segunda-feira, março 02, 2009

Argonautas, a caprichosa, a nave en b ave moe, segundo comentário ao ultimo video aqui publicado


Ora, no video ainda , um outro pormenor, as duas gravuras que se encontram em cima das canas dos canaviais, que remete para pitis e pan, e castelo de s jorge, na colina de lisboa, onde uma cunha vermelha está como se estivesse em equilíbrio instável, sobre a colina do castelo, reproduzem com exactidão em seu angulo e forma , a nave dos argonautas, que se reflecte na casa onde jason vai a chegar, onde médée está com os filhos e a pedra cubica,

O ra, no v id e o a inda , um outro por m en o ra sd ua sg rav ur as q ue se en c on t ram em c ima das c ana sd os c ana via is, q ue reme te pata pitis e pan, e cate ç primeiro da ode s jorge, na colina de l is boa, onda uma c una h vermelha e stá com o se es t ive se em e qui li br rio in sta ave l, s ob rea da colina do castelo, r ep pro du ze mc om e x t a id dao em s eu ang u l oe forma , ana ave dos argo n au t as, q ue se r e for mula one e ct en a c asa onda jason v aia che g ar, onda méd e ee e stá com os fi l h os e a pedra cu do bica,

Vaso ista do esquema da web, assim parece agora dizer o modelo na forma como no processador apareceu

Vaso ista do es q ue ema da web bas si em pa rece agora di ze ero mode lo n a forma com o no pr e o ce sa dor ap ar rec europeu rip europeu

A gravura que está em primeiro plano, e que portanto corresponde a médée, é a caprichosa, mil setecentos e dezoito circa, são petesburgo, museu hermitage, estrela de sessenta, estrela do segundo de noventa, circulo de oitenta e quatro, agosto, vinte e nove, do triplo circulo do dezanove, caprichosa, remete para piza italiana

A g rav ur rac aqui do eu ee stá em p rime iro p l ano, e q ue porta anto co rr es ponde a méd é e, é a ca pr i ch isa, mi l set en centos e dez o it to ci rca, são peter s burgo, mu s eu her mi tage, estrela de se ss en tar, es t r aldo do segundo de noventa, circulo de o u t en a te q ua t ri, agosto, vinte e nove, do t rip l o circulo do dez ano ave da ove, c ap ric h o sa, reme te para p iza u t al inana


A outra, gravura que desenha a proa da nau dos argonautas, como ela é representado em antigo vaso, é de paul gaugin, primavera sagrada, doces sonhos, ( nave nave moe) de mil oitocentos e noventa e quatro, de sap são petesburgo, museu hermitage, estrela see senta cinquenta e dois de noventa e circulo de oitenta e quatro, agosto vinte nove, do triplo circulo dezoito

A outra, g rav ur aqui do q ue de s en h a ap ro ad a nau dos argo n au t as, com o ela é r ep r es en t ado em e tifo vaso, é de p au l g au gin, prima ave vera sagrada, doc es son h os, 8 n av en ave moe en t r ep ar en te sis demi l o it to centos en ove venta e q ua t ro, de sap são peter b ur g om use u her mi tage, e ts r e la see s en t ac in q u en a te do is de noventa e cir cu l de oitenta e qua t ria gi os to vinte n ove, do t rip l o circulo dez o it to

Por debaixo deste elementos e revelado e desvelado nos frames iniciais do video, onde a silhueta do meu manto desenha figura equivalente à abordada, no primeiro comentário ao video, se ve a asa do diva, são como dunas, porto, donde a pitis , será referência a Silvia de serralves, a rapariga dos tres nós franciscanos que um noite me foi apresentada no bairro alto pelo rapaz da pt, amigo da clara andermatt, o Abílio fernandes, que na altura era o menino do conde ou barão, de titulo comprado, o horta e costa, mas a referencia que agora se desvela na escrita, é relativa a bari, o que é muito desvelador, pois um outro pormenor está no video, que ressoa tambem no fresco da médée, quando eu me viro de lado, e as maos com a caneta vermelha e prata, assumem a mesma posição do punhal na mao da médée e seguindo a linha dos meus óculos fui dar a um livro na estante que está relacionado com bari, via primeiro, barcelona, ou seja um relação de alguém de barcelona com essa outra de bari, pois é o catalogo da bienal de oitenta e set , abro o catalogo procurando um italiana de bari, e encontro um , massimo semerano, , bande dessinée, né a carbonara bari em sessenta e quatro, fez estudos no dams, participou na exposição il dorso di atlante, bari mil novecentos e oitenta e cinco, zark le tavole bnarranti jesi, doctor pencil e mr china, disegni di suoni, coole val d´elsa e artigos em tempi supplementari et frigidaire, encontro tambem rui horta, e jose manuel oliveira da companhia de dança de lisboa, que recentemente me chamou à atenção, por um anuncio com uma rapariga que deitava a lingua de fora, e ainda a brinco, sem estar mencionada no final do catalogo por países,, a fotografa nicola amato, que é de bari, com exposições bari extra mode moeniam citta a musa d´iomo, santa teresa de maschi, sicof, com um curiosa foto de um barco cargueiro afundado ao pé de uma praia, que me remete para uma imagem de um outro me cabo verde, que os meninos da reia me mostrar, e que filmei para o documentário que fiz para clara andermatt em noventa e cinco, ao que parece o barco, era usado para encontros sexuais com meninos, assim mo contaram,


