terça-feira, março 17, 2009


bico azul, bica do bic circulo do cc cabo, azul, real, museu dos coches, estranha passadeira vermelha no chao com desenhado como bico meio desenho geométrico, ou seja , remetendo para a geometria do templo e dos maçónicos nas referências mais recentes nas diversas palavras

bico az u l, bica do bic circulo do cc cabo, azul, real, museu dos sic he es, es t r anha p as sade ira ave vermelha no ca h o com de s en h ado com o bico mei o de s en ho ge one rico, o use seja , reme t en de para a ge om met ria do te mp l o e dos maçónicos na s refer en cisa maís rec en te sn as di ive ra s pal av ra serpente

os sapatos eram filmados sobre pedra antiga larga como remetendo para laje de igreja, subiu em mim a memora da igreja no rossio, outrora ardida no pogrom de lisboa e das imagens recentes da presença da zeta num concerto que lá ocorreu, talvez com as quinhentas pessoas na nave a ecoa de alguma forma nos eventos descritos relativamente à austrália no seguimento do terceiro segredo de fatima

os sap pt os e ram fil mad os s ob re pedra ant ti gal arga com o reme t en do para laje de igreja, s ub i ue m mim a m e mora da igreja no r is sio, o u t ro ra ard dida no pro g rom de l is boa e da sima mage ns ref c en t es da pr es en ç a d a z eta num c on ce r to q ue l á oco rr eu, t alvez com as quin h en t as p esso as na ana ave a e coa de al gum a forma nos eve en to s de s c rito s r e la t iva m nete a au s t ra l ia no se gui men to do t e rc e iro se g red ode fatima

d pedro quinto, o coche, o coche, espanha, rei, d pedro quinto do rato a estrela e do rato ao miradoiro de alcantara, passando pelas lojas dos antiquários, e harlot, outra vez, e tapete haptian, e a casa do largo com o piano onde uma vez estive ao lado da produtora, com o laurent, e a tal aparente jornalista americana, a ami, e um outro rapaz, a noite do lounge, mais recente o antigo rolls numa noite de bela tempestade


d pedro qui n to, o coc he, o coc he de espanha rei, do quadrado do pedro quinto do rato a ester la e do rato ao mira do iro rode al can tara, p as sand o pe l as l o j as dos antique ua rio as, e h ar lot, outra vez, e tap pete a h pat ian, e a aca sd o l argo com do circulo do piano onda uma ave zorro ze est iv e aol ado da pro du tora, com do circulo do laurent, e a t al ap ar rene nete jo rna l i sta americana, a ami, e um o u t ro ra p az, a no ite do l o un ge, maís rec en te o e ti g o ro ll serpente nu ma no it e de be la tempestade

assembleia da republica dava outras indicações complementares, navegantes da modernidade e do encontro entre culturas, redes it, novas velas e navegações, casquinhas de noz, outra vez pelo rei a referencia a oitenta e tres, e ao andrew, big one, it e comunicações, ressoava em pedro mexia, e em magalhães , onde o pormenor de um telemóvel das funcionarias da ar, remeteu me para o passe na rua da patrocínio com o as crianças e e o telemóvel, depois o alberto cota com ar de quem tinha sido apanhado em flagra a falar pesaroso, prémios norte sul, enviado especial do anan para a luta contra a tuberculose,

ass em br l ia da republica d ava o u t ra s in di caçoes co mp pele m en tar es, navegantes dam o mode r ni dade e do en c on t ro em n t re cu l turas, red es it, nova s das velas e n ave vega ç o es, cas quin h as de no z, o u t ra ave z p elo rei a refer en cia a oitenta e tres, e ao andrew, ti g one, it e com única caçoes, r esso ava em pedro mexia, e e um maga l h o es , onda o por m en o r de um tele emo ove l as fun cio na ria sd a ar, reme te u do ponto da me para o a ps sa en primeira rua da pat roc in ni io com do circulo do as c r ian sas e e o tele emo ove i l, d ep o is do circulo do alberto cota com da ar de q eu maior tinha s id o a pao anha ado em fla g ra a fa l r pesa roso, pr emi s o norte sul, en vi a do es pe cia al do anan ps ra a luta c on t ra a t ub e r c u primeiro do circulo da se,

