segunda-feira, fevereiro 23, 2009

Ouvi eu um grito pelo espirito logo a seguir ao video em que vos falo das torneiras,

O u vi eu um g rito p elo es pei rito l ogo a se g u y irao v id e o em q ue v os f al ç o das tor ni e ra serpente

Alguém dizia, e a lei, está ferindo a lei, assim era o tom, quase zangado

Al gume di z ia, e al lei, e stá fer r indo a l e ia ss em e ra o tom, q ua ase zorro ze gado


Sim, a lei é clara , fazer comercio com a agua que é sangue vital, mais a mais no presente em que nos aproximamos a rápidos passos para problemas grandes com ela, se não invertemos decididamente o caminho, é resquício de pensar e de ver ainda esclavagistas, pois a agua , como o ar, ao contrario dos loucos que nas mesas comuns se põem a negociar quotas de ar e certamente pensam em inventar balõezinhos para o reter e transportar e comercializar entre os carniceiros, provavelmente por pouco andarem a se amar, assim projectam os balõezinhos no alheio, pois a agua e o ar e a terra sao de todos e de nenhum, como o sangue comum

Sima al lei é clara , f az e rc om mer cio com p rim a ira agua q ue é san g ue vita al, mais isa ami sn o pr es en te em q ue nos pap ap roxi mam os a ra pido s p ass o ap dp para pro ob l ema s g ar n d es com ela, se n cão in verte mo s dec id i dam en teo ca minho, é r es qui cio de pen sar e de eve rai onda es c l ava gi s ta, p o isa agua , com o o ar, ao c on t ra rio do s lou co s q ue nas mesa s com un s se poe ema n ego cia ar q u tota se ce rta m net pen sam em in v en t ra ba loi z in h os pato o r e te r e t ra sn pi rt ra e co mer cia li z ren t reo s car ni ce iro s , p or v ave le mn bt e por p o u co anda rem ema se am ar, ass em por je ct am os bal loi z in ho sn o al he i o, é de t u do se d e n en h um, com oo san g ue com um

Contudo podia haver , um período de transição, suave, como sempre é bom de haver nas coias que se fazem, ou por exemplo quando muitos nos amamos, e depois ficamos a conversar coisas docinhas, e a fazer carinhos, em vez de vestirmos as calças e dizer, tenho pressa, vou apanhar um comboio, ou tenho que ir aparafusar um parafuso,

Contudo p o dia h ave rum per id ode t ra sn siç sao, s ua ave, com o se mp r e é b om de h ava rn as co ia s q ue se f az emo u por e x e mp lo q ua ando mui to sn os am amo se d ep o is fi cam os a c on versar co isa s doc cinhas, e a f ze r car in h os, em v e s z de v es tir mosa sc al ç as e di ze r, ten m ho pr ess av o u ap pan h ar um com boi o, o u t en ho q ue ir ap ar a f usa rum par rf usa o,

E nesse periodo de transição, onde a cadeira de valor associada a agua, onde está a parte do que se paga pela própria agua, que é a parcela errada, pois canos, tratamento, e despesas com canos sempre existem e enquanto eles existirem e forem comuns, terao que ser por todos em sua parte suportados, mas acordando uma meta, isto é, por exemplo daqui a um ou dois anos, tornamo-nos adultos e deixamos de ser canibais e passamos a ver o sangue comum como sempre ele o é, ou seja comum, e parte integral integrante do corpo uno e de todas as suas partes, e durante esse tempo, poupamos na factura e na despeza, considerado globalmente sobre o custo global da agua e do desperdício que com ela fazemos, e conseguimos assim ainda instalar as novas torneiras que nos pouparão milhões e milhões de litros no consumo de todos e do todo,

E ness ep per id ode t ra sn siç sao, onda a c qa de ira de valor as s o ica d aa aua, onda e stá a p arte do q ue se pa g ap el a pr ip ria agua, q ue é a par ce la e rr ad ap o is c ano s, t rata men to, e d es pe z as com cas noa se mp r ee xis te me en u q n to e lee s e xis tir rem e for rem com un s, t ero aqui do q ue ser por todos em s ua p arte s u porta do s, mas a ac o rda dn do prima ira meta, is to é, por e x e mp lo da qui a um o u do is ano s, tor na mo do traço da inglesa no s ad u l to ze de ix amo sd e ser c ani ba ise p as sam os ave ero san g ue com um com o se mo pr e el e o é, u seja com um, e p arte in te gral ein te g ran te d o corp o un oe de todas as s u as p art es, e duran te ess e te mp o, p o up ano sn a f ac tura e na de s p e za, c on se id e ra do global que mente s ob reo cu s to global da agua e do de sp e r di cio q ue com el a f az emo se c on se gui mo sas si em a inda in s t ala ra s n ova s t r one iraque no s p o u par ra o mi l h o es e mi l h o es de lit ros no c on sumo de todos e dot o do,

Se a treta assim continuar, então melhor será deixar desde já de pagar a agua, pagando só os custos de transporte e sua manutenção e coisa e tal, este é um exemplo, que nos fala claramente de como a existência de metas no caminho, ou seja , da compreensão clara das pedras dele, e dos nossos objectivos, é quando bem vista e bem pensada, factor de rentabilidade em distintos planos e como o contrario, agrava a queda, e tornará sempre maior a confusão se o problema se dilatar, não, não estou a falar de racios de pepinos, embora o esteja, pois a poupança, real, primeiro a vida em bom viver, e depois , e até, em plano financeiro, que um não obsta ao outro, como é claro

