quarta-feira, janeiro 21, 2009


serao os coraçoes gelados?
ou
estarao
gelados
Como
Um
O
Teu
Pelo
Beijo
Sempre
O
Lamberei

Amada, como nas vezes, a gravides da alma se alonga, e então me disse ao bocadinho o espírito para fatiar, fatiar , o texto presume-se , e assim o vou fazer, publico a primeira parte de um conjunto de outros fios que irei publicar à medida em que so os concluir

Am ad ac omo na s v e ze sa g rav id es da alma se al ong a, e en tao me di s sea o bo cadinho o es pei tio para fat ia r, f a tia ar , o te x to pr es u me do traço da inglesa lea se, e ass imo ovo u f az e r, publico a prime ira pa rate de um c on j un to de o u t ro s fi os que u rei pub li car à me dida em q ue s o os c on c lui rato do aro


nao

sei

porquê

mas

as

arvores

o

jardim

sempre

a

Ti

me

lembra

Amavel

Casa

Depois de te escrever, bela rapariga italiano do encontro no jardim, me acrescentou o espirito seres tu do grupo da serpente da decada de oitenta, salvo erro de oitenta e tres, agora mesmo lendo os últimos texto publicados no blog, o meu isqueiro azul caiu chao e quando o olhei , vi meio palito como uma lança que aponta com rigor a patilha vermelha, o semi arco vermelho do home do homem negro com a caneta na mao, o bic, ou o bico do sin, antes a sobra de uma varte, que assim indica o palito, a lança da patilha do gás prata azul e amarelo, do home de cab eça do negrão, depois o rabo do meu burrinho de lã faz uma sombra assim como pelinhos ou labaredas, como um pedaço que ontem pela noite se manifestou no jardim, que parece estar por debaixo da sombra de uma cabeça de perfil de um homem, como a cabeça reflectida na imagem do cais de belém, agora os fios da chama , aqui , parecem feitos por um cd , songs form a room, o tubarão ao lado, e depois a sombra trás mais um alto, uma regua em forma de carril de um comboio, e depois ainda o circulo de prata com a chama amarela esvaziada e dobrada do cabo do interruptor que faz um laço nas ancas femininas do apoio da mesa, sendo que o laço, está no eixo exacto da bateria da canon sony que está o lado de uma pilha de cds onde por cima esta a foto de eu a dormir na cama com a gata preto e branca, uam foto que aqui no Livro da Vida publiquei, da vesica da serpente dos circulos que se interpenetram e assim a fazem, cujos pormenores, ainda não foram transcritos, mas que se relaciona tambem em alguma forma como a alimentação do portátil, recente referência, o portátil que esteve uma vez há muitas luas numa estranha loja que apareceu e desapareceu nas amoreiras, por causa de vírus, chamada pc clinic, tipo assim stand provisório de feira montada em frente ao pingo doce lá do sitio, sempre fiquei com uma suspeita em mim, que lá poderiam ter montado um chip, coisa que não sei se o fizeram ou não, um bocado como os pc que foram para as farp, que tinham como se sabe, uma espécie de gps lá dentro e assim permitiram a recuperação da ingrid, a vesica que resulta da interpenetração de dois circulos do home do papilon da organização mao negra, hoje sugerida de novo por uma imagem de obama, e cujas penas da serpente eta, fizeram sombra no leito onde estou dormindo agarradinho, como é sempre bom de dormir, com a gatinha preto e branco, assim a sombra da clepsidra solar me o diz, circulo da lea do ps, a hidra, ou seja, a sombra feita pelo hidra das tres ou sete cabeças, luva negra que tambem remete para o letria, para jornal vinte e quatro horas, sua imagem de marca

D ep o is de te es c r eve r, b e la ra pa rig ado do encontro no jardim, me ac r es c en to u o es pi rito ser es t vaso do dog rup o da serpente da decada de oitenta, serpente do alvo e rato rode da ode de oitenta e tres, Agora me s mo l en do os u l t imo s te x to pub li cado s no b l o g, om eu is q ue iro az u l ca e u ac g h a oe q u ando o l he i r , vim mei o pal it o com da primeira lança q ue pao n t ac om r igor p ria do mira da p da ilha ave r l h a, o s emi rc o verme l h o do home do h me negro com da primeira centa na mao, circulo do bic, o u o bico da sin, ant es a s ob ra de primeira do vaso da arte, q ue as si em id da dica do circulo do pe l at o, alan anca da pat da ilha do gás p rata az u l e am ar elo, do home de c ane ca do negrão, madeira ep o is o ra bo dom eu burrinho de la f az uma s om br a as si em c omo pe dos linhos o u l ab bar red as, com o um peda aço q ue on te mp e primeiro ano ite se m ani f st o un do no do jardim, q ue pa rc cee st ra por de ba ix o da s om br ad e uma ce b ca de per rf fi l de primeiro homem, feito por um cd , son g s form da primeira do ro do om, ot tuba rap ao l ado, e d ep o isa sn br a t ra s mais primeiro alto, primeira da regua em forma de carril, e d ep o isa inda o circulo de p rta com do ac do ham am ar e l a es vazia ada e dobrada do cabo do in te rr up oto q vaso do f az primeiro laço nas anas f ene m ninas do ap oio da mesa, , s en d q ue o l aço , est a ps ot lo serpente no e x ix o e x cat o da bate ria da canon s o ny q ue e stá o l ado de uma p ilha de cds onda por c ima e sta a f ot de eu a dor mir com a gt a preto e br anca, da ave sica da ser pen te do s cir c u l os q ue se in ter rp ene t ra sm e ass ima f az em, c u j os pro rome no r es, a inda n cão for am t ra sn cir to s, masque se r ala e cona t am b em e m al gum a forma com o a al i em n taçao do porta til, rec en te refer rn cia, s en do qu o o p ota til es tve uma ave z h á mui t as luas numa e ts r anha loja quadrado da ue ap ar rec do eu e de sapa arc eu nas amo reia s uma ave zorro do por ca serpente da ua de vi rus, circulo do ham da ada pc circulo do li ni ct ip circulo do as si em st and pro viso ria do defi, do bat man, e ra montada em fr en te ao pingo do cel acento À primeira do si tio, e se mp pr e fic quadrado do eu e com uma serpente do us pei t a em mim, quadrado da ue primeiro á p da ode rato iam te rato do montado do primeiro chi, ip circulo do co da isa quadrado da ue do en cão da se ise do circulo do fi ze ramo un cão, um bo circulo do adao circulo omo os pc quadrado da ue for am para as farp, quadrado da ue da tinha do ham com o se serpente espanhola do abe, uma espanhola do pe cie de gat do ps primeiro ad acento ingles cruz st ro e ass em per mit iram a rec vaso dp pera sao da ingrid, a ave sica quadrado da ue rato espanhol do sul cruz ad a inter p ene cruz da raçao de do is circulos do homem do ome do pap pi primeiro da onda o rato do g ani iza são da mao negra, homem do oje serpente do vaso do ger id ad en novo do circulo do rum a em ge madeira de ob ama, e circulo do vaso do j as das p en as da serpente eta, fi da iza aram serpente do om br ano mei do circulo da lei do to da onda do espanhol to vaso da dor maior indo primeira garra din homem do circulo, circulo omo é se mp r e b om dedo da dor mir, com da primeira gatinha preto e branco, as sima serpente do om br ad da primeira cle do ps psi hidra solar meo di zorro, circulo da lea do ps , primeira do hi da dr primeira, a teresa, circulo do use sej aa serpente do om br ra f e it tap elo hi dr ad as cruz rato espanhol do circulo do vaso do sete cab eça serpente do primeiro da uva negra quadrado da ue cruz da am b em mr ra e met e para do letria, para o vinte e quatro horas, serpente da ua e mage da madeira de ema rca

