segunda-feira, abril 06, 2009


Senhora
Minha
Rainha

Que
Bela
A
Foto
Da
Grande
Família

Que
Ar
Contente
E
Contentado

Sob
O
Ceptro
De
Vosso
Grande
E
Belo
Coraçao

Possa
A
Senhora
Alumiar
Os
Corações
Dos
Homens

E
Em
Seu
Amor
Ao
Amor
Os
Guiar

E em s eu amo ra o am mor os do Aguiar, psd

Pormenores
Senhora
Pouco
Al
Ao
Longe
Os
Vi

P al cao do longe os do vi, p aa lo vi, dez circulo do vi


Vos
Vi
Senhora
E
Me
Chega
O
Coraçao
Bate
Feliz
Contente
Esperançoso

V os, vi , S en hora E me da chega do circulo do coraçao bate Fe liz C on t en te Es pera anç osso, ce vi j ivo s s en hora, si a ee a o oe ze o, oe ze oo a ee ais

Cv do vv, vaso da vingança, s en e me da chega do circulo do cora são, bate fe liz es spa rançoso, vv se mc o cb fc e v s e me da chega do circulo do cora bate fc es




Um
Pormenor
Me
Ficou
A
Retinir
Para
Alem
Da
Vossa
Firmeza
Da
Vossa
Beleza
Do
Ar
Do
Tempo


S ó primeiro do vaso maior, por m e n or me fi co ua Rei t ni rp do para Al lem da
V os as fi r meza da v os as be le za do Ar do te cruz mp circulo

S up mfa rp al dv f d v bd ad dt t, ó mr eu ar am aa aa aa o r oo

oo ro aa aa aa mara, mar a, eu rm ó


um
sinal
na
coluna
da
direita
como
uma
peça
de
caravela

primeiro sin al na co primeira una primeira da direita, com soc dc circulo da maça, primeira peça dec ar ravel da ave de la da caravela, us nc dd cup dc.

ainda
hoje
agora
pela
noite
a
vi

a inda home oje, es, do agora pe la lan noite, primeira vi, avi,
a h ap no vaso, ia e aa e primeira

pois
está
simbolizada
no
terceiro
degrau
da
fonte
dos
quatro
caminhos

p o is e sta se em bo liza ad dan ano no terceiro da fonte, es, dos q ua t ro ca dos minho serpentes
pe sn td da fonte dc cc, s o sea u oo prima eira é e
sá a oo ua es os

marca
dez

m ar ca dez, madeira, az, za, ma rca dez , min homem da primeira mu sica

me
sentei
depois
de
a
ver
a
tirar
uma
pedrinha
branca
em
meu
sapato
direito


me s en te id ep o is dea ave ra ti tir ira ara primeira ped rinha bra ram am mca, em meu sapato, em me vaso sapa pato, direito, me dd ava t u pb em sd, fr, ds me bp u t ava dd sm

antes
vira
a
vela
da
leda
vermelha
e
negra
toda
iluminada
no
cais

ant es vaso da ira primeira ave da vela da leda ave verme primeiro homem da primeira e en negra to dao u p rie miro lu minada, do no do cais, r eve ista, do grupo do joker, cn , canal lisboa, vaso cruz ne vaso leda da vela primeira vaso ira ant espanhola, serpente circulo aa primeira e aa da leda vela aa serpente

reparara
antes
o
azimute
do
banco
onde
pelas
doze
um
belo
casal
estrangeiro
hoje
estava
sentado

r ep ar primeira ra ant espanhola do circulo do azimute, o do banco, onda pe l as do ze primeiro do s en gun do elo ca sal est range ge iro do home oje, es, e stva p rie mr ia s en cruz ua ad circulo
ra o ad ban co onda ped primeiro do segundo elo ca asa primeiro homem es r ava s en cruz do ado

c

om
a
pirâmide
como
pico
a
luz
ao
fundo
para
os
lados
do
mercado
de
alcantara
brilhando
como
uma
estrela

om da primeira pira ra dime, f ad e in f ad e out, com circulo do pico, ilha, primeira luz ao fundão, do para os lados , do m mercado me rca ad ode al can tara br ilha ando co, circulo da primeira estrela

mais
de
quatro
das
matinas
a
luz

estava
ao
fundo
brilhando

madeira quatro das mat ina serpentes primeira lua primeiro do acento est ava ao fun do br ilha ando, dp, se os as zá a ooo, beef primeira e onze da primeira madeira das patas , as quatro francesas, que vira no mesmo escaparate, todas belas sentadas numa capa de revista

dos
negócios
coisa
que
geralmente
contraria
o
ócio

quadrado os dos negócios, co isa q eu ger al maior net c on cruz aria do circulo duplo do cio, dn c q e circulo oo, oo c g q cn d, ss a e tao o, oo a cruz e a ss

no
final
era
visto
o
cansaço
e
o
uma
certa
desilusão

no dina al e ra vaso vi st to circulo do can saco e circulo da primeira ce rta de es si lu são, ni it, e vo ce o vaso do cd

dc u oe co ove fn, circulo primeiro da primeira duplo circulo oe aa circulo, circulo aa, oe ooo da primeira al circulo


em
traços
largos
boas
coisas
saíram

em cruz rato az ç circulo serpente primeiro a t g o, l argos serpenet boas, co isas as iram , e cruz primeiro do segundo co circulo da serpente, sc bl cruz e, ms ss sm, ms ss sm , maria sobral dupla serpente maso

menos
porventura
a
mais
gravosa

men en no s pr pro da ove vaso da inglesa tura, primeira am mais gata rav os sa p rie mr ia, mp am gato, a s a s da primeira, as primeira do as

prover
os
investimentos
públicos
para
acabar
as
emissões
poluentes

pr ove rat os eve s rato tim en c riz os p ub lico serpente para ac ab bar as emi miss circulo espanhol polu vaso en cruz espanhola, p o i p p a a em, pe aa pp iv os pro da ove do rato, rs ss ar primeira, ss serpente, ss serpente ra da serpente ss do rato

tambem
prova
a
verga
do
comum
e
de
quem
o
leva
ao
económica
burro

cruz am e segunda e pr ova tambem p rie mr ia verga, do com primeiro e de quem o leva, q eu mo primeiro eva ao cc circulo on no mica do burro,

tp, triunfo dos porcos, primeira do vaso dc ed co primeiro eva primeira económica e do burro, a má aa quadrado om e em circulo eva primeira , duplo vaso da primeira no meio, ou seja em pie, circulo use seja pie


Senhora
Por
Vós

Senhora
Por
Vós

Senhora
Pelo
Amor

Senhora
Por
Vosso
Amor


A
Promessa
Da
Salvação


Cumprida
Em
Parte
Está

Pois
Tudo
Sempre
Se
Move

Por
Outra
Palavra
Lhe
Direi

Sabem
Os
Seres
Da
Madeira
Necessária
A
Nau
Das
Rotas
E
Dos
Ventos

Contudo
A
Arvore
O
Vento
O
Sol
E
A
Lua
E
A
Maré
E
O
Mar
É
Eterno

E
O
Gajeiro
E
O
Capitão
Sempre
Tem
Que
Subir
Ao
Mastro
Ou
Por
A
Vela
De
Feição


Senhora
De
Meu
Coraçao

Senhora
Coraçao

Sabeis
Vos
Que
Não
Meço
Eu
O
Tempo

Pois
Sabei
Vos
Eterna

E
Sabeis
Vos
Senhora
De
Meu
Coraçao
A
Imensa
Tristeza
De
Viver
Longe
De
Vossos
Lábios

