sexta-feira, março 20, 2009


Na
Conferência
Dos
Vinte
Gatos
Maçónicos

Naco fr en cia do s t rip es gatos maçon cios

ab abe is vó serpente com do circulo da primeira da cruz do rago europeu me europeia ua pei to am mora ar, n cd v gm, mg v dc n, aa s es s, ss es aa,



Desde
Que
Numa
Foto
Em
Dc
Vos
Vi

D es sd e do q ue nu ma f oto em dc vaso do vao serpente sd do vi


Agora
Primeiro
Vos
Vi
Falando
Do
Belo
Optimismo
Com
Ar
Contrário
De
Preocupação

Agora primeira, vaso do vi f ala lam ando do segundo elo do circulo pt tim is mo do com da ar circulo on cruz à rio de pr e cup up são do cao da primeira

A
Mao
Me
Mostrava
O
Pescoço
Das
Pérolas
Na
Bruni

Primeira mai me mos cruz ra ava o p es sc circulo de cortez do cie rc u l o da p do erro do rol do primeiro as na br uni

Depois
Mais
Preocupado
Fiquei
Pois
Na
Foto
De
Família
Todos
Muitos
Chegadinhos
Como
A
Família
Sempre
Deve
Ser

D ep o is maís pro roc cup da el eva são pad ado fi q eu ip o is na f oto de fam am mi primeira ia todos mui t os che g ad din h os com a f az milia se mp red eve ser


Sua
Posição
Sentada
Prefigurava
A
Crucificação
Pelas
Pernas

S ua posi sec são s en t ad a pr e figu rata ava prime ria c ru z id di do caçao p el as das pernas, ou pe rna serpente

Pelo
Espirito
Ouvi
Que
O
Judeu
Mentia

P elo es pi rito circulo vaso do vi q eu circulo do judeu m en tia, o que mente

Qual
Judeu
Me
Pergunto
Eu

Q ua primeiro judeu da me do per da g au un to do europeu
Quadrado do principe da me do per europeu, primeiro vaso eu circulo e ur ip eu.
Europeu da ot nu gre pem eu quadrado do vaso do principe primeiro do au quadrado


Na
Reuniao
Cujo
Conteúdo
Bem
Me
Pareceu

Na reuniao, grupo, gato rup do pol cu jo conte vaso do b em me par r e c europeia
N r cc b mp, a oo om da me do vaso

Primeiro ministro, o da uniao, segundo da cc rn, rod o vi aria na cio em al

Eu ce ra p emo d ú e t no co j u cd a reuniao o a in ue r,

Tambem
Presente
O
Senhor
Americano

Tam b em pr es s en te circulo sn hor am mr r cia ano no
Tp circulo da sa , do senhor americano, meo ro, o ro em az , as do circulo da pt
On ac cir ire mar aro h ne s oe t ne ser da se do rp me segundo mat

Que
Me
Parece
O
Laurent
Do
Pasquier

Q eu me par da pato ac e circulo do lu la l au rente do p as qui e rato cc
Q mp o l dp pasquier, p as qui e rat
P dl o pm quadrado, ee e o t o t
R oto ee E
Rei u q sapo dt n e r u alo e ce rac e me eu quadrado


Ontem
A
Noticia
De
Um
Falecimento
De
Masi
Um
Francês

On te ema a ano ti cia de primeiro f al le cie mn to de ma sio primeiro F fr anc espanhol
O andu f d mu f, f um d f u dn ca oma a emo e i ms, s ê cn a r f um isa sam e dot ne emi ce la fm mu eu da i ci to n a met no


Hoje
Pelo
Espirito
Assim
Ouvi

Homem oje p elo es pi rito ass si mo vaso vi
Hp es a o, a o ep ph home oje, e oo mi, imo oe, iv u om missa o tiro ip pse o le pe j o h

Lang
Demo
O
Francês
Do
Furacão
De
Oitenta
E
Tres

Angulo da lam ang demo do circulo francês do f vaso da racao de oitenta e tres, l d f d f d oe t, o do fuet, teo ff o di gi t al, g oo s o oe a e serpente terceira, sea e oo s oo g, se reel time, E, at ne t ip pedo da onda primeira rac car rufo do fr anc es, s ê c na rf, o o med gn al


Como
ve vo vaso primeiro guitarristas , vaso id e o do circulo com da primeira da ph oto del e

E
Pelo
Que
Eu
Sei
De
Parte
Da
Imagem
Em
Semelhança

Ep do elo do q eu se id e p da arte da i mage me maior semem p rim mr rio homem anca, ep q eu se id e p arte, p ds e q pe, ee i eu oe, e o eu i ee, eta tap pe di es s eu e u q o le pe

Um
Link
Do
Big
One
Por
Aqui
Passou

Primeiro angulo da ink do big da one português az aqui p ss circulo do caso,
que europeu dep circulo do is da se do tor do torno do vaso co rc un quadrado da primeira, u l db big one portu gus aqui p ass circulo do vaso, pap ob d primeiro link, maior kapa o do ge rio, vaso circulo ss ap aqui rop eno gib o do k ni l mu


Mel
Apareceu
Tambem
Na
Video
Anterior
Numa
Relaçao
Com
A
Imagem
Da
Se
Catedral
De
Lisboa

Mel ap par rec eu tam bem na vaso id e o ante rio rato nu da ma da relaçao com primeira i mage madeira , primeira da se da cate do dr da norte sul, si primeiro do angulo sin da boa, cobra grande, mat n van rc a id ds cate do gi t al, da se catedral de lisboa, l dc seda e mage mega mia moc relaçao, o aça da ler, am un, roi r e t na o e diva van, me b mat eu ce ra pa lem


Num
Livro
De
Antonio
Arnaut
Num
Poema
Que
Assim
Reza

Nu ml, marxista leninista, extrema esquerda, angulo iv ro de AA ar do antonio da nau da cruz, ar rna au cruz, nu mai ro poe ema q eu ass si massi mr e za , nl d a anp quadrado da ar, ra q pn a ad ln, moe ot ma ema, am e a m tp e om, az e r missa que am e o pm un tua nr a o ino not na e dor vi lm un

Poema oculto

Por ma circulo do s emi arco uk primeiro to, ou primeira cruz no vaso

Não sei como dizer
Esta emoção de mim
Rubra flor abóbada de aço
Fonte de luz poema oculto

Ne rf rm oo, fr en oo mr

Ot lu co am e o p z u l e d e t no foca ed ad a bóna rol f arbur mim ed o aço me a ts e r e z id omo cie s o da onda da manha

N cao se e c omo di ze rato e es sta emo são de mim rato ub br ra flor, form mula one, abobada, puta do primeira da mp kim boi ob ada de aço do fonte do sin os de primeiro uz poe ema cc oo cu do primeiro to

Calo o silencio e penso
Que no Livro da Lei aberto
Do fogo que rompe das palavras

Circulo do quadrado do serpente do circulo to os , serpente do duplo i c r do rc culo da do que europeia do calo, faraó de campo de ourique,

Palavras das rompe que fogo do aberto da lei do livro no q eu do pensar e do silencio, ou seja do filosofo francês, circulo do calo, da pisa del a

Calo do quadrado do alo circulo do sie l en ciao, it, e pen serpente do circulo do q eu do no dol iv reo da lei ab e rato do reeel do time to do fogo do gato do duplo circulo que cravou o falo na terra , q eu ro mp ped as das pal av ra serpente

