segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Ano da alma, noventa e tres

Primeira do duplo vaso do circulo da alma, o am mo da lama

P rim eira do d up lo vaso do cir cu uk o da a lm, o am moda lama

Passaram- se estes factos no fim de semana em que os dois traços se inscreveram no ceu, em parte já publicado, com as visoes no cais do sodre, os pássaros, e o apito, voltava eu para casa caminhando

P ass ar ram do t ra alo da inglesa .se est es f ac to sn no fi made ria de se mana t u l omo em q ue os do is t ra sç os se ein c r eve ram no c eu, em p arte j á pt p ub li cv ado vo l t ava eu para casa ca min homem anda

Entrei na av vinte e quatro de julho, caminhando, quando me aproximei de um parque , um dos mil que se instalam nos espaços onde outrora existiam prédios que foram demolidos e onde depois uns corruptos instalam uns parques, aquele tem barcos a venda em segunda mao, o som do vento e o pingo da agua me chamou para a atenção, e assim ali parei a escutar

En cruz rei na av vinte e q ua t ro da ode de julho, ca min h ando, q ua ando me ap roxi me ire do aro do rato de primeiro par q ue , um do s mi l q ue se in s t al lam nos ep dos aços onda o u t ro ra e xis t ima pr e dio s q ue forma demo do lido se onda d ep o is un s co r rp u to sin st al am un s paque espanhol, aquele te m bar co sa da venda em se gun dama mao, circulo da serpente do om do vento e o pingo da agua mec ham o up para el es a a t en sao, e asse em al ip a rei a es cua t ra

Um semi rígido, com o explicito nome de sua marca , o zodíaco, um nome que ainda agora de novo reaparecera na palavra, e um outro vermelho bimarin, casco duplo, pequeno com um motor reluzente da mercury

Um s emi rig id o, com o e x p li ci t on ome de s ua ma rca , o zo di aco, um no me q ue a inda agora de n ovo rea par e cera na pala av ra, e um o u t ro ove r me l h ob do bi do marin, casco d up primeiro do circulo , pe q u en o com do primeiro m oto r r e luz en te da mec mer ur do delta

Levantei os olhos e o olhar e ao fundo em cima da colina, um quadrado de luz branca que parecia ser a tabuleta de um restaurante, o espirito me disse, vês onde passei a passagem de ano, um espírito que assim comigo falava sem explicitar quem era, mas me subiu a consciência, ser uma indicação de um jantar de passagem de ano da teresa, ou no restaurante ou por ali numa casa perto, em dois mil e cinco assim continuava o espirito nesse fim de semana, onde masi uma vez ouvira a meia verdade de serem prós, talvez a esconder as brincadeira do tal da zon, a quem a candidatura de pinto coelho ao quinto canal acusara de batota, nada que me espanta por parte dos bandidos da pt, pois infelizmente bem os conheço e conheço a impunidade em que se movem, e portanto como são protegidos pelos partidos e pelas autoridades que deles dependem

Le eva van teia os dos olhos e oo l h ar e ao f un do em c ima da co l ina, um q ua dr ado de luz br anca q ue par e cia se ra t abu l eta de um r es tau ra n teo es pi rito me di s se, v ê son onda p ass ceia da passagem de ano, um es pi acento cn rito q ue ass em co mig o f ala ava se em me do x p li citar quadrado do eu em me ra, mas me serpente do ub bi da ua do co ns cie do maçónico, e, da en cia, ser uma indica caçao do ºº elevado cao do prime rio j antar de p ass a ge made ria de ano da teresa, o un no r es tua ra n teo up do por al e no ma cas per to, em do is mi da ile do c inc o, as si em conti nu ava o es pi rito ness e fi made ria de se mana, onda ema si um ave zoo cop do os do circulo do vaso da ira da am e ia verde ad e de ser me pro s, t alvez a es conde ra s bric na di ra dot al da z on, a q eu ema can di da tura de pinto coelho ao quin to c ana l ac usa sara de bat ota, n ada q ue me es pen tap por p arte dos ban dido sd a pt, p o is in fe liz men t r e b emo s c on he ç oe c on he coa im p uni dade em q ue se m ove me porta n to com o são por t gido s p elo s p art ido se pe l as au toi red ases q ue de l es de pen de em

No redor li, um vailant do Algarve ou de sines, um vailant, que ressoava no momento em principe vailant, o cavaleiro das bandas desenhadas de nossos pais e de nossa meninice a quem as revistas herdou, como fora o meu caso, um cavaleiro com cabelos à pagem e um símbolo de um cavalo preto em sua cota, um nobre e valente cavaleiro ao serviço do Amor e da Rainha do Amor

No do red o rato li, um ava i lan td do circulo do al grave o vaso de sin ine es, primeiro vailant, q ue r esso ava no meo men to em p rin do c ipe v a i lan to c ava lei iro da s bandas de senha da sd e no dos ossos pais e de no s sa me nini c es sa q eu em as das revistas her do u, c omo for a om me u caso, um c ava le iro com cab elo s à pa ge me um s im b olo de um c ava lo preto em s ua c ota, um no br e eva lente c ava le iro ao ser vi ç o do am o red a rai muito do home da ad do circulo da primeira mor

Já passado o jardim do circulo de santos, o do dn, subindo, apanho ali ao pé do pequeno quiosque um mae que vai com quatro meninas, amarelas e azuis , nas costas das amarelas um negra cruz, entre outras brancas, cantavam numeros, os minutos, eu pensado cada segundo, o primeiro elefante, mas eu não penso, sou pensado e pensamento, o elefante do pp , a mais pequena no vinte e set parou, uma masi crescida, começou em quinze e setenta , desvelava-se assim a assinatura do tremor, ou mesmo masi do que um,

J á p ass sado do circulo de santos, s ub indo, ap anho al ia o p, é do pe q u en o qui soque primeiro da mae q ue eva si com q ua t rome ninas, am mr e la se az u si , na s co sta sd as am ar e l as primeiro negra cruz, en t reo outras br rn cas, can t av m numeros, os minu to ze u p en sado c ada se h un do, o p rim ero do elefante, mase eu n cão pen s o, s o ip en sado e pen sam en to, o le fan te do pp , am mais pe q eu na no vinte e set pa ro u, uma masi c r es cida, com e co ue em quin ze e sete en ta , d es vela ava ado traço da inglesa kapa le sa se as sima as sin a tura do tremor, o um es mo ma si do q ue primeiro,

Na fnac, a loira das linhas, na bancada, dizia, que agora sabia que havia segredos que não se deviam contar, blody mary, o sangue de maria, nas cuecas adolescentes,

Na fa anc, a loi t a da s linhas, na ban ca da, di z ia, q ue agora s abe ia q u y e h avia se g red os q ue en cão se d e v iam contra, bl id y mary, o san g ue de maria, nas cu eca s ad o l es cen t es,

Estou na igreja, pois, crianças, mae, e eu a passar, os sinos da sete a repicar, dizia a mae, querem ir de novo à igreja, que não, foi a resposta pronta das crianças, sabem elas de Deus e da Luz, e dos nas vezes chatas conversas e rituais dos adultos

Es to un a igreja, p o is, c r ian anc as, mae, e eu a p ass ar, os sin os da sete a r ep pi car, di z ia a mae, q ur rem emi rato de n ovo à igreja, q ue n cão, f o ia r es posta pr ron t ad as cir na sç a, s abe em el as dede use da L uz, e do sn as vaso e ze sc hat as circulo em versas e ritu primeira do is do ser pen bt es da ad vaso do primeiro to serpente

A meu lado esquerdo, o arcanjo miguel de espada erguida, a balança em sua mao direita, se inclina em seu contrário, assim a espada na necessidade se ergue, seis os degraus como sepulcros em cima a cruz

Am eu l ado esquerdo, o ar can jo miguel de es pada e rato da guida, a bala ança em s ua mao da direita ,se inc l ina em s eu co ny t rá rio, as sima es pada na necessidade se e r g ue, se is os de g ra us com o se p u l c ros em c ima ac cruz

Se explicava ali naquele espelho estranho mistério que se expressara na palavra escrita e publicada em dia anterior, o facto de a OTO, ter ficado grafada com um dos circulos que sustem a cruz, em mais pequeno, como a desvelar um dos problemas da elevação da cruz, de como um dos circulos era mais pequeno do que o outro, ou assim estava pela via da balança, ao momento em que o escrevera, quando escrevera sobre as ordens irmanadas

Se es da p do lic da ava al ina quadrado do eu le espanhol do pe do primeiro ho espanhol da cruz rata do anho mis te rio quadrado da ue see e x press sara na pal av ra espanhola cita e pub li cada em dia ante iro, o f ac to de a OTO, te rf fi c ada g raf ada com um dos cir culo s q ue s us te ema primeira cruz, em mais pe q eu un o, com o ad es vela ar um dos por r b l ema sd a el eva sao da cruz, de c omo um do s cir culo se ra mais pe q eu no do q ue do circulo do outro, ou ass em e stav pe la v ia da bala ança, ao moe en n to em q ue o es c r eve vera, q ua ando es c r e vera s ob rea s or de ns sir manadas


Ora se assim ali o espelho o desvelava, desvelaria tambem o seu porquê

O ra da ase as si mali do circulo do espelho o de espanhola vela ava, de serpenet da vela ria t am b emo serpente do eu do por quadrado do vaso do ê

Consagração de S Paulo, hoje ce celebra, africano é o senhor e celebrante, aqui as vozes são belas, doces e delicadas, serenidade elevada, eu que não uso relógio, sempre à hora certa, meus vosso lábios senhora de meu coraçao, pra sempre muito vos beijar

C on se g raçao de S Ap u l o, h oje ce cel e br a, af ric ano é o s en hor e cel e br ante, qui as vo ze s são b lea s , do ce se deli c ada s, se r eni dade el eva ada, eu q ue n cão us o r el o gi o, se mp rea hor a c e rta, me us v osso l á bi os s en hor ad em eu coraçao, pra se mp re mui to v os bei j ar

No vigame das imagens deste lado uma cobra na lingua da abobada se desvela, uma rapariga loira de botas de montar, calças cinza brilhantes, casaquinho corto de elástico largo na cintura negra, em tweed preto e cinza, seus cabelos loiros caiem na altura de seus ombros, nas costas um palmo mais,

No do vi do game da sima mage ns de st e l ado da primeira cobra na l in g ad a ab ob o da se d es vela, uma r ap pro gal loi ira de b ota s demo n tar, ac l ç as c in za br ila h net ts, c sa quin hi do corto de e l as t iv o l argo na c in tura ne g ram me tweed pr oto e c in za, s us vc ab l os loi ro s ca ee mna al tura de se us om br os, nas cos t as um pal mo maís,

Está ela poisada na coluna do arco da espada da direita , amaro, santo amaro, por cima a cruz de duas palmas, o home ligado d ilha, um outro livro falava de capri, da estadia de gorki durante sete anos e das visitas de lenine, seriam estes?, os troskistas, da chuva de picaretas, assim falou a juíza da casa pia ni tribunal de monsanto, onde eu outrora , vivi às maos dos homens meus irmãos, e meus carrascos, a prisão

E stá el ap o isa d ana coluna do ar n co da es pad ad da direita , am ato, santo amaro, por c ima ac ru zorro do x de du as das palmas, o home li gado di da ilha, um o u t ro l iv ro f ala ava de cap rid a es t ad dia ia de go r ki duran te sete ab ise das v isi sis t as de l e da nini, ser iam est es foc cie, o os t ro ts ki sta sd ac h uva de pica r es t as, as si em f al falo ua da primeira ju iza da c asa pia ni t rib un al de min s anto, onda eu o u t ro ra , v iv ia s mao sd os h om en ns me us ir maos, em eu s car ra sc os, a pr isa o

Uma imagem de um pequeno cisne nervosa, está na sala presente, roda de vez em quando a sua cabeça, como um pássaro sobressaltado, a ver, sua fivela está atras em casaco cinza , calças brancas e notas negras de montra, a seu lado uma outra jovem , e ao isto escrever, uma outra me pede passagem, flecti os joelhos juntos em forma lateral, e de repente me vejo na cruz, quebrado o corpo, pelos músculos exaustos, as pernas cravadas nos pés, já flectidas, a morte do corpo já de deu, a lança, já tinha outrora perfurado, abaixo do peito, a aliviar o sofrimento

U, mai mage madeira de um pe q e un o c is ne nervo sa, est a porto l o serpente na s la pr es en te, roda de ave zorro em q ua ando as ua cab eça, como um p ass aro s ob r ess la t ado, a ave r, s ua fi vela e stá at ra s em ca ss co c in za , c alças br ancas en ota s negras demon t ra, a s ue l ado uma o u t ra j ove me ao is to es c r v er, uma o u t ra me pede p ass a ge m, for mula one e ct o os joe l h os j un t os em forma la te ra al, e de r ep e en te me do vejo na cruz, q eu br ado o corp o, p el os mu sc u l os e x au st os, as pe rna s c rav ada sn os p es, j á f e l tid as, a am orte do corp o j á de d eu, a lança, j á tinha o u t ro t ra per rf ur ado, ab aico xo do pei to, a al iv vi aro s o fr rim en to

Aliviar o sofrimento a quem se fez o suplicio sofrer?

Meu Deus, como os homens tantas vezes não São o Ser

Al iv vi aro do serpente do circulo do fr em en to aqui do eu em se fez o serpente da up, el eva são cio, lico serpente do circulo do fr e rf foice me vaso quadrado De us, com do circulo do serpente do cc irc y lo do ho em e made ria do om ne s t antas ve ze en cão são do circulo, ser

No
Jardim Nocturno
Dos Faunos
A
Lua Cheia

Em Vaso

Entre as Palmas

Sobre a Caveira

Símbolo de
Morte
E
De Ressurreição

No do jardim noc t ur no dos F au no sa da angulo ua che ira em vaso En t rea s palmas S ob rea caveira S om b olo de m orte E De R ess u rei sao

No
Circulo
Dos
Cinco
Santos
A
Ceia
A
Carne
E
O
Sangue

O
Fogo
Alquimico
Do
Pássaro
Da
Asa
Dupla



No do Circulo quadrado do os do circulo da tinta do circulo de Santos da prime ira da ce ia, ac ar ne E circulo de San gato eu ,O forte do gato do falo cravado na terra em duplo circulo da Al do quim mico dop po p ass do aro da roda rid asa ad quadrado da up la

No
Ceu
Os
Querubins
Trazem
A
Custodia

O
Grifo
O
Vulcão
Da
Torre
Do
Falo
De
3
Piros
Espinhados
Como
A
Rosa
E
O
Falo

(referencia , como a imagem do video, que deverá ser portanto o anterior ao viver deste acontecer)

8 br efe rec ni a , com o a i mage made ria do v id e o, q ue d eve rá ser porn at n to a na te iro ao viver de ste aco one net ser en te rata par ren te sis

No C eu Os dos Q ue r ub in s T ra Ze ema do c us to dia O Grifo, O V u l cao da Tor red o Falo De 3 Piros Es pe in h ad os c omo primeira Tosa E circulo do Falo

A
Rapariga
Ao
Lado
Do
Arcanjo
Me
Desvela
O
Cinto
Entrançado

Miguel
Arcanjo
Delfins
Santo
Amaro
E
S Brás
O
Triângulo
Se
Fez


A Ra ap riga primeira do circulo lado do ar can jo med do quadrado da espanhola vela do O sin das ti en cruz ra em circulo de cortez ado miguel da primeira rca can jo dos sin os do fi ns santo am aro da espanhola águia br ás da ot da rina gula da se de fez

A
Rapariga
É
A
Cavaleira
Como
Maria
Negra
A
Solar

( referencia ao sonho das duas inquiridoras, da sequência de sonhos de noventa e seis, ainda aqui no livro da vida desvelado)

( refer en cia ao son h o das du as in quiri dor as, da seque, ca non, ên cia de son ho s d e no ove da inglesa venta e se is, a inda aqui no l iv roda vida de es vela ado)

a
menina
loira
em
gesto
súbito
recusa
a
esmola

am en ina menina loi ra em g es to s ub bit o rec usa primeira espanhola mol la



primeira do vaso serpente do vaso primeiro do circulo cam circulo au com primeira caixa

A
Senhora
Com
A
Caixa

Com
Uma
Me
Bate
Com
Ela
Em
Meu
Joelho
A
Ma
Passar

As das serpente da en hor ac om do com da primeira da Caixa com uma me bate do com El a em me vaso do joe primeiro do ho da prime ria ma p ass ar do Y do circulo onze do mna O do primeiro homem da primeira ad do en ovo a t ra s m a g rinha A inda do com do circulo do primeiro caule

Y o mna O l h ad en ovo at ra s magi ur rn do homem aa inda c om circulo do vaso maior m ca au le

( a rapariga de casaco branco e botas de montar, é imagem da yonna ryder, a actriz do frankestein versão copolla )

( a r ap a riga de c asa aco br am co e b ota s de mon te rei mage made ria da yonna r y de ra ac t r i zorro do fr anke stein vaso e rata sao cop o ll a )



na
linha
direita
de
quatro
o
pilar
da
cobra
do
sacramento
mna
paulo
fernandes

na linha direita de quatro do circulo dao da pilar da c on bra do s ac ram en to mna do paulo fernandes, pilar, a cantora que um dia vi na pampulha, ou da vinha da pan pulha


desenha
com
exactidão
a
sombra
as
arvores
do
Líbano
e
a
cruz
no
cimo
do
monte
à
esquerda
é
como
cúpula
de
uma
igreja
do
oriente
soava
o
simao
ao
momento

d es en h ac om e x ac ti dao a s om br a as arvores do l i ban oe primeira cruz no c imo do m on te à esquerda, é como c up u la de primeira igreja do oriente, s o ava sin circulo do simao a o mo mn en to


no caminho antes ao passar, em frente ao hotel de charme do outro lado da rua da york house, alguém lá deixara, propositadamente, uma revista das sociais abertas, com a maite, e uma cruz , monte, na estrofe anterior, ao escrever, ressoara em maite, que é tambem bebida, bebida como processo, assim parece ser o sentido que se desvela

no do ca minho ant es ao p ass ar, em fr en te ao h ot e l dec h ar me do o u t ro l ado da rua do york da house, al gume l á de ix xara, pro ps os sita dam w en te, uma r e vi sta das soci a is ab e rta sc om a maite, e uma cruz , mon te, na e ts rof e ante r iro, ao es c r eve r, r ess oara em maite, q ue é ta m b em be bid ab e bid ac omo por rc c esso, as si em par ce ser o s en tid o q ue se d es vela


o
símbolo
lateral
é
o
candelabro
hebreu
sete

o s im b olo la te ra l é o can de la primeiro da primeira do ab ao br ro do he do breu do set e, breu, escuro, velar e velado,

si em segundo falo la te ra primeiro é circulo do ourobos, corde do duplo vaso daa angulo do aro hebreu set e

sete
veus
sete
um
no
meio
são
as
velas
a
luz
da
alma
sete
um
sete

set eve us se te primeiro no do meio, se is, da são primeira serpente às das velas da primeira luz da al ama set e prime iro do sete

circulo do orubos corde, fr dos roubos, do duplo vaso do angulo do quadrado do aro hebreu, sete vaso eu serpente do ser do primeiro no do mu do mei circulo da sai, as das velas da primeira luz da lama sete un primeiro sete, ou seja da lama sobre o set da um , o primeiro set

circulo do orubos card do duplo vaso do e gilo do quadrado do aro do b hebreu, sete vaso eu serpente do ser do primeiro no do mu do mei circulo da sai, as das velas da primeira luz da lama sete un primeiro sete, ou seja da lama sobre o set da um , o primeiro set


a
unidade
do
duplo
a
unidade
no
duplo

a uni dade do duplo a uni dade no d up primeiro do circulo

meu
numero
cinco
um
cinco

me un primeiro ero roc circulo inc do circulo do primeiro cinco, da estrela, ester la,

assim
no
oriente
uma
manha
aqui
narrada
se
desvelou

as si maior do no do circulo do rei em te primeira manha aqui na rr ada se d es velo lou, primeiro do circulo do vaso

em
escrita
antiga
como
se
pode
ver
cinco
um
cinco
trás
valor
SIS

Serpente is, si serpente, dupla serpente da coluna do meio do Templo
SIS, secreta portuguesa, tambem

sis, sec r eta portu gi es sa primeira, rat t am bem, rat do tam da manha

p da ode, ver circulo da es circulo da rita , caneta e tintas, primeiro do circulo, cruz rá serpenet do valor, financeiro, da sis


515
717
1211112

12112
12212
8
infinito
SIS do duplo deus, dos dois circulos de doze do cento e onze, do da tripla unidade, do quarteto cento e onze,

515, declina tambem, em, estrela do primeiro do bairro da estrela, estrela do quim zé, set do primeiro set do ze do cento e onze dos do ze da ap ps soto oto primeiro os

negros
cabelos
da
cancio
imagem
na
nave
está
no
eixo
de
S Brás

Negros cab dos elos dos selos da can cio e mage mna nave e st á no e ix o de ser pen ny e do brás

Como
Pastora
De
Nossa
Senhora

Tem
Bela
Sua
Face

Não
É
Cancio

É
A
Jovem
Psi
Das
Estrelas
Na
Face


Com o P as tora de No s sa sas S en hora T em bela s ua da Face do ingles kapa do primeiro espanhol muito cão É Cancio, É A do J da ove em ps psi d as das estrelas na Face, o primeiro do circulo da di vaso da onda da estrela na face do circulo do segundo inclinado

Uma que está reflectida na blue moon, se não for ela mesmo

Uma q ue e stá r efe l ct id ana blue moon, se n cão for e la me s mo



Dentro
Da
Custódia
O
Sangue
Do
O
Cristo

D en cruz rosa circulo do us tó id a do circulo maior da sa gata do europeu dó, do O do cristo

A
Seu
Lado
Na
Cruz
Cristo
Com
A carne
Rasgada
Em
Sangue

As serpente do europeu lado na cruz de cristo, com primeira car ne rasgada, ra sg gado ad primeira em S an gato europeu, e ur ro da rop da p europeia

Na
Idade
Da
Juventude
O
Banimento
O
Que
Me
Baniu
Em
Minha
Juventude

Na dida dade Id ad e a da p rin ce z ad da primeira uve mn cruz do vaso do deo do Ban, a ani men to do circulo do maior quadrado do au dr da ad do circulo do europeu da me do ban, ni vaso do eu em min do home da primeira da Juventude, juve, leoa, mn, cruz vaso de



Ou seja , ligado à minha prisão

O use seja , li gado am min home da primeira da cruz da prisa do elevado do circulo

Do às da face, revista, segundo do circulo do sex to, da cruz no circulo la , lei , vaso do angulo da primeira lepra, o nome é raul, da en t r ep ar a ren da te sis, circulo da lua do circulo de vide, castelo de vide, vide, falo de castro, o raul castro, boston

Do às da face, r e vi sta, segundo do circulo do sex to, da x ru zorro no circulo la , lei , vaso do angulo da prime ira le pr ra, o n om me é raul, da en t r ep ar a ren da te sis, circulo da lua do circulo de vide, castelo de vide, v id é o falo dec astro, o ra au p rim ero do castro do bo ser pene net do ton

Tem bela sua face, não é cancio, é a jovem psi do primeiro das estrelas na face que festeja a primeira lepra in put do no do me raul.