Vos
Amo
Sempre
Senhora

Estou

Cansado
De
Longe

E
É
Sempre
Livre
A
Amada

Não
Exige
O
Amado
À
Amada
A
Presença

Deseja
A
Muito
Sempre

Sempre
Muito
A
Deseja
Mas
A
Nada
Obriga

Pois
Sois
Livre
Senhora
Em
Vossos
Passos

Assim
Vos
Fadou
A
Nós
O
Amor


Senhora
Se
Não
Soubesse
Seu
Nome
Amor

Senhora
Se
Não
Soubesse
Meu
Nome
Amor

Me
Deitaria
Sozinho
A
Perguntar
Se
Seria
Parente
De
Orfeu
E
Vós
Euridice

Senhora
De
Meu
Coraçao
Nosso
Amor
No
Ceu
Outrora
Foi
Consagrado

De
Vós

Trago
Em
Mim
A
Chama
Da
Estrela
Que
Sois
O
Perfume
Singelo
Da
Vossa
Alma

A
Certeza
Do
Nosso, ns osso
Amor

Perdoai
Me
Senhora
Se
Assim
O
Credes
De
Me
Perdoar


No
Meio
Da
Vida
Senhora
Minha
Pouco
De
Contente
Trago
Para
Alem
Do
Amor

Isso
O
Sabeis
Senhora
Pois
Habiteis
Meu
Coraçao

Fecho
Me
Como
Uma
Flor
Recolho
Me
Recolho
As
Pétalas

Sabei
Que
Sempre
Quando
Quiser
Chegar
Vos
Receberei

Sabei
Que
Sempre
Quando
Quiser
Chegar
Vos
Amarei

Sabei
Que
Sempre
Quando
Quiser
Chegar
Amando
Vos
Respeitarei

Pois
Amor
É
Promessa
Eterna
Sempre
Pelo
Amante
À
Amada
Mantida



serpente inglesa hora portuguesa vaso ó ss sul norte hora portuguesa vaso ó ss inglesa do pelo da portuguesa do circulo do amo rato do ts serpente do sin da inglesa hora, portuguesa vaso osso amo ra pro de rome sas da serpente alva são, cu mp rid a em P arte E st ap do P circulo is todos da se do mp rese maior ove portuguesa da outra da pala do av ra do angulo do homem ingles da di rei serpente ab em os ser espanhol da Madeira ne ce serpente saria da primeira nau das ratas da ota da se da sed os dos ventos, circulo em tudo, primeira arvore doc irc da cristina coutinho, cem do cabo, africa do sul, do vaso do vento inglesa to circulo do sol, é primeira do angulo da ua, E , am mar é E do circulo do mar, é, E teresa rn o EO do gajeiro, fotografo, é circulo do capitão da apit do cão da se do mp rato e teresa maior quadrado do europeu serpente do ub irao mastro circulo serpente emi circulo, can tora, portuguesa primeira vela de fei são, sul norte hora de me serpente emi circulo, can tora, coraçao serpente inglesa hora coraçao serpente abe is vaso os quadrado europeu n cão me circulo do cortez do circulo europeu do O da teresa do mp circulo do P circulo is sabe, cabo verde, o sabe, iv os sete rna é serpente abe is vaso os serpente inglesa hora de me serpente emi circulo, can tora, coraçao primeira da coluna do men as cruz rato iste zorro da ad e do viver, tve, do longe de vaso dos ossos do angulo á bi do os do vaso do os do amo da se mp rato espanhola e da inglesa hora, espanhol to us do acento no ó do can sado soda de longe E, é se mp rato e angulo do iv da rea da manha ada mu ot cão E x e ge do circulo do Amado, mne, à da manha ad aa da presença, de seja am mui to ze mp rato espanhol e mp rem serpente emi circulo, can tora, it do to da ad e sej a da masa sam ad a do ob riga da P circulo is serpente circulo is do angulo do iv re serpente inglesa hora em vaso ossos dos passos as si maior vaso os do forte ad circulo ua dos nós do O Amor, serpente inglesa hora se en cão , ser serpente circulo ub ess es europeu do no me amor serpente inglesa hora se em cão serpente circulo ub ess em europeu no me Amor med e it aria serpente oz in homem do circulo da primeira da ap do per da gun , do tar da se da ria do Parente, av, deo do rf europeu é vaso ó, ser pen en ny teresa da euridice, serpente inglesa hora de me serpente emi circulo, can tora, coraçao no do osso amo rn do no do ceu do circulo da serpente emi circulo, can tora, t ro ra raf do input output do circulo em sagra ado de eva do vaso ó ss ó cruz do rago em mim da primeira chama da estrela, do quadrado europeu serpente circulo is do O do Perfume, sin gel elo da ava do vaso do os as da Alma ac e circulo e reel time e himen da teresa e zorro da ad em no do osso, ns osso amo rp e rato do ai dame serpente inglesa hora se as si mo circulo red espanhol de me do per do ar no me io da ava vaso id da primeira serpente inglesa hora min do homem da ap circulo serpente emi circulo, can tora, code circulo em cruz da inglesa te , cruz do rago dop do para al em do amor iss circulo do O da serpente abe is serpente inglesa hora P circulo is home, do ab it bit e is sm europeu do coraçao fe cho mec omo primeira flor rec circulo ll homem do om do me da rec circulo l homem do circulo às das pet ala serpente do serpente abe i do bei, quadrado europeu da se mp r ec ua ando quadrado serpente emi circulo, can tora, ise rc do he gato ar vaso os do rec e be rei serpente abe i quadrado europeu da se mp re, quadrado ua ando quadrado serpente emi circulo, can tora, ise rc he gato ar vaso os da manha a rei, serpente abe i quadrado europeu se mp rec ua ando quadrado serpente emi circulo, can tora, ise rat do ch e gato ar da primeira do mando do vaso os rat espanhol do pei tar, rei do P circulo is da isa do amo ré pro rome sas E te rn da primeira serpente inglesa pre , P elo do amante à da manha mad primeira do man da tid primeira




Posso
Assim
Amada
De
Coraçao
Tranquilo
Perante
O
Amor
Perante
Deus
Perante
Vós

Que
Cumpri
Minha
Promessa

Recordai
Vos
Do
Rei
D Dinis

Outrora
Em
Sua
Visao
E
Sua
Ciencia
Deixei

O
Caminho
Para
As
Descobertas
Preparado
Para
A
Geração
Seguinte

E
A
Sorte
E
O
Fado
Assim
A
Oportunidade
Aos
Homens
Que
O
Seguiram
O
Fadou

Mas
Sabe
Senhora
De
Meu
Coraçao

Nem
Sempre
Assim
É
O
Fado
Por
Muita
Metade
Pela
Mao
Do
Homem
Feito


Nu
Perante
Si
E
O
Amor
Posso
Dizer
Vos
Honrei
Minha
Promessa
A
Vos

E
Sei
Que
O
Sabe
E
Trás
Sabido


Pois
De
Si
Pelo
Espírito
Em
Noite
Recente
Escutei

Deste
Me
Um
Mundo
Novo

Muito
Contente
Fiquei
Ao
Assim
Vos
Escutar

E
Vos
Senhora
Honrais
O
Amor
Honrais
Vossa
Promessa



P osso as si m am ada De Coraçao T ra n q u i lo Pe ra ante O Amor Per en te Deus Pe ra ante V ó s Q eu Cu mp rim in h ap por me s as rec o rda ivo sd o Rei do quadrado do Dinis O u t ro ra em S ua da Visao E S ua Cie en cia De ix e io caminho para as das
Descobertas, fundação, Pr ep ar ado para a ge raçao Se gun i te E A S orte E O Fado As sima O pr t uni dade O F ad o um as S abe S en hora De Me u Coraçao Ne ms e mp rea ss i mé O Fado Por Mui t am e t ad ep el a Mao do h om em fei to nu Pe ra ante Si E O
Amo rp do osso di ze r v os H on rei Min h a Pro rome s asa V os E Se i Q eu O Sabe, E T ra s S ab bid id o P o is De Si P elo Es pei to Em Noite Red dente Es cu te id este
Me primeiro Mundo N ovo Mui to C on t en te Fi q eu iao As si m V os Es cu tar E
V os S en hora H on rai s O Amor H on rai s V os as Pro rome s sa





.
..
...
..
.


