sábado, fevereiro 21, 2009

um pormenor de uma figura do texto, ainda a ser abordada em maior pormenor

o delta deitado na casa ao fundo com a face do diabo do ceu e as duas sementes por baixo dele a sair da boca aberta

o y trajecto do fio de sangue, depois do angulo no ceu, unindo e fazendo novo delta eta no jason


passado depois pelos dois irmaos sobre a pedra cubica, o lunar sem perna e com o veu que simboliza o sangue que corre no mundo sempre que a confusao é muita, vide nota sobre o simbolo do quadro do sr willian blake e o irmao solar, com sombra tambem numa das suas pernas



pormenor de medeia, a saia com cortina do tetaro a dar indicaçao de onde provem a personagem, o punhla com a cruz, o braço em angulo




o fio de sangue que descendo do delta da cabeça de jason passa pelos filhos e depoi se oculta por detras de médée, no sentido da primeira interpretaçao dos dois sentido que um fio sempre desvela
a sombra que se ve na cento das decobertas, logo da capital europeia da cultura em noventa e qutro e o desenho que se desvelou ser da onda

os outros desenhos que se desvelaram a volta dos piramidais das putas finas e terrotistas, com o tal promenor do descentramento dos cargos e pesos das bestas



a continuaçao da pagina dos tecnicos das bandidagens constantes na cultura dos brochistas, deste pais inexistente, onde só os leitos ho rio zon t al mente sao suportados pelo bolso comum, dando assim todos tiros nos pés




promenor da ficha dd fundaçao das descobertas, com o que a es c ruta do sangue develou



pormenores do catalogo



uma encenaçao de médée



médée



creuse




Hoje depois de publicar o espirito me disse, no final de tarde, que fora um xo invertido do cabrão do segundo seth do dn, do dr, provavelmente o filho da puta do joel neto, o sonho na sesta da tarde, me disse que eram duas uma viera lançar o perfume, e a outra contar a historia em noventa e dois, que o cabrão é do grupo da cristina coutinho, hoje ao almoço com meus pais ao ver o dn, de raspão, lá vi as duas meninas brasileiras, juntinhas, ao lado do lula com um dedo em tala, ouvira eu pelo espirito que alguém ia bater na rapariga, no sentido de que a ia pegar, para saber uma qualquer verdade, me pergunto, se o dito se encaixa na imagem dele agora no jornal, há muitas formas de espremer alguém e a verdade das coisas e dos actos, as vezes numa estalada se parte mesmo um dedo

H oje d ep o is de p ub li caro es pi rito me di s se, no fi n al kapa det arde, q ue for a um xo in verte ido do doc cc abrao do se gun do seth do dn, do dr, pro da ova da ave le mn bt e o filho da puta do jo el neto, o son h on a se ts da t arde, me di s se q ue e ram du as um man vi e ra l e ç aro per rf um me, e a outra contra a hi s tor ia em no ove en ta e do is, q ue o c abrao é dog do rupo da c r ix z t ina coutinho, h oje ao al moço com me us pa isa ove ro do ero dn, de ra spa pao, l á vi as du as me ninas br as i lei ra sj un tinhas, ao l ado dol u l a c om primeiro dedo em tala, o u v ira eu p elo es pi rito q ue al gume ia bta e rna ra pa rig ano s en t ido de q ue a ia pega rp do para saber, uma q u q l eu r verde ad e, me pr e gun to, ze o dito, se enca ix ana e mage madeira del e agora no do jornal, h á mui t as formas de es pr e mer al gume e ave rda dade das co isas e dos ac to sas v e ze s nu ma eta lada se p arte me s mo um dedo

De qualquer forma xo, beijos invertidos, muitos há, um deles, mais uma vez uma anónima voz escutada pelo espírito depois da morte da luana, dizia, fui eu que a matei, masi u filho da puta de um ur cobarde, que me confirmava assim pelo espirito não so a cobardia como tambem a certeza que ela fora morta

De q ua l q eu rf forma do xo, bei j os in verte ido s, mui to s h á, um del es, mais uma vez, uma ano nima v oz es cut ada p elo es pei it o d ep o is da m orte da lu ana, di z w ia, f u i e u q ue a mate ima sio do vaso do filho da puta de um ur ciba do bar rato dade, q ue me c on fi r m ava ass em p elo es pei i rt on cão s o a cobra dia com o t am b ema ce rt e za q ue el a for am orta

Uma peça se acrescenta a montagem do cio, sem agora tecer grandes considerações sobre a bestialidade do processo do seu assassinato, que passou pela casa aqui da rapariga decoradora, que desde aí , não masi a vi, de janela aberta, como costuma estar nas vezes em que primeiro aparecem uns rapazinhos loirinho e depois geralmente se passa uma merda qualquer, como a dizer que existe ali um mecanismo de cio,

Uma p eça se a c rec en t aa mon tage em do cio, s em agora tec e rata g rand espanhola co nsi de rações s ob rea best ia li dade do pro c ess o do s eu as da sa sin tao, q ue p ass ou p e la c asa aqui da ra pa riga deco ra dor a, que de sd e aí , n cão ma si a vi, de jane la ab e rta, com o cos t um a es t r ana s v e ze se em q ue prime iro ap a recem un ns rapazinhos loi rinho sed ep o is ger al mente se p ass a uma merda q ual q eu rc omo a di ze r q ue e x us te al i um meca ni s mode cio,

na noite em véspera, mesmo estando assim para o frio, a janela estava escancarada, como nas vezes assim está, janela de res do chao, uma rapariga de cabelos ruivos aos caracóis grandes, vestida com uma camisa de riscas azuis sobre branco de costa virada caminhava no corredor, não seria portanto ela, ou se o fosse estaria disfarçada, o que me chamou a atenção para esta imagem, foi o facto de em dia seguido ter visto uma imagem na tv do pai de luana, com uma rapariga que ia a seu lado, provavelmente a irma de luana, que só se viam os cabelos, pois estava fora de campo, e em cujos caracóis senti o mesmo perfume, depois no fim de semana seguinte de novo vi de costas na rua o pai e o filho do tal grupo numeroso que tinha ca estado no fim de semana anterior e que me acordara abruptamente, o passe do aviao, facilmente detectado, tambem teve a sua quota de participação, uma polícia eficiente já os tinha apanhado, eficiente e não corrupta que cobre estes bandidos todos, filhos da puta, ardei no inferno que mereceis

na noite en v es pera, me s mo est ando ass em para o fr rio, a jane la e stav a esca can cara ada, com on as v e ze sas si em e stá, jane la de r es do chao, uma ra pa riga de cab dos elos rui v os aos cara co is g rand es, v es tid ac om uma ca misa de r iscas dos azuis s ob re br anco de costa v irada cc am min h ava ni no co r red o rn cão se ria porta ant o el a, o use o f os se es t raia di s fr aça ada, o q ue mec h am o ua a t en sao pata e sta e mage madeira, f oio f ac to de em dia se guido te r vi s to uma mai mage mna t v do pai de lu ana, com uma ra pr da riga q ue ia as eu l ado, pro ova ave le mn te a irma de lu ana, q ue s ó se vi am os cab elo sp o is estv a for ad e cam poe em cu j os cara co is s en tio me s mo pe rf um e, dep oo is no fi made ria de se mana se gui n te de n vo vi de c os t as na rua o pai e o fi l ho do t al g rupo nu mer roso q ue tinha ca estado no fi madeira de se mana ante r iro e q ue me ac roda ra ab r u pt am que mente, o p ass e do avia o, f ac ile mn te dec tata ado, t am b em teve a s ua q u ot ad e par tic cp ac sao, uma pol i ca efe cie en te m j á os tinha ap anha ado, efe cie net en cão co rr u p t a q ue a cobre est es bandidos todos, fi l h os da puta, ard e ino in fe r no q ue mer e dc e is

e vem estes filhos da puta nas letras de hoje falar de que acordar alguém abruptamente pode lhe fazer perder a memória , a tentar assim escamotear masi uma vez as culpas no cartório e nas de quem as cobrem, filhos da puta terroristas, que sabeis muito bem as desgraças que andeis a fazer, como o perfume, um perfume forte que sobressaia na leitura em diagonal de uma coluna do joel, bandido mor, aparentemente sobre futebol, a dizer em seu ar de mandão dos assassinos, como um capo, para que desta vez ninguém falasse, devem estar portanto a preparara masi uma desgraça, filhos da puta, cobardes, porque não respondeis a nada do que vos inquiro em forma frontal, só assinam cada vez masi as vossas culpas, lambedores de cu por via das namorados, ao socrates e ao ps na estranha aliança entre ps e psd, todos cabrões , o caralho que vos foda!