Te maior de be la s ua f ave, n cão é can cio, é a j ove em ps id o prime iro das ester l a s na face q ue f es te j aa prime ira l ep ra in put do no do me raul.

Raul é tambem nome de um fotógrafo de moda, que trazia um estúdio aqui nos atliers da coelho da rocha no tempo em que aqui tive um pequeno atlier de fotografia, amigo da ines mendes, que com ele trabalhou, e relacionado com o rui da rpt, que lhe fez um video, olha o passarinho, que passamos no lusitanea expresso, o comboio que vai para madrid, cuja imagem que me anda na cabeça, é a jessica lange, ou melhor , um seu arquétipo

Ra u l é ta am b em no med e um f ot g rafo de moda, q ue t ra z ia um es t u di o aqui no s at lie rato serpenet sd da coelho da roc homem do ano te mp o em quadrado do eu aqui ti iv e um pe q u en o at lie rato de f oto g raf fia, amigo da ines me sn de s, q ue com ele t ra aba alho ue relacionado com do circulo do rui da rata da pt, q ue l he fez primeiro v id e o, o l h a o pa s sarin h o, q ue p as sam os no lu si t ane a e x press o, o cao maior do boi quadrado da ue v a ip do para mad rid c u j a ema mage maior do que me anda na cab eça, é a j es sic a l ange, o um mel hor , um s eu arque da cruz, ip circulo


O n o me segundo pr dr da pena, pena, declina em palácio da pena em sintra, pena aqui declina em vaso do br ra da isa char , o dezoito do sessenta e nove, ou seja do passe na quinta biológica dos olivais com os dois burricos, o dezoito do sessenta e nove da lua em quatro, ou do passe no quarto da lua, com ela para cima virada, ou seja missionário, lea par do home da inglesa af e da dg rato do delta do ph em apóstolo serpente, wing, da asa, sac do emergia el, ou serpente do ac do saco da energia do espanhol, ou da energias espanhóis, , vinte em um , dez, ou dezembro, olivais, ou vaso das laranjas, ou vaso da maça, mano prana , li eyes, tiger, tiger, sexto da ch ave eta e trinta, terceiro do circulo do cam brie , o primeiro do circulo dos tres pais perdidos, , novecentos, italia, dezoito doze, sitri, ds lea par do homem da ad inglesa , maçónico, da dg ra delta ph on apóstolo serpente wing, das asas voadoras, st ola s raven, a rapariga latina americana dos cartazes da ola, o rato do est do fr om st rife das chavetas do truce, sénior beacom, planet do ts da mercury, plante, era empresa de copias aqui, e me recordo do barbudo na avenida quando do desfile da mercury, aqui relatado, sin serpente cop pt ti circulo, delta do circulo da energia espanhol, o benjamim, da isa char do homem da ars, que agora aparecia na estados unido da América quando do falecimento da lucinda, cu rc da cruz no circulo ps eu do albano, sac hi el, , palácio da pena, me recorda uma imagem aqui comentado de um jantar com um senhor árabe com os candelabros como grandes falos , salvo erro um deles inclinado, no palácio dos sete ais, salvo erro, e com meninas da cultura e dos palácios, ou seja , se explica tambem as relações com os museus e com o mna

One me segundo pr dr da pena, pena, dec l ina em pala do cio da pena em sin t ra, p en az aqui dec l ina em vaso do br ra da isa char , o dez o it o do se see en t a en ove, o use seja do p ass en a quinta b olo gi ca do sol iv is com os do is b ur rin h os, o dezoito do se s senta do en ove da lua em q ua t ro, o u do p ass en o quarto da lua, com el ap do para c ima v irada, o use se do js miss sion na rio, lea par do home da inglesa af e da dg rato do delta do ph em a ps ot primeiro do circulo da serpente, wing, da asa, sac do e mer gato do ia el, ou serpente do ac do saco da ene r g ia do es pea na hol, o u da ene r gi as es pea n ho is, , vinte em um , dez, ou dez ze em br o, ol iva sis, o uva vaso das laranjas, o uva vaso da maça, mano prana , li eyes, ti ger tiger, se x to da ch ave eta e trinta, t rec iro do c irc uk , do circulo do cam brie , o prime rio do circulo dos tres pais perdidos, no ove en centos, vaso da cruz al ia, de x zo it o do ze, si t rid, ds lea par do homem da ad inglesa kapa l es a , m aç oni co, da dg ra delta ph on a ps ot lo ser pen te maior das wing, das asas vao dor serpente, st olas raven, a r ap a riga la t ina am erica cana dos cartazes dao la, o rato do est do fr om st rife das cha ave eta sd circulo da t ruce, s ene e o r bea com da planet do ts da met c ur y, sin serpente cop pt ti circulo, delta do cucu primeiro do circulo da energia es pa na hol, o bem j a mim, da is sa char do ho em da ars, q ue agora ap ar e cia na estados unido da am e rc ia quando do f al e cie mn to da lu c inda, c ur cd do circulo ps eu do albano, sac hi el, , pala cio da pena, me record a uma i mage maqui com en t ado de um j ant ar com um s en hor ar abe com os can de la br os com o g rand es f alo ss alvo e rato do ro um sin os espanhol da inc do primeiro do ina ado, no pal cio dos sete a is, serpente al vo e rato az ro, e circulo do om meninas da cu da primeira tura e dos pal cio serpentes, circulo d az use seja , see e x p li cat am e segundo em as rato e la aço espanhol do com do os dos museus e x om omo circulo do mna

Ao estudar estas correspondências, me recordei da recente imagem de obama no tal discurso tenso antes da obtenção da bill, com dois neptunos figurados por detras dele, em candeeiros, o sentido de seu dizer, será então, o zodíaco, o barco, que geralmente é usado pelos fuzileiros, é o neptuno, o neo da pt do tio do circulo, thor, ou seja o ares do hades, ou seja o carneiro da minha morte, e ainda, do homem ad espanhola, ar espanha

Ao est u d ar e sta sc o rr es pon dec ni as, me record e id a rec en te e mage made ria de ob m ano t al di sc curos t en s o ant es da ob t en sao da bill, com do is ne pt uno s figu ra do s por det ra s de le, em can di e r e roso s en t id o de s eu di x ze r, se rá en tao, o zo dia aco, o b arco, q ue ger ra le mn te e ua da p elo s f u z i lei rosé do circulo do neptuno, o neo da pt do tio do circulo, thor, o use seja o ar es do h ad es, o use seja o car ne iro da min ham orte, e a inda, do h om em ad es pa na hola, ar espanha

Ontem em israel depois da grande alegria de todos nas eleições, o clima tinha mudado, depois de eu referir as papoilas que tambem as vira em israel, e minha intuição me diz tambem que o livro que me levaram, este de onde agora transcrevo e organizo este pedaço, lá terá de alguma forma chegado

On te me em is ra el d ep o is dag rande al e g ria de todos nas lei ç o es, o circulo do lima tinha mu do dado, d ep o is de eu r efe r ira s pap o ila s q ue t am b ema s v ira em is ra el, e mi min h a in tui sao me di z t am b em q ue o l iv roque me l eva ram, este de onda agora t ra sn c r evo e o r g ani zo este pd e sao, l á te rá de al gum a forma che gado


Se chama alma, este capitulo do Livro da Vida, o ano da alma, ou seja em noventa e tres quando o triângulo de horus apareceu sobre a lua, a primeira vez, e para alem dos assuntos relacionados com a guerra ultima que envolveu o Líbano, ou os atentados ao homem católico militar que foi morto no Líbano, num atentado numa coluna, alma ressoa, tambem na velha questão da morte da princesa diana, me pareceu ao agora isto escrever, que os sete véus , o pedaço que dele fala, está relacionado com o ritual que terá acelerado as coisas e proporcionado assim a desgraça e que ele poderá ter passado por hebreus no Líbano, assim me parece de intuição

Sec hama ala al lama, este c apit u lo do L iv roda Vida, o ano da ala mao vaso use seja em n ove en t a e t r es q u ando o t rian g u l de hor us ap ar e c eu s ob br rea lua, a prime ira e para al em do s as sun to s r e la cio n ado sc om a guerra ultima q ue en vo l v eu o l ib ban o, o u o s a t en a td os ao ho em cat o li co mi l t ira q ue f o emo r to no Líbano, nu primeiro roi a t a en t ado nu ma co l un a, alma r esso a, tam be na ave antiga l h aqui da eu es tao da mao rte da pric cn es a diana, me par e c eu ao agora is to es c r eve rato do, q ue os sete véus , o pe dç cao q ue del e f ala, e stá r e la cio n ado com do circulo do ritual q ue te rá ac e l ard o as co ia se pr oo cio n nado as sima de sg r aça e q ue ele p ode ra ter p ass sado por he br e us no li b ano, ass em me pa rece de in tui são, da agencia de viagens na infante santo, ainda está noite meus passos lá outra vez me levaram

As minhas notas do caderno, dizem de seguida assim, guerra, elefante heli vermelho, falo, bomba, africa, gorongasa, lago, Moçambique, macaco, evora pr cinquenta e quatro, ou , estrela do quadrado do delta do traço ingles da serie britt de humor, na grafia do britt, se desvela uma corresponderia, o gancho, o anzol do lavrador do silence, ou seja do comes, do fr

As das min h as n ota s d o cade r no, di ze made ria de se guida ass em, guerra, ele fan te maior de heli vermelho, falo, bo mba, af ric a, g o ron gasa, lago, mo cam bique, m ac aco do caco, evo ra pr cinquenta e q u t ro, ou , e ts r e la do quadrado do delta do t r aço ingles da se rie br e it de h umo rna g raf fia do br it t, se d es vela uma co rr es pn dec ia, o gancho, o a nz o l do l av ra dor do silence, o use seja do com es, do fr

B delta e, segundo do delta do e, a bala falhou por pouco, espermatozoide, tres metros, antes da cruz mencionada no meu video, assim me disse o espirito, ar one sela cruz hi serpente time tom moro, bara apostolo b ar e c c la te logo, a té logo, b cinco, br te homem au, ad eu serpente pt , parlamentos, município, o passado, brit, estatuto das vascas b u rec da charlie, carlos m ab br cpa, cda, cca, civil aviation, o home maçónico do aviao do herman, touradas, chá, dizia a senhora, a do gabinete do ministro, a cesarrean, a mulher de cesar, a do maís? Cairo, cai, da ref calculo integral, folha no envelope vermelho ds s argento do dinheiro chines, made ria do boy onze, ano do boi, luana da canal do kemps, tomates, cam, ca ll girl, a da tv, botão de anzol cinco, nove seis , nove dois zero cinco zero setenta e oito, seis pontas, arco maior vermelho, b lo g estrela m ti no ni, nariz grande, operação palhaço, bataton, pt, o bêbado e o mentiroso

B delta e, segundo do delta do e, a b ala f al h o up por p o u co, es per mato zo id e , t r es met rosa, na t es da cruz me nico n ada no m eu v id e o, ass em me di se o es pee rito, ar one sela c ru do x hi serpente time tom moro, bar a a ps oto lo b ar e cc la tel ogo, a té l ogo, b cinco, br te homem au, ad eu serpente pt , p ar la men t os, mun cip io, o passado, brit, est u ti das v as ca sb u rec da charlie, c ar l o sm ab br cp a, cda, cca, civil avia tio om, o home ma c oni co do aviao do her man, m to ur ado s do chá, di z ia a s en hor a, ad o gabi nete do min si t ro, a cesar rea na mul her de cesar, a do maís? Cairo, cai, da ref calculo in te gral, f o l h ano en v e lope vermelho ds ar g en td o di ne hiro ch ine s, madeira do boy onze, ano do boi, l au un ad ac ana l, ke mp, tom at es, cam, ca ll girl, a da tv, b ota ode anc cio l c inc o, n ove si es , n ove do is z ero c inc o z ero set en ta e oito, se is das pontas, arco maio rato vermelho, b lo g estrela m ti no ni, mar i z g rande, opera ç º ao pal h aço, bat a ton, pt, o be b e bdo é o mentiroso

Saindo da igreja nessa noite, africa, pensei ser Moçambique inicialmente, olhei ao redor e li vesica li nono da primeira carolina do ayer, uma das meninas suissa das meninas de Lisboa, que usava tranças, como usava tranças uma outra menina pequenina no festival de alcantara com uma saia de padrão escoses, que se emparelhara com um dos rapazes neo zelandezes, da tempest, o que veio com uma conversa de crack na América, carolina do ayer, cabeleireiros, ou pedro Aires, uma cruz antiga, assim me disse o espirito, Moçambique ou cabo verde, de repente me lembrei do sal, que a rita estivera doente e fomos a um medico cubano que estava no morabeza, como muitos outros cubanos que por lá paravam depois de acabar as comissões de serviço em angola, cuba, castro, a aparecer de novo depois de já ter aparecido no video treze, e os eventos em cabo verde e no sal, o do quase afogamento, e a historia do tubarão,


Sa inda da igreja ness a no ite, af ric a, pen se ise r mo ç am bique in ni cila mente, o l he ia o red o r e live sica li nono da prime ira carol ina do a y e rum a das meninas s u is sas das meninas de l is bia, q ue usa ava t r ança s, com o usa ava t r ança s uma outra me nina pe q eu nina no f es t iva l de al can tara com uma sa isa de padrão es coses, q ue se e mp ar alhe lara com um dos r ap ze s neo ze lan dez es, o q ue veio com uma c on versa de c ra ck na am erica, carol ine do a y e rato dos cab e lei e rato duplo onze do ros o u ped ro a y r es, uam c ruza n tiga, ass em me di s se o es pi rito, m ac cam bique o u cabo do verde, de r ep en te me l em br rei do s al, q ue aa rita est ive r az dor en te e f omo sa prime rio medico cu ban o q ue e stav ano mora be z ac, com o mui to s o u t r s cu ban os q ue por la a ps ot lo serpente do para ava vam dep posi de ac ab ra s co miss o es de se vi lo em angola, cuba, c astro, a ap ar e circulo do xe rato de en ovo d ep o is de j á te r ap ar e cid o no v id e o treze, e os eve en t os em cabo verde en o sal, o do q u ase a f o gam w en to, e a hi s tor ia do t u bar aa circulo,

Na fnac , onde antes passara, os pc pequenos, idênticos aos que apareceram na tenda da apresentação do socrates, que quase voara, via-se gente deitada nas bas da tenda a segurá-la, no outro lado do rio ao sul, com um astrolábio ao fundo, ou globo terrestre, o de veneza, tranças tambem? A imagem aqui a porta , por amor ao piano, o pianista belga, circulo da vingança na creche belga, o espantoso e certeiro e doloroso discurso do pai de uma das crianças,

Na fn ac , onda ant es p as sara, os pc pe q eu en nos os, id en ticos ao s q ue ap ar e ce ram na t en dada ap r es neta sao do socrates, q ue q ua ase vo ar a, vi a do traço da inglesa kapa es ase da gente de it ada nas bas da t en da a segur á do traço da inglesa de l ano outro lado do rio ao sul, com um a st r la bi o ao f un do, o u gleb o te rr es t reo da ode v ene z a, tar ança s t am b em foice a ema mage maqui primeira da porta , por amo r a o pina oo pi ani sta belga, circulo da vin g ança na c rec he belaga, o es pan t oso e ce rt e iro ed olo ros di sc curs o do pa is de uma da sc rian ç as,

Na sala uma apresentação de jogos de computador, com os títulos no ecrã da espera antes da função começar, a tradição do tiro co, seta no japao e os jogos de computadores, com um berimbau ao fundo da sala, estranha mistura e masi estranha sugestão, assim me pareceu, os livros, caiu o do zink e do miguel esteves cardoso, com o anzol do s bifes, para baixo, o da patrícia com do bar do ra semem home primeira ante a este, semelhante ao casaco que agora uso e semelhante a um outro do senhor financeiro na América, o que inclinava o conteúdo, ou distorcia os conteúdos, da posição destes cadernos, um outro de paulo coelho, com um muito estranho eco nas folhas que ao acaso folheava, que a cobrira de beijos quando a encontrara, que habitava dentro do leitor, e que assim ele não dormia, pois ele vigiava dentro dele, recordei as suas colunas da revista caras, ca ra serpente, onde muito aparece a clara de souza, sic,

Na do sala uma da ap da ren do taçao de j ogo sd e com puta dor, com os titu primeiro do os no e circulo do ra da espanhola pera ant espanhola da f un sao com eça rat rai dç sao do tir do roco, serpente da eta no j a pao e os sj do ogo sd e co mp piu t ad o rato e espanhol, com primeiro be rim bau ao f un d o da sala, es cruz rata da anha mis t ur a e ma si e ts rata anha ser pn te vaso da g espanhola tao, as si em me pa rec eu, os l iv ros, ca i vaso do circulo do z ink e do mug eu primeiro da espanhola teve, espanhol cardo osso, com do circulo do anzol do s bi f es, para ba ix o, o da pat ric ac com do bar do ra semem home primeira ante a este, semem l h ante ao ca do saco q ue agora us oe semem le h ante a um outro do s en hor fina ce iro na am e rc cia ia, o quadrado da ue inc primeiro do ina da ava o circulo em te vaso do do, o vaso do sis do tor do rc da cia do os circulo em t eu do sd a ps oe e sao de st espanhola dos cadernos, umo mo do vaso duplo dat rode paulo coelho, com primeiro mui to e ts rato do anho e co nas folhas quadrado da ue ao ac as circulo do f o primeiro he ava, quadrado da ue ac co aco br ira de bei j os quadrado do vaso do ando a en circulo em t rato da ar primeira aqui ue home da abit ava quadrado en cruz ro do lei t tor, e quadrado da ue as si em el en cão dor mia, p circulo do is ele vi gi c av quadrado do en t ro de le, rec o r de ia ss au s co l un as da r e vaso do vi ista caras, ca ra ser pente, onda mui to ap a rece da primeira da clara de s o uza, sic,

Decupla paulo,
Fiz-te mal
Era grande a percepção dele, o silencio sobre, ele, tambem igual, sepulcral, mesmo em diversa insistência, a falsa gravides, a clinica espanhola dos alamos que ressoava na sobra dos cedros agora de novo visto na igreja, vinte mil libras, nikki, o ki da kapa do ki, da divisão, terceiro da gula do vi do quarto do zé, o tor ze, o pagamento, a quem? Não posso dizer, ameaçaram-me de morte e a meus filhos, o objectivo, o roubo de sangue, o património do adn, ad dn, o pat do rim do moni circulo, uma questão de adn, da imunidade as doenças, algumas que estes cabrões me tem inoculado ao longo da vida, recordo uma treta que circulava pela cidade há talvez duas décadas atras, a passagem da sida em agulhas que deixavam nas cadeiras do cinema, relacionado com o quarteto, que agora de novo me subira à memória ao evocar o pedro bandeira freira, que tantos bons filmes nos mostrara em nossas infâncias, ao falar do, john got is gun, e de eu a alucinar baixinho, quando me contaram este rumor, a dizer, parece aquele do trafico dos órgãos nas lojas chinesas, se bem que esse fosse muito masi claro em seu entendimento, foder , uma comunidade, foder aquilo que alguns cabrões consideram de concorrência, como a imagem masi recente, existe em portugal uma faculdade de medicina tradicional chinesa, e o que se passa, não é reconhecida, filhos da puta que desonram o nome de portugal, não sabeis que Portugal sempre soube integrar porque sempre soube que a diferença é riqueza, as distintas culturas e os distintos modos de ver?!!!