Trago assuntos para tratar, vou tratar de assuntos, assuntos vou tratar, se assuntos alguma vez se tratam, os vou tratar, ainda esta noite o espírito descendo a rua do costa onde as brincadeiras de cenografias continuam me dizia o espirito, sao todos da puta ra da vera, que deverá ser então a puta saudade e silva, envolvida desde a primeira hora no roubo de meu filho, a puta maior, o soares, a quem ela certamente faz broches, gritava neste dia em que andei ocupado nesta escrita, a gritar pelo vento acido, aqui del rei, que é crime de lesa majestade, pergunto-lhe sua puta, qual, o facto de me roubarem um filho e meus direitos e a nada mem responderem, morra, seu cabrão, que o inferno lhe seja quentinho,

T rago as sun to s para t rata r, v o u t rata r de as sun to s, as sun to s v o u t rata r, se as sun to s al gum primeira ave z se t rata tam da manha, os v o u t rata rai inda e sta noite o es pi i r ot d es c en do a rua do costa onda as br inca di da ira de c en o g raf ia s conti nu am me di z ia o es pi i ro s o a todos da puta ra da vera, q ue d eve rá ser en tao a puta s ua dade e silva, en vo l v id a de sd e a prime ira hora no urubu de me u fil h o, a puta maior, o soares, aqui do eu do el e l a ce rtam que mente do f az broches, g rita ava nest e dia em q ue ande i o cup do pado nest a es c rita, a g rit ra p elo vaso do en t o acido, aqui del rei, q ue é c rime del e sa majestade, per g un t u do traço ingles do l he s ua puta, q ual, o fat to de me ro ub bar e rem um fil kapa do homem do oe me us direitos e a na ad da mem r ep ponde rem, mor ra, s eu c ab rao, q ue o inferno l he seja quadrado do vaso do quadrado do muito do tinho,


Então sua puta rata soares, pseudo socialista da treta , quem é que vocês mataram desta vez, para andar por aí a gritar crime de lesa majestade, quem cai, quem ficou em vosso braços a escorrer sangue, suas bestas

En tao s ua puta rata do soares, p es dd sd u o sic u l i sta da t r eta , q eu mé q ue vo c es mata aram de sta ave z, para anda rp o rai a g rita rc rime del es am a j es t ad e, q eu m ca i, q eu m fio cu em v osso b ar ç os a es co rr e r san g ue, s ua s eta s, b es t as

Sempre a mesma merda ao longo de vossas vidas de vermes, sempre a fazer pagar os inocentes por vossos crimes, morrei

Se mp rea am es ma me rda ao longo de v os sas v id as de vermes, se mp rea f az e r praga ro sin o cente serpenet aguia romana por vaso dos ossos circulo do rim espanhol do mir rei

U l t imo passo ant es do apocalipse!

Ante espanhola da ap da oca cali ip do pse do grupo da primeira do poc da al ise, do grupo do apocalipse, da maia

Ultimo passo antes do apocalipse!

Eu sou Alfa e Omega, o primeiro e o último,
darei a ele que é o sequioso da fonte de água da vida livremente.
Ele que sobrepujou herdará todas as coisas;
e eu serei seu Deus e ele será meu filho

Do apocalipse



Tantas as notas das coisas, que nem sem bem por onde começar, por uma lado qualquer, que importa se todas as pontas se ligam ao novelo, ou haveria algum fio que não fosse dele, estivesse como que habitando numa galáxia distinta

T anta sas das notas das vo ia s, q ue n em s em b em por onda com eça r, por uma lado q ual q eu r, q ue im porta set todas as das pintas das pontas da se da liga g am ao v no celo, o ua h ave ria al gum fio delta quadrado da ue n cão f os se del e, es t iv ess e c omo q ue h ab bit ando numa ga al x ia di s t int, it, a

Nos estados unidos vinha o correcto dizer, isto aqui, o equivalente ao que me fazem, era considerado conspiração, não percebo porque aqui tambem não assim o consideram, só assim é porque nem admitem ainda nenhuma culpa, e continuam estas bestas todas sem me responder a nada

Nose sta do ds uni do s vinha o co rr e c to di ze rato, is to aqui, o e qui iva lente ao q ue me f az em, e ra co ns id e ra ado co ns pira sao, n cão per ce bo por q ue aqui tam b em n cão as si mo soc nsi de ram, s ó as si mé por q ue ne m ad mi te m a inda n en h uma cu l pa, e conti nu am e sta s bes t as todas se maior da me r es ponde ra ana ad primeira

Tessalonica remeta para lugar da antiga grecia, ou da tradição gnostica, nesse sentido figurativo e mais certo corresponder ao blog midrash, ou seja a interpetraçao mais apurada , por assim escrever do s evangelhos,

T es sa l oni ca rem eta para lu g ar da ant i g a g r e cia, ou da t ra di sao gin si tica, ness e s en t id o figu rat r ivo e ema maís ce rt o co rr es pao n der ao b li g m id ra ra s h, o u seja a inter rp pet raçao maís ap ur a da , por ass em es c r eve r do se da eva do van ge l homem do os,

Senhora do sonho de vermelho, ou será, sonho da vermelha senhora, ou ainda sonho vermelho de senhora, ou sonho eu se eu sonho, com a senhora de sonho em sonho acordado ou a dormir, certamente em tecnicolor para a todas trazer, sabe senhora, para ser franco, ainda hoje nem sonhei, se estou acordado ou a dormir, me pergunto mesmo se estarei vivo sem a nau de seu sorriso, meus labios em seu porto natural

S en hora do sonho de verme ml e ho , o u se rá, son h o da vermelha senhora, o ua inda sonho v em mel h o de s en hora, o u s on ho eu se e us on ho, com primeira senhora de sonho em s on h o ac o rda dad o o ua dor mir, ce rta tam n te em tec ni color para to as todas a t ra ze rat, s ab e s en hora, para ser, o franco, ian d o h o je n em s on he ise es to u ac o rda dado ou a dor mir, me pre g un to me s mo se est a rei vivo se ema n au ds e s eu sor r is om eus l ab io s em seu porto na t ur al

Senhora de todas as cores, com ou sem botões, um pássaro, certamente frequentador de uma escola de marketing, gritava a seu passar, pega lá uma segunda oportunidade de vida, toda nova, carrega aqui, nada detona, só zeram as cruzes, será perguntou-lhe o transeunte, e então me pode dar assim tipo uma garantia assinada com o selo da águia por baixo do presidencial? Parece que o transeunte, não mais viu o dito pássaro, contudo viu uma aranha,

Sn hora de todas as co r es, com o use m b oto es, um p ass aro, ce rte am que mente fr e q u en t ad o r de uma escola de mat k e t ingles, g rita ava as eu p ass ar, pega l á uma se da gun da o pro t uni dade de v id a, toda no v s a, ac rr e ga aqui, n ada det on a , s ó ze ram as c ruze s, se rá per gun to u do traço ingles do primeiro do o t ra nse un te, e en t y a o me p ode d ar ass em t ip o uma gara n tia as sin ad ac om o s elo da águia por ba ix o do pr es id en cia l? Pa rece q ue o t ra nse un te, n cão mais vi u o di y to p ass aro, conte u do vi u primeira aranha,

Primeira aranha nesta longa historia, é um capitulo muito antigo, uma que meu filho me contou quando a puta da mae o levava já para passar fim de semana na casa do que morreu de cancro me disse ele um vez que uma grande aranha tinha mordido a mae, e assim ela mo confirmou, a masi recente, a li na infante santo, em frente a sex to do seis seis, seis, e o falo vermelho da boca de incendio, e o cultivo delas no shuttle

Prime ira aranha nest a l on bg a h is tori a, é um ca da apit u lo mui to anti g o, uma q ue me u fi l h o me c on t ro u q ua n do a puta da mae o l eva ava j á para p ass ar fi made ria de s ema ana na c asa do q ue mor r eu de can c rom me di s s e el e um v e z q ue uma g rande aranha da tinha mor do dido a primeira mae, e ss em el amo c on fi r mo ua ma si rec en te, a li na in fan te santo, em fr en te a sex to do seis se is s e ise do circulo do falo verme ml, mr, e ho da boca de inc en di oe o cu l t iv o del as no do shuttle

Trago eu uma pistola no ceu, assim narrava o espírito

T rago eu uma p is to la no c eu, as si m na r rav a o es pei rato to

Na tv, o astronauta , mostra neste momento, um peluche de sua filha, um pinóquio, pequenino, em branco a lembrar as estepes russas, e quem sabe o sangue vermelho das crianças, depois a noticia em italia, um pinóquio em grande inaugurado, como os personagens da dorothy, a assistir, o feiticeiro de oz, da grande mentira da grande prostituta da fundação europeia, a faixa, com as cores it, era cortada aos pedaços, em tres

Na tv, o ast ru nata , mo st ra nest e mo men to, um pe luc he de s ua fi l h a, um pi ni qui, pequenino, em br anco coa l em lem do br ar as das estepes russa z se q eu m s abe circulo do sangue vermelho das cir na sç as, d ep o is a not i cia em italia, um pi ni q eu i em mg rande ina z g ur ado, com o os per s on a ge ns da dor o rt h y, a as sin s tir, do circulo do tiro do feiticeiro de oz, dag da g rande da mentira, da g rande pro t is t u ta da f un da acs sao eu rop e ia, a f a ix a, com m as co r es it, e ra co rta ada aos peda aços, em t rato espanhóis

