sexta-feira, janeiro 23, 2009

Ah bela rapariga de meu coraçao

Oiço-vos dizer,

vou contigo pra a cama, mas primeiro tens de me seduzir

Não nos teremos já seduzido, se a conversa vai neste ponto

Melhor primeiro nos deitar-nos assim no leito primeiro, se quiseres mesmo vestidinhos com gorro e luvas postas que está frio na rua, depois como em todos os leitos, na posição calma e descontraída te começo a seduzir, pressuponho, eu , que assim queiras, imagino mesmo que não me queiras tu tambem seduzir

Um pássaro poisa na janela e me diz,

Irei contigo para a cama, mas não penses que me irei apaixonar por ti, que tombarei na paixão para ti

Ah pássaro, sedução de maos, assim me falas então, queres que as minhas maos te seduzam por um instante, com a cerca já montada antes ao fundo, em seu reverso, leio, digo-te ao contrário, quero na verdade ser seduzida por ti e cair em paixão profunda irremediável por ti, mas se assim o disseres, não só nego com fujo,

Foge, foge, vem cá vou-te comer, que gosto de raparigas, repara no pormenor do plural, assim solares, com olhos azuis e narizes grandes, e redondinhas a transbordar, encaixes almofadados

Porque cantas odes a princesas espanholas se está casado com um filha de um padre

Estarei casado, estaremos casados, porventura, estendo eu a mao e poiso em teu seio

Sim casados , sempre o amor nos trás, mesmo na distancia entre a mao e o seio,

Devias pensar, nisso, dormir sobre o assunto, poderias vir comigo viver para londres

Podia seduzir-te num restaurante, mas já reparaste como se usa energia que poderia usar para ... por exemplo te beijar, ou festejar com os dedos logo tua rosa

É preciso o calor, é preciso o calor,
Sim amada
Por isso te dizia , primeiro com luvas e todo, aí uns vinte centímetros no permeio dos corpos,

Vem cá, em cálice trago a tua face e a poiso em meu peito,

Ouve meu coraçao bater, ouve o meu coraçao seduzido a seduzir-te
Ouve o mel das palavras que te digo em meu peito,
Não me olhas ainda, não
Escuta o sentir, escuta só o sentir na distancia
Ah que te anseio tanto
Estarei no sitio do relógio até as seis da tarde,

Sabes prefiro leito a cama, soa-me masi bonita , a palavra e o acto

Depois haverá um momento em que o calor já se criou
Quem sabe, uma frase te soltará no peito a alegria e o contagio
Quem sabe te sentirás então seduzida,

Seduzida em qualquer lado, talvez a tua rosa, sinta seu orvalho a orvalhar teu pensar, sem comprometimento, claro, sem paixão outra que a do instante,
Queres que assina por baixo, ou por cima, a clausula do contrato, entreguemo-nos .mas com margens pré, para não cair o risco de cair-mos
Cair?
Onde?
Se é mais do voar

Na praça as vaquinhas a preto e branco visitam a cidade, presas, puseram de antemão a cercadura ali na praça de espanha ao lado daquele arco do triunfo assim mei de brincar que parece ser feito de esferovite, somos tao civilizados que as trazemos, mas temos que as prender, já viste uma vaca a olhar e entender o funcionamento de um semáforo, para , arranca, acelera, oh, oh, ohooo, leitinhos

Quem sabe no leito, já sem luvas no prenuncio da primavera, a tua mao , assim como sem quer passa por cima das minhas calças e roçando se apercebe do desejo do bico duro do colibri

Ah, a sedução, do desejo do duro colibri?
Do mel da rosa que húmida escorre?
Onde mora a sedução e o seduzido

Sabes , bico aqui nesta lingua, não essa que mergulhada em ti, entre tuas pernas, na que diz palavras para dar a segurança de te seduzir, não seduzindo para te seduzir, , quer dizer beijar muito sempre o colibri, devem-se ter enganado ao inventá-la, confundiram com bica, fonte

Pego no vegetal, oiço-vos dizer, nunca , e o espirito me diz, que me dizes o contrário, e decalco o caminho do trajecto das colunas até a sala oval, e vou dar a um pequeno hotel de charme na av da liberdade, esperarei por ti até as nove horas

Contos., pelos dedos, um, dois, tres, declino no genro, feminino, ah , que o há em configuração expressa ao côncavo da minha mao

Já reparaste naquelas duas ali na mesa ao lado, como são belas, convidamo-las tambem...

Queres trazer tambem aquele rapaz ali ao fundo

Ah como me irrita este rapaz, eu quero e não quero , mas não querendo é como se quisesse, e ele brinca e não truca truca

Que é isso, um do genero da família do pica pau?
Beijos trucam, truncam,
Uma festa é um truca truca????

Talvez se a sedução funcionar,
Como sabes
Pelo aquecimento global da constelação minha e tua, juntos
Quem sabe já riremos então dos cascos das invernias
Haverá um momento próximo do mar
Em que me dirás vem
O colibri seduzido, ou não, cheio de tesura entrará então a convite na rosa
Sabes amor, gosto de ser assim arrebatada de uma só estocada
Depois quando os dois se começaram a conhecer em seu abraço, eu visto o casaco e me vou embora, comprar cigarros, volto já...
Não
Estou a brincar
Tu te quererás mexer, eu com o meu corpo te cubro e ao instante te imobilizo,
Beijo-te muito os lábios de lingua molhada na exacta proporção das aguas do lago ao sul do equador, se unem assim as cascatas e a agua circula, imobilizada, olho-te e deixo-te olhar bem nos meus olhos
Quando ouvires em silencio, ah amada,
Quando eu ouvir pelos olhos, ah meu amado
estaremos então nus no lago do Amor onde nos reconhecemos,
Aí, começará o embalo, suave ou rápido ou como for
Que importa, se as vacas já tem uma cercadura previa que as protege
Consta que os bois tambem,
Não ,. Não estabeleço diferença de genero, aqui neste prado

Não te assustes, que não te vou hipnotizar, não te roubo nada, só te dou

Posse, não conheço
Não possuo
Quanto muito a vida nos possui a nós, pois chega e se vai

Deveria estar a escrever coias serias e inspiradas, sobre o clima do mundo,

Não me apetece, mais me apetece fazer amor contigo
Não gosto de dias de posse, só me recordo de um palavra, rosa, curioso, trago outro em mim, banana, say banana

Ali estava uma , dizia , banana é aqui, no numero dezassete numa caixa de correio de prat na esquina do quadrado do rato, da casa cor assim meio bordeaux

Um sorriso é um truca troca????


O ruído ambiente, obriga-me a falar mais alto, desconcentro-me , como queres que saia bom assim o resultado da tal sedução, e depois se chega uma espanhola, o mesmo uma italiana, ou russa ou japonesa, ou que for, será que me vou distrair

Grrrr, faz a rapariga moderna, freca, livberta, enjoy life, its even possible that God did not exist,

Ist also possible that you even di not exists, all a image of your imagination

Gostas então de visitar os soldado na guerras que te escrevem cartas com barba por fazer

Sabes, estou cá, trago o cabelo curto
Espero então que não nos cruzemos em dia de chuva com capuchos a fazer de capuchinhos vermelhos ,que assim não consigo medir o comprimento das tranças, Oh Meu Deus se te raspo, por não te ver o tamanho delas

Seria banana, ou nibana?

Um fogo que arde sem madeira ou carvão,

O olho do belo rapaz, me mostra o olho da lula,
Seu belo pavilhão me desenha o triângulo de fogo do golfinho assim meio maneta do dakota vermelho alemão, do delta da ar do ss, devem ser historia de piratas,

eu preferia o teu ninho, um delta ali ao sul, já reparaste
Não,
Este, mostra-te minha lingua mexida a mexer-te
Ahhhhh,

I have no dream inside of me,
Is my mam, calling
Just a second
Stand still

Grrr, so erogenus, this boy, i gonna kill him
Or must I use the word , erotical?

With kiss, i always hope
I like to die in yours arms
Just between your breasts
With the sound of you bread breathing

Sabes que trazes um pomba alvoraçada em teu peito, oico-a fazer, tu, tu, tu, tu, ru, ru, rápida a esvoaçar,

Será efeito colateral da sedução momentânea, cuidado, olha a cerca ali, estende a mao para não cair, ou voar, conheces aquela historia, tao perto outrora um dia do sol vuou....

As vezes gosto de te poisar assim contra um parede, numa entrada de um prédio, ou na fachada de um prédio, baixar-te a roupa num só gesto ardente a arder entrar em ti

Que chato que ele é, só falo de amor as raparigas e não me faz amor, ao que conta não faz mesmo com nenhuma , será que é homo?

É uma palavra truca truca?
É possível, truca truca numa palavra
De repente parece isto um comboio
Ou num comboio
Vapor, muito, vapor , suor muito , lamber, muito, devorar-te inteira e de novo ter a mesa posta

Bate-me a porta, escuto-te , vim te comer inteiro sem garfo
Bate-me a porta e diz qualquer coisa
Ou nada digas
Dá me logo súbito um beijo , daqueles de sedução, tipo tiro e queda, ... em meus braços.. que eu te seguro, não tenhas medo....
Eu te darei, logo o colo súbito até ao leito

Antes que na sala chegue a rapariga aos bang bang
Só sendo a pistola uma outra, beijos de repetição
sentes o campo inteiro a se por em pé e a flor a florir

trazes contigo espaço ao doce

tambem

do mar se fez o mel

desfaleço, desfaleço, em ti, minha pernas como geleia, tu pudim flan, eu em ti, nham, nham, sem fim

ah que rapaz possesivo, que obsessão, tenho que ir ali

mas já chegaste?

Queres torradas?

Dizem que o amor só é romântico se for amor de amizade, se não for concretizado
O romantismo é concreto, como cimento?

Uhhh, uhhhh, vem fantasma de todo os medos, de maus artistas, sem confiança na obra nem em suas maos, venham deitar-se todos comigo na almofada solitária, preferi-vos como amigos, do que ousar, assim nada arrisco, ou pouco arrisco

Que bela és,
Quem eu?
Sim tu
E tudo

Grrrrrrr

O pêndulo, continua a sua dança, deixa-o dançar, dança no pêndulo, e fá-lo dançar, haverá porventura um momento em que ele pare, trepa pela sua vareta, assim me disse velho amigo, até lá está comprometido com o pendular, com o pendular do pêndulo, que alfa não é meu nome inteiro, na primavera será primavera, quantas cabeças até lá mais rolarão

O pêndulo oscila entre o ? e o !, como qualquer Ser, antes de Ser, entre a pergunta e a afirmação, enquanto assim se mantém, o pêndulo oscila.

O p ên dulo os sc ila en t reo ? e o !, com o q ua l q eu r Ser, ant es de Ser, en t rea per gun t a e aa fi r mação, en q u anto as si m se man té mo do pêndulo os c ila.

Tudo é o Ser, todos dele fazem sua parte, mesmo aqueles que não O sabem, e entre as duvidas do fazer e a afirmação do feito, o pêndulo oscila e vai cortando no mundo em todos os dias, questão de cada um e de todos no Uno Coraçao

Tudo é o Ser, todos de l e f az em s ua p arte, me s mo aqueles q ue n cão O s abe me en t rea s d u v id a sd o f az e rea a fi r maçao do feito, o pn e dulo os c ila eva i co rt na ado do no mundo em todos do os dos dias, quadrado do vaso do espanhol do tao de dec ad a um e det o do sn o Un o Cora sao

Falas de tango, meu amor
Dois para cá , dois para lá

Que bela és
Que belas sois
Que belos sois

A homem be primeiro ar ap primeira do rig ad em eu cora sao O i ç o do traço ong primeiro espanhol do vaso os di ze rc o vaso conti gato opra primeira da cama, mas prime iro te ns de me sed vaso zorro i rn cão no serpente te remos j á sed vaso zorro id o, sea c on versa vaso primeira e nest e p on to Mel hor prime iro nos de itar ingles kapa primeiro espanhol hp no serpente as si m no lei to prime iro, se quadrado vaso ise r espanhol me serpente mo vaso espanhol tid dn homem os do com do gorro e primeiro uva serpente das postas quadrado ue e stá fr rio na rua, d ep o is com o em todos os lei to serpente, na p os ca c alma e de sc on t r aida te com e ço primeira sed vaso zorro i r, pr ess up om n homem o, eu , quadrado ue as si m quadrado eu iras, ima gino me serpente mo quadrado ue n cão mec eu iras tu t am b em sed vaso zorro i rum p ass aro p o isa na jane la e me di zorro, I rei conti gato o para ac primeira ama, mas n cão pe serpente espanhol quadrado ue me i e rei ap primeira ix on ar por ti, quadrado ue t ob bar ar rei na paixão para da tia do homem pássaro, sed vaso sao de mao sas si m me falas ingles tao, quadrado eu r espanhol quadrado ue as min homem as maos te sed vaso zorro am por um in serpente t ante, com primeira da cerca j á montada ant espanhol ao fundo, em serpente eu r eve r serpente o, lei o, di gato o do traço da inglesa te ao c on r rá rio, quadrado ue ro na vera de ser sed vaso zorro id ap por ti e ca e rem paixão pro fun da ii remi dia ave primeiro por ti, masse as simo di zorro r espanhol, n cão serpente ó ne gato o com forte vaso jo, F o je, forte o ge, vaso em c avó vaso do traço inglesa te co mer, quadrado ue gato os to de ra p ar i gás, r epa ra no por men o r do p primeiro ural, as si em solar espanhol, com olhos az vaso ise narizes gato rand espanhol, e red don dinha sa t ra ns bor da r, ingles ca ix espanhol al mofa dados Por que contas odes a p ron ce zorro as espanhol pan hola se e stá ca sado com um filha de um padre Est primeira rei ca sado, est primeira remos ca sado s, por vaso ingles tura, espanhol t ingles do eu primeira mao e p o i serpente oe m t eu seio Si em ca sado serpente , se mp reo amo rn os t r as, me serpente mo na di serpente tan cia ingles t rea mao e o seio, de vi as p ingles sar, ni ss o, dor mir serpente ob reo as sun to, p ode ria serpente vi r co mig gi o vv iv e r para on dr espanhol P o dia sed vaso zorro i r do traço da inglesa te n um r espanhol t aura ante, mas j á r epa raste com o se usa ene r gi primeira quadrado ue p ode ria usa r para ... ppr e x e mp lo te bei j ar, o vaso forte espanhol te j primeira rc om os dedos primeiro ogo t ua rosa É pr e c is oo c al o r, é pe c is oo c al o r, Se em am ada Por iss o te di zorro ia , p rime iro com primeiro uva serpente e todo, aí un serpente vinte c ingles tim e t ro serpente no per mei o dos co rop dos ps, V em cá, em cali ce t rago a t ua face e a p o is o em me vaso pei to, O uve me vaso cora sao bate ro uve om eu co raçao sed vaso zorro id o primeira sed vaso zorro i r do traço da inglesa te O uve o mel das pala vaso do ra serpente quadrado ue te di gato o em me vaso pei to, N cão me olhas primeira inda, n cão E dc vaso tao serpente ingles tir, espanhol cut primeira só o serpente ingles tir na di serpente tan cia A homem quadrado ue te na seio t ant o Est primeira rei no si tio do r elo gi o primeira té as si espanhol da t arde, S abe serpente pr e fi ro lei to ac cama, serpente o primeira do traço da inglesa me ma si da bonita , primeira pala vaso do ra e o ac to D ep o is homem ave rá um mo men to em quadrado ue o c al o r j á sec rio vaso do Q eu em serpente abe, uma fr ase te sol tar á no pei to primeira al e gato ria e o c on ta gi o Q vaso e m serpente abe te serpente ingles ti rá serpente ingles tao sed vaso zorro id primeira , Sed vaso zorro id primeira em quadrado ual quadrado eu r primeiro ado, t alvez a t ua rosa, sin t as eu o r vaso alho primeira o r vaso alha r t eu pen sar, serpente em com pr e 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rn un ca , e o espanhol pie it o me di zorro, quadrado ue me di ze serpente o c on t rá rio, e dec al co do cir c y lo do caminho do t ra ject o das co primeiro un as primeira té a serpente ala ova primeiro, e vo vaso da ra um pequeno hotel dec homem ar me na av da liber dade, espanhol pera rei por ti primeira té as n ove hor as C on t os., p elo serpente dedos, um, do is, t r espanhol, dec lino no gato ingles ro, fe me nino, primeira homem , quadrado ue o homem á em c on figu raçao e x press sa ao c on c avo da minha mao J á r epa rat se na serpente quadrado eu primeiro as du as al ina mesa ao primeiro ado, com o são be primeiro as, c on vi dam o do traço ingles primeiro as t am b em... 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N cão Es to vaso a b r inca rt tot e quadrado eu r e ra serpente me x e r, eu com om eu corp o te c vaso br oe ao in serpente t ante te imo bil e zo, Bei jo do traço da inglesa te mui to os primeiro ab is o dd e primeiro in gato ua mol homem ada na e x cat primeira pro porcao das aguas do lago ao sul do equador, se une em as sima serpente ca sc at as e primeira gato ua cir cu primeiro primeira , e, ob bil iza da, olho da in gato k primeiro e sa te e de ix o do traço da inglesa te olhar be mn os meus olhos Q vaso ando o vaso duplo ire espanhol, primeira homem ama da, Q vaso ando eu o vaso duplo ira homem me vaso amado E est iv e r do traço ingles ms ingles tao nus no lago do Amor onda no serpente rec on he c emo são , com eca ra apostolo serpente de o o em b al o, serpente vaso ave ou rá pido o vaso com o for do quadrado da ue imo rta ,se as vacas j á te m uma ce rca dura pr e vaso ia quadrado ue as por tege C on sta quadrado ue os bois t am b em, N cão ,. N cão e stab e primeiro e co da di fr ença de gato ene ero, aqui nest e prado P os se, n cão c on he ç on cão ps o uu o Q vaso anto mui to a vaso id a no serpente p o ss sio ia nos, p o is c gato ega e serpente eva id eve rua e st ra primeira espanhol c r e vaso rr co ias se rias e in spi ra da serpente, serpente o br e o c lima do mundo, N cão me ap pete ce, mais me ap pete ce forte az e ra mor c on ti gato on cão gato os to de dias de p os se, serpente ó me record ode um pala vaso ra, rosa, cu rio serpente t rago o vaso t ro em mim, b anan ana, sa y da banana Al i e stav primeira uma , di zorro ia , b ana na é aqui, nono um ero dez as sete numa ca ix ad e correio de prat na espanhol vaso ina do quadrado do rato, da casa cor as si m mei o bordeaux Um sor r is o é um t ruca t roca???? O rui do ambiente, ob rig primeira do traço da inglesa me primeira fa al r mais al to, de sc on cetra da inglesa te , com o quadrado vaso e r espanhol quadrado ue as a ib om as simo r espanhol sul t ado da t all sed vaso sao, e de pp os se che gato ua uma espanhol pan hola, o me serpente mo uma italiana, o vaso russa o vaso j ap one za, ou quadrado ue for, se rá quadrado ue me vaso ou di serpente t rai r G rr rr, forte az primeira ra p ar i gato primeira moderna, fr eca, primeiro iv berta, ingles joy life, i ts eve ren ingles p os sible t hat God d id dn not e x ist, Ist al so p os sible t hat y pi eve ingles di not e xi serpente ts, a ll primeira i mage o forte y o ur imagina tio em G do circulo s argento da sta serpente ingles tao de vaso isi t ra os sol dado na guerra serpente quadrado ue te espanhol c r eve em ca rta sc om do barba por forte az e r S abe serpente, espanhol to vaso c á, t rago o ca belo curto Es p ero ingles tao quadrado ue n cão nos c rue zorro mo serpente em dia dec homem uva com capucho sa forte az e r de cap vaso chinos vermelhos ,quadrado ue as si em n cão c on sig o nm e di ro com pr i mn to das t ra sn ç as, O homem Me vaso De us sete ra sp o, por n cão te eve ero tam ho de primeiro as Se ria b ana na, ou ni bana foc cie Um fogo quadrado ue ard espanhol em madeira o vaso car do vao, O olho do b elo ra p az, me mos t ra o olho da lula, S eu b elo p avi primeiro homem primeira om me de serpente ingles ha o t r ian gula de fogo do golf in homem o as si m mei o man e n t ado d ak ota verm primeiro e homem o al ema do mao, do delta da ar do ss, d eve em ser hi serpente tor ia de pi ratas, e vaso pr efe ria o te vaso nin homem o, um delta al ia o sul, já r epa raste N cão, Este, mos t ra do traço inglesa te min homem a primeiro im bg ia me x id primeira am e xe r da inglesa te A hhhhh, I homem ove no dr em in sid e o forte me, Is m y mam, c all inglesa da Just primeira sec on ds stand st i ll G rrr, serpente o ero gato ingles us, th is boy, i gato on na ki ll hi mor must tio use the w o r d , ero tic al foice wi homem t kiss, i al wa y serpente homem o pe I primeiro ike to die in y o ur serpente ar ms Just bet we ingles y o ur br ea serpente ts W it homem the serpente o un do forte y o vaso b rea ad br e a t homem ingles do s do ab espanhol quadrado ue t ra zorro espanhol um pomba alvor aç da em te vaso pei to, o i co inglesa primeira forte az e rt vaso, t vaso, t vaso, t vaso, r vaso, ru, rá pida primeira espanhol voa ç ar, Ser é efe i t o c ola t r e la da sud e capo mo men t ane primeira , cu id ad o, o primeiro homem primeira ac e rca al i, espanhol tende ama o para n cão cia aro vaso vo ar, c on he c espanhol aquela hi st apostolo serpente de roi primeira , tao per to o vaso t ro ra um dia do sol do triplo vaso do circulo .... As vaso e ze sg os to de t e p o isa r ss em contra um da parede, num primeira ingles t r ad de um pre di o, ou na forte ac homem ad a de um pre di o, ba ix ar da inglesa te a ro da opa nu ms ó ge ts o ardente primeira ard e r ingles t ra rem ti quadrado ue chat o quadrado ue ele é, serpente ó falo de amoras ra pa rig gás ingles cão me forte az amo ra o quadrado ue conta n cão faz me serpente mo com n ingles homem uma , se rá quadrado ue é homem omo foice É uma pala vaso ra t ruca t ruca foice é p do os serpente iv el, t ruca t ruca numa pala vaso ra der ep ingles te par e ce is to um com boi oo un um comboio vaso da ap o rm mu it to, vaso ap o r , serpente vaso o rm mui it , primeiro amber, mui to, debora rato do rim da inglesa te in te ira e d ingles ovo te ra mesa post primeira bat e inglesa me primeira porta, espanhola cut vaso do circulo da .te , vi maior da te co mer in te iro se em gato da primeira rf do circulo do Bat e inglesa me primeira porta e di zorro quadrado da ual quadrado eu er co isa o un ada di gás da apostolo serpente de me primeiro ogo serpente ub it o um bei jo , da quadrado eu primeiro espanhol de sed vaso sao, t ip o tiro e queda, ... em me us br aço serpente.. quadrado ue eu te do seguro, n cão t ingles homem as medo....Eu te da rei, primeiro ogo o c olo serpente vaso bit o a té ao lei to ant espanhol quadrado ue na sala che gato ue primeira ra pa rig primeira aos bang ban gato serpente ó serpente ingles do primeira pistola uma outra, bei j os de re pet i sao serpente ingles te serpente o cam po in te iro ase por em p é e primeira flor primeira for mula one o r irt ra ze serpente c on ti gato o espanhol paço ao do ce t am b em do mar se fez o mel de serpente forte al e ço, de forte al e ço, em ti, min homem primeira sp e rn as com o gel e ia, tu p vaso dim fla ne eu em ti, n homem ma, n ham, se m fi ma homem quadrado ue ra p az p os serpente espanhol iv o, quadrado ue ob se serpente são, t ingles ho quadrado ue ir al i mas j á che gás te forte o cie quadrado eu ur espanhol tor r ada serpente da foice da Di ze maior do quadrado ue circulo do amo rato serpente ó é român tico se da for am amo do rato de ami jade, se ingles cão for rc on circulo rato e t iza do O roman ti serpente mo é circulo em c rato e to, com circulo do cimento da foc cie U hhh, vaso hhhh, vaso em fantasma det o do os dos medos, de ma us art ista ss em circulo em fina aça na ob ra nem em serpenet do vaso do as das maos, vaso do ingles ham de it tar inglesa se todos com vaso do gato em primeira almofada sol it tá ria, pr efe iro ingles vaso os com o ami gato os, do que o usa ra ss em n ada ar r isco, o vaso p o vaso co ar r isco do quadrado ue be primeiro primeira és, quadrado vaso em eu da foice Si em t ue tudo G rrrrrrr O p ingles dulo, conti n ua as ua dança primeira , de ix primeira inglesa o dançar, dança no pen dulo, e forte az ingles lo dan ç ar, homem ave rá por vaso ingles tura um moe mn to em quadrado ue ele par e, t r epa pe primeiro as ua vaso ar eta, as si m me di ss eve primeiro homem o ami gato o, primeira té primeiro á e stá co mp reme tid o com o pen du primeiro ar, com o ped vaso primeiro ar do p ingles dulo, quadrado ue alfa n cão é me vaso no me in te iro, na p r ima vera se rá pr im ave ra, quadrado vaso antas cabe eça sat é primeiro á mais rola arao F ala serpente de tan gato o, me vaso am or Do is para c á , do is para primeiro acento


