sábado, março 21, 2009

Estranhamente de novo adormeci ao final da tarde de hoje, ah amada, estava cheio de desejos de te ter assim ao lado em suave encaixe no leito, provavelmente um passe feito no café, assim me desvelara o espirito depois, irra, que gente, em dia recente depois de ter ouvido o lieonel, te ouvira no espirito, e se fossemos para uma qualquer ilha no meio do pacifico assim durante uns tempos, onde ninguém nos conhecesse, que bom seria amada, estar assim em lugar tranquilo sem ninguém saber quem somos, e não ter que andar a ver os pauzinhos que nos põem em nosso andar, irra que gentalha, que bestas, morram todos, seus filhos da puta, que parece que nada mais tendes para fazer aqui do que andara a foder a vida dos outros

Es tra anha am m n te de n ovo ad o r meci ao fina al da trade de h oje, a h am ad a, e stav ce hi ode desejos de tete ra s simao l ado em s u ave en ca ix en o leito, pro ova ave l mn te um p ass efe i to n o ca fé, ass em me d es vela lara o es pi rito d ep o is, i r ra, q ue gente, em dia rec cn te d ep o is de t reo u v id o o lie one l, te o u v ira no es pi rito, e se f os s emo s para uma q u l q eu r ilha no meio do pacifico ass em duran te un s te mp os, onda nin g eu m nos ch one c ess es, q ue b om ser ua am ada, es t ra s asi m em lu g ar t ra n q u i lo se m nin g ue em s abe r q eu m s omo se n cão te r qu e anda ra ave err serpente dos pauzinhos q ue nos poe em e mn osso ana dr ar, i r ra q ue g en t alha, q ue best as, mor ram todos, se us fi l h os da puta, q ue par ce q ue n cada mais t en de s para f az e ra qui do q ue anda ra a f ode ra v id a dos pa rc e r iro serpente

Masi uma vez alma por mim entrou no sonho, e um oráculo me apareceu, falou do enigma da tal seta que alguns filhos da puta terao induzido aqueles meninos a fazer, que acabara de falar no texto anterior,

Ma si uma ave z al am por mim en t ro un o son h oe primeiro o rac culo me ap ar e c eu, f ala o u do enigma da t al s sete a q ue al gum s fi l h os da puta terao indu z ido a q eu l es me ni o sa f az e r, q ue ac aba e a de fala r no texto ante iro rato,

Assim vi, umas construções tipo em terra cota, como praças de toiros, um local antigo uma herdade de toiros, que provavelmente seriam campinas, e até poderia ser no mexico ou por aí, e pela cor das terras, mas parecia ser daqui em portugal, ou talvez uma ligação de gente daqui com terras sul americanas,

As si m vi, umas co ns t ru ç o es t ip o em terra cota, com o pr açs de toi iro s, u m l ocal antigo uma her dade de toiro ds, q ue por v ave l mente se ria q m cam pina se a té p ode ria ser no me xico o u por í, ep la cor das te r ra s, mas par e cia ser da qui em portu gal, o u t alvez uma li g aç sao de gente da q eu i com te rr as s ul am e rc id dn as,

Pois ouvi dizer, que seria do tal grupo das putas das lides dos toiros ,a li pelos lados do campo grande, ou seja , gente que já me fodia na infância , pois antes de nos mudar-mos para os olivais ali vivêramos, e já aqui no Livro da Vida relatei alguns episódios sobre estranhos casos ali passados, a zezinha, e companhia, ou por aí,

P o is o u vi di ze r, q ue se ria do t al g rup o das putas das lid es dos toi rosa li p elo s lado sd o cam po g rande, o u seja , gente q ue j á me f o dia na in fan cia , p o is ant es de nos mu d ar do traço ingles mos pata os ol iv ia s al i v iv vera mose j á qq u ino L iv ro da V id a r e la te i al gun s e pi s o di o ss ob br e es t ra anhos casos al i p ass sado sa ze z in h a, e com pan hi a, o up o rai,

Agora , aquela construção, ou melhor construções, eram, como que um fabrica, ou seja ligados a alguém industrial, e havia um muro , onde estavam impressas em tinta duas maos, abertas, cada uma para seu lado como assas, assim era o símbolo que provavelmente é um logo, depois me aparecia uma rapariga ruivinha, e caminhava comigo como a mostrar-me o local, onde pressuponho, que havia uma fabrica de bicicletas ou de rodas de bicicletas o, ou rodas que figuram a roda da vida, ou seja remete também para os massacres na india, ou mesmo os tsunami, bicicletas entra recentemente pela palavra como referencia a bicicletas eléctricas, ou seja somando, a electricidade, a força que pusera a roda a rodar, assim parecia ser o dito, mas qual, roda e masi importante, que rodar?

