quarta-feira, março 18, 2009

Recordei agora que a rapariga da tal produção publicitária que cristina colou no tal álbum de escrita enformadora que fez com fotos minhas e comuns em principio de noventa, e que salvo erro é uma das finais se não mesmo a ultima num dos alguns, e que é arquétipo da reina, é na realidade uma modelo grega, de spot internacional que a mac can fez de shampos, ou algo assim

Rec o r de e agora q ue a ra pa riga da t al por du são da pub li citá ria q ue c r us t ina c olo un o t al al bum de es c rita en for mad o ra q ue fez com f oto s min h as e com un s em p rin cip io de no do ove da en venda, e q ue s al vo e rr a o é ima das fina si se n cão me s mo a u l t ima nu made ria az dos al gun seque, ca non, é arquete ip o da reina, é na r e la id ad e uma mode do elo da grega, de s p ot inter na cio n al q ue a mac can fez de s h am p os, o ual goa ss em




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sétima e ultima parte do fio referente a médée

sé t ima e u l t ima p arte do fi o ref ren te a mé d é e

as duas sementes que vem do ceu na aparência são engendradas então por um trio, jason , Médée e creuse, de um triângulo entre estes tres personagens, elas parecem então ter sido no ceu geradas, se ve as sementes em posição de espelho em cima da tampa do caixão da pedra cubica, ou seja a morte de um, terá permitido aos tres o geração das sementes, segundo o mito, será então a morte do rei

as u da s sementes q ue eve em do c u n a ap ar e cc ia são en g en dr ada s en tao por um t rio, j ano , méd é e e c reuse, de um t rina gula entre estes te r s pere son agnes e lea ap rc cem en tao st re s id on o c eu ger ada s, se eve ass sémen da net es em p o siç
ao de es pe l jo em c ima da t am pad o caixa o d pedra c un bica, o use seja a m orte de um, te ra per mi tid o ao s t r es o ge raçao das semem net es, se gun do o mito, se rá en tao am orte do rei



Médée, septieme part, ressoa-me ao sétima parte assim se ter escrito em septicemia, a infecção genital, a caixa de medicamentos encontrada à porta da mia, como dizendo ser ela então a personificação da Médée, hoje olhando a face do fresco, a calçada, a teresa, me subiu a memória, uma imagem de um tempo em que ela assim trazia o cabelo, por outro lado , os traços de medeia, evocam tambem os da monica lapa

Médée, s e pt tie em me p art, r esso a do traço inglesa me ao set ima, es t ima, sé t ima, es t iam, semita, se it a, p arte ass em se t r e es c rito em s e pt ti ce mia, a ing f e cç sao geni t al, primeira da caixa de me di cam en to s en cn tt r ada à p orta da mia, co mo di z en do ser ele en tao a p ero s n i fi caçao da méd é e, h oje o l h ando a face do fr es coa calçada, a teresa, me s ub i ua me mor ia, uma mai mage madeira de um te mp oe em q ue el a ass em t ra z ia o cab elo, por outro do rol ado , os t r aço sd e mede a, evo cam t am b em os dam oni nica lapa

Ainda esta madrugada o oráculo, me disse, a mia mente

A inda e sta madruga dao o rá culo, me di s sea mia mente

O nome que aparece no oráculo, é nana, que na lenda frigia é filha de atís, a filha do rei sangário, qu e o recolheu no seu seio o fruto mágico que a tonou fecunda, agdistis e atis, mia , nana, ou a nana, mama

O n om me q ue ap a rece no o ra culo, é nana, q u en a l en d a fr i gi a é fi l h a de a tí s, a fi l h ad o rei san g á rio, q ue o rec o l h eu no s eu se u oo fr u to má gi coq ue primeira ton o u fe c un da, a g di s ti ise a t is,

Ontem pela tarde o símbolo expresso no figurino da creuse, estava espelhado no ceu, ali por bandas do palácio da cultura, como o figurino de um toiro,

On te m pe l a t arde o s im b olo expresso no figu rino da c reuse, e stva es pe l h ado no c eu, al ip por bandas do pal cio da cu l tura, com oo figu rino de um toi to,

