segunda-feira, dezembro 15, 2008




na pele da arvore meus dedos te festejam
a asa do anjo vermelho no ceu do fim da tarde ao entardecer


amanha será dia de Sol

sc co u ti
vi me z i nn
mat h bn t
mi j t
sol ize ze d
Doce Adriana, nao vos disse ainda, mas no dia seguinte a ter publicado a carta para si, em cimo de monsanto tendo por detrás o mar, um belo arco iris na cedo manhã se formou, fico sempre contente de ver a refracção da luz no prisma, serpente primeiro serpente, quinhentos e quinze,

Do ce ad riana, n º cao v os di s sea inda, mas no dia se gui n te at r ep ub li cado a c a rta para si, em c imo de mons ant o t en nod por det ra s o ma r, um b elo dez arco da iris na ce do manha se for mo u, fic se mp re c on t en te de eve rba r e fr açao da luz no pr is ma, se rp pente prime iro ser pente, quin h en to sec quin ze,

Xi, si chi sis nono primeiro, xo ax bx dc, Xl, do xo do primeiro x ax, c it ro en, segundo x dc no dia x, dez, primeiro do circulo, primeiro dividido

Dante no purgatório , canto xx, assim diz, noventa e um, noventa e tres, a vinda do vingador e regenerador dos poderes temporal e espiritual, , simbolizado no galgo, lebréu, a lebre hebreu, e no quinhentos e quinze,

Dante no p ur gat o rio , can to xx, as si m di z, n ove en ta e um, no ove rn t a e t r es, a v inda do vin gado dor e r e g ene ra dor dos p ode r es te, por al e es pei rit u la, , s im bo l iza ado no gal g o, le br eu e no q u in e h rn to se quin ze,

Que esta fera , que ao grito te impeliu, no qual um quinhentos dez cinco mensageiro de Deus , matar vai a barregã com o gigante que com ela peca

Qu es t a fe ra , q ue ao g rito te i mp e li un o q aul um q u ine h n to s dez c inc o men sage iro de Desu , matar v a si a b ar r ega com o gi fam n te q ue com el ap eca

Faca quai é espanhol ba os primeiro eba, es ba vinte castelos pt no chao, sis, isis quinhentos e quinze, o lugar do espelho,

F aca quai é es pan hol ba os prime iro e ba, es ba vin te castelos pt no chao, sis, isis quin h en to s e quin ze, o lu g ar d es ep l ho,

Abraxas, Referencia a dante, poeta, outro, das trovas, é referência a supremo conselho da magistratura , o magis, o principe, vénus urania, amor espiritual, be es se em mo bruno morto si chi xis galgo, triângulo l u mino osso j az he rt set entorse, do fr e varia ave is se gum do t r au mat is q eu s o fr eu lux primeira são, circulo home ave eta, cir cu l forte lu, altivamente, mostras-se c f en to ar en ton e , d en tao v ai en ton g es en to vaso no do s ob e rba a en ti w te ger to w tura circulo v as l tele, id di ot, es tin tear l aza ro, sis onze duzentos e doze , ode onde dupla unidade da ester la duzentos e dose, ove r do se de he rio ina, reflectiu-se numa morte do outro lado do mar, continua o spread, da br i cna de ira que levou ao grito

Ab br axa s, Rf e ren cia a dante, poe eta, o u t ro, da st rova s , é r e fr en cia a s up r emo c on se l h o da magis t rta tura , o magis, o p rin c ipe, v en us ur ani a, am o r es pe i rit ual, be es se em mo bruno morto si chi xis gal g o, t r ian gula l u mino osso j az he rt set en tor sed o fr eva aria ave is se gum do t r au mat is q eu s o fr eu lux prime ira são, circulo home ave eta, cir cu l forte lu, al t iva mente, mos t ra s do traço da inglesa se c f en to ar en ton e , d en tao v ai en ton g es en to vaso no do s ob e rba a en ti w te ger to w tura circulo v as l tele, id di ot, es tin tear l aza ro, sis onze du z en to se doze , ode onde dupla uni dade da ester la duzentos e dose, ove r dose de he rio ina, re for mula one e ct ti u traço ingles se numa m orte do o u t ro l ado do mar, conti n ua o sp rea ad, da br i cna de ira q ue l evo ua o gato rito

Galgo reflecte-se no castelo, quinta da regaleira, il velcro, com guizo, a diana do guizo não no pulso mas no pescoço, em cima da coluna do pico do ba ns ba mg n bang ol use en , espelha na parte da frente da locomotiva circulo prata e protecção dianteira a negro, locomotivas, eua , espanha, duas

Gal gor efe l ct e do traço da inglesa seno castelo, quinta da r ega lei ira, il ve l c ro, com gui zoo, a diana do gui zon cão no p u l s o ma s no p es coço, em c ima da co l un ado pico do ba ns ba mg n bang ol use en , es pe l h ana p arte da fr en te da l oco mo tica circulo prata e pro tec sao di en a te ira ane negro, l oco m ot i va s, eua , es pan ha, du as

Galgo casamento místico, anel dedo indicador, galgo o vaso carneiro ib sp home do dedo, galgo olha o dedo indicador, aponta-o, o lugar do espelho, it, abc m trinta e seis, cento e oitenta , trinta e seis delta lu mino osso, lua decrescente coice capa do viterbo, do von da net da filosofia oculta

Gal g o cas men to mis tico, ane l dedo indica dor, gal g o ova vaso carneiro ib sp h om e do dedo, gal g o ol h a o dedo indica dor, ap da ponta do traço ingles do circulo, o lu g ar do es pe l ho, it, abc m trinta e se is, c en to e oi t en at , t rin t a e se is delta lu mino osso, l ua dec r es cente co ice capa do vi t r e b o, do von da net da filo sofia o c u l t a

Seus macacos e sua macaca, ouvi eu pelo espirito que tudo o masi recente não passava de um teste ao meu grau de pureza, apetece-me dar um grito tao grande que rache os que testam, mas deixo para uma próxima se a houver, bem eu escutava historias que tu estarias emprenhada pelos ouvidos de que eu recebera dinheiro e masi não sei o quê, e afinal, parece-me que és tu mesma que assim o dizes, para eu assim te responder, grrrr, pequenas dentadinha amorosas, se não me crescer no entretanto os dentinhos

Se us m aca cos e s ua m ac aca, o u vi eu p elo dez es pi rito q ue tu do o masi rec en te n cão p ass ava de um te s te a om eu g r au de p ur e za, a pete ce do traço da inglesa me dar um g rito tao g rande q ue rac he os q ue t es tam, mas de ix o para uma por x ima se a h o uve r, b em eu es c u tva hi s tor ias q ue tu est aria s e mp r en h ada p e lo s dez o u vi do s de q ue eu rec e be ra din he rio ema si n cão se i o q u ê, e a fi n al, pa rc e do traço ong l es a se q ue é s tu me s ma q ue as sim o di ze s, para eu as si m te r es pond er, g rrrr, pe q un as den t a din h as am o rosas, se n cão me c r e cera no en t r eta n to os den tinho s

Suas bestas bem ou mal intencionadas, a verdade não se vende m nem se compra!

sa us b es t as b em o u ma l in t en cio n ada sa ave rda dade n cão se v en de m ne m se co mp ra!

Suma parcial diria pelo poeta que o galgo, da regaleira anda a pecar com a borrega e que pelo destino que a historia reza, será morto, fico-me a perguntar uma estranha imagem que por aqui em mim anda, o bode do supremo olhando o triângulo feito pelas luzes no tecto, enquanto um gigante de cima falava para baixo com ele, como se apelando em mudo, me pergunto se será este então o gigante e se ainda por cima calha ser masi um juiz, que a ser será então o mais falso, a besta, e o mandante por detrás, o outro na apr4ecnia não lhe responde por respeito a horus, mas tambem nada resolvem, irra, suas bestas

S uma pa rc cia l di iria p elo dez poe eta q ue o gal god ar e gale ira anda ap e car com da primeira borrega e q ue p elo dez de s tino q ue a hi s tor ia r e za, se rá morto, fi co do traço da inglesa me a per gun tar uma es t r anha i mage m q ue por aqui em mim anda, o bode do s up r emo o l h ando ot r iân gula f e i to pe l as luz es no tec to, en q ua anto um giga gan te dec ima f ala ava para ba ix o com el e, c omo se ap el ando em mudo, me per gun to se s e rá este en tao o giga gan te e se a inda por c ima c alha ser ma si um juiz, q ue ase r se rá en t az o oma si f al so , a b es sta, e oma dante por det rá s, oo u t ro na ap r 4 e cn ia n cão l he r es pond ep o rr es pei to a hor us, mas t am b em n ad a r es sol v em, i r ra, s ua s b es sta s


Ontem amada, domingo, sai para tomar café, belas musicas de jazz na radio, que falam do amor, como uma que diz, que me queres amar por todos os dias de toda a eternidade, fico feliz de assim ouvir-te numa bela voz como será sempre a tua ao perto da meu escutar, outras falam de fins de semana , de que afinal é sexo e amizade, o que sendo bom, não é todo o amor, que afinal te tinhas outra vez enganado, a menina dança, pergunta o rapaz e responde a rapariga gravada, sim , danço tudo o que for preciso, tambem eu amada, assim gosto de responder quando em pedes para dançar, ou quando de to peço eu, depois o rapaz lhe pede uma outra dança, responde, ela ironicamente, então e as minhas carências afectivas, ah como reconheço todos estes dizeres, outra ainda que vais a caminho do campo em frança, numa casa que te dizem ter lá vivido um papa, que coisa estranha amada, mas dizes que assim fazes pelo pao, que assim vieste para essa terra, enfim, sem fim, muito tu viajas sem no entanto chegar a minha porta, sem porta para ti, pois habitas eterna meu coraçao, e depois amada, aquelas linhas que falam de ausência, todo o meu coraçao, se racha ao momento, ah, a dor da tua ausência ao perto, cheguei ao balcão do jardim do império sobre o rio e a noite e logo o teu amor se manifestou no ceu, uma estrela riscou o ceu, feliz fiquei

On te m am ad a, do mingo, sa ip para tomar a c a fé, be l as mu sic as de j az z na ra di o, q u e f ala alam lam do amo rc omo uma q ue di z, q ue me q eu r es am ar por todos os dias de t o da a e t r eni dada de, fic f e l i z de as si mo u vi r do traço da inglesa te n uma be la v oz com o se rá se mp rea tua ao per to do m eu e cut ra, o u t ra s f al am de fi ns de sam mna , de q ue a fi n al é sexo e ami z ad e, o q ue s en do b om, n cão é todo o am o r, q ue a fi n al te tinha s o u t ra ave z en g ana ado, a m e nina dança, per gun tao rp az e r ep son de a rp a riga g rava ada, si m , dan ç o tudo o q ue for pr e c is o, t am b em eu am ada, as si m g os to de r es ponde r q ua ando em ped es para dan ç aro u q u ano de to p e ço eu, o u t ra a inda i z q ue v a si a ca in h o do cam po em fr ança, nu ma cas q ue e te di ze m te r l á v iv id o um papa, q ue co isa es t r anha am ad am as di ze s q ue as si m f az es p elo dez pao, q ue as s im vi este para ess a terra, en f om, se m fi m, mu i to t u vi aja s se m no en t anto ce h ar a mina h porta, se m porta para ti, p o is h ab it as e t rena me u cora sao, e d ep o is am ad a, a q eu l as lina h s q ue f al am de au s en cia, todo o me u cora sao, se rac h aa o mo men to, a h, ad o rda rua asus ne cia ao per to, che ge u ia o bal cao do jardim do im pe rio s ob reo rio e ano u te e l ogo o te u am o r se m ani f es t un o c eu, uma e ts r al r isco u o c eu, fe li z fi q eu i


antes de ontem à tua ainda ausência amada em nosso leito, dormiu comigo o livrinho de blake, de manha me dou conta de duas pequenas pedras negras que repousam a seu lado, como dois pontos negros no leito vermelho, que é como agora a trago, os pelos púbicos na cama, como imagem dos pelos na cama, pelo, como imagem de coisa pequena, de problema que ainda faltava resolver