eve em est es fi l h os da puta nas letras de h oje fala r de q ue ac o r d ar al gume ab rup tam nete p ode l he f az e r per de ram emo ria , a t en t ra ass em esca m o te ar ma si uma ave z as cu l pas no car to rio e na sd e q eu ema s co br rem, fi l h os da puta te rr o r ista s, q eu s ab e is mui to b ema s d e s g r aças q ue ande ia a f az e rc omo o perfume, um pe rf u me f orte q ue s ob ra ss aia na lei ruta em dia g on al de uma co luna do joel, ban dido mor, s ob re f u te bola di ze rem s eu ar de man d º ao do s as sas sin os, com o do primeiro capo, para q ue de sta ave z nin g eu em f ala ass e, de eve me st ra porta ant o a pr epa r ar am asi primeira d e sg r aça, fi l h soda puta, co bar d es, por q ue n cão r es ponde is ana dado q ue v os in q eu rio em forma fr on t al, s ó as sin am c ada ave z ma si as vo s sas cu l p as, lam bid o r es de cu por v ia das namora do as, ao socrates e ao ps na es t r anha al ina aça en t r e ps e ps dt todos c ab ro es , do circulo do caralho q ue vaso do os das fodas!

Mais um cio do ps, era linha constante no espirito nesse dias, filhos da puta, com a outra puta, mao na mao a figurar a cona das grandes penetrações com ar de pata, vao todos para o caralho, que o merecem

Mais um cio do ps, e ra da linha do constante, constâncio, no es pie r to ness e dias, fi l h os da puta, com a outra puta, mao na mao a figu r ar ac on ad a sg rand es p ene t rações com ar de pata, vao todos do para do circulo do cara de alho, q ue o mer e cem

Como a imagem da contra capa, dos vestido de madona, a mostra num deles em primeiro plano um dado com cinco, como a tentar estabelecer a ponte das leitoras nos pratos ingles, a eq, inglesa cabala, e estas ligações, se as tem, que as façam em modo claro seus cabrões de cios , o que querem arder desta vez, que pais! Quem vos paga ou pagou, seus filhos da puta bandidos!

Com o a ema mage made ria da contra capa, dos v es tid do de madona, a m os t ra n um del es em prime iro p l ano um dado com c inc o, com o a t en t ra e stab e le cera ponte das lei tir as nos pr to sin gato do primeiro espanhol, a eq, inglesa ca da bala, e e sta s li g a ç o es, sea s te maior do, que as f aça am em modo c l aro se us c ab ro es de cios , o q ue q eu rem ard e r de sta ave z, q ue pa is! Q eu em v os paga o up a g o u, se us fi l h os da puta bandidos!


raul numa imagem mundi, da asa no tejadilho de um rapaz cujo tipo era figurado a seu lado, uma imagem de um espelho da televisão num canto assim me rezou, uam eventual relaçao, a fan da vesica verde do ra da espanhola piram d ep do vaso arte do angulo do canto da fla cruz da tv do plasma, assim dizia a rba da fraga , fonte dos trovantes, seguimento as letras sobre a imagem de cuba, ultima

ra ul nu ma ina ge maior dom un di, da asa no te j ad u l ho de um ra p az cu jo t ip oe ra figu ra do as eu l ado, uma mai mage made ria de um es pe l h o da tele isa on primeiro canto ass em mer e zoo vaso da uam eve en tua al da relaçao, a fan da ave sica verde do ra da es ap pn h o a pira am d ep do vaso arte do angulo dc ant o da fla cruz da tv do p l asma, ass em di z ia a rba da fr a g a , fonte dos t rova ant es, se gui men to as letras s ob rea ema mage made ria de cuba, u l t i m a

sobre o irao e a marca que os bandidos daqui lá me fizeram à muitos anos atras, oremos em outra altura, pra que se saiba, sempre tive o komeni, em conta de um bom homem, só uma besta cega, nao saberia ver o seu bom coraçao no seu doce sorriso, seus filhos da puta que contribuíram para a sua morte, ele será um dos tres missings fathers, assim me desvelou o coraçao em dia recente, e me acusaram a mim de o ter levado para o ceu mais cedo do que o seu tempo, morram cabrões, cobardes!!!!

S ob reo irao e am arca q ue os bandidos da ki primeiro dupla a ps soto oto lo serpente e me fi ze ram à mui to san os at ra s, o remo se emo u t ra al tura, pr a q ue se sa iba, se mp r e t iv e o k om eni, em conta de um b om h om em, s ó uma be sta c ega, n cao s abe ria ave ero do ro s eu b om cora sao no s eu do ce sorriso, se us fi l h os da puta q ue c on t rib u iram para as ua m orte, el e se rá um do s t r es miss sin g s f at her sas si em me d es velo lou o cora sao em dia rec en te, e me ac usa sara ram am a mim de o te r l eva do para o c eu mais cee dodo q ue o s eu te mp o, mor ram c ab ro es, c on a s argento br ad es!!!!
Curioso sincronismo , certamente provocado pelos espiões que trazem aceso a minha cas, até deixam as penas que trago no peixinho a entrada em forma diferente do que como estavam antes de alguém lhes tocar, certamente que é resposta a um escutado no espirito que ouvira, que me dissera, que agora a eles só faltava mesmo reunir as provas, que belo, pensava eu que as provas é que conduziam as incriminações, pois hoje de manha cedinho ao descer a comprar cigarretes, vi o rapazinho da pt zon, com cara de caso na capa de um jornal, e um pormenor me chamou a atenção, pois ao que parece trás ele em sua fronte uma lua em quarto, para cima voltada, nada masi vi, pois o resto da imagem a conheço eu , porque aqui se manifestou na cozinha,

Cu rio s o sin c ron is mo , ce rta mm te ep pro ovo cado p elo s es pi o es q ue t ra ze em ac ess a min h a c as, a té de ix am as p en as q ue t rago no peixinho a en t r ada em forma di f rn net en te do q ue com o estav maior ant es de al gume l he s toca ar, ce rta mn te q ue é rata da es posta a um es cut ado no es pie to q ue o u v iraque me di ss e ra, q ue agora a el es s ó f al t av me s mor eu ina as pr ova s, q ue b elo, pen s ava eu q ue as p o r v as é q ue condo z ima as inc rimi ina ac ç o es, p o is h oje de manha ce din h a o a ode sc e ra co mp r ar cigar rt es, vi o ra p az in h o da pt zon, com cara de caso na capa de primeiro jornal, e um por m en o r mec h amo u a t en sao, p o isa o q ue pa rc e t rá s el e em s ua fr on te uma lua em quarto, para c ima vo l td ana da ma si vi, p o is o r es to da e mage ema ac c one he ç o eu , por q ue aqui se m ani f es to un a co sin h a

Ouvira eu pelo espirito depois de falar da imagem do delta da cobra que me parecia ser relativa a china, que alguém , uma ela, fora apanhada pela mobília, ou seja, deduzi eu pelo escutado, que alguém traria em sua casa então, um móvel, mesinha tipo de apoio de sala idêntica a dos pratos ingleses que masi parece ser um pallete de pintor,

O u v ira eu p elo es pi rito d ep o is de f al ar da ema mage mad e ria rid do delta da cobra q ue me par e cia ser r e la t iva a china, q ue al g eu em , uma ela, for a pan h ada p el lam am o bil ia, o use seja, ded u z e eu p elo es cut ado, q ue al g eu em t ra ria em s ua c asa en tao, um m ove l, me is n h a t ip ode ap oio de sala id en tica a dos pr taso ingleses q ue masi pa rece ser um pa ll e te de pi n tot,