A
Oriente , como um sonho azul
Uma citara enlaça a noite
De Constelações de luar ardente

Primeira do circulo do rei en te c omo primeiro som do homem do circulo az vaso primeiro da primeira citara , ci ta , primeira noite de co ns tela ac aço espanhol de luar ra ardente


Ardente luar, de co ns da tela, cinema, da onda sobre o circulo espanhol de noite primeira en laço do primeiro aço da citara primeira azul sonho primeiro do com do circulo do oriente


Ontem
Na
Madrugada
De
Domingo
O
Canal
Dois
Trazia
Extensa

On te mna madruga dad e do min gata do ac kapa ground gio, do io do giga circulo do giro do gizo do giz, do policia da cabala do giz, do top o gigi o, o rta ar rato italiano, do circulo do c ana primeiro do is cruz ra zorro do ia e x t en sa

Programação
O
Ultimo
Que
Vira
Fora
Um
belo
Documentário

Pro garo rama maçao do circulo do vaso do primeiro guitarrista imo do q eu vaso da ira for primeira do primeiro do segundo elo do doc eu em norte cruz iza aria do rio

De
Um
Francês
Em
Balão
Em
Antigas
Terras
Maias

De primeiro fr anc espanhol em bal la circulo em ant ti gás das terras maias, ma aia serpente

Um
Sentido
Final
Me
Ressoara
Em
Modo
Estranho

Primeiro s en tid id circulo fina al me raro ess oara em mode es cruz rato do anho

Que
Alguém
Não
Consideraria
O
Rapaz
Capaz
De
Pilotar
O
Engine
Maia

Q eu al gume n cao co nsi id e ra da aria do circulo do rapaz ca paz de pilo tar do circulo do onze da inglesa gine em az ia azia


(Ou seja tambem a aceleração da violência que agora se deu na irlanda de novo)

(O vaso do seja tam b ema ac e la raçao da viol en cia q ue agora sed eu na irlanda quadrado do en ovo)

tambem relacionado, ou melhor no seguimento do que a palavras desvelara sobre a guerra entre bandos, com sede na eua, como a conformar, finnegam

tam b em r e la cio n ado, o um e ç l hor no se gui men to do que a pal av ra s es vela lara s ob rea guerra en t r e b ando s, com sede na eua, com o a c on for mar, fi n ne g am

Gin do g da ire gize guine gane


Engine
Como
Motor
Motor
Maia
Assim
Então
Era
O
Subtendido

En gine c omo m oto tor mo tor ma ua , vaso de duas gata, as se me en tao e ra do circulo da serpente da au bt da cruz da en dido

Ecm mm, s mar tie es, a e os e circulo do rato do ramo da primeira do duplo i circulo do rc uk ki oo , s oe e am m mc e , oo a omar ro e

Serpente ub marino do circulo do maçónico ra en tao ass si em maia motor mo tor com circulo da en gine

Maia
Aqui

Uma
Que
Não
A
É

M aia aqui homem do primeira acento à uma do q eu n cao da primeira é, m a h u q na é, é na q u h am, aiá a e o a E, é ao e a á ia, é ao primeira onda ne u q á hi u q aa iam

Tarologa
Da
Treta
Das
Discotecas
Peito
Recentemente
Enchido
Leoa
Na
Cama
Assim
Ela
Numa
Capa
Dizia

Taro rolo primeiro do circulo do gado da cruz rata eta das discotecas do pei do to rece , do en te que mente, sobre o delta do E, en chi id do circulo, do grupo onze, do cortez leoa na ac cama da ama ass si mel la nu ma da kapa cao da primeira di do zorro do ia


Se
Desgraça
Falavas
O
Rapaz

Se d es sg rata aca da fla f al ava as do circulo do ra da ap zorro, sd for, rof ds, e as o z, zo sa e

Masi
Provável
Vir
Desta
Maia
E
De
Seu
Grupo
Das
Discos
Cp
Agora
Se
Desvela
Nas
Entrelinhas

Ma si pro da ova da ave primeiro vi rato de sta m aia e de s eu gato raro vaso do pó das discos cp agora ra az se d es vela na se pr en te das entre linhas, da coca, mp v d me ds sg dd ca sd dn ne, ss ae ap ss o uee E aa rl i, i primeiro ra a E eu os sp a e ass


E
Mais
Assim
Me
Rezou

Ema is ass si em me rato e zorro do circulo do vaso, ema mr, e sm eva si, eu mse , r mam e, ema mr, rm am me, e im eu, eu ms E, vaso circulo ze rem missa siam E


Mel
Dos
Filmes
Relacionado
Com
Este
Video
Meu
Aparecia

Me primeiro dos serpentes dos filmes, rato e la cio na doc do om de este , vaso id e o me europeu da ap par rec cia ia, madeira fr com este vaso me eu ap , primeiro do ss do om e circulo do europeu da cia, au circulo em circulo ss primeiro do Mel

Na
Realidade
Cai
Ao
Chao
Um
Livro
De
Animação

Na real la id ad e caia circulo do ch da primeira do circulo do primeiro l iv reo , angulo iv ro de ani maçao, n r c ac u l da aeio oo ,o e o, ad angulo primeiro vaso ch a ca real

Quando
Falo
Das
Profecias
Maias

Q ua ando falo das por pro rf e cia serpente m aias

Um
Livro
Que
Remete
Para
Londres

Primeiro angulo no do vaso do roque reme te do para de londres, angulo em dr espanhol
U l q rp l , mo ee a serpente, sa ee circulo maior,


Uma
da primeira

Ou
Seja
Bombas

Circulo do vaso do seja das b om ba s , os b, o sb, bs circulo, vaso as , sa vaso

Zoom
Raçao
Kali
Hello
Hi
S ping ingles
S p ong
Ping pong
Focagem
Automática
Excêntrico
Movimento
Zoran
Per is sic

Zorro do om maior raçao do pente da kali do homem ingles dl el primeiro do circulo do ene t g ia da energia da se do pin pong da ong inglesa doca ge ma au tom a tica e x c en t rico mo vie em n to zo ra n per is sic

Na
Capa
Do
Livro
Guia
Pratico
Do
Cinema
De
Animação

Na kapa do li vaso nono do ro gui ia pat tico do cinema de ani maçao

N cd gp dc da ad cd pg l dc kapa no, oe a oo a oo aa, aa oo oe a tico ia ro do kapa



Um
Abo
Avo
Com
Uma
Bengala
Alfinete
Que
Marca
A
Borda
De
Tres
Suas
Imagens
Que
Desenham
Um
Vaso
Da
Perna
Escocesa


Primeiro do circulo do ab avo com primeiro ben gala, al fi nete q eu maraca , primeira bo rada de t rato es s ua s d es se ne do ham oma primeiro vaso da pe rna, es co se za

E
Um
Morango
Vermelho
Numa
Flor
Amarela
Girassol,

E primeiro morango vermelho numa for mula one flor am mar e la gor as sol, gato ira


Zoom,
Ou
Zoo
Ou
U2
Que
Na
Véspera
Passara
Tambem
No
Canal
Dois

Zo do om do c irc uk do vaso do zoo, circulo do vaso u2 , y o u t w o, q eu en na vaso espanhola pera p ass ra tambem no cama al do is ,

ina
Blody
Sunday

do gibson, mo g om primeiro do circulo son, no primeiro, gil son



Muitas
Luas
Trás
Ligação
Ao
Centro
Do
Pais
E
A
Grupos
Religiosos

Principe da primeira do acento , há muitas luas atras,, cruz ra see serpente liga da são ao centro do pais, c en cruz ro d circulo do pais, do pa ise a gara do gato rupo do os r elo gi ossos, r e li gi circulo da serpnet os