Sea t r eta ass em conti nu ar, en tao mel hor se rá de ix a r de sd e jad ep a gara agua, pa g ando s ó os cu st os de t ra sn p orte e s ua man t ur en sao e co isa eta al , este + é um e x e mp lo, q ue no s fala clara mente dec omo a e xis t en cia de met as no ca minho, o use seja , da co mp ren são da clara das pedras dl e, e do s no ossos ob ject ivo s, é q ua ando b em vi sta e b em ps en ada, f cat tor de ren t ab bil id ad e em di si ti ny t as p lan os e com oo c on t ra rio, a g rav aa q eu da, e tor na rá se mp r ema io r a c on f u sao se o pro ob l ema se di ila tar, n cão, n cão es toi ua a fal r de rac cios de pepe ino s, em bora o est e j ap o isa p o up al sa, real, prime iro a av ida em b om viver, e d ep o ise a té, em p l ano fina ac ce iro, q ue um n cão ob sta ao o u t roc omo é c primeiro aro

É exemplo semelhante ao que dizia, há já mil luas atras que muitas empresas que existem hoje tem que reciclar sua actividade, e dizia na altura aos que fabricam adubos, que deveriam investir rapidamente em formas alternativas, nomeadamente nestas novas área de reciclagem com vista a reintroduçao nos solos e nos processo de agricultura, depois nada fazem como de costume, quando o ceu lhes cair em cima, virão à cidade pedir apoios financeiros do dinheiro comum, e nós lhes diremos, não fostes avisados? Farão ar de contritos, alguns mais humildes da condução, estarão até na disponibilidade de passar a receber salários simbólicos, mas no entretanto todos, se defrontaram com mais uns milhares de desempregados , a fazer prova que o mal pensado e o mal feito, e não feito antecipadamente custa sempre masi caro a todos, sublinho o todos, e não só os que trabalham neste ou naquele particular

É e x e mp lo semem l h ante ao q ue di z a e, h á jamil l ua s at ra s q ue mui t as e mp r es sas q ue e xis t em h oje te m q ue rec cic l ar s ua ac t vaso duplo id ad e, e di z ia na la tura ao s q ue fabri cam ad ub os, q ue d eve ria am in v es tir ra pida dam que mente em formas ala te rna t iva s, no meada men t nest as nova s ar es de rec cic la ge mc om vi sta a rei n t ro u dç sao nos s olo seno s por rc ess ode a g ric uk l tura, d ep o is n ada f az em com ode cos t ume, q ua ando o c eu le he s ca i rem c ima, v ira o à cidade ped di r ap a oio s fina ce iro s d o din he iro com um, e nós le h es di remos, n cão f os te ss av isa do s da foc cie, F ar a ar de c on t ritos, al gun ms mais h um ilde s da condo sao, e sta aro ana di s p oni bil id ad e dep assa ra rec e br s al w rio s s im bo lic os, mas no en t r eta n to todos, se de fr en at aram com mais un s mil h ar es dede se m pr ega do sa f az e pr ova q ue o m al pen sado e om al f e i to, e n cão f e ito ante c ip a dam que mente cu sta se mp r ema sic aro a todos, s ub linho o todos, e n cão s ó os q ue t ra bal ham nest e o un aqui do eu le par tic cua primeiro rato do aro
Trás um belo poeta cantor, o vinicius, um dos seus poemas gravados, uma linha em que pela madrugada, o poeta aflito, saí para o campo, pressupõem-se da casa onde estava e se põem a fazer chichi, ao lado das vaquinhas e de outros animais, e descreve as nuvens que se formam, quando do agradável acto na aflição, e da comunhão que sente naquele fazer e no visto daquele fazer, com a natureza e os seus irmãos animais

T ra s um b elo do poeta can tor, o vin i cio us, um dos se us poe ema sg rata av da serpentes da primeira da linha em quadrado da ue pe la madruga dao poeta a for mula one it o, sa ip do para o cam po, pr ess ip om do traço da inglesa seda c asa onda e stav a es e poe ema f az e rc do chi chi, duplo ki, ao l ado das va quin h as e de outros anim mais, e de sg r v e as n uve ns q ue se for mam, q ua ndo do a g r ad ave l ac to na a for mula one sao, e da com unha o q ue s en te n aquele f az e reno vi s to da q eu le f az e rc om a na t ur e za e os se us iram o a ani mais

Na verdade sempre assim os homens fizeram o chichi quando não viviam todos em cima uns dos outros, e ainda não tinham desenvolvidos estranhas ideias de pudores, em portugal, antes do vinte e cinco de abril, havia mesmo uma lei que previa uma multa de salvo erro vinte e cinco escudos para quem fizesse chichi na rua e outra de equivalente valor a quem fosse apanhado na rua sem trazer nenhum dinheiro no bolso, sempre achei extraordinária, esta segunda lei, quando dela me dei conta

Na ave r dade se mp r e ass imo s h om en ns fi ze ram o chi chi q ua ando n cão viviam todos em c ima un sd os outros, e a inda n cão tim n ham de s en vo l v id os es t a r n h as id e ias de pu dor es, em port u g a l kapa, ant es do vinte e c inc o de ab r i l, h avia me s mo uma lei q ue pr e via uma mul t ad e s alvo e r ro vinte e c on co es cu do s para q eu em fi z ess e chi chi na rua e o u t ra de e qui iva lente valor aqui do eu madeira f os se a pan h ado na rua s em t ra ze rn en h um dine h rio no bo l so, se mp rea ac he i es t ra o r dina ria, e sta se gun da lei, q ua ando del am lam da lame e de e conta