Pois a imagem se complementara aqui cas em masi duas,

P o isa ema mage m se co mp l e men t ra aqui cas em ma si du as,

Vista de cima a bancada da cozinha, me mostra o bico de fogão eléctrico tipo laboratório químico, um copo esmaltado que eu trouxe de cabo verde, quando a monica me ensinou a tomar banho com pouco agua, sal de mesa, um prato branco, que fora o segundo deste dois a ser lá poisado com um bife idêntico a outro poisado no primeiro parto, a seu lado direito , ao fundo , ap e ur de la salade s au té espanhola, óleo de fritar numa caçarola, cujo cabo preto aponta óleo 3 as do circulo do cadinho azul do alho da tampa de parta da pimenta

Vi sta dec ima a ban ca dada do x co sin h am me mos t ra o bico de f o g a o el e t rico t ip o la bora tor rio quim mico, primeiro cop o es mal t ado q ue eu t ro ux e de c abo verde, q ua ando am oni ca me en sin o ua tomar ban h o c om p o u co agua, s al de mesa, um p rato br anco, q ue for a o se gun do de st e do isa ser l á p o isa sado com um bife in den tico a o u t ro p o isa sado no prime iro p art o, as eu l ado di rito , ao f un do , ap e ur de la sala de s au té espanhola, o leo de fr rita ar numa caca rola, cu jo ca bo pr teo ap da ponta o leo 3 as do circulo do ca din h o az u l do alho da tam pad e p a r t a da pi men t a

Ora o primeiro prato, branco, está poisado em meia tábua de madeira que é assim como a quilha de um veleiro visto de lado, e tem um colher de pau que está nele poisada, a colher de um anzol da meia lua branca, que reflecte com precisão dentro dela uma outra, na mesma posição e no mesmo quarto da que está na testa do rapaz da pt zon na foto do jornal de hoje de manha, a de dentro é uma lua vermelha, ou seja, estando uma lua dentro de uma outra e sendo a de dento vermelha, estamos a falar de um bebe , ou de um a gravides, ou de uma historia de aborto, curiosamente, falara eu de novo nessas mentiras que por aí passaram a este propósito em dia recente,

O ra o prime iro p rato, br anco, e stá p o isa sado em mei t abu a de mna de iraque é ass em c omo primeira da qui da ilha de um veleiro vi s to del, sin os ado, e te m um col her de p au q ue e stá nel e posi ad a, ac o l her de um az o l da mei al ua br anca, que r efe lete com pr e c is º sao d en tor del a uma outra, na me s ma p o is sao e no me s mo q ua rt o da q ue e stá na te sta do ra p az da pt zon na f oto do jo rn al de h oje de manha, a de d en t ro é uma l ua verme l h a, o use se js, es t ando primeira lua d en t rode uma outra e s en do ad e dente o verme l h a, es tam ms a fla ra de primeiro bebe , o u de um a g rav id dea, o u de uma hi s tor ia de ab o rt o, cu rio sam qie que mente, fala ra eu de n ovo ne s met ira s q ue por aí p ass sara aram a este pro pr os to em dia rec en te,

Ao aldo, ao lado , o primeiro prato poisado, um prato tipo de sobremesa da loiça inglesa onde um outro bife, deixou tambem uma marca de lua vermelha, em quarto decrescente, que apanha em sua forma os seguintes objectos, o candeeiro de horus, de pernas para o ar, a colher e a faca de queijo, e o sofá dos dados de cinco, e no meio, a mesa tipo pallete do pintor,, que aqui em meu desenho é como um principe e um anzol, ou sej do anzol do principe ou a um principe posto

Ao aldo, aol ado , o prime iro p rato p o isa sado, um p rato t ip ode s ob rem mesa da loi ç a inglesa onde um outro bife, de ix o u t am b em uma ma rca de l ua vermelha, em q a ur to dec r es cente, q ue ap anha em s ua forma os se gui n t es ob ject os, o can di e iro de hor us, de pe rna s para o ar, a col her e a f aca de qui jo, e o s o fa dd os dados de c inc oe en no do mei o, a mesa t ip o pa ll e te do pin tot,, q ue aqui em me u de sn e ho é com o um p rin c ipe e um e zo l, o use sej do an zo l do p rin cipe ou a um p rin cipe p os to

É este o seguimento da imagem da lua que apareceu em branco desenhada na visao da cadeira da ostra da primavera, relacionada com o angulo de rodes, e a cara do dr kincaid, com manto de leopardo ou assim, em cima, feito um animal

É este o se gui m n en to da ema mage madeira da l ua q ue ap a rec eu em br anco de s en h ada na visao da cade ira da ostra da prima vera, r e la cio n ada com o ang u l ode r h ode s, e a cara do dr kin ca id, com do manto de leo pardo, it, o u ass em, e m c ima, f e i to um ani nin la
médée , sixeime part.

Méd é e , s ix e me p art

je continue em portugais

je conti nu ue em porto, en vaso gais, o us e jj a o r efe l xo da morte do transexual


a imagem do fresco no seu todo, relata a onda do cam do home da OTO de espanha, que corresponde ao jason, j az circulo j a sin mason

temos então no programa o pepinaço do constâncio dos racios dos ricaços dos pepinos de todas as burlas que este povo tanto gosta de levar no rabinho, permite, a todos estes cabrões políticos de tudo o espectro político , que os fodem sistematicamente à trinta anos


t emo s en tao no pro g rama o pepe ein aço do c on tan cio do s rac dos cios do sp da ep do ino serpente de todas as burlas q ue este p ovo t ant do falo do circulo duplo cravado na terra, que gosta de levar no rabinho, per mite, a todos est es c ab ro es poli tico sd e tudo, o espectro pol it ti co , q ue os fodem sis t ema tica mente à t rin t a ano s

ino para os mais desatentos, provavelmente porque andam com ele tao bem enterrados que assim se destraiem das coisas de brincar, declina em, o pepe da inovação, que há muitos e bons como se ve no pais a atender aos fabulosos resultados, visto que sao escolhidos pelos broches que fazem aos que lhes dao o dinheirinho nos pseudos concursos públicos, o ultimo pepe da inovação que me lembro, é o ladrão de uma velha ideia que eu falei a mil anos atras, o do tal magalhães, coitadinhos dos rapazes dos carnavais, que ao que parece puseram umas fotos de putas num deles para o corso, e aquilo levou ao que parece uma ordem de restrição rápida dos tribunais, dos mesmo filho da puta dos bandidos corruptos dos juizes que não cumprem lei, num caso de roubo de um filho, o meu, morram já todos, seus filhos da tremenda puta, e ainda falam do tempo imenso da injustiça, e dos processos e coisa e tal, mas para um broche, logo se faz rápido, coitadinhos nem broches sabem fazer, que deve ser coisa lenta para se prazenteira, vao-no portanto fazer para a cova a vermes iguais a vos

ino para do os mais de sat en to s, por v ave primeiro que mente porque andam com ele tao bem enterrados, que assim se d es t rai em das co ia s serias, dec l ina em, o pepe da ino da ova do a c sao, q ue h á muitos e bo ns como se eve no pa isa a tender aos f ab bul dos ossos r e sul t ado s, vi s to q ue soa es co l hi do s p elos br ices q ue f az ema os que lhes dao o din he i rinho no serpente do ps do europeu, o dos concursos públicos, o u l t imo pepe da ino ova sao q ue me l em br o, é o l ad ra o de uma velha ideia que eu falei a mil anos atras, o dot al maga l h a es, coita din h os dos rapazes dos car n ava is, q ue ao que pat rc e p use ram umas f oto s de putas num deles para do circulo do corso, e aquilo l evo ua o q ue par ce uma ordem de r es t riç dao rá pida, dos az, dos t rib ua n si, dos mesmo filho da puta dos bandidos co rr u p ot dos juizes que não cumprem lei, num caso de t o ub ode um filho, o meu, vaso mor ram j á todos, se us filhos dat da rata da emenda puta, e a inda f al lam am do te mp do himen soda in justiça, e dos pro c esso s e co isa eta l, maso para primeiro br ric he, l ogo s e f az rp air rod, co iat dim n h os ne da maior br roc h es s ab em f az e r, q ue d eve ser co isa l en tap para se pr az en te ira, do vao do traço do ingles no porta n to f az e rp do para da primeira cova da primeira dos vermes sig ua isa do av os

