quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Ah

rapariga
de
meu
coraçao

me disse o espirito no entretanto, as raparigas serem gado do com, do puta dor dos pcs, o dos filmes dos maco coc cc cos, os gil me es de m ac dos cacos, um deles aqui está mencionado

pormenores, depois se paciência mesmo houver

minha
amada
doce
pura
luminosa
deverias
tu
a
mim
chegar

e
me
dizeres
bom
dia
como
eu
te
amo
(pr primeiro do circulo am mor rei, mor rei, moreia )
pelo
amor
em
amor
te
venho
salvar
pelo amor


e te v en ho s alvar p elo amo ra tp
s alva ar p do elo , primeira mor
a cao bra do vaso da serpente da tv, depois se desvelava

Ah
Amada
Senhora
de
meu coraçao
salvo
sempre
somos
e
estamos pelo amor
salvos
salvinho
estou
e
sou
quando

muito
te
beijo
os
lábios

neles
me
ponho
contigo
a
navegar


a hd i s en hor ad em eu cora sao salvo se mp r es omo se es t am as p elo am o r s l avo
s al vinho es ot u eu q u en to mui to te bei jo os l ab i os ne le me p on ho conti goa na veja r d ep o is a nin h om in h ac ace em te us see os e com se us bico s c on verso e f oco de leite ado a v e traço i mg l es l os mui to c r es ser as a maso de sc em p elo corp o te f est a jena doc en ti metro c c en t rim en to rec cd on do tudo é , do ce en tao e
os p ass aro s s el vage ns ar ru l ham no lu g ar


aninho
minha face entre teus
seios
para
muitos
os beijar
e
fico
a
ver
crescer
seus
bicos

minhas
maos
descem
pelo teu corpo
centímetro a centímetro
redondo muito te festejar
tudo
é doce
então
e
os
pássaros
selvagens
vem
arrulhar no lugar

a nin h om min h a da face en t re te us see os para mui to s os bei j ar e fi co ave rc r es ser se us bico s min h as maos de sc em p elo te u corp o c en tim en t ro ac en ti metro red don do dam u it o te f es te j ar tu do é do ce en tao e os pá ss aro s s el vage ns v em
ar ru l h ar no lu g ra

na esquina do talho do toiro, no outro lado da rua um para, vinha eu do angulo cego quando com o homem já em ciam dela me cruzei, tocaram nossos ombros como um pequena marrada, era noite, fora rápido nem lhe vira a cara mas reconhecera um perfume de besta feita toiro nele ali no encontro ao passar, me parecia o rapaz do ccb, assim com meio sardas na face, sempre discreto em seu estar, controlando as portas e os átrios das salas, há muitas luas que nos cumprimentamos discretamente e com o olhar, nada mais do que isso em meu lembra, agora ali naquele cruzar, a tensão do toiro estava no ar, dizia-me o espírito depois ser um dos responsáveis pela cruz de noventa e nove, ou algo por aí, já eu estava longe dele, de repente me ponho a pensar, se não será um dos rapazinhos do grupo de bandidos da noventa e quatro agora de nove entrados na Palavra, se não seria o tal de megre, ou se o megre não será esse tal rapaz assim discreto do ccb, tipo um sargento constante

na es q u ina do t alho do talho do to iro, no o u t rol ado da rua do primeiro para, vinha eu do ang u lo do cego q eu en ao dc om do circulo do homem j á em cia am dela me c ruze it to caram no ss os om br os com o um pe q eu w en am ar ra da, e ra no ite, for a rá pido ne ml he vaso da ira primeira cara mas reco one home da cera do p rie mr rio per rf um med e besta f e ita toi t o ne le al ino en c on t ro ao p ass ar, me par ceia o r ap za do cc do cb, ass em com mei o s ard as na face, se mp r e di sc reto em s eu es star, c on to lan do as do portas e os sat rio sd as sala rr serpentes , h á mui t as l ua s q ue no s cu mp rim en t y am os di s creta e mn r t e com o ok do homem da ar, nada amais do q eu iss o em mm eu l em b r a, agora la ina q eu le c ruza ra t en sao do to iro es stav ano ar, di zorro do ia do traço do ingles meo es pei r to d ep o is ser um dos r es p os na ave is p elo ac rua de n ove en at te do en ove, o ual gop por a í, j á eu e stva do longe, bar, de le, de r ep en te me p on ho ap na sar se n cão se ra um dos ra ap z in h os da di do g rup da ode dos bandidos da n ove en venta e qq eu t ro do agora de n ove en t ard os na Pl av ra, se n cão se ria o ta l de megre, o use o megre n cão se rá ess e t a l ra za as si em di s c reto do ccb, t ip o um s ar g en to co ns t ante

