terça-feira, fevereiro 03, 2009

aqui a machadinha do anao barbudo, aponta a trincha , ou pincel amarelo de prata de pelo assim meio aloirado do circuklo qaurenta

prim e i k ra do ki da primeira machadinha do anao do circulo da ana do bar do r b do vaso do, da ap da ponta rim eira cruz rato da inc do homem da preimeira circulo do vaso do pin cel am mar ro ele de prta da p rata, da p do elo ass se em meio circulo al loi irado do c irc uk primeiro do circulo deq quadrado au renta

eira ressoa em keira, keira ressoa na bela mia

....

Ah doce senhora de meu coraçao descia domingo o chiado, olhando um qualquer ponto infinito de to quando já a passar por mim, dei pela bela rapariga que me cruzava, até me voltei, ao reconhecer um familiaridade, sua cor de cabelo arquivado , assim sempre me desperta uma funda memória, e uma sensação no peito, de encontro que se ia pela rua fora, meus passos hesitaram em segui-la, não sei ao certo neste agora, se já tinham eles destino marcado, para a igreja ou não, ali meu coraçao a um instante hesitou, e, a descer ao rossio atras da menina,

A hd o ce s en hor ad em eu co raçao de sci ia domingo o chi ad o, o l h ando um q ual eu rp on to infinito det o q u ando j á ap ass ar por da mim, de ip e l a b e la ra pa riga q ue me c ruza ava, a té me vo l teia o rec on he ser prime rio f am i la rie dade, s ua co r de cab elo a rui iva ado , ass em se mp reme de sp e rta uma fun da me mór i ak, eu um sa en s aç sao no pei to, de en c on t ro q ue se ia pe l ar ua for a, me su p ass os he si a tara ram am em se gui do traço ingles de la, n cão seia do ce r to neste di agora, sej á tinha do ham el es de s tino marcado, para da primeira da igreja o un cão, al i m eu cora sao a um i sn t ante he si to ue, de sc e ra o ro r rio at ra sd el menina,

No balcão da brasileira tomando um café , um casal, belo com ar estrangeiro se aproximou, senti uma forte vibração em meu corpo, que me fez tremer um instante as maos, ao olha-lhos, o rapaz com ar de europeu central barbas e cabelos crespos avançava uma factura sobre o balcão na minha direcção, fiquei um instante a pensar se seria algo que tentaria naquela forma discreta me passar, talvez teu numero de telefone, ah amada, que estranho o amor e tua distancia em corpo de mim, que assim me põem acordado tantas vezes a sonhar

No do bal cao da brasileira tom man do um ca fé , um ca sal, b elo com da ar do estrangeiro se pa roxi mo u, s en ti uma f orte v ib br raçao em me u corp o, q ue me fez t reme rum in s t ante as maos, ao ol h á do traço do ingles do l h os, o ra p z do com da ar de europeu c en t real bar b ase cab el os dos crespo s avança ava primeira f ac tura s ob reo bal cao na min h a di reç sao, fi q ue i um i ns t ante a p en sar se s e ria al g o q y e t en tar ia na q eu la forma di s creta me p ass r, t al v e z te un um ero de tele f one, a h a am ada, q ue st r anho o amo r e tua di s tan cia em corp o de mim, q ue ass em me poe em ac o rda dado t anta s v e ze sa s o on h ar

Olho as letras e os seus sincronismos no espaço e sempre me espanto, primeiro fora a bela ruivinha , depois das letras sobre o filme do woddy allen, no dia seguinte ao passar numa banca, numa capa a vejo, lábios vermelhos forte pintados, na mais velha sugestão do mundo de outras pétalas da rosa mais ao sul, profundo contraste com sua alva pele e vestida com um leve cetim, olho a frase, e me ri, me ria, amada, de gargalhada funda e audível, gostaria de ter um bordel, era a frase a ela atribuída, continuei caminho me rindo, e pensado para meu botão , que genero de bordel quereria a rapariga, assim tipo misto, com catalogo infinito de todos os prazeres, talvez só rapazes, talvez misto, até quem sabe entre irmãos, bela ideia , bela rapariga, talvez nos tornemos sócios eu faço os filmes, quem sabe assim adquirei rendimento, a ausência dele por direitos roubados

Olho do as das letras e os se us sin c ron is mos no es paço e se mp reme da me es p en a to, prime iro for a ab el da primeira ruivinha , depôs da s letras s ob reo do filme do w o ff delta do a ll en, no do dia seguinte, day after, viseu, ao p ass ar nu ma da banca, nu ma da capa da primeiro do vejo, l ab is o vermelhos f orte ponta do sn a maís velha s u ge ts sao do mundo deo u t ra s pet as l as da rosa maís ao sul, pro f un bdo do contraste com da s ue alva pele, br, e ve s t id ac om primeiro l eve do cetim, o l h o a fr ase, e me rim e ria, am ad a, de gara g alha ado f un da e au di v el, g os tar ia de t e rum do p rie miro bordel, e ra a fr ase a da ele at rib u id a, conti nu ee do caminho da mer indo, e pe sn ado do para me u b ot tao , q ue ge en ero de bordel q eu r e ria a ra pa riga, ass em t ip o misto, com cat ç o goi em fi ni to de todos os dos prazeres, t al v e z s ó rapazes, t al v e z mis to, a té q eu em sabe en t re ir rm mao águia da, be l a id e ia , bela rapariga, t alves no s tor n emo s soci os eu f aço do os dos filmes, q eu em s abe ass em ad qui rei ren di men to, a au s en cia del e por di rei to s ro ub ado s

Agora, fora a outra bela ruivinha de meu coraçao, na realidade, duas estavam na mesma revista ou seria em duas que folhei, na papelaria, ali estava ela na capa com o arame do suporte cortando-lhe, salvo sempre seja, o nariz, quase parecia um ratinho apanhado num armadilha ao ir buscar o queijo, nariz que andava em mim na imagem do talhante do diabo, e dos narizes com carácter, que gosto, como gosto do caracter nos seres, do texto sobre a guerra de israel e da palestina, que por sua vez tivera um eco, alguém fora buscar um antigo anuncio da tv e de novo o pusera a correr, uma piada, uma família que se chama qualquer coisa que não me recordo, e que diz que somos nos conhecidos por aplicarmos bem o dinheiro ou algo assim, com o pequeno pormenor de trazerem todos grandes narizes, um anuncio de banco de aforros ou algo assim,

Agora do for aa da outra bela ruivinha de meu coraçao, na real id ad e, du as e stav am na me s ma r e vi sta o use ria em du as q ue f o l he ina pap e l aria, al i e stva e l ana capa com do circulo do arame, di ne hiro, dinheiro, do s up orte co rta ando do y t r aço ingles do l he, s alvo se mp r e seja, on ar i z, q u ase pa ar cia primeiro ratinho apanhado nu m ar mad da ilha ao i r b us car do circulo do queijo, o castelo, nariz q ue anda ava em mim na i mage madeira do t alha ante do diabo, e dos narizes com cara cc te r, q ue g os to, com o g os to doca rac te r n o s ser es, do texto s ob rea primeira dag eu rr ad e is ra el e da ap la es t ina, q ue por s ua ave z t rive ra primeiro eco, al g ué em for a b us car um ant i g o em un cio da tv e de n ovo o pi use ra ac o rr e, uma pi ada s, uma f am mila i q ue se c hama q ual q eu r co isa q ue n cão me record oe q ue di z q ue s omo s no s c one he cid os por ap li car nm os b emo d di ne h rio o u al goa ss em, com do o pequeno pro m en o r de t ra ss e rem todos g r and es narizes, um ana un cio de banco de a f foros o u al goa ss si,

Olhei a face assim meia tapada, e me disse , reconheço esta rapariga, assim desci, e a fui ver, era a bela gatinha de meu coraçao cate blanchett, belo nome o desta rapariga, gata e branca, gata branca, alva alvinha, pele pelinha , lambidela, leitinho, pratinho, miau, miau, ah Meus Deus como é bela esta gatinha, de uma beleza, que mora fundo em meu coraçao, sempre a acho de uma beleza imensa, com uma exepçao de uma imagem num filme a preto e branco, uma interpretação assim meio neurótica, que um dia emergiu no real ao perto em salema neste ultimo verão, numa outra rapariga que de repente parecia ela a fumar na tarde à porta do bar, fazendo uns estranhos movimentos de peixe com seu lábios de polpa, que sugeriam peixes e mar,

O l he ia da face ass em meia da tapada, e me di ss e , rec on he ç o e sta ra pa riga, ass em de sci, e a f u iv e r , e ra ab el da primeira gatinha de me u coraçao cat e b lan che tt, b elo no me o de sta ra pa riga, gata e branca, gata br ab ca, alva al vinha, pele, br, pe da linha , lam bid el a, lei tinho, pr t a in ho, m i au, mi au, a h med u sd e is com o é be l a e sta g a tinha, de uma beleza, q ue mora f un do em meu cora sao, sm r ep a ac h ode uma be l e z ima ane sa, com uma e x ep sao de uma i mage m n um fil me p ria mr a da preto e branco, uma int r ep r eta sao ass em mei o ne ur o tica, q ue um dia e mer gi un o real ao per to em salema nest e u l t imo vera circulo loi, numa o u t ra r ap a riga q ue de r e pente par ceia e lea a f um ar na t arde à porta do bar, fazendo un s es t ra n h s o mo vi men to sd e peixe com s eu l ab is ode pol ap a, q ue s u ger iam peixe se mar,

Abri a revista para a procurar, e dei com ela numa segunda foto, que é das mais belas que dele vi, é estranho, pois é um expressão que é assim como que meio fechada, que pouco da sua alma se ve, a não ser o que se imagina naquele suave e decidido olhar, e um vestidinho de pedras lápis lazuli, com relevo distintos que contraste em perfeição com o fogo de seu belo cabelo, que foto dela tao bela, Meus Deus, sabes amada, que até me deu o sonho de sonhar ter assim a foto numa bela moldura de prata assim nas secretarias onde faço conta que trabalho, te digo assim, para não me confundirem com um indigente, mas na verdade sabes que nada faço, muito menos quando teus lábios não os trazes assim ao pertinho de mim, e neles poiso os meus e faço como os gatinhos e me deixo estar assim como na praia a espraiar, a saber em ti o mar, o sabor dele, o mar e assim navegar nas horas sem horas, estranha ideia esta de por uma foto numa moldura, como se tivesse um qualquer lado de prender, de prender o movimento num qualquer estático, não te quero assustar, mas a beleza inspira, e é bom sempre de te ver, sabes amada, ando com aquela estranha linha que um destes dias encontrei num dos meus antigos cadernos, escrita por uma caligrafia de mao feminina que mais não sei quem é, que debaixo do olhos de horus me dizia que acredita em mim, para reinar no mundo, ah amada, reinar no mundo é ter-te assim a meu lado, e brincar a brincando pelos dias fora, o mundo se governa pelo amor dos amantes a solta pela casa infinita, ou poisados num tapete a namorar nos dias, assim, sim, o mundo se governa e bem governa, na realidade de uma tarde, um de uma manha , ou mesmo de todos os dias, sem mesmo se dar por governo algum, ah amada, não estou eu casado contigo, para te ver só nos finais dos dias, quand cansada voltas a casa, melhor é mesmo nem saires para te cansares, só para correr, pular e saltar, ou de só ter tempo aos finde de semana, nós somos da família dos gatos, nos lambemos muito, nos enrolamos, quando temos vontade de nos enrolar, e nos espreguiçamos antes de novo pular, atras de uma brisa de vento que desenha um afigura ao alcance de nossas maos,