Foi assim provavelmente que um dia um homem, terá começado a pensar no sistema de filtros e dos processos de decantação que a própria terra lhe mostrava quando ele estava fazendo as suas precisoes

F u ia ss em pro ova ave le mn te q ue um dia um h om me, te rá com e a çd o a p en sar no sis t ema de fi l t rose dos p roc ess os de dec can taçao ac sao q ue a por rp ria terra l he mos t rav aqui do ua e do e lee stav a do fazendo as su as pre c is o es

Tambem o coco, era feito na terra em vales, e depois era usado para estrumar a terra, no qual um serie de processos químicos e de decantação e de transformação são operados naturalmente com a terra e a natureza em seu todo, incluindo diversas variáveis com a chuva, a humidade, o calor, e os micro organismos

Tam b emo coco, e ra f e it ton a terra em v al es, e d ep o is e ra usa ado para es t rum ar a terra, no q ual um se ire de por c ess o quim micose de can taçao e de t ra sn for maçao são o pera do s nat ra l em n te com a terra e ana t ur e za em s eu todo, inc l un do di versas v aria ave is com a c h iva, a h um id ad e, o c al o rato,

Parte desse saber, sobre filtros e decantação, são hoje usados nas chamadas etars, estacões de tratamento das aguas e dos resididos sólidos ou meio sólidos, que depois são deitados, estupidamente em forma irresponsável e assassina nos rios e no mar, em vez, de como antes voltarem a terra e serem usados como estrume, que foi substituído como sabemos pelos químicos, os chamados adubos de hoje, que se tornou tambem uma ciencia muito apurada, que visava assim introduzir nutrientes, específicos que ajudassem a aumentar os níveis de produção das colheitas, para dar vazão a necessidade crescente de alimentação, derivada pelo aumento das populações dos seres, assim se justificou este fazer

P arte de s se s ab e r, s ob r e fil t rose dec anta sao, são h oje usa d os nas ch mad as e t ra s, est a ç o es de t rata men to das aguas e dos r es di u do s sol id os o u mei o sol id os, q ue d ep o is são de it ado s, es tupi pida que mente em forma i rr es ponsa ave l e as sas sin ano s rio seno mar, em vez de c omo ant es vo l tar rem a terra e ser m usa do s com o es t rum e, q ue f o is ub is t u id o com o s ab e mo s p el os quim micos, os ch amado s ad ub os, q ue se tor no u t am b em uma cie en cia muu i to ap ur ada, q ue visa ava ass em in t roi u d z i r nu t rie en t es, es pe ci fi cos q ue ajuda see ema au men tar os ni v e is de pro du sao das col he it as, para dar v aza o ane vv ce is dade crescente de al i men taçao, der iva ada p elo au men to sd as pop u la ç o es dos ser es, ass em se ju st i fio u este f az e rato

O estrume estruma a terra, o leito do húmus se faz e depois as plantas crescem, e como não crescem instantaneamente como o pudim flan, muitas transformações do húmus que é parte do alimento, se vão dando, ou seja, assim, as substancias que proporcionam o leito e a vida, são elas próprias pelo processo e pela sua duração transformadas, ou seja para por a coisa masi explicita, este processo natural, da merda, faz a vida, pela sua transformação, ou seja, a merda, deixa de ser merda, se transformou

O est rum e es t ruma a terra, o lei rt o do h um us se f az e d ep o isas p l as sn dn t as c r es cem, e com on cão c recem in s t an t ane am que mente, com o os pu din fla sn, mui t as t ra sn for mações do h um us q ue é p arte do al i men to se vao dand o, o use seja, ass ema s s ub stan cia s q ue pro por cio na mo lei to e a vide são, el as pro p ria s p elo pro roc c esso e epal s ua dura sao t ra sn for mad as, o use seja para p o ra co isa ma si e x p li cia t a, este p roc ess o nat ru al, dam e rda, f az av id a, pe la s ua t ra sn for maçao, o use seja, am e rda, de ix ad e ser mer da, se t ra sn for mo vaso

Com o aparecimento das cidades, e com a sua maior concentração ao lado das costas, as gentes começaram a inverter o processo e lançar os dejectos nas aguas dos rios e dos mares, como da mesma forma fazem as fabricas, até nos riachos, onde de vez em quando, desde há décadas, uma imagem sempre se formou aos olhos de todos, a dizer, atenção, que assim está mal, a imagem de centenas , por vezes milhares de peixes que aparecem mortos a boiar, quando determinado químico os mata, ou a concentração da poluição na agua se torna de tal forma densa que obsta a sua vida e ao seu viver

Com o ap rec cimento da s cida d es, e com a s ua mai iro c on c en t raçao aol alo ado da s coast, as g en t es com e l ç aram a in verte t reo pro roc c ess o e lan ç ar os de ject os na sa g ua sd os rio se d os mares, como da me s ma forma f az ema s fabricas, it, a té no s ric a h os, onda de eve z em q u anto de sd e h á dec ada s, uam mi mage madeira se mp rese for mo ua os olhos de todos , a di ze r q ue, a t en sao, q ue ass em e stá am al, a i mage madeira de c en t en as , por v e ze s mil h ar es de peixes q ue ap ar e x cem mo rto sa boi ar, q ua ando det r emi mina ado quim mico os mata, o ua c one c t raçao da pol lui sao na agua se tor na de t al forma d en saque ob sta as ua v id a e ao s eu viver