P rim rei da ira do acento na cruz, t ua a inda au s en cia am ad a em me u lei to, dor mi u co mig oo l iv rinho de bal ak e, do u do traço da inglesa me conta de du as pe q eu en as ped ra s negras, com o pontos ne g ros no lei to ove r me l h o, q ue é com o agora o t rago, os p elo dez s p ub i cos na cam ac omo i mage m dos p elo dez s na c am ap elo dez, com o i mage maior de deco isa pequena, de po r b l ema q ue a inda fala t ava r es oe l v e r
Ressoa isto no poema

R esso a is tono poe ema

Sendo que o video ficara carismado quando o encodei em se maior un der rato sc core titu primeiro do circulo de dezembro, e depois no upload, como pp onze, ou seja, um dos pp do grupo da dupla unidade, apareceu pouco depois o feio, o deputado na televisão, a seguir a esta nomeação

S en dó q ue o v id e o fi cara car is mad o q u ando o enco de i em se maio r un der ra ot sc core titu prime iro do circulo de dezembro, e d ep o is no up dez ad ac omo pp onze, o use seja, um dos pp dog rupo da d up la uni dad e, ap arc eu p o u co d ep o is o feio, o d ep puta ado na tele visao, a se gui ra ira e sta no me ac sao


Depois, ao pegar no livro, me saltaram as paginas noventa e tres, ou seja oto, ipssimus, noventa e tres , março, até a pagina cento e quatro, ou primeiro do quadrado do circulo,

D ep pp pi usa isa sao p ega r no l iv ro, me s al tar ram as pa gina s no ove en t a e t r es, o use seja oto, ip ss i mus, n ove terceiro en t a e t r es , mar ç o, a té ap a gum ac en to cento e q ua t ro, o u prime iro do quadrado do circulo,

a canção do cangaço cansaço canoa do caçao, a can sao do can g aço can s aç o canoa do caçao

Na pagina noventa e seis, as canções da inocência mil setecentos e oitenta e nove, ou seja em oitenta e nove, introdução o cordeiro, a imagem divina, o limpa chaminés, e a canção da alma, que é ama da alma, o de quem lá se foi

Na pa gina n ove en t a e se isas can ç o es da ino c en cia mi l set e c en to ze o it ante en ove, o use sej em o i t en at en ove, in t r rod u são ca do om do circulo do cordeiro, a i mage m di iv ina, o li mpa c h am ines, e a can sao da alma, q ue é am ad a alma, ode q eu m l á sef circulo do i


Pp dez e pp onze, ou seja o da dupla unidade, canção da ama, e da canção da alma, o contraste entre este poema e o seu homónimo, em canções da experiência , pp, estrela do quadrado, do bar do rá da dupla estrela, é rp profundo, servindo de exemplo ao ao pacifico, existir de que nos fala poeta com a sua simbologia, de paz e bem estar geral, o primeiro poema dá uma imagem inocente da ama que no segundo, nos surge já visceralmente revoltada com a velhice , com a sua própria situação e com a vida em geral

Pp dez e pp onze, assim pela referência relativa a anotações sobre o texto no final do livro, vejo os poemas que se encontram na respectiva página, ou seja o da dupla unidade, a canção da ama, e da canção da alma, o contraste entre este poema e o seu homónimo, em canções da experiência , pp, estrela do quadrado, do bar do rá da dupla estrela, é rp do profundo, servindo de exemplo ao acento agudo pacífico, do oceano pacifico, existir, do aires, de que nos fala poeta com a sua simbologia, de paz e bem estar gerais, o primeiro poema dá uma imagem aguda inocente a gi dada ama que no segundo , nos s u ge já vi sc e ra le mn te r evo la td ac om ave l hi ce , com a sua pró p ria s u t a sao e com a v id a em ger al


Nurse´s song,

when the voices of the children are heard on the green
And laughing is heard on the hill,
My heart is at rest within my breast
And everything else is still
Then come home, my children, the sun is gone down
And the dews of nigth arise
Come, come leave off play and let us away
Till morning appears in the skies
No, no let us play, for it is yet day
Anda we cannot go to sleep
Besides in the sky the little birds fly
And the hills are all cover´ d with sheep
Weel, weel, go & paly till the ligth fades away
And them go home to bed
The little ones leaped & shouted & laugh´d
And all the hills echoed


Nu use ap soto primeiro do circulo da serpente, a serpente da ong, W he em the vo ice es o ft he chi l dr ema ar e he ar don t r he g r ren man ad e l au g homem ingles is he ar don the hi kk,

Maior delta he art isa t t r es ts w it h in m y br ea st and a eve r y t h ingles el e is s ti ll, T h en com e h ome, m y c h i l dr en, m t he s un is g one d o w n and t he de ws of ni gt h ar ise rise C omo com e lea ave o ff p la y and l e t us a w a y Ti ll mor ning a ps pp e r si mn the ski es nono le y t us pal y, for rit it is y e t day

And a we can not g oto s le ep Be s id es in the sky t je li tt le bi r ds for mula one delta And a t he hi ll s ar e a ll c ove rato do ap soto primeiro do circulo da serpente d w it h s h e ep W eel, we el, g o ft pal y ti ll the li gt h f ad es a w a y e the bg o home to da cama do bec, do pássaro, au dr ado, T he li tt le one s lea ped e ft s h o u ted ft l au g h ap p s oto primeiro do circulo da serpente quadrado anda do ll do homem da hi ll sec home circulo do ed

Canção da ama

Quando se ouvem pelo prado as vozes das crianças
E pelas colinas escutamos o seu rir
Descansa, como em leito, meu coraçao no peito
E tudo o masi é um pacifico existir
“ venham p´ra casa , crianças, o sol já desapareceu,
“ e erguem os nocturnos orvalhos os seus véus
vamos , vamos , deixai, de brincar, pois temos d´ abalar
até que a manha surja pelos céus
não, não , deixa-nos brincar, o sol está ´ inda a brilhar
E não podemos agora ir dormir
Além disso , pelo ar, vemos as aves a voar
E as colinas cheias de ovelhas a balir

Bom, bom, ide lá brincar até a luz se acabar
E depois ide pr ´a casa dormir
Os pequenitos saltaram & gritaram & riram
E as colinas ecoaram seu sentir

Can sao da ama q u ando se o uve m p elo dez prada as vo ze sd as c r ian ç as

E pe l as colina s es cut amo s o s eu ur e r de es can sa, com o em lei to, me u cora sao no pei to e tudo oma si é um p ac i fi co e xis tir a spa s v en ham p ap os t olo serpente ra c asa , c ria sn ç as, o seol j á de sapa r ee cu , do dinheiro, spa se e r g ue mos no ct ur nos o r v alhos os se us v é is v am os , v amo s , de ix a id e br inca rp o is t emo s d ap os t dez primeiro do circulo da serpente ab al at a té q ue a manha s ur j a p elo dez sc é us n cão, n cão , de ix a do traço da inglesa no s br inca caro sol e stá apostolo da serpente inda a di r mir, a br ilha rato e n cão p ode ms agora ir dor mir Al é m di iss o , p elo dez da ar, v emo sas ave sa vo ar E as da colinas che ia sd e ove l h as a bal i rb om, b om, id e l á br inca ra té a luz sea ac ab bar E d ep o is id e pr á c asa dor mir os pequenitos s al tar am ft g rita ram e ft r iram E as colina s eco aram s eu s en tot

Albion ergue-se dezoito do duplo circulo, aqui temos a face do aram, o ex embaixador em portugal, com seu ar arruivado, ou de um outro senhor que tambem lá estava ainda masi ruivo, com quem falei ao perto, trazia ele uma pequena reprodução da torah, numa corrente ao seu pescoço, rapaz simpático, se bem que estranhamente nervoso, assim o achei, como se me estivesse a medir, um deles será , ou estará ligado ao blog midrash, assim sente meu coraçao, o desenho da gravura, mostra um homem o ceu da serpente do ze horus maçónico, a cama azul e vermelha, do fogo laranja, na montanha inclinada , feito por seis circulos a esquerda e cinco a direito, soma em onze, duplo unidade grupo, , no dia em que o ceu e a terra se uniram, na altura de beslan, seu pé direito assente na parte masi elevada da montanha, parece estar sobre a lava, a lava da terra que através dele liga a terra ao ceu, , en te rata par ren te sis al bio ne r g eu do traço da inglesa se en te rata par ren tesis, grau dezoito duplo circulo, é a pagina noventa e tres, e diantes que se saltaram esta manha do livro, noventa e tres, março, uma precisa assinatura dupla, de uma data e de um grau de uma ordem, assim vinham as cartas, que hoje na rádio de novo eram por outros embaladas, como uma canção, certamente dos bandidos a tentarem masi uma vez escamotear as culpas, de que cartas faleis em especifico e concreto, deixai-vos de tretas!

Al bi on e r g eu do traço da inglesa se dez o i to do d up dez prime rio do circulo duplo aqui t emo sa face do ar om, o e x am ba ix a dor em portu gal, com s eu ar a r rui iva ado, o u de um o u t ro s en hor q ue t am b em l á es t ava a inda ma si ruivo, com q eu em f al lei ao per tot ra z ia el e uma pe q u en a r ep rod u sao da tora h, n uma co r ren te ao s eu p es coço, ra p az si mp pat tico, se b em q ue es t ra anha que mente ne r v os o, as si mo ac he i , com o se me es t iv ess e a me di rum de l es se rá , o u es tar á li gado ao b lo g m id ra sh, as si em s en te me u cora sao, o de s en h o dag r av ur a, mos t ra um homem o c eu da ser pen te do ze hor us m aç oni co, , a cm a az u le eve r me l h ado f ogo laranja, na mon t anha inc l ina ada , ff e i to por se is c irc u lo sa esquerda e c inc o a di rei to, s oma em on ze, d up lo uni ad e g rupo, , no dia em q ue o c eu e a te r ra se un iram, na al tura de b es lan, s eu p é dite it o as s en te na p arte masi el eva ada da montanha, pa rc e es x star s ob rea l ava, a l ava da te r ra q ue at rav es de le liga a te r ra ao c eu, , en te rat ap ar ren te sis al bio ne r g eu dot ra lo da inglesa se en te rata par ren tesis, g ar u dez o it o d up lo circulo, é a ap a gina no ove en ta e t r es, e di ante s q ue se s al tar am e sta manha do l iv ro, n ove en t a e t r es, mar ç o, uma pr e cisa as sin at tura dupla, de uma data e de um g r au de uma ordem, as si em vinha do ham as das ca rta s, q ue ho e jn a rá di o de n ovo e ram por o u t rose m bala da sc omo uma can sao, ce rta que mente dos bandidos a t en tar em masi uma ave z e s cam ot tear e ar as c u l pas, de q ue ca rta s f al leis em es pe ci fi co e c on creta, de ix a i do traço ingles dp v os det r eta s c rava da s

Me recordo de uma imagem mental, que a pequena miniatura da tora que vira no pescoço desse senhor me recordara, uma terrível imagem da igreja católica apostólica romana, que em fatima, pega nas ofertas dos peregrinos de todas as fés e de todas as religiões que ali visitam a nossa Senhora, e as vende para antiquários, convertendo assim em dinheiro, as preciosas ofertas, fruto de trabalhos minuciosos de maos de arte e pela arte que assim ao santuário mais lucrativo do pais são pela graça e pelo amor da graça do amor, entregues, e depois convertidas em vil metal, tremendo pecado, oitenta milhões de contos em lucros, o santuário assim tem dado, por ano, quanto desse dinheiro dará a igreja de O Cristo, em caridade a quem dele precisa?

