparecer, na madrugada seguida, dei com o pianista do porto , ali a tomar café no café de alcantara ao lado da tabaquaria, o pinho vargas, e meti conversa com ele, então por aqui, mora aqui ao perto, e estás bem, não, tenho apneia, dormi mal, ah, bom , mais uma palavra só para dizer, que não dormes bem, olha recordo-me de ter ouvido um concerto teu no ccb, pela radio, onde te parecias estar a despedir da vida,

o rapaz estava muito mal dormido e parecia mesmo mal disposto, disse-me assim , deixa-me ler aqui o jornalinho, o publico, lá o larguei, e me lembrei de que aquele rapaz era ou trazia uma qualquer ligação com a cristina pinto, ou melhor começara a aparecer no majong a jogar matrecos, assim se metera no circulo e assim conhecera cristina pinto que lhe achava muita piada, eu a ele com musico , tambem é assim o keith jarret português , mas prefiro o original, sempre prefiro os originais, agora estava li, o rapaz, a dizer-.me que morava por ali ao perto, um piano me tinha aparecido na imagem como vindo de trás, como todas as declinações que contam desse texto já publicadas, arrepiei-me ao sair, pois de repente o que sentira no concerto transmitido a partir do ccb, me parecia premonitório, apneia, ia declinado em mergulho em profundidade, a historia da raia lá para as bandas da bela ruivinha

L ogo d ep o is de pub l i cara de sc riç sao de ste v id e o aqui refer en cia ado, com a i mage m do pina o por det ra sa ap arc e rna mad rig ada se guida, de i com o pi ani sta do porto , al ia tomar ca fé no ca fé de al can t ra ao l ado da t aba pata ria, o pinho bas r gás, e me ti c on versa com el e, en tao por aqui, mora p o a qui ao per to, ee stá s b em, n cão te m h o ap ane ia, a h, b om , masi uma pal v ra s ó para di ze r, q ue n cão dor m es b em, polha reco rod do traço da inglesa sas me det reo u v id o primeiro c on ce r to t eu no cc b, pe la ra di o, onda te pa rc eu as e at ra a de s pe di rda v id a, O ra ap z e stva mu to m al dor mi do e par e cia me s mo m al di s post o, di ss e do traço da inglesa me as si m , de ix a do traço da inglesa me da ler aqui o jo rna do linho, do circulo do publico, l á o l ar g eu i, e me l en bro de que a q u le ra p az e ra o u t ra z ia uma q ual ue r li g ac sao com a c r si t ina pinto, ou mel h ro com eça ra ap arc e rn no majo n g a jo g ar mat reco sas si ms e met e ra no circulo e as si mc on he cera cris t ina do pinto q ue l he ac h ava mui ta pi ada, e ua el e com mu sico , t am b em é as simo k e it h j ar arret da arte do portu do gui espanhol do mas pr e f iro oo rato e gina l, se mr pe pr e f iro os o r i gina si, agora e stva li, o ra ap z, a di ze r do traço da inglesa .me q ue mora ava por ali ao per to, um p ian me tinha ap arc cie do na i mage mc omo v indo det ra sc omo todas as dec lina ç o es q ue c on tam de s se e t x to j á pub l cia ada s, ar r ep pi e i do traço da inglesa me ao sa i rp do posi de r ep en teo q ue s en t ira no c on c rt o t ra sn it ido a pat tir do cc b, me par ceia pr e moni to rio ap pn ne ia, ia dec l ina do em mer g u l ho em pro fun dida dade, a hi s tor ia da r aia , l á para as das bandas da be la rui ib e ob da vinha

Lorde di elo acidente, ac av vam da queda do aviao maxilar queixo, lamina de barbeara, edge, o castelo, eu dois mais tres, duzentos e cinco en geada, quinze feridos incluídos no condutor , penafiel, ermesinde, valongo, altar, quatorze crianças masi um condutor, felizmente ao que parecia sem gravidade, assim davam as noticias de manha, e a chave aqui em casa a aparecer

Lorde di elo dez acide dente, ac av vam do q aida q eu da do avia o ma x ila r q eu ix o, la mina de ba rb e a ra, e dg e, o cas telo, eu do is maís t r es, du z en to se c on co en ge ad a, quin ze f e rid os inc lui do sn o com du tor , p en a fi el, e r me sin de, v alo n g o , al tar, q au t ro r ze c r ian ç as masi um com du tor, fe lis mente ao q ue par rc ceia se m g ravi dade as si m da ava am vam as not tic cia s de manha, e a ch ave aqui em c asa a ap ar recer

As meninas do outro lado do mar, são muito rápidas a apontar os dedinhos acusatórios, e eu por muito belas que asa ache, estou a ficar sem paciência, para esse tipo de comportamento infantil, que não o sendo pela idade, se torna suspeito, pela sua rapidez de ser algo como quem tenta rapidamente tirar a agua de seu capote, e ainda outra possibilidade que me permitirá sempre manter a vós meu amor, que é pensar o que já todos sabemos, que com um foto e umas linhas num jornal, alguém outro, aqui, destes bandidos, o pode fazer e assim tentar fazer parecer que são vocês que o fazem, ora esta, diria, o fernado pessa

As me nina sd oo u t ro l ado do mar, são mui to rá pidas a p on tara os de din h os ac usa tori os, e eu por mui to belas q ue asa ac he, es to ua fi car sem p ac cie en cia, para ess e t ip ode co mp orta men to in fan til, q ue en cão o seno pe l a id ad e, se tor en a s us pe oto, pe la s ua ra pide es de ser al g o com o q eu m t en t a rp aida mente tir ar a agua de s eu capo te, e a inda o u t ra p os sibil id ad e que me pr mit irá se mp r e man te ra v os m eu amo r, q ue é pe sn ra o q ue j at o do ss abe emo s, q ue com um f oto e uma s linha sn um jornal, a gume o u t ro, aqui de ste bandidos, o p ode f az e rea ss em t en t raf az e r par recer q ue são vo c es q ue o f az em, o ra e sta, di ra o fe rna ado p ess a

Pois o esquizoide do marcelinho, logo viera com a historia da violência sobre as meninas, isto no seguimento de uma outra menina que habita em meu coraçao, e de uma historia de umas asinhas vermelhas estabilizadores, que fazem voar a câmara sobre o estampido da boiada das vaquinhas reais na austrália que depois como espirro de uma borboleta deram origem a um estampido das pistolas eléctricas, do sapateado sobre carne humanam, bem a imagem do que eu conheço dos casinos, as gentes até crescidas e já reformados, correm para as slots durante a parte da tarde , mal as portas se abrem, assim vi com meus olhos espantados, na distante decada de noventa quando filmei no casino do estoril, do stanley ho, um filme, com o titulo, à procura do botão, que era alvo de um trafico via comboios da cp ali na estação moura do rossio, de traça muito bela, de um porche prata descapotável, bem a imagem do que andava por aí em anuncio recente, a dizer, quer ganhar um , ou qualquer coisa assim, de jogos da roleta, e de pistolas tipo derrigner em malinhas de meninas a ressoara no az, dos congressistas de centro esquerda e qualquer coisa esquerda tambem americanos no principio da crise prime , e ressoava hoje nas noticias do jornal dos casinos na asia que emprestavam dinheiros as gentes , com uma foto de roleta

P o is o es qui zo id e do mar c elo dez n ho mad r i l en o ma sc u l ino mart e linho, l ogo vi e ra com a hi s tor ia da viol en cia s ob rea s meninas, is to no se gui men to de uma o u t ra menina q ue h ab bit a em me u cora sao, e de uma hi s tor ia de uma s as sin h as vermelhas e stab bil e z ad da dor es, q ue f az em vo a ra a ca mara s ob reo es t am pido da boi ad ada s vaquinhas rea is na a us t ra l ia q ue d ep o is com o es pirro de uma bo rb o l eta de ram o rig em a um es sta pido das pi s t ola s ele ct ric as, do sapa te ado s ob re car ne h um anam, b ema i mage m doc eu e u c on h e ç o dos ca sino sas sg en t es a té c re sc cida se j + a r e for mad os, co r rem ap ra as sol ts duran te a p arte da t arde , ma sl as portas se ab rem, as si m vi com me us ol h os es pan t ado s, no di di s t ante ad dec ada de n ove en at q u en ado file mir no ca sino do es tor i l, do stan l e y ho, um file em, com o titu dez a poe rc cura do b ota o, q ue e ra alvo de um t raf i co v ia com boi os da cp ali na es t ac sao moura do ross sio, det r aça mui to be la, de um pro ce h pa rta de sc p ota ave l, b ema mai mage m do q ue anda ava por aí em na u cn i o rc en te, a di z ze r, q eu r gan h ar um , o u q ual q eu rc o isa as si m, de j ogo s da rol eta, e de pi s t ola s t ip o der rig gn e rem mali n h as ed meninas a r esso a ra noa az, do s c on gre s sitas dec en t ro esu e rda e q ua q lu e rc o isa esquerda t am b em, am a ric ano s no p rin cip i o da c rise prime , e r esso ava h oje nas no tic ia s do h jo rn al do s ca sin o as na as ia q ue e mp r es t ava am din he iro rosa sg en t es , com uma f oto de rio l eta

Ss rápida angulo do quadrado da fn azul e en negro, agrafador rápida ss ao lado do cálice, xadrez a peça negra do maçon de vila nova de gaia, do menezes, o gaio escolar,

Ss ra pida do angulo do quadrado da fn azul e en negro, g raf a dor ra pida ss ao l ado doca l ice, x ad r es a pe cça negra do maçon de vila lan ova de g aia, dom ene ze s, o gai o es co l ar,

A iniciativa da escola de gaia é de aplaudir, xadrez na disciplinas, ou na curricula escolar, pois como dizia o belo rapaz, é um jogo cheio de qualidades,

A i ni cia t iva da es c ola de g aia é de ap l au di r, za dr e z na di s cip l ina s, o un a c ur ricula es co l ar, p o is com o di z ia o b elo dez ra p az, é um j ogo che i ode q u lid d es,

Bastonários, azul e branco, texto de prisão , pires de lima, pai, west union, irao, do segundo do circulo do onze do traço ingles do segundo do infinito deitado do circulo do nono

Bas ton a rio sa z u l e branco, texto de pr isa o , pires de lima, pai, west un ino, irao, do se gun dodo circulo do onze do traço ingles do se gun dodo infinito de it ado do circulo do nono

Assim me lembrei depois de olhar o video outra vez, o pires de lima pai, que fora advogado do processo da minha prisão atras das grades, o pires de lima filho, o pai na escadaria da ordem, o único dos últimos que mantinha uma facis de pouco amigos, ao contrário dos outros

As si em me l em br rei d ep o is de ol h ar o v id e oo u t ra ave zo do pires de lima pai, q ue f o ra ad vo gado do pro c esso da mina hp r isa o at ra sd a sg ra de s, o pi r es de lima fi l ho, o pai na esca da ria da ordem, o único dos u l t imo s q ue man tinha uma f ac is de p o u co ami g os, ao c on t rai iro dos o u t ros

A bestinha esquizoide do mau professor, vinha com a conversa, em diagonal, e depois hoje, o bush, aparecia em foto de passe, a dizer que estava muito arrependido das informações que a inteligência lhe tinha fornecida antes da invasão do iraque, sobre a presença das armas nucleares, e por cima o paulo portas a pedir desculpa pelo erro, sem como de costume mencionar qual, sendo que no caso de bush, a informação não é verdadeira, como se sabe, pelo depoimento da senhora que assim ficou na altura exposta e que investigou, o que se dissera ter sido o trajecto do pretenso urânio, e assim na altura o relatou à cia a que pertencia, e todos sabemos por confissão recente de bush, onde ele próprio admitiu que fora o petróleo que levara a guerra, ou seja o desejo de se apoderar de recursos estrangeiros

A b es tinha es qui zo id e dom au pro f esso r, vinha com ac on versa, em di a g on al, e d ep o is h oje, ob us h, ap ar ceia em f oto de p as sea di s e r q ue e stva nui to ar r ep pen bd id o da s in for mações q ua intel i g en cia l he tinha for ne cida ant es da in v a sao do ira q ue, s ob rea pr es enca das ar nm sa nuc ler as, ep o rc ima o p ual portas a pe di r de s culpa p elo dez e r ro, se mc omo de cos t u me men cio n ar qual, s en do q ue no c as o de b us h, a in f oma sao n cão é verde dade ira, com o se s abe, p elo dez de po i em h to da s en hor a q ue as si m fi co un a al ruta e x posta e q ue in v es ti g o u, o q ue se d iss e ra st r e s id o ot ra ject o do pr e t en s o ur ani co, e as si mna al tura o r e la to u à cia a q ue per t en cia, e to ds s abe emo s por c on fi iss sao rec en te de b us h, onda el e pro p rio ad mit i u q ue f o ra o pet ro leo q ue l eva ra a guerra, o use seja o de sej ode sea da ap ode ra r de rec ursos e ts range iro s

O portas parecia o bush, portanto presume-se que seria em relaçao à minha pessoa que ele estava dizendo o que não dizia, mas insinuava, ou seja, que pede desculpa de me ter mal avaliado, espero eu que não pelo urânio, que não me recordo alguma vez de ter tido algum, deve ser então do tal boato posto a correr sobre uma mala de cocaína, que não tendo eu nunca traficado este urânio branco, provavelmente quem o pôs a correr, é a origem dele, ou seja, ele mesmo, depois vinha a outra teresinha, a ruiva, o titulo, era assim qualquer coisa do genero, é de homem, e depois a cantilena da única nota que a menina que conhece mais camionistas de caixa aberta e fechada daqui ate santarem , parece bem saber, mas eu sou mais o asterix, que caiu outrora antes mesmo de nascer numa poção que assim nas vezes consoante as luas e as mares, me deixa , ou assim me faz, se eu deixar, na parte que me toca, obviamente, demito-o disse o general sem medo, outrora, face a um outro senhor

O portas par ceia ob us h, porta n to pr es u me do traço da inglesa seque, canon, se ria em relaçao à min h a p es o aqui da ue el lee stva di z en do o q ue n cão di z ia, mas in sin ua ava, o use seja, q ue pe di de s culpa de met r ema al ava li ado, es p ero eu q ue n cão p elo dez ur ani o, q ue n cão me reo c r do al g uam v e z det e r tid o al gum, d eve ser en tao do t al boa to post o ac o rr e r s ob r e um am ala de coca ina, q ue n cão t en do eu n unc a t raf i cado es te ur ani o branco, q pro rova ave le mn te q eu mo posa co rr e rea o rig em de le, o use seja, el e me s mo, d ep o is vinha a o u t ra te r e sin h aa rui iva, o tir u ll oo, é ra as si m q ual q eu rc o isa dog ene ero, é de h ome me d ep o isa conti lena da uu nica n ota q ue a me ni anque c one h ce masi ca mino si ti as de ca i z x ab bareta do bar da eta daqui a te s anta rem , pa rece b em saber, mase us o um a sio as te i r z, ca i u o u t ro ra nat es em s mo dena sc e rn uma p o sao q ue as si m na s v e z s c on s o ante as lua sea s mar es, me de ix a , o u ass si em me f az, see eu de ix ar, na par e q ue me t oca , ob vi am mente, d emi to do traço da inglesa o di iss e o g ene r al se m med o, o u t ro ra, face a um o u t ro s en hor

A solução que o marcelinho do enigma e da puta da mais uma acusação para manterem, o rapto de meu filho, com imagem de dois turistas que levaram ao que parece um multa por andarem com t shirt de juizes cangurus, que remete para a asinha vermelha do olho voador, tenho-a eu como de costume, o paulo da feiras, esse tem que inventar masi alguma coisa, pois tambem a saberá por outra razão, ou melhor explicando por outra natureza do acto da razão

As o l u sao q eu o mar ce linho do eni g ma e da puta da masi um ac usa ç º sao para am n te rem, o ra t tp de m eu fi l h o, c om mi mage m de do is t ur ista s q ue l eva ram ao q ue pa rec um mul tap o r a bd ar mc om t s hi r ts de ju i ze s can guru s, q u e rem te para a sas nina vermelha do olho vo a dor, , t en h o .a eu, com ode cos t u me, o p ua al o da pe ira s, ess e te m q ue in v en t ra masi al gum ac o isa, p o is t am b ema saberá por o u t ra r az ao, o um el h ro e x p l cia ando por outra na tir e z ad o ac to da ra za o

Pois um bastonete azul e branca, cores da casa real portuguesa, e símbolo tambem da radio, tinha sido usado para limpar as cabeças do tambor, da câmara Xl one, o ca mr ra do Xl do grupo one, pt, quando a interferência na gravação aparece, aquela do piano, e que corresponde à gravação anterior no seguimento do qual por um passe, foi ferido no pé, imagem que todos sabemos se reflectiu de alguma maneira na india, quem diria que os bandidos do dn, assim me tentam tambem incriminar, primeira pagina e tudo, mas sendo eu uma espécie de asterix sem o ser, não trago medo a estas bestas

P o is um bas ton e te az u le branca, co rr es da c asa rea l por uu guesa, e s im b olo t am b em da ra di o, tinha sid o usa ado para li mp a ra s cab eça s do t am bor, da ca mr a x l one, o ca mr ra do x l dog rup o one, pt, q u ando a in t refe ren cia na g rava sao ap are rece, a q eu la do pi ano, e q ue co rr ep ps n dea g rava sao ant r iro no se gui em t y e o da q u l por um p ase, f o i fe rid don o pé, i mage m que to do s s ab emo s se r e fl e ct i u de al gum am a ne ira na india, q eu m di iria q ue os ban dido sd o dn, as si m me t en tam t am b em inc rimi ina r, mas s en do eu uma es pei ce id e st ra e ix s emo ser, n cão t rago me do a e sta sb e st as

O que as putas bandidos e terroristas tentam insinuar é muito simples, vide, que o rapaz se passou dos cornos e se vingou do ataque que foi alvo e assim a coisa estoirou na india, seus filhos da puta, que o inferno vos seja quentinho a começar pelo patrao dos parafusos, que crava por meninas putas a conta parafusos no lombo dos rapazes bons, como a historia do sir richmond, quadro da indiana da polis do museu , do oriente, do circulo elevado do forte da art , assim um dia me fez, sendo qua ruivinha qui não é a bela kidman, mas sim a falsa ruiva, Sílvia cunha, e cunha dos bandidos das produções fictícias, e depois bandidos jornalistas, por laços de casamento, qualquer que ele seja

O q ue as putas bandidos e terri os it as t en tam don sin ua r é mui t o simples, v id e, q ue o ra p az se p ass o u dos co rn os e se b v in g o u do at aqui da ue q ue f o i alvo e as sima co isa es toi ro u na india, se us fi l h o dada puta, q ue o in fe r no v os seja q eu en tinho a com eça rp elo dez pat ro ado s para fusos, q ue c rava por me nina s putas ac conta para fusos no l om bo dos ra p az es bi ns, com o a hi s tori ado sir ric h monde ,q ua dr o da in da ina da p lis do mu use s en , do oriente, do circulo el eva ado do forte da art , as si em primeiro dia da me fez, s en do pata rui vinha qui n cão é a be la ki d man, mas sima f al sat u iva, si l v ia cuna h, e c un h ado s ban di s os das por du ç o es fi ti coa s, e d ep o is bandidos jo rna l ista s, por l aço s de cas men to, q ue l q eu r q ue el es seja

Pois é senhores terroristas, poisei eu depois o cotonete em cima do texto da prisão, que foi aqui transcrito sobre os tremores na china, a queda do vai vem, o kruger do ps que simbolicamente estoirou aqui em casa depois do trovão, a ma quina do ca da fé, l beliche pressurizada do espaço tempo, a ressoar nas experiências nazis, da deportação, agora entradas n o video, a anarchie do sex pistols, que escutei hoje enquanto estive hoje de manha no cais rocha conde de obidos, do chateaux do brian, da colheita , ou seja do vinho feito na queda das torres, presume se pela data, ser as de nova Yorque, ester com ajuda da vassoura da ajuda, ou seja do varrimento da bruxa da ajuda, que em dia recente mostrava de novo ao lado do bandido que se diz ministro da cultura, de novo as copias dos cds, que figurariam os dvd, ou seja como se dizendo sem dizer, que os bandidos eram os bandidos das edições piratas

Pp o is é s en hor es te r roi sta s, p o ise i eu d ep o is o coto nete em c ima do t e x to da por são porção q ue f o ia q eu it ra sn c rito s ob reo s t r emo r es na ch oma, primeira queda do vai vem, o k ru g e r do ps q ue si mob li ca mente es toi ro aqui em cas d ep o posi do t r ova o, am a quina do ca da fé, l be li che pr ess uri z ado do es p alo te mp o, ar esso ar nas e x pe rin cia s nazis, da d ep ota sao, agora en t ra da sn o v id e o, a ana rc hi e do sex pi st o l s, q ue es cut ae i h oje en q ua anto es t iv e h oje de manha no cais roc h ac onda de obidos, doc h a te ux do b ria n t, da co l he i ta , o use seja do vin h o fe i to n a queda das tor r es, pr ess um es e traço da inglesas se pe l a data, com ce rt it u de ser a s de nova y o r q ue, e ts rec om ajuda da v ass o u ra da ajuda, o use seja do v arri men to da br ux a da ajuda, q ue em d ia rec en te mos t r av de n ovo ao l ado do bandido q ue se di z mini st rod ac uk tura, de bn ovo as co pi as do s cds, q ue fi g ur a ria am os d v ds, o use seja com o se di z en do se m di ze r, q ue os ban dido s e ram os ban dido s das e di ç º o es pi rata s

Ora as azinhas vermelhas estavam na austrália, junto as vaquinhas, aqui a cotonete , ou seja a radio da casa monárquica, da maria sobral mendonça, do bastonete do fogo vareta azul, com algodões brancos ligada ao tambor, ou seja ao alemão, que esteve por cima destes eventos descritos na visao na minha prisão, e que portanto diz, que foram a ligação entre a minha prisão, os monárquicos, e o pires de lima pai, que parecendo ser advogado de defesa, deverá ter mais sido o acusador da altura disfarçado,

O ra as a sin h as verme l h as e stav mna au t ra l ia, j un to as vaquinhas, aqui a coto nete , o use seja a ra di o da c asa mona q eu i ca, da am mr ria tia sobral men don ç ado bas ton e te do f ogo v ar eta az u l, com al godo es br anco s lia g da ao t am bor, o use seja ao al ema mao, qu e ws ts v ep o rc ima dd es t es eve en to s de s cito s na visao na min h a pr isa oe q ue porta n to di ze a foram a li g ac sao en t rea min h ap pr isa o, os mona r quico se o pi r es de lima p ia, q ue pa rc en dó ser ad vo g a ode d efe sa, d eve rá te r ma si s id oo ac usa dor da al tura di s f ar ç ado,

Foi ver um clipper, muito belo de tres mastros que por ali estava com sinais de luzes no alto do mastro central, o cenário estava posto, a locomotiva cento e dez, grupo onze, do traço de quatorze de sessenta e dois, o tal malandro de sessenta e dois, calceteiros e maços, calcetavam as pedras do cais, com a pala da raia aviao pá, ao fundo debaixo da ponte

F o iv e rum c lu pp e r, mui to b elo dez de t r es mas t ros q ue por al i e stav ac om sin as id e lu ze sn o al to do mas t ro c en t r al, o cena rio e stav ap post o, al oco m ot iva c en to e de z, g rup o on ze, do t r aco de q ua t ro e ze de se see en ta e do is, o t al m al lan dr ode se ss en t a e do is, c al ce te iro se ma sç os, c al c eta ave ma as das pedras do cais, com a pala da aria do avia o pá, ao f un do de ba ix o da pn te

antes ouvira a noticia na tv na manha cedo, fui tomar banho e fazer a barba, mudei a lamina e cortei-me , olhei a lamina e assim de repente vi, nela uma aviao, sem asas, so com leme de profundidade em sua traseira, as cores do aviao azul com vidros da carlinga fumados, a negro, olho a pala aparentemente inútil em sua funcionalidade, debaixo da ponte, me perguntando, para além da corrupção de dinheiro publico ter ido em quantidade parar a certos bolsos, a coisa terá uma outra utilidade, já que não tem a que disseram na altura se destinar, ou seja seria ingénuo, só pensar que fora um roubo, simples, porque é demasiado evidente que o projecto, quem o julgou, saberia que não cumpriria sua função aparente, ou seja, mais se reforçava a medida em que pensava, a imagem que a pala tinha desvelado, como uma ancinho, que arrepanha o mar, e que faz uma onda gigante, ou seja uma imagem e peça da operação do tsunami, a vibrar com os carros em cima, a passar, fenómeno de ressonância acústico, e depois complementado com o desenho da ponte de oriente, ela mesmo fazendo a onda

ant es o u v ira a no tic cia ian ana da tv na manha cedo, f u i tomar ban h oe f az e ra bar aba, nu de ia la mina e cor te i do traço da inglesa me , o l he ia la am mina e as si m de r ep en te vi, ne la uma vi a os em a sas, s o c om l ç em e de pro fun dida em s ua t ra se ira, acores do avia o az u l com v id ro ed da car l in ga f u am do sa negro, o l h o a pala ap ar en te mn te in u til em s ua fun cio na li dade, de ba ix o da ponte, me per gun t ando, para al é m da co rr u pao de din he iro publico te rid id o em q ua n tid ad e o r ap ar a ac e rt os bo l s os, a co isa te r + a uma o u tra u tili dade, j á q ue n cão t ema q ue di sis e rr am na al ru ur a se de s t ina ro us e j ase ria in g en u o, s ó p en sar q ue f o ra um ro ub o, si mn p l es, por q ue é d ema mais dao e vi dente q ue o pro ject o, q u emo ju l g o u, s abe ria q ue n cão vc um pr ia s ua fi u sao ap ar en te, o us seja, mais ser r e f orça ava a me dida em q ue p es sn s ava a i mage m q ue a pala tinha de s vela ado, com o uma anc in h o, q ue ar r e penha do circulo do mar, e qi e f az primeira onda giga gan te, um seja uma mai mage me p eça da opera sao do ts un ami, a v i b ra rc om os carros em c ima, a p ass ar, fe rn om en o de r ess o n anc cia ac us tico, e d ep o is com p le mn t ado com o de s en ho da ponte de oriente, el a me s mo fazendo primeira onda

olho a pala, e vejo nela a forma da bic, que cortara a face direita no maxilar, o máximo da ilha, o aro da assembleia da republica

olho ap p l a, eve jo nela primeira forma do b ia, bic, q ue co rta tara primeira da face di rei t ano m ax i l ar, oma x imo da ilha, o aro da as s em be primeiro sino ia da republica

a pomba levanta voo, e mostra-me o telhado da apl, com sua estrutura frontal em vesica prismática, assente num vale, uma maria, que assim abre as asas metálicas, ou as fechara, visto o aviao estar sem elas, ou seja assim caiu um aviao com cores azuis e negras, confirma-me isto, um pancada escutada, grande, e um aviao da cruz vermelha suíça a passar, b ia lápis amarelo e negro, numero quatro, r x oitenta do traço em setenta e tres, do estandarte da guerra tipo clã japonês, dois circulos sobra aa g en gn europeu vaso da segunda serpente, porto de lisboa, apl, o invertido do porto de lisboa

p ria mira pomba primeiro da eva van t av oo, e mos t ra do traço da inglesa me o tela hd o da apl, com s ua es t ru ra fr on t al en v e sica pr is mat i ca, as s en te n um vale, uma maria, q ue as si em a ab r es as a sas met aç l ia s, o u as fe cha ra +, vi s to o avia oe star se me l as, o u seja as si em ca i u um avia o com co r es az u ise negras, c on f ima do traço da inglesa me is to um p ana c ada es cut ada, f g ra nm de , e um avia o da cruz verme ç l h a s u i z zo a p ass ar, bia l a pi s am ar elo dez e negro, n um ero q ua t ro, rato do xo it en ta do t r aço em set en t a e t r es, do est anda arte da guerra doc l a j ap one z, do is circulos s ob ra aa g en europeu v as em da segunda ser pente do porto de l is boa da apl, o invertido do p on to d e l is boa

a seta que sai do primeiro triângulo de fogo para o ceu, do tambor, como um cilindro deitado, mais si do angulo ed do circulo do dt do circulo da p do rectângulo vermelho com dois semi arcos a sua volta, como um dínamo eléctrico, um motor eléctrico, o do vinte e oito, passa outro aviao, claro e escuro, aviao de asa azul na cauda trezentos e sete , trezentos e sete, bro.

a s eta q ue ss ia si do prime iro t rina gula dez de f ogo para do circulo do ceu, do tam n bor , ci lin f dr o de it ado, dom as si do angu dez ed do cir rc u dez do dt do circulo da p dor rato eca ca do t e da gula dez vere reme l ho com do is s emi arco sas ua av vol t ac omo primeiro dina mo el e ct rico, primeiro m oto rato el e ct rico, o do vinte e oito, p ass a circulo do vaso da cruz dot ro avia circulo, circulo do primeiro aro e espanhol curo, avia ode asa az vaso do primeiro na c au da t rato e z en to ze sete , t rato e zenao, to e sete, br o, sena.

Em frente ao clube de remo, dois bancos de madeira, como tt, baixos , um deles com uma corrente pendente de argolas de ferro, como de uma ancora, ali no chao alguém deixara na relva ao lado das pequenas palmeiras, uma vareta branca, e numa fita de tesa film azul com um numero a branco impresso, que seria um numero de telefone de lisboa, começando pelo indicativo vinte e um e que agora estranhamente desapareceu, alguém parece que o levou, em frente enquanto se sentavam dois meninos assim bem compostinhos, que me o viram apanhar, com uma conversa na aparência entre eles sobre papeleiros, uma maquina em frente estacionada entre dois muros baixos em cunha que se elevam das pedras, debaixo dela e na sua frente, uma poça negra de gasoleo estendido na via, a imagem que de imediato me subiu , fora que estávamos perante acidentes com comboios, primeiro os do tua depois a imagem em seu final, passou pela russia e acabou em madrid, como desvelando um mesmo fio condutor na operação dos mesmos acidentes, ou seja terá que se incluir tambem um outro, na india, salvo erro, um que a carruagem trazia grades e ardera

Em fr en te ao c l ub e de r emo, do is ban cos de madeira, c omo tt, ba ix os , um de l es com uma co rr en te pen dente de argo gol as do ferro, com ode primeira anc cora, al ino cha o al g eu em de ix ra na r e lava al lada das pe q e eu na s pal me iras, uma v aret eta branca, en uma fi ta de te sa film az u l com primeiro n um ero a branco i mp press o, q ue s r ria um n um ero de tele fi mede l is boa, com eca can do p elo dez indica t ivo vin te um e q ue agora es t ra n ham en te de spa rece u, al gume o l evo u, em fr en te en q u anto se es en t av vam do is meninos as si em be mn com post in h os com uma c on versa na ap ar en cia en t reel es s ob r ep ane lei ros, uma ma quina em fr en te es t ac cio na ada en t red o is m ur os ba ix os em c un h aqui da que sele vam das ped ra s, de ba ix o de la e na s ua fr en te, uma p o ç ane negra de gao leo es t en dido na v ia, a i me ge m q ue de imediato me s ub o u , f o ra q ue e sta v amo s per na tea i cn det es com dos comboios, prime iro os do tua d ep o isa i mage m em s eu fi n al, p ass o up e la ru ss ia e ac ab o ue m mad rid, com o de sc eva van do um me s mo fi o com du ot rna opera sao dos me s mo s ac id net es, o use seja te rá q ue se inc lui r t am b em um o u t ro, na in dia, s alvo e r ro, um q ue a car rua ge m t ra z ia g ra d es e ard e ra

O clube naval, onde uma imagem antiga, está no livro, relatada, é ao lado do restaurante da candidatura do dirão a primeiro ministro, ou seja a candidatura que serviu de rápido trampolim para a europa, e para o plano da guerra

O cu l be n ava l, onda uma mai mage m ant i g a, e stá no l iv ro, r e la t ad a, é ao lado do r es t au ra n te da can dida tura do di irao a prime iro mini st ro, o use seja a ca cn dida tura q ue ser vi u de rá p id t ram p olim slim para a europa, e para o p l ano da guerra

No meu desenho o alçado da locomotiva é como um rectângulo biselado em cima, como uma lamina de x acto, com tres traços inclinados, como risco de garras de um tigre, pelas cores, a mao do tigre da mc donalds, circulo do leo do reboque de cayatte, ou dos cayatte, vareta palhinha branca, coca, clube naval, a id da locomotiva, com bandeira em triângulo vermelho, é cento e dez, onze circulo, quatorze , o de sessenta e dois, bandeira vermelha, calceteiros, maços ca santo am fr serpente ub

No om eu de s en ho o al cado cortado da l oco com ot iva é com o um rec t na gula dez b ise lado em c ima, com o uma la mina de x ac to, com t r es t ra sç os inc l ina do sc omo r isco de garra s d e um tigre, pe l as co r es, a mao do tigre da mc dona l ds, cir cu dez do leo do r e b o q ue de ca y at te s, o u dos ca y at te s, v ar eta pali n h a br anca, coca, c l ub en ava l, a id da l oco m ot iva, com do bandeira em t rai ch uva gula dez vermelho, é c en to e dez, on se do sec circulo, q au t ro r ze , o de se s senta e do is, do bandeira verme l h a, c al cete iro s , m aç os ca santo am fr ser pente do ub

Reparo ainda que um copo de plástico está partido ao meio como semi circulo enfiado num dos carris da locomotiva, como dizendo de um grupo de seis que se juntara para os copos, o vaso partido, um u no carril, onze circulo do quatorze , quadrado de sessenta e tres do traço ingles do quadrado com vento café toy ota quarenta e dois cd de oitenta e dois, e bandeira triângulo deitado com cruz, sete da estrela do duplo sete dl, di gi t al , dec r e to da lei, do quadrado do angulo, primeiro do circulo do sexto x rato em noventa e seis, prata contem prata, o mesmo processo, quinto de setenta e oito dos seis milhões,

R ep do aro a inda q ue um cop o de p l as tico e stá par y o dao mei o c omo s emi cir cu dez e fia n don um dos carris da locomotiva, com o di ze dn ode um g rupo de se is q ue se j un t ra para os cop os, o v as o par do tifo, um u no carril, on ze circulo do q ua t ro r ze , quadrado de see e en t a e t r es dot r aço ingles do quadrado com do vento do ca fé do toy , can tor da ota q ua rena t e do is cd de oitenta e do ise bandeira t r ian gula dez dei t a do com c r z u, sete da e ts r e la do d up dez ss te dl, di gi t al , dec r e to da lei, do quadrado do angulo, prime iro do circulo do sex to x rato em noventa e seis, pa rat c on te m p rta, o me ms o pro c esso, quin to de setenta e it o dos se is mil h o es,

Apareceu no entretanto numa foto de jornal, o cluny, com face de caso e de pesar, que rima com comprimidos para os dentes, maxilar, dor no Algarve em salema, como imagem de parafuso cravado no osso da terra, ou se de tremor de terra, tambem ontem o marinho, o bastonário corrupto e conluiado com a rato do meu filho, numa conferencia no marques de pombal, ali falando indirectamente de um outro da católica, o das neves, o que diz que não há almoços grátis, estes macacos e vermes, sempre a falar em diagonal de tudo e de nada, nem conseguem dizer, uma coisa do principio ao fim e clara, bestas mortas que se pensam vivas, em seus perigossimos acertos a brincar as justiça real e direita dos homens quando eles próprios levam as vestes delas, que vergonha!

Ap ar e cu no en t r eta n to o c l u ny, com da face dec caso e de pesa r, q ue r ima com comprimidos do para do os dos dentes, max ila r, dor no al g rave em sal ema, como i mage m de par u fi s o c rava ado no osso da terra, o use de t r emo r de terra, t am b em on t emo marinho, o bas ton á rio co rr u pt oe c on c lui iad o com da primeira do rato do me u fi l h o, n uma c on feren cia no marques de pombal, al i f al lan ando hindi rec tamen te de um o u t ro da cat o l i ca, o das neves, o q ue di z q ue n cão h á al moços g rat is, este sm a coco se vermes, se mp rea f al ra em dia g a on al de tudo e dena ada, ne mc on se gu em di ze r, uma co isa do p ron cip i o ao fi m ee clara, be sta s mo rta s q ue se p en sam v iva s, em se us peri g os simo s ac e r to sa br inca ra s j us ti ç ar e la e di rei td a dos h om en s quando eel es pro p rio s l eva van cam as v est es de l as, q ue v e r g on h a s eta cravada no chao

E sua besta de senhor marinho, que se diz ser bastonário da ordem de advogados, certamente esquizofrénico, entre as belas e acertadas palavras que sempre diz, sobre os problemas da justiça, e o que seus actos ao fazem, é tudo o que tem para dizer, sobre corrupção montada na ordem para cobertura do rapto e abuso de meu filho!

Es ua be sta de s en hor marinho, q ue se di z se r ba st ton a rio da ordem de ad vo gás o ds, ce rta que mente es q eu i zo fr eni nico, en t rea sb el as e ac e rta ada s pala vaso do ra s q ue se mp r e di z, se ob reo s pro b l ema sd a j us ti ç a, e o q ue se us ac to sao f az em, é tudo o q ue te m para di ze r, s ob re c ur rop sao montada na or de m para co be r tura do ra pt oe ab us ode me u fi l h o da s eta cravada no chao

O cartaz dizia do cds, afinal quem ganha com isto, sintra, me lembrei do encontro com uma bestinha da cml a quem fui apresentar o canal zero e a agenda da nete em video, e cultura, e que nunca deu resposta alguma, deve ter sido portanto um dos que tentou rapar o tacho, da administração do outro bandido casado com a judite que branqueia na televisão publica os dentes das bestas todas à borla e ainda pago por todos nós!

O c s ar t az di za do cd s, a fi n al q eu em gan h ac om is to, sin t ra, me l em br rei do en c on t ro com uma b es tinha da c ml a q eu m f u i par rec s en t ra o c anal z ero e aa g en dada nete em v id e oe q ue n un ca d eu r ep ps o sta al gum ad eve ter s id o porta n to um d os q ue t en to u ra par o t ac h o, da ad minis t raçao do outro bandido ca sado com primeira da judite q ue br anque ia na tele visao pub l i caso do os dentes das bea sta todas à bo r la e a inda pa g o por todos nós!