Ab ria revista p ra ap roc ur ar, e de i com el a nu ma se gun da f oto, q ue é das maís be l as q ue del e vi, é es t r an ho, p o is é um e x press sao q ue é ass em com o q ue mei o fe ch ada, q ue p o u co da s ua al mase eve, anã o ser, o q ue se i magi na na q u le s ua ave e dec id ido ol h ar, e um v es ti din homem da ode das pedras l ap is la zuli, com r ele evo di s tintos q ue c on t r sn te em per rf e i sao com do circulo do f ogo de s eu b elo cab elo, q ue f oto de la tao be l am esu de us, s ab es am ada, q ue a té me de u o son h ode son h ar te r ass ima f oto nu ma be l a mol dura de p rta ass e mna s secreta rio as onda f aço conta q ue t r aba alho, te di goa s si em, para n cão me c on fu di rem com um in di gente, mas na vera de s ab es q ue n ad a facao do fa a sao, mui to m en os q ua ando te us l ab is son são os t ra ze sas simao per tinho de mim, e mn el es p o is o os me us e f aço com o os dos gatinhos e me de ix o e st ra ass em c omo na p r ai a a es p rai ar, a s ab e rem ti do circulo do mar, o s ab o r dele, o mar e as si em na v g ar nas hor as se m hor as, es t ra anha id deia e sta de por uma f oto numa ml dura, com o se t iv ess e um q au l q eu r l ado de pr en de r, de pr en d ero m vi men t nu m q u l q eu r est a tico, n cão te q u ero ass us tar, masa be le zz a in spi ra, e é b om se mp red e teve r, a s ab es am ada, ando com a q eu la es t ra n h linha q ue um de st es d dias en c on t rin um do s me us ant i g os cade rn os, es c rita por uma cali g raf fia de mao fe min ian q ue ma si n cão se i q eu mé, q ue de ba ix o do olhos de horus me di z ia q ue ac red di it a em mim, para reina r no do mundo, a h am ada, reina r no mundo é te r do traço da inglesa te as sima me u l ado, e br inca ra br inc can do pe l s o dias for a, o mundo se g ove rna p elo amo r dos am ante s a sol tap el a c asa in fi n tia, ou po id ado sn um tap pete a no mar mano ra rn os do Dias, as si ms imo ,un do se g ove rn e b em g ove rna, na r e la id ad e de primeira trade, um de uma manha , o um es mo de todos os dias, se m me s mo se d ar por g ove r no al gum, a h am ada, n cão es to u em cas dao c on ti g o, para te ver s ó nos fi na is do s Dias, q ua n dc e s ad a cv ol t asa casa, mel hor é me s mone m sa ire s para te can as r es, s ó para co rr e r, p u l ar e sala t ra, o u de s ó t r e te mp o ao s fi n dede se mana, n a p t os t olo serpente s o s omo s da f am mil ia s do s g at s os, nos lam be ms o mui to, no s en rola mo s, q ua n do t emo s vontade de no s en rola r, e nos es pr e gil ç am os ant es de n ovo p u lar, at ra sd e primeira br isa de v en to que de s en ha um a figu ra ao al can ce de no s sas mao s,

Que estranho senhora, que quando vos vejo, nasce em mim uma estranha e funda sensação de casa, de pertença, como se soubesse no fundo de mim que vive em meu coraçao, e que vê-la é ver a casa onde vivemos, deveras estranho este sentir, como se conhecesse seus olhos ao perto, e neles sua alma,, mas creio ser a menina casada, e então meu coraçao só pode sempre desejar a felicidade a quem assim se trás em amor, depois a outra bela ruivinha, que mora tambem na sua terra, naquele ponto exacto em que se eu aqui muito escavar, lá chego, directo, assim como que apanhada por um fotógrafo daqueles que espreitam , saindo de um prédio ou de uma casa, no seu dia a dia, muito bela, com uma bela roupinha que mais realça a sua beleza, que grande confusão, as ruivinhas de meu coraçao no meu coraçao, hoje no jornal da tv, a bela rapariga muito se ria, ao falar sem dizer, da historia do bailado da gisele, dos amores trágicos com uma bela rapariga camponesa, eu muito espantado, pois não gosto de nada trágico, muito menos de amores trágicos, gosto mesmo é de amores felizes, mas ela se ria como que gozando um prato do qual conhecesse todos os ingredientes e utensílios que o cozinheiro usara em sua confecção , eu por mim amada senhora de meu coraçao, digo-me sempre , esta gente anda a gozar comigo, e talvez consigo, quem o sabe, eu cego, amada, só tu quando chegares me fazeres de novo inteiro te ver, como poderia eu ver alguma coisa em modo próprio ou certo, sem ti, sem ser pelos olhos de teu coraçao, naquele pedaço onde habito, onde em Ti faço a minha morada,

Q u es t r anho s en hor aqui do u q u ando v os do vejo, na sc e em mim uma es t r anha e f un da s en sa sao dec asa, de per t en ç ac omo se s o ub ess en o f un do de mim q ue vive em me u cora sao, e q ue eve traço inglesa la é eve ra casa onda v iv emo s, d eve vera s e ts rr anho e este s en tir, com o se pc on he c ess e se us ol h os ao per to, en el es s ua ala am a,, ma sc rei o se ra me nina ca sd a, e en tao me u cora sao apostolo serpente s o p ode se mp r e de sej ar a f e li cidade aqui em eu em ass em se t ra se em amo r, d ep o isa outra bela ruivinha, q ue mora t am b e mna s ua terra, na q ue le ponto e x ac to em q ue se eu aqui mui to es c ava r, l á ch ego, di rec to, ass em c omo q ue ap anha ada por um f ot g rafo da q eu l es q ue es pie tam , sa ind de um pr e dio ou de uma cas, no s eu dia a dia, mui t bela, com primeira bela ro u pinha q ue masi real ç aa s ua beleza, q ue g rande c on f us º sao, as ruivinhas de meu coraçao no me u cora sao, h oje no h jornal da tv, a b e la ra pi g ar mui t se ria, ao f al r se m di z r, da hi s tor ia do bailado da gi sele, dos am o r es t ar gi cos com uma bela rapariga cam p one z a, eu mui to es pan t ado, p o is n cão g os to de n ada t ra gi co, mui to m en os de am o r es t ar gi cos, g os to me s mo é de mao r es fe lei ze sm as e l ase ria com o q ue g oz ando um p rato do q ual c on he c ess e todos os in g red di en t es e u tili n si l i os q ue o c zi n g h eiro usa sara em s al s y a c on fe c sao , eu por mim m am ad a s en hor a de me u cora sao, di g o do traço da inglesa me se mr e , e sta gente anda a g oz ar co mig i, e t alvez c on sig o, q u emo o sabe, eu c ego, am ada, s ó t u q a un dc he gar es me f a zed de n ovo in t iro te eve rc omo p ode ria eu v e r al g uam co isa em mode pro p rio o u ce r to, se m ti, sem ser p elo s ol h o s d e t eu cora sao, na q eu le ped aço onda h ab bit o, onda em t y i f aço a mi n h a mora ada,

Ao bocado no café canas , um rapaz africano ao balcão ao por a carteira em sue bolso, me fez olhar atras, um vitrine, uma estranha vitrine, pois la dentro trás um planta das verdadeiras, um planta com tres ramos que se enrolam como kundali, e ao lado uma escultura em tons de verde, ah amada, eu e os tons verdes e os tons azuis e todos os tons do nosso amor, me põem assim sempre a cabeça como que perdida a andar a roda, é na aparência um casal geometrizado, enlaçado em forma estranha, digo eu que será um casal, pois ambos trazem uma espécie de vesica em seu pedaços do uno corpo, em posições distintas, uma para cima , outra como que deitada, seus braços se juntam e se levantam, como cornos de toiros , os cornos que estão por detrás da viera ao lado da senhora ruiva com o veu vermelho, olhando o homem que dorme no leito depois do amor, e cuja historia um dia aqui em pormenor, a do quadro ta contei, repara que desde há dois dias, talvez, um dos meus varões de prata que me remete para o largo do admastor, esta á frente do meu leito, e me dou conta que está no eixo exacto do outro que se ve no fundo do leito como cravado no peito do homem, o tal que parace ter uma cabeça de parafuso, este em frente a meu leito, está como se fosse invertido, pois assenta numa base um pouco maior do que seu eixo, assim meio entortado, quase lembrando um falo, uma quilha, do amor com que eu gostaria de te amar assim por todos os dias ao pertinho, e ne vem a memória um parafuso que vi na rua , ao pé de uma cas perto, como dizia um anuncia, o amor a um passo, ah amada que fico louco a sonhar que estarás aqui a meu lado, e em meu sonho bêbedo do amor a ti, começo a ver nas posições dos sapatos quando vou tomar banho uma segunda hora de um primeiro encontro que era definido com rigor pelo bico da cadeira caido no chao, com uma caneta, precisa clepsidra, de teu horizonte, eu a sonhar, em ti navegar, até meus sapatos e minhas coias, assim sonham na ânsia de ti, como se toda a cas a ti se preparasse, como sabendo ela, talvez melhor do que eu, que estás para chegar, é sempre assim o amor, assim sempre faz o amor no lugar

Ao bo cado no cfe c anas , um ra p az a fr i c ano ao bal cao ao por a ca rt e ira em s ue bo l s om e fez o l h ar at ra s, um vi t rine, uma es t ra n vi t rine, p o is la d en t ro t ra s um pala ana t das verdadeiras, um p l anta com t r es ramo s q ue se en rola am c omo k un dali se aol ado uma es cu l tura em ton s de verde, a h am ada, e ue os tons verdes e os ton s az u ise todos os tons do no ss o am o r, me poe em as si em se mp rea c e b ç la com o q ue per di d fa a anda ra roda, é na ap rec nia um ca sl geo met riza ad, en l aç ado em forma es t r anha, di g o eu q ue se rá um ca sl, p o is am bo s t ra ze mu ma es pe cie de eve e isca em s eu peda cos do un o corp o, e mp o siç o es di s tintas, uma para c ima , o u t rac omo q ue de it ada, se us br aços m se j un tam e se l eva van tam, com o cornos de toi ro s , os co rn os q ue es tao por det ra s da viera aol ado da s en h ro a ruiva com o ve u vermelho, ol h ando o h om em q ue dor me no lei to d ep o is do amo rec u j a hi s tor ia um dia aqui em por m en o ra do q ua dr o t a c on tei, r epa para q ue de sd e h á do is dias, t alvez, um dos me us v aro es de p rata q ue me reme te para o l argo do ad mas t r o r, e ts á fr en te do me u lei to, e me d o u conta q ue e stá no e x i o e x ac to do outro q ue se eve no fun dodo lei to como c r ava on o peito do homem, o t ak l q ue par a ce te rum a ca beça de para fuso, es te em fr nete am eu lei to, e stá com o se f os se invertido, p o is as senta nu ma b ase um p o u co mai r do q ue s eu e ix o, ass em mei o en torta ado, q u ase l em brando primeiro falo, uma q u ilha, do amo rc om q ue eu g os t ria de te am a ra s si m p o r todos os dias ao pet tinho, ene v ema me mor ia um para fuso q ue vi na rua , ao p é de uma cas per to, com o di z ia um anu in cia, o am o ra um passo, a h am ada q ue fi co lou cv o a son h ar q ue e sta rá saqui a me u l ado, e em me u son ho be bed o do amo rati, com e coa ave rn as posi ç o es dos s a patas q u ando vo u tomar ban h o uma se gun da hor ad e um p rie mr rio en c on t ro q ue e ra de fi nid o com r igor p elo bico da c ab bd eira ca id dao no chao, com uma can te, pr e cisa cle ps hidra id, de t eu h o rio zon te, eu a son h ar, em ti na vega ra té me us s a patos e mina h s co ia sas si em s on ham na em s ia de ti, com o se toda a cas a ti se pr epa ra s se, com o sabendo el a, t al v e s z mel hor do que eu, q ue e stá s para che g ar, é se mp rea s simo amo ra ss em se mr ep f az o amo r no lu g ar

Olho a figura com atenção, as pernas dos amantes se cruzam, desenham um quatro, a meus olhos declina em baile e em quarto, uma só letra que anda para trás, e de quatro se faz o quarto e no quarto está o leito, e todos os quartos sap o leito de nosso amor,, vejo ainda dois triângulos como duas velas e leio ainda o primeiro do quadrado ou o quatorze, e de repente reparo que a figuração das suas cabeças, são como a cabeça da águia de brincar que comigo trago e tambem como a cora dos cabelos meio entrançados de ruivo fulgor, do quadro, deste e de um outro, um outro que funda certamente este, pois é raiz anterior, se existisse um anterior e um depois no amor, por isso ele é eterno, e o que é eterno se reconheces eterno e se faz de novo eterno, pelo amor, simples amada, o amor,

O l ho a fi gira com a t en sao, as pe rna s dos am ante s se c ruza am, de sne ham um quatro, am e us olhos dec l ina em ba ile e em quarto, uma s ó le t ra q ue anda para t ra s, e de quatro se f az o q ua rt oe en o quarto e stá o lei to, e todos os q ua rt os sapo lei to de no ss o am o r,, vejo a inda du as t r ina g u l soc omo du as velas e lei o a inda o prime iro do q ua r ado ou o q ua rt tor ze, e de r ep en te r epa aro q ue a figu ra sao das s ua s bc e b ç as, são com o a ca beça da a guia de br ican r q ue co mig o t rago e t am b em com o a cora dos cab elo s mei o en t r anca do s de ruivo f u l gor, do q ua dr o, de ste e de um outro, umo u t roque fun da ce rta mente este, p o is é rai z na te i rose e x is ti ss e um ante rio r e um d ep o is no amor, por iss o ele é e te rn oe o q ue é e t reno se rec on g he c es e terno e se f az de n ovo e t reno, p elo amo r, si mp l es am ad a, o am o r,

Gosto do amor em companhia, gosto do amor falado e gosto do silêncios amor, de só te ver, de te ver em teus gestos, o teu mover ou o teu poisar pela casa, gosto de te respirar assim de mansinho, de estar respirando contigo a mesma musica, de sorver os teus olhares a olhar as coias, de me deleitar com o teu respirar,