Me record ode uma mai mage mm en t al, q ue a pe q un a mini iat ur a da tora q ue v ira no p es coço de ess e s en hor me record ar a, um az terri iv el i mage m da i h g r e j a cat o lica a ps oto lica romana, q ue em fa t ima, pega nas o fe rta sd os pere g r ino sd e to da s as f é sed e todas as r e li gi o es q ue al iv is tam ano ss a S en hora, e as v en de para anti q ua rio s, c on verte en do as si em e m din he iro, as pr e cio sas o f e rta s, fr u to det ra sb l h os min u cio s os de mao s de arte e pe la arte q ue as simao san t ua rio ma si lu c rat iv o do pa is são pe la g r aça e p elo dez am o r dag r aça do am o ren r e g ue es, e d ep o is c on verte id as em vi l met al, t r em en do p eca ado, o it en ta mil h o es dec on to se m lu c roso san tua rio as si em te m dado, por ano q ua anto de ess e din he iro da rá a i g r e jade O Cristo, em cari dad e aqui da eu mai ro del e pr e cisa da foice

No espirito ouvi, o pugilista está partido, um outro ex pugilista e dependente de heroina, provavelmente nos anos do acidente na alma e em outros, que o texto grande de novo evoca, é o morais sarmento, ma maior mai ro ar do mar da rai serpente ou o sarmento, das fotos no bosque de bolonha, ao lado de paris, onde na semana passada nem queria acreditar no que pela rádio ouvia, que eram masi de cem mil sem abrigos que pelos bosques e pelas florestas ao redor de paris hoje viviam, de repente parecia a imagem, das grandes fome medievas da peste negra, como imagem que de certa forma nos fala de com as coisas de novo se podem tornar, caso estas políticas continuem assim, em restrição das pêras e dos frutos e dos legumes, e sem uma alternativa séria de produção automatizada da agricultura cassada com sua forma saudável, a que hoje se chama de biológica, como se alguma vez ela não o fosse, falta de lógica no corpo, essa sim tem sido a mortal doença, masi uma vês depois da Palavra o falar, algo se descobriu de nov na Irlanda, sobre a carne de porco, masi uma doença, dentro do sangue das gentes, como a das vacas, e a dos frangos, que parece que já ninguém ou quase se lembra, assim se acumulam, as silenciosas epidemias, que somadas, se não se alterar as más parcelas, um dia desembocarão de novo numa peste negra, e na consequente morte de milhões pela doença, pela miséria pela fome, abri os olhos gentes, arrepiai este caminho de suicido, levai a bom fazer os que dizem governar, e sobretudo não esperais dos estados centrais, o que pode cada um em seu próprio local bem fazer!

No es pi rito o u vi, o p u gil ista e stá p art id o, umo u t ro e x p u gil ista e d ep en dente de he ro ina, pro da ova ave do primeiro que mente nos ano s d o ac inde te na ala, alma e em o u t ros, q eu o t e x to g rande de n ovo evo ca, é o marais sarmento, ma maio r mai ro ar do mar da rai serpente, ou o sarmento, da s f oto s no bo s q ue de b olo n h a, ao l ado de paris, onda na se mana p ass ad ane m q eu ria ac red dita r no q ue pe la rá di o o u v ia, q ue e ram ma si dec em mi l se m ab rig os q ue p elo dez s bo s q eu s e pe l as flor e sta sao red o r de paris h oje viviam, de r e pen te par e cia a i ma ge m, da sg rand es f om es me di eva s da peste negra, com o i mage m q ue de c e rta forma nos f al dec om as co isas de n ovo se p ode em tor n ar, caso e sta s poli tc a s conti nu em as si em, e m r es t ric sao dd as pera s e d os fr u ts oe do s le gum es, e s em uma al te rna t iva sé ria de pro du sao au tom at iza ada da a g ric u l tura c ass sad ac om s ua forma s au d ave l, a q ue h oje sec hama de bi olo gi ca, com o se al gum ave z el a n cão o f os se, f al ta de lo gi ca n o corp o, ess a se em te m s id o a mo rta l do ença, ma si uma ave s d ep o is da Pala vaso do ra o f ala ra al gose de sc ob rio de n ov na ira lan da, s ob rea car ne de poe rc o, ma si uma do ença, d en t rod o san g ue das gene ts, cm o ad as vacas, e a dos fr an g os, q ue par ce q ue j á ni n g eu mo u q u ase se l em br ra, as si ms e cu mul am, as si l en cio sas e pi de mia s, q ue s oma da s, se n cão se al te ra r as má s pa rc e l as, um dia de s em bo c arao de nov n uam peste negra, en as co nse u q n te mo rte de mil h o es pe la do ença, pe la mise ria pe la f om e, ab rio s op l h os g en te s, ar r ep pi a i este ca minho de s u i c id o l eva ia b om f az e ros q ue di ze m g ove en ar, e s ob r e tudo n cão es pe rai sd os estados c en t rai s, o q ue p ode c ada um em s eu pro p rio l ocal f az e raro do aro da seta cravada na terra


Dizia um senhor na televisão, que queria saber em exacto como se tinha a coisa passado, pois os agricultores nada tinham feito de errado, que usarem as rações como elas vinham, dando por si a resposta que ainda não tinha clara em sua própria consciência, a introdução dos químicos na cadeia alimentar, tem provocado todas east confusões, e a peregrina ideia das trevas da percentagem de casualidade aceitável, na necessidade de alimentar milhões, não muito masi tempo irá funcionar, pois se assim continuar-mos todos, haverá uma que será grande rastilho de grande incendio

Di z ia um s en hor na tele visao, q ue q eu r isa o saber em exacto, e x ac to, com o se tinha a c o isa pa sado, p o is os a g ric u l tor es n ada tina h m f e i t o de e rr ado, q ue usa rm as r aço es com o e la s vin h a sm, dando por si a r ep s o sta q ue a inda n cão tinha clara em s ua pro p ria co ns cie en cia, a in t rod u sao dos quim micos na cade ia al i e mn tar, te mp r ovo cado toda s ea s tc on fusões, e a pere g rina id deia das t r eva sd a pe rc en tage em dec asu al id ad e ac e it ave l, na necessidade de al i men tar mil h o es, n cão mui to ma si te mp o i rá fun cio n ar, p o is se as si em conti ina ur do traço ingles mos todos, h ave rá uma q ue se rá g rande r as t ilho de g rande inc en di o

Ainda pouco sei em particular do que saiu da reuniao dos que se dizem dirigir os assuntos comuns na europa, face ao dilema que está na mesa, se a prevalência dos proteccionismo das industrias assassinas, prevaleceu, ou se partindo do claro reconhecimento da crise e de seus claros parâmetros e cada vez masi evidentes sinais, se avança para a necessária rutura do modelo que trazemos, como amplamente sobre o assunto vos tenho escrito nestes últimos anos, pois se acordos são sempre compromisso e portanto em sua base bons e indicadores do bom senso, há matérias como a saúde do mundo em que pouca ou mesmo nenhuma margem de manobra resta, e o atraso sobre as metas definidas à quinze anos é imenso

A inda p o u co se i em par tic ual r do q ue sa i u da r eu ni a o do s q ue se d i ze m di rig i rosa s s un to s com un s na eu rop opa a, face ao di l ema q ue e stá na mesa sea pr eva l en cia dos porte cio ni s mo s da s indu s t ria s asas sin as, pr eva le c eu, o use p art indo do claro rec one h cimento da c rise e de se us claro s para met rose c ada ave z ma si e vi dentes sin a is, se ava ança para ane c ess á ria ru tura do mode dez q ue t ra ze ms o, com o am p la que mente s ob reo as sun to v os t en ho es c rito nest es u l t imo s ano s, p o is se q ac o r do s são se mp rec om mp rom s is o e porta n to em s ua b sa e bo ns e indica dr es do b om s en s o, h á am té ria sc omo a s au de do mundo em q ue p o u ca ou me s mo n en h uma mar ge m de m ano br ar e sta, e o a t ar s o s ob rea s met as d efe ni d q as à quin ze e s o é i m en s o

De todas as formas, um só pedaço de informação é bastante para julgar o todo, pois é base e base inquinada, continuam a tentar negociar entre os que se dizem dirigir os países e as gentes, o que por natureza é inegociável, o ar, e sendo que se hoje já negoceiam o ar, pouco faltará pagara negociar a agua, como mal negoceiam o alimento, pois negocio, é factor de desenvolvimento, as gentes negoceiam para melhorarem as suas vidas, e o que se ve é uma fome e miséria imensa no mundo

De to da sas formas, um s ó ped aço de in fo maçao é bas t ante para ju l g ra o tod, p o is é b ase e b ase in quin ina ad a, conti n uam a t en t ra n ego cia r en t reo s q ue se di ze m di rig iro s pa ise sea sg en te s, o q ue por nat ur e za é ine g o cia ave l, o ar, e seno q ue se h oje j á n ego ceia am o ar, p o u co f al tar á p a gara n ego cic ar aa h ua, com oma al n ego ceia am o al i m ne ot, p o is n ego cio, é f ac tor de d es en vo vi men to, as gene net ts n ego ceia am para me l hor a rem as s ua s v id as, e o q ue se eve é uma f om e em ise ria i m en s ano mundo


Vós tendes que arrepiar de vez as noções de posse sobre aquilo que não só é comum como é livre e base da existência de toda a vida como a conhecemos, pretender fazer este comercio, é comerciar directamente com a morte que leva sempre juros altos, proporcionais a cegueira dos homens e assim sendo, só resta mesmo aos cidadãos levarem o caso aos tribunais internacionais e mundiais e obterem previdências cautelares contra este genero de negócios que poucos em nome de todos se prepoem fazem e ainda ousam fazer, isto tem claro nome, quem assim age, age como assassino em massa, ou seja se enquadra num crime de genocídio contra a humanidade, com a agravante da negra ficção, como se pode vender o que em se trás num bolso, nem numa arca, nem conhece territórios, fronteiras ou governo e de todos é Mae e Pai

Vaso da ap st olo serpente p os t en de s q ue ar r ep ia r de eve za s n o ç o es de p os se s ob rea q u i lo q ue n cão s ó é com um com o l iv re e b ase da e x is t en cia de toda a v id a com o ac on he c emo s, pretender f az e r est co mer cio, é co mer cia r di rec tam n te com a m orte q ue l eva se mp r e j u rosa l t os, pro por rc cio na si a c e g ue ira do s h om en sea s si m s en do, s ó r e sta me s mo as cida dao s l eva rem o caso aos t ri b un a si in t rena cio na ise mud dn ia se ob te rem pr e vi den cia s c au tela r es c on t ra este ge en ro de noe g o c is q ue p o u dc os em no me de todos se pr e oo em f az em e a inda o usa sam f az e r, is to t e m claro no me q eu mass ima ge, a ge com o as sas ino em masso, o use seja se en q au dr a num c rime de g en o c id di o c on t ra a h uma ni dade, c oma a g rava ante da negra fic sao, com o se p ode v en de ero q ue em se t ra s n um bo l s one m nu ma a rca, ne mc on he ce terri tori os, fr one t ria s o u g ove r no e de t o do ze ema ep ai