Astrolábio, correiro, o correeiro e co do rei do astrolábio, a produtora de video, aqui em Alcântara, onde na estranha manha coisas estranhas se figuraram na alma de um rapaz que para lá entrava com uma câmara de video, ao lado de uma agencia de publicidade, do outro lado da rua os disco e restaurante da pizarria, e a opel, quando vinha, um carro, ao passar tornou a fazer o mesmo do autocarro, me molhou a perna esquerda, desta vez, agua , lama, pregos na cruz dos dois pés, o primeiro da gnr, e ali estava um outro pedaço, um braço robótica, de firma de carros, e falo de penetração e um escutado no espírito da katie do holmes, a katie, ou quem será a ela semelhante que morara no holmes, dos bandidos do bálsemao certamente então, holmes, me lembra sempre a bela ruivinha, da sic, não sei mesmo porque razão, nem sei se lá mora,

Astro l á bi o, co rei iro, o co rr e rio e co do rei do astro l ab i oa por du tora de v id e o, aqui em al c ab n tara, onda na ester n h a man h, ac o isas es t r anha s se fu g ia r aram na lama de um ra ap z q ue para al é en gt rava com uma ca mara de v id e o, ao lado de uma a g en cia de pub li c ad a dedo outro lado da rua os disco e r esu t aura n te da p iza r ria, e a op el, q u ando vinha, primeiro carro, ao p ass r tor no ua f az ero me s mo do au to carro, me mol h o ua pe rna es q au e rda, de sta ave z, agua , l ama, pr ego s na cruz dos do is pé s, o prime iro da gnr, o rui reininho, e al i e stav a um p o u t ro ped dç sao, um br aço o rb o tico, de fi r mad e car ro as, e falo de p ene t raçao e um es cut ado no es pei rt o da ka tie do ho l mes, a k a tie, o u q eu m ser + aa el a semem l h ante q ue mora r ano ho l mes, dos bandidos do bal se mao ce rta que mente en tao, ho l mes, me l em bra se mp rea bela rui vinha, da sic, n cão se em es mo por q ue ra z ao, ne mse ise lá mora,

No cais, a seguir a sintra astrolábio correio , a sexta serpente de noventa e cinco da bp do noventa e seis, leao de prata via verde, no eixo do carneiro vaso anzol de puta, suporte traseiro da associação naval de lisboa, tambem a ecoar nas imagens constantes no livro na expo, no oceanário, com as canoas, e na delegação do clube ao algo assim ao lado do pavilhoa atlântico, o ovo,

No cais, ase gui ra da ira de sin t ra astro l b aio co r rei oo , a sexta ser pente de n ove en at e c inc o da bp do no v en ta e se is, leao de pr ra via verde, no e nono o do car me iro vaso e z i l de puta, s up ro te t ra se iro da ass o cia sao d n ava l de l is boa, t am b em a e coa rn as sima agne s c on s t ant es no l nono ron a e x po, no o cea n ria, com as can o as, e na del e g aço dd o c lu be ao al goa s simao l ado do dp avi l h o a at lan tico do circulo do ovo,

O padrão as lajes do chao sao como serras tico tico, que as folhas me mostravam chamando a atenção, me subiu a memória imagem recente do presidente russo num estádio de futebol, olhando uma bola com o mesmo padrão, ou seja afigurava-se ali uma relação com os acontecimentos na russia, as gaivotas poisavam mais ao fundo, as gaivotas que apareceram associadas ao urso no veleiro que estava em dia recente atracado na rocha conde de obidos ao aldo de um outro veleiro, mais bojudo,

O pad ra o as das lajes do chao s º cao com o ser ra s tic o tio c , q ue as fo l h as me mos t rava am c h am ando a at en sao, e me s ub i ua m emo ria i mage m rec en te d o pr es id dente russo n um eta di o de f u te b ol, o l h and um b o la com o me s mo padrão, o use seja a fi g ur ava do traço da inglesa sea al i uma relaçao c com os ac on tec i e mn t os na russia, as gai v ota s p o isa ava vam maís ao f un do, as gai v ota s q ue ap ar rec e ram as soc id as ao urso no v el lei iro q ue e stav a em dia rc en te at rac ado dona da rocha conde de obidos ao aldo de um o u t ro v ele lei iro, masi ib o do judo,

Olho do eixo em que me encontro e vejo a distorção dos reflexos nos vidros espelhados de um outro edifico que creio ser da apl, ao lado do cais das rocha conde de obidos, me sobe de imediato , a imagem de madrid, do me llamo madris, na castelhana, os reflexos das motos voadoras, e dos aviões a serem reflectidos em forma semelhante, com um semáforo de transito que controlava o seu fluxo, uma peças de artesanato de pasta de papel e madeira muito belas que encontrara em madrid , salvo erro num outro centro comercial, nos arredores, ainda em madrid e que usara para fazer os cromas, leio, dezasseis circulo do nono home do x citroen, dois triângulos encaixados para cima voltados, gaivota hidroavião, me lembro dos catalinas, que antes pousavam na doca dos olivais, me lembro daquele rapaz tipo meteoro que passara uma vez nos projectos de av do plano medida, e que um dia conversáramos sobre isso mesmo, pois ele pensava ter um que seria uma biblioteca ambulante pelo mundo inteiro, amazonias, creio que seria seu primeiro destino, depois um dia o rapaz esfumou-se , ou seja nunca mias o vi, algo se teria passado, mas nunca o soube ao certo

O l ho do e ix o em q ue me en c on t ro oe eve do vejo a di s tor sao dos r efe l x ox nos v id ro s es ep l h ado s de um outro e di fi fo q uec rei o ser da a pl, ao lado doca si da s rocha do conde de obidos, me s ob e de i me di to , a i mage m de mad rid o me ll am o mad r is, na cas te ll anan, os r e for mula one e xo s das m oto s vo ad dora see do s avio es a se rem r e for mula one e ct id os em forma s em la h n te, com um s ema do foro ra de t ra n s it o q ue c on t rola ava o s eu flu xo, uma p eça s de arte san to d e p as t ad e pap do pele mad e ira mui to be l as q ue en c on t r ar a em mad r is , s alvo e r ro num o u t ro s en t ro com mer cia l, no s ar red o r es, a inda em mad rid e q ue usa ra para f az ero s c roma s, lei o, dez ase is cir cu dez do nono home do x c it ro en, do is t r ian gula dez em n caixa ado s para c ima vo l t ad os, gai v ota hi dr o via o, me l em bro dos cat al ina s, q ue ant es p os u v cam na doca dos ol i cv ia s, me l em bro daquele r ap z a t ip o met e o ro q ue p ass sara uma ave z no s pro ject os de av do p l ano me dida, e que um dia c on versa sara ramos s ob rei iss o me ms o, p o is el e p en s ava te rum q ue se ria uma b ib lio da teca am bula lan te p elo mundo in te iro, am az oni as, c rei o q ue s rr ia s eu prime iro de s t ino, d ep o is um dia o r ap az es f umo u do traço da inglesa ws ll e sa se , o use seja n unc a mia s o vi, al g o sete ria p ass ado, mas n unc a o s o ub e ao ce r to

Finalmente chego ao perto do clipper, que depois pela noite vira com o cordame de recorte estendido entre os mastros, de cima do jardim, e me dissera, aquilo desenha uma barbatana de espadarte, o espadarte, ou seja um mosqueteiro do bhudha bar, com o símbolo das tres laminas celtas, o bardo, assim ecoava hoje na net o eco, através da rowlings, ou melhor em noticia a ela associado, mas a imagem no local mais falava

Fina al men t e che ego ao per to do c l ip peer, q ue d ep o is pe la no i te v ira com o cor dame de rec o te es t en dido en tt r es os mas t ros, dec ima do jardim, e me di iss e ra, aquilo de s en h a uma bar ab bat ana de es pada arte, rte o es par d arte, o use seja um mos q eu te iro do b h u dd ab ar, com o s im b olo das t r es la minas ce l t as, o bar do, as si em ecoa ava h oje no e t reo e co, at rav es da ro w l ingles s, o u me l hor em no tic cia a e la ass soc iad o, masa i mage m no l ocal maís f al ava

clipper tres mastros bandeira portuguesa a popa, com uma moldura em verde, coisa estranha, pelo local, leio black luxury, dj kaiser, red chicas, aln cn caffe a w se

C l ip per t r es mas t ros bandeira portu gi e sa primeira popa, com da primeira mol dura em verde, co ia set s r anha, p elo dez lo c sal, lei o b la ck lu x ur y, d j do kaiser das red chicas, aln cn ca ff e a w se

A radio que me acompanhava me disse no concurso que decorria, duzentos euros, ou seja a conta de madrid, assim o sincronismo se manifestava depois de ter reconhecido madrid no reflexo dos vidros espelhados, jack pot, filipe segundo, Alexandre o grande, macedonia, italia, anibal o elefante que aqui em casa trás esse nome, que em dia recente tombara de borco no cinzeiro de todas as armas do oxford college, em cima da televisão ao lado do comboio, de repente, o elefante do anibal, cavaco, tombara, em dia seguida, sua face no jornal era de pesar, portanto os espiões lhe terao comunicada a manifestação da imagem aqui, ainda golden brown, que remetia para jamaica, casi do sodre, a w, am do bloco tel te do traço do alverca, a filo da serra, imagem do padrão nas lajes da calçada, citroen saxo, serra que se reflectia tambem na imagem do espadarte no veleiro, por detrás do bhudha bar, como a serra do espadarte do bhudha bar, dezasseis, circulo do nono homem do x do vento, ou seja dos furacões, gaivota daphne, ise madrid, pancada, bus branco, beef feat r l on don dr ua, bp energia da roda da vida, ou seja da india, a sombra das serras das laminas celtas no bhudha bar, olho o bar, e vejo um espelho fragmentado com chumbo a colorar os pedaços, como imagem de alquimista, como imagem que me remeteu de memória para Bruxelas, para um espelho parecido, sem chumbo em sua moldura, que eu um dia tivera , este acrescentava, cruise terminal, la seis mi trovão, vermelho e branco, com uma vela e sua sombra projectada, cma sessenta e seis m, mx setenta e tres, setenta e tres, tc kapa do ovo do angulo do tribunal, ou seja do angulo que me fizeram no tribunal, x da ines da avenida da india, um seta para cima para a direita subindo, uma outra partido da direita para a esquerda, de alcantara terra, que se cruzam na linha do tribunal, desenhando o ponto do x, ou seja o quinto ponto, ou seja tambem referente a pedra das inundações em alcantara, tres pb, tres maçónicos, circulo kapa e kapa da cp doze do ze da wc da gare marítima, batedores cd com vito vidros fumados, arenques, salmões, secreta a frente a passar ali por debaixo da ponte

A ra di o q ue me ac om p anha ava me d iss en o c on curs o q u e deco r ria, du s en t os e ur os, o use seja ac da conta de mad rid, as simo sin c ron is mo se m ani f e ts ava d ep o is de ter rec on he cid o mad rid no r efe l x o dos v id dors es pe la hd os, j ac k p ot, filipe se gun do, al e x rande o g rande, m ac e don ia, italia, ani bal o el e fan te q ue e aqui em cas t ra s ess en o me, q ue em dia rec en te tom bar ad e bo rc on o c in ze iro de todas as rm as do o x ford co ll e ge, em c ima da tele visao ao l ado do com boi, de r ep en teo el e fan te do ani bal, cavaco, tom bar a, em dia se guida, se ua face no j ho rn al e ra de pesa r, p orta n to os es pi oe es l he te ra o com uni c ad a am ani festa sao da i mage m aqui, a inda golden br o w n, q ue rem n tia para j am aica, ca s id o sodre, a w, am do bl oco tel te do traço do al v e rca, a fi lo da serra, a ima ge m do padrao nas la j es da ca l ç ad a, sit ro en saxo, serra q ue se ref c l t ia t am b em na i mage m do es par da arte no v e l iro, por det ra s do bo u d h ab ar, com o ase r ra do es par d arte do bo u d h ab ar, dez ase is, circulo do nono homem do x do v en to, o use seja do s f ur ac o es, gai v ota d ap h ne, ise mad rid, p ana c ad ab bus branco, bee ff e a t r l on don dr ua, bp ene r g ia da roda da v id a, o use seja da india, a s om b ra das se rr as da s la minas ce l t as no b h u da bar, olho o bar, e vejo primeiro espelho fr a g men t ado com c h um boa ac olo ra aro s peda aço s, com o i mage em de al quin ista, com o i mage m q ue me r em e t eu de m emo ria para br ux e la s, para um es pe l ho pa rec id o, s em c h um bo q ue eu um dia t ive ra , este ac rec e sn t ava, c rui se t r emi n al, la seis mi t r ova ove r mel h oe branco, com primeira vela e s ua s on br a pro ject ad a, cm as es s en te e se is m, mx set en te e t r es, set en t a e t r es, tc kapa do ovo do angulo dot rib un al, o use seja do angulo q ue me fi ze ram no t rib un al, x da ines da ave ni dada india, um s eta para c ima para a di rei t as u bi indo, uma o u t ra par ti id o da di rei tap para a es q eu rda, de al can t ra te r ra, q ue sec ru z mna linha do t rib un al, de sn a h n do o ponto do x, o use seja o quin to p on to, o use seja t am b em refer en te a pedra das em un d aç o es em al can tara, t r es pb, t r es m ac oni cos, cic ru dez primeiro do circulo da kapa e kapa da cp doze do ze wc da gare mar it ima, bate dor es cd com vito v id ro s f uma do s, ar en q u es, s al moe es, sec r tea a fr en t a ap as sa ra li por de ba ix o da ponte

A pa da gina do primeiro nono da sec são, primeiro nono do bar do rá dos olivais, o vinte um, em segunda estrela de agosto, angulo n de terceiro seth, col, vinte quatro, ou seja antes do natal, e tambem relacionado com o jornal, jornal que emergira agora na memória do pinho, que depois parecia na tv com ar e posse e mexer de quem já estava morto em pé, vá lá, sem óculos escuros, a assinar um protocolo com a industria automóvel e de componentes aqui, ao lado do socrates,

A pa da gina do p rime i r nono da sec são, p rime iro nono do bar do rá dos o l iv ia s, o vinte um, em se gun da e ts r ala dea g ao st o, angulo n de ter ce iro set h, co l, vinte quatro, o use seja ant es dona t al, e ta m b em r e la cio n ado com o jornal, jo rn al q ue em mer g ira agora na m emo ria do pin ho, q ue d ep o is p aa e cia na tv com ar e p os see me xe r de q eu m j á e ts ava mor to em p é, v á l á, s em o cu lo s es curos, a as sin ar i um pro oto c olo com a indu s t ro a au tom ove l e de com p one nete saqui, ao l ado da soc r eta s,

Andava eu ainda com o rapaz na cabeça, pois o sonho, me remetera para uma precisa correspondência de imagem do sonho, quando ele num carro descapotável, assim tipo americano com as raparigas a muito se rirem atras, abandona o local do acidente com sua arrogância, dando ainda uma pancada no carro, como a mostrar o se desprezo, pois aquele imagem era reverso de uma outra muito polemica que aparecera na altura do ultimo bombardeamento do Líbano, uma foto que depois deu muita polemica, ou seja tornava-se evidente a ligação com o bombardeamento de Beirute, pinho, mais um corrupto, creio mesmo que fora um dia o vinte quatro horas que dera dele notícia, das promiscuidades, entre suas empresas, antes de ser ministro, e depois o andar que comprou ou lhe fora vendido pelo sócio, é fartar vilanagem, até Deus se chatear a séria, visto que a justiça é muda à malandragem, seus filhos da puta, onde está o processo, a ele e ao socrates, ou tendes medo deles, por dizerem que são ministros de que, vos pergunto, do desgoverno e da morte!

Anda ava eu a inda com o ra p az na cab eça, p o is o son h om me reme t ra para uma pr e cisa co rr es pon den cia de i mage m do son ho, q u ando el e num car ro de s ca pt ova l, as si m t ip o am erica mo com as ra pa rig gás a mui to se r ire m at ra s, a ban dona o l ocal do ac e in te com sua ar ro gan cia, dana ado a inda uma p ana c ada no s carro, com o am ostra o se d es pere zo, p o isa q eu lea em ge me r a r eve r s ode uma o u t ra m ui to pole emi mia aca q ue ap arc e ra na al ruta do u l t imo b om bar de man to do l ib ana o, uma f oto q ue d ep o is d eu mui ta pole mica, o use seja tor n a ava inglesa se e vi dente a li g ac sao com o b om bor rda men teo de bei rute, p in h oma s um co rr up pt to, c rei om es mo q ue f o ra um dia o vinte pato t rio hor as q ue de ra del en ot i ca, das pro ii sc u id ad es, en t re s u as em presas, ant es de ser min si t ro, e d ep o is o andar q ue co mp ro u o u l he f o ra v en dido p elo dez s o cio, á fa rata r vila ana ge m, a t é de us se cha tear a sé ria, vi s to q ue a j us to ç a é muda a m al lan dr a ge m, s u es fi l h o da d puta, onda e stá o pro c esso, a e l ee ao soc rat es, o u t en de se maior dó deles, por di ze rem q ue são min si t ro ap os l t olo serpente, s d e q ue, vi os per gun to, do d es g ove r no e da mo mor orte rte s eta c rava az d a

Na avenida de ninguens ao voltar na primeira fiada dos prédios novos de alcantara, numa arvore em frente ao pingo doce, uma garrafa de aguas da pedras no vesica que existe na base do seu tronco, como a dizer que a agua das pedras tinha vinda dali, antes, numa varanda de primeiro ou segundo andar, uma mesma arvore, pequenina em vaso com uma copa em bola, e uma senhora que deveria limpar a casa deitou uma beata ao chao, uma sagres mega , do mega segunda de oitenta e dois, dourada do bar do rá em noventa e oito, ou seja de uma das minhas mortes no tal clube das putas finas da expo, em baixo um símbolo gravado como uma maça, com tres riscos, como um falo e tres riscos de coca mineiro, um falo com um travessão e um furo a entra numa vesica, em frente o barclays, a guia mul ti aro da lg, ponto do circulo de s amadora centro perfume, beirão ub de br e vaso das pub, ene raro tampografia, design cla se i fe o espiao da is boa, o da novo design, ou seja a ligação ao brasil, ou uma das ligações ao brasil design , publicidade, Washington

Na ave do en nid a de nin g ue en s ao vo l tar na prime ira fia ada dos pr e dio s n ovo s de al can tara, numa ar vo re em fr ente ao pongo do ce, uma garra fafa de aguas da pedras no v e sica q ue e xis te n a base do s eu t ron co, co ml o a di ze r q ue a agua das pedras tinha v inda dali, ant es, numa varanda de prime rio o u se gun do anda ar, uma me sm a ar vo re, pe q u en e na em v aso com uma cao opa pp a em bola, e uma s en hor q ue d eve ria lima ap r a cas de it o u uma beta ao chao, um as a grés mega , do mega se gun da de o it en at e do is, do ur ada do bar do rá em noventa e oito, o use seja de uma das min h as mo rte s n o t al c lu be das putas fina s da e x po, em bau x o um s i m b olo g rava ado com o primeira da maça, com t r es r isco s, com o um falo e t r es r isco s de coca min e iro, primeiro falo com um t ravessa oe primeiro furo a en t ra n uma v e isca, em fr ente o bar claus usa gui am mul ti aro da lg, ponto do circulo de s ama dora c en t ro pe rf u me, bei ra o ub de br e vaso das pub, ene r aro tam pog raf fia dia, de i gn cla se i feo espiao da is boa, o da novo design, ou seja a loi g ac sao ao brasil, ou uma das li g aç o es ao brasil de si gn , pub li cidade, w as h in g ton

E depois uma estranha imagem no yahoo, uma janela como uma clara cruz com dois rabis em Jerusalém no enterro do outro rabi, que o palavra evocara morto agora na india, que aparecia por debaixo de uma noticia dando conta da viagem da bela senhora até lá pra fazer luz sobre os vizinhos antes que a escalada de bombas nucleares começasse, que masi uma vez, o coração sempre lhe agradece, pois sois uma das melhores a faze-lo, nem percebo porque não estais no governo, a não ser se quereis ir de novo dar aulas, eu por mim, a trago sempre no governo eterno do quinto império, e antes que a outra menina senhora comece a puxar das unhas, digo o que sempre digo, esta coisa de saírem uns e entrarem os outros, e vive versa, não versa, e bombeiros e diplomatas e seres que sabem e bem fazem, necessita sempre a América de todos os que tiver, pois fogos no mundo a arder, é o que se ve todos os dias ainda, portanto, melhor sempre a cooperar, em função das qualidade, e depois sabe, há por aqui caso de amor profundo, falara eu de vontade de pianos, e soube que a senhora dera um recital à rainha, eu me disse, que engraçado sincronismo e me sorria a ve –la sorrir, e mais lhe direi dos pormenores que vi na sua visita, quando lá chegar a escrita, aquela imagem da janela como uma alta cruz, se entranhara em mim, e me disse quando a vi, irá certamente aparecer um match,


E d ep o is uma es t r ana i mage m no y a hh o, uma jane la com o uma clara c ru z com do is rabos em je r usa l em no en te r ro do o u t ro rabi, q ue o pala v ra evo cara mor to agora na india, q ue ap ar ceia por de ba nono ode uma no ti cia dando conta da vi a ge m da bela sn hor aa té lá pr a f az e r luz s ob reo s vi z in h os nat es q ue a esca lada de em b om ba s nuc lea r es, q ue ema si um ave z, o co rc sao se mp r e l he a g ra deçe, p o is s o is uma da s mel hor es a f az e do traço de dez, ne m p e rc e bo por q ue n cão est ai sn o g ove r no, an cão ser q ue q eu re 4 is ir de n ovo da r au la s, eu por mi oma t rago se mp r en o g ove r no e t r eno do quin to im pe rio, e ant es q ue a o u t ra me nina s en hor a com e cea p ux ar das un h as, di g oo q ue se mp r ed di goe sta co isa de sa ire m un se en t ra rem os o u t rose v iv e versa, n cão versa, e b om bei iro se d ip l om mata se ser es q ue s e ba em e b em f az em, ne c ess it am se mp rea am erica de todos os q ue t iv e r, pi is f ogo sn o mundo a ard e r, é o q eu se eve todos as o dias a inda, porta n to, mel hor se mp rea c oo pera rem f un ç az o das q u lei dade, e d ep o is s ab e, h á por aqui c as o de mao r pro fun do, fa al ra eu de von t ad e de pi ano se s o ub e q ue a s en h ro a de ra um rec it al a rai n h a, eu me d iss e, q ue en g ra ç ado sin corni s mo e me sor ria ave do traço da inglesa la sor rr ire maís l he di rei dos pe o mr no r es q ue vi na sua vi ista, q u ando l á che g ra a es c rita, aquela i mage m da j en la com o uma al t ac ru z, se en t r ana h ra em mi, e me d iss e q ua ando a vi, i rá ce rta que mente ap ar recer primeiro mat ch,


Depois apareceu, o dito match, ou melhor dizendo, a primeira parte do match, pois em dois fios se manifestou, match, no video da reportagem tv, o senhor corrupto pinho, ali estava na sessão com ar pesaroso como quem já estava dentro de um caixão, no jornal dos bandidos do dia seguinte, uma foto dele e do socrates na mesma sessão, a se cumprimentarem, com uma janela ao fundo, que era semelhante a janela em israel, mesma cor e semelhante proporção, com dos dois a se sorrir, terá mesmo sido talvez, alguém o saberá, o momento em que pinho, sorriu nesse evento, estava ele na posição da janela esquerda de frente que correspondia ao rabi, que trazia um livro aberto como vaso inclinado sobre apoiado na janela e que olhava assim meio pendurado do e torcido para baixo como se estivesse a ver o caixão, de pinho, o socrates correspondia pela posição ao outro senhor, direito na imagem, ambos de lado, ou seja inda, fazendo um angulo com os dois senhores rabis, que se espelhava tambem aqui na figuração do angulo dado pelo meu sofá do philip starck, em relaçao à chaise longue da minha avo, que assim tem ficado pela desenho da imagem dos video, os últimos

D e pp ii s ap ar e cu, o dito m ac h, ou mel hor di z en do, a prime ira p arte do match, p o is em do is fi o s sea am ni f es to um at ch, no v id e o da r e p orta ge m tv, o s en hor co rr u pt do circulo do pinho, al i es st v ana se s sao com ar pesa rosso com o q eu m j á e stav d en t ro de um ca ix ao, no jo rn al dos nba e dido s do dia se gui n te, uma f oto de le e do sc o r e t es na me s ma se s sao, ase cu mp rime en tar em, com um a jane la ao f un do, que e ra semem l h ante a j ane la em is ra e l, c om dos do isa se sor r i rt te rá me s mo s id o t alve z, al gume o s abe ra, o mo men to em q ue p o on h o, sor rio ness e eve en to, e stav el en a ps siç sao da jane la es q u e ra de f ene nete q ue co rr es pon dia ao rabi, q ue t ra z ia um l iv r ab e r to com o v as o in l cina ado s ob rea pao iad don em a jane la e q ue o l h ava as si em mei o ped ur ado e tor rc id o para ba ix o omo se es t iv esse sea ave ero caixa ode pi n ho, o soc rta es co rr es pon dia pe la p o siç sao ao o u t ro s en hor, di rei iro na i mage maior

Depois da luz sobre madrid, complementada pela imagem do pepino no video ultimo gravado, ali ainda li, a bed da apel , terceiro blog, anibal cavaco silva, aacs, o trinta e um , o do trinat e um da armada, o dezoito do vinte e sete, ou seja do segundo seth, primeiro da gula do vi da estrela diesel, quadrado, ni non ni, ou seja , da gula do home das letras que se fora com um cancro, beef feat rato angulo ponto n dn dry, o do gin do angulo de londres e bebedor de gin, uma rapariga de perfil na imagem ,trazia uma planta tip girassol e cores viradas, que mais uma vez figurava o símbolo da bandeira da india, a cotonete da casa real, assim agora qui se desvelou

D ep o is da luz s ob re ema mad r isco mp le men t ada pe la i mage m do pepe do ino, ino quer tambem dizer restaurante, visto ser um supermercado, ou seja , onde se compra carne entre muitas outras coisas, no video ultimo gravado, ali ainda li, a bed da apel , t rec iro b lo gan ib do bal c ava o c silva, aacs, o t rin t a e um , o do t rina te um da ar am ada, o dez o it e do vinte e sete, o use seja do se gun do seth, prime iro da gula do vi da e ts r e la di es i l, quadrado, ni non ni, ou seja , da gula do home das letras que sef o ra com do primeiro cancro, be e ff e at rato angulo ponto n dn dry, o do gin do angulo de londres e bebedor de gin, uma rapariga de per rf fil na i mage m ,t ra z ia uma p l anta t ip g ira s sol e cor es v ira da s, q ue mais uma ave z figo rava o s im b olo da bandeira da india a c oto nete da c asa rea l, as si mago ra qui se de s velo lou

No video, em seu final, fala-se das coisas a assim irem como vao, em roda livre, não vao a lado nenhum, ou melhor, irao certamente ao fundo, e entretanto a cassete acabou, ou seja , a imagem que se figura é a roda da vida que parou, na realidade parou na india para quase duzentas pessoas, ou seja no final do video está tambem uma chave relativa aos acontecimentos da india

No v id e oe ms eu fi n al, fala do traço da inglesa seda s c o ia sa as si em ire mc omo do vao, em roda l iv ren cão do vao a l ado n en h um, o um el hor, irao ce rta que mente ao fundo, e en t r eta n to a ca s sete ac ab o u, o use seja , a i mage m q ue se figu ra é a roda da v id aqui da ue par o un a r e la id ad e pa ar u na in dia para q u ase du z en t as p esso as, o use seja no fi n al do vide e stá t am b em uma ch ave r e la t iva aos ac on tec em en to s da india

As maos desenham o símbolo da energia nuclear, sem bem a ser, ou seja de uma outra porque desenha em seu final o falo, ou seja, a cruz e o falo, ou seja da agencia atómica, burocratas, edifícios altos em gabinetes a discutir o tamanho das pêras, ou seja gente que em vez de fazer, se entretém com raparigas e perinhas de raparigas , rig gás, aneis de gás, que se entretém a discutir durante anos se as pêras devem ter cinco centímetros, tres ou quatro, ou seja o que parece ser tambem un numero de extensão de telefones, ou porta de um gabinete, ou de um hotel, alguém ligado a agricultura na comissão, ao que parece

As mao s de s en ham o s im b olo da en regi anu nuc l ar, o use seja da a g en cia a tom mica, bi ric rata s, v b r in caria s br inca ra s, edi fi cio s al to ze m gabi bin te sa di s cuit iro t am anho da s pera s, o use seja g en te q ue em v e z de f az ze, se en t e rt em com ra par rig gás e pe rin h as de ra pa rig gás , rig gás, ani es de gás, q ue se entretém a di cu i r di lui r durante ano s sea s pe ra s d eve em te r c inc o c en time t ro s metros, t r es o u q ua t ro, o u seja o q ue par ce ser t am b em un m un ero de es t en sao de tele f one s, o u porta de um g a bi n nete, o u de um h ot el, al g eu m li gado a a g ricu l tura na co miss sao, com do passo, o use seja do lo u co, ao q ue par e ce rece, comboios serpente boi dos comboios

No seguimento da minhas notas , a cruz das setas representada entre bhudha bar e as laminas celtas que é símbolo do bhudha bar tambem, e do angulo feito no tribunal, seguem-se juiz australiano

Nse gui m neto da min h as n ota s , a cruz das d asu s eta s r ep r es n t ada en t re b h u dd ab ar e as la minas celtas q ue é s im b olo do b h u dd a bar te m bee do angulo fe i tono do tribunal, se g eu maior do traço ingles da se do juiz australiano

Mas antes de continuar pelas notas, a imagem do espelho, fracturado em miriade de pedaços, no bhudha bar, reflecte-se tambem numa antiga memória, uma memória que me levou tambem de novo para o outro lado do atlântico, para assassínio de kennedy, e antes disso, para Bruxelas,

Mas ant es de conti n ua rp e l as n ota s, a i mage m do es pe l h o, fr ac tura ado em miri ad e de ped ç os, no b h o u da b ar, rf for mula do one mc te do traço da inglesa lee se t a m b em n uma ant i game mór ia, uma m emo ria q ue me l evo u t am b em de n ovo para oo u t rol ado do at lan tico, para as sas sin i ode k en ne d y, e ant es d iss o, para br ux e l as,

Cent quatorze, rue de saint lambert, cento e quarenta na rua em frente ao largo da igreja ao lado do casi de sodre onde um dia numa noite , num prédio recuperado, com um portão de grades, sentira algo por ali, descrito neste livro da vida, onde eu filmar o clip do realejo , onde entra uma personagem andrógino, um rapaz que quando o vi, e o escolhi para o clip, fiquei na duvida se seria macho ou fêmea, um rapaz que de alguma forma sua face e seus cabelos, reflecte, um outro , por semelhança, que é o tal musico das acores imigrado nos eua, que agora em dia recente aqui fi convocado, na imagem do clip, o rapaz está com um moinho de café sentado no obelisco central da praça, e com gente africanas que fazem suas vendas ali no largo, o moinho de café manual, é como se fosse, uma caixinha de musica, pois trás uma manivela semelhante, e como se fosse, figurando, um realejo,


Ce t rec e iro 3, a imagem dos seios elevados, en te q ua t roze, rue do saint lambert, c en to e q ua ren t ana rua em fr en te ao l argo da igreja ao l ado doca si de sodre onda primeiro do dia numa no it e , n um pr é di o rec u pera ado, com primeiro porta ode g ra d es, s en t ira al g o p o ra li, de s c rito nest e l iv roda v id a, onda eu fil mar o c l ip do real e jo , onda en t ra uma per son a ge man dor g ino, um ra p z q ue q u ando o vi, e o es co l hi para o c l ip, fi q ue ina du v id a se s e ria m ac h o o u fe me a, um ra p z a q ue dd e al gum a forma s ua face e se us cab elo dez s, r efe l ct e, um o u t ro , por semem l h ança, q ue é o ta l mu sico das acores i mig r ado nos eua, q ue agora em dia rec en te aqui fi c on vo cado, na i mage m do c l ip, o ra ap z e stá com um mo in h ode ca fé s en t ado no ob l isco cn t r al da pr aça, e com g es n te a fi rca sn q ue f az em s ua s v en da s a l ino l argo, o mo in h ode ca f é man ual, é com o se f os se, uma ca ix in h ad e mu sica, p o is t ra s uma m ani vela semem l h ante, e com o se f os se, figu ra ando, um r e l a e zo,
Outra relação que emergira em relação a Bruxelas, fora indirectamente através do rui simões, que salvo erro tambem por lá vivera, antes do vinte e cinco de abril, para uns slides dele, de fotos de cena de um filme de uma orgia, salvo erro feito na belgica, assim em tom antigo, todo como pintados de múmias, como se orgia romana se tratasse, mas muito masi estilizada, e uma imagem que continua a bailar em minha consciência, e que fora avivada pela recente imagem do belo video da bela duffy, que lhe introduzia tambem como referencia identificativa, o assado masoquistas, ou seja o castelo dos sado, o tal castelo, o castelo que se reflecte aqui em cascais, e tambem numa imagem de uma casa a direita da auto-estrada de Bruxelas para ostande, que era circulada por um lago, e ainda para um dos pedaços do sonho premonitório da queda das torres em nova Yorque, a tal casa da senhor aque está a janela a ver o mar subir, e do homem que passa com barbatanas, como se fosse um home rá, a sua janela agarrado a mala da monica com roupa para vinte dias

O u t ra r la sao q ue e mer g ira e mr e l sao a br u xe l as, f o ra in di rec tamen te at rav es do rui simo es, q ue s alvo e r ro t am b em por l á v iv vera, ant es do vinte e c inc ode abril, para un s s lid es de le, de f oto s de c en ad e um filme de uma o r g ia, s alvo e r ro f e i to n a be l gi ca, as s em e m tom ani t g o, todo com o pi n tao ds de um mia sc omo se o r g ia romana se t rata ass ema s mui to masi este l iza ada, e uma i mage m q ue conti n ua a ba i l ar em min h ac on sc i en cia, e q ue for w av iva ada pe la rec en te i mage m do b elo dez v id e o da be la du ff y, q ue l he in t ru du z ia t am b em com o refer en cia id en ti fi ica t iva, o ass sado maso q u ista s, o use seja o cas te dez dos sado o ta l cas telo, o castelo q ue se rf e c l te aqui em ca s cais, e ta m b em n uma i mage m de uma c asa a di rei t ad a au toe ts rada de br u z xe l as para os t ande, q ue e ra cir culo da por primeiro lago, e a inda para um dos ped ç os do s on h o pr e o moni to rio da q eu dada s tor r es em n ova y o r q ue, a t al c asa da s en h or aqui da ue e stá a jane lea ave ero mar subir, e do h om em q ue p assa com bar ana t ana sc omo se f os se um h om e rá, as ua jane la a garra do a m ala da moni ca com ro up a para vinte do dias

A relaçao do homem rã se estabelece pela imagem narrativa qu depois escrevera sobre ostande, e desse encontro que ficara agendado com base numa moeda partida ao meio, ou seja simboliza, dois, masi duas faces, quatro elementos, da cobra, visto essa moeda ter sido cortada assim em caduceu

A relaçao do h ome ra se este be le ce pe la i mage m na r rat iva q u d ep o is es c r vera s ob re o s tan de, e de s see en co ny t ro q ue fi cara aa g en dado com base n uma moe da par tid a ao mei o, o u s 3 e a j s im bo l iza, do is, masi du as faces, q ua t ro e lee mn t os, da cobra, vi s to ess am moedas ter s id o co rta ada as si em e maior mc adu c eu

O tres continua a aparecer, ou sej mirror, jornal gb, e ted kennedy, e gulbenkian, e india que já lá estava nos panos no jardim, do dia da senhora dos seios do alto contraste, grupo cayatte, relaçao ines, relação marcelo rebelo, rtp

Ot r es conti n ua a ap a recer, o use sej mirror, jo rn al gb, e ted k en ne d y, e g u l b en k ina, e india q ue j á l á e stav ano s p ano s no jardim, do dia da s en h road os se is o do al to c on t ra n te, g rup o cayatte, da relaçao ines, r e l sao mar c elo dez do rebelo, rato do tp

Íamos nós num simca mil e cem branco que eu tinha acabado de recuperar, e na auto-estrada de repente fomos ultrapassados por uma carrinha que levava enormes ursos de peluches em cima do tejadilho, enormes, talvez de tamanho real, tudo aquilo periclitante na sua forma, nós, nos desatamos a rir da imagem, e alguém disse tira uma foto, entretanto a carrinha saiu da auto estrada, eu a sigo para que se pudesse tirar a foto, e as paginas tantas nessa pequena estrada secundaria damos com o tal castelo rodeado de agua, num lago, como um fosso, mas sem ponte levadiça, e por ali ficamos um pedaço de tempo a vê-lo

Iam os nós n um si mca mi ile c em, branco q ue eu tinha ac ab bd ode rec u pera rena au toe s t rada de r ep en te f omo s u l t r ap ass ado s por uma ca rr in h a q ue l eva ava en o r me ur so sd e pe lu che em c ima do te jad di u l h o, en o r me s, t alve z de t am na h o rea l, t u do aquilo pe ric li t ante na s ua forma, n ap os t olo serpente s on os de st am os ar i rda i mage me al gume di s se t ira uma f ot, en t r eta n to a car r inha s aida a i es t ra da s, eu a sig o para p u de r mo s t ira ra f oto, e as pa gina s t anta s ness a pe q eu na s te rada sec un da ria dam os com o ta l cas telo ro dea ado de agua, n um lago, com o um f os s o, ma ss em ponte l eva di ç a, e por al i fi cam os um ped aço de te mp o ave do traço ingles primeiro do circulo de dez s sin imo

Vou procurar os meus papeis antigos onde trago notas sobre ostande, num caderno do tempo de prisão, em mim trago agora desde há talvez meia lua, uma menina que cuido em meu coração, está numa prisão em israel pela segunda vez, por se ter recusado à formaçao militar obrigatória, por achar tambem que a política de israel em relaçao aos irmãos palestinianos é errada e abusadora, sao motivos porque a trago em meu coração, porque ficou nele a morar quando da vi em foto aqui no jornal a aparecer, é bela, a menina, filha de um grande guerreiro de israel, de um homem que esteve no exercito, muitas vezes tomou decisões de armas e de guerra e de guerrear

Vo u por rc cura ros me us pap e is ant i g o son de t rago n ota s s ob reo stan de, n um cade r no do te mp o d pr isa oe em mim t rago agora de sd e h á t ave z mei al ua, uma me nina q uec u id o em me u co rc sao, e stá nu ma pro sao em is ra el pe la se gun da v e z, por se te r rec usa ado a for maçao mili tar ob riga tor ia, por acha r ta m b em q ue o poli tca de is ra el em relaçao ao sir mao s pal es ti ni ano s é e rr ad a e ab usa dr a, s o is m ot ivo s por u pata t rago em me u co rc sao, por q ue fi co un e lea mora r q ua ando davi em f oto aqui no jo rn al a ap ar recer, é be la, am eni na, fi l h ad e um g rande g eu r rei iro de is ra el, de um home q ue es teve no e x e rc it, mui t as v e ze s tom o u dec is o es de r amas e de g eu r ra e de g eu r rea rato

Ontem ouvia antiga história, uma história de guerra, narrada pelo pastor do templo maior, uma historia que se passara em israel, e que assim rezava, meu coraçao estremecera como sempre quando oiço histórias assim, pois o problema do conflito é sempre um mesmo, embora em facetas distintas, mas o tremor, era um mesmo, pois esta história continua actual, como se fosse ontem ou mesmo hoje

On te mo u v ia ant i g a hi s tór ia, uma hi s tór ia de guerra, na rr ada p elo dez pat ts do te mp o maio rum a hi s toi ira q ue se p ass sara em is ra el, e q ue as si em r e z ava, m eu cora sao es t reme cera com o se mp r e q ua ando o i ç o hi s tór ias as si em, p o is o p rib l ema do c on for mula one it to é se mp r e um me s mo, em bora em f ac eta s di s t int as, maso t r emo r, e ra um me ms o, p o is e sta hi s tór ia conti n ua ac t ual, com o se f os se on te mo u me s mo h oje

Reza a historia que uma rapariga de um homem influente de um tribo, fora raptada e durante toda uma noite mal tratada e abusada, de tal forma que acabara por morrer, juntaram-se os homens e decidiram pedir contas a outra, batalharam tres vezes, e depois de jejuar e de sacrificar, então venceram, mas não trouxeram a rapariga de novo ao mundo, e me pergunto agora como ouvi perguntar naquela altura, se porventura a rapariga fosse, de linhagem distinta, não fosse filha de um homem respeitado, se muitos outros se teriam decidido à guerra, pergunta válida em meu coraçao, pois me trazem o filho roubado e sujeito a tortura vai para tres anos, e nenhum dos homens de nenhuma tribo aqui desta terra onde agora estou, me estendeu a mao em qualquer forma frontal de ajuda

R e za a hi s tor ia q ue uma ra pa rig ad e um home in flu en te d e um t rib o, f o ra Ar a pt ada e duran te toda uma no it ema Al t rata ada e ab usa ada, de t al forma q ue ac ab ra por mor r e r, j un tara do traço da gula do vi da inglesa se os h om en se dec id iram pe di rc on t as a o u t ra, bata l h ram t r es v e ze sed ep o is de je z u ar e de s ac rifi car, en tao v en ce ram, ma sn cão t ro ux e ram a rp a rai g ad e n ovo ao mundo, e me per gun to agora com o o u vi per gun t ra na q eu la al tura, se por v en tura a ra pa rig a f os sede linha ge m di s t in t an cão f os se fi l h ad e um h om em r es pei t ado, se mui t os o u t rosse te r iam dec id ido à guerra, per gun ta v á lo da em me u cora sao, p o is me t ra z emo fi l ho ro ub ado e s u je i to a tor tura v a ip para t r es ano se n en h um do s h om nes de n en h uma t r ib o aqui de sta terra onda agora es to um e es t en de ua mao em q ual q eu r f o r ma fr in t al de ajuda

Por si menina amada, que pedia que lhe escrevessem neste seu tempo de provação, lhe deixo um pequena transcrição da minha própria prisão, que atesta da inteligência de todos os carcereiros do mundo inteiro, que agora mesmo reencontrei ao procurar os escritos sobre ostande

Por si me nina am ad a, q ue pe dia q ue l he es sc r v ess em nest e s eu te mp ode pro ova sao, l he de ix o um pe q un a t ra ns c r i sao da min h a pro p ria pr isa o, q ue at e sta da intel i g en cia de todos os car ce rei iro s do mundo in te iro qu ea g o ram es mo re en c on t rei ao pro cura rose es c rito ss ob reo stan de

A perguntar, a perguntar

A per gun t ra, ap e r gun t ra

Celas, prisões, um mundo próprio, e são as visitas que nos trazem a lembrança amarga e presente de que existe ruas e caminho sem fim

Ce l as, pr is o es, um mundo pro p rio, e são as v isi t as q ue ni s t ra ze ema l em br ança am ar g a e pr es en te de q ue e xis te ru as e ca minho se em fi maior

Sol, terra, agua, areia, azul

Serpente sol da terra da agua da areia da ar reia ia az vaso primeiro

O sol vemo-lo pelas sombras projectadas entre as grades, a terra é o cimento e os ladrilhos, o chao, a agua corre nas canalizações a escorrer à noite no autoclismo que funciona a conta gotas

O sol, os serpente do circulo do primeiro do vaso do emo do traço ingles dez pe l as s om br as pro ject ad as en t rea sg ra de sa terra é o cimento e os la dd r ilho s, o chao, a agua co rr en as c ana l iza ç o es a es c ro rr e ra no i te n au to c lis mo q ue fun cio na ac conta on tag ota s

Azul, calcula-se a sus existência em todo o ceu ao observar-mos a perspectiva e a pequena faixa que se ve para alem dos muros

Az u l, c al c u l a do traço da inglesa sea s us e xis ten cia em todo o c eu ao ob serva r do traço da inglesa mosa per p e s ct iva e a pr q u en a fa ix aqui da ue se eve para al em do s mu ros

É noite outra vez, como seria bom ser sempre noite a dormir, a festa das ratazanas a correr e a guinchar já começou., viva a alegria, de manha serão os pássaros que chegam ao pátio a debicar, e há tambem uma gaivota que se ouve cantar...