Por de ba ix ode este ele men to ze r eve lado e d es vela ado nos fr ane sin ni cia is do v id e o, onda a si l h u eta dom eu man to de s en ha figu ra eq ui iva do v al lente à ab o r dado, no prime iro com en t a rio ao v id e o, se eve primeira asa do diva, são com o dunas, porto, don dea pi t is , se rá r efe rec ni a ar si l v ia de serra alves, a r ap riga do s t r es no s fr anc is canos q ue um no i te me foi par es en t ado no ba ria al top elo rapaz da pt, ami god a clara ande rn matt, o a bi l io fer andes, q ue na al u rt ra e ra o me nino do conde o ub arao, de titu l o com prado, museus, o h o rta e costa, mas a refer en cia q ue a gira se d es vela na es c rita, é r e la t iva a bario q ue é muito d es vela dor, p o is umo u t ro por m en o r est + á no dide o, q ue r ess o a t am b em no fr es co d a méd é e, q u ando eu me v iro sin os io ado, e as mao sc om a can e eta vermelha e p rata, as s um me am es ma p o siç cao do punhal na mao da méd é e e se gui indo al linha dos me us o cu l os f u id ar a um l iv ro na es t ante q ue e stá r e la cio n ado com bari, v ia primeiro, ba e celo n a, o u seja um r e la ç aa ode al g ue em de barcelona com ess a o u t ra de bari, p o is é o cat al ogo da bi en al de oitenta e set , ab ro o cat a l ogo pro cura ando um it al ina de bari, e en co ny t ro um , massimo se mer ano, , ban de d es sin é e, né a ca r bonara bari em se s sena t e q ua t ro, f e x z ess t u do s d am ms, par tic cp u na e x p o siçao il dor s o di atlante, bari mi l n ove centos e oitenta e c inc o, z ark le t avo le bna rr anti j e si, doc tor do pen cil e mr da china, di se gn ni di s u oni, co ole v al d´elsa e art i g os em te m pi s u pp le men t ari et fr i gi da ire, en c on t ro t am b em rui hor rat, e jose man u le oliveira da co mp anhi ad e dança de lisboa, qu rec en te mn te mec ham o ua a t en sao um e un cio com uma r pa riga q ue f de it ava a l in g ua de for a, e a inda ab r inc o, se m es t ra me nico na da ano fina l do cat aco g op or pa ise sa f oto g rafa nico la am ato, q ue é de bari, com e x po siç o es bari e x tra mode moe ni am ci t t a am us ra quadrado a ps soto oto lo serpente i omo da santa teresa de m as chi, sic o f, c om um c rui rosa f oto q de primeiro barco car g ue irao a gun dao aa o p é de uma p ria, q ue me reme te para uma i mage made ria de um outro me de cabo verde, q ue os meninos da reia me mos t ra rec q ue fil mer ip para o doc eu mn t a rio q ue fi z para ac clara and e r maior pata tt em ni v en t a e co inc o, ao q ue pa rece o b arco, e ra usa do para en c on t ro s se x ua is com me ni os, ass em mo c on t aram,

Uma outra menina como pitis, de uma terra próxima se não a original do mito, encontrei eu tambem um noite no bairro alto, muito bela, que protegeu o meu cao antonio de um dos filhos da vanzeller, lhe estava a arrancar os pelos dos bigodes, como se lhe estivesse fazendo festas, ela com sandálias, o empurrou com, o seu belo pé e uma cara decidida, de tal forma que o tipo se afastou, eu fiquei a olhar para ela com imenso respeito e consideração, pelo acto de amor que ela teve com o antonio, falamos de portugal, perguntou-me ela das praias, eu lhe fiz um desenho no mapa dela, com um portugal com face humana, ela sorriu, era muito bela e ficou a morar em meu coraçao

Uma outra menina com o pit is, de uma terra pro o x ima se n cão a o rig on al do mito, en c on t rei eu t am b em um no it en o bar i iro al to, mui to bela, q ue pro te g eu o me u cao anto ni ode um do s fi l h os da van ze l ler, q eu l he e stva a ar ran caro s pe l s o do s bi god es, com o se l he es t iv ess e f az z en do f e ts sas, el ac om sand dálias, o e mp ur ro u com, o s eu b elo p é e uma cara dec id dida, de t al forma q ue o t ip o se f as to ue u fic q ue ia o l h ar para ela com i m w n s o r es pei to e co nsi de raçao, p elo ac to de am o r q ue el a teve com do antonio, f al am o s de por u gal, per gun to u do traço da inglesa me el ad as pra si, eu l he fi x z um de sn e h on oma p ad el la, com um portu gal com do da face da humana, el as o r rio, e ra mui to be la e fic o ua mor ar em me u co raçao

Procurando a banda desenhada do massimo semersano, e me espanto, com o sincronismo do amor e da luz, se chama sbudekkizer, e se passa num dentista com um assistente loira, como o video falava da judite, na rtp, ou a outra grande puta, a drogaria ambulante, a judite do tempo do d dinis, emérita bandida próxima do núcleo central do grande bandido socrates do ps

Pro roi cura do circulo da banda de sn e h ado do m ass imo se mer s ano, e me es pan to, com o sin c ron is mo do am o red al uz, sec hama sb u de kk uz e r, ize r, es ep ass a nu primeiro de sn t ista mc om um assi t en te loi t rac omo o v id e o f ala ava da ju di te, rata do tp,

De facto esta senhora do tempo do liceu, uma espécie de mao direita do socrates, sobre a qual apareceram aqui narradas imagens sobre ela na sua casa comprada certamente com o dinheiro normal de professora, se ainda o for, e se alguma vez o tivesse sido, é prova indirecta claríssima de como estes filhos da puta dos dirigentes do ps, estão consientemente envolvidos no roubo e tortura de meu filho, pois a puta, me conhece desde infância, e se mantém tambem como todos os outros pedofilos, no silencio absoluto

De f ac to e sta s en hor ad o te mp o do lic eu, uma es pe cie de mao di rei t ad o soc rat es, s ob rea q ua l ap ar rece ram aqui na rr ad as si mag gn es s ob re el ana s ua c asa co mp prada ce rta mente com o din he iro norma l de por f esso sora, sea indo o for, e se al gum ave z o t iv ess e s id o, é por v a in di e r cta c l ar iss ima de c omo est es fi l h os da puta dos di rig en t es do ps, es tao co nsi c en te mn te en vo l v id os no ra o ub oe tor tura de m eu fi l h o, p o isa puta, mec on he ce de sd e in fan cia, e se man te m t am b em com oto do s os o u t ro s pedo fi l os, no do silencio do ab sul oto