Noite no jardim do império, nevoeiro, minha amada, será talvez a razão por que ainda não me encontraste, a ponte quase toda coberta, a impressão mais estranha é contudo, À volta do O Cristo rei, se observa as colunas, lambidas pela luz verde como lápis lazuli, e umas estranhas nuvens teia teimam sobre ele, cobrindo e passando , uma teia estava ser montada, um elo da teia da queda da igreja em s paulo,

No ite no do jardim do império, ne vo e iro da min h a am ad a, se rát alvez a ra z ao por q ue a inda n cão me en contraste, a ponte q u ase toda co be rta, a i mp press sao mais es t r anha é c on tudo, avo l t ado do O Cristo rei, se ob serva as co l un as, lam bid as pe l a l u z verde com o l ap is l a zuli, e uma s es t r anha s n uve s teia te imam s ob reel e, co br indo e passa sand o , uma teia e stav ase r montada, um elo da teia da queda da igreja em águia da p au primeiro do circulo,


No fim de semana , pela madrugada cedo, alguém lá deixara duas cuecas, de meninas que deveriam ser adolescentes, ali estavam poisadas no muro para eu certamente as ver, uma branca cinzenta e uma outra preta, a primeira com um desenho de uma tromba de um elefante, a segunda, com sangue, no seguimento de um texto meu que mencionava outra vez um elefante, político e sua tromba, duplo sentido, isto das trombas, sejam dos elefantes ou não, depois um outro fio acrescentava a explicação sobre a dita do cujo, eu ficara logo chateado ao ver, o dia lindo radioso, e logo começava a festa, a negra festa das insinuações, dos dizeres, anónimos, obtusos

No fi m de se mana , pe l a madruga ada ce do, al g eu em l á de ix xara do as do sc eu cas, de meninas q ue d eve r iam ser ad o l es c en te s, al i est vam po isa da sn om u to para eu ce rta e mn te as v es, uma br n ca cin zeta e uma o u t ra pr eta, a prime ria com do primeiro desenho de uma t rom ba de um ele fan te, ase gun da, c om sangue, no se gui ine en to de um te x to m eu q ue men cio n ava o u t ra ave z um ele fan te, politico e s ua t rom ba, d up lo s en tid o, is to das t rom bas, sej am dos ele fan te s o un cão, d ep o is umo u t ro fi o ac r es c en t ava a e x p li caçao s ob rea dita doc u jo eu fi cara l ogo c h at te ado ao ove ro do ero dia l indo ra di osso, e l ogo com eça ava a festa, a negra fe sta das in sin u ç o es, dos di ze r es, ano no do nimo s, ob bt us os


Agora era noite, chuvia, eu andava às voltas da fonte como um tio patinhas, a dissolver e negra moeda que me ia no coraçao, chateado com esta vida, com esta prisão em que me mantém, em que mantém meu filho, na qual me mantenho, todos sabendo que daqui não sairei enquanto a situação com ele assim se manter, se não, amada, já tinha partido de vez desta terra de bandidos para não masi voltar, depois de lhe lançar a maior da maldições, assim ia meu peito

Agora e ra ano da no it te, da couve do vaso do ia, do eu anda ava às vo l t as da font e com o do primeiro tio patinhas, ad da di s solver en negra moeda q ue me ia no co raçao, cha te ado com e sta v id ac om e sta pr isa oe em q ue me man te me maior do que man te maior me vaso da fil home em q ual me man t en h o, todos sa b en do q ue daqui do muito cão da sa ire do rei e r en q a un to a si tua sao com ele as s im se man te r, se n cão, am ad a, j á t ina hp homem do partido de eve z de sta da terra de bandidos do para n cão masi vo l tar, d ep o is de l he s lan ç ar a maio rda m al di ç o es, as si em ia me u pei to

Apareceram dois rapazes com um tripé , uma câmara fotográfica com uma grande angular na aparência tirar fotos a noite chuvosa e enovoada, o magnetismo do caminho, é o isco, o isco é sempre o caminho magnetizado com pequenos objectos que o foram previamente assim dispostos, cuidado meus amores, com este jogo, cujo o isco é o próprio jogo, depois o guarda africano que estava na guarida por ali tambem apareceu, dando meia volta a fonte, nos cumprimentamos em breve

Ap do par ar e ce do ram do is ra p az espanhol do com do primeiro tripé rip ipe , uma cam mr ra f oto g raf do fi di ca com da primeira g rande angu l ar na ap ar e ce cn ia t ira rf oto sa no ite couve vo sa e en ovo adao ma gn es tim s o do caminho, é o isco, o is co é se mp reo do caminho ma gn e t iza ado do com dos pequenos ob do je do x do to serpente do quadrado da eu do circulo do for ram pr e vaso do ia am da ana da primeira nete as si em di serpente dos post os, circulo do vaso da id ado da me do us amo rato espanhol, com este do j do ogo, circulo do vaso do jo do circulo do is co é circulo do pr e rio, j ogo, d ep o is o guarda af ri c ano do q ue e stva na gata da ua da rid da ap por da al eta do tam da manha e segundo em ap ar e rece vaso do, dand o mei av o primeiro da cruz aa fonte, no s cu mp rim cruz do amo serpente em br eve

Depois o espirito apareceu, sempre a natureza anuncia sua chegada , um reflexo se formou na superfície da agua do lago, um reflexo que se reflectia na base da coluna do obelisco com a estrela em cima, desenhava uma semi roda da vida que ia assim como que rodando, acabara de ver nesse dia uam semelhante imagem do anuncio de um filme, de um dvd de um jornal ou algo assim, com dois homens na capa e uma semi roda de raios entre eles, como meia bandeira do sol nascente

D ep o is o es pi rito ap ar e c eu, se mp rea ana em vaso da reza e un cia serpente da ua che do gado , um rato da art for mula one e xo da sef da for mo un as da up e rf fi cie da agua do lago, um rato efe l xo quadrado da ue ser e for mula one e ct ia na b ase da co primeiro da un do ado ob do primeiro isco do com da primeira de est rea primeiro em circulo ima, de senha ava um serpente da emi roda da vaso da id aqui da ue ia as si em circulo omo quadrado da ue red ando, ac ab ar ad eve rato ness e dia aa ima ge maior do na un cio do p rie mr rio fi primeiro da me, de primeiro dv d de um jo rn al circulo onze do vaso da al goa ss em, com do is h ome e ns na capa e um s emi roda de raio s en t reel es, com o meia do bandeira do sol na sc en te

Antes na amurada quando pelo vento O anunciara, eu com o velhinho chapéu de chuva azul com o logo do josé de guimaraes, um antigo chapéu brinde do icep talvez do tempo da expo, começou a abanar em forma estranha, para cima e para baixo, primeira imagem que me subira na consciência fora a de um corpo a tremer, como a referencia no texto anterior publicado, o espelho meu, e o tremer das pernas o coração inseguro, face a eventual imagem reflectida da negação, depois me pareceu um antigo helicóptero, dos primeiros que o home fez, com asas tipo de libélulas que se vem em filmes antigos a tentar levantar voo, e abanam para cima e para baixo, agora depois dos acontecimento no brasil, me parece ainda poder tr sido uma indicação do que se iria passar, pois tremedeira , foi tambem o que no edifico aconteceu, e de um helicóptero francês que tambem se despenhara

Ant es na am ur ada quadrado do vaso ando da p elo vento O na un cia ra, eu do com o velhinho ca hp eu dec home da uva azul com do l ogo do josé de guimaraes, um ant i g o ca hp eu br inde do icep t alves do t e mp o da expo, com e ç o ua ab ana rem forma es t r anha, para c ima e para ba ix o, prime ira rai mage am quadrado da ue da me serpente do ub da ira na co ns cie en cia for a ad e um corp o em rato e mer, com o ar da efe ren cia no te x to ante rio r pub li cado, o e sp primeiro homem do om eu, e ot rato e mer das pe rn as o co r sao em seguro, face a e vaso son tua e mage mr efe primeiro do ct id a da en gato da ac sao, d ep o is me par e circulo do eu de uma ant ti gato do circulo heli cop da cruz ero, dos prime iro serpente do q ue do circulo do home de fez, com das asas t ip ode li bulas q ue se eve me em fil mes ant i g circulo do sat en tar primeiro da eva van tar vaso do oo, e ab anam para c ima e para ba ix o, agora d ep o is do s ac on tec ie mn to no brasil, me par ce a inda p ode rt ra s id o uma indica ç º ao do q ue se iria pa sar, p o is t r e mede ira , f o i t am b emo q ue no edi fi co ac one tc eu e de um heli cop t ero fr anc ê s q ue t am b em se de s penha ra

Um pingo de agua descendo em mim me chamou a atenção de novo para o jarro das plantas com a boca que sopra as duas flores de vento, de uma foto recente que aqui publiquei numa sequência de fotos, depois me apareceu o vv, o v da vingança do pingo dos reis da p da citroen, c it ro en, fr , depois aparecia o paulo da sonae com uma noticia cujo conteúdo e a emoção de pesar estrava trocada, se calhar no seguimento das linhas obre as letras do miguel esteves, um estrondo enorme no ar da noite senti, podia ser como vindo da terminal dos comboios mas era muito maior do que um normal som que dai viesse, um estrondo muito grande mesmo, talvez dos maiores que por ali alguma vez ouvira, pela noite ou pelo dia,

Um pongo, um macaco coco, de agua dec en co dm em mim me chamo ua a t en sao de n ovo para do circulo do for mula one o ra o, o j a r ro das p l anta sc om a b o ca que s op ra as du as for mula one o r es de vento, de uma f oto rec en te que aqui pub li c q eu ino ma seque en cia sd e f ot es, d ep o is me ap ar e c eu o vv, o v da vin gan ç ado pingo dos rei, do pingo doce, que aparecia na tv com face de contrito, e em contradição de termos, diminui a previsao de lucros da sonae, mas se cala h rato não despediriam pela folga com que vinham , a cabeça da noticia, apontava o despedimento, ou seja mais ima noticia, um ano tic ia td de c on te u do t roca ado, era tristeza e dor que sua face trazia, muito para al é m do mi olo da ps eu do not i cia, serpente da p da citroen, c it ro en, fr , um es t rn do en o r me no ar da no it e s en ti, p ode dia ser com o v indo da te r mina l dos com boi s os mase ra mui to maio r do que um nora ml as om q ue da i vi ess e, um es t ron do mn u tio g rande me s mo, t alve z dos mai r es q ue por al ia al gum ave z o u v ira, ep pela no i u te o up do elo dia,

See, fragor, é barata, assim me confirmava ao sair de casa o espirito uma relação cm este texto, fag de or, o fag loiro, do circulo do rato é uma barata, expressão aplicável tanto a rapazes como raparigas

See, fag o r, é barata, as si m me c on for m ava ao sa i r de c asa o es pi rito uma relaçao cm este te x to, fag de or, o fag loi ro, do circulo do rato é uma barata, e x press sao ap l i c ave l t ant o a ra p az es com o ra p ar rig gás

O vaso de novo me apareceu , um idêntico em outro lugar, em oeiras, mais a frente neste texto, dera a minha volta a pé à cidade, amor era o que ia sentido no ar até que atravessando o jardim da estrela completamente deserto naquele fim de tarde de chuva , vejo uma família que comigo se cruza, as únicas almas que por ali estavam humanas apara alem da minha e da do mundo, primeiro um cao, um cao que essa noite encontrava de novo, a frente da bela aniston numa capa de um filme na net, um belo cao como a bela aniston, depois uma mae com ar meio alemão, duas crianças, e de repente dou com ele, o bruno cerveira da D & D, ali estava ele, parou o seu telefonema, pois me perguntar como eu ia, eu desfiando o meu rosário , que me traziam o filho e os direitos roubados vai para tres anos, ele dizendo que ao sabia, muito espantado, eu não acredito, o rapaz já me conhece a mil anos da actividade profissional, não acredito nestas tretas, assim lhe disse despedindo-me em forma mais ou menos abrupta, depois o espirito me dizia , e tu ainda das troco a essa gente, é verdade, nem masi devia dar, tribunal com eles a ver se os tribunais lá fora estão impolutos deste estranho vírus da corrupção que aqui grassa, por todo o lado

O ova do vaso de n ovo me ap ar e c eu , um ie dente da ti do tico em outro lugar, em oeiras, ma isa fr net te nest e te x to, , de ra a min h av l t aa p é à da rádio cidade, am o r e ra o q ue ia s en t id o no ar a té q ue at rave s sand o do circulo do jardim da estrela co mp primeiro da eta que mente sobre o deserto na q u l e fi maior de t arde de dec home da uva , vejo primeira da família q ue co mig o sec ruza, as única s l ama s q ue por al i est ava vam das humanas ap do para al e mda min homem da primeira e da do mundo, pi me rio primeiro cao, primeiro cao quadrado da ue do ess ano it te en circulo em cruz rava de n ovo, a fr en te da be l a ani s ton nu ma capa de um fil me, um b elo cao com o ab e l a ani s ton, d ep o is primeira mae com da ar do mei do circulo do s argento alemão, du as das c rina sç as, e de r e pen te do u com ele, o bruno cerveira da D & D, al i es tva el e, par do vaso do os do eu da tele do forte do one we ema, p circulo do is da me per gun tar com do circulo do eu ia, eu de serpente da fia ando om eu do rosário , quadrado da ue me t ra zorro iam o fi primeiro homem oe do os dos direitos roubados, vaso da primeira do ip do para t r es ano s, el e di z en do que ao s ab bia ia, mui to es pan t ado, e un cão ac red di to, o ra p a z j á mec on he cea mi primeiro ano sd a ac t iv id ad e pro fi iss sio n al, n cão ac red i to nest as t r eta sas si em l he di s se de s pe di indo inglesa me em forma maís o um en os ab r u pt a, d ep o is o es pei rito me di z ia , e tua inda das t roco a ess a gente, eve r dade, ne m masi d e v ia d ar, do tribunal do com el es ave r se os t rib un a si l á for a es tao i mp l u to s deste es t r anho vi rus da co rr up sao q ue aqui g r assa, por todo do circulo do primeiro ado


Entre as nuvens que corriam no ceu, e ocultavam e por momentos desvelavam, pela noite a estatua do O Cristo, de repente um símbolo se figurou como dois semi circulo s que se tocam num ponto, dispostos em forma simétrica, pela correspondência entre os elementos, assim leio,

En t rea s n uve ns q ue co rr ima no c eu, e o cu l tva vam am e por mo nn t os d eve l ava am, pe la no i te a es tatu a do O Cristo, de r ep en te um s im b olo se fi fu ro u com o do is s emi circulo s q ue se t o cam no prime rio ponto, di s post os em forma si met ric ap el a c o rr es pon dec ia en t re oe s lee men to sas si em lei circulo,

Vinte e nove simon, simao, o católico dos sete pecados mortais, um livrinho editado uma vez em portugal com pequenos textos sobre os pecados de diferentes escritores, serpente eve en de delta ad primeiro delta, sin serpente do carneiro deitado, a ps soto serpente dupla no ano de noventa e nove, em square b rac kapa e ts, vinte elevado do traço do terceiro circulo elevado, foret da ra gato home , for mer, forte da ra gato homem the ra it e rat a spa serpente home ind li ip of ur rn e spa serpente risháa, spa navel of fish a ps oto lo serpente, serpente be grupo onze delta, o home do sio ns serpente ap soto lo, circulo ft , homem moon, na briel, circulo rato primeiro ministro, ni it zorro el dezoito, do vinte e nove do cem, primeiro do circulo do sex to

Vinte e n ove do simon, simao, o cat o lico dos sete pe ca ado s mo rta is, um l iv rinho edi t ado uma ave ze em portu gal com pe q u e ns te x t os s ob reo s p eca do sd e di fe rene ts es c rito r es, serpente eve en de delta ad primeiro delta, sin serpente do car me iro deitado, ap soto serpente dupla no ano de noventa e nove, em s q eu r e b rac kapa e ts, vinte elevado do traço do terceiro circulo elevado, foret da ra gato home , for mer, forte da ra gato homem the ra it e rat a spa serpente home ind li ip of ur rn e spa serpente risháa, spa navel of fish ap soto lo serpente, serpente be grupo onze delta, o home do sio ns serpente ap soto lo, circulo ft , homem moon, na briel, circulo rato primeiro ministro, ni it zorro el dezoito, do vinte e nove do cem, primeiro do circulo do sex to

e a meia roda que os reflexos da agua projectavam no obelisco, que remetia tambem para frança, filho de depardieu e para Washington, onde um maior tambem existe, declinava em mei, spi rit do ac da primeira do ring, o o anel, ou o padrinho de durao nas lides políticas europeias, e pela ausência de resposta , ao que parece confirmar, outros bem mais gravosos assuntos do mundo

e am e ia roda q ue os r efe l xo s da agua por ject ave em no do ob lis co, q ue r en da teia t v am b em para de frança, fi l h ode de par di eu do para do washington, onda primeiro maio r t am be e x iste, dec l ina ava em mei, spi rit do ac da prime ira do ring, oo ane l, o u o padrinho de durao nas lid es poli tica s eu rop e ia se pe l a asu s en cia de raro da espanhola posta , ao quadrado da ue ap rece circulo em fi rato do mar, o vaso da cruz do ro águia em mais gato rav osso as sun to sd o mundo

ah doce senhora de meu coraçao, pelo espirito o cio chegava, assim nessa altura rezava, é a ultima vez que venho até à tua rua, como se querendo rachar o coraçao, na eminência da definitiva ultima vez, como se tal fosse possível, pois se aqui estivesses, na minha rua ou mesmo nesta cidade, estou certo que teu amor te faria buscar-me até nos encontrar-mos, assim é o mar, e o amor do mar do amor, aquele onde em teu peito navego, estou na casa francesa pelas x horas, ah amada , que tua ausência quase que sempre me tenta a te buscar, chega minha amada, chega a minha porta e beija-me , ajuda-me nestas brumas que na mais das vez te pretendem de mim ocultar, a inveja é coisa tremenda, e o amor de dois seres que se amam , assunto muito precioso e sério

a hd o ce s en hora de me u cora sao, p elo es pi rito o cio che g ava, as si em ness a al tura r e z ava, é a u l t ima ave z q ue v en h o a té à da tua rua, com o se q u e r en do rac h ar o cora sao, na emi n ne cia da de fi ni t iva u l t ima ave z, c omo se t al f os se p os s iv el, p o is sea aqui es t iv ess es, na mi h a rua o um es mo nest a cidade, es to u cc e r to q ue t eu amo rt e do faria, b us car inglesa me a té nos en c on y r ar inglesa mos, as si mé do mar, e o am o r do mar do amo ra q ue le onda em te u pei to na ave veja de goa, es toi un a c asa fr anc e sa pe l as x hor as, a h am ada , q ue tua au s en cia q u ase q ue se mp reme t en t aa te b us car, che ega min h a am ada, che ega a min do homem da primeira porta e bei j a inglesa me , ajuda , inglesa me nest as br um as q ue en a mais das v e zorro te pr e t en de madeira e mim o c u l tar, da primeira inveja é co isa t rata da emenda, e o mao rato de do is ser es q ue se amam , as sun t mui t pr e cio s oe da sé do rio

alzeimer, o amigo alemão da p da di do paulo, paulo portas di, conferencias da gulbenkian, evolucionismo,


al ze d aimer, o ami g o al e mão da p da di do p au l o, paulo portas di, c on fer en cia s da g u l b en kapa do ian, e vo lu cio ni s mo das conferencias, de novo o jarrão da face que sopra as duas flores do vento, em oeiras, um palácio, uma ponte com duas figuras, a ponte desenha uma chaveta invertida com tres circulos montantes em pedra, a praia, o episódio que procedeu o cio das bombas de londres, o chamado arrastão, e masi tarde , um outro passeio aqui descrito numa noite de chuva no ato de oeiras da tal torre da cobra capelo, o cabrão da capeli, do diabo, mai do primeiro gato do circulo do onze da maria invertida, spa serpente do moreno, fernandes, bico dos curses em java scprit, os vermes, a imagem da imagem dos vermes no video do poema da minha aldeia, o de oeiras, a monica belluci, vaso duplo o circulo kapa ck, dc cristina na do bar barcelos em primeira ana, lula do crawford, axel, o david da axe, primeiro da rod crawford, a praia do forte, onde outrora o paulo portas foi viver quando brincava ao desgoverno, uma rapariga que conheci dali, que trabalha no hospital da estefania, onde meu filho ia nas vezes em que precisava, e onde uma outra medica, um dia me desvelou conhecer bem quem eu era, numa consulta sobre alergias, ouro sobre azul, assim dizia ela,