Dec u l pap a vaso do primeiro do circulo, Fi do zorro do traço da inglesa te ema al
E ra g rande a per c ep sao dele, circulo do silencio s ob reel e, ta am e b em u g ual. S ep u l c rail, me s mo em di versa in sis t en cia, a f al s a g rav id e sx, ac circulo do lini ca es pan home da gola dos alamos, q ue r esso ava na s ob ra dos ce dr os do agora de n ovo vi s to na e gata do raja, vinte mil le br as, ni kapa do ki, o ki da kapa do ki, da di da visao, te rc e rio da gula do vi do quarto do zé, o tor ze, o pa game en to, aqui da eu em foice , n cão pp osso di ze ra am e aca rm do traço da inglesa me de mo rte a oo s me us fi l h os, o ob ject iv o, o ro ub ode de sangue, o pat romo ni o do ad da dn, ad dn, o pat do rim do moni circulo, uma q eu sx tao de a dn, da i muni dade as do enças, al gum as q ue est es c ab ro es met te m in ino cu lado ao l ong o da v id a, rec o r do prime ria t r eta q ue cir irc u lava pe l a da cidade, rádio, h á t alve zorro do du as dec ad as at ra s, relacionado com a decada, instrumentos de precisão, A p ass a ge made ria da sida em agulhas q ue de ix ava vam da am nas cade iras sd do cinema, r e la xi on ado com do circulo do quarteto, q ue a g o ra de n ovo me s ub ira à me mor ia ao evo car do circulo do pedro bandeira fr e iraque tam to s bo ns fi l me ns no s mos t r ar a em no s sas i fan cia sao f al rato do john, gato da ot is da gun, e de eu a luc ina r ba ix in h o, q ua ando me c on tar am este rum o ra di ze r, pa arc e a q eu le do t raf fi co dos o r g a os nas lo j as chi one ze as, se b em q ue ess e f os se mui to ma sic l ro em es eu en t en di id men to, f ode rum a co mun di iade, f ode rac u i lo q ue al gun s c ab ro es c on side rea am de c on co rr en cia, co mk a i mage maio da ma si rec en te, e xi e te em por t g ual uma f ac u l dade de medicina t ra di c on al cano chinesa. E o q ue se p ass an cao, é rec on he cida, fi l h os da puta q ue de se on ram o noe em de port u iga al, n cão s abe e zorro serpente q ue port y i gal se mp r es o ub e in te g rata da ar a por q u es se mp r e s o ub e q ue a difer en cca é rio q e za, as di s t int as cu l turas e os di s tintos modo ds ode eve rato da foice de tres s etas circulo das rav

A imagem na sociedade civil, o belo programa de tv, era a imagem da arrogância, e da estupidez cega que nos conduz todos a morte, um rapaz português de ascendência chinesa dizia que existiam estudos sobre a eficácia das medicina chinesa, os outros, da medicina ocidental das drogas e de tudo o resto, que nao, e ninguém tirava as teimas, ou sej, os estudos na foram nem apresentados, pois ao que parece aqui nem existem, foram feito ao norte, e se não existem, a humildade e a ciencia, aconselharia a primeiro faze-los, se bem que nem necessário seja de serem feitos, pois como todos sabem, a medicina tradicional chinesa sempre deu seus resultados, só um hipócrita poderá o questionar, um hipócrita e um muito mal intencionado, a prova é clara, pois não consta que a china tenha tido menores ou piores resultados no tratamento ao longo dos milénios que outra qualquer lugar do uno mundo, não é sito verdade, oh meus cabrões!!!!

A ema mage mna soci e dade c iv i lo b elo pro g rama de tv, e ra a e mage made eira da ar ra g nica, e da es t up pide dez cega , q ue no s condo z todos am orte, um r ap z portu g eu s de as c en dn e ica chi ine za di z ia q ue a e xis t iam est u do ss o b r rea e fi ca cia das med i cia ch ine za, os outros, da mede cina o c id dente al das d rig gás e de tudo o resto, q ue n º cao, e n ib g u em t irava as te ima s, o u sej, os es t u do sn a for ram ne m ap r es en t ad os, p o isa o q ue par q w ce aqui, ne m e xis te m, foram f e i to no norte, e se en cão e x us t ema h um il dade e a ciencia, ac on se l h aria a prime rio f az e do traço ingles lo s, se b em q ue ne em ne c ess a rio seja de se rem f e i to s, p o is c omo td oo ss ab ema medicina tradicional ch ine za se mp red eu se us r es s uk t ra o ds ó um h ip o c i rta p ode rá o q eu s t io na rum ho cp o rita e u mm mui tom al ine t n cio n ado, a p o r v a é cala rato rp p o is n cão c on sta q ue a ch ina t en h a toi id om en o r es o u pi o re r es sul a td os no t rata men to ao l ong o do smile ns is o q ue o u t ra q ual q ue r lu g ar do uno mundo, n cão é si to verde ad e, o h me us c ab o r es!!!!

Já vos disse que as drogas químicas tem que acabar, ou pelo menos diminuir em larga , larguíssima escala na percentagem como hoje as usamos , e não falo só de medicamentos, mas tambem de todo os que se usa nos solos e na alimentação dos nosso animais irmãos que nos alimentam, alimentam, em sacrifício, as bestas loucas que somos, e tambem já vos expliquei como é possível de assim ser, o que esperais então, a morte de milhões, seus tolos, estúpidos, suicidas e assassinos!

J á v os di s seque, ca nin, as do r gás quim mica s te m q ue a ac ana ro do aro u p elo m en os dim un u e rem l arga , lara gás sima es cala na per c en tage em com o hp oje as usa sam a os , en cão f olo s ó de med di cam en to s, ma s t am b em madeira todo os q ue se usa nos s olo s e na al i men taçao ds o no ss o a animais iram a os q ue n os al i men tam, al i men tam, em s ac rif fi do cio, as bestas lou c as q ue s omo se t am b em j á v os e x p lic ue i c omo é p os s iv el de ass em see erro ro que es pe rai s en tao, a mo rte de mi l h o es, se us t olo s, est up pido s, s u i cidas e as sas sin os!

Não vos tinham ainda em dia recente alguns de nós falado da tal vacina contra o cancro do colo do útero, de seus perigos, e ainda hoje vinha negra noticia, de algumas raparigas em espanha vizinha terem por ela ido ao hospital parar, em parte a noticia é capa, pois se falava de retirar um só lote, ou seja a conversa trás
metade de verdade em cada um dos seus lados, e o lado da perigosidade da química no tratamento do corpo é tambem real,

N cão v os tinha do ham a inda em dia rec en te al gun s de nós fala ado da t al v ac cina c on t ra o can c rod o c olo do u t ero, de se us per gi s os, sea inda h oje vinha en g ra not i cia, de al gum as r ap rig gás em espanha vi z in h a te rem por ela id o ao h o spi t al par ar, em p arte a no tica é capa, p o is se fala ava de r e tir ar um s ó lot e, o use seja a c on versa t ra s em eta de d e ve r dade em c ada um dos se us l ad os, e o lado da peri g os si dade da quim mica no t rata mn te do cop o r é t am b em r e la, ou seja relacionado com cabo verde

Eu me recordo de um estranho dia, entrar num carro, e de repente me ter sentido picado, alguém deixara uma agulha no banco do condutor e assim me picara, não trazia eu ainda nessa altura alguma ideia sobre estas matérias e estes processos que alguns a outros fazem, nem me recordo ao certo, das circunstância, me recordo de ir alguém a meu lado, e ter tambem assistido, a meu comentário ingénuo, irra,, quem terá deixado aqui uma agulha, e assim deixei o assunto nessa altura, creio que era alguém da latina europa, que ia a meu lado, talvez o ze, mas nem isso me recordo, me recordo sim, com exactidão do sucedidos, de me trem assim picado, certamente que a tentar inocular alguma coisa, em dia recente pelo espirito ouvi, falar que o do stand oitenta e oito, tinha uma cruz, ou seja provavelmente viria dali, mas a cruz , a marca, se pode aplicar a tantas outros, que sempre em forma regular atentam contra minha vida

Eu me record ode um e ts ra anho dia, en t ra nu primeiro carro, e de r ep en te me te r s en t id o pica ado, al gume de ix ra primeira agulha do no do banco do c on do tor e ass em me pica ra, n cão t ra z ua eu a inda ness a al tura al gum a id e ia s o br ee sta s maté ria se est es por rc esso s q ue al gun sao u t ros f az e rm, ne m me record o a o ce rto, das cir cu sn tan cia, me record o de ir al g u ema m eu lado, e te r ta m b em assis t id o, am eu com en tá rio in g en u o, ki li ra aqui da eu em te rá de ix ado aqui primeira agulha, e ass em de ix e i o as sun to ness a al tura az, c rei o q ue ra al g eu em da latina eu r opa, q ue ia am eu lado, t alve zo ze, mas ne sm iss o me record o, me record o si em, com e x tati dao do s u ce dido sd e me t rem ass em picado, ce rta m w net q ue a t en gt ra inc o cu l ar al h gum a c o isa, em dia rec en te p elo es pei rio o u vi, fa al r q ue o do sat n d o it en tea e o i to, tinha um ac ru z, o u seja pro ova ave le mente vi ria dali, masa da primeira cruz , a m arca ,se p ode ap li car a t antas o i ut ro as, qu e s mp r e em forma do mar do rato e gular at en tam c on t ra min homem da av id primeiro

E me recordo ainda em dia bastante mas recente uma outra gravação que me fizeram com uma agulha aqui mesmo em minha cas quando dormia, alguém que entrou e o fez durante meu sono, espantoso, estes malandros e eu num pais onde a justiça me continua negada a mim e a meu filho, e onde as minhas queixas na polícia, são arquivadas, pura e simplesmente sem mesmo apresentarem uma razão

E me record o a inda em dia bas t ante mas rec en te uma outra g rav aç sao q ue me fi ze ram com da primeira da agulha aqui mesmo em minha cas q u ando dor mia, al g ue em q ue en t ro ue o fez durante me u son o, es pan toso, est es m al lan dr rose eu nu mp a is onda dea primeira da justiça me conti un ua ne gado am em me am eu fil h oe onda as min h as q eu ix as na pol i ca, são arq 1 vaso dos iva sd as, oura e si mp l es mente se em me s mo ap r es net rem primeira ra za circulo

A inoculação da doenças, daí, o interesse tambem em meu sangue, e tambem a memória da gravidez falsa da teresa, ou não, mas com um pedaço encenado propositadamente, isto é certo em meu saber, pois o teste ali ficara para eu o ver propositadamente, e era positivo, que aqui relatei, o que provocou o ki, assim me desvela o espirito, o circulo do orubos do ni da kapa , comunicação da kapa, do grupo da kapa, pedro, o smith, o pedro portuges, da historia do soldado e do corcunda, grupo OTO, o dinheiro seria então da OTO, reflectido agora na imagem da balança do arcanjo miguel na igreja, assim pelo ki se desequilibrara um dos circulos da elevação da cruz, a midas borges, barreira laranja derrubada frente ao hotel no chiado com o mesmo nome, assim estava nessa tarde a meu passar, ou seja com relaçao a coimbra tambem, a visita à marta, do blog, o tal deputado de coimbra com ligação as artes gráficas e espanha, pois vinha ela de viagem de lá, quando sem aviso prévio cheguei a coimbra, ou seja relaçao com o OTO, Espanha, mais uma vez a relaçao com a atocha a se desvelar em mais um provável link, uma razia no circulo do burro, assim dizia o espirito, bario, relaçao canárias, hemitage, he da ema tita, que ressoava na exposição do armitage, a russa, agora no hotel de nome muito próximo frente a casa de york, no chao, a rapariga do olho de cabila , do piano e da coluna da cobra kundali, coluna que ressoava nos apartamentos das amoreiras, imagem de um antigo clip do paulo de carvalho, e nas casas da lapa, onde o pedro mora ou morava e tambem o carrilho, ex ministro da cultura do ps, com ligação a frança, o home do bcp, teixeira, paulo teixeira, casa de cima, a pedra rolou agora aqui ao momento desta escrita

A ino cu la sao da do enças, d aio in te resse t am b em e meme u serpente e g ue, e tambe primeira me mor ia dag rav id dez f al s ad a teresa, o un cão, mas do com um peda aço en cena en primeira do ado pr ep posi sita dam en te, is to é ce rto em me u s ab e rp o is o te s te al i fi cara para eu o ove rp r ep os it ad dame en te, e ee ra p os it iv o, q ue qui r e la te io q ue por vo co u o ki, ass em me de s vela o es pi rito, o cir u lo do o tub os do ni da kapa , com uni caçao da kapa, dog rup o da para do kapa, pedro, o smith, p da cruz, o pedro pro t u g es, da hi s tor ia do sol dado e do co rc un dag rup o OTO, o sin ne h rio se ria en tao da OTO, r efe le ct id o agora na e mage madeira da bala anca do ar can jo miguel na igreja, ass em p elo ki se de siq u i li bra a ra um dos circulos da ele eva ac sao da cruz, am id as borges, bar rei ira laranja de rr ub ada fr en te ao h ot el no chi ado com o me s mo no me, ass em e stva ness a at rata dea meu p ass ar, o use seja com da relaçao da primeira de coimbra tambem, a v isi ta à ma rta, do b lo g, ota al de puta ado de co im br ac om da li g aç sao as art es g raf fi ca se espanha, p o is vinha ela de vi agem de lá, q ua anda se em avi s o pr é vi o che g eu ia co im bra, o u seja da relaçao com do circulo da OTO, es pam n h a, mais uma ve zorra da a relaçao com da primeira atocha a se d es vela ar em mais um pro ova ave ll ink, uma ra z ia no cir cu do lodo burro, ass em di z ia o es pi rito, ba rio, relaçao canárias, he mi tage, q ue r esso ava na e x posi sao do ar mi tage, a russa, agora no do hotel de no me mui to pro x imo fr en te ac asa de y o i r kapa, no ca h a o, ar ap a riga do olho de ka b ila , do pi ano e da co l un ad a cobra k un dali, co l un aqui da ue r ess ova no s ap art am tam en to s da as mao rei ra sima mage made roi ad e primeiro do ant i g o c l ip do p ua lo ode do carvalho, e na s ca sas da lapa, onda do circulo do pedro mora o u mo r v a e ta m b emo car r ilho, e x ministro da cultura do ps, com li g aç sao a fr ança, o h om me do b cp, te ix i e ra da ira do p au lo teixeira, c asa dec ima, primeira pedra rolo vaso do agora aqui ao mo men to de sta es c rita

Relaçao video, incendio, figura da cruz, detalhar e analisar, (nota referente ao video que acabara de gravar e publicar na altura ), e a cruz da imalogia, o envelope chines cheio de dinheiro, o indiana da jones , a di museu de arte, quem cederá, o corpo ou o chicote, ? c corpo do Amor, ou o chicote, o Amor ou o bater?, terceiro circulo do chicote, , LX, dungeon , sado, emanuelle, a quebra da vontade, o sonho em noventa e seis na sequência de sonhos

Relaçao, v id e o, inc en di o, figu ra da c ur z, d eta alha re ana liza r, (n ota r e fr en te a o v id e o q ue ac ab a ra de g r av ra e pub lica rn a al tura nono), e primeira cruz da ima al lo g ia, o en v e lope ch ine s che i ode din he iro, o in diana da j one sm , a di mu seu de arte, q eu em ced e rá, o corp oo u o choco te dc foice corp o do amo ro u o chi co te, o amo ro u o bate rato da foice, t rec e iro cir cu lo do chi co te, , LX, d un ge on , sado, ema nu lee, a q eu br a da von a td e, o son h oe em no ove da en venta e se is na seque un cia de son h os

O sonho de noventa e seis, este assim rezou na altura de seu acontecer,

O son homem da ode em no ove en venta e se is, est e ass em r e zoo un a al tura de s eu do acontecer,

Sonho de dois para tres de setembro de noventa e seis

Son h ode do is para t r espanhol de set em br o do circulo da ode no v en t a e se is

Sozinho em casa, ( curioso, reflecte-se num titulo de um filme de uma comedia com o arnold) era mais um pesadelo, havia duas mulheres, uma loira, outra morena (parece mesmo o marco paulo, um cantor que trás assim um canção com este titulo), ambas tinham comigo uma relaçao de domínio, como se fossem vagamente guardas prisionais, vagamente me lembro que elas assim que se utilizavam sexualmente de mim, primeiro a mais suave, a loira, e depois a morena que me odiava mais, e que acabava por me amar, a síntese possível, é , a mulher que me odiava, passava a amar-me, nao deixou de vir a cabeça a cristina pinto. Será premonitória? Será que ela me ama já, de novo! Sabendo finalmente o seu sentimento por mim ?

S oz in home do oe mc asa, ( cu da riso, rato e for mula az one e ct e do traço da inglesa se nu primeiro titu, primeiro cir u c lo dez de primeiro filme, de uma da comedia com do circulo do arnold) e ra maís primeiro pesa ad do elo, homem avia du as mul her es, uma loi ira, o u t ra mor rena am (par ce me s mo oma arco p au lo, primeiro can tor q ue t ra sas si em primeira can são do com este titu primeiro do circulo), am ba s tinhas do ham com mig e primeira da relaçao de dom ni circulo, com o se f os se em vaga mente guardas pr isi sio na is, vaso da primeira da g am muito da te me l e m br o q ue el as ass em q ue se u tili z ava vam am sex ual e mn te d emi mim, prime iro am a is s ua ave, a loi ra, e d ep o is a mo rena q ue me o di ava maís, e q ue c aba ava por me ama ra sin te se p os s iv el, é primeira da mul her q ue me o di ava, p asa ava a am ar do traço da inglesa me, nn cao de ix o u de v ira cab eça ac r is t ina pinto. Se rá pro me en ni tor ia da foice, Se ra que el am me ama j á, de n ovo! S ab en do fina le mn teo s eu s en tim en to top por mim da foice

Na pagina a seguir, um texto, sem ser sonho, com a data de quatorze de setembro do mesmo ano, mil novecentos e noventa e seis, ou seja a ultima entrada que tenho anterior a das quedas das torres, uns anos mais trade,

Na pa g ima pagam, pa g inam, pal iam, par iam a se gui rum texto, se m ser s on h o, com da primeira da data de qua tor ze de sete m br o do me ms o ano, mi l n ove centos e n ove en venta e si es, o use seja a u l t ima en t ra da q ue t en ho ante iro a das q eu da sd as t oo r es, un se os maís trade, ca i u o vc e garro aol ado da al i men t ad dor cano s, c u jo c ab o de senha do primeiro infinito deitado, aol ado um lea ode pa rat az, prim us in t re par es, com a se gui n te ano taçao no r eve r s o do leao, ser, de x zo it o da estrela do seth, pub li do cado

O bocejo,

O bocejo funciona porque todo o corpo ao nível da sua estrutura mínima, as células, vibram, totalmente em ressonância completa com aquilo ( tudo , ou o todo) que lhe é exterior, daí a paz que o bocejo alcança em que nada lhe é esterno, pode ser negativo, qualquer som que provoque o stress como por exemplo uma agressiva sirene, tem então como leitura e única, sublinhada esta palavra que fala então da rapariga da revista, única, leitura ser uma expressão do humano e p essa razão deixa de ser valorizada, nem bem nem mal, alem disso!.