J hm l t l ac a cd pea g rato, rg e a pais, do cento da l u g a liga do ac sap da cruz ra se pr m nete as lu, ss es oooo s ss áá

Ou
Seja
Parece
Fortemente
Provável

Circulo do vaso do seja, sempre o mesmo cabrão, par rece, o da admastor, riciardi, bancos, f orte que mente pr vaso ave al serpente, os fp puta do ur da primeira, p do forte par rece seja do circulo do vaso, ua e es se e primeira do vaso, pr rova ova ave primeiro

Ricardo dao rici ardi, ar di, bam cos, do bancos, barcos bascos




Que
A
Cruz
De
Oitenta
E
Tres
Tenha
Tido
A
Participação
De
Algum
Aqui

Q eu primeira cruz em oitenta e tres t en homa da primeira ti tid id circulo primeira p art t cip ac são de al gume aqui, para ac cd aqui em oitenta e tres , cruz rato es ap pn home do circulo da tid do circulo da primeira puta da at ti cip ac são de al gim

De
Seu
Grupo
E
Que
Terá
Tambem
Servido
Para
Me
Acusarem
Nessa
Altura

De s eu g rup circulo E do q eu teresa rá tam b em ser v id dc irc vaso do circulo do para da me ac isa usa a ar do rem ness al tura, ds sg E quadrado da cruz dupla, t uber rc cu l os se , a deusa alema, sp pm ana, eu oe e á mo a em aa, aa me a om e E do circulo da ue

Ana mp ser cruz da manha teresa rá do q eu E do gato rup do circulo serpente europeu de

Como
De
Costume
O
Bode
Expiatório
A
Mao
De
Semear

Com do circulo deo cos cruz tio pr rime iro me do circulo do Bode, do c abrao do tc ou do castelo do bode, e z po ta tor ia primeira mao de se me da ar

Em
Mim
Nestes
Dias
Uma
Memória
Anda
As
Voltas
Em
Mim

Em mim nest espanhol do Dias , primeira me mor ia anda do às vaso circulo do primeiro da cruz as em mim, em n d uma ave m s mat tie es ss aa ass s mar tie es pan g ola, s mar tie es ss aa as serpente mat g rav at primeira espanhola, cruz, me vaso aa mu do dias nest espanhol mim E maior

Um
Estranho
Caso
Nos
Olivais

Primeiro es cruz ra anho do caso nós olivais, circulo do primeira iva is

Mais
De
Dez
Anos
Teria

Maís de dez ano serpente da te teria ia ria

numa
luminosa
manha
de
fim
de
semana

nu ma lu mono mino sa da manha de fi madeira de serpente em maior ana
fora
fazer
um
recado
a
minha
mae

for ra forte az ze rum rec ado primeira min homem am mae
comprar
pao
ou
algo
assim

co mp pr ra da ar pau circulo do vaso al goa ass si em
nu
tunel
entre
os
prédios

nu t ne une primeiro en t reo os pr é di os
dois
rapazes
de
um
bairro
pobre
ali
apareceram
para
me
assaltar

do is de prime rio bairro pobre, p ob br rea al li ap par rec e ram pp para me ass s al tar
coisa
estranha
que
nem
era
frequente
ali
naquele
tempo
acontecer

co isa es r ra anha q ue ne mer ra fr e q ue n en te al alo na q ue le te mp acontecer
ou
seja
hoje
em
mim
a
certeza
de
acto
encomendado

o use seja h oje em mima ac e rt te za de ac to en comenda dado, jogo, o she ema mac cd a E, é a dc cea a mim em homem oje do seja circulo vaso, ua em m aa e oo do dado, poker, p o kapa e rato rp, oo e aa mm, s ant tie es e a u

os
dois
meninos
traziam
um
arco
e
uma
flecha

os do is me nino serpente cruz ra zorro iam primeiro arco e primeira for mula one e ch primeira, fp por for mula one e arco primeiro cruz ra zorro iam me nino serpente do is do os, ss sobral mendonça moe aa, aa e om ms ss,

a
flecha
era
uma
vareta
de
ferro
de
construções

primeira for mula one e ra da primeira vaso ar eta de ferro, do ferro do ps, de co ns cruz ru circulo do cortes do circulo do oe esp ana hol., a f eu v d f dc, cd forte do dv da uefa, se oe aa aa a, a aa aa e oe serpente espanhola

atiraram
ma
e
me
acertou
entre
os
olhos

am ema e os, oo e am ema, ma ee vaso eu ss, ss e vaso e ur rp pop eu ee am, at ira ra ram ma em me ac e rt to vaso en cruz reo os sol homem os,


cheguei
a
casa
com
um
buraco
na
cabeça
e
a
deitar
sangue

che ge vaso ia circulo asa com primeiro buraco, segundo ir rac do aco na cab eça e primeira da ad it da ar s en gat io da eu, dengue, c ac cc u b n ce ad ds ang ue sangue, e ra e aa o mm, s mar tie es, aa i, ia am mo aa e ar E

hoje
quando
no
metro
aos
olivais
fui
com
meu
pai
jantar

h o je q ua anda do no do metro a os dos oliva si, circulo do prime rio iva do si forte vaso e com me v as p j antar, homem quadrado sd nm a o f c m p j, e o oo ss i mui r, riu miss oo oe

me
sentei
em
frente
a
um
senhor
japonês

ms e fr al sj, e i me am mr serpente zorro do ra, js ua f e sm, sobral mendonça, e im me a mr z, sr mar mi e, me s en te i em fr en te al s en hor do principe ap one espanhol, , j ap a one es s en hor uma fe ente em s en te ime, seno p aj , ro h ne es, mu primeira e cruz, ne rf me i e t ne s e m


que
trazia
uma
marca
vermelha
na
testa
no
sitio
onde
a
flecha
me
acertara

q eu cruz ra zorro ia primeira marca, m arca arc vermelha na te sta do no do si tio onda primeira for mula one me ac e rta tara, quadrado cruz um v n t n s o a fm a, am fao sn testa, luis testa, na vermelha mu t quadrado da eu, e aa aa aa o oe aa e a primeira, ae aa e oo aa aa aa e da eu, ar at r e c a, em a h ce l f e dn o oi t is on at ts set ana h lem mr eva c ra am a mu a iza rt te vaso do quadrado


vinha
ele
vestido
em
cores
oto
relogio
prata
e
vermelho
desportivo

vinha el le vaso es tid cir rc cul em co rat espanhol oto do to top da p da rta do r elo gi o, rotunda, rotundo, bd, pr rata e eve vaso em mel homem do circulo d es pe o t ivo, d es port delta ivo, d es port iv circulo verme ne l ho e p rta, p rta rat elo do gi do circulo do relógio , rotunda, oto co rato espanhol em vaso est id circulo el le vinha, v eve co rp e v d, dv ep e o c eve vaso, a e o maria sobral, ou mário sobral, ou mario do alentejo, o do abates dos sobreiros, oo a e oo, donde portucale, porto cale, da rua do porto