hoje o rei em seus passos, dava a indicação da inca, outra vez a inca, da farmácia, das palmeiras, a ressoar no dizer, o palerma do trio de ataque a recuar, não fosse pegar alguma virose ao rei, e a inca a ressoar em diversas, até na judite, de alguma forma, na memória, a hubris do s tempos da hubris do toiro infectado, do manuel anes, a lançar o livro, o home da judite, a outra, o responsável pela cobertura do assassino de sá carneiro, a reacção, a saudação de Telema, com a cobra a revirar-lhe por dentro e pelos olhos, acontecimentos narrados com detalhe no Livro da Vida, como o menino portinhas, a brincar aos espelhos, pretendendo dirigir-se ao pinóquio, então e por acaso não disse o senhor que tempos excepcionais, implicavam medidas excepcionais, certamente que sim, responde o pássaro alado, e me diga, então, até onde vai esse estado, e mais importante, seus actos de excepção, ate a morte e abate de quantos centenas de jovens sobreiros?!

Deveremos então incluir as de beslan?

H oje do circulo do rei em se us p as s os, d ava a indica caçao da inca, o u t ra ave za inca, da f ar ma cia, das pal me ira sa r esso ar no di ze ero pal e r ma do trio de ataque a rec u ar, n cão f oss e pega ar u l gum a vi rose ao rei, e a inca a r esso ar em di versos das sas, a té na judite, de al gum a forma, na me mor ia, a h ub r is do s te mp os da h ub r is do toi to in fe ct ado, do manuel anes, a la n ç ar o l iv ro, o h om meda da judite, a outra, o r es p os na ave l pe la c ove rt tura do as sas sin ode as c r ane irao, a rea sao, a s ua da sao de tele ema, com da primeira cobra a r e v ira r do traço do ingles l he por den t ro e p el os olhos, ac on tec ie mn to s na rr ado sc om d eta alhe no L iv roda V o da, com oo menino portinhas, a br i cna r aos es pe l h os, pr e t en d en do di rig i r do traço da inglesa se ao p ino qui o, en tao e por ac as on cão di s se o sem hor q ue te mp os e x ce p cio ni as, i mp li c ava vam med id as e x ce pe cio na is, ce rta m net q ue si mr e ps onda do circulo da p ass aro alado, e me di ga, en tao, a té om de eva ise estado e ema si se us ac to sd e e cc ep sao, a te a moret e ab bate de q ua ant os c en t en as de j ove ds s ob rei iro s da foice da s eta c rava ada ano chao

A bela rainha, visitando a simbólica escola com o nome do poeta dos belos veros que o mundo é como bola colorida na maos de uma criança, ali estava a orquestra juvenil, belos meninos e meninas de todas as cores, dizia uma com continhas belas em sua cabecinha depois de se ver a soprar quem e alem do seu instrumento, como ar de quem fazia uff, que tinham estado um bocadinho nervosas, tambem eu, aqui vos digo , assim nas vezes a beleza das rainhas nos faz ao coraçao

A b e la rai n h a , v isi sita ando a s im bolica es cola com o n ni me do poe eta dos b elo s v ero s q ue o mundo é com o bo la c olo rid ana mao sd e uma c r iança, al i est tv az a or q eu s ta j uve ni l, b elo s me ni ns e me ninas de todas as co r es, di z i do traço ingles da primeira do com conti das tinhas de belas, em s ua cab e ç ib h ad ep o is de se vera s opra ra q eu m e al em do s eu in s t rum en to, com o ar de que m f az ia u ff, q ue tinha do ham do estado p rim e iro boca dinho ne rc v o sas, t am b em eu, aqui v serpente di goa s si mna s v e ze s a be le z x ad as rai n h as no s f az ao co rç são a

O cio nas imagens a volta estava bem montado como de costume neste demiurgos de tretas mil que se aproveitam em formas diagonais dos afectos que sabem que trazemos em nosso coraçao

