sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Pequenas notas sobre o video ultimo, antes que se ponham para aí a inventar

Pe q eu nas n ota ss ob reo v id e o u l t imo, ant es q ue se p on ham para aí a in vaso en tar

Sinopse da imagem do toiro negro nas cotas ao chegar a perinha da rapariga que prefigurava a marte leite e os fios para trás e para a frente desta mesma imagem

Sin pse seda ima mage madeiro do toi it to, can tor, negro nas c ota sao che g ra a p e rinha da ra pa riga aqui da ue pre figu rava am arte leite e os fi os para t ra se do para a fr en te de s ts me s mai mage madeira

O toiro, está tambem no vestido da nicole kidman, na capa da nossa selecção, onde está figurada uma ilha que numa imagem aqui foi abordada como sendo referente a inglaterra, na capa, a foto dela, trás tambem, o motivo, da face com o nariz comprido, a face do leopardo, ou do tigre que está tambem num quadro da caixa geral de depósitos, agora de novo referenciada no ultimo video aqui publicado

O to it o can tor, e stá tam b em no v es tid o da ni c ole k id man, na capa da n os sa sele c sao, onda e stá figu ra da uma ilha q ue nu ma i mage maqui f o i ab o r dada com o s en do r efe ren te a inglaterra, na capa, a f oto de la, t ra s t am b emo mo t iv o, da face com do circulo do nariz co mp rid o, a face do leo pardo, it, o u do tigre q ue e stá t am b em nu primeiro q ua dr o da ac cia da axa do g ger al de d ep posi to s, a gi o ra de n ovo refer en cia ada dano u l t imo v id e o a qui pub li cado

O toiro das costas das duas meninas, trás correspondência, com o toiro dos seios da creuse, no figurino do catalogo da Médée, ou seja, parece indicar a providencia do seio de um toiro negro que se terá enfiado por detrás numa menina, sendo que a nicole, levou salvo erro, como um carro em cima num acidente de viação em rodagem, o mesmo aconteceu, com outras raparigas na América, imagens aqui abordadas

O ot tito da s costas das du as das meninas, t ra s co rr es pond en cia, com o oto i to do s seios da c r e use, no figu rino do cat alo god a Médée, o use seja, pa rece indica car pro ov vin ine cia do seio de um toi, can tor tot to negro q ue se t e rá en fia ado por det ra s nu ma menina, s en do que a ani c lo le, l evo u s alvo e r roc omo primeiro carro em c ima num ac in det e de via sao em roda ge emo me s mo ac on teceu, com o u t ra s ra pa riga s na am erica, ima mage ns a qui ab o r dada serpentes

Um desenho semelhante está aqui figurado, na flor do jarrão, meia flor, que em perfil simboliza uma face semelhante

Um de sd dn h o see ml h ant ee stá au e figu ra dona flor do j ar ra o, meia da flor, q ue m ep per rf fi l s im bo l iza primeira face semem la h nat te

O quadro, chaveta do cavaleiro do templo, os dois circulos bonnel, depois no mesmo eixo vertical, a face, e depois as portas da bancada abertas com um frincha, um traço vertical negro que liga o ceu a terra, a bancada, onde está o cesto do pic nic, cujo padrão agora é de canas de um canavial, imagem a ser masi detalhado no contexto de uma outra da mesma sequência na tapada das necessidades, que remete para o japao, por uma letra num dos canaviais, um A com um traço horizontal em cima, um lago, uma arvore, como um mandragora de tres bigodes compridos como um mandarim, e um palmeira com folhas de penas ou setas, a tradiçao da tiro da flecha

O qua dr o, ca h v eta do c ava lei o r do te mp lo, os do is c irc u lo dn on nel, d ep o is no me s mo e x io v e r tica al, primeira face, e d ep o isas p o ra sd a ban cd a ab e rta s com primeiro fr inc h a um traço v eri tc al negro q ue liga o c eu a terra, a ban ca da, onda est + a o ce ts o do pi c ni c, cu jo padrão agora é dec ana s de um c ana vila, i mage ma ser ma si d es t alha ado no c on texto de uma o u t ra dame s ma se q un cia na tapada das ne ce s sida d es, q ue rem te para do circulo do japao, por uma le t ra num dos c ana via is, um A com um t r aço h o rio z n t al em c ima, primeiro lago, uma da arvore, com o um mad ra gor ad e t r es bi g o sd es co mp rid os com o um man da rim, e um pal me ira com f o l h as de p en as o use eta sa t ra di sao da tir o da for mula one e c h a

O primeiro frame, do video, o meu corpo figura, o outline de figura equivalente, a manga, faz o nariz, que se encontra em posição antípoda a expressa no vestido da nicole

O prime iro fr ame, do v id e o, om eu corp o figu ra, oo u t l ine de figu ra q eu iva lente, primeira manga, f a z on ar i zorro, q ue se en c on t ra em posi sic sao ant ti ip poda a e x press ano v es tid o da nicole
Um dos primeiro frames em movimento, ainda de costas, dá uma precisa indicação complementar, pelos óculos, se desenha um triângulo que diz partir da terceira mao da direita, e cujo vértice aponta com precisão um livro na estante, chegamos a lua, do john noble will ford, dezanove, ao lado de um outro da ilha dos pinguin do anotole de france, por cima desta fiada de livros, uma outra colocada em angulo, desenha um outro lado do triângulo , um vaso deitado, com estes dois, ou seja referente a estes títulos e aos outros que se encontram em sua posição vertical,

Um do s p rime iro fr am es em mo vie mn to, a inda de costas, d á uma pre cisa indica caçao co mp le men t ra, pe ll os o cu l os, se de sn h a um t rian gula q ue di z p art tir da te rec ira mao da direita, e cu jo ove e r ti ce ap da ponta com pre c is º sao um l iv ro na est ante, che gamos da primeira da l ua, do jo h n no b le wi ll da ford, dez ano ove, aol ado de um outro da ilha dos pin h u indo e oto le de france, por c ima de sta fia ada de l iv ros, u ma o u t ra c olo ac cd a em angulo, de s en h a umo u t rol ado do t r ian gula , primeiro vaso deitado, com est es do is, o seu seja re rf en te a es t es titu l os e aos o u t ros q u ess e en c on t ram em s ua p o siç sao ove e rt ti c al,

O de cima é o catalogo do tempo de purcell, depois um cadernos da cefepe, aprender aprendendo, com a referencia na contra capa que me saltou aos olhos agora oa vê-lo 3 na y t ?, por debaixo fascículos da bíblia publicado pelo dn, ao agarra- la, caiu no chao, jeremias, dezanove, quadrado do quim ze do vinte e um, olivais si, maças, do traço ingles nono. Conflito entre pachiure e jeremias, protesto de jeremias, resposta de jeremias a sedecias,

Ode dec ima é o ca rta l ogo do te mp o de p ur ce ll, d ep o is um cade rn os da ce f ep e, ap ren de r ap ren d en do, c om a refer en cia na c on t ra capa q ue me s al to ua os olhos agora o ave do traço ingles primeiro do circulo do t rec e iro na delta da cruz foice, por de ba ix o f a sci cic culo s da bi l b lica pub li cado p elo dn, ao a gg az r la do traço ingles de lis, ca e un o chao, j her mia s , de z ano ove, q au dr ado do qi maior do xe do vinte e um, ol iva si das maças, do t r aço ingles nono. C on for mula one do it to en t re p ac hi ur e e r je r mia s, pro t es to de je r meia s, r es posta de je r meia sa sed e cias,

Depois photos,

D ep o is ph it tp do ps,

L´empire do soleil des sens special japan, freud sade et guy la mere, special florida gina marie , a imagem da rapariga que entrara no pingo doce, a photo duzentos e dez, james morre pour ba bazar italien primeiro de nono de oitenta e quatro, hasseblad ob ject ive tif angulo duzentos e vinte, fr e r k tc homem de rome fla sh electronique, dim tecnique, fils de pub, les tours infernales, ,photo , les stars de annie leibovitz , le charme de lu ue pour les spots ilustrade pub, les exercicis style de 24 , photo numero duzentos, special duzentos, natascha kinski, s ki, par do richard avedon , a bela com a cobra enrolada em seu corpo, com a lingua a entrar dentro da orelha, ou seja, que lança o veneno, no escutar da rapariga

L´empire do soleil des sens special japan, freud sade et guy la mer e, special florida gina marie , a imagem da rapariga que entrara no pingo doce, a photo duzentos e dez, james morre pour ba bazar italien primeiro de nono de oitenta e quatro, hasseblad ob ject ive tif angulo duzentos e vinte, fr e r k tc h rome fla sh ele ct ron oni q ue, dim tec ni q ue, fi l s de pub, les to ur s in fe rna l es, , p hot, l ç es sat r serpente de annie lei bo do vi tt , le charme de l ue p ur l es sp o ts i lu s t ra de p ub, les e xe rc cic is s t delta l e de 24 , p h oto nu meo r du z en t ros, spe cia al du z en to s, na t as h a kin ski, s ki, par do ric h ard ave do don , a bela com da primeira cobra en rola ada em s eu corp o, com da primeira lin g ua a en t ra r d en t roda do orelha, o use seja, q ue lan sao v ene no, no es cut ra da ra pa riga

Ou seja se confirma, que a encenação foi feita, pois era previsível que eu gravasse masi um video, madonna, a capa, assim o fazia em cio, pela rp aqui da rua, que os que entram em minha cas sabiam com precisão que revistas ali estavam, na medida em que as raparigas que primeiro apareceram, mimetizavam, alguma das que nelas estão, pormenores mais adiante em outro texto

O use seja se c on fi r ma, q ue a en c en ac sao f oe f e i ta, p o is e ra pre v isi v el q ue eu g rav ass ema si um v id e om a donna, a capa ass simo f az ia em cio, pe la rp a qui da rua, q ue os que en t ram em mina homem do cas s ab bia am com pr e c isa o q ue r e vi s ta s al i est tv am, na me dida em q ue as ra pa rig do gás q ue p rime iro ap a rece ram, mime t iza cv am, al gum ad as q ue ne l as es tao, por m en o r es mais a di ian te em o vaso da cruz do ro do texto

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Ah

rapariga
de
meu
coraçao

me disse o espirito no entretanto, as raparigas serem gado do com, do puta dor dos pcs, o dos filmes dos maco coc cc cos, os gil me es de m ac dos cacos, um deles aqui está mencionado

pormenores, depois se paciência mesmo houver

minha
amada
doce
pura
luminosa
deverias
tu
a
mim
chegar

e
me
dizeres
bom
dia
como
eu
te
amo
(pr primeiro do circulo am mor rei, mor rei, moreia )
pelo
amor
em
amor
te
venho
salvar
pelo amor


e te v en ho s alvar p elo amo ra tp
s alva ar p do elo , primeira mor
a cao bra do vaso da serpente da tv, depois se desvelava

