sexta-feira, agosto 14, 2009

Ah senhora, são as dez, agora, quando acabava de escrever a primeira parte do texto que hoje já publiquei, o calor do dia é já elevado, as gaivotas me chamaram ao nascer do dia e me disseram par de novo ir ver o cais, e assim fiz,

A h s en hor a, são as dezembro do agora, qua ando aca ab ava de es c r eve vera ra prime ira p arte do t e x to q ue h oje j á pub lic eu o, o c al or do dia é já el eva dao, as gai v ota s me c ham aram ao na sc ser do dia e me di ss e r z m par de n vaso do circulo e rato da eve vaso do ero do circulo do cais, e as si maior fi zorro

Saindo a porta , as pombas me mostraram a direcção a seguir, subi então a rua, e reparei que continua ali parado um carro de matriculo alema ao lado de dois escritos na parede, uma eu remete para italia, um grafite que creio, como te contei ter sido feito por jovens italianos a seguir a abruzzo, e um outro, patinhas, que quer dizer, dinheiro, homem com dinheiro, e mais ou menos onde encontrei tambem o pequenino gato, que me veio morrer nos braços

Sa inda primeira da porta , as das pombas me mos t ra aram a di rec sao a se gui rato, s ub bi en tao ar ua, e rep ar rei q ue conti nu a al ip ar ad o um carro de mat ricula al ema aol ado de do is es c rito s na parede, uma eu reme te para italia, um g raf ii ti q ue c rei do io, com o te conte it e rato s id o feito por j ove en s it al ian os a se gui ira ab ru uzzo, e um outro, pa das tinhas, q ue q eu rato di ze rato , di ne homem r i, h ome com din he rio, e maís o um en os onda en c on t rei tam am tambem , o pequenino gato, q ue me da eve do veio mor rato e rn os br aços

Vou pensando e me lembrando de uma ponte que se estabeleceu recentemente por um fio de uma imagem de que te falo num dos ultimo vídeo, uma da produção profissional, a do baloiço, com pelo de cordeirinho no assento e heras nas cordas, sobre chao maçónico, na casa estúdio do alvim ou algo assim, e me recordo de como aquele baloiço, no pormenor das heras, ressoa em semelhante no do primeiro episódio do lusitanea expresso, e de repente, me lembro do link, que me tinha aparecido e que estranhamente logo desaparecera, o da hera numa das colunas da cas branca onde a senhora que agora se foi, brincara com seu irmão, filhos do presidente, e que um dia aqui te abordei em pormenor num conjunto de outras sobre a morte matada dele

V o u p en sand o e me lem br ab bdo de uma pi u t ra ap on te q ue se es stab e le c eu rec en te mn te por um fi ode uma mai mage made ria de q ue te falo nu made ria dos ul tim no v id é circulo, uma da pro duc sao pro fi s sio n al, a do bal al loi co, co om p elo de c o r de i rinho no as s en t oe das heras nas cordas, s ob rec h a o ma c oni cona c asa est u di do io do al vim, imo ual goa ss si meme record ode com o a q ue le bal oiço, no por men o rato das heras, r esso a em semem l h ante no do prim mr ro e psi do io do lu s it ane a expresso, e de re pen te, me lem br o do l in k, q ue me tinha ap rec id o e q ue est ra anha ham am que mente logo de spa red e ra, o da hera nu mad as das colunas da cas branca onda da primeira s en hora q ue agora se f oi, br rin cara com s eu i r mao, fil h os do pr es sin dente e q ue um dia a qui te ab o r de ie em por me not nu primeiro c on j un t ode de outras s ob rea am m orte mata d a d e l e

Vou pensando nisto e reparo ainda que as heras, estão tambem figuradas no quadro do sir richmond blake que está em indianapolis museu do circulo elevado un der s core do forte da art e me lembro do estranho passe recente com duas belas raparigas fulvas, que podem ser ou não mascara e símbolos de outras, e que podem ter sido posta ao cominho por mao terceira até com malévolas intenções, e me recordo que a primeira vestida de branco e me vou questionado em meu interior qual simboliza este quadro e qual simboliza a flaming june

V o u p en sand o ni ts e r ep aro a inda q ue as heras, est o a tam am tambem figu r ad as no qua d rodo sir ric h mond b l a k e q ue e stá em in diana ap polis do museu do circulo elevado un der s core do f orte da art e me lem bor do est rn h o p asse rec en te com du as das belas raparigas fulvas, q ue pode em s ero u n cão mas ca s ra e si m b olo s d e de outras, e q ue pode em teresa s id o posta a o co minho por mao t rc eira a té com m al leo ovo olas, hondas em sin em ten ç o es, e me record o q ue a primeira v es t id a de branco e me v o u q u es ti on ad o em me u inte r iro q aul s im b o l iza este qua d ro e q ual s im b o l iza a fla emi ming j un e