e
trazia
emporio
armandi
escrito
na
sua
camisola
negra

e tar zorro ia em mp po do rio ar man di, es c ricu primeiro do circulo do rito na serpente ua cam miso sol primeira sola negra, e te a e ns cn, nc s ne a e te, e a oio aa aa, aa aa oio a E, negra cam am is sol sola s ua na es c rito ar man da di em mp por rio cruz ra zorro d ia E,


ao
jantar
no
largo
da
viscondessa
dos
olivais
olhei
a
minha
travessa

ao j an tar, taxi, do no do l argo da viscondessa dos ol iv ia s circulo do prime rio homem ia am min homam da primeira cruz na ravessa
os
dois
pauzinhos
da
espetada
das
lulas
estavam
paralelos
como
carris

os do is dos dois pauzinhos, p au zorro im homem os da es pera ad da das lula serpentes e ts vam para lelo serpente com circulo da carris, circulo da dp da ep peta ad a das lulas es cruz av ava vam, para do lelo serpente com circulo da ca rr is , cc pe primeiro de dp do os, s os ms sa as ss, ee as as s m s os, sir rac omo c s o primeiro el ar ap s al u l sa ad a dat te ep pse sea ad ds o h ni z ua ap ps psi sio ds o


ligando
os
um
pedaço
de
camarão
achei
a
imagem
estranha

li gan do os primeiro peda aç circulo ode ca mr ra o, ac he ia e mage made ria es cruz ra anha , es cruz ra anha i mage madeira a ac he i camarão de pedaço primeiro os liga gan, uva, ando
,
no
footbal
um
francês
paris
saint
german
dera
uma
chapada
num
portuges
de
braga

no do f oo ot ba bal do onze do prime rio francês de paris do saint german , de ra prime ria ch ap pada no primeiro port gato ie serpente de braga, f o fp sg d u c n p d b r, bd pn cu dgs paris f primeiro do f o ot b all, bd pn cid e s p f u f, l ms s t n aa am sea, ae sm aa na r t s sm primeiro, braga br aga de port rt g eu es snu primeiro, de ra german, saint paris f ar rn c es primeiro footbal, f o it o b all

os
árbitros
nada
fizeram

os ar 4 r b bit it os na ad a fi ze ram, o anf, fna não, ss am, ma ss, ,ar e z i fadan serpente doc circulo do tin rat ra as do circulo, fadan, mais um menino dos olivais, ligado ao radar kadafi e depois a editoras multinacionais


na
espetada
vinham
batatas
a
muro
grelos
pimentos
lulas
da
família
dos
polvos
e
de
salema
e
os
camarões


ne vinha ham batas em mu to dos grelos e do pi men to sd os pol vaso os e de s al ema az e os camaro do circulo espanhol, ne v bam gp l d f dp e ds e o c, c oe sd e p d f dl p gm ab vaso en, na ms a os ss aa ss e d ze ss, ss e ze e es as as ss o a sm aa, camaro cama mara ro es os e s al ema z de e pol vao serpente os d os f am milia da ll u l as, dos pimentos e dos grelos um to primeira das batas vinha ham es peta ad ana


que
me
evocaram
à
memória
uma
estranha
morte
de
uma
rapariga
que
aparecera
morta
no
rio
no
cais
do
sodre

q eu me evo caram uma morte mo orte à ,me mor ia , uma es cruz ra anha mo orte, de uma rp ar riga q eu ap par rec ra mo rta no rio no cais do sodré, q m e à eu madeira ur q am n rn cds, sd cn rio no mo ap q eu rp primeira riga , uma de morte es cruz ra anha me emo mor ia à evo caram mec eu, ee ma aa a ee aa e aa oo os oe, e os ooo aa e aa ee aa a à me e


apanhando
o
metro
do
oriente

ap anha ando do circulo do metro do circulo ro rei en teresa
a om do, o d mer reo do circulo da ap ana homa gato ando, oooo, e, do oriente

e t ne iro o do rte mo o dn a h napa

leio sean scully,

lei o sena sc u ll delta

info foc irc uk o do sean scully, dos f u c he iro s, ficheiros secretos do oriente, a escultura mostrava a parte does camarões num outro peixe, como nos carris que são como duas lanças, as duas lanças do oriente, piripiri, entrando do metro, Silvia, pie de sintra vesica do fi os cotton, parecia dizer a vesica das duas lanças do oriente

sea n sc u ll y, dos f u c he iro serpente, en gui a, fic he iro s sec rato e cruz os do oriente, a es cu l t ra mos t rava a p arte do s camaro es nu mo de outro peixe, com on os carris q ue são com o du as lan l as, as du as lan çç as do o rie en te, pi ri rp pi, en t ra ando do metro, si k via, pie de sin t ra v e isca do fi os cotton, par e cia di ze ra ave sic ad as du as lan ç as do oriente

no
seguimento
da
leitura
da
photo

no se gui men to da lei tura da p h oto, ns dl dp, pd ld sn, o aa a oo,

um
senhor
francês
quadrado
az
em
cuba
falava
da
cooperação
da
eu
com
cuba

prime rio s en hor f ar rn ce es s q ua dr ad o az em c ub a fla ava da co o pera são da europeia com circulo un, ub primeira





















suas
maos
desenhavam
as
ondas
como
tsunamis
ou
furacões
trazia
um
golfinho
violeta
e
falava
o espirito
de
vinte
cinco
anos
para
o
autor
do
cio

s ua sm mao sas ondas com o cruz us sn mi sr ra zorro ia primeiro golf in ho e fala ava do circulo do es pi rito de vinte, maçónico e circulo inc o ano serpente para do circulo do au tot, spa, do cio


o estranho pormenor da carla bruni dobrada na zoom
carla bruni, languida deitada em tons azuis e de oiro, ficara dobrada ao mostrar o triângulo de fogo que as tres fotos faziam, a menina saltando com dois golfinhos, a carla em baixo de um lado, e uma foto subaquática com reflexos do fundo do mar, que ressoava no hotel do mar, em sesimbra, nas filmagens dos factos de banho, onde a teresa esteve de ferias depois do francisco nascer, uns dias sozinho com ele, na aparência, e depois cheguei eu no fim de semana ou algo assim, falava com ela da nossa relaçao e do futuro e sentia-a ausente e distante como nunca, ainda não sabia eu, que ela já tinha de mim o que queria, se o teve, coisa que em sangue, nem o sei ainda, impressionante, esta história toda

o es t ra anho por m en o rda caraça do br ad ana zoo do om
da carla bruni, lan guida de it ad a em ton s az u ise deo iro, fi cara do br ada ao mos t ra aro do t r ina gula de f ogo q ue as t r es f oto s f az iam, am en ina s al t ando com do is gol fi n h os, primeira carla em ba ix ode primeiro lado, e uma f oto s ub pata tica com r efe primeiro x os do fundo do mar, q ue r esso ava no h ot el do mar, em se si m br a, onda primeira teresa espanhola teve de f e ria sd ep do circulo do is do francisco na sc er, un serpente dos dias, s oz in h o com do om da elena ap ar rec eni a, e d ep o is ce h g eu ire eu no fi madeira de sem nana o ual goa ss em, fala ava com el ad ano s sa da relaçao e do futuro e s en tia do traço ingles da primeira au use en te e di s t ante com o n unc a, a inda n cão s ab ia eu, q ue el a j á tinha de mim o q ue q eu ria, se circulo da teve, co isa q ue em san g ue, ne mo se ia inda, i mp r e 4 s sio nante, e sta hi s tó ria toda