como

a

gota

em

ti

me

deito

como

veludo

a

tua

pele

olhando

as

aguas

te

busco

sem

buscar


Era manha cedo cedinho, a manha luminosa com um frio dia de verão, antes de começar a chuva que agora se mantém, publicara eu um do últimos textos pela hora do almoço e o ceu todo se abriu, eu pela rua caminhando, e gritando, filhos da puta, passem para cá meu filho, pedofilos , cabrões e coisas assim doces e delicadas, fiquei num instante como um pinto molhado, e recordei nas calças, como alguns primam em sua educação, os carros depressa passando pelas poças e respingando ainda mais quem vai a passar, nunca entendi, esta falta de atenção com o parceiro, como se alguns trouxessem um secreto gozo em assim o fazer

E ra da manha cedo ce dinho, primeira manha lu mino sa com de um f rio dia de eve e ra o, nat es de com eça r es ra da chuva q eu do agora se man te em, pub li cara eu um do u l t imo s te x t os pe l a hor ado al moço e o c eu todo se ab rio, eu pe l a ru caminha anda, e g rita anda, fi l h os da puta, p ass em para c á me u fi l h o, pedo fi l os , c ab ro es e co isas as si em do ce se de i l cia da s, fi q eu en um is na t n te com o do primeiro pinto mol h ado, e record e ina s c al ç as, com o al gun s pr imam em s ua edu caçao, os carros d ep press a pa asa sand o pe l as p oca se r es pe in gan do a inda mais q u em v a ia p ass ar, n unc a en t en di, e sta f al t ad e at a en sao com oo par ce iro, com o se al gus n t ro ux ess em um sec r e to g o zo em as simo f az e rato

Ali ao sol frio estava no balcão quando olhei em baixo a casa de goa, um senhor indiano vinha dela a sair, espantaram-se meus olhos, me disse, olha o coppola, mas não deveria ser, se bem que parecia, suas barbas com umas madeixas brancas, talvez a tez um pouco mais escura, com porventura uns traços mais orientais em sua face, contudo a parecença era enorme

Al ia o sol fr rio e stva ano ba cao q u ando o l he i em ba ix o a c asa de goa, um s en hor indiano vinha de lea a sa e r, es pan t aram traço da inglesa se meus olhos, me di s se, olha o cop pol am as n cão d eve ria ser se b em q ue par e cia, s u as do barbas com, uma s mad e ix as br ancas, t l ave z o a te z um p o u co mais es cura, com por v en tura um s t r aços mais oriente a sis em s ua face, contudo a par c en ç a e ra eno r me

O senhor fechava o portão da casa de goa que ainda dormia, o gato apareceu e de um pulo subiu para cima da pequena e bela fonte que ali está, depois desceu e se foi sentar numa das portas da casa onde lado a lado as gentes habitam, se deitou por um instante num tapete rectangular verde, com um desenho de uma vesica branca em seu interior ao lado de uma caixa de correio tipo francesa, daqueles que trás um corneta e tudo, esperaria certamente que sua dona lhe viesse dar os bons dias, assim ele faz quando vê a senhora, corre para ela a festeja-la de rabo empinado, buscando contente a festa, ou o quente calor do amor, como todos nos animais

Os serpente en hor rf e ch ava do circulo do porta do tao da ac da asa de gi o aqui da ue p rome mr primeiro inda dor mia, o gato ap ar e fc eu e de u em p u lo s ub i u para c ima da pe q u en a e be l a do fonte q ue al i e stá, d ep o is de sc eu e sef o i se en tar en uma das portas da c asa onda lado a l ado aa s g en te s h ab bit a am, se de it o u por um in s tan te n um tap pete rec tan gular verde, com do primeiro de s en ho de uma v e sica br anca em seu in te r iro ao l ado de uma ca ix a de co r rei o t ip o francesa, da q eu l es q ue t ra s um cor neta eta e tudo, es ap raia ce rta mente q ue s ua dona l he vi ess e da ro s bond dias, as si me le f az q u ando a s en h ro ave, co rr ep do para el aa f es tejo a do traço da inglesa l ad e ra ab em pina, dn, ado, b us can doc on ten te primeira fe sta, ouo quadrado do vaso do en tec al o rato do amo rc vaso do om o todos no serpentes anim primeira is


Tu

És

Uma

Estrela

Olho agora o desenho que fiz no meu caderno do símbolo da poste, e é ele bem distinto do que se apresenta desenhado, saiu assim como uma espécie de semi arco quase em forma de ovo de avestruz colocado ao contrário, que é atravessado em cima por um semi arco, como luas voltada para cimas mas que tem um delta no estremo da sua ponta a direita, ao lado da lua ainda cheia, já a esvaziar, apareceu um nuvem em linha que trazia a mesma posição do delta, primeiro por cima dela em ceu enovoado, e depois rapidamente foi subindo passando por cima dela, a extremidade da lua cuja linha desenhava o delta, apontava em baixo, um x no alto da igreja de alcantara, aquela redonda no cimo do monte onde estivera em dia recente e onde o espírito me desvelara uma leitura

Olho do agora do circulo do desenho q ue fi zorro do x no me u cade r no do s im b olo da post e, e é el e b em di s tinto do que se ap r es en ts de senha ado, sa eu ass em c omo uma es pe cie de s emi arco q eu se em forma de ovo de ave st ru zp zorro do vaso do olo, c olo cado ao c on t rá rio, q ue é at rave ss ad em c ima por um s emi arco, com o lua s vo l t ada para c ima sm as q ue te m um del ts ano t r emo da s ua ponta a di rie eta, ao l ad da lua a inda che ia, j á a es v a z ia r, ap ar e c eu um n uve m em lo na h q ue t ra z ia a me s ma posi sao do delta, prime iro por c ima da lu em c eu en ovo ado, e d ep o is ra pida que mente f o is ub in di ino p ass a ad dn no ao ar c ima del a, a e x t r mi dade da l ua c u j a linha de s en h ava o delta, ap on t ava em ba ix o, um x no al to da igreja de alcantara, aquela red don d ano c imo do monte onda est iv vera em dia re en te e onda o es pei r tome d es vela lara primeira lei tura


esta rapariga parecia pousar

com um ar assim meio chateado

quiça aborrecida

a

me

diser

vem

muito

me

beijar

pelo espirito as más linguas, evenenavam o ar

diziam assim num qualquer concurso de beleza certamente cega

nao pode trazer barriguinha

eu lhes digo a todos, burros


Li no redor, uk, x, vaso do x ce u da cruz, lentes de contacto p um, vermelho, gato seis LX, do set do circulo, do traço em oitenta e nove, alter tt, todo o terreno, do fi do cacem, de oitenta e seis da energia do trinta e tres, ou seja do medico, o da it, terceiro do sexto e quarenta e nove, ou do quadrado do nono, da am, uum turbo, dj do stand castro do ur dic, do alter quadrado do nono da manha, umm turbo, vermelho laranja