Agora , aqui da eu l a co ns t ru sao, o u mel hor co ns t ru ç o es, e ram, com o q ue um fabrica, it, o u seja li gados a al gume min industrial, e h avia primeiro muro , onde e sta vam i mp press sas em tin t ad ua s maos, ab e rta s, c ada uma para s eu lado com o as sas, as si m er ra o s im b olo q ue por v ave l mente é um l ogo, d ep o is me ap ar e cia uma ra pa riga rui vinha, e caminha ava co mig o com o a mos t r ar do traço da inglesa me o l ocal, onda pr ess up om n h o, q ue h avia uma fabrica de bic sic l te as o u de rodas de bic i l ci tca s o, o u dr o da s q ue figu ram a rodas da vida, o u seja reme te tam e be m para os massa c r es na india, o um es mo os r suna m is, bic i l te as en t ra rec en te mn te p e la pala av ra como refer en cia a bic li te s el e ct rica s, o u seja sima ando, a el e ct rici dade, a f orça q ue p use ra a roda a rodar, ass em par ceia ser do i to, mas q ual, roda e ma si im porta ante, q ue ro da rata do bat man das duas ondas da foice

Se desvela agora por hadit que segundo a historia se escondeu na palavras do livro, duas ondas mais uma , um morcego das ondas, ou do bat man, da foice,

Se d eve el a agora por h ad it q ue se gun do a gi s tori a se es conde un a pal v ra sd o l iv r, du as das ondas mais primeira , primeiro morcego das ondas, o u do bat man, da f o ice,

Agora subindo do café, em frente ao trinta e cinco , e da parte do monte da terra no passe do nino, um papel me chamou a atenção pois, trazia o símbolo das maos, como impressas em tinta, como as crianças fazem em papel nas escolinhas pequeninas, diz juntos caminhamos, e é da catequese da paroquia de santo condestável, olha a tua volta, será o crisma um prémio ou um meio da graça?

Agora s ub indo do ca fé, em fr en te ao t rin t a e c inc o , e da p arte do monte da terra no p ass e do nino, um pap el mec h amo ua a t en sao p o is, t rai z ia o s im b olo das maos, com o im press sas em t in t ac omo as c runa aças f az em e mp ap el nas e co linhas pe q u ni n cas, di z j un t os caminha mos, e é da cate q eu se da p aro qui de santo co n d es t ave l, o l h a a tua vo l t a, se rá o o c r is ma um pr emi o ou um mei o da g r aça da foice

nas noticias da madrugada, de novo apareciam aos maos figuradas na luta contra mafia em italia, imagens de manifestações, e um dizer, o dom pepe da diana, uma outra diana me aparecera num catalogo ali mesmo na esquina das ruas em frente a reza a historia

nas not i cia s d a madruga da, de n ovo ap ar e c iam aos maos f u g ur ad as na luta contra a fia em italia, i mage ns de m ani f es tacões, e um di z ero dom pepe da diana, uma outra di ana me ap p art rec ce ra nu mc cat al logo ali me s mo na es q u ina da serpente rua s em fr en te ar e za pr i mr ia da historia

aparecia um ao lado de uma diana vestida de vermelho que mostrava a mao na anca, a mim me lembrou uma imagem que me apareceu ao acordar um destes dias, relativa aos assassinos aqui dos assuntos de alcantara, tres moedas assim me disseram, que era o segundo do grupo do onze de alcantara, mas a informação contextualizada em pormenor ainda nao está completamente transcrita

ap ar rec ia primeiro ao lado de primeira diana v es t id dade de eve vermelho, q ue mos tv rava am mao na anc a am mim me lem br circulo do vaso da primeira imagem q ue me ap rec eu ao acordar, a que me gravou com a agulha certamente, primeiro d es cruz es pan h os l a do Dias a os as sas sin os aqui do s as sun to sd e al ak can tara terceiro do judeu moe d as as si me di iss se ram q ue e ra circulo do segundo dog rup circulo do onze de alcantara , masa in for maçao c on te x tua al iad a em por men o ra inda n cao e sta acento co mp l eta que mente t ra sb c ritana

na faca das letras do ultimo texto apareceu, uma palavra de que não gosto, pois geralmente trás em si um valor depreciativo em relaçao as opções sexuais de cada um que como sabem eu respeito, contudo, nunca altero nenhuma das palavras que se formam nas entrelinhas, quando o texto se desmultiplica e desvela o seu outro lado

na f aca da s l e t ra sd o u l t imo texto ap ar e c eu, uma pala av ra de q ue n cão g os to, p o is ger al mente t rá s em si primeiro do valor de pr e cia t ivo em relaçao as op ç o es se x ua is dec ada um q ue com o s abe me ur es pei to, contudo, n unc a al t ero n en h uma das pala av ra s q ue se forma nas en t r e linhas, q ua ando o t e x to ze d es mul t ip lica e d eve vela os eu o u t rol ado