al az ze d aimer, o ami garo do circulo dao al e mão da p da di do p au primeiro do circulo do paulo portas, a di, do c irc uk o on fer en cia s d ag vao serpnet primeiro do segundo da en kapa do ian, e vo lu cio ni s mo das conferencias, de en ovo o j arao da fc e quadrado da ue serpente do circulo do rp primeira do as du as for mula one o rato espanhol do vento, emo ira serpente, primeiro do pala do cio, uma ponte com du as f uva vaso dog ur as, a ponte de sn e homem da ema uma do circulo do homem ave eta invertida com da t rat espanhola da cic vaso primeiro as montantes em pr e da, a p ria, o e pi s o di o q ue pr e o edu o cio das bom ba s d e londres, o c h amado ar rasta oe masi t arde , umo u cruz ro da opa serpente do seio aqui de sc rito numa no i te dec homem da uva no ato deo ee ras sm da t al ro rr e da cobra capeli, o do circulo do ab roda capeli, do diabo, mai do primeiro gato do circulo do onze da maria in verte da, spa serpente do moreno , fernandes, bico dos co urses em java sc riot, os vermes, a i mage madeira imagem dos vermes no v id e o do poe ema da min h ala deia, o de oeiras, da monica be primeiro da kapa, do vaso do circulo do iva vaso d up ll o circulo kapa ck, dc cristina na do bar barcelo em primeira ana, lula doc ra w ford, a x e primeiro, do circulo do david da axe, primeiro da rod crawford, ap raia do f orte, onda o u t ro ra o paulo portas f o e viver q u ando br inca ava ao de sg ove r no, uma ra pa riga q ue c on he ci dali, q ue t ra do ab alha no h o spi t al da este fan ia, onda me u fi primeiro home do circulo do ia na serpente vaso e ze s em quadrado da ue pr e cisa ava, e onda uma mao vaso da cruz ra da me da dica, um dia me de serpente do velo lou circulo em he ce r e b em quadrado da eu me vaso e ra, nu ma ac on sul cruz as ob rea al e rato gi as, o ur os do ob rea az vaso do primeiro, as si maio di zorro do ia do el da primeira,


as minhas notas desse dia, contam ainda, a vesica no ceu deitado sobre o rio, já abordada, a bandeira inglesa eu tambem no ceu se formara, dorme sobre o assunto, a ida para londres, e i´m in love with a german actress, assim cantavam as canções, o prédio de alcantara, que o espírito me desvelara ser do circulo do brasil, a s argento do angulo do a argento deitado, então, alours, pensavas que não voltava de novo, era o sub titulo num cartaz de cinema nas amoreiras quando foi pagar a internet, antes de o paulo fernandes, outro com o mesmo nome, do outro do mna e portanto tambem da dhl, depois logo aparecer na tv com o tal ar pesaroso, uma referencia à reedição do nazismo, não sei que filme é, mas fiquei a olhar para aquela escola de jovens com uma qualquer espécie de suástica, e a recordar um anuncio no dia que comprei o publico, com as letras do miguel, um outro filme , ou se calhar o mesmo de um experiência que um professor fazia numa sala de aula, como um jogo, sobre a nascença ds autoritarismo, e depois o jogo transbordava e tronava-se bem e negro rela, assim rezava a sinopse, as bandeiras que o miguel evocava, e a dificuldade aparente que alguns trarão em identificar algumas bandeira de alguns países, não me recordo em exacto quais mencionava, creio que a Letónia e uma outra qualquer, remetia-me agora de novo pela memória para a caixa da lanterna que eu vira quando alguém abrira a porta do andar de baixo, na esperança que eu lá fosse ver, ou seja, sabe o miguel o que se terá passado, de alguma forma no assunto estará implicado

as min h as n ota s d e s se dia, conta am a inda, ave sica no c eu de i t ado s ob reo rio, já ab o r dada, a bam de ira ingles q eu t am b em no c eu se for mara, dr o em s ob reo as sun to, a id a para londres, e i´m in l ove w u t h a ger man ac t r e c ss, as si em can t ava am as c on ç o es, o pr é de o de al can tar, q ue o es pei it to mne de s vela da lara ser do circulo do brasil, a ra g en to do angulo do a argento deitado, en tao, al o ur s, pen s ava s q ue n cão vo l t ava de n ovo, e ra o s ub titu lo no um do cartaz de co ine ana s mao rei da ira da moreira, q u ando f o ip pa gara internet, ant es de o p u al o fe rna de s d ep o is l ogo ap arc e rna tv com o t al ar pesa rosso, uma refer en cia à re ed di sao do nazismo, n cão se e q ue fi l me é, mas fi q eu ia olhar para aquela es coa l de j ove en s com uma q u l q eu r es pe cie de s ua s tica, e a rec o rda rum anu un cio no do dia q ue com pr rei o do publico, com do as das letras do miguel, um o u t ro fi l me , o use c al h ar o me s mo de um e x pe rie terceiro en cia q ue u mp rof esso r f az ia nu ma s ala de ala, com o um j g o, s ob rea na sc ença ds au o rita r is mos, e d ep o is o j g o t ra ns bor d ava e t ron ava traço da inglesa se b em e negro r el a, aa si e mr e z ava a sino pse, as das bandeiras q ue o miguel evo c ava, e a di fi cu l dade ap ar en te q ue al gun s t r arao em id en tif ar al gum as do bandeira de al gum s pa ise s, n cão me record oe em es cat o do quais, fr, men cio n ava, c rei o q ue a le ton ia e uma pit ra s argento q ual q eu r, reme tia do traço da inglesa me a goa r de n vo pe l a m emo ria para da caixa da lan te rna q ue eu v ira q u ando al g eu em ab r ira a porta do anda r de ba ix o, na es pera ança q ue e u l á f os se eve r, o use seja s abe o miguel o q ue se te rá passado de al gum a forma n ass un to es tar á i mp li do cado

e sendo que o miguel esteves, trás relaçao com a puta que me trás o filho roubado desde há muitos anos, assim um dia ela me contou que um outro da pub o teria a ela aparentemente introduzido, no âmbito do icep, em sua aparência

e s en dc o q ue o mig u le esteves, t rá s da relaçao com da puta que me t ra s o fi l h o ro ub ado de sd e h á mui t os ano s, as si em primeiro dia el am me conto u q ue um o u t ro da pub o te ria a el a ap ar en te que mente em t ro du z id o, no am bit, o do icep, em s ua ap ar en cia

na optimus, a rapariga que me atendera, parecia anoréxica, com óculos D e G, e falta de vermelho nas unhas, brasileiro, recordou-me a ,modelo anoréxica br que morreu, e a ponte se estabeleceu com a imagem do ovo negro do ub do noventa e tres, pela sósia dao, do modelo da tmn, em frente a perfumaria, onde a gisele aparecei , como um anuncio do boss, ao lado que dizia, um presente para o patrão, coisa estranha, o sentido, passara depois pela noite em frente a essa loja dos perfumes, e sentira um baque no coraçao, pois as grades estavam corrida e de repente me parecia que a gisele , era como e estivesse presa atrás das grades, ah bela menina, que consigo fiquei me meu coração preocupado, no prédio aqui de trás de novo o que parece ser a torre da elevador, de duas, estava de novo acesa pela inteira noite, antes , talvez um fim de semana ou mesmo dois, as duas , remeteram-me para a imagem do tal prédio de viena arte nova, que vira numa livraria e que aqui no Livro da Vida comentara, o templário da gravação, bia sida zorro br anco azul , monárquico,

na pt i mus, a ra pa riga q ue me at en de ra, par ceia ano rex i ca, com o cu l os D e G, e f al t ad eve vermelho na s un h as, br as i l e iro, recordo u do traço do vaso inglesa me a m modelo am o rex i ca br q ue mor r eu, e a ponte se e stab e le c eu com da i mage madeira do ovo negro do ub do noventa e tres, pela s o ss ia dao, do modelo da t mn, em fr en te a per rf ur maria, onda primeira da gisele ap ar e ce i , c omo primeiro ano un cio do boss, ao l ado q ue d iza, um pr es en te para o pat ra o, co isa e ts r anha, o s en t id o, a ps sara dep o is ep la ano i te em fr en te a ess al o he dos per rf fi um es, e s en t ira primeiro baque no co raçao, p o isas g ra de s e stav am co rr ida e de r ep en e t me par e cia q ue a gi sele , e ra com oe es t iv ess e pr es a at rá sd as g ra de sa h bea me nina, q ue c on sig o fi ki me m eu co rç sao pr e o cup ado, mo pr e di o aqui de t ra s de n ovo o q ue par ce se ra da torre da el av dor, de du as, e stav de nov ac ess ap el a ine t ria no ite, ant es , t alve s um fi madeira e de sena ms e mna o um es mo do is, as da us , reme te ram do traço da inglesa me para da primeira mage madeira do t al pr e di ode viena art en ova, q ue v ira numa l iv ra ria e q ue aqui no L iv ro da Vi da com en tara, o te mp l a rio da g r ava sao, bia sida zorro br anco az z u l , mona rato do quico, es

ah bela menina ruivinha do canal dois de meu coraçao, que bela sempre está, ontem de camisa branca e casaquinho preto, com os cabelos escorrendo sobre os ombros em suaves quase caracóis, ah, que fico sempre preso em si, e nessa voz nasalada, que me põem assim como que a imaginar quentes arfar, olho-a sempre e me pergunto, será está rapariga feliz, será alegre, pois uma certa contenção assim com leve traço de tristeza em si me parece nas vezes evolar

a h be l a m en ina rui vinha do can nl do is de me u cora sao, q ue be la se mp r e e stá s, on te madeira de cam isa br n ca e cas quin hd do circulo do preto, com do os dos cab leo s es co rr en do s ob reo do os do om bro s em s ua ave s q au use ca rac dos caracóis, o isa h, q ue fi co se mp r e pr es o em si, e ness a voz na sala ada, q ue me poe em ass em c omo q ue da primeira da imaginar q eu en te s a rf ar, ilho do traço da primeira inglesa se mp r e e me per gun to, se rá e stá r a pt i g a f e liz, se rá alegre, p o is uma ce rta c on t en sao ass em com l eve t r aço de t r is te za em si me par cee nas v e ze s evo l aro do ar zorro

gosto de esse seu ar concentrado para alem do que diz, como se espelhasse os pensamentos em reeel time quando aqui ao longe me punha a olhá-la e a escutar, quando vem masi triste ou masi preocupada, é me mais difícil fazer esse ping pong de alma consigo, ontem, mostrava a senhora do a que não gosto nada de chamar senhor que vai nas vestes do presidente, se ainda não se demitiu como eu outra vez acabei de lhe sugerir, a mostrava a menina, na quinta essência, a outra senhora dos presépios com velas parafusos, minhas orelhas se arrebitaram, pois é esse o nome da perfumaria, ou qualquer coisa assim, antes abrira o livro da rosa, na passagem da pagina quarenta e tres para quarenta e quatro, como ficara tambem em cima de uma secretaria do outro lado do rio, um pequeno dossier cor de rosa que parecia de papel, com um pequeno post it em quadrado pequenino assim meio inclinado, me saiu um poema da Nigéria , traduzido pelo mauel joao do magalhães, , que conta uma historia de como a vida e a morte se teria um dia criado, que Abassi, o Criador, fez do nada dois homens mas depois na os quis deixar viver, que sua esposa diplomaticamente , a senhora Atai, consegui convence-lo a colocar os homens na terra e aos deixar viver, ele deixou, mas como não queria perder o controlo sobre eles, ditou que eles deveriam comer todas as refeições com ele, impedindo dessa forma que se dedicassem à caça, ou ao cultivo da terra, e mais terrível ainda proibiu mesmo a procriação. Não tardou que a mulher começasse a trabalhar na terra , deixando assim de acompanhar Abassi à mesa, de seguida tambem o homem se dedicou ao cultivo da terra e deixou de visitar o seu criador, acabaram por quebrar o segundo interdito, e começaram a procriar, enchendo a terra de crianças. Abassi, culpou a mulher do sucedido que grande malandro, mas esta disse que resolveria o assunto, desta forma na manha seguinte , Atai varreu a morte e doença sobre as crianças e lançou sobre os homens a discórdia. Assim estariam ainda hoje sobre os controlo dos deuses

g os to de ess es eu ar c on c en t r ado para al e madeira do que da di z, c omo se es pal h ass e os pen sam en t os e mr ee el time q u ando aqui ao lounge me p unha a ol h ã do traço ingles de la e a es cut ar, q u ando vaso em ma si t r iste ou ma si pr e o cup ada, é me maís di fi c i l f az e r ess e pi n gp ong de alma c on sig o, on te m, mos t rava a s en hor ado aqui da ue n cão g os ton ada de c h a mr s en hor q ue eva ina s das vestes do pr e sid dente, se a inda n cão se d emi ti u c omo eu o u t ra ave z ac ab bei de l he s eu g r ira mos t rava a menina, na quinta da ess en cia, min h as do orelhas se ar r e b it a ram, p o is é ess e o no me da perfumaria, o u q au l q eu r co isa ass em, ant es ab r ira o l iv ro da rosa, na ps sage em madeira da pa g ima q ua ren te e t r es do para quarenta e quatro, com o fi cara tam b em e m c ima de uma secreta ria do o u t rol ado do rio, um pequeno do s sie rc cor de rosa q ue para e cia de pa ep l, com do um pequeno post it em q ua dr ado pe q eu nino ass em mei o inc l ina do, mesa i u um poe ema da ni ger ia , tar du z id o p elo do mauel joao do magalhaes, , q ue conta primeira hi s tori ad e c omo a v id a e am orte se te ria um dia c ria iad o, q ue Ab as si, o C da ria dor, fez don ad a do is h om en s mas d ep o is na os q eu z de ix ar do viver, q ue s ua es pe os a di ip l oma tica cam nete , a s en hor a A t ai, c on se gui c on v en ce do traço da ingles primeiro do circulo a c olo car os h om ne s na terra e aos de ix ra do viver, el e de ix o um as c omo n cão q eu ria per d ero c on t rolo se ob re el es, dito u q ue el es d eve r iam co mer todas as r efe irc corte do o es com el e, em mp ed indo de s sa forma q ue se de dica ss ema caça, o ua o c u l t ivo da terra, e maís terri v el a inda por i bi u me s mo a pro c ria sao. N cão t ard o u q ue a mul her com eça s sea y t ra b alha rna terra , de ix ando ass si em de cm ac mp anha o Ab s si à mesa, de sg guida t am b emo h ome se didi dc o ua cu l tv o da terra e de ix o u de v is t ra os eu c ria dor, ac ab bar aram por q eu br aro se gun d o in t red dito, e com eça ram a pro c ria r, en che en do a terra de c rias n ç as. Ab ass o, cu l p o ua mul her do s u ce dido q ue g rande m al lan dr o, ma s etas di ss e q ue r es sol v e ria o as sun to, de sta forma na manha se gui n te , At a iva ar e r eu am orte e do ença s ob rea s c r ina s ç a e lan cç o u s ob reo s h on mne sa di co rid a. Ass em es t rat ima a inda h oje s ob reo s c on t rolo dos de use s

depois temos mais um referência num outro poema, que se segue a este, a visita do céu, uma história do Canadá, klalam, traduzido pelo manuel joao ramos, que declina em kapa primeira ala al primeira lan, presume-se que bush está assim dizendo do canada, de acordo as ultimas referências aqui no Livro da Vida, depois ainda na pagina seguinte, um do Sudão, como um nome que é quase um outro, anuak, anouk, com quem o bebezinho se parece, que se chama de brancos e negros e ainda uma outro da Polinesia, do ra n gi do papa da separação do ceu e da terra, , o ceu rangi e a terra papa

d ep o is t emo s mais um ref fr en cia n um o u t ro poe ema, q ue se s e g ue a este, a v isi t ado ceu, um a hi s toi da ira do Canada, klalam, t ra du x id o p elo manuel joao ramos, q ue dec l ina em k pa prime ira ala al primei ra lan, pr ess u me do traço da inglesa se q ue bush e stá ass em di z en dodo can da, de ac o r do as u l t ima s ref ren cias aqui no L iv ro da V id a, d ep o isa inda na pa g ima se gui n te, um do s u d º ao, com o um no me q ue é q u ase um outro, anu a k, anouk, com q u emo bebezinho se pa rece, q ue se c hama de br anc os e negros e a inda uma o u t rda poli ne sia, do ra n gi do pap a da s ep ra n raçao doc eu e da terra, , o c eu ra n gi e a terra pap a

a visita ao ceu, é um historia engraçada, no contexto dos mitos formadores ao nível planetário, pois no inicio só um mulher existe na terra, ou seja uma clara inversão do conceito patriarcal que domina muitas das culturas, e como ela estava só fez um marido, a partir de um bloco de resina, mas como o sol era nesse tempo muito masi forte do que hoje se conhece, acabou por se fundir, por isso os filhos dele odiavam o sol e um dele atirou um seta que se cravou no ceu, depois atirou um grande numero de flechas que se encravaram umas nas outras e com as quais construiu um grande escada, que ele e os seus irmãos subiram até chegar ao mundo celeste que tinha o aspecto de um grande pradaria

a v isi t aa o c eu, é um hi s t roi s en g r aça da, ano c on texto dos mitos for mad dor es ao n iv e l pala net á rio, p o is no in ni e cio s ó um mul j her e xis te na terra, o use seja uma clara in v e r sao do c on ce it to pat ria c al q ue do mina mui t as das c u l turas, e com o el a e stav s ó fez um mar id o, a par tir de um b l oco de r e sin a, mas c omo s oo s l e ra ness e te mp o mui to ma si f orte do que h oje se c on he ce, ac ab u ou por se fun di rp do por iss o os fi l h os dele o di ava vam da manha do circulo do, do sol e um dele at iro u um s eta q ue sec rav o un o c eu, d ep o isa at iro u um g rande nu m ero de for mula one e cha s q ue se en c r v b aram uma sn as outras e com as do quais, fr, co ns t rui u um g rande esca da, q ue e lee e os se u sir maos s ub iram a té che g ar ao mundo da celeste do que da tinha circulo do as pe c to de um g rande pr ad da aria

alguns gansos, que nessa altura ainda falavam, indicaram-lhes o caminho da morada do sol, encontraram duas mulheres cagas, um dos jovens roubou-lhes a comida quando uma dela a estendia à outra, perguntaram-lhes pela morada do sol, elas indicaram-lhe o caminho a seguir e deram-lhe um pequeno cesto com seis bagas silvestres,

al gus sn dos gansos, casa pia, q ue ness pr iam ira da al tura a inda fala ava vam da manha indica caram do traço do primeiro ingles do pr me iro homem espanhol do circulo do caminho da morada do sol, das ilhas baleares, en c on t r aram du as mul her es do ca do gás, um dos j ove en s ro ub o u do traço ingles l he sa da comida, q u ando uma dela a est en dia à o u t ra, per gun t aram do traço ingles l he sp e la mora ada do sol, el as indica aram do traço ingles do prime rio do o caminho a se gui red e ram do traço do ingles do he primeiro pequeno c es to do com do quadrado do dt do tc o om, toco om, se is das bagas si l vaso do espanhol da cruz do rato es,

os irmãos chegaram à morada do sol, que era um velho que amontoava madeira resinosa num enorme braseiro- tao ardente que os jovens julgaram morrer, e de onde emanava o calor intenso que reinava então na terra, e deram ao sol as seis bagas, que as comeu; estas multiplicaram-se no seu corpo de tal modo que o velho morreu. A violência do fogo começou a diminuir e, desde então, já não há tanto calor na terra

os dos irmãos che gara ram am à mora dad do circulo do sol, q ue e ra um velho do q ue am on to ava da madeira re sin o sa num en o r me br ase iro do traço ingles do tao da ardent , q ue os jo iv en sj u l gara am mor r e red e onda em ana ava o c al o rin t en s o q ue reina ina ava en tao na terra, e de ram ao sol as se is ba gás, q ue as com me u; e sta s mul t ip li caram do traço da inglesa seno s eu corp ode t al da modo q ue o velho mor r eu. A viol en cia do f ogo com e co ua di min u ire, de sd e en t º ao, j do acento à ana cão homem á cruz da ant c al o rna terra

ou seja, conta esta historia, a historia de uma mulher que fez um home com resina, o que trás como tudo, diversos sentidos, pois resina , é tambem sinónimo de substâncias que nas vezes permitem o imaginar, ou que libertam a imaginação e o sonho, uma mulher que estava sozinha, e que arranjou ou inventou um marido e do qual teve filhos,

o use seja, conta e sta hi s tor ia, a hi s tor ia de uma mul her q ue fez primeiro home do com da resina, o q ue t ra sc omo tudo, di dos versos s en t id os, p o is rato e sin a , é eta am e segunda em sin do circulo do nimo de s us sb tan cia s q ue nas vaso e ze s per mit em do circulo do imaginar, ima fina gina ina ar, o u q ue l ibe rta tam da manha, a ima gina sao e o son h o, uma mul her q ue es tva s o z in h a, e q ue ar r anjou o u in v en to u um mar id oe do q ual da teve fi l h os,

o sol , que aqui é imagem de um homem já crescido e muito caloroso, ou sej com muito poder, derreteu o homem da mulher, provavelmente porque a queria para ele , embora a historia seja omissa neste ponto em forma precisa, se calhar a mulher disse que tinha um marido, ou que namorava com o outro, o sol, mas tal não acontecia, era uma invenção que provocou, ciúmes, vingança, e a luta que seus filhos, sem o serem de carne, ao sol fizeram, ou seja um falsa historia da morte de um esposo criou a base do enredo da vingança ao sol

o sol , q ue aqui é i mage madeira de primeiro homem j á c re sci id o e mu tio c al o roso, o use sej com mui to p ode r, der r e t eu o h om em da mul her, por v ave primeiro que mente por q ue a queria para ele , em bora a hi s tor ia do seja om miss primeira do primeiro nest e ponto em forma pr e cisa, se cala homem ra da am mul her di ss e q ue da tinha do primeiro marido, o u que na mora ava com do outro, o sol, mas t al n cão ac on tec ia, e ra uma in v en sao q ue pr e ovo co ua vin gan ç a e al u t aqui do q ue se us fi l h os, s emo da se do rem de car ne, primeira do circulo onze do sol, do fi ze ram o vaso do seja do primeiro da falsa historia da dam orte de primeiro es do poso c rio ua base do en red o da vin gan ç aa o sol


atirou um deles setas ao ceu, para subir, ou seja feriu o ceu para subir, elevação, parece bush com este indicar, falar especificamente do ritual da ligação entre a terra e o ceu e consequentemente o seu inverso, ou seja, parece comentar a imagem do cordão vermelho no ceu de sangue que um dia se viu no ceu, e que terá provocado a descido do daimon, e que as setas , ou seja os feitos , permitiram os filhos ao ceu ascender para combater o homem sol, ou o rei sol, rei sol ecoa na minha memória num anuncio feito em animação que um dia a latina europa fez para uma editora de fascículos, poderá ser uma indicação do perfil deste homem, no ceu vivem ainda os pássaros e agora os aviões, portanto poderá estar a falar dos muitos aviões que foram atirados ao chao, e que encheram os filhos, os ur, de um força de tremenda arrogância, de seu enorme poder