e o rapaz de dc, das finanças, sempre com ar de enjoado, me pergunto se é ele o judeu a que um dia obama se referia como sendo um da sua equipe que ainda tinha tempo par ensinar palavrões aos meninos, eu me ri nessa altura, pois a minha linguagem começava a recorrer a eles tambem, e o estranho facto de esse rapaz me lembrar sempre o perfume do laurent do pasquier, que agora de novo aparecia na agenda aparente da marta, encontrada na rua ao pé de sua casa aqui em alcantara


e o ra p az de dc, das fina sç as, sempre com ar de en jo ado, me per gun to ze é el leo judeu aqui da ue do primeiro dia ob ama se r efe ria com o s en do um da s ua e q u ipe q ue a inda tinha te mp o par en sin ar pala av ro es aos me nino serpente do eu da me ria ness primeira da primeira al tura, p o isa min homem da primeira li n g ua ge mc om eça ava a rec o rr e ra el es t am b em, meo es t ra do anho fat co de ess e ra p az me l em br ar se m pr reo do perfume, o s us kin d, dol au rent do pasquier, q ue agora de n ovo ap a rec cia na a g en da ap ar en te dam a rta, en c on t ra ad ana rua ao p é de s ua c asa aqui em al can tara

continuará, quem sabe
conti nu a rá, q eu em s a b e
e disse a virgem a efebo

uma e outra deusa te enganam, se afrodite deseja que todo te percas nos prazeres do amor e do mando, palas, atenas, quer matar em ti o sentimento de que és um homem, anseia por convencer-te de que possuis o máximo de virtude ou de ciencia, e de que por amor delas, te deves alhear de todas as preocupaçoes que torma bela a vida dos mortais, e é por inveja que o fazem

e di serpente do mar primeira virgem do efe bo, uma e outra deuza re en g anam, sea primeira fr do circulo do dite, de sejza q ue ti di teresa percas, no serpente dos pr az ze rato espanhol do am mor e do mando, palas de atenas, q ue rato mat ar em ti circulo da s en tim en to deque é serpente primrio homem , am seia, por von caso e rato ra dio c on t rolo, c en rato do traço ingles da teresa deque po ss u is o maximo, de vi rat reel ll do time circulo do vaso da ciencia, e deque por am mor delas, certamnte o cabro copista, teresa rede del, sin os as , teresa quadrado eve espanhol de todas as pr o cip paco es q ue ton r ma bela a v ida dos not mot rais e é por in veja qque ue que o faz

na realidade, nao só a inveja a mando de outrem, como o puro roubo, ardei!!!!

na real li dade n cao serpente do ca en to no do acento no circulo de O , primeira inveja, veja, am mad deo vaso rem da cruz do trem, com o p ur o ro ub, s mairin, ardei
DIA DO PAI

QUERO O MEU FILHO; OS MEUS DIREITOS; E O DIREITO À JUSTIÇA QUE ME NEGAM; SEUS BANDIDOS FORA DA LEI

dia do circulo do pai, do q ue ero on eu fag u primeiro do circulo do homem do c irc uk o os me us dd direitos , e o de direito à justiça q ue me ne gam se us dos bandidos for ad a da lei
O senhor das trovas, ontem dizia, agora sem mágica
Se fosse mais burro do que é
E visto a afirmação ser uma impossibilidade
Outra coisa o burro fascista dizia

O s en hor das t rova s, on te made ria di z ia, agora se em mágica da se f os se maís b ur ro do que é, E vi s to a a fi r maçao ser uma i mp os sibil id ad e
O u t ra co isa o b ur ro f as c ista di z ia


Acrescentava ao contexto o reflexo, da direita e da esquerda, certamente falaria das maos, e do local onde se fica na visao, arre gago, tres vezes infinito nestas dicotomias de tretas primarias, o pinóquio, amante, desvaido do poeta das barbas , meio urso, dava o contraponto trazendo a lição bem aprendida, de facto, da-se-lhes amendoins e eles parecem pelo menos aprender a bem repetir, que nao ia em invejas sociais

Ac r ec es sn t ava ao c on tec x to o r e fl e xo, da direita e da es q eu r sa, ce rta mente fala ria das maos, e do l ocal onda se fi ca ana visao, ar r e gago, t r es v e ze sin fi ni to ne st as dic tom minas de t r eta s prima tias, o p ino qui o, am ante, d es v a ido do poe eta das br ab bd da s , mei o urso, d ava o c on t ra ponto t ra z en do a li sao b em ap ren dida, de f ac to, da apostolo serpente inglesa da se do traço ingles l he s am en do in ns se eles pa ar ce m p elo m en os ap ren de ra b em r ep pet tir, q ue na ia em in veja s soci a sis

Na realidade, pareciam todos em êxtase
Muito se rindo
Alguém
Falara há mil anos atrás de psicocilicos
Começo a pensar que terao razão,
Que na realidade tal doença existe
E ataca nas casas com cadeiras em semi circulo e afins
Onde sentam as putas do regime, políticos bandidos abusadores de crianças e afins

Na r e la id a de, par ceia am tid os em e x ta se mui to se r indo A gume Fla ar a h á mila no s at rato apostolo serpente de psi coc i lico sc om oe çoa pen s ar q ue te ra o ra z ao Q ue na r e la id ad et al d oe ença e x is te E at aca nas c asas com cade ira s em s emi c irc culo e a fi ns onda ande s en tam as putas do r e gim e , poli tc cos ban dido s ab usa dor es de c r ian sç as e a fi ns

Sua puta de trovador, não sabe o senhor que me trazem os direitos um filho aqui roubado, não se arvora o senhor ser defensor dos direitos da democracia e coisa e tal, ou na passa o senhor de uma treta meia andante caindo da tripeça , se meia mesmo for, dividindo então, tres por dois, ao, ai, ai, a álgebra dos corações negros e empedernidos, sem nada la dentro a bater, será que verso, será que sou meio veros, meia letra, ou uma virgula, ah a voz e funda e cava e certamente as raparias, abrem inconscientemente as pernas, e jorram agua das rosas entre as pernas a ouvi-lo, o problema será certamente as barbas, quer me beijar, deixe-se disso que me faz cócegas e um poeta verdadeiro traz o coraçao nu em verdade e é justo e defende a justiça, não me faça rir para não chorar, leia- a me, suas palavras, com essa voz, sabe eu fecho os olhos baixinho, e imagino que é o meu amado que assim fala comigo, tenho muita pena em destruir-lhe a ilusão, mas beijá-lo não, que apanhava eu uma virose, virose de contagio da consciência dos bandidos com os bandidos

