sábado, janeiro 31, 2009

Ah rosinha, que bela menina trazeis em foto em vosso blog, uma beleza delicada e fina , de perfume oriental, tao misteriosamente doce como todo o oriente o é, eu que amo as borboletas e as flores, e os tons vermelhos e brancos e de todas as cores, e das amendoeira em flor, e as folhas das arvores que desabrocham mais cedo nas primavera em que em meu coraçao mora a paixão, sempre foi assim desde que me recordo

A h ro sin h aqui da ue da bela menina t ra ze is em f oto em v osso b l o g, uma beleza deli c ad a e fina , de p rf um me oriental, tao mis teri o sam que mente do ce com o todo o oriente o é, eu q ue am o as bo r b o l eta sea s f l o r es, e os ti ns vermelhos e brancos e de t o da sas co r es, e das am en do e ira em f l o red e lo l h as das ar vo r es q ue de s ab roca h m maís cedo nas pp r ima vera em q ue em me u cora sao mora a pa ix ao, se mp r e f o i as si we em de sd e q ue me rec o rf dó

Fiquei a olhar para ela como se a conhecesse, depois foi a trás do link, e dei com o filme, e aí me recordei, recordei de ter visto aquele belíssimo filme projectado numa parede no majong, uma noite que lá cheguei e fiquei assim ao balcão, todo feito menino, apaixonado a apaixonar-me por aquela beleza, aquele voar, e as folhas e as pétalas, a arte dos ventos como alguém outro lhe chama aí nas letras que reproduzes, ah, senhora amada, como é bom esse entendimento entre os conjugues tao distante do que aqui no ocidente nas vezes se vive, um profundo respeito, uma profunda ligação, um fazer parte, como duas metades, mesmo que pelo ciúme ela a ele o mate, não deixa ele de sorrir seu amor a ela enquanto se esvai, ah amada , belo o amor assim

F qi q eu ia o l h ar para el a com o sea c on he c ess e, d ep o is f o ia t rá sd o l ink, e de i com o fi l me, e aí me rec o r de i, rec o r de id e te r vi s to aqui do u l e belíssimo fi l me pro j at ado numa par de no ma j ing, uma noite q ue lá che g eu ie fi q eu ia s simao bal cao ,todo f e i to me nino, ap a ix on ado a a pa ix on ar do traço da inglesa me pela au q eu le beleza, aqui da u es v ossos, aqui eu l a vo ar, e as f o l h as e as pet as la, a art e do s o v en to s al gume o u t ro l he ca hama ai nas letras, q ue r ep ro du ze sa h, s en hora am ad ac omo é b om ess e en t en di men to en t reo s c on ju g u es tao di s tante do que aqui no do ocidente nas v e ze s se v iv e, um pro f un do r es pei to, uma pro f un da li g ac sao, um f az e r p arte, com o du as met ad es, me s mo q ue p elo cio e me el a a e leo mate, n cão de ix a el e de s o rr i r s eu am o ra el a en q u ant o se es v aia h am ada , b el o mao ra s si m

Depois me lembrei então da beleza de uma outra rapariga assim de cabelos compridos tambem que encontrei nas danças, com quem falei e olhei por um breve instante, agora, percebo que reconhecia a outra bela menina naquela, que estranho é o amor, ou nem mesmo isto se calhar o poderei dizer ao certo certinho, mas uma imagem forte de amor que se trás, que se reconhecesse e nesse espraiar,

D ep o is me lebre rei en tao ad beleza de uma o u tra ra pa riga ass em de cab e lo s co mp rid os t am b em q ue en c on t r ina s danças, com q u em f al lei e ol hei r por um br eve i ns t ante, agora, pe rc e bo q ue rec on he cia a o u t ra bela me nina na q eu la, q ue es t r anho é o am o ro un em me s mo is to se cala h ro p ode rei di ze ra o ce r to ce r tinho, mas u mai mage m f orte de am o r q ue se t ra s, q ue se rec on he c esse e ess e es par aia,

Oiço-te esta noite falares comigo na distancia que manténs entre nosso corpos, me recordo de noite recente ter visto assim como que lanternas vermelhas que não o eram numa casa, e ter ficado a pensar se lá estarias dentro, ou se era mais ou qualquer cio, ah amada , sabes que vives eterna em mim, porque me fazes assim buscar-te sabendo tao bem como eu, que muitos são os que obstam a nosso encontro, poupa-me os passos em vao, se mesmo houvesse passos em vao, dá-me a palma da tua mao, deixa- olhar repousando meus olhos em tua face ao perto pertinho, e assim ficar, a contemplar tua beleza, tua força, ah amada como tanto te amo

