domingo, abril 26, 2009

Vês amadinha, tinha razão

As pombinhas chegam aos pombinhos

E beijam-nos de lingua, assim fazem a escolha

Quer dizer, é de bico, mas é como se fosse de lingua

Depois o pombinho fica casado com a pombinha

E lhe faz uma demorada corte

Que se os irmãos sabem bem do amor,

Tambem gostam dos prazeres prévios

O pombinho pena e pena, dança, canta, e encanta a pombinha

Depois se via finalmente o pombinho em cima da pombinha

Mas não mostravam mais

Tambem se queres que te diga nem sei assim distinguir um pombinho de uma pombinha, acho que nunca os vi assim tao ao perto e demorado, pareces quase tu, que não te vejo ainda no pombal,

Vou começar a arrulhar para ti,

Depois é tipo produção de borrachos em serie, pois acasalam muitas vezes e sabes o que é curioso, ambos os alimentam

Quando começam a namorar com o beijo de boca, que a pombinha dá ao pombinho, namoram para sempre, vês como te dizia, assim é a inteligência do amor



Vaso ê es ami j a ad dinha, tinha ra z o a as pombinhas che g am aos p om bin homem do os E bei j am do traço ingles no serpente del, sin os primeiro em bg, ba ck ground, ua, ss em di ze maior quadrado da ue f az ema espanhol do co primeiro homem aqui da eu do rato da di do ze red e bico, mas é com circulo da se f os sed del, si os em gi ad ep o is o p om bin h o fi caca do sado com da primeira pombinha E l he f az uma demo ra ada circulo do corte, quadrado da ue se os sir mao ss ab em segundo em do am mor, T am b em g os tam do serpente dos Prazeres pr é vaso io serpente, O p om bin hp pena e ep en primeira da dança, can t a, e en can t a ap om bi mn home da primeira, D ep o is se via fina al le lem n te o p om bin h o em c ima da p om bi n h a serpente mas n cão mos t rav am maís, Tam b em sec ca non eu rato es q ue te di g ane m sei as si m di s t i b u i rum pombinho de primeira pombinha, ac h o que n unc a os vi as si m tao ao pet o e demo mora do, par ee q ua ase t u ,v o u com aça r a ar ru l homem da ar p az ra ti, das ti, d ep o is é t ip o por duc sao de borrachos e se rie, p o is ac asa sala lam am mui t as vezes e s ab es o q ue é cu rio osso, ambos os al imen t ram q ua ando com e ç ma ano mao ra com circulo do bei j ode boca, q ue a p om bin h a d á ao p om bin h o, namora ram para se mp r e eve es com o te di z ia, as si mé a intel i g en cia do amo mor

No entretanto as putas já cá entraram outra vez, ve lá que até deixaram um pedacinho de coco de pomba no meu leito, deve ter a ver com o cio assente no belo programa, sobre pombinhas, frise-se, que o pombo encontra sempre a sua namorada pelo cheiro, uma das teorias, como maior adeptos nas matérias columbofilias, versus o mapeamento magnético da terra como nos tubarões, e ainda, pelo relógio biológico deles próprios, que as pulseira que nas vezes lhes põem nas patinhas, se bem que sempre delicados, não trazem ponteiros


No en t r eta anto as das putas, j á ca ap soto lo serpente en t rato aram o u t ra ave zorro vaso el á que a té de ix aram um peda ç in h ode coco de p om b ano me u lei to, d eve t rea ave rc om circulo do cio as s en te no b elo pro g rama, s ob re p ob in h as, frise, do traço da inglesa sé, sec, ca non, ue doc circulo do p om bo en c on t ra se mp rea s ua na mora da p elo che iro, uma das teo ria sc omo maio r ad dp pt os nas mat e ria s co l um bo f ila s, v es us do circulo do ma ap pem to ma gn ne ti cd o da terra, com on os t ub barões, e a inda, p elo r el o g io bi o l g iv co del es por rp roi s, q ue as p u l s eu ra q ue nas v e ze l he s poe mna s patinhas, se b em q ue se mp red e li cado sn cão t ra ze mp maior do ponte iros


Pois é ali pelas bandas da tentadora, onde os andares são vendidos pela pem, diz assim entra e deita-te na neve, ou algo assim, devem querer insinuar, alva e coca, e do outro lado, as bestinha dos anúncios, do frize, dizem, porque queres casar comigo, não vivemos já juntos, ou algo assim

P o is é al ip pe l as bandas da tentadora, onda os dos andares da são v en dido s pela pem, di z as si m en t ra e de it a do traço da inglesa te na ane neve, o u al goa ss em, d eve em q eu r e r in sin ur a, alva e coca, e do outro l ado, às da bestinha serpente dos e na un dos cios, do frize, di ze maior do por q ue q eu r es ca sar co mig on cão v iv emo sj á j un t os, o u al goa ss e m

Ah minha amada, tanto os cios, tantos chamam pelo amor como se fosses tu, que eu nas vezes nem sei mesmo se existes ora de mim, mas sei de ti a vires me visitar feita passarinha ou pombinha, e me pergunto, mas não terás tu um copo assim feito humano como o meu, para que a gente se possa dar um abracinho, e beijinhos mil e sorrir um para o outro,


A h min h a am ad a, t ant os o cios, t ant os c ham am p elo am mor com o se f os s es t u, q ue eu na s v e ze s ne m se i m es mo se e xis t es o ra de mim, mas se id e ti a v ire es me v is tar f e i t a ap ps sarin h a o u p om bin h a, e me per gun to, mas n cão te rá s t u um cop o as si m f e i t o h um ano com o om eu, pr a q ue a g en te se pod da d ar uma ab r c in h o, e bei j h b h os e sor r i rum para do circulo do outro,

Se em meus braços fizesses o teu e nosso ninho, cada vez que te olhava via que eras tu, e tudo seria mais simples, acho eu e acha o meu coraçao,

Se em me us br aços f iss es e s o te ue no ss o nin h o, c ad ave zorro q ue te o l h ava via q ue e ra s t ue tudo se ria mais si mp l es, ac h oe ue acha om eu cora sao,

Já sei o que vou ser quando for grande, se é que alguma vez se é grande, fico assim tipo uma borboleta e vivo poisado na deusa pequena que trazes em ti, ali fico enebriado em teus perfumes e me alimento de teu mel, às vezes baterei as asas para te fazer cociginhas que eu sei que gostas, outras voo até ao meio de teu peito e ali fico a ouvir o teu coraçao bater, outras ainda, poisarei nos bicos de teus seios e com as asas festas lhes farei

J á se io q ue vaso evo o u se ser q eu en do for g rande se é q ue al gum ave zorro da se é, g rande m fi co as si m t ip o uma bo rb o l eta e do vivo, p o isa sado na de uza pequena q ue t ra ze s em ti, e al i fuci ene br iad o em te us per rf um es e me al im en to de te u mel, as v e ze s bate rei as asas pr a te fa az e r coc i gin h as q ue eu se i q ue g ota s, o u t ra s v oo a té ao me io de te u pei to e al i fi coa o u vaso do iro teu coraçao bat e reo de outra s a ina, p oi isa rei no s bicos de e t us se io se c om as asas fe es ra s l he es g f a rei


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