Ah
Amada
Senhora
de
meu coraçao
salvo
sempre
somos
e
estamos pelo amor
salvos
salvinho
estou
e
sou
quando

muito
te
beijo
os
lábios

neles
me
ponho
contigo
a
navegar


a hd i s en hor ad em eu cora sao salvo se mp r es omo se es t am as p elo am o r s l avo
s al vinho es ot u eu q u en to mui to te bei jo os l ab i os ne le me p on ho conti goa na veja r d ep o is a nin h om in h ac ace em te us see os e com se us bico s c on verso e f oco de leite ado a v e traço i mg l es l os mui to c r es ser as a maso de sc em p elo corp o te f est a jena doc en ti metro c c en t rim en to rec cd on do tudo é , do ce en tao e
os p ass aro s s el vage ns ar ru l ham no lu g ar


aninho
minha face entre teus
seios
para
muitos
os beijar
e
fico
a
ver
crescer
seus
bicos

minhas
maos
descem
pelo teu corpo
centímetro a centímetro
redondo muito te festejar
tudo
é doce
então
e
os
pássaros
selvagens
vem
arrulhar no lugar

a nin h om min h a da face en t re te us see os para mui to s os bei j ar e fi co ave rc r es ser se us bico s min h as maos de sc em p elo te u corp o c en tim en t ro ac en ti metro red don do dam u it o te f es te j ar tu do é do ce en tao e os pá ss aro s s el vage ns v em
ar ru l h ar no lu g ra

na esquina do talho do toiro, no outro lado da rua um para, vinha eu do angulo cego quando com o homem já em ciam dela me cruzei, tocaram nossos ombros como um pequena marrada, era noite, fora rápido nem lhe vira a cara mas reconhecera um perfume de besta feita toiro nele ali no encontro ao passar, me parecia o rapaz do ccb, assim com meio sardas na face, sempre discreto em seu estar, controlando as portas e os átrios das salas, há muitas luas que nos cumprimentamos discretamente e com o olhar, nada mais do que isso em meu lembra, agora ali naquele cruzar, a tensão do toiro estava no ar, dizia-me o espírito depois ser um dos responsáveis pela cruz de noventa e nove, ou algo por aí, já eu estava longe dele, de repente me ponho a pensar, se não será um dos rapazinhos do grupo de bandidos da noventa e quatro agora de nove entrados na Palavra, se não seria o tal de megre, ou se o megre não será esse tal rapaz assim discreto do ccb, tipo um sargento constante

na es q u ina do t alho do talho do to iro, no o u t rol ado da rua do primeiro para, vinha eu do ang u lo do cego q eu en ao dc om do circulo do homem j á em cia am dela me c ruze it to caram no ss os om br os com o um pe q eu w en am ar ra da, e ra no ite, for a rá pido ne ml he vaso da ira primeira cara mas reco one home da cera do p rie mr rio per rf um med e besta f e ita toi t o ne le al ino en c on t ro ao p ass ar, me par ceia o r ap za do cc do cb, ass em com mei o s ard as na face, se mp r e di sc reto em s eu es star, c on to lan do as do portas e os sat rio sd as sala rr serpentes , h á mui t as l ua s q ue no s cu mp rim en t y am os di s creta e mn r t e com o ok do homem da ar, nada amais do q eu iss o em mm eu l em b r a, agora la ina q eu le c ruza ra t en sao do to iro es stav ano ar, di zorro do ia do traço do ingles meo es pei r to d ep o is ser um dos r es p os na ave is p elo ac rua de n ove en at te do en ove, o ual gop por a í, j á eu e stva do longe, bar, de le, de r ep en te me p on ho ap na sar se n cão se ra um dos ra ap z in h os da di do g rup da ode dos bandidos da n ove en venta e qq eu t ro do agora de n ove en t ard os na Pl av ra, se n cão se ria o ta l de megre, o use o megre n cão se rá ess e t a l ra za as si em di s c reto do ccb, t ip o um s ar g en to co ns t ante

a primeira que aparecera no cruzar, fora ainda do outro lado da rua, em frente a tentadora, era imagem da bela pompeo, assim estava a primeira semelhança estabelecida, depois lá dentro, primeiro uma doce bonequinha loira, muito pousada em seu andar, como a reflectir um dos lados de teu retracto amada, tudo ecoava nas linhas minhas, como se uma montagem se tratasse, e assim era, depois a mae e o filho, com curioso pormenor em seu final, à saída, apanhando a criança par a colocar a cintura, a criança olhando na minha direcção como que choramingando em meia birra, provavelmente já de soninhos mil., ela de calças árabes, ao pega-lo desvela por um instante sua cuequinhas de renda preta, que fizerem claríssima imagem, imagem que ela saberia que eu veria, numa insinuação que me leva alem mar, e mesmo aos antípodas, lá iremos em maior detalhe em outra altura, que a vi com cara sofredora, e não gosto de ver assim quem trago em meu coraçao, sem entender as exactas das razoes de seu eventual certo ou não merecimento, eram umas cuecas de rendas qu desenhavam um toiro negro nas ancas ao chegar as perinhas, e relembrar um outro, um perfume da puta que me trás roubada o filho, ali emergiu, por semelhança, e uma outra nela em sua face estava espelhada, como a marta,

a p rime iraque ap ar e rec da cera no c ruza ra, f for a ian d a d o, outro l ado da rua, em fr en te a t en t ad or o ra, e ra i mag mg, da be la p om pe o, ass em e stava a p rim e ira semem l h anca e stab e le cida, d ep o is lá d en t rp o, p rime iro uma doce b oni q eu in h a l o ira, mui to p aia da a em s eu anda rc omo a r efe l ct tir um dos l ado s de t eu r e ts sar do rato am ad a, tudo ecoa ava nas linhas min h as, com o se uma mon tage em se t rata asse, e ass em e ra, d ep o isa mae e o fi l h o, com uri s o por m en o rem s eu fi n al, à sa id a, a pan h na do ac r iança par ac do olo cara cin tura, a c ria anl la l h e dona min h a di reç sao com o q ue cho ra min g ando em mei a birra, pro ova ave l que mente jad e son nin h os m ile l ad e c al ç as ar abes, ao pega do traço ingles do lo d es vela por um i ns t ante s ua cu e quin h a sd e renda pr eta, q ue fi ze rem c l ar is sima mai mage mim a gm e q ue el a s abe ria q ue eu uve da ria, nu ma in sin ua sao q ue me l eva al em mar, e m es mo as os ant ip pod as, l á ire emo s em mai iro de t ra alhe em o u t ra al tura, q ue a vi com cara s o fr e dor rea, en cão g os t ode eve r as si em q eu em t rago em me u cora sao, sem ene t en der o e ac t ad as ra zoe se de s eu eve en t ual ce r to o un cão mer rec cimento, , e ra u ms cu eca s de rendas q u de s en h ava vam um toi to ne g ron as ancas ao che g ar as pe rin h as, e r e l em br a rum de um outro, um per rf um mede da puta q ue me t ra s ro ub ada o filho, al i e mer gi up por semem l h ança, e um ao u t ra ne l a em s ua face e stva es pe la h ad ac omo com primeira marta,

a quarta entrou rápida como um fuso, magrinha jovem como as duas primeiras, cabelos encaracoladas, longos, uma rara beleza exótica nos traços da sua face, se escondeu parada como um peixe anzol, a li olhando como que parada em meditação profunda as papas cerelac dos bebezinhos, eu olhava aquela brisa complexa de beleza que ali acontecera, e me dizia, que passe andam fazendo, a essa não lhe vi mesmo a cara, mas bem gostaria de a ter de novo visto, como um brisa chegara e poisara, em seu pensamento interior

aqui u q a rta en t ro u com ra pida com o primeiro fuso, mag rinha j ove m como as du as p rime iras, c abe l s enca rac ola da s, l ogo s, uma rara be le za e x o tica nos t ra sç os da s ua face, s es conde u par ad ac omo primeiro pe ix e e zo la li ino l h ando com o q ue da parada em med di taçao pro f un da as pap as cere lac dos bebe zz in h os, eu o l h ava aquela br isa co mp l e x a de beleza q ue al i ac on tec e ra, e me di z ia, q ue p ass ae anda dam do fazendo, a ess anão l he vi me s mo primeira cara, mas b em g os t aria dea te r de n ovo vi s to, com o primeiro br isa che gara e po is sara, em s eu p en sam en to in te rata do aro do iro

já a coisa começara no jardim das necessidades durante, a tarde nas ficara para segundas núpcias se as houver

j á a co isa com eça ra do no do jardim das necessidades, ne ce w sd di is dad es durante, a at arde nas fi cara p o aa se gun do a snu p l cias sea s h o uve do rato

continua esta treta do chamado processamento do video demorar umas valentes hora, ou seja, como ele praticamente não existe, visto o formato disponibilizado ser equivalente ao que eu forneço, os meninos com uns java scripts se entretém então a fazer paint box sobre a imagem, que giros, it to do void

conti n ua e sta t r eta doc dc himem amado pro c ess sam en to do v id e o demo ra rum as v al lentes da hor a, o use seja, com o ele p ra tica m net n cão e x us te, vi s to o for mato di s p oni bil z ado ser e qui iva dop vaso do al lente ao q ue eu for n aço, os me nin soc do om un s j ava s c rip ts se en t r te em en tao a f az e r p ai n t bo x s ob rea i mage made ria, q ue g it os, it to g ar

segunda-feira, fevereiro 23, 2009

Ouvi eu um grito pelo espirito logo a seguir ao video em que vos falo das torneiras,

O u vi eu um g rito p elo es pei rito l ogo a se g u y irao v id e o em q ue v os f al ç o das tor ni e ra serpente

Alguém dizia, e a lei, está ferindo a lei, assim era o tom, quase zangado

Al gume di z ia, e al lei, e stá fer r indo a l e ia ss em e ra o tom, q ua ase zorro ze gado


Sim, a lei é clara , fazer comercio com a agua que é sangue vital, mais a mais no presente em que nos aproximamos a rápidos passos para problemas grandes com ela, se não invertemos decididamente o caminho, é resquício de pensar e de ver ainda esclavagistas, pois a agua , como o ar, ao contrario dos loucos que nas mesas comuns se põem a negociar quotas de ar e certamente pensam em inventar balõezinhos para o reter e transportar e comercializar entre os carniceiros, provavelmente por pouco andarem a se amar, assim projectam os balõezinhos no alheio, pois a agua e o ar e a terra sao de todos e de nenhum, como o sangue comum

Sima al lei é clara , f az e rc om mer cio com p rim a ira agua q ue é san g ue vita al, mais isa ami sn o pr es en te em q ue nos pap ap roxi mam os a ra pido s p ass o ap dp para pro ob l ema s g ar n d es com ela, se n cão in verte mo s dec id i dam en teo ca minho, é r es qui cio de pen sar e de eve rai onda es c l ava gi s ta, p o isa agua , com o o ar, ao c on t ra rio do s lou co s q ue nas mesa s com un s se poe ema n ego cia ar q u tota se ce rta m net pen sam em in v en t ra ba loi z in h os pato o r e te r e t ra sn pi rt ra e co mer cia li z ren t reo s car ni ce iro s , p or v ave le mn bt e por p o u co anda rem ema se am ar, ass em por je ct am os bal loi z in ho sn o al he i o, é de t u do se d e n en h um, com oo san g ue com um

Contudo podia haver , um período de transição, suave, como sempre é bom de haver nas coias que se fazem, ou por exemplo quando muitos nos amamos, e depois ficamos a conversar coisas docinhas, e a fazer carinhos, em vez de vestirmos as calças e dizer, tenho pressa, vou apanhar um comboio, ou tenho que ir aparafusar um parafuso,

Contudo p o dia h ave rum per id ode t ra sn siç sao, s ua ave, com o se mp r e é b om de h ava rn as co ia s q ue se f az emo u por e x e mp lo q ua ando mui to sn os am amo se d ep o is fi cam os a c on versar co isa s doc cinhas, e a f ze r car in h os, em v e s z de v es tir mosa sc al ç as e di ze r, ten m ho pr ess av o u ap pan h ar um com boi o, o u t en ho q ue ir ap ar a f usa rum par rf usa o,

E nesse periodo de transição, onde a cadeira de valor associada a agua, onde está a parte do que se paga pela própria agua, que é a parcela errada, pois canos, tratamento, e despesas com canos sempre existem e enquanto eles existirem e forem comuns, terao que ser por todos em sua parte suportados, mas acordando uma meta, isto é, por exemplo daqui a um ou dois anos, tornamo-nos adultos e deixamos de ser canibais e passamos a ver o sangue comum como sempre ele o é, ou seja comum, e parte integral integrante do corpo uno e de todas as suas partes, e durante esse tempo, poupamos na factura e na despeza, considerado globalmente sobre o custo global da agua e do desperdício que com ela fazemos, e conseguimos assim ainda instalar as novas torneiras que nos pouparão milhões e milhões de litros no consumo de todos e do todo,

E ness ep per id ode t ra sn siç sao, onda a c qa de ira de valor as s o ica d aa aua, onda e stá a p arte do q ue se pa g ap el a pr ip ria agua, q ue é a par ce la e rr ad ap o is c ano s, t rata men to, e d es pe z as com cas noa se mp r ee xis te me en u q n to e lee s e xis tir rem e for rem com un s, t ero aqui do q ue ser por todos em s ua p arte s u porta do s, mas a ac o rda dn do prima ira meta, is to é, por e x e mp lo da qui a um o u do is ano s, tor na mo do traço da inglesa no s ad u l to ze de ix amo sd e ser c ani ba ise p as sam os ave ero san g ue com um com o se mo pr e el e o é, u seja com um, e p arte in te gral ein te g ran te d o corp o un oe de todas as s u as p art es, e duran te ess e te mp o, p o up ano sn a f ac tura e na de s p e za, c on se id e ra do global que mente s ob reo cu s to global da agua e do de sp e r di cio q ue com el a f az emo se c on se gui mo sas si em a inda in s t ala ra s n ova s t r one iraque no s p o u par ra o mi l h o es e mi l h o es de lit ros no c on sumo de todos e dot o do,