O cio nas ima g en ws a v o la te es tva b em montado com ode cos t um e nest e demi ur g os de t r eta s mi l q ue se ap rove it tam da manha em forma s dia g on a is dos a f e ct os q ue s ab em q ue t ra z emo s em no osso co raçao

O aicep, que parece um alho, e que declina em ai cep, ou ainda em ai, que esta p do circulo da ep, o senhorinho, falava com a imagem em masi crescida da menina que suspirava e fazia uff pelo seu nervosismo, certamente quererão, queimar mais alguém africano, uma senhora , desta vez, assim parece, quase uma referencia as poupees magiques da photo


O ai c ep, q ue pa rece do primeiro alho, e q ue dec lina em ai cep, o ua inda em ai, q ue e sta p do circulo da ep, o s en hor do rinho, fala ava com da primeira oma i mage madeira em masi ceres cida da menina q ue s us pira ava e f az ia u ff p elo s eu nervo sismo, ce rta tam n te q ur e ra o, q eu ima r mais al gume af ric ano, uma s en hor a , de sta ave z, ass em pa rece, q ua ase uma refe r en cia as po up ee w es magi q eu sd primeira da ap homem da oto

O poeta matemático, e paul kruger na europa a dizer qu era necessário refazer a álgebra, e uma aparente divergência com o bom alemão, sobre o quadrado do percentil, da morte das crianças, percentil de quinze almas, para sermos claros!

O poe eta mat ema tico, e p au l kruger na eu rop ap aa di ze r q u e ra ne c ess á rio r e f az e ra al ge br a, e uma ap ar en te di ver gen cia com o b om al ema mao, s ob reo do quadrado do per c en til, da m o rte das c rina sç as, per c en til de quin ze alma s, para se r mos c l aro serpnet eta c rava ada

Convocara a palavra os bandidos do grupo do pepinaço, o turco, e o vilar, e ali estava ele ciceronando a princesa sem saber onde meter as maos nem os pés, se calhar tambem estaria nervoso do coração, mas para isso precisava de o ter

C on vo cara a pal av ra os bandidos do g rupo do pepe ina aço, o t ur co, e o vi l ar, e al i e st v a el e cicero ne ad dn do a p rin c es ase em s ab e r on da onda met rea s mao s ne mos pé s, se c la h ra t am b em es t rai ra nervo s o do co rç sao, mas para iss o pr e cisa ava de o te raro

Numa mesma reuniao, o que se diz ministro que acelera em momentos excepcionais, assim certamente o dirá, nomeadamente na altura dos proms em londres onde magicamente o tempo da execução da partitura do tio, se estendera dando tempo a solução, e se mete como baratinha tonta a duzentos e dois a hora, e ao que parece ainda nem multado foi, a fazer demonstração que tambem fala ingles ecoando a intenção do rei em aumentar as energias alternativas em seu pais

Nu ma me s ma reuniao, o q ue se di z mini s t ro q ue ac e ler a em mo men to s e x cep i cio ni as, ass em ce rta tam n te o di rá, noe ema dam en te na al tura dos por ms em l on dr es onda magi cam que mente do circulo do te mp o da e x e cu aç sao da p art ti ruta do tio, se es t en de ra dand o te mp o a sol u sao, e se met e com o bara tinha ton t a ad u zen to ze do isa hor a, e ao q ue pa rece a inda ne m m uk t ad o f o ia f az e r demon s t raçao q ue tam b em fala ingles eco ando a in t en sao do rei em au m en tar as ene r gi as al te rna t iva s em s eu pa is

Ah doce senhora de meu coraçao, folhas, ventinhos, e indicações de alma não faltavam ontem pela bela noite, não sei se reparaste, a lua bela estava e a estrela por cima mesmo em sua vertical, como que indicava a hora, que bela estava a noite, carris, junto as docas principe perfeito, se o fosse, a anna ava do outro lado da ponte do olho de boi, que hoje a cia aqui fizera rebentar no prédio para cá vir tirar umas fotos, assim me contou depois um pássaro, a primeira grande cruz assim acrescentava o espirito ao passar a trade junto ao cais, quem diria, lista interminável, suportam minhas costas, por amor a ti, amada, amor,

