quinta-feira, dezembro 25, 2008

São quase cinco e meia deste dia em que aqui se diz comemorar o Natal, depois de publicar este texto, desci a bomba para comprar cigarros, o simpático rapaz disse que não tinha café na maquina, mas lá arranjou forma de me arranjar um, está frio na madrugada, depois quando ali bebia café na av de ceuta soou, um tito de pistola, antes na radio, uam das musicas, falava do amor, e dizia, que esperarias por mim, até fazer a minha caça, era masi bruta a linha, falava de until you make your kill, ah doce senhora de meu coraçao, mortes boas, mesmo, sáo aquelas que pelos beijos de lábios ao perto pertinho faço em seu coração, infeliz eu que nao vos trago ao perto, senhora, não compreendo porque assim quereis viver, eu uma espécie de bordador da alma, assim tipo nuvens de beijos, masi feliz sempre estou quando vos trago ao perto chegado nos dias todos,

São q ua ase sec inc o em me ia de ste dia em q ue aqui sed di z com en o ra ar o n mna t l a, d ep o is de p ub li car este te x to, de sci ab o mba para com mp r ar cigar garro s, o si mp pat tico ra p z di ss e q ue n cão tinha ca fé na ma quina, masa l á ar ra n jo u for ma ad e me ar ra n j ar um, e stá fr rio na madrugada, d ep o is q 1 ua ando ali be bia i ca fé apostolo serpente bna av dec ce u t as oo u, um tito de pi s t ola, ant es na ra di o, ua am das mu sic as, f ala ava do amo r, e di z ia, q ue es pe ra ria s por mim, a té f az e ra min h a c aça, e ra masi br u t a al in h a, f ala ava de un til y o um ak e y o ur k u ll, a h dc e s en hora de me u cora sao, m orte s boa s, me s mo, sáo aqui eu l es q ue p elo dez s bei j os de l ab is os ao per tt o pet in h o f aço em s eu cora ç º sao, in fe l i ze u q ue dona z o v os t rago ao per to, s en hora, n cão com mp rene do por q ue as si em q eu reis viver, eu uma es pe cie de bo rda dor da alma, as si em t ip o n uve en s de b eu j os, masi f e l i z s mr pe es to u q u ando v os t rago ao per to che gado no serpente dias todos,

Depois subindo recordei ainda uma outra imagem, um outro fio do mesmo bar, um fio em uma noite anterior, tambem numa passagem de retorno a casa, ali estava um ferrari, daqueles que tem o capot traseiro, em fibra transparente de forma s se ver o motor, ali estava ele parado ainda quente, quando passei na porta, ali estava um senhor ao fundo sentado com umas raparigas, ao lado de onde agora vira a projecção na parede, aflorava isto, esta linha, no seguimento da carta que aqui escrevi ao policarpo, pois de seguida se dera masi um tremor de terra, felizmente sem gravidade para as vidas humanas, alguém nas noticias lhe chamara mesmo de tremor de natal, como tentando estabelecer uma relaçao com a Palavra em meu texto, ou talvez menos prosaicamente, tentando insinuar, que fora a Palavra que o provocara, contudo ao dele saber, me foi obvio uma relação entre aquele ferrari de matricula portuguesa, a cena na igreja, o que a palavra evocava sobre o rapto de meu filho e as recentes linhas de s marcos, da cheias masi elevadas de sempre, assim reza a memória curta das gentes,