at ira aro ro do vaso primeiro deles, s eta são do circulo do europeu do ceu, para s ub iro do circulo do vaso do seja, feriu o ceu para subir, el eva sao, pa rece b us homem do com de este, indica car, f ala r es pe cif i cam mui ro da te do rit ual da li g ac sao en t rea terra e o c eu e co nse q u en te mn te os eu in vaso rato do es o, uou do seja, par ce com en t ra a i mage madeira do co rato do dao verme l e homem no c eu de sangue do q ue primeiro dia da se vi un do circulo do eu, e q ue te rá pro ovo do cado a de sci dodo daimon, e q ue as s eta s , o use seja os dos feitos , pr emi mir t iram os dos fi l h os sao c eu as c en de rp do para com bate ero ao homem sol, o u o rei sol, rei sol e coa na min h am emo ria no do prime rio do ano da un cio feito em a nim maçao q ue do primeiro do dia da latina europa de fez, para da primeira e id dt da tora de f as cic do vaso do primeiro os, p ode rá ser uma indica caçao do per rf fi primeiro da fi gi cruz al , quadrado de este da hi do homem om em

os gansos os ajudaram, ou seja aponta que o grupo dos tais filhos espirituais da senhora que contara a historia, usaram crianças em seus rituais, as crianças da casa pia, que é imagem de abusos, ou seja, são mesmo urs, outro nome para bestas

os gansos do circulo do os da serpente da ajuda aram, o use seja ap da ponta do que do circulo do g rup o dos tais fil h os es pi rit ua is da senhora q ue conta da tara da primeira hi s tor ia, usa ram c r ian ç as em se us rit ua isas c r ian ç as da c asa pia, q ue é i mage maior da madeira de ab us os, o use seja, são me s mo ur serpentes, o u t ro no me do para das bestas

e sendo que se trata de gansos, que hoje alguns deles são já gansos grandes, estaremos porventura tambem perante uma história mais antiga, e sendo que em cima da mesa está tambem o assassínio de sá carneiro e de seus acompanhantes, pode-se pressupor que esta linha de bush, em sua saída e na passagem da pasta a Obama, se refere a rituais que terao acontecido em diversas épocas do passado, e que provavelmente o mesmo modo operando foi usado na queda do cessna, e que portanto se deduzira, caso assim tenha sido, que as gentes que estão hoje envolvidas no processo da casa pia, ou de um dos lados, ou dos dois, estarão tambem nisto envolvidos, o que justificaria tambem em parte o grande silencio e abafo que muitos pretendem impor sobre este caso, com manipulações e cortinas de fumo diversas ao longo de décadas

e s en do q ue se t rata dos gansos, q ue h oje al gun s de l es são j á gan s os g rand es, est ar emo s por v en tura t am b em pe ra n te uma hi s tór ia mais ant i g a, e s en do q ue em c ima da mesa e stá t am b emo ass as sin ni ode sá car me iro e de se us ac om mp anha ant es, p ode do traço da inglesa se pr ess up por do q ue e sta da linha de b us homem, em s da ua da s aida e na p ass sage madeira da pasta, it, prime ria da ob ama, se refer a ritu a is q ue te ra o a o cn tec id o em d iv vera s ep oca s do passado, e q ue pro ova ave primeiro que mente do circulo do mesmo da modo, o pera n do f o e usa do na queda do c ess na, e q ue porta n to ze d edu z ira, caso ass em t en ha s id o, q ue as gene ts q ue es tao h oe j en vo l v id as no pro c esso da c asa pi a, o u de um do s lados, o u do s do is, est ram t am b em ni s to en vo l v id os, o q ue j us to fi caria t am b em e m p r a te o g rande do silencio, fr, e ab a foque mui t os pr e t en d emi mp do por s ob re e sta caso, com das m ani ip u la ç o es e das cortinas de f umo di das versas aol on g ode dec ada s, alo all

uma outra indicação, de uma notícia antiga agora reaparecida, sobre um atentado na américa latina numa viagem de um antigo presidente americano, parace indicar a origem das gentes ligadas as resinas

u ma o u t rai indica sao, de uma not tica anto g a da agora rea da ap ar e cida, s ob r e um a t en t ado na am erica l at ina n uma via ge made ria de um ant i g o pr e si dente am erica can, pa race indica car a o rig em das g en te s li gados as r e sin as

já no ceu , os filhos encontram duas senhoras crescidas a quem roubam comida, em modo dissimulado, ou seja , devem ter convencido duas senhoras crescidas, de forma a lhes roubarem com manha a comida, que se pressupõem ser uma outra comida, uma comida de genero espiritual, ou seja de saber , pois elas não se zangam com eles e até lhes dao as tais seis bagas silvestres, alguma delas como sabemos, vermelhas, são venenosas, e é esse o efeito que elas provam ter sobre o sol quando eles lhas dao a ele a comer seis , que tambem significa, o meio, ou seja o processo como fui feito, o veneno e consequentemente o envenenamento, ou a alteração de consciência

j do acento ano c eu , os fi l h os en c on t ram du as s en hor a s c r es das cidas aqui do quadrado da eu mr o ub do bam comida, em modo di s si mula ado, o use seja , d eve em te rc on v en c id o du as s en hor as c rato das es cidas, de forma da primeira l he s ro ub bar do rem do com da manha da primeira comida, q ue se pr ess up poe em ser uma o u t r ac om id a, uma com id ad e g ene ero es pie it ua l, o use seja de s abe rp o is el as do muito cão da se z e g am do com lee da sea da té l he s dao as t al se is das bagas do silvestre serpente, o gato, al gum adela s c omo s abe emo s, vermelhas, são v en e no sas, e é ess e o efe i to q ue e l as pro ova do vam da manha te r s ob reo sol q u ando el es l h as da serpente do dao a e lea com do mer , da se is , q ue eta am b em sig gn i fca, o mei o, o use seja o pro c esso com o f u efe it to, o v en eno e co nse q u en te mn teo en v en am en to, o ua al te ra capo de co ns cie en cia

quando o velho sol que queimava madeira com resina, o que parece indicar que seria alguém ligado ao combate ao que chama de trafico, comeu as bagas, elas em seu corpo se multiplicaram, ou seja funcionaram como um vírus, donde parace indicar que a substancia que foi posta nas bagas será um vírus em sua natureza, o que provoca uma infecção, geralmente acompanhada pelo aumento da temperatura, a febre, mas aqui o funcionamento é invertido, pois o sol , perde calor, ou seja arrefece, ou seja ainda um vírus que lhe rouba as forças

q u ando ove l h o sol q ue quim ava madeira com da resina, o q ue pa rece indica car q ue se ria al gume li gado ao com bate ao q ue da chama do t raf do fi co, com eu as das bagas, el as em s eu cop se mul t ip li caram, o use seja fun cio na rm com o um vi rus, don de pa race indica car q ue a s ub s tan cia q ue f o io da post ana s ba gás se rá um vi rus em s ua nat ur e zorro da primeira do q ue do pro do ovo do ca primeira da fe da cç sao, ger al e mn te ac cm mp ana hd ap do elo do au men to da te mp e rat da tura, da primeira febre, masa aqui do ki do circulo do fun cine man to é invertido, p o is o sol , pede red e c a l o ro use seja ar rf e ce, o use seja inda primeiro vi rus q ue l he ro ub aa s f o rça s

um outro raciocino me leva ainda a voltar a pagina quarenta e dois, ou seja ao presidente anterior a bush filho, tambem, pois em seu final , começa uma outra historia como aquela que entrara recentemente no Livro a propósito da senhora da lingua d´ Oc, de um poema , uma vez outrora, tambem saído na sorte e nessa altura transcrito em sua integra, e que desta ultima vez aparece so com salvo erro as tres primeiras linhas, onde ela conta que teve um cavaleiro com quem vive em grande coita, que gostaria muito do ter, mas que lhe põem como condição que ele lhe obedeça em tudo, um estranho tom, assim meio de mando, mesmo que estejamos a falar do amor cortes,

primeiro mo umo do c ur do culo do vaso da cruz do ro rac i cio cin oo da me l eva a inda a vo kapa da tar a pa gina q au renta e do is, o use seja ao pr es id do dente ante rio anush filho, p o is em s eu fina al , com eça uma outra do hi s tor ia com o aquela q ue en t r a ra rec en te que mente do no do l iv ro dos livros, a pro pr rosi to da s en hora da l in g ua quadrado do ap do ps do soto e primeiro do circulo das serpente do Oc, de primeiro do poe em , uma ave z o u t ro ra, t am b em s a id o na s orte e ness a al tura t ra sn c rito em s ua in te g ra, e q ue de sta u l t ima ave z ap ar e ce s o do com da s alvo e r ro as das tres primeiras das linhas, onda el ac da conta q ue da teve do primeiro cavaleiro, circulo ca da ava lei do rio com do q u e em v ive em g rande co it aqui da ue g os t aria mui to do te rm as do q ue l he poe em c omo condi sao q ue l e l he ob e dec a em todo, parece indicar uma relaçao sado masoquista, um es t r anho do tom, ass em mei ode da mandi, fadinha, me s mo q ue es te j am os a f al r do amo rc da corte do orte s,

é este poema da Amazónia , carajás, se chama a invenção da morte, tambem traduzido pelo manuel joao ramos, e as duas primeiras linhas e ultimas da pagina , assim reza, no começo dos tempos, os homens viviam com o seu antepassado kaboi nas entranhas da terra , onde o sol brilhava quando era noite cá fora,

é este poe da ema da ma zon oni do ia da, cara do j ás, da se da chama, sec hama, a in v en são da dam orte, eta tam da am e b em t ra ad u z id o p elo do manuel joao ramos, e as du as prime iras das linhas e u l t ima s da pa gina , ass em r e zorra do ano do começo dos te mp os, os dos homens da viviam do com do circulo do s eu ante passado e ka do boi nas en t r anha s da terra, o passado da cave, onda do deo do circulo do sol br ilha ava q u ando e ra no i teca acento fora, vetoscopio, vaso e to sc circulo do po, e veto sc circulo do pi do circulo

ora aqui temos um rede entre dois continentes e tres países, Amazónia, que geralmente associamos ao Brasil, carajás, que declina em caracas, Nigéria, e ainda canada , ap rime da ira capa al all lam

o ra da aqui t ani a, primeira do ki da cruz emo serpente primeiro red e en cruz red do circulo do is do continente se t rato espanhola pa da ise serpente sam az oni ni aqui da ue do ger al e mn muito da te as soci amos ao brasil, cara j as, quadrado da ue dec lina em cara do cas, ni ger ia, e a inda c ana da , ap rime da ira capa al all lam

esta terceira historia, tambem traduzida pelo manuel joao ramos, continua no reinado do quadragésimo terceiro presidente da América, ou seja do bush filho, e diz

e sta da terceira do hi s tor ia, t am b em t ra d ux id a p elo manuel joao ramos, c on tun ua no reina ado do q au dr a ge simo te rc e rio pr e si dente da ame rc cia, o use seja do b us h fi l h oe di zorro

regularmente, ouvia-se o grito da sariema, um pássaro da savana, um dia kaboi, decidiu caminhar na direcção do ruído , acampainhado por alguns homens atingiu um orifício que nao conseguiu atravessar porque era obeso, mas os seus companheiros conseguiram chegar à superfície da terra e começaram a explorá-la. Havia aí frutos sem abundância , abelhas e mel: notaram que tambem aí havia arvores mortas e madeira seca. Trouxeram a kaboi exemplares de tudo o que encontraram. Este inspeccionou-os e concluiu que a terra era bela e fértil, mas que a presença da madeira morta provara que ali tudo estava destinado a parecer. Valia mais permanecer sobre a terra, porque no reino de kaboi, os homens vivia, longamente, até ao momento em que a idade os impedia de se moverem, uma parte dos «filhos» recusou escutá-lo, e vieram estabelecer-se à superfície da terra, por esta razão, os homens mor rem muito masi depressa que os seus companheiros que escolhera, ficar no mundo subterrâneo

r e gular mente, o u v ia do traço da inglesa se do circulo do g rito da sari ema, primeiro p ass aro da s ava ana, primeiro do dia do ka boi, dec id di u caminha r na di rec sao do t rui id o , ac am mp anha do por al gun s h om en s a t in gi u um o rif fi do cio q ue en ap co nse gui u tara ravessa rp do por do q ue e ra ob s se, masos se us co mp anhe iro s co nse gui iram che g ar à s up e rf fi ce id primeira terra e com el a ra a e x p l o rá do traço ingles de la. H avia aí fr u to s se em ab ub dan cia , ab e l h as e mel: not aram q ue t am b em aí h avia ar vo r es mo rta se da madeira sec a. T ro ux e ram a ka boi e x e mp l as r es de tudo o q ue en c on t ra ram. Este in sp e cc cio no u do traço da inglesa do circulo onze os e c on c lui u q ue a terra e ra be l a e fe rt do til, masque da primeira presença da mad e ria mo rta pro ova da vara q ue al i tudo e stva de s t ina ado a par e dc e r. V al ia do mais per mane ce r s ob rea terra, por q ue no do rei ino de ka boi, os h om en s v iv ia, l ong am que mente, a té ao mo m en to em q ue a id ad e os i mp ped ia de se m ove rem, uma pr te do s s argento s filhos argento s rec us o u es cut á do traço ingles do primeiro do doc do irc uk lo , e vi e ram e stab e le ser traço inglesa sea acento super rf fi ce id a terra. por est ra z ao, os h om en s mor rem muito masi dep r ess aqui da ue os se us com pam hi erro s q ue es co primeira hera do her da primeira, fi car do no do mundo s ub te rr ane o, underground, metro

curioso, pois de certa forma esta história , entronca numa outra, a de um filme que passou recentemente, e que creio já ter visto há muitas luas atras, uma historia que se desenrola em tres planos narrativos distintos onde aparece uma bela rapariga, que acabou agora de reaparecer aqui no corte destas letras, uma noite de sessão dupla, com um primeiro filme com uma bela outra rapariga, quando liguei a tv a vi assim nuazinha como veio a mundo numa banheira com pés , mas gritava muito como se tivesse a ter um ataque de terror e eu logo desligara para grande pena minha a televisão, pois não me apetecia ver terror, terror, trás o mundo já muito e bastante na minha vida, tambem, como poderia ser distinta a vida de um de um outro, depois tornei a ligar no fim do filme , entrava ela pelo mar adentro om um barco atras e um home, que a prendia e depois, se salvava assim com a ajuda de uma morta tipo fantasma, e logo de seguida, o outro , filme

c ur do rio do osso, p o is de ce rta forma es sat hi s tó ria , en t ron ca numa outra, a d e primeiro filme do q ue p ass o u rec en te mn te, e q ue c rei o j á te r vi s to h á mui t as lu as at ra s, uma hi st por ia q ue se de s en rola em t re sp el naso ana r rat ivo s di s tintos onda ap ar 4 efe de uma bela rapariga, q ue ac ab o u do agora de ap ar e recer aqui do no corte, de sta s l e t ra s, uma ano i te de s es sao dupla, com do primeiro da p rim ero fil me dao onda prim ero be la o u t ra rap r ega, ap ar e cia, q u ando lige eu ia da tv avi ass em nu az in h ac omo veio da primeira do mundo nu ma ban he ira do com do pé da serpente , ma sg rita ava mui to com o se t iv ess sea da te rum primeiro ataque de e t rr o r el ogo de s liga da gara do para da g rande p en a min h aa tele e visao, p o is n cão me ap do pet e cia ave r t e rr o r, te rr o rt rá s o mundo j á mui to e bas t ante na min h avi da, t am bec omo p ode ria ase ser da di s tinta a vide de um de primeiro do outro, d ep o is tor ne ia li gar no fi madeira do fil me , en t r v a el ap do elo mar adentro om primeiro barco at ra ase primeiro home, q ue a ap red ia e d ep o is, se s alva ava ass em com da primeira da ajuda de uma mo rta t ip o fan st asma, e l ogo de se guida, oo vaso da cruz ro do filme

ah senhora amada, no meio das vozes que pelo espirito do vento se escuta, que muitas são se as escutar-mos, uma noite recente, parecia ser a sua que me chegou, era vos serena e magoada, dizia-me assim , sim eu sei o que tens passado, mas eu tambem, se tu soubesse como ele me tratava, e pouco masi acrescentava sobre o assunto, mas de repente eu ficara a tremer por dentro de meu coração, pois antevera no tom daquelas curtas palavras , que muito, mal sofreras, ah amada, sabe sempre que de ti cuido e cuidarei, e em mim ao amor verdadeira mora sempre a doçura, e o mel

a h s en hora am ad ano mei o das voz es q ue p elo es pi rito do v en to se es cut aqui do , q ue mui t as são sea do as e cut ar do traço da inglesa mos, uma no i te rec en te, par e cia ser a s ua q ue me che g o ue ra vo s serena e maga ad a, di z ia do traço da inglesa me ass em , si me use seio q ue te ns p ass ado, mase eu t am b em, se t u s o ub ess e com o el e me t rta ava, ep o u co masi ac r es c en t ava s ob v reo as sun tomas de r ep en te eu fi cara a t rem mer por d en t ro de me u co rc sao, p o is ante v ra no tom da qu e l as c us rta s pala vaso do ra s , q ue mu to, m al s o fr e ra asa h am ada, s abe se mp r e q ue de ti cu id oe cu id a rei, e em mim ao amo r verde ad e ira mora se mp rea doc ur a, e om el

ah bela gatinha de meu coraçao chegara antes de a ver no pequeno ecrã, ali estava estrategicamente colocada na papelaria do zodíaco, duas capas lado a lado, estranhamente enfiadas em outras, só se viam sua belas patinhas, ou melhor, suas belas perninhas, que eu a vê-las assim belas como são, logo mordi o anzol de puxar uma para fora para ver de quem eram, duas pernas masi duas pernas, dao quatro perninhas assim como os gatinhos, e de repente a vejo sentada numa estranho cadeirão vermelho, a sorrir, ah que bela sois, logo a meti para dentro, assim nas vezes o coraçao fica e faz quando vêem assim os olhos tao bela presença, para que se não gaste, como um segredo que fica no coraçao, seu nome me soara pelo espirito em dias antes, um nome idêntico a uma outra bela menina casada com um belo menino, e eu nem pensava em si quando pela primeira vez ouvi, é ela, e diz avos seu nome pelo éter, como se alguém me dissesse que ra a menina que por esta cidade se encontrava, ou que seria vós que numa kapa familiar escrevendo se escondia, provavelmente masi um cio que através de si era a mim montado

a h be l a ga tinha de m eu cora sao che gara ant es dea ave r no pe q u en o e c rã, al i e stav a es t rate gi cam n te c olo c ada na pap e l aria do zodíaco, du as das capas lada a l ad a, es t r anha que mente en fia da se em outras, s ó se v iam s ua be l as pat in h da sa, o um el hor, s u as be l as per nin h as, q ue eu ave do traço ingles de l as ass em belas com o da são, l ogo mor di o em z o l de pu car uma do para for da ap da primeira do para ave r de q uam e ram, du as pe rna s ma si du as per na s, dao q au t ro per nin h as ass em c omo os gatinhos, e de r ep en te ave jo s en t ada numa e ts ra n h o cade ira ao vermelho, a s or r ira g h q ue be l as o is, l ogo a met ti para d en t ro, as si mna s v e ze s o cora sao fi ca e f az q u ando v ee em as simo s o k ho s tao be l a p r es ença, para do q ue se n cão gás te, com o um se g red o q ue fi ca ano cora sao, s eu no me s o ara p elo es pit tio em dias nat es, um no me id en tico a uma o u t ra be lam en ina casada com um b elo me nino, e eu ne m p en s ava em sic ua ando pe l a prime ira v e z o u vi, é el a, e di z av os s eu noe em p elo e te rato, com o se al g eu em me di ss es e q ue ra a me nina q ue por e sta da cidade se en c on gt r vao u q ue se ria vó s q ue numa kapa f am i liar es c r eve en do se es condi a pr eva ave primeiro que mente masi primeiro cio q ue at rav es de si e ra amim montada

a vira numa banheira com perninhas e ficara a me pensar, que curioso, acabara de falar na royal mistress dos belos desenhos do michael parker, onde uma outra personagem ali toma seu banho, e me aparecei a menina numa aos gritos, coisa estranha

a v ira n u ma ban he ira do com das per ni n h as e fi da cara am me pen s ar, q ue c ur rio s o, ac ab ra de f ala r na roy al mis t r ess dos b elo s dos desenhos do mic h a el par k ero do ron de uma outra per son game al i tom as eu ban h oe me ap ar e ceia menina nu ma a os g rit s o, co isa es t r anha


o segundo filme, trás como titulo, a vida é um romance, e no final um dos personagens, afirma o seu contrário, a vida não e um romance, o que declinava em av id a é primeiro da ce do roman, e av id a n cao é primeiro roman ce

o se gun do fi l met ra sc omo titu l o, a vi da é um o rm anc e, e no fina l um do s per son a ge ns, a fr ima o s eu c on t rá rio, av id a n cão e um roman ce, pata, o q ue dec l ina ava em av id a é prime iro da ce do roman, e av id a n cao é prime iro ro man da ce

uma das tres linhas narrativas deste filme, entronca por semelhança, num dos poemas, o do mundo subterrâneo e da investigação que fazem do mundo superior e da divisão que então se opera entre os filhos e os dois mundos, pois nele se conta, de um reino e de um rei do inconsciente que habita como seu povo e o trás muito mal governado, quase poderia ser a imagem de socrates e de todos os que tem governado Portugal nos últimos trinta anos, e a mae a morrer retracta as misérias do reino, e leva o seu filho a prometer a libertação do reino, um bebe é então trazido por dentro de uma arvore par o reino superior, no final se ve o rei morrendo atravessado por uma grande estaca, mas parece que consegue ele mesmo assim salvara antes sua descendência, não vi oo filme de inicio mas parecia existir um falha narrativa nesse plano da historia que era em sua essência a dos outros planos embora em tempos distintos de distintas épocas do tempo dos homens

uma da s t r es das linhas na ar do rat dos iva sd e este filme, en t ron ca por semem l h ança, no prim ero dos poe ema s, o do mundo s ub te rr ane oe da in v es tiga sao q ue f az em do mundo s up pe rio red, a di visao q ue en tao se opera en t reo s fi l h os e os do is mundos, po is nel es e conta, de p rie mr rio rei ino e de primeiro rei do inc on sci en te q ue h ab bit ac omo s eu p ovo e o st ra s mui tom al g ove rn ado, q u ase p de ria se rai mage madeira do socrates e de t o d os o s q ue te m g ove rna ado por u gal nos u l t imo st rin cruz da primeira do ano da sea mae, a mor rato e rr eta cat as mise ria sd o rei no, el eva os eu fi l ho a por met rea liber taçao do rei no, primeiro bebe é en tao t ra z id o por d en t rode primeira ar vo r e par do circulo do rei no s up e rio rn no fina l se eve circulo do rei mor r en do at raves sado por uma g rande ss tca, mas par ee q ue co nse g ue el e m es mo ass em s alva ra at es s ua de sc en den cia, n cão vi oo fi l me de in i cio mas par e cia e xis tor primeiro f da al do homem da ana ra do rat iva ness ep da p do l ano da hi s tor ia quadrado da ue e ra em serpente da ua da ess en cia ado s circulo do vaso da cruz ix ro serpente da p l ano serpente em bora em te mp os di serpenet dos tintos da di da serpente das tintas, pi n turas, ms, da ep das ocas da te mp, o do serpenet do homem do om en serpente