Médée , se desmultiplica em meu pensar, vou-lhe vendo os traços do rosto e múltiplas mulheres, como poderia não o ser, se como arquétipo ele esta sempre reflectido em todas, se os dilemas e caracter e forma de crescer de algumas assim não fosse, oscilando entre a repugnância pelo actos, à semelhança de cleopatra e a atracção pela firmeza da mao ao matar seus filhos, que eleva estes seres a personagens que se elevam e se mantém no imaginário comum, um mulher de hoje que faz um aborto, o faz em certa forma , um mesmo, e nas vezes a motivação, pode ser a equivalente a antiga médée, uma só forma de matar o amor do home que amava, de repente estou na cancio, e de sua imagem aflita em dia recente, aqui comentada, numa foto de jornal, saindo em defesa do primeiro ministro seu namorado, assim dizem, e uma reacção dela no fragil uma noite mil anos atrás, onde lhe vi faceta de caracter, capaz de estremo desprezo e violência, mais pequena era ou seria do que hoje é, e qual o sentido de seu crescer, esse me escapa na impossibilidade de uma análise ao perto

Méd é e , se d e mul t ip l ca em me u p en sar, vi u do y traço ingles l he v en do os t r aços do rosto e um it p l as mul h r es, com o p ode ria n cão o ser, se com o arque t ip o e lee sta se mp r e r efe l ct ido em todas, se os di l ema se cara c te r e forma de c r es ser de al gum as ass em n cão f os se, os cila lan ando en t rea r ep u gn a i coa p elo ac to sa se m le h ança de cleo pt ra e a at raçao pe l a fi r me zad a mao a o mater se us fi l h os, q ue el eva est es ser es a persona ge ns q ue se el eva vam e se man te m no imaginário com um, um mul her de h o je q ue f az um ab o r to, o f az em ce rta forma , um em ms oe nas v e ze s am ot iva sao, p ode ser a qui l valente a ant i g a méd é e, uma s ó forma de mata aro ro amo rato do home q ue am ava, de r e pen net e es toi un a can cio, e de s ua e mage m a for mula one it a em dia rec en te, a qui com en t ada, nu am f oto de jornal, as a id dn do em d efesa do prim ero min si t ro s eu namora ado, ass em di ze me um ar rea sao dela no do fragil uma no it e am ila no s at rá s, onda l he vi f cat e sa de cara c te r, ca z p az de es t r emo de sp r e zo e viol en cia, mais pe q eu na e ra o u se ria do que h oje é, e q u la o s en t id ode se u ce sc r, ess e me es capa na i mp o sibil bil id dade de uma anl ise ao per t to

Pouco mais dela sei em seu mover, via-a sobretudo quando a inda lia o jornal dos bandidos vergados que actuam em bando onde ela escreve, bom pensamento, na maior parte das vezes acutilante, e inteligente no abordar das questões, bem medida na masi das vezes, e uma projecção no texto subliminar, uma capacidade que a rapariga portanto em si trará, olho de memória a foto da coluna, e a vejo com cinto largo e grande fivela em seu ventre, braços abertos em triângulos apostos, com as maos disfarçadas no bolsos, se fossem nas ancas, seria posição de peixeira ou de peixeirada, seu olhar, meio tímido, meio curioso como quem olhando debaixo, que de alguma forma seduz, isso me recordo dela ao vivo, em seu mover, uma energia sedutora por ser bela, e muito senhora de seu nariz, não bate bem aquele seu ar, pois não trás necessidade dele, a sedução, vem nela

P o u co mais del ase e em se um ver, v ia do traço da primeira inglesa s ob rey tudo q ua ando a inda lia do circulo do jornal dos bandidos vergados q ue ac t uam em bando onda el a es c r eve, b om pen sam en to, n a maio rp arte das vezes ac cu til na te, e intel i g en t eno ab o rda r d as q eu s toes es, b em me dida na ma sida s v e ze se uma por je c sao no do texto s ub li mina ar, uma cap cidade q ue a ra pa riga porta anto em si t r a rá, olho de meo ria primeira f oto da coluna, e ave jo com cin ct o l argo e g rande fivela em s eu v en t re, nr aço s ab r to s em t rina gulas ap os to s, com as maos di s f ar ç a da sn o sb o l s os, se f os se mnas ancas, se ria posi sic cortes º sao de peixeira ou de peixe irada, s eu olhar, mei o tim id o, mei o cu rio sc omo q eu mol h ando de b a ix ode al g uam forma sed u z, iss o me record o de la ao vivo, em s eu mo ove rum ane don nene da energia, gato do ia da sed vaso da tora por ser b dele, e mui to s en hor ad es eu nariz n cão bate b em aquele s eu ar, p o is n cão t ra s ne c ess id ad e de lee, a sed u sao, vaso em ne la