Se a treta assim continuar, então melhor será deixar desde já de pagar a agua, pagando só os custos de transporte e sua manutenção e coisa e tal, este é um exemplo, que nos fala claramente de como a existência de metas no caminho, ou seja , da compreensão clara das pedras dele, e dos nossos objectivos, é quando bem vista e bem pensada, factor de rentabilidade em distintos planos e como o contrario, agrava a queda, e tornará sempre maior a confusão se o problema se dilatar, não, não estou a falar de racios de pepinos, embora o esteja, pois a poupança, real, primeiro a vida em bom viver, e depois , e até, em plano financeiro, que um não obsta ao outro, como é claro

Sea t r eta ass em conti nu ar, en tao mel hor se rá de ix a r de sd e jad ep a gara agua, pa g ando s ó os cu st os de t ra sn p orte e s ua man t ur en sao e co isa eta al , este + é um e x e mp lo, q ue no s fala clara mente dec omo a e xis t en cia de met as no ca minho, o use seja , da co mp ren são da clara das pedras dl e, e do s no ossos ob ject ivo s, é q ua ando b em vi sta e b em ps en ada, f cat tor de ren t ab bil id ad e em di si ti ny t as p lan os e com oo c on t ra rio, a g rav aa q eu da, e tor na rá se mp r ema io r a c on f u sao se o pro ob l ema se di ila tar, n cão, n cão es toi ua a fal r de rac cios de pepe ino s, em bora o est e j ap o isa p o up al sa, real, prime iro a av ida em b om viver, e d ep o ise a té, em p l ano fina ac ce iro, q ue um n cão ob sta ao o u t roc omo é c primeiro aro

É exemplo semelhante ao que dizia, há já mil luas atras que muitas empresas que existem hoje tem que reciclar sua actividade, e dizia na altura aos que fabricam adubos, que deveriam investir rapidamente em formas alternativas, nomeadamente nestas novas área de reciclagem com vista a reintroduçao nos solos e nos processo de agricultura, depois nada fazem como de costume, quando o ceu lhes cair em cima, virão à cidade pedir apoios financeiros do dinheiro comum, e nós lhes diremos, não fostes avisados? Farão ar de contritos, alguns mais humildes da condução, estarão até na disponibilidade de passar a receber salários simbólicos, mas no entretanto todos, se defrontaram com mais uns milhares de desempregados , a fazer prova que o mal pensado e o mal feito, e não feito antecipadamente custa sempre masi caro a todos, sublinho o todos, e não só os que trabalham neste ou naquele particular

É e x e mp lo semem l h ante ao q ue di z a e, h á jamil l ua s at ra s q ue mui t as e mp r es sas q ue e xis t em h oje te m q ue rec cic l ar s ua ac t vaso duplo id ad e, e di z ia na la tura ao s q ue fabri cam ad ub os, q ue d eve ria am in v es tir ra pida dam que mente em formas ala te rna t iva s, no meada men t nest as nova s ar es de rec cic la ge mc om vi sta a rei n t ro u dç sao nos s olo seno s por rc ess ode a g ric uk l tura, d ep o is n ada f az em com ode cos t ume, q ua ando o c eu le he s ca i rem c ima, v ira o à cidade ped di r ap a oio s fina ce iro s d o din he iro com um, e nós le h es di remos, n cão f os te ss av isa do s da foc cie, F ar a ar de c on t ritos, al gun ms mais h um ilde s da condo sao, e sta aro ana di s p oni bil id ad e dep assa ra rec e br s al w rio s s im bo lic os, mas no en t r eta n to todos, se de fr en at aram com mais un s mil h ar es dede se m pr ega do sa f az e pr ova q ue o m al pen sado e om al f e i to, e n cão f e ito ante c ip a dam que mente cu sta se mp r ema sic aro a todos, s ub linho o todos, e n cão s ó os q ue t ra bal ham nest e o un aqui do eu le par tic cua primeiro rato do aro
Trás um belo poeta cantor, o vinicius, um dos seus poemas gravados, uma linha em que pela madrugada, o poeta aflito, saí para o campo, pressupõem-se da casa onde estava e se põem a fazer chichi, ao lado das vaquinhas e de outros animais, e descreve as nuvens que se formam, quando do agradável acto na aflição, e da comunhão que sente naquele fazer e no visto daquele fazer, com a natureza e os seus irmãos animais

T ra s um b elo do poeta can tor, o vin i cio us, um dos se us poe ema sg rata av da serpentes da primeira da linha em quadrado da ue pe la madruga dao poeta a for mula one it o, sa ip do para o cam po, pr ess ip om do traço da inglesa seda c asa onda e stav a es e poe ema f az e rc do chi chi, duplo ki, ao l ado das va quin h as e de outros anim mais, e de sg r v e as n uve ns q ue se for mam, q ua ndo do a g r ad ave l ac to na a for mula one sao, e da com unha o q ue s en te n aquele f az e reno vi s to da q eu le f az e rc om a na t ur e za e os se us iram o a ani mais

Na verdade sempre assim os homens fizeram o chichi quando não viviam todos em cima uns dos outros, e ainda não tinham desenvolvidos estranhas ideias de pudores, em portugal, antes do vinte e cinco de abril, havia mesmo uma lei que previa uma multa de salvo erro vinte e cinco escudos para quem fizesse chichi na rua e outra de equivalente valor a quem fosse apanhado na rua sem trazer nenhum dinheiro no bolso, sempre achei extraordinária, esta segunda lei, quando dela me dei conta

Na ave r dade se mp r e ass imo s h om en ns fi ze ram o chi chi q ua ando n cão viviam todos em c ima un sd os outros, e a inda n cão tim n ham de s en vo l v id os es t a r n h as id e ias de pu dor es, em port u g a l kapa, ant es do vinte e c inc o de ab r i l, h avia me s mo uma lei q ue pr e via uma mul t ad e s alvo e r ro vinte e c on co es cu do s para q eu em fi z ess e chi chi na rua e o u t ra de e qui iva lente valor aqui do eu madeira f os se a pan h ado na rua s em t ra ze rn en h um dine h rio no bo l so, se mp rea ac he i es t ra o r dina ria, e sta se gun da lei, q ua ando del am lam da lame e de e conta

Foi assim provavelmente que um dia um homem, terá começado a pensar no sistema de filtros e dos processos de decantação que a própria terra lhe mostrava quando ele estava fazendo as suas precisoes

F u ia ss em pro ova ave le mn te q ue um dia um h om me, te rá com e a çd o a p en sar no sis t ema de fi l t rose dos p roc ess os de dec can taçao ac sao q ue a por rp ria terra l he mos t rav aqui do ua e do e lee stav a do fazendo as su as pre c is o es

Tambem o coco, era feito na terra em vales, e depois era usado para estrumar a terra, no qual um serie de processos químicos e de decantação e de transformação são operados naturalmente com a terra e a natureza em seu todo, incluindo diversas variáveis com a chuva, a humidade, o calor, e os micro organismos

Tam b emo coco, e ra f e it ton a terra em v al es, e d ep o is e ra usa ado para es t rum ar a terra, no q ual um se ire de por c ess o quim micose de can taçao e de t ra sn for maçao são o pera do s nat ra l em n te com a terra e ana t ur e za em s eu todo, inc l un do di versas v aria ave is com a c h iva, a h um id ad e, o c al o rato,

Parte desse saber, sobre filtros e decantação, são hoje usados nas chamadas etars, estacões de tratamento das aguas e dos resididos sólidos ou meio sólidos, que depois são deitados, estupidamente em forma irresponsável e assassina nos rios e no mar, em vez, de como antes voltarem a terra e serem usados como estrume, que foi substituído como sabemos pelos químicos, os chamados adubos de hoje, que se tornou tambem uma ciencia muito apurada, que visava assim introduzir nutrientes, específicos que ajudassem a aumentar os níveis de produção das colheitas, para dar vazão a necessidade crescente de alimentação, derivada pelo aumento das populações dos seres, assim se justificou este fazer

P arte de s se s ab e r, s ob r e fil t rose dec anta sao, são h oje usa d os nas ch mad as e t ra s, est a ç o es de t rata men to das aguas e dos r es di u do s sol id os o u mei o sol id os, q ue d ep o is são de it ado s, es tupi pida que mente em forma i rr es ponsa ave l e as sas sin ano s rio seno mar, em vez de c omo ant es vo l tar rem a terra e ser m usa do s com o es t rum e, q ue f o is ub is t u id o com o s ab e mo s p el os quim micos, os ch amado s ad ub os, q ue se tor no u t am b em uma cie en cia muu i to ap ur ada, q ue visa ava ass em in t roi u d z i r nu t rie en t es, es pe ci fi cos q ue ajuda see ema au men tar os ni v e is de pro du sao das col he it as, para dar v aza o ane vv ce is dade crescente de al i men taçao, der iva ada p elo au men to sd as pop u la ç o es dos ser es, ass em se ju st i fio u este f az e rato

O estrume estruma a terra, o leito do húmus se faz e depois as plantas crescem, e como não crescem instantaneamente como o pudim flan, muitas transformações do húmus que é parte do alimento, se vão dando, ou seja, assim, as substancias que proporcionam o leito e a vida, são elas próprias pelo processo e pela sua duração transformadas, ou seja para por a coisa masi explicita, este processo natural, da merda, faz a vida, pela sua transformação, ou seja, a merda, deixa de ser merda, se transformou

O est rum e es t ruma a terra, o lei rt o do h um us se f az e d ep o isas p l as sn dn t as c r es cem, e com on cão c recem in s t an t ane am que mente, com o os pu din fla sn, mui t as t ra sn for mações do h um us q ue é p arte do al i men to se vao dand o, o use seja, ass ema s s ub stan cia s q ue pro por cio na mo lei to e a vide são, el as pro p ria s p elo pro roc c esso e epal s ua dura sao t ra sn for mad as, o use seja para p o ra co isa ma si e x p li cia t a, este p roc ess o nat ru al, dam e rda, f az av id a, pe la s ua t ra sn for maçao, o use seja, am e rda, de ix ad e ser mer da, se t ra sn for mo vaso

Com o aparecimento das cidades, e com a sua maior concentração ao lado das costas, as gentes começaram a inverter o processo e lançar os dejectos nas aguas dos rios e dos mares, como da mesma forma fazem as fabricas, até nos riachos, onde de vez em quando, desde há décadas, uma imagem sempre se formou aos olhos de todos, a dizer, atenção, que assim está mal, a imagem de centenas , por vezes milhares de peixes que aparecem mortos a boiar, quando determinado químico os mata, ou a concentração da poluição na agua se torna de tal forma densa que obsta a sua vida e ao seu viver

Com o ap rec cimento da s cida d es, e com a s ua mai iro c on c en t raçao aol alo ado da s coast, as g en t es com e l ç aram a in verte t reo pro roc c ess o e lan ç ar os de ject os na sa g ua sd os rio se d os mares, como da me s ma forma f az ema s fabricas, it, a té no s ric a h os, onda de eve z em q u anto de sd e h á dec ada s, uam mi mage madeira se mp rese for mo ua os olhos de todos , a di ze r q ue, a t en sao, q ue ass em e stá am al, a i mage madeira de c en t en as , por v e ze s mil h ar es de peixes q ue ap ar e x cem mo rto sa boi ar, q ua ando det r emi mina ado quim mico os mata, o ua c one c t raçao da pol lui sao na agua se tor na de t al forma d en saque ob sta as ua v id a e ao s eu viver