o outro plano, é um historia de um home que quer levar seus amigos à felicidade, cheio de elementos ligados a ritos ancestrais do egipto, que acaba mal, como de costume acontece quando assim se faz, e ainda um outro fio da historia que se passa na contemporaniedade, onde a felicidade e sua busca, e a escola, que escola , como e para que é o pano de fundo do sempre amor, e de apostas que as meninas entre si fazem para levaram os pombos a acasalar com as pombinhas

oo u t rop da p l ano, é um hi s tor ia de primeiro home q ue q u e rato l eva r se us ami g o sa fe l e cidade, che e ode el em n to s li gados a tito san c es t rai s do e g ip pt to, q ue ac ab bam da am al, com ode cos t u me acontece q eu en ado ass em se f az, e a inda um o u t ro fi o da hi s toi ira que se da p assa na ana c on te por ani e dade, onda a f ele da cidade e s ua b us ca, e a es c ola, q ue es c ola , com oe do para q ue é o pn a ode fundo do se mp rea am mor, e de a ps ota s q ue as meninas en t r e si f az em para l eva ra emo s pombos aa ca sala rc om as das p om bin homem da ema as

passado estes anos do filme, parece que na muito se alterou em termos de um projecto escola, como sempre conflitos de egos, e pouco fazer, muita conversa, tanta que alguém no filme diz, melhor será fazer o colóquio sobre todos os colóquios de forma a que se chegue a conclusões sobre eles, a ironia do paradoxo e da sempre blá e blá e pouco blé, enquanto os doutos discutem a teoria dos modelos de educação, as crianças, se prendem com um modelo reduzido do mundo, que outras da sua idade construíram, e pelo qual aprendem um pouco de tudo, a jogo e o aprender, e a aprender a construir e a fazer e olhar e pensar sobre o feito, parece continuar a ser o caminho junto dos mais novos, ali entretidos no meio do colóquio à margem de todas as grandes conversas sem fim sobre pedagogia

p ass ado estes ano s do fil me, pa rece q ue na mui to se al t ero ue em te r mo sd e um pro je c td a es c ola, com o se mp r e c on for mula one it os de ego se p o u co f az e r, mui t ac on versa, t anta q ue al g eu mno fi l me di z, mel hor se rá f az ero co l qui o s ob r e todos os c olo q u is de forma aqui da ue se c he g ue a c o n c lu s o es s ob reel es, a i roi ni a do para do xo e da se mp r e b l á e b l á ep o u co do blé, en q ant o os do u to s di sc u t ema teo ria dos mode l os de edu caçao, as c ria sn ç as, se pr en de mc om um mode l o red u z id o do mundo, q eu o u t ra sd as ua id ad e co ns t u iram, e p elo q aul ap ren de m um p o cu ode tudo, a j ogo e o ap ren de rea ap ren de ra co sn t u ire rea f az e reo l h ar e pen s ar s ob reo feito, par e cc e conti ina ur a s erro do ca do minho j un td os maís n ovos, al i en t rid os no meio do co l ki o à mar ge m dae todas as g rand es c on versa s em fi maior ms s ob re pe da g circulo cem do gi da prima ira


depois fui até aquele sitio, olhando os numeros da porta, a ver o que via entre o quarenta e tres e o quarenta e quatro, fora quando estava parado na rua do patrocínio que me apareceu a bela menina com o belo cao como um cavalo, com orelhas de gremlin, lhe dissera eu, ela me disse, como de batman, curiosa correcção, um batman do pais de onde vem os caes, depois continuei a caminhar, vi um outra belíssima parelha, que cada vez que lá passo me fico um momento a contemplar, pois são os dois muito belos, o cavalo branco e uma menina que tambem parece assim um bela eguazinha montada e meia escondida atras de seu pescoço com as suas maos numa bela posição, eu a fico a muti espreitar, pois ela não se desvela, e assim olho a ver se a vejo inteira,

d ep o is f u i at é aquele si tio, o l h ando os nu m ero s da porta, ave ero do q ue v ia en t reo q ua ren ta e t r es e o q ur en t a e q eu t ro, for a q ua ando e stav a para do na rua do pat roci ni o q ue me ap ar e c eu ab e la menina com o be l cao com o primeiro cavalo, com do orelhas de g rem l in, l he di ss e ra eu, el am lam e di s se, com ode bat man, c ur rio da sa co rr e cc sao, primeiro bat man do pa is de onda eve mos ca es, d ep o is cn tin eu ia ca min h ar, vi um o u t ra abe l iss ima par e l h aqui , q ue c ada ave z q ue l á ps passo me fi co um mo m en to a co m te mp l ar, p o is são os do is mui to b elo s, o c ava alo br anco e uma menina q ue eta am b em pa rece ass em um be l a e g ua z in ham on t ado e meia en sc condi dida at ra sd e s eu p es coco com as s u as mao s nu ma b el a posi sao, eu a fi co a muti es pr e tita tp o is el a não se d es vela, e ass em olho ave r sea do vejo ine te ira

em frente a quinta essência, um caixote de cosméticos ao pé de um arvore, um papel lá dentro dizia sensai, luxury golden card, tinha nome e tudo, dr albertina souza, beleza intemporal, levanto so s olhos e elio , trinta anos e nem uma ruga, sensai sp do li fu ingles se rie es rec e ba de o f e rta primeiro s en sa e bo d y fi r ming e mul sion duzentos ml traço ingles no o vi dade, um outro rasgado cheio de furinhos, jensai, per f uma ria e cos met tica lda estrela do circulo do quadrado de noventa e primeiro do quadrado do sexto, teresa maria, da cc freire do gaspar, dep ou sec são o vaso, depois caminhei e por ali ao pé da infantaria dei com um belo restaurante chines que fiquei a ver cá de fora, com um ambiente assim meio nocturno que parecia muito acolhedor, as paginas tantas o cozinheiro saiu com o lixo e fez tres pancadas ao deita-lo fora, depois dei com um as casinhas muito belas, antigas, bem recuperadas, pelo menos por fora, ao pe de um delas um twingo amarelo, ve lá tu , amada com quê, uma mantinha escocesa como a que eu tinha, numa parede mais ao fundo assim em cotovelos de casinhas bem masi modestas, um escrito dava conta do gang do xangri la

em fr en te a quinta ess en cia, um ca ix o te de cos met ticos ao p é de um ar vo re, um pap a ll á d en t ro di z ia s en sat, l ux ur do delta da golden card, ti h na no me e tudo, dr al be r tina sio uza, bee l z a in t en por al, l eva n to so s olhos e e lio , t rin t a ano se ne maior da primeira ruga, s en s au sp do li fu ingles se rie es rec e ba de o f e rta prime iro s en sa e bo d y fi r ming e mul do sion dos duzentos ml traço ingles no o vi dade, um o u t ro ra s gado che i ode f ur in h os, j en sa ip do per f uma ria e cos met tica lda estrela do c irc u lodo do quadrado de noventa e primeiro do quadrado do sex to, teresa maria, da cc freire do gaspar, dep ou sec são o vaso, d ep o is ca minho e ep or a li ao p é da in fan tar ia de i c om do primeiro do b elo r es tua rna te ch ines q ue fic eu ia ave rc á de for a, c om um am bi en te ass em mei o not r uno q ue par e cic am u i to ac o l he dor, as pa gina s t antas o c oz in he iro sa i u com do circulo do lixo e fez t r es p ana c ada ao de ita do traço ingles do lo for a, d ep o is de i com um as ca sin h as mui to de belas, anti gás, b em rec up pera ada s, p elo m en os por for a, ao pe de um de l as um t w in goa mar elo, v e l á t u , am ada com q u ^^ ê, uma man tinha es cose z ac com o a q ue eu tinha, n uam pa red e mais ao fundo ass em e m c oto v elo s d e ca sin h as b em masi mode sta s, um e dc rito d ava conta dog ang do x na g rato da ila

vê, bela ruivinha, já lhe fiz o recadinho, agora fico à espera de um beijo seu, se tal lhe for possível, ou então o complemento da informação, embora pareça que fale por si, a pergunta que falta, é, é, isto uma encomenda da senhora dos presépios das velas dos parafusos, esposa de um dos bandidos mor do reino podre de brincar?

Vaso do ê, bela rui vinha, j á l he fi z o r eca dinho, a goa rf fi co a es pera de um bei j o s eu, set l al he for p os s iv el, o u en tao o co mp le men to da in for maçao, em bora par eca q ue f al ep da por si, a per gun t aqui q ue f al t a, é, é is to uma en co em n dada s en hor a dos pr es e pi os das velas dos par rf us os, e es posa de um dos bandidos mor do rei ino po dr e de br inca car da foice

Trago neste momento a tv aberta onde a menina está, a passar um peça do bandido mor a dizer coisas ficionais de com o país é pais e coisas assim, depois diz que nem sempre é de tensão a vida de um presidente, portanto deve andar a comer cogumelos alucinogenicos para ver o pais em tons de cor de rosa, e então se ve a outra senhora, numa gruta a saudar em árabe e depois o dito esposo a por um chapéu árabe na cabeça, assim meio do minho depois de passar por espanha, que curioso alinhamento

T rago e neste mo mn to a tv ab e rta pn dea menina e stá, a p ass ar um p eça do bandido mor a di ze rc co isas fi cio na is de c om o pa is é pa ise co isas ass em, d ep o is di z q ue ne ms se mp r e é de t en sao avi dad e primeiro pr es id en te, porta n to d eve anda ra co mer co gum elos al u cio em g en nico s para v ero pa is em to ns de c o r de rosa, e en tao se eve a o u t ra s en hor a, n uma g ruta a s au da rem ar abe e d ep o is o dito es poso ap por primeiro chapéu ar abe na ce b ca, ass em mi o do minho d ep o is de p ass ar por es pan anha, q ue c ur rio s al im n ham en to

Num jornal anterior, do canal ao lado, começara a treta da dança dos numeros, contracção, era a palavra eufemenistica, o set às das folhas brancas, e o déficit, ce, quarenta e seis, governo, terceiro nono, não , não é um resultado de um jogo de futebol, masi uma esgrimiam de numeros a mascarar, outras realidades, alerta laranja em todos os distritos, o gás, a noticia já circulava em forma encapotada, gi serpente ne x t q eu tio e ana w cobra mr rna tank, e s p lo delta do ressort gato ri d do duplo vaso, eva green, aparecia por detrás nos contentores, por cima da noticia do joao aguarela, chutos, na europa, numa reuniao a divisão sobre o trabalho, emprego e tempos livre, mostrava a divisão em dois púlpitos que separavam os semi arcos das estrela amarelas sobre o ceu azul, e co no mi st c on feren ce serpente do angulo descendo da direita de cima para a esquerda baixa, no púlpito do lado direito, p ponto da estrela cadente para o lado esquerdo, e um delta carneiro a seu lado deitado, da chaveta quase ao centro, do ponto do principe da direita, a serpente vermelha e branca das redes de nova geração, imposto deduzido, paulo azevedo, sonae, com uma dobradiça doirada na porta por detrás a ecoar numa outra aqui da porta da lingueta de rodes, parecido com o joao aguardela, angulo, tóxicos, dos tv antigos, do tempo do monopólio, carro de transportes prata, av almirante reis, lilla zorro, casa garcia das velas, da câmara, a stock, ser en e y acento no O, cinquenta per c en til, rbs, the royal bank of scotland, e co no mia,


Nu primeiro do jornal ante rio rato do can al ao l ado, com eca ra a t r eta da dança do s nu m ero sc on t raçao, e ra a pala vaso do ra eu fe me ni s tica, o set às das f o l h as br ancas, e o de fic it, ce, q u art en a te se is, g ove r no, terceiro nono, n cão , n cão é um r es sul t ado de um jo g de fute bo l, masi uma es g r iam de n u m ero sa mas cara ro u t ra s r e la id ad e, al e rta lar anja em todos os di s t rito s, o gás, a not ti cia j á c irc u l ava em forma enca p ot ad a, gi ser pen te ne x t quadrado do eu tio e ana w cobra mr rna tank, e s p lo delta do ressort garo ri d do duplo vaso, eva green, ap ar e cia por det ra sn os contentores, por c ima da not i cia do joao a guarde la, xutos, na europa, nu ma da reuniao a di visao s ob reo t r ana alho, e mp rego e te mp ps l ivre, mos t rava a di visao em do is p u l pitos q ue s epa r ava am os s emi arc os das ee ts r e la am ar e l as s ob reo c eu az u le co no mi st c on feren ce serpente do angulo de sc e dn do da direita dec ima para da primeira da esquerda da baixa, no pul pit do l ado di rei top ponto da ester e la cade dente para o l ado esu q e r do, e um delta car me iro as eu l ado deitado, do ac h ave eta q u ase ao c en t ro, do ponto do p rin c ipe da di rei ta , a ser pr n te vermelha e branca das red es de nova ge raçao, i mp os to dedo z id o, p au l o az eve do, sonae, com primeira dobra dica do r iad ana porta por det ra sa e coa rn uma outra aqui ki u da porta da c l in g u eta der h ode s, par e cid o com do circulo do joao a g ur adela, angulo, to xico s, dos tv antigos, do te mp o do mono poli o, car ro de t ra sn portes do prata, av almirante reis, l i ll a zorro, c asa g ar cia das vaso e l as, da ca mara, a stock, ser + en ney ac en ton o O, cinquenta per c en til, rbs, y h ero ual ban kapa do os scotland, eco no mia,

Derrocada na igreja de s paulo, brasil, posse, pintar paredes, mrpp, azul, quatro euros, silva cortina, costas das cortinas, carro vermelho do obelisco, francisco, a tromba do elefante, luther king, e um outro luther, o arqui inimigo do super homem, por detrás da imagem , o que parece ser o congresso, se vem traços em tres linhas, quatro em cima, e masi tres em cada linha de baixo, numa forma de um quadrado com um dos lados em vértice mais ou menos por metade, dez, parecem dizer os traços, casas cinquenta e dois do duplo circulo da sagrada família, barcelona, gaudi, tremer , êxtase, diz a rapariga da virginia, manicura, cabelos, pinças, brown , mali a primeira sacha, carta do pai ao filho, uma longa carta, a verdadeira história de portugal o mistério da rua das flores, cada instante, un der line, it do ponto dezasseis ge

Der roca d ana da igreja de s paulo, br as i l, p os se, pi n tar pa red es, maior rato do pp, az u l, q ua t ro e ur os do silva cortina, costa sd as cortinas, car ro vermelho do ob lis co do isco , fr anc sic o, a t ro b a do elefante, l u t her king, e um o u t ro l u t her, o arco do qui do inimigo do s up e r h om em, por det ra sd a i mage mo q ue par ce s ero c on gre ss o, se eve em t r aços em t r es linhas, q eu t ro em c ima e ema si tres em c ada linha de ba ix o, nu am forma de um quadrado com do prime rio dos lados em v e rt ice maís o um en os por met ad e, dez, par cem di ze ero serpente dos t r aços, ca sas cinquenta ed o is do cup l o circulo da sagrada f am milia, bar cel on a, g au di, t reme r , e x tase, di za ra pa rig a da vi r gin ia, mani cure, cab elos, pi n za s, br o w ns , mali a prime ira sac h ac arte do pai ao fi l h o, uma l ong ac art a, ave rda de ira hi s t riade p ot u gal o mis te iro da rua das flor espanholas for mula do one, c ada in s t ante, un der l ine, it do ponto dez ase is ge

Na imagem da igreja de s paulo, vejo o falo da mao direita, o se mi arco da unha quebrada, a unha, contacto gel s emi um, nono ch, de santa justa, o dado da estrela, e vinte, maçónico, vinte masi sessenta u da gula de setenta e cinco, tot la, seis da estrela, igreja renascer em Cristo, , grupo poeira , casamento de caca, ac milan, maggi, as vibrações, do cravar de estacas, que não o são, aqui em véspera como em muitas outras vezes, e um escutado no espírito sobre uma determinada frequência que é usada no tratamento das doenças mentais, hoje de novo as ouvi, a unha aparecia no gesto da gata da rtp, fsscorn, escolas, crianças, casa pia, chover no molhado, a rapariga do cabelo loiro, ad vo gado, merci, e aqui antes no fim da rua do costa, assim me pareceu vê-la duas vezes, bela, border line, explicava alguém sobre a personalidade de outrem, asterisco, referencia aqui no Livro e à neve, ka mill , ka moll, o ka d vaso mo y , a vela, a casa de informática, aqui em campo de ourique do passe da pena, com o ronaldinho desenhado no chao, ligação à ema do estado, assim o espirito me desvelou, onze, segundo, ou do is, soco rr circulo, azul bebe, lápis lazuli, intoxicação e mortos, lareiras, inteligência, espelho casa francesa na cândida tura ,o espelho semelhante ao da loja da sand, que está na cas de esquina na rua do capitão pala, pn x to ouro sobre azul, Portimão, fi austrália vaquinha, vaquinhas na praça de espanha, que bonito, rato ld, vinte, rim lado por detrás na parede do prédio,

Na e mage m da igreja de s paulo, vejo do falo da mao di rei tao s e mi arco da unha q eu br ada, primeira unha, c on t ac to gel s emi um, nono ch, de s anta just a, o dad o da estrela, e vinte, m ac oni co, vinte ma si se s senta vaso da gula de setenta e cinco, tot l a, se is da e ts r e la, igreja rena sc e rem c r is to, , g rup o poe ira , ca sam en to de caca, ac mi lan, maggi, as v ib br rações, do c rava ar de est aca s, q ue n cão o são, aqui em v es pera com o em mui t as o u t rr a s v e ze se um es cut ado no es pei to s ob r e uma det e r mina da fr e q u en cia q ue é usa ada ano t rata men to das do enças men tais, h oje de n ovo as o u vi, a unha ap a reia no ge st o da gata da ar dos tp, f ss co rn, es c ola s , c reina ç as, ca sa pi a, ch ove rn o mol h ado, a ra pa rig ado cab elo loi ro, ad vo gado, merci, e aqui ant es no fi madeira da rua do costa, ass em me par c eu uve do traço da inglesa la du as v e ze s, bela, bo r der line, e x p li c ava al gume s ob rea persona li dade de o u t rem, as teri isco, refer en cia aqui no L iv ro e à neve, ka mi ll , ka mo ll, o ka d vaso mo y , ave l a, a c asa de in for mat tica, aqui em ca mp o de ourique do p asse da pena, com do circulo do ron al dinho de senha ado no chao, li g aç sao à ema do estado, ass imo es pi rito me de s velo lou, onze, sed un do, o u do is, soco rr circulo, azul bebe, l ap is la zuli, un to xica sao en orto s, lar rei das iras, intel i g en cia, espelho c asa fr anc e sa na can dida tura ,o es pe l ho semem l h ante ao da loja da sand, q ue e stá na cas de e s u ina na rua do c apit ao pala, pn x to o ur o s ob rea z u l, por ti mao, fi au s t ra l ia vaquinha, v aqui do quin h as na pr aça de es p anha, q ue bonito, rato ld, vinte, rim l ado por det ra s na parede do pr é di o,

a anca, pensão d jose do marques de pombal, academia do sporting, aos dezassete anos, estudante nocturno, nono ano, papel da mae, primeiro os estudos, depois o futebol, o anel em cunha vaso , a faca parecida com a desvelada no video que é semelhante a da cobra vermelha que remete para londres e para a cantuaria, dos globos das estrelas pentagramas, candeeiro do colar das pérolas, katie, o anel do broche das baratas cá em casa, do onze madeirense, vaso dos dez contos infantis, harry potter, rowlings, alta, trinca espinhas coluna, suor na axila, bebidas e drogas, droga e bebida, a rapariga do tempo da expo de manchester, do home da peito, pai, com cruz doirada hillfiger , a mao no bolso ba ponte expo, estava na russia quando recebi a noticia do falecimento do meu pai, carlos queiros, ron dido, só se cansam a assobiar, porque não a aplaudir, cr nono madrid, cruz gancho campolide, freitas do amaral e paul portas, seis tres dois , xx, xl falha ca carneiro marca

a ana ca da aca da pen sao d jose do mar q u es de p om b ak, academia do sp o rt ingles l e es , sao s dez a see t ano s, est u dante no c t ur no, nono ano, pap el da mae, p rei mr rio os es t u o d, de pp os o fute bo l, o ane l em cunha vaso , a f aca par e cida com da primeira d es vela ada no v id e o q ue é semem l h ante a da cobra vermelha q ue reme te para londres e para aa can t u aria, do sg lobos das ester e l as penta g ramas, can di e iro doc o lar das pe rola s, ka tie, on al e do br o ce h das barata sm cá em c asa, do on ze madeirense, vaso dos dez contos in fan ti s, harry p ot te r, ro w l in g s al tat rato inca es pi n h a sm co l un a, suor na ax ila, be bid as e dr o gás, dr o g a e b e bid a, a ra pa rig a do te mp o da e x p ode man che s te r, do home da pei to, pai, com c ru z do irada hi ll fi ger , am mao no bo l s o ba ponte e x p o, e stav ana ru s si q a y do rec en ia not i cia do f al e cimento do meu pai, carlos q u iro s, ron dido , se do ó se can sam a ass o bia ar, po q ue n cão a ap l au di r, cr nono mad rid, cruz gan c h o cam pol id e freitas do a ara l ep au l portas, se is t r es do is , xx, fla h aca car ne iro mr ca

tgv, cruz gato vaso de madrid, cabala, ca da bala , b ala, energia renováveis, esgotos renováveis, desperdício renovável, reciclagem, madrid barcelona, substitui com rentabilidade o aviao no mesmo trajecto, assim um senhor dizia, puente aérea, lisboa, Helsínquia, assim continuava a minha leitura de rao denso telejornal e dos exertos da entrevista a ronaldo,

t g v, cruz gato vaso de mad rid, ca bal, ca da bala , b ala, ene r gi a r eno ova z ave is, es g os to s reno ova ave is, de sp e r di cio reno ova ave l, rec cic lage maior mad rid bar cel on a, s ub st it u e com ren t ab i li dade o avio ano me ms o t raja to, ass em um s en hor di z ia, ponte ae rea, l si boa, he l sin quia, ass em conti nu ava a min h a lei tura de ra o d en s o tele do jornal e dos e x e rc t os da en t r v ista a ron aldo,

próxima grande questão, desemprego, profissão de fé sim ou nunca, sobre o tgv, cruz, seta vaso da set, oitenta e oito, desemprego, vinte ecrã, cop gemini, plug in tv dos falos da pancada da pr espanha, marca da cobra na passadeira, foice, aguarela, j gato museus dos carris, autocarros norte, sessenta , trinta, seis xx, c iss kapa circulo qui xo na nene tez benetez, na cab da eca da benitez, ou tezenis, vinte e quatro horas, de e fi ca cia , cores amarela, azul contrario ao ponteiro do relógio no cam do bate com cruz por cima, à cruz os se see é cruz os se com e x pe ct tora são, s c ê cruz us sim medicamentos vo ano segundo do oo do oitavo