Por outro lado, um facto, a ser real, muito real, no caso de essa tal relaçao com o socrates o ser, o facto de que o ps está altamente envolvido no combate que me fazem, no roubo de meu filho e de meus direitos e que o filho da puta do socrates, está obviamente nisto tudo envolvido e nisto tudo trás tambem interesses, vários, até me vampirizar em termos de ideia que usa para as suas desgovernaçoes, e promoções e inflatuaçoes de egos e coisas assim mesquinhas ao nível da mesquinhez de bandidos filhos da puta que permitem o roubo de filhos a pais, e se portam com foras da lei na não condução dos assuntos comuns, nem no respeito do direitos particulares, e por isto tudo ser negramente real, a menina ao estar com ele, e sendo o que é e escrevendo onde escreve, é certamente tambem correia de transmissão e de criação destes cios dos filhos da puta do ps, ladroes de crianças donde puta , é, e das grasnes será, como puta é o cabrão do socrates



Por outro lado, um facto, a ser real, muito real, no caso de essa tal relaçao com o socrates o ser, o facto de que o ps está altamente envolvido no combate que me fazem, no roubo de meu filho e de meus direitos e que o filho da puta do socrates, está obviamente nisto tudo envolvido e nisto tudo trás tambem interesses, vários, até me vampirizar em termos de ideia que usa para as suas desgovernaçoes, e promoções e inflatuaçoes de egos e coisas assim mesquinhas ao nível da mesquinhez de bandidos filhos da puta que permitem o roubo de filhos a pais, e se portam com fora da lei na não condução dos assuntos comuns, nem no respeito do direitos particulares, e por isto tudo ser negramente real, a menina ao estar com ele, e sendo o que é e escrevendo onde escreve, é certamente tambem correia de transmissão e de criação destes cios dos filhos da puta do ps, ladroes de crianças, donde puta , é, e das grandes será como puta é o cabrão do socrates

Por o u t ro l ado, um f ac to, ase rato do real, mui to real, no caso de ess a t al da relaçao com do soc r e te s os ser, ero f ac to de q ue o ps e stá al tam n te en vol v id o no com bate q ue me f az em, no ro ub ode me u fi l h oe de me us di rei to ze q ue o fi l k h o da pi u t ad o soc rea t es, e stá ob via mn te ni s to tudo en vol v id oe ni s to tudo t rá s t am b em inter ess es, v a á rio sat té me van pi riza rem t r emo sd e id e ia q ue usa para as s ua sd es g ove rna ç o e s, e pro omo ç lo es e in fla tua ç o es de e gose co isas as si m e ms q eu in h as ao ni v el da me s quin he z de bandidos filhos da p u rta q ue per mit emo ro ub ode fi k l h os a pa ise se porta am com b for a da lei na n cão com du sao dos as sun t os com un s, ne mno r ep ps e i t o do di rei to s p art tic ual r es a, e por is to tudo ser ne g ram que mente real, a m en ina ao est ra com e l ee s en do o q ue é e es c rf eve en do onda es c r eve, é ce rta mn te t am b em correia de t ra s miss sao e de c ria ç º sao de st es cio sd os fi l h os da puta do ps, l ad ro es de c r ian ç as, don de puta , é, e da sg ra s ne ss se do rá com do circulo da puta é, circulo da lua dec r es c en te do abrao do soc rat es


Médée, e caracterizada, por ser uma mulher, de paixão , de orgulho e ciúme e mesmo brutalidade em seu caracter,

Méd é e, e car cat zad a, por ser uma mul j her, de paixão , de ero ro do g u l ho e cio me e me ms o br u tali dade em s eu ca rc cater, coraçao ca teresa do rat

Se ele me rouba os seus coraçao, assim está no texto, o plural, se a princesa nele reina, esforços maiores farão ver, quem é médée e qual é o seu poder, assim diz o recitativo de charpentier, ao introduzir a sua heroina, pois na realidade, a sua ternura é masi dirigida a ela do que a cruese, que se revela personagem bem masi secundaria no drama

See kapa em me ro ub a os se us co raçao, ass em me do stá no do texto, o pl ura al se ap inc es a ne le da reina, es for ç os maio r es f arao ove rato, q eu mé méd é e e q ua l é o s eu p ode ra ass em di zo rec i tat ivo dec h ar pen tir, ao in t rod u z ira s ua he roi ina, p o is na real id ad e, as ua te rn ur a é ma si de i rig id a a el a do que a c rue se, q ue se r eve la persona ge m b em ma si sec un da rio no dr ama



Notas soltas, nem por isso, assim tanto, que me saltam aos olhos dos textos do programas,

Not as sol t as, ne mp o raro do iss do c irc y k o ass em t anto que me sal tam a os olhos dos te x to sd o por g rm as,