G os to do amor em co mp man hi a, g os to do amo r f ala do e g os to do si lem cn i os am o r, de s ó teve r, det teve rem te us g es to s, ot eu m ove ro ero u o t eu p o is ra p ela c asa, g soto de te r e s pi ar a as si em madeira de man sin h ode es t ra r es pi r ando c on ti goa am me s ma mu sica, de sor v ero s te us ol h ar es a o l h ar as co ia sd e me de lei t ra c om o t eu r e spi r ar,

E repente na tarde quando estou contigo dento de mim, assim doce a sentir o doce ser, no ceu um belo pequenino aviao vem a aterrar, e meu coraçao logo se pergunta se es tu que nele vens, depois a canção canta –te , dizes-me , trago –te me ti dentro das minhas veias como sangue sagrado, oscilando entre fel como veneno de amor, e perfume de rosa de amor, sei do que falas, amada, cicuta a ausência, sempre nos cicuta a ausência deo pedaço de nós mesmos, quando somos um, mas é doce cicuta, pois nas mais das vezes, quand não andas assim fugida de mim, sempre te encontro, sempre voltas, e sempre estamos, depois o verso e a a linha fala, de estares a minha espera naquele bar ao fundo da rua, e eu pelo noite vou olhando os bares, me dizes que aguentas dois copos, entre o fel e o perfume do amor, me crias ânsias, senhora, assim, pela tarde , senti-te em mim também de uma forma estranha, um dedo que fica assim como que masi grosso , sem na verdade ficar, que estranho, uma beatitude, meia feita ponta, sem o ser, mas sentida na ponta do colibri, melhor te explicando, em seu corpo tambem, como uma canção, uma vibração, uma constante nota cheia,

E r ep pen te na t arde q ua anda es to u c on ti g o d en to de mim, ass em do ce a s en tir o do ce ser, no c eu um b elo pe q eu nino avia ove ema a te rr ar, e meu cora sao l ogo se per gun t ase es t u q ue ne le ve ns, d ep o isa can sao can t a do traço da inglesa te , di ze s do traço da inglesa met t rago da inglesa te me ti d en t roda s min h as veias com o san g ue sagrado, os cila lan ando en t r e f el com o v en eno de mao r, e pe rf um e de rosa de amo r, se id o q ue f ala sam ada, cic tia a use en cia, se mp reno s cicuta a usa e n ia deo peda aço de nó s me s mos , q au un do s omo s um, mase é do ce cic u t ap o is na s maís da s v e ze s, q u anda n cão andas asis m f u gi da de mim, se mp r e te en c on t ro, se mp r e vo l sta se s em mp r e es t am os, d ep o is ove verso e aa linha f ala, de es t ra es am min h a es pera na q eu le bar ao f un do da rua, e eu p elo no it e vo u o l h ando os bar es, me di ze s q ue a g eu en t as do is cop os, en t reo fel e o pe r f um me do amo rm me c ria s a n si as, s en h ra, ass e, pe la t arde , s en ti do traço da inglesa te em mim t am b madeira dede primeira forma es t r anha, primeiro dedo q ue fi ca ass em c omo q ue ma si g rosso , se mna verdade fi ca r, q ue es t r anho, uma bea titu de, meia f e i t a ponta, s emo ser, mas s en t id ana ponta do co li br i, mel hor te e x p l i can do, em seu cop ro t am b em, com o uma can sao, uma vi br ac sao, uma co ns t ante nota che ia,


Gosto do amor em companhia, gosto do amor falado e gosto do silêncios amor, de só te ver, de te ver em teus gestos, o teu mover ou o teu poisar pela casa, gosto de te respirar assim de mansinho, de estar respirando contigo a mesma musica, de sorver os teus olhares a olhar as coias, de me deleitar com o teu respirar,

G os to do amo rem co mp man hi a, g os to do amo r f ala ado e g os to do si lem cn ni os amo r, de s ó teve eve r, det te eve rem te us g es to s, ot eu m ove ero ro ot eu p o is ra p e la c asa, g soto de te r es pi ar a ass em de man sin h o, de es tr a r e spi r ando c on ti goa me s ma mu sica, de sor v ero s te us o l h ar es a ol h ar as co ia sd em me de lei t ra c om o t eu r es pi r ar,

Agora estou parado depois de sair do café , fico ali na esquina, um perfume antes se corporizara, minhas narinas se abrem como a te cheirar, fico atento, como se te pressentisse, estou tenso, estas linhas do que chamas de cicuta, a bela cicuta do amor, assim nos fazem, o sabes tu como eu, e a tensão é da famílias de todas as tensões, conhece-as todos os ramos da mesma família pelo nome próprio de cada uma, quando vira a segunda ruivinha de meu coraçao, saltou-me a memória por associação com linha recente da imagem do rapaz atraída para o gume da espada cravada no chao mesmo na direcção dos seus genitais, uma outra imagem, de um vestido assim como teia feito em negro e transparências sobre o seu belo ventre de bebe, na altura da tal gravidez, uma gravides que nunca bem percebi , se era verdadeira ou se era simbólica, de outras gravidezes, pois as poucos fotos que apareciam, numa me deram o ciclo completo, teia, teia, é palavra que anda em mim, uma rapariga vem a passar ao telefone, e a oiço dizer, num preservativo, e aquele pequeno fio de seu dizer em sua passada, encaixa na perfeição numa das linhas que anda em mim, que o pensamento pensa, pois desvela um processo de roubo de genes, de uma foram de roubar sangue a alguém, de obter património genético de outrem por uma terceira pessoa, e de como existem estúpidos sem escrúpulos capazes de assim o fazer pelos tostões , mesmo que não sejam tostões, pelo que dizem ser a procura do melhor património genético, ou do que consideram os melhores genes, certamente assentes em grande parte em conceitos oblíquos e falsos, os melhores genes, são aqueles que forma misturados em amor, melhor e maior amor, melhor gene, quase diria a cega ciencia, que no fundo, este fazer analisando, em parte o justifica, e nada disto desdita até a existência de tráficos de órgãos, e o amor nunca é trafico nem trafica, nem pesa assim, com calculismo frio, pois amor é quente e quentura, ali estou parado, pensando será que caminho até ao bar no final da rua, que rua, pela meia noite onde deverei estar, a da trombeta me sobe com a do patrocínio, uma linha de teatro, e de escutar a respiração de quem nos observa como exercício de humildade, palavras sabias, de vocação, trombeta, palavra, constante, neste últimos textos, elefante branco, a tal boite que tinha ou tem meninas a sessenta contos por noite com diploma universitário e tudo ou em vias disso, trombeta, a rua do bar do majong, trombeta, nas cuecas adolescentes ali deixadas em dia recente sobre o muro do jardim do império, trombeta, do elefante chamado anibal que aqui tanto cai, e um outro senhora, agora me pergunto, porque não estavam a venda as figuras femininas, só as masculinas, aqui neste últimos tempos, tempo seguido houve que muito o belo elfo caia, ele caia , eu o levantava e o punha de pé outra vez, e lá caia de novo e o punha de pé, agora está de pé há já alguns dias, sem mais cair, ouvira eu pelo espírito que o golfinho estava livre, é sempre bom, os golfinhos estarem livres, mas as raparigas femininas, nunca eu as vi numa caixa a venda assim com os masculinos rapazes da saga, para grande pena minha, senhora, que se os rapazes são belos todos eles, as meninas ainda mais, a meus olhos, perdoe-me a declarada preferencia, e depois a menina está muito bela, de um beleza muito bela, e a responsabilidade de isto tudo, a da beleza é certamente do pai tolkien, pois sem ele nada disto se tinha feito,

Agora es to u parado d ep o is de s au r doca f é , fi co al ina s es suina, um pe f um me ant es se corp o riza zara, min h as na rina s se ab rem com o a te che ira rf fi co at en to, com o se te pr es e en ti ss se, es to u t en so, e sta s linhas do que c h amas de cic u ta, a be l a cic u t ad o amo ra ss e m no s f az emo s abe s t u com o eu, e a t en sao é da f am i li as de t o da sas t en s o es, c on he ce do traço ingles as sas todos os do ramos da me s ma f am i l ia p elo no me pro p rio dec ada uma am, q u ando v ira as e gun d ar ruivinha de me u cora sao, s al to u do traço da inglesa me a m emo ria por as soci ac sao com da linha rec en t e da i mage madeira do ra p az a t rai aida para do gume da e ps ada c r av d ano chao me s mo na di reç sao dos se us g en tais, uma o u t r sa i mage madeira, de primeiro vestido ass em c omo teia f e i t o em negro e t ra sn par en cias s ob reo s eu b elo v en t red e bebe, na al rua da t al g rav id dez, uma g ra vide s q ue n unc a b em pere bi , se e ra vera de ira o use e ra s im bo li cade o u t ra s g ra vide ze s, p o isas p o u cos f oto s q ue ap are ceia am, nu ma me de ram o cic lo co mp l e t, teia, teia, é pala vaso do ra 2 q ue anda em mim, uma ra pa riga v ema p ass ar ao tele f one, e a o i ç o di ze r, nu m per as e r vat ivo, e a q eu le pe q u en o fi ode s eu di ze rem s ua p ass ad a, en caixa na pe rf e i sao nu ma das linhas q ue anda em mim, q ue o p en sam en to p en sapo is d eve la um pro c ess o de ro ub ode g ene s, de uma for ram de ro ub ra san g ue a al gume, de ob t re pat rim oni o g ene tico de o u t rem por um at rec e ira pessoa, e de c omo e x is te m es t up pido s se em es c ur pol os ca p az es de as simo f az e r p elo s to st o es , me s mo q ue n cão sej am to s t o es, p elo q ue di ze ms ser a por cura do mel hor pat romo ni o g ene tico, o u doque c on sid e ram os mel hor es g en es m, ce rate mn te as s en t es em g rande p arte em c on ce it os ob li q u os e f as l so, os mel hor es g en es, são a q u e l s q ue for ma mis t ur ado se em am o r, me l hor e a miro amo r, mel hor g ene, q ua ase di iria ac ega cie en cia, q ue no f un de o, este a f az z dr ana liza anda, em p arte o j us ti fi ca, en ada di s to de sd t ira a té a e xis t en cia de t raf i cos de o r ga o se o amo rn unc a é t a rf i co ne m t ra fica, ne m pesa as si e, com c al cu lis mo fr rio, p o is amo r é q u en te e q ua n tura, al i es to u para ado, pen sand o se rá q ue caminho a té ao bar no fi n al da rua, q ue rua, pe l am meia no it e onda d eve rei e star a, a da t rom beta me s ob e com a do pat roci ni o, uma linha de teatro, e de e cu t ra a r e s pi ra sao de que em nos ob serva com o e xe rc id di ode h um i l dade, pal v ra s sa bia s, de vo caçao, t rom beta, pala vaso do ra, co ns t ante, nest e u l t imo s te x to s, ele fn na te branco, at al boite q ue tinha o u te m me ninas a ss es en t ac on to sp o r no i te com d ip l oma uni verso tari oe tudo ou e m vi as di ss o, t rom beta, ar ua do bar do majo n g, t rom beta, nas cu eca s ad l os c en t es al i de ix ad as em dia rec en te son reo mu t o do jardim do i mp e rio, t rom bt ea, do ele fan te ch am da ani bal q ue au it ant o ca i, e um outro s en hor a, a g or me per gun top o r q ue n cão es sat v am a v en da as figu ra s fe mini as, s ó as mas cu l i na s, aqui nest e ul t imo s te mp os, te mp o se guido h o uve q ue mui to o b elo el fo c aia, ele c aia , eu o l eva van t ava e o p un h ad e p é o u t ra ave ze l á c aia de n ovo e o p un a hd e p é, a g a o ra e sta ´a pt ol t olo ser pe mn te de p é h á j á al gun s dias, se m mais cairo u v ira eu p elo es pei it o q ue o gol fi n ho e stav a l iv re, é se mp r e b om, os gol fi n h os es t rem l iv r es, massas ra pa rig gás fe me ina s, n unc a eu as vi nu ma caixa a ve en da as si mc om os ma sc u i l ino s ra p az es da saga, para g rande p en a min ham s en hor a, q ue se os ra p az es são b elo s todos el es, as me ninas a inda mais, am eu sol h os, per do e do traço da inglesa me a dec lara ada pre feren cia, e d ep o isa em ni a e stá a ó i mui to be la, de um beleza mui to bela, e a r es ponsa bil id ad e de is to tudo, a da beleza é ce rta am mn te do p ia to l ki en, p o ise em el en ada di s tio se t ina h f e i to,


No fim da rua da ap, o bar, o speaky easy, assim se parece agira no meio desvelar, ontem um bêbado aparente passara por mim duas vezes e da segunda me falara do capuchinho vermelho, e dissera qualquer coisa assim no meio manjo jambo qualquer que me pretendia transmitir uma qualquer preocupação com ela, eu que só lhe conheço dela as pernas assim de relance , e um vestido capa vermelho e uma passado cheia de força e energética, pela rua acima, que me fez revirar os olhos como perante um bela brisa de verão, hoje comendo atum, parece que o símbolo desvela que o golfinho é o terceiro coração do mega, ou seja a terceira do coraçao do o mega, ferreira

No dim madeira da rua da ap, o bar, o sp e ak y e as y, ass em se pa rece a gira no mei o de es vela ron te m um be b ado ap ar rn te p ass sara por mim du as v e ze seda se gun da me fala ra do c ap u chino vermelho, e di z ss e ra q ual q eu rc o isa as si mno mei o man jo jambo q ual q eu r q ue me pr e t en dia tr as n mit tir uma q ual q eu r pr e o cup ac sao com el a, eu q ue s + o l he com e code la as pe rna sas si em de r e lance , e um ave st id o capa vermelho e uma passado che ia de f orça e ene r ge tica, pe l ar rua ac cimam, q ue me fez r e v ira aro ros olhos com o pe rn a te um be la br isa de vera o, h oje co mendo a tum, pa rece que o s im b olo de es vela q ue o g lo fi n ho é o te rc e rio c ro ac sao do mega o use seja a t rec e ira do cora sao don mega ferreira

Continua...