O b bo ce jo fun cio nas sestas, na por quadrado da ue todo o corp o ao ni v el da s ua e ts ru tura mini ma, as ce lulas, v ib ram, tota le mn te em r esso son na cia co mp l eta com a q u y i lo ( tudo , ouo to do) q ue l he é e x te r iro, da í a p az q ue o bi ce jo al can ç a em q ue na da l he é est reno, p ode ser ne g at ivo, q ual q eu r s om q ue pro ovo q ue o st r ess com o por e x e mp lo uma a grés s iva sir ene, te m en tao com o lei tura e ú nica, s ub linha ada e sta pala av ra q ue fala en tao da ra ap rig ad a r e c ista ú nica, lei tura ser uma e x press sao do humano e p ess a ra z ao de ix ad ser valor iza ada, ne m b em ne mm al, al em di ss o serpente eta circulo rav ad primeira.

Sirene, am bul da bula da lan da cia, a agressiva, com do circulo da lei tura , e única, revista, s ub linha ad a e sta pal av ra do quadrado europeu do fala, en tao da rapariga da revista única, é x press são do humano, que deve ser o rapaz da humana, lojas, na ap ar en cia com da liga sao do valor, ou seja a uma oo u t ra do jornal valor, ideias e ne g o cios, dos cios, do ni e tc he

Cu rio s o este te x to, por q eu do fala do f en ome no id e r es o anan cia ce lula aro vaso do seja , é ema mage made ria do pro roc c esso das quedas das torres, b em com o uma o u t ra refer en cia em s ue fina al, q ue r esso ano prime rio titu lo de um l iv rode primeiro filosofo al e mao mui to c on he c id o, e a id deia do s up e r h om em, n cão pro pep rie mane nete te a aqui do vaso do le das bandas de sne h ad as, se b em q ue a li g a ç º sao se e stab e la ç a tam be, r e for l anco e sta lei t u t a, avio es, contra as torres, h om en s vo ad dor es, fi re w ll, p ene t r ada, avio es de vi ado se f al sam que mente condo vaso do zorro, id os, de uma das pela s q ue f al t ava e x p l cia r no p u zz primeiro, e

Curioso este texto, porque fala do fenómeno de ressonância celular, ou seja , é imagem do processo das quedas das torres, bem como uma outra referencia em sue final, que ressoa num titulo de um livro de um filosofo alemão muito conhecido, e a ideia do super homem, não propriamente aquele das bandas desenhadas, se bem que a ligação se estabeleça tambem, reforçando esta leitura, aviões, contra as torres, homens voadores, firewall, penetrada, aviões desviados e falsamente conduzidos, uma das peças que faltava explicar no puzzle


E transcrevo ainda aqui um outro sonho, pois sua data é tambem anterior , poucos dias, à queda das torres, sonho de quatro pra cinco de set do ano seguinte, ou seja , noventa e sete

E t ra sn c r evo a inda aqui um outro son h o, p o is s ua data é ta m b em ante iro rp o u cos do dias, à queda das torres, son home da ode quatro p ra c inc ode de set do ano se gui n te, o use seja , ni ove en t a e sete

Primeira noite que dormi com a tersa depois da separação, parece-me que não dormi, por estar sempre a sonhar e a acordar, passava-se na belgica, numa grande ac avenida , ia de carro, uma corda que arrastava apanhou ou era apanhada por uma criança no, passeio o carro acelerava e a criança era puxada com força até que bateu num banco de cimento, ou algo parecido. Parei o carro e dirigi-me para o local assustado com a possibilidade de a criança se encontrar morta ou seriamente magoada, quando a antevi, entre as pessoas que estavam sobre ela debruçada, assustei-me , afinal ela estava bem e partiu comigo, não me recordo em pormenor, mas sei que era bom , divertido, talvez um pouco perigoso, r que ela tomava iniciativas, algumas desconcertantes.

Prime ira no u te q ue dor mi com primeira te rata sa d ep o is da s epa raç º sao, pa rece do traço da inglesa me q ue n cão dor mi, por e es star se mp rea son h ar e a ac o rda rp ass ava do traço da inglesa sena be l gi ca, nu mag rande ac ave ni d a , ia de carro, uma co rda q ue ar rasta ava a pan ho i u o u e ra a pan h ada por uma c rina aça no, ni, pa s seio do circulo do carro ac e el rava e a c rina aça e ra p ux ada com f orça a té q ue bate un um banco de di men to, o u al g o pa rec id o. Pa rei o carro e di rig i do traço da inglesa .ne do para o l ocal ass us t ado com a p os sibil bil dade de a c ria ab ç as se en c on t ra m orta o u se ria mente mago ad a, q ua ando a en t r e vi, en t rea s p es sas q ue e stav a, ms ob re el a de br u ç ada, as s us te i do traço da inglesa me , a fina al el a e stav b em e ap rt ti u co mig on cão me record o em por m en o r, mas se i q ue e ra b om , di verte id o, t alvez um p o u co per rig osso, r q ue el a tom ava i ni cia t iva s, al gum as de sc on ce rta ant es.

Outro, ou o mesmo, em Bruxelas? No carro seguia-mos depressa entre ruas com cotovelos por entre dias amazonas, eu pensava, isto vai depressa demais, e se calhar nao tem saída, na ultima viragem, uma parede, trava-mos a tempo, eu não era o condutor, quem era ela, a teresa? Só sei que estava para ser executado, dentro de um quarto tipo cubo, sem som, com paredes lisas completamente despidas, a porta tipo porta de um cofre forte, estava quase fechada, e ( ela) , quem é ela (?)., penso que a teresa se encontrava do lado de fora, na realidade eu não a via, pois a porta não o permitia, sé sei que ia ser gaseado, morto e sentia-me profundamente injustiçado, com medo e a espera de um milagre, ela disse para pegar num objecto que estava no chao e que era metálico, masi ou menos assim, está desenhado, e agora parece-me obvio, um falo, que eu não percebia para que servia, depois a porta fechou-se e lentamente a resignação no silencio absoluto avançou, acordei com a sensação de não poder respirar, a teresa disse de manha que tambem tinha passado a noite a sonhar, não sei o que?

O u t ro, o u o me sm, em br u x el as da foice do no do carro se guia do traço do ingles mos d ep o r ess a en t rato e rua sc om c oto velo s por en t rato e dias am az on as, eu pen s ava, is to ova id ep press a de ma ise se calha rn na it em sa ida, na u l t ima v ira ge madeira, uma pr ed e, t rav á do traço da inglesa mosa te mp o, eu n cão e ra o condo do tor, quadrado e rm e ra el a, primeira teresa safo foice, Serpente do ó see e quadrado da ue e stav ap do para ser e x e cut ado, d en t rode um q u art ti t ip o cubo, se ms om, com par red es lisa sas co mp l eta mente de spi da sa porta t ip o porta de primeiro co fr e f o rta, e stav q ua ase f e ch ada, e ( ele () ,o da vesica da ave sica, que não é ela, ou seja um travesti, q eu mé l e la ava ave sica da foice., p en soc e a teresa se e c non t r v ado la do de for ana r e la id ad ee un cão primeira via, p o isa porta n cão o per mi tia, sé se e q ue ia ser gás e ado, mo rto e s en tia do traço da inglesa me pro fun dame dam dante n te in ju st tiça cado, com med oe primeira es pera de um mila gre, el a d iss e pr a pe g ra num ob ject o q ue e stva ni chao e q ue e ra met al i co, ma sio um en os ass em, e stá de senha ado, e agora par ce do traço da inglesa me ob iv o, primeiro falo, q ue eu n cão pe rc e bia para q ue ser via, d ep o isa porta fe cho u do traço da inglesa americana see l en tamen te ar e sig e x cç sao no do silencio ab sol u to avanço u, ac o r de e com a s en sa sao de n cão p ode r r es pei rt, primeira da teresa di s se d e manha q ue tam b me tinha p ass ado ano ite a sin homem do ar, n cão se e o q eu foice cruz rato espanhol, terceiro, o das tretas, t r e te iro

Trago eu ainda um outro sonho, da teresa, não sei bem quando é que ela o sonhou, provavelmente e se bem me recordo numa das primeiras se não a primeira noite que dormimos juntos, e quando de manha ela me contou, eu acabei por fazer a sua interpretação, em palavra e em desenhos, e que trás uma imagem comum, como o meu, o do grupo de gente a volta de um no chao, e tambem na

Tar goe ua inda um outro son h o, da teresa, n cão se ibe em q u ando é q ue e la o son ho u, por v ave l mente e se b em me record on uma da sp rime iras se n cão a prime ira no it e q ue dor minos sj j un to ze q ua ando de manha el da lam da am mec on to u, eu ac ab bei por f az e ra s ua int r ep r eta ç º ao, em pala av ra e com es sn h oe q ue t ra s uma mai mage mc om um, com o om eu, o dog rup o da ode da gente a v o l t ad e um no cha oe eta am b em mna

Trás como titulo, o sonho da teresa, e ao lado em cima um desenho de uma carrinha tipo wolskgagem , inclinada com um delta deitado, como um vela de prancha de wind surf, duas rodas da frente, pois está em alçado frontal, dois faróis rectangulares, ou seja quatro quadrados ou quatro vasos, o primeiro do delta deitado do wind surf, assim parece contra, alguém que andaria numa carrinha semelhante, e o que parece um anzol de uma faca de manteiga que entraria no pés de quem ia ao lado do condutor, no lugar do morto, ou mesmo de alguém que morreu,

T rá sc omo titu l o, o son h o da te r sa, e aol ado em c ima um de sn ne h ode uma do carrinha t ip o w o l sk gage em , inc l ina ada com do primeiro delta deitado, com o um vela de pr anc h ad e wind s ur rf, du as das rodas da fr en te, p o is e stá em al ç ado fr on t al, do is f ar roi s rec tan gular espanhol, o use seja quatro qua dr ad os o u q ua t ro ca s o dv as os, o primeiro do delta deitado do wind surf, as si em par rc e c on t ra, al g eu made ria q ue anda ria numa car rim n h a se s em al h ante, e o que par rc ce um am z i l de uma fac de man te i g ac q ue en t ra ria no p es de q eu em ia aol ado do condo do tor, no do lugar do morto, ref apv, o um es mo deque do pata do primeiro gato eu em quadrado da ue mor do rato europeu,

Na auto-estrada cascais Lisboa a chegar a s pedro, que fora onde a teresa vivera como o seu anterior namorado, o tal das lojas da roupa, que um dia aqui entrou a propósito das visoes de alges, do no do dafundo, assim agora se desvela em complemento

Na au ot es t rada ca sc a si lis ba ac he gara s pedro, q ue for a onda a t r es a v iv vera com o os eu ante r iro namora ado, o ta l das lojas da ro up aqui do q ue primeiro dia aqui en t ro ua pro p roi st o das v is o es de al g es, do no do da fun do, as si em agora se d es vela em co mp le men to

No sinal vermelho, ele o ( condutor) sai apresado do carro, passo largo a explicar-lhe a ela a secreta intenção de a deixar pra trás, e n embora ela o pressinta, não deixa de ir na sua pegada

No do sin al vermelho, ele o leo en t r epa par ren te isis sis condo do tor da en sa ia ap r es sado do carro, p ass o l argo a e x p lica ar do traço do primeiro un gato do primeiro espanhol esa el lea da secreta in t en sao dea ad e ix ar p ra t rá se en em bora el la do circulo pr es sin t an cão de ix ad e e rna s ua pe gada


Ora aqui se apanha o rapaz, pois diz que ele é o leo do sin da norte sul vermelho, o condo do tor, da as do ia do pr sado espanhol, o do chicote , com relaçao ao primeiro do argo, francês, e responsável pelo traço no primeiro da un espanhola da secreta, ts. Na ten inglesa, em bora, do el do la circulo, do pr espanhol do sin anc cao do nono da ad e rna será pega, o u use seja,

O ra aqui se a pan h a o ra p az, pp o is di z q ue el e é o leo do sin ad primeira ano no ret do sul, noret sul vermelho, o condo do tor, da as do ia do pr sado espanhol, o do chico te mc om da relaçao ao pr e mr o do argo, fr anc espanhola se, e r ep ps son s ave l p elo t r aço no prime rio da un es pan hola da secreta, ts. Na ten inglesa kapa es sa, em bora, do el do la circulo, do pr espanhol do sin anc cao do nono da ad e rna serra se rá , é ra , cera ser, ps ega, co circulo do vaso do seja,

Ou seja, existiu uma paragem na vida dos dois, a explicar-lhe a ela a secreta intenção que ela pressente e mesmo o pressentindo, vai ela atras dele, ou seja existe aqui um erro de lógica em distintos e múltiplos níveis, pois se é secreta, para ele, a intenção de a deixar, ele não a desvelaria a ela,

O use seja, e x is ti u uma para rage mna v id ad os do isa e x p li car do traço do primeiro ingles da a el aa da secreta in te sao q ue el a p r ess en te em es mo o pr es sin t indo, v a e el a at ra sd el leo u seja e xis te aqui prime rio erro de lógica em di s tintos e mul t ip l os ni v e is, p o is se é secret, para e lea in t en sao de a de ix ar, el en cão a d es vela aria da ria primeira ela,

Um sinal vermelho, é como uma expulsão, uma expulsão acontece por falta grave, se ele explica a ela a secreta intenção, deixa de ser secreta, ou secreto, é uma outra coisa que ele lhe explica ou mesmo não, sendo que ela, pelo seu lado, continua atras dele, peugada, ou seja parece que continua a espia-lo, ou seja parece confirmar que a historia que a teresa um dia me contou de ter estado para pertencer ao sis, se calhar era cobertura de realmente a ele pertencer, ou seja a relaçao com eles parou porque ele percebeu que ela o espiava

Um sin al verme l h o, é com o uma e x pulsao, p vaso do primeiro da são, uma e x p lu sao ao cn tec e por f al t a g rave, se e le e xp li ca a el a ase sec secreta in t en sa º o , de ix ad e ser secreta, o use c r e to, é uma o u t ra co isa q ue el e primeiro ingles kapa do primeiro espanhol e x p li cao primeiro vaso es mo n cão, s en do que e la, p elo s eu lado, conti nu a at ra sd el é, peu gada, o use seja pa rece q ue conti nu aa es pi a do traço do primeiro inglesa alo, o vaso do seja par rc e c on fi r mara q ue a hi s tor ia q ue a teresa primeiro dia mec on to u de te rato do estado do para que pertence ao sis, se calha ar we ra cobertura, de r e la mente a el e per t en ser, o use seja a r e la ç º ao com el es par o up por q ue el e per rc e br u q ue e la o es spi do pi da ava

Norte escada de sete degraus, grafado, N, com uma seta vertical que atravessa a diagonal, e depois orte, o rato tc en te rata par e rn te sis,

No rte es cado de set e de g ra us, g raf ado, N, com uma s eta verte i ca l q ue at r v es a a dia g on al, e dep pi s orte, o rato tc en te rata par e rn te sis,

Do outro lado da marginal, as casas encavalitam-se umas nas outras ligadas por íngremes escadas, brancas cor de cal, que lhe dava um ar de estarem como se cobertas de chantily, formas arredondadas, a lembrar mais uma aldeia cretense, ela vai atras dele que sobe apressado as íngremes escadas

Do o u t rol ado da mar gina al, as ca sas enca ava li tam do traço da inglesa se uma sn as das outras dos li gados por ingles rem es esca da s, bt ancas cor de c al, q ue l he d ava do primeiro da ar de est ar rem com o se c ob e rta sd e che tily delta, formas ar red don dad es, a l em br ra ma si uma al deia c r e ten se, el a vao at ra s de le q ue s ob e ap r ess sado as ingles rem es esca da s

Desenhei um conjunto de casas cubicas , oito, dez ou onze, que parecem ser do sul, co, pateos em telhado, que tanto poderá ser uma aldeia grega como nas canárias, norte de africa, ou mesmo alfama pela disposição , não pelas formas,

De s ene h rio um c on j un t ode ca sas cu bica s , o it to dez o u on ze, q ue pa rece em ser do sul, co, pa teo s em te l h ado, q ue t anto p ode ra ser uma al de ira g r ega com on as c ana ria sn orte de af ric a, o um es mo al f am ap el a di s posi sao , n cão pe l as das formas,

A primeira casa a esquerda do desenho, é como uma pedra cubica com pateo em cima, e um delta deitado na parede de frente , sendo que a linha vertical está quebrada, como pode parecer ser, o delta, uma racha que quebra a vertical, e cujo pé deitado aponta a cruz primeiro set, numa parcela de uma soma ao lado, que assim reza em seu todo, en te rata par e rn te sis primeiro, da dupla tríade, do medico, diga trinta e tres, masi dezassete igual a cinquenta que é por sua vez igual a estrela inclinada, a estrela opositiva as virtudes cardinais, estes numeros e numen correspondem a o alçado da primeira casa que masi é uma pedra pois é a única que não trás desenhos em seu interior, como as outras tem

A prime ira c asa a esquerda do de s en hi, é com o um ap da pedra cubica com do pa teo em c ima, e um delta de it ad na pa rede de fr en te , s en do que da primeira da linha verte e ca al e stá da quebrada, com o p ode pa rc ee rato ser, circulo do delta, primeira racha q ue q eu br a ave rt ica l, e cu jo p é de it ado ap da ponta da primeira do ac da cruz prime rio set, nu ma pa rc cela de uma s oma aol ado, q ue as si em r e za em s eu todo, en te rata par e rn te sis primeiro, da dupla t riade, do medico, di gat rin t a e t r es, ma si dez a sete e g ua a cin q u en t aqui do q ue é por s ua ave z i g ual primeira estrela inc l ina ada, a es t r e la op os it ti cv a as vi r rude es car dina si, es t es nu primeiro ero rose nu me sn co rr es pe on de ema o al ç ado da primeira cas q ue ma si é primeira pedra p o isé a única q ue en cão t rá s de s en hd os em s eu in te r iro, com as o u t ra s te maior

A segunda casa, tem uma janela elevado com um cruz e no telhado se le , n homem da cruz primeira so segundo onze da baliza do seth, do seu telhado desce a escada íngreme, que é ma rua e que desenha um z, de zorro, no inicio da subida se ve uma pessoa a subir as escadas, a rua é representada por dois traços com dois carris, o braço da direita toca o carril direito e do pé esquerdo como uma vesica, sai um anzol, que desenha uma cruz no carril da direita, ou seja o pé esquerdo que fez o x no carril da direita, assim parece este pedaço deo desenho contar

A se gun d ac asa, te m uma j ene la el eva ado com do primeiro da cruz e no tela hd o se le en homem do om da me da cruz da prime ira serpente do circulo da se da gun do em ze da bal iza do seth, do serpente do eu da tela hd, fr, ode sc e primeira esca da ingles reme, quadrado da ue é mar ua e quadrado da ue de serpente da en homem da a um zorro, de zorro, no inc in ioda ser ep on te do ub da bid, id primeira da ase da eve primeira p do ess primeira do as do ub ira serpente da esca da sa rua é rato e cruz rato espanhola neta ada por do is t ratos aços com do dó do is dos carris, o br aço da di rei tat toca do ca rr i l di r e to e do p é es q eu dr ado com o uma ave isca, sa e primeiro e zo l, q ue de s en h a uma cruz no carril da di rei tao u seja o p é esu e r dao q ue fez o x no carril da direita, ss em pa rece este peda aço deo de s en ho c on cruz do rato da ar

Nas outras cacas leio, onda , ou til , homem cruz segunda do onze do primeiro set do fuso iv el do pp elevado, da cruz tombada para a direita do omega deitado, triângulo de fogo do quadrado da primeira do ll do rectângulo da ot dos duzentos ti, espanha nina alfa for mula quatro, do triângulo de fogo da arcada da cruz deitada para a direita do principe da seta zorro do home do proveta, alquimico, cinquenta e tres

Na s o u t ra s cas lei o, onda , o u til , h om me cruz segunda do onze do primeiro set do fuso iv el do pp elevado, da cruz tom b ada do omega de it ado, t rie en gilo de f ogo do qua dr do da primeira do ll do rec tan gula da ot dos duzentos ti, es pan do ham nina alfa for mula qua at ro, do t rie en a gula de fogo da arcada da cruz deitada para a direita do principe da s eta, ou zeta zorro do h om me do por v eta, pro v eta, cin q u en ta e t r espanhol hi

A escada que serpenteia as casas é tambem como um Z, para alem de um N, ou seja equivale a n com a seta para cima do ( orte tc) nz, neo Zelândia,

A esca ada q ue ser p ene net teia a as ca sas é ta m b em como um Z, x, para al e made ira z de um N, o vaso do seja e ki iva do vale anc oma serpente eta para circulo do ima do ( orte tc) nz, neo ze lan do dia,