É n o i te o u t ra ave z, com o se ria b om ser se mp r e n o i te a dor mir, a f es sta das rata z ana sa c o rr e rea gui n ch ar j á com e ç o u., v iva a al e g ria, de manha se ra o os p ass aro s q ue che g am ao pá tio a de bic ar, e h á t am b em uma gai v ota q ue se o uve can tar dos tres violinistas

Neste mundo de agradáveis bichinhos, nós os bichinhos mais inteligentes, aqui estamos a definhar e vegetar. Só nos faltam dar amendoins por entre as grades às horas de visita... nunca mais hei-de ir ao jardim zoológico ver animaizinhos atras das grades, porque alem de tudo nós temos a tal inteligência para não guinchar

Nest e mundo de a g ra d ave is bic h in h os, nós os bic h in h os maís intel i g en t es, aqui es t amo sa de fi n h ra eve ge tar. S ó no s f ala tam dar am en do i ns por en t rea sg ra de s , à s hor as de v isi sita do s t r es viol ino s, nuca maís he id o traço ingles de irao do jardim z oo dez gi co ove r a ni mai z in h os at ra s d as g ra d es, por q ue al em de todo ns t emo sa t al intel i g en cia para n cão gui n ch ar
Hoje almoçamos muito bem e damos graças a Deus por isso, spagheti com bocados de cenoura acompanhados com massa para variar, dizem as más línguas que os faxinas ou os chibos, como preferirem, enchem alguns tachos com pedaços de carne , que ao virem nas nossa marmitas amolgadas seria inestético o jantar foi melhorzinho, graças a Deus... umas batatas tao quentinhas , algumas tao fritas , que pareciam pedaços de chouriço com duas grandes salsichas e um ovo estrelado. É tudo tao bom aqui, que só nos apetece viver

H o je al mo ç am os mui to b em e da mo sg r aça s ad e us por iss o, spa g he ti co , m b oca do s d e c en o ur a cao mp anha do s co, m massa pata av ria r, di ze ema s má s l in g ua s q ue os f ax ina s o u os ch o ib os, c omo pre fe r ire men ch em al gum ns t ac ho s com ped aço s de car ne , q ue ao v ire m na sn os sa mar mit as am mol gada s se ria ine s te etic tico ol o j antar f oi mel hor i z in h o, gt aça s ad e us... uma s bata t as tao q ue en tinhas , al gum as ta ao fr rita s , q ue par e c iam peda ç o es de ch o u riç o com du a sg rand es s al cinhas e um ovo es t r e l ado. É tudo tao b om aqui, q ue s ó no s a pa t e ce do viver

O jogo de palavras

O que é isto?
É uma ampulheta
Isto não pode entrar porque é de vidro
Não faz mal, fique com a ampulheta de vidro e dê-me o jogo que é de plástico, sabe é que as ampulhetas servem para medir o tempo e agora tambem há relógios,...
Hum, hum, ( introspecção traduzida por minha caneta)
Já tem o xadrez! não tem! Depois quando se chatear entra este jogo

Demos graças ao Senhor pela misericórdia que nos concede... Amém

O j ogo de pala vaso do ra s O q ue é is to foc cie da foice, É uma am mp u l h eta I ns to n cão p ode en ny t r ra por q ue é de v id ron cão f az m al, fi q ue com a am p u l h eta de v id ro e de do traço da ingles me o j ogo q ue é de p l ás tico, s ab e é q ue as am p u l h eta s ser v em para me di iro te mp oe agora rat t am b em h á r e coli os da gula do vi dos tres violinos, os poe H um, h u maior do en te rata a par ren tesis in t ros pe cc sao t ra du z id a por mina can eta en te rata par en te sis J á t emo xa dr e s eta car v ad ano chao n cão te maior s eta D ep o is q u ando se cha tear en t ra es togo D emo sg r aça sao S en hor pe la misi siri co r dia q ue nos c on cede dos tres violinos poe do ponto da am en ac en tua são

Porque é que ele põem sempre a religião à mistura? Será que é comunista! Começa-me a cheirar que sim...

E no fundo devemos ser bonzinhos com a religião, não é verdade que se o Papa cá vier, vamos todos beneficiar de uma amnistia? Eu cá por mim até me converto ao catolicismo.

Por q ue +e q ue el e poe em se mp rea r e li gi ao à mi st u ira foice Se ra q ue é com uni sta! Com eça do traço da inglesa me a che ira r q ue si m... E n o f un do e d e ve mo s ser b om z i n h os com a r e li gi ao, n cão é ve rda de q ue se o pap a cá vier, v as mos todos b ene fi cia r de uma am in is t ia foice Eu cá por mim a té mec on v ero ao cat olo c is mo.

E até veio, se bem me recordo, mas não houve amnistia

E a té veio, se b em me record oma s n cão h o uve am in is t ia

Vai trabalhar vagabundo, arranja um emprego como fazem as pessoas todas, é perfeitamente normal e ninguém te prende por isso, ganharás talvez dez contos de reis e valetes por mês e se tiveres um diploma, que é o caso da maioria, podes ganhar o dobro ou o triplo, e nós que pertencemos as minorias, tambem, não faz mal, isso chega para ter uma casa , comer e se não chega para a roupa ninguém te diz nada por andares nu, claro que não dá para luxos como dar papa aos putos,( o melhor é não os teres, usando preservativos “lubitex”- o único que resiste a maquina de lavar podendo ser usado por diversas vezes e alem disso, desde que se conserve no frigorífico, permite ter uma reserva de espermatozoide com vista a inseminação artificial, poupando-lhe o trabalho de fazer amor), se tiveres, enfim uma vida regulada de acordo com o padrao de vida dos franciscanos, poderás amealhar no banco em títulos de tesouro alguns contos de reis para te pagar o funeral... é tudo tao perfeito, tudo tao bom, só dá gosto viver

V a it ra bal h ra v a g ab un do, ar r anja um em pr ego rego com o f a ze m as p esso as todas, é pe rf e it am mente en te noe en al e ni n g eu m te pr en de por iss o, g am n hará s t alve z de s z contos de rei s eva lete s por mes e se t iv e r es um di p l oma, q ue é o caso da maio ria, p ode s gan h ar o do br o ouo t rip lo, e no s q ue per t en c emo sas mino ria s, t am b em, n cão f az m al, iss o che ega para te rum ac asa , co mer e se n cão che ega para a ro up a nin gume te di z n ad ap or anda r es n ú, c l aro q ue n cão d á para lu x os com o d ar papa ao s p u to s,( o mel hor é n cão os te r es, usa sand o per serva t iv os “ cabo l u bit e x”- o in nico q ue r e sis te am a q u ina de l ava r p ode en do ser usa ado por d iv e ra s v e ze sea aç l em d iss o, de sd e q ue se c on serve no fi r g ori fc o, pe rn mit e te r uma r e serva de es pere mna to zo id es com v ista a in s emi ina sao art i fi cia l, poupa ando do traço do primeiro he ot ra b alho de f az e r a mo r), se t iv e r ss , en fi m uam v id a r e gula do de ac o r do com o p ad ra ode v id ad os fr anc is can os, p ode rá s am e alha rn no do banco em titu l os de te souro al gus c on to s d e reis para te pa g ar o f une ra l... é t u do tao pe rf e i to, t u do tao b om, s ó dag os to viver

Mas se queres mais, podes roubar, mas aí cuidado, muito cuidadinho, há formas que podem levar a prisão mas há tambem outras que só muito raramente estão sujeitas a percalços deste tipo

Masse q eu r es mais, p ode s ro ub ar, masaí c u id ado, mu it c u id ad in h o, h á formas q ue p ode m l eva ra pr isa oma s h á t am b em o u t ra s q ue s ó mui to ra ram en te es tao s u je it as a per ca l ç os de st e t ip o

Há quem roube sentado de gravata no escritório herança do papa, tranquilamente a fumar cigarros e a apalpar secretárias loiras ( porque é que eu sou tao mau) e há quem vá a um bar do parque mayer, gale os tipos que puxam de muitas notas para pagarem a conta, saem com ele e no próximo canto escuro, pimba, martelada, da cá a massa, esses eu nunca consegui perceber, não entendo porque é que por exemplo não ficam em suas casa à noite a ver a telenovela, como eu e muitos outros. É tao bom o aconchego das “nossas” barracas de lata... olha que e miséria é só exterior, dizia-me alguém , na turma do liceu, lá por dentro tem todo o luxo, até televisores a cores e eu em minha ingenuidade de miúdo de agora até acredito que assim seja, há de facto coisas muito pouco compreensíveis

H á q eu em ro ub e s en t ado de g rav t ano es c ritó rio he r ança do pap a, t ra n q u ila mente a f u mar ci garro rose do sea ap al par secreta ria s loi ra s ( por q ue é q ue e us o u tao m au) e h á q eu m v á a um b ar do par q eu da mayer, gale os t ip os q ue pi isa sam de mui t as n ota s para ap a gare w ema conta, sa em com el e en o pro x imo can to es curo, pi mba, m mat e lada, d a cá am massa, ess es eu n un ca c on se gui per ce be rn cão en t en do pique é q ue por e x e mp lo n cão fi cam em s ua s c asa à no i te ave rat e l en ove da vela, com o eu e mui t os o u t ros. É tao b om o ac on che w g o do s “v no s sas” bar ac as de lata... o l h a q ue e misé ria é s ó e x teri ro, di z ia do traço da ingles me al gume , na t ur ma do lic eu, l á po d en t ro te m todo o l ux o, a té tele v is or es a co r es e eu em min h a in g en u id ad e de mi u do de agora a té ac red i to q ue as si em seja, h á de f ac to co isa s mui top o u coco mp r en s iv e is

Há muito, muito tempo atras, uma pessoa para viver, escolhia uma terra e construía a sua casa, em grutas primeiro, depois em madeira, e agora com as famosas placas pré fabricadas de betão “ copelar,” depois veio a tal propriedade privada e agora tem que se comprar o terreno, as paredes, os fios eléctricos, a agua, enfim tudo, está provado tambem que por razoes estéticas, obviamente, que as pessoas não podem viver nas ruas, enfim, estão mesmo reconhecidos nas regras do jogo que todos devem ter direito as respectivas quatro paredes, um tecto e restantes acessórios,

Há mui ot, mui to te mp o at ra sm y ma p esso a para viver, es co l hi a uma te r ra e co ns t rui a as ua c asa, em g ruta s prime iro s, d ep o ii us em madeira, e agora com as f am o sas p l aca s pr é fr ab ric ada s de be tao “ cop lea ar,” d ep o is veio a t al pi rp roi e dade pr iva ada e a g ota e t m q ue se com pr ra o te rr eno, as par de s, os fi os el e ct ricos, a agua m en fi m tudo, e stá por v ado t am b em q ue por ra zo es e ts t etic as, bv iam que mente do en da te, q ue o as ps ee s o as n cão p ode m viver nas ru as, en fi m, es tao me ms o rec one h c id os nas r e gr as do j ogo q ue t o do s d eve em t re d i rei to as r es pe c t uva s q au t ro par de s, um tec to e r es t ant es ac ess es sori as,

Ontem aparecia um anuncio no jornal que rezava assim, rapaz e rapariga bonitos oferecem os seus sensuais corpos, em troca de uma divisão para alugar, hoje não sei bem porque, pois existem milhares de anúncios como este, decidi telefonar-lhes a saber se já tinham tido alguma resposta. Tristes mas sensuais disseram-me do outro lado do fio que ainda não tinham encontrado nada, que era muito difícil arranjar hoje em dia,...perguntei-lhes se tinham latas de conserva, uma tesoura e fita cola tesa film, responderam-me que sim, e eu lhes sugeri que cortassem e que as colassem com ajuda da tesa film e que assim resolviam o seu problema, agradeceram-me a ideia e perguntaram-me qual era a minha direcção e quando é que eu estava disponível a receber o agradecimento dos seus sensuais corpos, agradecendo, recusei, explicando que era muçulmano e que era proprietário de um harem, que me bastava sinceramente, desliguei e redigi um anuncio para o dn, sultão procura quatro ou cinco assoalhadas para habitar, de preferencia viradas para meca, dao –se as melhores referências e oferece-se em troca o favor de todo um sensual harem, não estranhem , tambem eu tenho latas de conservas, uma tesoura e tesa film, só que sabem, percebem... eu sou de boas famílias e não posso viver numa casa futurista, não recebi resposta e cheguei à conclusão que vou ter que roubar muito ainda para poder ter uma casa.


On te m ap ar e cia um anu un cin o jornal q ue e r e z ava as si, ra p az e ra par rig a bonito s o fe rc em s o se us s en s usa is corp os, em t roca de uma di visao para al u gara, h o je n cão se ib em por q ue, p o is e xis te m mi l h ar es de na un cio s c omo este, dec id i tele fon ar do traço do primeiro ingles sa saber sej á tinha do ham tid o al gum ar es posta. T r is t es mas s en s ua is d ess e ram do traço da inglesa me do outro l ado do fi o q ue a inda n cão tinha ham en c on t r ado nada,,, q ue e ra mui to di fic l ar r anja r h oje em dia,...per g un neto do traço do p rie mr rio he s se tinha ham das latas de c on serva, uma te soura e fita co la te sa do film, r es ponde ram do traço da inglesa me q ue si me eu l h es s u geri q ue co rta ass em e q ue as c ola se mc om ajuda da te sa film e q ue as si m r e sol v ima o s eu por rb l ema, a g ra dec e ram do traço inglesa me a id deia e per gun tara am do traço do ingles me q ual e ra a min h a di re ç ao e q u ando é q ue eu e stav a di s p oni v e l ka rec e b ero a g ra dec i em n to dos se us s en s ua is corp os, a g ar dec en do, rec use i, es p li can do q ue e ra um c u l mano e q ue e ra pro p rie eta rio de um h ar em, q ue me bas t ava sin cera ms n te, deli g eu i e red i gi um na un cio para o dn, sul tao por poe rc cura q au t ro o u c inc o as s o al h ada s para h ab it ra, de pr efe ren cia v irada s para meca, dao d o traço da inglesa sea s mel hor es rf e ren cia s e o fe rec e do traço da inglesa se em t roca o f avo r de todo um s en s ual h ar em, n cão es t ra n he em , tam b em eu t en ho lata s de c on servas, uma te soura e tesa film, s ó q ue s ab em, pe rc e b em... eu s o u de boa s f ami l ia se n cão ps s o viver numa cas f u t ur ista, n cão rec e bi r es posta e che g eu ia c on c l u sao q ue vo u t r e q ue ro uva rn nui to a inda para p ode r ter primeira c asa.

É tao natural querer um cubículo para nos próprios , não é porque será que eles não compreendem, e há por ai tantas casas desocupadas, segundo dizem as más línguas, será porque é ofensa a propriedade privada das aranhas e dos ninhos de rato e das telhas a cair, teremos nos o receio que eles nos movam acções de despejo?

É tao nat ira l q eu r er um c ub bic u lo para nos pro pri os , n cão é por q ue se rá q ue e l es n cão c on mp ren de me h á por ai t antas ca sas de soc u padas, se gun do di ze ma s más l in g ua s, se rá por q ue é o f en s a ap rp rie dad e pr iva dada s ar anha se dos nin h s ode rat oo e das te l h a ac air, te remos no s o rec e i o q ue les nos m ova am ac ç o es dede s p e jo da foc cie da foice


Como ve bela menina que se encontra na prisão, sendo que masi direito a ela, trazem sempre os que guerreiam, e não os que se opõem a guerra e violência como solução, a ironia transparece do texto, e reflecte e aviva o animo da alma e da resistência à injustiça, talvez seja mesmo um dos casos onde é aconselhável seu uso, perante nos próprios, pois quando escrevemos estamos sempre tambem a escrever-nos a nos próprios, mesmo que mais tarde uma carta seja publicada e passível de por outros ser lida,

Com ove be la me nina q ue se en c on t ra na pr isa o, s en do que masi direito a el a, es tar am se mp reo s q ue g eu r rei am, en cão os q ue se o poe ema guerra e viol en cia com o sol u sao, air ron oni ni ia t ra n par ce do t e x to, e r efe ç ct e e av iva o ani mo da alma e da r es it en cia a in j us ti ç a, t alve z seja me s mo um do s c as os one é ac on se l h ave l s eu us o, pe ra n te n os pro p rio s, p o is q u ando es c r eve emo s est am os se mp r e t a m b ema es c r eve r do traço do ingles no s ano s pro p rio s, me s mo q ue masi t arde uma ca rta seja pub l i c ada e p ass iv el de por o u t rosse r lid a,

Depois apareceu uma imagem de uma parede esburaca em israel, e de novo a trégua tornou à guerra da escaramuça que sempre vem acontecendo, olho aquela primeiro imagem, uma parede, um enquadramento quase fechado numa parede, e nem sei mesmo se a imagem é de hoje, fora de ontem, ou quem sabe até de um amanha

D ep o is ap arc eu uma i mage m de uma par de ess b ur ad a em israel, e de n ovo at regua tor nu a g eu ra rda esca mar u ç a que se mp r eve m ac on tec en do, o l h o aquela p rim e iro roi mage maior, uma p arde, um en quadra sm n teo q a use fe c h ado n uma pa red e, en em se em es mose sea i mage m é de h o je, f o ra de on te, o u q eu m s abe a té de primeiro da am manha

Como uma outra imagem que era a mesma noticia de um ano anterior, o que levava a deduzir das duas uma ou mesmo as duas, ou era uma repetição das mesmas de anos anteriores, ou a coisa estava no mesmo ponto, dizia cada casa que tinha direito de trazer guarda e vigia junto a casa do profeta, e que uns a outros tinham impedido, e assim no templo do repouso do profeta, começaram a guerrear, como o haviam feito , outro, em muitos outroras, se bem se recordar

Com o uma outra rai mage m q ue e ra a m es ma no tic cia de um ano ant e rio roque l eva ava ad e d u z i rda s du as uma o um es mo as du as, o u e ra uma r ep pet i sao das me s ma s de a ns ante i ur o reo u a co s ia e stav n me s mo p on to, di z ia c ada c asa q ue tinha de direito de t ra ze r guarda e vi gi a j un to a c asa do pro f eta, e q ue un sao u t ros tinha do ham i mp ped id oe as si m no te mp dez do r ep o us o do pro f eta, com eça ram a g eu rr ar, com o o a h avia am fi r t o , o u t ro, e mui to s o u t ro ra s, se b em se rec o r quadrado da ar

Aqui na casa, a coisa não vai muito distante, casas a mais, e outros a viverem em barracas debaixo de postes de alta tensão, com muitas nas cidades e nos campos abandonadas, como ve o espelho perfeito de uma realidade invertida e se queixam então as gentes de viverem o inferno em vez do paraíso na terra, semana recente, masi uns vinte lançados ao mar numa casquinha de noz que procuravam esperança, casa, vida e viver, mortos a golpes de armas brancas por quem os transportando os traficava, e que acabou mesmo por os matar

Aqui ina c asa, a co isa n cão v a i m u it o di stan te, ca sas a mais ise o u t rosa c iv e rem em bar ra cas de ba ix ode postes de alta t en sao, com mui t as na s cidade se nos cam p os a b na dona da s, com ove o es pe l ho ep e rf e i to de uam real id ad e in vertida e se q u ix am en tao as gene ts de v iv e remo inferno em v e z do par rai son a terra, se mana rec en te, masi un ns vinte la bn ç ada sao mar numa cas quina h de noz q ue pro cura ava es per anl ç ac asa, v iv da e viver, mo rte sa g l p es de armas brancas por q eu m os t ra sm porta ando o st raf fi c ava, e .ac bo u me ms o por os matar

Nós com casas abandonadas, a cair sem qualquer manutenção nem rendimento mesmo a quem delas se diz ser dono, num mundo em que ainda entende o usufruto da terra e dos terrenos, como uso e na dadiva, que se põem a negociar a terra e até os funerais, a construção civil das casas, já com uma quota de mercado em quarenta por cento relativa a recuperação das antigas, e mesmo assim o trabalho a muitos falta, neste sector, e se tenta assim tambem justificar as mesmas receitas de sempre, as grandes e megalómanas obras, num pais onde as gentes quase nem comem, quanto masi precisar de mais estradas ou transportes de altas velocidades, e onde as que já existem nem trazem a sua manutenção feita como deveria,

No sc om ca sas ab na dona da sa ca i r s em q aul q eu r manu t en cc sao ne m ren di men to me s mo qq eu m de l as se di z ser dono, n um mundo em q ue a inda en t en deo us u fr u to da terra e dos te r reno s , com o us oe en a david aqui da ue se poe ema n ego cia ra terra e a té os f un e rai sa ac on s t ru sao c iv il da s ca sas, j á c om uma q u ota de mer cado em q ua ren te ap o rc cento r e la t iva a rec u pera sao das ant i gás, e me s mo as si mo t ra b alho am mui to s f al ta, nest e sec tor, e set en ta as si m t am b em j us ti fi cara s as me as ms rec e iat ts de se mp rea sg rand es e mega li manas ob ra sn um pa is onda dea as g en t es q u ase ne m com em, q ua anto ma si pr e c is ra de masi es t ard as o u t ra sm pite s de al t as v e lio cidade es, e onda as q ue j + a e xis te m n e m t ra ze ema s ua manu t en ç a º co fe it t ac com om da ode da eve ria

Obras me recorda de uma imagem em que aparecera o símbolo da roda da vida, no inteiro de um capacete branco de um senhor português em frança que é patrão de um media empresa de construção e que se queixava do mesmo, da falta de trabalho e de obras, preocupação era o que se via na entrevista do telejornal, fora isto pouco depois de ter a palavra de novo evocado a sandy da loja ali ao rato, e não deixa esta imagem e este símbolo de agora retroactivamente parecer estar relacionado com os acontecimentos que depois se deram na india, assim anda esta imagem em mim, a sua memória

Ob ra sm me rec o rda de uma i mage me m que ap ar e cera o s im b olo da roda da v id ano in te iro de um cap ac cete branco de um s en hor portu gi es em fr ança q ue é pat ra ode primeiro media e mr pesa de co ns t ru ç º aco e q ue se q u ix ava do me ms o, da f al t ad e t ra b alho e de ob ra s, pr e oe cup ac sao e ra o q ue se v ia na en t r v e ista do tele jo rn al, f o ra us to p o u co d ep o is de te ra pala vaso do ra de n ovo evo c ado a san d y da loja al ia o rato, e n cão de ix a e sta i mage me este s im b olo de agora r e t roca t iva que mente pa recer es t re r e la cio em dao com os ac on tec i em t nos eu d e p os se de rao na in dia, as si m anda e sta i mage m em mim, as ua me mor ia

E o valor que se atribui ao terreno para construção mil vezes empolado face ao seu valor real, como as casas tambem o estão em triplo face ao seu valor real, e tambem a servir de tampão de políticas erradas e cegas das cidades e dos seu crescimento que mesmo assim continua a ser desmesurado, com o restante pais desertificado, e já aqui neste livro da vida, foram há mais de anos apresentadas as bases do que poderia ser um política nesta áreas e as bases de leis que a regulassem de acordo com o real, com as faltas e as necessidades, em respeito pelo proprietárias, mesmo os ausentes, mas preferem os homens até agora adiar , qualquer lógica medida, e assim como quando assim o é, tudo tende a se agravar em vez de se compor

E o valor q ue seat rib u ia o te r reno pa ar co ns t ru sao mi l v e ze s em p ola ado f az e ao se u valor rea l, com o as ca sas t am b emo es tao em t rip lo face ao s eu valor rea l, e ta m b ema ser vi r de tam p º ao de poli tc as e rr ad as e c ega gás das cidade sed os s eu c rec i e mn to q ue me s mo as si m conti n ua as e r de sm eu r ado, com o r e ts ante pais de ser ti fi cado, e j á qui nest e l iv rod a v id a, foram h á m a si de ano s ap r es en t ada sas b as es do que p ode ria ser um poli tca ne sta a rea sea s b as es de lei s q ue a r e gula ss em de ac o r do com o rea l, com as f as l t as e as necessidades, em r e pei to ep lo pr ip rie ta rios, me s mo asu s en te s, ma s pr efe rem os h om en s a té agora ad dia r , q ual e ur lo gi ca me dida, e as si mc omo q ua ando as si mo é, tudo t en dea sea g ar ava rem v e z de se com por

Depois na folha seguinte a este texto , um singelo escrito, que poderia ser o meu de agora, para ti minha amada,

Estou bem, encontrar alguém com quem falar, nem que seja uma pequenina conversa e encher-me de alegria, descobrir que ainda há coisas para dizer e ouvir, as vezes na solidão, assim no equilibramos

D ep o is na f o l h a se gui n te a este e t x to , um sin g leo es c rito, q ue poe dr ia s ero me u de agora, para ti min h a am ada, es to ub em, en c on t ra r al g eu em com q eu m f al rn em q ue seja uma pe q un ina c on v r e sa e en cher do traço da inglesa mede al e g ro ad es co br i r q ue a inda h á co isa s para di ze reo u vi r as v e s ze sn a sol id dao, as si m noe ki vaso e libra mos

Salto umas paginas até chegar as notas de ostande, dor mir, ou seja dor russa tambem, duas raparigas de joelhos no chao , corpos enrolados para frente, cabelos grades que caem desde a nuca à frente e tapam os corpos nus, ostande, em negrito, com duas linhas de serra por debaixo, como um mar, depois um papagaio, com uma face e sete labaredas a sair dos cabelos, , um ovo como uma paraquedas, uma ventoinha de aviao de elástico, como se fosse em penas, a lembrar as hélices desenhadas por da vinci, nas suas maquinas voadores, uma hélice que faz mover uma roda, por debaixo do papagaio, como um prisma inclinado em cima ao angulo da dor mir, o autocarro com um grande saco cheios de ursos, dez, placentas de ursos, no tejadilho, trás a carrinha, uma matricula que assim diz, b ch de noventa e oito, o quatro, ou setembro de oitenta e quatro, e pneus com linhas em prismas, ou seja do pneus do autocarro dos prismas, ou das vesicas, duas estrelas, uma ao lado do autocarro, outra por cima ao lado do saco que parece uma bola cogumelo,

Salto um as pa g imas a té che ega ra sn ota s de os t ande, dor mir, o use seja dor russa t am b em, du as ra ap rig gás de joe l h os no chao , corp os en t ola ado s para fr en te, ca b elo dez s g ra de s q ue ca em de sd e anuc a à fr en te e tapa sm os corp os nu s, os t ande, em ne g rito, com du as l in h as de serra por de ba ix o, com o um mar, d ep o is um p ap a gaio, com uma face e sete l ab a red as a as i r d os cab elo dez s, , um ovo com o uma para q eu da s, uma v en toi n h ad e aviao de e l as tico, com o se f os se em p en as, a l em br a ra s he l ice s de sena hd as por da vi n vo, c inc ina s s al ma quinas vo ad or es, um a he li e q ue f az m ove r uma roda, por d en ba ix o do pap a gaio, com o um pr is ma inc l ian do em c ima ao angulo da dor mir, o au toca carro com um g ram de s ac o che i o s de ursos, dez, p l ac em t as de ursos, no tej ad ilho, t ra sa car r inha, uma mat ricula q ue as si m di z, b ch de n ove en at e o i to, o quatro, o use setembro de o it en t a e q ua t ro, e pn eu sc om linhas em pr is mas, o use seja do pn se us do auto carro dos p rie ema s, o u das v e sica s, da us te s r l as, uma ao l ado do au ot caro ro u t ra por c ima ao l ado do s ac o q ue pa rece uma b ola c on gume melo elo dez,

Assim reza o texto, ostande, em todos os meus cadernos, esta palavra surge a assinar a parte superior de uma folha que invariavelmente fica em branco, já lá vai tanto tempo... tento recordar o que se passou nessa praia ao norte da belgica, local de transbordo para a inglaterra e as descobertas bonitas

As si em r e z a o t e x to, os t ande, em todos os me us cas de rn os, e sta pala vaso do ra s ur ge a as sinar a ap rt e s up e rio r de uma folha q ue in v aria l v e primeiro que mente fi ca em branco, já l á v a i t am n tote mp o... tnt o record ar o q ue se p ass o u ness a p rio a ao bo rte da be l gi ca, l ocal de t ra sn borda para a in g la terra e as de sc o berta rta s bonitas

Já nasceu o dia, cinzento característico dos dias aqui, confunde-se com o verde da relva abundantemente orvalhada, cio de uma noite sem sono acocorado em conversas sem fim, a falta da passagem pela horizontalidade trás a magia da transitoriedade, como uma saída para o lado do tempo, que os relógios insistem afirmar ter passado

J á na sc eu o dia, cir n z en to cara rac teri s tico do s dias aqui, c on fun de do traço da inglesa sec om circulo do verde da relva abunda mn da te que mente o r v ala h ad a, cio dd e uma no it e s em son o ac co cc cora ado em c on v r e sas se m fi ima f al t ad a p ass age m pe la ho roi z in tali dd e t r as a magia da t rs ni tori e dade, com o uma sa id a para o l ado dot e mp o, q ue os r elo g u os in sis te ema fi r mara te rp ass ad di

A vontade de mijar, leva-me a atravessar a cozinha, em cima do sofá o keif pressente o dia, espreguiçando-se e o gatinho que no cao se enrosca protesta, antevendo que a fonte do seu calor vai passear

Am von t ad e de mi j ar, l eva do traço da inglesa me a at ravessa ra c oz in h a, em c ima do si fá o k e i f p r ess en teo dia, es pre gui can dodo traço da inglesa see o gatinho q ue nels se en rosca por testa, na teve en do q ue primeira do fonte do s eu c al o r v a i p asse sear

Empurro a porta envidraçada que está aberta como sempre e sinto de roldão , um primeiro contacto com o dia frio, mas não é frio o que domina o universo das minhas sensações,, enquanto pausadamente lavo os pulmões na humidade matinal, a quietude urbana dos dias que nascem , não deixa nunca de me surpreender, talvez porque neste limites da cidade onde vivemos se podem sempre escutar os pássaros, em que cada casa se encontra situada por um pequeno jardim, na obstinação típica dos arredores em operem-se ao betão que enche todos os metros cúbicos

E mp ur ro a porta en vi dr aç a da q ue e stá ab e rta com o se mp r ee sin to de o r l pao , um prime iro c on t ac to com o dia fr rio, mas n cão é fr rio o q ue do mina o universo das min h as s en s aç o es, en q u anto pp usa damen te l av o os p u l moe s n a h u mi dade mat ina l, a qui e t u de u rb ana do s dias q ue na sc em , n cão de ix a n unc ad e me s up ren de r, t a l v e z por q ue nest e li mit es da cid e da onda vive emo s se p ode m se mp r e es c u t ra os p ass ar os, em q ue cd a cas se en co ny t ra s u t u ada por um pe q eu no jardim, na o ns t ina sao tipi cado s ar red o r es em o pere em traço da inglesa sea o beta po q ue en che todos os metros c u b i cos

A meu lado esquerdo, a porta com letras pintadas indica o sitio dos pensamentos profundos, mas acabo por preferir ensopar a terra, ouvindo o barulho do meu mijar, que liberta pequenas nuvens de vapor, de relance tento descortinar as galinhas ainda a dormir na escuridão da capoeira, e das plantas de maria joana que crescem sem a noção de tempo, elas tambem, pois o grande relógio despertador da estufa perdeu os ponteiros

Am eu lado esquerdo, a porta com le t ra s pin t ada s indica o si tio dos p en sam en to s pr o f un do sm as ac ab o por pr efe r i r en sopa ra terra, o u v indo o bar u l ho do m eu mi j ar, q ue liber rta pe q eu na s n uve en s de v ap o r, de r e lance t en to de sc cortina ar as gali n h as a inda a dor mir na e c rui id dao da capoeira, e das p l anta s de maria joana q ue c r es c em s ema no cc sao de t r e mp o, el as t am b em, pp is o g rande r elo gi o de s per rta dr da es t u fa per de u os pon té iro s

Retorno a quentura da placenta que é casa, imagino os corpos doces e nus que dormem dentro dos quartos à espera do parto que hoje não será tao violento por ser domingo, no gira discos rodopia o disco que me acompanhou na viagem nocturna, tocará pela decima vez, ou talvez pela vigésima, que importa, se cada vez que o oiço me parece ser a primeira, pelo que de novo consigo descobrir e explorar, mergulho no sonho, embalado , pela paragem dos objectos, da vida e da musica de vangelis, tal como num paraíso infernal, o meu sono é leve e posso influenciar os meus sonhos que são cheio de sensualidade, e beatitude, é como sentir ter ponta sem a ter,

R erro do ro da rn o a quentura da p l a centa q ue é pato cas, i mag ino os corp os dc es e n í s q ue dor mem d en t rod os quartos À es pera do p art q ue h oje n cão se rá tao vi o l en to por ser do mingo, no g ira di sc os rodo pi a o disco q ue me ac om p anho un a vi a ge m no ct urna, toca rá ep la dec ima v e zo u t alve z pe la vi ge is ma, q ue i mp orta, sec ada ave z q ue oo i ç om me pa rece ser a prime ira, p elo dez q ue de n ovo son sig o de sc ob r ire e x p l o r ar, meg u l h on o don ho, em bal ado , pe la pa rage m do s ob ject os, da v id a e da m u sica de van ge lis, t al com on um pa ar ia s o in fe rn al, om eu son é l eve e p osso in flu en cia ro s me us son h os q ue são che is ode s en s u a li dade ,e bea titu de, e com o s en tir ter p on ta se ema tare,

Na grecia depois da morte do padre da igreja ortodoxa, um rapaz foi baleado e morto pela polícia, os motins sucedem-se contra a violência policial, ecoando decada de oitenta, onde acontecimentos da mesma natureza se deram, agora se fecha um ciclo, a ver vamos se quem na realidade o criou, é finalmente parado

Na grecia d ep o is da mor te d o p ad red a igreja orto do a, uma ra ap riga f o i bale iad oe mo rta pe la poli ca, os mo ti ns s u cede em do ponto da inglesa se c on t ra a viol en cia poli cia l, e o can do dec ada de oi t en ta, onda ac on tec e i mn to s da me s ma nat ur e z a sed e ram, agora se fe cha um cic dez, ave r v amo s se q eu mna real id ad e o c rio u, é final e mn té para ado

O finalmente que mente, o italiano do finalmente, do bar, o que mente, assim se desvela nestas letras, e me recordo, da bela rapariga da bela voz dos cantos à capela aqui evocada, da bela rapariga mística que ama a Jesus, vassula, de um compositor ingles, que para lá há muitos fora viver, compondo musica na escala pentatonica, e ainda o episódio da outra rapariga aqui no cabo carvoeiro, mais uma vez apareceu um referencia ao cabo carvoeiro e espichel

O final e mn te q ue mente, o italiano do fina l e mn te, do bar, o q ue mente, as si em se d es vela ne sat ts letras, e me record o, da be la ra pa rig ad ab el avo z dos cantos à capela aqui evo c ada, da be la ra par rig a m is tica q ue ama a Jesus, de um co mp o is tor ingles, q ue para l á h á mu it os f o ra vive r, com pond om mu sica na es cala penta toni ca, e a inda o e pi s o dio da outra rapariga aqui no c ab o car vo e iro, maís uma ave z ap ar rece eu um r efe r en cia ao cabo e c r vo e iro e es p eu i che l

Meio dia , acordei contigo a chamares-me e os carros a passar, prepara-mos o pequeno almoço a perguntar o que iríamos fazer, as tantas surgiu a ideia de irmos à praia, porque não ostande que me era desconhecida familiarmente, era a praia das tuas escapadelas mais o teu amigo jaco a Bruxelas, para ver o sol a deitar-se sobre o mar, decidimos partir , partilha-mos duas hóstias magicas pelas quatro, demos de beber ao simca e ruma-mos a ostande pela auto-estrada do norte, o dia continua à procura de definição, o sol em continuo vai vem , a chuva miudinha salpica aqui e acolá o maquedame preto e sentimos o vento a assobiar de encontro ao carro, lentamente as hóstias vao influenciando os neurónios, abrindo-nos as cabeças, agora só a auto-estrada, é limitada pelos rails, o carro é como se fosse um apêndice natural de meu corpo, como que um prolongamento de meu corpo

Meio dia, de ze g horus, acorde i c on ti goa ch am ares do traço d inglesa me e os car rosa p ass ar, pr epa rá do traço do ingles moso pe q eu no al moço a per g un t ra o q ue iria do traço do ingles mos f az e ra s t anta s s ur g o ua o dea de i r mos à p ria, por q ue n cão os tan de q ue me e ra de sc on he cida f ami liar que mente, e ra a p ria das t u as e sd dc ap ad e l as ma sio tec u ami g o jaco Y a br ux e l as, para ave ero sol a d eta i r do traço da inglesa se s ob reo mar, dec id imo s par tor, m t art ilha acento do ingles mos di ua s h os siti as magica s p e l as quatro, demo s de be b e rao si mc a e rum acento primeira traço ingles mosa os t ande pe la auto es t r ada do norte, p dia cont ina a pro cura dede fi ni sao, o sol em conti n u ova i ve m , a ch uva mi u d u dn h a s al pica aqui e ac o lá o ma q ue dame preto e s en t imo s o v en to a ass o bia r de en c on t ro ao carro, l en tamen te as h os tia s vao in flu en cia dn o os n eu ron i os, ab r indo do traço da inglesa no sas cab eça s, agora s ó a au to es t r ada, é li mit ada p elo s rai l s, o carro é com o se f os se um ap en di ice nat ur al de m eu corp o, com o q ue um por l on game en to de m eu corp o

Jaco trás um delta a seguir, com um traço no delta superior, este é o símbolo desenhado na escrita que agora transcrevo

J aco t ra s um delta a se gui rc om um t r aço no delta super rio r, este é o se im b olo de sn e h ado na es c rita q ue agora t ra n sc r evo

No horizonte apercebemo-nos de algo estranho, que roda a nossa frente, uma aceleração possibilita observá-lo melhor, é uma carrinha azul que leva em cima um carregamento de ursos de peluche embalados em plástico, que ocupam um volume maior que a própria carrinha, e que se obstinam não sei por que arte em não cair, os ursos dançam como vento e imaginamos a supressa de algum condutor que desse de caras com um desse realistas ursos no meio da estrada

No h ori zon te ap e rc e b emo do traço da inglesa no s de lago e ts r anho, q ue roda ano s sa fr en te, uma ac e lara sao p os sibil it a pb serva acento do traço ingles dez mel hor, é uma ca rr in h a az u l q ue l eva em c e mna um car rr ega men to de ur so sd e pe lu che em bala ado s em pl as tico, q ue ocupam um vo l um me maio r q ue a pro ria car rinha, e q ue se ob s t ina am n cão se ip por q ue arte em n cão ca i ro s ur s os dan ç am com o ve en to e iam gina sa s up r e sa de al gum com du o r q ue de ss e de cat as com um d ess e rea l i sat ts ur s os no mei o da es t r ada

Bernard, tira-lhes uma fotografia, e no momento do disparo, a carrinha sai da au estrada, saímos tambem em sua perseguição, até que finalmente alguns quilómetros depois conseguimos bater a fotografia, e de repente apercebemo-nos que ostande é já um ponto distante, mergulhado na divida que o a alcançaremos, mas que importa, afinal, e prosseguimos na pequena estrada serpenteada até que no meio do campo, encontra-mos a casa na agua