Paris , todas as guerras, é o pedaço do texto onde estas notas se organizaram,

Lino red o rato do uk, x, vaso do x ce u da cruz, lentes de contacto p um, vermelho, gato se is do LX, do set do circulo, do traço em oitenta e nove, alter tt, todo ot rato do reno, do fi do cacem, de oitenta e seis da energia do trinta e tres, ou seja do medico, o da it, tee ce iro do sex to de quarenta e nove, ou do quadrado do nono, da am, uum turbo, dj do sat muito da castro do ur da di cd o al t rec u dr ado do nono da manha, umm t u r b ove ave vermelho lara anja

Paris , todas as guerras, é o peda aço do t e x to onda e a sta s n ota serpente da se do circulo do rato da gata da ani xara am,


E continuava assim as notas da visao dessa manha, a antena tres me acompanhava no telefone, os xutos, com histórias do passado de crianças, de um rapaz que tinham conhecido salvo erro dos who, que uma vez ca estiver ae cujo nome fazia em português um trocadilho com cu, e que assim passaram a noite toda a rir, eu não me ria muito a ouvir aquela historia mas enfim sem fim, cada um trás a liberdade de se rir como quiser,

E cn ti nu ava ass sima serpente das notas da visao de s sa manha, a antena t rato espanhola da me ac o mp am n h ava no tel f one, ox dos xutos, com h si y toi iras do passado em dec ria sn ç as, de ua ra p az q ue tinha do ham c on he cid o s alvo e r ro do sw h o que uma ave z ca es t iv e ra e cu jo noe em f az ia em portu g u es um s en to de cu, e q ue ass em p ass sara ram a no i te toda ar e rato do eu n cão da me ria mui to a o u v ira q u lea h si tor ia mas en fi ms em fi mc ada um t ra asa liber dade de ser rato irc omo q u ise rato,

Teu

Coraçao

Um

Pássaro

Uma

Pomba

Eu

Em

Ti

Esvoaçar


as almas carinhosas dao milho às pombas no jardim


Duas pombas me mostraram num angulo em cima do muro da casa ao lado da de goa, caiu aqui, agora o sg cuja ponta apontou a cunha da alimentação ds sapatos do luka, a casa abandonada d veleiro da estrala judaica, assim falam os azulejos, bela casa , que é pecado estar assim abandonada à imagem de tantas outras pelas cidades e pelos campos deste país, duas pombas pelas duas horas, morteiros, setenta e oito, dj smart aa de oitenta e quatro, do traço de noventa seis , moda lisboa, referencia recente a historia das raparigas, rato do sexto angulo maior da rtm, galp, ou seja da energia desse rato, dei com um símbolo de um vartea verde no chao, ouvi uma forte pancada ao momento, do angulo do vaso do filme d, dinis, odivelas, skins buba, suspensórios e fisgas, senhor da guerra gritando ano anus, ouvi um tiro, chio, pp de terceiro traço, p do ano do traço do pod alemão, tornei a ver depois do prédio ao lado da cas judaica, o senhor tipo alemão de cabelo quase sem ele ao vento, a sair o prédio antes de ontem, ou por aí, ou seja parece ali morar, jamais, peseta terceira serpente ep da teresa caeiro,


Du as p om bas me mos t r aram num angulo em c ima dom ur o da c asa ao l ado a de goa, ca e ua ki, agora circulo do sg cu j a ponta ap on to u o ac unha da al i men taçao ds sa da sapa dos patos do l uk a, ac asa ab ban dona ada d v e lei iro da es t r ala j u d aica, ass em f ala lam am do os dos azulejos, mize, be l ac asa , q ue é p eca ado es x star ass em ab ban dona ada à e mage made ria tnt as o u t ras pe l as cidades e ep l os cam ps o de ste pa ís, du as das p om bas p el as du as hor as, mor te iro s, set en t a e o it o, d j sm art aa de oitenta e quatro, do traço de noventa seis , moda lisboa, refer en cia rec en te a hi s tor ia das ra pa rig gás, rato do se ix to angulo maior da rtm, c al p da galp, o use seja da ene r g ia de ss e rato, dei com um s im b olo de um v art e ave verde no chao, o u vi uma f orte pancada ao mo neto, do angulo do vaso do filme d, dinis, o di das velas, s kin águia ub a, s up pen s o rios e fi sg gás, s en hor da guerra g rita anda do ano anus, o u vi um t ur o, t iro, chi o, pp de t rec e iro traço, p do ano do traço do pod al ema o, tor ne ia ave r d ep o is do per di o ao l ado da cas ju d aica, o s en hor t ip o al ema ode ca belo q u ase s em el lea do vento, asa do iro pr e di o ant es de on te emo u p o rai, o use seja par ce al i mora r, jamais, pe s eta t rec e ira ser ep n te ep da teresa ca ee di iro,



A cruz que parecia no fim do traço da vesica deitada, refira-se então e tambem pela posição, com a história do ovo negro da motorolo, o ub sexto da tmn, assim me dizia uma rapariga que é vendedora da loja em frente a perfumaria onde esta à bela gisele, quando lhe perguntei, se não fazia foto de publicidade, pois reconhecera nela uma semelhança com a modelo desse anuncio,

Ac da cruz q ue par e cia no fi madeira o t r aço da ave isca de it ada, rf e ria do traço da inglesa se en tao e ta m b em pe l a posi sao, com a ho is tor ia do ovo negro da mao oto do rolo, o ub sex to da tmn, as si m me di z ia uma ra pa rig a q ue é eve dedo do ra da loja em fr en te a per rf um da maria onda ss t a bela gi sele, q u ando l he per gun te ise n cão f az ia f oto de pub l cia de, p o is rec on he cera ne l a uma semem l h ança com da prime rio modelo de s se ano da un cio,