D ep o is s ub indo rec o r de ia inda uma o u t rai mage m, um o u t ro fi o do me s mo bar, um fio em u man ot te ante r iro r, ta m b em n uma pas sage m de r e torno ac asa, al i e stav um fe rr a ari, da q u eels q ue te mo ca pot t ra se iro, em fi v br a t ra sn a parente de forma ss eve quarto eve r o moro t, al i e stav a el e para da a inda q un te, q u ando p ass e ina porta, al i e stav um s en hor ao fundo s en t ado com um as ra par i gás, ao l ado de onda Agora v ira a por je cc sao na pa rede, a flor ava is to, e sta linha, no se gui men to da ca rta q ue aqui es c r e vi ao poli car rp po, p o is de se guida se de ra masi um t r emo r de terra, fe l ize mn te s em g ravi dade para as v id as h uma ns, al gume nas no ti cias l he ca h ama av me s mo de t r emo r de natal, como t en t anto e sta stab abe le ce rato da primeira da relaçao com a Pala vaso do ra em me u te x i, ou t alvez m en os pro as icam sn te, t en t ando in sin u ar, q ue f o ra a Pala vaso do ra q ue o por vo cara, contudo ao dele sea be r, me foi ob vi o uma r e l ca sao en t rea q u le fe rr ari de mat ricula portu gi es a, o q ue a pal vaso do ra evo c ava s ob reo rat ra pt ode me u fi l h oe as rec en te s l ina h sd es marco sd a che ia s ma si ele v da s d e se mp r e, as si e mr e za a m emo ria curta ds g en t es,
E vós, como muitos outros , como de costume, que malandragem e malandrice costuma andar acompanhada, tendes ainda mais um assunto para me explicar, porque depois de pela palavra ter falado da casa pia, e da imagem o correio da manha, da encenação que andaram a fazer, com base nas fotos, no dia seguinte um miúdo foi morto, na aparência por um gang, demasiado rápido e seguido para que tenha sido assim inocente, ou seja sem alguma ligação, com a costumeira agravante, do que se diz ir nas vestes de procurador da republica, logo ter aparecido no espaço publico, repisando pela enésima vez a tecla dos gangs juvenis, e coisa e tal, mas aquilo, se foi feito por um, e terá tido a encomenda por detrás, para alguém calar, alguém que saberia coisa e que estaria disposto a desvela-las, e depois um estranho pormenor, do pinto monteiro, em seu falar, nesse dia, não terminava nenhuma das frases, deixava sempre um a ou mais palavras ,assim se deduzia das frases, que dizia sem as terminar,, como dizendo sem dizer, elipse, como se fosse um assunto relacionado com uma elipse ou um vesica francesa, uma imagem da elipse com produtora audiovisual, ou seja relacionado com os filmes, as gravações dos abusos, e tambem como vesica, como vesica da imagem que se passara aqui no jardim e com relaçao, complementada pela manha, do correiro da manha, e dos espiões que o servem, e que usam os medias para estas coias, mais uma morte em vossas maos , mergulhada, no tal inaceitável segredo, de coisa nenhuma e de nada que se arrasta há masi de vinte anos, como a provar o que repetidamente vos tenho dito, justiça não feita em seu devido tempo, é injusta e se torna nas vezes perigosa, aqui se mostrou ser mesmo mortal, isto depois de ter eu recordado as declarações da teresa costa macedo, sobre o que ela dissera de ter visto fotografias de ministros nas orgias com meninos da casa pia, que quer dizer, com isto ao certo, senhor que se diz procurador, e que parece sempre ser masi um cobridor

E vó sc omo mui t os outros , c omo mode cos tome, que m al lan dr rage me am alan dr ice cos u t ma anda r ac o mp am n h ad a t en de sa inda mais um as sun top para me e x p l i car, por q ue d ep o is de p e la pala vaso do ra ter f ala do da c asa pia, e da ima ge m d o co r rei iro da manha, da en cena sao q ue anda aram a f az e rc om base nas f oto sn o dia se gui n te um mi u do f o i morto, na ap ar e c ni ap o rum g ana g, de ma si ado rá pido e se guido para q ue t en ha s id o as si em ino cente, o use seja se m al g uam li g ac sao, com a cos t um e ira a g rav ante, doque se di z i rn as v es t es de por cura dor da republica, l ogo te ra par e c ido no es ap co p ub lico, r e pi sand o pe l a ene s ima ave z a tec la do sg ang s j u v en ise co isa e t a l, masa q u i lo, sef o i f e i to por um, e te rá t id o a en co em n rda por det rá s, para al gume c ala r, al gume q ue s abe ria co isa e q ue es t raia di s p oto a de s vela do traço ingles de l ase d ep os um e ts r anho por m en o r, do pinto monteiro, em s eu f ala r, ness e dia, n cão t r emi n ava n en h uma das fr ases, de ix ava se mp r e um a ou mais pala vaso ra sa ss em se d e du z ia das fr az es, q ue di z ia s ema s t r emi n ar, com o di z en do se m di ze r, el i ip pse, com o se f os se um as sun to r e la cio n ado com uma e l i pse ou um v e sica fr en c es a, uma mai mage m da e l ip se com por du o ra au di vi s ual, e ta m b em com ove sica, com o ve sica da i mage m q ue se p ass ra aqui no jardim e com da relaçao, co mp le men t ada pe la manha, do co rr e iro da manha, e dos es pe i o es q ue os e r v em, e q ue usa sam os me dias para e sta s co ia s, mais primeira morte em v os sas nma os , mer gula hd ano t al ina c e it ave l se g red o, de c o isa n en h uma e de n ada q ue se ar rasta h á masi de vinte ano sis to d ep o is de te r eu rec o r dad o as dec la rações da teresa costa macedo, s ob reo q ue el a di ss e ra de t e r vi s to f oto g raf ia sd e min is t ros na s or gi as com meninos da casa pia, q ue q eu r di ze rc om is to ao ce r to, s en h or q ue se di z po rc ur a dor, e q ue pa race se mp r es e rm asi um co br id dor