A hd o ce s en hor a d e me u cora sao, f o l h as, v en tinho se indica caçoes de alma n cão fla t ava vam am on te mp el a b e la no i te, n cão se ise r ep par raste, a l ua be la e s tv a e a estrela por cim a me s mo em s ua ave r ti cal, com o q ue indica ava a hor a, q ue be la e s tva primeira do ano it re, carris, j un to as docas do principe perfeito, se o f os sea anna ava do o u tr o l ado da ponte do ol h o de boi, q ue h oje a cia aqui fi ze ra r e b en tar no pr é di o p aa c á vi r tir ar umas f ota sas si m me c on to u d ep o is um p as aro, a prime ira g rande c ru z a ss i m ac rec en t ava o es pi rito ao p ass ar a trade j un to ao cais, q eu m di ria, li s ta inter mina ave l k, s up porta tam am minhas co as t as, por amo ra ti, am ad a, am mor,

Espionagem sempre por todo o lado de todas as formas e jeitos a medida do freguês, ou melhor dos múltiplos fregueses, que até parace alfaiataria, ah as letras gordas, dizia a rapariga no telejornal, na realidade ontem pela noite dois numeros de telefones na rua deixaram, um de letras gordinhas, rede quatro e um outro estrangeiro, quem diria, como tudo sabem, uma foto que puxar para cima ao procurar um objecto, era publicada hoje ou ontem no correio da manha, que filhos da puta, morreis todos!

Es pi on a ge m s e mp r e p or todo o l ado de todas as formas e je it os a me dida do fr g eu s, o u m el hor dos mul t ip l os fr e g eu s es, q ue a té pa rac e al faia tar ia, a h as letras gordas, di z ia a ra pa riga no tele jo in t al, na r e la id ad eon te m ep la noite do is nu m ero s de tele f one es na rua de ix aram, um de letras gor i dn h as, red e q au t ro e um o u t ro es t range it o, q u en di ria, com o tudo s abe m, uma f oto q ue p u z x ar para c ima ao por rc ur ar um ob ject o, e ra pub li cada n h oje ou on te m no co r rei o da manha, q u e fi l h soda puta, mor reis todos!

Na estrela, a senhora do bandido mor ali estava ao lado da igreja saindo, meu corpo, até fez grr por dentro, voltando-se mesmo antes de eu por ela ter dado conta, desagrada-me até ver esta gentalha que cobre assassinos e pedofilos e se porta como bandidos e abusa do poder que nem tem

Na estrela, a s en hora do bandido mor ali e s tv a aol ado da igreja as inda o, me u corp o, a té fez g rr por d en t ro, vo l tan do traço da inglesa se me s mo ant es de eu por ela ter dad o conta, d es a g ra da traço inglesa me a té eve r e sta g en t alha q ue cobre as sas sin o s e pedo fi l os e se pr ota com o bandidos e ab usa do p ode r q ue ne m te m

Nos prédios onde o infante em tres outrora como em ceuta foi preso, o senhor persa tinha um dos seus belos tapetes na varanda do prédio, que engraçado, até parecia que faria um leilão, ou uma feira

No s pr e dio s onda do circulo do infante, o do cuidado com a lingua, em t r es o u tr o rac omo em ceuta foi pr es o, o s en hor persa tinha um dos se us b elo s tap pet es na varanda do pr é di o, q ue en g r aça ado, a té par e cia q ue faria um lei l ao, o u uma fe i ra