Ou seja, ilustra isto, sempre o mesmo erro, é mais fácil, mais próximo, mais barato, está mais à mao, não se pensa no processo da vida e da imagem da vida e da natureza, toca lá andar, e depois logo se ve, sendo que a poluição dos mares e das aguas, é muito mais grave e depende de muitos outros factores que tem que ser igualmente corrigidos, em verdade se pode dizer, que fizemos da agua que é o sangue de todos e de tudo, o caixote de lixo onde a nós mesmos nos deitamos fora todos os santos dias, pois hoje nas aguas moram toda a espécie de porcarias, vide o exemplo dos elementos que assim pelos peixes se introduzem no ciclo da nossa alimentação, e nos envenenam a todos,

O us e j a , i lu st ra is to, se mr pe o me s mo e r ro, é mai f ac i l, ma si pro x imo, ma si bar a rta, e stá ma si a o amo, a mao, n cão se p d en s ano p roc ess o david a e da i mage made ria da vid a e da na t ur e za, toi ca l á ana dr a, e d ep o is l ogo se eve, s en do que a pol lui são do s m as r es e das aguas, é mui tomasi g rave e d ep pen dede mui ts o u t ros f ac tor es q ue te m q ue ser i g ual e mn te co r rig id os, em verde ad e se p ode di ze r q ue fi z emo sd a agua q ue é o san g ue det todos e det u do, o ca ix o te de l ix o onda a nós me s mos no s de it amo s for a todos os san to s dias, posi h o je n as aguas mor ram am t u da a es pe ice de por caria s, vide o e x e mp lo dos ele mn ts o q ue ass em p elo s peixes se in t rod u ze m no cic lo da bossa al i men taçao, e no s en v ene nema a to ds o,

A regra é clara, e sempre se baseia no correcto conhecimento e entendimento do processo circular em seu todo, e aponta sempre a reciclagem em todas as fases do processos parcelares, em forma que não afectem o sub sistema que lhes deu origem ou os outros que coexistem com eles no processo uno da própria vida que almeja garantir a vida e não destrui-la

Ar e gara é c al ra , e se mp rese ba seia no co rr e ct tio c on he cie mn to e en t en di men to do por c esso cir cu l ar em s ue todo, e ap da ponta se mp rea rec cic la e ge em e madeira todas as f as es do p roc esso s p ar cela r es, em forma q u e n ao a f e c t emo s ub sis t ema q ue le he sd eu o i r ge emo mo u os outros q ue c oe x is te mc om el es no p roc esso uno da por rp ria v id a q ue al me j a gata n tir a v id a en cão d es t rui do traço ingles de la

Já vos disse a todos à mil luas atras, que as sociedades tem que elaborar e fazer cumprir a regra da reciclagem integral de tudo o que se produz, e alterar o que for necessário nos materiais e produtos para que assim aconteça, pois se não o fizermos, continuamos a assinar a nossa própria sentença, na melhor das possibilidades, a de nossos filhos, e nenhuma mae ou nenhum pai quer que assim a eles, aconteça

J á v os di s sea todos à mi ll j ua s at ra s, q ue as soci e dad es te madeira q ue el ab o ra r e f az e r cu mp r ira regra da rec cic la ge m in te gral det todos o q ue se pro d u ze al te r aro q ue for ne c es aa rio nos mate ira si e pr o du to s para q ue ass em ac on teça, p o is se n cão o fi z xe rm no s, c on t u man o sas sin ar ano s sa por rp ria s en t en ç ana mel hor das p os sibil bil id ad es, ad en ossos fi l h os, e n en h uma mae o un en h um pai q eu r q ue as sima el es, ac on teac

E consequentemente vos expliquei a lógica consequência, que é necessário rever a cadeira integral de todo o que se produz, e que paradoxalmente, é tambem este fazer, que não só garantirá a sobrevivência de todos os que aqui vivem, que se constituíra a base dos novos modelos de produção, de produtos e de rendimentos, o que é muito bom a se atendermos a que o que trazíamos se encontrava esgotado e tinha sido desdobrado até a exaustão, o que por si só, o facto do desdobramento, o exemplo que em dia vos dava de quatro maos que fazem o trabalho de duas, é já sinal, que ilustra o erro em que vamos em forma muito clara, pois os seres nascem com duas na maior parte dos casos, e a questão base que isto desvela, é desperdício, o que é sempre estupidez, seja qual for o nível que se entenda

E co nse q u en te mente v os e x p lic q ue ia lógica co nse q un cia, q ue é ne c es sario r eve vera cade ira in te gral de todo o q ue se por du ze q ue para do x al mente, é t am b em este f az e r, q ue n cão s ó g a rn bar rn do a s ob rei v iv en cia de todos soc ue aqui v iv em, q ue se co ns ti u t ira a bsa e dos n ovo s mode l os de pro du sao, de pro du to se d e ren di men to s, o q ue é mui to b om a se a t en de rm s o a q ue o q ue t ra z iam os se en c on t rava es gi ota do e tinha s id o d es do brado a té a e x au s tao, o q ue por sis ó, o f ac to do d es do br am en to, o e x m ep lo q ue em dia v os d ava de q au t ro maso para q ue f az emo t r ana l god ode du as, é j á sin al q ue i lu s t ra o e r ro em q ue v amo s em forma mui to clara, p o is os ser es na sc em com du as na maio rp arte dos casos e a q eu s to a b ase q ue is to d es vela, é d es per di cio, o q ue é se mp r e est u pide dez, seja q ual foro n iv e l q ue se ene t n d a

Cada vez que escrevo sobre estas mateiras, muito são os que pelo espírito aqui me chegam dizendo, dinheirão, como sempre, que estas mudanças, custam um dinheirão, e eu sempre vos respondo assim, dinheiro, vivo que faz viver, é a vida das gentes e aquele que mais rende, é o bom viver, pois como sempre vos relembro, sem gentes, nem mesmo há dinheiro, e depois dinheiro, que anda pelo mundo perdido e mal usado, em fins muitas vezes ilegais que criam grande sofrimento e morte, é mais do que muitas maos de boa vontade juntas, e que cada vez que assim oiço, atendendo ao estado da negra herança, me pergunto se devo então começar a rezar a Deus e a Luz e ao Amor para que os seres sejam assim desmaterializados de vez, pois parecem insistir em por as moedinhas a frente da própria salvação de todos e de tudo

C ad ave z q ue es c r v e o s ob re e sta s mate ria s, mui to são os q eu ep do pelo do elo es pei r to a qui me che g uam di ze sn do, din he irao, com o se mp rec, q ue e sta s mu danças, c us tam um din he irao, e eu se mp r e v os r es pond o ass em, din he iro, vivo q ue f az viver, é a vida d a sg en t es e aquele q ue mais ren de, é o b om viver, p o is com o se mp r e v os r ele m br os em g en te sn em me s mo h á di ne h iro, e d ep o is din he iroque anda p elo mundo per dido ema al usa ado, em fi ns mui t as v e s es ile gais qi e c r iam g rande s o fr i men to emo rte, é mais do q ue mui t as maos de boa von t ad e j un t ase q ue c ada ave z q ue ass em oiço, a t en den do ao estado da negra her anca, me pee r g un to sed devo en tao com eça ra r e zara de use al uz e ao amo r para q ue os s r es se j am ass em de s mate rili az ado s de v e z, p o is in sis te me mp por as moe dinhas a fr n te da por rp ria s alva sao de todos e de tudo

Deveis portanto olhar para estas necessidade de novo fazeres, como oportunidades, como bela oportunidades de não só fazer e criar novas formas de ocupar as gentes neste período de transição, e lhe assegura rendimento e geração de riqueza, como tambem de obrar à salvação do mundo

D eve is por rta n to olhar para e sta s necessidade de n ovo f az e r es, com o oport uni dad es, como bela oportu in id ad es de n cão s ó f az e rec ria rn ovas formas de o cu p ar as g en te s nest ep e rio dd e t ra n siç º sao, e l he ass e segur a rr en di dm n to e ger raçao de rique za, com o t am b em de ob ra r à s alva sao do mundo

Podereis contudo olhar ao contrário, e vos condenar a morte e condenar a morte vossos filhos, liberdade que vos assiste por direito divino

P ode reis c on tudo ol h ar ao c on t rá rio, e v os c on dena ra m orte e c on dena ra m orte v ossos fil h os, liberd dad q u v os assis te por di rei to di vino

Em particular, esta questão do tratamento dos resíduos provenientes do pequeno corpo, só será bem equacionada, se como todos os sub sistemas e suas sub equações, forem integrados no pensar do todo em forma inteligente, da inteligência transistemica, ou seja, de que forma, podemos da merda fazer ouro, velha imagem dos alquimistas, que sempre disseram que nela esta sempre escondida o oiro, ou seja, em termos práticos, tem que se integrar esta equação parcelar, na equação maia vasta da produção agrícola, no sentido que já vos expliquei da automatização dos processos, sendo que sob o plano técnico, já vos detalhei em parte, o que vi do pensado sobre a forma de o fazer, e dos problemas financeiros que a solução pode comportar, em faze-la desde já em seu todo, e de como se poderia viabilizar a sua implementação faseada,

Em p art ti cu l ar, e sta q eu s tao dp o t rata men to dos r es id u os pr iv eni nin te s do pe q u en o corp o, s ó se rá b em e qua cio na ada, se c omo todos os s ub sis t ema se su as s ub e qua ç o es, for rem in te g ra do sn o pen sar do todo em forma intel i gn net, da intel ge lige n cia t ra sn sis te mica, o use seja, de q ue forma, p ode demo s da mar da f az ero ur o, velha e mage made ria dos al quim ista s, q ue se mp r e di ss e ram q ue nel a e sta se mp r e es conde dida o oiro, o use seja, em t r emo s pr a tico s, te m q ue se in te g r ar e sta eu ac sao p arc e l ar, na a qua sao ma si v a sta da por u dç sao a g ricola, no s en to do q ue j á v os e x p lic q ue id a au tom a t iza sao dos pro roc c esso s, s en do q ue s ob o pl ano tec nico j á v os d eta la he e em p arte, o que vi do p es n ado s ob rea a forma de o f az e red os por rb l ema s fina n ce iro s q ue a sol u sao p ode comporta ar, em f az e do traço ingles de la de sd e j + a em s eu todo, e de c omo se p ode ria vi ab l iza ra s ua i mp le man te sao f az e ad a,

Não nos queixamos que o desemprego tem estado por nossas próprias maos que fizeram os modelos produtivos que temos a aumentar, não está por nossas maos a aumentar a miséria de todos, e se assim é porque então vos queixeis quando se pode fazer novos empregos e criar riqueza da verdadeira e tambem em moedas, salários, destas formas necessárias à sobrevivência?!