S ua puta de t r iva dor, não s abe o s en hor q ue met ra ze emo mos da fac direito e um filho aqui ro ub ado, n cão se arvore a o s en hor ser d e f en c sor do s de direito sd a demo c r aica e co isa e ta al, o un a passa o s en hor de uma t r eta meia andante ca indo da t rip eça , se meia me s mo for, d iv vindo en tao, t rep o r do isa o, aia ia al ge bra dos cora ç o es negros e e mp e r de r nid os, se mna ada la d en t ro d ab bate r, se rá q ue verso, se rá q ue s o um e io v ero s, meia let ro, o u uma vi r gula a h a voz e funda e c ava e ce rta e mn te as ra par ias, ab rem inc on sic en te mente as das pe rna s, e jo r ram agua das rosas en t rea s per na asa o u vi do traço ingles do primeiro do c irc uk o, o por r e b l ema se rá ser tam net as bar ab da s, q eu r. me bei j ar, de ix e do traço d inglesa se di ss o q ue me f az coc ega gás, e um poe eta verde a e ria t ra zo cora sao nu em verdade e é j u ts oe de fende a j us tiça, n cão me f aça ri rp di circulo do para n cão cho r ar, lei a do traço ingles da a me, s u as pal av ra s, c om ess a vi oz, s abe eu fe cho os ol h os ba ix in h oe ima g ino q ue é o me u amado q ue ass im fala co mig o, t en h o mui ta pena em de s t rui r traço ingles l he a i lu sao, ma s bei j á do traço ingles lo n cão, q ue ap anha ava eu uma vi rose, vi rose de c on tag io da co n cic i en cia do s bandidos com do os dos bandidos

Sua puta que se diz poeta e de esquerda e dos direitos, como ousais ainda respirar em terra, seu filho da tremenda puta, porventura não me conheceis ao pé? nao haveis estado em minha casa?, seu filho da puta , a quem vos vergais! A troco de poemas ditos seus no metro em dc, certamente, seu filho da puta

S ua puta do q ue se di zorro do poeta e de esquerda e dos direitos, com o o usa isa primeira inda r es pira rem terra, s eu fi l h o da t rem n en da puta, por v en tura n cão mec on h y e ce is ao p é foice, nazo, azo, nazi, nabo, na cc co na do homem daz ave is estado em min h ac asa foice, s eu fi l ho da puta , aqui do eu m v os v e r gais sd s eta c rava na terra, a t roco de poe ema serpentes dos ditos se us no met rp o em dc, ce rt am nete, s eu fi l ho da puta



O pormenor da inteligência

O por m en or da intel i g en cia

Ups, tanto vaso do ps como dos transportadores
Que engraçado, de novo o espirito acrescentara uma linha
Uma antiga linha
Foda-se, na vos já disse o que sobre o assunto sei
Alguém fez alguma coisa para alem de quem fez
E era fácil e é fácil de fazer, questão de pura e mera lógica

U ps, t ant ova vaso do ps como dos t ra sn porta dor es Q ue en g r aça do, de n ovo o es pie rito ac rec en tara uma linha, uma antiga da linha, F o da traço da inglesa se, na v os j á di s se o q ue s ob reo as sun to se i A l gume fez al gum a co isa para al em de q eu m fez E e ra f ac ile é f ac i l de f az e r, q eu s to ad e p ur a e mer a da lógica

Perdeu alguma encomenda, algum livro, que treta é essa de falar diagonal sobre assuntos da Telema, se o forem, oh meu cabrão, não se diz o senhor ser um homem frontal e de coragem, e coisa que menos tal, sua besta, subi ao ceu celestial que merecereis o cantar dos anjos

Pee do rato do quadrado do eu al gum primeira do en comenda, al gum l iv ro, q ue cruz rata eta é ess ad e f al ar dia g on al s ob re as sun t os da Tele ema, se o f o rem, o h m eu c abrao, n cão se di z o s en hor ser um h om em fr on t al e de cora ge me co isa q ue m en os t al, s ua best a, s ub ia o c eu celestial q ue mer e ce riso c na tar dos anjos

O senhor, é uma besta conivente com actos fascistas, de ladroes de crianças e de direitos e abusadores pedofilos, o que faz de si um mesmo

O s en hor, é uma best a c oni v en te com ac to s f as c ista sd e ladroes de c r ian ç as e de direitos e ab usa dor es pedo fi l os, o q ue f az de si um me s mo

Hoje quero uma estrela no peito e um colt quarenta e cinco de prata
Para começar aos tiros, quem sabe em sagrados livros

H oje q eu ero uma estrela no pei to e um co l t q eu ra n te e c on co dd p rta
Para com eça ra os tiros, q eu m s ab e em sagrados l iv ros

Me dirão, o pacifista enlouqueceu
Talvez minha amada me diga que estou certamente com alzeimer
Eu prefiro falar com os pássaros do que com bandidos

Me di ra o,o p ac i fi sta en lo q eu c eu T alvez min h a am ada me di g a q ue eso u ce rta em en te com al ze i mer Eu pr e f iro fa al r com os p ass aros do q ue com dos bandidos

Ah senhora de meu coraçao na verdade , vos tinha visto antes, de todas as variantes no horizonte de meus olhos, ali estava tu em pequeníssima aranha a meu passar, passava eu e passava a arranha, epure se move, diria o tio, até as aranhas e a boca de incendio vermelhinha na qual a aranha estendia seu fio a meu passar, quero crer que eras tu que ali estava a me saudar

A h s en hora de me u cora sao na ave verde da de , v os tinha vi s to ant es, de todas as v aria antes no h o rizo zon te de me us olhos, ali e stav a tu em pe q eu ni s sima aranha am eu p ass ar, p ass ava eu e pa ss ava a ar a anha, ep ur e se mo uve, di ria o tio, a té as ar a sn h as e a b oca de inc en di ove r mel h in h ana q ual a ar anha est en dia s eu fi o am eu p ass ar, q u ero c r e r q ue e ra s t u qeue li e stav a am me s au da rat

Sabes, amada , muito gosto eu de bocas de incendio, pois sao rubras de paixão, e me lembra fogo no peito, imenso em que te trago, que até me pergunto, se a tal vaga de calor que já irá em seu decimo segundo dia, será reflexo de paixão

S ab es, ma ad am dam mu it g os to eu de v b oca sd e inc en di o, p o i s sao r ub bras de paixão, e me l em br a f ogo no pei to, im en s o em q ue te t rago, q ue a té me pre gun to, se a t lava aga ad e c alo r q ue j á i rá em s eu dec imo se gun do dia, se rá r e for mula one e x o de paixão

Ah se começa como sempre a esclarecer

A h se come la com o se mp rea es clare ser

O espirito perguntava, mas, seria um mas, quantas vezes te apaixonas na vida, como quem dizia e ainda te podes por mim apaixonar, eu estou a tentar, seriamente que estou a tentar, se fosse para muito me beijar, talvez l melhor o esforço, o resultado certamente que sim, olhava eu depois as bicas de incendio, são muitas, já nem me lembrava de qual, alzeimer, certamente, minha mada, na infante santo dei com uma , em frente um prédio que se desmultiplica em seis , seis, seis, seis, do sex to, deveria ser essa a teia da aranha, uma teia que vem de trás, de outros fogos, que talvez ainda te narre, se não me faltar, nem a paciência, nem o fogo, nem teus lábios, ou mesmo o alzeimer

O es pei e to per g un t ava, masse ria um mas, q u antas v e ze s te a pai x on as na v id a, c omo q eu m di z ia e a inda te p ode s por mim a pai x on ar, eu es to u a t en t ra, se ria que mente, do q ue es to ua t en t ra, se f os se para mui to me bei j ar, t alve l mel hor o es f o rça o, o r es sul t ado ce rta m net q ue sim, o l h ava eu d ep o is as bica s de inc en di o, são mui t as, j á n e m me l em b rava de q ual, al ze i mer, ce rta tam net, min ham am ad a, na infante santo de i com uma , em fr en te um pr e di o q ue se d es mul ti ip lica em se is , s e is, se is, seis, do sex to, d eve ria ser ess a a teia da aranha, primeira teia q ue eve madeira de trás, de outros fogos, q ue t alvez a inda te na r re, se n cão me f al y tar, nem a pa cie en cia, ne mo f ogo, ne m te us l avio s, o u me ms o o al ze i mer