Ou seja, ilustra isto, sempre o mesmo erro, é mais fácil, mais próximo, mais barato, está mais à mao, não se pensa no processo da vida e da imagem da vida e da natureza, toca lá andar, e depois logo se ve, sendo que a poluição dos mares e das aguas, é muito mais grave e depende de muitos outros factores que tem que ser igualmente corrigidos, em verdade se pode dizer, que fizemos da agua que é o sangue de todos e de tudo, o caixote de lixo onde a nós mesmos nos deitamos fora todos os santos dias, pois hoje nas aguas moram toda a espécie de porcarias, vide o exemplo dos elementos que assim pelos peixes se introduzem no ciclo da nossa alimentação, e nos envenenam a todos,

O us e j a , i lu st ra is to, se mr pe o me s mo e r ro, é mai f ac i l, ma si pro x imo, ma si bar a rta, e stá ma si a o amo, a mao, n cão se p d en s ano p roc ess o david a e da i mage made ria da vid a e da na t ur e za, toi ca l á ana dr a, e d ep o is l ogo se eve, s en do que a pol lui são do s m as r es e das aguas, é mui tomasi g rave e d ep pen dede mui ts o u t ros f ac tor es q ue te m q ue ser i g ual e mn te co r rig id os, em verde ad e se p ode di ze r q ue fi z emo sd a agua q ue é o san g ue det todos e det u do, o ca ix o te de l ix o onda a nós me s mos no s de it amo s for a todos os san to s dias, posi h o je n as aguas mor ram am t u da a es pe ice de por caria s, vide o e x e mp lo dos ele mn ts o q ue ass em p elo s peixes se in t rod u ze m no cic lo da bossa al i men taçao, e no s en v ene nema a to ds o,

A regra é clara, e sempre se baseia no correcto conhecimento e entendimento do processo circular em seu todo, e aponta sempre a reciclagem em todas as fases do processos parcelares, em forma que não afectem o sub sistema que lhes deu origem ou os outros que coexistem com eles no processo uno da própria vida que almeja garantir a vida e não destrui-la

Ar e gara é c al ra , e se mp rese ba seia no co rr e ct tio c on he cie mn to e en t en di men to do por c esso cir cu l ar em s ue todo, e ap da ponta se mp rea rec cic la e ge em e madeira todas as f as es do p roc esso s p ar cela r es, em forma q u e n ao a f e c t emo s ub sis t ema q ue le he sd eu o i r ge emo mo u os outros q ue c oe x is te mc om el es no p roc esso uno da por rp ria v id a q ue al me j a gata n tir a v id a en cão d es t rui do traço ingles de la

Já vos disse a todos à mil luas atras, que as sociedades tem que elaborar e fazer cumprir a regra da reciclagem integral de tudo o que se produz, e alterar o que for necessário nos materiais e produtos para que assim aconteça, pois se não o fizermos, continuamos a assinar a nossa própria sentença, na melhor das possibilidades, a de nossos filhos, e nenhuma mae ou nenhum pai quer que assim a eles, aconteça

J á v os di s sea todos à mi ll j ua s at ra s, q ue as soci e dad es te madeira q ue el ab o ra r e f az e r cu mp r ira regra da rec cic la ge m in te gral det todos o q ue se pro d u ze al te r aro q ue for ne c es aa rio nos mate ira si e pr o du to s para q ue ass em ac on teça, p o is se n cão o fi z xe rm no s, c on t u man o sas sin ar ano s sa por rp ria s en t en ç ana mel hor das p os sibil bil id ad es, ad en ossos fi l h os, e n en h uma mae o un en h um pai q eu r q ue as sima el es, ac on teac

E consequentemente vos expliquei a lógica consequência, que é necessário rever a cadeira integral de todo o que se produz, e que paradoxalmente, é tambem este fazer, que não só garantirá a sobrevivência de todos os que aqui vivem, que se constituíra a base dos novos modelos de produção, de produtos e de rendimentos, o que é muito bom a se atendermos a que o que trazíamos se encontrava esgotado e tinha sido desdobrado até a exaustão, o que por si só, o facto do desdobramento, o exemplo que em dia vos dava de quatro maos que fazem o trabalho de duas, é já sinal, que ilustra o erro em que vamos em forma muito clara, pois os seres nascem com duas na maior parte dos casos, e a questão base que isto desvela, é desperdício, o que é sempre estupidez, seja qual for o nível que se entenda

E co nse q u en te mente v os e x p lic q ue ia lógica co nse q un cia, q ue é ne c es sario r eve vera cade ira in te gral de todo o q ue se por du ze q ue para do x al mente, é t am b em este f az e r, q ue n cão s ó g a rn bar rn do a s ob rei v iv en cia de todos soc ue aqui v iv em, q ue se co ns ti u t ira a bsa e dos n ovo s mode l os de pro du sao, de pro du to se d e ren di men to s, o q ue é mui to b om a se a t en de rm s o a q ue o q ue t ra z iam os se en c on t rava es gi ota do e tinha s id o d es do brado a té a e x au s tao, o q ue por sis ó, o f ac to do d es do br am en to, o e x m ep lo q ue em dia v os d ava de q au t ro maso para q ue f az emo t r ana l god ode du as, é j á sin al q ue i lu s t ra o e r ro em q ue v amo s em forma mui to clara, p o is os ser es na sc em com du as na maio rp arte dos casos e a q eu s to a b ase q ue is to d es vela, é d es per di cio, o q ue é se mp r e est u pide dez, seja q ual foro n iv e l q ue se ene t n d a