Me deu um daqueles estranhos sonos induzidos, uma linha do espirito desvela, levei-te para a profundeza dos julgamentos, ou da leveza do Amado que dá a vontade durante o sonho, uma outra mais prosaica, acrescenta, fora no leite, a substancia que te induziu o sonho de forma tao extensa

Me d eu um da q eu l es e ts ra do anho dos sonhos indu z id os, primeira da linha do es pi rito d espanhola vela, l eve i do traço da inglesa te para da primeira do pro f un dd, outra vez, este cabrão, e z a d os dos julgamentos, o u da l eve zorro do Amado, o min si t ro do ministro, q ue dá a von t ad e duran te o son h o, uma o u t ra maís pro sa i ca, ac r es centa, for ano do no da leite, a s ub stan cia q ue te in d z u z i u os on ho de forma tao primeira e x t en as

Que engraçado, a faca assim confiram, que o processo, independentemente de ter sido agora outra vez usado, nas tais embalagens de leite maiores que estão a venda nos supermercados, é processo antigo, a fazer prova do que a todos relembrava, que é necessário estar atento, muito atento ao quadrado, ao que comes, e ao que aparentemente escolhes por vontade própria

Q ue en g r aça do, a faca ass em c on fi ram, q ue o pr e c esso, independente mn te de te r s id o agora outra vez usa ado, na s tais em bala gn es de lie teresa quadrado mai sores q ue es tao a ve da inglesa venda ns sio per mer cado s, é pro c esso antigo, a fe ze r pr do pro da ova do q ue primeira todos r e lem br ava brava, q ue é ne c ess sário est star es cruz at en to, mui to a t en toc circulo do q ue comes, fr, e ao q ue ap ar ren te que mente es co l h es por von at td e pro puta da ria

Outra linha depois me acrescenta da maionese, uma maionese assim das mais baratinhas, que dinheiro para aquela que eu gosto, como masi saber de especiarias, o dinheiro não dá, mas é bom a maionese para fazer sandes de atum, com ovo cozido as rodelas e tomate, ou mesmo alface, e me dou conta como cada vez que entro no supermercado, tenho muitas vezes as sensação de um estudadissima colocação dos produtos, quase como um jogo

O u t ra da linha d ep o is me ac rec en t ad da primeira do maio one se, uma maio one sea ss si made ria das mais baratinhas, q ue in he iro para a q eu la que eu g os t o, com o ma si s abe r de es pe cia ria s, o din he iro n cão d á, mas é b oma may one se para f az e r sand es de a tum, com ovo c oz z id o as rode la se do tom a te, ou me s mo al face, e me d o u conta com o c ada ave z q ue en t ron o supermercado, t en ho mui t as v e ze sas s en sa sao de um est u da di s sima c olo caçao dos por du t os, q ua ase com o um j ogo

De madrugada caminhando para casa, o teatro montado a porta da casa da esquina da capitão pallas, um rapaz com tres belas raparigas produzidas, metia a chave a porta fazendo –lhes sinal de silencio para elas e eu que vinha do jardim a passar, como se fosse fazer uma supressa a um outro que lá estaria a dormir, masi tarde, um preservativo amarelo, ali estava saído de um quadrado de prata, como os quatro que seriam, em cima das pedras negras da calçada

De madruga gada ca min h ando para da c asa, do circulo do tea t ro do montado da primeira da porta da c asa da es q u ina da c apit tao a p all as, um ra p az com t r espanholas do grupo de onze de belas, ra pa rig do gás pro du z id as, met ia a ch ave primeira porta fazendo do traço do ingles primeiro do espanhol pn em sin al de silencio, fr, para de elas e europeu do q eu da vinha do jardim, a ap ass ar, como se f os se f az e r um a s up r es sa a um do outro q ue l á es t raia a dor mir, ma si t arde, um per serva t ivo am ar do elo, ali e sta zorro do ava sa id o de primeiro quadrado de p rata, com o os quatro q ue se r iam, em c ima das pedras negras da calçada, a teresa, caçada, mae do rodrigo cunha que de n ovo ap rec da ceia nas letras, a propósito da imagem do ovo das aguas na photo na altura do andrew, pois me recordei que aquela precisa imagem viera da sua cabecinha

Nos oráculos dos sonhos de agora, o primeiro reverba agora pelas cinco e quarenta e cinco numa imagem do parlamento europeu que já ontem e antes passara, sobre o le pen, se via o senhor de barbas sentado no numero vinte e oito, o maestro apontando com o seu deo, o le pen, e eu acordara num dos sonhos com esse mesmo dedo dormente, esse não, o outro da outra mao, como espelho a dizer, indica dor, dormente, ou dor mente , assim ficara a linha a ressoara no resto do oráculo que sobrevivera ao acordar, com a estranha frase na cabeça, que a dor mente, me perguntava que dor , mente, e quem tem a dor que mente, e assim junto as duas palavras, dor, mente, dormente, quem dorme, ines dorme, esperando o amado, ou seja a ines mente, prosaicamente tal se poderia aplicar a uma linha que escutara de novo recentemente, mas que nada me diz de novo, que a ines minha ex colaboradora mente, ao dizer que o problema financeiro da latina fora o uso descontrolado dos cartões de credito, a puta que me roubou pelas contas que fiz em noventa e oito, cerca de vinte e um mil contos, e que vi em dia recente ser agora realizadora, da produtora até ao fim do mundo, um que sempre andou gravitando, e que por consequência deveria ser um dos infiltrados, ou melhor , um leo de ligação com os infiltrados na empresa, puta que os pariu todos, agora é realizador dele, a fazer a prova da ligação antiga, nada masi claro, se podia tornar mais claro

No serpente do os dos oráculos dos sonhos do agora, circulo do primeiro r eve rba do agora pe l as c inc o e q ua renta e c inc o numa mai mage made ria do parlamento europeu q ue j á on te me ane da net es p as sara, s ob reo le pen, se vaso do ia do circulo onze do s en hor de barbas, s en t ado no nu me ero do vinte e oito, o mae st ro ap on t ando com do circulo do serpente eu deo, circulo es do le pen, e eu aco ra da ra nu made ria dos sonhos com o ess em e s mo dedo dor mente, ess en cão, circulo do outro da outra mao, com o es pe l h o a di ze r, indica dor, dor mente, o u dor mente , ass em fi da cara da primeira da linha a r esso a ra no r es to do orca do cristina coutinho energia circulo do culo q ue s ob r e v iv vera a o ac o rda ar, com da primeira est ra da annha fr ase na ce bç a, q ue primeira dor mente, me per gun t ava q ue dor , mente, e q eu made ria t ema primeira dor q ue men te, e ass em j un to as du as pala av ra s, dor, mente, dor mente, q eu madeira dorme, ines dor me, es ep ra ando do circulo do amado, mne, o u seja primeira da ines m en te, pro s aica que mente t al se p ode ria ap ç li cara da primeira da linha q ue es cut ar a de n ovo rec en te mn te, masque n ada me di zorro de n vaso do duplo do oo, q ue primeira ines min h a e x c ola bora dor a em n te, ao di ze rato do q u o pro b l ema fi nan ce iro da latina for a o us o d es c on t rola ado do s cartões de credito, do roubo da ideia dos cartões de credito, primeira puta q ue me ro ub o i up el as das contas q ue fi zorro em n ov da inglesa venta e oi to, da cerca do vinte e um mi primeiro conta os, e q ue vi em dia rec en te ser do agora da real iza dora, da pro du tora a té ao fi made ria do mundo, um q ue se mp r e ando u g rav it ando, e q ue por co nse q u en cia d eve ria ser um dos in fil t ra do s, ou mel hor , um el do elo do leo da liga sao com do os dos in fil t ard os na empresa, puta q ue os par rio ua todos, agora é real ia z dor del e, a f az e ra pr ova da liga sao anti g ana da ma si c l aro, se p o dia tor na r mais circulo do primeiro aro