O i ç o do traço da inglesa te e sta no it e fla r es co mig on a di s t an cia q ue man te ns en t re no osso cop ros, me recordo ode no ite rec en tete r vi s to ass em com o q ue lanternas vermelhas q ue n cão oe ram n uma c asa, e t r e fi cado a p en sar se l á e tsa rr ia s d en t ro, o use e ra maís o u q u l a q eu r cio, a hama d a , s ab es q ue v iv es etar na em mim, por q ue me f z s es as si em b us car do traço da inglesa te s ab en do tao b em com o eu, q ue mui to s são os q ue ob s tam ano no do osso en c on t ro, poupa do traço da inglesa me os passos em vao, se me ms o h o uve s se p as s os em vao, d a traço d inglesa me a pal nma da t ua mao, de ix a do traço da inglesa olhra r e p o usa sand o me us olhos em t ua face ao per to per tinho, e as si em fi cara c on te mp l ar t ua beleza, t ua f o rça, a h ama da com o ta n to t e amo

Agora me lembrei do senhor li, e meu coraçao se entristeceu e se preocupou, e depois se pôs a chover no ceu, pois me lembrei do que me contaram ter sido a sua morte e de ter logo sentido em meu coraçao que aquilo que narravam não batia com a realidade do que acontecera, me subiu a memória do joao, da margarida , dos dois filhos deles, tao belos em sua estranha mistura

A gira me l em br rei do s en hor li, e me u co raçao se en t r sti c eu e se pr e cup o u, e dp o is se p os ac h ove r no c eu p o is me l em br rei do que me c on tara am te r s id o as ua m orte e de te r l ogo s en tio d e em me u co raçao q ue a q u i lo q ue na rr ava am n cão bat tia ia com a real id ad e doque eu ac on tec ra, me s ub i ua me mor ia do joao, da mar g a rid ados do is fi l h os del es, tao b elo se em s ua es t r anha mis tura

De novo vi os clips do filme jet li hero, e me lembrei da imensa comoção que o filme me fez sentir com sua imensa beleza das formas, das cores, do universo, no redor de agora leio c do delta di duplo circulo ou infinito deitado, do principe, do traço ingles homem do ero, do duelo com o da sky, o jet li hero, z delta duplo circulo ou infinito deitado de principe xion, ou do chi da ong, da lua do vaso da serpente, na me do primeiro ess hero forte do vaso do onze e x ten quadrado ed, sc ene year dois mil e dois, i circulo one dc ana primeiro, hi gato quality, de quatro rectângulos e um triângulo de fogo da the bride wi w n quadrado do homem ste white hair,

De n ovo vi os c l ip ps do fi l me jet li h ero, he ron, ne roi, e ron, h ero theron, e me l em br rei da im ns ac omo sao q ue o fi l meme fez s en tir com s ua em ns a beleza das for ma sd as co r es, do uni v ero sn o red or de agora lei o c do delta di d up l o circulo ou in fn i t o de it ado, do p rin c ipe, do t r aço ingles homem do ero, do de u l o com do circulo da sky, o jet li h ero, z delta duplo circulo ou in fi n tio d eu t ado de p rin c ipe xi on, ou do chi da ong, da l ua do vaso da serpente, na me do primeiro ess h ero f orte do vaso do onze e x ten q au dr ado ed, sc ene year do is sm ile dois, i circulo one dc ana prime iro, hi gato q ua l i t y, de quatro rec tan h gulas e um t rina gula de f ogo da t he br id e wi w n q au dr ado do homem s te w hi t a h air,

Como sempre , um sincronismo se manifestara esta tarde quando vinha do rio, cruzei-me ali na rua do hospital, eu subindo, uma mae que gritava a um menino loiro vestido a colégio ingles, e que vinha descendo em seu entender rápido de mais, um outro irmão masi devagar, e a mae bela, de cabelos pretos com belas madeixas brancas, me subiu a imagem ao agora ler este titulo de um outro filme, com uma estranha imagem da rapariga de cabelos brancos disfarçada, que como que atrai um homem para um espada cravada que está mesmo no caminho de seus genitais, imagem simbólica de teia , teia de castração