Be rna ard, t ira do traço do primeiro in h l es e s uma f oto g raf ia, e no mo m en to do di spa aro, a ca rr inha sa id a au es t r ada, sa imo s t am b em e ms eu ap e r sig u i sao, a té q ue final men t a l a g u ms qui lo metros d ep o is c on se gui imo s bat rea foto g raf ia, e de r ep en te ap e rc e b emo do traço da inglesa no s q ue ostande é j + a um ponto di s t ante, mer g u l h ado na d iv id a q ue o a ala can ç ar emo s, ma s q ue i mp orta, a fi n al, e pro s se gui omo s na pe q u en a es t r ada ser pee en tea ad aa té q ue no mei o do cam po, en c on t ra traço ingles mosa cas na agua

Era um casa de brique vermelho, que se encontrava totalmente rodeada por agua e cujo acesso, era feito através de levadiça, parecia um castelo medieval, poderás imaginar uma casa assente numa pequena ilha cercada de agua, mas o que acontecia era que as paredes mergulhavam directamente na agua, e as janelas do rés do chao estavam quase ao nível da agua, se pequeno lago sofresse mares altas seria natural que a agua por elas entrasse

E ra um cas de b rique vermelho, q ue se en c on t rava tota l que mente rode ad a por agua e c u jo ac ess p, e ra f e i to at rav es de l eva dica, par e cia um cas telo me dia ava l, p de ra imagina r uma c asa ass en te numa pe q u en a ilha ce rca dade agua, maso q ue ac on tec ia e ra q ue as par red de s mer g u l h a vam di rec tamen te na g au a, e as jane l as dor es do chao e stav ema q u ase ao n iv el da agua, se pe q u e n o lago s o fr ess e ma r es al at as se ria nat ur al q e a agua por e l as en t r ass e

Numa das janelas uma menina pescava, era realmente uma casa estranha, movidos pela curiosidade de conhecer os inquilinos cavamos por tocar à campainha que soou a sirene de banco, do lado de lá da porta que se abria, apareceu um tipo com óculos de mergulhador e barbatanas que nos sorriu uns bons dias, será que vocês tem uma piscina dentro de casa? É,

Nu mad as jane l as uma me nina pesca ava, e ra real que mente uma cas es t r anha, mo v id os pe la c ur is os dade de c on he ce r os sin q u e l ino sc ava mos por toc ar à cam pai n ha q ue s oo ua sir ene dp banco, do l ado de l á da porta q ue se ab ria, ap ar e c eu um t ip o com o cu l os de mer g u l h ad dor e bar rna t ana s q ue en os sor rio un s bo ns dias, se rá q ue vo c es e t m uma pi s c ina d en t ro de c asa da foc cie É,

Da janela sai um grito que deve ser então de uma menina italiana e da capital, ou ligada o grupo capital, pois está em letras assim , olha, olha, o monstro mordeu o anzol, o nosso interlocutor despediu-se apressadamente, saltou para um bote a remos e dirigiu-se rapidamente de encontro à menina que pescava na janela, entrem, estejam a vontade, que eu tenho de a ir ajudar a pescar o monstro do loch nesse, é que já nada temos para comer ao almoço, despimo-nos e mergulhamos no salão piscina, as tantas desceu pela escadaria uma sereia que nos perguntou se sabíamos qual era hoje a temperatura do mar, respondemos que não sabíamos, pois afinal ainda não tínhamos lá chegado, vocês ficam para o almoço perguntou, entreolhamo-nos sem saber o que fazer, entretanto o home ra e a menina voltam ao salão trazendo o monstro que afinal não passava aos nossos olhos de um cavalo marinho, que choramingava a sua triste sorte, insistindo em afirmar que não era monstro nenhum, quanto mais do lock ness

Da jane la sa i um g rito q ue d eve ser en tao de uma me nina italiana e da capital, ou li gada o g rup o da capital, p o is es t á em letras as si em , olha, olha, o mon s t ro mor de u o e zo l, on osso inter lo c u ot r de sp e d u i do traço da inglesa se ap r ess ad ae mn te , s al to up para uma b o te a remo se di rig i u do traço da inglesa se ra pida damen men te de en c on t ro À me nina q ue pesa c av na jane l a, en t rem este j am a von t ad e, q ue e it en ho de a ir a k j u d ar a pesca aro mon s t ro do lo ch ness e, é q ue j á n ada t emo s para co mer ao al moço, de s pi mo do traço ong l es nose mer g u l ham os no s al ao + is c ina, as t anta s de sc eu pe l as esca da ria uma ser ia q ue no s per gun tp pi use s ab bia mo s q ual e ra h oje a te mp e ra ti r d do mar, r es pe o dn emo s q ue não s ab ia sm os, p o is a f i n al a inda não tinha ham os l á che gado, v o c es fi icam para o al moço per gun toi, en t reo l h am o do traço ong l es no ss em s abe ero q ue f az e r, e bt r eta am to o h ome ra e a menina vo l tam ao s al ao t ra z en do o mons t ro q ue a fi n al n cão p ass ava aos no osso olhos de um cavalo do marinho, q ue chora ra min g ava a s ua t r iste s orte, in sis t indo em af or mar q ue n cão e ra mo sn t ro n en hi, q u anto ma si d o lo ck n ess

Embora ficção, este ultimo parágrafo da história, não tanto é o facto de depois de ter de novo invocado a Irlanda, como acontecera na ultima vez que o fizera, apareceu de novo o primeiro ministro irlandês, desta vez o caso é serio, masi uma vez, comida adulterada, com base nas rações, que eram normalizadas, por assim dizer, que os químicos nunca o são, nem os esteroides, acabara a palavra de relembra pela enésima vez que temos que alterar estes hábitos alimentares e de produção agrícola, pois cada vez masi será masi frequentes se não invertermos caminho, deste vez, um pormenor me ficara a ressoar das palavra no video, as hélices das turbinas eléctricas, como projectores negros, que não o são, são parecidos a projectores de cinema que geralmente são negros da rank strand, este era o sentido real da troca pela palavra, como referencia então a energia e ao evento feito pelas gentes da iluminação de cinema, os ventos e e distintas electricidade feitas pelas gentes de cinema, a ressoar numa antiga historia do small countries e small telivisions, aqui um dia no livro da vida contada, sobre suicídios e outros assuntos

Em bora fic sao , este u l t imo para g rafo da hi s tór ia, n cão t na to é o f ac to de d ep o is de ter de n ovo in vo cado a ira l n ad, com o ac on tec e ra na u l t ima v e z q ue o fi ze ra, ap a arc eu de n ovo o prime iro min si t ro i r lan de s, de sta v e zo caso é se ria, ma si uma ave z, com id a adul te ra da, com b ase nas ra ç o es, q ue e ra norma mali l iza da s, por as si m di ze r, q ue os quim micos n unc a o são, n emo s ester i id es, ac ab a ra a pala vaso do ra de relembra pela ene sima ave z q ue te mo s q ue al te r ar es t es h abit os al i men tar es e de pro du sao a g rico lo, p o is c ada ve z ma si se rá ma si fr e q u en t es se não in vertermos ca minho, de ste v z e z, um por m en or me fi cara a r esso ar das pal v ra no v id e o, as he l ice s das ti ur b ina s ele t rica s, com o pro ject tor es negros, q ue n cão o são, são par ce id os a pro e k jc tor es de ci n ema q ue ger primeira la que mente são negros da ra nk st ra anda, es te e ra o s en tid o rea l da t roca pe la pala vaso do ra, com o refer en cia en tao a ene r g ia e ao cv en to fe it o pe l as gene ts da i lu mina sao d c inema, os v en to ze e di s t on t as el e t ric id ad es f e i t as pe l as g en t es de cin ema, a r esso ar numa ant g a hi s tori ado sm al c on t rie es e sm al teli vi sio ns, aqui primeiro dia no di go t al iv ro da vida c on t ada, s ob re s u i c id io se o u t rosa s sun t os

Dos elementos semânticos desta fantasia emergem em correlação com os últimos elementos e visoes desveladas pela Palavra, o seguinte

Do s e lee mn to s s ema n tico s de sta fanta s ia e mer ge me m co r relaçao com os u l t imo s lee mn to ze vi s o es de s vela ada s pe l a Pala vaso ira ra, o se gun ni te, q u ase uma dec lina sao em k rip pt toni te, o use seja o q ue com bate o s up e r h ome mo al e mao, o ni t z che

Este castelo é símbolo, da imagem do clip da duffy, ou seja aponta ao universo sado masoquista, ante e reflectiu na imagem do tribunal em monsanto, seis tiros na parede com reflexos de oiro, tribunal de monsanto, que julga , ou melhor encapota os casos de abusos infantis com masi de vinte anos em portugal, ou seja o castelo é símbolo da id do sado masoquista, e consequentemente do abusador de crianças, carlos cruz, que tambem trás ou trouxe ligações com escolas iniciaticas na América, um banco, um bancário, ou um home que rouba um banco

Este castelo elo leo dez é se im b olo, da i mage m doc lup da d u ff delta, o use seja ap on tao da universo, sado maso q u ista, ante e r e for mula one e ct i un a i mage m do t rib un al em mon san to, se is t iro s na par de com r e for mula one e x os de o iro, t rib un al de monsanto, q ue j u l g a , o um me l h or en capo ota os c as os de ab us os in fan ti sc om mas id e vinte ano se em portu gal, o use seja o castelo é s im b olo da id do sado maso q u ista, e co nse q u en te que mente do ab v usa dor dec ria sn ç as carlos c ru z, q ue t am b em t rá s o u t ro ux e li g a ç o es com es co l as in i cia tica sn a am me erica


Brique, é tambem nome de embarcação usada por piratas, e não só em tempos idos, marinho, o da tv, da quatro, relaçao com espanha, onde agora foi substituído ou destituído o home que estava frente do grupo pelo outro, o responsável máximo do grupo de comunicação e media do psoe, os dois cavalos marinhos no barco, imagem recente relacionada com a charlize theron ou sej com a imagem que ela trazia, os tijolos da onda, os tijolos da onda gigante que forma então feitos com abusos infantis, assim parace ser o sentido de quem conta esta linha da confusão mundial, lock ness, o ligia do icep, e bandida associada da teresa e do ramon fon, com quem namora ou namorava, ou seja ligação com, Espanha e comunicação socialista espanhola, trazia um namorado por aquelas bandas, pois fora lá passar um natal, ou algo assim, por volta de dois mil, e a teresa em suas pseudo viagens disfarçadas, por lá terá tambem passado, menina a janela, pescadora, ligada a informações, e um home ra, um home dos serviços secretos ou das operações especiais, seal, ou congénere ou equivalente, numa das janelas, ou seja numa da janes do tarzan, de la, o que leva esta imagem tambem para américa, e para kennedy, pois muito a mina intuição tem sentido com a jaqueline sobre este assunto, e sendo que pela imagem do obama, que mostrava o anel doirado do telefone tipo air force one, ou seja decada de setenta, e portanto o sentido era que fora aberto a questão do assassinato de kennedy

Br rique, é t a m b em no me de em bar caçao usa ada por pi rata se en cão s ó em te mp o s id os, marinho, o da tv, da quatro, au di fernado soares da relaçao com espanha, mo onda agora fo, italia, s ub bt si t u id oo u de s titu id oo h ome q ue e stav a fr ente do g rupo p elo dez o u t ro, o r ep son s ave l max ino dog rupo de com un cic a sao e media do ps oe, os do is c ava l os marino sn no bar co, i mage m r e cente r e la cio n ada com a ch ar l ize the ron o use sej com a i mage m q ue el e t ra z ia, os ti j olo s da onda, os ti j olo es d onda giga gan te q ue forma en tao f e i t os com ab us os in fan ti s, as si m p ar ac e s ero s en t id ode q eu m conta e sta linha da c on fu sao mun dia l, lo ck ness, o ligia do icep, e ban dida as soci ada da teresa e do ramon fon, com q eu maior do namora, o pedro, o um ano rava, o use seja li g ac sao com, es penha e com uni caçao soci al ista es pan hola, t ra z ia primeiro namorado por au e l as ban da s, p o is f o ra l á p ass ar primeiro natal, o u al goa ss em, por vo l t ad e do is mi da ile primeira teresa em s ua s ps eu do s vi a g en s di s fr aça da s, por l á te rá t am b em p assa sado, me nina a jane la, pesa cado ra, li gada a in for mações, e um home ra, um h ome dos ser vi ç os sec r teo s o u das o pera ç o es e s pe cia is, sea l, o u c on genere o u e q u iva le mn te, nu uam das jane l as, o use seja n uma da jan es do t ra z an, de la, o q ue l eva e sta i mage m t am b em para am ar i ca, e para k en ne d y, p o is mui to a mina in t u i sao te m s en t id o com a j aqui da eu line s ob r e este as sun to, e s en do q ue pe la i mage m do ob ma, q ue mos t rava o ane l do ira dodo tele f ine t up o air f orce one, o use sej dec ad a de sete en t a, e porta n to o s en t id o e ra q ue f o ra ab e r to a q eu s tao do a sas do sin a to de kapa en ned delta force

Querida senhora, ando sempre com a senhora como se a trouxesse em meu colo, mais correcto dizer no colo de meu pensar, e ainda em transito recente, mais uma vez a senhora me apareceu sem aparecer, no seguimento das imagens na rocha conde de obidos, nada quero eu ou meu coraçao que de mal lhe aconteça a si e sua família, que como sabemos, tem sido imensamente sacrificada, e assim sinto tambem pela senhora como uma vontade de sempre a proteger

Q eu rid a s en hora, ando se mp rec om a s en hor ac omo sea t ru x ess e em me u c olo, maís co r rec to di ze r no c olo de m eu pen sar, e a inda em t ra n si to rec en te, ma si uma ave z a s em n hp ra me ap ar e c eu, se m ap a arc e r, no se gui men to das ima magne s na roc h ac conde onda de o b id os, n ada q eu ero eu o u me u cora sao q ue de m a ll he ac on te ç aa si e s ua f am milia, q ue c omo s abe emo s, te m s id o i m en sam mente s ax c rif i c ad a, e as si em sin tot am b em pe la s en hor ac omo uma von a t dede se mp rea por te ger

E depois vira de novo imagens das crianças na casa branca, dei com uma de seu irmão como que saindo debaixo da escrivaninha, como se tivesse a criança aberto finalmente o mistério, depois uma outra dele, onde pula ele na sala, a menina tambem lá está , assim me recordo, e ele parece que vai cair, ao fundo está ele mesmo debaixo das duas espadas , dois sabres cruzados, como uma tesoura sobre ele, mais uma vez me arrepiei ao ver esta foto, bem como uma outra dele como seu pai, e uma hera que se insinua por entre uma das colunas do que parecem ser as colunas de fora da sala, e ainda uma outro com um barco tipo apoio de pesca de bacalhau, de proa perpendicular, no que parece ser uma ilha deserta, com praia de seixos e pedras

E d ep o is v ira de n ovo i mage ns das c iran ç as na cas br anca, de i c om uma de s eu i r mao com o q ue sa indo de ba ix o da es c ra vin hi n h ac omo se t iv esse a c ria n ç a ab e r to final men n teo mis té rio, de p pi s uma o u t ra de le, onda pi da ila elena, o use sej, grecia e troia, s ala, am eni ina t am b em l á e stá , as si m me record oe el e par pata ce q ue eva i ca irao f un do e stá el e me s mo de ba ix o da s du as es padas , do is s a b r es c ruza ado s, com o uma te soura s ob reel e, maís uma ave z me ar r ep pi e pião ove r e sta f oto, b em c omo uma o u t ra de le c omo s eu pai, e uma her a quadrado do vaso do ess e in sin ua, por en t r e uma da sc co l un as do q ue par rece em se ra s co l un as de f o ra da s ala, e a inda uma o u t roco om primeiro barco t ip o ap oio de pesca de b aca l h au, de pr ro a p e rp rn di c u l ar, no q ue pa rc e ser primeira ilha de se rta, com p raia de se ix os e ped ra serpenet, talvez suecia ou por aí


Essa imagem dos sabres, me evocou no momento em que a vi, uma recente de uma vista de bush a um pais árabe, onde ele segurava um sabre de um xeique em sua mao assim em mesmo modo, com uma pele a tiracolo salvo erro de leopardo, fora esta visao das fotos de infância, mais ou menos no momento, em que depois de publicar meu ultimo texto maior, e de uma intervenção em video, bush, ficara muito em baixo, e numa entrevista no yahoo, o vi com sua senhora numa sala , com uma lareira ao fundo em tijolos e duas kundali africanas figuradas, como duas colunas, mas os pormenores desta visao serão abordados em maior detalhe mais a frente neste texto, assim espero

Ess a i mage m dos s ab r es, me evo co un o mo men to em q ue a vi, uma rec en te de uma v ista de b u sh a um pa is ar abe, pon de el e se g ur ava um s ab re de um x e i q ue em sio ua mao ass em e mm es mo modo, com da primeira do pele a tora c i lo s alvo e r ro de leo pardo, f o ra e sta vi s o es das f oto sd e in fan cia, ma si o u m en os no men tonto, em q ue d ep o is de pub l cia r m eu u l t imo ot e t x o ma i o red e uma inter v en ç º são em v id e o, bush, foca cara mui to em ba s ix o, en uma en t r e v ista no y a h oo, o vi com s ua s en h ro a nu am s ala , com uma l a rei ira ao f un do em ti j olo sed u as k un dali s a fr i canas figo r ada s, c omo du as co l un as, masos pro m en o r es de sta vi sao se ra o ab or dad os em maio r d eta l he mai s a fr en te nest e te x to, as si em es p ero

O seu perfume, bela menina de meu coraçao, ou melhor, um perfume, que de alguma forma me remeteu para seu universo, não sei bem se a si directamente ou em forma extensível a sua família e as mortes matadas que nela correm , fora primeiro um pequeno veleiro como um de sua família, com os símbolos do urso e da gaivota que vira em dia recente no cais, e depois no dia em que se desvelou a visao de horus, figurado com um casaco num dos últimos tres andares da casa amarela, com pequenas arvores de copa redonda em grande vasos, tambem nesse visao, fiquei a olhar, o bes e fora evidente a ligação, com Espanha, o que a visao veria a reforçar mais tarde , na imagem de um outro veleiro que já se encontra em grande parte detalhada acima , como sendo o segundo de espanha, relacionado com o horus que figurava naquela penthouse, a cas do medico de bengala, como agora mesmo me aparecia um senhor a mima-lo ali por bandas de alcantara, como acrescentando a ligação, ou melhor, a identificação,

O s eu pe rf u me, be la menina de m eu cora sao, o um el hor, um pe rf u me, q ue de al gum a forma me reme te u para s eu universo, n cão se ib em sea si di rec tamen mente te o ue m forma e x t en s iv el a s ua f a mila e as mo rte s mata da s q ue ne la co r rem , f o ra prime iro um pe q u en o ve le lei iro com o um de s ua f am mila, com os s im b olo s do ur s oe da gai v ota q ue vi r sa em dia rec en te n o cais, e d ep o is no dia em q ue se de s velo lou a visao de horus, figu r ado com um ca sac on um dos u l t imo s t r es anda r es da casa amarela, o cesar do monteiro, do com pe q u en as ar vo r es dec copa red don d a em g rande v as os, t am b em ness e visao, fi q eu ia olhar, o bes e f o ra e vi dente a li g ac sao, com es pe anha, o q ue a visao v e ria a r e f orça r maís t arde , na i mage m de umo u t rove e lito q ue j á se s en c on t ra em g rande p arte d eta alha ada ac ima, com o s en do o se gun do de es p anha, r e la cio n ado com o horus q ue figu rava na q eu la pen t au house, a cas do me di co de b en gala, com o agora me s mo me ap ar e cia um s en hor a m ima do traço ingles de dez ali por ban d as de al can tara, como ac es centa dn da li g ac sao, o um mel hor, a id en ti fi caçao,

O outro fio que ficara a vibrar nesse mesmo tempo, era de novo a senhora eu vira no chiado com a vesica lápis lazuli, a apanhar sol, e uma coluna do ff no jornal dos bandidos, que dava conta do conhecimento oficial, por assim dizer, e ainda uma outra senhora que depois aparecera no jornal, a bettina, ou seja um mesmo semelhante arquétipo entre as duas senhoras, na forma como eu as vejo, em plano físico, e um entendimento da bettina e de seu dizer, que depois adquiria um outro significado relatado, ao que se acrescento, o que digo num dos últimos vídeos, sobre as claras semelhanças entre métodos nazis e os que se viveram nesta ultima guerra protagonizados pelas foças do seu pais, ou sej é me masi que evidente, que um livro da altura da segunda guerra terá sido levado para a América, que provavelmente uma copia se encontra tambem em londres, daí a historia das duas escrivaninhas, e de um escutado recente, no espirito que dizia, que o livro voltara de novo à santa fé, o que agora parece indicar ter sido só uma cobertura, ou então que mais de dois exemplares, dele existem, e que esses rituais terao sido usados na morte de seu pai

O outro fio q ue fi cara a v ib r ar ness e me s mo t mp o, e ra de n ova s en hor a eu v ira no chi ado com ave isca l a p i s la zuli, a ap anha r sol, e uma co l un a do ff no jo rn al dos ban dido s, q ue d ava conta do doc on he cie mn to o fi cia l, por as si w em di ze rea inda uma o u t ra s en hor a q ue d ep o is ap ar e cera no jo rn al, a bet t ina, o use seja um me ms o semem l h ante arque t ip o en t rea s du as s en hor as, na forma com o eu as vejo, em p l ano f isi sico, e um en t en de i men to da bet t ina e de s eu di ze r, q ue d ep o is ad q u iria um o u t ro sig gn ni fi cado r e la td o, ao q ue se ac r es cento, o q ue di g on um dos u l t imos v id e os, s ob rea s clara s semem l h ança s en t re met o dos na z is e os q ue se v iv e rm ne sta u l y t ima guerra pro ota g oni z ado s pe l as focas do s eu pa is, o use sej é traço da inglesa me masi sic q ue e vi dente , q ue um l iv ro da al tua da se gun da guerra te rá s id o l eva ado para a am mer cia, q ue pro ova ave l mente uma co pi am se en c on t ar t am b em e m l on dr es, dao ó a hi s tori ad as du as es c r eva n unha sed e um es c ut ado rec en te, no es pei rito q ue di z ia, q ue o l iv r iv ola t ra de n ova o a s an t a fé, o q ue agora pa rc e on dica r te r s id o s ó uma co be rr ur a, o u en tao q ue masi de do ia s e x e mp la s 4 es, de le e xis te me q ue ess es ritu a si te rao s id o usa ado sn am orte de s eu pai

Pa gina sessenta e cinco sec são primeiro de sessenta e cinco do bar do rá de sessenta e seis, em seth circulo maior angulo oitavo, col sessenta e sete

Pa gina se s en ta e c inc o sec são p rimi e o r de se see en t a e cic o do bar do rá de se ss en ta e se is, em seth circulo maior angulo oitavo, col se s senta e see t

Depois de la ter estado nessa tarde na rocha conde de obidos, dias passados, poucos ouvi pelo espírito que seria filha do sultão, mas mais não ouvi, fiquei a pensar se aquela casa seria dela ou com ela relacionada, e me subiu a memória uma rapariga que um tempo por aqui na air luxor apareceu, que desenhava barcos egípcios, e com quem eu tive o privilegio de conversar duas ou tres vezes, pouco depois se dava o escândalo do bpn, onde pontifica um home que com um empréstimo manhoso comprou ao que parece a air luxor, aqui sediada na rua

D ep o is de la t r e estado ness a t arde na rocha conde de o bid os, dias p ass sado s, p o u cos o u vi p elo dez es pe rito q ue s ria fil h ado sul tao, mas maís n cão o u vi, fi q eu ia en sar sea q u le cas se ria de la o u com e la r e la cio n ada, e me s ub o ua me mor ia uma ra pa rig a q ue um te mp o por aqui na air lux o r ap ar rece u, q ue de s en h ava bar ca s e g ip cia se cm q eu m eu t iv e o p rib vil e gi ode c on versar du as o u t r es v e ze s, p o u co d ep o is sed ava o es can d olo do bp pn, onda ponti fi ca um h ome q ue com um e mp r es t imo man h os o com p roi ao q ue par rece a air luz x or, aqui sed dia iad ana rua

Ah senhora , que dilema seu aqui me chegou, ficar a frente da câmara de nova yorque ou ir para as nações unidas, meu coraçao me disse, que mais importante seria estar na casa das nações, pois aí há muito a fazer, mas pressentiu ele tambem que muito gosta de nova yorque que é uma imensa cidade do mundo, e portanto muito trará tambem para fazer, hoje davam conta as noticias, que ficaria como senadora, mas nem sei bem ainda a que fazer, se bem que não goste de política, é muito boa naquilo que faz e deverá faze-la, se em fim, não se chatear muito a aturar nas vezes bandidos

A h s en hor a , q ue di l ema s eu aqui me che g o u, fi cara fr ente da ca mara de n v a y o ir q e o u ir para as n aço es un id as, me u cora ç º sao me d iss e, q ue ema si imo i rta ante se ria e star na c asa das na ç o es, p o isa í h á mui to a f az e r, mas pr ess en ti u el e t am b em q ue mui togo sta de n ova y o ir q ue q ue é uma i mn es ac id ad e do mundo, e pro t anto mui to t ra rá t am b em ap ra f az e r, h oje d ava am conta as not i cas, q ue fi caria c omo sena dora, ma s n em se ib ema inda a q ue f az e r, se b em q ue n cão g os te de poli tica, é mui to boa na q u i lo q ue f az e d eve rá f az e do traço ingles de la, se en fi ima, n cão se c h a tear mui to a at ur ar nas v e ze s ban dido serpente

Pá g ina se s en ta se seis sec são primeiro sessenta e seis do ra do rá de sessenta e oito, em dez ase is da gula do vi primeiro cir umo maior, cm, angulo vinte e tres col t riad o do sex to

finalizando a analise do caderno onde está escrita uma das versões da principio da historia de ostande, na pagina anterior ao texto, propriamente dito, diversos desenhos, onde leio circulo da direita do quadrado do rectângulo como uma janela, com outro circulo atravessado por um seta para cima virado com uma vela por cima de uma sofá como um telefone anos setenta para cima virado , o auscultador, mas que é um sofá, e uma mesinha que sai de frente como uma asa, a lembra agora as camas do air force one, depois uma lata da coca cola cheia de traços em circulos como caracóis, e em cima dois triângulos em posição como para trás e para a rente num comando, noticias da rua , a greve geral do dia doze, dois carros, um de adulto e o que parece um d elvira, ou um modelo ford, quatro cilindros de uma maquina de impressão, ou seja de um jornal, de um homem de cabelos negros em popa, como se usava em setenta, oitenta e barba com uma vesica prismática pro debaixo do olho direito, que parece olhar um pedal de um bicicleta a cremalheira e a roda de transmissão e uma corrente em semi arco, de uma canoa tipo india, com um cone ao lado deitado e furado, e por baixo dele ainda um conjunto de cilindros com estrias ou dentado, o primeiro que se unem por outros veios a mais tres, como fazendo um vaso metálico deitado, misto tubo de escapes, direcção de actores, trabalhos de ensaio colectivos, indicações, assenta no texto da historia o olho prismático em Bruxelas, portanto alguém com a cidade relacionado

Fina f ina italiano, l iza ando a ana lise do cade r no onda e stá e x rita uma das v e r s o es da pr inc ip pi o da hi s tor ia de os t ande, na pa gim mna nat e iro ao te x to, pro pei ra mn te dito, d iv e r s os de s en ho s, onda lei o circulo da direita do quadrado do rec tan g uk dez com o uma jane la, com o u t ro circulo at rav ess ad por um s eta para c ima v irado com uma v e la por c ima de uma s o fá como um tele f one anos set en tap para c ima v irado , o asu cu l ta dor, masque é um s o fá, e uma me sin h a q ue s a id e fr ente como uma asa, a l em bra agora as cam as do air f orce one, d ep o is uma lata da coca c ola che ia de t ra s ç oe em cir cu l s c omo cara co is, e em c ima do is t rian gula dez a em pod siç º sao cm mo para t ra se para a r en te num co man do not i cias da rua , a g r eve ger al do dia do ze, do is cart os, um de ad u l to e o q ue pa rece um d el v ira, ou um mode elo dez ford, q au r ro c i lin dr os de uma ma q un ad e i mp press sao, o use seja de um jo rn al, de um h ome cd e cab elo dez s negros em pop ac omo se usa ava em set en at, o it en at e barba com uma ave isca pr is mat i ca pro de ba ix o do olho di r e to, q ue pa rece ol h ar um ped al de um bic i c l tea ac r ema le hira e a roda de t ra s ni ss ia e uma co rr en te em s emi a roc, de uma can o a t ip o india, com um c one ao l ado de it ado e f ur ado, e por ba ix o de lea inda um c on j un to de ci l in ro sc om es t ria s o u d en t ado, o prime iro q ue se un em por o u t ros v e i s o ana si tres, com ova z en do um v as o meta lico de it ado, mis to t ub o de esca p es, di ire rec ç a id e ac tor es, t ra b l a h os de en sa io cole ct iv s, indica caçoes, assenta no oe t x to da h si tor ia o olho pr is mat ico em br ux e l as, s ar e gn top ot ran to al g ue com a cidade r e la cio n ado

Os duas peças tipo es cp es, apontam, auto estrada e rails, ou seja rai primeira serpente

Decalco os pontes das figuras obre o texto e obtenho

No sofá, ou seja o leito da cama

Os r e lo gui os in sis te m a fi r mar, ter para ado, j ar l eva inglesa me prime ira em ravessa prim eira, o kief, k ue f presente o dia es pr e gui ante teve en do q ue a fonte do se ua porta en vi dr aç ada q ue e stá ab e rta, o use sej relaçao com o ac id e dn dente da te do avi º sao s ob re l on dr es q ue f o i at rio ub bud di a l ib ia

O h acento do universo, massa o do os do betão,

Ainda no desenho do sofá se ve, na mesa de apoio, com o complemento do texto e não só, uma hélice deitada de vapor, ou seja dos furacões, onze, hélice na vaso do pavão, a terra, vapor, ou seja dos tremores e do vulcão, vulcano, no japao

A inda no de s en ho do s o fa ´ s eve, na mesa de ap oio, com o co mp le men to do te x to en cão s ó, uma he le cie de it ada de vapor, o use seja dos f ur ac o es, on ze, he l ice na v as o do p ava o p avio

Os t ina gula dez opostos do c rc u dez super iro da coca cola, aponta que liberta ainda a dor mir, cem ma delta es tufa, d es per t ad dor da estufa tura d en p la centa dos min na viagem nocturna, chopin, ou seja matança na escola

O carro grande no cento do p en eu, tem um x, que corresponde ao texto, imagina, ou sej ital ina, os porto, q eu circulo disco, o carro pequenino, que pode ser uma criança, vi g es ima em mp porta

A c r ema le hira, que é uma perfeita cruz templaria anka, iria de ostande maís o te u amigo j aco delta com masi um traço em bruxelas, a corrente em s emi arco aponta vangelis, ou seja grecia,

Os rolos impressa 4 s sores, os carros a passar, ou sej acidentes nas estradas, , o cone c ile in dr o ab e r to, ao simca, o use seja o anel fr anc es,

As quatros peças ligadas entre si, ostande bea titi u de, é pon de defini são seis salpica aqui e ac ass ob ia rato de encontro in flu en cia anda os n eu ro ni do é mimi t ad a poe r rai v e z sica serpente

Pa gina sessenta e nove sec são primeiro de sessenta e nove do bar do rá de setenta em onze vi gula da estrela cm de muitos ângulos quim ze col treze

Na pagina seguinte os seguintes poemas,

Perdido na noite
Desaguo em ti
Ancoro no porto do teu sorriso
E a repousar protejo-me
Das tempestades
Venho de longe, das terras sem razão
E procuro o teu amor
Tenho frio, aquece-me com o teu hálito

O nascimento da sexualidade,

Estava Deus e adao entretidos a completar o puzzle que seria , eva, disse Deus a adao, fla t a, falta uma peça entre as pernas, pelos vistos perdeu-se, não está na caixa, respondeu adao, não faz mal que eu encho-a

I
A contra folhas de amendoeira
A esperar outonos melhores
Por aqui vou ficando à
Espera que as portas se abram
Flutuarei em direcção à saída
.. foi tudo um sonho mau, direi então
só que é um pesadelo que não quero esquecer por completo
gostava de imaginar-me já do lado de fora a pensar
cá dentro
roi-me ânsia de saber o que serei, o que nós seremos depois
no fim desta estrada que volta sempre ao principio

II, cruz apostolo

Pássaro alentejano
A voar por cima
Dos telhados geométricos
Da cidade branca
queres com o teu piar
Semear a cor da ilusão
Que nos encadeará de fantasias
Asas da evasão para fugir ao ser
Ficar desejo, só

I A contra f o l j as de amendoeira A es pera aro ro u tun os mel hor es Por aqui v o u fi can do à Es pera q ue as portas se abram
Flu tua rei em di rec sao a à s aida .. f o it u do um son ho m au, di rei en tao s ó q ue é um pesa d elo dez q ue n cão q eu ero es q eu ce rp por co mp l e to g os t ava de ima gina r do traço inglesa me já d o l ado de f o ra a pen sar c á den t ro roi do traço da inglesa me e sia de s ab ero q ue se rei, o q ue nó s ser emo s d ep o is no fi m de sta es t r ada q ue vo la t se mp rea o p rin cip i o

II, cruz ap s oto dez P ass aro al en te j ano A vo ar por c ima
Dos tel h ado s geo met rico sd a cidade branca guedes com o te u pi ar S ema ra a cor da i l u usa são Q ue nos enca dea rá de fanta si as A sas da eva sao pr a f u gi ra o ser Fi car desejo, s ó

Ora aqui temos dois pr es net es, masi um dado da queda da ponte de entre rios, e a cruz do a ps oto dez, ou seja de um dos padres, provavelmente , a primeira e ts r l ado lys de duas estrelas, que está na linha do II cruz anka a ps oto lo

As minhas notas no meu caderno prosseguiam com uma navegação a partir de uma imagem d blog da rosa, que me levara as seguinte informações, cruz un h, un gato câncer oxford university m farmácia com pound escolas, a doutrina secreta nascida na russia na noite das feiticeiras, que aqui não seria tanto a noite das feiticeira russas de então do tempo da senhora, mas de uma outra noite que se reflectira nos acontecimentos na russia, cruz un serpente decima , ou dec ima x arte kapa rata do isco h cruz tp, a tp, ser arch delta f lo traço ingles angulo da cruz superior do lado esquerdo, serpente circulo em ft to gg le dezoito ft cop, maior igual mass ft te e vaso cruz forte aspirina, a spi rin azo x delta net u indu sed ab e ra nt cry , g rito pt foci for mat tio em home de colon, circulo do forte do mice, o rato, e os ratos, os homens de colon, em madrid, a rara ch use o f duo dena angulo os st s argento, ob st ruc ct tio em home sein sterr, strett taipes, taiwan, onze, circulo do trinat e um, b, oitenta e cinco, circulo do onze do medico, terceiro bp do ponto do segundo angulo dez vaso sexto, serpente do pot com do bar do ra do home treze ol un sessenta e oito sexto vaso do bar do ra das ss circulo do seth e fc x ki do bar do rá seis as cn circulo bar do ra do van vaso primeira duplo nono kapa da primeiro coluna da estrela, un de r z to sc core quadrado x vaso bar do rá da serpente quatrocentos, brasil, mais cem, b lava da cruz sky masi homem bp masi quadrado jpg

As min h as n ota s no me u cade r no por ss e gui iam com uma n ave g ac sao a par ti de uma i mage m d b lo g da rosa, q ue mel eva ra as se gui n te in for mações, cruz un h, un g a ti can ce r o x ford uni ver sity m farmácia com pound es c ola s, ad o u t rina da secreta da sc cida na russia na noite da s fe it ti ce iras, q ue a1qui n cão se ria t anto ano i e da s feist ericeira rus sas de en tao do te mp o da s en hor am a s de uma o u t ra no it e q ue se r efe e l ct ira no s caco on tec ie mn t os na ru s sie, cruz un serpente dec ima , ou dec ima x arte d kapa rat ap do isco h cruz t p, a tp, ser arch delta f lo traço ingles angulo da c ur z superior do lado esquerdo, serpente circulo em ft to gg le dez o i te ft cop, maior igual mass ft te e vaso cruz forte as spi rina spi rin azo x delta net u indu sed ab e ra nt cry , g rito pt foci for mat tio em home de colon, cir u c lo do forte do mice, o rato, e os ratos, os homens de colon, em madrid, a rara ch use o f duo dena am gula dez os st s a ger m to, ob st ruc ct tio em home sein sterr, strett tao p es, ta i w n, onze, circulo do trinat e um, b, oitenta e cinco, circulo do onze do medico, t rece iro bp do ponto do segundo ang i lo dez vaso sexto, serpente do pot com do bar do ra do home treze ol un se s sena t e o it o sex to vaso do bar do ra das ss circulo do seth e fc x ki do bar do rá seis as cn circulo bar do ra do van vaso primeira duplo nono kapa da prime iro ac ol un a da estrela, un de r z to sc core q ua dr do x vaso bar do rá da serpente q au t ric en to s, br i l, mais cem, b lava da cruz sky masi homem bp masi q ua dr as o dj pg

Maite, o anel da vesica da Maite, santana dharma, ou a dharma do santana, helmo per ro vaso n p do maquis , anarquista, com um bouque de rosas, no druzo serpente se mi arco da energia, bhagvada gita, o olho de kapila

Mai teo ane la da ave isi sica da mai te, santana dharma, o ua d h arma do santana, h elmo per ro v as oo n p maquis , ana r q u ista, com primeiro bo u q ue de rosas, no dr u zo serpente se mia arco da ene r g ia, b h a g v ada gita, o olho de kapila, da pap ilha

ericeira, regina, llansol


O bhagvad gita aparecera na montra de uma antiga livraria em frente as esplanadas dos chiado no final de tarde em que os bandidos que me trazem raptado o filho, no seguimento de uma meia frase do general petraus, que dissera, era melhor existirem negociações, e a teresa me apareceu sentada na esplanada da brasileira e depois apareceu assim um indio com uma pastinha tipo solicitador, nesse dia ficou marcado nessa livraria, o tremor de terra, o próximo, `duas luas atras , acontecimentos dessa estranha tarde, a serem ainda descritos em maior pormenor

Ob h a g v ad gita ap arc e ra na mon t ra de uma ant i gal iv ra ria em fr ente as es pe l ana da s d os chiado no fina l de t arde em q ue os bandidos q ue me t ra ze m ra pt ado o fil h on o se gui men to de uma mei a fr ase do g ene ra l pet ra us, q ue di ss e ra, e ra mel hor e x it iram n ego cia cie sea teresa me a ap rc eu s en t ada na es pe l ana dada v be rai l sie ra e d ep o is ap ar e c eu as si em um indio com uma p as tinha t ip o sol i cita r dor, ness e dia fi co u ma rca ado ness a l iv ra ria, o t r emo s de 3 terra, o pro x imo, `du as ua s at ra s , ac e on tec i em n t os de s sa es t r anha tara de, a ss e r m a inda de sc ritos em am mai iro pro men ro r

Depois o bum na india, rice dava a primeira chave ainda em londres, e depois na chegada à india, a bandeira ingles em angulo dispostas, trazia a trave horizontal da primeira de suas duas cruzes, inclinada e as que com ela fazem a vertical, desenhavam dois prismas, que apontavam como bico a trave que deveria ser a horizontal, assim se deduzia pela parte da bandeira que se via, rice com casco tipo confederado duas linhas de botões verticais tres a tres, dava o jogo das cores, pb, e o microfone, era como caule de uma planta negra que subia entre as duas linhas de tres botões brancos, e ficava ao lado do que se apresentava em cima na fiada direita de frente, ou seja o terceiro circulo elevado da esquerda

D ep o is o b um na india, rice d ava a prime ira ch ave a inda em l on dr es, e d ep o is na che g ada à india, a bandeira ingles em angulo dez di s post as, t ra z ia a t rave h ori son t al da prime ira de s ua s du as c ru z es, inc l ina ada e as q ue com e la f az ema v e rt i c al, de s en h ava am do is pr is mas, q ue ap on t ava am com o bico a t r ave q ue d eve ria ser a h ori zon t al, as si m se dedo z ia pe la p arte da bandeira q ue se v ia, rice com ca sc o t ip o c on fed e r ado du as l in h as de n o to es v e r t i ca s i t r es a t r es, d ava o jo g das co r es, pb, e o mic ro f one, e ra com o c au le de um ap l anta en g ra q ue s u bia en t rea s du as l ina s h de t r es b oto es br anc os, e fi c ava ao l ado do que se ap r es en t ava em c ima na fia ada di rei t a de fe rn te, o use seja o te rc e iro cir irc uk lo dez el eva ado da es q ue rda