Curioso porque em suas semelhanças e dissemelhança delas como se misturam, pois se a primeira que me fizeram cruzar na infante santo, vestida de branco, me aprece à primeira vista mais a flaming june, que sonha dormindo sobre o mar, o seu tipo, ou melhor a breve impressão que me deixou em seu rápido passar, remete mais para a do quadrado do sir richmond blake, e se a segunda que vinha no meio e a frente de duas, com que me cruzei no jardim, é em tipo mais parecida em primeira vista, até pela cor de cabelo, com a deste quadrado, seu perfume de alma, mais remete à flaming june, dela guardo o perfume de uma deusa jovem e altiva, as imagens parecem assim estar trocadas, como se fosse de propósito neste múltiplos véus dos cantos das sereias, ou de quem assim o organiza

C ur io s por q ue em s u as se ml h ança se de semem l h n ç as el as com o se mis tura ram am, p o is sea da primeira q ue me fi ze ram c ru z ar na infante santo, v es t id a de branco, me ap rece à prime ira vaso ista ma isa fla am ming june, q ue s on h a dor m indo s ob re o mar, o s eu t ip o, ou ml e h ot a br eve i m press sao q ue me de ix o u em s eu ra pido p ass ar, reme te maís para ad do circulo do quadrado do sir rec h omo mond do g rito do b l a k e, e sea da primeira da segunda q ue da vinha no me io e a fr en te d e du as, com q ue mec ru ze ino j ardim, é em t ip o maís par e cida em prime ira v ista, a té p el a cor de cab elo, com ad de neste quadrado, s eu perfume de alma, maís reme te à fla am ming june, de l a g ua r do o perfume de uma deusa j ove me al t iva, as ima ge sn pa rece em as si m es t ra t roca da s, com o se fosse de pro posi to nest e mul tp lo s v e us dos can to sd as se reia s, o u de que em as si mo o r gan niza, ps, iza

É me evidente que netas ultimas imagens anda por aqui tambem um perfume a averiguações da morte da muito amada de muitos, grande mae da dança contemporânea, a pina baush

É me e vi id dente en te q ue net s u l t ima s ima ge ns anda por a qui t am tam bem um per rf um me a ave rig ua ç o es dam am orte da mu it o am ad a de mui t os, g rande mae da dança c on te mp o ra en a, a p ina b au sh

Olho o carro alemão, e nele vejo no retrovisor, uma bela borboleta e uma lua azul com filamentos doirados e esverdeados, como lápis lazuli, umas conchas, ao lado da manete das mudanças, que me remete para as imagens que o bandidinho do rui horta mostrava em dia recente que por sua vez me remetem para a rapariga do jardim, as peças são de uma beleza, discreta

Olho do circulo do carro alemão, e n el e vejo no r e t r ov is o rum a b el a bo rb o l eta e uma lua azul com fi ila men t os do irado se es verde ad os, como l ap is l az u li, uma s c on cha sao l ad o dama nete das mu da danças, q ue me reme te para as si mage ns q ue o ban d id din h o do rui horta mos t rav a em dia rec en te q ue por s ua ave z me reme te maior do para da primeira rapariga do jardim às das peças são de uma do beleza, d i s creta

Circulo do quadrado do terceiro do vinte e oito do circulo do segundo do auto sueco de uma pequena estrela que tem uma sombra projectado vinda dele, e, onze, com uma chaveta que em desenho liga estas duas linhas desta frase, ao ver agora o rabisco, que se desvela neste símbolo, me emerge na memória uma foto que ficou na altura em que a vi numa noticia do yhaoo, a reverbar em mim, um pormenor

Circulo do qa u d r ado do t rc e iro do vinte e oito do circulo do segundo do a tot sueco de uma pe q u en a est r e la q ue te maior uma s om br a pro ject ad o v inda del e, e, onze, com uma ca he v t a q ue em d es en h o liga e sta s du as das linhas de sta fr ase, a ove rato do agora do circulo do onze , rato ab isco, q ue se d es vela net s im b olo, me e mer g ue na me mor ia uma f oto q ue fic o un a al tura em q ue a vi nu ma not i cia do y a h oo, a r eve r b ar em mim, pro um por m en do circulo do rato