Com o se mp r e , um sic n ron is mose man f es to u e sta t arde q u ando vinha do rio, c ruze e do traço da inglesa me al ina rua do h o pita l, eu s ub indo, uma mae q ue g rita ava a um menino loi ro v es tid o a cole gi o inglesa lea a, e q ue v ina hd e sc en do em s eu en t en der rá pido de ma si, um outro i ramos ma si d eva g ar, e a mae be l ad e cab elo s pretos com das be l as mad e ix as brancas, me s ub i ua i mage mao agora l e r este titu lo de um o u t ro fi l me, com uma e ts r anha i mage madeira da ra pa riga de cab el so br na m c os di s f ar ç ada, q ue com k at rai um h om em para primeiro espada cravada q ue e stá me s mo no ca minho de se us geni tais, i mage m si m bo lica de teia , te ia dec as t raçao

Nesta navegação fui dar a uma estranha noticia, sobretudo pelos adds que a ela estavam associada, que diziam que tinha sido o preço do ensinamento a china, a morte de um bambi, já há dias ouvira pelo espirito a mesma linha em variação mais abstracta, que tinha dado muito dinheiro aos chineses, fiz grrr, pois primeiro não sou banco e a luz é de todos, e as feridas de todas as partes, que todas as trazem, e alguns muito grandes, no meio desta perturbações todas que temos vindo a viver, tem que see resolvida por todos, com base no principio que ao que parece até ao momento que ninguém levantou ainda os idos e portanto mais morte , só agrava, mas tal não desdita que a justiça se faça, e que a porcaria imensa e múltiplo, insisto, acabe, entre todos acabe!

Ne sta n ave g ac sao f u id ar a uma es t ranha not i cia, s ob r e tudo p elo s ad ds q ue a el a e stva am as soci ad a, q ue di z iam q ue tinha s id o o pr e ç o do en sima neto ac h ina, am orte de um bambi, já h á dias o u v ira p elo es pi rito am es ma linha em v aria sao mais ab st rac tac ue tinha dad o mui to din he iro aos ch ine ze s, g fi z g rr rp o is prime iro n cão s o u ban co e a l u zé de todos, e as fe rid as de todas as p art es, q ue todas as t ra ze me al gun mui to g r ab bd es, no mei o de sta per t u rba ç o es todas q ue t emo s v indo a vv iv e r, te m q ue se r es sol v id a por todos, com base no p rin c ip pi o q ue ao q ue pa rc e a té ao mon to nin g ue l eva van to u a indo os id os e porta n to maís m orte , só g ar v am as t al n cão d es dita q ue a ju s tiça se f aça, e q ue a por rc aria i men sa e mul t ip lo, in si to, ac abe, en t re todos ac be!

Me lembrei de um outro bambi, ainda mais pequenino do que a menina russa de nova Iorque, agora em dia recente, um pai no meio de uma discussão familiar ao que parece em cima de uma ponte, semelhante a daqui e de outras muitas na américa, que largara a sua filha de quatro anos que se foi na queda, o pormenor, que estabelecia a ponte, era o nome friedman, como acabara de escrever num texto recente

Me l en br rei de um o u t ro bam bi, a inda maís pe q eu nino do que a menina t us sade n ova y o r q ue, agora em dia rc en te, um pa ino mei ode uma di sc us sao f am i l air ao q ue pa rc e em c ima de uma ponte, semem la h n te a daqui e de o u t ra s mui t as na am erica, q ue l ar gara a s ua fi l h ad e quatro anos q ue se f o ina queda, o por m en o r, q ue e stab e le cia a ponte, e ra o no me f rie d man, com o ac ab bar ad e es c r v e r n um texto rec en te

Como já disse em texto de ontem, no rio mais um fio e um passo de uma imagem que vem de trás, se formou, ou melhor em parte fora formada, porque alguns sabendo que eu dera com seu inicio, assim mais a montaram, e passa pela senhor manuela ferreira leite e tambem pela zeta zones, mas como é complexa, será desvelado em seu contexto, pois estou farto das vossas insinuações diagonais, e não quero eu contribuir para as vossas fogueiras onde porventura assam inocentes, para safar alguns dos vosso rabinhos, se os senhores fossem claros em vosso ser e falar, traria eu maior confiança em vós, pois vós se portam com bandidos e eu e meu filho trazemos isso muito bem sabido em nosso corpo, assim tenho razão em assim proceder, e se pagam inocentes, vos garanto eu em Deus que a conta será feita na proporção!