Segunda parte do texto que começa no post anterior publicado no dia anterior

Se gun quadrado da ap arte do texto q ue com eca ano post ante rio r p un li cado ni dia ante rio rato


Estou ali na esquina, e a frase , com um preservativo, encaixa e convoca em cascata outras frases que tenho escutado no espirito espaçadas, e que me levam a um poço, onde uma parte de mim, sabe que nem querer ir lá ainda espreitar, pois cada vez masi pressinto, um negra negríssima historia a morar lá dentro , de aguas feias e negras e maldosas, uma das mais recentes ouvidas, ecoava hoje de novo numa linha que li em diagonal numa coluna de um jornal, passa para cá o rim, ou seja passa para cá o filho, e dizia, nem queiras descobrir , mas com um tom de quem convidava mais a descobrir, e se todo eu o pressinto, sei tambem que lá terei de chegar, pois uma parte de mim sabe que se assim for, terei mesmo que o fazer, nem duvida sobre o assunto alguma vez se poria,

Es to ua lina es q eu ina, e a fr ase , com um per serva t iv o, en caixa e c on vo ca em cas cat a o u t ra s freses q ue t en ho es cut ado no es pi rito es pa ç ada sec ue me l eva vam am a l primeiro poço, onda uma p arte de mim, s abe q ue ne madeira q eu r e r ir l á a inda es pr e it ar, p o is c ada ave z ma si pr es sin to, um negra negri ss ima hi s tor ia a mora r l á d en to , de aguas fe ia ase se negras e ema a l do sas, uma da s maís rec en te s o u v id as, e coa ava h oje de nov nu uam da linha q ue li em dia gina al nu ma co l un ad e um do jornal, p ass ap do para ca a pt os t l o serpente do circulo do rim, o u seja p ass ap do para cao fi l h oe di z ia, ne m q eu ira sd es co br i rm as com do primeiro do tom de q eu em c on v id ava ma isa d es co bv r ire se todo eu o pr es sin to, se it am b em q ue l á te rei de che g ar, posi uma p art de mim s abe q ue se ass em for, te rei me ms o q ue o f az e rn ne madeira duvida s ob reo as sun tom la gum ave z se por ia,

A primeira, frase das negras cascata, fora, eu que te dei o meu próprio filho, coisa que nunca se dá, e a própria formulação é incorrecta em sua natureza, se bem que a conheça a algumas mulheres, já as senti, assim sentir, ancoradas numa trave da sua carne masi profunda, a do seu interior , a do ventre materno, mas na realidade os filhos não são nunca só das mulheres ou dos homens, são de dois e de um terceiro, sempre, um terceiro que é sempre o primeiro , o amor,

A p rime ira, fr ase da negras da cascata, for a, eu q ue te de i om eu pro p rio fi l ho, co isa q ue n unc a sed á, e a pro p ria for mula sao é inc o rr e cta em s ua na t ur e z ase b em q ue ac on he ç aa al gum as mul her es, j á as s sn ti, ass em s en tir, anc o ra da s nu ma t rave da s ua car ne ma si ip pr o f un da, ado s eu in te rio r , ad c ur c y lo do ventre mater no, mas na r e la id ad e os fi l h os n cão são nuca apostolo da serpente sodas mul her es o u dos h ome sn, são de do ise sede um t rec e iro, se mp r e, um t rc eiro q ue é se mp reo prim eiro , o amo rato,

É uma frase que desvela, uma aliança entre uma mulher que com um home faz um filho, na parte que ambos os fazem, e que o dá o um terceiro, eventualmente, pela lógica se deduza, que até o fez com o primeiro, já de antemão com essa intenção face a um outro, um fazer que encaixa os processos de roubo de sangue, e eu estou vivendo um, um roubo de um filho, que é tambem sempre um roubo de sangue, e se calhar um outro nível bem masi escuro por detrás deste se esconde

É uma fr ase q ue d es vela, uma al ina aça en t re uma mul her q ue com um home f az primeiro fi l ho, na p arte q ue am bosos f az em, mec ue o dão um te rc eiro, eve en tua l e mn te, pe l a lo gi ca se ded uza, q ue a té o fez com o prime iro, jad e q na te mao com ess a in t en sao da face a um de outro, um f az e r q ue en caixa os pro c esso sd e ro ub ode sangue, e eu est o u vin v en do um, um ro ub ode um filho, q ue é ta am b em se mp r e um ro ub de san g ue, e sec calha rum o u t ro n iv e l b em ma si es curo por det ra s de ste se do espanhol home do delta do conde

Pois esta primeira frase me avivou as memórias relativas ao parto e ao nascimento do francisco, e as comecei a relatar, aqui, e depois pelo espírito , ouvi que o chefe do departamento do hospital curry cabral do serviço de obstetrícia, tinha um x em cima, ou seja me foi assim confirmado que ele teria feito algo de mal, e que já era do conhecimento de outros, o x, correspondia a isso mesmo, a que outros sabiam o que ele fizera, e quando isto ouvi, mais se agravou a duvida, sobre esta matéria,

P o ise sta prim e ira fr ase me avi vo u aa s me mor ias r e la t iva s ao p art oe ao na sci em n to do fr anc isco, e as com e ceia r e la tar aqui, e depois p elo es pei tio , o u vic da ue o c h efe do de p art tam w en teo do h o ps it al c ur r y do cabral do ser vi primeiro da ode ob st r e ti cia, tinha do primeiro x em c ima, o use see seja me f o ia ss em c on fi mad o q ue el e te ria f e i to al g ode m al, e q ue j á e ra do c one h cie mn to de o u t roso x, co rr es pon dia a iss om es mo, a q ue o u t ros s ab imo q ue ele fizera, e q ua ando is to o u vi, ma si ise a g rav o ua duvida, s ob re eta mat té ria,

A teresa trazia muita confiança nesse serviço desse hospital, dissera que o senhor, o chefe do serviço, era dos melhores que existiam aqui em portugal, e que assim o escolhera e escolhera o hospital onde o prato s dera, e eu fora na sua cantiga, como nessa altura ia em muitas, mas quando o trabalho de parto se iniciara, com a tal famosa epidural, a coisa começou a correr mal para teresa, e eu percebi nesse instante que era bom ali estar, e vi a teresa muito aflita, e depois quando aquilo foi na aparência resolvido, ou seja quando a teresa normalizou , masi tarde soube, que se tratara de um aparente erro na dosagem da dita, e pouco mais pensei no caso durante alguns anos, até ao momento em que perante este imenso complot, que me tem levado a inquirir tudo de forma a perceber o que aqui se passa, e no entretanto do que sei e do que aprendi, me pergunto se a o que se terá passado na realidade, foi o que efectivamente se passou, ou se um outro passe, que ainda não sei determinar , fora feito nessa altura com a anestesia, lembro-me de achar aquilo muito estranho pelo que a teresa me tinha dito de o medico e consequentemente sua equipe serem dos melhores, se o eram, como assim na aparência erraram, a não ser que o erro não tivesse sido erro, que fosse para cobrir um outro acto

A teresa t ar z ia mui t ac on fina aça ness e ser vi primeiro do circulo desse hospital, os o it al, di ss e rac da ue o sn e hor, o ce homem do f e do ser vic o, e ra dos mel hor es q ue e xis t iam aqui em portu g ak, e q ue as simo es co da primeira hera e es co l hera do circulo do hospital, h o pita primeiro da onda do circulo do p do rato sd e ra, e eu for ana s ua can ti g ac omo ness a al tura ia em mui t as, ma s q u ando o t ra aba do alho de p art o se inc iara, com a t al f am os a e pi do ur ria l, a co isa com e co ua co rr ar ma l para da teresa, e eu per rc cebi ness e in s t ante q ue e ra b om al i es tar, e vi a t r es sam am u it o a for mula one it a, e d ep o is q u ando aqui do u i lo f o ina ap ar rec ni a r es sol iv os, o use seja q u ando a te r es m s argento norma liz o uma si t arde s o ub e, q ue set rata ra de um para en te e r ron a d o sage madeira da dita, e ep o u co ma si pen se ino caso duran te al gun san os, a té ao mo m en to em q eu pe ra ante este um ne s o com p lot, q ue met em l eva ado a in q ui r i rt u do de forma a per ce be ero q ue aqui se p ass a, en o en t r eta anto doque se i e doque ap r en di, me per gun to sea o q ue se terá passado na realidade, f oio q ue efe ct iva mente se passou, o use um o u t ro p ass e, q ue a inda n cão se id e te r mina ar , for a f e i to ness a al tura com a ane s te s ia, l em bro do traço da inglesa me de ca h rac do vaso do l o mui to es t r anho p elo q ue a teresa me tinha do dito deo medico e co ns eu q nete mn te s ua e ki ipe se rem do s mel hor es, se o e ram, com o ass si mna ap rec ni a ee rr aram, anão ser q u o e r ron cão t iv ess e dido e r ro, q ue f os se para co br e rum o u t ro acto

Eu não sou muito a favor da epidurial, pois obviamente qualquer substancia que se introduza na mae, se introduz tambem no filho, com efeitos semelhantes, e o nascimento, é um acto violento, no sentido de forte, e a criança o atravessará assim tambem como meia atordoada, mas não insisti com a teresa depois de lhe dizer do meu ponto de vista, pois o trabalho de parto e a dor, é em grande medida da mulher, e portanto parece-me sempre de respeitar o sua opinião, sendo o que se deve ou não discutir e aprofundar, é sobre este método em si, que me parece ser muito a medida das modas do tempo, nomeadamente todas aquelas que pretendem como que clinicamente e em modo asséptico obstar a qualquer tipo de sofrimento inerente por natureza ao viver e ao nascimento da vida, nestes casos

Eu un cão s o u mui to a f avo rda e pi d ur ra al, p o is ob vi am n te q ual q eu r s ub stan cia eu se in t rid uza na mae, se in t ros u z t am b em no fi l ho, com efe it os semem le h net ts, e o na sci em n to, é um ac to viol en to, no s en t id o de f orte, e a c r ian sao at raves sara ss em tam be com o meia a tor do ad dam as n cão i sn si ti com da primeira teresa d ep o is de l he di ze r do me u ponto de vi sta, p o is ot ra bal do alho de p art oe primeira dor, é em g rande med iad ad a mul her, e porta n to pa rece do traço da inglesa me se mp red e r es pei t ra os ua o pon ia o, s en do o q ue sed eve o un cão di sc u irt e ap do pro f un da ar, é s ob rato ee ts met o do em si, q ue me par ce ser mui to a me dida das modas do te mp o, no me adam dam en te todas aqui do u lea s q ue pr e t en de mc omo q ue clinica cam n te e em modo ass e pt tico ob star a q ual q eu rt ip o de s o fr rim en to ine ren te porn ar u t r es za ao viver e ao nas cie em n to da v id a, nest es casos, loucos

Quando estas memórias começarão agora a emergir, recordei então o que se passara, estava combinado que eu assistira ao parto, ou seja não fora só isso decidido pelo casal como fora acordado com os médicos

Comeram., me desvelou agora a escrita nas entrelinhas, comeram o quê, um bebe, ou a placenta?