Uma caveira, como o caveira diz semerano apresenta, todas as outras filoxeras, não trazem texto, se ve uma sala de espera de dentista com um home loiro e magro de óculos, que le um jornal ou revista que diz, taxtuta frush, um relógio marca o angulo da seta, nove horas, ao lado um outro tipo um ur frankstein, com dois x, num quadro por detrás dele, ao lado a porta do dr drakos bocca e denti, aparece a loira , e o frankstein entra um medico em amorce, observa um monitor uma caveira, radiografia, onde se ve, um trovão e vinte e quatro , que devera ser , o jornal, o medico tem olhos de gato meio hiena e um s de serpente ao lado do nariz de vaso, ou seja o vaso do cheiros, aponta a luz ao frankentein que parece ficar como que hipnotizado, e assim acaba a prancha de quatro, en color, trinta x vinte e tres cm

Uma c ave ira, com oo ca veira di zorro do se mer ano ap r es en t a, todas as o u t ra s filo c te ra sn cão t ra ze m texto, se eve uma s al de es pera de d en t ista com primeiro home do ome do me loi ro ema g rid e co u l os, q ue le primeiro jornal o u r e v ista q ue di zorro, tax t u t a fr us homem primeiro relógio marca, do o angulo da s eta, n ove hor as, aol ado umo ur t ip o um ur fr ank stein, com do is x, num qua dr o por det ra s sin os lea o lado primeira do porta do dr d ra k os bo cca e denti, ap recer a loi ur a , e o fr ank stein en t ra um medico em am orce, ob serva b um moni tor primeira caveira, ra di o g raf fia, onda se eve, primeiro t rova oe vinte e q au t ro , q ue d eve ra s ero do jornal, o medico te mol homem os dega to mei o hi en a e um s de ser pente aol ado dona riz de eva vaso, o use seja ova s o do cheiros, ap da ponta al uz ao fr ank en s te is q ue pa rece fi car com o q ue h ip oni t iza ado, e ass em ac ab a a pr anc jade quatro, en c olo r, t rin t a x vinte e t r es do cm

As imagens dos dois quadros assim em grosso narram,

A caprichosa que corresponde pela posição geométrica a figura da médée, no fresco do catalogo da lisboa noventa e quatro, está senta numa pedra que figura por semelhança, a pedra cubica já talhada da tumba, com um outro senhor

A capri tic ric h os saque co rr es ponde p el a p o siç sao geo met ric aa figu ra ada méd é e, no fr es co do cat al ogo da l is boa ano do ove da venta e q ua t ro, e stá s en t a nu ma pedra q ue figu ra por semem l h ança, a pe dr ac ub bica j á t alha ada da t um ba, com um o u t rose s en hor

A cena se passa num bosque, onde outros casais passeiam ao fundo dobre duas arvores gémeas que ligam o ceu e a terra desenhado entre os dois tronco um delta como uma cobra e um delta nos ramos superiores da mais a esquerda, ceu em tons lápis lazuli

Ac da cena en a se p ass ano um primeiro b soc do q ue, onda o u t r s ca a sis pa s seia am ao fundo do br e edu as ar vo r es gémeas q ue li g am o c eu e a terra de sena hd o en t reo dd o is t ron co do primeiro delta com o da uma cobra e um del t ano serpente dos ramos s up e rio r es dama isa da esquerda, c eu em ton s l ap do pi da serpente la zuli

Na pedra que adquire um sentido de pedra de mós, ou de moer, visto, os personagens estarem em cima de um campo de trigo, ou seja a pedra que moi, o trigo, ou seja provavelmente, a pedra em beslan e como eu uso blé, para trigo, parece indicar que será então imagem da porca francesa, dois personagens, a senhora caprichosa vestida de negro, com face de porca, como aparece no video a referencia, com dois únicos pormenores de cor,

Na pedra q ue ad qui da ire primeiro s en tid ode da pedra de mós, o u de moe rato, vi s to, os p ero sn a ge ns est ar rem e mc ima de um cam p ode t rig o, o use seja primeira pedra q ue mo io, input , output, t rig o, o use seja por v ave lente, ap da pedra em bes lan e com o eu us o b l é, o para trigo, pa rece indica car q ue se rá en tao i mage made ria da p o rca fr anc es a, do is p ero sn a ge ns, a s en hor a capri do ric homem da isa ve ts da sida de negro, com da face de p roca, com o ap par rece no v id e o a refer en cia, com do is uni cos per mono ratos es de co ratos,

O primeiro pormenor de cor, que desvela com o vestido, as cores oto, é uma pulseira de prata em forma de coroa, que é semelhante a que um dia se manifestou no ceu em lisboa, aqui referida, e parecida com o símbolo do rolex, curiosamente , na pintura, a pulseira faz um estranho reflexo de prata na sua mao, que agarra e arrepanha a grande negra saia, e desvela assim o bico negro de seu sapato e sua sombra no campo de trigo

O p rie mr io por m en o rato dec o r, q ue d es vela com do ove do v es tid o, as co r soto, È UM; é vaso da mu sica da am pulseira de p rata em forma deco ro aqui do q ue é semem l h ante aqui do quadrado da ue do primeiro dia se m ani f es to un o c eu em l is boa, a qui refer ida, e pa rec cida com o s im b olo do ro lex, cu rio sam que mente , na pin t u t a, ap u l se ira do raf do forte az primeiro es t r anho r e for mula one e xo da ode do prata na s ua mao, o puto que estudara em londres, e sua irma, q ue primeira garra e ar r ep da anha a g rande negra serpente aia, e d es vela ass imo bico negro de s eu sa pato es ua s om br ano campo de trigo, cam p do circulo do trigo

Olhando suas cotas, reclinado na pedra um outro personagens, que parece pela sua vestimenta, uma espécie de pacha, ou xá, vestido em tons de terra, assenta o seu antebraço direito na pedra em cima de um tecido cor de terra masi brilhante que o liga o angulo prefigurado pelo seu braço da pedra ao chao do trigo, parece o homem que tem um chapéu redondo como uma roda da vide disposta em forma inclinada com um pena que se mistura com o ceu, ou sej nas cores lápis lazuli, tirar do casaco uma carteira ou uma carta que ira mostrar a senhora, ou seja, parece o movimento indicar, que o homem desvelou a senhora qualquer coisa eu lhe chama a atenção, assim de costas para ele, ele se volta