Cada vez que escrevo sobre estas mateiras, muito são os que pelo espírito aqui me chegam dizendo, dinheirão, como sempre, que estas mudanças, custam um dinheirão, e eu sempre vos respondo assim, dinheiro, vivo que faz viver, é a vida das gentes e aquele que mais rende, é o bom viver, pois como sempre vos relembro, sem gentes, nem mesmo há dinheiro, e depois dinheiro, que anda pelo mundo perdido e mal usado, em fins muitas vezes ilegais que criam grande sofrimento e morte, é mais do que muitas maos de boa vontade juntas, e que cada vez que assim oiço, atendendo ao estado da negra herança, me pergunto se devo então começar a rezar a Deus e a Luz e ao Amor para que os seres sejam assim desmaterializados de vez, pois parecem insistir em por as moedinhas a frente da própria salvação de todos e de tudo

C ad ave z q ue es c r v e o s ob re e sta s mate ria s, mui to são os q eu ep do pelo do elo es pei r to a qui me che g uam di ze sn do, din he irao, com o se mp rec, q ue e sta s mu danças, c us tam um din he irao, e eu se mp r e v os r es pond o ass em, din he iro, vivo q ue f az viver, é a vida d a sg en t es e aquele q ue mais ren de, é o b om viver, p o is com o se mp r e v os r ele m br os em g en te sn em me s mo h á di ne h iro, e d ep o is din he iroque anda p elo mundo per dido ema al usa ado, em fi ns mui t as v e s es ile gais qi e c r iam g rande s o fr i men to emo rte, é mais do q ue mui t as maos de boa von t ad e j un t ase q ue c ada ave z q ue ass em oiço, a t en den do ao estado da negra her anca, me pee r g un to sed devo en tao com eça ra r e zara de use al uz e ao amo r para q ue os s r es se j am ass em de s mate rili az ado s de v e z, p o is in sis te me mp por as moe dinhas a fr n te da por rp ria s alva sao de todos e de tudo

Deveis portanto olhar para estas necessidade de novo fazeres, como oportunidades, como bela oportunidades de não só fazer e criar novas formas de ocupar as gentes neste período de transição, e lhe assegura rendimento e geração de riqueza, como tambem de obrar à salvação do mundo

D eve is por rta n to olhar para e sta s necessidade de n ovo f az e r es, com o oport uni dad es, como bela oportu in id ad es de n cão s ó f az e rec ria rn ovas formas de o cu p ar as g en te s nest ep e rio dd e t ra n siç º sao, e l he ass e segur a rr en di dm n to e ger raçao de rique za, com o t am b em de ob ra r à s alva sao do mundo

Podereis contudo olhar ao contrário, e vos condenar a morte e condenar a morte vossos filhos, liberdade que vos assiste por direito divino

P ode reis c on tudo ol h ar ao c on t rá rio, e v os c on dena ra m orte e c on dena ra m orte v ossos fil h os, liberd dad q u v os assis te por di rei to di vino

Em particular, esta questão do tratamento dos resíduos provenientes do pequeno corpo, só será bem equacionada, se como todos os sub sistemas e suas sub equações, forem integrados no pensar do todo em forma inteligente, da inteligência transistemica, ou seja, de que forma, podemos da merda fazer ouro, velha imagem dos alquimistas, que sempre disseram que nela esta sempre escondida o oiro, ou seja, em termos práticos, tem que se integrar esta equação parcelar, na equação maia vasta da produção agrícola, no sentido que já vos expliquei da automatização dos processos, sendo que sob o plano técnico, já vos detalhei em parte, o que vi do pensado sobre a forma de o fazer, e dos problemas financeiros que a solução pode comportar, em faze-la desde já em seu todo, e de como se poderia viabilizar a sua implementação faseada,

Em p art ti cu l ar, e sta q eu s tao dp o t rata men to dos r es id u os pr iv eni nin te s do pe q u en o corp o, s ó se rá b em e qua cio na ada, se c omo todos os s ub sis t ema se su as s ub e qua ç o es, for rem in te g ra do sn o pen sar do todo em forma intel i gn net, da intel ge lige n cia t ra sn sis te mica, o use seja, de q ue forma, p ode demo s da mar da f az ero ur o, velha e mage made ria dos al quim ista s, q ue se mp r e di ss e ram q ue nel a e sta se mp r e es conde dida o oiro, o use seja, em t r emo s pr a tico s, te m q ue se in te g r ar e sta eu ac sao p arc e l ar, na a qua sao ma si v a sta da por u dç sao a g ricola, no s en to do q ue j á v os e x p lic q ue id a au tom a t iza sao dos pro roc c esso s, s en do q ue s ob o pl ano tec nico j á v os d eta la he e em p arte, o que vi do p es n ado s ob rea a forma de o f az e red os por rb l ema s fina n ce iro s q ue a sol u sao p ode comporta ar, em f az e do traço ingles de la de sd e j + a em s eu todo, e de c omo se p ode ria vi ab l iza ra s ua i mp le man te sao f az e ad a,

Não nos queixamos que o desemprego tem estado por nossas próprias maos que fizeram os modelos produtivos que temos a aumentar, não está por nossas maos a aumentar a miséria de todos, e se assim é porque então vos queixeis quando se pode fazer novos empregos e criar riqueza da verdadeira e tambem em moedas, salários, destas formas necessárias à sobrevivência?!