Já não se trata só de abusos, agora é de assassínio, não é sua besta de pretenso juiz rangel, porque razão ainda não se fez total e clara luz sobre este assunto, não trás vergonha nas vestes que carreia, não era destas questões que lhe falava da ultima vez que lhe escrevi! Mais uma história mal contada

J á n cão se t rata s ó de ab us os, a g ota é de as a s sin ni on cão é s ua b e sta de pr e t en s o j u i z range l, por q ue ra za o a inda n cão se fez t ota l e clara luz s ob r e este as sun ton cão t rá s v e r g on h ana s v este s q ue car reia, n cão e ra de sta s q eu s to es q ue l he fala ava da u l t ima ave z q ue l he es c r e vi! Mais uma i hi s to ira m al c on t ad a

A juntar a outros ainda não esclarecidos, desde a decada de setenta a começar por aquele do rapto ao pé do colégio onde andou salvo erro o paulo portas, e que depois apareceu aparentemente afogado numa barragem, talvez tambem aqui , se aplique o que recentemente ouvi pelo espírito dizer, que a autópsia fora falsificada, pois o relato apontava outra forma de morte

A j un t ra a outros a inda n cão es clare c id os, de sd ea decada de set en t a ac om e ç ar por pata do q eu le do ra pt o ao p é do cole gi o onda ando u s alvo e r ro o paulo portas, e q ue d ep is ap arc eu ap ar en te mn tea f o gado n uma bar rage em, t alvez t am b em aqui , se a p l i q ue o que rec en te mn teo u vi p elo dez es pe i rto di ze r, q u we a au top isa f o ra f al sif i c ada, p o is o r e la to ap on t ava o u t ra forma de em orte

E me vai dizer mais uma coisa senhor policarpo, relacionada com uma relíquia, uma custódia, pois calhou vê-la em dia recente no museu de arte antiga, ao lado de um arcanjo guerreiro, muito belo que costuma andar com uma espada na mao, com um triângulo de fogo fa visao sagrada em seu peito, bem no seu centro, com o desenho do olhos de isis

E me eva id di ze rm asi uma co isa s en hor poli ca rp o, r e la cio n ada com uma r e li q u ia, uma c us tó dia, p o is c al h o u ve do y traço de la em dia rc en te nom use eu de art e ant i g aa o la do de um a rca n jo g eu r rei to, mui to b elo dez q ue c ot uma anda r com uma es p da ana mao, com um t r ina gula dez x de f ogo f a visao sa g rada em s eu e pito, b em no c s eu c en t roco om omo de sn ne h o do ol h os de i sis

Pois calhou uns quadros do mestre rembrant olhando seu filho, vieram cá passear, e quando me perdi e me encontrei no museu aberto gratuitamente a ver aquela arte toda, logo dei com um puzzle, e um dizer, que é uma factura e uma acusação, ou assim alguém pretende

P o is c al h o u un s quadros do mestre rem br ant ol h ando s eu fi l h o, vi e rea am c á p ass sear, e q u ando me per di e me en c on t rei no m use u ab e r toga rui tam n te ave ra q eu la art e toda, l ogo de i com um p u zz le, e um di ze r, q ue é um aa f ac tura e uma a x c usa oo u a ss em al gume pr e tende

Bonitas outras peças, como belos contadores, cheio de belos símbolos antigos, depois foi ver a outra parte do museu , onde estão os painéis de s vicente e o ecce humo, nesse andar ao fundo está a grande custodia, suportada por um anjo que a eleva como elevando o peso inteiro do uno mundo