deduz-se do corte da carninha das letrinhas da sopa, que os cabrões dos corruptos e bandidos do ps trazem mesmo um cabrão na europa especializado, em distribuir as massas dos concursos públicos pelos amiguinhos, ainda por cima incompetente, pois como se sabe sempre foram eles e os outros perdulários relativamente aos fundos, a fazer provas de como são filhos da puta sem remissão, pois se não da para os seus, nem assim dao a outros, que se não ficariam com poder, e depois, aí jesus

ded u z do traço da ingles se d do circulo do corte da c s r ninha das letrinhas da sopa, q ue os c ab ro es dos co rr u pt os e bandidos do ps t ra ze m me ms o um c abrao na eu r opa es pe cia l iza ado, em di st rib u ira serpente das massas dos c on curos pub li cos p elo s am mig u in h os, a inda por c ima inc om mp pet en te, p o is com o se s abe se mp r e foram e lee se os outros per du l ario s r e la t iva que mente aos fundos, a f az e r p r ova sd e com o são fi l h os da puta sem r emi miss sao, p o is se n cão da pr ra os se us, ne massi maior do dao aa outros, q ue se não fi cara r ima com p ode red ep o is, a í j he us


talvez no mesmo corso, a bela viriata, com cabelinho doirado, que todas as cores lhe ficam bem, bela menina de meu coraçao, a ressoar na imagem da hillary, a bela patinha do outro lado do mar, em imagem recente dos perfumes das insolências, e depois no anuncio aparecida, uma mascara africana, como a ecoar nas imagens recentes ali na rua de d pedro quinto dos antiquários, e ainda uma outra do diabo dos carretos, o ts, lá mais ao norte, minho ou trás os montes

t al alvez ave do zoo zorro no me s mo do corso, ab el a viriata, com do cabe do linho do irado, q ue todas as co r es l he f icam b em, be la me nina de me u cora sao, a r esso da ar na imagem da hi ll ary, ab el a pat ina hd do outro lado do mar, emi mag em rec en te dos per rf um es das in sol en cia se dep o is no au nico ap ar e cida, primeira mas cara af ric ana, com o a e coa rn do as si mage sn rec en te s al ina rua de d pedro do quin to dos antiquários, e a inda uma o u tt ra do diabo dos carretos, o louco do ts, l á mais sao norte, min h oo u t ra s os mont es ap pn da hol


ino declina tambem em comidinha e em supermercados, sendo que comidinha aqui neste Livro da Vida sobre malucos, betas , assassinos, e matadores em larga escala, como não via este mundo, declina, em comida de outro géneros, desde, carninha terna de bebezinhos até matanças em massa de adultos naquilo que chama de guerras

in ni ino dec l ina t am b e me mc om id dinha e em supermercados, s en doque com id dadinha aqui nest e L iv roda da Vida s ob re malu cos, b eta s beta , ass as sin os, e mata dor 4 s em l arga es cala, com em cão via este do mundo, dec l ina, em com id a de o u t ro g ene ero s, de s de , car nina homem te rna de bebezinhos a té mata ancas das anas das antas da em massa de ad u l to s na q u i lo q eu da chama das guerras

pois a puta constâncio, constante dos racios ds pepinos dos amiguinhos ricaços, que roubam a fartazana, o povo português, que vai agradavelmente gemendo de prazer, ao longo de um coito ininterruptos já com duração de trinat anos , certamente record guiness, e que assim deixa como as putas que dizem não fazendo o sim, como ontem masi uma vez na radio, os ex militares, bem ilustravam, ao dizer que um processo de invalidez, leva dez anos, e que os cabrões dos políticos das putas profissionais, ao fim de unas anos poucos, já tem reformas de luxo e doiradas, é pelo racio, tao dilatado de fina inteligência, que dá para tudo, não, não é isso que estas a pensar, amiginha, dá tambem para carreiras, de todos o genero, pois como se sabe até já foi almeidinha, e e tcha, tcha, tatacha, presidente da Lisboa cultural, espantam-se os meus olhos a este tremendo exemplo de virtude publicas, equivalente a que um outro bandido declarava na comissão de investigação parlamentar que o constância e um outro do tal banco do imenso roubo, tinham problemas de relaçao, como se sabia, ou melhor sabiam, os vizinhos contam que os ouvem gritar de prazer, pelo racio e pelo tamanho dos pepinos, certamente,

com que então a puta do deixa, da deixa dos constantes cios, é a tal da gui ness da te do zorro da radio, muito me contas

com q ue en tao a puta do de ix ad a deixa dos co ns t ant es cios, é a t al da gui ness da te do zorro da radio, um do it tome contas

p do o da isa puta do constâncio, dos rac dos cios ds pepe ino sd os amiguinhos ric aços, q ue ro ub bam a f art az ana, o p ovo portu g eu s, q ue a g ra d ave le mn tege mendo de pra zorro do ze e ra serpente do si da maior, deixa, com do circulo em te maior da ma si primeira ave zorro na radio, o sex militares, b em i lus t ava vam da manha, a primeira do circulo uk da di ze do rato q ue um por c esso de iva da lid espanhola, l eva dez anos, e q ue os c ab ro es dos pol it to c ao fi madeira de una s anos p o u cos, j á te mr e formas de luxo e do iradas, é p elo rac do cio, tao di la t ado de fina intel i g en cia, q ue d á para tudo, n cão, n cão é iss o q ue e sta sa pen sar, ami g un ho, d á t am b em para car rei das iras, de todos o g ene ero, p o is com o se s abe a té j á f o i almeidinha, ee tc h at cha, tata cha, pr e si dente da l is bia da cu l tura ural al, es pan tam do traço da inglesa se os me us olhos a este t r e medo e x e mp lo de vi r tu de publicas, r q u iva do primeiro ente aqui do q ue de um outro and i d o dec lara ava na co miss sao de in v es tiga sao p ar le man t rec ue do circulo do constâncio e um outro do tal banco do imenso ro ub o, tinha do ham pro ob belas da relaçao, com o se sa ab à bia, o um mel h os s ab bia iam, os vi z im n h os com tam q ue os o uve em g rita ar de pr az e rp elo rac cio e p elo tamanho ds o pepe ino s, ce rta que mente,

foda-se vermes, só merda e merdas, como poderia este país alguma vez existir com tamanhos cabrões em foda constante, seu filho da puta constante!!!!

Foda do traço da inglesa se eve dos vermes, serpente do ó da merda do mer rda e me rda sc omo p ode ria este pa ís isa da al gum primeira ave z e xis tir com tam n h os c ab ro es em foda co ns t ante, s eu fi l h o da puta co ns t ante!!!!

Sex militares, deve tambem a ver com constante sexo, assim dava conta noticia recente, melhor é pedir ao constâncio, um estrato de conta, com os litros gerados em sangue, se a puta, souber fazer contas, coisa que eu próprio trago duvidas, o que é estranho se atender-mos a que diz, saber calcular um perímetro

Sex militares, d eve tam b ema ave rc do om do constante sexo, ass em d ava conta not i cia rc en te, mel hor é ped irao co ns tan cio, um est r ax to dec conta, com os lit ros sg do ger dos ado serpentes em san g ue, sea da primeira puta, s o uber f az e rc contas, co isaque eu po rp do piro da cruz do rago du vida soc da ue é est r anho se at en do rato do traço do ingles mosa q eu maior di zorro o saber, c al cu l ar um per rim do metro

Ah da técnica do menstruo, muito bem, operação financeira clássica da banca portuguesa com debito na coluna de alta sangria

A hd a tec nica do men st ru om u it to b em, o pera sao fi n cae da ira c l ass sic a da banca portu g eu es sa c om de bit on a c i luna de al t a san gata da ria

Ora, pepinos, cultura, racios, geometria, donde cultura, ora todo o é, cultura, lisboa, um verdadeiro pepino todos os dias, grossinho a foder os cus de todos os que aqui vivem , com bandidos gabirus a solta como os que campeiam na câmara em sistema de alterne, ora constâncio, constante, na capital da cultura dos pepinos e dos broches e das benesses das vénias, posição clássica de enrabanço, como se sabe em qualquer manual escolar