Antes da tragédia um ritual celebra grandeza do rei, a vitoria e a gloria e bellone descem ao mundo dos mortais para assistir a comemoração

Ant es da cruz rege dia primeiro ritual cele br a g rande z ad do rei, a v it or ia e a g lo ria e ne ll one de sc em ao mun ds os mortais para assi tir a com emo raçao

Médée, filha do rei do colchide, traiu o pai e matou o irmão por amor a jason, que veio a estas regiões barbaras, em busca do tosão de ouro, que com a ajuda de seus poderes mágicos, lhe permitiu enfrentar vitoriosamente todas as provas, depois regressado a o pais e apesar de suas proezas, , jason não consegue ascender ao trono, Médée, vinga-o fazendo morrer Pélie, o usurpador

Méd é e, filha do rei id o co l ch i de, t rai u o pa i e mato u o iram o por z am o ra j a son, q ue veio a e sta s regi o es bar a baras, em b us cado to sao de o ur roque com da primeira da ajuda de se us p ode r es magi cos, l he per miri u en fr en a t r vitor rio sam que mente todas as por v as, d ep o is r e grés sado a o pa ise a p see r d e s ua s por e z as, , jason n cão c on segue as c x en de ra o t ron neo, méd é e, vin g a do traço ingles do ç es do fazendo mor r e rp é lie, o urso do pad da dor


Médé e, jason, e os dois filhos de ambos, escapando à cólera do filho de Pélie, caste , encontraram refugio em Corinto, em cas do rei creon, mas acaste ameaça creon de entrar em guerra se este não entregar os fugitivos, oronte rei de argos vai em socorro de créom e oferece-lhe apoio dos seus exércitos, na esperança de deposar a filha daquele, creuse,

Méd é e, j a son, e os do is fi l h o s de am bo s, ess capa ando a cole ra do fi l h ode P é a lie do caste , en c on t r aram r e f u gi oe mc o rin to, em cas do rei c reo eon, masa caste am eça c reo n de en t ra rem guerra se est en cão en t r ega garos f u gi t iv os, o ron te rei de argos v a i em soco rr o de c réo me o fer rece do traço ingles l he ap oio do s se us e xe rec it os, na es pera ança de d ep o sar a fila hd q eu l e, c r e use,

Mas jason apaixonado por creuse, a quem igualmente soube agradar, convenceu creon a preferi-lo como genro, desprezando a fé que jurara, agora que seus filhos encontraram refugio em Corinto e que a princesa lhe foi prometida, está pronto a deixar que Médée enfrente sozinha um novo exílio, creon comunica Médée que foi banida do seu reino, o povo segundo ele, teme que ela tenha trazido consigo a desgraça

Ma sj ao sm ap o ix on ad por c reuse, aqui do q eu m ig ual que mente s o ub e a g radar, c on v en c eu c reo a pre efe r i do traço ingles do primeiro do circulo com o gen ro, de pr es z ando a f é q ue ju ra r ar a do agora q ue se us fi l h os en c on t r aram r e f u gi oe mc o rin to e q ue a pi n c es al he f o ip por met ida, es tap pr on to a de ix ar q ue méd é e en fr en te s oz in h a um n ovo e x i lio, c reo n com única méd é q ue f o iba do ban nid ad o s eu rei on o, o p ovo se gun do el e, te mec ue el a t en h a t ra z ido c on sig o a de sg r aça

Médée suspeita da infidelidade de jason e avisa oronte da traição de que este pode ser vitima , tentando em vao reconquistar aquele que ama e cuja traição nao pode aceitar, finalmente compreende a situação , creon só está a espera da sua partida para celebrar as bodas de jason e creuse, decide então vingar-se

Méd é es us o pei da cruz ad primeira em f e dili dade de j as serpente do om e ave isa co circulo do ron da te da t rai sao de que este da p da ode ser vi tim a , t en cruz ando em vao rec em quadrado do vaso da is star aquele quadrado da ue ama e cu do j a t rai sao noa da p ode ac e it ra, fina primeiro que mente co mp rende a si tua sao , circulo do reo ns ó e stá a espanhola pera da serpente da ua p art ida para cele br ar as bodas de j as one circulo da reuse, dec id e en tao vin gato da ar do traço da inglesa se

Feiticeira, dirige-se aos poderes infernais e prepara um veneno mortal em que embebe uma túnica que era testemunho da sua ascendência solar e que creuse ousara cobiçar-lhe, os fantasmas que ela invoca fazem fugir os guardas de creon , que mergulha na loucura, creuse atreve-se a proclamar a sua revolta e o seu ódio, a túnica magica faz actuar o veneno e a princesa morre entre sofrimentos atrozes