Bonitas p u t ra s p eça sc omo b e l s c on t a dor es, ce he i ode b elo dez s s im b olo a ant i g os, d ep o is f o iv vera o u t ra p arte do m use u , onda es tao os pa is ni es de s vic en te e o e cc e h umo, ness e q ana ra ao f un do e stá a g rande c us to dia, si porta da por um anjo q ue a el eva com o el eva ando o p es o in te iro do un om un dó

Ao ver todos aqueles anjos, algumas estropiados, me arrepiou o coraçao, como sempre se arrepia um certo coraçao mesmo a ver ícones sem pedaços, uma memória subiu por dentro de mim ao momento, uma outra imagem, vista no convento da rua do século, numa tarde, plena da espirito, um imagem que na altura em que a vi, me fez arrepiar ainda de uma maneira profunda, é uma imagem de nossa Senhora com Cristo morto em seus braços, e ambos estão igualmente sem pedaços, mas sem pedaços numa forma que me lembrou de imediato, a imagem de bombas e de da matança de madrid, assim se entranhara em mim a impressão ao ver aquela imagem, na qual mae e filho pareciam destruídos por uma bomba

A o v r e todos a q u l es san j os, al gum s es t rop iad os, me arri pi o u o cora sao, com o se mp rese ar r e p ia um ce r to cora sao me s mo ave ric one ss em ped aços, uma me mór ia s ub o u por d en t ro de mim ao omo em n to, uma o u t rai mage m, v ista no c on v en t o da rua do sec u lo, n uma t arde, p lea e da es pei rito, u mim mg em q ue n a al ura em q ue a vi, me fez ar r ep ia r ai anda de uma m ane ira po rf un da, é uma i mage m de n os sa S en h r o ac om mc is to morto em se us br aços, e am bo s es tao igaul la mente s em ep dç o as, masse em peda aços numa forma q ue me l em br o u de imediato, a i mage m de b om anas e de da mat ança de mad rid, as si m se en t r anha ra em mim a i m press sao ao ove rac u lea i mage m, na q ual mae e fi l ho par e ce im de st rui do s por um ab om ba

No final, pedi a um senhor que lá trabalhava se podia falar com o director do museus, começou ele por me tentar despachar, dizendo, que agora as visitas já tinha terminado e que portanto os curadores, já tinham subido ao seu gabinete, ou algo assim, insisti, e lá me levou a um rapaz com um nome parecido com o meu, paulo fernandes,

No fi n al, pe di a um s en hor q ue l á t ra b alha ava se pod e ia fla rc om o di rec tor do mm use us, com e ç o ue le por me t en t ra de spa cha r, di z en do, q ue Agora as v isi t as j á tinha te r mina ado e q ue porta n to s o cura dor es, j á tinha ham s ub bid o ao s eu gabi n te, o u al goa ss em, in sis ti, e la a ps t olo serpente me l evo ua um ra ap z com um no me para ce id o c om o me u, p au lo fe rena d e s,

Sabe, a custódia, que está ali em cima,
O rapaz, mudou a face, como parecendo que não percebia do que eu lhe estava a falar
Sabe o que é uma custodia?
Sim, sim, estava a pensar na joelharia,
Não , não é dessa que lhe falo, e da grande, que está no ultimo piso ao fundo
Ah sim já sei de que me fala,
Queria que me explicasse, porque razão está a legenda em parte sublinhada a azul, pois adquire um preciso dizer, que é este, o custo do dia da calçada do livramento, é de seis almas, representadas, nas seis pedras que a custódia trás em seu centro, é isto uma brincadeira, ou um preciso dizer,
O rapaz disse que não sabia do eu se tratava, deixei-lhe a minha direcção electrónica e pedia-lhe o favor de me dar explicações, sai dali fazendo grr por dentro, pois o que alguém me parecia tentar dizer, era que se foram não uma como eu pensava , mas sim seis almas, naquela estranha manha em alcantara