Descia a calçada quando o passarinho poisou na grelha do asfalto, uma pomba me mostrou, o angulo, o s argento, a pomba do angulo no arco do lux, antes uns dias primeiro aparecera um envelope cartonado no jardim, masi ou menos em frente onde existe um buraco rectangular nas pedras do muro, passado uns dias, ali estava ele de novo no banco do jardim de pedra, com um dos frutos grandes como as tais bombas, da arvore da tal casa de turismo de habitação me benfica, que a senhora dizia que em pequeninos quando lá brincavam e aquilo caia, tinha que fugir, porque rachava até as cabeças, o que ve ser verdade pois sao grandes e pesados, depois ainda uma noite mais recente, ali ao chegar, quase juraria que te ouvira na rádio, fazia zap, e ouvi uma voz assim meio vindo de uma caverna, em francês, da qual só mesmo apanhei uma linha, tinha acabado de vos evocar pela palavra, e ali alguém na radio a parecia trazer , ou fazer , um cio consigo, dizia, assim qualquer cisa do genero, et alors quand tu viens me chercher, como um tom de voz que me parecia o seu, o tom, a emoção era contudo distinto, como se tivesse muito chateada, ou mesmo farta de estar à espera de alguém, até me arrepie, pois as paginas tantos ao tom, quase parecia dizer, estou presa, quando me vens libertar, ou liberta-me do teu amor, ou algo assim terceiro entre os dois, ali encontrei debaixo de uma bela e pequena arvore deo jardim, um papelinho com um nome escrito a lápis , tao apagada que nem se lia, num primeiro instante me pareceu que trazia alguma ligação como o que de si, nela anna mouglalis, acabara de a ouvir, ana rádio.

D es cia primeira da calçada, teresa, q u ando do p ass a rin hp o is o un primeira grelha do as f al cruz, uma pomba me mos t ro u, o angu l o, os argento, a p om ba ado angulo no arco do lux, ant es un s dias prime iro ap ar e cera um en v e lope car ton ado no do jardim, ma sio um en os em fr en te onda e xis te um b ur aco rec tan gular nas ped ra s dom ur o do passado un serpente do dias, al i e stav el e de n ovo no do banco do jardim, de ped ra, com prime rio do dos fr u to sg rand es com o as tais bombas, da ar vo red a t al c asa de turismo de a h bit aç são da me de benfica, q ue a s en hor a di iza q ue em pe q eu ni n soc ua anda l á bric na ava vam ae a q ui lo c aia, tinha q ue f u gi rp por q ue rea ch ava a té as cab eça soc ue vaso es e r vera de p o is s º ao g rand es e pesa do s, d ep o isa inda um no i te masi rec en te, al ia o che g ra, q u ase j ur aria q ue te o u v ira na r dido, f az ia do zap, herman , e o u vi uma da voz, rádio, ass em mei o v inde ode primeira caverna, em fr anc es, da q ual s ó me s mo a pan he e uma da linha da tinha ac ab ado de v os evo car, e ali al g u em na ra di o a par ceia t ra ze ero u f az e rum c ll o c on sig o, di z ia, ass em q ual q eu r c isa dog ene ro, e t al o r s q u and t u vie ns me ce rc cher, com o do primeiro do tom da rádio voz q ue me par e cia os eu, circulo do tom a emo são, e ra contudo di s tinto, com o se t iv ess e mui to ch at e a dao um es mo f art a de es t ra a es pera de al gume, a té me ar r ep da pie, p o isas pa gina s t ant os a circulo do tom, q u ase par ceia di ze r, es to u pr es a, q u ando me v en ns liber rta aro u li berta da rta do traço da inglesa me d ot eu amo ro u al goa ss em te rc e rio en t reo ss do is, al i en c on t rid e ba ix ode uma bela e pe q u en a ar vo red deo do jardim, um pap e linho com um no me es c rito a l ap is , tao ap a gado q ue nem se l ian um p rei me iro ins t ante me par e c eu q ue t ra z ia al gum a li g ac sao com oo q ue de si, nel a anna mo u gal lis, ac ab a ra de o u vi r ana rá di o.

Depois mais abaixo, merda no passeio ao lado de uma embalagem de perfume, rosa branco do mega fone que estava à janela em cima de um aquário numa estranha casa de gente que parece ali viver, que apanhará coisas da rua, e que tem nas vez um cartaz em francês que diz attention, danger, haute tension, ou quelque chose dans le gendre, do aquário da expo, ou das frequências do mar, assim parecia a musica cantar, vasco da gama torres, oitenta quatro, cinquenta e cinco pp, a dupla estrela do po das torres e dos cios que aqui relatei , o b sexto do olho, o back ground o duplo deus do br, pita, dos sapatos vermelhos, cristo deitado da ban ca o bordado do ponto em cruz, ou relacionado com o Teixeira, a raia do leonardo de capri, ck w te da vinte e o pneu o luis para ? quero ca voltar, o macaco da curva do judo, ao serviço do nero plástico, da ucal ca fe am lu , bronx? Pancada do excêntrico do café buondi

Dp o is maís ab a ix o, me rda no p ass seio ao l ado de uma em bala ge m de per rf u me, rosa br anco do mega f one q ue es tva a jane la em c ima de uma a q ua rio numa es t r anha c asa de gente q ue pa rece al iv ive r, q ue ap anha rá co isas da rua, e q ue t em nas v e z um cart z em fr anc es q ue di z at ten tio em dan ger, h au te t en sio emo u q eu l q uec h os e dan s l e g en dr e, da aqua rio da expo, o u da s fr e q u en cias do mar, ass em par e cia a mu sica can tar do vasco da gama t oo r es, oitenta quatro, c in q eu en t a e c inc o pp, a dupla estrela do po das torres e dos cios que aqui relatei , o b sex to do olho, o b ac k ground o duplo deus do br, p ota do pita, dos s ap atos vermelhos, c r is to de it ado da ban ca o bo rda dado do ponto em cruz, ou r e la cio em do c om do circulo do teixeira, ar aia do leonardo de capri, c kapa do w da te da vinte e o pn eu o luis para da foice q u ero ca vo l t ra, on a caco da c ur v ado judo, ao ser vi ç o dodo ne h ro p l as tico, da ucal ca fe am lu , br on kapa foice pancada do e x c en t rico do ca fé b u on di

duas

belas

e

grandes

girafas

acabaram

de

chegar

ao

jardim

que belas sao


Na capa do correio da manha, de novo o pai de maddie, aqui em portugal, dizendo que havia em seu entender, fortes probabilidades de sua filha estar viva, na foto da capa , assim li, um portão em grade que desenhava umas asas como uma gaivota , e uma ponte e uma onda, dois traços horizontais como carris, que terminavam em anzóis como arpoes de baleias, e depois , tres traços paralelos entre si que descem da esquerda alta pra a direita baixa e por baixo ainda um quadrado vermelho, me dou conta agora que é este pedaço desta imagem muito parecido em forma invertida , na vertical, da cauda do leme do aviao que amarrou no rio hudson, ondas gaivota pb do fone de noventa , ou circulo do ovo, nono de quadrado, ou seja parece ser esta imagem o ovo, assim se desvela agora pelo piano dos dedos,