muito tem sido o escutado pelo espirito, algumas coisas mais graves , outras não tanto, considero mais graves, as que se prendem com o que posso chamar de crimes contra a humanidade, e alguns bem graves se passaram nos últimos anos , como todos sabemos, e eu não descanso enquanto não os esclarecer completamente, pois como vos disse, as acusações falsas, são coisa sempre inaceitável ao longo de toda a eternidade, e não gosto eu de inocentes sacrificados,

seja pelo que formui to te m si do o es cut ado p elo es pi rito, al gum as co isas mais g rav es , o u t ra s não tanto, co ns id ero mais g rav es, as q ue se pr en de mc om o q ue p osso c ham am mar de c rim es c on t ra a h uma ni dade, e al gun sb e mg rav es se p ass ar m nos u l t imo s anos , c omo to do s s abe mose eu n cão d es can s o en q u en ton cão os es clare ce r c om p l eta mente, p o is com ovo s di ss e, as ac usa ç o es f al sas, são co isa se mp r e ina ce it ave l ao l ong o de toda a e te rn id ad e, en cão g os to eu de inc o en t es s ac ri f i cado s, seja p elo q ue for

e se bem que sempre me tenham tentado por nas costas, diversos pecados, não os cometo eu, nem estes cometi, e trago como sabeis apego e jura à verdade e ao amor, que é verdade e verdadeiro, e continuo a todos dizer, enquanto estes assuntos nao se esclarecerem em sua totalidade, não só ao confusão se mantém, como derivada por essa incerteza e desconfiança entre diversas partes, os novos fogos sempre mais rapidamente assim se acendem, e bem compreendo, o nervosismo de muitos ao chegar-mos a estas questões num grau que creio permitirá o seu esclarecimento


e se b em q ue se mp reme t en ham t en t ad o por nas coast, di dos versos p eca cado s, n cão os co met o eu, ne m est es com met ti, e t rago com o s abe is ap pr goe j ur a à verde ad ee a o a mor, q ue é verde dade e eve rda de iro, e conti nu aa to do s di ze r, en q u anto est es as s un ny to s n º ao se es clare ce rem em s ua tota kapa li dade, n cão s ó ao c on fusa a os e man te mc omo de r iva ada por ess a inc e r te za, os n ovo s f ogo s se mp re mais ra pida mente as si ms e ac en de me b em co mp r en do, o bn e r vaso do circulo do sismo de mui to sao che g ar do traço do ingles mosa est as q eu s to es nu mg ra u q ue c rei o per mi ti rá o s eu es clare cimento

a mais estranha que ouvi porventura nestes últimos tempos, foi que a minha ficha estava suja por assim escrever no congresso, pressuponho o americano, e se bem que todos são livres de sujar ou pretender sujar a ficha de alguém num qualquer congresso que seja, este facto me irrita particularmente, pois não vejo nenhuma razão para isso, nem me foi comunicada em outra forma, do que esta que agora ouvi, sem nenhuma outra explicação, hoje pela madrugada de novo nas noticias, a propósito do escândalo dos prémios financeiros volumosos, me aparecia o senhor congressista que um dia aqui referenciara numa imagem que sugeria um derringer a ele e a um outro apontados,

a mais es t rata anha q ue o u vi por v en tura nest es u l t imo s te mp os, f o i q ue a min h a fic h a est ava s u j ap or as si m es c r eve rn o congresso, pr ess up on h o o am e rc ian o, e se b em q ue todos são l iv r es de s u j ar ou pt r ren de r s u j ar a fic h ad e al g eu m nu m q ual q eu r c on grés s o q ue s seja, este f ac tome i r rita p art i cu l ar mente, p o is n cão vejo ne h uma ra za o para iss one m me f o i com única da emo de outra forma, do q ue e sta q ue aqui gor a o u vi, se m n en h uma o u t ra e x p li caçao do h oje pela madruga dade n vo nas no ric asa por rp os u to do es can dolo do s pr emi s o fina ce iro s av u o l umo s os, me ap rec ceia o s en hor c on grés sita q ue um dia aqui refer en cia ra nu mai mage m q ue su ger ia um der rige ra e lee e a um o u t ro ap on t ad os,

toda a gente ficou nervosa com a historia da imagem ultima a partir do livro do arnaut, e as aguas se dividiram entre a américa e a europa, assim era o tom nas imagens do canal dois, depois de pela tarde, ter visto o trio da Angela, do durao e do sarkozy, todos contentes na capa da edição do dn da manha, como se as ultimas palavras tivessem de alguma forma contribuído para isso

toda a g en te fi co u ne r vo sa com a hi s tori ad a i mage made ria u l t ima a p art tir do l iv ro do ar m au te as das aguas se di vi di iram en t rea am erica e a eu r opa, ass em e ra o tom na si mage ns do c ana l do is, d ep o is de pe l a t arde , t r e vi s to ot rio da angela do durao e do s ar k oz it o do s c on t en t es na capa da e di sao do dn da manha, com o sea s u l t ima s pal v ra s t iv ess em de al gum a forma c on t rib u id o para iss circulo