Na praia a bela menina loira no areal doirado em camisa de noite solar leva ao caminhar, a concha , o búzio, ao ouvido a ouvir o mar, a palavra diz, da divisão aparente das aguas, cujo gesto de sua mao expressa nos fios de la no ceu, uns dizem que o mais interessante é a viagem em si, depois que o mundo se tornou impaciente, quem diria, que eu ainda não encontrei teus lábios, e que assim convinha chegar a algum lado,

Na p ria a bela menina loi ra no ar rea l do irado em cam misa de no i te solar primeiro eva ao can h aa o ouvido aa o u vi r mara pal av ra di zorro , da di visao ap ar en te das aguas, cu jo g es to de s ua mao e x press ano serpente dos fios de la no ceu, un s di zi em q ue o maís in te rr es neta é a via gm em si, d ep o is q ue o mundo se tor no u im n pa cie en te, q eu em di ria, q ue e ue a z inda n cão en c on t rie te us l ab io s, e q ue ass em c on vinha che gara al gum l ado,


A minha duvida metafísica, como te disse, é se mesmo algum dia parti de algum sitio ou lugar, depois trago outra, se muito te beijar, perderei eu o tu as penas?

A min h ad u v ida meta fi sd da dica, com o te di serpente see é se me s mo al gum dia p art ti de al gum si tio ou l au g ar, d ep o is t rago outra, se mui to te bei j ar, pede pe de rei eu ot ua serpente das penas da foice

No final da tv, do jornal dois, os belos rapazes, diziam cantar roubar dançar, beijar e roubar e se chamavam de az, quem diria, a bela rapariga que uma noite me deu calores, pois os trazia em si e nos matraquilhos se pôs assim a fazer meio strip tease, como um outro recente aqui mencionado, usa óculos de abelinha, é muito bela, e olhando em baixo, em si, a baixo, dizia que sabia nao ter possibilidade, mas danças bem, e é bela em seus belos olhos, se olhar para eles, talvez não fumasse na cama, ou será leito, ou será norte, ou será corte, a rapariga de vermelho, e bela em seu sorriso, sorridente tambem a cecilia do carmo, muito se ria tambem durante toda aquela loucura, mas o silencio destes cios últimos, continua, a fazer masi uma vez a prova de como os fazem, e de com trazem sangue em suas maos, e do tremendo descaramento

No fi n al da tv, a puta do jornal, tambem de barbas, estes filhos da puta todos da ex extrema esquerda, do is, os b elos ra p az es, di z im ac can tar ro ub ar dan ç ar, bei j ra e ro ub ab br e sec hama ava am de az, q eu m di ria, a b e la rp a riga q ue uma no i te me de u calo r s, p o is os t ra z ia em si, e en o sm at rac qui l h os se p os as sima f az e r mei o s t r ip te ase, com o umo u t ro rec en te aqui men cio n ado, usa o cu lo s de abe da linha, é u it o be la, e olhando em ba ix o, em si, ab a ix o, di z ia q ue s ab bia ia noa te rp o ss sibil li dade, mas dan ç as b em, e é bela em se us b elo sol h os, se olhar para el es, t alvez n cão f um masse na c ama, o u se rá lei to, o u se rá no rte, o u ce rá corte, a r ap a riga de eve vermelho, e b la em s eu sorriso, sor ride dente, sec sic l ia do carmo, mui to se ria t am b em duran te toda a q eu l az lou cura, maso silencio de ste s cios ul timo s, conti nu aa f az e r ma si uma ave z a pr ova dec om o os f az em, e de com t ra ze m san g ue em s ua s mao sed o t r e mendo de sc caram en to

Sua puta que se diz ser poeta das barbas, como pirata do inferno, com quantas almas ficará hoje mais em sua mao, pelas trades que delas faz para luzir a pança do seu ego!

S ua puta q ue sed di z ser poe eta da serpentes do barbas, dos cabrões da duvideo, dizia a outra puta nas prom o ç o es, v as mos com para r n ota s e co isa e ta al, s eu c abrao , q eu ml he paga, com para rc omo, s ua pi u ta, p elo e te r, q ue el e l he ard a todo em sua g ar gant a de f al das linhas man sas de m e rda e de san g ue dos ino dos centes es tao m b ad os, com o pi rata do in fe r no, com q ua antas alma s fi cará h o je mais em s ua mao, pe l as t ra d es q ue de l as f az para lu z ira da pan ç ad o s eu ego da s eta c rava no chao

Ardei no inferno que sois a vossa exacta medida e proporção e nada respingueis da atocha que sois

Ard e ino inferno q ue s o isa v os sa e x cat a med dida e por rp porcao, p roç a oe en ad a d r e s pn gi e is da atocha q ue s o is !!!!!

A sua coragem, a conheço, masi os passes e os passinhos da puta roseta, macho e fêmea, se o fosse, aqui, nas minhas bandas, bem lhe vejo as faces, a sua coragem, e fazer confortavelmente a resistência em Argélia atras do microfone, balas, cruzes, ao longe, que um poeta nunca morre nem mata, vide, a historia, como se sabe, seu folho da puta, se tiver coragem de ser primeiro homem, depois de ser coerente com os princípios que diz defender, então me explique como é que assim se passam estes roubos relativos a minha pessoa nesta merda de pais de merda feito por medrosos senadores como os senhores, e de preferencia, não mande um dos seus caes para , para falar comigo, seu filho da puta!

A s ua co rage ema c on he ç oma si os p ass es e os p as sin h os da puta rose set w, macho e fe me ase o fosse, aqui, nas min h a s bandas, b em l he vejo as f ac es, as ua co r ge me f az e r co b f o rta ave l mn te a reo s ten cia em ar gel ia a t ra sd o mic ro f one, bas l as, c ruze sao lounge, q ue um poe eta nu un ca mor rene m mata, v id e, a h gi s tor ia, com o se s abe, s eu folho da puta, se t iv e r co rage made ria de ser prim e rio h om em, d ep o is de ser co e rene nete com os p rin cip is o q ue di z defender, en tao me e x lic da ue com o é q ue as si m se p ass sam est es ro ub os r e la t u visa min h a p esso a nest a mer dade de pa is de me rda f e i to por mer dorsos sena dor es com o so s en hor es, e de pr e f en ren cia, n cão man de um dos se us cae s para p ar a f al ar co mig io, s eu fi l home do circulo dao da ap da puta!

E esse caralho que se diz socrates, que duvida ainda alguém aqui trará do seu envolvimento no rapto e roubo e tortura de meu filho e de meus direitos e de meus rendimentos!

E ess e cara de alho q ue se di z soc rat es, q ue d u v id a a inda al gume aqui t ra rá do s eu en vol vi men to no ra pt o e ro ub o e tor rt tura de m eu fi l h oe de me us direitos e de me us ren di men to s!

E da teia, ou não é verdade que as putas, que lhe fazem a entourage dos broches finos e cintados me conhecem desde tenra infância, como a maria, e a edite, a puta lambisgóia que era professora no d dinis, e que me deixou ali estar de algemas da psp, um dia postas, por conta dos cabrões da extrema direita, e que essa puta da maria pedro, não é do grupo da puta que roubou o trabalho, que lhe fiz, a outra puta maria sobral mendonça, e não e verdade, que neste roubo, a com rituais a porta fechada das putas ditas da palácio da ajuda da cultura, coisa secretas e estranhas se passaram, quantos fizeram morrer assim!!!!