Vamos lá esclarecer esta questão, que como sempre trás meia verdade na mentira montada, que pelos visto continuar fazer eco na comunicação social, hoje na capa do publico segundo vi na tv, as contas dos cartões sempre foram levadas a custos, as que se enquadravam na contas, e foi sempre assim, na realidade, existiu num determinado momento da empresa, uma divergência entre mim e o antonio, sobre o uso do cartão, ou seja, achei eu que ele gastava muito, e assim de seguida depois de conversar-mos, o que aconteceu foi dividir a gestão da empresa por projectos, ou seja cada um levaria os seus mas mantendo-se a empresa junto, pois custos, tem a ver com crescimento e ideias de futuro , sempre, como a gestão de lucros, que como disse, tambem os tais poc, não previam na altura nenhuma reservas de investimento, quer isto dizer que as empresas, estavam a partida altamente condicionadas sobre o seu futuro, e seus investimentos que garantissem o futuro, isto, é a parte da verdade , uma outra face, que depois terá sido deturpada, mas como tambem a todos contei, quando em noventa e nove fiz a informatização de todos os cheques e verifiquei as contas é que dei pelo buraco global de setenta mil contos, e nada desse buraco, era de cartões de credito, ou despesas por eles afectados, que não se encontrassem justificadas, e sendo que percebemos logo, e existe até uma acta de uam reuniao, da empresa, com a própria ines e o contabilista logo salvo erro no segundo ou terceiro ano da empresa, em que a conta de cartões, estava empolada em tres mil contos sem justificação aparente, onde ficaram escritas instruções ao primeiro contabilista para que a situação se resolvesse e mais que não continuasse a acontecer, mas afinal, como mais tarde vim a descobrir em noventa e nove, assim era, uma das formas de mascarar os roubos, levavam a cartões de credito, tentando assim atribuir aos sócios, as despesas, que por serem roubos, não se encontravam justificadas.

Vao oma, ou seja pro ova ave l maior da net do primeiro rumor ali em n t ado p elo menino luis osorio, p o is t ra s liga ç o es com o u ps, vao do mario soares, lá e clare ser e sta q eu s tao, q ue com o se mp r e t rá s meia vera dena mentira montada, q ue p elo s vi s to sc conti n ua af az e r eco na com un cia são da soci al, hp do je na capa do publico, se gun do vi da vina ina tv, as das contas dos co rat oe s se mp r e foram l eva d as ac us to sas q ue se en q au dr ava vam na co sn t as, e f o i se mp re ass i mna re la id ad e, e x is ti u nu maio ro det e r mina do mo men to da em preza, uma di ver g en cia em t r e mim e circulo onze do antonio, s ob reo us do circulo , o do carat o, o vaso seja, ac he i eu q ue el e gás t ava mui to, e ass em de se guida depois, de c on versa rato do traço ingles circulo de corte espanhol moso do soc do q ue do acontece, vao vaso foi, dividir a gestão da empresa, por pro ject os, o vaso do seja cada um l eva raia os se us mas man t en do do traço da inglesa sea primeira empresa junto, p o is c us to s, te m ave rc do om c r es cimento e id deia ia s d e f u t iro , se mp r e, com o a g es to ad e luc ros, q ue com o di ss e, t am b em os dos tais do poc, n cão pr e v iam na al tura n en h uma r e servas de in v es time en to, q eu r is to di ze r q ue as em pr es sas, e stav am a p art id a al t mane nete condi cio n ad as s ob reo s eu f u t ur o, e se us in v e t tim en t os q ue gara n t iss emo do futuro, is to, + é a p arte da verde ad em , uma outra da face, q ue d ep o is te rá s id o det huppard primeira, mas c omo t am b ema de todos conte te, q ua ando em noventa e nove fi za in for mat iza sao de todos os che q eu se v eri rif fi q eu ia as das contas é q ue de ip do elo do buraco global de sete na t mi l contos, e en ad a de s se do buraco, e ra de c art o es de c red it o, ou d es pe z as por el es a f ec tua do s, q ue n cão se en c on t ra ss em ju s ti fi cada s, e s en do que per ce b emo s logo, e e x is te, primeira té da primeira acta de uam r eu ni o a, da em presa, com da primeira da por rp ria ines e do circulo do contabilista, logo s alvo e r ro no se gun do ou t rec e iro ano da em presa, em q ue primeira conta de c art o es, e stav a em pola lada em t r es mi l contos se m j us tif caçao ap ar en te, onda fi caram es c rita s in s t ru ç o es ao prime iro contabilista para q ue a si tura taçao se r es sol v ess e ema mais q ue n cão conti nu ass e a acontecer, mas a fina al, com oma is t arde vi vaso do ima d es cobrir, ass em e ra uma das formas de mas cara roso roubos, l eva ava am a c art o es de c red it o, t en t ando ass im at rib u ira os soc do cios, as d es pe z as, que por se rm ro ub os, n cão se e en c on t rava vam cam ju s ti fi cada s.

Como a todos disse, em dia recente, melhor, seria, as finanças, servirem na realidade as gentes que produzem, actividades económicas, e deveriam em termos praticas oferecer a quem quisesse o tratamento das finanças, pois um pensamento pensado desde a ultima intervenção sobre estes assuntos se me figura cada vez mais plausível, pois razoes para dar cabo de um negocio a um outro, mil há, desde concorrência, a querer por exemplo roubar uma esposa, se ela se deixar roubar, pela conta do cremes ou dos arranjos dos cabelos, e portanto, é sempre fácil, torpedear algum, comprando quem da contabilidade dele está encarregue, que é o caso da maior parte das pequenas e medias empresas do mundo, que recorrem a serviços externos, pra suprir esta necessidade

Com o a todos di s se, em dia rec n te, mel hor, se ria, as fina ancas, ser vi da ire rem na real id ad e as e gn e ts q ue pr e du ze m, ac t iv id ad es e co n mon case d eve riam em te r mos pr t aico s o fere ser a qui do q eu m qui se s se o t rata men to das finanças, p o is um pesa san men to p es na do dede ds a u l t ima inter v en sao s ob re est es as sun to s se me a f u gira c ada ave z mais p l asu s iv el, pp ii s ra zo es para d ar cabo de um ne g o cio a um outro, mi l h á, de sd e c on co r ren cia, a querer por e x e mp lo ro ub ar uma es posa, se ela se de ix ar ro ub ar, pe l ac conta do c rem es ou dos ar r anjos dos cabelos, e porta anto, é se mp re f ac i l, top pede ar al gum, co mp rn ado q eu made ria da conta bil iade del e e stá enca rr e g ue, q ue é o caso da maio r p arte das p q e eu 4 nase me dia as empresas do mundo, q ue rec o rr ema ser vi ç o es e x t reno s, pra s up r ir e sta da necessidade

Separando a responsabilidade no caso de ela ser suprida por firmas externas de contabilidade, e faze-los responsáveis em maior grau do que o próprio empresário face das finanças, será tambem o certo caminho, pois se são eles que trazem as competências no interface, por assim escrever, então, que assumam as respectivas responsabilidades,

Se para sn ando a r es ponsa bil id ad e no do caso de el a ser s u pr id a por fi r mas e x t rena sm de contabilidade, e f az e do y do traço ingles dd dez r es ponsa ave is em maio r g ar u do q ue o pro p rio em presa sario face p rie mr ia do as fina sç as, se rá t am b em o ce rto ca minho, p o is se são el es q ue t ra ze m as co mp pet en cias no in t r e face, por ass em es c r ever, en tao ,q eu e ass um am as r es pe ct uva serpentes r es ponsa bil dia d espanhol,

Pois o empresário médio, não trás formaçao especifica nestas áreas que são propositadamente tratadas quase em formas esotéricas para permitir o controlo e o descontrolo de quem o pera na relaçao com as finanças, ou seja o comum, e como os empresários sabem fazer os parafusos, tendo na mais das vezes que aprender para o fazer à sua própria custa, se é sempre bom perceber e dominar todas as componentes a que um negócio, em seu fazer, obriga, bom seria que o comum, ao velar melhor o comum, assumisse a sua parte nestas matérias, pois todos mais ganhariam, os empresários em tranquilidade, e o comum, numa melhor e masi justa colecta