ou seja mais uma vez se desvela no corte das palavras, a implicação do iss, que pretensamente é quem terá funções de fiscalização do que não deve acontecer nos meios de comunicação social, como dele promotor, o que não é nada de estranho a atender, que é uma cas de bandidos, pois também da sua dependência, estão os registos das obras, que como já fiz prova, sem que resposta alguma tivesse tido, o que confirma a acusação, eles próprios os alteraram, e autorizaram outros, como a empresa universal a piratear uma obra que foi editada comercialmente, assim se prova tambem o que escrevia en texto recente, que a razão de me negarem as queixas e a justiça em seus canais normais, é a prova de que são bandidos, pois quem não deve não teme

o u seja mais uma ave zorro se d es vela no corte das pala av ra sa i mp li caçao do iss, q ue pr e t en sa mente é q eu m te rá f un c o es de fi sc liza sao do que n cão d eve acontecer no s meios de com uni caçao soci al, com o del e pro m oto ro q ue n cão é n ad a d e es t ra anho a at en der, q ue é uma cas de bandidos, p o is tam b en made ria da sua d ep en dec ia, es to a os regi st os das o bras, q ue com o j á fi z pro da ova, se made ria q ue r es posta a l g u am t iv ess e tid o, o q ue c on fi r ma ac usa sao, el e es pro p rio s os al te ra ram, e au tori iza zara ram o u t ros, com o a em presa universal a pi rate ar uma o bra q ue f o i e di t ad ac om mer cia le mn te, ass em se por va t am b emo q ue es c r e via en te x to rec en te, q ue a ra z a ode me ne gare ma s q eu ix as e a j us tiça em se us c ana is norma is, é a por v ad e q ue são bandidos, p o is q eu m n cão d eve n cão te me

obama mostrava um chao a relembrar os dos templos maçónicos, uma mala e uma meias de senhora violetas, que me relembraram, outra imagem no local onde antes de ontem vira a escultura que remetera para as lanças do oriente, do segredo do oriente, pois uma banca da purple rain, ali estivera uma vez, nem sei mesmo se ainda estará, à saída do supermercado em direcção ao metro do oriente

ob ama mos t rava p rim mr io ch a o ar el lem bar os dos te mp prime rio do circulos do maçons, primeira m ala e primeira meia serpente das s en hora viol eta serpente q ue mer e lem br aram , outra mage madeira no pr i mr io ocal, onda ant es deo on te maior vaso ira primeira es cu p rie mira tura q ue rem e te ra para às das lanças do oriente, do se gato red circulo do oriente, p o is p rin cia bam ca da p ir p le rai na ali est iv vera primeira ave zorro do ro one ms e em me s mo se a inda es cruz a rá do supermercado, em di rec sao prime rio circulo do om do metro do oriente

e uma referência ao irao, provavelmente à morte do xá, pois calhara hoje a tarde ao sair, encontrar o rapaz francês que aqui ao lado trabalha e ele me falara da entrevista de obama no jay leno com ar muito espantado, eu lhe dissera que nao a tinha ainda visto, ele me contou, que na aparência nao percebera como o obama gozava consigo mesmo, a propósito do handicap no bowling, eu lhe respondi que era saudável fazer humor connosco mesmo, e que os que levam cargos políticos deveriam faze-lo mais frequentemente, pois se mantém assim a cabeça limpa em relaçao ao nos mesmos, e que se calhar a quilo que ele me relatava, teria um outro sentido

e primeira ref fr en cia , primeira do circulo do irao, ou seja relativa ao omen que metia o catalogo de moda que remetia para as canarias, depois de a pr e ce rem pela segunda vez os caes, sendo que a cadela desta vez, nao trazia as pernas travadas, coisa curiosa, como se tivesse ficado boa no entretanto, entri depois na rua da trabuqueta onde eles entraram, e vi umas bolas doiradas, pendurados num estendal, p r ei me iro pa rec eu-me as bolas que usa sam nas pam p as, mas p ode r i am ser vi r para outro fi m, pro ova ave el que mente à am orte do xá, p o is calha ra do home do oje , primeira da cruz ard dea circulo sa ire en c n cruz ra do aro do circulo do rapaz frances, q ue aqui ao lado , r ra b alho e el leme fala ra da en t r e vi sat de ob ama do no do j primeira do delta do primeiro en circulo do com da ar, mui to es p ana t ad, o do eu do primeiro he da di iss se ra q ue en cao primeira tinha a inda vi st to , el em me conto vaso , q ue en a r ep sin di q ue ra s au d ave primeir f az e ra h umo rc on nono nosco, me s moe e q ue os q ue l eva vam cargos poli ticos d eve r iam f az elo maís fr e q ue en te que mente , p o is se na ma te as sima primeira cab eça li mp primeira em relaçao, tribunal, primeiro do circuko do no serpente me s mose e q ue se cala homem da ar aqui d vaso da ilha q ue le mer e la t tva ava da te ria pr im mr ro do ourtro s en t id circulo