N cão no s q eu ix amo s q ue o de se mp prego rego te m estado por no s sas p o i rp ria s mao s q ue fi ze ram os mode l os pro du t iv os q ue t emo sa au men tar, n cão e stá por no s sas maos a au men tar a mise ria de todos, e se as si em é por q ue en tao v os q eu ix e is q ua ando se p ode f az e rn ovos e mp rego se c ria r rique za da vera de irc e t am b em e maior moe da s, sala rio s, de sta s formas ne c ess saria sa s ob r e v iv en cia foice eta

Agua é sangue de vida, boa agua é bom sangue, má agua é veneno que destrói a primeira vida, esta equação é muito clara, tao clara como a própria agua clara da vida sangue

A g ua é san g ue de v id a, boa a g ua é bo maior san g ue, m á a g u a é v ene en no q ue det roi a pr ip e ira v id a, e sta e qua sao é mui to clara, tao c al ra c omo a pro ria a g ua clara da v id a sa n g ue


A desertificaçao é uma das vertentes da desgraça que trazemos em cima da mesa comum

A d e see rt ti façao é uma das verte en te s d a de sg r aça q ue t ra z emo s em c ima da mesa com um

Consequentemente é tambem prenunciadora de grandes desgraças pela básica sobrevivência de muitos milhões, nos próximos tempos, se não a resolvermos no entretanto do tempo que nos resta para as resolver

Co nse q eu en te mente a ps soto l o serpente + e ta am b em pr en u cia dora de g rand es de sg r aças p el a ba sica s ob rive en cia de mui to s mil h oe es, nos pro roxi imo s te mp os, se n cão a r es solver mo sn o en t r eta ant o do te mp o q ue no s r e sta para as r es solver

Isto todos já o sabem e trazem bem sabido, e continuar a discutir sobre isto, e não o fazer, é assinar a sentença comum

Is to todos j á o s ab e me t ra ze m b em s ab bid oe conti na ur a di s cuit s ob r e is to, e n noa f az e r, é as sin ar a s en t ne sa com um

Me dirão que não há dinheiro para isto tudo, vos digo o que sempre disse, é mentira, múltipla, primeiro porque o dinheiro comum, como se sabe não é bem administrado a favor daquilo que é comum, nem quem o administra tem trazido a inteligência de o bem fazer, e as sociedades permitiram o seu descontrolo, e sem primeiro isto resolver, corrigindo, nem se pode nunca dizer que é verdade este argumento

Me di irao q ue n cão h á din he iro para is tio tudo, v os di g oo q ue se mp r e di s se, é men t ira, mul tp l o a, pi r me iro por q ue o di ne hi o com um, com o se s abe n cão +e b em ad di mis t ra do a f avo r d q au ilo q ue é com um, ne m q ue emo ad mis t ra te m t ra z id o a intel i gen cia de o b em f az e rea s soci e da s per mit iram o s eu d es c on t rolo, es em p o i r me iro is to r es solver, co rr i g indo, ne m se p ode n unc a di ze r q ue é vera de este ar gum en to

É evidente que é preciso fazer sempre opções, sempre foi assim a vida, se por exemplo se autoriza, o investimento em mais estradas e estes não se fazem, não restara duvida da estupidez da opção, e tambem é verdade que a casa comum está com muita fome, quase quarenta e cinco por cento da população, e portanto é conveniente primeiro alimentá-la antes de pensar em masi vias das estradas que já temos

É ev id dente q ue é pr ice s o f az e r se mp re o p l ç o es, se mp r e f o ia s sima vide, se por e x e mp lo se au tor iza, o in v es tim en to em ma si e ts ra da se est es n cão se f az em, n cão r es tara du v id ad a est u pide dez da o p cao, e ta m b em é verde ad e q ue a cas com um e stá com mui ta f om e, q u ase q ua ren ta e c inc o por c en to da p o u l aç sao, e porta anto é c on vie nine t prime iro al i m en t á do traço da inglesa la ant es de pen sar em ma si vias das e ts r ada s q ue j á t remos

Tambem é evidente que se as coisas assim continuarem não faltará muito tempo para que a agua e sua posse, seja resolvida de armas na mao mesmo nas cidades, assim já me desvelou o espirito á muitas luas atras poder vir a ser, e tambem é evidente, que as questões do nao funcionamento das estruturas políticas da cidade, e das que deveriam velar pela justiça, tambem é um facto, e que assim sendo, a mesma questão ética se põem e se irá pôr em modo mais claro a cada um à medida que os dias passarem, sem se inverter esta situação, pois onde trazem os cidadãos o poder real de dizer a meia dúzia de bandidos com a agravante de terem sido eleitos, parem os negócios das novas mega infra-estruturas das estradas e outras do genero, e façam as que são, urgentes e fundamentais de fazer pela sobrevivência de todos

Tam b em é e vi dente q ue se as co ia sas si em conti nau ur rem n cão f al tar á mui to te mp o pat ra q ue a agua e s al ap os se, seja r es sol v id ad e armas na mao me s mo na s cida d es, ass em j á me d es velo lou o es pi rito á mui t as l ua s at ra s, p ode r vi ra ser, e ta m b em é e iv dente q ue as q eu es to es do mna o fun cio na men to das e ts r ur turas poli tca s da cidade, e da s q ue d eve r iam v e l ar pe l a j us tica, t am b em é um f ac to, e q ue ass em s en do, am es ma q eu s tao etic a se poe em me se ira por em mode ma sic l aro ac ad a um à me di dad q ue os dias p ass arem, se ms se in verter e sta si tua sao, p o is onda t ra ze mos cida do a o p ode r real de di ze e ra meia du z ia de bandidos com a a g rav van te de te rem s id o e lei to s, pa rem os n ego c is o das novas mega in fr a es t ru r u t r sa, e f al ç am as q ue são urbe, ur e g en te se fun dam e n ta id e f az e r ep lea s ob ri v iv en cia de todos


Ou seja, se os que dizem governar, mas que na realidade pretendem a todos matar, se assim continuarem, se estende a questão da desobediência pacifica , ou seja , o não pagamento de impostos ao estado central, e inevitavelmente tal passara por aqueles que querem bem fazer as coisas, isto é, sabendo como tem de ser feitas, de abandonaram as actuais cidades, e fundarem novas, e reterem os seus impostos comuns para aplicar nesses próprios lugares de seus viveres

O u seja, se os q ue di ze m g iv e r na ra, masque na real id ad e per rt en de ema todos mat ar, se a ss em conti nu ar rem se es t en de, a q eu s tao da de s ob bid di en cia, o u seja , o n cão pa game men to de i mp ps oto são do estado central, e ine vita l v e l que mente t al p as sara por a q u eels q ue q ur rem b em f az e ra s co isas , is to , s ab en do com o t em de ser rf e i t as, de ab ban dona ram ass s tua sis cida d es, e fun da rem n ova s, e r e te rem os se us i mp os t os com un s para ap li car ness es por rp rio s lu g ar es de se us v iv vere serpente

Como vos disse anteriormente, não é regionalização à força, mas forçada, visto que os que mamam no grande seio não a querem fazer, pois são muito comilões, nao confundir com esfomeados

Com ovo s di s se ante rio r mente, n cão +e regi on al iza sao a f orça, mas f orça ada, vi s to q ue os q ue mamam no g rande se is on cão a q eu rem f az e rp p o is são mui to com milo es, n cao c on fun di rc om es f om e ado s


Pois a realidade , é que ninguém ao longo destes trinta anos de chamada democracia, trabalhou bem as cidades deste país, vide a proliferação de cabos e cabinhos que por andam, fora das leis técnicas, sem nunca ter existido uma visao de integração de todas as veias, que leva sistematicamente a fazerem buracos, cada uma das partes, e obrigar assim os cidadãos que as habitam a viver em permanente caos, e depois quando se põem a fazer as grandes estupidezes, de metros subterrâneos ainda por cima mais caros, debaixo de uma praça que foi montada depois do tremor, em estacas de madeira, é o que se vê, mil anos de atraso, não há segurança nas vias , mortos, e nenhum responsabilizado

P o isa r e la id ad e , é q ue nin g eu mao longo de st es t rin ta ano sd e c hama da demo c rac ia, t r ab a s alho u b ema s cida d es de set pa ís de castelo de vide a pr i li fera ç º cao de c ab bose ca bin h os q ue por anda da dam da manha, se m n unc a te r e xis ti u do primeira visao de in te g raçao de to o da sas v e ias, q ue l eva sis t ema tic am nete a f az e rem bi rac os, c ada uma das p art es e ob rig ra as si mo s cida dao s q ue as h ab it am a viver em per mane nete cao se d ep o is q ua ando se poe ema f az e ra s g rand es est u pide dez de met ros s u t bar en s oma si caros, de bao xo de um par aç q ue f o i mon t ad e d ep o is do t r emo rem est az cas, é o q ue se eve, mi la os de at ra son em cão segur ança, noa s vi as , em nort os e n en h um r es ponsa bil iza do

E recordo a todos que a solução, implica tambem a recuperação das sobras orgânicas e sua reintroduçao no processo da agricultura que por sua vez necessita a urgente automatização, com vêem há muito pra bem fazer, e trazemos todos nós masi do que o saber e as competências para o bem fazer


E record o a todos q ue a sol u sao, i mp lica cat da t am b ema rec u pera sao das s ob bras o r gani cas e s ua rei n t rod u sao no p roc esso da a g ric u l tura q ue por s ua ave z ne ce sis t aa ur gente au tom at iza sao, com v e em h á mui to p ra b em f az e r, e t ra z emo s todos nós ma s id o q ue o saber, ae as co mp pet en cia s para ob em f az serpente do rato


Masi uma vez, a porcaria do cio montando pelos sic, e seu grupo de polvo editorial, levou tres crianças ao hospital, no corso, assim é o custo da vossas merdas, mais tres crianças feridas, ao que parece uma delas com gravidade, mais a puta que vos pariu com as declarações desse senhor louco que se diz padre da igreja de O Cristo , e sendo que a linha deste cio, é como de costume muito masi complexa


Ma si uma ave z, ap orca ria do cio mon t and p elo s sic, es s eu g fr up o de polvo edi toi r al, l evo u t r es c r ian ç as ao h o ps it al, no do corso, ass em é o cu s to da v os sas me r da s, ma si t r es c ria sn ç a f e rid as, ao q ue par ce uma del, sin os as com g rav id ad e, ema isa puta q ue v os p ar rio com as dec lara ç o es de s se s en hor lou coc da ue se d i z p ad red a igreja de O Cristo, e s en do que da primeira linha de st e cio, é com ode cos t um me mui tomas si co mp lex primeira


.....

ora , aqui ao lado do papelinho que o gatinho me mostrou na covinha do murinho do jardim do império, onde estavam as cuecas das raparigas com a tromba do elefante, uma nota de cinquenta dobrada al lado poisada, como se o papelinho que é assim um fino, nao tao fino rectângulo saísse da nota que está dobrada como uam seta que por sal vez aponta a factura da optimus, ou seja parece ser uma seta ao monte da optimus, seta circulo do vinte do cinquenta do vaso onze da eu do principe invertido maçónico, dos quinhentos, ou seja da nota dos quinhentos aqui figurado numa moedinha de cinco cent, donde sai uma seta do corta unhas, ou seja queda da igreja n brasil, tambem, onde agora na rua outras informações se desvelaram, com um pedra branca dento de um delta de um circulo de uma lupa parta de cabo negro com um eye invertido vermelho e prata, p uk vinte e quatro do noventa e tres primeiro do seis de setenta e cinco in homam primeira ap oio a c lie en t es, a notinha da seta está nos pés do burrico da estrela azul de dois mil e tres, como saindo de um coice que porventura o burrico de la terá dado

o ra rib do rino segundo ado elefante e ar circulo quadrado nono dr ra di foice oara a terra uve se ss ue

o ra , a qui aol ado do pap e linho q ue o gat in h o me mos t runa c ov vin h ado mui rino do jardim do i mp e r iro, onda e stav am as c u e c a s das ra pa rig gás com art tom b ado elefante, uma nota ad e c un c q u en te do br ada al lado po is o i, com os e o pap e linho q ue é ass em um f ino, na i tao fi no rec tan gula sa iss e da n ota q ue e stá do br ada com o uam s eta q ue por s al v e z ap da ponta a fat u ra da o pt i mus, o use j ka pa rec ser uma s eta ao mon te da o pt i mus, s eta c irc u lo d von te do cinquenta do vaso onze da eu do p rin c ipe invertido maco nico, dos quin he en to s, o u seja da n ota dos quin h en to ds aqui di fur ado numa moe din a hd e c inc o ce t, don de sa e uma s eta do co rta un h as, o use seja q eu dada igreja n brasil, t am b em, onda agora na rua o u t ra s in for mações se d es v ela ram, com um pedra br anca dente to de um del a td e um circulo de uma lupa p art a de cabo negro com um eye im n verte td o ve dp verme vermelho l h oe p rata, p uk vinte e qu q a t ro do noe v nat e tres prime rio do se is de sete na te cinco in homam prime ira ap oio a c lie en t es, a no tinha da s eta e stá no s pé s do b ur rin h o da e ts r e la az u l de do is mei ile t r es, com o sa indo de um co ice q ue por v en tura o b ur rin h ode la te rá dad o

ainda por debaixo das patas do burrico de la, uma factura ab as tec quadrado apostolo Alcântara do francisco e borges angulo quadrado da rua do prior do crato, n dezoito, sec triplo circulo sc car dina al vo primeiro nt car dina al quatro circulos cinquenta e dois, estrela segundo, dezanove do bar do ra do segundo circulo do segundo do duplo circulo do nono do quim ze do duplo quadrado do terceiro nono, mala b es mi l fe peq circulo do primeiro dezoito de oitenta e oito, do circulo do set nono, do circulo do quim ze, tita primeiro europa do circulo do quim ze, e ainda duas outras facturas, pingo doce per cen til pai av o pequeno de oitenta agro, do circulo so set segundo, a tem dido para katia ramos, e um outro do material eléctrico de iluminação b link, valor unita s , primeiro de cinquenta e um, incidência de primeiro de vinte e seis, que dá um falso total de um cinquenta e um, como masi uma vez disse a senhora, num erro de p eca s nest doc um en to, primeiro de campo de ourique,