Na capa do co r rei o dam ana, de n ovo o pai de mad di e, aqui em port u gal, di z en do q ue h avia em s eu en t en der, f orte es por rba bil iad es de s ua fi l h a e star vaso do iva, na f oto da capa , ass em li, um porta tao em g ra de q ue da senha ava uma s asas com o da primeira gai vaso da ota , e uma ponte e uma onda, do is t r aço s h orion tais com o car rr is, q ue te r mina ave em e man zo is com o arpo es de ba leia se d ep o is , t r es t ra sç os par e leo s em t r es si q ue de s cem da es q ue rda alta pr a ad di rei t ab aixa e por ba ix o a inda um quadrado vermelho, me do u conta sg Agora q ue é este peda aço de sta i mage m mui to par e cid o em forma in v e rita , na ave r t ical, da c auda dol e me do aviao q ue am ar ro un o rio h u ds son, ondas da gai ovo t ap do pb do f one de noventa , ou cir u l o do ovo, nono de quadrado, o use seja pa rece ser e sta e mage mo ovo, ass em se de s vela Agora p elo do piano do sd ed os,

No final da manha , no ceu era visível em riscos feitos pelas nuvens a bandeira inglesa

No fn al da manha , no c eu e ra v isi v el em mr rato do iscos feitos pe l as n uve sn a bandeira inglesa lea

Coisa estranha, mall, uma das palavras que aqui tem aparecido, dei com ela, hoje no cm, estranho percurso, sempre em linha mais ou menos direita e depois faz um angulo, recto, parece um angulo na subida da montanha, as estrelas azuis fazem lembrar tamya, a marca de modelos reduzidos de aviões, japao, pearl harbour, pe da rola do porto, como sendo um dos espaços do percurso da tomada de posse do obama, antes da noticia do frio como o principal possível inimigo, da tomada, pensava eu, nos aquecedores de gás que se usam nas esplanadas, como cogumelos, ou seja gás alucinogenico, ou outro gás, laranja, mostarda

Co isa es t r anha, m all, uma das pala v rea s q ue a qui te m ap arc id o, de e com el a, h oje no cm, es t r anho ep cu s ro, se mp re em inha maís o um en os di rei ta e d ep o is f az um a g u lo, rec to, par ce um angulo na s u bid a da montanha, as es r e l k as az u is f az em le br ar tam am y a, am arc ad e mode l os red u z id os de vi o es, j ap ao, pearl h ab o ur, pe da rola do porto, com o s en do um dos es paços do per c us or da tom ada de p os sed o ob ma, ant es da no ti cia do fi ro com oo p rin cip a l ps oo s iv el inimigo, da tom ad a, p en s ava eu, nos a q u ce dr es de gás q ue se usa sam am nas es pal n ad as, com o co gum el os, o use seja gás al u cio no g en cia oo u outro gás ,

atenção às condutas, se ali as houver, ou o que poderá servir de transporte de gás, tipo sarin ou semelhante, tipo termos, de bebidas quentes

at en sao às condo t as, se al ia s h o uve ero u o u q ep ode rá see r vi r de t ra ns porte de gás, t ip o sarin ou semem l h a te, t ip o te rm os, de be bid as q un eta s

hoje no café na sic, vi a rosa, há quantas luas não a via, estava de luto, seu coraçao tambem assim parecia, a noticia me chocou, a morte do joao aguardela, que era rapaz novo, nao escutei nem compreendi as razoes, parece que entrada ontem no hospital, hospital, apit, lembrei-me de ontem, o encontro o jardim da estrela deserto como bruno e sua família, apareceu-me agora noa, ontem a ouvi, numa triste canção ao aqui a porta chegar, hoje ao lado de um papel, com anotações de compras de casa, uma cinza al lado no tapete, a canção da noa, falava do falecimento do pai, da mae eu perdera a vontade de viver depois de ele se ir, de ela achar que havia demasiado coisas fracturadas no mundo, para serem compostas, o contrabaixo, tangia , se ouvindo as cordas e os dedos, meu coraçao se entranhava aquele frio doce, muito doce, em seu dentro, que estranho, o amor, pois aquela voz é doce de um doçura sem fim, talvez por essa mesma razão mais o contraste assim se faz, jao aguardela, deveria estar ligado doa grupo de cascais da reuniao,

h oje no ca fé na sic, via da rosa, h á q u antas lu as na do avia, e stva de l u to, s eu cora sao t am b em ass em par e cia, ano tic ia mec h o co ua morte d joao a guarde laque e ra rato da primeira da ap zorro do muitos ovo, noa es q cut e ine mc on co mp r e en di as ra zo es, par ce q ue en t rata on te mno h o pita l, h o spit al, apit, l em b rei do traço da inglesa me de on t emo en c o ny t ro do circulo do jardim da e ts real de se r to com o br un oe s ua f am milia, ap ar c eu do traço da inglesa me do agora da noa, on te ema o u vi, nu ma t r iste can ç º aa o aqui a porta che g ra, h oje ao l ado de um pep al, pepe com ano tacões de compras de c asa, uma cin z a al l ado no tap pete, a can sao da noa, f ala ava do f al e cimento do pai, da mae eu pee r de ra a von at td e de viver d ep o is de ele se ir, de el a acha r q ue h avia de ema si ado co isas fr rac tura ds n mundo, pa ar se rem co mp das postas, o c on t ra b ix o, tan gi ase o u v indo as co rda se os dedos, me u cora sao se en t rna h v a aqui d vaso do le fr rio do ce, mui to do ce, em s eu d en t roque es t r anho, o amo rp do pi p o is aquela da voz é do ce de um dc ur ase em se maior do fi maior, t alvez por ess a me sam ra z ao maís o c on t ra ns te ass em se f az, j ao a guarde la, d eve ria es tar li gado do a g rupo de cascais da reuniao,