Outra palavra clara para isto esclavagismo pelos filos aos Pais, com a agravante da tremenda arrogância que estas bestas, que se dizem filhos, em ousar assim tratar o que é imensamente maior de que qualquer um, já vos expliquei que esta é a imagem da maior arrogância e porventura a mais clara do desgoverno para o abismo bem apontado e bem medido, pois se não tratam os filhos dos pais, e se põem maiores do que eles e por esse tamanho que nas linhas da vida trazem em relaçao a eles, quando de novo eles se tornam meninos, a vida não continua

O u t r ap al v rac lara para is to es c k l ava gi s mo p elo dez s fi l h s o a os pa is, com a a g rava ante da te r meda ar ro gan cia q ue e sta as b es t as, q ue sed di ze m fi l h os, em o usar as si em t art aro q ue é i m en sam que mente maio r de q ue q ual q eu rum, j á v os e x p l i q eu q ue eta é a i mage m da maio r ar ro gan cia e por v en tura am asi clara do de sg ove r no para o ab is mo b em ap a on t ado e b em me dido, p o is se n cão t rat am os fi l h s o s argento deitado d os pa ise se poe em mai ro es do que el es e por ess a tam n ho q ue na s ua linha da v id a t ra ze m em relaçao a e le s, q u ano de n ovo el es se tor n am meninos, a v id an cão conti n ua

Já vos expliquei há muitas luas grandes atrás que o modelo produtivo teria que sofrer uma evolução muito grande face às necessidades, e que consequentemente se as políticas tivessem sido implementadas nesse ponto da consciência universal, masi suave se teria feito as inevitáveis transições, e todos sabem que quanto masi se adia uma questão, mais nas vezes se agravam a todos os problemas, porque este tipo de problemas é de todos, e tambem vos expliquei que muito teria que ser mudado, que até a cadeia de valores daquilo que chamamos produtos terá que se revista e nem havia nem há razoes lógicas de mercado ou de trabalho, para que assim não se tenha feito, a factura que está na mesa, aumentou proporcionalmente ao que nao se fez, ou melhor, ao tempo que se deixou passar sem o ter feito, e masi aumentará se assim continuar e agora temos áreas económicas em grande risco que são ares que trazem muito gente empregada, e tambem vos disse que seria necessário reforçar as políticas sociais de apoio aos desempregados, que como vos avisei continuam a aumentar, acompanhado da falta daquilo que alguns ainda chamam de confiança, de confiança nos mercados, precisam, quando o que se trata é de um crise de confiança no todo, na possibilidade da vida, e razão trazem as gentes de assim sentiram, pois é esse o grau do dilema que a todos toca, e todos são pais e muitos trazem já filhos, que não querem ver morrer em sua vidas

J á v os e x p l i q eu i h á mui t as lu as g rand es a t r ás q ue o modelo pro du t iv o te ria q ue s o fr e rum a evo lu sao mui to g rande f ac e às necessidades, e q ue co nse u q nete mente sea s poli tic as t iv ess em s id o i mp le men t ada s ness e ponto da co ns cie en cia universal, ma si s u ave set e ria f e i to as ine vita ave e is t ra nsi ç o es, e td os o sabem q ue q au un dt om a si se ad ia uma q eu s tao, mais na s v e z s sea g rava am a todos os poe r b l ema s, por q ue este t ip pod ep r e b l ema s é d e todos, e tam b em v os e x p li q e u i q ue mui to te ria q ue ser mu dad o, q ue a té a c ad deia de valores da q u i lo q ue c h am os pr o du to s te ra q ue se rr ee v si tsa en em h avia ne m h á ra zoe s lo gi ca s de me rca ado o u de t ra n b la h o, para q ue as si em nau s se t en h a f ei to, a f ac t ira q ue e stá na mesa, au men to u pro p r orci cio na le mn te ao q ue n º cao se fez, o u mel hor, ao te mp o q ue se d e ix o u p ass ar s emo te rf e i to, e masi au men tará se a ss si em conti n u ar ega o rt emo s ar rea s ec on o micas em g rande r isco q ue são ares q ue t ra ze m mui to g en te e mp r e gada, e ta m b em v os di s se q ue se ria ne c ess a rio r e f orça ra s pol ct i cas soci asia de ap oio ao s de se mp r e gados, q ue com ovo s av ise i conti n uam a au mane t ra, ac o mp anha ado da fla t a da q u i lo q ue al gus a inda c h mam de c on fia ança, de c on fia ança s noe s mercados, pr e c isa sm, q ua ando o q ue se t art a é de um car ise de c on fia ança no todo, na p os sibil iade da v id a, e ra za o t ra ze mas gene ts de as si em s en t iram, p o is é ess e o g r au do di l ema q ue a todos toca, e todos são pa ise mui t os t ra ze m j á fi l h s o, q ue n cão q eu rem ver mor r e rem s ua v id as

E me dizei como cidadão que sou igual a vós todos, que confiança posso eu ou um outro trazer, em vós, com vossas ausências de políticas decididas que caminhem a bom porto, que se pautam pelo que todos sabemos do protelar e do protelar e de não tomar as necessárias decisões

E me di ze i com o cida dao q ue s o u i g ual avó s todos, q ue c on fina aça p osso eu ou um o u t ro t ar ze rem v ap soto lo serpente s, com v os sas au s en cia s d e poli tca as e dc id di da s q ue coa mn h ema b em porto, q ue se p au tam p elo dez que todos s abe emo s do pr e tela red o pro tela red en cão tomar as ne c ess arias dec is o es

E me dizei como cidadão que sou igual a todos vós e vós a mim na diferença de cada um, que confiança posso ter no futuro e no hoje, que é sempre o único lugar dele, ao saber que andamos parados e para trás neste caso, onde parar tem sido aumentar e aumento da desgraça, como confiar em vossas medidas acordadas que protelam para o incerto amanha as certezas de hoje

E me di ze i c omo cida dao q ue s o u i g a uk a todos v os e v o sa mim, q ue c on fia ança p osso te rn no fute ur o e no h oje, q ue é se mp reo uni cao lu g ar de le, as o s abe r q ue anda mos para do se para t r as neste c as o, onda par e gm te m s id o, au men to de d e sg r aça, em c on fia ar em v os sas me didas ac or dada s q ue pro tela am para o inc e r to a manha a c e rt te za de h oje

Porque dar então masi tempo às industrias que demonstraram por moto próprio nestes ultima decada e meia, alguns com maior e masi longo passivo, não terem feito as alterações que já se sabiam necessárias e inevitáveis, e que são hoje pela parte dos produtos que fabricam responsáveis por quase quarenta por cento da taxa do veneno do ar e do nosso respirar

Por q ue d ar en tao ma si te mp o às indu st rias q ue de emi min ns t r aram por m oto pro p rio nest es u l t ima dec ada e mei sa, al g u ns com maio r ema si l on g o p ass ovo, n cão te rem f e i to as al te rações q ue j á se s ab iam ne c ess árias e ine vita ave is, e q ue são h oje pe la p arte dos por u t os q ue f av br icam r es posa san v e is por q u ase q u q a renta por c en to da t axa do v ene en o do ar e do no osso r es pei rit

E me dirão, porque dar masi tempo aos governos e suas formas da ineficácia e do lavrar dos campos das desgraças, que por razoes e argumentos distintos, ao contrario de velar pelos interesses e saúde públicos, demonstrarão a incapacidade de subordinar naquilo qu lhes compete por delegação subordinar, o interesse particular, ao comum

E me di irao, por q ue d ar ma si te mp o aos g ove rn os e s ua s for mas da ine fi ca cia e do l av ra r dos ca mp ps o das de sg r aça s, q ue por ra z oe se ar gum en to s di s tintos, ao c on t ra rio de vela r pe l s o in te r see se s au de publico s, demo sn t r aram a inca pc cidade de s ub ron dina rna q u i lo q u l he s com pete por del e g ac sao s ub or dina aro ro in te r esse par tic u l ar ao com um

E vos propondes vender o que não é passível de vender, e o que pretendeis fazer com o mortal lucro que assim continuais a gerar, a revelia dos cidadãos da europa e da uniao? Porventura não seria avisado, consulta-los sobre matérias tao capitais como as formas da energia, as motoras, as da alimentação, a dos solos, a das aguas e do sangue vário do uno corpo

E v os pro pond es v en de ero q ue n cão é p ass iv el de v en de reo q ue pr e t en de is f az ze rc om o om orta l luc ro q ue as si em p conti nu e isa ger ar, a r eve lia dos cida dao s da eu r opa e da uni cao da foice por v en tura n cão se ria avi sado, co n sul t a do traço ingles l os s ob re ma te ria s tao capitais com o aqui da s forma da energia, as m oto ra sas da al i men t aç º cao, a dos sol os, a da s aguas e do s na g ue v á rio do un o corp o

O que dá mais ou menor lucro na forma restrita em que parece que quereis continuar a não entende-lo, eventualmente mais um milhares de desempregados, neste momento, suportados por todos, como é base da política comum, ou as doenças e os custo até economico, produtivo, e de saúde publica, pelo continuara do que produzimos em forma assassina? O que é e sai a todos masi barato ? fazeis bem as contas, que o saldo nada trás de engano ou de enganar!

O q ue d á maís o um en or luc ro na forma r es tt tic cta em que pa rc e q ue q eu rei es conti nu ar a n cão en t en de do traço ingles g els primeiro do circulo dez, eve en tua do primeiro que mente mais um mi l h ar es de d es e mp r ega gados, neste moe mn to, s up orta do s por todos, com o é b ase da poli tica com um, o ua s do ença se os c us to a té e co no mico, pro du t iv oe de s au de publica, p elo dez conti nu ar ado q ue pro du z imo s em forma ass as sin a foice o q ue é e s aia todos ma si bar at o foice f az e is b em as c on tsa, q ue o s aldo n ada t rá s de en g ano o u de en g ana r da s eta c rava ada dano ano no chao

E me dizeis então, porque não fizestes no tempo certo e atempado, como avisados, as mudanças? Não sabeis que se as tivésseis feito em seu tempo certo, nem desemprego mais haveria? E agora que quereis fazer, que soluções brilhantes trazeis em vosso bolso, a não ser que sempre se tem de fazer, pois assim obriga a lei do amor, que é dar a mao a quem dela necessita, mas dar a mao, não é nem afiar a faca que ela tem, nem por na mão uma de maior gume, para melhor continuara a cortar o pior

E me di ze is en tao, por q ue n cão fi ze s te is no te mp o ce r to e at e m pado, com o av isa sad os, as mu da sn ç as foice n cão s abe is q ue se as t iv ess e is f e i to em s eu te mp o ce rto, ne m de se mp rego mais h ave ria foice E agora q ue q eu rei s f az e r, q ue sol u ç o es br ilha antes t ra ze is em v osso bo l s o, an cão ser q ue se mp rese te m de f az e rp oo is as si em ob riga a lei do amor, q ue é da ra mao a q eu em de la ne ce s sita, mas da ra mao, n cão é ne m a fia ra f aca q ue e la te m, ne m por na mao uma de mai ro gume, para mel hor conti n ua ra ac o rta aro pior

E me dizeis ainda sobre a Fonte e na Fonte, o que haveis decidido, trazeis ou não entre todos o dinheiro para fazer os investimentos necessários e urgentes para mudar o que é urgente mudar e que há quinze anos se protela?