a inda por de ba ix o da s pata s do b ur rinho de la, uma fat cura ab as tec q au dr ado a ps o l to al can t r ar ad e fr anc is oe do borges ang uk lo quadrado da rua do prior do ca art on dezoito, sec triplo c irc uk o sc car dina al vo pr tim e ion t car dina al q au t ro circulos cin q u en at e do is, est real segundo, dez ano ove do bar do ra a ps oto lo ser pen te do segundo circulo do segundo do duplo circulo do nono do quim ze do duplo quadrado do te rc euro nono, mala b es mi l fe peq circulo do primeiro dezoito de o it en at e oito, do circulo do set nono, do circulo do q um ze, tita primeiro eu rop do circulo do quim ze, e ainda duda s o u t ra s f ac tir as, pi n go do ce per cen til pai av oo pequeno de o i eta n t agro, do circulo so set segundo, a tem dido para katia ramos, e y um outro do mate ria al ele ct rico de i lu mina sao b link, v as l or uni t as , prime rio de cin q u en nat e um, inc id en ca de prime rio de vinte e si es, q ue d á um f al s o tota l de um cinquenta e um, com oma si uma ave z s di s sea s en hor aqui do, n um e r rode p eca s nest doc um en to, prime iro de cam p ode o ur rique,

domingo, fevereiro 22, 2009

AC CN DA COSTA NA REAL NE EN NO DEDO LEDA N AU DA CIDADE

Antonio
costa
não

À
costa
Na
Realidade
Nenhuma
Costa
No
Desgoverno
Do
Leme
Da
Nau
Da
Cidade

Ant oni o do costa n cão dá à c s otan ar e la id ad en e muito homem do vaso do maco do sta no do d es g ove r no da dol e meda e au da cidade
O P É, PRO É Q UE S EN ANTONIO COSTA O V OUTRO GABI RU DO ORE È MES

O
Problema
É
Que
Sendo
Antonio
Costa
Ou
Outro
Qualquer
Gabiru
O
Resultado
É
O
Mesmo

O Pro ob l ema É Q ue S en do Antonio Costa O u O u t ro Q ua l q eu r Gabi ru circulo R es sul a td oe é O me s mo
IS Q UE SAO INC E CO E A BAN NE PR CISA PR OVA TODOS OS Q UE T ROME O S ABE

Isto
Que
São
Incompetentes
E
Corruptos
E
Bandidos
Nem
Precisa
De
Prova
Todos
Os
Que
Trouxerem
Memória
O
Sabem

Is toque ue São inc o mp pet en t es e co rr u o pt os E ban dido sn em pr e cisa de pr ova todos, do os do q eu T ru xe rem da Me mor ia circulo do sab em
N H DI DA DI FER EN NE EN PAR DO OS PARTIDOS PAT E SAO OM Al PAR RID OS, A COM NE

Não

Diferença
Entre
Nenhum
Partido
Pois
Os
Partidos
Partem
E
São
mal
paridos
não
parem
a
competência
necessária

muito cão homem á Difer ença en t ren en homem primeiro, partido, P o is os par id os P art em E a ps soto oto lo ser p en t delta e são m al pa rid os sn cão pa rem aco co pet en cia ne circulo do ess da ária
TAM AM TO V OS Q S AB Q UE EN SE D EVE DEL ES NA ES PERA AR DE DI S TINTO DA PRIMEIRA TÈ DO AGORA DA Al GUM AVE ZORRO FI ZE RAM DA P DO J DE TODOS DO ALTERNE, E O TE MP O PASSO VASO MAIS DOQUE PR OVA

tambem
todos
vós
sabem
que
não
se
deve
deles
nada
esperar
de
distinto
do
que
até
agora
alguma
vez
fizeram
pois

todos
alternaram
e
o
tempo
que
passou
mais
do
que
o
prova

tam b em todos v ó ss ab em q eu n cão sed eve del es n ada es pera r de di s tinto do que a té do agora al gum ave zorro do fi Ze ram p o is j á al te rn aram todos e o te mp o q ue p ass o u mais do q ue o pr ova
PC DOP TO DIAS Q UE SAO CAO CAR NAVAL

por
cima
dos
ovos
podres
de
todos
os
dias
que
não
são
de
carnaval
TE PRIMEIRA DA JUST ILA l EVA LEA aV D AP DO POR CD CO RR PT OS BAN DIDO S

temos
uma
justiça
levada
por
corruptos
e
bandidos
IS TO È PR F AC TO DA ORDEM DOS F AC TO S IN DI SC T IV EL

isto
é
um
facto
da
ordem
dos
factos
indiscutível


por cima dos ovos p odres de todos do os do Dias q eu n cão da são de carnaval, cap car da naval , t emo s um a ju s ti ça l eva da por co rr u pt os e ban dido sis to é um f ac to da o red em do s f ac to sin di serpente cut iv el
EL VASE SE P ASS AR ,PRIMEIRO C RIME E STA NA EMI NE EN CIA DE AC ON T EN SER

em
Lisboa
vai
se
passar
um
crime
um
crime
está
na
iminência
de
acontecer
PRIMEIRO TERRI IV EL C RIME COM SO NS Q UE EN CIAS S FUN EST AS PARA DOS MILHOES

um
terrível
crime
com
consequências
funestas
para
milhões
C HAMA TRAÇO INGLESA SE, PRIMEIRA DO IS TO CONTRA A H UMA NI DADE E PRIMEIO C RIME CONTRA A VIDA

chama-se
a
isto
crime
contra
a
humanidade
e
um
crime
contra
a
vida


em lie da boa, cobra grande, eva primeira do ise p ass ar primeiro c rime e stá na emi ne en cia de ac on tec e rato do rum terri vaso do el do c rime com do co nse q u en cia s
f une sta serpente do para dos milhões, banco, chama do traço da inglesa se primeira do mar do is to do circulo do rime do contra da primeira da humanidade, c rime do contra da primeira do vaso da id a

ESTES BAN DIDOS Q UE MAN TE EM L IS BOA NO PRIMEIRO PER MAN EN TE S EM NE XO CO NSE CA NON EN MACONICA CIA NE EM SEGUR ANCA

estes
bandidos
que
mantém
lisboa
num
permanente
estaleiro
sem
nexo
nem
consequência
nem
segurança
Q UE EN CHE EM ASS SI EM A HAMA DAS DER RA PA GE NS OS BO L S O SAO S Q UE SEREVM E SAO SER V IDO S

que
enchem
assim
nas
chamadas
derrapagens
os
bolsos
aos
que
servem
e
são
servidos
AC DA UAL LI DADE DE VIDA DO S Q UE KI H AB BIT AM E DA SEGUR ANCA

à
conta
da
qualidade
de
vida
dos
que
aqui
habitam
e
da
sua
segurança
ES TAP TAO CIRCULO NA EMI N EN CIA DE D AR PRIMEIRO TERRI IV EL PASSO, E SE TOR NA REM AS SAS SIN OS EM IT

estão
na
eminência
de
dar
um
terrível
passo
e
se
tornarem
assassinos
em
massa
NO S CASOS EM Q UE A INDA O SAO COM O PRO OVA DO MUI TO S O TE MAIOR SI DO E NE EN A TE MO R ES PONSA

nos
casos
em
que
ainda
não
o
são
pois
como
provado
muitos
o
tem
sido
e
nenhum
foi
até
ao
momento
responsabilizado

est es ban dido s q eu man te ml is boa nu primeiro per do mane en te est al e iro s em ne xo ne mc on seque en cia ne em segur anca q eu en ch em ass em na sc hama da s der ra pagens do os dos bolsos a os q eu ser v em e são ser v ido sá conta, da q ual id ad e de v ida do s q eu q au e h ab bit do tam da manha e da s ua segur anca s es tao na emi ine en cia de d ar um terri v el passo, louco, e se tor na rem as sas sin os do no s casos em q eu a inda n cão do circulo da são poris com o pr ova ado mui to s ot e m si d oe n en h um f o ia té a om o men to r es pons bil iza do
DI ZE AS BEST AS AS SAS SIN OS EM IT Q UE DO VAO F AZ E RATO OB BRAS RA SERPENTE DE MEL HOR DO T RATA DAS AGUAS E DOS CONDOS D ES CARGA DO NO DO RIO TEJO

dizem
as
bestas
assasinos
em
massa
que
vao
fazer
obras
de
melhoramento
do
tratamento
das
aguas
e
das
condutas
de
descarga
no
rio
tejo
É AUI KI Q UE S STA COM O TODOS, J AS AB EM CIRCULO CRIME, CONTRA A H UMA NI DADE

é
aqui
que
está
como
todos

sabem
o
crime
contra
a
humanidade
P O IS OS SERES H UMA ANO S N CAO H AB BIT AM NA SG AU S D OS RIO S D OS MARES

pois
os
seres
humanos
não
habitam
nas
aguas
dos
rios
e
dos
mares
ES JECT OS D EVE PE REGRA FI CAR ONDA V IV COM ACONTECE A T ES IRMAS

e
seus
dejectos
devem
pela
regra
ficar
onde
vivem
como
acontece
a
todas
as
espécies
irmas


di Ze ema do serpente best as a sas sin os em massa, it, q eu do vao, mario soares, ps e companhia, f az e ro do ob bras de mel hor am en to do t rata men to da serpentes das aguas e d as dos condo t as dede sc arga no do rio no tejo, é primeira do qui do q eu e stá com do circulo, todos do principe do primeira acento do ab emo do circulo do rime c on t ra primeira homem primeiro da ani dade p o is os ser es homem da ua mn os sn cão do homem do ab da it do bit da am nas aguas dos rios e dos mar espanhol e se us de ject os quadrado eve em pe la regra fi car onda vaso do iv em com do circulo do acontece, a todas as espanholas pe cie espanhol do sir mai ro as

PE ESTE F AZ E RAT Q UE SE S ABE, M Al T RA S CO NSE CA NON EN MACONICAS CIA S DE M ORTE PARA OS PEIXES E FLORA MAR TIM TIM A



pois
este
fazer
que
se
sabe
mal
feito
trás
consequências
de
morte
não
so
para
os
peixes
nem
so
para
a
flora
marítima
mas
tambem
a
nós
e
cada
vez
a
agua
que
bebemos
e
usamos
mais
perigosa
está
e
mais
as
doenças
aumentam
por
essa
via
e
esse
mal
fazer

p o is est em al f az e r q ue se s abe em al feito t rá s co ns q eu en cia sd em orte n cão s o para do os dos peixes ne ms do circulo do para da primeira for mula one ra da form mula one rosa marítima mas t am b ema dos nós e circulo da ad ave zorro da primeira agua q ue bebe emo se usa mo s mai s per i gos a e stá ema si as do en cas au men tam por ess av ia e ess ema al f az e rato
F AZ IS EM FORMA SI DE E XPO DI, É POR NO S SA MER NO COP O DA AGUA Q UE BE EMO S
fazer
isto
em
forma
simples
de
explicar
ou
dizer
é
por
nossa
merda
no
copo
da
agua
que
bebemos

isto não é s ó lou cura é c rime c on t ra a h um ani dade f az e r is to em forma si mp l es de e x p li caro u di ze r é por no s as mer da no cop o da agua q eu bebe mos is to n cão é s ó lou cura é c rime c on t ra a h um ani dade
DU AS VIAS AQUI SE C OLO CAM NUMA DA TRECEIRA Q UE SE MP E STA
duas
vias
aqui
se
colocam
numa
terceira
que
sempre
está
SE C OLO CAM AWUI NEST E X MP IO COM EM MUI MAIS
se
colocam
aqui
neste
exemplo
como
em
muitos
mais
PS SE SEA A JUSTIÇA N CAO É, JU ST TICA O Q UE PRIMEIRA CON NS TATA SAO

pois
se
a
justiça
não
é
justiça
o
que
é
uma
constatação
SOR DO IS CA MINHO OO DA DE CIVIL