recordo aguardela, da serie dos concertos em alvalade, do tempo dos sitiados, desci a rua com ele no pensar, olho este antigo caderno onde se encontram os sonhos premonitórios das quedas em noventa e seis, que usei em dia recente para tomar nos seus espaços outrora livres, notas, e onde escrevi um pedaço de uma das recentes cartas sobre a guerra de Israel e da palestina, e de repente folheando chego a contra capa, onde esta o símbolo do leao, e de repente vejo ele como o leao, pois me recordo dele com os cabelos loiros compridos nesse concerto, e assim leio entre os dois circulos paralelos, relativos a imagem na grecia, é c da cruz do ra do traço ingles forte ino do linho, primeiro da ne do ze do quin ze , o terceiro de noventa e cinco, a juba do leao em seu cimo , é parecida com a imagem que agora durante a escrita deste texto acabou aqui de se manifestar, feita pela sombra da cauda do burrinho de la que me acompanha mesmo antes de nascer e que ontem pela noite me aparecera tambem no jardim do império, linho, declina tambem em linho, o local de uma das prisões, ou seja parece dizer, a imagem em seu todo, que é do rabo ou da cauda do burro, o tal rá dos burros, ou seja americano que me levou a prisão, ou que fez o linho, ou seja que teceu no tear, o no do tear dos lençóis da cama, agora em texto anterior evocado, ou melhor escrevendo, desvelado, , dois seus fios , apontam o, a, de garcia, e o f, pareceu dizer, af, a partir do meu nome no bi, que se encontra por cima do cd do leonard cohen, e de um outro por baixo sem dc , hp quadrado do seth gb dv quadrado cruz rato, he we le tt p ac ard de mexico, sa de cv do monte dos morenos, dos elos maiores, do cardinal segundo em noventa e nove, cp quadrado da estrela do circulo de sessenta za po ran j pal raro forte circulo home pm de oitenta e sete , onze, ou primeiro do cento e um, a tres , alema, terceiro, n p circulo de oitenta e do nono A e x porta dor, he we le tt da p ck ard com p any terceiro do triplo circulo homem do ano ove rato , st rato ee t no do palo alto ca de noventa e quatro, o terceiro do circulo do quadrado, onze de oitenta e cinco, ee, uu, conte nid o primeira pie za fabri do cado, italo brasileiro, en taiwan, co do py em dois mil e um, hp, paço acto, ca de noventa e quatro terceiro do circulo do quadrados, ou do quadrado do circulo, ou seja , provavelmente o que vi nas imagens do congresso, do pp, do www do hp com do bar do ra gato circulo da stora do arquivo das imagens do bar do ra do dvd, euroimages?

Record o a guarde la, da se rie dos c on ce rt os em alva l a de, do te mp o dos siti ad os, de sci primeira rua com el en o pen sar, olho est e e ti g o cade r no onda da se en c on t ram os son h os pr e omi ni tor is das a quedas em noventa e seis, q ue use e em dia rec en te para do tomas no ss e us es sp coa o u t ro ra l iv r es, e a ts n ota se da onda es c r vi um peda aço de uma das rec en t es ca rta ss ob rea guerra de is da rale e da pal e s t ina, e de r ep en te fi l he anda ch ego a contra capa, onda e sta o s im b olo do lea do oe de r ep en te vejo el e com oo leao, p o is me record e de l e com os cab elo s loi ros co mp rid os ness e c on ce r to, e ass em lei o en t reo s do is circulos para leo s, r e la t iv os a i mage mna grecia, é c da cruz do ra do traço ingles f orte ino do linho, p rime iro da ne do ze do quin ze , ot rc eiro de noventa e cinco, a juba do el a o em s eu c imo , é par e cida com da primeira rai mage maior do que do agora duran te a es c rita de ste te x to ac ab o ua qui de se m ani f es star, f e i ta p e la s om br ad a c au dad do b ur rin h ode de la que me ac o mp anha me s mo ant es de na sc e rec ue on te pe l a no i te me ap ar e cera t am b em no do jardim do i mp é rio do linho, dec lina t am b em e m lin h ó, o l ocal de dad uma das pr is o es, o use seja par ce di ze rai mage me ms eu todo, q ue é dora bo ou da c auda do burro, o ta l rá dos burros, o use seja am erica no q ue me l evo uap r isa o, o u q ue fez o li nn h oo use seja q ue tec eu no tear, o no do te ara, agora em te x to ante i o r evo cado, o um el hor es c r eve en do, de s velado, , do is dois se us fi os , ap on tam o, a, de garcia, e o f, par c eu di ze raf, a par i r dom eu no me no do bi, q ue see dc non t ra por c ima do cd do leo na ard co h en, e de um outro por ba xi os em dc , hp q au dr ado do seth gb dv quadrado cruz rato, he we le tt p ac ard de mexico, sa de cv do monte dos mor elo s, do elo s maio r es, do car dina al se gun do em noventa e nove, cp q au dr ado da estrela do circulo de se s senta za po ran j pal r aro forte circulo home pm de oitenta e sete , onze, ou primeiro do cento e um, a tres , alema, t rec e iro, n p circo dos loo de oitenta e do nono a e x porta dor, he we le tt da p ck ard com p any te rc eiro do t rip lo circulo h ano ove r, st rato ee t no palo alto ca de noventa e quatro, o terceiro do circulo do quadrado, onze de oitenta e cinco, ee, uu, conte nid o primeira pie za fabri do cado, italo brasileiro, en taiwan, co do py em dois mil e um, hp, paço ac to, ca de noventa e quatro terceiro do circulo do q au dr a os, ou do quadrado do circ uk lo, o use seja , por v ave le mn teo q ue vi na si mage ns doc on grés s o, do pp, do www do hp com do bar do ra gato circulo da s tora do a rui vo da sima mage ns do bar do ra do dv d, eu roi mage serpente da foice

Linhó, remete tambem para a tal casa que uma vez no jornal, fora referenciada como sendo construída pelo paulo portas, com luvas que teria recebido, relacionadas com o trafico de armas, tambem recentemente de novo aqui neste Livro da Vida evocado

Li n he, reme te t am b em para at al c asa q ue uma ave z no do jornal, for a refer en cia ada com os en do c on st rui da p elo do paulo portas, com das luvas q ue te ria rec e bid o, r e la cio n dada sc om ot raf fi co de armas, t am b em rec en te que mente de n ovo aqui nest e L iv ro da V id a e vo do cado

O burrinho esta deitado ao lado da espada de brincar cabo doiro e lamina de prata com a águia invertida, que tem uma estranha cabeça, não de águia, masi parecendo um casamento entre um pato e um crocodilo, ou um chapéu de dois bicos, dois broches do circulo do homem da ap do europeu do traingulo de prata de duas cobras irmanadas, que parecem símbolo de neptuno que entra na ranhura da lamina da espada, que tem um buraco quase na ponta de seu gume, parece ser masi então, o burrinho, imagem de cor de família política, não tanto relacionado com a américa mais com a alemanha, ou com sulimane, ou seja com árabes, ou com relaçao aos assuntos árabes, ou seja com as guerras, linho, e burel, para mim é tambem trás os montes, ou seja com relação a esse lugar, o ultimo que apareceu, foi o vara, a antonio da vara , qua agora aqui na imagem tambem se manifestou, o da vara do bic azul e parta do semi circulo vermelho, do gás,

O br rin h oe sta deitado ao l ado da es pada de br inca rc ab o do iro e lamina de p rta com o águia in v e rid a, q ue te maior uma es t r anha cab eça, n cão de a gui am asi par c en do um ca sam en to en t re um pato e um co rc o dilo, ou um c h ap eu de do is bicos, do is br o che es do circulo do homem da ap do europeu do t rain gula de p rata de du as das cobras irma na da s, q ue par cem si m b olo de ne pt un o q ue en t ra na vc la h ado lamina da es pada, q ue te maior primeiro b ur aco q u ase na ponta de s eu gume, par ce ser ma si en tao, o b ur rui n h o, e mage madeira deco rato do forte da am milia pol it tica, muito cão cruz ant r e la cio n ado com primeira am e rca ma sic om primeira alemanha, o u com do sul iman e, o use seja com dos árabes, o vaso do com da relaçao ao asas sun t os ar abe s, o use seja com do as das guerras, linho, e b ur el, para da mim é ta m b em t ra s os montes, o use seja com da real ç aa o a ess e lu g ar, o u l t imo q ue ap ar e eu, f oio vara, a antonio da vara , qua do agora ki ina e mage t am b em se m ani f es to u, o da vara do bic az u l e p art ado s emi circulo vermelho, do gás,