Era uma aparente noticia de como poupar nos impostas e contas desta natureza, e se via um senhor alto e forte e careca, que estava ao pé de uma secretaria com um computador e umas imagens na parede, de fotos do que parecia ser um filho, ao lado de uma arvore com neve, e a arvore desenhava um risco de aparente sombra nela, mas era uma sombra esquisita se a fosse, pois o tamanho do pormenor não o deixava bem esclarecer, o pormenor que fizera a ligação, foram na realidade dois, o tipo do senhor, que me remeteu de imediato para o senhor que adaptou o tal menino da cas pia que vivia no prédio de meus avos, na actor joao rosa, do qual cintei em dia recente, o episódio relativo à marca na coluna da bang e olusfen, e um outro, bem mais explicito, pois estava ele apoiado numa cadeira de madeira que é idêntica a uma da minha infância, da min há secretaria de infância, e o perfume que dali se elevou, naquele momento em sue todo, fora um dizer, que o senhor, que seria então, o daqui, fora obrigado a faze-lo, ou seja a indução do filho, fora feita por ele e lhe fora aparentemente imposta por terceiros, sem mais especificar, surgiu esta noticia a seguir a ter falado deste mesmo episódio

E ra uma ap a ren te not ti cia de c omo p o u o ar no si mp post as e contas de sta na ture za, e se via um s en hor al t o e f orte e car eca, q ue est ava a o p é de uma secreta serpente ria com um co mp ut a d o r e uma s ima ge ns na parede, de f oto s do q ue par e cia ser um fil h o, aol ado de uma rav o rc om n eve, e a ra v o re d es en h ava um r isco de ap ar en te s om br a ne la, mase ra uma s om br a es q u isi sita se a f os se, p o is o tam am anho do por men o rn cão o de ix ava b em es clare c ero por m en o r q ue fi ze ra a liga sao, foram, pt na re la id ad e do is, o i tp o do s en horque me reme te u de imediato para do circulo do s en horque ad a pt o u o t al me nino da cas pia q ue v iv ia no pr e di io de me us av os, na ac tor joao da rosa, do q ua l c in te ie em dia rec en te, o e pi s o di o r e la t ivo à m arca na co l un a da ban ge o l us f en, e um outro, b em maís, e x p li c it o, p o is es tva el e ap o ia ad o numa cade ria de made iraque é id en tica a uma da min h a in fan cia, da min h á secreta ria de in fan cia, e circulo do perfume, s us da kin, cc, q ue dali se el evo u, na q u el e mo mn to em s ue todo, for a um di ze r, q ue o s en horque se ria en tao, o d a qui, for a ob rig ad o a f az e do traço ingles lo, o vaso use seja da primeira indução do filho, for a feita por tele e l he for a ap ar en te mn te i mp posta por te rc e iro s rose, ps, se em maís es pe cu fi r, s ur gi u e sta mno it i cia a se g y ira te rf al ado d este me sm o e p is o di do io

E no carro assim masi li, vaso da primeira de setenta e um, sessenta e quarto, cinquenta e nove , oitenta e cinco, sa do ab, ou seja, sete primeiro de sessenta e quatro, estrela do nono, em oitenta e cinco, ou ainda, noventa e oito, estrela, da estrela em noventa e oito, cento e noventa estrela, ou seja taxi, com uma caixa do velo da cidade f ap patinhas, do financeiro, vela bek ae rt

E no carro as si m ma si li, vv as o da prime ira de setenta e um, se s senta e qua o t rato, cine q eu en t a e en ove , o it en t a e c inc o, sa do ab, ou seja, sete prime iro de se ss en t a e qua t ro, est rea l do nono, em oitenta e cinco, o ua inda, no ove da en venta e o it o, estrela, da estrela em noventa e oito, cento e no v en te estrela, o vaso use seja t ax i, com uma caixa do ove do velo da cidade f ap patinhas, do fina e ce do iro, vela be kapa a e reel time



Do primeiro do circulo da hi do sete, sete, setenta e set , duplo deus, carrinha de toldo azul, onde uma massa amarelada, como espuma expandida vertera sobre um reflector rectângulo amarelo em posição lateral da carroçaria

Do prime iro rodo do circulo da hi do sete, sete, setenta e set , duplo deus, car da rinha de t o l do az u p rie miro, onda uma massa am mar el ad a, com o es puma e x pan dida verte ra s ob re um ref le c tor rec tan gula am mar elo em posi sic cortez alo la te ra l da car roça ria

Vaso da serpente sines, real de cascais o macaco rosa, rosa, ps, à volta da manete de mudanças, a ruiva de cascais., que me lembrou ao momento a lucia moniz, go web, duplo sete terceiro quadrado apcer inet circulo segundo c it ro en, s argento, que ressoava agora ao vê-lo na mesma referencia apcer i net, que aparecera em texto recente