O ra do pepe do sin os dos ino s da cu l tura, rac dos cios, geo met ria, don de cu l tuta, o rat todo o é, cu l tura, l is boa, um verde ad iro pepe ino todos os do Dias, g ros sin h o a f ode ros cu sd e todos os q ue aqui vie em , com dos bandidos gabi rata da ruza usa sol t ac do omo do os dos q ue cam pe i mna cam mr a em sis t ema de al te r ne, o ra co ns tan cio, co ns t ante, na capital da cu l ur ad os pepe ino s e d os broches e das b ene ss es das v en nisa, p os siç sao c lassi ica de en ra ban sao, com o se s abe em q ual q eu r manu al es co primeiro s argento da ar

Por debaixo dele no organigrama que é mais uma pirâmide que um pepino, diga-se em abono da verdade, a adelaide da rocha da ad mini serpente da cruz raçao, que se desvela ser a asa da borboleta na maça, em nova yorque, a seu lado, o josé luis arnaut, ou renault, ou rena, ali das bandas do casino da figueira, e de uns escândalos com pepinos por terras, ou coisa assim, desportivas, se os portugueses tivessem memória, do tempo do governo do emérito durao, a ana da costa do almeida, o joaquim, do cinema e do video, com a maria manuel do pinto do barbosa, por cima , ao lado, especifique-se do teatro e da dança, ou das danças, por debaixo da ana, o elisio summavielle, o el do sio s um da soma da serpente oma , ma ave da rue da elle, por cima ao lado o ruben de carvalho, da animação e musica popular barra das edições, e jose carlos megre, dos carros, certamente, da musica clássica e da pera e da literatura e do pensamento, que giro, tanta coisa, e ao lado a pepineta, simonetta , neta da eta dada neta da luz do afonso das exposições,

Por deb a ix o del en o or g ani gato da rama q ue é mais da primeira da pirâmide da pira da mide, q ue primeiro pepe ino, di gás do traço da inglesa see, m ab no d ave verde dade, a ad e la id e da rocha da ad mini ser ep pn da te da cruz raçao, q ue se d es vela ser a asa ad a bor rb e l eta na maça, em nova yorque, as eu l ad oo josé lui s ar na u to u rena au l t, o ur en aa al id as bandas do ca do sin o da figueira, e de un s es can d al os com pepe ino s por terras, o u co isa ass em, d es port uvas, se os portu gi es e s t iv ess em me mor ia, do t te mp o do g ove rn k do e mer do rito do tito durao, a ana da costa do almeida, o joaquim, do cinema e do video, com da primeira da maria manuel do pinto do barbosa, por c ima , aol ado, es pe ci fic do q eu do traço da inglesa se d o teatro e da dança, ou da s dan l as, por deb a ix o da ana, o el isi do sio s um m avi elle, o el do sio s um da soma da serpente oma , ma ave da rue da elle, por c ima aol ado o ru b en de car v al hp, da ani ma ac cortez º cao em mu sica pop u l ar bar da ar das edições, e jose car l os do megre, dos carros, ce rta mente, da m mu sica c lassi ica e da pera e da lite r art da tura e do pen sam en to, q ue gi ro, t anta co isa, e aol ado a p ep do pi n eta, sim net t ane eta a da eta dada neta da luz do afonso das e x ps o sico espanhol,

O primeiro elevado do circulo da esquerda, ou melhor que se dizem de esquerda, que deve ser o bolso preferencial onde ele trás s pepinos, de lisboa noventa e quatro, do conselho da ad mini serpente da cruz raçao, do vitor co ns tam cio do presidente da adelaide

O prime iro el eva ado do cir culo da esquerda, ou mel hor q ue se d i ze madeira de esquerda, q ue d eve s ero do bo l s o pr efe ren cia al onda el e t ra ss pepe ino s , de lisboa no do ove da inglesa venta e q eu t rodo co nse l h do circulo da ad mini serpente da cruz raçao, do vitor co ns tam cio do presidente da adelaide

Um mais oito, que perfazem o nove, dentro de um circulo, que é um dez, ou circulo de dezembro, em cujo zénite esta atravessando o circulo da calote polar, dois circulos lado a lada como um infinito deitado com uma cruz no meio, ou seja como a bicicleta no desenho das crianças na escola onde o senhor bush lia para as criancinhas enquanto as torres caiam

Um mais oito, q ue per rf az ze emo n ove, d en t rode p rim ero circulo, em cu jo zé eni te e sta at raves sand oo circulo da c al ot e polar, do is sic ru l os lado a lada com o um in fi ni to de it ado com da primeira cruz no do mei o, o use seja com o a bic i c l eta no de s en h o d as c rina sç as na es cola onda o s en hor b us h l ia para as c rian cinhas en q ua anto as tor r esca ca iam

Ah senhores piramidais, que putas finas sois, de tao belo recorte de grossa inteligência, vejai, ou melhor, maior parte de vós não verá, mas confirmará quem o catalogo tiver, das finas e subtis hierarquias, pois os oito nome abaixo do constante, que se dispõem em duas colunas, trazem como meios degraus, em relaçao a alguns dos nomes, como a indicar a subtil diferença entre eles, que se desvelam assim muito baixos, se adelaide está ao nível equiparado, da inteligência certamente, do josé renault, já a maria do pinto do barbosa, está ligeiramente acima da ana da costa do almeida, e o mesmo se passa com rubem do caralho da animação da musica popular sobre o dos ventos elisios da suma da ma viela, da intervenção urbana, ou dos urbanos, transportes de mobílias para ministros com escolta a frente, assim me contava um senhor ter visto em dia recente, espantoso, guarda à transporte de mobílias, de ministros de brincar


A h s en hor es pira midi ais, q ue putas finas sois, de tao b elo rec orte de g rossa intel i g en cia, vejai, ou m el hor, maio, maior das rp da arte de v ó sn cão vera, mas coc cn fi r mar raque mo cat a ogo ti ver, das fi n f as e s ub ti s hi e rac u ia s, pois os oito no me ab a ix o do constante, q ue se di sp oe me made ria du as das colunas, t ra z am com o mei s o de g ra us, em relaçao a al gun s dos no mes, como a indica car a s ub da bit l difer enca en t reel es, q ue se d es vela lam da am ass em muito ba s ix os, sea del, sin os da primeira id ee stá oni iv el e q u ipa para ado, da intel i g en cia ce rta mente, do josé, j á am aria do pinto d barbosa, está lige ira m nete ac ima da ana da costa do almeida, e o me s mo se pa asa com r ub e madeira do caralho da anim ac sao dam mu sica pop u l ar s ob reo dos v en to s el isi os da suma da ma vie l e l, da in t r eve en são do s urbana, ou dos urbanos, t ra sn portes de mob bil ia s para dos ministros com da es co l t aa fr en te, ass em me c on t ava um s en hor ter vi s ti em dia rec en te, es pan t osso, guarda à t ra sn porte de mob bil ia serpente dos ministros de br inca car

Na linha do segundo e do terceiro, a adelaide da rocha, ou da pera, do josé luis arnaut, estão as duas borboletas, uma relativa a maça e a outra do lado do jose, que é uma borboleta do circulo seis, que corresponde mais ou menos ao rabinho, da pera, assim se acrescente em abono da verdade, e ainda um outro circulo seis ao lado da simon eta da luz afonso, das exposições

Na linha da se gun do e do t rec e iro, da primeira adelaide da rocha, ou da pera, do josé luis arnaut, es tao as du as bo rb o l eta s, uma r e la t iva primeira maça e a outra do l ado do jose, q ue é uma bo rb o l eta do circulo seis, maior do, q ue co rr es ponde maís o um en os ao ra bin h o, da pera, ass em se a c r es cente em ab bono da ave verde dade e a inda um outro do circulo se iza o l ado da simon eta da l uz a fon sodas do seio das e x posi ç o es, do seio das exposições