resta
dois
caminhos
a
guerra
ou
o
da
desobediência
civil
POR A A K MAR CALA T CLARA MENTE DA DEC ISA

por-se
a
margem
claramente
da
decisao
DE É GARA TIR S OB VI VEN CIA DE TODOS

desobedecer
é
garantir
a
sobrevivência
de
todos
Q UE DE EN TAO DE PA G AR Q UAL Q UE R CO AC TUA A CA SEA DO EL DO ESTE MAL FAZER

que
todos
deixem
então
de
pagar
qualquer
e
toda
contribuição
actual
a
câmara
se
assim
ela
este
mal
fazer
ME DI IRAO N CAO RATO

me
dirão
não
resolve
V OS RATO EM VERDE DADE P O IS N CAO

vos
responderei
em
verdade
pois
não
MAS N CAO F AZ DEC AD A UM CU DE PRIMEIRO CRIME C ON T RA H UMA NI DADE PRIMEIRO H OLO C AU STO

mas
não faz
de
cada
um
cúmplice
de
um
crime
contra
a
humanidade
um
holocausto


du as das vias aqui, da se do c olo cam nu ma y da terceira q eu se mp rato ee stá se c olo cam aqui nest e e x em mp primeiro do circulo de dez com do circulo em mui ts do os dos mais, p o is sea justiça n cão é ju s tica o q eu é uma com ns tata são s ó r e sta do is dos ca do minho sa da guerra, ouo da de s o bid en dica c ive e primeiro por do traço da inglesa se a mae r g en clara mente da dec isa o de s ob e dec e ré
gara n tir a s ob re v iv en cia de todos q eu todos de ix em de pa g ar q ua l q eu re
toda c on ti b ue são ac tua al primeira da câmara se ass em el p ria mira de este
mal fazer, ma al f az ze rato, me di irao n cão r es sol v evo s r es ponde rei em
verde, p o is n cão mas n cão f az dec ad a um cu mp l ice de primeiro c rime
c on t ra a h um ani dade do primeiro do homem do falo do duplo circulo do casuto
AS CE J V OS E X P LIC UE É
a
solução
certa

vos
expliquei
qual
é

a sol vaso da lu são da certa do j á vaso do os e x p lic do quadrado da eu e quadrado da ual, é
ao tribunal penal internacional e ao tribunal que se chama indevidamente dos direitos humanos, esquecendo que direitos tem todos os que vivem na una terra e que trazemos nos grande dano acumulado, e consequentemente maior responsabilidade, peço uma providencia cautelar contra esta acção, e a demissão das bestas que dizem conduzir os assuntos da câmara, , mas que afinal são assassinos em massa como aqui em forma sumaria se fez a demonstração, com condenação nos termos de impossibilidade futura de desempenhar qualquer cargo ou função publica

ao t rib un al p en al inter na cio n al e ao t rib un al q ue sec hama inde vi dam en te do s di rei to s h u manos, es qu e c en do que direito serpentes, universidade, te maior de todos os q ue v iv e mna un primeira terra e q ue t ra ze emo sn os sg rande dan o ac u mula ado, e cin s eu 2 q u en te mente ma sio r r es ponsa bil iade, pe co uma pro vi den cia c au tela ar c on t ra e sta ac sao, e a de emi s sao das bea st q ue di ze em c on du zi r os as sun to sd a ca mara , nma s q ue a fina l são asas sin os em massa com o aqui em forma sum aria se fez a demo sn t raçao com dc o in dena sao no s te r mos de i mp ps o sibil l ia de fur ur a dede se mp penha ar q u q l q e ur da cargo o u fun sao da publica

sábado, fevereiro 21, 2009

um pormenor de uma figura do texto, ainda a ser abordada em maior pormenor

o delta deitado na casa ao fundo com a face do diabo do ceu e as duas sementes por baixo dele a sair da boca aberta

o y trajecto do fio de sangue, depois do angulo no ceu, unindo e fazendo novo delta eta no jason


passado depois pelos dois irmaos sobre a pedra cubica, o lunar sem perna e com o veu que simboliza o sangue que corre no mundo sempre que a confusao é muita, vide nota sobre o simbolo do quadro do sr willian blake e o irmao solar, com sombra tambem numa das suas pernas



pormenor de medeia, a saia com cortina do tetaro a dar indicaçao de onde provem a personagem, o punhla com a cruz, o braço em angulo




o fio de sangue que descendo do delta da cabeça de jason passa pelos filhos e depoi se oculta por detras de médée, no sentido da primeira interpretaçao dos dois sentido que um fio sempre desvela
a sombra que se ve na cento das decobertas, logo da capital europeia da cultura em noventa e qutro e o desenho que se desvelou ser da onda

os outros desenhos que se desvelaram a volta dos piramidais das putas finas e terrotistas, com o tal promenor do descentramento dos cargos e pesos das bestas



a continuaçao da pagina dos tecnicos das bandidagens constantes na cultura dos brochistas, deste pais inexistente, onde só os leitos ho rio zon t al mente sao suportados pelo bolso comum, dando assim todos tiros nos pés




promenor da ficha dd fundaçao das descobertas, com o que a es c ruta do sangue develou



pormenores do catalogo



uma encenaçao de médée



médée



creuse




Hoje depois de publicar o espirito me disse, no final de tarde, que fora um xo invertido do cabrão do segundo seth do dn, do dr, provavelmente o filho da puta do joel neto, o sonho na sesta da tarde, me disse que eram duas uma viera lançar o perfume, e a outra contar a historia em noventa e dois, que o cabrão é do grupo da cristina coutinho, hoje ao almoço com meus pais ao ver o dn, de raspão, lá vi as duas meninas brasileiras, juntinhas, ao lado do lula com um dedo em tala, ouvira eu pelo espirito que alguém ia bater na rapariga, no sentido de que a ia pegar, para saber uma qualquer verdade, me pergunto, se o dito se encaixa na imagem dele agora no jornal, há muitas formas de espremer alguém e a verdade das coisas e dos actos, as vezes numa estalada se parte mesmo um dedo

H oje d ep o is de p ub li caro es pi rito me di s se, no fi n al kapa det arde, q ue for a um xo in verte ido do doc cc abrao do se gun do seth do dn, do dr, pro da ova da ave le mn bt e o filho da puta do jo el neto, o son h on a se ts da t arde, me di s se q ue e ram du as um man vi e ra l e ç aro per rf um me, e a outra contra a hi s tor ia em no ove en ta e do is, q ue o c abrao é dog do rupo da c r ix z t ina coutinho, h oje ao al moço com me us pa isa ove ro do ero dn, de ra spa pao, l á vi as du as me ninas br as i lei ra sj un tinhas, ao l ado dol u l a c om primeiro dedo em tala, o u v ira eu p elo es pi rito q ue al gume ia bta e rna ra pa rig ano s en t ido de q ue a ia pega rp do para saber, uma q u q l eu r verde ad e, me pr e gun to, ze o dito, se enca ix ana e mage madeira del e agora no do jornal, h á mui t as formas de es pr e mer al gume e ave rda dade das co isas e dos ac to sas v e ze s nu ma eta lada se p arte me s mo um dedo

De qualquer forma xo, beijos invertidos, muitos há, um deles, mais uma vez uma anónima voz escutada pelo espírito depois da morte da luana, dizia, fui eu que a matei, masi u filho da puta de um ur cobarde, que me confirmava assim pelo espirito não so a cobardia como tambem a certeza que ela fora morta

De q ua l q eu rf forma do xo, bei j os in verte ido s, mui to s h á, um del es, mais uma vez, uma ano nima v oz es cut ada p elo es pei it o d ep o is da m orte da lu ana, di z w ia, f u i e u q ue a mate ima sio do vaso do filho da puta de um ur ciba do bar rato dade, q ue me c on fi r m ava ass em p elo es pei i rt on cão s o a cobra dia com o t am b ema ce rt e za q ue el a for am orta

Uma peça se acrescenta a montagem do cio, sem agora tecer grandes considerações sobre a bestialidade do processo do seu assassinato, que passou pela casa aqui da rapariga decoradora, que desde aí , não masi a vi, de janela aberta, como costuma estar nas vezes em que primeiro aparecem uns rapazinhos loirinho e depois geralmente se passa uma merda qualquer, como a dizer que existe ali um mecanismo de cio,

Uma p eça se a c rec en t aa mon tage em do cio, s em agora tec e rata g rand espanhola co nsi de rações s ob rea best ia li dade do pro c ess o do s eu as da sa sin tao, q ue p ass ou p e la c asa aqui da ra pa riga deco ra dor a, que de sd e aí , n cão ma si a vi, de jane la ab e rta, com o cos t um a es t r ana s v e ze se em q ue prime iro ap a recem un ns rapazinhos loi rinho sed ep o is ger al mente se p ass a uma merda q ual q eu rc omo a di ze r q ue e x us te al i um meca ni s mode cio,

na noite em véspera, mesmo estando assim para o frio, a janela estava escancarada, como nas vezes assim está, janela de res do chao, uma rapariga de cabelos ruivos aos caracóis grandes, vestida com uma camisa de riscas azuis sobre branco de costa virada caminhava no corredor, não seria portanto ela, ou se o fosse estaria disfarçada, o que me chamou a atenção para esta imagem, foi o facto de em dia seguido ter visto uma imagem na tv do pai de luana, com uma rapariga que ia a seu lado, provavelmente a irma de luana, que só se viam os cabelos, pois estava fora de campo, e em cujos caracóis senti o mesmo perfume, depois no fim de semana seguinte de novo vi de costas na rua o pai e o filho do tal grupo numeroso que tinha ca estado no fim de semana anterior e que me acordara abruptamente, o passe do aviao, facilmente detectado, tambem teve a sua quota de participação, uma polícia eficiente já os tinha apanhado, eficiente e não corrupta que cobre estes bandidos todos, filhos da puta, ardei no inferno que mereceis

na noite en v es pera, me s mo est ando ass em para o fr rio, a jane la e stav a esca can cara ada, com on as v e ze sas si em e stá, jane la de r es do chao, uma ra pa riga de cab dos elos rui v os aos cara co is g rand es, v es tid ac om uma ca misa de r iscas dos azuis s ob re br anco de costa v irada cc am min h ava ni no co r red o rn cão se ria porta ant o el a, o use o f os se es t raia di s fr aça ada, o q ue mec h am o ua a t en sao pata e sta e mage madeira, f oio f ac to de em dia se guido te r vi s to uma mai mage mna t v do pai de lu ana, com uma ra pr da riga q ue ia as eu l ado, pro ova ave le mn te a irma de lu ana, q ue s ó se vi am os cab elo sp o is estv a for ad e cam poe em cu j os cara co is s en tio me s mo pe rf um e, dep oo is no fi made ria de se mana se gui n te de n vo vi de c os t as na rua o pai e o fi l ho do t al g rupo nu mer roso q ue tinha ca estado no fi madeira de se mana ante r iro e q ue me ac roda ra ab r u pt am que mente, o p ass e do avia o, f ac ile mn te dec tata ado, t am b em teve a s ua q u ot ad e par tic cp ac sao, uma pol i ca efe cie en te m j á os tinha ap anha ado, efe cie net en cão co rr u p t a q ue a cobre est es bandidos todos, fi l h os da puta, ard e ino in fe r no q ue mer e dc e is

e vem estes filhos da puta nas letras de hoje falar de que acordar alguém abruptamente pode lhe fazer perder a memória , a tentar assim escamotear masi uma vez as culpas no cartório e nas de quem as cobrem, filhos da puta terroristas, que sabeis muito bem as desgraças que andeis a fazer, como o perfume, um perfume forte que sobressaia na leitura em diagonal de uma coluna do joel, bandido mor, aparentemente sobre futebol, a dizer em seu ar de mandão dos assassinos, como um capo, para que desta vez ninguém falasse, devem estar portanto a preparara masi uma desgraça, filhos da puta, cobardes, porque não respondeis a nada do que vos inquiro em forma frontal, só assinam cada vez masi as vossas culpas, lambedores de cu por via das namorados, ao socrates e ao ps na estranha aliança entre ps e psd, todos cabrões , o caralho que vos foda!

eve em est es fi l h os da puta nas letras de h oje fala r de q ue ac o r d ar al gume ab rup tam nete p ode l he f az e r per de ram emo ria , a t en t ra ass em esca m o te ar ma si uma ave z as cu l pas no car to rio e na sd e q eu ema s co br rem, fi l h os da puta te rr o r ista s, q eu s ab e is mui to b ema s d e s g r aças q ue ande ia a f az e rc omo o perfume, um pe rf u me f orte q ue s ob ra ss aia na lei ruta em dia g on al de uma co luna do joel, ban dido mor, s ob re f u te bola di ze rem s eu ar de man d º ao do s as sas sin os, com o do primeiro capo, para q ue de sta ave z nin g eu em f ala ass e, de eve me st ra porta ant o a pr epa r ar am asi primeira d e sg r aça, fi l h soda puta, co bar d es, por q ue n cão r es ponde is ana dado q ue v os in q eu rio em forma fr on t al, s ó as sin am c ada ave z ma si as vo s sas cu l p as, lam bid o r es de cu por v ia das namora do as, ao socrates e ao ps na es t r anha al ina aça en t r e ps e ps dt todos c ab ro es , do circulo do caralho q ue vaso do os das fodas!