Reparo agora que a espada que no entretanto poisei me cima de masi um caderno parecido com o de noventa e seis que acabei de comprar no dia dezasseis de janeiro de dois mil e nov, aponta na parede a cruz dupla, ou seja cruz da tuberculose, hoje no correio no café, uma leitura cumulativa se dava por duas belas raparigas, um foto antiga da gisele, com umas calças justas que de repente me remeteram para as meais da rapariga da revista, do tal gel não sei para quê, uma foto que um dia aqui entrou, por um pormenor de uma vesica que um lenço, tipo negra echarpe desenha no seu pescoço, e depois um x tambem negro em alças de frente sobre o pt peito, na katie, tambem aqui recentemente evocada, ao lado de leonardo, na apresentação em londres do filme tambem aqui recentemente entrado

R epa ra do agora q ue a es pada q ue no en t rta ant o p o ise e mec ima de ma si um cade r no pa rei do com ode de noventa e se is q e ac bei de q cp pm pr ar no do dia dez ase is de jane iro de do is mi le en ov, a pao n t ana pr ee ced, pa red, ac ru z d up la, o u seja da cruz da t uber rc c u l o se, h oje no co r rei on o ca fé, uma lei tura cu mula t iva sed ava pro du as e bl as ra pa rigas, um f oto ant i g ad a gi sele, com umas ca sl ç as just as q ue de r e pen te me reme te ram para as mei sd a ra pa riga da r e v ista, dot al gel n cão se ip do para q u ê, uma f ota que um dia aqui en t ro, por um per m eno rr de uma ave sica q ue um l en ç o, t ip one negra e c h ar pe de senha no do ze u pe sc ç oe d ep o is um x t am b em negro em al ç as de fr en te s ob reo pt pei to, na ka tie, t am b em aqui re en te mn te evo c ada, aol ado de leo na ard dona pr es en taçao em londres do fi l me eta am b em aqui rec en te mente en t ra do ado

no chao do passeio ao lado do movel da formica

esta rapariga é muito bela

tem um ar de gatinha sorridente a ronronar


e

uns

lábios

onde

muito

apetece

sempre

poisar

Curiosamente me lembro da rapariga do fim de semana na banca dos jornais e de repente na tal familiaridade que lhe reconheço, vejo agora tambem uma certa parecença com o traços do joao aguardela

C ur do rio sam n te me l em bro da ra pa riga do fi maio de se mana na banca do s jornais e de r ep en te na t al f ami la rie dade q u e l he rec on he ç o, vejo a g ota t am b em uma ce rta par e c en ç ac om o st r aços do joao a g ua r del sin circulo do av



Já vos disse a todos, o tratamento em diagonal dos assuntos de justiça, piora sempre as coisas, e se por um lado é perceptível, que as pistas assim no caminho por forma anónima sejam deixadas, num país cuja justiça é a uma imensa minoria, negada e m forma continua, e se nem sempre a coragem da frontalidade habita o coração de caa um, geralmente o preço das insinuações, do meio dito, do meio desvelado e do meio ocultado, sai sempre masi caro, inclusive mortes se dao, nas vezes, pois existe sempre intima relaçao entre a justiça e a paz, ambas se deitam no mesmo leito e da mesma forma floresce a morte na injustiça que se torna as guerras

Já v os vs didi s sea todos, o t rata men to em dia g o nl a dos as sun to s de j u s tiça, pi o ra se mp rea s co isas, e se por um l ado é per c e pt uve l, q ue as pi sta sas si em no caminho por forma ano nima sej am de ix ad as, n um pa ís c u j a j us tiça é a uma i m en sa mino ria, ne gado em forma conti nu a, e se n em se mp rea cora ge madeira da fr on t al id ad e h ab ira o cao raçao de caa um, ger primeiro da primeira que mente, o pr e ço das in sin ua ç o es, do mei o dito, do mei s d es vela ado e do mei oo o c u l t ado, sa ise mp r ema si acaro, inc l u s iv e mo rte s se dao, nas v e ze s, p o is e xis te se mp r e in t ima da relaçao en t rea da justiça e a p az, am bas se de itam no me s mo leito e da mesma forma flor es ce am orte na in js us tiça q ue se tor na as gi ue r ra serpente

Por isso devem sempre as Gentes exigir que a Justiça Seja Independente, Funcional, em Suas Formas de Viver, para Garantir Assim em Constância a Paz



No lixo em frente a casa, onde estava o móvel de formica laminada e as duas fotos dos dois jovens, depois aparecera uma caixa de um globo terrestre que remetia para Florença, ox do az anzol da p do vaso w carneiro do circulo castanhos e dourados, elle, ou ele mc donalds, tipo francês olhos, agua de prada, a bd de noventa e quatro, é o noventa e tres de noventa e um do circulo do sexto de noventa e nove, noventa e quatro, quadrado da estrela honda concerto gpl sexto do vaso da cruz terceiro do lentes de contacto

No l ix o em fr en te ac asa, onda e stva o m ove l de for mica la mina ina da e as du as f o ts o dos do sis j ove en s, d ep o is ap arc e ra uma ca ix a de um g lobo te r es t rec q ue reme tia do para flor ença, ox do az anzol da p do vaso w co rn eiro do cir c u o castanhos e dourados, e ll e, o ue l e mc dona l ds, t ip o fr anc es olhos, agua de prada, a bd de noventa e quatro, é o noventa e tres de noventa e um do circulo do sexto de noventa e nove, noventa e quatro, quadrado da estrela honda concerto gpl sexto do v as da c ru x z t rec e rio r do lentes de contacto

Mayoness calve, cal we, omega terceiro, o mega terceiro, o pig gama da ar, assim li no pingo doce

May one ness l al ve, c al we, o mega terceiro, o mega te rec iro, o p u g gama da ar, ass em li no do pi n g o do ce



Depois na rua, uma pilha idêntica a que eu trago aqui em casa sony azul e prata, que depois da primeira vez que dela falara, aparecera, uma outra, em frente ao condomínio das janelas para a lapa, aqui estava outra esmagada entre as pedras da calçada

D ep o is na rua, uma p ilha id en tica a q ue eu t rago aqui em c asa s o ny az u l e p rata, q ue d ep o is da prime ira ave z q ue de la fala ra, ap ar e cera, uma outra, em fr en te ao condo mini o das jane l as do para da primeira lapa, aqui e stva outra es maga ada en t rea s ped ra s da calçada