Depois vem o departamento de musica clássica e opera

D ep o is vaso do emo do departamento de mu sica c la sis cae do circulo do pera

Com jose carlos megre em cima, entre pa ren tesis ad mini s cruz ra dor, o manuel do pedro ferreira, das aguardentes, ou l´eau de vie, que fait bum, mais ce pas l á amour, maria do jose rino, finalmente uma menina com corno, a imagem do corno que sai da criança sentida na lua do logo do pijama de meu filho, a teresa castanheiro ass e sora, como a anterior e o andre cordeiro, assis t en te, ou , e , assis, masi uma puta constante do ps que levou um dias uns pêros lá para o norte, na matança de um professor, que pelos vistos, assim o corte me diz, tambem tem a teresa, ou tem uma teresa, se calhar atada, será então um dos laços, da dita , cuja, puta, ladra de sangue

Com do jose carlos megre em cima, en t r epa renda da te sis ad mini s cruz ra dor, o manu le do pedro ferreira, das a guarda dos dam en te s, o u l a ps soto lo serpente de e au de vie, q ue fa it b um, mais ce p as l á am o ur, maria do jose rino, fina le mn te uma menina com corno, a imagem do corno q ue s aida c rina aca s en t id dana lua dol do ogo do pijama de me u fi l h o, a teresa cas tan he ira ass e sora, como a ante e o reo do andre corda do iro, assis t en te, ou , e , assis, masi uma puta co ns t ante do ps qu el vo un serpente do Dias un serpente ds pêros l á para on no do circulo rt, na matança de um pro f esso r, q ue p el os vi st os, ass imo corte me di z, t am b em t ema da primeira teresa, o u tem uma teresa, se c la h ra atada, se rá en tao um dos l aços, da dita , cu j da primeira puta, ladra de sangue

Estes cinco estão dentro de um circulo que é masi tipo um porquinho da india, se calhar serão então os porquinhos da india, cuja orelha, é um bico do terceiro, não confundir, com fonte, e a maria jose do rinoceronte está sublinhada e por cima na linha do departamento de musica clássica e opera, um desenho assim diz

E ts c inc in co est to a d en t rod primeiro circulo q ue é masi t ip o um por quin h o da india, se cala homem ra se ra o en tao os por quin h os da india, cu j a orelha, é um bico do te rc e iro, n cão c on f un di rc om fonte, e a maria jose do rino ce rn te e stá s ub l ina ada e por cima na l ina do de p art am nete de musica c lassi ica e dao pera, um de s en ho ass em di zorro

A cruz foi invertida na metade da lua crescente, quando o anzol foi feito

Ac cruz f o i in ver ida na meta de d a lua c r es ce nete, q u ando o anzol f o i f e it to

Masi un infinito deitado, com uma cruz invertida no circulo da esquerda, com DE sublinhado, e ao lado direita da escrita, un nono e um outro espelhado

Masi un infinito deitado, com da primeira cruz in v e tid ano circulo da esquerda, com DE s ub l ina hd oe ao lado da di rei t a da es c rita, un nono e um outro es pe l h ado

Depois uma linha de pontinhos da autoria dos gráficos separa o gripo dos bandidos de baixo, da fundação das descobertas, ou do founde das descobertas, que como sabemos, se pega no tridente de duas pontas, tipo bandarilhas, e pegam os ratos em pedaços de carne e mergulham no óleo a ferver, como na altura da inquisição, no final das linhas, estás dezoito do bar do ra de cinquenta e tres

D ep o is primeira linha de pontinhos, tipo costureirinha, k la s nico cova da ova da au tor ia do sg raf fi cos s epa do para do circulo do g rip o dos bandidos de ba ix o, da fun da ac à sao das descobertas, ou do fo un de d as de sc ob e rta s, q ue com o s ab emo s, se da pega do no do tridente de duas pontas, t ip o ban d ari das ilhas, e pega gás sm os ratos em pe dç os de car ne e mer g u l ham no o leo a f e r ver, como na al tura da in qui siç são no fi n ba s l das linhas, e stá s dez o it o do bar do ra de cinquenta e tres


No circulo , tambem tipo assim maça, da fundação das descobertas, temos então do conselho de administração, o carlos antero ferreira presidente, a maria jose stock, vogal, e maria manuel athayde marques tambem vogal

No do c irc do culo , t am b em t ip o ass em maça, da fun da sao das deco be rta s, t emo s en tao do co ns le h ode ad min si t ra coa, o car corte do circulo do antero ferreira pr e si dente, da primeira maria do jose do stock do stick, joy do vi do gal, e maria do manuel do pub athayde do marques t am b em vo do gal

Neste circulo temos ainda duas cruzes, uma em cima, no zenite, com vaso do anzol da teresa, e um outro bico corno infantil, do sessenta invertido, do primeiro traço ou vartea do quadrado do mini as serpente dupla vartea da cruz da raçao, terceira, e em nadir, um egípcio, uma outra cruz invertida, como um toiro picasso, ou da latina europa, com um gancho em seu corno esquerdo

Nest e cir do irc do culo t emo sa inda duas cruzes, uma em cima, no zenite, com do vaso do anzol da teresa, e im umo outro do bico do corno in fan til, do se s senta invertido, do prime iro t rato do aço o uva rt te primeira ado do quadrado do mini dd as ser pn te d up la va rt tea da cruz da raçao na terceira, e em nadir, o e g i p cio, uma outra cruz invertida, como um roi to de pi casso, ou da latina eu opra, com do primeiro gancho em s eu co rn no es q eu r do

Na pagina ao lado temos a ficha técnica do centro de actividades cultura da maria jose do stock, e do director miguel leal do coelho, dos consultores, que estão numa espécie de sapato, em cujo bico, ou ponta, esta uma borboleta que parece dizer angulo , ou do angulo ao p invertido do carlos moura relações publicas que é o nome mais abaixo e masi próximo desse símbolo,

Na pa g ima aol ado t en o sa fic h a tec noc do c en t ro de ari vi dad es cu l ru t ra da maria jose do stock, e do director migue kapa do leal do coelho, dos c on sul tor es, q ue e stá numa es pe cie de sa pato, em cu j o bico, ou ponta, e sta uma bo rb o l eta q ue par ce di ze ra n gula , ou do ang u lo ao p in verte o dd o c r lo s moura r e la ç o es publicas q ue é o no me mais ab a ix oe masi pro imo de ss te s im b olo,

Depois antes de ontem quando a cas cheguei uma das lâmpadas embutidas no tecto, tinha na aparência deixado de funcionar, na verdade como depois vi a perceber fora o transformador, que pifou o alguém em minha ausência o fez pifar, quando estava a mudar a lâmpada, o bico da cadeira caiu de novo ao chao, e apontou os meus dois sapatos pretos que estavam assim, ev, em vaso, alguém assim os pusera, e o bico apontou com exactidão as duas fitinhas paralelas que isolam o batente de um das tres portas que são tres rectângulos da antiga regie das maquinas, como a dizer, e pela soma do pormenor dos sapatos, que trazem em seus tacões, umas vesicas de gel, para amortecer os passos, que então o bico do pés ,do delta dos passos, e o batente nos carris, de vesica com gel de outro genero, daqueles que as formiguinhas parecem muito gostar, imagem recorrente , nomeadamente expressa na ponte de vinte cinco de abril

D ep o is ant es d e n te madeira q u ando a cas che ge ue uma das lam pa sd as em but idas no tec to, tinha na ap ren cia de ix ado de fun cio n ar, na vera dec omo d ep o is vi a p e rc e be r f or a o t ra sn for ma dor, q ue pifo o al gu em e madeira da min h a s eu en x cia o fez pi f ar, q u ando e stva am mu da ra lam pada, o bi co da cade ira ca eu de n ova o cha oe ap on to u os me us do is sa patos pretos q ue estv am ass em, ev, al gume ass imo s p use r se io bico ap on to u com e x t a id dao as du as das fitinhas para le lea serpentes do pn da te q ue is sol lam amo bat en te dd e um das t r es portas q ue são t r es rec tan gula da ant i g a regie das ma quinas, com o a di ze r, ep la s oma do por me en o r dos sa patos, q ue t ra ze me em se us t aco es, umas v e iscas de gel, para am orte ser os ps s são s, q ue en tao o bico do p es ,do delta dos passos, e o bat en te no s carris, si mage m r e corrente , noe ema do quadrado da que mente e x r ess p ana ponte de vinte c inc ode abril