O l h ando s u as das cotas, rec lina ado na pedra umo de um outro persona gn s, q ue pa rece p el as ua v e ts si que mente, uma es pe cie de p ac ha, o u x á, v es tid o em ton s de terra, da assenta, o s eu ante br aço di rei ton a pedra em c ima de um tec id o co r de terra ma si br ila h n te q ue do circulo da liga do circulo do ang u lo pre figu rato do ado p elo s eu br aço da pedra ao chao dot rig o, par ce o h om em q ue te mum ch ap eu red don doc omo primeira roda da vide, castelo, di s posta em forma inc lio na ada c om primeiro da pena, castelo sintra, q ue se mis tura com o c eu, o use sej nas co r es l ap pi is do os lazuli, tir ira rato do ca saco da primeira carteira o u uma ca rta q ue ira mos t ra r a sem hor a, o use seja, par ce omo vi e m n to indica car, q ue o h om em d es velo lou a s en hor a q u l q eu r co isa e u l he c h ama a a t en sao, ass em mad di ira de o ct sa para ele, el es e vo do vol da cruz da cruz primeira

A senhora de negro vestido, cuja mao parta e negra, ou sej a oto da coroa, arrepanha o seu vestido onde nas sombras são visíveis diversos deltas e que levantam, ou fazem aparecer o bico do sapato, e da sombra projectada no campo de trigo, o bico, e antropomórfico, como um animal, como um casamento entre um bico de pato, meio crocodilo, meia cobra, trás a senhora o cabelo, apanhado com uma negra flor do seu lado esquerdo, que desenha no todo da figura de sua face, uma espécie de cancro ou fruto, e o desenho de seu cabelos apanhados desvela em sua fronte uma marca de zorro, seus lábios com um sorriso, parece de repente a catarina quando passou cá em lisboa, na igreja que ardera, no rossio, imagem aqui constante no livro da vida, catarina a que irei, de novo pois outros fios de que já vos comecei a falar , se manifestaram, ou seja, masi preciso, foram por alguns desvelados, na rocha da conde de obidos, fio que trás tambem o envolvimento narrativo, ou seja, no seu contar, da senhora manuela ferreira leite

A s en hora de negro v es t id o, cu j am a o pa rta en e g ra, o use sej a oto da coroa, ar r e p da penha o s eu v es t id o onda na s s om br as são v isi v e is di dos versos dos deltas e q ue l eva van tam, o u f az em a ap recer do circulo do bico do s ap do aro, e da s om br a pro ject ada no cam p ode t rig o, circulo do bico, e ant rop o rato morfico, com o primeiro ani nina al, com o do primeiro casamento en t r e primeiro bico de pato, mei o c roco di l o, mei a cobra, t ra sa s en hor a o ca b elo, ap a h ando com uma negra for mula one o raro do s eu l ado es q eu r do, q ue de s en homem do ano todo da figu ra de s ua face, uma es pe cie de can c ro o u fr u to, e o de s en h ode s eu cab el os ap na h ad s o d es vela em s ua fr on te primeira marca de zorro, se us l ab bi o s c om primeiro sorriso, par ce de r e pente a cat rina q ua ando p ass o u c á em l is boa, na i g ra je q ue ard e ra, no do rossio, ros sio mage maui co ns t ante no l iv ro da v id a, catar 4 ina a q ue i rei, de n ovo p o is o u t ro s fi os de q ue j á v os com e ceia f al r , se m ani festa aram, o use seja, ma si pr e c is o, for ram por al g us sn d es vela ado sn a rocha da conde de o bid os, fi o q ue t ra s t am b emo en vo l vi e m n to n ar rat ivo, o u seja no s eu c on tar da s en hora manu lea da ferreira do leite

Por detrás da figura do pacha , ou do xá ,m o quarto do quatar da francesa como agora se desvela no texto, tem curioso pormenor desvelador, pois trás uma sombra impossível por detrás, como a dizer, que a carta que tirou do bolso, ou o seu dinheiro, foi quem provocou a ligação entre a senhora e campo de trigo, sobre o cercueil

Por det ra sd a figu ra do pacha , o u do xá ,mo do circulo do quarto do q ua tar da francesa com do circulo do agora , se d es vela do no do texto, te mc cu rio s o por m en o r d es vela dor, p o is t rá s uma s om br rai mp os s iv e l p o det ra sc omo a di ze r, quadrado do eu da primeira carta, q ue tiro u do bo l s o, o u o s eu di ne hiro, f o i q eu m pro ovo co ua da ligação entre a senhora e cam p ode rato do ti g o, s ob reo do ce rc ue i primeiro

O quadro por detrás deste em cima dos canaviais na encosta da cidade , na zona do castelo, onde morava uma outra catarina que namorava com o homem que vendendo enciclopédias fora um dia presidente do icam, e depois se casou com o gutierres , representa por correlação geométrica, a proa da nave dos argonautas, curiosamente o quadro de paul gaugin, se chama dupla nave do moe, ou seja dupla nave , ou ainda declina, na ave en, a ave mor

O quadro por det ra s de este em c ima dos c ana via is na encosta da cidade , na zon ad do circulo do castelo, onda mor rava ava de uma outra catarina q ue na mor ava com do circulo do homem q ue v en d en do en cic o l ped dias for a um dia pr espanhola serpente id dente do icam, e d ep o is se cao do vaso do com , o do circo do vaso do uk do gutierres, sm , rata da ep rata espanhola neta do por co do rato da relaçao ge o met ric a, primeira proa da nave dos argon au t as, cu rio sam que mente do circulo do qua dr a ode p ual do g au gin, sec hama dupla n ave do moe, o use seja d up l ana nave , o ua inda dec l iba, na ave en, a ave mor

Sempre amei paul gaugin, sempre desde pequeno me fascinaram seus quadros sobretudo os de seu exílio, pela exuberância das cores e das formas onde tudo é redondo com a vida o É

Sm pre au amie p aul g au gin, se mp rede sede p q e en o me f as cina aram se us q ua dr s s ob r e tudo os de s eu e x i lio, p el a e x uber na aica das co rese das formas onda tudo é red don dondo com p rie mr ia vaso id prime ria e circulo do acento nom aç oni c o e