S abe, ac us tó dia, q ue e stá al i em c ima, o ra p za, mu do ua face, com o par c en doque n cão pe rc e bia do q ue eu l he e stav a a f al r s abe o q ue é um custo do dia da foice si em, s em, e stva a p en s ar na joe l h aria, n cão , n cão é de s sa q ue l he falo, e dag ra de, q ue e stá no u t l mo p o is o ao f un d o a h si em j á se id e q ue me fala, q eu ria q ue me e x p li casse, por q ue ra za o e stá a le g en da em p arte s ub linha ada a az u l, p o is ad q u ire um pr e c is o di ze r, q ue é este, o c us to do dia da calçada do l iv ram n to, é de se is al ma s, r ep r es neta da sn as se is ped ra s q ue a c ot u dia t ra se em s eu c en t ro, ap oto lo e is to uma bric na de ira, o u um pr e c is o di ze rato O ra p az di s se q ue n cão s ab ia do eu se t rata ava, de ix e o do traço ingles l he a min h a di rec sao el e ct ron i ca e pd e i do traço ingles che corte o f av r de med ar e x p li caçoes, sa i dali fazendo g rr por d en t rop o is o q ue al gume me par ceia t en tar di x ze r, e ra q ue se foram n cão uma com o eu pen s ava , mas si em se is alma s, na q eu la es t r anha manha em al c ab bn t ra

Volto de novo ao desenho da menina na nave da igreja, pois uma outra leitura do seu desenho ecoara logo depois no trajecto para casa, a cabeça, o circulo com as tres cobras, que era o leito, ou seja representava tambem um leito circular, ou um circulo feito à volta de um leito, um chamada cama mágica, do pelicano, ou com ele relacionado, trazia um pequeno desenho lá dentro que ao vê-lo da distancia em que me encontrava , ficara a ressoara numa qualquer lembrança gráfica que em mim trazia, e que depois se manifestou no trajecto

Vo l t o de n ovo ao de s en ho da me nina na n ave da igreja, p o is uma o u t ra lei tura do s eu de s en ho e coa ra l ogo d ep o is not ra ject o para c asa, a cab eça, o circulo com das tres cobras, q ue e ra o lei to, o use seja r ep r es sena tva tambem, primeiro leito circular, ou um circulo feito À vo l t ad e um leito, um c h am ada cama mágica, ado pe l i cano, ou com ele r e la cio n ado, t ra z ia um pe q un neo de s en ho l á d en t roque ao ove do traço ingles primeiro do circulo de dezembro da di stan cia em q ue me e c non t rav ava , fi da cara a r esso ara n uma q ual u q e r le m br ab ca gráfica que em mim t ra z ia, e q ue d ep o is se m ani f es to un ot ra ject o

Pois mais um passe estava montado para que assim eu o visse, e uma prova se deu para eu saber que assim fora montado, ou seja existia ali uma precisa condução de forma a desvelar o que alguns queriam assim desvelar,

P o is maís um p ass e es x stav am do montado para q ue as si me u o vi s see e uma pr ova sed eu para eu s ab e r q ue as si m f o ra montado, o use seja e x is tia al i uma pr e cisa c on du são de forma a d es vela aro q ue al g u ns q eu r iam as si m d es vela ar,

Pois ao passar em frente ao jardim de santos, na rua que agora tem uns bares, um deles me chamara a atenção, na verdade me chamara antes mesmo de ser aberto, num final de tarde, onde pela porta ao passar lá vi uma bela rapariga, pequenina, muito bela e graciosa, que me apareceu estar ligada à decoração do próprio espaço, e que agora depois deste ver, de certa forma encaixo, numa outra rapariga de vestido vermelho e mala de rodas com quem me cruzara sem cruzar em dia masi recente na estação de comboios em alcantara, um perfume, que ali aflorava, eu a partir no comboio, ela a chegar ao cais, e um para dentro da carruagem que me observava, e que observou o que ali se passara, ou seja , em parte , masi um pedaço encenado, num fim de semana , em que não faltaram raparigas de malas assim nas estações de metro, existe aqui uma entrada, uma outra com calças de pijama de cetim, assim meio prata castanho, no rato, que ontem, se reflectira numa outra bela menina, que saia do restaurante da casa de goa, quando eu vinha a passar, mais um sincronismo provocado por telemóveis, assim o vi acontecer, a sugerir uma parecença, que se reflectia em duas outras raparigas, uma muito antiga ligada a um clip que fora recentemente evocado, pois fora tambem filmado num apartamento das amoreiras, a linha do rádio dos tres porquinhos, a rapariga, era patinadora, patinava pela cidade, e pela ajuda ao lado do ministério da cultura