N cão no s q eu ix amo s q ue o de se mp prego rego te m estado por no s sas p o i rp ria s mao s q ue fi ze ram os mode l os pro du t iv os q ue t emo sa au men tar, n cão e stá por no s sas maos a au men tar a mise ria de todos, e se as si em é por q ue en tao v os q eu ix e is q ua ando se p ode f az e rn ovos e mp rego se c ria r rique za da vera de irc e t am b em e maior moe da s, sala rio s, de sta s formas ne c ess saria sa s ob r e v iv en cia foice eta

Agua é sangue de vida, boa agua é bom sangue, má agua é veneno que destrói a primeira vida, esta equação é muito clara, tao clara como a própria agua clara da vida sangue

A g ua é san g ue de v id a, boa a g ua é bo maior san g ue, m á a g u a é v ene en no q ue det roi a pr ip e ira v id a, e sta e qua sao é mui to clara, tao c al ra c omo a pro ria a g ua clara da v id a sa n g ue


A desertificaçao é uma das vertentes da desgraça que trazemos em cima da mesa comum

A d e see rt ti façao é uma das verte en te s d a de sg r aça q ue t ra z emo s em c ima da mesa com um

Consequentemente é tambem prenunciadora de grandes desgraças pela básica sobrevivência de muitos milhões, nos próximos tempos, se não a resolvermos no entretanto do tempo que nos resta para as resolver

Co nse q eu en te mente a ps soto l o serpente + e ta am b em pr en u cia dora de g rand es de sg r aças p el a ba sica s ob rive en cia de mui to s mil h oe es, nos pro roxi imo s te mp os, se n cão a r es solver mo sn o en t r eta ant o do te mp o q ue no s r e sta para as r es solver

Isto todos já o sabem e trazem bem sabido, e continuar a discutir sobre isto, e não o fazer, é assinar a sentença comum

Is to todos j á o s ab e me t ra ze m b em s ab bid oe conti na ur a di s cuit s ob r e is to, e n noa f az e r, é as sin ar a s en t ne sa com um

Me dirão que não há dinheiro para isto tudo, vos digo o que sempre disse, é mentira, múltipla, primeiro porque o dinheiro comum, como se sabe não é bem administrado a favor daquilo que é comum, nem quem o administra tem trazido a inteligência de o bem fazer, e as sociedades permitiram o seu descontrolo, e sem primeiro isto resolver, corrigindo, nem se pode nunca dizer que é verdade este argumento

Me di irao q ue n cão h á din he iro para is tio tudo, v os di g oo q ue se mp r e di s se, é men t ira, mul tp l o a, pi r me iro por q ue o di ne hi o com um, com o se s abe n cão +e b em ad di mis t ra do a f avo r d q au ilo q ue é com um, ne m q ue emo ad mis t ra te m t ra z id o a intel i gen cia de o b em f az e rea s soci e da s per mit iram o s eu d es c on t rolo, es em p o i r me iro is to r es solver, co rr i g indo, ne m se p ode n unc a di ze r q ue é vera de este ar gum en to

É evidente que é preciso fazer sempre opções, sempre foi assim a vida, se por exemplo se autoriza, o investimento em mais estradas e estes não se fazem, não restara duvida da estupidez da opção, e tambem é verdade que a casa comum está com muita fome, quase quarenta e cinco por cento da população, e portanto é conveniente primeiro alimentá-la antes de pensar em masi vias das estradas que já temos

É ev id dente q ue é pr ice s o f az e r se mp re o p l ç o es, se mp r e f o ia s sima vide, se por e x e mp lo se au tor iza, o in v es tim en to em ma si e ts ra da se est es n cão se f az em, n cão r es tara du v id ad a est u pide dez da o p cao, e ta m b em é verde ad e q ue a cas com um e stá com mui ta f om e, q u ase q ua ren ta e c inc o por c en to da p o u l aç sao, e porta anto é c on vie nine t prime iro al i m en t á do traço da inglesa la ant es de pen sar em ma si vias das e ts r ada s q ue j á t remos

Tambem é evidente que se as coisas assim continuarem não faltará muito tempo para que a agua e sua posse, seja resolvida de armas na mao mesmo nas cidades, assim já me desvelou o espirito á muitas luas atras poder vir a ser, e tambem é evidente, que as questões do nao funcionamento das estruturas políticas da cidade, e das que deveriam velar pela justiça, tambem é um facto, e que assim sendo, a mesma questão ética se põem e se irá pôr em modo mais claro a cada um à medida que os dias passarem, sem se inverter esta situação, pois onde trazem os cidadãos o poder real de dizer a meia dúzia de bandidos com a agravante de terem sido eleitos, parem os negócios das novas mega infra-estruturas das estradas e outras do genero, e façam as que são, urgentes e fundamentais de fazer pela sobrevivência de todos