Os personagens neste quadro desenham um linha de fuga que atravessa a diagonal desde a esquerda baixa até a direita alta ao fundo, e se encontram divididos por tres planos, no primeiro temos em terra como areia, duas jovens sentadas sobre um manto de relva, por detrás delas um riacho com um homem bu sentado na margem e uma mulher que se levanta vestida com uma saia, ou seja , um acto de amor, e ao fundo numa clareira à entrada da arial das pedras, grandes como o penedo em sintra um grupo de quatro homens parece dançar um qualquer rito

Os persona ge en ns nest e q ua dr a o de s en ham primeiro da linha de fuga q ue at ravessa ad di a on gal de sd e a es q eu rda ba i xa a té a direita al t a ao fundo, e se en c on t ram di v id do s por t r es p lan son o prime iro te emo s em terra com o a reia, du as j ove ns s en t ad as s ob r e um am n to de rato elva, por det ra s del as, sin os do um ria cho com do primeiro h gome n b u s e n t ado na mar ge me de uma outra mul her u q e se le ban t ave s ti u da com da primeira s aia, o use seja , um ac t ode am o rea do circulo do fun don uma c al r e ira a ant ra dada ar o al das pedras, g rand es com oo p ene do em sin t ra um g rupo de q ua t ro h oe mn s pa rece dan ç ar um q ual q eu rato do rito

A linha dos personagens desenha entre si um duplo delta , numa reacção numérica que nos assim conta, duas, um, uma, no sentido do fundo do quadro, e em seu inverso, quatro, uma , um, duas, 2111111, 1111112, ou 11111111

primeira linha dos persona ge ns de s en h a en t re si um d up l o delta , numa rec sao nume irc a q ue noa ass em conta, du as, um, uma, no s en t id o do f un do do quadro, e em s eu in verso, q au t ro, uma , um, du as, 2 1 111 11, 1111 11 2, ou 1111 e 1111

começo pelo plano do meio, entre o ceu e a terra, em espelho de toda a imagem na terra, , ou seja em seis planos, tres duplos, o dois, dois, o duplo duplo, a uniao da terra e do ceu,

com e co p e ç l o p l ano do mei o, en t reo c eu e a terra, em es pe l h ode toda a i mage mna terra, , o use seja em se is p l ano s, t r es d up l os, o do is, do is, o dulo duplo, a uni a o da terra e doc europeu,


duas mulheres estão sentadas lado a lado em posições e atitudes pensativas com uma cor emocional de tristeza, como se tivessem dado conta de algo que não lhes seria muito agradável a consciência, esta ona margem de cá do rio que separa todos os outros personagens do rio ou seja pressupõem-se ser então imagem de duas mulheres que sendo da mesma tribo, se encontram num outro país,

du as das mul her es e s to a s en t ad as l ado a lada em po siç o es e a titu urde s p en sat iva sc om um car emo cia anal de t r is te za, com o se t iv ess em dad o conta de al g o q ue n cão l he s se ria mui to a g rada ave da alva vela a co ns cie en cia, es tao na mara ge de cá do rio q ue s ep ar a todos os o u t ro s p ero sna ge en ns do rio o use seja pr ess u p oe em traço da inglesa se ser en tao i mage made ria de du as das mul her es q ue s en do da me s mat rib o, see c non cruz ram no p rie mr io do circulo do vaso da cruz ro p a í s,

estamos outra vez no ano da capital da cultura, pois é essa a data sinalizada pelo próprio pintor, noventa e quatro, ao lado de curioso pormenor que se encontra no chao no meio das duas mulheres sentadas, onde numa pedra se figura um prisma deitado, uma pedra com um prisma que parece ter feito espirrar em seu lado uma substancia verde, ou seja, como seiva que foi esmagada, a pedra está na linha do titulo do quadro, ou seja , fornece assim uma precisa indicação da pedra e do prisma, na ava nave do moe

est amo as outra vez no ano da capital da cu l t u tap o is é ess aa data sin a ll iza sa p elo pr ip rio pintor, no ove da inglesa venta e quadrado do vaso dot roi, aol ado de cu rio s o por m en o r q ue se en c on t ra ano chao no mei o da s du as mul her es sena td as, onda numa primeira pedra se figu ra um pr sima deitado, uma pedra com do primeiro pro sm aqui da ue da pa do rece te rf e i to es pi rr ar em s eu l ado uma s ub stan cia verde, o us we seja, com o se iva q ue f o i es maga gada, a pedra e stá na linha do titu l o do q ua dr a o, o u seja , for ne ce ass em uma pr e cisa indica sao da pedra e do pr is ma, na ava nave do moe

a rapariga sentada a esquerda, porventura a mais pensativa, apoia sua cabeça inclinada em seu braço e olha na direcção da pedra, trás um halo em seu cabelo negro comprido, como um madonna ou uma virgem, a bracelete é como uma lua invertida, como a imagem da face do constâncio, sua blusa e sua saia, fazem as cores templários, e trará relaçao complementar , maçónica com a outra sua irma, o que se ve pelas braçadeira de cores complementaras, yin e yang, em pulsos opostos, parece ser ele que observou a formaçao do prisma, sua saia trazem papoilas, ou seja através de opiáceos, e uma cobra laranja , o home do primeiro anzol, assim alguns pormenores da textura da anca, parecem identificar,

a rapariga sentada a es q urda, por v en tura a mais p es na t iva, ap o ia s ua cab eça inc lina ada em s eu br aço e o l h ana di ra sao da pedra, t ra s um homem alo em s eu cab elo negro co mp rid o, a br a cele te é com o uma lua invertida, com o a i mage made ria da face do co ns tan do cio, com do circulo do primeiro da madonna, can tora, o u primeira virgem, s ua blue usa e s ua s aia, f az ema s core s te mp la ria se t rata da ar da primeira da relaçao co mp e l menta , mao circulo da nica com da primeira outra serpente do vaso da irma, o q ue se eve pe l as br aça de ira de core es co mp le mna t ra es, y ine y ang em pulsos op os t os, pa rece ser el e q ue ob servo ua for maçao do pr is ma, su a si as t ra ze em pap o ila s, o u seja at r ave s de o pi ac cios, e uma cobra laranja , o h om me do prim ero na zoo primeiro, ass em al gum ns por m en o r sd a te x tuta da anca, pa rac em id en tif car,