E me di ze is a inda s ob rea Fonte en a Fonte, o q ue h ave is dec id dido, t ra ze is o u n cão en t re todos o di ne h roi para f az ero s in v es tim en to s ne c ess á riso e ur g en te s para mu dr a o q ue é ur g en te mu d ar e q ue h á quin ze anos se pro tela foc cie

E nem bem formulada está como sabeis esta equação, pois assim po-la é contribuir para a ficção mal amanhada do que tem sido este não fazer, ou este mal fazer, que se traduz no negro compasso do diabo e de todos os seus dedos da mesma mao, que marca a vida do povo pequeno com foice larga a cada dois segundos, pois dinheiro se não há, como se sabe , se arranja e se deve arranjar,!

E n em b em for mula ada e stá como s ab e is e sta e qua sao, p o is as si m p o do traço ingles de la é c on t ib u i r para fic sao m al am anha ada do q ue te m s id o este n cão f az ero u este m al f az e r, q ue set ra du z no negro com passo do dia bo e de todos os se us dedos da me s ma mao, q ue ma rca a v id a do p ovo pe q e un o com f o ice lara g a ac ada do is se gun do s, p o is din he rio se n cão h á, c omo se s abe , se ar ranja e se d eve ar ranja raro da foice

E se tambem , a justiça de novo para todos como ela é , funcionar, e não se deixar primeiro em vil metal, os que roubam em grande do dinheiro de todos, pois é este o sinal da fraqueza da justiça que vos tendes permitido todos os dias dar, pois não tem sido aqueles que roubam em grande, premiados aida por cima em elevadas quantias de dinheiro!

E se t am b ema justiça de n ovo para todos com o e la é , fun cio n ar, en cão se de ix ra p r emi ra em vi l metal, os q ue ro ub am em g rande do din he iro de todos, p o is é este o sin al da fr au q e za da justiça q ue v os ten de s per mit id o todos os dias da rp o is n cão te m s id o a q eu l es q ue ro ub bam em g rande, pr emi mia do s aida por c ima em el eva ada s q ua ant tia ia s de din he i ro da foice

Inaceitável !

Não se julga um avo por um eventual roubo de um queijo de valor inferior a tres euros e se deixa impune quem deixa matar e quem mata mais de cem almas numa ponte ou quase tres mil num prédio, ou duzentas crianças numa escola, ou duzentos em metros públicos, nem se deixa impune, nem se permite premiar com dezenas de milhões, quem rouba e financia, e mal gere os dinheiros públicos, sejam quais forem

N cão se j u l g a um avo por um e v n tua l ro ub ode um q u i jo de valor in f e r iro a t r es eu rose sed e ix a i mp une q eu m de ix a mat ra e eu em mata mais de c em al ma s nu ma ponte o use q ua ase t r es mi l n um pr é di o, ou du z en t as c r ian ç as n uma e co la, o u du z en to se em metro s pub lico s, ne m se de ix a im p un e, ne m se per mit e pr emi ar com de z en as de mi l h o es, q eu m ro ub a e fia e cia e ma l ger e os din he irs p ub lico s , s e j am quais f o rem

Nem se deixa morrer à fome crianças quando desperdício e a injustiça, na mesma casa é rei e rainha!

Ne m se de ix a mor r e r à f ome c r ian ç as q u ando de s per di cio e a in j us tt i ça, na me s ma c asa é rei e rea in h a da s eta c rava ada

Nem se deve deitar o lixo no sangue que todos bebem, e o fundo dos mares cheios de porcarias e plásticos e outros venenos, que os precisamos em urgente de os limpar

Nem se deve deitar o lixo no sangue que todos bebem, e o fundo dos mares cheios de porcarias e plásticos e outros venenos,

Onde está o plano para este fazer, a as verba publicas de forma a garantir que o que é comum e vital para todos, continue e nos possa a todos continuar a viver

Onda e stá o p l ano para este f az e ra as v e rba pub lica s de forma a gara n tir q ue o q ue é com um e vital para todos, conti n ue en os p os sa a todos co nin ua ra viver

Onde está o plano sistemático, para a reciclagem e transformação de todos os processos produtivos e produtos que em suas partes, não permitam ainda a sal inteira reciclagem, onde estão os respectivos investimentos públicos para isso, investigação compreendida, onde estão os protocolos com as universidades e os investigadores, para proporem as necessárias tecnologias e alterações para o fazer

Onda e stá o p l ano sis t ema tico, para a rec cic lage me t ra sn for maçao de oto do s os por rc esso s pro du t ivo s e pro du to s q ue em s u as p art es, n cão per mit am a inda a s al in te ira rec cicla ge m, onda es tao so r es pe ct i u v os in v es tim en ti s p ub lico s para iss o, in v es tiga ç º ao co mp ren dida, onda es tao os porto c olo sc om as uni v e r sida dade es e os iv es tiga dor es, para pro p ro rem as ne c ess arias tec no ligia s para o f az e r


Onde está o plano parcial de parcela a parcela de cada lugar e sua soma provisória, para implementar a necessária, e urgente e fundamental aumento da produção agrícola com boas praticas de saúde, onde está tambem as leis que alterem a incompreensão mal medida sobre a posse de terras, que depois baseada assim em critérios tortos de arrogância dos homens pequeninos que se pretendem por maior do que a Mae e o Pai, e depois as deixam ao abandono, e nas vezes se torna assim obstáculo à sua normal ,, correcta e necessária vivência e utilização, pois para isso Ela foi criada, para o uso fruto, para que o uso dê o fruto

Onde e stá o p l ano par rc cia al de pa rc ela a pa rc cela de c ada lu g ra e s ua s oma pro vi sor ia, para i mp le men tar a ne s ess á ria, e ur g en te e f un damen t al au men to da por du sao a g rico la com boa s par tic as de s au de, onda e stá t am b ema s leis q ue al te rem a inc o mp r e en sao m al me dida s ob rea p os se de te r ra s, q ue d ep o is ba se iad a as si em e m c rit é r is o tor to s de ar ro gan cia dos h om en s pe q u en ino s q ue se pre t en de m por mai r do q ue a Mae e o Pai, e d ep o isas de ix am ao ab ban dona o e n as v e ze s se ti rn a as si em ob sta cu lo a s ua no rn m al ,, co rr e cta e ne c ess ária v iv en cia e u tili iza l º ao, pi s para iss o E la f o i c ira da, para o us o fr u to, para q ue o us o d ê o fr u to

E tudo isto é passível de ser feito em respeito pelas tradições e pelos princípios que por elas em cada lugar de acordo com cada costume, estão e forma outrora vertidos na próprias leis, pois um coisa é a propriedade de cada um, e outra bem distinta é a estupidez assassina, e uma não obsta a outra nem deve obstar, e propriedade se tem quando dela se faz o bom uso, pois quando o uso é mau ou mesmo inexistente, quem diz a ter, não a tem, mais dela escravo sempre se torna, e o objectivo das coisas que dizemos aqui neste pequeno espaço tempo em que aqui estamos, termos, devem sempre servir o homem e o ser, ou seja tornar-mos livres, dar-nos segurança e liberdade, permitir voar e fazendo bem as coisas e vivermos felizes, como vontade e confiança, até nos mercados

E to do is to é p ass iv el de ser f e i to em r es pei to pe l as t ra di ç o es e p elo dez s pr inc cip i os q ue por el as em c ad a lu g ar de ac o r do com c ad a cos u t me, es tao e forma o ut ro ra bv e rt id ds na pro p ria s leis, p o is um co isa é a pro p rie dad de c ada um, e o u t ra b em di s t in t a é a est u pide dez as sas sin a, e uma n cão ob sta a o u t ra ne m d eve ob star, e pro p rie dade se t em q u ando de la se f az o b om us o, p o is q ua ando o us o é m au ou me s mo ine x us t en te, q eu m di z a t e rn cão a te m, mais de la es c r avo se mp r e se tor na o ob ject iv o das co ia s q ue di ze emo s aqui neste pe q u e no es paço te mp o em q ue au i est am os, te r mo s, d eve w em se mp r e ser v iro h om em e o ser, o use seja tor na r do traço ingles mos l iv r es, d ar do ponto dos nós segur ança e liber ad e, per mit i r vo ar e fazendo b ema s coa si v iv e r m os felizes, com o van to da e e confiança, a té nos me rca ada as

E noção e vivência de propriedade à medida de cada um, não é nunca sinónimo de abandono ou de falta de responsabilidade sobre o seus uso, ou usos, frutos, acrescente-se o que deve sempre andar junto, pois assim somos nós e as arvores e a vida, pois tudo o que vive para viver, frutifica

E n o sao e v iv en cia de poe rp rie dada à me dida de c ada um, n cão é n unc a sino nim o de ab e do dn oo u de f al ta de r es ponsa bil id ad e s ob reo se us u s o, ou us os, fr u to s, ac r es cente traço inglesa se o q ue d eve se mp r e anda r j un to, p o is as si em s omo s nós e as arvore sea v id a, p o is tudo o q ue v iv e para vi e v rf r u ti fi ca

Neste livro da vida, está um texto que referência como se pode tratar da propriedade qu esse diz privada e que está ao abandono, como muitos prédios e casas em lisboa, quando depois há famílias a viver debaixo de postes de alta tensão, em quase barracas ou mesmo ainda barracas, sem ofender os conceitos de propriedade privada e até garantindo rendimento aos proprietários indigentes, e ainda dando trabalhão por exemplo ao sector da construção civil, cujo trabalho e já, em salvo erro em quarenta por cento dependente das chamadas obras de recuperação

Neste l iv ro da v id a, e stá um te x to q ue r e fr en cia com o se p ode t rata rda pro p rie dade q u ess e di z p riva ada e q ue e stá ao ab ban do dn o, com o mui t o s pr e d di os e ca sas em l is boa, q u ando d ep o is h á f na uk l as a viver de ba si x o de p os te s de al t a t en sao, em q u ase bar rac as o um es mo a inda bar rac as, se m o f en der os c on ce it os de pro p rie dad se pr uva da e a té g ra n t un do ren di men to aos pi rp i e t ria s in di g en t es, e a inda dando t ra ab l a h o por e x e mp lo ao sec tor da co ns t ru sao c iv e i l, c u jo t rango. É j á s alvo e r ro em q ua renta pro c en to d ep en dente das c ham da s ob e ra de rec up pera sao

Tempo de transição, é o tempo de ontem e do hoje, e transição e períodos de transição sempre existem e devem mesmo existir quando se muda o que mal está para melhor, e todo isto é sempre passível de assim ser feito, com a boa ciencia da navegação, e vos dou relembrando um exemplo e a equação

Te mp ode t ra sn si sao, é ot e mp o deo n te me do h oje, e t ra sn siç sao e per id os de t ra sn si sao se mp r e e sis te me de w eve em me s mo e xis tir q eu en do se mud a o q ue m al e stá para ml hei r, e todo is to é se mp r es ar ge ti p ass iv el de as si em ser f e i to, com a boa cie en cia da n av g ac sao, e v os do u r e l em br ado o e x e mp lo e a e qua sao

Sessenta por cento da poluição atmosférica advém das fabricas e quarenta por cento dos transportes e sendo que esta equação como qualquer outra, trás sempre todos os seus termos interligados e todos mutuamente se influenciam

Se s senta por cento da pol u i sao at mos fe ric a ad dv em das fabri ca s e q ua renta por c en to dos t r san portes e s en do q ue e sta e q ua sao com o q ual w eu r o u t ra, t ra s se mp r e todos os se us t r emo s in te r liga do s e todos mu t au am n te se in flu , formula one vaso eu un cia am

Assim sendo, prioritariamente se deveria substituir as fonte de energia assassinas ligadas a produção a que chamamos industrial, contudo o ar anda por todo o lado em qualquer tempo, e espaço, se os dois fossem alguma vez termos separados

As si em s en do, p rio rta ria mente sed eve ria s ub s titu ira s fonte de energia as sas sin as li gada sa por du sao a q ue c h am a mos indu s t ria l, contudo o ar anda por todo o l ado em q ual q eu r te mp oe es paço, se os do is f os se em al gum ave z te rm os s epa r ado s

Olhai as rotas e os mapas, e vede em particular em cada espaço do uno lugar, que necessidades trazem, e qual a sua parte que pode ser resolvida em forma e equação celular, como os rapazes da ilha britânica em outro dia davam o exemplo já feito

O l há ia s r ota se os ma ap ps ds eve de em par t u c u l ar em c ada es paço do uno lu g ar, q ue necessidades t ra ze me q ual a s ua p arte q ue p ode ser r es sol v id a em forma e qua sao ce lula rc omo os ra p az es da ilha br i t anica em o u t ro dia da ava vam o e x m ep lo j á f e i to

Vide sempre tambem, o que se pode e como se pode poupar no consumo das diferentes energias

Vide id e se mp r e t a m b emo q ue se p ode e com o se p ode poupar no co n s umo das difer en te s ene r gi as

Vos dei em dia recente io exemplo da introdução e dos ganhos que se obteriam pela introdução de células foto eléctricas no circuito das iluminações publicas das cidades

V os d3 , di gi t al t rec eira, terceira, e i e m dia rec en te i o e x e mp lo da in t riu dç sao e dos gan h os q ue se ob te riam na in t rod u sao de ce lulas f oto el e ct ric as no c irc uu it nos cir cultos das i lu mina ç o es p ub lica s das cidades

Hoje vos deixo uma equação mais avançada, é não é possível desde já, ter cada ponto de luz, auto alimentado pelo sol, sem mesmo necessidade de uma rede de transporte da electricidade como a temos até hoje?