Pela noite já masi lata vos ouvi, já sei que não posso acreditar, ah senhora porque assim me faleis, podes sempre e masi do que isso deves sempre acreditar no que vos diz vosso coraçao e em vosso saber, metade de tudo sois sempre vós, senhora, assim o amor fada os amantes

pe la n o i te j á ma si lata v os o u vi, j á se i q ue n cão p osso ac red it ra, a h s en hora por q ue as si m me f al leis, p ode s se mp re e ema si do q ue iss o d eve s se mp r e ac red iat ra no q ue v os di z v osso cora sao e em v osso s ab e r, met ad e de t u do s o is se mp r e vó s, s en hor a, as simo a mor fada os am ana t es

hoje descendo a rua dei com vós, sempre em foto pra grande pena minhas, mas como sempre sorris e trazeis belo sorriso, logo eu fico a sorrir quando vos vejo, que curioso, sempre melhor os sorrisos, eternos, acrescente-se para que fique claro, se calhar depois me distraio assim um bocadinho masi do que já sou ou vou, mas que importa, é sempre bom ter o coraçao a ronronar

h oje de sc en do a rua de i c om vó s, se mp r e em f oto p ra g rande pena min h as, mas c omo se mp r es sor ris e t ra ze is b elo sorriso, l ogo eu fi coa sor r i r q ua ando v os vejo, q ue c ur rio osso, sempre mel hor os sorrisos, e ternos, ac r es c en te do traço da inglesa se para q ue fi q ue claro, se calha r dep o is me di s t rai o as si m um b oca dinho ma si do q ue j á s ouo u vo u, masque i mp orta, é se mp r e b om te ero cora sao a ron r on ar

subindo é que a coisa se tronara masi complicada, pois em verdade senhora de meu coraçao, nem percebi a frase, ou seja nem a memorizei, dizia a bela rapariga assim com ar serio e perscrutador, se me vires primeiro, ou se a tivesses visto primeiro do que eu, ou do que a minha lingerie, ou qualquer coisa assim, ficava a gatinha meia zangada,, certamente meio ao jeito do olhar com que olhava sem na verdade olhar, pois olhar em verdade, pressupõe, trazer os olhos ao perto da lingua com que vos beijo, helas, até olhei em volta a ver se por ali estavas na esquina ou algo assim, mas não, snif, snif, a rapariga de costas na mesa da frente face aos músicos era bela de costas, um belo padrão e os uns belos cabelos que se adivinhavam, eu olhando de fora ao passar

s ub indo é q ue a co isa se t ron ar am a si co mp li cada, p o is em verde ad e s en hora de m eu cora sao, ne m pe r c e bi a fr ase, o use seja ne ma me mor ize i, di z ia a b e la ra par o g a as si m c om ar se rio e per sc u ta dor, se me v ire es prime iro, o use a t iv ess es vi s to prime rio do q ue eu, ou do q ue a min h a lin ger rie, ou q ua l q eu r co isa ass em, fi c ava a a g at tinhas meia da zan gada,, cera te mn te mei o ao je it o do ol h ar com q ue o l h ava se mna verd a d e o l h ar, p o is o l h ar em verd aa de, pr ess u pe o, t ra z ero s ol h os ao per to da lin g ua com q ue v os bei jo , he l as, a té o k h e i em vo l ta ave r se por al i e st ava s na es quina o u al goa ss im, ma s n cão, sn i f, s ni f, a ra pa riga de co as t ana mesa da fe r net face aos mu sic os e ra bela de co sta s, um b elo pa dr pato o e os un s b elo s cab elo s q ue se ad iv vinha ava am, eu o l h ando de for a ao p ass ra


anna eva , ressoava a noite pelas luzes, em anal eva, quem diria, o trimaram ao lado, mostrava dentro da carlinga, da asa ou casco direito, uma referencia para um bum de um aviao, ao passar ao lado do anna eva em nova, que até trás ainda plástico sobre os cromados, num buraco ao lado da escada electrica e telescópica e tudo, uma carteirinha de uma maquina de fotos em preto ali estava deixada

anna eva , r esso ava a no i te pe l as l uz es, em ana l eva, q eu m di ria, o t rim aram aol ado, mos t rava den t ro da car lin gada asa ou casco di rei to, uma e fr en cia para um b um de um avia o, ao p ass ar aol ado do anna eva em n ova, q ue a té t ra s a inda p l as tico s ob reo s c roma do s, n u m b ur aco aol ado da esca da el e c t ric a e tele s cop da pica e tudo, um car te i rinha de uma ma quina de f oto s em pr teo al i e s tva de ix ad d az