A linha do microfone ligava a linha desenhada por dois land rover na chegada a india, quando lá foi apagar o fogo, uma passadeira vermelha que sai do aviao e fazia como que um angulo de noventa graus relativa aos dois land rover que partiam pb, era o jogo de suas cores, um pb invertido, passadeira vermelha, verde , azul, na imagem do socrates e da puta da educação e ainda um terceiro, de lado em diagonal, com a mesma sombra do semelhante microfone, que entrava no cabelo daquela que se diz ministra da educação, ss, como a dizer o gancho da garra do bico, acabara eu de publicar sobre a Adriana, e o espirito logo me dera o complemento, o dia do x maior em noventa e dois, a duvida ficara em relaçao a quem, a minha pessoa, ou um x geral ,para ser o maior, e quem o teria feito, ou melhor, através de quem o teria sido feito, a Adriana, a Maite, a torloni, ou o Washington, provavelmente este ultimo via cristina coutinho e provavelmente com a implicação de santana que trás ligação com esta gente, ou ainda o pedro rolo duarte, visto ter sido o namorado que se seguiu

A linha do mic rof one lia g ava a linha de s en h a da por do is land r ove r s na che gada a india, q ua ando l á f o i ap a garo f ogo, uma p ass ad e ira vermelha q ue sa id o avia zo e f az ia com o q ue um angulo de n ove en t a ger us r e la t iva aos do is land rove r s q ue pa rita am pb, e ra o j ogo de s u as co r es, um pb in vertido, p ass ad e ira vermelha, verde , azul, na i meg gn hi men do socrates e da puta da eu dc caçao e a inda um te rec e iro, de l ado em dia g on al, com o am es ma s om br ado semem l h ante mic rof one, q ue en t rava no cab elo dez da q eu la q ue se di z min si t ra da edu dç sao, ss, com o a di ze ero gancho da garra do bico, ac ab a ra eu de pub l i c ra s ob rea ad riana, e o es pei rito l ogo me de ra o c om p l em en to, o dia do x mai ro em n ove en ta e do si, a d u v id a fi cara em relaçao a q eu ema mina h p esso a, o uu m x ger al , op a ra s ero mai iro, e q u emo te ria fe i to, o u mel hor at rav es de q ue emo te ria s id o f e i to, a ad riana, o mai te, a tor l oni, o u o w as h in gt on, pro ova ave le que mente e te t u l imo v ia cristina co u tim n h oe pro ova ave le mente com a i mp li caçao de s na tan q ue t ra s li g ac sao dc om e sta gente

No comercio de alcantara a puta do equador, dandy, com ligações ao moniz e a biel portuguesa, e a gaby e muitos outros, como o fernado soares, sobre quem espirito me desvelou ser um dos que alimenta via crakers, esta pandilha sobre o que vejo ou não vejo, e o que escrevo, antes de publicar, numa foto pretendia dar a seguinte leitura, bill gates, em nome da Microsoft, dava a noticia conta depois, de ter avançado para processar salvo erro trinta e quatro destes bandidos, depois do meu video, que disso mesmo falava, obrigado e bem haja

No co mer cio de al can tara a puta do equador, d q andy, com li g a ç o es ao moniz e a biel portu gi e sa, e a g ab y e mu it os o u t ros, com oo fernado soares, s ob re q eu m es pi rito me de s velo lou ser um dos q ue al i men ta v ia c rac cc ck e r s, e sta pan di da ilha s ob reo q ue vejo o un cão vejo, e o q ue es c r evo, nat es de pub li car, n uma f oto pr e t en dia da ra se g ui n te lei tura,

Gato do circulo onze pet tit it serpente do vinte e oito , a sombra do olho direito, com a imagem do caderno da prisão, em oitenta e tres, estrela home da cruz ml, mrpp, x vermelho da madeira do grupo do seta de lamego burro, quatro dedos miudinho sobre o plástico capa vermelha transparente do grupo da elevação do cubo tato cd www ge pet titi on com bar do rá do circulo vita azul e branco, sendo que um semelhante dossier se figurava sobre o cesto do picnic da colecção das gravuras do dn, que aparecera no video em forma inclinada, no segundo , salvo erro assim de memória, sobre o castelo, como uma cunha vermelha

G a ot do cir cu ll o onze pet tit it serpente do vinte e oito , a s om b r a do olho direito, com a imagem do cade r na da pr isa o, em oitenta e tres, estrela home da cruz ml, mrpp, x vermelho da am de ira dog rupo do s eta de lamego b ur co, quatro dedos m id dn din h o s ob reo p l as tico c ap a ve r me l h a t ra sn parente, nbp, do g rup o da el eva sao do cubo tato cd www ge pet titi on com bar do rá do circulo vita azul e branco, s en do q ue um semem l h ante do ss sie r se figu rava s ob reo ce ts to do pi cn inc da cole c sao das g rav ur as do dn, q ue ap ar e cera no v id e o em forma in nc l ina ada, no se gun do , s alvo e r ro as si em de mne mor ia, s ob reo castelo, como uma c un h a ve verme l h a

Depois se dera o acidente com o autocarro

Lá estava o segundo eco da mesma alta cruz que aparecera associado ao enterro do rabi judeu que estava na india e que fora morto na sinagoga, na merda pré anunciado pelo Diogo, best ao serviço do cu dos ps da cultura e não só, com gerências várias em tetaro nacionais a troco das lambidelas, no cuidado com a lingua, sobre palavras judaicas, como abrahadabra, em véspera do atentado na india e da morte de mais um judeu

L á e stav a o se gun do e co da me s ma al t ac ru z q ue ap arc e ra as soci ado ao en te r ro do ra bi ju d eu q eu e es stva ana india e q ue f o ra mor to na sin a goa, na me rda pr é e un cia ado p elo dez di o g o, be st ao ser vi ç o do cu dos ps da c u l t ur rta en cão só, com ger en cia s v árias em t eta ro na cio na isa t roco da s l am bid e l as, no cu id ado com a lin g ua, s ob re pala vaso do ra s ju d aica s, c omo ab ra h ad ab ra, em v es pera do at en t ad dna india e da mor te de mais um ju d eu

É visível na porta do autocarro, que fico meio saído da estrada, sendo que no eixo da porta de entrada e saída, estava um murinho que ficou exactamente ao meio, como um murinho onde se pode caminhar em alturas elevadas de preferencia com pesos, para não cair, como se faz no circo, os elementos da porta desenham a cruz, nas cores do autocarro francês, vermelho, branco azul, o piston do triângulo dentro do circulo, vide referencia do desenho da figura associado a outro programa do filho do apv, pap, tambem em véspera, já qui abordado, a consubstanciar que o cio foi montado em forma planificada, dois segmentos, quatro linhas no piston, ou sej no falo com coca, sai uma lamina da cambota azul, n do ponto do duzentos e cinco lor d elo c ur serpente pares celso do ferrer, dos bom bom serpente do problema na falha dos travões, ou sej de uma das vezes que contra mim atentaram no geres, com a queda do crx numa ponte a chegar a braga, as cores rosa e negro nas traves da porta do autocarro

É v isi v el na porta do au t oca carro, q ue fi co mei o sa id o da e t rada, s en do q ue no e ix o da por rat de en t r ada e sa id a, e stav a um mu rin h o q ue fi co u ri gira que mente ao mei o, com o um m u rin h o onda se p ode ca mina h r em al tura s ele eva ada s de pr efe ren cia com dos pesos, para n cão ca irc omo se f az no cir co, os el em en tod primeira porta de senha ham da manha da primeira cruz, nas co r es do auto carro fr anc es, verme l ho, branco az u l, o pi s ton do t r ian gula dez d en t rod o circulo, vide r efe ren cia do de s en ho da figu ra as soci ado a outro por g rama do fi l ho do apv, pap, t am b em eve es pera, j á qui ab o rda dad o, a co ns u b stan cia r q ue o cio f o i mon t ado em forma p l ani fi c ada, do is se g men to s, q ua t ro linhas no pi s ton, o use sej no falo com coca, sai uma la mina da com ab bota az u l n do ponto do du z en to ze cin n co lor d elo c ur serpente par es celso do d ferrer, dos bom b om serpente do pro b l ema na fla h ad os t rav o es, o use sej de uma das v e ze s q ue c on t ra mim a t en ny tar am no geres, com a q eu da do c r x nu am ponte a che gara braga, as cor es rosa e negro nas t rav es da porta do auto carro

Ambulância cruz primeira do ente s mat mar martinho do porto, pat aias e valado frades auto estrado oito, do infinito, joaquim do clérigo, sn, circulo o set homem terceiro da estrela, a mesma marca de novo, a assinatura se estendeu, num acidente com um tir em que desenhou um perfeito angulo, com a cabine a sugerir um harmónio, ou um fole, angulo da cunha da tvi, a 8 linha oeste com ge boi serpente

Am bula lan cia da cruz prime ira do ente s mat mar ma tinho do porto, pat aias e va l ado do frades, o pedro, auto es t ra do oito, do infinito, joaquim do c ler i g o, sn, c irc u l o do set homem terceiro da estrela, a me s ma m a rca de n ovo, a as sin at tura se est en de u, n uma c id dente com um tir em que de s en ho u um pe rf e i to angula dez, com a cb ine a s u ge i rum h ar moni o, o u primeiro do fole do f ole, angula dez da cunha da tvi, a 8 linha oeste com ge boi serpente

En te rata par ren tesis cabo do pitt da es te rata par e ren te sis do cabo do martin all star nhl, mil cento e um, ou prime iro dos jogos de casa, santa casa pouco santa nas vezes, do cento e um ganes, games, detroit red wing, boston br vaso e ns Chicago black hawks abda vancouver can uk s as mass sun sin s un gm o oi t en ta , es t r e la fa in ts kan set se ix to t rec e iro do t aço de set e n at e nove iv em ph il es posi to k en h o dg ge f u ds tan f ile ds

Primeiro da dupla coluna co cop ps, riff raf forte em primeiro poker game w he re doll ars cem mi l chan, china, ged h na ds sheriff and sheriff a ps oto lo serpente poke fr u ll ame na sis to pr o u ine,

Indu cruz ux primeiro de oitenta e quatro, do ponto do q ua t ro ze one on one, w ut h ford ceo e ford stori E, igual k serpente top bbc ne ws branco e verm l h a, dn bc e c x c lu s iv e dea ad born, o nado morto, o circulo da onda preto e branco vam n da w dn t rec e iro st r ike dos wind shi, ship e l ds, ou seja de uma imagem antiga numa conferencia de bush na cas branca, que pareciam o filme da f am milia que ac omo p anha a mig raçao dos patos, em sas, asas deltas, de sl t as

Co o ki es peter f ami l y fr e s h fr om the bat at as bararas terceiro de noventa e ni ove do eggs, dos ovos negros, gi ft caro z free gás cogumelos , sopa, o vermelho dor tomates cozinheiro, drop at the eat cebola da primeira da fp tv, porto, rtp, da linha de ataque

Bush hi g h lu gt homem ts te rr hi g h s anda lo ws final da us rotário, duas molas como dois trovões, um traingulo de fogo aberto sobre o símbolo dos cornos, primeiro do traço no semi circulo do delta

Life after president

Uma estranha doença corre nos corações de alguns aí do outro lado do rio, sempre vós tiveram dedo rápido e nervoso miudinho para o gatilho, sem o contraponto do luky luke, que disparava mais rápido que a própria sombra, sublinhe-se, própria sombra, que fura a vedação onde a sua sombra está projectada, antes mesmo da sombra sacar, depois veio a winchester, como o nome indica espingarda de repetição, não acerta na primeira continua a disparar, e agora a sua versão moderna das armas que tem que acabar, as de fragmentação, chumbo para o todo o raio do racio dos pepinos financeiros de constancios e companhias, se atira em grosso e se espera que se acerte, má forma sangrenta de encontrar as feras, primeiro, se apanha o rastro, depois se vai aproximando pé ante pé e cercando-a se vai fechando o perímetro, quando se a ve, então de certeza é ela, e aí sim, de resto, na ausência, calma e perseverança, para depois não se irem aldeias inteiras cheias de meninos, a conta de um, que afinal era fantasma, melhor dizendo, que não estava lá

Uam e ts ar n h ad o ença co rr en os cora ç o es de al gun sa id oo u t ro l ado do rio, se mp r e vo s t iv vera e ram dedo ra ap s oto lo da serpente pido en nervos para do circulo do gat da ilho, d ep o is veio a w in chester e agora a s ua vera do circulo da moderna da s armas q ue te m q ue ac ab ar, as de fr a g men taçao, ch um bo para oto do o reo do ra cio dos pepe ino s fina ce iro s de co ns tan cios e com p anhi as, se at ira em g rosso e se es pera q ue se ac e rte, má forma san g ren ta de en c on t ra as fe ra s, prime iro se ap anho o rastro, d ep o ise eva i a pr o x iam n do p é ante p é e ce r ser can dodo traço da inglesa a se v a i fe ch ando o per i metro, q u ando sea ave, en tao de ce rte z a é e la, e aí si m, de r es ton a s ua en cia, c al ma e per serve r ança, para d ep o is n cão se iram al deia s in te iras che ia s de me nino s, a conta de um, q ue a fi n al e ra fantas sm a, mel hor di ze dn o, q ue n cão e stav a l á

Querido senhor, como dizia um rapaz que aqui escreve sobre filmes, de cujas letras eu gosto, dizia ele do filme w do olivier stone, que no seu todo, não fizera ele um retracto de si, como homem implacável e o supremo mau da fita, e assim tambem sempre o continua a crer meu coraçao, à imagem desse filme, ou melhor do que li sobre ele, pois ainda não o vi, vi só o trailer, mas mesmo nele reconheci, algumas estranhas semelhanças, se tal se pudesse dizer, ou pudesse um ser a outro dizer, como por exemplo não fechar a porta da casa de banho, para não parar de namorar com sua amada, tambem eu já assim fiz muitas vezes, depois me lembrei de um video que vi sobre o senhor, que andava na net, antes do o senhor ser presidente, e ali estava o senhor fluente e rápido a falar do que seriam os objectivos da vossa política, educação e coisas assim boas e úteis, e eu ia alucinando de mansinho, pois me reconhecia naquela forma de falar e naquelas ideias, até na forma como estavam articuladas, e me disse, este rapaz, enviou alguns espiões aqui, naquela altura, ressoava em mim uma linha escutada há muito tempo, que falava de um encontro e de uma colaboração com salvo erro o met, que teria que ter sido cega em relaçao aos sues objectivos, ou algo assim, ou seja, provavelmente alguém que eu aqui recebera e com quem falara do que devia ser as linhas políticas de que o mundo na altura necessitava, depois no final, aquilo torcia em grande a porca, pois aparecia uma psiquiatra que dizia que o senhor teria demência precoce, e passavam então imagens do senhor a falar em forma gaga, e a meter os pés pelas maos , naquelas formas que as vezes até serviram o humor e os humoristas, e lhe granjearam tambem um certo grau certo de compaixão, o filme creio que fará como afirmação base, que no fundo, no fundo, o senhor não se encontrava preparado para o cargo que desempenhou,

Querido s en hor, com o di z ia um r ap az q ue aqui es c r eve s ob r e f i l mes, dec u j as letra s eu g os to, di z ia e le do fil me w do ol iv i e r stone, q ue no s eu to sd o, n cão fi ze ra el e um r e t rato de si, com o h ome i mp la c ave leo supremo m au da fita, e as si em t am b em se mp reo conti n ua ac r e r m eu cora sao, à i mage m de ss e fi l me, o um el hor do q ue li s ob reel e, p o is au un da n cão o vi, vi s ó o t rai ler, ma s me s mo ne le rec on he ci, al gum as es t r anha s semem l h ança s, se t al se p u de ss se di ze ero u o u de ss e um se ra outro di ze rc omo por e x em ç lo n cão f ac h ar a pao rat da c asa de ban h o, para n cão para r de namora rc om s ua am ad a, t am be e u j á as si m fi z mui t as v e ze s, d ep o is me l em br rei de um v id e o q ue vi s ob reo s en hor, q ue and dv ana net, ant es do o s en hor ser pr e s id dente, e al i est avo o an hor glu en te e rá pido a f al r do q ue se r iam os ob ject iv os da v os sa p l it i ca, edu c ç aa oe co ia s as si em boa se u te ise eu ia al u cina ado de man sin h o, p o is me rec on he cia naquela forma de f ar m na q eu l as id e ia s, a té na forma com o est ava am art i cu lada se me di s se, este ra ap z, envi o u al g u ns es pi o es aqui, na q eu la al tura, r esso ava em mim uma linha es cut ada h á mui to te mp l, q ue f ala v a de um e mc on t ro e de uma c ola bora sao com s alvo e r ro o met , o ual g o as si m, o use seja pro ova ave le mn te al gume q ue eu aqui rec e be ra e com q eu m f aç a ra do q ue d eve ia ser 4 as l ina h s poli tica s de q eu o om un do na al tura ne c ess iat ava, d ep o is no fi n al, aquilo tor cia em g ra de ap o rca, p o is ap arc e ia uma psi q u iat ra q ue di z ia q ue os en hor te ria de men cia pr e co cee p ass ava am e t n ao i mag e ns do s en hor a f al ra em forma gaga, e a met reo s pé s pe l as mao s , na q eu l as formas q ue as v e ze s a té ser v iram o h um o reo s h umo r ista se l he g ra anje a ram tt am ne m um ce r to g r au ce rt ode co mp paixão, o fil me c rei o q ue fa rá com o a fr i maçao b ase, q ue no f un do, no f un do, o s en hor n cão se en c on t rava pr epa r ado para o c s r g o q ue de s e mp en h o u,

Depois calhou o senhor e sua bela esposa aparecer logo após eu ter publicado o video, onde a zanga mostrou sua face, depois de mais uma matança desta vez na india, a responsabilidade que ali dirimo, não é só sua, como é obvio, e crê meu coraçao como sempre o disse e antes escrevi que tambem o senhor fora manipulado sobre a guerra , mas tal tambem não desdita os factos que se conhecem, de qualquer forma vi-o assim com ar muito abatido logo depois, e meu coraçao então se entristeceu, na imagem assim li o que me mostrou

D ep o is c al h o u o s en hor e s ua be la es posa ap a recer l ogo ap os eu te rp ub li cado o v id e o, onda a z an ga mos t ro us ua face, d ep o is de maís uma mat ança de sta ave z na india, a r es posa bil id ad e q ue al i di rim on cão é s ó s ua, com o é ob iv oe c r em e i u cora sao com o se mp reo di s see ant es e sc r e vi q ue t am b em o s en hor f o ra m ani ip u lado s ob rea guerra , mas t al tam be n cão de s dita os f ac to s q ue se c on he cem, de q ual q eu r forma vi do traço ingles do circulo onze as si em com ar mui to a bat id o l ogo d ep o ise me u cora sao en tao se en t r es tic eu, na iam h ge mass si m li o q ue me mos t ro u

Na fotografia da lareira, a vesica equivalente ao meu móvel de cerejeira onde estão os senhores dentro da caixas que falam , e tambem referencia aos tres porquinhos, e a imagem fechada da av eua aqui em lisboa, a vesica do móvel, como imagem de personagem do corto maltês, os tijolos a volta da lareira , bruma Afeganistão, e dois varões como duas colunas do templo de cada lado do fogo da lareira do tal castelo, que deveria ser então do cardeal de roma, ou de italia, ligado ao cerejeira, um outro da rua do cardeal cadela, aqui deste burgo, as colunas como cobras kundali, um bocado a imagem e semelhança da vareta que vira em dia recente na calçada do livramento ao pé da churrasqueira dos frangos ao lado do peugeot francês de prata, duas velas vermelhas, cadeira da harpa, semi colcheia, referencia a escala sobre a imagem da cobra da ilha da casa da inteligência, descrita recentemente, da pre visao da queda das torres, s emi colcheia , o primeiro das notas, que adquire tambem o sentido do dinheiro, de quem pagou, performance fr rom om big terceiro parker, exe circulo serpente could spell do quadrado maior om, preto o pássaro dentro de um vaso duplo que se encaixa como logo citroen, condutor , preto capitol, w it homem clubs , os tacos de golfe, gi sexto ib son, presume-se outro, equivalente ao qu esse espelhou nas prisões americanas nesta ultima guerra, quand da descoberta dos abusos e enxovalhos sexuais, que por sua vez reforça a semelhança com os antigos métodos dos nazis na guerra de quarenta, e um desenho no meu caderno que parece falar de uma retorta , um vaso e um rectângulo como uma regua, sem marcas, que servirá para bater , ou será símbolo maçónico, podendo então se ler da retorta do vaso da regua, que é tambem norte de portugal, ou sej , ol local da nota e o local do om maior

Na f oto g raf fia ia da l ar eira, a ave sica e ki iva do lente ao me eu m ove l de cere je ira onda es tao os s en hor es d en t roda ca ix as q ue f al lam alan , e ta m be r efe ren cia aos t r es por quin h os, sea i mage m e c g h ada da av eua aqui em lisboa, a ve sica do m ove l, com o i mage m de per son a ge m doc do corto, o m al t es, os ti j olo sa avo l t ad a l ar eira , br uma af gn is tao, e do is v aro es com o du as co l un as do te mp lo dec ada l ado do f ogo da l ar eira do t al castelo, q ue d eve ria ser en tao do car do deal de roma, o u de italia, li gado ao ce r je ira, um outro c r de la aqui de ste burgo, as c l un as com o co br as k un dali, um b oca do a i mage me semem l h ança da v ar e t q ue v ira em dia rec cn t e na calçada do l iv ram n te ao p é da ch ur rr as q u ira do s fr ang os ao l ado do p eu ge ot fr anc es de p rata, du as v e l as verme l h as, cade ira da h ar ap a, s emi ci l ch ia, r e fr en cia a es cala se ob rea i mage m da cobra da ilha da c asa da intel i g en cia, de sc rita rec en te mn te, da pre visao da q eu dada s tor r es, s emi co l che ia , o prime iro das n ota s, q ue ad q u ire t am b em o s en t id o do din he rio, de q eu m pa g o u, pre fi rm anc e fr rom om big t rec e iro p ar k e rex e circulo serpente co u l d s pe ll do quadrado maior om, preto o p ass aro d en t ro de um vaso du p lo q ue se en caixa com o l ogo ci t ro en, condo ot , pr e to ca apit pit o l, w it homem c l ub s , os t aco s de gol fe, gi sex to ib son, pr es um e do traço da inglesa se outro, e q u iva lente ao q u ess e es pe l h o un as pr is o es am a e ric ana s ne sta u l t ima guerra, q u and da de sc o berta dos ab us os e en x ova alhos sex ua is, q ue por s ua ave z r e f orça a semem l h ança com os ant i g os met o do s do s na z is na guerra de q ua ren ta, e um de s en h on om eu cade r no q ue pa rec f ala r de uma r teo rta , um v as o e um rec tan gula dez c omo da primeira da regua, se m ma rca s, q ue s r iv ira para bate ero te u se rá s im b olo m ac oni co, pod en do antao se da ler da r e t o rta do v as o da regua, q ue é t am b em norte de portu gal, o use sej , o ll oca l da n ota e o l ocal do om maio rato

E de seguida aparecia masi uma informação sobre bari, recentemente de novo entrado em texto anterior, assim dizia bari, infecção mg m seis segundo, hepatite viral infection is not c lea da ar do conti do moni tor, gato ft homem do liver, fígado, figaro, opera, f un ct tio em is indica car red, estrela do bar do rá de noventa e dois, pat tie en ts quadrado de oitenta e um, fe male cento e onze male, mage, ou seja infecção passada num cigarro ao que parece,

E de sg da guida ap ar e cia masi uma in for maçao so br e bari, rec en te mn gt e d en ove en t ra sd o em te x to ante rio, as si em di z ia bari, in fe cristina coutinho, sao mg m seis se gun do, he pat tite, tita, v ira al in fe ct tio ni is serpente do not tc circulo da lea da ar do conti do moni tor, gato ft homem do liver, fi gado, figaro, opera, f un ct tio em is indica car red, est rea l do bar do rá de noventa e dois, pat tie en ts q au dr ado de oitenta e um, fe male cento e onze male, mage,

O meu video publicado trazia em si os seguintes el em n ros, sessenta e nove, do circulo do sexto m b, mega byte, da mordedura do mega, primeiro do segundo circulo do vinte e seis , primeiro do segundo circulo do vinte e oito, circulo do terceiro, e as primeiras notas da analise do seu conte u do indica can, dedo indicador na te mp o ra esquerda, pat das ilhas, a cunha vermelha, ou seja a cunha de sangue, o falo com per serva t iv o, prime iro do infinito deitado de cinquenta e tres, sá do ab aba ado no ove m n bro vinte nove do se h g un dodo duplo circulo do oitavo, dois me ile oito

Duas contagens numéricas são no video referidas, uma no inicio e outra no fim sobre as pêras, ou seja sobre meninas, a primeira é estrela de setenta e oito me do vento, viver, ind traço ingles restaurante, e segunda cinco, estrela, quarenta e dois, ou seja , a estrela do quadrado do segundo , um outro numero está errado, dois mil euros, o tal carro eléctrico com flores como girassóis, de altura de leiria, o home deverá ter falado em dois mil contos , ou por aí, então parece ser este numero , o inicial de reduzir a duzentos, apontando a conta de madrid, ou aquele que depois aconteceu na india, como o mesmo numero de mortos, pois quase aos duzentos a contagem tambem chegou, a acentuar a circulariedade e relaçao entre os dois eventos, ou uma mesma mao neles, quim ze dias, quin ze w anus di dias, táximetro, taxi e metro, porto e metro, cinco, quatro tres, contagem decrescente

Du as da conta do circulo em tage ns numérica serpente são no v id e o refer id as, uma no i ni cio e o u t ra ano fi ms s ob rea s pêras, o use seja s ob re me nina sa prime ira é estrela de see tt en t a e oito me do v en to, viver, ind traço ingles r es t aura n tee se gun da c inc o, estrela, quarenta e do is, o use seja , a estrela do quadrado do segundo , um outro numero está errado, dois mil euros, o t al carro el e t rc cio com flor es com o g ira ss o is, de al tura de lei iria, o h ome d eve rá te r f ala ado em do is mi l contos, o up por rai acento, en tao pa rc e ser este n um ero , o in ni c i l , o do quadrado do segundo, de red u z ira du z en to s, ap on t ando a conta de madrid, o ua q eu le q ue d ep o is acontece un a india, com o om em ms on um ero de mortos, p o is q u ase aos du z en to sa conta tage em t am b em che g o ua ac en tua ra cir cu la rie dad ee relaçao en t reo s do is eve en to s, , o uu ma me s ma mao nel es, quim ze dias, quin ze w anus di dias, t ax i metro, taxi e metro, porto e metro, cinco, quatro tres, conta tage em dec r es c en te

O pinho aparecera com cara de pau e cheio de t re je tio sa f al ra nas minas al en tejo anas das pi rite tot es

O bandido que se diz ser bastonário da ordem dos advogados

E o cabrão do marinho, depois de interpelado aqui em directo da televisão ouro sobre azul, apareceu num telejornal numa conferencia a partir de um hotel ali pelas bandas do marques de pombal, promovido pelo grupo cedes, e veio com uma manha, que masi uma vez atesta da sua pouca coragem e frontalidade a dirimir estes assuntos, presumo, eu, a falta de melhor, que seria como que uma resposta em diagonal, a seríssima acusação que em justeza lhe fiz e fiz a ordem dos advogados, quem sabe mesmo se a incriminar outrem , no usuário negocio da compra e venda e aluguer de almas, por favores vários avariados

E o c abrao do marin h o, d ep o is de int r ep el ado aqui em di rec to da te lei sao o ur os ob rea z u l, a ap rec eu num tele jo rn al n uma c on feren cia a par tir de um h ot el al ip el as das bandas do marques de pombal, pro omo v id o p elo dez g rupo ced es, e veio com da primeira manha, q ue masi uma ave z a testa da s ua po i ca cora ge me fr ron tali dad e a di rim mir est es as sun to s, pr ess umo, eu, a fla ra de mel hor, q ue se ria com o q ue uma r es posta em dia g on l aa ase rr isi ima ac usa sao q ue em j us te ja le he fi ze fi za ordem dos advogados, q eu ms abe, o sabe, me s mo sea inc rimi n ar o u t rem , no usu sir iro negocio da co mp ra e v en da e al u g eu r de alma s, pro f avo r es v aria s ava ria ado s

Vinha o bandido corrupto e fora da lei, falar pela enésima vez do financiamento dos partidos políticos e portugal e de como assim se compravam os favores depois das eleições

Vinha do circ uk o do bandido co rr up pt oe f o ra da lei, f ala r pe la eni sm ave z do fina n cia mn to dos par t id os poli to ze portu gal e de com o as si em se co mp rava am os f avo r es d ep o is das e lei ç o es

Eu continuaria a me espantar, se não conhecesse esta cantiga desde sempre , a mesma conversa, mas se os que se dizem ser advogados, bem como os representantes da eli, nada fazem, como poderia ser distinto, com a agravante de este senhor me irritar supinamente, pois diz sempre ou quase sempre o acertado, e depois e comporta como um bandido, a desvelar sua verdadeira natureza de hipócrita,

Eu conti nu aria a me es p antar, se n cão c on he c esse e sta can ti g ad es de se mp rea me sam c on versa, masse os q ue se di ze m ser ad vo gados, b em com o os r ep r es neta ant es da eli, n ada f az em, c omo p ode ria ser di s tinto, com aa g rava ante de este s en hor me i r rit ar s u pina que mente, p o is di z se mp reo u q u ase se mp reo ac e rta ado, e d ep o ise comporta cm o primeiro bandido, a de s vela ar s ua verde de ira nat ur e za de h ip o, do hipo doc circulo da rita,

E depois é sempre o mesma treta situacionista relativamente a estas matérias, o diagnostico, masi que feito e bem feito, a assembleia a ultima vez que mexeu na lei, ao arrepio do que muitos disseram , eu tambem, ainda mais lodo criou em torno desta questão, como poderia ser distinto se o próprio sistema é corrupto em seu todo e em muitas das suas partes e de como os tribunais, neste caso nem mesmo o constitucional, tambem não intervém, a repor a lei, ou obrigar ao cumprimento da lei, a fazer prova cabal, tambem neste domínio, como vao vergados aos poderes de corrupção

E d ep o is é se mp reo me s ma t r eta si tua cio ni sta r e la t iva que mente a e sta s mat é ria s, o dia gnóstico, masi q ue f e i to e b em f e i to, a ass em b leia a u l t ima ave z q ue me x eu na lei, ao ar r ep pi o do q ue mui to s di ss e ram , eu t am b em, a inda maís lodo c rio ue m torno de sta q eu s tao, com o p ode ria ser di s tinto se o pr ó p rio sis t ema é co rr u pt o em s eu todo e em muitas das ua s p art es e dec omo os t rin b un asi, nest e caso ne mm es mo o c on s titu i cio n al, t am b em n cão un te r v ema r ep o ra lei, ou ob ria g ar ao cu mp rim en to da lei, a f az e r p rova ca bal, t am b em nest e do mini o, com ova vao vera g d os ao s p ode r es de co rr up sao

O que a assembleia mais uma vez fez, foi blindar esta sensível matéria para a boa saúde das democracias, e tentar masi uma vez misturar alhos com bugalhos, pois o principio da lei diz, que os partidos podem ser financiados, e geralmente nos estudos que trazem, estão previstas as quotas e outras doações como aquela do tal francisco leite da capelo do rego, e ainda são financiados pelo bolso de todos nós em função dos resultados eleitorais e dos actos eleitorais

O q ue a as se m be lia ma si uma ave zorro de fez, f o ib linda ar e sta s en s ive l mat é ria para a boa s au de da s demo c rac ia se t en t rama si uma ave z mis tura r a l h os com b u g alho s, p o is o p rin cip i o da lei di z, q ue os par t id os p ode em ser fina cia ado se ger a l m nete nos es t u to s q ue t ra ze m, est º cao pr e v ista sas q ua to as e o u t ra s do aç o es com o a q eu la do t al fr anc isco ca p elo dez do rego, e a inda são fina cia ado s p elo dez bo l s ode todos nós em f un sao dos r e sul t ado s e lei t rai ise das v ota ç o es

E depois vem os tais donativos que levam as contrapartidas, por parte das empresas, por cima ou por debaixo da lei, sendo que uma mesa trás sempre um tampo e espaço por debaixo dele, pois assim sempre funcionaram, ou seja a solução, visto que cada um deve por lei da liberdade fazer o que quer com o seu próprio dinheiro, quanto ele é alguma vez próprio, é que ele seja feito por cima da mesa, e sendo que mesmo que a lei assim o diga, se poderá sempre fazer por baixo, ou seja, os financiamentos, para serem controlados, deverão começar por ser controlados na própria contabilidade das auditorias externas, do tribunal de contas, que sempre desvelaram em portugal erros nas contas de todos, friso todos, os partidos políticos e cruzados com as contabilidade das empresas, e por cima disto, um chapéu, ou seja um montante máximo, no sentido de salvaguardar , uns perante os outro, ou seja, que a diferenciação entre uns e outros, não se torne abismal, para que não se de o caso de um só partido, poder por exemplo comprar trinta minutos diários nos media para fazer uma campanha, e outro nem ter dinheiro para pagar um anuncio, em suma, como tudo quanto masi as claras se for, nesta e em outras matérias, mais fácil é sempre o controlo e as conclusões, e o impedimento de contrapartidas, depois de eleições em função de financiamentos privilegiados, acordados ou dados nestas condições

E d ep o is v emo s tais dona t iv os q ue l eva am as c on t ra par t id as, por p arte das em presas, por c ima ou por de ba ix o da lei, s en do q ue uma mesa t ra s se mp r e um t am po e es paço por de ba ix o de le, p o is as si em se mp r e f un c i ina ram, o use seja a sol u sao, vi s to q ue c ada um d eve por lei da liber dade f az ero q ue q e u rc om o s eu pro p rio don he iro, é q ue el e seja f e i to por c ima da mesa, e s en do q ue me s mo q ue a lei as si em mo di g as e p ode rá se mp r e f az e rp por ba ix o, o use seja os fina cia men to s, para se rem c on t rola ado s, d eve ra o com eça rp o r ser c on t rola ado s na pr ip ria c on t ab bil id ad e da s au di tor ia s e x te rn as, do t rib un al de c on t as, q ue se mp r e de s vela ram em portu gal e rr os nas c on t as de todos, fr is o todos, os par t id os poli tico se c ruza ado sc om as c on t ab bil id a de das e mp r es sas, e por c ima di s to, um ch ap eu, o use sej um mon t ante máximo, no s en t id ode s al v a g ua ra r , un s pe ra n teo s o u t ro, o use seja, q ue a di feren cia sao en t re uns e o u t ro sn cão se tor ne bi sm al, para q ue n cão sede do circulo do caso, o maluco, de um s ó p art id o, p ode r p o r e x e mp dez co mp r ar t rin tam ino t os dia rio as nos media para f az e r uma cam p anha, e o u t ro one m t r e din he i to para ap a gar um anu n cio, em s uma, com o t u do q ua anto ma s ia s claras se for, ne sta e em o u t ra s mat é ria s, maís f ac i l é se mp reo c on t rolo e as c on c lu s o es, e o i mp e di e mn to de c on t ra par t id as, d ep o is de e lei ç o es em f un sao de fina cia men t os pr iv e ligia do s, ac o rda do s o u dad os ne sta s condi ç o es

Desta vez o senhor marinho, falava pela enésima vez na questão sem que a ordem ao que parece tenha conseguido alguma vez em termos práticos contribuir para a solução do problema, e depois lá pôs de permeio a tal bucha, que não há almoços rápidos, acabara eu de interpelar um dos homens da igreja católica apostólica romana e colunista no jornal dos bandidos , o dn, sobre uma imagem do espirito que me desvelara o seu envolvimento no rapto e acto de tortura de meu filho, e ali estava marinho a falar sem falar de um outro, tambem professor da católica, o cesar, e somando então o financiamento dos partidos e partindo do conhecimento das ligações do joao das neves , ao psd, então se insinuava a ligação da corrupção nos tribunais e nas ordens, nomeadamente a dele, a dos advogados, ser feita ou melhor ter sido operada pelos partidos através de dinheiro sujo, ou seja dos tais financiamentos ilegais, como se prova, demasiado graves as afirmações para puderem ser feitas assim em termos e jeitos de diagonal de insinuação,

De sta ave zo s en hor marin ho , f ala ava pe la en es ima ave z na q eu s tao se m q ue a ordem ao q ue pa rec t en h ac on se guido al gum ave z em te r mo s pr a tico s c on t ib u i r para a sol u sao do pro b l ema, e d ep o is l á p ô sd e per mei o at al b u c h a, q ue n cão h á al moços rá pido s, ac ab a ra eu de inter pe l ar rum dos h om en s da i h g r e j ac cat o l ica a p os to l i ca romana e co l un ista no jo rn al dos bandidos , o dn, s ob r e uma i mage m do es pi rito q ue me de s vela lara os eu en volvi men to no rato e ac to de tor tura de me u fil h oe al i est ava oma marin h o a f al r se m f a lar de um o u t ro, t am b em pro f esso r da cat o lica, o cesar, e s oman do en tao o fina cia men to dos par t id os e par t indo do c on he cie mn t y o da s li g a ç o es do joao das n eve s , ao psd, en tao se in sin ua ava a li g ac sao da co rr up sao no s t rib un asi en as ordens, noe ema damen te a de lea do s advogados, ser fe it tao u mel hor ter s id o opera da p elo dez s pat t id os at rav es de din he iro s u jo, o use seja do s tais fina cia men t os ile gai sc omo se pr ova, de ema si ado g rav es as a fi mações para p u de rem ser fe i t as ass si em e m te r mose je it os de dia g on al de in sin ua sao,

por isso masi um vez lhe pergunto senhor marinho, está o senhor a dizer que a corrupção no desvio da correspondência minha sobre esta assunto de meu filho, bem como junto à sua secretária pessoal, que visa entre outras matérias exigir que a ordem cumpra a sua própria ordem que é possibilitar a um cidadão apresentar queixa contra advogados corruptos, independentemente de serem da comissão de honra do senhor bandido e corrupto mario soares, e portanto trazer tambem ligação ao partido socialista, que é o direito que me tem sido sistematicamente pela ordem negado?

por iss oma si um v e s z l he per gun to s en h ro marinho, e stá o s en hor a di ze r q ue a co rr up sao no de s vi o da co rr es pond en cia min h a s ob re e sta as s un to de m eu fil ho, b em c omo j un to à s ua secreta do acento na ria p esso al, q ue visa en t reo u t ra s mat é ria s e x i gi r q ue a ordem cu mp ra as ua pro p ria ordem q ue é p os si ib bil tar a um cida dao ap r es ne w t ra q u e ix ac on t ra ad vo gados co rr up pt os, independente mn te de se rem da com miss sao de h on ra do s en hor bandido e cir r up to do mario soares, e pr t anto t ra ze r t am b em li g ac sao ao p art id o soci al ista, q ue é o do circulo de direito q ue me te m s id o sis t ema tica m nete pe l a ordem ne gado do ponto da foice

ou insinua ainda e cumulativamente que este actos de corrupção que se deram na ordem de advogados, em correlação com os tais financiamentos ilegais, tem ainda a ver com o assunto antigo da minha prisão na decada de oitenta , através do pires de lima, e portanto através do portas e tambem de eventual dinheiro dos chamados partidos do bloco central, que foram assim pagos alguns para me prenderem, com base em conjunto de outras acusações que nunca forma nos tribunais dirimidas, como a eventual acusação e condenação pelo assassínio de sá carneiro, como forma de escamotear a s culpas dos verdadeiramente culpados, e encontrando assim um bode expiatório?!