H oje v os de ix o uma e qua sao mais a van ç ada, é n cão é p os s iv el de sd e j á, te r c ada ponto de luz, au to al i men t ado p elo sol, se m me s mo ne ce s sida dade de uma red e de t ra sn porte da el e t r e cidade com o a t emo s a té hp je da foice

Não podem as cidades desde já lançar um concurso publico para encontra uma solução que assim possa desde já funcionar, e que esse concurso seja feito em forma aberta e transparente para que todos os cidadãos, possam perceber e entender e multiplicar frutificando, a solução e o seu porque, e das susa vantagens e da economia que assim se obterá, e até da criação de novas áreas de trabalho, que casem industrias que hoje estão em dificuldades, como a construção cível, que trabalha em betão, que é como sabemos uma das bases da construção dos postes eléctricos

N cão p ode ema mas cidades de sd e j á l ana rum c on curs o publico para en c on t ra uma sol u sao q ue as si em p os sa de sd e j á f un cio n ar, e q ue ess e c on c ruso seja f e i to em forma abart a e t ra sn parente para q ue to s os o sci dad ao s, p os sam per rc e br e en t en de r e mul t ip laca r fr u ti f ica ando, a sol u sao e o s eu por q ue, e da s s usa van tage ns e da e co no mia q ue as si em se ob te rá, e a té da c ria sao de n ova s ar es de t ra al ho, q ue ca se m indu s t ria s q ue h oje es tao em di fi cua l dad es, com o a co ns t ru sao c iv el, q ue t a rba alha em beta tao, q ue é com o s abe emo s uma da s b ase s d a co ns t ru sao dos p os te s el e ct rico s

Porque é que ainda não estão cartazes nos bancos para a substituição das torneiras tradicionais pelas inteligentes, já foram criadas as respectivas linhas de credito, já se vem nos media as respectivas campanhas de sensibilização e de publicitação, de que estais a espera

Por q ue é que a inda n cão es tao cara ze s nos bancos par a s ub s tir rt u i sao das tor me iras t ra di cio na si pe l as intel i g en te s, j á foram c riad as a s r ep sec t iva s linhas de c red i to, j á se eve m nos media as r es pe ct iv as cam p anha s de s en sibil iza sao e de p ub l i cta sao, de q ue es tais a es pera

Reuniram já com os fabricantes delas para calcularem e perceberem se podem dar resposta as necessidades das casas que temos, e viram com elas um plano para reforçar o que houver reforçar, nomeadamente garantia de investimento publico se necessário, criação de empregos, plano de formaçao especifica incluído, com imediata ligação aos centros de emprego, na vertente das necessidades reais serem a cada momento conhecidas e assim supridas, ou mais uma vez se lançou tudo isto para uma gaveta nas calendas gregas, à espera das desgraças

R eu ni iram j á c om os fabri can t es de lea s para c al c u la rem e pe rc e be rm se p ode m d ar r es ps ota as ne ce sida dade es das c asa q ue t emo se v iram com el as i um p l ano para r e f orça aro q ue h o uve r ar e f orça r, no mea dam net gat ran tia de in vc es tim e n to publico se ne c ess a rio, c ira sao de e mp r ego s, com i me d a i t aa li g a ç sao ao s c en t ros de em p rego, na verte en te das ne c ess id ad es rea is se rem a c ada mo men to c on he cida se asis m s up rid as, o um a si um v e z se lan ç o u tod is to para uma g ave eta nas c al en da s g r e gás, à es pera das de sg r aça s

E as associações dos canalizadores e afins, já se reuniram para entender a tarefa e ver de que forma os seus associados podem dar resposta ao problema e do que necessitam para o fazer, formaçao incluída, e a cidade já lhes garantiu o que é de necessário garantir, ou depois teremos as torneiras e ninguém para as montar ou fazer a necessária manutenção

E asas soci ç o es dos can l iza dor es e a fi ns, j á se r eu ni iram para en t en de ra t a rf e a eve r de q ue forma os se us as soci ad ds o p ode m da rr es posta o p rb e l ma e do q ue ne c ess it am para o f az e r, for maçao i nl c u id a, e a cidade j á l he s gara n tiu o q ue é de ne c ess á rio gara n tir, o u d ep o is t r emo sas tor ne ira se ni g eu m oara as mon tar o u f az e ra ne c ess a ria manu t en são

E proveram as cidades os contratos programas tambem as universidades e as empresas para a pesquisa e desenvolvimento das melhores soluções técnicas e melhoramentos do que a inteligência reunida e somada for capaz de frutificar

E pr ove ram as cida d es os c on t ratos pro g rama s t am b em as uni ver sida d es e as e mp r e sas para a p es q u iza e de s en vo l vi men to das mel hor es sol u ç o es tec nicas e mel h ora men to s do q ue a intel i g en cia r eu inda e s om ada for ca p az de fr u ti fi car

E da reuniao saiu passos decididos para de uma vez se avançar com o projecto da energia solar com o norte de africa?

E depois de terem estas partes todas e a soma feita, chegou algum representante da cidade e disse aos concidadãos, desta forma reunindo estas competências e o emprenho destas gentes, vamos obter no espaço de x tempo uma poupança de y e uma melhoria geral das condições de vida, pois poupamos z mil de litros do bem precioso que é a agua comum, e nesse dia as gentes da cidade, ficaram felizes e consta que nessa noite, pelo sentido do bem feito que a todos percorria, muitos se beijaram e muitos bebezinhos foram feitos nessa noite sobre as estrelas e o luar

Ed ep o is de t e rem e sta s p art es todas e a s oma f e i ta, c h e g o u al gum r ep r es neta ante da cidade e di s sea os co nci id da adao s, de sta forma r eu ni indo e sta s co mp pet en cia se o em p r en h o de sta s g en t es, v as mo ob te rn o es paço de x te mp o uma poupa m ç a de y e uma mel hor ia ger al das condi ç o es de v id a, p o is poupa mos z mil de li t ros do b em pr e cio s o q ue é a agua com um, e ness e dia as g en s ted a cid de, fi caram f e l ize s e co n sta q ue ne s sa no it e, p elo dez s en t id o do b em f e i t o q ue at o do s per rc r ria, mui to s se jb bei j aram e mui to s b e be x z in h os foram f e it os ness a no i te s o br ea s es t r e l as e o l ua r


Ah minha doce amada, que te sinto por todo o lado, e vou parando em todos os locais a ver se te vejo, que estranho amor este em que te trago, como se fosse um esconde esconde, sabes ali na rua do patrocínio existe uma travessa que desemboca assim numa espécie de cotovelo que é um recanto muito belo assim cheio de paz e tranquilidade, e onde existe uma belíssima fonte com anjinhos que suportam o prato e em deia recente depois de me tres mostrado feita passarinha, o que por ti em teus olhos vi, de nov algo ali me chamou, e vi um prédio de esquina que trazia a porta da garagem aberta, e lá dentro se via uma forte estrutura de vigas grandes de metal a reforçar a estrutura, tao grande aquilo era, que eu me diz isto parece demais para a necessidade, mas enfim lá saberão certamente qual é, era isto depois de ter falado masi um vez em tremores e reforços de estruturas, o que liga tambem arquitectos, e numa grade na rua assim em plástico amarelo, lo, go gil, como dizendo que o gil se iria, assim o espirito ali me desvelou ao momento, meu coraçao ficou pesado, pois aquilo era muito afirmativo

A h min h a do ce am ada, q ue te sin to por todo o l a do, e vo u para ando em todos os l oca si ave r se t e v e jo, q ue es t r anho amo r este em q ue te t rago, com o se f os se um es conde es conde, s abe s al ina rua do pat tor i c n io e x is te uma t ravessa q ue de s em boca as si em n uam es pe cie de c oto velo q ue é um rec en to mui to b elo dez as si em che i ode p az e t ra n q u i li dade, e onda e x si te uma be l iss ima fonte com na jin h os q ue s u porta am o p rato e em deia rec en te dep posi de me t r es mos t ard o f e i ta p ass a rinha, o q ue por ti em te us o l h os vi, de no v al goa al i me c h am o ue vi um pr e di ode es q u ina q ue t ra z ia a porta da gara ge m ab e rta, e l á d en t rose v ia uma f orte est ru t ira de vi gás g rand es de met al a r e f orça ra es t ru tura, tao g rande a q u i l era, q ue eu me di z is to pa rece de mais para a necessidade, mas en fi m l á s abe rap ce rta e mn te q ual é, e ra is to d ep o is de t r e f ala do masi um v e ze m t r emo r es e r e f orço s de es t ru tura s, o q ue liga t am b em arc u i tec to se numa g ard e na rua as si em e mp l as tico am ar e lo, li go gil, com o di z en do q ue o gil se iria, as si mo es pi rito al i me de s velo lou ao mo m en to, me u cora sao fi co u pesa ado, p o isa q u i lo e ra mui to a fi e r m t iv o

Aqui no tapete do vizinho ou ex vizinho ou lá o que for, alguém deixou a seu lado um aramezinho como que desenhando uma verde harpa e uma peninha de colchão assim fofo, lá estava branca com um pedaço preto, um bocado com uma que me apareceu aqui ao lado da bancada do fogão em dia recente ao lado da garrafa do azeite dos galinhos

Aqui no tap pete do v z in ho o ue x vi z in ho o u l á o q ue for, al gume de ix o ua s eu l ado um ar am e zinho com o q ue de s en h ando um ave r de harpa e uma p en nin h a de c o l chao as si m f o f o, l á e stva br anca com um peda aço pr e to, um bo cado com uma q ue me ap ar e rece u aqui ao l ado da ban cd a pt a do f o ga o em dia rec en te ao l ado da garra fado az e i te dos gali n h os

Olhando o ultimo video, emergiram ao olhar os seguintes elementos semânticos, pop up persi, ou seja pop up, a produtora do tal rapaz ali no bari, alto, um programa de moda, ou seja gente lia gado a moda, per, projecto planeamento e custos, persil, lavagem, ou detergente, pop up per persa , ou seja da guerra na antiga pérsia, persa primeiro