Com o j á di s se em texto de on te mn o rio mais primeiro fi oe primeiro passo de uma i mage madeira q ue eve em det ra s, se for mo u, o u me l hor em p arte for a for mada, por q ue al gun ms s ab en do que eu de ra c om s eu i ni cio, ass em mais a mi on at ram, e passa p e la s en hor am nu el ferreira leite e t a m b em p ela z eta z one es, mas com o é co mp lex a, se rá de s vela do em s eu c on texto, p o is es to u f art o da s v os sas in sin ua ç o es dia g on a ise n cão q u ero eu c on t rib u i r para as v os sas fo g eu iras onda po rb en t u rea as sam ino c en t es, para s af a r al gun s d os v osso ra bin h os, se os s en hor es f os se m c l aro s em v osso ser e f ala r, t ra ria eu maio r c on fia n ç a em vó s, p o is vó s se pro tam com ban dido se eu em eu filho t ra z emo s iss o mui to b em s ab id on a no s so corp o, ass em t en ho ra z ao em ass em por rc e de rese pa g am ino c en t e s, v os gara n to eu em De us q ue a c on t a se rá f e i t ana pro procao!

Segundo dizia hoje a américa o dinheiro viera via city bank

Se gun do di z ia h oje a am erica o din he rio viera v ia ct y ban kapa

O problema a ser problema, entenda-se rela, passa e é assinatura do mesmo, que sem controlo , estamos todos sempre na iminência de serem muitos fritos em massa, como tem vindo acontecer, por isso digo , e redigo, é urgente acordar e implementar métodos de controlo dos fluxos que alimentam os senhores da guerra e acabar com as plataformas que de mao beijada lhes temos vindo a oferecer pelo sistema financeiro na forma como o trazemos desenhado, o desemprego aumenta, a miséria, tambem, enquanto não se inverter a tendência, é aconselhável não por masi fósforos desta natureza nas maos de todos os que incendeiam os campos e a vida

O pro b l ema a se r p ro b l ema, en t anda da inglesa se re la, p ass a e é as sin a tura do me s mo, q ue se m c on t r 4 l o , es t amos todos se mp rena i min ne cia de ser e mr mui to s fr ritos em massa, com o te m v indo a c on te ce ser r, por iss o di goe red i go, é ur gen te ac o rda r e i mp l em neta met o dos de c on t rolo dos flu xos q ue al i men tam os s en hor es da guerra e ac aba rc om as plataformas q ue de mao bei jad a l he s t emo s v indo a o fr e ser p elo sis t ema fina n ce iro na forma com o o t ra z emo s de s en h ado, o de s em mp rego au men ta, a m ise ria, t am b em, en q uza n to n cão se in verter a t en den cia, é ac on selha ave l n cão por ma si f os foros de sta nat ur e z a na s mao s de todos os q ue inc en de iam os cam pose a v id a

Plataformas, trás uma equivalência muito especifica no uso, e é como todos sabemos, um dos principais problemas que temos no mundo, ou sej parece existir uma relação plausível de causa, necessidade e eventual consequência!!!!

P la t a forma s, t rá s uma e qui v al en cia mui to es pe ci fic ano us oe é com o todos s abe emo s, um dos p rin cip a is pro b l ema s q ue t emo s n o mundo, o u sej pa rece e x us t ur uma r e la capo p l au s iv el de ca usa, necessidade e eve en t ua l co nse q eu en dn cia!!!!

Doce amada, verde , são os campos onde pelos nossos olhos de amor amado nos deitamos, chega que eu te mostro o prado infinito em meu pedaço, tu o teu juntos o pariso, como sempre ele O É

Do ce am ad ave verde , são os cam ps o onda p elo s n ossos olhos de am o ra mad o nós de it am os, chega q ue eu te mos t ro o prado in fn i to em me u peda aço, t u ot eu j un to s o pa riso, com o se mp r e el e O É


que bonita sois, senhora de rubro e bela e fina seda vestida, sabei que se quiser vir aqui a casa comer torradinhas ou chá beber, minha porta de meu coraçao a si, sempre aberta


descia eu agora pela noite a rua, a talvez nem vinte metros seria , a patrícia e seu marido a entrar para a casa das janelas lá para a lapa ou para onde é, meu coração é doce, ainda é doce e ainda doce o quero manter, nao será ainda hoje que rezo pelos filhos deles, não paga o amor em dano que o dano ao amor faz, ou pelo menos não tenta, até se esgotar de vez a minha paciência oriental, o problema é que quando se esgotará, se esgotará ainda em maior, são crianças que se tratam, não posso orar a sua morte, nem de seus pais, mais certo será orar pelo dos avos,