Ela vai atras dele que sobe apressado as íngremes escadas, e depois desta frase por debaixo dao casario, um outro parece subir por um corrimão que é como uma espada, ou seja o home da espada da direita

El av aia t ra sd el é q ue s abe ap r ess sado as inglesa rem as esca da se d ep o is de sta f ar se por de ba ix o dao c asa rio, um outro pa rac e s ub i rp por um co rr ima o q ue é com o uma ea es pada, o u seja o h om e da es ap dada da direita

Ela vai ficando para trás até o deixar de o ver, que ,incapaz, riscado, quando se reconhece incapaz de lhe acompanhar o ritmo, desiste voltando a descer, quando o he encontra de novo na auto-estrada houve o seu grito, o que a leva a voltar as escadas correndo, quando por fim chega a uma praça, ele está no chao, coberto de sangue que lhe sai golfando do corpo vc vsff s eta,

El ava e fi can do para t ra s at é o de ix a r de ove r, q ue ,inc a cap az, rato da isca do, qua ando ser rec on he da ce do inca da paz de primeiro sin circulo do he do ac om mp anha rato ori tmn o, de sis te vo l t ando a de sc e r, q ua ando o he en c on t ra de n ovo na au t ro es t r ada h o uve o s eu g rito, o q ue al eva a v o l t ra as esca da s co rr en do, q ua ando por fi m c e he g a , a um ap r eça, el e est á no chao, co be r to de san g ue q ue l he sa e golf ando do corp o v c v s ff s eta,

Contudo ela não se consegue aproximar dele por causa da multidão que entretanto se juntara

C on tudo e la lan do cão da sec em se g ue par ap o r ze mar del e por ca au usa da mul ti dao q ue en t r eta n to se j un tara

Depois um outro desenho, ele deitado no chao, como uma folha de um pinheiro, rodeado de uma multidão que o cerca, um traço inclinado com duas setas em cada estrema , como marcando onze , cinco, ou estrela do onze, e do outro lado da linha a teresa sozinha, tentando olhá-lo, outra seta parte da multidão em angulo recto, como fazendo uma cruz

D ep o is um outro de s en ho, ele de it ado no ca ho, com o uma fo l h ad e um pinheiro, ro dea ado de uma mul ti dao q ue o ce r v a um t r aço ein c lia ando com du as s etas em c ada es t r ema , com o mara cado on ze , c inc o, o u estrela do onze, e do outro la do da linha a teresa s oz in h a, t en t ando o l h á do traço ingles prime rio do circulo, outra s eta p arte da mu ti dao em a gula recto, com o fazendo uma z ru s m cruz


O mais curioso é ele a olhá-lá com um olhar que ela não acredita que ele pudesse ter naquele momento, em que enfrentasse a morte, pois como depois acrescentou, ele estaria de acordo com o seu caracter, virado para si mesmo, para a sua dôr, não lhe indo pedir ( o olhar pede? ) o quê? aqui a teresa não disse. Tenho que perguntar-lhe

O maís cu rio s o é e lea o l h á do traço da inglesa l á c om p rie miro olhar q ue el anão ac red di t ac q ue el e p u de s se ter na q eu le mo me nn to, em que e fr en a ts sea mo rte, p o is com o d ep o is ac r es c en to u, el e est aria de ac x o r do c om o s eu ca rac te r, vv irado para si me s mo, para a s ua d ô rn cão l he indo ped di dr ( oo l h ar pede foice ) o q u ê foc cie traço ove eri ca l aqui a teresa n cão di s se. T en hoque per g u h n t ra do traço do primeiro ingles

Ele afasta-se, a teresa tenta inicialmente acompanhá-lo, depois perde-o de vista e desiste, nesse momento, ele grita ( grita o que? ) ela corre para ele, ele esta a morrer no chao a esvair-se em sangue, a teresa não lhe consegue chegar impedida pela multidão que entretanto se juntou, ela duvida que ele a pudesse olhar assim , uma estrela asterisco inclinado dentro de um circulo, é a imagem do homem no meio da multidão que o cerca, num desenho que aqui está como remetencia, que não existe, ele foge dela, ela quer lo, ela ve que não pode, ele chama-a, ela vem, ele está a morrer, ela nao lhe acode, impedida pelo mundo, ela quer ver o amor nel, mas não ve, va a dor, assim eu reduzida os termos da sinopse da acção do sonho que ela me contara, mas como tendo sido ela a contar, a lógica , masi provavelmente se encontra invertida, no seu narrar, ou seja , naquilo que le ela me contou

El e a f as t a do traço da inglesa se, a teresa t en t a inc ila mente ac o mp anhá do y traço do primeiro ingles do circulo, de oe us pd e rato do de v ista e de iste, ness e mo m en to, el e g rita ( g tita o q u ^^ e foice ) e l ac o rr ep do para ele, ele e sta am mor r e rn nono chao a es v a i r do traço da inglesa se em san g ue, a teresa n cão l he c on se h ue che g ar im ep dida pe la mul ti dao q ue en te rta ant se j un s ot u, el ad u v ida q ue e lea p u de s se ola ra ss em , uma t es r e la art e r isco inc l ina ado d en t ro dd e um circulo, é a ema mage made ria do home no mei o da mul ti dao q ue do circulo da cerca, nu primeiro de s en hoque a q u e st rá com o reme t en cia, q ue n cão e xis te, ele f o ge de la, el lac eu rato do traço ingles primeiro do circulo, el ave q ue n cão p ode, el e ch ama do traço ingles da primeira, el a ave mel e e stá a mor r e r , el ana p le h a code, i me p dida p elo mundo, el a q eu r v ero amo rn el, mas n cão v eva primeira dor, ass em e mr red u z iad a os te rm os da sin pse da ac sao do s on hoq eu e la me c on tara, maso com omo t en do s id o el a ac on t ra, a ligi ca , ma si pro ova ave le m net se en c on t ra ine v rt id ano s eu na rr ar, o use seja , na q eu i l o que le el a meco n to vaso

Pois, é obvio ao isto agora rever, que são distintos os pontos desta narração cuja bota não bate com a perdigota, nomeadamente , se ela quisesse chegar a ele, nas condições descritas, não seria o circulo da multidão que a impedira, tambem a interpretação do psicologia inicial das motivações, não me parece muito sustentável, nem sustentado,

P o isé ob vi o ao is to do agora rever, q ue são di s tintos os p on to sd e sta na r raçao cu j ab OTAN cão bate com da primeira per di g ota, no mea da em t ne , se el a qui ss es e che g ar a elena s condi ç o es dec tita s , no os e ria o circulo da mul ti dao q ue a i mp pede ria, t am b ema in t r ep r eta sao do psi c olo gema in cila das m ot iva ç o es, n cão me ap rece mui to s us t en t ave l, ne ms us t en t ado,

Emerge do corte das palavras , uma historia de pedes, abusadores e sados , que qui se desvela, e como eu hoje muito bem sei, que a teresa, sempre foi uma pessoa muito manhosa, e muito atenta a chamada gestão da verdade, aquela que lhe é conveniente, acho contudo estranho, pois terá sido este sonho logo no inicio da nossa relaçao, a nao ser que como por outras pistas tenho deduzido, já viesse com esta fisgada

Em me mer g ue do corte das pal vaso do ra s , primeira hi s tor ia de pedes, ab usa dor es e sados os, q ue qui se d es vela, e com o eu h oje mui to b em seia teresa, se mp ref o i uma pe s o am u it o man h o sa, e mui to a t en t a ac ham madeira g es tao da ave r sd e, aquela q ue l he é c on vin ine nete, ac ho c on tudo es t r anho, p o is te rá si do este s on h o ç l ogo no in cio da no s sa relaçao, a anao sw e r q ue com o por o u t ra s pi sta st en h o ded u z id o, j á vi ess e c om e sta fi sg gada

Um outro desenho ao lado do período do depois dos dois desenhos das duas personagens que se cruzam, uma que sobe o casario, ela, e o uma outra que parece masi descer, mas tambem pode subir, está um corpo, sem cabeça, com o sangue que lhe sai do peito e faz um poça, quando agora olhei, me pareceu, uma mandragora, que o agarrava, o outro pormenor curioso, que de alguma forma se reflectiu , na sequência de tiros nos pés, e que só um pé, o direito, tem sapato, como um bico, o home do sapato de bico e sem cabeça da mandragora, que remete para uma imagem sobre uma mulher, numa prancha do manara, ou seja parece remeter tambem para assuntos italianos,

U m o u t ro de sn e ho aol ado do per id o do d ep o is do s d o si de sn e ho sd as du as per son gan es q ue sec ruza am, uma q ue s ob e o ca sario, el a, e o prime rio umo u t ra que par ce ema si de sc e rm as t ema ab em p ode s ub i r, e stá um corp o, se m cab eça, com o san g ue q ue l he sa id o pei to e f az um p aça, q ua ando agora o l he i rm me par e c eu, uma man dr agora, q ue o a gor rav a, o outro por m en o r cu rio s, q ue de al gum a forma se r efe l ct ti u , na sec un cia de tir os no s pé s, e q ue s ó primeiro p é, o direito, te m sapa pato, com o primeiro bico, o home do sa pato de bico e s em cab eça da man dr o gara, q ue reme te para uma mai mage made ria s ob r e uma mule h rn uma p ron cha do manara, o u seja par ser e meter t am b em pa ar as sun ts it al ian os,

Estes sonhos se encadearam aqui neste capitulo, pois o primeiro tinha tido um eco real em lisboa, e como sempre é a vida e o novelo, quando se puxa um fio, as coisa à sua volta se movem tambem, como a Alma diz, se move, da forma como eu, me movo, o reflexo, a que chamo eco, fora uma imagem de uma peça de teatro gastronómico de um grupo belga que por lisboa passara, onde um precisa imagem me ficara a ressoar na memória, pois era uma insinuação muito clara, um homem, de joelhos em cima de uma bancada de metal que tanto podia ser de alumínio , como de um hospital, embrulhado em papel isolante de cozinha que remetia para uma imagem que eu tinha ilustrado em video sobre a respiração da terra, o condutor, dava-lhe as paginas tantas uma palmada no rabo, como a sugerir a leitura de jogos sado, uma bela rapariga loira pequena aparecia na imagem, uma rapariga que me pareceu ser a que me cruzei subindo para o chiado, e que só dei por ela quando já se tinha comigo cruzado, e como é obvio, tambem, depois de aqui os transcrever, eles próprios se corporizam em novos fios, no real, aqui em meu lugar

Est es son h os se enca dea aram ram aqui nest e c apit u lo, p o is o prime iro tinha t id o um e co da real em l is boa, e com o se mp r e é av id a eon ove lo, q ua ando se p ux a um fi o, as co isa à s ua vo l t ase mo ove em t am b em, com o a Alma di z, se m ove, da for ma c omo eu, me m ovo, o r e for mula one e xo, aqui da ue c ham oe co, for a uma ema mage madeira de um ap eça de t e rt ro gás t ron o mi cao de um g rup o belaga q ue por l is boa p as sara, onda um pr e cisa i mage maior me fi cara a r esso ar na me mor ia, p o is e ra uma in sin ua sao mui to clara, um h oe em, de joel h os em c ima de uma ban c ada de met al q ue t ant o p o dia ser de al u minio , com ode um h s o pita l, em br u la hd o em pap el is sola ante de cz oni ham q ue reme tia para uma mai mage m q ue eu tinha i lu s t ado em cv i e os ob rea r es pi s raçao da te rr ra, o com du tor, d ava do traço ingles kapa espanhol l he as pa gina s t antas uma pl amado no rabo, com o a s u ger ira lei r tua de j ogo s sado, uma bela ra pr tiga loi ira pequena ap ar e cia na i mage m, uma ra pa riga q ue me ap rec eu se ra que mec ruze is ub indo para do circulo do chiado, e q ue s ó de ip por el a q ua ando j á se tinha co mig o c ruza ado, e com o é ob vi o, t am b em, d ep o is de aqui os t ra ns c rever, el es por rp rios se corp o riza am em n ovo s fio s, no rea l, aqui em me u lu g ar

Uma frase , uma só nota no meu caderno, a este desvio aqui me fez chegar, e nem trago mais agora paciência para analisar em maior detalhe, sobretudo este ultimo sonho alheio, pois estou zangado comigo mesmo de todo este trabalho, deixando masi uma vez para segundo plano o processo para o tribunal europeu, alias, quando acabar estas notas, que ainda trago comigo sobre uma conjunto variado de assuntos, termino de vez este fazer, pelos tempos mais próximos, ou quem sabe mesmo longos e definitivo, quanto o definitivo nunca bem o é, pois assim o sabemos e conhecemos

Uma fr ase , um as ó n ota no m eu cade r no, a este de s vi o aqui me fez che ega r, en em t rago mais agora pa cie en cia para ana liza rem maio r d eta alhe, s ob r e tudo este u l t imo s om n h o al he i o, p o is es to u zan gado co mig o me s mo de todo este tr aba alho, de ix ando ma si uma ave z para se gun do p l ano o pro c ess o para o t rib un al eu rop eu, al ia s, q ua ando ac aba r e sta sn ota s, q ue a inda t rago co mig o s ob r e uma c on j un to v aria ado de as sun to s, te r mino de eve ze ste f az e rp elos te mp ps mais pro x imo s, o u q eu em s abe me s mo l ong os e de fi ni t iv o, q ua anto o de fi n i ti vo n unc ab emo é, p o is as simo s abe emo s mose c on he cem os

Iam neste ponto as minhas notas, que alguns, já conhecem , pois estão no caderno que me levaram, o sonho de noventa e seis, o primeiro aqui narrado, como mecanismo de controlo, e provavelmente com objectivo muito mais escuro se atender-mos a que no meio disto, tambem está roubo de filhos e de sangue e saberá Deus mais em que extensão

Iam nest ep on to as min h as n ota s, q ue al gun sj á c om he cem , p o is es tao no cade r no q ue me l eva ram, o s on h ode no v en t a e se is, o pr me io aqui na rr ado, com o meca ni s mo de c on t rolo, e por v ave l mente com ob js t ivo mui to mais es curo se a t en de r do traço do ingles mosa q ue no mei o dd it ts o, t am b em e stá ro u bo de fi k ho sed e san g ue e s abe rá De us mais em q ue e x t en são

O sonho de noventa e seis, o mecanismo de controlo, operado por duas mulheres, reflectia-se no cato do cozinheiro, peça belga aqui em cana, onde as pessoas, comiam simbolicamente o corpo, palmada no rabo do homem, a imagem do dungeon, dalila, em versão loira, dalila e paula, as duas psi? Paula e teresa maia, Britt, o adn que era invencível, que sempre levava a sua a frente, como imagem de produto toxico, a abrir o leque da interpretação dos parâmetro da tal chamada de crise financeira mundial, remetendo especificamente pata o trafico de genes, e o plasma, como imagem de sangue francisco, antonhy francis bacon, presunto, porco, casinos asia, o passe no sporting na eleição das sete maravilha no mundo, a bela rapariga de novo a aparecer na montra da perfumaria, com um dizer, logo a seguir a eu ter escrito publicado a carta ao clinton, insolence, olhando-me ela com ar assim meio espantado, meio paixão, que bela é, não, bela rapariga, não sou insolente, pode crer, se mesmo quiser ver, venha-me muito beijar, que sois bonita de se ver, o financeiro do expresso, o financeiro ligado ao adn, que declina tambem em ad do dn, o dos bigodes, federação portuguesa de futebol, criologia, a bala passou ao lado do bico de cisne, assim o espirito me disse, do cisne da cas pia, bush, aguardela, rancho, infecção nos dois, assim tambem o espirito me desvelou, que tanto ele como eu tinha-mos sido infectados com o mesmo, o quê? Não especificado como de costume, nestas linhas que insinuam mais uma vez a minha morte, estrela cadente, estava reflectida no anuncio d banco do bpi, credito pessoal, assim dizem, relaçao com a leitura que se dera aqui em casa da figuração da estrela a riscar o ceu ao lado do bico do cisne, no quadro do michel parker, já narrado no Livro da Vida, smith, ligação a angelina jolie ou seu espelho aqui, vera k, o cowboi, mama mia, ou mama da mia, a bela actriz, da ponte, a pontes, a ponte, a leonor, a mae da mia, a leonor do cm, o anel de mia, o rufar dos tambores,

O s on h ode noventa e seis, o meca can ni s mo dec on t rolo, o pera do por du as mul h r es, r e for mula one e ct iad o traço da inglesa seno cato do c oz in he iro, p eça belaga aqui em c ana, onda as pessoas, co mia am s im bo li ca cam que mente o corp o, pala amado no do rabo do homem, a ema mage madeira do d un ge on, da lila, em vera circulo do verão da loira, da lila e p au la, as du as psi foice paula e teresa maia, Br it to ad dn q ue e ra in v en c iv el, q ue se mp r e l eva ava as ua a fr en te, com o ima ge madeira de pro du toto xico, a ab r iro le q ue da in t r ep r eta sao dos para metro da t al c ham da de c rise fina e cide ra mun dia l, reme t en do es pe ci f ica mente pata o t raf fi co de g ene s, f ra n c sico, e ton homem do delta maior do fr ab c is bacon, presunto, barcelona porco, ca s nino sas ia, o pa ss en sporting na e lei coa da s sete mara av ilha no mun do, ab el a ra ap rig ad en vo a ap recer na mon t ra da peru na ria, com um di ze r, l ogo a se gui ira eu ter es c rito pub li cado ac a rta ao c lin ton, in sol en ce, o l h ando do traço da inglesa me e lea com ar as si m mei o es pea n td om e io p az x cao, q ue be la é, n cão, bela ra p riga, n cão s o i u in sol en te, p ode dec r e r, se me s mo qui ise rato v r e r, v en h a do traço da inglesa me mui to bei j ar, q ue s o i sb oni t bonita, ad e se eve ero do fina ce iro do e x press o, o fina ce iro li gado ao a dn, q ue dec l ina t am b em e mad do dn, o dos bigodes, feder raçao portu gui es ad e fi u te bo l, c rio l o gia, a b ala p ass o ia aol ado do bico de c is ne, as simo es pei tome di s se, do c is ne da cas pi a, b s u h, a h ua r de la, r anc h o, in fec sao no s do is, ass em t am b emo es pei tome d es velo lou, q ue t anto el e com o eu tinha do ingles mos s id o in fe cta do sc om o me s mo, o q u ê foice n cão es pe ci fi cado com ode cos t um me, nest as das linhas q ue in sin uam mais uma ave za am min ham orte, estrela cade dn dente, e stva r efe l ct id ano na un cio d ban co do bpi, c red it o p esso al, as si em di ze em, relaçao com da primeira lei tura q ue se d e ra aqui em c asa da figo raçao da estrela ar isca aro ceu ao l ado do bico do ci sn e, no q ua dr o do mu ca h el p ar k e r, j á na rr ado no L iv rid a V id a, sm it h, li g ac sao a ange l ina jo da lie do circulo da use vaso do espelho aqui, vera k, o co w no ema ma mia, o um ama da mia, a b e la ac ti r zorro da ponte, a p on te sa ponte, a leo nora mae da mia, a leo na o r do cm, o ane l de mia, o ru f ar dos t am bor es,

No caderno ainda de seguida um diagrama das posições na igreja, entre as personagens que ali espelhavam outras, s miguel , o da espada da ilha de são miguel, como um infinito em pé. rodeado de dois seres como dois alicates de corte de arame, am sam aro serpente do brás. S, brás e alportel alentejo, alemão loira, cavaleira, imagem de pfeiffer, farmacêutica, palmeiras, cabila, a cavaleira da kundali, actriz , eu, a psi morenas das tranças, la lune blue, a serpente do brás, casa da moeda, imprensa nacional,, rua da emenda, a relaçao com a ps, a ps psi, seis pontos, do triângulo de fogo inclinado com uam espécie de cerca espinhas, nos lado a partir do angulo da direita com uma triângulo por cima como uma vela inesh foice, x , um x grande, ao lado

No cade en o a inda sd e se guida um dia g ram da s posi ç o es na igreja, en t rea s per sin g ane s q ue al i es pe l h ava am o u t ra ss miguel , o da es pada da ilha de são miguel, com o primeiro in fi ni to em p é rode ado de do is seres como do is al i cat ts de corte de ar am me, am sam sm primeira do aro serpente do brás. S, brás e al p orte l al en tejo, al ema mao loi ra, c ava leo rai mage made ria d ep fei ff e rf arma ceuta tica, palmeiras, cab ila, ac ava leo ra da k un dali, a x t riz , eu primeira psi mor renas det ra sn ç as, la l une b l ue, primeira serpente do brás, casa da moeda, i mp r es na na cio na,,, rua da emenda, primeira da relaçao com a p ps, a ps psi, se is p on to sd o t rian gula ode f ogo inc l ina do com uam es pe cie de ce rca es pei n h as, nos l ado a a pr tir do angulo da direita com uma rian gula por cima, com o uma vela ine s h f o ice, x , um x g rande, aol ado