O l h ando o u l t imo v id e o, e mer g iram ao o l h ar os se gui n te s el em en to s se man tico s, pop up persi, o use seja pop up, a por du ot ra do t al ra p az al ino bari, alto, um por g rama de moda, o use seja g en te lia gado a moda, per, pro ject o p l ane man to e c u st os, per si l, l ava ge mo u det regente, pop up per persa , o use seja das b om ba sn a ant i g a per s ia, ou com os e bento saqui na al tura de sc ritos r e la cio n ada s, l iba ano, mn orte de um mi lia t r e uma sec 1 u en cia de bo m b as, as si m me u cora sao c s en tio da primeira da relaçao, o gi ll gogo,

O primeiro aviao está a passar no fim da leitura do poema sobre as crianças, made, de criada e made, de fazer do william blake draws, das visions of daugther of Albion,

O avia o e stá ap ass ar no fi maior da lei tura do poe vaso ema s ob rea s c rina sç as, mad e, dec riad a e ma de, de f az e r do w i ll iam b lake dr a ws, das vi sio ns o f d au gt her o f ala bi on,

Noventa e tres, grau da ordem , e tambem referencia a mês, noventa e tres , tres, ou seja março de noventa e tres que remete para as imagens analisadas na photo desse mesmo mês, já incluídas no livro,

No ove en ta e t r es, g r au da ordem , e ta m b em ref ren cia am ê s, n ove en t a e t r es , t r es, o use seja mar arc o de no ove en t a e t r es q ue r e mete para as ima g en d ad anal iza ada s na ph oto de s se me ss mo m ê s, j á inc lui da s ni o l iv ro,

No pingo doce, no dia seguido, treze deste dezembro, a factura e o rc recibo da ferreira, do vinho do porto do borges, bancos, assim rezou, estrela do percentil, pao avo pequeno, que se reflecte no texto da palavra no video, comi a senhora do queijo inferior a tres euros, ou seja provavelmente dos queijos franceses, camenbert, a berta da cama da manha, avo pequeno de oitenta a g a tp do circulo da tríade do sexto, percentil fute fruvita mis p d duzentos e cinquenta ml, ou seja, fo futebol francês, vao vaso do vita, ou seja da mercedes estrela alema duzentos e cinquenta, ml, marxista leninista, circulo de cinquenta e set, ou estrela do seth, tot al do circulo de noventa e tres, vo primeiro do mês dos dois pontos do segundo do primeiro do duplo circulo, cruz roco, do zero, zero sete, atendida por Adriana silva, quim ze de noventa e oito, abril, segundo do duplo circulo do infinito, do ze do treze do primeiro novo do circulo do quadrado, ou da quadratura do circulo, duplo circulo do vinte um, olivais, laranjas, neste caso, tangerinas, circulo de oitenta e dois, agosto,

No dp in g o do ce, no dia se guido, t r e ze de ste dez em broa f ac tura e o rc rec ibo da ferreira, do vin h o do porto do borges, ban cos, as si em r e z o u, est r e la do per rc en til, pao avo pe q eu no, q ue se r efe l ct en o texto da pal vara no dv id e o, co mia s en hora do q u i jo in f e r iro at r es eu roso use sej por v ave l mn te dos q eu i jo s fr anc es e s, cam am be rt, a v berta da cama da manha, avo pe q e un o de o it e ante a g a tp s o circulo da t riade do sex to, per rc c en til fute fr u vita m is p d du z en to ze cinquenta ml, o use seja, fo fute bo l fr anc es, vao v as o do vita, o use seja da mer cede es estrela ala ema du z en to ze cine q un t am ml, mar x ista leni ni sta, circulo de cinquenta e set, ou estrela do seth, tot al doc irc u lo de n ove en ta e t r es, vo prime iro do mês dos do is pontos do segundo do p rie mr rio do d up lo circulo, cruz roco, do zero, zero, duplo ero do sete, a t en dida por ad riana silva, q um ze de no ove en t a e o i to, ab r il , se gun dodo duplo circulo do in gini to, do ze do treze do prime iro n ovo do circulo do q au dr ado, ou da quadratura do circulo, duplo circulo do vinte um, ol iva si, laranjas, nest e c asa tanger ina s, circu lo de o it en at e do is, agosto,

Lagartas borboletas, é tambem imagem dos bichinhos da conta, um blog, e uma visoes que depois tive no bairro alto, aqui relatadas no seu tempo de acontecer

La gt as bo r b o l etas, é t a m b em emi mage m dos cic h ino s da conta, primeiro do b do loge uma vi s o es q ue d ep o is t iv en o ba i rr o al to, aqui r e la td as no s eu te mp ode ac on tec e r

Diz o texto desta parte do video masi u menos o seguinte,

Di z o texto de sta p arte do v id e oma si u me mo s o se gui n te,

As coisas todas religadas, o texto não abriu per si, mas apareceu-me ao ler, ao procurar outros textos, ao passar o ratinho, o cursor, aparece a mao aberta, como referência equivalente à imagem do bcp, circulo do texto, a minha mao está nesse momento sobre a orelha esquerda, a escuta esquerda, é um texto que fala de questões antigas e axiais que a palavra fala nos últimos vídeos, nas ultimas conversas, ou seja referência indirecta às conversa em família , marcelo da caetano, da questão da igreja ao longo dos séculos, católica apostólica romanica, ciganos, romana, que é nome de can tora, , que eu uso romanica, outro aviao a passar nest momento, que tem um bocado a ver com a questão de mil quinhentos e sessenta, duque de mantua, fernanda cancio, irmão, casino da figueira da foz, video do nascimento da titania, como imagem semelhante ao nascimento da primavera, ou seja referente, a acontecimentos numa primavera, masi uma vez veio a colação, um eco, dois espermatozoide, , dois fios, de bebe da tanger rina, e cos sobre esta matéria, maravilhosos fumos, italia, vulcões, pompeia, a cantora, vintes valores, professor, no inferno, dante, relaçao com o bpp, assim o manuel alegre hoje na tv, parecia quer complementar, se lia por detrás dele no telejornal, quadrado de dezembro, bancos, verde azul, bpp grandes fortunas, cigarros espanhóis, citando dante, e a imagem que ele re pega de O Cristo, ou seja dos mornos e dos cúmplices e dos traidores, a quem o inferno está reservado, e cheio de lugares à espera

As co ia s t o da s r eli gada s, o t e x ton cão ab rio per si, mas ap arc eu do traço da inglesa me ao ler, ao pro cura r o u t ros te x to sao p ass aro ratinho, o c ur sor, ap ar e ce a mao ab e rta, com o ref ren cia e q u iva lente à i mage m do b cp, circulo do texto, am min h a mao e stá ness e moe mn to s ob rea orelha es q eu rda, a es cut a es q u e rda, é um te x to q ue fala de q eu s to es ant ti gás e ax ia is q ue a pala vaso do ra fala nos u l t imo s v id e os, nas u l t ima s c on vera s, o u sej re fr en cia in di rec cta as c on vera se em f ani la , mar c elo dez da ca a e t ano, da q u e s tao da i g r e la ao l on god os século s, cat o lica ps oto li ca roman inca, cig ano s, rom ana, q ue é no me de can tora, , q ue eu uso roma nina roman i ca, o u y ro avia o a p ass ar nest mo m en to, q ue te m um bo cado ave rc om a q eu s tao de mi l q ue in he n t os e se s senta, duque de man tua, fr anda can cio, i r mao, ca sino da fif ue ra da f oz, v id e o do nascimento da tita nia, com o i mage m semem l h ante ao nascimento da prima vera, o use seja rf e ren te, a c on tec i e mn to s n uma prima vera, masi uma ave z veio a c ola sao, um e co, do is es per mato z o id es, , do is fi os, de bebe da tanger rina, e cos s ob r e e sta mat é ria, mara avi l h o e as f um nos , iat al ia, v u l co es, p om pe ia, a can ç alo vin t es valor es, pro f ess or, no in fe r no, dante, relaçao com o b p p, as si mo manuel alegre h o je na tv, par ceia q eu r e c om p le men t ra, se lia por det ra s de le no tele jo rn al, q ua dr ado de dez em bro, ban cos, verde azul, bp p g rand es for un as, cigar ros es pan ho is, cita ando dante, e a i mage m q ue ele r e pega de o c r si to, o use seja dos mor ns oe dos cu mp l ice sed os t rai dores, a q eu mo in fe r no e stá r e serva ado, e che i ode lu gar es à es pera


Caiu agora umas moedas ao chao que desenham uma linha em arco com um pêndulo, ou uma ancora, ou seja ao pedndulo do mar, no ponto de cima onde se prende a vertical, uma águia de um euro alema dois mil e dois, com um ponto negro nas tábuas do chao mesmo ao lado, como a dizer, ponto elevado, depois no meio do arco, uma harpa cinco centos em dois mil e quatro, do lado direito do pêndulo visto com o uma cruz em sua posição vertical, vinte cêntimos castelos portuguesa, e di do lado da direito dez cêntimos do templo dois mil e dois, projectado no chao esta pelas sombras desenhadas, o cabo doirado da espada de prata da águia que parece um minarete, complementado pelo prato das moedas, que desenha uma cúpula, provavelmente a cúpula doirada, assim a este momento me lembro, dois varetas vermelhas e negras do jogos de casa cento e um sonker, e uma regua em carril, de um comboio, angulo do bico dos dois circulos da cadeira que aponta a sombra do triângulo das seis ancas onde neste momento se encontra a bateria da canon, ao lado do pato da republica dominicana, a ponta do bico, aponta o circulo de prata do chama amarela, sem ela, ou seja murcha, uma outra moeda deste conjunto mas que agora não caiu trás o home de viterbo maçónico rato de dois mil e dois, ou angulo ao maçónico do rato, partido socialista, em dois mil e dois, curiosamente uma senhora política ouvira eu falar sobre os acontecimentos na grecia, dizendo que o pais se encontrava bem a imagem e semelhante de muitos outro, mergulhado em funda corrupção, e que faltavam empregos e perspectivas sobretudo para os jovens, era a senhora deputada, assim o crio do ps grego

C qai u agora uma s moe da sao chao q ue de sn hm um linha em arc o com um ped dn du lo, ou uma anc cora, o use sej ao pe dn u lo do mar, no ponto dec ima onda se pr en de ave rt iva l, uma a guia de um e rio al ema m do is m ile do is, com um ponto negro nas t ab u a s doc h ao me s mo ao l ado, com o a di ze r, ponto el eva ado, d ep o is no mei o do arc o, uma hara p ac inc o c en to se m do is mi le quatro, do l ado di re tir do pen du lo vi s tio com o um ac ru z em s u pao si sao verte ti c al, v in te c en tom os castelos portu guesa, e di do lado da di rei tao dez c en t imo s do te mp l om do is mi ile do is, p o ject ado no ch cao e sta pe l as s om br as es en h ada s, o ca bo do irado da es ap da de p rata dada a guia q ue pa rc e um mina arte, co mp e l man t ado p elo dez p rato das moe da s, q ue de sn e h a uma c up u la, por v ave l me bt e a c u p u la do irada, as sima este mo m en to me l em bro, do is v ar e ts vermelhas en negras do j ogo s de c asa c en to e um son k e r, e uma regua em car r i l, de um com boi o, an gula dez do bi co dos do is c irc u l os da cade ira q ue pao n ta a s om br ado t rian gula das si es anca son de nest emo men to se e cn on t ra a bat ria da c ana o, ao l ado do pato da r e publica a do mini c ana, ap ponta do bi co, ap on m tao circulo de p rata do c h ama am ar e la, se me la, o use sej am ur cha, um ao u tr cm moe da de ste c on j un to masque agora n cão ca i u t ra s o h ome de vi te r b oma c oni co rato de do is m ile do is, o u na gula o nma ç o nico do rato, partido socialista, em do is m ile do si, c ur isa mente uma s en hor a pol i tca o u v ira eu f al ar s ob reo s ac on tec i e mn to s na g r e cia, de i z en do q ue o pa is se en c on t rava e b mai mage m e se m l h ante de mui to s o u t ro, mer gula hd o em f un da co o rup sao, e q ue f ak l t ava vam em pr egos e per s pe c t iva ss ob r e tudo para os j ove ns, e ra a s en hor a de puta ada, as simo c rio do p sg rego