Q u ando es t as me mor ia s com eca rm aa q gor a am mer gi r, rec o r de i en tao o q ue se p ass sara, e stav ac om b ina ado q ue eu assi ti rua ao p art o, o use seja n cão for as ó iss o dec id dido p elo ca sal com o for a ac o rda dado com os me di cos

Ainda agora esta tarde ao passar no restaurante da Adelaide, que de certa forma espelha a bela cate, um cozinheiro a porta a entrar para um carro, um carro com matricula inglesa , grupo da estrada sessenta e seis, Adelaide, que aparecera na ultima das cartas a América , mais uma vez sem qualquer resposta ao momento, uma carta em que ao escreve-la muito o pc craschou, pelos tais scripts que pela net me enviam, uma outra referencia a Adelaide, aque acabou por não ficar no texto, era de Adelaide, como cidade americana, que creio que trará relaçao com a industria euro espacial

A inda do agora es t a trade ao p ass ar no r es t aura ran te da ad e la id e, q ue dec e rta forma es pe l h a ab el a cate, um co z in he iro da primeira porta a en t rr ap do para do primeiro carro, prime rio carro do com mat ricula inglesa , g rup o da est rata ada se s senta e se is, ad e la id e, q ue ap arc e rana ana u l t ima das ca rta sa am erica , maís uma ave z se em q ual q eu rr es posta ao mo men to, uma ca rta em q ue ao es c r v e do traço ingles de la mui to o pc c ra sc ho u, pe l s o tais sc r ip rip pt ts q ue p lea net me en vi am, uma o u t ra refer en cia a ad e la id e, aqui da ue ac ane o up por n cão fi car no texto, e ra de Adelaide, com o cida dade am mer cia ana, q ue c rei o q ue t r a rá real ac sao com primeira in sd u t ria eu ro es spa cia al , editora musical tambem

Primeiro se dera a complicação com a anestesia, e eu fiquei deveras preocupado com o que estava a acontecer, intervi, e chamei os médicos, que o corrigiram mas sem terem a frontalidade de explicar no momento o que se passava, e sendo tambem que enfim, atendendo ao processo em curso, não seria talvez a altura certa para o fazer, mas a perturbação naquele inicio, vendo a teresa, a respirar em forma muito acelerada, e quase em desmaio, assim já meia lívida por um período que se terá arrastado por talvez uma ou duas horas, num total de seis, na cama, como período de preparação, me preocupou, pois a mulher necessita de estar bem e com força para fazer os movimentos

Prime iro sede ra a com li caçao com da primeira anestesista, e eu fi q eu id eve ra serpente pr e o cup pad ado com do circulo do q ue e stva ac on tec e r, e in te r vi, e c h am e i os me di cos, q ue o co rr i gi ram masse madeira te rem primeira fr ron t al id ad e de e x p li car no mone mn to o q ue se passava, e s en do t am b em q ue en fi mat en d en do ao pro c ess o em curs on cão se ria t al v es a al tura ce rta para do circulo do f az e rm as a pet u rba sao na q eu le inc cio, v en do primeira teresa, a r es spi r ar em forma mui to ac e le r ada, e q u ase em de s maio, ass em j á meia livi da por um pe rio do q ue sete rá ar rasta dao por t alvez uma o u du as hor as, nu o primeiro do tota l de se is na cama, com o per id ode pre ep par da raçao, me pr e cic up o u, p o usa mul her ne ce iss it ad e es t ra be me com f orça para f az ero s mo vi em n to s

Depois lá finalmente ela entrou no sala de parto propriamente dita, que é um aquário, eu me preparava para entrar, mas não deixaram, disseram que era melhor ficar de fora, e fiquei a ver a teresa do lado de fora do aquário, na verdade me dou conta agora que não a via, pois havia, uma cortina que a tapava, ou seja quase so via a vulva e as penas, ou seja , sei agora, que até poderia nem ser a teresa que ali estava, quando insisti para entra abrindo a porta, a medica parteira veio ter comigo, e me disse é melhor ficar aí fora, pois vamos ter que cortar, e portanto eu por respeito ao procedimento medico, tambem nessa altura não avancei, deixei-me ficar ali de fora, depois o bebe pareceu nas maos de uma da equipe, e saí de campo e passado alguns poucos minutos, aparece na sala ao lado tambem um aquário onde está o berçário, ou seja , em circunstancias desta natureza, existe um momento que tanto a mae como pai não vem seu filho, antes de aparecer no berçário com um etiqueta, que pressupostamente trás a identificação certa e daqui sai desde já uma lei para que todos os hospitais do mundo, sejam aquários contínuos sem ângulos mortos de visao, de forma a que se um pai não pode entrar como me aconteceu na sala e na verdade acompanhar o parto, como previsto na actual lei, de forma a que pai nunca perca o contacto visual do trajecto da criança até ao berçário, visto que é o único que do casal o pode fazer, pois a esposa está ainda na marquesa

Dep o is l á fina le mn te e la en t ro un do circulo do sala de p art o pro p ria que mente dita, q ue é primeiro da para do rio, eu me pr epa rava ava para en t ra rm as n cão de ix aram, di ss e ram q ue e ra mel hor fi ca r de for a, e fic q eu ia ave rat r es a do l ado de for ado aqua rio, na ave r dade me d o u conta agora q ue n cão avia, p o is h avia, uma co rina q ue a tap ava, o use seja q u ase so v ia av u l v a e as p en as, o use seja , se e agora, q ue a té p ode ria ne ms e ra teresa q ue al i e stav aqui ua anda in sis ti para en t ra ab r indo primeira porta, am medica p art e ira veio t rec om mig oe me di s se é mel hor fi car a í for ap o is vam s ot e r q ue co rta ar, e porta ant o eu por r es poe to ao por ce di men to medico, t am b em ness a al tura n cão av van ce id e ix e i do traço da inglesa me fi car al id e for a, d ep o is o bebe par e c eu nas mao sd e uma da q u ipe, e sa id e cam poe passado al gun s p o u cos minu t os, a ap rec en a sala aol ado t am b em primeiro aquário onda est á o be rca a ps soto olo lo serpente do rio, o use seja , em cir irc c un stan cia s de sta nat ur e z a, e xis te um meo mn toque t anto primeira mae com do circulo do pai n cão vaso em s eu fi l h o, ant es de ap arc e r no be rca rio com primeiro etiq u eta, q ue pr ess up os tamen te t ra asa id en tif facao ce rta e da qui isa id es de j á primeira lei para do q ue todos os h o ps si tais do mundo, se j am a q ur rai s o c on tin u os se man mna gula s mo rt os de visao, de forma aqui da eu se do prime rio pai n cão pd e en t rr ac omo me ac one tc eu, e na eve r dade ac om mp pm ma h ra o p art o, como a lis e sta pr e vi s to na ac tua l lei, de forma a q ue pai n unc a pe rca o c on t ac to vi s ual do t ra ject o da c rina aça a té a pb e rca ap ot lo ser pn en te do rio, vi s to que é do circulo do uni nico q ue do ca sal o p ode f az e r, v si to a es pao sa es star a inda na marquesa

De igual modo as etiquetas que como anilhas se colocam aos bebes, hoje, deverão ser feitas de forma que só com equipamento próprio se possam tirar e quando assim se proceder , a esse acto , seja sempre feito na presença dos dois pais, ou pelo menos de um

De igual mod o as etiq u te as q ue com on primeira das ilhas sec do falo do cam a os bebes, h oje, d eve ra os e rf e it as de forma q ue s ó com e q u ipa men t y o pro p rio se p os sam tura rec ua anda as si em se pro dec e ra ess e ac to , seja se mp r e f e i ton a da presença do sd o is pa is, o up elo m en o sd e um

Ou seja especificando, a lei deve obrigar que os blocos de parto nos seus tres elementos, sala de parto propriamente dita, lavagem, e berçários sejam totalmente visíveis a quem não pode entrar na sala quando os médicos assim o aconselham

O use seja es pe cif fi can do, al lei d eve ob rig rac ue os dos b loco s de p art ton os se us t r es el em en to s, sala de p art o pro p ria am ne en te dita, l ava ge me be rca riso sej am tota le mn te v isis v e isa q eu em n cão p ode en t r ar na sala q ua bdo os me di cos as s imo ac on se do primeiro ham

Pois sabem as sociedades, que não só tem desaparecido bebes recem nascidos de hospitais , como assim se pode pela corrupção trocar uma criança e preceder assim a um roubo de sangue, e tambem sabem as sociedades que os trafico genético está a aumentar e que existe gente sem escrúpulos para o fazer, e que a transparência de todos os processos sempre aumenta a segurança

P o is s abe ema s soci e dad es, q ue en cão s ó t em de spa rc e id o bebes recem na sc id os de h o pi st a is , com o ass em se p ode pe ka co rr up ç l ao t roca rum primeira criança e pr e o cede ra s sima primeiro orubo de san g ue, e eta am e b em s abe ema s soci e dad es q ue os t raf fi co g ene tico e stá a au men tar e q ue e x i e t gente s em es c rup l s para do circulo do f az e rec da ue a t rena spa r eni ca de todos os pr e o c esso s se mp r e au men ta a segur anca

Na realidade me dou conta agora ao isto escrever que enquanto a teresa esteve na sala de partos e mesmo depois, nunca vi, ou seja, nem mesmo trago a certeza que assisti ao parto de meu filho, e me recordo de tambem ter existido um estranho atraso na entrada para o parto propriamente dito, com um outro que se dera antes e cujo pai vi, pois estava tambem no corredor do berçário, nem sei que se mais salas de parto existem ali naquele bloco, ou se uma só.

Na real id ad e me d o u conta agora ao is to es c r v e rato q ue en q ua ant o at r es a es teve na s ala de p art os em es mo dep o is, n unc avi, p o use seja, ne m me s mo t rago ac e rt te z a q ue assis sis ti ao p art ode me u fi l h oe me record ode t am b em e t r e xis t id o um e ts r anho at r as son a en t r ado para o p ra top pr ip ria que mente, o dito, com do primeiro do outro do q ue se de ra ante r iro e cu jo pai vi, p o is e stva t am b em no co r red o r do be rca rio, ne ms se e q ue se ma si s ala sd e p art o e xis te mali na q eu le b loco, o u se uma serpente do ó.


Nada eu sei da saúde do meu filho francisco, durante estes últimos tres anos, como todos sabem pelo que aqui tenho narrado, neste Livro da Vida, e como é obvio isso é motivo de grande preocupação para um Pai, mais ainda neste caso, em que descobri a posteriori, que ele estava a ser levado a médicos psiquiátricos sem meu conhecimento prévio e consequente anuência, e muito mais se agrava esta preocupação sabendo eu que o combate que me fazem é tremendo e que portanto será tambem feito a meu filho, como já o é, desde que nos afastaram a força e me roubam os direitos de o defender

N ad a eu se id as au dedo me u fi l h o fr anc isco, dura n te es t es u l t imo st r es ano s, com o todos s abe mp elo q ue aqui t en h on ar r ado, nest e L iv ro da V id a, e com o é ob vi o iss o é mo t iv ode g rande pr e o cup ac sao para primeiro Pai, maís a inda nest e caso, em q ue dec ob ria pote rio ric ue ele e stva ase ser l eva ado am e di cos psi quia t ricos se em me u c on he cie mn to pr e vi oe co ns eu q nete anu en cia, e mu i to maís ase a g r v a e sta pr e o cup ac sao s ab en do eu q ue o com bate q ue me f az e me e t rem en d oe q ue porta n to se rá t am b em f e i to am eu fi l ho, com o j á o é, de sd e q ue no s a f s t aram a f orça e me ro ub bam os di rei t os deo do circulo do defender

Mais agora se levanta a duvida que eventualmente ele nem é meu filho de sangue, o que só poderá ser confirmado com um grau de certeza na ordem dos noventa por cento, através de um teste de adn, que tambem esta possibilidade está fechada em termos práticos até ao momento, e me recordo do espírito há muito tempo atras me ter dito, que seria aconselhável pedir um, na realidade quando me vi na obrigação de elaborar a lei base sobre parentalidade, me esqueci de incluir a salvaguarda deste aspecto, que deve estar garantido pela lei comum, no sentido, que agora se me afigura muitíssimo claro, pois numa separação, há sempre a possibilidade de ela esconder, um roubo de sangue, feitos em diversos níveis, e assim sendo deve ser automático que quando se discutem paternidade, e futuros de filhos, seja sempre de fazer um teste de adn, para clarificar este contexto que pode sempre estar por detrás, e masi do que isso, atendendo a que ele é ainda caro, e que muitas vezes os cônjuges não o poderão pagar de seus próprios bolsos e rendimentos, que ele seja sempre garantido por todos, pois todos devem velar uns perante os outros pela segurança dos filhos, pois todos são pais, e todos são filhos e vivemos uns ao lado dos outros.