This video has been removed due to terms of use violation, , era a mensagem falsa de erro que aparecera depois da infindável tentativa de up load, do video, assunto já aqui abordado e publicado que me levou pela sua natureza a mais um detour, uma volta no caminho, de seguida a cara em ingles tambem publicado em consequência de masi este passe dos bandidos

T hi s v id e o h as be en r emi v ed d ue to te rm ms o f use viol a ti on, , e ra a men sage em f al s a d ee r roque ap ar e cera d ep o is da in fi n da ave l t en tati iva de up lo ad, do v id e o, ass u t n j á aqui ab o rda dado e pub li cado q ue me l evo u pe l as ua nat r ur es a mais um det o ur, uma vo l t ano caminho, de se guida primeira cara em ingles t am b em pub lic ad em co nse q eu en cia de masi este p ass e do s bandidos

Na rua, o espirito acrescentou, a cobra e o angulo, o anzol do padrão escoses da mantinha dentro do renault twingo, é rapariga do sistema operativo da italiana, e tapetes do home que mora na casa quinze da rua capitão palla, que trás relaçao com a sandy francesa, pela moldura do espelho, passara depois na loja da rapariga e o espelho lá estava, lhe perguntei, mas não o vendeste, que sim, mas que não o tinham vindo buscar, curioso, ali está um ao pé de mim, posto numa parede de um corredor de forma que eu ao passar possa ver a moldura, como a sugerir que fosse este teu, que aqui continuas a ter na loja, ah, sim, espantada, a bela rapariga à informação, o vaso de sabado, é de dc, amigo da curry, a rapariga com ligação aos piros, ou seja ao grupo de ibiza, nana alfa tan, da cruz, que eu meu desenho é equivalente a da igreja onde a lucinda foi velada, angulo superior da esquerda, cn, au

Na rua da ae da ua, o es pe rito ac r es cento ua primeira cobra e o angulo, oe e zo l do padrão es cose s da man tinha d en t rod o rena au l t t w in g o, é ra pa riga do sis t ema opera t iv o da italiana, e tap pet es do home q ue mora na c asa quin ze da rua c apit tao pa ll aqui q ue t ra serpente da relaçao com da primeira sandy francesa, pe la mol dura do es pe l ho, p as sara d ep o is na loja da ra ap riga e o es pe l h o l á e stva, l he pre gun te ima s n cão o v en de ste, q ue si m , masque n cão o te in ham vaso indo b us car, cu rio s o, al i e stá um a o p é de mim, p os to numa pa rede de um co rr red o r de forma q ue eu ao p ass ar p os sa vera mol dura, com o a s u ge i r q ue f os se est e te u, q ue aqui conti ua asa te rna da loja, a h, sie em, es pan t ada, a b e la ra pa riga à in for maçao, o vaso de s ab bd dao, é de dc, amigo da cu ur y, a r ap a ro ga c om li g ac sao aos piros, o u seja ao g rupo de ibiza, nana alfa tan, da c ur, q ue eu me u de s en h o é e qui iva valente, a da igreja onda al u inca ad o fi v ela da, na h u lo s up e o roda esquerda, cn, au

Outra manta escocesa me aparecera depois, na montra por detrás do skoda da marta, Camila, é o nome da loja, como a dizer, cam da mila ilha, e la, e agora um outro carro vermelho acrescentava, ser o ka, assim a leitura era sugerida, fora este fio depois ou a volta do tempo da leitura do choque dos dois carros o da polícia azul e branco, e o fuschia que se reflectia no espelho invertido da linic, já aqui abordado, o carro da polícia em sua matricula, dava a indicação do ano, em noventa e nove, ou do duplo nono, e no espelho do cartaz no eixo, onde se lera a pala, ou seja cobertura, o noventa e nove, é um sessenta e seis invertido ou seja com relaçao a um dos grupo la sessenta e seis , invertido, assim depois pelo pensamento com base no visto, se me desvelara

O u t ra manta e cose z am me ap rec e ra d ep o is, n am on t ra por det ra sd o sk o dada marta, cam ila, é o noe em da loja, cc omo a di ze rc am da mila ilha, e la, e agora um o u t ro do carro vermelho ac rec en t ava, ser o ka, aa s sima primeira lei tura e ra s u ger rid a, for a est e fi ode p o is o ua vo l t ado te mp o da leitura do cho q ue dos do is car roso da pol i ca az u le br n co, e o f us c hi aqui da ue ser efe l ct ia no es pe l h o in verte o dd a l in nica, j á aqui ab o rda dado, o carro da poli ca i em s ua mat ricula, d ava a indica caçao do ano, em n ov en t a en ove, ou do d up lo nono, e no espelho do cartaz e no e ix o, onda se la e ra ap al a, o u seja co be r tura, o n ove en venta en ove, e é um se s senta e se is in verte id oo u seja com da relaçao a um do sg rupo la se s sena te se is , in verte ido, as si em d ep o is p elo pen sam en to com base no vi s to, sémen d es vela lara

Um aviao caíra na América, estranhamente levava a bordo a senhora de um dos homens que morrera nas torres, depois de uma estranha intervenção de obama, que a dera como exemplo de uma esposa lutadora que honrava a memória do seu homem, e que lutava pela obtenção da verdade, como muitos outros, que querem com seu direito de saber ao certo o que se passou e quem são os responsáveis por tamanha terrível matança, o pormenor estranho, no discurso de obama que a dava como exemplo, fora uma cortina amarela em contra luz que estava por detrás dela, ia ela de viagem a caminho do memorial a seu marido, quando o aviao caiu, ao ver a imagem , logo em mim subiu a certeza ao ver as rodas para cima no monte destroços, as rodas do carro fuschia, que entraram aqui antes da queda como referência a taiwan, quadrado s argento, dois furos no chassi

Um avia o ca ira na am erica, es t ra n ham am en te l eva ava a b o r do a s en hor ad e um dos h om ne s q ue mor r e rana serpente das torres, as torres da cobra , d ep o is de uma es t r anha inter v en ca º ode ob maque ad e ra c omo e x e mp l ode uma es pe os a luta dor aqui do q ue h on rav a am emo ria do s eu h om em, e q ue lu t ava pe la ob t en ç ad a ve r dade, com o mui to s o u t rosque q eu rem com s eu di rei t ode s ab ero ac e r to q o q ue se passou e q eu em são os r ep ps os na ave is por t am anha terri v el mata ança, o por me en o r es t r anho, no di sc curos de ob maque ad av com o e x m ep l o, for a uma cortina am ar 4 el a em c on t ra luz q ue e stav ap por det ra s de la, ia ela de vi a ge ema caminho dom emo r ira l as eu mar id o, q ua ando o avia o ca i ua ove vera rai mage madeira , l ogo em mim s ub o ua ce r te za a ove ra s rodas para c ima no monte de st reo coa sas rodas do car ro f us hi aqui da ue en t r aram aqui ant es da queda com o r e fr en cia a t a i w an, quadrado s argento, do is f ur os no c h as sie

Ou seja como se desvela no corte das palavras, a madeira, foi posta tambem aqui em casa pelos que entraram, como já o tinha dito e feito a demonstração, e estes filhos da puta dos policias nada fazem como de costume, assim ficam com masi este sangue na mao, filhos da puta e bandidos!!!!

O u seja com o se d es vela no corte das pala av ra asa madeira, f o io da posta t am b em aqui em c asa p elo s q ue en t r aram, com o j á o tinha dito e f e i to a demo sn t raçao, e est es fi l h os da puta dos pol i cia s n ad a f az em com ode cos t um me, ass em fi icam com ma si este san gi en primeira mao, fi l h os da puta e bandidos!!!!

Na sequência na ordem do acontecer, o sonho, que já entrara em sinopse, uma parte, assim o oráculo se manifestara

Na asa da sec da un cia na ordem do ac in tec ero s on hoque j á engles gt rato ra em sin pse, uma p arte, ass simo o rac culo se m ani f es tara

Militares, cadetes, napolionicos, faziam grande agitação na sala redonda da ruidosa festa, casacos azuis e vermelhos as calças, as paginas tantas se montavam, usando espingardas como pontes, cadeiras, e aquilo acabava por cair, as espingardas tinham cabos como facas, ganchos que enganchavam assim em modo periclitante, ninguém deles ee magoava seriamente, era uma brincadeira de crianças embora já crescidas

Mi l tar es, cadete s , n ap poli ani nico, f az iam g ram de a g ota sao na sala red don dada rui do sa festa, ca dos sacos az u ise verme le h os as c al ç as, as pa gina s t anta s se mon t ave em, usa sand o es pei n dag rda sc omo pontes, cade ira se aquilo ac aba ac cv a por ca ira s es pei n darda s tinha do ham cabos com o f aca s, gancho s q ue en g ac h ava vam am ass em e madeira da modo per i c li t ante, nin g eu em del es ee mago ava se ria mente, e ra uma b rin ca di ira dec rian ç as em bora j + ac r es cidas

cena II, estava deitado lado a lado com um mulher já crescida aos beijinhos, ela respirava emitindo ruídos estranhos como se tivesse asma, depois lentamente via seus peito desossado, os seis eram dois bicos de papagaio, donde é a senhora ds seios dos papagaios, acho que ia ser operada, oiço agora africa funk yorn, fela kuti, w ano , carro numa espécie de feira, vira a rapariga a subir uma espequei de outeiro de terra batida, tipo estrada de terra batida, entre muita gente e carros estacionados de lado, vira-a de costas , caminhando e subindo, era ruiva seu cabelo, e ia enlutada e eu fiquei triste, era como se estivesse decepcionado em amor a mim,

Cna cena II, e stav ad deo t ado l ado al ado com primeiro mul her j á c r es cida aos bei jin h os, el a r es pira ava emi t indo rui id os es t ran h os com o se t iv ess e as ma, d ep o is l en tamen mente te via se us pei to de ss o sado, os se is e ram do is bicos de pa ap gaio, dom do mne é a s en hora ds se is o dos pap a gaio s, ac ho q ue ia ser o pera ada, oiko agora a fr i ca f un kapa do yorn, fela kuti, w ano , car ro nu ma es pe cie de efe ira, v ira a r ap a riga a s ub bi rum a es pe cie de o u te iro de terra bat id a, t ip o es t ra ada det terra bat id a, en t rem mui ta gente e car ros es t a cio na do sd e l ado, via ra do traço da primeira ad e costa s , ca min h ando se s ub bd indo, e ra rui iva s eu cab elo, e ia en lu t ada e eu fic e u i t r is te, e ra com o se es t iv ess e dec o pc cio n ado em amora mim,

Fez-me lembrar, fez-me agora lembrar, uma feira agrícola que um vez fui no campo mao muito longe de lisboa, seria com a margarida, era de tarde, e o ceu se pôs estranho nesse dia, acho que havia uma capelinha em cima,

Fez do traço da inglesa me l em br ar, fez do traço da inglesa me do agora l em br ar, uma fe ira a gi c ola q ue um v e zorro du ino do campo moa mui to lo mn ge de l is boa, siera com da primeira margarida, e ra de t arde, e o c eu se p ô es e st ren homem do one ness e du a, ac hoque h avia primeira cape da linha e mc ima,

Terceira cena, no cais, ao lado de uma amarra, remeta para a foto no cais, zeta, verticais na ap parede do pontão que desce às aguas, estavam pequenos carris abandonados, os quais eu fui buscar as peças travessões que levei depois a casa de uma senhora, seria a dos beijinhos?

T rec e ira cena, no do cais, aol ado de uma am mr ra, rem eta para a ft oo no cais, z eta, verte e cais na ap parede do on tao q ue de sc e aa s ag ua s, e stav am pe q u en o s carris ab ban dona do serpentes dos os do quais eu f u ib us car as p eça s t rave ss o es q ue l eve id ep o isa c asa de uma s en hora, s rr ia a dos bei jin h os foice

Os filhos da puta que depois de espiar encenam pedaços de meus apontamentos, logo fizeram aparecer por esses dias, ou mesmo talvez antes, neste especifico ponto, uns reflexos nas arcadas da ponte, que são por todos visíveis , e que desenhavam assim com carris de comboio nas arcadas que ligam os pilares, e depois estes efeitos de luz, aumentaram progressivamente no passar dos dias, ou seja, primeiro uma arcada assim, outra depois, e no dia do passe do cabrão com o espelho da senhora dos elfos, um troço do túnel vermelho do comboio por debaixo da ponte, estava ele todo iluminado

Os fi l h os da puta q ue ed ep o is de es pei ar rem en c en am ped aço sd em eu us ap da ponta tamen to s, l ogo fi xe ram ap ar recer por ess es dias, o um es mo t alvez nat es, nest e es pe ci fi co ponto, un s r e for mula one e xo sn as arcadas da ponte, q ue são por todos v isi v e ise q ue de s en h av vam ass em com carris de com boi nas a rca da s q ue li gam os pilar es, e dep pi s est es f e i to sd e luz, au men tar ram pro gre ss iva que mente no p ass ar do s dias, o use seja, prime iro uma a rca ad a ass emo u t ra d ep o ise no do dia do passe do c ab rao com o es ep l h o da s en hor a do s elfos, um t roço dao t une sl vermelho do com boi por de ba ix o da ponte, e stva el e todo i lu mina ado

Quarta cena, num museu ou algo assim parecido, que me remeteu de alguma forma para mna, ultima exposição que lá vi aqui relatada, ou pelo menos a massa do pao desta cena do sonho, poderia vir daí, visto que muitos das pinturas painéis trípticos, como se sabe trazem tambem pintura em cor cinza em seu anverso, e eu andara a espreita-los, era um corredor nessa cas, a anterior, num sitio, um recanto, masi ou menos escuro, uma quadro com um casal, de repente me dou conta ao passar, que não é uma pintura, mas que lá estão os dois disfarçados, o homem não me lembro de quem era, mas a lado era a monica belluci, primeira serpente vaso sn kapa do raro de nl noventa e oito do bar do ra fr, o primeiro do percentil de noventa e nove pact, associação produtores inglês, donde sig ni, sigma, a empresa francês dos plasmas que eu analisei para o pavilhão da expo, que ram representados pelo Bonifácio da pantalha e que no final quando por eles não decidi, tive que me defrontar com um acto de intimidação protagonizado por esta besta que me apareceu com uma espécie de rapazinho assim musculado no gabinete, corri-os num ápice, mas a vingança, deve ter ficado ali a remoer nas vis cabecinhas, depois uma avião ingles teve problemas a aterrar , relacionado com alguém ligado a industria inglesa de televisão, o nose , o nariz, é a referencia a um texto anterior, a provar masi uma vez a manha que fizeram com meus apontamentos, estes, plasmas, a dica da serie do britt com

Q u art rta a c en a, nu primeiro mu s eu o ual goa ss em par e c id o, q ue me reme te u de al gum a forma para mna, u t lima e x posi sao qq ue l á vi aqui r e la t ada, o up elo me ni o sa massa do pao de sta c en ado s on ho, p ode ria vi rda í, vi s to q ue mui s t os das pin t ursa pa ine s t rip pt tocos, com o se s abe t ra ze em t am b em pin tura em co r cin sa em s eu an verso, e eu anda ra aa es pr e ota do traço ingles l os, e ra um co rr red o r n ess ac asa ante iro rn um si tio, um rec canto, ma sio um en os es curo, uma q u dr ao c om um ca s al, de r ep en te med o u conta q ue n cão é uma pin u t ra, mas q ue l á es tao os do is di s f r aç ado s, o h om em n cão me l em br ode q eu fr m e ra, masa lado e ra a m oni ca be ll u cip rime ira ser pente do vaso sn k rato nl no ove en da venta e oito don ra do ra fr, o prime iro do per cen til de n ove en venta e bn ove p ac t, ass soci ac sao por du tor es ingles ç es, don de sig ni, si gm a, a em presa fr anc es do s pl as masque eu ana lie ip do para o p avi l h a o da expo, q ue ram r ep r es neta ado s p elo b oni fc aio da ponta da t alha e q ue no fi n al c q au ando por el es n cão dec id di, t iv e q ue me de fr rin tar cm o um ac to de in tim id da sao pr ota g oni iza ado por e sta best a q ue me ap ar c eu com uma es pe ice de ra p az in h o ass em m us c lua ado no gabi n te, co rr i do traço ingles os nu primeiro ap ice, masa vin g anca, de eve te rf fi cado al ia remo a e rn as vi s cabe cinhas, d ep o is uma avi º ao ingles da teve pro b el masa te r ra rr el ac cio n ado com al g eu em lia gado a indu t ria ingles de tele visao, o nose , o nariz, é a r e fr en cia a um te x to ante rio ra por v ar ma si uma ave z a manha q ue fi ze ram ra mc com me s u a pao n tamen to s, es t es, p l asma sa da dica da se rie do br i tt com

Quando so vi, era como se tivessem sido apanhados em flagra, disfarçados a espiar, percebi que ela me fizera algum mal, monica belluci, ou monica calle, a mentira da falsa gravides? Fic he iro serpente dos textos, a sobrinha brida, do grupo da pada, piamonte, a rapariga do encontro único na gulbenkian, dez bar do ra de noventa e oito, relacionado com a expo, us sn jr nl, estrela vaso nikki, tinha curioso pormenor, o quadro , com um fecho que subia até a cintura dos dois, com um fecho eclair, cinema, maquinas, como um cortina de tetaro, que nascia de baixo, ou seja, uma encenação invertida, texto invertido, o cabrão, do cuidado com a lingua

Q ua ando s o vi, e ra c omo se t iv ess em s id o a pan h ado s em fla g ra, di s f arça do sa es spi ar, per rc e cebi bi q ue el am e di ze ra al gum mna l, mini ca be ll u cio u mo oni caca ll lea men tir a da f al ç sa g ra v dide s foice fic he iro serpente dos textos, a s ob rinha br id a, dog rupo da pada, pia monte, a ra pat tiga do en c on t ro un cio na g u l b en ki iam, dez bar do ra de noventa e oito, r e la cio n ado com a expo, us sn jr nl, ester l vaso do as do circulo do nikki, tinha cu rio s o por m en o ro q ua dr a o , c om um fec hoque s ub bia a té a c in t ur ado s d o is, com um e c ho ec la i r, cin ema, maquinas, com o um cor t ina de t eta aro, q ue na sc cia de ba ix o, o use seja, uma en c en a sao one v rt id a, te x to in v e t id o, o c abrao do cu id ado com al in gato da ua

A frase, acabaste de ver onde passei o fim de semana, seria ou no restaurante que domingo identifiquei, ou no hotel amitage , casa de york

A fr ase ,m ac ab as te d eve ron de pa s seio o fi made ria de se mna, se ria o un o es t aura ran tec ue do min g o id en tif ki, o un o h ot el am i tage , c asa de delta do circulo do rato da kapa

Os roubos do adn, voltou a imagem do hospital, encaixa na frase escutada, dei-te o meu filho, dizia a mulher, ou seja , um filho, foi trocado ao nascimento, pedir teste presencial ao tribunal, adn

Os ro ub os do ad do dn, vo l to ua e mage made ria do h os spi t al, en ca ica na fr ase es cua td a, de i do traço da inglesa te om eu fi l h o, di iza a mule h ro u seja , um fi l h o, f o i y t roca ado ao na sci men to, ped di r te st e pr es en cia l ao t rib un al, a dn

Falando de dn, e falando do cancio , que apareceu com um cachecol as cores em linhas verticais numa capa do dn, dizendo que defendia ela seu namorado, o bandido cobridor de ladroes de crianças e fora da lei chamado de socrates, estranha a cara dela, bem enrascada na realidade parecia ela estar bem masi enrascada do que ele, me recordei de um semelhante cachecol do rapaz ao lado da rapariga italiana, na brasileira, trazia o apolo, assim me desvelou depois o nome ser, um cachecol idêntico, fazendo assim a ligação daquele rapaz, ou do casal com a cancio, serão portanto operativos das desgraças que pela pena e não só da cancio se operam, assim o vi quando o belo grupo oh la la, aqui esteve