O u in sin ua a inda e com mula t iva que mente q ue este ac to s de co rr up sao q ue se d e ram na ordem de ad vo gás os, em co o relaçao com os tais fina c iman t os ile gai s, te m a inda ave rc om o as sun t y o ant i g o da min h a pr isa on a decada de o i t en ta , at rav es do pi r es de lima, e porta n to at rav es do portas e t am b em de eve en tua l din he iro dos c h amado s parti do s do b l oco c en t r al, q ue foram as si em pagos al g u ns para me pr en de rem, com v b ase em c on j un to de o u t ra s c usa ç o es q ue n unc a forma nos t rib un asi di rim id as, com o a eve en tua l ac usa sao e conde dena sao pelo as sas sin ni ode sá carneiro com o forma de esca m o tear a s cu l p as dos v e rda de ira que mente cu l pado s, e en c on t r ando as si em um b ode e x pe iat ó rio do ponto da foice da ser ep n te eta c rav d ano chao

E agora vem insinuar o que, em concreto e em forma exacta, que o senhor joao cesar das neves é o bandido que produziu tais actos de corrupção, pois mesmo que o seja, deverá então o senhor tomar as previdências com vista a instaurar os normais processos internos na ordem e apresentar tambem queixa à policia por impedimento de salvaguarda , do respeito e da prossecução da actividades que a própria ordem de advogados tem e trás previsto,

Ega o ra rave em in sin u ar o q ue, em c on creta e em forma e x ac ta, q ue o s en hor jo as do cesar das neves é o bandido q ue pro du z i u tais ac to s dec o r rup sao, p o is m es mo q ue o seja, d eve rá en tao o s en hor t y on ar a as pr e vi den cia sc om v ista a i ns t aura ros n b o r mais pro c ess o ao ine t reno s na ordem e ap r es net ra t am b em q u ix aa poli cia por i mp e di men to de s al v a gui a rda , do r es pei to e da pr 4 esso cu sao da ct iv id ad es q ue ap rop ria or d en de ad vo gás os te me t ra s pr e v is to,

E por fim, assim sendo ou não, porque razão o senhor não repôs ainda a ordem? Porque é que a ordem de advogados ainda não contactou comigo e repôs a legalidade?

E por fi massi em s en do un cão, por q ue ra z º cao o s en h ro não r ep os a inda a ordem da foice por q ue é q ue a ordem de ad vo g a ds os a inda n cão c on t ac to u co mig oe r ep posa le gali dade foice

Vou leva-lo como representante da ordem dos advogados ao tribunal penal internacional por sonegar os direitos de queixa a um cidadão e a um pai e participar desta forma solidariamente por aparente omissão, no acto de rapto de uma criança e de cobertura de actos de tortura sobre ele, seja homem, não seja verme, nao seja bandido, respeite as leis e as suas próprias leis da ordem que diz representar!

Vo u l eva do traço ong l es dez com o r ep r es net ante da ordem dos ad vo gados ao t rib un al p en al inter rn cio nl por son ega r os di rei t os de q eu ix a a um cida dao e au m pai e par ti cip ar de sta forma sol id aria que mente por ap ar en te om miss sao, mno ac to de ra to de um criança e de co be r tura de ac to sd e tir u t as ob reel e, seja h om em, n cão seja verme, mne seja bandido, r es pei te as lei sea ss ua s pro p ria s o lei as da ordem q ue di z r ep r es net ar da s eta c rava ada ano cha circulo

E de igual modo os advogados que participaram nesta conjura, bem como o representante da ordem dos médicos pelo mesmo crime de omissão e ausência de resposta perante a queixa apresentada de acordo com o que regula pelas leis a própria ordem

E de i u gal modo os ad vo gados q ue par ti cip aram ne sta c on jura, b em com oo r ep r es net ante da ordem dos mé di cos p elo dez me s mo c r um me de om iss sao e asu s en cia de r es ps ota pe ra n te ki aqui da u ix a ap r es en t ada de ac o r do com o q ue r e gula pe l as leis a pro p ria ordem

Depois chegaram as aguas a veneza, a praça do leao, a mais alta altura de chuva e inundação jamais vista na cidade sobre o mar, depois de eu ter falado da holanda, e das diques e da forma como os holandeses conquistaram a terra ao mar, através de moinhos de vento, processo simples, sem ferir, o corpo, assim dizem as palavras, um surfista skiava nas aguas puxado por o que seria um barco, joe alho, veneza, joe bernardo, Veneza. Mr ripley, agua pelo joelho em veneza, assim se decomponha o texto da noticia naq1ueilo que ela desvelava

D ep o is ch ega gara ram as aguas a v ene za , a pr çado lea o, a maís al t a al tura de ch uva e im nu da ç º cao j am asi vi sta ana cidade s ob reo mar, d ep o is de eu te r f ala ado da h ola lan da, e da s di q u es, pric, e da forma com o os h ola lan dez es c on qui st aram a te r ra a omar, at rav es de mo in h os de v en to, pro c ess o s simples, se m fe r iro corp o, as si em di ze m as a p al v ra s, um s ur rf ista s kia ava nas aguas p ux ado por o que s ria um bar co, joe al h ove en e za, joe be rn ard o, v eve za. Mr rip op da ley, agua pe lao joe l h oe em v ene za, as si m se dec om p on h a o te x to da no tic ia na q 1 eu i lo q ue e la de es vela ava

As fotos do yahoo, assim mais falavam, sobre este e outras pontas do mesmo geral assunto, ring tailoed , lemur electric we at her no japan mon key centre inuyama aichi perfecture, en te rata par ren tesis s tate em te rata par ren te sis, central japan cauda de castor maçónico, pb, o gato preto no muro ontem punha assim as orelhas como o lemur, o mesmo gato que caíra, para amanhã com andor, o mesmo gato que em dia recente tentava apanhar as folhas sopradas pelo vento com a pata pa gina, uma gota de perfume tornou ali a condensar-se no tempo de um cheirar, era semelhante a outro que tinha sentido na casa fernado pessoa, quando do encontro com a partipim, as paginas tantas, aparecera um cheiro gota no fundo da sala, demasiado concentrado num só ponto, como se costuma manifestar, e depois desapareceu, era um perfume masi florido do que o outro que sentira no jardim da parada, de fragrância masi agressiva, como um bouquet mais aberto, forte demais para a minha sensibilidade, se o continuasse a sentir ficaria logo com dor de cabeça, os lemurs com frio se encostavam a um aquecedor eléctrico tipo anos cinquenta como um radiador de uma carro antigo, a ecoar, no acidente da carrinha dos miúdos, a vareta do radiador, o surf do haiti, cem metros duas pancadas ouvi, do warp, da contracção espaço tempo, no túnel da onda

As f oto s do y a h oo, as si em maís f ala ava vam am, s ob re este e o u t ra s pontas do me s mo ger al as sun to, ring tao lo ed , le m ur s el e ct ric we at her no j ap an mo n key c en t re ino nu y ama ai chi pe rf e c ture, en te rata par ren tesis s tate em te rata par ren te sis, c en t r al japan c auda de castor moa c oni nico, pb, o gato pr e to no m ur o on te m p unha as sima serpente do orelhas com o ole em ur, o me s mo gato q ue ca ira, para a am manha com do andor, o me s mo gato q ue em dia rec en te t en t ava a p ana h ar as fo l h as s o pr da s p elo dez v en to com a pata pa gina, uma g ota de pr f um me tor no u a li a c on de sar do traço d inglesa se no te mp ode um che ira r, e ra semem l a h n te a o u t ro q ue tinha s en t id o na casa fernado pessoa, q u ando do en c on t ro com a par tipi ema s pa gina s t ana t as, ap aa rc e ra um che iro g ota no f un do da s ala, d ema sis do c on c en t r ado n um s ó ponto, com o se c is t uma m ani festa ts ra re de pp is de sapa rece u, e ra um pe rf u me masi flor id o do q ue oo u t ro q ue z s en t ira no jardim da para ada, de fa ra gan cia ma si a grés sic v ac omo um bo u q eu t ab e r to, f orte d emi mia s para a min h a s en si bil i d ad e m se o conti n ua asse a s en tir fi caria l ogo dc om dor de cab eça, os l em ur sc om fr rio se en c os stav am a um a q eu cedro el e ct rico t ip o ano s cin q u en t a com o um ra dia ad ro de uma carro a ant i goa e coa r, no ac acido id dente da car rinha dos mu id os, a v ar eta do ra dia dor, o s ur rf do h a it ti, c em metros du as p anca da s o u vi, do w ar rp, da c on t raçao es paço te mp on o t une l da onda

S argento deitado para a esquerda setenta e cinco do traço do cem, Led , lc, angulo cd, não tem rá di circulo primara garra do tigres, cm castelo branco, juntas do castelo, roupa laranja no estendal da rua espirito santo , a vera do louro, o papagaio, o bd, fendas cavalos cimento, a do traingulo de fogo do mocho, duas semi arcada de tigres tigre

S argento deitado para a esquerda setenta e cinco do traço do cem, Led , lc, angulo cd, não tem rá di circulo primara garra do tigres, cm castelo branco, j un t as do cas telo, ro up a ar anja no es t en d al da rua es pi rito s ant o , ave vera do louro, o pap a gaio, o bd, fenda s c ava lo dez sci men to, a do t rai n g u ll de f ogo do mocho, du as s emi arca ada de ti grés tir r eti ge torre

Vénus top left, and Júpiter top rigth, e circulo do crescente, smiley effect captived a sis monday, nigth dec vinte e dois duplo circulo do oitavo, se via um sorriso com uma linha de luzes que masi parecia um código morse, ou um código digital, pandora sing star abba do traço da pub

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Depois a lua aparecia assim como um prato de satélite e os dois planetas por debaixo, como fazendo com ela um traingulo ponto dc cruz rio in t hi serpente quim ze sec onda do time e x p os ur e , made fr rom serpente ted man, do ponto nc em en ll and saw serpente the moon co mp le tely c over rato da ave en us

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O gato spi n k, relaçao, ac e lara dor de par tic u l as , buraco negro e virgin

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Mo ba i india t a j ma h al la bi rin to, na adele mi e pp in pn eu pb comandante fe rr az anta rt tica sta tio n,

A bandeira referida como pavilhão de cla medieval japonês na guerra, no meu ultimo texto, aparecia enquadrado em cima de um chapéu de chuva negro como semi circulo na manifestação, cerco dos professores ao ministério cinco de outubro, como a dizer que um dos cla da guerra que me movem seria dali, certamente que sim a atender a brilhante senhora que diz ser ministra da educação, mas que é na realidade como provado, terrorista

A bandeira refer id ac omo do pavilhão de cla media ava l j ap one z na guerra, ap arc cc ceia en quadra ado em c ima de um ch ap eu de ch uva ne g ro c omo s emi circulo na m ani fest sao, ce rc o dos pro f esso r es ao mini s te rio c inc o de outubro, com o a di ze r q ue um dos cla da guerra q ue me m ove em se ria dali, ce r t manet q ue se ima at en de ra br ilha ante s en hor a q ue di z ser mini s t ra da edu caçao, mas q u ee é na r e la id ad e c omo pr ova ado, te rr o r ista

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Obama , anele de ouro no tele f ne da air force one fla c ka lex cruz, ros le hp pm e t in en

Emanuelle, a cadeira de verga, a imagem de hermes, si mp l y red, o bardo, vareta gn ac cio del v all e es d ego lado num lago gel a dp, eva green ch ave, s y bi ll a m ad rid sala dino, es q u i lo a corre da t r ra br paul alex rande li u sao

O primeiro ab do br ra é o home ad da ab br traço rá

A4 – au di, br rb, rb dois traços com ponto em cima do superior br , aa aa igual au di, hd igual cut ro en, quadrado do homem i gula a 4 homem , o home do quarto , o quarto homem

Ar ba da h aa rba, a rib treze ad home da ar do ba , do bairro alto par ren te sis, da ar do ba ad primeira do home da ar rbb,
Rba , rato bb, o rato da teresa guilherme, bb de briget bardo t, das tintas e dos periquitos

Ab rato home elevado, ab rato quadrado a br quadrado brad , br anks, lupa circulo de prata e cabo negro, vareta negra, dv quadrado do rom, d, igual a quadrado, vi gula, vaso, d, outro quadrado , ro, om da maria ab ra homem ad do ab do rá brasileiro, laylah é ima australiana, o cruzeiro do sul

Beth, é mercury, a segunda bruxa beth, betânia, é a mercury, cadu ce us, c ad vaso circulo eu serpente, o homem das barbas no palanque na avenida da liberdade, nas festas dos santos pop l ar e, uma cena com a dani e la mercury, aqui no livro na altura relatada

Dollars, cinquenta c en tim os, fi ft y cents, fi ft delta circulo en ts, quadrado da foice, id vol es p al o dez , primeira coluna, onze vaso quadrado dada faculdade , o reitor espanhol que estava no instituto franco portu gi es, quadrado da foice, vaso primeiro coluna forte vareta de noventa e seis e g ual ponto do quadrado do ponto primeiro quadrado elevado

Africa mostrava ontem uma imagem numa quadro da ponte e do risco sobra aponte, que tanto se poderia aplicar a do tejo ou pelo que masi parece ser, à ponte nos eua que um dia caiu, a dizer que o caduceu, é do centro de arte do marques do pombal

Vinte e set, ou o vinte do set da Titania, y one do b ot tic e ll i, aa, astrum t r ian gula dez fogo ar g en tum t rina gula dez de fogo dos seis circulos, as r rum cruz rai z a w gato vaso dez , fogo, ar dente primeiro, circulo do ur zorro da primeira, home vi sio em e homem da vo ice, tres, tres, tres, xxx vi, o paulo teixeira da cunha

Ainda fios da imagem da torres, primeiro obama, numa alocução tensa, de quase encantamento, numa secretário com janela por detrás a indicar torres altas, que era o assunto, a bandeira americana do seu lado direito, em posição com as riscas vermelhas e brancas como marca da garra sobre as torres que eram figuradas, em dois tomos dentro de uma caixa que os mantinha vertical, como a sugerir o rectângulo, ou o quadrado das torres, as lombadas traziam o mesmo elemento da linha horizontal que se encontrava como elemento arquitectónico nas fachadas das torres gémeas, outro sentido que se podia deduzir, era que estava finalmente arrumado o assunto da queda das torres,

A inda fi os da i mage m da tor r es, prime iro ob am anu ma al o cu sao t en sa, n uma secreta rio com jane la por det ra sa indica car tor r es al t as, q ue e ra o as sun to, a bandeira am erica ana do s eu l ado di rei to, em posi sao com as r iscas verme l h as e br ancas com oma rca da garra s ob rea s tor r es q ue e ram figu r ada se em do is tom os d en t ro de uma ix aqui do que os man tina homem do ove rt i c al, com o a s u ger iro rec t na gula dez, ou o q au dr ado das tor r es, as l om ba da s t ra z imo me s mo el em en to da linha h ori zon t al q ue se en c on t ava com o el em en to arquitecto o nico na a f ac h ada s das tor r es e ge me as, o u t ro s en t id o q ue se p o dia de du z ira q ue e stav a fina le mn te ar ruma ado o as sun to da queda das tor r es,

Depois se juntou ainda uma antiga relaçao, um incendio numas torres no brasil, salvo erro em setenta e quatro e um outro em israel, o do brasil e onze de novembro, expo chi da eagle, o barco voador, o vai vem, fantasma, science fiction, canal de filmes da pi, austrália, antrax, id di setenta s ala serpente set dos tres circulos, vaso do nova do mega es tatu t as sc c on te rato

D ep o iss e j un to ua inda uma ant i g a relaçao, um inc en di o nu ma s tor rr es no br as i l, s alvo e r ro em set en ta e q ua t ro e um o u t ro em is ra el, o do br as ile onze de n ove em bro, e x po chi da e a g le, o br aco vo a dor, fantas ma, sci en ce fic tio ti om, c anal de fi mes da pi, au s t ra l ia, ant r ax, ci t ro en, id di setenta s ala serpente set dos tres circulos, v as son da ova do mega es tatu t as sc circulo em te do rato, a menina socialista da ar , com cabeça baixa na bancada, como em contrição do acto, bem como uma outra, que me dizeis, da responsabilidade das duas senhoras no vil tratamento de que tenho sido alvo nessa casa, ou os pecados sao maiores como parecem ser!

A outra senhor na assembleia da republica de cabelos aloirados pintados com volume, nem sei quem é, presumo que os senhores do ps, socrates incluído, pensará então que levando as senhoras assim em ar de cabeça baixa com arrependimento, se resolve esta questão do roubo de meu filho e que as contas estão feitas?

A o u t ra s en hor ana ra na as s em b lei ad a r e p ub bica de cab elo s dez a loi ira ado pi n t ad os com vo l um ene em se i q eu m é, pr es umo q ue os sn hor es do ps, soc rat es inc lui id o, pen sara en tao q ue l eva van ando as s en hor as assis em e ema mar de cab eça ba ix a c om ar r ep pen di men to, se r es sol v e e sta q u es tao do ro ub ode me u fi l h oe q ue as c on t as es tao fe i t as foice

Acha is di gn o e sta forma v os sa, ma si uma ave ze m dia g on al de esca m ot e ra ave rda dade, pen sa ise r sif e cie en te para r ep por a ile gali dade e a com pen sar na q u i lo dez q ue e stá ao v osso al can ce foice

S e j am claro s, fi l h os da b e sta s eta cravada no chao

Alias tem sido um desfilar de contritos em forma diagonal sem nada de claro dizer, tambem o luis fazenda vestido com camisa de pescador avermelhado, com vidros ao fundo a lembra pela semelhança o video poema que eu gravei com o antonio em sines na casa de sua família, o que me quereis dizer, que suas invenções e acusações, levaram agora ao afundamento do barco no mar na galiza, a rosa?, com masi uma encenação, como demonstrava o armador, com as palmeiras atrás, que nenhum cabo pode afundar assim num minuto uma embarcação daquele genero, nem isso sabeis, oh manhoso, assim pretendeis encarar a responsabilidade pelos vossos actos, melhor será então ir fazer a vossa confissão junto das famílias

Al ia s te m s id o um de s f ila r dec on t ritos em forma dia g on al s em n ada de claro di ze r, t am b emo luis fazenda v es t id o com cam misa de pesca dor ave rm el h ado, com v id rosa o f un do a l em bra pe la semem l homem anca circulo do vaso do vi id e o poe ema q ue eu g rave e circulo do om do circulo do antonio em sin es na circulo da asa de serpente do ua forte da am milia, o quadrado da ue mec eu rei serpente da di do ze do rato, quadrado da ue serpente do vaso do as in vaso en ç circulo espanhol e ac usa ç circulo p espanhola, primeira eva ram agora ao a fun damen to do ba rc em omar na gal iza, a rosa foice, com masi uma en cena sao, c omo demon t rava o arma dor, com as pal me iras at rá s, q ue n en h um ca bo p ode a fun d ar as si w em n um minu to uma em barca sao da q eu l g en ero, ne m sis s o s ab e is, o h man h osso, as si em pr e t en de is enca ra r a r es ponsa bv i li dade p elo dez s v osso a ac t os, mel hor se rá en tao i rf az e r avo ss ac c on fi iss sao j un to das f am mi l ia s

Depois trichet trouxe um outro fio sobre as torres, no correio da manha, desta vez figurado no seu botão de punho que simultaneamente dava a imagem da torre e tambem de um bastão duplo, ou um duplo ding, ou dong, ou lá como se chama, assim rezava a noticia serpente do forte do j ur ros sef gato do segundo home ce da baixa, cruz da axa de rte refer ren cia pra segundo da vi gula da estrela, portuguesa c en to, da venda directa, uma seta para o ar, do guindaste, da elevação da eu rib o r, bu ur o e ao lado foto de prédios que indicavam a tuberculose no Japão, , ou seja detalhando, dois quadrados em cima um cruz triplo com o braço superior de maior dimensao que assenta um tt az on primeira euro entrou na primeira recessão da história, a gaivota e as tres laminas celtas e francesas circulo do primeiro que está ao lado esquerdo do sarkozy, , o petróleo , a janela o cilindro de betão ao lado da casa japonesa da tuberculose, o guindaste da ascensão, da madre de deus, o home vinte e quatro horas , luva joaquim letria, primeiro circulo pássaro, quadrado do s emi arco, o david, do vinte, maçónico ingles parlamento do banco de inglaterra, dez, dez, vinte , primeiro do arco do quadrado do bico da asa vermelha e branca do maçónico azul e branco as famílias não sentirão de imediato a decida de juros par os dois, vi gula da estrela do percentil

D ep o i st ric he tt ro ux e um o u t ro fi o s ob rea s torres, de sta v e z figu r ado no s eu b otao de p un ho q ue si mul tane man nete d ava a i mage m d at or re e t a m b em de um bas tao d up l, o uu m d up lo dez di n g, u don gm o u l á c emi se chama, as si em r e z ava ano ti c ia ser pente do forte do j ur ros sef gato do se gun do h ome ce da baixa, cruz da axa de rte refer ren cia pra segundo da vi gula da e ts est r e l a, por u fi eu sa c en to, da venda directa, uma s eta para o ar, do gui in en d as te, da el eva sao da eu rib o r, bu ur oe ao l ado f oto de pr id io s q ue indica ava am a t ib e r cu lo seno j a pap o, , o use seja d eta la h ando, do is q au dr ado s em c ima um c ru z t rip lo dez com o br aço superior de maio r dimensao q ue assenta um tt. Az on prime ira eu ro en t ro un a primei ra rec ess sao da hi s tór ia, a gai v ota e as t r es la minas ce l t as e g ra n ce sas circulo do prime iro que est o aa o lado de s q eu r dodo s ar k o z i, , o pet rolei , a jane la o ci lei n dr ode beta o ao l ado da c asa j ap one za da t ib e rc u lo se, o gui n da s te da as c en sao, da madre de deus, o h ome vinte e q ua t ro hor a s , l uva jo a quim le t ria, prime iro circu lo dez p asso soro q ua dr ado do s emi arco, o david, do vinte, m a ç i ni co ingles par l am en to do ban co de inglaterra, dez, dez, vinte , prime iro do arco do quadrado do b oco da asa ave verme l ha e br anca do ma c oni co az u l e br anco as f am i l ia s n cão s en t irao de imediato a dec id a de j ur os par os dois, vi gula da est r e la do per c en til

Como ficou marcado um tsunami aqui em portugal, na época do novo despontar, e de como as bestas estão relacionadas sem margem de duvida com o socrates e seu governo de ajudantes bestas, e de como ainda se prova do envolvimento no rapto e cobertura, de meu filho, e ainda o fecho de beslan

Com o fi co um ar ac cado um ts un ami aqui em portu gal, na ep oca don ovo de sp on tar, e de com o as bet sas es tao r e la cio n ad as se m mat ge m de d u iv vc om o socrates e s eu g ove r no de a h ju do dantes be sta sede e c omo a inda se pr ova do en vo l iv im met o no rat tp e co be r tura de m eu fi l h oe a inda o fe c h ode b es lan

Estávamos à duas luas cheias atrás , no tempo linear

O senhor da prevenção dos cataclismos e do terrorismo, o bandido que se diz policia ao serviço do bandidos do governo, como uma t shirt agora mostrava na violência da grecia, make some good to society, kill a police, assim parece ser a linha dos gregos, convidando à morte desta besta

S en hor da pr eve en sao dos cat ac lis mo sed o terrorismo o ban dido q ue se di z poli cia ao ser vi ç o do bandidos dog governo, com o uma t sh i rt agora mos t rava na vil oe mcia da grecia, make some good to societu, kill a police, assim parce ser a linha dos gregos, convidando à morte desta besta


Bela e verdadeira equação, pois, um cataclismo costuma ser um acto de terror e um acto de terri é um cataclismo

Bela e verdadeira e qua sao , pois, um cataclismo costuma ser um acto de terror e um acto de terri é um cataclismo

Não poderia estar melhor desenhado, pois é um nome circular e uma equivalência das coisas

Não poderia estar melhor desenhado, pois é um nome circular e uma e q u iva l en cia das coisas

Ou seja, as doutas cabeças terroristas acabaram assim de o formular e se a equivalência é real , se poderá afirmar, que os dois estão ligados, e que todas as ligações ligam dois pontos num terceiro, e sendo tudo permanente , a potência, o tornado visível, e o ocultado, meio caminho os terroristas andaram já, meia ponte está já construída por vossa própria voz, fruto de vosso ser e da vossa cegueira ignorante perigosa!

Ou seja, as doutas cabeças terroristas acabaram assim de o formular e sea e ki valência é real , se poderá afirmar, que os dois es tao ligados, e que todas as li g aç o es ligam dois pontos num terceiro, e sendo tudo permanente , a p ot en cia, o tornado v isi v el, e o ocultado, meio caminho os terroristas andaram já, meia ponte está já co ns t rui da por vossa pro pr ia voz, fruto de vosso ser e da vossa cegueira ignorante perigosa!

Não existem tabus, existe cegueira e ignorância e a matemática primária da vida cedo a todos ensina, que a ignorância é sempre mais perigosa do que o conhecimento e o saber, que são Luz

Não existem tabus, existe cegueira e i gn o ra n cia e a matemática primária da vida cedo a todos ensina, que a i gn o ra n cia é sempre masi perigosa do que o c on he cie mn to e o saber, que são Luz

Os actos de terror que são da família dos cataclismos grassam sempre nas trevas e pelas trevas e sempre se queimaram homens por ideias, por falar, por saber, por fazer e a cada vez que assim acontece, o ser fica mais pobre e mais cego , este é o gatilho e a carne do circulo das trevas

Os av to s de terror que são da f am mi primeiro do ia dos cat ac l is mo sg rato ass sam se mp renas t r eva se pe l as t r eva se sempre se q eu ima ram h om en s por id e ias, por fala ar, por s ab e rp o r f az e rea c ada ave z q ue as si maior do acontece, o ser fi ca maís p ob re ema is c ego, este é o gato da ilha e a c ar ne do cir c uk o das t r eva serpente, do sir circulo uk das trevas

Assim começava o texto do inicio do caderno, esta parte já publicada no livro da visa ,

Ass em com eça ava o te x to do in cio do cade r no, e sta p arte j á pub l i c ad ano l iv roda vaso da isa visa,

Há uma outra casa semelhante à de ostande e à daqui em cascais, naquele pedaço de mar que entra pela terra e nos que nos faz lembrar enid blyton, que foi outrora particular e á seguir creio que se terá tornado equipamento da câmara de cascais

H á uma o u t ra c asa semem l h ante *A de os t ande e à da qui em ca s cais, na q u eel peda aço de mar q ue en t ra pe la terra e no s q ue no s f az l em br ar en id b l y ron, q ue f o i o u t rr o ra par tic ua l ar e á se gui rc rio q ue se te ra ton r ado e q u ipa men to da ca mara de ca s cais

Que é que eu recordo dela? Uma foto à noite que a enquadrava na pequena praia da enseada , assim e cruz do primeiro, meio de contrabandistas e de mistérios

Q ue é q ue eu record o de la foice uma f oto à no it e q ue a en q au dr ava na pe q 2 eu na p ria da en sea ada , as si me c ru x do prime iro, mei ode c on t a ban di sta sed e mis té rio s

enid blyton, ingles, espiao e contrabando , ou seja ligação à espionagem e enriquecido pelo contrabando de volfrâmio e guerra mundial, relaçao com trás os montes, onde ele era das minas retirado

En id y b l y ton, ingles, es pe ia oe co ny tt ana bn do , o ise seja li g a o a es pi on a ge me en r q eu c id o p elo dez conta bando de vo l fr am mi oe guerra m un dia l, relaçao com t ra s os mon t es, onda el ee ra das m i na s r e t irado

O ser um castelo, eu que sempre deles gostei, das salas grandes e dos pés direitos altos, pé alto, pé de galo, pé do galo, o ultimo maçao , titulo de um livro , onda a amada real ou imaginaria se chamava de Silvia

O ser primeiro do cas telo, eu q ue se mp red el es g os te id as s ala sg a rn de se d os pé s di rei t os al to s, p é al to, p é de gal o, p é do gal o, o u t l imo maçao , titu dez de primeiro l iv ro , onda a m aa da rea l o u ima gina ria sec h am ava de si l v ia

Silvia. Que agora me aparecera na sorte ao de nov abrir o xvi fundação calouste gulbenkian , serviço de musica, ant com , uma formiguinhas do departamento dos serviços de musica em outubro de mil novecentos e noventa e cinco com um menestrel de alvalade, um cantor ,

Silvia Q ue agora me ap ar e cera na s orte ao de nov ab r iro x vi fun da sao c alo us te g u l b en kia n , ser vi ç ode mu sica, ant com , uma for mig u in h ado d ep art am en que mente da te do s ser vi ç os de mu sica em outubro de mi l n ove en centos e n ove en at e c inc o com um m en s t r e l de alva l ad e, um cab tor ,

The spanish friar, dr y den

Silvia, como pudeste alguma vez desconfiar de uma paixão tao sinceramente verdadeira, purcell, o orfeu ingles, do sonhos de deus da maquinas das sombras, o william da croft, das cartas do lucifer, orpheu e euridice, dois contos de lucifer, opera inglesa psyche e cupid d death, o autor da canção de vénus, do beleza, de cabo verde, yes, oh yes, de cupid and death

Silvia, c omo pide st e al g uam v e z de sc on fia r de uma pai s o a tao sin ce ram sn te verde ad e ira, p ur ce ll, oo rf eu ingles, do son h os dede us da ma quinas das s om bt as, o w i ll iam da c ro ft r, das ca rta sd o luc i fer, o rp he us ad eu ri di ice, do sic on t os de c luc i fer, o pera in g l e sa ps y che e c up id d dea t ho au tor da can sao de v en us, do be le z ad e cabo verde, , y es, o y es, dec cup do up da id and dea cruz homem

Sim, sim da morte do amor a onomatopeia do design feita vontade, cavalgando em campos infinitos

Si em, se em da mo rte do ano ra omo no top e ia do design f eu t av von t ad e, c ava l gan do em cam p os in fi ni t os

E o joao do play da ford , nos sua escolha , escolheu Aires, choice ayres das canções, o que dele se alimentava, uma espécie de vampiro

E o jo cao do p la y da ford , no ss ua es co l h a , es co l h eu a y r es, cho ice a y r es das can ç o es, o q ue de le se al i m en t ava, uma es pe ce id e vam pito do vampiro, vam am piro


O das canções do demónio e da tempestade do tremor da terra, ou melhor dizendo o da maça, das tremuras na maça

O das can ç o es do demo moni oe da te mp est ad ado t r emo rda terra, o um me l hor di z en do o da maça, das t rem ur as na maça

O joao de sessenta e oito, locke da companhia de tetaro do rico mundo da estrada do rico mundo, do I bum, I bum do d. Quixote, ou seja do rei espanhol

O jo cao de se s senta e o i to, lo ck e da com p na hi ad e t eta ro do ric o mundo da es t r ad ado rc cio mundo, do I b y m, I b um do d. Qui x o te, o use seja do rei es pan hol

W hi primeiro st ti eu vaso da cruz h om meg rie f di don y circulo do vaso l ook as y circulo do q ue circulo fez em noventa e dois , o para italiano da rua italiana do spa ni sh fr ria ar do joao p vaso do delta do d en e do maçónico cínico espanhol da cristina coutinho

Silvia, cruz mario mo w co u l d y ou foice, o edipo mais doce que as rosas, a rainha das fadas e a rainha indiana

Silvia, cruz mario mo w co u l d y o u f o ice, o ed di ip o mais do ce q ue as ro asa rainha das fadas e a rai n h a indiana

Na pop i t h ala mi v ne i ar re mpt from l ove sci cic k e ness to p la y , ou como alguns com um outro , um novo casal se forma, e pi t h ala mi vaso da ne , ou osso , o tremor

Na pope pi t h ala mi v ne i ar re mpt fr om l ove sci cic k e ness to p la y , ou com o al g u ns com um o u t ro , um n ovo ca sal se forma, e pi t h ala mi vaso da ane ne , circulo do vaso do osso , ot r emo rato

O lamento de dido, quando eu estiver deitado, e de meu corpo na sua parte do corpo se for, se calhar uma canção do bandido, um engano, uma teia, uma sedução armada e armadilha, uma serpente conti ra, uma opera de um serpente cantora, a morte de purcell, oo pais sem musica, o mito das lande oh me musik, o enredo , o plot, o mito dos tremores, da oh da ne da mui sic da kapa

O la am en to de d id o, q ua ando eu es t iv e r de it ado, e de me i corp on a s ua p arte do co tp o me for, se ca l h ar uma can sao do bandido, um en g ano, primeira teia, uma sed u são da armada e arma di da ilha ad a, uma serpente conti ra, primeira da opera de primeiro serpente cantora, a m orte de p ur rc cell ll, oo pa is se m mu sic a, om u to das l ande o homem da me mu si k , o en red o , o p lot, o mi to do s t r emo r es, da oh dan cruz e da mui sic da kapa

O que nunca foi verdade, pois nunca a Inglaterra ou qualquer lugar do uno lugar , jamais esteve sem ela

O q ue n un ca f o iv verde dade, p o is m un ca ingles ç la terra o u q ual q eu r lu g ar do un o lu g ar , j am mais es teve s em e la

Pois as obras do verde maçónico , a ne do thomas voador, e o diabo, a chegada de handel, contrariam a afirmação feita

P o isas ob ra sd ove verde m aç oni co , a ne do thomas vo ad ro, e o di ab o, a che gado de homem na del, ca do O em cruz ra rim aa fi rata maçao f e i ta

Que muito bem diz quem escreveu este sábio texto sabido, pelo complexo de inferioridade, quando assim se cria, se semeia a colheita do futuro eventual confronto, que só se desfez no século passado, então já não sem musica, mas apenas sem génio

Q ue mui to b em di z q eu em es c r eve eu este sá bi o te x to s ab bid o, p elo dez co mp lex ode in fe rio rid ad e, q u ando as si em se c rua, s em me ia a co l he i ta do f u t ur o eve en t ual c on fr o in to, q u se s e de s fez no sec u lo passado, en tao j + a n cão se m mu sica, mas ap en as s em g é ni o


Será de concluir que na ausência do génio, se alguma vez ausente, mais o engenho se juntou, ou foi juntado, e génio e engenho não são coisas distintas e todos os actos e todas as escolhas emanam do fazer genuíno, sabem germinar sempre florescer, uma flor, que sendo flores, sempre a flor são, cada uma sua parte, cada uma espelho e não distinta

Se rá dec on c lui r q ue na s us en cia do g é n io, se al gum ave z au s en te, mais o en g en h o se j un to u, o u f o i j un t ado, e ge ni oe en g en ho n cão são co isa s di s tintas e todos os ac to se t o da sas es co l h as ema anam do f az e r ge mn u ino, sa ze m ger mina r se mp r e flor es c s, uam flor, q ue s en do flor es, se mp rea flor são, c ad a uma s ua p arte, c ada uma e ps e l h oe n cão di s tinta

Pela ordem do texto, desta narração, a jennifer smith, a jennifer comum, a jennifer santa, quando ainda vivia, em Portugal, antes de partir para londres

P el primeira ordem do t e x to, de sta mna r raçao, a j en ni fr es mit homem da primeira j ene for com uma j eni fer s anta, q ua ando a inda vaso do nono do ia, em por ti gal, ant es de par tir para l on dr es

A jennifer que como can tora já fizera distintas gravações pela europa, era por isso solicitada, pela etiqueta do rato das rádios alemãs, da direcção geral do arquivo , o vaso de sua majestade

A j en ni fer q ue com o can tora já fi ze ra di s tintas g rava ç o es pe la eu rop a, e ra por iss o sol i cita ada, pe la etic q u eta do rato das rá di os al ema s, da di rec são do ger la do ar q u no circulo , o va vaso de s ua ma j es t ad e

Cerca de quarenta gravações desde os tempos da adolescência, incluindo o boulez no baile da roda do oz do esteves gato do sky , do falo da vontade do grupo do leonardo, da cristina do pinóquio do pin, do budget do no ck, do jardineiro do segredo do espadao da atlantida, o mi ck que é rá ck da nun do ko do urso do sky, do papagaio do ovo alemão, do corvo e dp fa da leia do rudolf do kemps, de toronto, das imagens de Toronto, ou do canada

Ce rca de q ua ren ta g rava ç o es de sd e os te mp os da ad o l es c en cia, inc lui indo o bo u l e z no ba ile da roda do oz do es tv es gato do s ky , do f alo da von t ad e dog rupo do leonardo, da cris t ina do po no qui o do pim, do bu dg e t do no c k, do j ardi me iro do se g red o do es pad adao da at al lan tica, o mi ck q ue é rá ck da nun do ko do ur s o do s ky, do pap a gaio do ovo al ema mao, do co r v oe dp fa da lei ad o ru do l f o do ke m ps, de toro ron to, da si mage ns de toro rn t y o, o u do c ana d a

Na noite o pequeno pássaro estridente, rui dente, voava discretamente quanto possível como escurecido a caminho de figo maduro

No ano no it te o pq eu no p ass aro est rid en dente, rui dente, vo ava di sc r eta mente q au un t p os s iv el com o e c ur rc e id o a co minho de f ogo mad ur o

Se ouvia pelo espirito, não sabemos, como aqueles dois entraram na nossa casa, nem como aprenderam a trabalhar, nem como obteram as chaves

Se o u v ia p elo dez es pi rito, n cão s abe emo sc omo aqui eu l es do is en t r aram na no s sa c asa, ne mc omo ap ren de ram a t ra b al h ar, ne mc omo ob te r ma as ch av es

Dizia e diz hiram que quando a senha foi roubada, o templo foi profanado e que a pirâmide, no cima da casa, se o telhado se ocultar e a chuva começou a molhar os ossos e a pele das gentes

Di z ia e di z h iram q ue q u ando a s en h a f o i ro ub ada, o te mp dez f o i pr rf ana do e q ue a pi r maide, no c ima da c asa, se o tel h ado se o c u l tar e a c h uva com e lar a mol h ar os o ss os e a pele da sg en t es

Todos os trabalhos na pedra deixam e fazem sua marca e há uma pedra que o Pai, a Mae e o Filho e a Pedra é uma mesma, se composta em múltiplo

Todos os t ra b alhos na ped ra de ix am e f az e w m s ua ma rca e h á uma ped ra q ue o Pai, am a ee o Fi l h oe a Ped ra é u ma me s ma, se co mp posta em mul t ip dez

Ah senhor, que trago promessa, a si feita ainda por cumprir, e quando a promessa fiz logo, uma dificuldade ou problema o senti