Mais um cio do ps, era linha constante no espirito nesse dias, filhos da puta, com a outra puta, mao na mao a figurar a cona das grandes penetrações com ar de pata, vao todos para o caralho, que o merecem

Mais um cio do ps, e ra da linha do constante, constâncio, no es pie r to ness e dias, fi l h os da puta, com a outra puta, mao na mao a figu r ar ac on ad a sg rand es p ene t rações com ar de pata, vao todos do para do circulo do cara de alho, q ue o mer e cem

Como a imagem da contra capa, dos vestido de madona, a mostra num deles em primeiro plano um dado com cinco, como a tentar estabelecer a ponte das leitoras nos pratos ingles, a eq, inglesa cabala, e estas ligações, se as tem, que as façam em modo claro seus cabrões de cios , o que querem arder desta vez, que pais! Quem vos paga ou pagou, seus filhos da puta bandidos!

Com o a ema mage made ria da contra capa, dos v es tid do de madona, a m os t ra n um del es em prime iro p l ano um dado com c inc o, com o a t en t ra e stab e le cera ponte das lei tir as nos pr to sin gato do primeiro espanhol, a eq, inglesa ca da bala, e e sta s li g a ç o es, sea s te maior do, que as f aça am em modo c l aro se us c ab ro es de cios , o q ue q eu rem ard e r de sta ave z, q ue pa is! Q eu em v os paga o up a g o u, se us fi l h os da puta bandidos!


raul numa imagem mundi, da asa no tejadilho de um rapaz cujo tipo era figurado a seu lado, uma imagem de um espelho da televisão num canto assim me rezou, uam eventual relaçao, a fan da vesica verde do ra da espanhola piram d ep do vaso arte do angulo do canto da fla cruz da tv do plasma, assim dizia a rba da fraga , fonte dos trovantes, seguimento as letras sobre a imagem de cuba, ultima

ra ul nu ma ina ge maior dom un di, da asa no te j ad u l ho de um ra p az cu jo t ip oe ra figu ra do as eu l ado, uma mai mage made ria de um es pe l h o da tele isa on primeiro canto ass em mer e zoo vaso da uam eve en tua al da relaçao, a fan da ave sica verde do ra da es ap pn h o a pira am d ep do vaso arte do angulo dc ant o da fla cruz da tv do p l asma, ass em di z ia a rba da fr a g a , fonte dos t rova ant es, se gui men to as letras s ob rea ema mage made ria de cuba, u l t i m a

sobre o irao e a marca que os bandidos daqui lá me fizeram à muitos anos atras, oremos em outra altura, pra que se saiba, sempre tive o komeni, em conta de um bom homem, só uma besta cega, nao saberia ver o seu bom coraçao no seu doce sorriso, seus filhos da puta que contribuíram para a sua morte, ele será um dos tres missings fathers, assim me desvelou o coraçao em dia recente, e me acusaram a mim de o ter levado para o ceu mais cedo do que o seu tempo, morram cabrões, cobardes!!!!

S ob reo irao e am arca q ue os bandidos da ki primeiro dupla a ps soto oto lo serpente e me fi ze ram à mui to san os at ra s, o remo se emo u t ra al tura, pr a q ue se sa iba, se mp r e t iv e o k om eni, em conta de um b om h om em, s ó uma be sta c ega, n cao s abe ria ave ero do ro s eu b om cora sao no s eu do ce sorriso, se us fi l h os da puta q ue c on t rib u iram para as ua m orte, el e se rá um do s t r es miss sin g s f at her sas si em me d es velo lou o cora sao em dia rec en te, e me ac usa sara ram am a mim de o te r l eva do para o c eu mais cee dodo q ue o s eu te mp o, mor ram c ab ro es, c on a s argento br ad es!!!!
Curioso sincronismo , certamente provocado pelos espiões que trazem aceso a minha cas, até deixam as penas que trago no peixinho a entrada em forma diferente do que como estavam antes de alguém lhes tocar, certamente que é resposta a um escutado no espirito que ouvira, que me dissera, que agora a eles só faltava mesmo reunir as provas, que belo, pensava eu que as provas é que conduziam as incriminações, pois hoje de manha cedinho ao descer a comprar cigarretes, vi o rapazinho da pt zon, com cara de caso na capa de um jornal, e um pormenor me chamou a atenção, pois ao que parece trás ele em sua fronte uma lua em quarto, para cima voltada, nada masi vi, pois o resto da imagem a conheço eu , porque aqui se manifestou na cozinha,

Cu rio s o sin c ron is mo , ce rta mm te ep pro ovo cado p elo s es pi o es q ue t ra ze em ac ess a min h a c as, a té de ix am as p en as q ue t rago no peixinho a en t r ada em forma di f rn net en te do q ue com o estav maior ant es de al gume l he s toca ar, ce rta mn te q ue é rata da es posta a um es cut ado no es pie to q ue o u v iraque me di ss e ra, q ue agora a el es s ó f al t av me s mor eu ina as pr ova s, q ue b elo, pen s ava eu q ue as p o r v as é q ue condo z ima as inc rimi ina ac ç o es, p o is h oje de manha ce din h a o a ode sc e ra co mp r ar cigar rt es, vi o ra p az in h o da pt zon, com cara de caso na capa de primeiro jornal, e um por m en o r mec h amo u a t en sao, p o isa o q ue pa rc e t rá s el e em s ua fr on te uma lua em quarto, para c ima vo l td ana da ma si vi, p o is o r es to da e mage ema ac c one he ç o eu , por q ue aqui se m ani f es to un a co sin h a

Ouvira eu pelo espirito depois de falar da imagem do delta da cobra que me parecia ser relativa a china, que alguém , uma ela, fora apanhada pela mobília, ou seja, deduzi eu pelo escutado, que alguém traria em sua casa então, um móvel, mesinha tipo de apoio de sala idêntica a dos pratos ingleses que masi parece ser um pallete de pintor,

O u v ira eu p elo es pi rito d ep o is de f al ar da ema mage mad e ria rid do delta da cobra q ue me par e cia ser r e la t iva a china, q ue al g eu em , uma ela, for a pan h ada p el lam am o bil ia, o use seja, ded u z e eu p elo es cut ado, q ue al g eu em t ra ria em s ua c asa en tao, um m ove l, me is n h a t ip ode ap oio de sala id en tica a dos pr taso ingleses q ue masi pa rece ser um pa ll e te de pi n tot,

Pois a imagem se complementara aqui cas em masi duas,

P o isa ema mage m se co mp l e men t ra aqui cas em ma si du as,

Vista de cima a bancada da cozinha, me mostra o bico de fogão eléctrico tipo laboratório químico, um copo esmaltado que eu trouxe de cabo verde, quando a monica me ensinou a tomar banho com pouco agua, sal de mesa, um prato branco, que fora o segundo deste dois a ser lá poisado com um bife idêntico a outro poisado no primeiro parto, a seu lado direito , ao fundo , ap e ur de la salade s au té espanhola, óleo de fritar numa caçarola, cujo cabo preto aponta óleo 3 as do circulo do cadinho azul do alho da tampa de parta da pimenta

Vi sta dec ima a ban ca dada do x co sin h am me mos t ra o bico de f o g a o el e t rico t ip o la bora tor rio quim mico, primeiro cop o es mal t ado q ue eu t ro ux e de c abo verde, q ua ando am oni ca me en sin o ua tomar ban h o c om p o u co agua, s al de mesa, um p rato br anco, q ue for a o se gun do de st e do isa ser l á p o isa sado com um bife in den tico a o u t ro p o isa sado no prime iro p art o, as eu l ado di rito , ao f un do , ap e ur de la sala de s au té espanhola, o leo de fr rita ar numa caca rola, cu jo ca bo pr teo ap da ponta o leo 3 as do circulo do ca din h o az u l do alho da tam pad e p a r t a da pi men t a

Ora o primeiro prato, branco, está poisado em meia tábua de madeira que é assim como a quilha de um veleiro visto de lado, e tem um colher de pau que está nele poisada, a colher de um anzol da meia lua branca, que reflecte com precisão dentro dela uma outra, na mesma posição e no mesmo quarto da que está na testa do rapaz da pt zon na foto do jornal de hoje de manha, a de dentro é uma lua vermelha, ou seja, estando uma lua dentro de uma outra e sendo a de dento vermelha, estamos a falar de um bebe , ou de um a gravides, ou de uma historia de aborto, curiosamente, falara eu de novo nessas mentiras que por aí passaram a este propósito em dia recente,

O ra o prime iro p rato, br anco, e stá p o isa sado em mei t abu a de mna de iraque é ass em c omo primeira da qui da ilha de um veleiro vi s to del, sin os ado, e te m um col her de p au q ue e stá nel e posi ad a, ac o l her de um az o l da mei al ua br anca, que r efe lete com pr e c is º sao d en tor del a uma outra, na me s ma p o is sao e no me s mo q ua rt o da q ue e stá na te sta do ra p az da pt zon na f oto do jo rn al de h oje de manha, a de d en t ro é uma l ua verme l h a, o use se js, es t ando primeira lua d en t rode uma outra e s en do ad e dente o verme l h a, es tam ms a fla ra de primeiro bebe , o u de um a g rav id dea, o u de uma hi s tor ia de ab o rt o, cu rio sam qie que mente, fala ra eu de n ovo ne s met ira s q ue por aí p ass sara aram a este pro pr os to em dia rec en te,

Ao aldo, ao lado , o primeiro prato poisado, um prato tipo de sobremesa da loiça inglesa onde um outro bife, deixou tambem uma marca de lua vermelha, em quarto decrescente, que apanha em sua forma os seguintes objectos, o candeeiro de horus, de pernas para o ar, a colher e a faca de queijo, e o sofá dos dados de cinco, e no meio, a mesa tipo pallete do pintor,, que aqui em meu desenho é como um principe e um anzol, ou sej do anzol do principe ou a um principe posto

Ao aldo, aol ado , o prime iro p rato p o isa sado, um p rato t ip ode s ob rem mesa da loi ç a inglesa onde um outro bife, de ix o u t am b em uma ma rca de l ua vermelha, em q a ur to dec r es cente, q ue ap anha em s ua forma os se gui n t es ob ject os, o can di e iro de hor us, de pe rna s para o ar, a col her e a f aca de qui jo, e o s o fa dd os dados de c inc oe en no do mei o, a mesa t ip o pa ll e te do pin tot,, q ue aqui em me u de sn e ho é com o um p rin c ipe e um e zo l, o use sej do an zo l do p rin cipe ou a um p rin cipe p os to

É este o seguimento da imagem da lua que apareceu em branco desenhada na visao da cadeira da ostra da primavera, relacionada com o angulo de rodes, e a cara do dr kincaid, com manto de leopardo ou assim, em cima, feito um animal

É este o se gui m n en to da ema mage madeira da l ua q ue ap a rec eu em br anco de s en h ada na visao da cade ira da ostra da prima vera, r e la cio n ada com o ang u l ode r h ode s, e a cara do dr kin ca id, com do manto de leo pardo, it, o u ass em, e m c ima, f e i to um ani nin la