F al lan anda de dn, e f ala ando do can cio , q ue ap ar e eu com um ca he c ola s c o r es em linhas verte ti casi nu ma capa do dn, di z en doque d efe n dia el ase u na mor dado, o ban dido co br id dor de l ad ro es dec rina sç e for ad a lei c h amado de soc r e te s, es t ra anha ac cara del ab em en ra sc ad ana r e la id ad e par ceia ele es t ra b em ma si en ra sc ada do q eu el e, me recorde id e primeiro semem l h en te c ac he co l do ra p az ao l ado da ra pro ga it al liana ian ana na brasileira, t ra z i a ap olo, ass em me de sx v e li u d ep o is o no me ser, um ca he col inde dente en tico, do fazendo ass sima li g ac sao da q eu le ra p z, o u do ca sal com da primeira cancio, se ra o pro t anto o pera t iv os das de sg r aça s q ue pe l primeira pena e n cão s ó da can cio se poe e ram, as simo vi q ua ando o g rip ip oo homem primeira de la, aqui es teve, o se gun do el o, a gor ap e la es c rita se d es vela , servio, ao que parece, ser sua id, assim tambem se desvela aqui nestas linhas

As notas seguem, off the grid, o ff, t he gato rid, t he gato do rid ina mo ove to r est, ina é emo ove te rato est,

Na noite em que encontrara o twingo com a mantinha escocesa, tres raparigas comigo se cruzaram, a ultima na rua do possolo, bela jovem rapariga, vinha ao fundo da rua caminhando no meio dela, com uma enorme vareta branca que em intrigava a medida em que se aproximava, depois vi ser uma lâmpada electrica fluorescente fina, como aquela que aqui trago em casa , de baixo consumo, a intenção era portanto obvia, a referência da minha lâmpada, que assim reza, depois parece-me que seria ela que fora passar um fim de semana a londres com o ronaldo, assim uma capa de um jornal aparecia então dizer, que aquilo seria uma linha ainda do triumph, e do marques de pombal, e de um conjunto de informações que se desvelaram, na sua entrevista na tv, e aqui reflectidas, assim li, phi do li do ps angulo superior da direita serpente estrela, do vinte e oito do duplo vaso do bar do rá do circulo de oitenta e quatro, he mad e holland do traço que separa o quadrado em dois triângulos ce, relaçao com a perfumaria da quinta essência, fr, lâmpada fluorescente, metro, londres, co do ero do delta invertido, jo pires, fi angulo do quadrado do pi da expo, vinte e oito, terceiro do quadrado da p do x, ad met, gato financeiro do quadrado do rato, do zo do circulo do ps, cu da p amadora sintra, ou seja do hospital curry cabral, o cio no espírito insistia numa comum linha, qual queres, como se as meninas fossem carne que se oferece, irra, como me irritais,

Na ano no it te em q ue en c on t r ar a o t w in g o c om a man tinha e co se za, t r es ra pr i gás co mig o se c ruza ram, au vaso do primeiro da cruz ima na rua do ps s olo, be la j ove em ra pro g a, vinha ao f un do da rua ca min h ando no mei o de la, com uma emo r me v ar eta br anca q ue em in t riga ava a me dida em q ue se pao r x ima ava, d ep o is vi ser uma lama pd a el e ct rica for mula one ur es cente fina, como a q eu laque primeira do qui t rago em c asa , de ba ix o c on sumo, a in t en sao e ra porta anto ob via, a r e fr en cia da min homem da lam da pada, q ue ass em r e z a, d ep o is par c eu do traço inglesa me q ue se ria el aqui da ue for ap assar um fi made ria de se mana a l on dr es com do circulo do ronaldo, as si em uma cp a de um do jornal pa ar da ceia en tao di ze rato, q ue a q ui l o sw e ria primeira da linha a inda do t riu mp h, e do marques do pombal, e de um c on j un to de in for mações q ue se d es vela ram, na s ua en t r e vi st ana tv, e aqui r e for mula one e ct id as, ass em li, p do hi do li do ps na h u lo s up e iro rda direita ser pente da estrela do vinte e oito, o do condomínio que em dia recente aqui entrou, com as fotos das duas crianças que me de ix ram à porta, do d up lo vaso do bar do rá do circulo de o i u t en t a e quatro, he mad e holland do traço que se para o quadrado em do is t rina gulas ce, da relaçao com da primeira da per rf uma aria da quinta ess en cia, fr, lam pada for mula one do ur do espanhol cente, metro, londres, co ns tan do cio, jo pires, fi angulo do quadrado do pi da expo, vinte e oito, t rec e rio do quadrado da p do x, ad met, gato fina n cie ero do quadrado do rato, do zo circulo do ps, cu da p am ad dor a sintra, o use seja do h o spi t al c ur r delta do cabral o cio no es p rito in sis tia nu ma com do vaso do prime rio da linha, q ual q eu r es, com o sea s meninas f os se em car ne q ue se o fe rece, i r rac omo mei rato da rita is

Ou seja, tambem deste corte neste especifico parágrafo, que os dois em sentido lato, metro, comboio, estão ligados, como já o tinha dito em anteriores textos, pois aflorara essa possibilidade de um ser a vingança de outro,

O use seja, t am b em de ste corte nest e es pe ci fio c para g rafo, q ue os do is em s en tid o l ato, metro, com boi o, es tao li gados, com o j á o tinha dito em ant e rio r es te x to sp o is a for mula one flor a ra ess ap os sibil bil id ad e de um se ra vin g ança de outro,

As velas, tres tocos, talvez um centímetro, negro, bem negro de fuligem, no puta, a porta do armário a puta da américa abriu-se e lá dentro dei com elas, abriu-se e lá dentro dei com elas, uma porta de penico, de chichi, dupla divisão na casa sobre a praia, a cas da ines e do miguel em vila nova de gaia, uma rapariga loira nas dunas, ao fundo, dizia, quero uma canção se não vou-me embora, parecia ao longe a michele, eu abri a cancela e ia ter com ela, acordei, a rapariga loira da praia de carcavelos, de um tarde em que escrevia na areia, de portentoso seios, e um outro homem que se sentou , o do tp circulo, do outro lado, assim me terao feito um qualquer passe, dunas, dunas são como divas, divas, psicanálise, a loira é a teresa maia, uma rapariga qui no prédio, trabalha no andar onde ela no apolo setenta trás ou trazia o seu consultório, lá a encontrei, depois masi tarde uma mesma constante frase fora obrigada, irra, tantos assim se desculpa, será que se aplicava tambem especificamente a esta vizinha, cujo namorado andava num jipe vermelho, com matricula sessenta e seis que um dia apareceu com uma pancada no rabo, o jipe, entendam , as mentes mais malandras, vila nova de mul fontes, vila nova de gaia, vila nova da terra, a lula mena do br, velas como magnetes, velos como dínamos, li dentro, masturbação, magnetismo sobre o copo, imagem de bush, a entrar para o helicóptero , a antena telescópica é o falo metálico que penetra a vesica doirada do helicóptero da marinha, ou seja o merlin, oz da marinha, a luva negra, o da organização da mai mao negra, a mao mega, mega, a mao, a mao do mega, o kia, grape, gato do rape, o gato da violação, da penetração hard, João aguardela, a canção do marinheiro cantada pelos chutos, ou seja uma falsa canção que eu teria penetrado alguém assim, um que morava na casa da rua dos petas, no tal palácio, o video treze, é imagem do comboio, ou seja do processo de penetração do comboio, a imagem do barco, do batelão, de dez rectângulo fortaleza no rio, espaçamento da luz, daz as cruzes nos pilares da ponte, as travessa, são os arcos da pontes , obrigado por nos teres desvelado a quinta essência, se ouviu pelo espirito quando o barco com o fortaleza saia do tejo pela noite, com as luas, desvelando o processo da queda das pontes, alex monshine, al e c moon s homem ine m dunas são como divas, rui reinhinho, o on ki id e circulo ping ,m noventa as das, rasurado, é abc, ra do dur, é ra do abc, aro ref video, a puta cada vez masi decadente com longas unhas brancas turbante na cabeça e bola de cristal ,a falar naquele seu modo, onde em sua esquizofrenia nunca se percebesse se á seria ou a brincar, mas sempre venenoso, em enigmáticas declarações, eu trabalho com as ordens secretas em portugal, e coias e tal, tolo, e besta estúpida

As das velas, t r espanhóis dos tres tocos, t alves um c en tim metro, negro, b em negro de f u lige em, no da puta, primeira porta da ar do mario, a puta da me erica ab rio do traço d inglesa see e l á d en t rode e com el as, ab rui do traço ingles sea el á d en t ro de dao ode e com el as, p rie mr ia do porta do pen nico, de chi chi, dupla di visao na c asa s ob rea pr aia, a cas da ine se d o mig u el em vila nova de g aia, uma ra par o g a loi ira nas d un as, ao f un do, di z ia, q u ero uma can são, se n cão vo u do e mn g l es me em bora, par e cia ao l lu ong e a mic hel e, eu ab ria c on cela e ia te rc om el a, ac o r de ia ra pro gal o ira da p ria de carcavelos, de um t arde em q ue es c r e via ana a reia, de porte en t oso se io se umo d um outro home q ue se en t ra do outro l ado, ass em me t rea o fe i to um q ual q eu r p ass e, s una sd un as são com o di iva s, divas, psi sica anal ize, a l o ra é a teresa maia, uma ra pa riga qui no p + red di o, t r aba alhao no e dr onda el ano no apolo setenta t ra s o u t ra z ia os eu c on sul tór io, l á a en c on t rei, d ep o is ma si t arde um am es ma co ns t ante fr az e, for a ob rig ada, e rata ra, t ant os ass em me da se d es culpa, se rá q ue se pal cia ava tambem, es pe ci fi icam en t ee sta vi z inha, cu jo namora ado anda ava nu primeiro j ipe vermelho, com mat ricula ss e en t a e se is q ue um dia ap ar e c eu com uma pan c ada no do rabo, o j ipe, en t en dm , as men t es maís m al lan dr as da vila, n ova de mul do fontes, vila nova de g aia, vila n ova da terra, a lula mena do br, velas como mag neto serpente, v elo sc omo dina am nos, li d en t ro, mna st r ur r ba sao, mag gn met is mo s ob reo cop o, e mage madeira de b us h, a anet r ra para o heli cop t ero , a net na tele sc o pica é o falo met a l i co q ue penetra a ce isca do irado do heli cop te ra o da marinha, o use seja oe rato primeiro in, oz da marinha, al da uva negra, o da o r g ani iza sao da mai mao ne g ro a, am mao mega, mega, a mao, a am a o do mega, o kia, grape, gato do rape, o gato da viol prime rio onze a sao, da p ene t raçao hard, jo aa o a g ur adela aa can cç sao do marin he iro can t ada pe l s o x u to s, o u seja uma f al s a can sao q ue eu te ria p ene t rado al gu em ass em, um q ue meo rav ava na c asa da rua dos pet as, no t al pala cio, o v id e o t r e ze, é ima gm e do com boi, o u seja do pro c ess ode p ene t raçao do com boi o, a uma ge made ria do barco, do bate l a o ad e dez rec tan gula pr t al e xa no rio, es pal circulo do cortez am en tid do c irc uk lo da luz, quai az as circulo da ruze espanhola do no serpente da pilar, es pam n hola da ponte, as t ravessa, são os arcos da pontes , ob rig gado por no s te r es d es vela ado a quin a t ess en cia, se o u vi o p elo es pei to q ua ando o ba rc o com o f orta l e za s aia do tejo pe l a no i e tc om as aa s asu l ua s, d es vela lan ado o pr e o c ess o da queda das pontes, al e x mon sh ine, al e c mo do circulo do ns h om em ine m dunas são como di vaso do as do rui reinhinho, o on ki id e circulo ping ,maior de noventa as d as, ra sura ado, é abc, ra do dur, é ra do abc, aro ref video, , a puta cada vez masi dec ad dente com l on h as un h as bt ancas t ur ban te na cab el a e bola dec r is t al ,a f ala r na q eu le s eu modo, onda em s ua es qui zo fr en ia n unc ase per ce be ss es e á se ria o ua b ric cna r, mas se mp r e v ene en oso, em eni gm mat tica sd sin os da cara do ç circulo espanhol , eu cruz do ra do ab l a j home doc irc uk o do c om as or de ns sec r eta s e m portu gal, e co ia se t al, t olo, e be sta est vaso do pida

Assim acaba o livro que me foi roubado , e que outros, distintos tiveram tambem acesso, nomeadamente pelos que trazem a chave da minha casa, alguns mesmo aqui no
prédio instalados, como é o caso da quarta cave a fazer crer no que desvelou a família numerosa que veio visitar uma das caves, com ligação, o perpetrador da invasão ao grupo da caixa geral de depósitos,

Ass em ac a bao l iv roque me f o i ro ub ado , e que o u delta do ros, di s tintos t iv e ram tambem ac ess o, noe ema dame do dam dn te p elo s q ue t ra ze ema chave da min h a c asa, al gun s me s mo aqui no pr e id o i ns t al ado sc omo é o caso da q au rta c ave a f az e rc r e rn no do q ue d es velo lou a f am mi l ia nu mer rosa q ue veio vi st o ar uma das c ave es, com li g ac sao, o per rp pet ua rda in v as sao ao g rupo da c x ia xa ger al de d ep posi to serpentes,

Sendo que a ligação com os cabrões do dn, e pelas namoradas, ao ministros e ao filho da puta que se diz ser primeiro também pois só assim se explicam os mil e um sincronismos que os cabrões provocam, com acesso prévio a minha informação, seus filhos da tremenda puta!!!!

S en do que a liga da sao com do os dos c ab ro es do dn, e p el as mano ra da sao min si t rose ao fi l h o da puta q ue se di zorro ser primeiro tam b em p o is s ó ass em se e x p l icam os mi ele um sin co ron simo s q ue os c ab rp o es por vo cam, com ac ess o pr e cio a min h a in f om maçao, se us fi l h os da t rata da emenda puta!!!!

Sobre o video ultimo publicado, o dezoito a, ou seja o ipssisimus ,a rapariga elevada, o x que é logo desvela no principio do video, figurado com os óculos, ou seja os cabrões que marcaram a rapariga, x horus anka, informação priveligiada, que quer tambem dizer nas vezes secreta, carrinhos de bebe com travões de disco, ou seja car bono, a lua crescente na vesica vermelha, hub, metro, mae magrinha, característica física, e body building, como figura de cleopatra, íngremes, ingres, cobertas, gel, sexo anal, ou seja violação, plug im na ficha, o horus com a pila grande da loja da sandy que estivera numa loja de roupa da chiado, o que deverá então ser o tal no do chiado responsável por uma serie de cios com mortes, o falo do tigres, na pupila da rapariga está o tigres, torneias, fluxo, agua, como imagem de sangue, metro outra vez, ful filement, o filamento, a incandescência, que preenche o primeiro vaso, o fil da fila mente, agua lobo, torneiras eléctricas, borboletas, alma, epal, comunicações no espaço publico, televisão e e internet, tiros nos pés, dilema da rapariga grei, do feiticeiro, na recepção da enfermeira chefe, bailarino, tap dance, donde monica, eva guionista e dos produtores., questões morais, casino, religião, respingar, entornar a agua ou o vaso, aviao, relaçao com o quadro, do cavaleiro templário , canto superior direito de frente, ou sej da esquerda no real, e com a nossa senhora por cima, o cavaleiro da senhora da rosa, do templo, yin yang, bhudha, bar, amor, , olho de isis como pata sem cabeça, referência tambem, as galinhas na republica dominicana ou aguas tropicais próximas com bora, que muito aparece, tambem visível o falo que sai da vesica vermelha, que cortou a cabeça a pata de horus, a mae galinha, a bhudha, que se reflecte no bhudha bar, e nas laminas celtas, que é seu símbolo, national gallery, em londres, cio da exposição ds dos desenhos do da vince, em dois mil quando la estive com a teresa, a seu convite, dela e pelos vistos de muitos outros, em coisa ja bem pensada, cobra negra da pena vermelha do circulo do toiro minotauro, do casamento árabe e hebreu, ou seja do dialogo das civilizações, dezanove, vinte e quatro, primeiro nono do Natal de dois mil e cinco, tsunami, o ft , a faca do ft do cordão do sangue, de horus, da ligação do ceu a terra anka, do a faca tem a ver com a rapariga do hospital, a respingona, ou do hospital do curry cabral, ou seja parece confirmar um ritual feito com o meu filho, seus tremendos filhos da puta, ardei todos no inferno, a martinha rebelo, a vi numa capa, nada li, que já vos disse que não trago paciência para as vossa encenações de bandidos, seus filhos da puta cúmplices do roubo de meu filho, todos os cabrões do dn, e os que neles mandam, com estranha face e um pormenor síncrono com o video, como uma pata com os pés metidos para dento, e a mao da penetração dentro da vulva, a imagem das torneiras e dos para fusos, que eu desvelo no video, como espelho, não é verdade, e então lhe pergunto, é a senhora responsável pelo rapto de meu filho, e qual deles, sua puta da cas das putas todas, seus filhos da puta bandidos e fora da lei, cumpram a lei ou morram, seus cabrões todos sem excepção!!!!

S ob reo v id e o u l tim o pub li cado, o dez o i to a, o use seja o ip ps sis e musa ra pa riga el eva ada, o x q ue é l ogo d es vela no p rin cip i o do v id e o, f u s argento toi, can tor g ur ado com do os dos óculos, o u seja os c ab ro es q ue ma rca aram a ra pa riga, x horus e ka, in for maçao pr iv e ligia ada, q ue q eu r t am b em di ze rn as v e ze s sec creta, car rin h os de bebe com t rav o es de disco, o use seja car bono, al ua c rec cente na v e sica vermelha, homem hp do ub do metro, mae mag rinha, cara rac teri s tica fi sica, e bo d delta do b uk id ding inglesa ng, com o fi f u ra de cleo pat ra, in gre mes, ing r es, co be rta s, gel, sexo ana l, o use seja viol ac sao, p l u gim na ficha, o hor us com a p ila g rande da l o jad a s andy q ue es t iv vera numa loja de ro up da chi ad o, o q ue d eve rá em tao s ero t al no do ch iad o r es ponsa ave l por uma se rie de cios com mo rte s, o f alo do t ti grés, na p up ila da ra pr i g a e stá o ti g r es, tor ne ias, for mula one uz o, agua, com o ema mage madeira de s ab h ue, metro o u t ra ave zorro, f u l fi ile men to fila men to, a inca can de sc en cia, q ue pr en che o prime rio vaso, o fil da fila mente, agua lobo, tor ne iras el e ct ric as, bo rb o l eta s, alma, ep al, com única caçoes no es paço pub lico, tele visao e ein te r net, tir os no s pé s, di l ema da ra pa riga gre u, do fei ti cie ero, na rec ep sao da en fe rm eira c h efe, ba ila rino, tap dan ce, don demo monica, eva gui oni st as e dos por du ot r es., q es u to es mora si, ca sis o, r e ligi a o, r es pin g ar, en tor na ra agua ou ova vaso s o aviao, relaçao com o q ua dr o, do c ava lei ro te mp e la rio , can to su ep r rito direito de fr en te, o u sej da esu q rda no real, e com a no ss ase en hor por c ima, o c ava lei roda senhora da rosa, do te mp pol e, y in y nag, b h u da, bar, amo rol ho de isis com o pata sem cabe l ca, r e fr en cia tam b ema as gal das linhas na republica dominicana o u a g ua s t rip pi ca si por x ima sc om bora, que nm u i to ap ar red dc e, t am b em v isis v el o falo q ue sai da v e isca vermelha, qu corto u a cab el aa pata de horus, a mae galinha, ab h u da, q ue se r efe l ct en o b h u da bar, e nas la minas celtas, q ue é s eu si m bi lo, nat in l a ga ll e r y, em londres, cio da e x po siç º ao ds dos de sn e h od do da vince, em do is mi l q ua ant td o la es t iv e com a teresa, as eu c on vi te, de la e p elo s vi s t os de mui to s o u t rose em co isa j + a b em p en s ad a, cobra negra da pena vermelha do circulo do toi to mo not au ro, do sam an to a r abe e he br eu, o u seja do dia l ogo das c iv i l iza ç o es, dez ano ove, vinte e q u t ro, p rim ero nono do nat la de do is mi w ile c inc o, ts un mai, o ft , a faca do ft do co r dao do san g ue, de hor us, da lu g ac sao doc eu a terra anka, do a faca t ema ave rc om a rapariga do s h o pita l, a r es pi n g on a, ou do h o ps it al do c ur r y cabral, o u seja par ce c on fi r mar um ru ti al f e i to com om eu fi l h o, se us t r e mendo sf i l h os da puta, ard ee it o do s no inferno, a mar tinha do rebelo, a vi num a capa, com es t r anha fe ce e um por m en o r sin do corn, no do com do circulo do video, com do circulo do primeiro da pata com os da p espanhola do met id os para dente oe am mao da p ene t raçao dento tor da vi vaso do primeiro do vaso aa da ema mage da madeira da s tor ne ira sed os para fusos, quadrado da ue e vaso quadrado espanhol velo no vaso é id e circulo, circulo do omo espanhol do pe primeiro homem on cão é vere sd ase, e en tao primeiro he per gun to, é as da serpente da en hor ar espanhola ponsa ave primeiro da p do elo do ra pt, do circulo da ode maior do eu fi primeiro do homem do oe quadrado da ual del espanhol, ser ep net da ua puta da cas das putas todas, do parlamento, se us fi primeiro do homem os da puta ban dido se da for ad primeira lei, cu mp ram rama primeira lei do circulo do umo rato do ram, se us circulo do ab ro espanhol, todos serpentes e me x cep sao!!!! Sem excepção, todos são ser p ene net ts , o cabrão do ra da pt, o responsável pelo rapto de meu filho, é assim meu filho da puta, seus filhos da puta !!!!!