Vaso da serpente sines, rea l de ca sc a is o macaco ro ds a, rosa, ps, à v o l t ad dam man nete de mu danças, a rui iva de ca sc as sic ue me l em br o ua o mo mn to a lu cia moniz, g o web, d up lo sete t rec e iro quadrado apcer ine net circulo segundo c it ro en, s ar e g en t o, q ue r ess o ava agora o ave do traço ingles kapa do espanhol do prime rio do circulo de dez, na me sm a refer en cia apcer ine net, q ue ap ar e ra em te x to rec en te

Mais abaixo, em frente a uma das casas ali da rua de acolhimento, e que faz comida para fora, duas peças grandes de lego, amarelas no chao e o que sugeria em sua forma esmagada, um outro ovo, maior do que aquele que estava na casa das vieirinhas em dia anterior,

Mais ab a ix o, em fr en te a uma das ca sas al id da primeira da rua de aco l hi dd do himem men t oe q ue f az com id a para for a, du as das p eça sg ra sn d es del ego, am mar el as no cha oe o q ue s eu ger ia em s ua forma es maga ad a, um outro ovo, maio do circulo do rato do que a q u el e q ue es tva na c asa quadrado da serpentes dos vasos do ie das rinhas em dia ante iro rato, ps




Descendo a rua por detrás da casa em construção onde em dia anterior aparecera a neve, reparei que ela está completamente forrada, a esferovite, provavelmente como isolante antes da cobertura, parecia assim uma cas de chantily ou do cha do chao do tily, um grafito na parede dizia, neve matias, como a indicar que a neve fora obra do matias, ou que tinha nevado em matias, casa de matias

D es c en do a rua por det ra s da casa em co sn t u sao onda em dia ante iro rato ap ar e cera da primeira neve da eve, r ep ar ei q ue el a e t s á co mp l eta tam am que mente, men te, for r ad a, a es f ero vi rte, pro da ova da ave l mente com o is sol na te ant es da co be r tura, par e cia as si maior uma cas de c h em til delta o u do cha doca h o do til do delta, um g raf fi ti na parede di z ia, neve mat ia s, com o a indica car q ue primeira ane da neve for a ob ra do mat ia s, o u q ue tinha ane v ad o em mat ia s, c asa de ema mat das tias ti ia serpentes

Na rua da pampulha em direcção ao jardim do mna, reparei que no local onde as andorinhas muito chilrearam desenhando uma cobra no ar, em dia anterior , um prédio dos mais alto, assim em tons castanhos, numero de polícia vinte e tais, estava de porta aberta, como exalando que era ali o local da dita cobra, uma cobra de um cateto de medico, assim dois objectos dispostos no chao por ali o complementava

Na rua da p am pulha em di reç sao a do circulo do jardim do mna, r ep par ei q ue en no l ocal onda ás das andor das rinhas mu it o ck h ur e aram d es en h a dn o uma cobra no ar, em dia ante iro , um pr e di do s maís al t o, as si me em to ns castanho ás, nu mer do ero de pol i ca vinte e tais, br, e ts v ad e porta ab berta e rta, co moe x al anda q ue e ra a li o l ocal da dita cobra, uma cobra de um cat e t ode medico, ass im do is ob ject s d ip soto s no cha o por al io co mp lem en t ava

Talvez então uma das cobras relacionadas com o cio das ambulância, que recentemente recordara, no seguimento do caso do santa maria

T ak vaso e z en tao uma das cobras re la ac cio n ad a s c om o cio das am bul lan cia, q ue rec en t en te rec o rda fr prime ria do ano se gui men t o da doca da sao do s anta da maria

Chegando ao jardim, olhei de nov a tasca de esquina , vi que se tratava então, o assunto de que falamos da cruz no caminho da índias, ou do oriente, assim tambem pela memória se juntavam os fios, que aqui dei conta em outras antigas visões ali naquele lugar, e de um passe com umas calças que alguém ali deixara, e que agora os dedos ao isto escrever de novo me lembraram, ou seja que deve estar relacionado com alguma da luz que dessa vez aqui se desvelou

Chega gan anda a do circulo do jardim, o l he id en ov a t ass cade da es q u ina , vic q ue se t rata ava en tao, o as sun t ode q ue f al lam amo sd da p rie emi mira da cruz no ca min h io da índias, o u do oriente, as si m t am tambem p el am lam emo mor ria da ase da se j un t ava vam da am os dos fios, q ue a qui de i conta em outras ant ti gás vi s o es al ina q u ele lu gare de um p ass e com umas c al ç as q ue al g eu mali de ix xara, e q ue agora os dos dedos ao is t o es c r eve rato de n ovo, me lem br aram, o vaso use seja q ue d eve est ra re la cio n ad o com al gum ad a l uz q ue de ss a ave z a qui ise se d es velo lou

Continua....

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