dois numeros me ficaram depois quando vi no canal dois, bowling, remeteu-me para o hotel de Portimão, onde o jogava nas vezes com meu pai em pequenino, curioso nome, Júpiter, ou algo assim, , setecentos e cinquentas feet, ou seja mesa, ou seja madrid, sete da estrela de setenta e cinco, e primeiro de noventa e um, assim creio,

do is dos numeros, ou seja dos passes di gi tais, me fi caram d ep o is q ua ando do vi do vino do canal do is bo e n l ingles reme te vaso do traço da ingles am me do para do circulo do hotel, de se se im b ra de porto cruz ima circulo onda circulo do jogo , jo gata ava na s v e ze ser rp net com me vaso pai em pe q eu en da nini , cu rio s son on ju pite ra o ual g o ass se set tc dos centos e cin q ue en t as f ee cruz o u use seja da mesa, o i seja mad rid, sete da estrela de sete en t a c on co ep do primeiro de no da venta inglesa e prime mer io ass sim mc rei circulo,

na suissa, outra vez o cofre a remeter para a tal conta, desta vez em porta vermelha como a de um submarino, assim parecia contextualizar a informação das chaves, dizendo o senhor que o segredo nada tinha a ver directamente com a crise, que um nao era a consequência de outro

na s vaso iss primeira , circulo do vaso ra ave zo co fr rea ar reme meter do para at al conta, de sta ave zorro em porta vermelha, p orta vermelha, co raçao, com circulo ad e pr i mr is ub marino, ass si em par rc ceia c on te x tua al iza zara a in for maçao da sc homem ave espanhol di z en do o s en hor q ue o se garo red c irc uk o don na ad da primeira tinha ave rato di rec tam que mente com da prime ria do circulo rise, q eu primeiro eu cao e ra primeira ac co nse sec ca non q ue en cia deo de outro

como a todos disse, deixei de ler os jornais, portanto me parece normal, que sabendo isto mesmo, os bandidos aproveitem agora, para lançar os cartuchos das mil e um invenções que de como costume fazem sobre a minha pessoa, e assim tentar influenciar a opinião de muitos, eu por mim, continuo pelo que vejo e pelo que o espirito me desvela, neste textos finais, seguro estou que quando os terminar, se fará a luz suficiente e bastante para que cada um possa por si julgar, que aturar putas, não é só perigoso, como perca de tempo, que é tambem o que ales pretendem

com o a todos di s se, de ix e id e ler os dos jornais, porta anto me par rec xe norma l, q ue s ab en do is tome sm o, os bandidos ap o r v e it em agora, para lam ç ar os c art u cho sd as mil e um in v en ç o es q ue dec omo cos t um e f az em s ob rea min h a pessoa, e ass em t en t ra in for mula one eu en cia ra da opiniao, galeria, j l p, de mui to s, e u por mim, conti nu o p elo q ue vejo e p elo q ue o es pi rito me d es vela, nest e te x to s fina si do seguro es to u q ue q ua ando os te r mina ar, se fa rá al uz sufe cie en te e bas t ante ap ra q ue c ada um p os s ap or si j ul g ar, q ue a tura ar das putas, n cão é s ó pe rig osso, com o pe rca de te mp o, q ue é ta tam am b emo q ue lee s pr e t en de m

assim continuando, na tarde do omen que manifestou a imagem do livro do arnaut na parede, do quarto de meu filho, ao ler livro ainda se desvelou o seguinte,

ass si em conti ni ana na t arde do om en q ue m ani f es to ua i mage made ria dol iv ro do ar nau t na parede, do q u art ode me u fi l h o, ao l ero l iv ro o a inda se d es velo lou o se gun it te,

com base em dois poemas, acácia, e ritual, o oitavo e o nono respectivamente, pagina dezoito e dezanove, acácia, me ressoa em acacio, masi um da estrema esquerda que hoje pertence a bancada das putas do ps

com da base, ou com base, derivado de heroina, he roi ina, em do is poe ema sa ca cia, e ritual, o oitavo e o nono r es pe ct iva mn te, pa g ima dez o it o e dez ano da ove, da aca cia, me r esso a em ac a cio, ma si um da es t r ema es q eu rda q ue h oje per ten ce a ban c ad a das putas do ps

acácia assim reza

conheço a flor da acácia
e os sinais
das colunas do templo
sei ler nos símbolos
e nos rituaiso mito de Hirao
e o seu exemplo
conheço a distancia do ocidente a oriente
e do zénite ao nadir
o mistério é o segredo que se sente
mas não se pode exprimir
abro o livro sagrado no altar
e com esquadro e o compasso
descubro a vida que só tem lugar
na intima comunhão do nosso abraço