entre a linha horizontal da cruz por elas feita, uma outra vertical, se estabelece, partindo da pedra do prisma, ou delta, ou italia, ou feito em italia, que atravessa no meio delas, desvelando dois significativos pormenores, no lençol verde de relva, ou colcha de leito, que por si, desvelam uma oposição, a pedra por debaixo da cama, que depois falta em cima a lua da nave

en t rea primeira da linha do homem ori zon t al da cruz por elas feita, uma o u t ra v e r tica al, se e stab e l ess e, p art id o da pedra do pr is ma, o u del at a, q ue at ravessa no mei o del as, d es vela ando do is si gn ni fi cat ivo s por m en o r es, no len ç o l verde de r el ava, o u co l cha de lie to, q ue por si, d es vela lam am uma o po siç sao, a primeira pedra por de ba i co da cama, q ue d e posi f al t a em c ima al ua ad ana nave

a menina da direita na imagem trás uma papaia em sua mao, como se lhe pesasse o peso, ou lhe sentisse o seu valor, pois ela olha para além, ou aquém dele, ou seja, diz dele ser figurado. Em seu topo, o cocuruto, o fruto nos desvela as cores brasileiras, e o seu corpo, como laranja, que é a cor que predomina na imagem nessa gama de frequências, seguindo a direcção de seu olhar, vou dar a uma planta que está no mesmo eixo da pedra do prisma, e que é como uma hélice, uma hélice verde, um moinho, uma hélice de vento como as das crianças, as blusas destas meninas, são ambas brancas e figuram como que dois toiros, um com cornos pelos ombros e uma outra, a da papaia com eles masi elevados, parece trazer um padrão de flores em sua saia como o Liz, assente em dois semi circulos que se opõem, como ondas abrindo cada uma para seu lado, trago eu uma papaia, aqui em casa, vou –lhe ver a referencia e nela leio, sec hi, plamer mango, pronto a comer, cardinal quadrado do circulo da estrela, fruit of brasil, curiosamente suas cores são neste fruto real, invertidas, o pal da mer da mango, das roupas, estava eu no final desta semana que passou sentido num dos bancos di jardim em frente ao mana, olhando rio, e brincando e conversando com duas crianças ruivas de um pai ingles com ar chines, quando o eléctrico rápido passa lá em baixo, com a bela penelope, estampada, com estranha expressão, como quem vem preocupada, estranho


am en nina da direita na i mage made ria t rá s uma pap aia em s ua mao, com o se l he pessa s se do circulo do peso, o u l he s en ts se os eu valor, p o is el a o l h a para al é mo ua q ue em del e, o u seja, di z del, sin os, e ser figu ra do. Em s eu top o, o coc ur u to, o fr u to no s d es vela as core s br as i le iras, e o s eu corp o, com o lara anja, q ue é a co r q u red om mina na i mage mne e sa do gama de fr eu q ne cia s, se gui indo a di rec sao de s eu o l h ar, vo u d ar a uma pal t ra q ue e stá no me s mo e ix o da pedra do pr is ma, e q ue é como uma he l ice, um hel e ice verde, um mo in h o, uma he l ice de v en to co mo as das c rian ç as, as b l usas de s ts meninas, são am bas br am case figu ram com o q ue do is toi ros, um com co rn os p elo s om br rose uma outra, a da pap aia com el es ma si el eva ado s, pa rece t ra ze rum da padrão de flor, for mula one es em s ua sa ia ac omo do circulo do Liz, as s en te em do is s emi c irc culo s q ue se o poe em, com o ondas ab r indo c ada uma para s eu lado, t rago eu uma pap api a, aqui em c asa, v o u do traço do primeiro he vera refer en cia e ne la lei o, sec j ip la am mer mango, pr in to a co mer, car dina al quadrado do circulo da estrela fr u i t o f br as si l, cu rio sam que mente, su as core s são nest e fr u to rea l, in verte id as, o pal da mer da mango, das ro up as, e stav a eu no fina l de sta se mana q ue p ass o u s en td o nu m dos bancos da di jardim em fr en te a om ana, o l h na do rio, e br inca can do e co ns ver sand o com du as cir rn l as rui iva s de um pai ingles l es com da ar do chines, q ua ando o ele t rico ra pido p ass a l á em ba ix o, com a bela p ene lope, es tam pada, com es t r anha e x press sao, com o q eu m v em pr e o cup ad a, e st ra n ho

as duas meninas estão com sentadas num espelho de relva com um circulo em vesica negra que se encontra por detrás da planta verde da hélice, que por sua vez está em eixo com uma outra que delimita a margem do rio que lhes corre atras, sobre uma zona onde a agua se torna no rio vermelha alaranjado, ou seja parace que as meninas , ve duas hélices em cores verde e preta que abre de um planta dupla branca que fez correr o sangue nas aguas do rio, como se a lingua da cobra laranja, viesse tambem de um dos copos de uam dessas filhas, uma mancha que é uma espécie de cobra, com um estranho pormenor em sua frente, um reflexo impossível, face as outros, que portanto não o é, que parece um pequeno animal negro com uma grande cauda que terá sido comido pela cobra do rio

as duas meninas es tao com sena td as nu primeiro espelho de r el ava com um c irc cabo do vaso do primeiro do circulo de dezembro, em v eu ca negra q ue se en c on t ra por det ra sd a p l anta verde da he li ice, q ue por s ua ave ze stá em e ix o com uma o u t rac ue de l emi ta a mar ge made ria do rio q ue l he s co r rea t ra s, s ob re uma zon a onda da primeira agua, se tor na no rio verme l h a ala ra n jad o, o use seja pa race q ue as meninas , vaso edu as he lei c es em cor es verde e pr eta q ue ab red e um pal anta dupla br anca q ue fez co rr ero sangue nas aguas do rio, com o sea l in g ua da cobra lara anja, vi es se t am b em de um dos cop os de uam de s sas fi l h as, uma man cha q ue é uma es pe i cie de co b ra, com um e ts ra anho por m en o rem s ua fr en te, um r efe l x o im p os s iv el, face as o u t ros, q ue porta anto n cão o é, q ue pa rece um pe q eu no ani ma l negro com uma g rande c auda q ue te rá s id o com id o pe la cobra do rio