Guardei as fotos no bolso e fui caminhando, entrei por uma rua que habitualmente não entro, que nasce paralela a do patrocínio, com um muro cor tinto, que pensava ser uma casarão, mas na é um outro condomínio onde o primeiro que me chamou a atenção foi de nov o numero, vinte e oito, ali estava uma outra indicação de um maestro, ou de condutor

Guarde e ia s das f oto s n o bolso e f u i caminha anda, en t rei por uma rua q ue h ab i u t al e mn te n cão en t roque na sc e para lela a do pat rio cin ni o, com primeiro da mu to cor t in toque pen s ava ser uma ca sara o, ma s na é um outro condo mini o onda o prime iro q ue mec h amo ua at en sao f o id en n ovo nu m ero, vinte e oito, al i e stav a uma o vao vaso da cruz ra in di caçao de um ma es t ro, o u de condo vaso do tor



É dessa rua as fotos que aqui estão, reparei, ainda numa escola , assim meio estranha quase n final da rua e ontem de novo lá passei, uma cas de rés do chao com as portadas da janelas aberta me prendeu a atenção, um senhor ao fundo, num ambiente assim meio antiquário e luz cheias de sombras, coisa estranha, assim mei de contabilista antigo, estranho perfume, mas não desagradável

É de s sa rua as f oto s q ue aqui es tao, r epa rei, a inda numa es c ola , ass em mei o e ts r anha q u ase n fina l da rua e on te madeira de n ovo l á p ass se i, uma cas de r es dd o chao com do as das portadas da janelas, ab e rta me pr en de ua a t en sao, um s en hor ao fundo,, num ami bit en ass em mei o anti q ua rio e luz che ia s de s om br as, co isa es t r anha, ass em mei de c on t ab i l ista ant i g o, es t r anho pe rf um me, ma s não de sa g r ad ave l

Ontem a noite, me cruzei na rua da patrocínio, com um bela rapariga, muito chique aque passeava um já crescido grand and noir, com ela falei um pedaço, me fiquei a perguntar se por acaso não moraria lá naquele condómino

On t ema no ite, me c ruze ina rua da pat roc i ni o, com um bela ra par gi am u i to chi q ue aqui da ue p ass sea ava um j á c r es cid o g rand and noir, com de ela fa al lei um ped aço, me fi q eu ia per gun tar se por ac aco cos n cão mora ria l á na q eu le condo ni mi o



As fotos mostram um mao com um filtro , e dedos nas pontas dobradas, com um referencia à vera, que recentemente de novo aparecera na palavra, um pedaço de madeira, como uma acha, um carro com retoque de betumes na ilharga do lado do condutor, que me pareciam como tiros tapados, uma garagem no final da rua ao lado do tal instituto de formaçao cujo nome declina em ps

As f oto s mos t ram um mao com do primeiro fi l tr o , e dedo sn as das pontas dobradas, com primeiro refer en cia à vera, q ue rec en te mn te de nov ap ar e cera na pala vaso do ra, um ped aço de madeira, com o da primeira acha, primeiro carro do com r e toque de bet um es na ilha ra dol ado do c on om du tor, q ue me par e ce ima c omo t iro s tapa ado s, uma garra ge mno fina l da rua ao l ado do t al in s titu ro de for maçao c u ja noe m dec l ina em ps



















sabes , acabara de publicar o texto anteiror , e logo o delta do ceu se abriu maior,

uma chuva forte que me molhou todo

eu pelas ruas gritando a plenos pulmoes


que a agua venha e vos trague a todos


bestas e outras suaves palavras assim do genero

aos

cabroes que

roubam filhos

e

direitos

ao

Ser

faz bem gritar, direito democratico, a exercer regularmente nas praças publicas

depois do encontro com o que se diz patriarca da igreja de O Cristo


assim rezava na parede da igreja , rato e es sis cruz anc ce is fe rato do til da ilha do E


e

que

segundo davam hoje noticia em diagonal, dissera ele que nao aconselhava que gentes de distintos credos se casasem

a sua espantosa experiencia no supra citado assunto, certamente que o autoriza o senhor que se diz da Igreja de O Cristo e do Amor, a dizer tal barbariedade


ajuntava a explicaçao de tal douto saber


que lhe assim tem dito , certamente, as esposas no seu confessionário

ou seja

um nitido caso nao, de sabedoria pelo Espirito santo, mas sim tipo emprenhado pelas orelhas , por linguas alheias, sem o gozo, deduz-se ainda por cima
como se os bons ou maus casamentos fossem detreminados pelas religioes e nao se sempre pelo Amor
e Pela Arte do Amor dos Amantes
assim pretendem cavar as difrenças naqueilo que o Amor Aunou
me recordo dos fosforos
de um ultimo que assim dizia e do que as letras dos escribas dos incendios dele disseram, espantoso, todos na tecla mesma, a errada, no ver
era um caso de contrato cuja clausula nao tinha sido respeitada, pois a noiva deveria estra virgem, e ao que parece já nao era, e assim o noivo anulou o casamento
o fosforo e o fogo, era que as bestas diziam , e enquadravam o problema no contexto da religiao onde o contrato se passara, esquecendo primeiro que todos os casamentos oficializados em qualquer igreja de qualquer religiao, trazem em si, ou costumam trazer, uma especie de contrato, mas as bestas insistiam na questao reliogisosa, a assim a fazer, e nunca no contrato que qualquer que seja deve ser honrado pelas partes, ou nao será assim


perdo-a-lhes Pai pela presunçao, estupidez e ignorancia

e

nao lhes Perdoes por serem complacentes com raptos e abusos infantis e manterem o silencio do faz de conta quando inquiridos em forma frontal





na calçada das pedras, visivel é a cruz


e numa delas, a dupla unidade, o quadrado do braço da direita





na rede dos nós

malha inclinada

de

uma

outra

rede


aos pesca dores

certamente

pela igreja

feitos



quantos morreram

pela

ausencia

do

segredo

d

confissao

?

quanto

o

comercio

das

almas

ao

longo

dos

aeons

?


porventura vos haveis dado conta que corre um guerra no mundo?


nao tendes mais nada de douto a declarar?

nao vos ocorre?

aproveitai a iniciativa do papa que aceita confissoes sobre crimes maiores como genocidios e coisas assim suaves

dizei-lhe , assim, sabe estas tentaçoes mundanas pelos ouvidos, o que vale é o silencio do coraçao face as desgraças, abusos infantis nem ouvir deles falar, comments zero less one

pobreza , miseria, d´esperanza
zero less two


eu o acuso perante Deus como representante da Igreja catolica, de participar no roubo e tortura de meu filho, e desse silencio inadmissivel que todos os dessa igreja sobre este negro facto manteis!


pois


O Cristo

Mora

Nos

coraçoes

das

Gentes

e

de

Todas

as

Coisas


e

Vós

nao

o

Tendes


pois

se

lingua

douta

e

inteligente

pareceis

trazer

o

vosso

silencio

é

prova

ds

Sua

Ausencia