Mais agora se l eva anta ad u v id aqui do q ue eve en tua le mn te ele ne mé me u fi l h ode sangue, o q ue s ó p ode rá ser c on fi r mad o com um g r au dec e rt te z ana ordem do s noventa por cento, at ar v es de um te s te de a dn, q ue eta am b em nme e sta es t a p os sibil bil id ad e f ec h ada em t r emo sp rat i cos a té ao moe mn to, e me record e o do es pei tio h á mui to te mp o at ra s me t r e dito, q ue s ria ac on selha ave l ped di rum, na r e la id ad e q u ando me vi na ob riga ç º ao de el ab o ra r al e iba ase s ob r ep par en tali dade, me es q eu c id e inc lui ra s alva guarda de s te as pet ct o, q ue de eve es t ra gara n t id o pe l a lei com um, no s en t id o, q ue agora se me a figu ra mui ti s simo c l aro, posi numa s epa raçao, h á se mr pe a p oo ss ib li dade de el a es conde rum do roubo de sangue, feitos em di versos ni iv e ise ass em s en do d eve ser au tom a tico q ue q ua ando se di sc u te m p art eni dad es, e f u t ur os de fi l h os, seja se mp red e f az e rum teste de a dn, para c l ari fi car este c on texto q ue p ode se mp r e es t ra por det rá se ma si do que iss o, a t en den do a q ue el e é a inda caro, e q ue mui t as v ze s os c on ju ge sn cão o p ode ram pa g ar de se us por p rio s bo l s o se ren di men to s, q ue el e seja se mp r e gara n t id o por todos, p o is todos d eve m vela runs pe ran te os o u t ros pe la segur ança dos fi l h os, p o is t u do os são pais, e todos são fi l h os e v iv emo s un s ao l ado do s o u t ros.

Espanhol do peito do rato tito, par da ce do ps do os do circulo do bil id ad dina mica t r ac king gt espanhol sa o ter, o use seja nas entrelinhas se desvela quem tem a criança,

Ah um cabrão do ps que é tito , o tito de morais , ou o tito, imperador do morais, qual morais, o cabrão do psd? Não tem tanta lógica , pois o ps é que está cobrindo este acto, mas como o psd e todos os outros tambem, tambem é possibilidade que está aberta, tito morais, que me lembre, foi um dos fundadores do ps, nem sei mesmo se por aqui ainda vai, portanto se tito, não tiver o sentido de tito livio, ou seja uma especiezinha de pseudo imperador de uma qualquer capelinha, deverá então ser o filho dele, ou algum da sua descendência

Primeira do homem do primeiro cabrao do ps, circulo abrao, queluz ou belas, , q ue é cruz it to , circulo do tito de morais sm , ouo tito, i mp pe ra dor do morais, q ual morais, o c abrao do ps q au dr ado da foice, n cão te em t anta da lógica, informática, p o is o ps é q ue e stá co br indo este ac tomas c omo o ps det todos os outros tambem, t am b em é p os si b li dade q ue e stá ab e rta tito morais, q ue me l em br e, f o e um dos fundadores do ps, ne ms se em es mo se por primeira do ki a inda v a ip orta n to se tito, n cão t iv ero s en t ido de tito li vi o, o use seja uma es pe cie z in h ad e p s eu do i mp e ra dor de q u l q e ur cap e linha, de eve rá en tao s ero fi l h o del e, o u al gum da s ua de sc en d en cia

A frase que ouvi pelo espirito, a primeira, de que te dei um filho, pela sua impossibilidade, parece confirmar que estarei perante a possibilidade de a teresa o ter dado a um outro, porque assim o combinou, ou mesmo ainda que um troca poderá mesmo ter ocorrido, ou ainda a tal anestesia, deu torto, a criança morreu e foi substituída, nem mesmo a mae o saberia, eu como pai, ao isto começar a ver no pensar, fico ainda mais inquieto e preocupado, e exijo o que por de rei to, direito, me é devido, justiça e investigação deste caso em todas as suas vertentes e na extensão necessária ao seu cabal esclarecimento

A fr ase q ue o u vi p elo es pei r tito, a prime ira, deque te de e primeiro fi l h op el as ua e mp os sibil bil id ad e, pa rc ce e c on fi r mar q ue est a rei pe ran te ap ps os o bil id ad e dea t r e sao ot red dado a um de um outro, por q ue ass simo com bi mn ouo vaso me s mo a inda q ue do primeiro da cruz da roca p ode rá me s mo t r e oo r rid o, o ua inda a t al anestesia, de eu t orto, ac r ina aça mor r eu e f o i s ub si t u id ane em me s mo primeira mae o s abe ria, eu com o pai, prime ria do circulo do in ns to com eça ra ave rato do no pen sar, fi coa inda ma si in qui e to e pro e o cu p ad o, e é x e g oo q eu do por do rei to de direito, me é de v id o, j us ti cae in vaso espanhol tiga co d este caso em todas as s ua s verte en rn te see x cruz en sao ne circulo do ess da primeira do ap ps ot lo da ser pen t da ria ao s eu cab la es clare cimento

E tambem porque eu não me lembro de ver a teresa nessa noite, pois o parto foi já ao anoitecer, acho mesmo que só a vi com o bebe no dia seguinte, encontrei foi o tal casal com a rapariga que disse se chamar de reina,

E ta am e b em por do quadrado da ue eu un cão me lem br ode vera teresa ness primeira de ness desse ano it da te, p o is o p art o f o e j á ao ano i tec e ra ac do cho me s mo q ue s ó a vi com do circulo do bebe do no do dia da se gui em te, en c on t rei f oio t al ca sal com a ra p riga q ue di s se sec h am mar de reina,

Me pergunto, se não estarão a usar o meu sangue, através de meu filho, ou mesmo filha, como anzol de um conjunto de actos outros

Me per gun to, se en cão es t ra ao a usa aro meu sangue, at rav es de m eu fi l ho, o u me s mo fi da ilha, com o a nz o l de um co nn j un to de at cos do circulo do vaso da cruz de um outro do ros

A ultima frase que ouvi pelo espirito , era de que agora que tinham a quinta essência, ou seja que tinham meu filho, qualquer coisa, como se não se mais se preocupassem, ou seja ainda quinta essência, como imagem de exilir, ou seja, trafico feito com base na placenta ou liquido amiotico

A u l t ima fr ase q ue o u vi p elo es pi rito , e ra de qua gata primeira do circulo do ra q ue tinha do ham à quinta es en cia, o use seja q ue tinha do ham me u fi l h o , q ual q eu r co isa, com o se n cão se maís se pr e o cup ass em, o use seja a inda da quinta da es s en cia, com o i mage madeira de e x i li rm o use seja, t raf fi co f e i to com base na pal c en tao u li q eu id o ami circulo do tico

Pega este fazer na capa montado pelo ps, com o envolvimento da puta maria barroso, mulher do patriarca do ps, o bandido mor soares, que como se provou, claramente num programa de tv, prós e contra, meterem as suas patas no roubo de um criança, a um outro pai biológico, o que demonstra duas coisas, que o fazem sem grandes peias, e segundo que esta historia seria a capa, que tentariam assim provar em termos práticos, tipo jurisprudência de factos consumados, que os laços de afecto esse sobrepõem aos de sangue o que nunca é num caso deste aplicável, pois se trata sempre nestas situações de um roubo de sangue.

Pega de este f az e rna capa montado pela p elo ps, com co circulo do ingles vo primeiro vi e mn to da puta maria do bar roso , muler do patriarca do ps, circulo do ban dido mao rata do soares, quadrado da ue com do circulo da se do pro ovo do vaso da clara que mente, no primeiro pro g rana de tv, met e rea am as serpente da ua da spa das patas no ro ub ode primeiro sir rn aça, a um, de um outro pai, bi circulo do loi gay co, o quadrado da ue do demo sn cruz do ra do as co ia serpente , quadrado da ue do f az em se e mg gato rand espanhol pei as, e se da gun do que e sta hi serpente toi ira se ria ac capa quadrado da ue cruz inglesa primeira ria am ass em p do rovar em cruz rato emo serpente do pr rt da aico st ip do circulo da jurisprudência, de f ac to sc on ns s r rp en te do vaso do mad os do quadrado da ue do os do prime rio aços dea forte e ct circulo do ess espanhol do ob r ep e om ao sd e san gato da ue do emo do q ue en unc primeira, é ap li oca ave primeiro, p do circulo do is se t rata serpente do mp rene sat ts si itau circulo de corte do circulo do e ps na hol de primeiro ro do ub da ode sangue.

O cabrao do jaime gama, me recordo de uma foto dele de lado sentado com masi dois, de cabeça baixa, no dn, quando da penúltima vez que o interpelei, como quem tinha sido apanhado em flagrante, e hoje lá estava ele em retracto tipo passe no topo do jornal do cm, outra vez com a mesma face de culpa, masi uma vez o silencio a interpelação, demasiados, para não serem reposta afirmativa, mas falta agora responder a esta perguntas especificas sobre a rede estendida, port parte do ps

O c ab da broa do j a em me gama, me rec o r do de uma f oto del e de l ado s en t ado com ma si do is, de cab eça ba ix a, no do dn, q u ando da p en uk l t ima ave z q ue o inter rp pele e lei, com o q eu em tinha s id o ap aa n h ado em fla g ra n te, e h oje l á e stva el e em r eta rt o t ip o p ass en o top o do jornal do cm, o u t ra ave z c om am es ma da face, dec u l pa, ma si uma ave z o do silencio, fr, a inter rp e la sao, de ma si ado s, para n cão se rem r ep da posta a foi rm at iva, mas f al t a agora r es pond e ra e sta per gun t as es pe cif fi ca ss ob rea rede est en dida, port p arte do ps

Seus caralhos do ps, exijo justiça e já, não me tentem mais, quero esclarecimentos preto no branco sobre estas interpelações que aqui vos faço, seus tremendos filhos da puta!

Se us cara do alhos do ps, e x i jo da justiça e principe do anão do met da inglesa te maior do mais, quadrado europeu s argento do ero es clare cie mn to serpente do preto e no do branco s ob re e sta sin t r ep e l aço espanhol q ue aqui bv os f aço, se us t r e mendo serpente do fi do primeiro homem do os da puta!

E seu caralho de puta cobridora de procurador falso de justiça que lambe o cu a estes bandidos todos, responda ou se demita, seu cabrao , sua puta!

Espanhol do europeu do caralho da puta cobridora do pro cura da dor forte da al, serpente da ode da justiça, quadrado da eu do primeiro da lam da manha e segundo co circulo do cu da primeira de est espanhola dos ban dido serpentes todos, mr espanhóis do pond primeira do circulo da use de emi cruz as eu circulo do abrao , serpente da ua da puta, a maria do bar rosso!

Bar rosso, bar vermelho, italiano, martini, goi girassol, café da expo, as chave das chaves, a gc, primeira dos computadores gráficos, do rio meão, ou vivendo por perto, ou lugar de nascença, do grupo onze, a terceira, vaso do angulo, cinquenta b

Br rf ar do osso do bar v em mel h o, italiano, martini, goi gor ra do sol, café da expo, as c h ave das chave sa gc, prime ira dos com put das dores es pan homem do primeiro as dos g raf fi cos, às dos gráficos, do rio meão , o vaso do vivendo dom vaso iv en do, do por pet circulo primeira p, o u lu g ar de na sx en ç a, onze t rec eira, vaso dona gula, cinquenta b

Deduz-se que como os casos são semelhantes em si, os processos de um aplicam-se como de costume a um outro

Ded u z do traço ingles da seque, canon, com do circulo do os dos casos da são se ml h ant espanholas em si, os pro c esso sd e um ap l icam do traço da inglesa se c omo ode cos t um me a um umo outro


Segunda bela ruivinha, nicole de meu coraçao, sabe depois fiquei a pensar naquela estranha foto que aparecera numa capa de revista de social, com o tom, e a esposa dele, e o primeiro filho, com um estranho cabelo, e como um ar de crianças nascida velha, assim vi na sua estranha face, e de repente estou na trama do filme onde a sua compatriota cate, entra com o brad pitt, e me recordo de ter escutado no espirito por minha amada, que a criança estava invertida, o u seja que o seu ciclo de vida parecia invertido, este fim de semana que passou, foi almoçar com meus pais e duas amigas ao restaurante onde nunca tinha entrado, o mercado do peixe, aqui em alcantara , sabe não ando bem eu de saúde desde a passagem de anos , mais especificamente desde o jantar que tive de fim de ano, algo que me deram a comer ou beber que mal me caiu, mais uma obrigação , assim parece ter sido, pelo que o espirito me desvelou, ou algo assim um qualquer passe, nessa noite, já há uns tempos que ouvira tambem pelo espirito um grupo assim dizer, que tinham decidido a minha morte, mas tambem não é a primeira vez que tal oiço, nao se preocupe não, bela menina de meu coraçao, e no final do almoço tive oportunidade de ler assim em diagonal o dn que meu pai com ele trazia, assim li ou melhor vi, a imagem da cruz que os bandidos copiavam de meu texto, vi tambem aparecer, o bono, com os pés abertos en triângulo de fogo sobre um fundo de uma piscina como somo se estivesse contando do triângulo do fogo das aguas que reverbera por proximidade temporal num dos outros elementos das imagens do freeport, um lago que por lá parece existir, nada dele li, e tambem o tom, onde o que li, foi duas linhas que me ficaram retidas nas minhas belas e delicadas orelhas, que tinham o conhecimento mas que lhes faltara a tecnologia, coisa estranha, não só tempo verbal que remetia para o passado, mas tambem, por eu masi uma vez ter falado dos conhecimentos técnicos que masi uma vez desenharam os riscos no ceu no fim de semana passada aqui em lisboa, e que serão feitos penso eu por frequência e redes de comunicação, no meio disto tudo a noticia da cruz do anterior patriarca da igreja ortodoxa russa, e a posse do novo, o correspondente da rtp na russia em dia seguido , mostrava a mudança do clima, desde a cúpula doirada, até às aguas geladas dos rio, como a desvelar que as minhas primeiras palavras sobre o assunto tinham ali caido mal, mnas como sabemos todos os rios se desgelam, até os que não deviam, e as cúpulas de oiro, são sempre cúpulas, portanto masi uma referência a china tambem certamente, onde o desemprego tambem hoje se desvelava ter atingido numeros astronómicos, salvo erro vinte milhões de gentes, ou seja duas vezes portugal em termos dos que cá vivem, impressionante