d ea sc ia eu do agora do pe do primeiro ano it te primeira rua, a cruz alve zorro ne maior do vinte met ros se ria , a pat ric ia espanhola do eu mar id o a ant ra ran te ra, ant rata az, en t rata da ar, ant ar an t ra x, para ac asa das jane l as primeiro à para da primeira lapa o u para onda é, me u cora capo é do ce, a inda é do ce e a inda do ce o q u ero man te rn cao se rá a inda h oje q ue r e z o p elo s fi l h os del es, n cão paga o am o r em d ano q ue o d ano ao amo r f az, o u p elo m en os n cão t en ta, a té se es g ot ra de eve z a min h a pa cie en cia o rei n t al, o por r b l ema é q ue q u ando se es g ot ra, se es g ota rá a inda em maio r, são c r ian ç as q ue se t rata am, n cão p osso o ra r as uam orte, ne madeira de se us pa is, maís ce rt o se rá o ra rp elo do serpente dos avos,

ou seja parecem tambem estar implicados na morte da monica lapa e dos avos, ou seja de diversos avos, certamente, que idos não tem faltado, seus cabrões!

O use seja par e c em t am b em es t ra i mp l ki cado s na m orte dam oni ca da lapa e do s avos, o use seja de di versos av os, ce rta mente, q ue id os n cão te m f al t ado, se us c ab ro es!

respondei, ou perco de vez a paciência!!!! Com antrax , o que quer dizer com um qualquer veneno que sempre usam para envenenar as gentes, como a história do polónio, seus filhos da puta!

R es pon de i, o u pe rc o de eve s z a p ac cie en cia!!!! Com an t r ax , o q ue q u e r di ze rc om um q ual q eu r v ene en no q ue se mp r e usa sam am para en v ene na ra s g en te sc omo a hi s tó ria do p olo ni o, se us f i l h os da puta!

E a besta que se diz ir nas vestes de presidente que é um bandido, o que tem a dizer sobre o sonho que aqui desvelei sobre a sua implicação na morte de sá carneiro, ou a resposta foi mostrarem como fizeram na tv de seguida um encontro entre o santana lopes e paulo portas a almoçar numa cottage, como sugerindo, que estaríamos então presente o presidente e o seu ajudante de campo, que sendo o primeiro presidente, sem o ser, no passado, do segundo, o que terá então feito correr o amok, terá sido o paulo, ou vice versa, em que ficamos, meus filhos da puta, pela lógica , talvez a inveja seja mais lógica da parte de santana, contudo o paulo é bem capaz de ser masi torcido

E a best aqui da ue se di z i rn as das vestes de pr e is dente q ue é primeiro bandido, o q ue t ema di ze r s ob reo son ho q ue aqui de s v e li s ob rea s ua inp li caçao na m o rte de sá carneiro, o ua r es posta f o imo st ra rem com o fi ze ram na tv de se guida um en c on t ro en t reo san t an lopes e p au lo portas a al molar nu ma c ot tage, com o su ger indo, q ue es t aria mo s en tao pr es en teo pr e s id dente e o s eu a j u dn a te de cam po, q ue s en do o prime iro pr es id dente, s emo ser, no do passado, do se gun do, o q ue te rá en tao f e it o co rr ero amok, te rá s id oo paulo, o u v ice versa, em q ue fi cam os, me s u fi l h o dada puta, p e la lo gi ca , t alve z a in veja seja mais lo gi ca da p arte de santana, contudo o p ua lo é b em ca p az de ser ma si tor c id o

Aguardo os vossos esclarecimentos , em vez de andarem a inventar fumos para distrair a atenção, bem viram todos, depois de escrever o sonho sobre o tira linhas do algarve, o bandido que se diz ir como presidente, andou afastado da comunicação publica até ontem, como a fazer prova, de resguardo, do vento, não é verdade senhor bandido, escusa mesmo de responder, pois não se espera que um bandido responda, mas toda gente se deu conta, certamente da sua propositada se sem preposito ausência!

A g u ard o so v ss os es clare cie mn to s , em v e z de anda rem a in v en t ra f um os para di s t rai ira ra a t en sao, b em v iram todos, d ep o is de es c r e v ro son ho s ob reo tira linhas do al g ar ve, o ban di o do que se di z irc omo presidente, anda o u a f as t ado da com única caçao da publica a té on te mc omo a f az e rp pr ova, de r es g u ard o, do v en to, n cão é verde s en hor bandido, es c usa me s mo de r ep son de rp o is n cão se es pera q ue um bandido r es pon dama s toda a gn te se d eu conta, ce rta m net da s ua pr ep posi it d ase se m p r ep posi to au s en cia!

Antrax, ou similar, é po pó que aqui puseram nas escadas, então vos pergunto, foram os senhores, que assim o instruíram!

Antrax, ou si ml ar, é po pó q ue aqui ip us rem nas e cada s, e sn to av os per gun to, do foram, foram é grupo forum e pt, os s en hor es, q ue as simo i ns t u iram!