Continuando a descrição do texto do video, o gesto fala de ceu para terra , ou seja da queda de um helicóptero, p ub lia da igreja e grecia, deve ser então a morte do chefe da igreja ortodoxa grega e sendo que tambem agora foi o senhor da russia, querer agradar a gregos e troianos, ou seja guerra ao amor, , símbolos de cidades, de meta ideias, duas ideias arquétipos, que na realidade sao dois lados de uma mesma moeda, a guerra e o amor, que ressoa em guerra e paz, ou seja ligação entre os dois territórios e igrejas, barulho do palato, assim faço ao comer, oscila entre a guerra e amor, fundamentalmente acaba sempre por fazer a guerra ou permitir que a guerra prevaleça e continue no mundo, um dia, ou dois , grecia, jovem de quinze anos, morto por um ou dois policias

Conti na un do a de sc r i ç ao do t e x to do v id e o, o g es to f ala dec eu para terra , o use ja d a queda de um heli cop t ero, p ub lia da i g r e ka e g r e cia, de eve ser en tao a mo rte doc h efe da i g r e ja orto do x a g r ega e s en do q ue tam be agora f oio s en hor da ru ss ia, q eu rr e a ga rda ra g r ego se t roi ana os, o use j a guerra ao amor, , s im b olo s de cida d es, de met a id e ia s, du as id e ia s ar q eu t ip as, q ue na r e la id ad es º ao do is l ado s de uma me s ma moe da, a guerra e o mao r, q ue r ess o a em guerra e p az, o u se j a li g a ç º ao en t reo s d o is teri tor i os e i g raja s, bar u l h o do pala to, as s em f aço ao co mer, os cila en t rea guerra e amor, d un damen t al em n te ac ab a se mp r e por f az e ra guerra o u per miir qu e a g eu r ra pr eva l eça e conti n u e no mundo, um dia, o u do is , g r e cia, j ove em de quin ze ano s, mor ti por um o u do is poli cia s

Noventa e oito, expo, gata rande fan, a ventoinha do gato, ou gata rande, o toiro do quadrado das fotos dos jornais, jardim di impérios, império , recentemente entrada tambem como cervejaria ali na alameda, o vale da ponte, o ponte da spa, o vale é a maria da ponte, timer , tim mer time, jornal, no ti cia s tripé da natureza, maçónico da natureza,

No ove en t a e o i to, e x p o, gata rande fan, a ve en toi n h ado gato, o u gata rande, o toi iro do q ua dr ado das f oto sd os jo rna si, jardim di im per is o, i mp e rio , rec en te mn te en t r ado tam b em com o ce r veja ria al ina ala meda, ova le da ponte, o ponte da spa, ova le é a maria da ponte, ti mer Timor, tim mer time, jornal, no ti cia s t rip e da nat ur es, maço nico da nat ur e za,

Israel, xo quarto e dois, quadrado segundo de noventa e nove, sexto circulo da estrela do onze dos cinquenta euros, vinte vo, seis , cinco, um, quadrado do set de cinquenta e nove , estrela nono segundo, o crime da rua do bilhete postal, ctt, circulo ct todo o terreno, uma violação, duplo vaso maior cruz quarta, e,. quarto quadrado triângulo da lua decrescente, e tap nono quadrado ds da seta e vi gula do acento no vaso jm do hat o mg mato do quadrado da p do angulo superior esquerdo, chaveta do duplo quadrado do no serpente segundo quadrado, dos pesos do cabo das muitas ondas k x serpente das ondas do cabo do acento no delta primeiro do quadrado do traço sobre o circulo do traço ingles do delta do triplo circulo, a cento terceiro, ine ondas da seta cravada do vaso ne do circulo maçónico do duplo quadrado do sexto elevado infinito, ou sessenta e oito, quadrado circulo do terceiro quadrado as quadrado primeiro da set a ft foice segunda da tuberculose, forte do quadrado sexto apostolo serpente, sexto quadrado igual ao josé da faculdade, e tica bar de direito, vales, nova, assim me apareceu depois num texto que o vírus terá criado e que se guardou no folder dos vídeos,

Israel, xo q eu rta ee do is, q u dr ado se gun dd en ove en t a en ove, sexto circulo da estrela do on ze dos cin q u en t a e u r os, , vinte vo, se i z , c inc o, um, quadrado do set dec in q eu en nat en ove , est r la nono segundo, o crime da rua do bi ll he te ps ota l, c tt, circulo ct todo o te rr eno, uma viol ac sao, d up lo vaso maior cruz quarta, e, quarto quadrado t r ian g uk lo da l ua dec r es cente, e tap nono quadrado ds da seta e vi gula do acento no vaso jm do hat o mg mato do quadrado da p do angulo s up eri r esquerdo, c h ave eta do d up lo quadrado do no serpente se gun d quadrado, dos pesos do cabo das muitas ondas k x serpente das ondas do cabo do acento no delta prime iro do q au dr ado do t r aço sobre o circulo do traço ingles do delta do t rip lo c irc u l o, a c en to t rec iro, ine ondas da s eta c rava ada do vaso ne do circulo maco nico do d up lo quadrado do sexto elevado in fn i to, ou se s senta e oito, quadrado circulo do t rec e iro quadrado as quadrado primei roda set a ft foice segunda da t u be r c u lo se, forte do quadrado sexto ap s oto lo serpente , sexto quadrado igual ao josé da faculdade, e tica bar de direito, v as l es, n ova, assim me a ap rec eu d ep o is num te t xo q ue o vi ru s te rá c ria ado e que se g ua r do un o f ol der dos v ide os,

Vestido de parta, comprei eu um para a cristina coutinho uma vez em madrid, numa loja de puenta cana que tambem trás loja ,ou trazia em barcelona, é masi por qui o epicentro de algumas desgraças, sendo que um peça para dar est explicação completa ainda sobre esta matéria falta, provavelmente no texto maior que se escreve

V es t id o de p a rta, com p rei eu um para a c ris t ina co u tinho uma ave z em mad r id, n uma loja de p eu en t ac ana q ue t am b em t ra s loja ,o u t ra z ia em bra cel on a, é ma si por qui o e pi centro de al gum a s es g r aças, s en do q ue um p eça para d a r est e x p li caçao co mp l eta a inda s ob re e sta mat é ria f al ta, pr iva ave l mente no tec x to maio r q ue se es v rec vaso e

O toiro grego da justiça, delta primeiro do home do circulo duplo, laranja sobre azul, do traço ingles rangel, lobito, lobato, on , luxor, a vida e uma passagem uhf, rua do carmo, segundo s emi ca roca es circulo serpente tribo, fio v em e l hh o da manga,

O toi to g rego da j us t o ça, de k l ta p rime iro do home do circulo di up lo, lara anja s ob r e az u l, dot r aço ingles rang l e, lo bit o , on , lux o ra vi da e uma p as sage mu h f, rua do carmo, se gun do s emi ca roca es circulo serpente tribo, fio v em e l hh o da manga,

Uma imagem no painel dos leds, faz brilhar trichet, depois acrescenta qu esse fez luz sobre o plug in, socrates que aparece de seguida na imagem, antes em véspera uma corneta vermelha como um pino , como de uma buzina de futebol das claques, ali fora por alguém deixada em cima do banco do jardim do império, depois apareceu o resto, um trompete, ou melhor, parte de um trompete, de crianças, plástico doirado por fora, negro em seu interior, partido, ali estava na rua ao lado, hoje de um pedaço de3 tijolo vermelho, como dos bares ali em baixo, buzina destas, existe tambem uma na ponte levadiça da rocha de conde obidos, como um megafone, que comunica com os barcos que chegam a ponte quando ela está fechada, ou ainda uma retorta de um alambique a ressoar em outras linhas recentemente aqui evocadas

Uma mai mage m no pa ine l dos le ds, f az br ilha rt ru chet, d ep o is ac r es c en ta qu ess e fez lu s z s ob reo p l u gin, soc rate sm q ue ap arc e de se guida na i mage m, ant es em v es pera uma co rn ta verme l h ac omo um p ino l , com ode um ab u z ina de fute bo l das c al q eu s, al i f o ra por al gume de ix ada em c ima do ban co do jardim do i mp e rio, d ep o is ap ar rece u o r es to, um tom pete,, o um e l h ro p arte de um t rom pete, dec r ian ç as, pala s tico do irado por f o ra, negro em ms eu o in te r iro, p art id o, al i est ava na rua ao l ado, h oje de um ped aço de 3 ti j olo verme l h o c omo dos bar es al i em ba ix o, b u z ina de sta s, e xis te t am b em uma na ponte l eva dica da rocha de conde ob id os, com o um mega f one, q ue com u i n i ca com os ba rc os q ue ce h g am a ponte q ua n f do e la e ts á f e c h ad a, o ua inda um r e to rta de um ala am bi q ue a r esso ar emo u t ra s linhas rec en te mente a qui evo c ad as


Bpn, numa montagem em fotos do correio da manha, com gare de rabat villes, estação de comboio, ou assim parece, os relógios na fachada como circulos dizem o começar de almada, gulbenkian, negócios , o português dez circulo do quarto, de oitenta e quatro do pentagrama roquete parece mostrar com a mao o dedo do detonador, de uma arvore da pleiade, que se encontra enquadrado debaixo de um abertura em arco num muro de uma herdade, faz na mao da morgado, a verde sinalizado, como as das minhas estranhas anotações da fal de indio, se bem que a cor de rosa, foi a única vez que assim que usei um daqueles marcadores que permite marcar sobre a frase, geralmente o faço sempre por baixo da linha, omni sgps, serpenet sexto sg do ps, assim tudo aquilo parece dizer

Bp pn n, numa mon tage me mf oto s do co r rei o da manha, com gare de ra bat vi ll es, es t ac sao de com boi o, o u as si em pa rece, os r eç o gi s on a f ac h ada com o c irc u l os di ze mo com eça r de al mad ane g o cio s , o portu gi es dez circulo do q ua rt id e oitenta e quatro do penta g rama roque u te par e ce mos t ra com a mao o dedo do det on a dor, de uma r avo red a p leia de q ue se en c on ra en a q u dr ado da e ba ix ode um ab e r tura em arco n um m ur o de uma her dade, f az na mao da mor gado, ac e r de sin al iza ado, com o as das mim n h as es t r anha s anta ç o es da f al de in di o, se b em q ue a cor de ros, f o ia única v e z q ue as si m q ue use i um da eu l es mara cor es q u emi te m arc ar s ob rea fr ase, ger al m net o f aço se mp r e p o r b a ix o da linha, om ni sgps, ser pe net sex to sg do ps, assim t u o d aquilo pa rc e di ze r


Parabéns ao mestre manuel oliveira pela proveta idade sem idade e que seja sempre feliz e que nos faça a todos bons filmes

Para be ns ao mes t r ema manu elo do circulo do oliveira pe la pro ove cta id ad es em id ad ee q ue sej se mp re f e l ize q ue nos f aça a todos bo ns fi l mes

un in br es

o us hi