P o is sao p ass ar em fr en tea o do jardim do santos, ou seja do escriba do dn, na rua q ue Agora te maior un serpente dos bares, primeiro del serpente da me c h amara a at en sao, na ave rda dade mec hama ra ant es me s mo de ser ab e rto, num fi n al det arde, onda pe l a porta ao p asa ar l á vi uma be l a ra pa rig a, pe q eu nina, mui to bela e da ilha da graciosa, q ue me ap a rec eu e st ra li gada a deco raçao do pro p rio es paço, e q ue Agora d ep o is de ste eve r, de ce rta f o r ma en ca ix o, nu ma outra rapariga de v es t id ove vermelho ema ala de rodas com q eu m me c ruza zara s e mc ruza rem dia masi rec en te en a es t aç sao de com boi os em al can t ra, um pe rf u me, q ue ali a flora ava, eu a par art do tir no do comboio, el a ac he g ra ao cais, e um para d en t roda car rua ge m q ue me ob serva ava, e q ue ob servo u o q ue al ise p ass sara, o use seja , em p arte , masi um ped aço en cena ado, num fi m de se mna , em q ue n cão f ala t ram ra ap rig gás de m ala sas si mnas estações de metro, uma o u t ra c om c al ç as de pi j ama de c e tim, as si em emi o pr art ac as t anho, no rato, q ue on te m, se r efe l t r iran uma o u t ra be la menina, q ue s aia do r es r au r ante da csa s de goa, q u ando eu vinha a p ass ar, maís s argento primeiro sic n c ron is mo pro ovo cado por tele mo ove is, as si mo vi ac on tec e ra s u ger rit uma para c ença, q ue se r efe l ct ia em du as o u t ra s ra pa rig gás, um muito antiga li gada a um c l ip q ue for sa rc en te mn te evo cado, p o is f o ra t am b em fi l mado num ap a art am n te das mao rei ira sa da linha do rádio dos t r es por q eu in h os, a rp ar rai g a, e ra pat ina dora, pat in v ap el a cidade, e p e l az ajuda ao l ado do mini s te rio da cultura

Agora , esta noite ao passar, reparei no desenho impresso em jacto de areia no vidro cá fora, pois de repente me aparecera um símbolo que acabara de novo de ver no segundo blog do kafka, um belíssimo desenho, oriental do macaco apanhando a lua, em que ele pendurado numa ramo se verga sobre a reflexo da lua no mar, um outro macaco lá está nesse desenho da montra, com uma personagem em pé que trás o que ao inicio me parecia dois skis de neve cruzados em x sobre ele, como dizendo o x na neve, a outra sincronicidade que se manifestara, fora lá dentro ao fundo estar a ser projectado na parede um video gráfico, onde aparecia o mesmo símbolo que a menina desenhara dentro do circulo do presépio assente num x, ou seja o circulo que fez o x na cama magica no dia vinte e quatro na altura da separação

Agora , e sta no ite ao p ass ar, r epa rei no de sn e ho i mp press oe em jacto de a reia no vi dr o cá f o ra, p o is de r e pente me ap ar a cera um s im b olo q ue ac ab bar ara de n ovo de eve rato no do segundo blog do kafka, um be l issimo dd es en ho, o rie en t al do ma ac coco a pan h ando primeira lua, em q ue el e p en du r ado nu ma ramo se da verga, ema man eu ll e, s ob rea r e for mula e xo da lua no mar, um o u t ro macaco l á e stá ness e de se 3 n h o da montra, com uma per son a ge m em p é q ue t rá s o q ue ao i nico me par ceia dois skis de neve c ruza do se m x s ob reel e, com o di ze dn circulo do ox na neve, a outra sin co rn ni da cidade q ue se m ani festa tara, f o ra l á d en t ro ao fundo e st ra ase r p roje ject ado na par de um vi id e o gráfico, onda ap arc ceia o me s mo s im b olo q ue a menina de sn e hara den t ro dc irc u lo do pr es ep i o ass en te no e ms mo x, o use seja o circulo q ue fez o x na cm am a gi ca no dia vinte e quatro na az l tura da s epa raçao

Este desenho, é como um macaco de gráficos primitivos dos primeiros jogos de computadores, tipo atari ou mesmo amiga, ou seja remete para acontecimentos masi antigos, e trás a seguinte id, au di man do ac em noventa e sete da rádio cidade karaoke da cancela, algarve, rato vaso do ia do terceiro do circulo de noventa e cinco, au dio can cruz ro onze e rata do ac de noventa e sete al circulo duzentos e um, vaso mostrar ícone bandeja do sis t ema id dna circulo pt, ícone em bandeja, reflecte-se tambem num esquisso de uma das fotos das meninas de lisboa, aqui já abordado,