A h s en hor, q ue t rago por m ess a, asi f e i ta a inda por c u mp r ire q u ando a pro m ess a fi z l ogo, uma di fi c u la dade o u po r b l ema o s en ti

e sabe como eu sei que mantenho em nós a promessa é forma de em constante a vivificar, assim se diz a agua, a planta , o crescer, o fruto

es abe com o eu se i q ue man t en h oe em nós a pro m e ss a é forma de em co ns t ante a v iv i fi car, as si em se di z a agua, a p l anta , o c r es c ero fr u to

veio o entorse e o livro da palavra ano momento se perdeu, disse-me um pássaro que foi assunto de leito e de planos, certamente um confortável leito

veio o en tor see o l iv ro da pala vaso do ra ano mo men to se per d eu, d iss e do traço da inglesa me primeiro pá ss aro q ue f o ia s sun to de lei to e de p l ano s, c eta que mente um c on for rta ave l lei to

da memória das imagens ou das imagens da memória, assim lho conto, um jantar num pub ingles, na pequena vila de outrora , villa ao pé de lisboa e do mar

da me mór ia das i mage ns o u da si magn e s da me mor ia, as si em l ho conto, primeiro j antar n um p ub e mg l es, na pe q un a vila de o u t ro ra , vi ll aa o p é de m is boa e do mar

um escândalo é sussurrado a uma mesa de chegados convivas, assim o viu o candeeiro do senhor ingles

um es can d olo é s us sura ado a primeira da mesa de che gados c on v iv as, as si mo vi u o can di e r iro do s en hor ingles do primeiro espanhol

no barco frente à praia da enseada vao os tres meninos dentro do barco no mar

no bar co fr en te à pr aia da en sea ada vao os t r es me nino s d en t ro do ba rc on o mar

o que morreu, seu cabelo desvelava a coroa, há uma linha, um azimute que nas duas imagens se intuía e se desvelou, como uma perpendicular ao barco que aponta uma casa ou um conjunto de casa ao fundo, já sabe a encosta em segunda linha, é de cor clara

o q ue mor r eu, s eu cab elo dez d es vela ava a coroa, h á uma linha, um az i mu te q ue na s du as si mage ns se in t u ia e se de s velo lou, com o uma per rp en di c u l ar ao ba rc o q ue a ponta uma c asa o uu mc on j un to de c asa ao f un do, j á s abe a en costa em se gun da linha, é de cor da clara

reza a historia que a munição não deveria estar onde estava , assim se deu em jogo perigoso, a morte, assim nas vezes são os jogos todos, os de meninos tambem

r e z aa hi s tor ia q ue a m uni sao n cão d eve ria e st ra onda e stav a , as si em sed eu em j ogo pei g os o, am orte, as si w em na s v e ze s são os j ogo s todos, os de me nino s t am b em

se não deveria estar onde estava alguém lá a pôs, se lá a pôs , então masi terá sido feito

s e n cão d eve ria e star onda es stav a al gume l á a p ô s, se l á a p ô s , en tao ma si te rá s id o f e i to

outra morte mais tarde ocorre, a desvelar a postura de um selo, uma pedra tumular

o u t r am orte ma si t arde oco r rea d es vela ar a p os tura de um s elo dez primeira ped rat u mular

assim se quebra o varão que fica

as si em se q u br a ova arao q ue fi ca

a família andava refugiada em país estrangeiro, interesses ao longe manobram ao perto

a f am milia anda ava r e f u gi ada em pa ís es t range i rt o, in te r ess es ao l on ge mano br am ao per to

agora se desvela, pela mao do mestre vaso do ni do sef

em noventa e dois na expo de sevilha , o quadrado do circulo do quarto do gato do antiquário do ouro antigo dos natais especiais do meme angulo do ook, seis o sabe seis mais uma carta enviada pelo correio com saudações de natal

em n ove en t a e do is na e x p ode s e v ilha , o q ua dr ado do circulo do q ur to dog ato do anti q ua rio do o ur o ant i g o d os nat a is es pe cais do meme do angulo do oo k, se is o s abe se is maís primeira ca rta envi para da p elo dez co rr e rio com s au da ç o es dena t al

e tirando esta casca à cebola, aparece simbólica e claríssima imagem , um jovem, com face toda escanzelada na deportação, que o povo hebraico outrora em massa assim sofreu , uma capa do pe a

e tir ando e sta ca sc a à ce b ola, ap arc e s im bo l i ca e c l ari s sima mai mage maior, primeiro j ove, com da face toda es can ze lada na d ep porta sao, q ue o p ovo he br aico o u t ro ra em massa as si em s o fr eu , um aca do pe a

uma exposição que eu outrora fiz, que como qualquer outra, tem um lugar, pois precisa dele

uma e x posi sao q ue eu o u t ro ra fi z, q ue c omo q ual q eu r o u t ra, t em um lu g ra, p o is pr e c isa del e

cais do sodré, na estação do cais do sodre, na linha que liga a cidade a outrora vila de verão

cais do s o dr é, na es taçao doca is do sodre , na linha q ue liga a cida dade a o u t ro ra vi la de eve vera circulo

um provável outrora encontro num cais , um isco de ciúme criado entre irmãos, sem o ser e não sendo, sendo, uma conde de isco se desvela ainda na camada de baixo, a cauda de um crocodilo como um perfeito anzol numa caixa de jogos de um casino, numa sessão de jogo de ovos nas cestas, ou seja de um banqueiro, ou entre banqueiros, o banqueiro anarquista e poeta com outras qualidades , detentor de uma chave de numeros e letras

um pro ova ave l o u t r ira en c on ny t ro n um cais , um is co de cio me c ria ado en t rei rm a os, s emo ser en cão se bn do, s en bd o, uma conde de is co se de s vela a inda na cama da d e ba ix o, a c au da de um c roco di primeiro do circulo com o um perfeito e z o l n uma ca ix a de j ogo s de um ca sino, n uma se s sao de j ogo de ovo sn as ce sta s, o u seja de um ban q eu iro, o u en t re ban q eu iro s, o ban q eu iro ana r q u ista e poe eta com o u t ra s q ua li dad es , det en tor de uma c h ave de n um ero se letras

no espirito, assim ouvi outrora, disseram pela ultima vez a palavra e se foi, ou seja um dizer dos assassinos de hiram

no es pi rito, as si em o u vi o u t ro ra, di iss e ram pe l au l t ima v e z ap ala vaso do ra e sef oio u seja um di ze r dos as sas sin os de homem do iram

cais do sodré, é tambem local de onde partem os comboios, para os campos de extermínio, em massa de outrora

cais do s o dr é, é ta m b em ç l ocal de onda pa rte mos com boi os, para os cam po sd e est r emi ni o , estramónio, e, maio rato da massa de o u t ro ra, es p são

em frente as companhias de navegação , o harris bar, cujo relógio anda para trás e uma serie de perfumes no livro das visoes se condensam

em fr en te as co mp e hi as de n a ve ga sao , o h ar r is bar, c u jo r e lo dez gi o anda para t rá s e uma se rie de pe rf um es no l iv ro das vi s o es se conde s am

ou seja pela navegação, de um outro principe , olhando o passado, assim em parte se desvelou

o use seja pe la na veja capo, de um o u t ro p rin cip e , o l h ando o p ass a ado, as si em e maior p arte se d es velo lou, primeiro do circulo do vaso dez

tudo isto assente numa peça de um puzzle que é um móvel de tres gavetas pintado à pistola em cinza metalizado do tempo das obras latinas na europa , ou seja no final do penúltima decada, do século passado, ou e ainda um outro masi antigo

tudo is to as s en te n uma p eça de um p u zz le q ue é um m ove l de t r es g ave eta s pont ado à pi s t ola em cin z am met ali iza ado do te mp o da s ob ra s la t ina sn a eu r opa , o use seja no fi n al do p en u l t ima dec ada, do sec u l o passado, o ue a inda um o u t ro masi ant ti g o

quem sabe , o da decada dos instrumentos de medição, das craveiras, das pedras cubicas, provavelmente louco e morador para as bandas da rua do século, ou da imprensa nacional

q eu em sabe , o da dec ada dos in sys t rum en t os de me di sao, das c rave ira sd as pedras c ub i cas, pro ova ave l mente louco e mora dor para as bandas da rua do sec u lo, ou da i mp r en sa na cio n al

foi o modulo cortado e junto por um carpinteiro das bandas do cemitério do alto de S. joao, tambem do porto, onde depois um filho meu , sem o ser, e sendo, foi mais tarde enterrado

f oio mo modu dulo co rta ado e j un to por um ca rp in te iro das ban da s do c emi té rio do al to de S. joao, t am b em do porto, onda d ep o is um fi l h om eu , s emo ser, e s en do, f o ima mais t arde en te rr ado

um outro filho de banqueiro, ali das bandas do admastor, ou seja das bandas do mostrengo, o que assusta as pessoas, e soprando agita nas vezes o mar, como so tsunami, o sao, ou o são do tsunami

em o u t ro fi l h ode banqueiro, ali das ban d as do ad mas tor, o use seja das ban da sd o mos t ren gi, o q ue q ass us ta as p esso as, e s opra ando a gita na s v e ze s omar, com o s o ts un am is, o s º cao, oio do circulo da são do tsunami

costuma ser do bando, tipo dragões alados que assustam as gentes, lhes contando falsas e muitas avariadas histórias e criam assim la rabia del puelvo do pueblo

cos t uma ser do b ando, t ip o drago es al a do s q ue ass us tam as g en te s, l he s conta ando f al sas e mui t as ava ria ada s hi s tór ia sec r iam as si em la ra bia de l p ue l vo do p eu b lo

ao que parece quarenta vao mesmo se sentar finalmente no tribunal

ao q ue pa rc e q ua ren t a vao me s mo se s en t ra fi n al e mn te no t rib un al

tres encontros femininos numa mesma tarde, revestido a prata da lua plena e cheia, assim me dizia a camisaria de ouro ao passar no rato, duas luas atrás

t r es en c on t ros f em en ino sn uma me s mat trade, r eve s tudo a p rata da l ua p l en a e che ia, as si em me di z ia a cm asa ria de o ur o ao p ass ar no rato, du as l ua s at rá serpente

na rua que vai para o admastor encontrei a segunda na mesma trade, na pequena esplanada sobre o passeio em delta, no centro das aguas, a margarida encontrei

na ar ua q ue v a ip para o ad mas tor en c on t rei a se gun dana me s ma trade, na pe q eu en a es p l ana ada s ob reo pa s seio em del t ano c en t roda s aguas, a mar g a rid a en c on t rei

se olhasse a seu fundo e atrás, via o azulejo que como reticula e rede de hoje, como banda desenhada contava do admastor de outrora a soprar saído do cabo bojador, no mar , a caravela

se o l h ass e as eu f un do e at r + as, v ia o az u l e jo q ue com o r etic u l ad en ada de senha ada conta ava do ad mas tor de o u t ro ra as opra r sa id o doca bobo jad or, no mar , a car vela

o mostrengo que eu vira num sonho por volta de noventa e cinco, no mar, vindo eu do local onde a estrada que vem do ténis do jamor, se junta a marginal em direcção a cascais, em frente a cas bela e circular de outrora onde se comia e dançava pela noite, que trás a marca do fogo que um dia assinou o outro fogo que antes se dera na marisqueira, encontrei umas assim masi trade, com o mesmo ar de destruição em Moçambique por alturas de Pemba

o m os t r en g o q ue eu v ira n um son h o por vo l t ad en ove en t a e c inc on o mar, v indo eu do l ocal onda a es t r ada q ue eve em do té ni sd o j amo r, se j un ta a mar gina al em di rec são a cas cais, em fr en te ac as bela e cir c u l ar de o u t ro ra onda se co mia e dan ç ava pe l ano it e, q ue t ra sam a rca do f ogo q ue um dia as sino u oo u t ro f ogo q ue ant es se d e ra na mar is q eu ira, en c on t rei uma sas ass si em ma si t rade, com o me s mo ar de d es t rui sao em mica cam bi q ue por al tura sd e p em ba

não trago comigo agora este caderno , mas o sonho era um mostrengo talvez com cem metros de altura que aparecia no mar, sobre cascais, entre as nuvens e sem se ver a fachada a partir da terra, tres últimos andares, se encontravam em fogo doirado, o mostrengo viera depois do mar , aparecera no cruzamento, e as gentes da praia todas fugiam, eu calmo o esperava , ele sabia quem eu era , conhecia meus pensamentos, e me punha uma questão de salvação, duvidando que eu fosse capaz de a operar,

n cão t rago com mig o agora este cade r no , maso s on ho e ra um mons t r en g o t a l v e z c om c em met ro s d e al tura q ue ap ar e cia no mar, s ob re cas cais, en t rea s n iv en se s e ms eve r a f ac h ada a par tir da terra, t r es u l tim s anda r es, se en c on t ra v ma em f o f o do irado, o mos t r en g o viera d ep o is do mar , ap ar e ce ra no c ruza am n to, e a sg en te s d a p ria todas f u g iam, eu c al mo o es e rava , el e s ab bia q eu me u e ra , c on he cia me us pen sam en to ze me p unha uma q eu s tao de sal v aç º cao, d u v id a dn o q ue eu f os ss e c ap az de a opera rato,

outra marisqueira sobe a memória ao evocar esta, uma marisqueira em cabo verde, assim reza a caixa do crocodilo do jogador de ouril., que escutou depois o arranjo, assim me disse um pássaro do espirito, manigâncias das vezes que lá estive,

o u t ra mar isqueiro ra s ob e am emo ria ao evo car e tsa, uma mar isqueiro ra em cabo verde, as si terceiro em reza a ca ix a do c roco di da ilo do jogador de o ur i l., q ue es c u y to u d ep o is o ar ran ji, as si em me di ss e um p ass aro do es pi rito m ani gan cia s da s v e ze s q ue l á es t iv e,

um papagaio lançado na praia no dia do esticao na outra pria da linha, o chamado arrastão, por cimo dele fez uma cruz que liga a inversão dos peixes

um pap a gaio l ança ado na pr aia no dia do es ti cao na o u t ra p ria da linha, o c h mad o ar rasta tao, por c imo de le fez uma c ru z q ue lu g aa in verso ao do s peixes, o carinhas no fórum picoas, pt

da monica e do miguel e que liga em sua ponta negra a senhora maconde, da boca do crocodilo, saiu a carteira da qual sai o dinheiro que rachou o arco em noventa e tres , um arco numa
cama, do quadrado forte do marcelo rebelo de souza, uma cam de neptuno com dois olhos de furacão de olho vermelho com cogumelos

daimon oni ca e do mig u el e q ue liga em s ua ponta ne g ra a s en hor am ac conde, da b oca do c roco di da ilha, sa e ua car te ira da q ual sa i o din he iro q ue rac ho u o arco em no ove en ta e t r es , uma r aco n uma c ama, do q ua dr ad o f orte do mar do celo do rebelo de s o uza, uma cam de ne pt un o com do is o l h os de f ur raçao de ilha verme l h o c om co gum melo serpentes

o segundo do rio, ar ro j am da chave philips cujo bico assim o indica, o prego amador expresso , expresso amador da oficina do livro

os e gun dodo rio, ar ro j am da c h ave ph i li ps c u jo bi co as si mo indica, o p rego am a dor e x press o , expresso am a dor da o fi cina dol do nono ro

o puff do sopro do tubo vermelho, o isqueiro dos seis toiros negros e brancas

o p u ff do s op ro do t ub ove vermelho, o isqueiro dos se is tori os en g rose br ancas

um estilete metido em duas pedrinhas brancas, um spray de uma mul ti o pt ti ca , onze , estrela circulo, terceiro circulo do onze terceiro, da disquete verde, preta e negra do antigo computador, do fio da joaninha azul e branca do aeroplano

um est ile te met id o en du as pedrinhas br anca s, um spa r y de uma mul ti o pt ti ca , on ze , est r e la circulo, te rc e iro circulo do onze t rec e uri, da di s q eu te verde ,mp r eta e negra do ant i g oco mp uta dor, do fi o da jo ani n h a az u le br aca braga do ae rop l ano

da diskete que serviu para os agrafos de prata por cima , os vasos chavetas disquetes , na drive dos computadores, o triunfo da overdrive, o triumph dois mil, da altura da minha prisão

da di sk e te q ue ser vi u para os a g raf os de p rta por c ima , os v as os c h ave eta s di z q eu t es , na dr ive dos co mp uta dor es, o t rio un foda ove r dr ive, o t ru mp h do is mi l, da al tura da min h a pr isa o

circulo da pedra dedra do tt ming que assim da planta por debaixo da monica e do miguel

cir irc u c lo da pedra de dr a do tt ming q ue as si m da p l anta por de ba ix o da moni ca e do mig u el

perguntei a minha amiga da sua vida , tinha voltado de seu outro porto masi ao norte, mas não sabia ainda se o ficar será ficar, a agenda aberta na mesa, a imperial bebida, a imperial bêbeda, os tremoços comidos em cima do prata à frente , o mostrengo por detrás feito neptuno soprando as velas, o pai ido, vai para cinco anos, a mae quase sem autonomia, os filhos dos pais em sua vez , os meninos de novo cuidar

per gun teia am min h aa mig a da s ua v id a , tinha vo l t ado de s eu o u t ro por to ma siao norte, mas n cão s ab ia a inda se o fi car se rá fi car, aa g en da ab e rta na mesa, a im pe ria l be bid a, a i mp e ria l bebe dao s t r emo ç os com id os em c ima do p rta à fr en teo mos t r en g o por det r + as f e i to ne pt un o s opra ando as v e l as, o pai dido, v a ip para c inc o am os, a mae q u ase s em au tono mia, os fi l h os dos pa is em s ua ave z , os me nino sd en ovo cu id ar

depois foi a minha fala, desfiei meu rosário, meu triste rosário dado pelos meus irmãos como cruz imposta , a meu filho e a mim

dep o is f o ia min h a fala, de s fie i me u ros á rio, m, eu t r iste rosa rio dado p elo dez s me us iram os com o c ru z i mp posta , am eu fil h oe primeira mim

dissera-lhe antes o que nas vezes digo, este pais, está pior, muito pior do que já foi, sem nunca ter sido ainda bom, pois os bandidos campeiam, tem sido a lei, e trago eu cem por cento a razão

di iss e ra do traço ingles l he ant es o q ue na s v e ze s di g o, este pa is, e stá pi o rm u i to pi o r do q ue j á f o i, se m n unc a t r e s id o a inda b om, p o is os ban dido s cam pe iam, te m s id o a lei, e t rago e mc em por c en to a ra aza circulo

que a partir de agora dois passos restavam, para além do que estava a escrever, a orar, na promessa que ao Pai fiz

q ue ap do pari rato do aro dedo agora do sis passos rato espanhol da cruz av cam, para al é maior do q ue e stva a espanhol circulo do rato da eve ra circulo da ra rna pro rom ess aqui da ue a circulo do pai fi zorro

tribunais europeu e mundiais o que já trazia limitação e consequente possibilidade de dano à justiça quando assim ela , justa, não vai

t rib un a is eu r op eu e mu dia is o q ue j á y t ra z ia li mit ac sao e co nse q u en te p os sibil bil id ad e de d ano à j us ti ç a q u ando as si em e la , j u sta, n cão vasp da primeira e


que se a garra do imenso polvo pelas distintas casas à casa da justiça se estender, se por acaso lhe tirarem a venda , ou colocarem trinta dinheiros no balcão, só me restará obrar a sua descida aos infernos, e que se tal não tinha acontecido ainda , é porque sou fiel de Amor ao Amor, e não gosto ne, quero que pague um justo ou justos pelos imensos pecadores

q ue sea garra do em en s o pol vo pe l as di s tintas ca sas à cas da ju st i ç ase es tender, se por ac as o l he t ira rem ema v en da , um c olo car t rin t a d in he iro s ni bal cao, s + om me r es tará ob ra r as ua de sci cida aos in fe r n os, e q ue set al n cão tinha ac on tec id o a inda , é por q ue se o u fi el de Am o ra o Am o ren cão g os tone, q u ero q ue pa g ue um ju s to o u j us to s p elo dez si m en s os p eca dor es

lhe disse que quando a Promessa ao Pai fiz, normalmente pelo que da história se sabe, tudo geralmente se vira contra um homem mas uma coisa era clara, não prometera eu ao Pai, nem o Pai tal me exigira , que me roubassem o filho e o torturassem no pacote, pois nunca um Pai do Amor o poderia fazer, nem um Pai do Amor, jamais abandonará seu filho

l he di iss se q ue q u ando a p rim ess aa opa e fi z, noe ema al que mente p elo dez q ue da hi s tór ia se s abe, tudo ger al que mente se vaso da ira contra primeiro homem mas uma co isa e ra clara, n cão por met e ra eu a op a ine emo p a it al me e x i g ira , q ue me ro ub ass emo fil h oe o tor tura ass sas em no paco te, p o is muito unc a um pa id do circulo do amo da rop da ria do forte az e rn em primeiro pai do amo rato, jamais ab ban dona rá serpente do eu fi primeiro homem doc irc uk circulo, do circulo do jamais, a ressoar na besta que se diz ministro, o lino

e que tendo a inteira razão neste assunto , o assunto iria até seu fim, nem que as aguas tivesse que vir a chamar

e quadrado da ue cruz en do primeira em te ira ra za one neste as sun to , o ass un to iria a té serpente do eu fi maior, ne maior quadrado da ue as das aguas cruz nono ess e quadrado da ue vaso do ira circulo do ham am da ar

contei a minha saga, que essa promessa tinha sido feita quando percebera que o mundo estava num momento de grande perigo e falei de beslan, e lhe disse, que beslan, fora disso mesmo um sinal, e tambem um indicio de rituais antigos que se tornaram presentes, pois a imagem era clara, sangue dos filhos, sangue fresco e poderoso, depois do sacrifício das próprias maes, o episódio no teatro

conte ia min home da asa da gata primeira, quadrado da ue ess ap circulo do rm ess primeira tinha serpente id circulo do forte e it aqui do vaso ando per ce be rac ue circulo do mundo e stav ano primeiro mo men cruz ode gato rande pe rig oe forte da al lei de segundo espanhol da lan, e primeiro do he da di quadrado do iss e, quadrado da ue segundo espanhol lan, forte do circulo do ra da di iss om espanhol do mo primeiro sin al, eta maior do segundo em primeiro in di cio de titu p rim a ira do is ant ti gato do os quadrado da ue da set tor na aram pr espanhol inglesa cruz da espanhola, p circulo da isa e mage da me ra clara, san gato da ue dos fi primeiro homem do os, san gato da ue fr espanhol coc oe p ode ros, quadrado da ep circulo do is do s ac rif fi cio das pro da p ria sm primeira espanhola, oe pi ser pen ny te do circulo da dion ot eta ro

um dos pontos nevrálgicos fora ali na conversa aflorado, o ambiente de súbito mudou, minha amiga sem sua face o expressando se levantou , foi quando vi sua t shirt, o seu tronco, como que um meia lua vermelha trazia em seu lado esquerdo, por altura do ventre, como simbolizando um dentada, como se seu corpo tivesse sido mordido, uma mulher, a imagem da mae mordida, pâncreas, fora o que me viera a imagem depois, pois no momento em que ela se levantou , eu falando de beslan, e de repente vejo aquela mancha que figurava um grande mordida, até parei a minha fala, pâncreas, declinava em ,o pan do circulo da rea serpente, como ela viera de barcelona, o pan do circulo da rea serpente de barcelona ou de espanha, assim se desvelava o sentido da imagem

um do s ponto s ne v ra al gi cos f o ra a l ina c on versa a flor ado, o am bi en te de s ub bit vito mu do um in h a am i gás em s ua face o e x pr ess sand os e l eva van to u , f o i q u ando vi s ua t sh irt, os eu t ron co, c omo q ue um mei al ua vermelha t ra z ia em s eu l ado es q eu r do, por al tura do v en t rec omo s im bo primeiro iza ando um dan t ad ac omo se s eu corp o t iv ess e s id o mor dido, uma mul her, a ima mage maior da mae mor dida, pan c rea s, f o ra o q ue me viera a ima mage maior de pi s, p o is no mo m en to em q ue e la se l eva van to ue u f al n do de b es lan, e de r ep en te v e jo a q eu la man ch aqui do q ue figu rava um g rande mor dida, a té pa rei a min h af ala, pan c rea s, dec l ina ava emo pan do circulo da rea serpente, com o e la viera de bar cel on a, o pan do circulo da rea serpente de ba rc e l on ao vaso de espanha, as si em se d es vela ava o s en t id o da e ma ge maio, maio mês, mai, maio de luis maio, o om de mai

a conversa e o encontro ali acabou, depois caminhando o espírito me desvelou um coisa que me surpreendeu, que fora a que me pusera a maior cruz em noventa e oito, nem no exacto a conheço, mas gosto dela, sempre a gostei desde que a conheci

ac on versa e o en c on t ra li ac ab o u, d ep o is ca min h ando o es pei rato do tome de s velo lou um co isa q u em es u o ren de u, q ue f o ra aqui da ue me p use ra a maio rc ur z em n ove en t a e o i to, ne mn o e x cat o ac on he ç oma sg os to de la, se mp rea g os te id es deque a ac on he ci

um pedaço talvez deste madeiro, já qui neste livro foi contado, uma outra linha cruzada por alguém da biblioteca nacional , ou aí ordenado, a alguém que a um outro aí, o encomendou

um peda aço t alvez de st ema de iro, j á qui nest e l iv ro f o i conta do, uma o u t ra linha c ruza ada por al gume da b ib lio teca na cio n al , o ua í or dena ado, a al gume q ue a um o u t ro aío en co men do vaso
me recordo de ter ido a biblioteca nacional neste tempo a procura de uns jornais que estranhamente tinham desaparecido, sobre homens da secreta e do seu envolvimento em casos antigos de mortes e de branqueamento salvo erro de políticos, do portas ou ligado ao cds, aqui neste livro narrado, outra vez uma mesma linha de um dos homens da secreta que agira de novo aflorava no caso dos bancos e dos oitocentos milhões desviados, que me persegue por conta de outros, deve ser este então o que se aplica o dizer na t shirt agora dos motins na Grécia

mer record ode te rid id o da primeira da b ib lio teca na cio n al nest e te mp o a pro cura de un s jo rna is q ue es t ra n ham en que mente te tinha do ham de sapa rec id o, s ob re h om en sd a sec e rta e do s eu en vo l vi men to em ca s os ant i g os de mor rte se de br am n q eu am neto s alvo e r ro de poli tc os, do portas o u li gado ao cd saqui neste l iv ro na rr ado, o u t ra ave z uma me s ma linha de um dos h om en s da se creta q ue a g ira de n ovo a flor ava no caso dos bancos e dos o it o c en t os mil h o es de s vi ad os, q ue me per se g ue por conta de o u t ros, d eve ser este en tao o q ue se pali cao di ze rna t sh i rt agora dos mo t i ns na g ré cia

e me recordo de estar a falar com um senhora da família do mario soares que trazia com a rosa leonor uma loja na rua da sé, e de um pressentimento de bombas que ali tive e que depois aconteceram

e me record ode es star a f ala rc om um s en hor a da f am i l ia do mario soares q ue t ra z ia com da primeira rosa da leonor da p rie mira loja na rua da sé, e de um pr ess en tim en to de b om bas q ue al i ti nono ove e q ue d ep o is ac on tec e ram

vou buscar os extractos do texto antigo publicado que se referem a estes acontecimento, reza assim a primeira parte do texto em que entra esta referencia a biblioteca nacional

Recordo do Pedro elosegui, me ter também mostrado um Palácio que existe à saída da Vila, e que pertencia a gente poderosa, que segundo ele tinha sido comprado por estranhos dinheiros vindos do Oriente e que creio ser o palácio, que mais tarde aparece associado ao caso Moderna.

Record o do pedro elo se gui, meter t am b é maio mos t ra do primeiro p ala cio q ue e xis te à sa id a da Vila, e q ue per t en cia a g en te p ode rosa, q ue se gun do el e tinha s id o co mp prado por es t ra n h os din he iro s v indo s do oriente e q ue circulo do rei circulo do s ero da p do alá cio, quadrado da ue maís cruz arde ap a rece as soci ado ao caso da moderna.

Que saberia o Pedro do meio homossexual e das práticas de alguns? Terá tido sua morte relação com isso? Terão morto o homem errado, são questões que se foram formulando ao longo do tempo, quando algum tempo depois a Sara me comunicou o seu falecer.

Q ue s abe ria o Pedro do mei o h omo ss e x ual e das pr á tica s de al g u ns da foice Te rá t id o s ua mo rte da relação com iss do circulo da foice Te rã omo rto o h om em e rr ado, são q u es t õ es q ue se foram for mulan do ao l on g o dot da te mp o, q u ando al gum te mp o d ep o isa sara me com uni co u os eu f al e ce rato.

E agora tornou recentemente a aparecer por um passo Vila Viçosa. Uma relação se estende, vinda de Macau, provavelmente com alguns ligados ao partido socialista a fazer crer em informação publicada nestas matérias, como recente livro de Rui Mateus, em parte dá conta. Que ligação a Vila Viçosa, qual a ligação ao Caso Moderna onde mais uma vez apareceu o Paulo Portas, que dele saiu sem na aparência se chamuscar.

E agora torno do vaso da rec en te que mente a ap a recer por primeiro passo da Vila do vi ç os a, primeira da relação se es t en de, vaso inda de macau, pro ova ave primeiro que mente com al g u ns li gados ao partido socialista a f az e rc r e rem in for mação pub li c ada nest as mat é ria sc omo rec en te primeiro nono do ro de rui mat e us, em p arte d á conta. Q ue li g ac cão a Vila Vi ç o sa, q ual a li g ac cão ao caso mode rna onda maís uma ave z ap ar tec eu o paulo portas, q ue del es a i use sm mna ap ar ên cia se c h am us car.

En cão r es ponde u paulo portas a uma si mp l es per gun t aqui da ue mui to s l he p use ram e um h om em e mp art i cu l ar a el e en de reç o ue m forma pública na tele visão, s ua g r aça E não respondeu paulo portas a uma simples pergunta que muitos lhe puseram e um homem em particular a ele endereçou em forma pública na televisão, sua graça marcelo rebelo de sousa, que lhe pôs singela pergunta, se sim ou não recebeu o paulo portas dinheiro da moderna e há poucos dias dei com um comentário de um senhor sobre estas noticias que escreve, perguntem então a paulo portas com que dinheiro construiu ele uma casa nos arredores de lisboa no linho - sintra, porventura não é passível de se confirmar este facto, se o senhor a construiu ou não e com que dinheiro o fez? Porque tal não foi feito?

marcelo rebelo de sousa, q ue l he p ô s sin ge la per gun t ase si em o un cão rec e beu do circulo do paulo portas din he iro da moderna e homam do p rim a ira acento ap o u cos do dias de e c om um co men tá rio de um s en hor s ob re e sta s no tic cia s q ue es c r eve, per gun t em en tão a paulo portas com q ue din he iro co ns t rui u el e uma c asa nos ar red o r es de L is boa no Li n hó traço ingles de sin t ra, por v en tura n cão é p ass nono acento el de sec on fi r mar este f ac to, se o s en hor a co ns t rui u o un cão e com q ue din he iro o fez foice por q ue eta al n cão f o i fe i to foice


Mais tarde, tive outras informações por terceiros relativas à faces do Pedro Olesegui que não conhecera, das quais ele nunca me falara. Pedro era uma espécie de jornalista e teve durante muito tempo faltas grandes de trabalho que se arrastavam no tempo.

Mais t arde, t iv e o u t ra sin for mações por te rc e iro s r e la t iva s à face s do pedro ole se gui q ue n cão c on he cera, da s quais el en unc am me fala ra. Pedro e ra uma es pé cie de jo rna l ista e teve duran te mui to te mp o f al t as g rand es de t ra b alho q ue se ar rasta ava am no te mp o.

Disseram-me que o Pedro eventualmente estaria ligado de alguma forma a histórias com a ETA. Achei estranho quando mo contarão. Nenhuma palavra, traço de caracter ou personalidade do Pedro me indicava ser um jovem homem que poderia encarar a solução dos problemas com e pela violência. Mais provável seria ser filho de alguém que a trouxesse com ele essa ligação, talvez assim se explique por que habitavam em Lisboa, o pai e o filho.

Di iss e ram do traço da inglesa mec ue o pedro eve en tua al que mente est aria li gado de al gum a forma a hi s tór ias com a ETA. Ac he i es t ra n ho q u ando mo conta rã o. N en h uma pala vaso do ra, t r aço de cara rac te ero u per son al id ad e do Pedro me indica ava ser um j ove em h om em q ue p ode ria en cara ra sol u são dos pro b l ema sc om e p e la viol ên cia. Mais pro ova acento da ave l se ria ser fil ho de al g u é m q ue a t ro ux ess e c om el e ess a li g ac são, t alvez ass em se e x p li q ue por q ue h ab bit ava am em L is boa, o pai e o fil ho.

Da última vez que com ele estive, estava de novo a trabalhar, ali no pavilhão Rosa Mota, num serviço qualquer da câmara, creio eu, deveria continuar a exercer o que me parecera ser a sua actividade principal, assessor, mais uma vez o Pedro tinha entrado no seu meio, os dos assessores políticos.

Da ú l t ima ave z q ue com el e es t iv e, e stav ad en n ovo a t ra b alha rali no p avi l h ã o rosa do mota, n um ser v i ç o q ual q eu rda câ mara, c rei o eu, d eve ria conti n ua ra e x e rc ero q ue me pa rec e ra se ra s ua ac t iv id ad e p rin cip al, ass esso r, mais uma ave z o pedro tinha en t r ado no s eu mei o, os do s ass esso r es poli tico s.

E tudo este puzzle que se arrasta na consciência de teu Pai, desde longa data, repousava sem nenhum desenvolver ou luz até dia recente em que o Pai decidiu seguir um sinal e foi consultar uns antigos jornais às bibliotecas. Ribombou algumas vezes o Céu nesses dias na Cidade e o Pai percebera claramente o significado, pois toda a inquirição decorria de forma estranha.

E tudo este p u zz le q ue sear rasta na co ns ciê en cia de t eu Pai, de sd e l on g a dat a, r ep o usa ava se m n en h um de s en volver o u lu z a té dia rec en te em q ue o Pai dec id i u se gui rum sin al e f o i c on sul tar un san ti g os jo rna is às b ib lio da teca s. Rib om bo u al gum as v e ze s o C é u ness es dias na cidade e o pai per cebe ra clara que mente o si gn i fi cado, p o is toda a in quiri são deco r ria de forma es t r anha.

Na hemeroteca, que é o local onde estão arquivados os jornais, não existiam exemplares desse ano.

No da he mer o teca, q ue é o l ocal onda es tão ar q u iva do s os jo rna is, n cão e xis t iam e x e mp lar es de ss e ano

Depois na biblioteca nacional, que por lei deve ter um exemplar de todo o tipo de objecto em qualquer suporte desde que editado, primeiro que não estavam catalogados e portanto não se podiam ainda consultar e depois de alguma insistência, caras semi já zangadas a forma do atender e depois de falar com a directora do serviço, lá aparecem os ditos jornais.

D ep o is na bi b lio teca na cio n al, q ue por lei d eve te rum e x e mp l ar det todo ot ip o de ob ject oe em q ual q eu r s up orte de sd e q ue edi t ado, prime iro q ue n cão est ava vam cat al o gados e porta n ton cão se p o dia am a inda c on sul tar e d ep o is de al gum a in sis t ên cia, cara ss emi j á z an gadas da primeira forma do a ten der e d ep o is de f al ar com a di rec tora do ser v i ç o, l á ap ar e cem os dito s jo rn a is.

Curiosamente o do dia que o Pai queria consultar, não existia, bem como de outros dias, talvez para compor o buraco? Perguntou-se o Pai se o facto de ter preenchido uma ficha onde constava a data na hemeroteca, que assim desvelava a sua procura, fora o suficiente para que ele não estivesse lá?

C u rio sam que mente o do dia q ue o Pai q eu ria c on sul tar, n cão e xis tia, b em c omo de o u t ros dias, t alvez para co mp oro b ur aco da foice do per gun to u do traço da inglesa se o Pai se o f ac to det e rp pr e en chi id o uma fic h a onda co ns t ava a data na he em ero teca, q ue ass em de s vela ava a s ua pro cura, f o ra o sufi cie en te para q ue el en cão es t iv esse l á foice

A segunda parte do texto em que entra esta referencia a biblioteca nacional

E na biblioteca nacional onde o pai teve que pagar uma espécie de quota de sócio temporizado com a duração de uma semana, pode então o pai consultar a memória publica que devia estar acessível a todos gratuitamente, pois ela é de Todos e de nenhum, consultar alguns antigos jornais.

En a b ib lio teca na cio n al onda o pai da teve q ue pa g ar uma es pé cie de q u ota de s ó cio te mp o riza ado com a dura são de uma se mana, p ode en tão o pai co n sul tar am emo moro ria da publica q ue de v ia es star ac ess nono do acento el a todos g ra tu i tamen mente tete, p o is el a é de todos e de n en h um, c on sul tar al gu ns ant i g os jo rn a is.

Segundo semestre de 2002.

O senhor Coronel Alcino Roque falou de crimes gravíssimos nas forças armadas ligados entre outros a tráfico de armas e foi exonerado por Paulo Portas. Cai também o chefe do estado maior general das forças armadas, senhor, creio que coronel Alvarenga. Aparentemente dos eventuais crimes mais não se soube publicamente.

Se gun do semem st red e 2002.

O s en hor Co ron el Al cino Roque f al o u dec rim es g raví ss imo sn as f orças ar mad as li gados en t reo outros a t rá f i co de armas e x one r ado por paulo portas. Ca i t am b é mo ch efe do es t ado maio r g ene r al das f orça s ar mad as, s en hor, c rei o q ue co ron el Al v ar en g a. Ap ar en te mente dos eve en tua is c rim es mais n cão se s o ub e pub li ca mente.

Teresa Costa Macedo diz ter visto em fotografias um ex ministro de Portugal que segundo essa noticia teria sido investigado pela Interpol.

Teresa da Costa do Macedo di z te r vi s to em f oto g raf ia s um e x mini s t ro de portu gal q ue se gun do ess ano ti cia te ria s id o in v es tiga gado pe la em te rata do pol.

Um nome emerge também ao olhar do Pai nas noticias daquele tempo. Pedro Serradas Duarte, considerado o 007 português, ex- Dinfo e pertencendo na altura creio que ao MAI pela mão imagine-se lá de quem, Nuno Magalhães do CDS, que parecerá mais adiante cruzado com o Pai nesta história.

Um no me e mer ge eta am bé mao o l h ar do Pai nas not i cia s da q eu le te mp o. pedro serradas duarte, c on s id e r ado o 007 portu g u ê s, e x traço ingles din f oe per t en c en dona al tura c rei o q ue ao MAI pe la mão i mag ine do traço da inglesa se lá de q eu maior, do nuno magalhães do cds, q ue pa rec e rá maís ad diana tec ruza ado com o Pai ne sta hi s tór ia.

Segundo as noticias teria o senhor Pedro Serradas Duarte, sido contratado por Paulo Portas e Durão Barroso. Esse senhor teria estado em tempos idos ligado ao Gal, que segundo a mesmo fonte adiantava ter favorecido ou facilitado a eliminação de alguns membros da ETA em Portugal.

Se gun do as not i cia s te ria o s en hor pedro serradas duarte, s id o c on t rata ado por paulo portas e durão barroso. Ess e s en hor te r ia estado em te mp os id os li gado ao gal, q ue se gun do a me s mo do fonte ad ian t ava te rf avo rec id oo u f ac i lita ado a eli mina são de al g u ns me m br os da ETA em Portu gal.

Ainda nesse tempo, dava uma noticia conta de Nuno Morais Sarmento que teria lançado a restruturação da RTP que tanto consenso e aplauso em diversos quadrantes, mais tarde veio a gerar.

A inda ness e te mp o, d ava uma not i cia conta de nuno morais sarmento q ue te ria lan ç ado ar es t ru t u ração da r tp q ue t anto c on senso e ap l au s oe em di do nono dos versos quadra n te s, mais t arde veio a ger ar.

Ah Meu Amado Filho, que o Pai fora depois das eleições apresentar-se ao senhor que na altura era ministro encarregue do sector profissional em que o Pai trabalhava e fora-o por duas razões, a primeira para dar continuação ao que vinha dando de largo tempo anterior, que atravessara a anterior governação, do seu pensar que era muito na altura e muito estruturado e definido sobre o sector audiovisual de Portugal, fruto de uma já longa carreira, conhecer e saber do sector por inerência ao que o Pai fizera até então como modo principal de vida.

Primeira do home da me do vaso do Amado fi l ho, q ue o Pai f o ra d ep o is das el e i ç õ es ap r es en tar do traço da inglesa se ao s en hor q ue na al tura e ra mini st ro enca r regue do sec tor pro fi s sio n al em q ue o Pai t ra b alha ava e f o ra do traço ingles do circulo por du as ra z õ es, a prime ira para dar conti nu ac são ao q ue vinha do dando de l argo te mp o ante rio r, q ue at ravessa sara a ante rio r g ove rna são, do s eu pen sar q ue e ra mui ton a al tura e mui to es t r u t u r ado e de fi nid o s ob reo sec tor au di o v is ual de Portu gal, fr u to de uma j á l on g ac ar rei ira, c on he cere saber do sec tor por ine r ên cia ao q ue o Pai fi ze ra a té en tão com o modo p rin cip al de v id a.

A segunda como curiosidade, curioso de saber como iria ser recebido, à luz do que parecia ser uma tentativa de aproximação feita por Durão Barroso que na altura o Pai intrigou. E a resposta como todas as respostas se bem vistas e observadas fora mais uma vez clara. Foi, o Pai, recebido por uma bela, gentil e educada jovem Senhora que era segundo se apresentou, chefe de gabinete e que me ouviu e que me disse que transmitira ao ministro e nenhum seguimento mais aconteceu.

A se gun da c omo c u rio sida dade, c ur rio s ode, o saber, o s abe rato com circulo da iria ser re cebi bid o, à l u z do q ue par e cia ser uma t en t at iva de ap roxi mação f e i ta por Durão Barroso q ue na al tura o Pai in t rig o u. E a rata da espanhola posta com o todas as r es postas se b em vi sta s e ob serva ada s f o ra maís uma ave zorro da clara. F oio Pai, rec e bid o por um be la, g en til e edu c ada j ove em S en hor aqui da ue e ra se gun do se ap r es en to u, c h efe de gabi nete e q ue meo u vi ue q ue me di iss e q ue t ra ns mit ira ao minis t ro e n en h um se gui men to maís ac on tec eu.