E da teresa ia, o un cão é ve r dade q ue as putas, q ue le homem f az ema en to u rage dos br i c h es f ino se c in t ado s me c on he cem de sd e ten ra in fan cia, com o a maria, e a edite, ap da puta lam bi sg goi a q ue e ra por rf esso ra no d di nise q ue me de ix o u al i es t ra de al gema s da ps p, primeiro do dias postas, por conta dos c ab ro es da e x t r ema da direita, e q ue ess a puta da maria pedro, n cão é dog rup o da puta q ue ro ub o u o t r ab la h o, q ue l he fi za outra puta maria sobral men don la, en cão e verde ad e, q ue nest e ro ub o, a com ritu ria sa porta fe c h ada das pi u t as ditas da pal cio da ajuda da cul tura, co isa das secretas e es t r anha s se p ass sara am, q ua ant os fi ze ram mor r e r a ss si em quatro serpentes etas do circulo das rav!!!!


E não é verdade que a puta que namora com a puta do socrates, o menino Diogo, não foi o responsável pelo cio na visita da reina, como na faca da linhas , se desvelou, e não é verdade que esses filhos da puta são do gado da catarina furtado, e dessas putas que se dizem jornalistas , e dos farias e dos trovantes e desse gentalha de merda que praticamente só existe pelos favores que pelo cu faz ao ps

En cão é verde ad e q ue a puta q ue namora com da primeira puta do socrates, o me ni o dia o g o, n cão f o io r 4 es pons ave l p elo cio na vi sita da reina, com on a faca da linhas , sede es velo lou primeiro do circulo do vaso, e n cão é verde ad e q ue ess e es fi l h os da puta são do gado da cara t rina furtado, e de s sas putas q ue se di ze m jo rna l is t ra sed os farias e dos t rova sn t es e de s se g en t alha de merda q ue pr a tica m nete s ó e xis te p elo s f avo r es q ue p elo cu f az ao ps

E me digam outra coisa, seus filhos da puta assassinos e bandidos dos ps, visto que trazem responsabilidade que dizem de ser de governação, que merda é esta de não responderem a acusação dos cios que vos fiz, e me digam na tarde que me cruzei com a puta da maria barroso, quem é que mandou por na radio uma canção que fala do assuntos que o poeta de merda fala da ups e dos livros perdidos ou da manha dao dos livros, um que entra mesmo a matar, na linha de alguns rituais, cantava assim a bela e docinha voz na radio em ingles no meio da rapture , ouvi a voz de comando de matar, certamente que o fez, pois não terá vontade própria, seus cabrões, sabem-na toda, morreis!

E me di g am o u t ra co isa, se us fi l h os da puta as sas sin do caso do sino o se dos bandidos dos ps, vi s to q ue t ra ze m r es ponsa bil id ad e q ue di ze made ria de ser de g ove rna na aça o, q ue merda é e sta de n cão r es ponde rem a ac usa sao dos cio s q ue v os fi ze me di g am na t arde q ue me c ruze i com a p ua turbo di es e sl da maria barroso, q eu mé q ue man do u por na ra di o uma can sao q eu do fala do as sun to s q ue o poe eta de mer da f ala da u pse dos l iv ros per dido s o u da manha dao do s l iv ros, um q ue en t ra me s mo a a maga ar, na linha de al gun s ritu a is, can t ava as sima bela e doc cinhas voz na ra di o em ingles l e sm no mei o da ra pt ur e , o u vi av os de comando de mat ar, ce rta mente q ue o fez, p o is n cão te rá von at td e pro pr ia, se us c abr o es, s ab em do traço ingles na toda, mor reis!


Comparar notas, meu cabraozinho pau mandado dos ladroes impunes, dos bandidos todos fora da lei do bloco central, oh me cabrão, primeiro peça a administração da rtp, para me responder, porque me roubam , porque mantém os contractos sem os cumprir com a empresa latina europa, a resposta é claro para todos do portugueses, não respondem porque sabem que estão roubando, não é filhos da puta, pela mesma razão, quando eu apresento queixa na policias e nos tribunais, arquivam-nas sem mesmo dar alguma explicação, porque sabem que a razoa me assiste plenamente, e portanto não podem permitir ser confrontados na via das leis com a vossa bandidagem, num pais que existisse, vocês estavam atras daz grades, seus filhos da puta

Co mp par ar a r n ota s, m eu c ab br o zinho p au man dado dos l ad ro es i mp une s, do s bandidos todos fora da lei do b l oco c en t ra al, oh me c ab ro, prime iro p eça a ad min s t raçao da rata do tp, a puta da elisa, para me r es ponde r, por q ue me ro ub bam , por q ue man te mos c on t rat ct os se mos cu mp r i r c om a em presa latina eu r opa, a r es posta é c la t ra para to s os do portu gi eu s es, n cão r es ponde m por q ue s ab em q ue es tao to ub bando, n cão é fi l h os da puta, pe la me s ma ra z ao, q u andi eu ap r es en to q eu ix ana poli csa e nos t rib un asi, ar qui iva vam do traço ingles nas se mn me s mo d ar al gum a e x p li caçao, po orque s abe m q ue a ra zo am me as sin te p lena mente, e porta n to n cão p ode em per mit tir ser c on fr anta do sn a via das le is com a v os sa ban dida ge m, n um pais q ue e xis ti s se, vio c es est av am at ra z sd az g ra de sm se us fi l h os da puta

Vermes

E como o menino esta ligado a duvido, vamos lá então comparar notas, olhe explique lá porque é que a duvideo na primeira edição da moda lisboa paga pelo erário publico da câmara, de lisboa, preteriu uma proposta da latina em detrimento da duvideo que era mais cara ? qualidade, nem pensar, até os bandidos do ps, do jornal, desse outra bestazinha que agora de novo aparecia, nos tiveram que dar quatro prémios nessa altura, eu sempre vos disse, que faltavam masi quatro!!!, seus filhos da puta corruptos, vao levar com o corno do diabo bem quentinho dentro de vossas entranhas!!!!

E com o om eni ino e sta li gado a duvido, v amo s l á en tao co mpa ra r n ota sol he e x lic e ue l á z por q ue é q ue a duvideo na prime ria e 3 di sao da moda lisboa paga p elo e ra rio do publico da cama ra, del is boa, pr e te rio uma pro ps ota da la t ina az em det rim en to da d u v id e o q ue e ra maís cara da foice, q ual id ad e, ne m pen s ra, a té os bandidos do s ps, do jornal, de s se o u t ra v b es t az ina h q ue agora de n ovo ap w rec ia, no s t iv e r m q ue d ar q u pata t ro pr emi os sn ess a al tura, e us e mp red di s se, q ue f ala t ava vam ma si q ua t ro!!!, se us fi l h os da puta co rr p u to s, vao l eva r com o c ron o do dia bo b em q u en tinho d en t rode vo as sas en t r anha s!!!!

e suas putas dos banquinhos e da brisa, vosso silencio ao roubo que vos acusei, significa assim vossa culpa

es u as das puas dos banquinhos e da br isa vaso do osso do silencio, do frances, primeria do circulo do roubo do q ue v os ac use e su gn ni fi ca ass si em v os sa culpa