pr o x ima g rande q eu s tao, de se mp rego, pro fi s sao de fé si mo un unc a, s ob reo t g v, cruz, s eta vaso da set, oitenta e oito, de se mp rego, vinte e c ra, cop ge mini, p l u gin tv dos f al soda p ana c ada da pr es p anha, ma rca da cobra na p ass ad e ira, f o ice, a guarde la, j g aro mu use se us dos carris, au toca rr os norte, se s senta , t rin t ase is xx, c iss kapa circulo q u ix on a nene te z b ene te z, na cab da eca da be ni te z, o u te z en is, vinte e quatro horas, de e fi ca cia , cores am mr e l a, az x u l c on t ra rio ao p on te iro do r elo gi o no cam do bate com cruz por c ima, à cruz os se see é c ru x z os se com e x pe ct tora são, s c ê cruz us sim mne dica mane to vo ano segundo do oo do o it av o

v en h a f az e r jo g gin no c en t r al p ar kapa, no ova de yorque, euro, dois traços no s emi circulo ao alto, como a ponte de oeiras, ao alto, estrela oitenta e oito, lisboa, ny c t ap ob ama cortina, e x it, ama z inglesa r t e inglesa s , dez a sete ano serpente campo grande, c k, o , un , l t circulo, o brown, castanho, da virginia, fr ama branco, isp iss inspiração, elevada shaking, sou uma rainha e uma princesa, bonança cow boys, bombas de fósforo branco na ofensiva israelita, duas chavetas ao alto, do cinema, chuvas de s paulo, iss joni miss são, do acidente com o ferrari, c rato do nono, a descoberta dos pedofilos por acidente na investigação do caso maddie, acidentes nunca existem, vi uma pilha de luz, sony, na calçada do livramento, dez conta, primeiro ordenado, tres set cinquenta, ax acidente, óleo na estrada, antigona está gelada, o polvo do trajecto são os planetas solares, do nascimento da rosa, ou da rosa do nascimento, borda de agua, sá do bra do tejo, circulo br, bateria usada sony , estava achatada na calçada, aqui ao sair de casa,

v en h a f az e r jo g gin no c en t r al p ar kapa, no ova de yorque, euro, dois traços no s emi circulo ao alto, como a ponte de oeiras, ao alto, estrela oitenta e oito, lisboa, ny c t ap ob ama cortina, e x it, ama z inglesa r t ein g s , dez ase sete ano ser pente campo grande, c k, o , un , l t circulo, o br o w n, cas t anho, da vi r gini a, fr ama branco, isp iss in spi raçao, el eva ada s h ak inglesa, s o u uma rai n h a e uma p rin inc e sa, bonança co w bo y s, bombas de f os for br anco na o f en s iva is ra e l it a, du as c h ave eta sao a l to, do c ine ema, ch uva s de s paulo, iss joni miss são, do acide dente com do ferrari, c rato do nono, a de s c o be rta dos pedo fi l os por acide dente na in v es tiga sao do caso mad di e, ac id dentes n unc a e x is te m, vi uma p ilha de luz, son o ny, na calçada do l iv ram en to, dez conta, p rei miro o r dena ado, t r es set cin q u en t a, ax ac inde te, o leo na e ts r ada, anti g on a e stá gel ad a, o polvo do t ra ject o são os p l ane eta s solares, do na sci cimento men to da rosa, ou da rosa do na sc e i me n to, bo rda de agua, sá do br a do tejo, circulo br, bate ria usa ada s o ny maior, e stav a ac h at ada dana calçada, aqui ao sa e rato de dec asa,

ia circulo am ms serpente homem do vi da gula do circulo do sangue, ab br, o co rc un dado fr e de rico hz ab br her t z, ligação ao frederico do icep? O holligan do fc porto, s eta

n ib b ana , traço foz, ente rata par ren te sis, circulo do armário da carne, arca frigorifica, a rapariga da serie , a foto, judas mc cab bage, m cc, com traço por debaixo, abe , sam masa a ma quadrado home hi, serpente americana itálica, s ana quadrado hi do trance,

ni bb ana , t r aço f oz, en te rata par ren te sis, c irc u l do ar mario da car ne, a rca fr i gi rif fi ca, a ra pa rig a da se rie , a f oto, do judas mc cab bage, m cc, com t r aço por de ba ix o, abe , sam masa a ma q au dr a o d h om e hi, ser pente am e rc ian it al i ca, s ana quadrado hi do t ra n ce,

em shamadi, antes de adormecer, vi antao, um traço como uma estrela cadente semelhante há ultima que no ceu vi, passou ao descer, pelo nariz do primeiro ganso dos tres que levam e voam ao lado do tripé da menina que assim vai elevada, em circulo com a pena, a menina em camisa de noite branca, que observa o anjo em seu voar, aparecera ela a estrela cadente mais ou menos paralela, onde em dia recente a sombra desenhara a linha que um pouco acima travessava o s genitais do anjo, e passava depois sobre o x na base das andas do tripé do circulo onde esta a menina, ou seja se antes era a marca no genitais do anjo que se desvelara , o x no sexo, agora , parecia isto indicar uma relaçao com as cuecas que apareceram no muro do jardim , a da tromba dao elefante, estrela cadente que rasa e aponta o bico do ganso que está em primeiro plano, dos tres que a suportam, me lembro do elefante branco , de uma noite em que lá entrei porque uma rapariga que comigo e com o pirata que fizera de querelle num video do Lusitânia expresso, quisera ver, fora muito engraçado, pois me pediram o cartão à entrada e eu puxara de um dos meus normais cartões da empresa, e assim entrara-mos, e nos sentamos a comer um bife, uma rapariga designer, cuja família morava na rua onde a amazona fatima campos henrique da rtpum, tambem morava , contudo o que me parece masi importante desta imagem é masi um vez a relaçao com os gansos e a menina que por eles vai elevada, recentemente tambem entrado num outro texto, hoje mesmo , no caso da casa pia, algo se tinha passado, como um vento, ainda nem tive tempo de perceber em pormenor, nas que deve ter a ver com as cuecas, o x no sexo da menina, e agira na pena de trás da ti pu, t r i angulo r t ip ni, li v ni, o ganso, a menina da happy, s ob br e tudo deitado como o lenço da gisele à volta de seu pescoço, em branco, como os gansos são, ou seja uma menina judia, assim parece isto desvelar,

em s hama di, ant es de ad o rm e ce r, vi antao, um t r aço com o uma es t r e la cade dente semem l h ante h á u l t ima q ue no c eu vi, p ass o ua o de sc e rp do elo na riz do prime iro ganso dos t r es q ue lea am e vo am ao l ado do t rip e da mn ina q ue ass em v a i el eva ada, em circulo com prime ria p en a, am en ina em ca misa de no i te br anca, q ue ob serva o anjo em s eu cv o ra r, ap ar e cera e la a est r e la cade dente maís o um en os para lela, onda em dia rec en te as om br a de s en hara a linha q ue um p o i coa ac ima t ravessa ava o s g en it a is do anjo, e passa ava d ep o is s ob reo x na b ase das andas do t rip e do circulo onda est + a am en ina, o use seja se ant es e ra am a rca no geni tao s do anjo q ue se de s vela lara , o x no sexo, Agora , par e cia is to indica car uma da relaçao do com do as das cuecas q ue ap ar e ce ram no m ur, o do jardim , a da t rom ba dao el e fan te, est r e la cade dente q ue r asa e ap da ponta o bico do gan soc q ue e stá em prime iro p l ano, ds o te r s q ue a s up porta tam da manha, me l em br o do l e fan te br anco , de uma no i te em q ue l á en te ip do por q ue primeira ra pa rig a q ue co mig oe com do circulo do pirata q ue fi ze ra de q ur elle n um v id e o do lu sita ni a expresso, qui ise ra ave rf o ra mui t en g r aça ado, p o is me ped iram o car tao à en t r ada e eu p ux xara de um do s me us norma is car to es da e mp r es a, e a ss em en t r ar a do traço ingles mose en os s en t amo sa co mer primeiro bife, uma ra pr i g a de si gn e rc u j a f ami ml ia mora ava na rua onda primeira am az zon da fatima cam p os do henrique da r tp um, t am b em mora ava , contudo o q ue me par ce masi i mp orta n te de sta i mage mé masi primeiro vaso e zorro da primeira da relaçao com do os dos gansos e a m en ina q ue por le es vaso da primeira is el eva ada, rec en te mn te t am b em en t ra ado num o u t ro texto, h oje me s mo , no caso da c asa pi a, al gose tinha passado, com o primeiro vento, a inda ne maior da t iv e te mp ode per rc e br em por men or, na s q ue d eve te ra ave rc om as c u eca s, o x no sexo da menina, e a gira na pena de t ra s da ti pu, t r i angulo r ip ni, l iv ni, o ganso, am en ina da h a pp do delta, s ob br e tudo de ita do com oo l en ç o da gi sele à vo l t ad e se u peso soco, em branco, com o do os dos gansos da são, o use seja um am en ina judia, ass em par ce is to d es vela ar,

do harem do ayer, co at h a pp delta, happy, remi ni s ce , remi nice, homem ar lapa na mo amo s h iva delta p rei me iro, na ama home a primeira da al s eta cruz he eve , a do pen do dulo, foco u l t, a rainha... ex a rp r es neta dora , co malato, co l un a k p ano do duplo vaso it ap ps os t olo ser pr nete h ook sw un g in ingles s eta, o anzol no primeiro bar do primeiro do primeiro bar um sc p rie miro espanhol na br ux a do anzol, vinte e oito, c asa da india , p rim e ira ato ser pente de sb , de b en fi ca, da l in g ua , w oo d y a ll en, vic k y b ac el on a, das tres mul her es, um pintor, el a ch efe brit p elo se g u bdo dia, pp set ser pen te da t rec e ira c ur u z el eva ada pt, pp set of u tem si is t en ni s sin s in ema , am ema do cinema do por do sol, do com bo w na rec ina ode o filme am bie en t ado em roma, t rin it a, t r i ni r y, a t rin dad oe, do t rio da b u giga ganga, da mic g ele p fe e fer, i mage mna b ana he ira, rai mage madeira da seque en cia da h a pp delta, o u t ra s eta para do circulo do canto da esu e rato da baixa, onda ap ar e ce a k id man, o u t ro emo ap ar e dc e k id man, 7 mo t rei o ot rio do c o w bo y , bu giga gan g a, o celeiro do p ovo deo c en to e on ze, rea l e a z u l e do branco, , t rip olo, t rip o d, ovo da serpente, al na, a lan pr iv ada foice, ?, m aca ni o da uber, t uber rc u lo se, james de anna tv, a passada do min h o, ap ass ada da c ml, ma ur a, c ru zorro da rea mi ll , sw ingles dos trezentos e set en t a b es, do barão al t rui st a chora min gás, li be rato LX vaso do t r aço do prime iro vaso do t ra aço do ingles ze, t he sec r e t b oo k o f sac red magic a o f ab ra mel int he magic man o f g o d c ap pt a in f u ll da ler,

a ultima visao sobre a igreja, assim falou, circulo do moedas, miguel , judeu, fla vaso da cruz primeira, em delta com a faca do crocodilo, fez o delta da vartea que passou por cima da trincha pincel amarelo e prat circulo quarenta, que fez o corte da unha, o delta africano das moedas feito pela faca vertical apontada ao ar do crocodilo, a vareta sobre a trincha, com pelos brancas, e o corta unha cortou o telhado da igreja

au l t ima da visao s ob rea dea igreja, ass em f alo u, cir cu lo do moe da s, mig ue l , ju de u, fla vaso da cruz prime ira, em delta com a f aca do c roco di l o, fez do circulo do delta da vartea q ue p ass o u por c ima da t rin cha pi n cel am ar do elo e prat circulo q au renta, q ue fez o corte da un h a, o delta africano das moe da s fe i to p el a f aca v e rt ti c al ap da pontada ao ar do c roco di lo, ava r eta son rea da trincha, com do p elos brancas, e o co rta unha co rt o u o tek homem da primeira do circulo da igreja


nas noticias do yahoo, obama em véspera da tomada de posse, de luvas negras como as minhas, por detrás do um palanque, as letras da noticia assim me falaram, rene da wing América apostolo serpente prom romi iss ise da web do pi circulo do segundo do infinito deitado do nono, da org, do w ar me emo ria al do plaza, cris do eduardo, o ft he libertarian, da organização da mao negra, o grupo que deu inicio a primeira guerra mundial uma vez aqui referido, sobre os processos como se lançam as guerras, do lea ning do cat do circulo do instituto, da chave me sat n s tim vaso circulo us , w hat is foice,, sinalizado no nó da gravata dele, um papilon, referencia frança, e a Guiana, a historia do prisioneiro e da sua evasão, paul do be segundo do monde, me subiu a memória, o manuel pinho, que tambem assim nas vezes um trás, um vi rat da gula t riollion, do rio do leao do g rup circulo do onze, de lion, fr, um ponto tres trilhões de dollars, a divida americana

na s n o it ti sis do y a h oo, ob ama em v es pera da tom ad a de p os se, de luc v as negras com o do as das min h as, por det ra sd o primeiro palanque, as das letras da not i cia ass em me f ala ram, rene da wing am r erica a ps soto lo serpente + prom romi iss ise da web do pi circulo do segundo do infinito deitado do nono, da org, do w ar me emo ria al do plaza, cris do eduardo, o ft he l e berta r ian, da o r g ani iza sao da mao negra, o g rupo q ue de u in i cio a pei rm e ira guerra mundial uma ave z a qui r efe rid o, s oe br reo os pr e c esso s com o se lança sm as guerras, do lea ning do cat do circulo do instituto, da ac homem ave da me sat ns tim vaso circulo us , w hat is foice,, sin a l iza son em nó da g rav t adele, um pap i l on, r e fr en cia frança, e a gui ana, a hi s ot ria do pr i sio ne iro e da s ua eva sao, p au l do be segundo do monde, me s ub i ua m emo ria, o mane u l o in h o, q ue et a m b em ass em nas v e z es um t ra s, um vi rat da gula t rio ll ion, do rio do leao do g rup circulo do onze, de lion, fr, um p on o t r es tt r ilho es dedo do ll ars, ad da di do vi da am eric cna

Estranho dia este de hoje, entre a festa e a tristeza, prefiro um qualquer meio termo de um silencio que nunca bem o é,

Espanhola cruz rato do anho dia este de home do oje, en cruz rea da festa e em rato do is da te za, pr e fi iro primeiro do q ual quadrado do eu rato do mei ot rato do emo de primeiro do silencio do q ue en unc ab emo é,

O casal sorri para mim na capa da revista, e eu que os trago a todos em meu coraçao, para eles devolvo assim meu sorrir, são francos, o sorriso é genuíno, e mostra o coraçao bondoso, e o amor que está naquela família

O ca do sal sor r ip do para da mim na capa da r e v ista, e eu q ue os t rago a todos em me u cora sao, para el es d evo l vo as s im me u sor r i r, são do franco s, o sor r is o é g en u ino, e emo st ra o coraçao bond os oe o mao r q ue e stá na q eu l a f am mi l ia

Ontem pela noite, o menino pequenino africano , talvez quatro anos a entrar no prédio pela mao de sua mae caucasiana, era já um bocadinho mais tarde do que a hora habitual em que os oiço chegar, saem todos os dias pela manha cedo, os mais cedo a sair do prédio, pelas sete horas, a criança, chora em muitos dias assim arrancada do leito pelo mae que vai trabalhar, muitas vezes correndo pela rua abaixo com ele montado em seu colo, quando vai atrasada, depois o deixa ali na escola na rua em baixo e seguirá para o seu trabalho, eu que já o conheço, e ele a mim, nos trazemos em fácil amor, brinco com ele quando o vou encontrando, e ele sorri para mim, somos como amigos que pouco se vêem,

On te mp el a no i te, om en ino pe q u en ino africano , t alvez q ua t ro ano sa en t r ar no do prédio pe l a mao de s ua mae c au ca si ana, e raja um b o ca dinho mais t arde do q ue a hor a h ab it ual em q ue os o i ç o che g ar, sa em todos os dias pe l a manha ce do, os mais ce do asa i r do prédio, pe l as sete hor as, a c r ian ç a, cho ra em mui to s dias as si m ar r anca ada do lei to p elo am me q ue eva it r ab l a h ar, mui t as v e ze s co rr en do ep la rio ua ab i ax o com el e mo n t ando em s eu c olo, q u ando vai at ra s ada, d ep o is o de ix a e li na es c ola na rua em ba ix oe se gui rá para o s eu t ra b alho, eu q ue j á o c on he ç oe e lea mim, no s t ra z emo s em f ac i l am o r, b ric no com el e q u ando ovo u en c on t r ando, e el e sor r ip para mim, s omo s com o ami g os q ue se p o u co se eve em,

Ontem vinha pele seu pé entrando no prédio pela mao de sua mae, chupeta na boca, como ainda usa, lhe disse, dá-me a tua chupeta, ele com ela na sua boca, muito sério, assim me respondeu, não posso , se não depois não durmo, eu me sorri, disse-lhe que estava com ele a brincar, despedi-me e fui rindo descendo a rua abaixo

On te em vinha pele s eu p é en cruz rato da anda do no do pr é di do circulo do pe primeira am mao de serpente da ua mae, ch vaso da peta na boca, com o primeira inda usa, primeiro e homem da di serpente da se, d á un gata dol primeiro espanhol am meat da ua chupeta, el e com el ana serpente da ua bo ca, mui to zé da sé do rio, as si maior mer espanhol do pond e un cão da p osso , se en cão quadrado da ep do po do circulo do is do sn cão quadrado do ur mo, eu me sor rato da rid da id di ss e do t rato do aço do primeiro ingles quadrado da ue e stav ac om e lea br inca rato, de sp e di da inglesa me e f u i r indo de sc en do ar ua ab ba ix o

Contado não terá porventura metade da piada, da seriedade com que ele apresentou suas razoes para não me dar a chupeta, a mim se quebra sempre o coraçao quando o oiço chorar logo de manha , arrancado ao leito aquela cedo hora nenhuma criança, deveria ser sujeita a estas formas do viver, e assim é para tantas

Conta ado n cão te rá por v en tura met ad e da pi ad a, da se rie dade com q ue el e ap r es en to us ua s ra zo espanhol do para n cão meda ra chu da peta, a mim seque eu bra se mp reo cora sao q u q n do oo e ç o cho r ar l ogo de manha , ar ra n cado ao lei to aquela ce da hor a n en h uma c rina c r ian ç a, d eve ria ser s u je i ta a e sta forma s de viver, e as si mé do para da t das antas

Tem uns belos olhos redondinhos, escuros, que me fazem lembrar os de uma rapariga que um dia numa praia de sintra na tarde ficamos a conversar, um dia me pus mesmo a pensar se não seria filho dessa rapariga, pois não sai assim tanto aquela que parece ser sua mae, e o pai não o conheço, penso que aqui não morará

T em u ns belos olhos red don di id dn h os, es curo s, q ue me f az em l em br ar os de uma ra pa riga, um dia me p us me s mo da ap do pen s ar se en cão se ria fi l h o de s sa ra pa riga, p o is n cão s a ia ss em t ant o aquela q ue pa rece ser s ua mae, e o pai n cão o c on he ç o, p en soque aqui quin cão mora rá

Na net , uma lista em síntese dos maus rapazes do governo anterior americano , de seus negros feitos e do ponto da situação onde ela se encontra relativa a cada um, os quarenta e tres que ajudaram a fazer o pior bush de sempre, quase evoca ali baba e os quarenta ladroes, masi tres nesta versão

http://pr.thinkprogress.org/

quem serão as quarenta e tres nomes aqui que os mimetizam, belo exercício de id

Na net , uma l ista em sin te sed do gi t al os ma us ra p az es dog ove rn no ante iro r am eric no, de se us negros f e it os e do ponto da si tua sao onda el ase en c on t r r e la t iva ac ad a um, os quarenta e t r es q ue ajuda ram a f az ero pi o r b us hd e se mp rec vaso da ase e vo cali baba e os q ua ren ta la dor es, masi t rato espanhola ne serpente do ra da ave são

Quadrado da eu, dia maior da se ra do circulo do as quadrado do ur en t a e cruz ra espanhol do no mes aqui quadrado da ue os mime cruz iza am, segundo elo e x e rc di code id


Dick cheney iria à tomada de posse em cadeira de rodas, assim dava conta a noticia, um traço horizontal vermelho, fazendo um cruz invertida no y de seu nome, as letras diziam pulls back muscle in weeel chair for inauguration, bid to polish hi serpente troublles ,

Di ck do che ney da iria da primeira do tom ada de p os se em cade ira de roda sas si em d ava conta ano not ti da cia, primeiro traço homem orion t az l vermelho, do fazendo, primeiro da cruz invertida no y de s eu no me, as das letras da di z iam p u ll da águia do ac kapa da mu sc le in we ee e primeiro ch air da for ina au g ur ra tio em, bid to polish do hi serpente da cruz do ro do ub do ll e ds ,

Depois na sequência de fotos no yahoo, ali estava ele em pé encostado ao murete da cadeira da presidência do senate chamber no capitol do hill in washington, cadeira antiga de coiro vermelho almofadado, ao fundo, cortinados vermelhos, a ecoara num gesto recente de Obama , na tv, onde ele pintado uma parede de azul, tirava tambem às paginas tantas, umas cortinas de uma janela, de um moldura, perfaziam assim cumulativamente, as do senado e a da janela, duas das cores da bandeira de portugal, a historia que Obama conta, é um história antiga, pois fala ele do tempo do seu primeiro emprego, ou seja remete para décadas antigas, e essas corres mais a outra da bandeira portuguesa estão reflectidas, numa gravata de um home com um badget de congressista, num dos frames do video sobre a grande confusão que ia no mundo, já na altura em que o fizemos, um video num tempo onde ele próprio já trás a palavra help, como o grito de socorro, pois essa imagem do congressista no video eventualmente alguém do senado, se le na badget, o palavra no, um não que adquire um outro sentido, o mister no, das cores portuguesas, e o tempo não será muito semelhante a esse

D ep o is na seque en cia de f oto s no y h a oo, al i e stav el e em p é es co ns estado ao mur e te d a cade ira da pr es id en cia do sena te c ham be r no c apit toi, o can tor do hi ll em w as hi sg ton, o olliveti, ou do tempo do jornal outrora aqui abordado do sete com uma noticia sobre ele, cade ira ant i gado fr co iro verme le h o al mo fada do, ao f un do, co rr ina do s vermelhos, a e do circulo do oara nu primeiro g es to rec en te de Ob ama , na tv, onda el e pi n t ado uma pa rede de az u l, t irava t am b em às pa gina st das antas, do porto, uma s co rt ina sd e uma de jane la, de um mol d ur a, per rf az iam as si em co um l at iva que mente, as do sena do e a da jane la, du as das dor r es, co r es da bam de ira de portu gal, a hi s toi ira q ue ob mam conta, é um hi s toi ra ant e gap o is do fala el e do te mp o do s eu prime rio e mp do rego, o use seja r e met e para dec ad as ant i gás, e es sas co rr es ma isa outra da bandeira portuguesa es tao rato e for mula one ce ct id as, numa g r v at ad e do prime rio home do com da bad ge t, aluguer de automóveis tambem da deco on gre ss ista, nu m dos fr am es do v id e o s ob rea g rande c on f u sao q ue ia no mundo, j ana al tura em q ue o fi z emo s, um v id e o nu m te mp o onda el e pro p rio j á t ra asa pala vaso do ra do homem elp, com o u g rito de soco r ro, p o is ess a i mage m do c on gre ss sita no v id e o eve en tua le mn te al gume do senado, sele na da bad ge to da pala vaso do ra no, do primeiro n cão q ue ad q u ire um o u t ro s en t id o, om is t reno, da s cor es porto guesa, e o te mp on cão se rá mui to semem l h ante a ess e