Se da gun da bela do rui da vinha da nicole de m eu cora sao, s abe d ep o is fi q eu ia pen sar na q eu la es t r anha f oto q ue ap ar e cera nu ma cap de r e vi sta de soci al, com do circulo do tom, e a es pao sa dele, e o p rie mr rio fi l h o, com um e ts r anho csa b elo, e com o primeiro a ra de c r ian ç as na s cida velha, ass em vi na s ua e ts r anha da face, e de r ep en te e ts o un primeira trama do filme onda asu co mp pat r iat o ac a tie, en t ra c om o br ad p o tt, e me record o de e t re es cut ado no es pei rito por min h a am ada, q ue ac rina aça e stva in verte id dao use seja q ue o s eu cic l ode vida par e cia in verte id o, este fi made ira de se man q ue p ass o u, f o i al molar com me us pa ise du as ami gás ao restaurante, onda n unc a da tinha en t r ado, do circulo do, do mercado do peixe, aqui em ala can t ra , s abe en cão anda b em eu de s au dede sd dea p ass a ge madeira de ano s , maís es pe cif fi ca que mente de sd e o j antar q ue t iv e de fi made ria e dea noa s al g o q ue me de ram a c o mer o ub e be rato do q ue ema al me ca i um a is uma ob riga sao , ass em par rece t r e s id o, p elo q ue o es pi rito me de s v e li u, o u al goa ss em primeiro q ua l q eu r passe, ness ano no i te, j á h á un s te mp os q ue o u v ira t am b em p elo es pe e it o um g rupo ass em di ze r, q ue tinha do ham dec id ido a minha morte, mas t am b em n cão é a p rime ira ave z q ue t al o i co, n º ao se pr e o cup en cão, bela menina de me u cora sao, e no fi n al do al moço t iv e oport uni dade de ler ass em e madeira dia g on al do circulo do dn q ue me u pai com el e t ra z ia, ass em li o um el homem do ro vi, a i mage madeira da cruz do q ue os bandidos co pi ava vam de m eu texto, vi t am b em ap ar e ser, circulo do bono, com do os p es ab e rt os en t r ian gula de foro s ob r e um f un deo de primeira piscina com o s omo se es t iv ess e c on t ando do tr ian gula do fogo das aguas q ue r eve rba ava por pro x e maid ad e te mp o r al nu madeira dos outros elementos das i mage ns do fr e ep da por, do primeiro lago di q ue por l á par ce e xis tir, n ada dele li, e ta am b emo do tom, onda circulo do q ue li, f o id ua serpente das linhas q ue me fi caram r e tid as nas min h as belas e deli c ada serpente do orelhas, q ue tinham ham o c on he cie mn to masque l he s f al tara a tec no falo do gi a, co isa es t r anha, n cão s ó te mp o v e rba bal onze primeiro, cento e onze, q ue reme tia para do circulo do passado, mas t am b em, por eu ma si uma ave zorro te rf ala ado dos c on he cie mn to s tec nico s q ue ma si uma ave z de sn e h aram os r iscos sn no c eu no fi nm de se mana p as ad a aqui em lis boa, e q ue se ra o f e it os p en s o eu por fr e q eu en cia e red es de com única caçao, no mei o de is to tudo a ano ti cia da cruz do ante rio rp do patriarca da igreja orto f do x at uss a, e a p os sed don do ovo, o correspondente d art tp na ru ss ia em dia se guido , mos t rava a mu da dança do c lima, de sd e ac up u la do irada, a té aa s aguas gel ad as do s rio, com o ad es vela ar q ue as min h as p rei mei ra s pala vaso ra ss e b reo as sun to tinha do ham al loi ca id oma al, mnas com o s abe emo s todos os do rios se de sg e lam, a té os q ue en cão d eve iam e as cup u l as de oiro, são se mp r e cup lua s, porta ant oma si uma ref fr en cia a china t am b em ce rta mente, onda o de se mp rego tambem, h oje se de s vela ava ter a t ib gido nu m ero s astro no micos, s alvo e r ro vinte mil h o es de g en te s, o use seja du as v e ze portugal in te r iro em t r emo sd os q ue cá v iv em, i mp r ess sio nante

( não há nada como beijar uma bela mulher para ver a verdade toda nua int te ria)

Na contracapa da revista com a bela cate, de repente dou com outra bela menina, a monica belluci, com ar de quem estava a me dizer alguma coisa, assim li, que a doiro estava nua, ou melhor que ia nua, que se tinha desvelado, e o estranho é que em dia recente me apareceu a monica belluci num sonho , numa sequência de outros sonhos e de outros eventos que ainda não tive oportunidade de lhe contar, lhe direi assim em titulo de fragmento que de repente ao findo de um corredor numa casa estava um quadro, e eu quando ia a passar, dei conta que afinal o quadro, era carne e ossos, e ela era ela, até parece isto um titulo de boris vian em seu pseudónimo de vernon sullivan, com pequena variação, o rapaz que estava com ela em quadro vivo, não sei quem era, mas parecia ser um mosqueteiro pelo chapéu com pluma e vermelho que trazia em sua cabeça, quando dou por ela, é como se a apanhasse, fez ela um ar espantado, parecia que estavam os dois dentro de um espécie de zip que funcionava como cortina vindo da base do quadro e que subia até masi ou menos o ventre, como se uma cortina com zip se tivesse aberto, quando a vi,

Naco n t rac pa da revista com da primeira da bela cate, de r ep pen da n net do vaso co circulo do om da outra bela menina, a monica belluci, com da ar de que em e s tva am me di ze r al gum ac o isa, ass em li, q ue a do irao e stva nua, o um mel hor q ue ia nua, q ue se ti unha de s vela ado, e o es t r anho é q ue em dia rec en te me ap ar e c eu a monica be ll u cin primeiro son ho , nu uam seque canon da en cia de outros son ho sed e outros eve en to s q ue a inda n cão t iv e oport u in dade de c on t ra, l he di rei ass em e maior titu primeiro do circulo de fr ra gm en to que de r ep pen te ao f indo de um co r red o rn uma ca asa e stva um q ua dr ao, e eu q ua ando ia a p ass ar, de i conta q ue o ca sl q ue l á e stva a fina al e stav a l á em car ne e os o see l a e ra e la, a té par ce is to u m t it u lo de boris vi ane em ms eu ps e dud oni mo de eve rata do non s u ll ivam, com pe q u en a v aria sao, o r ap a q ue e stav ac om el a em q ua dr o v iv von cão se i q eu em e ra, mas par ceia ser um mos q eu te it ro p elo cha p eu com da pluma e vermelho q ue t ra z ia em s ua cab eça, q u 2 and do u por el a, é com o sea ap dana gás se, de fez el a uma ar es pe na t ado, par ceia q ue e stva vam am do os do is den t r rode um es oe cie de z ip q ue fi un cio n ava com o cortina v inde da b ase do q au dr a oe q ue s u bia a té ma sio um es nos do circulo do ventre, com o se uma co rr tina com do zip se t iv ess e ab e r to, q 1 ua ano d av vi, ou david

( como vê, só belos rapazes, muito bem comportados)

Entrei no restaurante e vi na montra do pescado um peixe que quando eu frequentava restaurantes e tinha dinheiro para isso, muitos gostava de comer, grelhado como gosto dos peixes, sobretudo de os comer ao pé do mar, pois me parecem sempre mais frescos, umas imensa postas de cherne, grande como nunca as viras, dizia-me o rapaz depois que o cherne tinha trinta e oito quilos, devia ser quase um espadarte, cherne, é nome amoroso que a uva dá a seu marido, o durão, imagem que criou para ele na campanha aqui em portugal, comparando-o a um cherne, tipo se fosse um tubérculo, seria um nabo, está a ver aquele jogo que nós crianças muito gostamos de jogar nas imagens do mundo, minha mae disse que comia comigo e assim comemos aquele peixinho que estava muito saboroso e eu matei saudades de cherne comido, que já trazia a uns largos anos, curioso como a vida é, de repente ali me dava conta de que um peixe que gosto tanto, nunca mais o pudera comer.

En t rei no r es tua ra ante e vina ina q au dr ado da mon t ra do pesca ado primeiro peixe q ue q u ando eu fr e q u en t av r es t aura ant es e tinha dinheiro do para do iss circulo, mui to s g o s t ava de co mer, gr e la hd o com o g os to dos pe ix es, s ob r e tudo de os co mer ao p é do mar, p o is me pa rec en se mp r ema si fr es cos, uma s i m en sa postas de c her ne, g rand e c omo n unc as a s v ira s, di z ia do traço da inglesa me o ra p az d ep o is q ue o che r ne tinha t rina t e o i to ki l os, de v ia ser pata au use u em es pada da art da rte, che r ne, é noe em amo roso q ue a uva d á as eu mar id o, o dura cao, i mage madeira q eu crio up do para elena cam o anha aqui em portugal, com mp ar ando do traço ong l es do circulo, a um cherne, t ip o se f os se um t uber rc u l o, se ria um nabo, e stá ave rac u le j ogo q ue n p os c rina aças mui to g os t amo sd e jo g ar nas i mage ns do mundo, mina h mae di s se q ue co mia co mig goe ass em com emo s aqui u le peixinho q ue e stva mui to s ab o rose eu mat e isa au dad es de cherne com id o, q ue j á t ra z ia a un ns l argo san os, cu rio so c omo primeira de vide é, de r ep en te al i me d ava conta de que primeiro peixe q ue g os to t ant on unc a maís o p u de ra co mer.

Olhei para o telhado do restaurante e de repente estou a ver as placas de um dissipador de energia, a primeira imagem que me veio a consciência, foi quad, que era e penso que será uma marca muito apreciada de bons amplificadores dos tempos em que eu era ainda mais menino do que hoje sou, ou será mesmo ao contrário, uma amplificador que tambem tinha essas placas com vista a esse fim, se bem que estas parecessem trazer uma função acústica, agora me lembrei que dos carregadores de baterias das câmaras de video , os anton bauer, que usei na latina europa, os últimos eram já muito avançados de carga rápida, assim como o funcionamento dos beijos, dou-lhe um e logo fico carregado de vontade de lhe dar masi infinitos, mas analógicos, em vez de digitais como os que servem para carregar as baterias das câmaras, analógicos suaves em seu crescendo continuo de vontade, sem comutações impossíveis entre zero e um, pois um somos quando nos beijamos, quem se beija, e tambem dois, num tres infinito, sempre presente

O l he ip do para o tela hd o do r es sat i ur ante e de r ep pente es to ua ave vera as pal ca sd e um di ss ip ad dor de energia, a prime ira rai mage madeira q ue me veio a co ns cie en cia, f o i q u ad, q ue e ra e pn es o q ue se rá um am arca muu it o ap rec cia ada de bo ns a mp li fc ad dor es do s te mp o se em q ue e u e ra a inda ma si me nino do q ue h oje s o uou use se rá me s mo ao c on t rá rio, uma ap l fi cao r q ue t am b em tinha ess sas p ala cas c om vi s ta a ess e fi ms se b em q ue e sta s par e c esse em t ra ze rum a f un sao ac us tica, a g o rm me l em br rei q ue dos car r g ado dor es de bate ria sd as cm ar as de v id e o , os ant ton ba eu rato, q ue use ina la t ina eu rop a, os u l t imo s e ram j á mui t ava ança do s de c arga ra pida, ass em c omo o f un cio na men to dos bei j os, do u do traço ingles l he um e l ogo fi co car r ega gado de von t ad e de l he da r ma si in b fi ni to s, m as na lo gi cos, em v e z de di gi at ts si com o os q ue ser v em para car reg ar as bate ria sd as cam mr as, ana lo gi cos s ua ave es em s eu c r es c en do c on tun o de von t ad es em com u tacões si mp os s iv e is en t r e z ero e um, p o is um s omo s q u ando nos bei j am os, q eu ms e bei j a, eta am b em do is, n um t r es in fi n tio, e mp r e pr es en te