Na referência do transformador, se le ph i li ps cruz ra bs for mad dor, seg vaso do rid ad tr estrela, do bar do ra do segundo da tríade do traço no circulo do primeiro treze, noventa e um , nono do circulo cento e dez dos duzentos , terceiro do quadrado lamy ma ro j doze vaso do cinquenta w classe f t a quarto elevado set do circulo a pro te ger do en pri mario, ce w en cn circulo da cobra, sec onze, vi gula da estrela do vaso quadrado ,a, do primeiro nono do circulo do quatorze, pum

Na rf feren cia do t ra sn for ma dor, se le ph i li ps cruz ra bs for mad dor, seg vaso do rid ad tr estrela, do bar do ra do se gun do da t riade do traço no circulo do prime iro t r e z we, n ove en da venta e primeiro, nono do circulo cento e dez dos duzentos , terceiro do qua dr a sd o l amy ma ro j do xe vaso do cin q u en t a w c lasse f t a quarto el eva o ds set do circulo a pro te ger do en pri mario, ce w en cn circulo da cobra, sec onze, vi gula da estrela do vaso q au dr ado ,a, do primeiro nono do circulo do quatorze, p do primeiro pi

Curiosamente me chamou a atenção a direcção técnica da direcção de cena, pois assim as linhas rezam, o orlando verme, da di rata da rec da são de cena, janta espanhola, da isabel do verme do director do otelo da lapa , a rosário vale do assis cruz da ingles ater da secreta ria da ana da cruz do longle, ou do lounge, primeiro ong le, a ana da cruz do che efe de pal co do alexandre do carmo

Cu do ur do rio sam en cruz da me chamo, cam do ca do melo, loi ua at cruz en sao primeira di da rec º da sao tec nin ca d a di reç sao dec ane, p o is ass ima s das linhas r e z am, o orlando verme, da di rata da rec da são de cena, j ant a es pan hola, da isabel do verme do di rc e tor do otelo, do bote l h o do h o te l do tello, da lapa , a rosa do rio do vale do assis cruz da ingles ater da secreta ria da ana da cruz do longle, ou do lounge, primeiro ong le, a ana da cruz do che efe de pal co do al e x rande do carmo

Médée, tragédia lírica em um prólogo e cinco actos, musicais do marco antonio, do carpinteiro do porto , o primeiro do sessenta e tres quadrado do traço ingles do dezassete do circulo do quadrado do poe ema do tomas do corno da ilha do primeiro do seiscentos e vinte e cinco, josé nuno Martins ou seu sócio, espanhol, pressuposto, do primeiro do sete do circulo do nono, est reia a quatro de dezembro de dezasseis de noventa e tres na aca de mia ria rea al de mu sica do nova, produção est rea ada em doze de maio de primeiro nono, noventa e três, ipssisimus, no do tetaro de caen, com direcção mui sical do willian da christie, a cristina do jorge, com assis tem tes da elisa da beth do mat iss a e do ema do manuel da elle do h aim, en cena são do je aa da maria da ville do gi e do rato assis te n tes do Cristóvão gal land onze e da baleia do di ver ger, r es ponsa ave primeiro pela cenografia, do para a rata da ep soc são de mil novecentos e noventa e quatro, do cristovao g all land, da cenografia do carlos tommasi, it, assistido pela sofia do press do perez, ou peres, figo rinos pat do rice c au che tie rato assis tem tes eric t al man te da sandra do levy, co reo gato raf fia da beatrice mas sin assistida pelo francoise deni eua, eau, lu ze serpente do bruno boy e rato em c ola bora são do com da jean b all e cruz cara c rat teriz iza são susana pi s te ur assistida pela Daniela g eu r y cabe lei ra s do daniel da mont blanc, coro e orquestra das art ts flor issa san ts da companhia das fites gal ante espanholas de lisboa noventa e quatro do ponto negro da fundação das descobertas

Méd é e, t rage dia li rca em um pro l ogo e c on co dos actos, mu soc do marco antonio, do car pinte iro do porto , o prime iro do se ss neta e t rec quadrado do traço ingles do dez a sete do circulo do quadrado do poe ema do tp mas do co r no da ilha do primeiro do se i centos e vinte e cinco, josé nuno mat ti ns o us eu so cio, espanhol, pr ess u posto, do prime iro do sete do cir u c lu o do nono, est reia a q au t ro dede x em br ode dez ase is de noventa e tres na aca de mia ria rea al de mu sica do nova, por duc sao est rea ada em doze de mai s ode do primeiro nono, noventa e t rr es, i ps sis i mus, no do do plano da t eta rode caen, com di rec sao mui sic al do w i ll ian da christie, a c r is te ina, com assis tem tes da elisa da beth do mat iss a e do em mad o manuel da elle do h aim, en cena são do je aa da maria da ville do gi e do rato assis te n tes do cristovao gal land onze e da bal leia do di ver ger, r es ponsa ave primeiro pela cenografia, do para a rata da ep soc são de mil n ove en ce to ze noventa e q eu t rod o cristovao g all land, da c eni g raf fia iad o cat lo tom masi, it, assi tid o p elo sofia do pr ess perez, fi f o rinos pat do rice c au che tie rato assis tem tes eric t al man te da sandra do levy, co reo gato raf fia da bet a rice mas sin assis tid ap elo fr anco ise deni eua, eau, lu ze serpente do bruno boy e rato em c ola bora são do com da jean b all e c ru x z cara c rat teriz iza são s usa aba pi s te ur assi te ida pela dani lea g eu r y cabe lei ra s do daniel da mont blanc, coro e o r q eu sta das art ts flor is sa san ts da companhia das fé te s gal ante espanholas de k is bia noventa e q ua t rod o ponto negro da fun da ac sao das deco berta serpente

Só gente fina como os pepinos da puta constante, tao boa em sua constância nas funções de supervisionamento do dinheiro de todos, que deixou desaparecer, ao que parece, segundo ultimas informações, 1, seiscentos e oitenta milhões de euros, valor que já duplicou relativo ao primeiro apresentado pelos bandidos, ou seja com um pouco de sorte o racio do pepino, ainda aumentará o que é bom se atendermos que o racio , dizem as putas, é proporcional ao prazer, de facto um grande enrabanço a todos os portugueses, se os houvesse

S ó g en t e fina com o os pepe inos da puta co ns t ante, tao boa em s ua co ns tan cia nas f un ç o es de super rc vi on am en to dd o din he o r de todos, q ue de ix o u de spa recer, ao q ue pa rece, se gun do u l t ima s in f o mações, 1, seis cento se o it a mil h o es de e ur os, v as l o r q ue j á d up loco u r e la t ivo ao prime iro ap r es en t ado p elo s bandidos, o use ka com um p o u cd e s orte o rac cio do pei on o, a inda au men t rá o q ue é b om se at en de rm s q ue o rac cio , di z ema s putas, é por rp cio n al ao pr az e r, de f ac to um g r ande en ra ban sao a todos os portu gi es e s, se os h o uve ess es se

No entretanto destes últimos textos, se deram mais tres assassinatos

No en t r eta z n to de ste s u l tino s textos, se de ram mia t r es as sas sin ina atos

Lá chegaremos a seu devido tempo, contudo ou sem pepinos, que dao sempre boas saladas, ainda nem este fio da Médée, está concluído, e muitos outros assuntos do mundo que merecem referencia, pois a onda de sangue foi grande e algumas parcelas se fecharam no entretanto, assim parece, penso eu de que...