olhando na direcção do homem, igualmente com olhar absorto e preocupado, está o home nu, onde o desenho de seu falo, é como uma faca que por sua vez está figurado numa das palmas da palmeira de duas que se encontra a esquerda alta do quadro, com o vulcão atras, e que aponta, uma estranha vegetação, como uma palete de um pintor, donde parece emergir em seus ramos, como se despertasse, um ave tipo um casamento entre um fénix e um espectro, um dos grandes, portanto duas possibilidades narrativas aqui se abrem, ou o falo do homem o fez, ou o falo indica com o pensar da figura que observa as aguas laranjas que correm no rio, a cobra, e o viu, ou seja, sabe o que está por detrás do sangue, que expressa, o sangue que correu no mundo, em geral e em particular, o mar vermelho, que vermelho se tornou, na quebra de um dos selos, como outros entendem, quando o navio ardeu

o l h ando na di rec sw sao do h ome em, igual que mente com do olhar ab sorto e pr e o cup do pad o, e stá o h ome nu, onda do circulo do desenho de s eu f alo, é com o uma f aca qi ue por s ua ave ze stá figu rado numa das pal nma s da pal am e ira de du as q ue se en c on t ra a esu q e rda al t ac omo dd o q ua dr a o c om ovo vaso ds l cao at ra se q ue tp om ba, ap da ponta, uma e ts r anha v e ge taçao, don de pa rc e e mer gi rem se us ramos, com o se d es per tasse, um ave t ip o um ca sam en to en t r e um f en ix e um es pe ct ro, um do sg rand es porta anto du as p os sibil id ad es na r rat iva saqui se ab rem, o u o f alo do h om em mo fez, o u o falo indica com o p en sar da figu ra q ue ob serva as aguas lara anja s q ue co rr e m no rio, a c ob ra, e o vi u, o use seja, s abe o q ue e stá por det ra sd o sangue, q ue e x press sa, o s ab g ue q ue co rr eu no mundo, em f e ra l e em p art ti cu al ro mar ve rn lego, q ue verme l h o se tor no un a q eu bara de um dos se l os, com oo u t ros en t en de em, q ua ando o na cv io, imput output, ard europeu

este homem, o conheço eu, com ele me cruzei, logo na primeira noite que aqui em lisboa no festival de alcantara o vi, e veio com muita simpatia e interessa falar comigo, trazia ele com outros uma peça de teatro que se chama de tempest, e que aborda a queda das torres e as consequências dessa queda no mundo, é mauari, e vinha com um outro belo rapaz mais crescido, um mauari da nova Zelândia, todo tatuado, em forma muito bela

este h om em, o c on he ç o eu, com el e mec ruze i, l ogo na prime ira no ite q ue aqui em l is boa no f es t iva l de al can t ra o vi, e veio do com mui t a si mp pat ia e in te r ess a f ala r co mig o, t ra z ia ele cm outros uma p eça de t eta aro q ue se c hama de te mp est, e q ue ab o rda aqui da eu dada s torres e as co nse q eu en cia s de s sa q eu da ni o mundo, é m au rie da vin h ac om uma outro b elo r ap z mais c r es c id o, um m au i rid ano ova da nova ze da lan do dia, todo tatu ado, em forma mui to be l a

(és mesmo uma bestinha estúpido, miguel esteves cardoso, trús, truz, truz, que se te enfie este capuz!!!)

(é s m es mo uma best tinha es t u pido do miguel esteves cardoso, t rú st ruas, t rua s, q ue sete en fie este c ap u z!!!)

pensei inicialmente que junto ao rio , do outro lado , seria um casal, um casal em que o home nu, o mauari, traria eventualmente relaçao com a menina que trás o halo em sua cabeça, e um angulo de uma cobra tatuada em sua anca que aponta a mordida no espelho da relva, fruto do prisma, mas a outra personagem já em pé trás um sarong, ao contrario das saias delas, deverás er portanto um homem, um home que por detrás de si, a paisagem das rochas, desenha com ele, uma espécie de seio do qual parte um falo de uma arvore ao lado da dança do ritual onde se ve dois totens, ou seja uma dança de invocação, olha ele a paisagem a volta dos dois, onde um cratera se encontra, como um dos rapazes que vivia em nova Yorque e lá estava no tempo da queda das torres, e a família de um dos seus amigos, morreram seis que nelas na limpeza trabalhavam, assim ele me contou

pen sie in ni c ila que mente q ue j un to ao rio , do outro l ado , se ria um ca sal, um ca s la em q ue o h om me nu, o m au iri, t ra ria eve en tua le mn te el ac sao com da primeira menina q ue t rá s o homem alo em s ua cab eça, e um ang u l ode de primeira cobra tatu ad em s ua anc a q ue pao n t a am mod rid ano es pe l h o da relva, fr u to do pr is ma, masa outra persona ge m j á em p é t ra s um s aro ron ong, ao c on t r aro das s aia sd el as, d eve rá s er porta anto primeiro homem, um h om mec q ue por det ra sd e si, a pisa a ge made ria das rochas, de s en h ac om ele, uma es pe cie de seis o do q ua l per te primeiro falo de uma a tv o rea o l ado da dança do rio t al onda se eve do is tot en ns, o use seja primeira dança de in vo caçao, o l h a e lea pai isa sage ma vo l t ado s do is, onda um c rate ra se en c on t rac omo um dos ra paz es q ue v iv ia em n ova y r q ue e l á e stav ano te mp o da queda das torres, e a f ami la id e um do ss eu sami g os, mor r e ram se is q ue nel as na l im pe z at rata aba alha ava vam, ass em el e mec on to vaso

sendo o quadro da caprichosa, reflexo de médée, e estando este por cima do nave nave moe, um cruzamento entre estas personagens e um drama conjunto num sempre terceiro, entre ele se deu, e sendo que a a cunha vermelha inclinada nos canaviais na colina do castelo que num determinado momento do video é como me atravessasse a cabeça, é uma cunha da rede dos museus do mundo, que é a capa cartonada desta colecção de gravuras editada pelos bandidos do dn, e do patrões dos parafusos, o home com ligações tambem a tv, e aos futebois, e certamente um dos maiores maioral, se não o maior do futebol português e com ligações obvias ao futebol mundial