ac cd ds o ce oma serpente do ab, e dn, n dea moe co sd dc ca, as os oe rato e ra do circulo do ro, o ro ar e reo serpente do circulo do asabraço no ss o do com da un unhao , en tim primeira na lu g ar met Ò sec eu ad iva o r b buc serpente espanhola os sap moc oe o rda u q se emo ce, ar cruz primeira ano o dag sa o rato vil, rimi rp x e ed o p es o primeira onda ns am, e t ne s es eu q ode r ge g o é o ire ts imo rid ano a e t ine ac e n t o z ode, e cruz ne iro a e t ne di co o da i cna ts id aoc cortez e h no cac á cia ass e mr e zorro do ac on he coa flor, for mula one da ac á cia e os sin a is das colunas do te mp l o se da ler no, serpente do si made ria segundo do primeiro falo do duplo circulo, pie, seno serpente dos rituais do circulo do mito de H ira oe os eu e xe do mp primeiro di cu on he coa di stan cia do input, output do cente a oriente, e do zénite ao nadir, o mi s té rio cruz é circulo da se gato red do circulo do q ue se serpente en te ema sn cão se da p ode e x p rimi ra ab br ro circulo do primeiro da dol iv ro sagrado no al cruz ra e com esu pata dr oe do circulo do com do passo do quadrado espanhol cu do ub br ro av id aqui da ue serpente do acento no ó, te ml vaso lu gato da ar na e cruz ima com da unha do circulo do don osso abraço

reza a história que Hirao, preferiu esconder as chaves do Templo que entregá-las aos bandidos que o outrora o mataram, e como todos as histórias , metade delas são sempre símbolo, e os símbolos são vivos como os homens

reza a história, que é uma loja maia ab ban dona ada au ina es q eu ina da rua do c apit tao pa ll as e o começo da rua do costa, onde em dia ante r iro à m ani f es taçao do arco da ema mage made da ria dol iv ro do ar nau t na f oto da sé, uma noite, ali ficara um al uz no e x teri iro do q ue d eve ser um par do rio in te r iro e que r e co rta ava um semem l h ante arco, q ue h iran, pr efe rio es conde ra sc h ave es do Te mp l o q ue en te r g á traço ingles l as aos bandidos q ue o outrora o mata ram, e como todos as hi st pr ia s , met ad e del as são se mp r e s im b olo, e os s im b olo s são vivo serpente com o os h om en ns

se bem se recordam desta história real que aqui convosco partilho, houve um momento em que algo de semelhante eu vivi, e que parte foi operada por bandidos, que certamente estavam aqui no prédio instalados, pois o tal julgamento, com a disposição de objectos e mensagens neles, foi pelo menos em parte operada por mao humana

se b em se rec o r dam de sta hi s tór ia rea z l q ue aqui c on vo sc o p art ilho, home do circulo da uve um mo men to em q ue al g ode semem l h ante eu v iv i, e q ue p arte f o i opera d ap o r ban dido s, q ue ce rta m net e sta vam aqui no pr é di o in s t ala do s, p o is o t al ju l g am neto, com a di s posi sic sao de ob ject os e men sage ns nel es, f o ip do elo m en os em p arte pera d ap por do mao da loja do homem primeiro da ana

fui eu esconder uma chave que ainda comigo anda, que encontrara na manha de nevoeiro pela altura de belas, e é evidente o envolvimento da sic e não só nesta acto, pois quando lá por diversas vezes voltei à sua procura, as provas nesse sentido se avolumaram,

f u i eu es conde rum ac h ave q ue a inda co mig o anda, q ue en c on t r ar ana da manha de nevoeiro pe la al tura de belas, e é e vi dente o en vo l vi men to da sic e en cão só nest a ac top o is q ua ando l á por di dos versos ross sas v e ze serpente do ovo do primeiro da teia da serpente da ua di pro cura, as da pro das ovas ness e s en tid o se ac vaso circulo do onze , primeiro aram,

como algumas palavras que escrevi na altura deram disso conta, pressuponho eu que me terao provocado através de uma hóstia, um avc, e perdi a memória e a capacidade de pensar em termos de linguagem ,durante algum tempo, por essa razão , lá voltei depois diversas vezes a procura do local onde a escondera, até finalmente de novo a encontrar

com o al gum as pala av ra s q ue es c r e vi da vina do ina al tura de ram di iss o conta, pr es s up on h oe eu q ue me te ra o por vo cado at rav es de uma h o sita, um avc, e per di am emo ria e a capa da cidade de pen sar em te r mo sd e lin g ua ge m duran te al gun te mp o, por ess a ra za o , l á vo l te id ep o is di dos versas v e ze sa por vc ur ad o l ocal onda a es conde ra, a té fina l mente de n ovo a en c on cruz rata da artres provas,

tres inquirições, e tres respectivos silêncios, esta afirmação provam alem de qualquer duvida

t r es por v as, t r es in quiri ç o es, e t r es r ep pe ct u vi s silencio, fr, se sta a fi da firma maçao por vam al em de q u l q eu rato do vaso id primeira

o único aparecimento na missa da sete da manha nesse preciso dia aqui na igreja de um padre que ninguém conhecia, e que pelo perfil dele, deduzido do que na nave proferiu, claramente percebi na altura o seu relacionamento com os eventoso