falara-te eu amada, de construir um veleiro em casa para me por a navegar contigo pelo mundo, olhava o cais, os rebocadores, o svitezer que pela noite um outro o fazia rodar trezentos e setenta graus numa bela manobra para sair do entalanço em que por ele se encontrava, um outro ia com eles chocando e tudo, por um triz, e os dois barquinhos mais pequeninos ao meu lado, debaixo da arvore amarela em flor, muito se agitavam, como carris de leito de amor, eu me ria por dentro, a imagem que as aguas do amor me mostrava do desejo, era perfeito amor, toda aquela dança, ao lado da ponte com dois corações de olho de boi, tambem terra do Algarve, ao lado de salema e da luz, quem diria, se calhar não tao perfeita a coisa, se a memória ainda os homens a trouxerem


f ala lara ra inglesa te eu am ad a, de c on s t rui rum veleiro em c asa para me por a nave g ra c on ti g o p elo mun do, ol h ava o cais, os r e b o cado r es, o s vi te ze r q ue p e la n o ite um o u t ro o f az ia ro da r t r e z en r to ze sete n ta g ra us nu ma bela man ob ra para sa i r do en t ala m ç o em q ue por ele se e cn c on t rava, um o ur to dia com el es choca ando e tudo, por um t r ize os do is bar quin h s oo maís pe q eu ninos ao me u l ado, de ba ix o da ra vo re am ar e la em flor, mui to se a gita ava vam, com o carris de lei to de amo r, eu me ria por d en t ro, a i mage madeira q ue a sg ua sd o am o r me mos t rava do sd desejo, e ra pe rf e i t o am o rt u da aquela dan ç a, aol ado da ponte com do is cora ç o es de olho de boi, t am b em terra do al g rave, aol ado de sal ema e da l uz, q eu m di ria, se ca l h ar n cão tao pe rf e i t a ac o isa, se a me mor ia a inda os h ome ns a t ro ux e rem

a barquinha anne eve , pequenina, em suas linhas parecia uma faquinha que apontava ao trimara com as velas postas na rede a meu passar, com alfabeto arabe, um bum de um arabe, assim pareciam contra na imagem

ab ar a rui quin homam da primeira anne do natal, pe q eu nina e m s ua serpente das linhas, par e cia primeria faquinha, q ue ap ponta ava ao t rin mara com as das velas das potas na ted red e am eu p ass ar com do al f a beto arabe , ar abe, primeiro bum de primeiro arabe, ass em par rec cia iam am contra, para, na i mage maior

kruger, dizia que era preciso refazer a algebra, a ecoar em abacos , mueros e numens, certo que sim, que mal ensineis as gentes desde a escolinha pequenina, ou o um, é primeiro que o zero, e a divisao, mesmo a primeira maior ou mais importante que a unidade, em que lado da visao ficais, ou estais?

kpa ru do ger di zorro ia q ue e ra pr e ciso, dente, faro r f az ze ra al ge br ra , a aco ar em ab bacos, mu eros dos ingleses numens, ce rato to q ue sim, q ue m al en sin ene isas sg gente sd es dea es co da linha pe q ue nina , circulo duplo do vao duplo primeiro , é prime iro q ue circulo do zero, zorro do ero , e a primeira divisao, dd , di da visao. me smo ap rim da eira maior , maio rato circulo do vaso maís em mp porta ante q eu primeira uni dade , em q eu lado da visao do fi do cais, circulo do vaso est ais da foice

certamente que muito depois por natural natureza quando concorda e é concordante com a propria natureza se comporá, como um milagre, ou como uma mandala, neste especifico preposito da linha deste contar

ca rta tam que mente q ue mui to dep o is por nat rral ur al mat ru rato ur e rato e zorro quand concord, primeira e é condor dante com da primeira pro p ria nat ture za se co mp circulo do rá com do circulo do primeiro li da primeira mila gare , circulo do vaso com do circulo da primeira mandla, nest e es pe ci fi co pre posi to da linha lx casca sis sd quadrado este conta rat