P o is o e mp r es sario mé di o, n cão t ra s for maçao es pe ci fi ca nest as a rea s q ue são por rp rosi t ad a sm n te t ratadas q u q se em formas es os teri cas para per mi tir o c on t rolo e o d es cc on t rolo de q eu emo mo do pera na relaçao com do as das fina sç as, o vaso do seja do circulo do com primeiro, e com o os e mp r es sarios s ab em f az e ero dos os dos parafusos, bálsemao, t en dona mais das v e ze s q ue ap red dn e r para o f az e r às ua por rp ria c us t ase da se, é se mp re b om pre cebe r e d om ina s r todas as co mp one ns t es aqui da ue um ne gi co, em s eu f az ero br riga, b om se ria q ue o com primeiro, ao ove l ar mel hor o com um, ass um iss e a s ua par e t nest as mat é rias p o is todos mais gan h ar iam, os em pr e sário s em tranquilidade, seguros, e o com um, nu ma mel hor e ema mas i just a cole ct a

Relembrava meu pai, em dia recente, comigo conversando, vocês eram muito jovens para lidarem com todo aquele dinheiro, eu lhe disse o que já há muito tempo sei, que sim e que não, poia a dimensao dos negócios e de seus racios de crescimento, não é só nem condicionada pelo empresário, mas tambem pela natureza do ramo onde opera, e do próprio mercado, mas tal não desdita, que a experiência, é sempre factor que ajuda a melhor fazer as coisas, e assim sendo, como por exemplo hoje se faz relativa a carta de condução para os mais jovens e consequentemente com menos experiência, um semelhante se poderia fazer com as finanças, e masi uma vez todas as partes ganhariam

Re lm br ava am me u pai, em dia rec en te, co mig o c on versando, vo c es e ram mui to j ove ns para lid a rem com todo aquele din he iro, eu l he di s se o q ue j á h á mui to te mp o se i, q ue si me q ue n cão, poia da primeira da dimensao, do serpente dos negócios e de se us do racios de crescimento, constância, n cão é s ó ne m condi cio na ada p elo e mp r es sario, mas t am b em pe la nat ur e z ad do ramo onda da opera, e do pro p rio do mercado, mas t al n cão d es dita, q ue a e x peri rene ci, é se mp r e f ac tor q ue da ajuda primeira mel hor f az e ra s co isas, e as si m s en do, c omo por e x em mp lo homem do oje se do f az r e la t iva a ca rta de condo sao para os maís jovens e co nse q eu en te mn te com m en os e x per rie en cia, um semem l h ante se p ode ria f az e r com as fina ancas, e ema ma si uma ave z todas asa p art es gan homem da ar iam

Ou seja imaginemos, por exemplo que o contrato social que se trás com os empresários, prevê por exemplo que nos primeiros cinco anos, as finanças tratam integralmente das contas, e durante esse tempo provem a formaçao e a criação dos mecanismos de controlo, nada de transcendente fazer, e todas as partes ganhariam, como os bons negócios, qu são bons porque todos ganham

O vaso do seja ima gin emo s, por e x e mp lo q ue o c on t rato soci al q ue set ra s do com os dos m ep presa rios, pr eve por e x e mp lo q ue no s prime iro s c inc o ano sas fina sç as t ratam in te g r la que mente das contas, e duran te ess e te mp o pro da ove ema for maçao e a c ria sao dos meca ni s mo s d e co ny t rolo, n ada de t ra ns c en de te f az e r, e todas as p art es gan h ar iam, com o os bo ns ne g o ciso, qu são bo ns por q ue todos gan do ham

Aliás a todos relembro, não trazem as sociedades nenhuma razão, para não terem uma colecta reeel time nas duas colunas, a do credito e a do dever, com todos os negócios que existem e todos os outras que venham a existir, o que permitirá como já a todos expliquei até ter as taxas sobre rendimentos, independentemente das classes, ou seja tanto irs como o chamado irc, flutuante em função das necessidades, e certo estou que quando assim for, pela eficiência que sempre se ganha ao ser eficiente, todos terao menos a pagar, pois a poupança tambem se faz na eficácia dos processo e dos métodos, e poupança e eficácia, são tambem sinónimos de maior justeza no fazer e na vida e no viver,

Alo ás a todos r e lem br on cão t ra z ema s soci e dad es n en h uma ra z a o, para n cão te rem uma cole ct ar ee el do time, nas du as das colunas, a do c red it o e ad o d eve r, com todos os ne g o ciso q ue e xis te me todos os das outras do q ue v en ham a a x is tir, o q ue per mi ti rá com o j á a to ds o e x p lic eu ia té te ra serpente das taxas s ob re ren d fi men to, independente que mente da s c l ass es, o vaso do seja t anto i r z c omo o c ham do irc, flu tua ante me fun sao das ne ce ss id es, e ce r to es to u q ue q ua n do as si m for, pe la efe i cie en cia q ue se mp rese gan h aa o ser efe cie en te, todos te ra o m en o a ap a g ar, p o isa da poupa ança tambem da se f az na e fi ca da cia do s pro c esso e do s met os o se p up pn al le e fi ca cia, são t am b em sin o nimo s d e maio r juste zorro do ano do no do f az e r en an v id a e no do viver,


Pois o principio da cruz que está na base da contabilidade, e sendo cruz tambem sinónimo neste campo do cruzamento e do cruzar, das contas para verificar o balanço dos saldos, é hoje pelos sistemas electrónicas, passível de ser feito a partir da primeira transação que dá origem a arvore de custos e sub custos e facturação que a primeira transação origina, e tal ainda não se faz de um forma transistemica, pois o caos a poucos sempre masi convém, o problema, e que muitos, mas muitos mais sofrem por esse mal fazer, como está masi que provado no uno mundo e nas crianças que morrem à fome, na verdadeira cruz da vida mal levada pelos seus pais

P o is o p rin cip io da cruz do q ue e stá na b ase da c on t bil iade, e s en do c ru z t am b em, sin o ni mi o nest e cam p o dao, c ruza am en to e do c ru z ar, das contas para v eri fi car o bala anço dos sal d os, é h oje p elo s sis t ema s el e ct ron ica s, p ass iv el de ser f e i t o a par it da primeira t ra n sa sao q ue d á o rie gema da arvore dec custos e s ub cu st os e f ac t u raçao q ue a prime ira t ra n sa ac sao o rig gina ina, e ta l a inda n cão se f az de um forma t ra sn sis te mica, poia s o cao sa p o u cos se mp r e ema ma si c on vaso en, o pro be l ma, e q ue mui to sm as mui to s mais s o fr rem por ess e ema m al f az e rc omo e stá ma sic q ue pro da ova ad o no uno mundo e nas c rina sç q ue mor rem à f om en a ve rda de ira cruz da v id am dam m al l eva ad a p el os se us pa is

Ou seja , e dando exemplo com os sistemas informáticos e as redes, qualquer caixa pode estar sempre ligada às finanças do seu bairro fiscal, e cada vez que um registo é feito, entra logo no sistema, especificando, um carpinteiro, compra, um martelo, e parafusos e madeira, e uma serra, e um serrote, e cola branca, isto soa os seus custos, e como hoje todos trazem um numero de indentifcaçao, o do contribuinte, logo, ali, se a classe dos numeros, diferenciar em forma automática e no acto de inscrição a diferença entre um carpinteiro que exerce profissão de carpintaria e outro que os compra para arranjar seus moveis em sua casa, as despeza do primeiro podem ir a conta de custos que assim é do conhecimento e supervisionada pelas finanças, da mesma forma que será a emissão das suas facturas, alias este chamado sistema de facturação electrónico e de contabilidade é coisa que já existe em termos masi ou menos teóricos, ou seja é ainda muito primário, e tem dado inclusive azo a muitíssimas confusões e até manhas

O vaso do seja , e dando e x e mp lo com do os dos si t ema s in f oma tico sea as das redes, qua q l eu rato da caixa p ode es t ra se mp r e li gado às fina aças do s eu ba i r ro fiscal, e c ad ave zorro q ue do primeiro regi s to é f e i to, en t ra l ogo no sis t ema, es pe ci fi can do, primeiro ca rp pi ne iro da compra do primeiro mat r elo, e para fusos e da madeira, e primeira serra, e primeiro serrote, e co la br anca, is to s o a os se us cu s t os, e c omo h oje todos t ra ze em um nu m ero de inde ti facão, o do c on t ib u in te, l ogo, ali, sea da primeira da c lasse dos n um ero s, dide ren cia rem forma au tom a tica e no do acto de in sc ria ç º sao primeira da difer ren ça en t re um cap rin te iro que e x rc e pro fi iss o a de ca rp pina t ria e o u t ro que os co mp ra para ar ra anja r se us m ove is em s ua c asa, as d es pesa do prime rio pod em ira conta dec custos q ue as s im é do c one himen to e super vaso do is son ada pe l as fina sç as, da m es ma forma q ue se rá a emi miss sao das s ua s facturas, al ia s este c ham dao sis t ema de f ac t u raçao el e ct r oni co e de c on t ab bil iade é co isaque j á e x i us te em te r mos ma sio um en os teo ricos, o vaso do seja é a inda mui to prim mario, e ta am me dado inc l us iv e az o a mui t iss simas c on f u s o es e primeira té das manhas