Tam b em é e vi dente q ue se as co ia sas si em conti nau ur rem n cão f al tar á mui to te mp o pat ra q ue a agua e s al ap os se, seja r es sol v id ad e armas na mao me s mo na s cida d es, ass em j á me d es velo lou o es pi rito á mui t as l ua s at ra s, p ode r vi ra ser, e ta m b em é e iv dente q ue as q eu es to es do mna o fun cio na men to das e ts r ur turas poli tca s da cidade, e da s q ue d eve r iam v e l ar pe l a j us tica, t am b em é um f ac to, e q ue ass em s en do, am es ma q eu s tao etic a se poe em me se ira por em mode ma sic l aro ac ad a um à me di dad q ue os dias p ass arem, se ms se in verter e sta si tua sao, p o is onda t ra ze mos cida do a o p ode r real de di ze e ra meia du z ia de bandidos com a a g rav van te de te rem s id o e lei to s, pa rem os n ego c is o das novas mega in fr a es t ru r u t r sa, e f al ç am as q ue são urbe, ur e g en te se fun dam e n ta id e f az e r ep lea s ob ri v iv en cia de todos


Ou seja, se os que dizem governar, mas que na realidade pretendem a todos matar, se assim continuarem, se estende a questão da desobediência pacifica , ou seja , o não pagamento de impostos ao estado central, e inevitavelmente tal passara por aqueles que querem bem fazer as coisas, isto é, sabendo como tem de ser feitas, de abandonaram as actuais cidades, e fundarem novas, e reterem os seus impostos comuns para aplicar nesses próprios lugares de seus viveres

O u seja, se os q ue di ze m g iv e r na ra, masque na real id ad e per rt en de ema todos mat ar, se a ss em conti nu ar rem se es t en de, a q eu s tao da de s ob bid di en cia, o u seja , o n cão pa game men to de i mp ps oto são do estado central, e ine vita l v e l que mente t al p as sara por a q u eels q ue q ur rem b em f az e ra s co isas , is to , s ab en do com o t em de ser rf e i t as, de ab ban dona ram ass s tua sis cida d es, e fun da rem n ova s, e r e te rem os se us i mp os t os com un s para ap li car ness es por rp rio s lu g ar es de se us v iv vere serpente

Como vos disse anteriormente, não é regionalização à força, mas forçada, visto que os que mamam no grande seio não a querem fazer, pois são muito comilões, nao confundir com esfomeados

Com ovo s di s se ante rio r mente, n cão +e regi on al iza sao a f orça, mas f orça ada, vi s to q ue os q ue mamam no g rande se is on cão a q eu rem f az e rp p o is são mui to com milo es, n cao c on fun di rc om es f om e ado s


Pois a realidade , é que ninguém ao longo destes trinta anos de chamada democracia, trabalhou bem as cidades deste país, vide a proliferação de cabos e cabinhos que por andam, fora das leis técnicas, sem nunca ter existido uma visao de integração de todas as veias, que leva sistematicamente a fazerem buracos, cada uma das partes, e obrigar assim os cidadãos que as habitam a viver em permanente caos, e depois quando se põem a fazer as grandes estupidezes, de metros subterrâneos ainda por cima mais caros, debaixo de uma praça que foi montada depois do tremor, em estacas de madeira, é o que se vê, mil anos de atraso, não há segurança nas vias , mortos, e nenhum responsabilizado

P o isa r e la id ad e , é q ue nin g eu mao longo de st es t rin ta ano sd e c hama da demo c rac ia, t r ab a s alho u b ema s cida d es de set pa ís de castelo de vide a pr i li fera ç º cao de c ab bose ca bin h os q ue por anda da dam da manha, se m n unc a te r e xis ti u do primeira visao de in te g raçao de to o da sas v e ias, q ue l eva sis t ema tic am nete a f az e rem bi rac os, c ada uma das p art es e ob rig ra as si mo s cida dao s q ue as h ab it am a viver em per mane nete cao se d ep o is q ua ando se poe ema f az e ra s g rand es est u pide dez de met ros s u t bar en s oma si caros, de bao xo de um par aç q ue f o i mon t ad e d ep o is do t r emo rem est az cas, é o q ue se eve, mi la os de at ra son em cão segur ança, noa s vi as , em nort os e n en h um r es ponsa bil iza do

E recordo a todos que a solução, implica tambem a recuperação das sobras orgânicas e sua reintroduçao no processo da agricultura que por sua vez necessita a urgente automatização, com vêem há muito pra bem fazer, e trazemos todos nós masi do que o saber e as competências para o bem fazer


E record o a todos q ue a sol u sao, i mp lica cat da t am b ema rec u pera sao das s ob bras o r gani cas e s ua rei n t rod u sao no p roc esso da a g ric u l tura q ue por s ua ave z ne ce sis t aa ur gente au tom at iza sao, com v e em h á mui to p ra b em f az e r, e t ra z emo s todos nós ma s id o q ue o saber, ae as co mp pet en cia s para ob em f az serpente do rato


Masi uma vez, a porcaria do cio montando pelos sic, e seu grupo de polvo editorial, levou tres crianças ao hospital, no corso, assim é o custo da vossas merdas, mais tres crianças feridas, ao que parece uma delas com gravidade, mais a puta que vos pariu com as declarações desse senhor louco que se diz padre da igreja de O Cristo , e sendo que a linha deste cio, é como de costume muito masi complexa