Este de s en ho, é com o um m ac caco de gráficos p rim it i cos dos prime iro sj ogo s de c om mp ua td dor es, t ip o a t ari o um es mo amiga, o use seja r e mete para ac on tec i men t os masi ant i gose t ra asa se gui em en te id, au di man do ac em n ove en t a e sete da rá dio cida dade k ar a o k e da cancela, algarve, r za to vaso do ia do t rec iro do circulo de noventa e cinco, au dio can cruz ro pn ze e rata do ac de noventa e sete al circulo d u z en t os e um, vaso mos t ra ric one nena ban de jad o sis t ema id dna circulo pt, i c one em bande j a, r efe l e ct e do traço da inglesa se t am b em n um es q u iss o de uma das foros das meninas de l is boa, a q u y u i j á ab o rda do

Depois na rua, uma menina dentro de um smart preto controlava a minha passagem,, em frente a barraca, um cao ladrou como se tivesse ladrado do bar da barraca, e fiquei com a obvia sensação que o som que ali ouvira fora sincronizado à minha passagem pela menina vigia, que estava no carrinho, doca de santos, foi tambem o local de um conjunto de visoes na altura do cinema ao ar livre, e das festas da capital, aqui descritas em seu tempo, leitura das marcas de agua do uss cole, e por aí fora

D ep o is na rua, uma menina d en t rode um sam rt preto c on t rola ava a min h a ap s sage em,, em fr en te a bar r aca, um cao l ad ro u c omo se t iv esse la dr ado do bar da bar r aca, e fi q e u i com a ob v ia s en sa sao q ue o s om q ue al i o u v ira f o ra sin c ron iza ado à min h a pa s sage mp e la menina vi g ia, q ue e stav ano carrinho, doca de santos, f o i t am b emo l oca l de um c on j un to de vi s o es na al tura do c ine ema ao ar l iv reed as fe sat ts da capital, aqui d es c rita s em s eu te mp o, e li tura das m a rca s de agua do uss c ole, e por aí f o ra


Depois de evocar aqui a historia do botão, o tal video da moda, masi uma vez o espirito me confirmou ter sido o circulo da moda, um dos responsáveis por me porem nesse tempo uma das maiores cruzes em cima, o tal boato, certamente, o que disse que eu estaria com sida, e provavelmente algo bem pior, que a teria passado a alguém,, se calhar ao vicente, visto ele ter agora aqui de novo aparecido, donde provavelmente por quem o trouxe a meu contacto, via ines mendes da latina europa, em sua aparência, relaçao tambem com o tal humberto das clinicas persona, recentemente envolvido em problemas com as finanças, na aparência da noticia vinda a publico

D ep o is de evo cara qui a hi s tor ia do bo ota o, o ta l v id e o da moda, ma si uma ave z o es pi e i tome confirmou ter s id oo circulo da moda, um dos r es ponsa ave is por me p o rem ness e te mp o uma das maio r es c ruze ze serpente e mc ima o ta al boa to, ce rta mente, o q ue di s seque eu es ts raia com sida e pro ova ave le mne al gobern pi o r, q ue a t reia p ass ado a al gume, se c al alha ar ao vicente, vi s to el e te rago ra aqui de n ovo ap ar e c ido, don de pro ova ave le mn te por q u emo t ro ux e am eu c on t ac to, v ia i un es mendes da l a t ina eu r opa, em s ua ap ar en cia da relaçao tambem, com do o tal humberto da sc linic as da persona, rec en te mn te en vo l v id oe m p r ob l ema s com as fina aça sn a ap ar e cn nia da no ti cia d v inda a p ub l i co


S au us putas, mor ram todas no q u en tinho do inferno dos v ossos can c ros men tais em v ossos negros cora ç o es, é me u v oto, t r ap r os t olo serpente ss, t r ú s, t ru a ps t oo serpente s , q ue a todos se v os en fie este ca p u zorro


Suas putas, morram todas no quentinho do inferno dos vossos cancros mentais em vossos negros corações, é meu voto, trús, trús, trús , que a todos se vos enfie este capuz!!!!

Pagina do sete, da se são do primeiro do sete do bar do rá do seth em, primeiro do circulo do onze, segundo do circulo maior do cm, angulo n primeiro nono col do sessenta e nove em oitenta e sete