Dois pormenores me chamam ainda a atenção nessa precisa foto de dick cheney, uma folha branca que ele trás a frente de seu cio, corpo, e a posição da duas maos que se encaixam, onde se ve um preciso elefante e sua tromba, de imediato me subiu a imagem das cuecas que alguém , certamente mais uma vez com o conhecimento do amado e das gentes de seus palácio, das cuecas adolescentes que ali aparecera na manha do fim de semana, a folha remetia ainda para outra folha a4 branca que aparecera já por duas vezes em dois outro, o policarpo, e depois num senhor do hamas, em posição semelhante, ou seja mais ou menos vertical

Do is por m en o r es mec h amam a inda a ten sao ness ap rec isa f oto de dc vaso do dick che en ney, uma f o l h a br anca q ue el e t ra asa fr rn te de s eu cio, corp o, e a posi sao da du as do mao serpente q ue se en caixa am, onda s eve um pr e cio el e fn at e es ua t ro mba, de i me id a to me s ub i ua i mage m das c uec as q ue al g eu em , ce rta m net mais uma vez, do com o c on he cimento do amado e das gene ts de se us pala cio, das c u ec as ad o l es c en t es q ue al i ap ar e cera na manha do fi maior de se da mana, primeira f o l h a reme da tia a inda para o u t ra f o l h a a4 br anca q ue ap ar e cera j á poe du as v e ze s em do is o u t ro, o poli car rp oe d ep o is nu m s en hor do hamas, em posi sao semem l h ante, o use seja mais o um en os v e r tic al

Na imagem que desenhei em meu caderno, da mao do cheney cujo dedo tao bem representava a tromba do elefante, o corpo dele propriamente dito, tem so tres pernas, e é assim como um punho fechado, ou seja, a tromba aqui , não é um falo, mas sim uma mao de uma penetração, de uma forte penetração, a tromba do elefante no east room, ou na casa do east, ao lado dele, quatro colunas de pala, ele sobre a arcada da direita, a manga branca na cruz da sombra na folha a4 do old senate, do antigo da câmara do senado, vaso maior , ca apit can tor, da emergia do monte do washington, br, pub, do sena te circulo apit produtores do monte do washington olliveti, nogueira, recentemente tambem de novo aqui pela palavra convocado, a madeira nos frisos da mesa da presidência das cortinas vermelhas, cortinas, declina tambem em cortina, ou seja carro alemão, dos vermelhos, n posto da presidência, do conselho da europa

Na i mage m q ue de s en he i em me u cade r no, da mao doc h en e y cu do jo do dedo do tao b e mr a da ep r es en t ava a t rom ba do elefante, o cop ro de l e pro p ria da manha que mente, dito, te ms o das tres pernas, e é as si em com o um p un h o fec h ado, o use seja, a t rom ba aqui , n cão é um falo, mas si mu ma m º ao de uma p ene t raçao, de uma f orte pene t raçao, a tromba do elefante, no do east room, ou na c asa do east, ao l ado d elo, q au dt ro co l un as de pala, el es ob rea da arcada da direita, a manga br anca na c ru z da s pm br ana da f o l h a audi do o l d sena te, do ant i g o da ca mara do senado, vaso mai ro , ca apit can tor, da e mer gi ad o monte w maior washington, br, pub, do se bate da te do circulo apit pro du ot es do monte do w as hi g ton o lll iv e ti do nogueira , a mad da ira nos fr is os da mesa da pr es id en cia das co rt ina s vermelhas, cortinas, dec lina tam ne me mc o rt ina, o use seja carro al emo a, dos vermelhos, n posto da pr e s id en cia, doc on se l h o da europa

Vermelho, azul e prata era a indicação que a senhora laura bush dava em jeito complementar numa sala de recepção com cheney ao lado em cadeira de rodas, ou assim o parecia, ela o olhava com reprovação , ele de cabeça baixa, sua mao disposta na parte anterior do cotovelo, mostrava os quatro dedos, as quatro pernas do elefante, as quatro colunas de palas, ao lado da sequência das imagens , calhava estar um heli, ou seja parace isto remeter para a queda do helicóptero do chefe da igreja ortodoxa na grecia, assim parece a senhora dizer, aqui depois das quedas já relatadas, do elefante do dn com o nome da besta anibal, tornara ele a cair e ficara deitado de borco ao lado de um ficha tripla onde se le x em tina europa, latina europa e que tem ao lado um fruto de madeira daqueles que um dia trouxe da republica dominicana, pode ser um pera

Vermelho, azul e p rta e ra a indica caçao q ue a s en hor a l aura d ava em je i to co mp le men tar nu ma da sala de rec ep ca do com do cheney ao l ado em cade ira de rodas, ou sas simo par e cia, el a oo l h ava com r ep o r v aç sao, ele de cabe l ca da baixa, s ua mao di s da posta na p art ante iro do c oto velo, mos t rav o os quatro de o ds, as a q u t ro pe rna s do ele fn a te, as q ua t rc o l un as de palas, aol ado da seque en cia das i mage ns , c ala h v a es t ra primeiro heli, o use seja par rac e is tor e meter para da primeira queda do heli cop t ero do che efe da igreja do orto do x na ana gre cia, as si em pa rece a s en hor a di ze ra do ki aqui d ep o is das quedas já r e la t ada sd o elefante do dn com o n ome da be sta ani bal, tor na ra e lea ca i r e fi cara de it ado de bo rc o ao l ado de um fic h a t rip la onda da se l e x em tina europa, latina europa e q ue te mao l ado um fr u to de madeira da q eu l es q ue um dia t ro ux e da r e publica do mini cana, p ode ser do primeiro do pera

Depois uma outra estranha linha vinda de trás adensava o mistério, nas noticiais da fox, a historia de mais um advogado com ligações a clinton, parecido com o ted kennedy, em mais novo, e uma historia que começara com um atentado no panana, no tempo do noriega, numa vista que regan lá fizera salvo erro em oitenta e oito, onde dois soldados americanos forma emboscado e mortos, esse senhor aparecia agora a defender, o filho de noriega que entretanto fora afastado, e depois voltara ao parlamento, o grupo de piros com ligações ao narco trafico, vestidos com fatos brancas, um homem com um nome parecido com o meu, pedro miguel gonçalves, pedro miguel que é tambem nome do rapaz do amo-te chiado, em de um cio do qual creio ter derivado a morte de seu pai na estrada, na altura dos muitos cios nas e ts r ad a s

D ep o is uma o u t ra es t r anha da linha do vaso inda det rá s ad en s ava o mis té do rio, nas not i c aias da fox, a hi s tor ia de mais do primeiro ad vo gado do com das li g aç o es a c l in ton, par ce id o com o te d k en ne d y , em maís n ovo, e uma hi s tor ia q ue co me ç ara com do primeiro atentado no p anan a, no te mp o do no rie ega, nu ma v ista q ue r e gan l á fi ze ra s alvo e r ro em oitenta e oito, onda do is sol dad os am eric no s forma em bo sc cado e mor t os, ess e s en hor a ap rec ia do agora à defender, o fi l h ode no rie ega q ue en t r eta n to for a a f as t ado, e d ep o is vo l tara ao par la men to, o g rup o de pi ros c om li g a ç o es a on arco t raf i co, v es tid os com fato s br ancas, um ho em com do primeiro nome par e cid o com om eu pedro miguel do gonçalves,

E um gonzalez, tinha acabado de aparecer no livro da rosa, o do berçário, ou seja ligado ao hospital do curry, o da cabral, aqui de campo de ourique, daquele passe da pena na loja dos computadores, com referencias tambem ao brasil, e ao futebol, ronaldinho, um outro aparecia ligado a igreja que derrocara, o caca, que ali se casara, de certa forma um rival de cristiano, com cara triste na recepção do prémio deste ultimo agora

E primeiro do gonzales, tinha do ac ab bdo, agencia pub, de ap ar e ce r no l iv ro da rosa, o do be rca do ca do rio, o use seja li gado ao h o spi t al do curry, o da cabral, aqui de cam p ode de ourique, da q ue l e p ass e da pena na loja dos co mp u ta dor es, com refer en cia s t am b ema o br as ile a o futebol, ron al dinho, um o u t ro ap ar e cia li gado a igreja q ue de r roca da cara, o da caca, q ue al ise ca sara, de ce rta forma prime rio riva l de c r is tia ano, com dc da cara t r iste na rec ep sao do pr emi o de ste u l t imo da agora

Esse americano aparecera agora a defender o tal senhor que fora acusado pela América de estar envolvido na altura à morte dos soldados

Ess e am e rc cia ano no da ap ar e cera do Agora da primeira da defender o ta l s en hor q ue for a ac usa ado pe l a am e r cia de est ra en vo l v ido na al tura à m orte dos sol dad os

And other terrorist tie, era a pergunta, gravata da foice, o home cop da abelha voadora, o aviao antigo do tempo da segunda guerra mundial que passara um noite alta nos olivais, dj it is use primeiro ess do to do attack, the mistic river, ny as king hi mi f h do ni do bana de paris, no ib do bana, ni iba ban, pali, marinheiro, canção do marinheiro, joao aguardela, pali script dos pt tunes, nibana daqui a tres meses, no despontar da primavera

e d ot her te rr ot ist tie, e ra da primeira ap do per da gun t a, gata rata vat a da foice, o home do ome do cop do abelha vo ad ro a, o avia o antigo do te mp o da sg e un da guerra mun di al q ue pa s sara um no ite al t ano s ol iv ia is, dj it is use primeiro ess do to do attack, the mi st tic do river, ny as king hi mi f h do ni do bana de paris, no ib do bana, ni ban, pali, marinhe iro, can ç a do marin he iro, joao aguardela, p alo sc u pt dos pt tunes, ni b ama daqui a t r es me s es, no de sp on t r a da primavera, empresa de software portuguesa

a historia do obama, trazia contudo outros pormenores, pois a parede que ele pintava era azul croma, como a minha, onde está o armário, idêntico ao que referenciara agora recentemente nas minhas letras, idêntico a um outro que se ve da rua numa das casa de alcantara, e que me pareceu estar relacionado com o ataque ao friedman, depois disto ter escrito o espirito no lugar me acrescentou , do circulo brasileiro da sa do rio tejo, portanto parecia que Obama naquela seu dizer, apontava a relaçao à id do ataque ao friedman

a hi s tor ia do ob ama, t ra z ia contudo outros por m en o r es, p o isa da parede do q ue el e pi n t ava e ra a x u l circulo lol de roma, com o a min h a, onda e stá o ar mario, id en tico ao q ue r e fr en cia ra do agora rec en te mn te nas min h as letras, id en tico a um outro do que se da eve da rua nu ma das c asa de al can tara, e q ue me par e c eu es t ra r e la cio n ado com do circulo do ataque ao friedman, d ep o is di s tot e rato es circulo do rito do es pei to no la g r me ac r es c en to u , do circulo brasileiro da sa do rio tejo, porta n to par ceia q ue ob m a na q eu la s eu di ze r, ap on t ava da primeira da relaçao à id do at a q ue ao fr rie d man

a primeira id, era um circulo branco sobre o azul, em angulo disposto, como fazendo indicação de ser de um circulo nessas cores, e pintar paredes, remetia, masi uma vez para os mrpps, meninos rabinos que pintam paredes, ou ainda maior da relações publicas do pp serpenet ou ainda mr pp serpente, ou ex mrpp, que agora será dos quadrado do cds, circulo e quadrado, aponta então o lobo xavier, que nem me recordo se veio ou não da chamada extrema esquerda,

a prime ria id, e ra do primeiro circulo branco sobre o azul, em a gn gula dez da di s post o, com do circulo do fazendo, indica sao de ser de primeiro do circulo ne s sas co r es, e pi n t ra parede serpente, reme da tia, ma si uma ave z para do os dos mrpps, meninos rabinos q ue pi n tam parede s, o ua inda maio r da r e la ç o es publica s do pp serpenet o ua inda mr pp serpente, o ue x mr rp p, q ue do agora se rá dos q au dr ado do cd s, circulo e quadrado, ap da ponta en tao do circulo do lobo xavier, q ue ne m me record o se do veio o un cão da c hama da e x t r ema da esquerda,

a outra , era um referencia ao salário, o primeiro salário que ele recebera, que lhe parecia ter sido de quatro dólares, o que era o salário médio da altura na América para aquele genero de trabalho, assim parecia ele explicar, ou melhor, relembrar, uma outra referencia semelhante viera no mesmo tempo ao lume, na entrevista ao cristiano ronaldo, dez contos, seu primeiro salário nos infantis, e uma outra referencia que ficara a ecoar dessa entrevista, do tempo em que ele vivera na pensão de s, jose, ou algo assim pela zona do marques de pombal, ou do marques das pombas, em pombal, e a referencia a trade mark que ele registara , o cr sete , e referencia a outros circulos do circulo do rato, a trade do mark, das danças, assim parece tambem se desvelar, sendo que será então alguém que andara pelas bandas do marques de pombal, o ultimo referido, fora o dos seguros açoreana e tambem dos cabrões da axa que continuam via a injunção do porto , a dizer que tenho seguros para pagara quando os anulei a todos, seus filhos da puta, que vos vou levar a todos a tribunal,!

a o u t ra , e ra um refer en cia ao sala rio, o p rime rio sal rio q ue el e rec e br aqui da ue do primeiro ingles kapa do gato par e cia te r s id o de quatro dol ar es, o q ue e ra o s al á rio mé di o da al tura na am e rc cia do para aquele ge e n ro de t ra b alho, as si em par e cia ele e x p l cia do ro do aro um el hor, r e l em br ar, uma o u t ra refer en cia semem l h ante do viera no me s mo te mp o ao l um en a entrevista a o cris t ian o ron aldo, de z c on t os, s eu prime iro sal e rio no s infantis, e uma o u t ra refer en cia q ue fi cara a e coa r de s sa en t r e v ista, do t mp o em q ue ele vi da vera na pen sao dea da serpente do, jose, dn, o u al goa ss em pe l a zon ado marques de pombal, o u do marques das pemba s, em p om bal, o u l t imo ref rid o, for a o do s Seguro serpente aco rea ana e ta m b em dos c ab ro es da axa q ue conti nu am via a in j un sao do porto , a di ze r q ue t en ho seguro serpente do para pa da gara q u ando os da nau do lei ra todos, se us fi l h os da puta, q ue v os vo u le bar a todos a t rib un al,!


pois outras imagens da sua infância andavam em mim a bailar , na aldeia de seus avos africanos, que me remetera para a viagem do documentário feito em Moçambique, em pemba, ou seja relacionado com alguém de Moçambique ou por aí, um assunto africano certamente, assim parecia cumulativamente o sentido se desenhar, o ultimo que aqui aparecera fora , uma breve referência ao Zimbabwe

p o is o u t ra sima ge ns da s ua in fan cia anda ava vam cm am em mim a ba ila rna al deia de se us avo sa fr i canos, q ue me reme te ra do para da primeira viagem do doc um en tá rio feito em mo cam bi q ue, em pemba , o use seja r e la cio n ado com al g eu em de mo cam bique o u por a í, um as sun to africano ce rta que mente, as si em par e cia cu mula t iva que mente o s en tid o se de s en h ar o u l t imo q ue aqui ap ar rec e ce ira for a , uma br eve refer e cna ia o z im b ab we

relembrava um notícia do outro lado do mar, de um habito, de o ex presidente deixar na tal famosa secretária oferecida outrora pela coroa inglesa, um carta para o novo que chegasse, ora sendo a minha cas não redonda, mas branca com uma parede azul, e sendo eu redondo como O Ser, fui ver dos meus instrumentos de pintura a ver que carta então aqui me aparecia que pudesse acrescentar algo mais sobre este assunto

r e l em br v a um not tica do outro lado do mar, de p rie miro h ab bit o, de oe x presidente de ix ar na t al f am mosa da secreta ria o fer e cida o u t ro ra pela cora ing k es a, primeiro do carat para, agne cia, o n ovo q ue che gás se, o ra s en do a min h a cas n cão red o dn da dama má serpenet da br anca com do prime rio da ap a rede az u l, e s en do eu red don do c omo O Ser, f vaso do iv e rato do s me us in s t rum en to ds de pi n tura ave rato q ue ca rta en tao aqui me ap ar e cia q ue p u de s se ac r es c en ta r al g om mais s ob r e este as sun to

na minha sala não oval, o meu rolo com ainda restos de tinta azul croma em seu cabo, não trás um pau que permite pintar em cima, e que simboliza de certa forma , não só um vareta como uma espécie de anda que permite elevar as pintura das gentes e as projecções das falsas imagens nas cabecinhas dos carneirinhos e assim tentar a incriminação de algum, está ele encostado a um tabuleiro laranja, portanto se refere aos bandidos do psd, ao lado um ecrã antigo do tempo do super oito, portanto será de um antigo que falaremos, e por detrás as já famosas portas tratadas com jacto de areia pelo richard filho do banqueiro do largo do admastor

na mim homem da primeira do sala, rr, n cão o uva al primeira, om eu do rolo com, a inda r es to sd e tinta az u l circulo de roma em s eu ca bo, n cão t ra s um p au q ue per mit e pi n t ra em c ima, e que s im bo l iza de ce rta forma , n cão s ó um v ar eta com o uma es pe cie de anda q ue pe rn it e el eva ra s das pi n ur a das gene ts e as por je cc do circulo do espanhol das f al sas ima gn espanhol na serpentes do cabe das cinhas dos car nei rin home do os e as do si em cruz en cruz ra primeira inc do rim da mina ina sao de al gum, e stá ele en co ns cruz ado a um, cruz abu lei iro laranja, porta muitas c da ruze est da se di rato efe da rea do os bandidos do psd, aol ado um e circulo do ra ant ti gato do circulo da te mp, circulo do super do oito, porta muito to ze rá de um ant i gato do circulo do quadrado onze, o q ue do fa da al remos, e por det ra sas j á f ano sas do portas t rata da sc om jacto de ar reia p elo do richard fi prime do homem do o do ban, do porto, quadrado do vaso dao da iro dol do argo do ad mas tor

sendo que a injunção do porto e as tretas dos seguros aqui agora forma invocados, certo será uma qualquer relaçao destes bandidos, os loureiros com cm tal fato o pedro, filho de um dos banqueiros dos bancos agora na aparência apanhados

s en do que a in j un sao do porto e as t r eta s do serpente do seguro saqui do agora forma in vo cado s, ce rto se rá uma q ual q ue rata da relaçao de ste serpente dos bandidos, os dos loureiros, com da cm t al do fato, o pedro, fil h ode um dos banqueiros dos bancos do agora na ap ar e cn ia ap anha do serpente


nestes últimos dias as putas constâncio dos racios dos pepinos e outros que tais, muito vinham falar naquela estranha lingua de marcianos filhos da puta que falam diagonal mascarado de economonices, sobre numeros, um, , menos um, virgula dois, qualquer coisa, entre o e o infinito da bandidagem que estes filhos da puta fazem no espaço publico de comunicação todos os dias em forma impunes

nest es u l t imo serpente do dias as das putas e co ns tan cio dos rac cio s dos pepe ino s e o u t rosque tais, mui it o vinha do ham f ala r na q eu la es t r anha l in g ua de mar cia no serpente da fil h os da puta q ue f ala am dia g on al mas cara do de eco no moni c es, s ob r en primeiro ero, u, , m en os um, vi r gula do is, q ual q eu r co isa, en t r we o e o in fi ni to da bandida ge mec ue est es fi l h os da puta f az em no es ap co do publico de c co moni caçao todos os do dias do si do mp un espanhola

claro que trazia agua no bico, só possível de ser en parte ou em todo sabida pelos espiões que aqui entram nesta casa, sendo que mais duas baratinhas para aqui acabaram de se mudar, parece que as manas sima, foram dar uma volta, portanto convém rapidamente meter cá umas novas no prédio, para vigiar e espionar, em fim, para fazer todos os actos que são consideradas pelas leis como atentados a privacidade e puníveis como crimes, numa republica que fosse normal e direita, o que não é decidamente o caso como todos sabemos

c do primeiro aro q ue t ra z ia agua no do bico, s ó do ps da p os s iv el de ser en p arte o ue em todo sa bid ap dos elos dos es pi o es q ue aqui en t ram ne sta c asa, s en do que maís du as bar a tinhas do para aqui, ac ab bar aram de se mu da ar, par ce q ue as manas sima, for am da r uma vo l t a, porta n to c on v en ra pida mente mete rc á umas n ova s no pr é di o, do para vi gi da ar e es pi on ar, en b fi maior do para f az e ratos todos do os dos actos q ue são co nsi der ad ds pe l as leis com o a t en t ado sa pr uva da cidade e p uni ce is com o c rim es, numa r e publica q ue f os se norma l e di rei tao que n cão é dec id dame dam dante teo caso com do circulo de todos, s ab emo s

ora calha os tabuleiros da pinturas estarem ao lado de uns aparelhos de som, onde agora li, sem grande confiança no que os botões indicam, pois qualquer um os poderia ter assim posto, para tentar uma incriminação, visto que há muito tempo que ali na arrecadação não entro e portanto não trago memória exacta se assim eles se encontravam pelo acaso dispostos, sendo que como todos já sabemos , acaso, é coisa que nunca existe

o do ra da c alha do os dos tabuleiros, tomar, das pi n turas est ar rem emau l ado de un s ap ar e l h s ode s om, onda do Agora do li, s em mg rande da confiança, no do q ue do os boto es indica cam, p o is q ual q eu rum os da p da ode da ria te ra ss em posto, do para do delta t en tar uma inc rim ina ç º sao, vi s to q ue h á mui to te mp o q ue al ina ar r eca da sao n cão en t ro e porta n ton cão t rago me mor ia e x cat ase as si em el es se en c on t rava am p elo ac osso di s post os, s en do que com o todos j á s abe emo s , ac as o, é co isa q ue n unc a e x is te

agua no bico e da grossa trazia tambem um episódio que as putas da ar encenaram na semana anterior, posi anunciaram que iam chamar ao parlamento, o único dos presos até ao momento, relacionados com os bancos, minhas orelhas se espantariam, se não soubesse como são todos bandidos, pois onde é que já se viu , um preso, ir falar a uma comissão da ar, quando nem mesmo um cidadão a quem roubaram o filho e os direitos nem é recebido, seus filhos da tremenda puta, morrei já no inferno de bestas bandidas que sois!

Agua do no do bico e dag rossa t ra z ia t am b em um e pi s o dio q ue as das putas da ar en cena aram na se mna ante rio rp do posi anu un cia aram q ue iam ch mar ao par la men to, o único dos pr es os a té ao mo neto, r e la cio na ds o com do os dos bancos, min h as do orelhas se es p ana tar iam, s en cão s o ub ess e c omo são todos bandidos, p o is onda é q ue j á ase vi vaso , primeiro pr es o, ir f al ra uma co miss sao da ar, q u ando ne m me s mo um cida dao a q eu em ro ub ar mo fi l h oe os di rei to s ne mé rec e bid o, se us fi l h s o da t rata da ria da emenda da puta, mor do rei j á no in fe r no de best as bandidas q ue s o is!