ú nico ap ar e cie mn to n a miss ad a sete da manha, ness e pr rei co dia au ina i g r e kapa da jade primeiro padre, q ue nin g eu em c on he cia, e q ue p elo per rf fil del e, ded u z id o do q ue na n ave pro fe rio, clara mente per cebi na al tura o s eu r e la cio na men to com os eve en to serpente os

a presença de um helicóptero da sic no ar numa manha de fim de semana em que lá voltei que seguia o andar do carro em que me deslocava como aconteceu em outros idas, facto perfeitamente verificável, por quem de direito, pois as datas estão no diário

a p r es ença de um he li cop pt ero da sic no da ar numa manha de fi made ria de fim de semana em q ue l á vo l te i q ue se guia o anda rat do car ro em q ue me d es l o c ava com o ac on tec eu emo u t r os id as, f ac to per rf e it am que mente v eri rif i ca ave l, por q eu made ria de direito, fac, p o isas data s es t o ano dia rio

a presença de grupos da câmara municipal, em aparentes carrinhas municipais, e respectivas fardas, que apareceram ali nos terrenos circundantes, na aparência como se estivessem a arranjar os campos, e que eu percebi claramente que procuravam o que eu procurava

a p r es ença de g rup os da cm ac mara muni cip la, em ap ar en te s car rinhas um ni cip a ise r es pe ct u vaso do os das fardas, q ue ap ar e ce ram al ino s te rat reno sic rc un dantes, na ap ar e cn ia com o se es ti v ess ema a ar ra n j ar os cam po se q ue e vaso per rc cebi clara mente q ue por cura vam o q ue eu pro cura ava

porquê, pela simples razão que estavam parados na bermas das pequenas estradas ao lado de campo que são baldios, ou seja, sobre os quais não se faz nenhuma espécie de manutenção, e porque tal acontecia quando eu procurava a chave que escondera

por q u ê, pe la simples ra za o q ue es t ava vam para do sn a be rm as das pequenas estradas aol ado de cam po q ue são bal di os, o u seja, s ob reo serpente do quais, policia francesa, n cão se f az n en h uma es pe cie de manu ten sao, e por q ue t al ac on tec ia q ua ando eu por rc cura ava ac homem ave q ue do espanhol conde ra

e portanto deduzo e afirmo com plena confiança, que quem esteve neste acto de bandidagem, que entre outras me tentou matar, trás grande influencia em distintas meios e organizações, que estendeu a sua influencia á câmara municipal do lugar que me pergunto se não estará na alçada do bandido do trio de ataque,
recentemente aqui de novo pela palavra recente interpelado, tambem porque me apercebi com na respectiva altura relatei da sua tremenda hubris expressa com guarda tipo pretoriana e tudo, no lançamento do livro do eanes, ex polícia judiciaria

e p orta n to ded u z oe a fi r mo com p lena c on fina aça, q ue q eu m es tve nest e ac to de ban dida ge made ria, q ue en t reo de outras oicas me t en to u mat ar, t ra sg rande un f k lu en cia em di s tintas meios e o r g ani iza ç o es, q ue es t en de ua s ua in flue, for mula one, eu en cia á ca mr a m uni cp al do lu g ar q ue me per gun to ze do en cão est ra ana l aç ado do bandido do trio de ataque, rec en te mn te aqui de n ovo pe la p l av ra rec en te inter, it, rp e lado, t am b em por q ue me ap e rc cebi com na r es pe ct iva al tura r e la te id a s ua t r emenda h u br is e x press ac om guarda t ip o pr e tot ian ana e t u o dn o lan ç am en to do l iv ro do eanes, e x pol i ca judi ca da ria

ou seja, pela faca nas palavras, uma ex policia, a ju di ca da ria , provavelmente de aveiro, terá sido usada no isco deste operação, que e tve e portanto espanha, bem com outras policias , estiveram igualmente envolvidas, e que essa puta de sintra, terá aproveitado isto tudo para estender a sua influencia, e que pelo menos um homem morreu numa dessas noites, o marlon brando

o use seja, pe l primeira faca nas pal av ra s, uma e x pol i cia, a ju di ca da ria , pro da ova da ave lm nete de aveiro, te rá si do usa d a no isco de ste opera sao, q ue e tve e porta na to es da penha, b em com o u t ra s p li cia s , es t iv vera ram da am igual em n te en vo l vi f ase q ue ess a puta de sintra, te rá ap rove it ado is to tudo para este w n der a s ua inglesa lu en cia, p elo m en os um h oe m mor rat eu nu ma de s sas no it es, o mar l on br ando

tambem uma rádio, a imagem do que acabei agora de contar na tarde da visita da reina, esteve nesta morte envolvida, com uma indução feita através de uma outra canção