L á che gar emo sa s eu de vi do tempo, contudo o u se m pepe ino s, qu dao se mp re boas sala ada s, a inda nem este fio da Méd é e, e stá c on c lu í do, e mui to s o u t ros aa s sun to s d o mundo q ue mer e cem refer en cia, p o isa onda de san g ue f o i g rande e al gum as par celas se f e charam no en t r eta n to, ass em par ce, p en s oe u de q ue... cruz rato espanhol vaso do oe primeiro ino s pon t i, barcelona

O guedes, aparecia em madrid numa reuniao com um home barbudo, e outros, todos advogados, sobre as aparentes discussões dos dinheiros , sua mao na reunião sentado, desenhava um linha vertical, como a sugerir uma cruz, uma cruz do deve e do haver, que deverão ter feito em mais algumas almas,

O c abrão do g eu d es, ap ar e cia em mad rid numa da reuniao com do p rie mr io do home barbudo, e outros, todos ad vi gado s, s ob rea s ap ar ren te s dis c u ss s o es dos
din e hiro s , s ua mao na reuniao en sn a t d o, de s en h ava um linha verte ica l, com o a s u ge e rum primeira cruz, uma cruz do d eve e do h az ver, q ue d eve ra ot e r f e i to am mais al gum as lamas, al am as

Acordo agora neste sabado de manha antes das sete, acabam de sair do prédio , do quarto andar direito, ns um grupo de rapazes muito ruidosos, assim foi durante a noite, entram em altas horas , batem com as portas expressamente e fazem muito barulho, porcos, como de costume, agora vi um , que já aqui o vira, parecido com a o escher, na contra capa da agenda encontrada a porta da cas de marta, o cas de mat, entrou num carro, prata e logo a seguir na rua desceu um que dizia fr duplo quadrado, algo nos sonhos que tivera me disse para ir ver um dossier que aqui trago com coisa apanhadas na rua, uma noite por detrás do escritório dos advogados do guedes do cds, onde estavam umas cuecas femininas , e um estrato de banco do totta, la dentro dobrado, um papel de um concerto da comemoração do grande terremoto de Lisboa, que encontrara aqui na rua salvo erro em frente a casa da rapariga decoradoras, salta-me logo a vista, um nome que aparece logo na parte visível do papel, david, perez, pois aqui nas linhas anteriores se desvelou um, o david do perez, cutantur, sousa carvalho e rui miguel leitão, os nomes que aparecem neste papel assim dobrado como está, o caderno e da Vânia fagulha, , abro-o a gora folheando- ao calhas, e vejo Tânia, rina, de uma seta que atravessa um coraçao violeta , uma vesica com a palavra caralho, da fagulha, t a maçónico, nia elevado dois, assassina de cadeiros, Tânia, outra vez em vertical desenhado, trezentos, filme, junto de pero de Covilhã, perez, remete a metelo, pois grupo reuniao trás relaçao com a tvi, pois parte do grupo quando foi desmantelado, assim foi vendido, nomeadamente a farol,

A c o do agora neste do sabado de manha ant es da serpente do sete, ac a ab madeira de sa i r do pr é di o , do quarto na dr direito do ns um g rupo de ra p az es mui tor rui d ossos, ass em f u id do tam te a noite, en t ram em al t as hor as bar rem com as do portas e x per s sam primeiro da eu que mente e f az em mui to bar u l h o dos porcos, com ode cs t um me, agora vi primeiro , q ue j á aqui o vaso ira, par cia ado com a o es cher, na cao n t ra capa da a g en da en c on t r ada primeira porta da cas de marta, o cas de mat, en t rio no primeiro carro, p rta e l ogo a se gui r na rua de sc e eu um q ue di z ia fr d up lo quadrado, al g on os sonhos q ue ti vera me di s se para ir ver um do s sie r q ue aqui t rago com co isa ap anha ada s na rua, uma noite por det ra s do e c rito rio dos advogados do guedes do cds, onda es t av am umas cu eca s f e minas , e um e ts rac to de banco do totta, l a d en t ro do br ado, um pap el de um c on ce r to da com en o raçao do dog rande te rr em oto de lis b os, q ue en c on t r ar a aqui na rua s alvo e r ro em fr en te ac asa da rapariga deco ra dor az, s al ta do traço da inglesa me l ogo a vi st az, um no me q ue ap a rece l ogo na p arte v isi v l dopa el, da vi, perez, p o is aqui nas linhas ante rio r es se d eve lou um, o da vi do perez, cu tan t ur do sousa carvalho e rui miguel leitão, os noe m k s q ue ap ar cem nest e pap el ass em do br ado com o e stá, o ca d dr no e da ava ni a fagulha, , ab ro do traço do circulo o a gor a for mula one he ando do traço ingles da primeira ao c alha se do vejo, t ani a, rina, de uma s eta q ue at rave ss ao primeiro coraçao violeta , uma v e sica com a pala vaso av ra cara al jo, da fagulha, t am ac oni co, nia el eva ado di us, as sas sin ad e cade iro s t ani a, o u t ra ave z em verte ica l de s en h ado, trezentos, fil me, j un to de p ero de c ovi l h â perez, rem n tea am do metelo, p o i sg rup o reuniao t ra s r e l aça com a tvi, p o is p arte do g rupo q ua ando f o id es man tela ado, ass em f o i v en dido, no ema dam en te a f a rol,

Ontem de madrugada, subindo o livramento, em frente a cas dos frangos , uma pomba morta, alguém ali a pusera, quando a olhava me apareceram descendo a rua tres caes, na aparecia abandonados, dois pequenos pretos com pelos de arame no focinho, muito curiosos e saltadores e uma cadela, branca, com as patas de trás presas, a primeira imagem que me subiu a memória , fora a loba de roma, certamente levara uma pancada de um carro, vieram me cheirar, simpáticos, depois subimos a rua , os pretos entraram na cas de goa, como seguindo a pista , a me dizer, que a pomba dali viria, e depois caminhamos até à cuf, masi uma vez , os cabrões das luzes, estavam, operativos, acenderam, o da fachada da entrada de emergência do hospital, e no canto da rua que da para as casa dos contrabandistas, onde por ali, os caes desapareceram, como se esfumassem, um papel no chao , numa factura do gasolina di jumbo de almada, o elefante, atendido por laura neto, nove, seis um, nove, tres , quatro, tres , cinco oito, um elástico de cabelo, prefigurava uma vesica negra com um ponto de prata, um cobra no chao, ao lado de um parta cabo verde, ossos,

On te madeira de na dr u gado, s ub bin indo o l iv ram en te, em fr en te a cas dos fr ang os , um ap om ba mo rta, al g eu mali a p use ra, q ua ando a ol h ava me ap rece ram de sc en do a rua t r es ca es , na ap ar e cia a ban dona do sd o is pequenos pretos com p elo sd e arame no foc in h, mu ito cu rio s os e s al ta dor es e uma cade la, br anca, com do as das patas de t ra s pr e sas, a prime ira rai mage madeira q ue me s ub i uam emo ria , for a al loba de roma, c reta mente l eva ra uma p ana ad de um carro, vie ram me che ira r vie ram me che ira r, si mp a ticos, d ep o is s ub i mosa rua , o dp ret os en t rata am na cas de goa, com o se gui indo a pista , a me di ze r, q ue a p o m ba dali vi ria, e d ep o is ca min h amo s at té à cu f, ma si uma ave zorro do os dos cabrões das luzes, estv am, o pera t iv os, ac en de ram, o da f ac h ada da entrada de e mer gen cia do h o spi t al, e no can to da rua q ue da para as casa dos c on t ra ban di sta s, onda por al i, os caes de spa rece ram, com o se es f um ass em, um pap el no chao , nu ma f ac tura do gás i l ina di jumbo de a l mad a, o elefante, a t en t ido por l au ra neto, n ove, si es um, n ove em t r es , q ua t r ot r es , c inc o oi to, um e l as tico de cabe elo, pre f u g u ira ava uma v e sica negra com um ponto de p rta, um co br ano chao, ao l ado de um p art ac a bo verde, ossos,


Em noite anterior, os gatos no muro onde estavam as cuecas, um deles me fez pescar um papel que estava na cuba da muro onde se acumula a agua e as folhas, em putrefacção, lá de dentro tirei um papel que alguém ali deixara , que assim disse, ra t ingles relações pup blicas, a spa s do jb li cid a saída do curso, e um nome feminino escrito a caneta azul turquesa, sandra , oito , lisboa

Em no ite ante rio ros gatos nom ur o om n de estav am as cu eca s, um del es me fez pesca ar um pa el q ue estv ano c uno dam ur o onda se ac u mula p rie mira agua e as f o l h as, em put r e facao, l á de den t rp ti rei um pa ep el q ue al gume al id e i xara , q ue ass si em di sm ra t ing relações p ip b lica sa spa s do jb li cid a sa ida do c urso, e um noe em fe me nino es c rito a can tea az u l t ur q u y e sa, sandra , oito , lis boa