Melhor melhorar tudo isto em forma transparente para todas as partes, a individual e a comum, do que andar indevidamente sob o pretexto daquilo que é comum, com a agravante conhecida de na masi das vezes, ser completamente mal governado, e altamente perdulário, ir ao bolso dos contribuintes, sobretudo aqueles que criam a riqueza que permite a receita comum e que por estas e por muitas outras perdem nas vezes mesmo a vontade de fazer seja o que for, ao se depararem, com tantas asneira, tanto mal feito, e tanta manha que o sistema actual em média , permite

Mel hor, mel hor ar tudo isto, em forma t ra sn do parente para todas as p art es, a in di vi d au lea ac om mu, do q ue anda ar inde vi dam que mente s ob o pr e texto da q u i lo q ue é com um, com a gara vaso muito tec on he cida dena mas id as v e ze s, ser co mp pe l tamen te m al g ove rn ado, e al tamen que mente net per du l a rio, irao bolso dos c on ti b u in t es sobretudo, a q eu l es q uec r iam a riq u e za q ue per mit e a rec e i ta com um e q ue p os e st a se por mui t as outras pe e r de mnas v e ze s me s mo a von a td e de f az e r seja o q ue for, ao se de pa ar a rem, com t anta s as ne ira, t anto m al f e i to, e t anta manha q ue o sis t ema ac tua al em mé dia , per mit e

Todo sabemos que existe a chamada economia paralela, que é responsável em certos países por masi volume de transações do que a chamada controlada, e talvez em média, mundial seja responsável por cerca de trinta a quarenta por cento das economias, e a questão como sempre vos digo, é que não existe nenhuma economia paralela, pois o mundo é só um

Todo s ab emo s q ue e x iste a c ham da e co no mia para lela, q ue é r ep os nave l em ce rt os pa ise s por ma si vo l ume de t ra sn s aç o es do q ue a c ham da c on t rola da, e t al alvez em mé d ia, mundial seja r es p os nave l por ce e rca de t rin t a a qua ren te por c en to das e co no i mia sea primeira q eu s t o ac omo se mp r evo s di go, é q ue n cão e xis te n en h uma e co no mia ap ra lela, p o is o mundo é s ó primeiro

E tambem todos trazem sabido que não devem ser consideradas algumas actividades com ilegais, pois todo o que é feito pelo humano, é do humano, e que todos ganham em todas as áreas até nas mais importantes como a saúde dos jovens, em as encarar seriamente, isto , não tentado como se faz ainda dominantemente, olha-las como se não existissem, quando existem, pois assim grassam sempre elas nas sombras e fazem e poderão ainda fazer muito piores males

E ta am be m todos t ra ze m s ab id o q ue n cão d eve em ser co nsi de r ad as al gum as ac ti vi dad es com ile gai s, p o is todo o q u e é f e i to p elo humano, é do homem do primeiro ano, e quadrado da ue todos da gan do ham em todas as ares a té na serpente maís si do mp porta ant es com o as se pente da au dedo sj ove en ns, em as enca rato da ar da se da ria que mente, is ton cão t en cruz ado com do circulo da se f az primeira za inda dom da mina te me mn te, o primeiro homem do traço ingles do primeiro as di com o se en cão e x is ti ss em, quadrado da ua ando e x is te mp circulo do is as si maior mg grass sam, sempre elas nas sombras e f az e me p ode ra o a inda f az e r mui to pi o r es m al es

Vos dou um exemplo recente, o senhor evo mostrava uma folha de coca, e perguntava com justeza, se ela, a folha tinha alguma coisa a ver com as substancia que hoje muitos consomem, pelo mundo inteiro, que tem como base essa folha e muitas outras substancias químicas que são muito mais perigosas que eventualmente todas a folhas juntas, que antigamente como se sabe, eram mascadas, sem mais nenhuma aditivo,

V os do u um e x e mp lo rec en te, o s en hor evo mos t rava uma fo k h ad e coca, e per gun t ava com juste za, se el a, a f o l h a tinha al gum ac o isa a ave rc om as s ub stan cia q ue h oje mui to soc n ome em, p elo mundo in te iro, q ue te mc omo base ess a f o l h a em u it as o u y ra s s us sb tan cia s quim mica serpente do q ue são mui to mais per i g o sas q ue eve en tua le mn te todas a f o k h as j un t as, q ue ant ti game en te com o se s abe, e ram ma sc ad as, se m ma si n en h uma ad di t ivo,

Me dizei, será masi inteligente um mundo, que promova o consumo da folha natural , ou aquele que faz de conta que conseguirá alguma vez controlar o trafico de cocaína, e me dizei, o que faz e é mais perigoso e ainda mais potencialmente perigoso será no futuro próximo e me dizei, ainda, se aumentar o consumo da folha natural, e se diminuir o trafico por esta via, se a folha , como outra folha qualquer que é usada nos preparos das drogas ditas autorizadas, como os comprimidos e afins, se ao ser considerada uma actividade económica como qualquer outra, e portanto sujeita, tanto a tributação, como masi importante , a controlo das normas de qualidade e de saúde, se melhorará ou piorará as dependências e os perigos que dai advém

Me di ze ise rá ma si intel i gente um mundo, q ue pro on ova o co n sumo da f o l h ana t ural , ou a q eu le q ue f az de c conta q ue co nse gui rá al gum ave z c on t rola dao aro do trafico de coco a ina, e me di ze i, o q ue f az e é mais per rig o so e a inda mais p ot en cia l em n te pe rio g os e rá no futuro pro x imo e me di ze ia inda, se au m en t ra o c on sumo da f o l h ana t ural, e se di m un u iro trafico por e sta via, sea f ol h ac omo de outra folha q u l q eu r q ee é usa ada nos pr ep aro s das drogas dita s au tori iza da s, c omo os dos comprimidos e afins, sea o ser co nsi de r ad a uma ac ti vi d cade e co no mica com o q ual q eu ero ro de outra, e porta n to s u je tia, t anto a t rib u taçao, com oma si i mp orta ante , a c on t rolo das norma s de q u li dade e de s au de, se mel h o r a rá ou pi o ra rá as d ep en dc ia se os pe rig os q ue d aia dv em

Vos digo a todos, que a Alma sempre me diz para vos falar deste assunto, ou seja continuo a pressentir perigos grandes neste domínio da manipulação das substancias, que por serem consideradas ilegais, acabam por não ser controladas, e da mesma forma, o consumo do álcool, uma das piores e masi nocivas, aumenta nas camadas masi jovens, vendido a rodos em forma legal, nos bares das discotecas e afins

Vaso do os di goa todos, q ue a Alma se mp reme di z para vaso os f ala ar d este as sun to, o u seja conti nu o a pr ess en tir pe rig os sg rand es nest e do mini io da m ani ip u la sao das s ub stan cia s, q ue por se rem co nsi de ra da s ile gai s, ac ab bam por n cão ser c on t rola da seda me s ma forma, o co n sumo do al co o l, uma das pi o r 4 es e ema si noc iva s, au men t anas cama da s ma si j ove en s v en dido a rod os em forma le gal, no s bar es das di sc o tecas e a fi ns

A posição da mao do senhor vinte e oito do parlamento europeu, apontado o le pen, diz tambem por acrescento, o le pen, o latino europeu da caneta, a relaçao com o vinte o oito, o maestro

A p posi sic sao da mao ap da ponta ado do circulo onze le pen, di zorro da tam b em por ac r es cento, o le pen, o la t ino eu rop eu da can eta, primeira do tribunal da relaçao com do circulo do vinte o oito, o mae st ro nu maior do peda aço do circulo do dao