tam b em uma rá di o, a i mage made ria do q ue ac ab bei agora dec on tar na t arde da vi sita d a r e ina, es t e v nest am orte en vo l v id ac om uma indu sao f e i ta at rav es de uma o u t ra can sao

só este facto, a morte de brando, bem como da tentativa de me matarem, seria normal, numa situação de estado de direito e com as estruturas que levam estas funções para que este assunto fosse investigado, e o que me aconteceu ao denuncia-las, me arquivaram as diversas queixas sobre estas e outras matérias

s ó este f ac to, am orte de br ando, b em com o da t en tat iva de me mat ar rem, se ria no rn al, nu ma si tua sao de estado, o de direito, e com do as das estruturas q ue l eva vam es t as fun cc ç oe es para q ue est e as sun to f os se in v es tiga gado, e o q ue me ac one tc eu ao de n un cia do traço ingles do primeiro as, me ar do qui do iva vara ram as di versas q ue ix as s ob re e sta se o u t ra s mat té ria serpente

o que prova o seu claro envolvimento não só nesta operações como na sua coberturao

q ue pr rova ova os eu circulo da dol do primeiro aro en vo l vi men ton cão so nest a opera ç o es com on as ua co be rato do reel onze time da tura

relembro ainda, que tudo isto se passou nos dias das eleições e que houve uma manipulação semelhante aquela que foi feita na américa quando da eleição de bush

r e lem br o a inda, q ue tudo is to se p ass o i un os do Dias da serpente das eleições e q ue h o uve uma m ani ip u la sao semem l h ante aquela q ue f o i fe i t ana ma erica q ua ando da el e i sao de bush

o motivo daqueles que tentaram a minha morte, afigura- se claro, pois sabem eles que eu seria o mais perigoso elemento, pois a minha inteligência iria descobrir o que na realidade se passara não só aqui como no mundo, desde a queda das torres, e portanto alguns deles terao convencidos, algumas policias, que eu era o terrorista mor do mundo, e assim provocaram esta situação, encaixa esta explicação num escutado repetido pelo espírito , que eles sabiam desde o inicio quem iriam culpar, ou seja, quem organizou o terror mundial,, com vista a implementação da nova ordem, trazia já consigo a lista daqueles que iam culpar, táctica antiga que já aconteceu diversas vezes no mundo, veja-se a ascensão de hitler ao poder e o incendio provocado no parlamento para culpabilizar os comunistas

o mo t ivo da q eu l es q ue t en t aram a min do homem do ham orte, a fi gi ira se do traço ingles c l at o, p o is s abe m el es q ue eu se rio mais pr rei g os o el lem n top o is am min h a int li g en cia iria d es co br iro que na r e la id ad e se p as sara n cão s ó a qui com on o mundo, de sd e a queda das torres, e port nat to al gun s del es terao c on v en c id os, al gum a s poli cias, q ue eu e ra o te r roi r ts mor do mundo, e ass em por v aca rm e sta si tua sao, en caixa e sta e x p li caçao nu m es cu t ado r ep pet id o p elo es pei rt o , q ue el es s ab iam de sd e o in nico q eu miriam cu l par, o use seja, q eu m o r g ana ani z o u o te rr o r mun dia l,, com vi s ta a i m p le men taçao da n ova o r de m, t ra z ia j á c on sig o a l ista da eu l es q ue iam cu l par, t ac tica anti g a q ue j á c on teceu di versa v e ze sn o mundo, veja do traço ingles sea ascensão de hi t ler ao p ode r e o inc en di o por vo cado no par la men to para cu l p ab bil iza ros com uni st as

minha inteligência, deve ser entendida como sempre a todos digo, a inteligência do amor, e da luz, que é de todos e de nenhum, e que vem pelo amor de muitos

min do homem da primeira da intel i g en cia, quadrado eve ser en cruz en dida com do circulo da se mp rea todos di goa intel lige g en n cia do am o red a luz, q ue é de todos e de n en h um, me q ue eve vaso em p elo am o rato de mui to ss os

continua

como repararam, faltam algumas linhas no texto anterior, foram as tais que menciono no meu ultimo video, provocadas pelos vírus, assim mais uma vez os bandidos conseguiram apagara um pouco mais da luz que elas continham, mas no final , irao perder, por muitas linha que apaguem, mesmo que eu mais não traga paciência para as refazer, no caso em que o posso fazer

com o r ep ar aram, f al tam al gum as linhas no do texto ante iro rf foram as das tais q ue men cio nono me vaso ultimo v id e o, por vo cada s p elo s vi r usa s si m mais uma v e zo s bandidos c on se gui iram ap a gara um p o u co maís da luz q ue el as conti n ham, mas no fi nn al , irao per der, por mui t as linha q ue ap a g eu m, me s mo q ue eu maís n cão t raga p ac cie en cia para as r e f az e rn no caso, louco it, em q ue o ps osso f az e rato