Ma si uma ave z, ap orca ria do cio mon t and p elo s sic, es s eu g fr up o de polvo edi toi r al, l evo u t r es c r ian ç as ao h o ps it al, no do corso, ass em é o cu s to da v os sas me r da s, ma si t r es c ria sn ç a f e rid as, ao q ue par ce uma del, sin os as com g rav id ad e, ema isa puta q ue v os p ar rio com as dec lara ç o es de s se s en hor lou coc da ue se d i z p ad red a igreja de O Cristo, e s en do que da primeira linha de st e cio, é com ode cos t um me mui tomas si co mp lex primeira


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ora , aqui ao lado do papelinho que o gatinho me mostrou na covinha do murinho do jardim do império, onde estavam as cuecas das raparigas com a tromba do elefante, uma nota de cinquenta dobrada al lado poisada, como se o papelinho que é assim um fino, nao tao fino rectângulo saísse da nota que está dobrada como uam seta que por sal vez aponta a factura da optimus, ou seja parece ser uma seta ao monte da optimus, seta circulo do vinte do cinquenta do vaso onze da eu do principe invertido maçónico, dos quinhentos, ou seja da nota dos quinhentos aqui figurado numa moedinha de cinco cent, donde sai uma seta do corta unhas, ou seja queda da igreja n brasil, tambem, onde agora na rua outras informações se desvelaram, com um pedra branca dento de um delta de um circulo de uma lupa parta de cabo negro com um eye invertido vermelho e prata, p uk vinte e quatro do noventa e tres primeiro do seis de setenta e cinco in homam primeira ap oio a c lie en t es, a notinha da seta está nos pés do burrico da estrela azul de dois mil e tres, como saindo de um coice que porventura o burrico de la terá dado

o ra rib do rino segundo ado elefante e ar circulo quadrado nono dr ra di foice oara a terra uve se ss ue

o ra , a qui aol ado do pap e linho q ue o gat in h o me mos t runa c ov vin h ado mui rino do jardim do i mp e r iro, onda e stav am as c u e c a s das ra pa rig gás com art tom b ado elefante, uma nota ad e c un c q u en te do br ada al lado po is o i, com os e o pap e linho q ue é ass em um f ino, na i tao fi no rec tan gula sa iss e da n ota q ue e stá do br ada com o uam s eta q ue por s al v e z ap da ponta a fat u ra da o pt i mus, o use j ka pa rec ser uma s eta ao mon te da o pt i mus, s eta c irc u lo d von te do cinquenta do vaso onze da eu do p rin c ipe invertido maco nico, dos quin he en to s, o u seja da n ota dos quin h en to ds aqui di fur ado numa moe din a hd e c inc o ce t, don de sa e uma s eta do co rta un h as, o use seja q eu dada igreja n brasil, t am b em, onda agora na rua o u t ra s in for mações se d es v ela ram, com um pedra br anca dente to de um del a td e um circulo de uma lupa p art a de cabo negro com um eye im n verte td o ve dp verme vermelho l h oe p rata, p uk vinte e qu q a t ro do noe v nat e tres prime rio do se is de sete na te cinco in homam prime ira ap oio a c lie en t es, a no tinha da s eta e stá no s pé s do b ur rin h o da e ts r e la az u l de do is mei ile t r es, com o sa indo de um co ice q ue por v en tura o b ur rin h ode la te rá dad o

ainda por debaixo das patas do burrico de la, uma factura ab as tec quadrado apostolo Alcântara do francisco e borges angulo quadrado da rua do prior do crato, n dezoito, sec triplo circulo sc car dina al vo primeiro nt car dina al quatro circulos cinquenta e dois, estrela segundo, dezanove do bar do ra do segundo circulo do segundo do duplo circulo do nono do quim ze do duplo quadrado do terceiro nono, mala b es mi l fe peq circulo do primeiro dezoito de oitenta e oito, do circulo do set nono, do circulo do quim ze, tita primeiro europa do circulo do quim ze, e ainda duas outras facturas, pingo doce per cen til pai av o pequeno de oitenta agro, do circulo so set segundo, a tem dido para katia ramos, e um outro do material eléctrico de iluminação b link, valor unita s , primeiro de cinquenta e um, incidência de primeiro de vinte e seis, que dá um falso total de um cinquenta e um, como masi uma vez disse a senhora, num erro de p eca s nest doc um en to, primeiro de campo de ourique,

a inda por de ba ix o da s pata s do b ur rinho de la, uma fat cura ab as tec q au dr ado a ps o l to al can t r ar ad e fr anc is oe do borges ang uk lo quadrado da rua do prior do ca art on dezoito, sec triplo c irc uk o sc car dina al vo pr tim e ion t car dina al q au t ro circulos cin q u en at e do is, est real segundo, dez ano ove do bar do ra a ps oto lo ser pen te do segundo circulo do segundo do duplo circulo do nono do quim ze do duplo quadrado do te rc euro nono, mala b es mi l fe peq circulo do primeiro dezoito de o it en at e oito, do circulo do set nono, do circulo do q um ze, tita primeiro eu rop do circulo do quim ze, e ainda duda s o u t ra s f ac tir as, pi n go do ce per cen til pai av oo pequeno de o i eta n t agro, do circulo so set segundo, a tem dido para katia ramos, e y um outro do mate ria al ele ct rico de i lu mina sao b link, v as l or uni t as , prime rio de cin q u en nat e um, inc id en ca de prime rio de vinte e si es, q ue d á um f al s o tota l de um cinquenta e um, com oma si uma ave z s di s sea s en hor aqui do, n um e r rode p eca s nest doc um en to, prime iro de cam p ode o ur rique,