Pois segundo o filme de serie c dos bandidos, o home saíra da prisão, entrara no parlamento e tornara a sair, dizendo diversos no jornal da noite todos com ar pesarosos de extrema unção, como o melo do cds, que fora prematuro e coisa menos que tal a desvelar que a intenção e o que na realidade se passava era toda uma outra história, me acrescentou o espirito depois que o home já tinha prestado a sua confissão, e portanto, provavelmente os bandidos da ar , ficaram assim sem informações para poderem inventar a jeito das trafulhices que constantemente fazem, para lançar boatos, suspeitas e queimar mesmo alguns cidadãos deste pais!

Pa da gina do nono da sec são do nove do onze, as quedas das torres, em vinte e seis, t riade do correio da manha, angulo n segundo co, cinquenta, co primeiro de sessenta

P o is do segundo do fi da me de se rie cd os bandidos, o h ome sa da ira da prisão, en t r ar ano parlamento e tor na ra asa e r, di z en do d iv ero serpente do no do jornal da noite todos do com aa pesa rosso de e x t r ema un sao, com o om do elo do cds, q ue for a pr ema t ur oe da co isa me no s q ue t al a de s velar q ue a in t en sao e o q ue na rea l id ad e se ap ass ava e ra toda uma outra do hi s tór ia, me ac r es cento u o es pi rito d ep o is q ue o h ome j á da tinha pr do estado as ua c on fi s sao, e porta n to, pro ova ave le mn te os bandidos da ar , fi caram as si em s em in for mações do para da p ode rem in v en t ra a je i to das t raf u l hi ice es q ue co ns tan te que mente af ze maior para lança ar r e b boa ts os, s us pei t as e q eu e mar me s mo al gun s cida daos de ste do pais, da tvi! Pa da gina do nono da sec são do nove do onze, as quedas das torres, em vinte e se is, t riade do co r rei o da man h j a, ang u l on se gun do c o, cinquenta, co primeiro de se serpnet da senta

Recordo e trago em mim as imagens que mostraram da instalações do banco, de serem coleccionadores de miro, miro que algumas vezes , já antes destes acontecimento relativos ao banco se trem dado, que aparecia com alguma frequência no corte das letras, ou seja parece ser evidente um forte ligação com espanha e consequentemente com a grande penetração em atocha

Record oe t rago em mim as si mage ns q ue mos t r aram da i ns t al sao espanhola do banco, de se rem cole cio na dor es de miro, mir o q ue al gum as v e ze s , j á ant es de ste s ac sin tec ie mn to r e la tic cv do vaso do os a o banco se t rem d ad o , q ue ap arc da ceia com al gum a fe r q u en cia no do corte das letras, o use seja par rece ser e vi dente um f orte li g ac sao com espanha e co nse q eu en te em maior net do com da primeira da g rande p ene t raç º ao em a tacha em atocha

Pois ali esta um compressor de som da beringer, ou seja do estreito onde o submarino russo foi afundado através de um qualquer ritual, sendo que sobre est ponto acrescento que a lanterna que encontrei no andar de baixo dos tais peritos de seguros, provavelmente então trabalhando para a açoreana e quem sabe a axa, quando olhei a abertura da tampa das pilhas, me pareceu de imediato, uma tampa de submarino, exactamente a porta que na altura não se conseguiu abrir, se bem se recordam

P o is al i e sta primeiro compressor da serpente om da beringer, o use seja do estreito onda do circulo do s ub am a rino russo f o i af un dad o at rav es de um q u l q eu r rit ual, s en do que se ob r e est ponto ac r es cent q ue da pi r me ira da prom da primeira lanterna do q ue en c on t rei no do anda r de ba ix o dos tais pe ritos do cabrao do seguros, por v ave l e mn te en tao t ra b ala h n do para da primeira açoreana e q eu maior ms s abe primeira axa, q u ando o l he ia ab e r tura da tampa das p das ilhas, me par c eu do imediato, primeira tampa de serpente ub marino, e x cat am que mente, primeira da porta q ue na al tura n cão se c on se gi u ab r i r , se b em se recorde do dam, m al di são

Um beringer e um sony d set, ou seja serpente circulo nova yorque do quadrado do set, masi uma vez as torres, e uma ligação entre os estes eventos, e consequentemente quem os protagonizou, ou sej um por cima do outro, beringer em cima, o quadrado do set de ny por baixo, assim rezam os botões como agora se encontram, na condicionante do que sobre eles acima já disse

O primeiro de beringer é um da s circulo do ny do quadrado do set, o use seja serpente doo circulo nova yorque do quadrado do set, ma si uma ave z as das torres, e uma li g ac sao en t reo s est es eve en to ze co nse q u en te mn te q eu emo os pro tag oni zo u, o u sej um por c ima do p o u t ro, beringer em c ima, o quadrado do set de ny por ba ix o, as si em r e z am os b oto es com o agora se en c on t rr am, na condi cio na te do q ue s ob reel es ac ima j á di s se

Comecei a leitura por um outro objecto que se encontra mais próximo e por detrás dos tabuleiros das pinturas, assim me diz, da art do primeiro de oitenta e um, vermelho do man da fr oto da ovelha da pr e c e sion da dolly, do pá do rolo, família, azul branco do tabuleiro das tintas laranjas, compressor au di circulo das interactives dynamics do ex pan der do bar do rá do gate, cruz he rato espanhol homem circulo do quadrado trinta e nove, circulo doze , circulo estrela, duplo circulo da estrela do duplo circulo do circulo do ff , mons quinze terceiro do segundo do circulo da estrela do sexto, o ff s o ny d set power sexto dr do delta dez effect dez beringer do ecrã da porta de vidro do richard, e sendo que os numeros podem tambem indicar um ip

Com do mc da ceia da primeira leitura por, um outro ob ject o q ue se en c on t ra mais por x imo e por det ra s dos t abu l eiro serpente es ed sd das pinturas, as si m me di z, da art do prime iro de oitenta e um, verme l h o do man da fr oto da ovelha da pr e c e sion da dolly, do pá do rolo, f am i l ia, az u l br anco do t abu l eiro das tintas laranjas, com mp r esso r au di circulo da sm min te rac t iv es dyna mic s do ex pan der do bar do rá do gate, cruz he rato espanhol homem circulo do quadrado trinta e nove, circulo doze , circulo estrela, duplo circulo da estrela do duplo circulo do circulo do ff , mons quin ze t rec iro do segundo do circulo da estrela do sex to, o ff s o ny d set power sexto dr do delta dez effect dez beringer do e ac ra da p o rat de vidro do richard, es sn do que os numeros p ode em t am b em indica car primeiro ip

Um facto muito estranho ocorreu no juramento de Obama, pois ele na aparência se enganou, quebrando um frase completa, e ficando o sentido do que acabou por inicialmente proferir, pois de seguida repetiu a frase, como , eu juro executar, o ff ice, aquilo reverbou em mim em forma estranha, pois lera em diagonal dum dos textos do ff no dn, onde dizia, mais um enjoo, onde dizia que enquanto podia ser apoiante de Obama, ou coisa assim, e ali a pausa do engano de Obama parecia complementar o sentido, porque irá morrer, executado, assim parece ser o sentido

Um f ac to mui to es t rato do aro do anho do circulo do c o rr eu no do j da ur am en to de Ob ama, p circulo do is helena ap ar rec ni ase en g ano vaso, quadrado do eu brando primeiro fr ase co mp primeiro da eta, e fi can do os en t id do circulo , do q ue ac ab circulo do vaso do por in i c la que mente pro fe r i rp o is de se guida r ep pet ti ua fr ase, com o , eu j ur o e x e cut ar, o ff do ice, aquilo r eve r b o u em mim em forma es t r anha, p o is l e ra em dia g on al dum, elefante, dos textos do ff no dn, onda di z ia, maís primeiro en j oo, onde di z ia q ue e anca q un to p o dia ser ap da poia n te de Ob ama, o u co isa as si m k, pub, e al ia p au usa do en g ano de Ob ama par da ceia co mp el na nero s en t id o, por q ue i rá mor r e r, e x e cut ado, as si em pa rece s ero s en tid o

Ora analisemos isto à lupa ,pela importância do que desvela, e porque pelo espirito tambem parece se desvelar alguém que poderá vir a ser executado, Obama, teve um lapsus inconsciente, pois se riu, ou seja, o que a frase cortada desvela, é real , no sentido em que não foi feito propositado, o segundo aspecto, é a relaçao com o ff, que como sabem declina pelo menos en dois nomes, fernado ferreira e francoise fillon, assim tema aparecido nos textos, sendo o primeiro masi constante que o segundo, ou seja aparece com muito maior frequência, o sentido do lapsus, em seu pormenor diz, eu , obama, me comprometo a executar o ff ice, que só tem sentido, se quiser dizer, o ff do circulo do ice, ou seja, um outro homem do circulo do ff do gelo, gelo indica norte do mundo, portanto russia, que agora aqui de novo entrou pelo submarino ou canada, ou uma província do norte da América, sendo que sempre me apareceu existir uma relação entre canada com russia, que trás muitos antecedentes históricos, o episódio das declarações do homem da mattel, caso das bonecas, o indicou na altura tambem, russia, temos a tragédia de beslan, ainda e agora um quadro de putin que aparecera na contra capa do dn do fim de semana passado, que fora leiloado e cujas receitas revertem para escolas e a recuperação de uma igreja, quando ao almoço o vi, assim e nele li, uma outra referência que tambem já apareceu relacionada com palin,

O ra ana lize w emo s is to à lup ,pe l a im porta tan do cio do q ue de s vela, e por q ue p elo do es pi rito tam b em par ce se de s vela ar al gume q ue p ode rá v ira ser e x e cut ado, Ob ama, dc a teve um l ap ps u inc on sci en te, po ii ss e rio, o use seja, o q ue a fr ase co rta ada de s vela, é r e l ano s en tid o em q ue n cão f o i f e i to pr e posi t ado, o se gun do as pe c to, é primeira da relaçao do com do circulo do ff, q ue c omo s abe em dec lina p elo m en os en do si no mes, fernado ferreira e fr anc o ise fi ll on, as si em t ema ap ar e cid o no s textos, s en do o prime rio masi cin s t ante q ue o se gun do, o u seja ap ar e ce com da mui to maio r fr e q eu en cia, o s en t id o do l ap do pus, em s eu por m en o r di ze eu , ob ama, me c om p rome to a e z x ce u t ra o ff ice, q ue s ó te m s en tio, se q u ise r di ze erro do ff do circulo do ice, o use seja, um outro do homem do circulo do ff do gelo, ge do gato do elo indica do norte do mundo, porta n to russia, q ue agora aqui de n vo en t ro up elo submarino ou can dao u uma pro vin cia do norte da am e rc cia, s en do que se mp reme ap rec eu e xis tir uma relaçao en t re cna da com russia, q ue t ra s mui to s ante ced dentes hi s tori cos, o e pi s o di o das dec lara rações es do h om da mat te l, caso das b one caso indica o un a al tura t am b em, ru ss ia, t emo sa t ra ge di id de bes lan, a inda e agora um q ua dr ao de p u tim q ue ap ar red e ra na c on t ra capa do dn do fi miar de se mana ap do passado, q ue for a lei l o ad oe cu j as rec e it as r eve rt em para das escolas e a rec up pera ç º cao de uma i ger j a, q u ando ao al mo ç o vi, as si em ene nel li, uma o u t ra rf e ren cia q ue eta am b em j á ap ar e c eu r e la cio en dad doc cm da palin,

O quadro pintado por putin, parece confirmar esta imagem , esta ultima linha, pois nele assim li, a cruz amarela no ceu da aldeia , o pano branco com traços vermelhos, como sangue, embora seja um bordado tradicional, palin quadrado do delta, delta terceira foice, circulo da p circulo do vaso sorro circulo do rato borrado, do sam de peter serpente do burgo, da natalia da kapa do ur no kapa do circulo delta primeira ru circulo do homem ni lapa fez se serpente em ajuda, museu , exposição hermitage, di serpente da se na ad e do principe da e fa primeira ova pe dia ar sio serpente e rato espanhol t aura de primeiro do circulo da faca elevado da grés , oitenta e seis circulo sexto do triplo circulo do euro, ou do semi arco com tres traços , como aponte do palácio de oeiras da ponte na vertical, como acabara de a ver na net em sua normal posição, relacionado com a imagem dos vermes do video do poema da minha aldeia,

O quadro do pin t ado do por putin, pa rece c on fi r mar e sta i mage me sta u l t imo do mol da linha, p o is nel e as si em li, ac cruz am ar e la no c eu da al deia , o p ano br am mc, amc, com dos traços vermelhos, com o sangue, em bora seja um bo rda dado t ra di cio n al, p al in q au dr as o do delta, delta terceira foice, cir u c lo da p circulo do vaso sorro circulo do rato bor ra do, do sam de pet r e ser p en nete do burgo, da nata l ia kapa do ur no kapa do circulo delta primeira ru circulo do homem ni lapa fez se serpente em ajuda, museu , e x posi sao her mi tage, di serpente da se na ad e do p rin c ipe da e fa prime ria da ova do ped dia ar do sio da serpente e rato espanhol t aura de primeiro do circulo da f aca el eva ado da grés , oitenta e si es circulo sexto do triplo circulo do e curo, euro, ou do s emi arco com t r es t ra ç soc omo primeira ponte do pal cio de o ira s post ana v e rt ti c al, com o ac ab bar ad dea ave rna net, r e la cio en da com da primeira rai mage madeira dos vermes do video do poe ema da min homem da primeira da, a al deia,

Obama, quando prestara o juramento isto, sentira, uma relaçao do que eventualmente terá que vir a fazer, pois com sabemos na América, ainda se vive na idade media em termos de justiça do olho por olho e dente por dente, se bem que aqui os olhos tenham sido de muitos, mas tambem sabemos que esta lei nunca trás da volta os que já partiram , em mim o pensar e um sentir, de uma qualquer relaçao entre palin, e Moçambique, inicialmente pensei na sara miranda, mas não trás ela parecença física com a palin, a atiradora, e agora neste momento me pergunto se a tal francesa da euroimages, que trazia relação com o grupo do audiovisual no inicio da uniao europeia, tambem com espanha, como francesa, se nao trará ela uma qualquer relaçao com o canada, parte francofona

Ob ama, q u ando pr es t ra o j ur am n to is to, s en ti ra, primeira da relaçao do que eve en tua l e mn te, te rá q ue vi ra f az e rp o is com do s abe emo do mos na am e rc cia, a inda se v iv en a id ad e media em t r emo s de j u ts i cado olho por olho e dente por dente, se b em q ue aqui os dos olhos t en ham s id o de mui to s, mas t am b em s abe emo s q ue e sta lei n unc a t ra s ed vo l tao s q ue j á par iram , em mo do imo pen sar e um s en tir, de uma q u l q eu rata da relaçao en t r e p al ine mo cam bique, inc cila da ilha que mente pen se ina da sara miranda, mir r anda , can tora can t ra, miranda, sex na cida de, c u dad ema s não t ra s el a par e d en ca fi sica com da primeira pal ina a t ira dora, e Agora neste mo m en tome per gun to ze a t ak fr anc e sa da eu roi mage s, q ue t ra z ia r e l ac º são do com o g rupo do au id vi s ual no in ni cio da uniao, grupo produtor, eu ur pe ia, tambem com da espanha, com o fr anc e sa, se n º a t r a rá el a uma q u l q eu rata da relaçao com do circulo do ac cna da, p arte franco da do fon primeira

Depois na véspera da tomada de posse, obama aparecia numa foto no yhaoo de costas votado da olhar de lado, neles e lia, com clareza, no olho, a lula, do delta do e ar serpente do golfinho maneta do tubarão, , a lula de pano tipo papagaio ao vento que se encontrava na casa dos quartos alemães em salema, ao lado da outro com o poste vestido de vaquinha preto e branco, a imagem figurada no pavilhão de sua orelhas, tanto podia ser a de um golfinho, como de um tubarão , semelhante ao dakota no ponto que indica o deve indicar assim im preciso ponto de sua time line, quando ficará sem uma das asas, ao ser transformado em outra coisa qualquer, digo de memória sem ainda o ter ido de novo ver


D ep o is na v es pera da, tomada, tom mad ad a , de p os se, ob ama a ap rec cia nu ma f oto no t a hh dec o sta s v ota ado dao l homem ra de l a do, nel es e lia, com l care za, no do olho, primeira do lula, do delta do e ar serpente do gol fi n jo mane eta do ti iba do barão, a lula de p ano t ip o pa ap a gi a o a ove en to q ue se en co ny r v ana cas do squa ar ts al ema maos em sal ema, ao l ado dao u t roco do com do post eve st ido de vaquinha preto e branco, a e mage m figu ra da no p avi l h a ode s ua do orelhas, t ant o p ode deia se ra de primeiro golfinho, com ode um tb au ra a os semem l homem da ante primeira do circulo do dakota no ponto q ue indica o d eve indica car as si e terceira mim rp rec is o ponto de s ua time l ine, q u ando fi cará sem uma das asas, ao ser t ra sn for mad o em o u t ra co isa q ual q eu r, di g ode me mor ia se m a inda o te r id o de nov verm

Corrente do golfo, a rosinha da terra mae, o video trás em seu nome, terceira parte piu terceira pb vaquinha p da art da corrente do golfo, a rosinha da terra da mae do vaso do caro do vaso da tubarão das ti, da pt, certamente o home do golfe das ti, é o balesemao, tubarão, das ti, da pt, só o de titulo comprado, que não estando lá ainda está, pois recentemente se viu na congregação da tropas, o horta e costa, ou da horta do costa, o antonio da cml, outro bandido, que passado este tempo, ainda não deve ter arrumada nem a sua secretaria na cml, pois continuo sem resposta ao acidente que pela corrupção tive com o carro da minha mae em frente a procuradoria dos bandidos que continuam sem resolver o problema, terra de corruptos, filhos da puta!


Co rr en te d o gol f o, a ro sin h a da terra mae, o v id e ot ra s em se u no me, da terceira p arte piu t rec e ira pb vaquinha p da art da corrente do gol f o, aro rosi sin h ad a terra da mae do vaso do ca ru do vaso da t iba do tubarão das aguas do golf , do circulo das ti, da pt, s r te mane nete, o h ome do golfe das ti, é o bal es ema o, t ub ara o, das ti, da pt, só o de titulo co ,mp ra ado, q ue n cão est ando l á a inda e stá, p o is rec en te que mente se vi un a c on gre g aç alo da t rop as, o horta e costa, ou da h o rta do costa, o antonio da cml, outro bandido, q ue pa s sado este te mp o, a inda n cão d eve t r e ar ruma da ne m asu sec rta ria na c ml, p o is conti mn u os em re p ps o sta ao acide dente q ue pe l a co rr up sao t iv e c om o carro da min h am ae em fr en te a pro cura do ria dos ban di ss q ue conti n ua, m s em r es silver o pro b l ema, terra de co rr u pt os, fi l h os da puta!

Sua tremenda puta que se diz ter nome de ser, antonio costa, como é, com que argumento baseia que a cml ainda nao tenha respondido a um cidadão desta cidade que o interpelou, não só sobre este acidente, que é uma armadilha, bem como sobre os tais inquéritos das mortes que ocorrerem, na passadeira que não existia frente a uma escola com uma menina e com a família atropelada nas eternas obras de sta engrácia no terreiro do paço, o senhor demita-se e já, para que não cause maior dano a ninguém nesta cidade! Tribunal europeu consigo tambem, sua besta corrupta

S ua t rata da emenda puta q ue se di z t r en om me de ser, antonio costa, com o é, com q ue ar gum en to ba seia q ue ac ml a inda na i t en h a r es pond id o a um cida dao de sta da rádio da cidade q ue o inter rp e lou, n cão s ó s ob re este ac inde te, q ue é uma arma di k l h ab em com o s ob reo s tais u e in q u e ritos das mo rte s q ue o co rr e rea am, na passa de ira q ue n cão e xis tia fr en te a uma es c ola com primeira menina e com primeira f am i l ia at rop lada nas e t renas ob ra sd e sta en g rac cia do no do terreiro do paço, o s en hor e dn it a inglesa se e j á, para q ue n cão ca use maio r d ano a ni n g eu em nest a cidade! T rib un al eu rop eu c on sig o t am b em, s al be sta co rr u pt a

Ainda na noticia , esta ultima sobre a imagem do obama, ao navegar assim li, al lan do principe lichi man, li chias da América, politico historiador, gulp, jan favreau, a minor, c ele brit delta, first inaugural shout do traço ingles circulo do vaso da cruz ? w u ll ve se do delta da banana, nib ana, it serpente angulo ike, a massive high gi scholl prom, sa id da sheila da tate, it serpente apostolo da just p ac ck ed nancy rea da gan, da uva, senhora do durao, e uva do segundo bu it to w to do w da primeira testa de ferro, a unha, referência ao texto da guerra israel palestina, her zorro da cate blanchet, a rapariga ruiva da sic casada com um americano, ou a rita blanc, como agora alguém deixara para eu ver no chao do jardim do império, um papel, que remetia para a ligação da tita blanco com os morenos, ou do os dos morenos cabeleireiros, men zorro do ur do arco da onda da cane cabe babe elo columbia, para pet , mesma cor de uma foto de uma braçadeira no home dos serviços especiais na véspera da tomada de posse, depois a seguir , uma noticia, um parapente da mesma cor verde eléctrico alface, ficara preso durante muitas horas nuns cabos de alta tensão na columbia,


A inda ana mo ti cia , e sta u l t ima s ob rea em mage madeira do ob ma, a e em navega ar assim li, al lan do principe l i ch t man, li chias da am erica, pol i tico hi s tor ia dor, g u l p, jan f av rea au, a minor, c ele brit delta, first ina u g ur a l sg o u td o traço ingles circu lo d vaso da cruz foice w vaso do ll ve se do delta da banana, n ib ana, it serpente angulo ike, a m ass iv e high gi scholl prom, sa id da sheila da tate, it serpente a ps soto l o da just p ac ck ed na mc y rea da gan, da uva, s en hor ado durao, e uva do se gun do b u it to w to do w da primeira testa de ferro, a unha, ref r en cia ao te x to da g eu r ra is ra el pal es t ina, her zorro da cate b lan da cheta, a ra pa rig a rui iva da sic c asa da com um americano, ou a rita blanco, com o agora al g eu em de ix ra do para eu vaso e rato do no do chao do jardim do i mp e rio, um pap el, q ue reme tia para a li g ac sao da tita b lan co com os do morenos, ou do os dos mor reno s cabe lei r iro s, men zorro do ur do arco da onda da cane c ane babe elo co l um bia, para pet , me s ma cor de uma f oto de uma br aca de ira no home dos serviços es pe cia si na v es pera da tomada de posse, d ep o isa se gui r , uma no ti cia, um para pente da me sam cor verde el e ct rico do alface, fi cara pr es o duran te mui t as hor as nu ns ca bo sd e al t a t en sao na columbia,