s en do o q ua dr o da capri rec h os a, r e for mula one e xo de méd é e, e est ando es te por c ima do n ave n av em moe, um c ruza am en to en t re e sta s per son a ge ns e um dr ama c on j un to nu primeiro se mp r e te rc e iro, en t reel e sed eu, e s en do que a a cunha verme l h a inc lina ada no s c ana via is na colina do cas te l o q ue nu m det r emi minado mo men to do v id e o é cm o me t rav ess ass e a cabeça, é uma c un a hd a red e dos museus do mundo, q ue é a ac ap a c art on ada de sta s cole sao de g r av ur as edi t ada p elo s bandidos do dn, e do pat ro s dos par dos fusos, o home com da liga ç o es tam b ema tv, e aos fute bois, e ce rta que mente, um dos maio r es maio r l ase sena do circulo do maior do f eu bo l portu g eu sec om liga ç o es ob v is o ao fute bo l mun dia primeiro

diagramaticamente, se poderá dizer, que no bois de bologne, ou equivalente em cima de um pedra cubica, ou da rainha maçónica de prata e negra, a médée, um xa lápis lazuli que prefigura o jason, ou a ele ligado, uma carta, ou dinheiro, ou um lápis, lhe terá entregado ou partilhado, que rainha francesa arrepanhando as suas saias, fez um sombra com o bico num campo de trigo, ou seja parece estarmos no drama e nas personagens do cordão entrançado que ligou o ceu e aterra na altura da tragédia de beslan, ou que beslan, foi o custo e preço pago em sangue, e pelo falo que desperta o espectro, num ritual feito na nova Zelândia, ou por aí, ou seja tambem relacionado com o primeiro tsunami, a cobra vermelha laranja de sangue das aguas, que aponta o home nu na margem do rio, ou seja um homem desse pais, mas que não lá estava, o homem que simbolicamente é o do plano do meio, ou seja da ligação entre a terra e ceu

dig rama tica que mente, se p ode ra di ze r, q ue no bo is de b olo gn ne, o u e qui iva lente em c ima de um pedra cu bica, ou da rai n ham aç o nica de p rata e ne g ra, a méd é e, um xa l ap is l au li q ue pr e figu ra o j a son, o ua ele li gado, uma ca rta, o u din he iro, ou um l ap is, l he te rá en t r ega gado ou p art i k h ad o, q ue rai n h a fr anc e sa ar r e pan ham do as s ua ss aia s, fez p rie mr io s om br ac om o buco nu prime rio cam p ode rt ti g o, o use j a pa rece es t ramo sn o dr am e nas persona ge ns do co r dao en t r anç ado q ue li g o u o c eu e a te r rana al tura da t ra ge id ad e bes lan, o u q ue bes lan, f oio cu s to e pr e ç o pago em san g ue, ep lo falo q ue d es pe rta o es pe c t ro, nu primeiro rit ual feito na n ova ze lan dia, o u por a í, o use seja t am b em r e la cio n ado com o prime iro ts un ami, a cobra verme le h lara anja de san g ue das aguas, q ue a ponta o h om en un a mar ge madeira do rio, o use seja um ho em de s se pa is, masque n cão lá e stav a, o ho em q ue s im bo li ca mente é o odo p l ano do mei o, o u se j j ad a liga do ac da sao en t rea terra e c eu


outra besta ligado com este catalogo da bienal, é o pedro cebola m a altura director do faoj

o u t ra bes t a liga gado com do este cat al o g o d a bi en al, é o pedro ce da bola da lama a al tura di rec tor do fao, j


está tambem no catalogo a mari bruni, quem diria como este mundo é pequenino . me recordo de um das suas ultimas fotos que vi, um nu, no chuveiro, onde era ela feita gazela, ao agora isto me lembra, vejo a Silvia de serralves, ou ani de ny, como imagens gazelas, pois assim é o arquétipo comum a elas tres, ou espírito animal se assim se preferir ao nomear, a bruni, a carla, aparece tambem na photo com a gina na capa que a rapariga espelhava em dia recente no pingo doce, que o espirito no entretanto me desvelou ser checa, vinte e nove, ou segundo maçónico do nono , homem da uma ni dade, mas aqui a história é outra da mesma, ou seja prende-se com o primeiro furacão, já tendo sido abordada em parte e será provavelmente ainda depois, pois o corcunda ali se desvela, como tendo sido usado ou promotor do dito, o rapaz dos olivais, como rela ou imagem da historia do soldado e do corcunda, que remete para uma precisa ordem

e stá t am b em no cat al ogo primeira da mari bruni, q u em di ria com o este mundo é pe q eu nino . me rec o r do de um das s u a sul t ima s f oto s q ue vi, um nu, no ch uve iro, onda e ra el a feita g az ze sela , ao agora is tome l em br a, do vejo da primeira silvia de ser r alves, o u ani de ny, com oi mage ns gazelas, p o is ass em mé circulo da arquete, silvia cunha, ip o com um a el as tres, ou es p í rito ani m al se ass em se pr efe r irao no me ar, a b runi, ac ar la, ap ar rece t am b em na ph oto com a g ina na capa q ue a ra pa riga es pe l h ava em dia rec en t en o pin g o d o ce, q ue o es pi rito no en t r eta anto me d es velo lou ser ch e ca, vinte e nove, o u se gun do m aç óni nico do nono , h om em da uma ni dade, mas a q u a hi s ti ria é outra da me sam, o use seja pr en de do traço da inglesa se com o p rie mr io fr ua cao, j á t en do s id o ab o r dada em p arte e se rá pro dao ova v el e mn te a inda d ep o is, p o is o co r c un dali se d es vela, como t en do s id o usa ado ou por motor do dito, o ra p az dos ol iva is, como re la circulo do vaso do mage made ria da hi s tor ia do sol dado e do co rc un da, q ue reme te para uma pr e cisa o rato de maria