Depois me lembrei de um outro evento que ali tinha acontecido, perguntei se fora ali que um rapaz caíra uma vez da ponte e por milagre na queda de vinte metros não se tinha morto, ninguém sabia ao certo, mas a lembrança do evento existia, pois antes acontecera na sua terra, o do pai que largara sua filha bebe na ponte, uma ponte semelhante a esta, até na cor , avermelhada, falamos ainda de um outro estranho aparente acidente, pois vira a foto da família no yahoo, e todos eles traziam face de imensa felicidade, uma família feliz, de um senhor que depois de perder o emprego, matara toda a sua família, dizia meu pai que não tinha aguentado a pressão, ainda à pouco tinha eu dito o mesmo , usando este exemplo, para ilustrar com as pressões da sociedade, as vezes levam as pessoas a actos fatais, achei aquilo muito estranho, pela felicidade que de todos eles emanava, depois mais tarde o espirito me acrescentou que a pressão, teria sido de uma outra natureza, um bocado na linha da pressão dos rituais e das tecnologias que os suportam,

D ep o is me l em br rei de um o u t ro eve en to que al i tinha ac on tec id o, per gun e ti se for a a li q ue um ra p z a ca ira uma ave z da ponte e por mila gre na q eu da de vinte met ro sn cão se tinha mor to, nin ge madeira sa bia ao ce rt o, masa l em br ança do eve en to e x us tia, p o is ant es ac on tec e ra na s ua te r ra, o do pai q ue lara gara s ua fi ila h bebe na ponte, uma ponte semem la h n te a e sta, a té na cora , ave r me l a hd a, f al mosa inda de um o u t ro es t r anho ap ar en te ac in dee te, p o is v ira a f ota da f am i l ia no y h a oo , e todos el es t ra z iam face de i m en sa fe li cidade, uma fan milia f e lis, de um s en hor q ue d ep o is de per de ero e mp rego, mata ra toda as ua f am mi primeiro ia, di z ia me u pai q ue en cão tinha a g u en t ado a press sao, a inda ap o u co tinha eu dito o me s mo , usa sand o este e x e mp lo, para i lu s t rac om as press o es da coc i e cade, as v e ze s l eva sm as p ess ao sa ac to s fat a is, ac he ia q u i lo mui to es t r anho, pe l a fe li cidade q ue de todos el es ema eva, d ep o i s mais t arde o es pie i to me ac r es c en to u q ue a pro ess a o, te ria s id ode uma o u t ra na t ur rea z, um bo cado na linha da press sao dos t u ia sedas tec no ligia s c q ue os s u p orta rat do tam,

Calhou falarmos da Covilhã e relembramos a primeira vez que meu pai me levou a neve, de termos andado de tobogan e de eu ter ficado com um pinto e termos chegado a uma pousada com uma lareira, daquelas à seria e eu menino me ter despido e ali ter ficado no meio de um grande grupo de senhoras que cuidaram de mim, muito agradável, memória, eu perguntei e não é dali que vem o pinóquio , que sim, mas na minha cabeça estava eu inicialmente confundindo a fundão com o furadouro, onde uma vez passara ferias em pequenino que tambem muito gostara pois ainda hoje me recordo delas, e assim foi agradável almoço onde pelo amor e quem sabe pelo cherne fiquei logo melhor da minha barriguinha, depois subi pelo jardim, apanhei um grupo que era ciceronado por uma senhora com um belo chapéu verde com uma bela palma d oro, e foi descansar, acabando por adormecer, posi quando estou assim doente masi durmo para me compro, alias ando com pouca energia, e depois quando acordei e já era noite, estava um vendaval enorme, o meu espanto foi no dia seguinte, na tv, ver um estranho código que localizava dois lugares, o furadouro em circulo amarelo , masi ao sul e o porto que é por cima em circulo azul, ou seja masi uma vez as cores invertidas, no sentido em que os sol costuma estar no ceu e não por debaixo dele, e no furadouro , uma senhora a passear no pontão tinha sida levada por uma onda, ou seja o mar tinha-a tragado literalmente , deixando tres filhos menores, antes ouvira pelo espirito uma linha , que me fiquei a perguntar se aqui não se encaixara, que se a senhora morresse, não haveria julgamento, ou seja, o espirito me tinha anunciado, que uma senhora que seria testemunha, de um qualquer caso, morresse, não se poderia realizar o julgamento, em mim, a relaçao se estabelecida, Covilhã, socrates, freeport, porto, azul e amarelo, um dragão invertido, uma testemunha que morre antes de um julgamento, assim parece isto tudo somado dizer, a posição do texto, me desvela a pa da gina do grupo onze, sec são primeira do mil cento e onze, ou do bar do rá do onze do grupo onze, em segundo gula do vi do nono em tríade do quadrado do cm angulo terceiro da coluna do sessenta e nove, a posta de peixe comida e como posta de parte de durao, uma testemunha de um filho de durao comido, ou seja , eventualmente de uma crianças de alguém relacionado com durao, depois ontem foi ver no correio da manha, e me pareceu que mais uma manha está montada nas fotos, propositadamente para me induzir assim a leitura, ou melhor a leitura que do jornal emanava, de novo na edição de ontem, um pormenor, continuava a desvelar e reforçar a manha

Ca do alho u f ala r mos da c ove vi la he r e l em br ramos a prime ira ave zorro q ue me vaso pai me l evo ua na eve, de te r mo s and ado de tobo gan e de eu te rf fi cado com primeiro do pinto e t r emo s che a g do a uma p o us d ac om primeira la rei ira, da q eu l as à se ria e eu me nino met r e de spi id oe al it e rf fi cado no mei ode um g rande g rupo de s en hor as q ue cu id aram de mim, mui to a g r ad ave l, me mo ria, eu per gun te i e n cão é dali q ue v emo pin ki circulo , q ue si em, mas na min h a ca beça e stav a eu inc cia al mente c on fun dino d a f un dao com o f ur ad o ur a o, onde uma ave z pa s sara f e ria se em mp e q eu nino q ue eta am b em mui to g os tara p o isa inda h oje me red dc o r do de l as, e ass em foi i a g ra d ave l al moço onda p elo amo rec q ue em s abe p elo cherne fi q eu i l ogo mel hor da mina h bar rig in h a, d ep o is s ub ip elo j ar rid m, a pan he i um g rupo q ue ra s argento cic o rio ni ado pe o rum a sn e h ro ac om um b elo ch ap eu verde com uma be la de palma do ro, e f o i de s can sar, ac a bando por ad r one ser, posi q u ando es to u as si em do en te ma si d ur mo para me co mp ro, al ia san dao com p o u ca energia, e d ep o is q u ando ac o r de i e j á e ra no i te, e stva um v en d ava l en o r me, om eu es p en nato f o ino dia se gui n te, na tv, ver um e ts r anho co di g o q ue l oca liza ava do si lu g ar es, o f u ra douro em c irc u lo amarelo , ma siao sul e circulo do porto q ue é pro c imo e mc c ir u lo az u l, o use seja ma si uma ave z as co r es in verte id as, no s en t rid oe em q ue os sol cos t uma e ts ra na c eu en cão por debaixo dele, e no f ur ad o iro , uma s en hor a ap ass a e r ni pon tao tinha sida el v ada por uma onde a ,o use seja o mar tinha do traço ingles da primeira t raga do lite ra le mn te , de ix and t r es fi l h os em nor es, ant es o u v ira p elo es pei to primeira linha , q ue me fi q eu ia per gun t ra se au in cão se e cna ix xara, q ue sea s en hor am mor r esse, n cão h ave ria ju l game en to, o use seja, o es pei tito me tinha na un cia ado ,q eu um s en h ro a eu se ria t es te em un a h, de um q u l q ue r caso, mor r ee e se, n cão se p ode ria real ix ar o ju l game en to, em mim, primeira da relaçao se e stab e le cida, co vaso da ilha do socrates, fr e ep do port, porto, az u le am o r elo, primeiro dragão invertido, uma t es te m un primeira do homem quadrado da ue morre ant espanhola de primeiro ju do primeiro game en to, ass em pr e ce is tio tudo serpente oma ado di ze ra posi sao do texto, med espanhola vela a pa da gina do g rupo onze, sec são primeira do mi primeiro circulo en to e onze, o vaso do bar do rá do onze dog do rup o onze, em segundo gula do vi do nono em t riade do quadrado da ua dr ado do cm angulo te rc e iro da co primeiro da un do ado se serpente da senta en ove, ap da posta de peixe comida e com do circulo da posta de p arte de durao, a uma cruz espanhola te mu na hd e primeiro fi do primeiro homem da ode durao com da id do circulo , circulo use seja , eve en tua le mn te de uma circulo rato ian circulo do corte de as de al gato do eu em mr e la cio em ado com do durao, quadrado da ep do circulo do is em te maior fr circulo do iv e rn do no do correio da manha, e me par circulo do eu quadrado da ue ma si primeira manha e stá montada nas f o ts o, pr ep do circulo da sita da que mente, para da me indu zorro da ira serpente sima lei tura, ou mel homem do ro primeira lei tua quadrado da ue do jornal em ana ava de en ovo na e di cap de on te maior do primeiro por en o rc on tun ava da ad espanhola vela rato e ra e forte da orca do ra da manha

Está isto pelo que se desvela nas entrelinhas, como parecendo emergir para a historia da queda da ponte entre rios, e dos homens relacionados com as areias, sendo que em dia recente, as aguas do rio douro, trouxeram novos elementos da assinatura deste caso, que aqui forma na altura relatados, e sendo que algumas dessa empresa, estão relacionados com explosivos sem traço, que foram usados tambem nas guerras do extremo e médio orientem, ou seja uma ligação de trafico de armamento aqui haverá

E stá is top elo q ue sed eve la nas en t r e linhas, com o para c en do e mer gi rp para primeira hi s tor ia da queda da ponte entre rios, e dos h om en ns r e la cio n ados c om as ar e ias, s en doque em dia rec en te, as aguas do rio douro, t ro ux e ram n ovo s ele men to sd a as sin a tura de ste caso, q ue aqui forma na al tura r e la t ado se s en doque al gum as de s sa e mp r es a, es tao r e la cio n ado s c om e x p lo s iv o ss em t r aço, q ue for ram usa do s t am b em nas g eu rr as do e x t r emo e me di o o rie en te mo vaso do seja primeira li g ac sao de t raf fi code arma n en to aqui homem da ave rá

Pcp a imagem que primeiro aparecera, se desvelava melhor na foto do dn de antes de ontem, acrescentava o lado direito da imagem que no dia anterior estivera ocultado, como de preposito, parece que agira os bandidos tanto do cm como do dn, se põem assim a pescar, então tínhamos na primeira leitura da primeira foto, a faca da mao da grande penetração e agora depois do secretario geral no púlpito, ou do polvo do pito, um outro que trazia as duas maos enfiadas num casco semelhante ao do financeiro do nasdaq, salvo erro a conversa era sobre um dirigente de sines que segundo diziam , talvez a tentar sacudir a agua de seus próprios capotes, se afastado do pcp, curiosa imagem depois de eu ter desvelado algumas luas o que o espírito me desvelara sobre morte de al berto em sines

P cp a e mage madeira q ue prime iro ap ar e cera, sed es vela ava mel hor na f oto do dn de ant es de on te em, ac r es c en tva o l ado di rei to da e mage madeira q ue no do dia ante rio r es t iv vera o cu l t ado, com ode pr ep posi to, p arc e q ue a gira os bandidos t anto do cm s argento com o do dn, se poe em ass s x ima p es car, en tao tinha ham os na prime ira da lei tura da prime ira f oto, primeira faca da mao dag rande p ene t raçao e Agora d ep o is do sec rta rio ger la no pul pito, o u do polvo do pito, umo u t roque t ra z ia as du as mao s en fia da sn um casco semem l h ante ao do fina ce iro dona sd aqui, s alvo e r ro ac on versa e ra o águia br e um di r gente de sin es q ue se gun do di z iam , rt l ave z at en cruz ra s ac u di ra da agua de se us por rp pr rio s capo te s, se f as t ado do p cp, cu rio sa ema mage madeira d ep o is de eu t r e d es vela ado a la gum as l ua soc cd ue o es pei rt tome de s vela lara s ob rem orte de al be rto em sin es



Quero as respostas que por lei me são devidas, seus tremendos filhos da puta bandidos!
Quero meu filho e meus direitos e a justiça feita

Q ue ero as r es postas q ue por lei me são de v id as, se us t r em en do s fi do primeiro do home do os da puta dos bandidos!

Q ue ero me fi l h oe me us direito ds e primeira princesa do vaso da tica feita