Vos digo o que o Espirito masi um vez me desvelou depois do sonho da desolação da américa, vocês vao todos morrer, e tambem antes ouvi falar que só ao Adriano ia ser poupado, que todos os paras dele, que parece então os ter, morrerão, pouco depois a tv dava conta de um casal que tinha sido raptado por não identificados para averiguações com ameaças de morte, que merda é esta, meus cabrões de filhos da puta , que justiça é esta em Portugal!!!!

V os di g oo q ue o Es pi rito ma si um ave zorro me d eve o u d ep o is do son h o da s « d es en o l ça º o dama ric a, vo c es vao todo mor r e rato, e ta m b em ant es o u vi fala rato q ue s ó ao dr ina o ia ser poupa ado, q ue todos os paras del e, q ue par ce en tao os t remo mor r e ra o, , p o u co d ep o isa tv d ava conta de um ca s l a q ue tinha si do rat pad o por n cão id en tif cao ds para ave i r g ua ç o es com am e acs de mo i rte, q ue me rda é e sta, ne eu c ab r o es d 3 e fi l ho s da puta , q ue jus ti ca é es t ra em Por u gal!!!!

As notas do video, este ultimo, ainda dizem, a cobra é da águia, ou seja é uma cobra americana , com dois traços por debaixo, tem sessenta e oito, mg b delta da cruz espanhola, traço do fi ni do angulo primeiro do circulo do segundo de cinquenta e seis, zero, ou da estrela de sessenta, o fantasma das estepes, o nazi, é jogador de criket, o do castelo, o pad do sado masoquista, pois um pad é como uma pau de criket, criket, se joga em diversos países do mundo como se sabe, e se enfia as bolas dentro de arcadas, relacionado com nossa senhora e do cavaleiro do ceu, que desceu a terra, ou seja, de um cavaleiro alado, uma aviador, que desceu a terra, um cavaleiro da rosa, do porto e da press, a cruz debaixo do circulo do toiro, marco antonio, o carpinteiro, o musico da cidade, lx noventa e quatro, o filho do mestre escriturário, médé, é, ou seja medeia, é, e ou ainda med +é , das espigas na russia, fundação das descobertas, borrachina, bor ra inha da cinha, esquinados ,arquitecto, o tal falso arquitecto, design de interiores, crickt, david castor, pollux, plásticos, mirceia eliad, o reencontro com o sagrado, onde a câmara esta assente, nova acrópole, fernad schwarz gilbert durand, edgar morin..., os reflexos nos óculos da foto do mirceia , aparecem nos meus, no ponto da cruz logo ao princípio do video, bor ta circulo da tuberculose, que é tambem o símbolo do centro cultural de belem, ou seja do cu da tura ai em belem, claquetes de filmes, fic, seta dentro de circulo verde para a esquerda apontada en quadrado , primeiro do circulo do infinito, dezasseis m dois sets que se elevam para cima do ourobos ondas dezassete do quadrado br ano fast reverse, da seta ni angulo do cavaleiro do templo debaixo de nossa senhora, mostrar v id di e ot am anho, do vide , e o circulo r c ra, in fe iro, al ++, en te art da seta do esperma vareta azul vo l ime me dezoito a, primeiro, vaso maior dezassete, ou seja em dezembro, w m tao do kanguru pb, maçónico, dez , vinte e seis , scroll,


A sn ota sd o video, est eu l tim o, a inda di ze ema primeira cobra é dag au ia, o u seja é uma cobra am erica c anam , com do is t r aço s por de ba ix o, te m se s senta e oito, mg b delta da cruz espanhola, traço do fi ni do angulo p rim rio do circ uk o do segundo de cinquenta e seis, zero, ou da e ts r e la de sessenta, o fan st asma das est ep es, o nazi, é jo gado dor de c ric k e to do castelo, o pad do sado maso q u ista, p o is um pad é com o uma p au de c rik e tc rik e ts se jo g a em di versos pa ise s do mundo x omo se sabe, e se en fia q as bo l as d en t rode arca da s, r e la cio n ado com no ss ase en h ro a e do c ave li ro do c eu, q ue de sc eu a terra, o use seja, de um c ava le iro ala ado, uma avi ad dor, q ue de sc e u a terra, um c ava lei ro da rosa, do porto e da pr ess, ac ru zorro de ba ix o do circulo do toi to, marco antonio, o car pi ny te iro, o mu sico da cida dade, l x em noventa e quatro, o fi l h o do mestre es c ritu ra rio om é dé , é, o u seja med e ia, é, e ou a inda med +é , das es pei gás na russia, f un da aç sao das de sc on be rta s, bor rac n h ina, bor ra inha da cinha, esu q ina do as ar da rac do cu do cas do it da tec to, ot al f al s o ar qui tec to, de si gn de in te rio r es, c rick t maior do davi di castor, o ll ux, p l as ticos, mir ceia el iad a, o re mne c on t roco om omo s a g ra do, onda dea cama ra e sta as s en te, n ova ac o rp ole, fe rn a d sc h w ar z gil be r t duran d, e dg ar mo rin..., os r efe l x e os sn os o cu lo s do mir cea , ap ar cem no s me us , mo p on to da c ru z l ogo ao p rin cip o do v id e o, bor ta circulo da t uber cu l o se, q ue é t am b emo s im b olo do c en t ro cu l t ur ural de be l emo u seja do cu da tura ai em belem, c la q u e te de fi l mes, fic, s eta d en t ro de circulo verde para da primeira da esquerda a pao em t ada en quadrado , prime iro do c irc u primeiro do circulo do lodo in fi n tio, dez ase is m do si set ts q ue se el eva vam para c ima do o ur ob os ondas dez ase sete do q au dr ado br ano f as t r eve r seda s eta ni angulo doc dica da ava lei ro do te mp l o de ba ix o de no s sa s en hora, ms ot ra rato do vaso, id di e o t amam muito h do circulo , do de vide , e circulo do circulo rc do ra, in fe iro, al ++, en te art o da s eta do es pee ema v ar eta az u l vo l ime me dez o i te a, p rime rio ava vaso mai ro dez as sete, o u seja em dez em br o, w m tao do k angu ru pb, m a c oni co, dez , vinte e se is , sc ro ll,

Depois ontem de madrugada se manifestou um fio completar no seguimento deste ver no visto que o espelho do meu video me mostrava ao pensamento quando de novo o comecei a olhar

D ep o is on te made ria de mad ru gado se m ani f es to u um fi o c om p le etar no se gui men to de ste ver no vi s to q ue o es pe l ho do me u v id e om me mo s t r ava ao pen sam en to quando de n ovo o com e ceia aol ll a homem ra

Me lembrei que o tal actor americano que encontra na republica dominicana e que no restaurante da praia, ficamos em mesas próximas, era tambem actor de uma serie de hospitais, o dr kincaid, que declina em forma muito curiosa, pois a cristina coutinho que me acompanhava, se trata a ele mesma como kim, ou seja, parece o outro ser , o dr da kim, o ka id, e o hospital acabara de dar um eco síncrono com a outra serie , e da morte da monica lapa e me recordei de facto ainda masi estranho de um dia terem aparecido uma aparente reuniao de empresa americana, só rapazes, que por lá almoçaram e que salvo erro era de pneus, e que agora emergira pela imagem que a vela me desvelara do michelin, o pneu branco espalmado, que a cera desvelara

Me l em br rei q ue o at al ac tor am erica cano q ue en c on t ra na r ep ub lic do mi nin ca inca e q ue no r es tua ra n te da p ria, fi cam os em mesas pro x imo as, e ra t am b em ac tor de uma se rie de h o spi tais, o dr kin ca id, q ue dec l ina em forma mui to cu rio sa, p o isa cris t ina co u tinho q ue me ac on pan h ava, set rata a ele me s ma com o k imo u seja, par race oo u t ro ser , o dr da kim, o ka id, e o s h o spi t al ac ab ra de d ar um e co sin c ron o c oma o u t ra se ire , e da mao rte dam monica oni ca da lapa e me rec o r de id e f ac to a inda ma si es t r anho de um dia te rem aa par ceia ado uma ap ar en te reuniao de e mp presa am erica ana, s ó ra p az es, q ue por lá al mica caram, e q ue sea alvo e r ro e r pato de pn e use q ue agora e mer gira pe l a ema mage maior do q ue primeira vela me d es vela lara do mic he lino pn eu br anco es palma ado, q ue ac cera d es vela lara

Estava já em meu leito, olhei a cadeira em meia concha de vénus, que em dia recente, de nov entrara no texto a propósito do assassínio que me vem visitar, e se figura ele, na massa do casaco idêntico ao do financeiro americano da novas tecnologias, olho a imagem com masi detalhe e assim nela vejo

Es stav a j á em me u lei to, o l he ia cade ira em meia da concha de v en us, q ue em dia rec e nte, de nov en t r ar ano te x to a pro p rosi to do as sas sin ni o q ue me eve em v isis t ra, e se figo ra elena massa do ca do saco id en tico ao do fina ce iro am mer rc cia ano da n ova s tec no ligi s, o l h o a ema mage mc om ma si d eta alhe e ass em nela do vejo

O seu rosto está de perfil para o chao, na linha do tensor da fivela que une o triângulo das pernas, por cima da sua cabeça, o casaco desenha um leopardo, ou um tigres como uma pela em cima de sua cabeça como se ve nos chefes de algumas tribos africanos, masi parece ser um pantera que agora na escuridão e no contra luz do dia a nascer, é masi preto que o casaco azul escuro, a figura antropormofica do animal, estende a sua pata no chao a frente do zénite do triângulo , depois olho o redor do enquadramento e tenho, no tecto do pequeno corredor elevado de acesso a este escritório que antes era minha regi, e que esta elevado para deixar passar o ar condicionado que refrescava as maquinas, elevado o pequeno corredor, como o quadro ao lado do michael parker, e em cima no tecto vejo ao circulo de prat sobre o ceu branco, depois descendo o angulo do puxador de rodes, que assim visto , é quase com um circulo, um pequeno circulo de parta que está em angulo, e depois vejo no que o casaco e a cadeira tornam a fazer um lua, em quarto decrescente e branca, que está em cima da figura do kincaid, ou quem ele figura, com um nariz muito grande e muti direitinho, como as mascara do diabo, ou de veneza, por debaixo dele, se ve então, assim ficou masi claro ao desenhar a figura em meu caderno, o corpo do animal do circulo do duplo vaso do circulo de prata de rhodes debaixo da lua, que corresponde a um delta deitado, feito pelo que seria as patas anteriores do animal que olha e está na direcção do triângulo de fogo zénite, de verga e da ostra da primavera,

O s eu ro st o e stá de per rf fil para do circulo do chao, na linha do t en sor da f iv e la q ue une o t rian gula das pe rna s, por c ima das ua cab eça, o ca do saco de sn e h a um leo pardo, o u um ti grés com o uma pe la em c ima de s ua cab eça com o se ve en os ch efe sd e al gum as t rib os af ric ano s, ma si pa rc e ser um pan te ra q ue a gor na es cu rid dao e no c on t r al u z do dia ane sc e rato, é ma si pr e to aqui do q ue o ca saco az u l es curo, a figu ra nat rop o rm mo fi cado ani m al, es t en dea s ua pat ra no chao a fr en te do se in tie do t rina gula cento e um , d ep o is olho o red o r do en quadra d men to e t en ho, no tec to do pe q e un o co rr red o r el eva ado de ac ess o a este es c rito tora ra q ue ant es e ra mina h regi, e q ue sta el eva ado para de ix a r ap asar o ar condi dc cio na ado q ue r efe r eca ava as ma quinas, el eva ado o pe q u en o co rr red o r, com oo q eu dr ao aol ado do mic h a el parker, e em c ima no tec to do ove do vejo ao cir culo de prat s ob reo sc eu branco, d ep o is de sc en do o angulo do p ux ado dor de ro hd es, qi ue ass em vi s to , é q au use com primeiro circulo, um pequeno circulo de p art rta q ue e stá em angulo, e d ep o is vejo no q ue o c as co e a cee de ria tor na ama f az e r um l ua, em quarto dec rec en te e br anca, q ue e stá em c ima da figu ra do kin ca id, o u q eu em ele figu ra, com um n ar ru z mui tog rande e muti di rei tinho, , por de ba id o de le, se eve e sn tao, a ss em fi co uma si c la t ro ao de s en h ar a figu ra em me u cade r no, o corp o do ani m al dodo circulo do du l o p vaso do circulo de p rta de r h ode es de ba is o da l ua, q ue co rr es p o inde a un m de sta deitado, fe i to p elo q ue se ria as pata s na teri ro es do ani m al q ue olha ee sta no di raçao do t rina h u l ode fogo z eni t al kapa, de eve r g a e da ostra da prima vera,

Depois de manha já tu feita pássaro me mostras-te voando do parapeito da casa poisas-te um instante ao lado de um outro pardal, ambos em cima do arame que parece mesmo ser o de um campo de concentração, com arame e inclinação idêntica, depois levantas-te voo, e sobre os prédios da frente , me mostraste da saia branca com elásticos da mesa, ou do circulo bra anco, cuecas negras , treze, varões que protegem um telhado, uma grade, ao lado da casa do pássaro azul da elevação, e depois desceste de novo desenhado um perfeita vesica inclinada como uma outra que se refere ao túmulo do faraó inclinado, tut ank amen, que é alvo de uma escrita ainda não concluída que remete para o barco da north star e tambem relacionado com a figura do quadro do michael parker

D ep o is de manha j á t u f e it a p ass a aro me mos t ra s di traço da inglesa te vo ando do para pei to da cas p o isas do traço da inglesa te um ins t ante aol ado de um outro p ar d al, am bo s em c ima do ar am mec q ue par ce me s mo s ero ode primeiro do cam p ode c on ce t raçao, com ar am me e inc lina sao id en tica, d ep o is l eva van ts do traço da inglesa te v oo, e s ob reo s pr di os da fr ente , me meo st raste da s aia br anca com el as ticos da mesa, cu eca s ne g ra s , treze, v aro es q ue pro tege em um tela hd o, um a g ra dea, aol gel ado do da c asa do p ass aro az u l da el eva sao, e d ep o is de sc en te de n ov de s en h a bdo um pe rf e i ta v e isca inc l ina ada com o uma o u t ra que se r efe rea o t um mul o do f arao inc l ina ado, tut ka min q ue é alvo de uma es c rita a inda n cão c on c lui id aqui do que reme te para do circulo do barco da north star e ta m b em r e la cio n ado com a fi u g ur rac do quadro do mic h a el da parker

Fala o video tambem do tremor na china, e depois me apareceu esta leitura que creio ser relativo a ele, na vesica , figurada por um dos pratos grandes ingleses, um delta é feito entre uma faca e um tridente de cores oto, o cabo da faca está no olho do candeeiro com pé de tripé inclinado na figura, o cabo do tritao, que são como porcas sem sua extremidades, sai da mesa como palette, ou seja de um pintor com um vaso com uma planta, cruzam-se no sofá de duas almofadas de dados com valor cinco cada um, cento e um, o espeto, e a cobra da carme dos nervos, dos pimenteiro e do abre garrafas, dinheiro, o ft

Fala o v id e o ta am b em do t r emo rna c h ina, e d ep o is me ap ar rece ue sta lei tura q ue c rie os ser r e la t ivo a elena ave isca , figu r ada por um dos p rat ts g rand es ingleses, um delta é f e i to en t re p rie mira faca e um t rid dente de cor es oto, o ca bo da f aca e stá no olho do can di e i rt o com p é de t r ipe inc l ina ado na f u g ur a, o c ab o do t rita tao, q ue são como p orca ss em s ua es t r emi dad es, sa id a mesa com o pal do lette, o u seja de um pinto com do primeiro vaso com da primeira pl a tam, c ruza am do traço da inglesa seno sofá de duas al oo fadas dado s c om valor c inc o c ada um, c en t oe um, o es pet o, e ac ob ra da car me dos ne r v os, dos pi men te do iro e do ab re garra raf as, din h ero, o ft

A vesica do prato ingles ficara em cima do livro do fernado pessoa , de costas, na capa invertida, onde o vesica do tritao e da faca posaram, um figura com o orubos, com a estrela de david em seu interior, y vaso e cruz e circulo cruz en te eno, o abro ao calhas, e me sai, tut ank amen, abertura phisica do túmulo, milton, comus, o erro mágico, alacacer kibir, molay, o Irmao negro, reforma, ot , satanizo, sub solo, sub solo, as altas ordens que se distinguem das baixas ordens em que naquelas o grau é duplo , e ao passo que o circulo, o triângulo e o esquadro são símbolos das baixas ordens, a oval, o quadrado e a cruz soa so símbolos das altas


Ave da isca az do pr tao ingles fi cara em c ima do l iv ro do fe rna ado do pessoa , de costa sn a capa in verte id a, onda o ve sica do t rita tao e da faca p o sir am, um f u g ur a com do circulo do orubos, com a e ts r al de davi sd em seu in te r iro, y vaso e c r z ue c irc y n li cruz en te eno, o ab o ra o c la homem da ase me sai, t u t an k amen, ab e r tura ph i sic ado t um mulo, milton, com us, o e r ro má gi co, ala c ave r ki bi r, mol a y, o iram o ane negro, s ub solo, metro, as al t as o r de sn q ue se di sti g ue em das ba ix as or de ns sm em q ue na q eu ll as o g r au +e d up lo , e ao passo q ue o circulo, o t rian gula e o es q ua dr a o são s im b olo sd as ba s ix as o r de ns, a ova al, o quadrado e ac ru z s o as o s im bo l soda s ala t as


Já vós disse que não quero que ninguém morra, contudo vos tendes de parar decididamente com este faz de conta relativo aos assuntos de meus filhos, fazendo de conta que eu não existo e não me garantindo o que é de direito garantir, continuai assim, e eu nada farei para que vós, todos os que trazem responsabilidade neste desgoverno de faz de contam entendido em lato senso, comunicação incluída, morram

J á vó s d di ss e q ue dn cão q ue ur do ero q ue nin g eu em o r ra, contudo v os t en de s de para ar dec id di da mente com este f az de conta r e la t ivo aos as sun to sd e me us fi l h os, fazendo dec conta q ue eu n cão e xis to en cão me gara n ti dn oo q ue é de direito gara n tir, conti nu a ia ss em, me eu n ada fa rei para q ue vó s, todos os q ue t ra z em r es pe os sn ab bil li dade nest e d es goi v e r no de f az dec on tam en t en de id o em l at o s en ss o, com un cia sao inc lui id dam da am mor ram

Curiosamente ouvia eu pelo espirito ontem que o fazendo ,se estava esvaindo em sangue como reflexo, a um dos sonhos, o da teresa, aqui desvelado e em parte interpretado

Cu riso am que mente o u v ia eu p elo es pei iro on te maior do q eu do circulo do fazendo ,se e stav a es vaso da primeira indo em sangue com o r efe lex o, a um do s son h os, o da teresa, aqui d es vela ado e em p arte inter rp r eta ado

QUERO JUSTIÇA; QUERO MEUS FILHOS DE VOLTA; QUERO ESTES ASSUNTOS ESCLARECIDOS EM SUA INTEGRAL EXTENSAO COMO ME É DEVIDO PELO DIREITO ACORDADO!!!!

Quadrado europeu do eri da js vaso do delta tica, quadrado do ur rome us fi primeiro os devo angulo cz cruz primeira, quadrado do europeu erro est espanhola ass sn to serpente es pam hola clare rec id os em serpente da ua in te gral ale le x cruz na tem inglesa ns serpente do circulo da primeira ac com omo om me é q au dr ado e vaso id do circulo o d pe do circulo de Direito, ac da corda rda ad o

O bic azul laranja parta caneta de cabeça negra aponta a seta ao non, ou seja o filho da puta do porto

O bic az uk l laranja p art a can tea de cabe l a da cabala negra ap da ponta a set za ao non, o use seja o f u l hi o da puta do porto