Ou seja , e tambem relembrando este texto, agora de novo aqui chamado, se começa a tornara claro um conjunto de relações entre pessoas e eventos, alguns dos quais emergiram agora de novo, no âmbito das recentes descobertas sobre as manhas bancarias de alguns senhores, que se prendem com o financiamento de um conjunto vasto de desgraças de violência e morte no mundo, ainda hoje sexta feita dia doze de dezembro, o correio da manha trazia uma estranha ilustração que parecia apontar a ligação entre um fax, sublinhado a verde na mao da maria josé morgado, procuradora da republica, que se pressupunha então ter sido as ordenas que levaram ao ataque ne rabbat, sendo que ao vê-lo, a estacão de rabbat, onde se via em símbolo a cobra do pentagrama, das plêiade, das constelações, e dos agrupamentos, com indicação de decimo, ou dez , ou outubro, do homem de oitenta e quatro, com uma relaçao que remetia para o painel do começar do Almada na fundação calouste gulbenkian, onde ontem um dos administradores, fora para reforma antecipada, um dos convocados aqui tambem neste livro, ainda agora em letras recentes, plêiade, o tal grupo da sgps , ou serpente sexta do gato do ps, omni, roquete , simbolizava com sua mao, o que parecia ser o detonador, de uma arvore, uma oliveira, azeitonas, enquadrada numa arcada de traça árabe, e tudo aquilo me evocou no momento, as ultimas bombas, não em marrocos, mas na Argélia, aquelas onde eu ouvi, pelo espirito, os filho da puta assassinos a dizer, que o fizeram para minha gloria, a tentar justificar desta forma o injustifical, o sempre injustificável, e tambem a tentar escamotear as suas próprias responsabilidades, ao me pretenderam associar ao negro facto, suas bestas, e sendo que se referindo a oitenta, a linha dos acontecimentos passará tambem pelos episódios relacionados com paul bowels e com os portugueses que o iam na altura visitar, como o fotografo, daniel blaufuks, do grupo das gentes dos piolhos da cultura oficiosa, sempre apoiada pelos distintos poderes políticos

O u seja , eta am b em r el em brando este te x to, agora de n ovo aqui ch amado, sec om eça a tor na ra claro um c on j un to de r e la ç o es en t re p esso as e eve en ts o, al h us sn do s quais e mer g iram agora de n ovo, no am bit o da s rc en net ts, descobertas, fundação, s ob rea s manhas ban carias de al g u ns s en hor es, q ue se pr en de mc om o fina cia men to de um c on j u to v as to de d e sg r aça s de vi l one en cia e morte orte no m un do, a inda h oje sexta f e it a dia di ze de dez em bro, o cao r rio da manha t ra z ia uma te s rn h a il us t raçao q ue par ceia ap on t ra a li g ac sao en t r e um f az, s ub l un h ado ave verde na mao da maria josé morgado, pro cura dora da r e publica, q ue se pr ess u p unha en t y a it r es id o as o r dena s q ue l eva aram ao at a q ue ne r ab bat, s en do q ue ao ove do traço ingles do lo, a est ac sao de r ab bat, onda se v ia em s im b olo a cobra do penta gara amam, da s p lei a d es, das c on s tela ç o es, e dos a g rup am en t os, com indica sao de dec imo, o u de ze , ouo ut bro, do h om e de t en ta e q ua t ro, com uma da relaçao q ue r e me t ia para o pa ine l do cm e ç ar do Al mad ana fun da sao ca l o us te g u l ben kina, onda on te m um dos ad min s y ra dor es, f o ra para r e forma ante cip ada, um dos c on vo cado s aqui t am b em neste l iv ro, a inda a goa rem letras rec en te s, p leia de, o t al g rupo da s hp s , o u ser pente sex t ado gato do ps, om ni, roquete , s im bo l iza ava com s ua mao, o q ue par e cia ser o det on a dor, de uma ra vo re, uma ol iv e ira, en quadra da n uma a rca ada de t r aça árabe, e tudo aquilo me evo co un o mo mn en to, as u l t ima s b om bas, n cão em mar roco s , ma sn a ar ge lia, a q eu l as onda eu o u vi, p elo dez es pi rito, os fi l ho da puta as sas sin os a di ze r, q ue o fi e ze ram para min h a g lo ria, a t en tar j us ti fi car de sta fr mao in ju s ti fi c al, o se mp o re in ju s ti fi c ave le t am b ema t en t ra esca m ot e ar as asu as pro p ria s r es ponsa bil id ad es, ao me pr e t en de ram as soci ar ao negro f ac to, s al bet as es en do q ue se re fe r indo a o i t en ta, al in h ad os ac on tec i e mn t os v p ass sara t am b em p elo dez s e pi s o dido s r e la cio n ado sc om paul bo w l es e com os portu gi es e s q ue o iam na al tura v isis t ra, com oo f oto g raf o, dani el b l au f uk s, do g rupo das g ene ts dos pi o l h os da c u l tura o fi cio sa, se mp r e ap o iad a p elo dez s di s tintos p ode r es poli tico s

Fazendo o diagrama do texto agora aqui introduzido, temos as relações com macau, ou seja casinos e jogo, apostas, e local próximo do tsunami no sudoeste asiático, que agora de novo tambem aparecera associado as ultimas desgraças na india, como a reforçar a ligação entre estes elementos, ainda relações com portugal via macau, que sempre existiram, com a fundação oriente, tambem presente em algumas visoes deste livro, com vila viçosa, e negócios pouco claros de imobiliária, com relaçao ao partido socialista, visto algumas destas personagens, nesse partido terem pontificado, vide o caso que ficou conhecido por fax de macau com o melancia e rui matias

Fazendo, circulo do dia g rama do texto do agora aqui in t rod u z id o, t emo sas das relações do com de macau, o use seja ca sis sn nos os e j ogo, a ps ota se l ocal pro x imo do ts un ado ni s u do este a s iat tico, q ue agora de nov t am b em ap ar cera as soci ado as u l t ima s es g r aça sn a india, com o a r e f orça ra li g a ç º cao en t re es t es el em n t os, a inda r e la ç o es com portu gal v ia m ac au, q ue se mp r ee xis t iram, com a f un da ac sao o i ren te, t am b em pr es en te em al gum as vi s o es de ste l iv roco, com da vila do vi ç o sa, e ne g o cio s p o u co claro s d e imo bil aria, com da relaçao ao partido socialista, vi s to al gum as de sta s per son a ge ns, ness e p art id dt te ram ponti fi cado, vide do circulo do caso q ue fi co u c on he c id o por f ax de m ac au com do circulo do melancia

Depois temos o fio da casa pia, ou seja das crianças usadas com motor de rituais como amplamente descrito neste livro, neste ponto, através das declarações de teresa costa macedo que esteve à frente da cas pia, e que refere no principio do processo, informações que a intrepol terá do envolvimentos de ex ministros de portugal, no grupo dos abusadores, sendo que ao que parece nenhum se encontra em monsanto, o que dá corpo e força a ideia do que outro serão usados como bodes expiatórios, para branquear a responsabilidade dos mais graúdos neste caso, e se assim tiver sido, nomeadamente a interpol ter informações sobre este caso se poderá fazer a prova da corrupção e envolvimento de gentes com funções na rés publica a mais alto nível,

D ep o is t emo s o fi o da c asa pi a, o use seja das c r ian ç as usa ada sc om m oto tor de rit ua is com o am p primeiro da primeira que mente de sc rito nest e primeiro nono ro, nest e ponto, at rav espanholas das dec lara rações de te r sa da costa do macedo q ue espanhola teve á fr e bn te d ac as pi a, e q ue r efe rec cn o p rin cip pi o do pro c esso, in for mações q ue a in t r ep pol te rá do en vo l vi men to sd ee x mini st ros de portu gal, no g rupo do s ab usa dor espanholas, s en do que ao q ue pa rac en e n h um se en c on t ra dos contra, em monsanto, o q ue dá cop ro e f orça a id deia do q ue o u t ro se ra o usa do sc omo bodes e x pi a tóri os, para br anque a ra a r es p os na bil id ad e dos maís g ar u do s e se asis sm t iv e r s id o, no me ad damen mente te a in te rp o l te rin f oma ç o es s ob r ee ts caso se p ode rá f az e ra pr ova da cor rup são e en vo l vi e mn to de g en t es com m f un ç o es na r es publica a mais al to n nono el,

A teia da casa pia se alarga, tambem aos estados unidos, na medida em que é publico, os programas ditos de assistência medica, com chumbo, nos dentes das crianças da cas pia, isto é o que se sabe como versão oficial, e foi mesmo dirimida na conversação publica, quando eu aqui neste livro o lembrei, mas é evidente que os rituais, tambem são do conhecimento do outro continente, na medidas clara em que as assinaturas lá tambem se tem desvelados, ou seja aponta isto, os factos, que muito masi se esconderá por detrás do tal chamado programa de apoio ao tratamento dos dentes das crianças da casa pia

Prime ria da primeira teia da casa pia se al arga, t am b ema os estados unidos, na me dida em q ue + é publico, os pro g ram s dito sd e as sis t en cia me dica, com c h um bo, nos d en t es da s c r ian ç as da cas pia, is to é o q ue se s abe como v e r sao o fi cia l, e f o i me ms o di rim id ana c on b s argento versa sao publica, q ua ando eu aqui neste loi nono v ro o l em br rei , mase e vi dente q ue os ritu a is, t am b em são doc on he cimento do o u t ro do continente, na me dida id ad da clara em q ue as a s sin at turas l á t am b em se t em de s vela ado s, o use seja ap da ponta do is to, os fat tc cos, q ue mui to masi se es conde rá por det ra sd o t al c h amado pr i g ama de ap oio ao t rata men to dos d en t es das c r ina sç as da c asa pi prima ira


E sendo que ainda em dia recente mais uma confirmação, foi dada pro um homem que carreou funções de estado, freitas do amaral, que a intrepol tambem trará elementos relacionados com mais um caso de injustiça em portugal, que foi o assassínio de sá caneiro, sua mulher, o ministro dos exércitos, e outros acompanhantes, e que é desvelador, por si, a ausência de investigação e justiça, que esta cobertura e escamoteamento dos culpados , é real e vem desde muito tempo atras, ou seja , é operado sistematicamente por alguns

E s en do q ue a inda em dia rec en te mais uma c on fi maçao, f o id ad a pro um h ome q ue car reo u f un ç o es de estado, fr e i t as do am ar al, q ue a it r e pol t am b em t ra rá el e men t os r e la cio n ad os com mais primeiro caso de in js u ti ç a em portugal, q ue f oio as sas sin i ode sá c ane r iro, s ua mul her, o min si t ro dos e x rec it os, e o u t r s o ac om p anha ante s, e q ue é de s vela dor, por si, a au s en cia de in v es tiga sao e justiça, q ue e sta co be r tura e esca m ot e am en to do sc u l pad os , é r e la e eve m de sd e mui to te mp o at ra s, o use sej , é opera ado sis te ema tica que mente por al gus mn

Não existindo acasos, o desaparecimento dos arquivos de determina jornais no local onde por lei devem estar, primeiro nos arquivos da dependência da câmara e depois mesmo na biblioteca nacional, onde faltavam, nomeadamente alguns exemplares de dias, datas, que o espirito especificamente nessa altura me desvelara, traduz, que algum com poder e com o conluio de quem dirige estas instituições, os retirou propositadamente para esconder algumas informações e declarações obtidas nesse tempo por jornalistas, que poderiam , ou podem ser incriminatórias, e sendo que quando lá foi masi uma vez , uma relaçao indirecta aparecera, via a senhora ligada as mulheres e deusas, ou seja ao grupo do ps, e uma senhora da biblioteca da familiar do mario soares, e ainda um pre visao de bombas que depois rebentaram, ou sej, o perfume delas, das bombas, dos atentados, já por ali pairava

N cão e xis t indo ac as o s, o de spa rec i men to dos ar ruivo s de det e r mina jo rna is no l ocal onda por lei d eve em es star, p rime iro nos ar q u iv os dd ep en dc cia ia da ca mara e d ep posi me s mo na b ib lio da teca nacional, onda f al t ava, noe ema damen te al g u s n e x e mp l ar es de dias, dat as, q ue o e x pi rito es pe ci fi ca que mente ness a al tura me de s vela lara, t ra d u z, q ue al gum com p ode rec om o c on lui ode q eu m di rig e e sta s in s t u i ç o es, os r e tir o u pr ep posi sita damen te para es conde r al gum as in for mações e dec lara rações ob t id as ness e te mp o por jo rna l ista s, q ue p ode r iam , o ip ode em ser inc rimi ina tóri as, e s en do q ue q u ando l á f o ima si uma ave z , da primeira da relaçao in di rec cta ap arc e ra, v ia a s en hor a li gada as mul h r es e de usa s, o use seja ao g rup o do ps, e uma s en hor ad a b ib lio teca da f am i l ai do mario soares, e a inda um pr e visao de bom b as q ue d ep o is r e b en tar am, o use sej, o pe rf u me de l as, das bom b as, dos at en t ado sj á por al i pai ar ava

Biblioteca nacional, fora tambem local onde minha amiga margarida durante muitos anos trabalhara, conjuntamente com um senhor encarregue do arquivo dos cartazes, o luis, que por sua vez conheci eu uma noite em casa da teresa cunha, bibliotecas, alarga a relaçao tambem a teresa calçada, e por tabela a pacheco pereira, rosa leonor, do blog, masi a senhora da família soares

B ib lio teca na cio n al, f o ra t am b em l ocal onda min h a am i g a m ar g ar id a durante mui t os ano s t ra b alha ra, c on j un tam n te com um s en hor enca rr e g ue do ar q u iv o dos car t az es, o lu is, q ue por s ua ave z c on he ci eu uma mo it e em c asa da teresa cunha, b ib lot teca s, al ar g aa relaçao t am b ema t r es a calçada, e por t abe la a p ac he co pereira, rosa leo no r, do b lo g, ma sia se hor a da f am i l ia soares


No texto agora inserido, marcelo, ligação madeira, teresa ribeiro, iss, sempre convocada nest livro, manuel falcao, paulo, portas, rui matias macau, armada, a filha de um juiz mae de uma amiguinho de meu filho, tambem tendo trabalhado na administração portuguesa em macau durante décadas e actualmente no ministério das finanças, morais sarmento, teresa costa macedo, que mora no prédio da rapariga loira que um dia veio ter comigo no s Luiz, aproximação ao durao operada por maria elisa, relaçao tambem com a rtp, a apropriação indevida de morais sarmento e do psd, do projecto da reestruturação da rtp e nomeadamente do canal dois, ou seja a prova de utilização da minha pessoa, sem reconhecimento algum, ou seja em forma de vampiros, como suporte de concepção ao psd na altura em que o durao ganha as eleições

No do texto do agora in ser id o, marcelo, li g ac a são da madeira, teresa ribeiro, iss, se mp r e c on vo c ada nest l nono ro, man u l e falcao, paulo, portas, rui matias macau, arma n da, a filha de um juiz mae de uma amiguinho de me u fi l h o, t am b em t en do t ra b alha ado na ad min si t raçao p ot u guesa em macau duran te dec ad as e ac tua l e mn t en o min si te rio das fina ç as, morais sarmento, teresa costa macedo, q ue mora no pr é di o da ra pa rig a loi ira q ue um dia veio te rc om mig on os lu iza por x ima ç º ao cao do durao opera ada por maria elisa, relaçao t am b em c om ar tp, a ap rop ria sao inde v id ad e morais sarmento e do psd, do por ject o da re es r t r ur u raçao da r tp en om e ad mane te do can la do is, o use seja ap o r v ad e u tili z a ç cao da min h a p esso as em r e von he cimento al gum, o use seja em forma de vam piro s, com o s up orte de c on cep sao ao psd na al tura em q ue o durao gan h a as e lei ç o es

E ainda a prova que tanto paulo portas como durao barroso estavam desde dois mil e dois ao corrente do trafico de armas feito através do exercito português

E a inda a pr ova q ue t ant o paulo portas como durao barroso e stav vam de sd e do is mi da ile do isa o co rr en te do t raf i co de armas f e i to at rav es do e x ce rc it o portu gues

Nessas noticias, à volta do dia da edição desaparecida, que deveria ser portanto uma ligação, que se eu a lesse, se tornaria evidente , provavelmente em cascata , um conjunto de deduções e relações, se dava conta de pedro serrada duarte, que fora contratado por paulo portas e durão barroso, que o primeiro trazia ligações ao gal, e a eventual eliminação de eventuais terroristas da eta em portugal, provavelmente então tambem envolvido na morte do pedro elosegui, que o senhor serradas, ex Dinfo, serviços de informação secretos, conhecido pelo zero, zero, set português, ou seja, provavelmente carreado de uma licença para matar, tambem tendo passado pelo mai, a convite de outro senhor do pp, o nuno magalhães, que masi uma vez aparecia em dias recentes com muita frequência, e com relaçao com agora se desvelara, não só ao fundamento do barco na galiza, a carga e a gasolina, mas tambem com relaçao ao que se passou em beslan

Ne e s sas not i cia s, à v o l t ado dia da edi cc sao de sapa rec id a, q ue d eve ria ser porta n to uma li g ac sao, q ue see ua l ess e, se tor na ria e vi id do dente , por v ave l em nete em cas cat a , um co on jn to de d eu ç o es e relações, seda ava conta de pedro serrada duarte, q ue f o ra c on t rat ado por paulo portas e dr ua o barroso, q ue o prime iro t ra z ia li g ac o es ao gal, e a eve en tua al el emi mina sao de eve en tua is te rr ori sta s da eta em portu gal, pro ova ave le mn te en tao t am b em en vo v il dona morte orte do pedro elo se gui, q ue o s en hor serradas, ex din f o, ser vi ç os de in for maçao sec r e t os, c on he c id o p elo dez z ero, duplo, set portu gues, o use seja, por v ave l em n te car rea dor de uma lic ança para mata rt am b em t en do p ass sado p elo dez mai, ac on vi te de o u t ro s en hor do pp, o nuno maga l h a es, q ue masi uma ave z ap ar e cia em dias rec en t es com mui ta fr e q u en cia, e com da relaçao do com agora se de s vela lara, n cão s ó ao fun damen to do barco na galiza, ac ar g a e a gás o l ina, mas t am b em com r e l aç ºº cao ao q ue se passou em beslan , ou seja o louco que se passou em beslan

Isto viera a publico no segundo semestre de dois mil e dois, através do coronel Alcino roque, que denunciou a existência de crimes gravíssimos nas forças armadas portuguesas, especificamente relacionado em parte com tráficos de armas, e foi demitido pelo paulo portas, bem como o coronel alvarenga , chefe do estado maior das forças armadas da altura, caiu, ou seja o paulo portas e consequentemente durao, sabiam do trafico das armas e o cobriram, o que faz de ambos cúmplices, se não mais, como ordenante, desse mesmo trafico, o texto faça ainda de uma cas que paulo portas teria obtido, ou construído perto do linho, sobre a qual foi inquirido e que não respondeu, ou seja, pode-se estar perante uma prova de um contrapartida pela encobrimento do trafico, não esquecer ainda a relaçao com estados unidos, onde o paulo portas foi condecorado pelo exercito, salvo erro ramo da marinha, por serviços prestado, o que parece indicar que o trafico das armas, terá tambem passado pela América, e ainda os fios que vinham do caso da moderna

Is to vi e ra primeira da publico no se gun do semem st red e do is mi ile do is, at rav es do c ro rn el al c ino do roque, q ue de n un cio ua e xis t en cia dec rim es g ra vi ss imo sn as forças armadas portuguesas, es pe ci fi ca mente do home ingles da te r e la cio n ado em p arte com t raf i cos de armas, e f o i u de mit id o p elo dez p au primeiro do circulo do portas, b em com oo co ron el al v ar en g a , c h efe do estado maio r da s forças armadas da al tura, ca i u, o use seja circulo do paulo portas e co nse q u en te mn te durao, s avi iam do t raf i co das armas e o co br iram, o q ue f az de am bo s cu mp l i ce es, se n cão mais, com o or dena ant es, de ss em es mo t ra f i co, o te c x to f aça a inda de uma cas q ue paulo portas te ria ob t id o, ou co ns t rui o d per to do l in ho, s ob rea q ual f o i in q ue ru do e q ue en cão r es ponde u, o u seja, p ode do traço da inglesa se es t ra pe ra n te uma pr ova de um c on t ra p art id a pe la co br i men to do t raf i co, n cão es q eu ce ra id na a relaçao com estados unidos, onda do circulo do paulo portas f o i c on deco r ado p elo dez e x e rc it o, s alvo e r ro ramo da marinha, por ser vi ç o es pr estado, o q ue par ce indica r q ue o t raf i co das r am as, te rá t am b em p ass sado passado pe l a am erica e ainda os fios que vinham do caso da moderna

Ou seja, perante o tribunal penal europeu, parecem indicar estes factos, o envolvimento dos senhores supra citados em envolvimento de trafico de armas não só na altura da ultima guerra com o iraque mas tambem, em relaçao a durao barroso, que fora na altura da guerra dos Balcãs, ministro dos negócios estrangeiros de cavaco silva, que provavelmente este conhecimento e eventual envolvimento, já viria desde esse tempo, convicção que assenta tambem no que se conhecem ser os motivos que levaram ao assassinato do primeiro ministro de portugal sá carneiro e do seu ministro da defesa e consequentemente com responsabilidade na condução da forças armada, onde estaria a investigar este caso, à data, ou seja, tudo parace apontar, que o trafico de armas e outras eventos, vem desde o tempo da descolinização, onde portugal terá alimentado, partes das guerras civis que em africa nessa altura se deram, bem como outros países, pois assim é o conhecimento histórico dos factos, nomeadamente traduzido nas armas que se sabiam estar em presença no terreno, e que ilustram sempre a sua origem

O use seja, pe ra n te o t rib un al p en al eu rop eu, pa rec em indica r est es f ac to s, o en vo l vi men to dos s en hor es s up ra cita ado se em e maior vo l vi men to de t raf i co de armas n cão s ó na al tura da u l t ima guerra com o iraque mas t am b em, em relaçao a dt ur ra o barroso, q ue f o ra na al tura da guerra do s ba s l cas, min si t ro do sn ego cio s es t range it os de cavaco silva, q ue pro ova ave le mn te este c on he cie mn to e eve en tua al en vo l vi men to, j á v iria de sd e ess e te mp o, c on vic sao q ue as s en t a t am b em no q ue se c on he c em s ero s m ot iv os q ue l eva aram ao as sas sin tao do p rim ero min si t rode portu gal sá carneiro e do s eu mini s t ro da d efe sa e co nse u q en te mn te com r es p os na bil id a dena c on du sao da forças armada, onda est raia a in v es tiga r este caso, à data, o use sej, tudo pa rac e ap o at ar, q ue ot raf i co de armas e o u t ra s ve en bt os, v em de sd e o te mp o da de sc o li ni x z a ç º ao, onda por ti gal e t rá al i men t ado, p art es das guerras c iv is q ue em africa ness a al tura se d e ram, e b mc omo o u t ro a p a is e s, p o is as si mé o c one h cie mn to hi s tóri co dos f ac t is, no me ad damen te t ra du z id on as armas q ue se s ab iam es star em pr es ença no te r reno, e q ue i lu s t ram se mor rea s ua ori ge maior

Depois deste insert, que penso será pelos factos descritos e pela presença de testemunhas que nunca foram ouvidas me tribunal algum, deverá ser matéria suficiente para o tribunal penal internacional, instaurar uma investigação a estes actos personificados por estas gentes, assim seguia o texto

D ep o is de ste in se rt, q ue p en s o se rá p elo dez s f ac to s de sc rito se p e l a pr es ença de t es te m unhas q ue n unc a foram o u vi da s me t rib un al a l gum, d eve rá ser mat é ria sufe cie en te para do circulo do tribunal p en al in t rena cio n al, in s t aura r uma in v es tição a es t es ac to s per s en ni fi cado s por e sta s g en te sas si em se gui a ot e x to


minha amiga já sofreu e porventura ainda sofre no seu porto masi ao norte, uma assinatura de outro acto se expressou, tambem aqui relatado

min h a am i g a j á s o fr eu e pro ove en tura a inda s o fr en o s eu porto ma siao norte, uma as sin a tura de o u t ro ac to ze expresso u, t am b em aqui r e la t ado
era este o encontro, o terceiro daquele fim do dia , tres senhoras, todas eu as conheço, se bem que em graus distintos

e ra este o en c on t ro, o t rc e iro da q eu le fi maior do dia , t r es e en hor as, todas eu as c on he ç os e b em q ue em g ra us di s tinto serpentes

no primeiro encontro, uma fotografia me foi pela primeira pedido a escolher, o tigres horus da pila comprida e a pantera laranja quase rubra parecia deitado no leito à sua esquerda, assim na imagem vi, o cao Baltazar, ou o cao Baltazar, um de duas pernas, mais uma terceira se a tiver

no prime iro en c on t ro, uma f oto g raf ia me f o ip el a prime ira ped id o a es co l her, o tigres hor us da p ila co mp rid a e a pan te ra lar anja q ua ase r ub ra par e cia de it ad no lei to à s ua es q eu rda, as si mna e mage maior mao vi, o cao bal at az ero u o c º sao bal at az ar, um de du as pe rn as, masi um t rec e ira seat cruz nono e rato

trazia a pila tesa de fora, vermelha numa profusão de caracóis brancos de seu pelo, era como um ponta de um parafuso vermelho de cravagem à imagem do ritual que o quadro do museu de indianapolis mostra, cravagem , rima ainda com cravagem do centeio, ou seja do trigo, e alucinogenicos, trigo, milho, imagem das crianças, lsd, usado no acto do leito, da cama da desgraça

t ra z ia ap ila te sa v em el h anu uma pro fusao de cara co is bta br anco s de s eu p elo dez, e ra com o um ponta de um para fuso v em el h ode dec rava ge da vage maior à i mage m do rit ual q ue o q ua dr o do m u s e u de in diana da polis mo st ra, c rava ge m , r ima a id na com c rava ge m do c en te io , o use seja do t rig oe al u cino ge nico s , t rig om mi l h o, iam ge m das c r ian ç as, l sd, usa ado no ac to do lei to, da cam da de sg r aça

fora rápido este segundo encontro de tres senhoras na mesma tarde da noite da lua cheia, ao passar, na rua da escola politécnica vira a loja aberta, a rapariga lá do fundo, me disse, como se disparando à queima roupa, só agora apareces de novo, como se tivesse ficado agendado entre nós alguma encontro na primeira vez que em sua loja nos viramos lhe respondi, ia a passar aqui na rua e te dou um beijo, ali estava ela, em vestido convidativo e generosa face a sua bela pele, ao seu computador, com ar de atarefada e escolhendo as fotos, com ar de quem isa sair depressa, por pouco tempo lá posei, ajudei-a na ajuda que me pediu e continuei caminho descendo para a baixa

f o r a rá pido este se gun do en c on t ro de t r es s en hor as na me sm a t arde da no it e da l ua che ia, ao p assa rna rua da es c ol a poli tec nica v ira al o j a ab e rta, a rp a riga l á do f un do, me di ss e, com o se di spa ra n do à q u e ima ro up a, s ó agora par ac es de n ovo, com o se t iv ess e fi c ada agne n dad o en t r e nós al gum a e cn on t ra on a prime ira ave z q ue em s ua lo j ano s v ira mo s l he r es ps son di, ia a p asa ra qui na rua e te do u um bei jo, al ia e sat v a el a, em v e t id o c on vi dat iv oe g en r s o f ac e as ua be l a pele, ao s eu co mp u t a dor, com ar de at a r e fada e es col her n do as f oto sc om ar de q eu m isa sa i r de press, por cp o u co te mp o l á pose i, a ju de i r do traço ingles da ana ajuda q ue me pe di ue conti n eu i r ca minho de sc en do para a ba ix a

baltasar, é memória de bandido e perseguidor, passado da cabeça, do tempo da revolução, das confusões nos liceus, nos tempos da adolescência, baltasar associado à india da polis, ou seja associado aquela que na câmara terá face de india, ou seja a helena, assim creio ser seu nome, cabelo penteado ao meio, sues traços de face e dos olhos, o ar indio lhe compõem

bal al t a sar, é m emo ria de bandido e per se gui dor, passado da cab eça, do t e mp o da r evo lu sao, das c on fusões no s lic eu s, no s te mp ps o da ad o l es c en cia, bal at a sar as soci ado à india da p ol is, o use seja ass si c ua do a q eu l a q ue na ca mara te rá f ac e de in dia, o use seja a helena, as si em c rei os e r s eu no me, cab elo dez pen te ado ao mei o, s eu s t r aços de face e do sol h os, o ar in di o l he co mp poe m

trigo e e centeio, é tambem , o tigre ou o jaguar, o rasto do jaguar sobre neve, o tigre das estepes, ou o tigre nas estepes, ou seja em beslan, tigre e garras, factos recentes no mac donalds, tigre , outro sem sua forma ser, por ali na escola andou fazendo a matança, baltasar será então com helena o duo que gerou o tigre

trigo e e c en te io, é ta m b em , ot i gre ouo j a g ua r, o rasto do j a g u ar s ob r en eve, o tigre das es t ep es, ouo tigre nas es te pas, o use seja em b es lan, tigre e garra s, f ac to s rec en te sn o m ac dona l ds, tigre , o u y rt o s em s ua forma ser, por al ina es c ola ando u fazendo a mata ança, bal at a sar se rá en tao com he l en a o duo q ue ger ero u o tigre

que terá que ter sido um tigre alado, ou seja, o tigre das telecomunicações, ou o caçao das telecomunicações, pois assim terá sido operado em parte a desgraça

q ue te rá que te r s id o um tigre al ado, o use seja, o tigre da s tele com única caçoes, o u o caçao das tele com uni caçoes, p o is as si m te rá s id o opera ado em p arte a de sg r aça

o que me persegue na minha área de trabalho, ou melhor, a área onde trabalhei um grande pedaço da minha vida

o q ue me per se g ue na min h a a rea de t r a b alho, o um el hor, a a rea onda t rava al hei um g rande peda aço da min h a vi id a

e uma semelhante perseguição na pt, que agora mais um vez se desvela com ligação transatlântica, o home do titanic das torres, um caçao ligado à sic, ou o caçao da sic, bálsamo, ou alguém da sua alçada, alçado o baptista, alçada baptista, é o patrono da margarida rebelo pinto, sendo que no entretanto deste escrito, ouvi eu em manha recente, o bandido que se diz ser ministro da cultura na rádio, depois dos eventos relatados na casa fernando pessoa, que o alçada se fora

e uma semem el a h ny te per sig gui sao na pt, q ue agora maís um v e z se de s vela com li g ac sao t ra n sat lan tica, o h om e do tita ni c da s tor r es, um caçao li gado à sic, o u o caçao da sic, bal se mao, o u al gume da s ua al ç ad a, al ç ado o ba pt ista, al ç ad a ba pt ista, é o pat ron o da mar gar id a do rebelo, o pinto, s en do q ue no en t r eta n to de ste es c rito, o u vi eu em manha rec en teo bandido q ue se di z ser min si t ro da c u l tura na rá di o, d ep o is dos eve en to s r e la t ado sn ac asa feran do p esso aqui da ue o al ç ad a sef do circulo do ra

quatro eram as senhoras no jornal em fotografia

q au t ro e ram as s en hor as no jornal em f oto g raf ia

tita em primeiro plano, mostrava a marca das garras em seu ventre, como um mao de tigre, que reverbara no happy meal da mac donalds que é o antero, ou a ante do erro, ou seja no home da maça, ou seja de nova yorque que será pandilha do antero ou a formiga do erro, e da anta, ou tumbas do erro, ou da tumba feita por erro, ou seja de algumas mortes mais

tita em prime iro p l ano, mos t rava am a rca das garras em s eu v en t rec omo primeiro do mao de tigre, q y e q ue r eve r b a do bar do rato do ano home da primeira do pp do delta da me al dam ac dona l quadrado da ue é circulo da ant do ero, o ua ante do ero, o vaso do seja no home do om e dam aç, circulo da use seja de n ova yorque quadrado da ue se rá p andi da di da ilha do ant ero circulo da ua for mig ado e rato do ro, e da anta, circulo do vaso da cruz primeiro do ba sd oe rato do ro, o vao da t pt ti primeiro ba forte e it tap por e rato do ro, o use seja de al gum a sm orte serpente maís

o casal dissera sem dizer, a rapariga dos olhos azuis é a mu da inversão das aguas, e que era uma mu invertida , ou sej provavelmente uma lésbica tambem, mulheres de olho azul, na pagina eram tres, mas muitas no mundo há, margarida , a rebelo, ou a do barco do douro, a senhora capitão do barco que leva os precisos néctar ria abaixo entre perigosos escolhos, a senhora que afasta as sereias dos marinheiros, ou a senhora que afasta a amada, se calhar por acto, vontade ou desejo carnal,

o ca s al d iss e ra se em di ze ra rap a riga dos olhos az u isé a mu da in v es ra o das aguas, e q ue e ra uma mu in vertida , o use sej pr ova ave le mn te uma l es bia aca t am b em, mul her es de olho az u l, na pa g ian e ram t r es, mas mui t as no mundo h á, mara g ar id a , ar e b elo dez, o ua ado ba rc o dodo ur o, a s en hor a ca apit capitão do ba rc o q ue l eva o pr e c is os ne cta rr ia ab a ix o en t re p ero g os o s es col h os, a s en hor a q ue a f a sta as se reia s do s marin he iro s , o ua ase en hor a q ue a f a sta a am ad a, sec al hor por ac to, von at de o u desejo car rn al,

pelas cartas do jornal, pelas escutas, visto a outra, escritora ser, nesse, caso a senhora da intriga, mas loiras de olhos azuis escritoras logo masi uam alem da margarida aos olhos salta, a rowlings, com um trajecto tambem de escrita enformadora, margarida, trás as relações e os elos descritos com o psd, na altura do santana como dirigente das massas, com Saturno pintado na bandeira, e masi uma vez, um conjunto de apropriações indevidas que nessa altura se deram, e foi aquela que me apresentou a teresa, a mulher que me fez um filho e que me o trás roubado

pe l as ca rta sd o jo rn al, pe l as es cut as, vi s to a o u t ra, es c rito ra ser, ness e, c aso a s en hor a da in t riga, mas loi ira s d e o l h os az u is es c rito ra s l ogo ma si uam al em da mar g ar id a aos o l h os s al ta, a ro w l inglesa s, com um t ra ject ct o t am b em de es c rita en for mad dora, mar g ar id a, t rá sas relações e os elo dez s de s c rito s c om o ps dna al r ur ado santana com o di rig en te d as massas, com sat ur no pina td on a bandeira, e ma si uma ave z, um c on j un to de ap rop ria ç o es inde v id as q ue ness a al tura se d e ram, e f o ia q eu la q ue me ap r e s en to ua teresa, am uk l her q ue me fez um fi l h oe q ue meo t rá s urubu ado

e as bestas do jornal com seu fuminhos, nessa pagina , alargam e tentam assim mais confundir, a paris hilton, muito figurino semelhante à própria margarida rebelo pinto, de óculos escuros, como que a encaixar um outro escutado daquela altura, não a olhes nos olhos se não morrerás, frase relativa, mas que se aplicava a quem trás óculos escuros e o ver oculta, não fora o caso do contexto, fora um outra senhora no almoço com meus pais no palácio, estrangeiros, talvez ingleses, a senhora tinha uns olhos azuis de um brilho e cor incríveis, um pouco a lembra os da bar rafaeli, que depois os vira tambem na net

e a s b es t as do jornal com s eu f u minho s, ness ap a gina , al ar a gm met en tam as si em mais co fun di ira paris hi l ton, mui to figo rino semem l h ante à pro p ria mar g ar id a r e b elo dez do pinto, de o cu l o s es curo sc omo q ue a en caixa ar rum o u t ro es cut ado da q eu la al t r ur an cão a o l h es no sol h o se en cão mor rato e rá serpente fr ase rato e la cruz iva, masque sea ap li circulo da ava aqui da ue maior cruz rá serpente do circulo do cu do primeiro os espanhol curo se ove roc vaso do primeiro da cruz e cão forte do circulo do ra do caso doc em te x to, forte do c ur c y dez do ra umo vaso da cruz ra serpente en hor ano al moço com me us pa is no pal cia, es cruz range iro st alve zorro em gato primeiro es e sas en homem rat tinha un sol homem do os az vaso do is do primeiro br ilho e cor inc rato nono e si, primeiro p circulo vaso do coa do primeiro em br ra os da bar raf a eli, quadrado da ue quadrado da ep circulo do is os vaso da ira tam e segundo en ane eta

ao lado ainda charlize, aos caracóis doirados demasiados compostos como se tivesse saído do cabeleireiro depois de fazer uma permanente, e ainda o cantor ingles, o paul, casado com a senhora que ficara sem um perna, a dizer à mac donalds, como chavez, que foram estúpidos, isto depois das garras dos tigres na mac donalds, e putin ganhara nesses dias um tigre pequenino a procurava-lhe um zoo

ao l ado a inda c h ar l ize, aos cara rac o is do irado s de ema si ado s co mp os to sc omo set uve ess e sa id o do cab e lei rei iro d ep o is de f az e rum a per mane en te, e a inda o can tor ingles l es, o p au l, ca sado com a s en hor aqui q ue fi cara se mu m pe rn a, a d u ze r à a mc dona l ds, com o c h ave z s, q ue foram es tupi do sis to d ep o is das garra sd os tigre es na amc dona l ds, e p u tin g ana h ra ness es dias primeiro tigre pe q u e nino a pro cura ava do traço ingles do primeiro do primeiro do zoo, outro cantor, zoo tv

aqui a garra cujas unhas saiem pela escrita de um lápis, está por debaixo do abanico aberto rubro , ou seja Espanha, a garra que arranhou e abria o leque vermelho sobre a secretária negra , ou seja astro argentum , das coxas e ancas da mulher

aqui primeira garra cu j as un h as sa i em pe la es c rita de um l á pi is, e stá por de ba ix o do ab b ani cao ab e r to r ub ro , o use seja es pa anha, primeira garra q ue ar r anho ue ab ria o le q ue vermelho s ob rea secreta ria negra , o use seja astro ar g en tum , das co x as e anc as da mul her

coxa liga a galinhas, e ovos e pintainhos e a crise financeira, pois foi assim que a imagem apareceu na Palavra , lembra tambem , escola russa outra vez, coxa, liga a coxa artificial, a imagem de piratas, e a mulher do paul mc cartney, mac cartey liga a perseguidor de bruxas e comunistas, e a mae cain, ou seja a perseguidores que perseguem bruxas no eixo atlântico , tendo em comum a lingua inglesa

co xá liga a gali n h as, e ovo se pi n t a inho sea c rize fina n ce ira, p o is f o is as si em q ue a i mage m ap arc eu na Pala vaso do ra , l em br a t am b em , e co la russa o u t ra ave z, co xa, liga a co xá art i fi cia al, a i mage m de pi ratas, e a mul her do p a u l mc car t ney, m ac car art e y liga a per se gui dor de br ux ase com uni sta sea mae cain, o use sej per si gui dor es q ue pere se gume br ux as no e ix o at lan tico , t en do em com um a l in g ua inglesa

por detrás da tv , por detrás da tv da primeira cruz, por detrás da primeira cruz na ordem da visao, os bailarinos das cornucópias, e uma outra mulher, cujo nome fala das aguas correntes, e situa-a em roma pela grafia de um centro comercial em lisboa, ou seja a condessa romana , do centro de comercio italiano, da fonte das aguas, ou seja , da Fontana de trevi, ou seja a condessa do conde italiano, relacionado com neptuno, ou ele mesmo, feito neptuno

por det ra sd atv t a, por det ra s d a tv da prime ira c r z u, por det ra s d a prime ira c r u z na ordem da visao, os ba ila rino s d as co rn u co pi as, e uma o u t ra mul her, cu jo no me fala das aguas co rr en te se si tua do traço da inglesa primeira em roma pe la g raf ia de um c en t ro co mer cia al em l is boa, o use seja ac on de s sa romana , doc en t ro deco mer cio italiano, da fonte das gás u, aguas, o use seja , da fon t ana de t r e vi, o use seja a c on de s sa do conde it al ian ano, r e la cio ando com ne pt un oo u el e me s mo, f e i to ne pt ti un o







































marcelinho, marcelhinho, do barquinho rebelinho, que um dia afundou, em dois se paritu, primeiro partiu os netinhos, depois de os ver sofrer , partiu o senhoirito

madrileno, maculino martelinho, Narcelinho, marcelhinho, do barquinho rebelinho, que um dia afundou, em dois se paritu, primeiro partiu os netinhos, depois de os ver sofrer , partiu o senhoirito, era um ratinho, se afundou , foi o priemrio a saltra para o mar, rezam as histórias, sem letras

Condicional até à sua proxima sessao de doutinamento publico a conta do dinheiro que tosos pagam, para o senhot falar as tereseinhas e aos pedrinhos deste país,

Já hoje é tercça feira, só faltam seis dias para fazer suas contas, pode apriveitra o espaço da capela dos inferno, dos ladroes de direitos m que ainda me devemn, nessa casa dita publica, de pernas abertas, certo r porvada, de ladroes nomeadaso,

Teráo senore reparado num conjunto de nomes acusados relativamente ao etsranguklamento que fizeram a minha empresa na rtp, portanto de muito seria esperar que os enhor viesse lamber os cus a quem lhe paga, para fazer brichesx invertidos, em vez de ser menino serio, e respodnere em forma frontal, coisa demasiado para pedir a putas, sem carteira, mas cheio dele

Poderá dizer, boa noite, hokje vou dedicar uma linha ao paulo migule, e responder ao que lhe perguntei, e poderá sempre falar não se esquecendo que eu tenho cinco anos, e portanto não comprendo mesmo nada em diagonal, se assim o for, é como se não fosse,


pr a a forte do fon circulo