a primeira que aparecera no cruzar, fora ainda do outro lado da rua, em frente a tentadora, era imagem da bela pompeo, assim estava a primeira semelhança estabelecida, depois lá dentro, primeiro uma doce bonequinha loira, muito pousada em seu andar, como a reflectir um dos lados de teu retracto amada, tudo ecoava nas linhas minhas, como se uma montagem se tratasse, e assim era, depois a mae e o filho, com curioso pormenor em seu final, à saída, apanhando a criança par a colocar a cintura, a criança olhando na minha direcção como que choramingando em meia birra, provavelmente já de soninhos mil., ela de calças árabes, ao pega-lo desvela por um instante sua cuequinhas de renda preta, que fizerem claríssima imagem, imagem que ela saberia que eu veria, numa insinuação que me leva alem mar, e mesmo aos antípodas, lá iremos em maior detalhe em outra altura, que a vi com cara sofredora, e não gosto de ver assim quem trago em meu coraçao, sem entender as exactas das razoes de seu eventual certo ou não merecimento, eram umas cuecas de rendas qu desenhavam um toiro negro nas ancas ao chegar as perinhas, e relembrar um outro, um perfume da puta que me trás roubada o filho, ali emergiu, por semelhança, e uma outra nela em sua face estava espelhada, como a marta,

a p rime iraque ap ar e rec da cera no c ruza ra, f for a ian d a d o, outro l ado da rua, em fr en te a t en t ad or o ra, e ra i mag mg, da be la p om pe o, ass em e stava a p rim e ira semem l h anca e stab e le cida, d ep o is lá d en t rp o, p rime iro uma doce b oni q eu in h a l o ira, mui to p aia da a em s eu anda rc omo a r efe l ct tir um dos l ado s de t eu r e ts sar do rato am ad a, tudo ecoa ava nas linhas min h as, com o se uma mon tage em se t rata asse, e ass em e ra, d ep o isa mae e o fi l h o, com uri s o por m en o rem s eu fi n al, à sa id a, a pan h na do ac r iança par ac do olo cara cin tura, a c ria anl la l h e dona min h a di reç sao com o q ue cho ra min g ando em mei a birra, pro ova ave l que mente jad e son nin h os m ile l ad e c al ç as ar abes, ao pega do traço ingles do lo d es vela por um i ns t ante s ua cu e quin h a sd e renda pr eta, q ue fi ze rem c l ar is sima mai mage mim a gm e q ue el a s abe ria q ue eu uve da ria, nu ma in sin ua sao q ue me l eva al em mar, e m es mo as os ant ip pod as, l á ire emo s em mai iro de t ra alhe em o u t ra al tura, q ue a vi com cara s o fr e dor rea, en cão g os t ode eve r as si em q eu em t rago em me u cora sao, sem ene t en der o e ac t ad as ra zoe se de s eu eve en t ual ce r to o un cão mer rec cimento, , e ra u ms cu eca s de rendas q u de s en h ava vam um toi to ne g ron as ancas ao che g ar as pe rin h as, e r e l em br a rum de um outro, um per rf um mede da puta q ue me t ra s ro ub ada o filho, al i e mer gi up por semem l h ança, e um ao u t ra ne l a em s ua face e stva es pe la h ad ac omo com primeira marta,

a quarta entrou rápida como um fuso, magrinha jovem como as duas primeiras, cabelos encaracoladas, longos, uma rara beleza exótica nos traços da sua face, se escondeu parada como um peixe anzol, a li olhando como que parada em meditação profunda as papas cerelac dos bebezinhos, eu olhava aquela brisa complexa de beleza que ali acontecera, e me dizia, que passe andam fazendo, a essa não lhe vi mesmo a cara, mas bem gostaria de a ter de novo visto, como um brisa chegara e poisara, em seu pensamento interior

aqui u q a rta en t ro u com ra pida com o primeiro fuso, mag rinha j ove m como as du as p rime iras, c abe l s enca rac ola da s, l ogo s, uma rara be le za e x o tica nos t ra sç os da s ua face, s es conde u par ad ac omo primeiro pe ix e e zo la li ino l h ando com o q ue da parada em med di taçao pro f un da as pap as cere lac dos bebe zz in h os, eu o l h ava aquela br isa co mp l e x a de beleza q ue al i ac on tec e ra, e me di z ia, q ue p ass ae anda dam do fazendo, a ess anão l he vi me s mo primeira cara, mas b em g os t aria dea te r de n ovo vi s to, com o primeiro br isa che gara e po is sara, em s eu p en sam en to in te rata do aro do iro

já a coisa começara no jardim das necessidades durante, a tarde nas ficara para segundas núpcias se as houver

j á a co isa com eça ra do no do jardim das necessidades, ne ce w sd di is dad es durante, a at arde nas fi cara p o aa se gun do a snu p l cias sea s h o uve do rato

continua esta treta do chamado processamento do video demorar umas valentes hora, ou seja, como ele praticamente não existe, visto o formato disponibilizado ser equivalente ao que eu forneço, os meninos com uns java scripts se entretém então a fazer paint box sobre a imagem, que giros, it to do void

conti n ua e sta t r eta doc dc himem amado pro c ess sam en to do v id e o demo ra rum as v al lentes da hor a, o use seja, com o ele p ra tica m net n cão e x us te, vi s to o for mato di s p oni bil z ado ser e qui iva dop vaso do al lente ao q ue eu for n aço, os me nin soc do om un s j ava s c rip ts se en t r te em en tao a f az e r p ai n t bo x s ob rea i mage made ria, q ue g it os, it to g ar