Fei ti ce ira, dr i g ire do traço da inglesa sea os p ode r es in fe rna si e pr p ra um v ene no mor t al em q ue me bebe uma t uni ca q ue e ra t es te m un ho da s ua as c en den cia solar e q ue c reuse o usa sara co bi ç ar do traço ingles dol he, os fan sta s masque el a in vo ca f az em f u gi ros guardas de c reo eon , q ue mer c u l h ana lou cura, c reuse at reve do traço da inglesa sea da ap do p roc lam ar as ua r evo l ta e o s eu o dia o, a t uni cama magica f az ac tua aro v ene en no e a p rin ce sa mor r e en t re s o fr rim en to sat ro ze serpente

A cólera de Médée não se acalmou , “ e que o crime nos separe, tal como o crime nos uniu”, decide sacrificar os filhos – essas testemunhas do seu amor por jason, e que este ainda ama mesmo depois de ter deixado de a amar –ao prazer de ver sofrer o infiel, em quem ve o responsável de todos os seus males e que agora abandona ao desespero

Ac aco do le, ole ra de méd é en cão s e a c al mo vaso do 2 esquerda quadrado da ue do circulo do rime no ss ep ar eta primeiro do cm oo circulo do rime no serpente da un ni vaso da spa serpente sd dec id e serpente do ac rifi car os fi primeiro do homem di os do traço ingles da espanholas sas t es te m una h s do s eu amo rp por do j a son, e q ue e sta a inda am a me s mode da ep do circulo do is det te rato de ix ado dea am mar do vi da gula do traço ingles ao pr az e rato de eve eros do circulo do fr reo em fi el, em quadrado dao vaso, em vaso e o rato espanhol da pons ave primeiro de todos os se us mal espanholes e quadrado do eu do agora do ab ban dona da primeira ode serpente espanhola p do ero


Esta é a historia que o fresco e a racha nos conta, ou melhor que eu vos contei em texto anterior

E sta é a hi s tor ia q ue fr sc oe arch ano s conta, o um mel hor q ue eu v os conte e em texto ante e circulo do rato





Outras correspondências e declinações parecem emergir de outros pedaços do catálogo,

O u t ra s co rr es ponde dec cia se d e c lina ç o es par cem e mer gi rato de outros peda aços do cat primeiro do gato do falo cravado na terra em circulo duplo

paul agnew, o jason da representação no dia primeiro de maio, declina no texto anterior em paulo portas, ou seja um cabrão ou cabra a ele ligado, a mais cobra, do cordeiro ingles, o cordeiro de Deus, primeiro de maio declina em inatel, rectângulo do zorro da fnac, fn ac

p aul a gn e w, o jason da r e pr es en taçao no dia prime iro de maio, dec l ina no do texto ante rio rem dop au l o portas, o use seja um c abrao a ele li gado, primeira mais cobra, doc circulo do rato de iro ingles, o cordeiro de Deus, prime iro de maio dec l ina em ina tel, rec tan gula do zoo roda da fnac, fn ac

créon, interpretado pelo Bernardo dele tres e o jacques de bona, do grupo inatel, tambem da av de bona,

c r é on, ine rt r e pert ado p elo be rna do del , sin os e t r es e o j a q eu es de bona, do g rup do circulo do inatel, t am b em da av de bona,

oronte por jean marc salzmann e olivier –lallouete

o ron da te por le je an ma rc s al z man ne olivier do traço ingles la ll o ue te, do traço ingles do helicóptero, he li co acento da pt ero

ne rine por no émi rim e , c leone, isa be ll e des roc her se arc h as por fr anc o is ba zola,


re rine do por noe da emi rim e do c l one le one l da isa be ll e des roc her se do sea arc do homem as do por fr anc co is da b az uk a do ba do zola, o do ifp

médée. Lorraine hunt e francoise smellaz


méd é e. Lete sd e c on t ac to do círculo onze do circulo da r rai ine do hunt, do caçador, e fr anc o ise sm me ll az, todos da pa da gina da terceira, caçador nesta história com relaçao ao cds pp, houve um aqui mencionado através de uma gravura de caça aos patos, o do queijo limiano

méd é e. Lc círculo onze do circulo da r rai ine do hunt, do caçador, e fr anc o ise sm me ll az, todos da pa da gina da terceira, caça dor nest sta hi s to ira com da relaçao ao cd serpente do pp, h o uve um au ki da au di, men cio n ado at rav es de uma g rav ur ad e caça aos patos, o doc do vaso do ki jo li mia mi ano

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