Num outro pedaço do sonho, um outro fio, estou em na assembleia da republica a tentar falar com estas bestas corruptas e ladroes e abusadores de crianças, de repente estou rodeado de polícias, que me impedem quase de me mexer, estou farto daquele impasse, bem a medida da minha actual falta de paciência, começo a dizer-lhes, e porque razão cobrem os senhores pedofilos, tambem o sois, aquilo começava a azedar, quando irrompe pelo meio circulo um homem muito alto, que depois se apresenta e se diz chamar hans, e que parece o Rei Gustavo, e me tira dali e me dá um bacalhau, e eu percebo que o rapaz me trás amor e amizade, até os meus olhos ficaram com lagrimas ao encontrar, alguém, tipo o bom gigante, que parece estar de meu lado, nesta imensa batalha, e me diz, ele sao tres os pedofilos na assembleia da republica, dois homens e uma mulher, e me diz os nomes, só do primeiro me lembro, o jaime gama, da senhora, fiquei na duvida se seria a edite estrela , ou a policia da estrela, que morará na estrela , o jaime, ressoa tambem no jaime do poker e da relaçao com africa do sul, e gama, oriente, expo, torres

Nu m o u t ro do peda aço do son h o, um outro fi o, est o u em n az ass em b lei a da republica a t en t ra f al ar com e sta s best as co rr u pt as e l ad ro es e ab usa dores dec r ian anc as, de r ep en te es to u rode dea do de poli cas, q ue me i mp pede em q eu se de m e me x e r, es to u f art o da q eu le i mp dp passe do ass, b ema me dida da mina homem do ac t u la f ala r de pa cie en cia, com e çoa di ze rato do traço ingles h es, e por q ue r az a o cobre mos s en hor e w pedofilos, tam b em o s o is, a q u i lo com eça ava a az ze d ar, q eu en cao i r rope p elo mei o c irc do culo de primeiro home mui to alto, q ue d ep o is se ap r es en ta e se d di z ca h amar h anse q ue pa rec ee o rei do gustavo, e me tir a dali e me d á um b aca l h au, e eu per ce bo q ue o ra p az me t ra s amo r e ami zad e, a té os me us olhos fi caram com la g rim as ao en c on t ra r, al g eu m, t ip o ob om giga gan te, q ue pa arc e es star de me u lado, nest a i m en s a b at alha, e me di zorro , el e sap t r es os pedo fil os na ass em b lei a da republica, do is h om ne s e primeira mul her, e me di z os no me s, s ó do prime iro me lem br o, o j a ine gama, da s en hor a, fi q eu ina duvida se serpente e ria a e di te estrela , o ua poli ca da e ts r el aqui do que mor a rá na estrela, o jaime, r esso a t am b em no jaime do po kapa e red a relaçao com da africa do sul, e gama, o rie en te, e x p circulo do torres

Só que no sonho, embora se passasse a interpelação à assembleia da republica, na realidade o lugar dela era um outro, o cinema que a palavra evocara tambem, a propósito do mau exemplo de estruturas publicas destruídas que depois se arrastam em estado perigoso de demolição, ou quase, durante décadas e privam assim os cidadãos ainda de estruturaras publicas de cultura e de lazer

S ó c quadrado da ue no do sonho, psi, em bor ase p ass as sea inter ot, rp pe la sao à ass em be lia da republica, na real id ad e o lu g ar de la e ra de um outro, do circulo do cinema q ue a pala av ra e vo cara tam b em, a pr o rp o si to dom au e x e mp lo de e ts ruturas publica serpentes d es t rui id as q ue d ep o is se ar rasta me e sm estado per i g os ode d emo l li sao, o vaso do q ua ase dura n te decada se pr iva vam am as si simo serpente os cida dao sa da inda de est ru rute turas das p publicas de cultura e del sin os az e rato

Ou seja, um outros layer, se desvela aqui, para alem do facto real de que são tres os parlamentares da ar, que estão ligado e ou são grupo ou grupos que abusam das crianças, e portanto serão os responsáveis máximos no ordenamento da sua cobertura, assim tambem se explica pela lógica, o facto destes casos em portugal tanto tempo se arrastarem sem resultado

O vaso do seja, um outro serpente do layer, se d es vela aqui, para al em do f ac to rea l de que da são t r es os dos parlamentares da ar, q ue es tao primeira do li gado são ss serpentes do g rup o o u g rupo s q ue ab usa sam da s c r ian ancas, e porta anto se ra o os r es ponsa ave is ma ix omo s no or dena am en to da s ua co be rato da tura, as si em t ram e b m see é x p l i ca prima ira ak ira l o gi c as de est es ca s as o em portu gal t ant o te mp o se ar rasta rem se em r es sul at td os

Ou seja uma outra assembleia que se terá na altura de certos acontecimentos se reunido para analisar mais uma vez uma tentativa de crucificação de minha pessoa, por parte desta gentalha, que na realidade são os que operam as desgraças e pelos vistos do grupo dos abusadores, assim pela analise do sonho, se desvela, porque um dos problemas que eu trago com a ar, é exactamente o roubo de meu filho

Circulo da ova do vaso do seja de uma outra da assembleia, q ue sete rá ne a al tura de ce rt os ac on tec cie mn t os se r eu nid os para am al liza maís uma ave zorro de uma t en at a iva de ct u x i fi caçao de min h a p esso a, p or p arte de sta s g en t alha, q eu na r e la id ad e são os q ue opera do ram das de sg r aça s e p elo s vi st os do g rup o dos ab usa dor es, as si m p el a ana lise do son h o, se d es vela, por q ue um dos pro l b l ema s q ue eu t rago com aa ac da primeira cruz, é e x cata e mn teo do o ro ub o de me u fil h o, o urubu, do circulo do urubu


Curiosamente o cinema, este daqui ao chegar a estrela, ressoa num outro recentemente desvelado, o de paris, na revista photo do furacão do andrew, um inclinado em sua posição que remete para um produtor ou realizador francês de pub, que eu disse no video parecer ser a minha imagem, ou seja é provável que esse julgamento pelo espirito disposto por terceiros, tenha sido arranjado frente a um tribunal, dos nãos comuns , francês e que essa rapaz que no sonho a figura aparecera, o hans, terá sido uma espécie de meu advogado, alguém que vira como eu estava a ser masi uma ez crucificado e terá na altura me ajudado

Cu r isa sam que mente do circulo do cinema, este da q eu ia o che gato do ra da primeira estrela, r esso primeira num outro rec en te maior net d es vela lado, o de paris, na r e vi sta da ph oto do f ur tacao da raçao do andrew, um inc l ina ado em s ua posi soc sao do q ue reme da te para do primeiro produtor ou realizador fr anc es de p ub, q ue eu di ss en circulo do v id e o pa arc e r se ra min do homem da primeira da nova imagem, o vaso do seja é pro da ova da ava ave prim ero do q ue ne ss e j u do primeiro gato do game da am en top e p do elo do espanhol da pie e rt do circulo do ur do culo da di serpente do post circulo do por te rc e iro s, t en home da primeira serpente id do circulo da ar, ra n jad o fr en te a um t rib un al, quadrado do os na us com un serpente do f r anc es e quadrado da ue ess primeira do ra p az quadrado da ue do no do sonho, yungianos ou psi, primeira da figu ra ap ar e cera, o h a ns, te rá s id circulo da primeira espanhola do pe da cie de me do vaso da ad do vo, homem do gado, al gato do eu maior quadrado da ue vaso da ira az com dc irc culo, circulo eu e stav primeira ase da seda rata, aquela que eu vi na e ca em dia recente, masi um ave zorro c ru ci fi cado e te rá na al tura me ajuda ad circulo

E me lembrei ainda que este cinema em ruínas, foi usado num filme do wenders, lisbon story, ou sej provavelmente assim de memória do circulo do paulo branco, daí, a relaçao com o com francês dos filmes

E me lem do br rei primeira inda q ue este cine ema em rui do ina serpente, foi usa dao ad circulo nu primeiro filme do wenders, l is bon s tory , o vaso do sej pro da ova ave l maior nete ass em de me mor ia do circulo do paulo branco, d a í, primeira da relaçao com do circulo do com fr anc es dos fi da ile ms, naria,

Oiço ainda o grande and noir, o cao que me lembrou a bela rapariga que um noite encontrei a passear um e que deve morar no vinte e oito, o tal condomínio aqui ao perto, saltou a fence, fence, remete neste ultimo texto para a questão do blody sunday e dos acontecimentos recentes outra vez na irlanda,

Oiko primeira inda o g rande and no iro do cao q ue me l em br ou a b e la rapariga q ue um no it e en c on t rei a p ass sea r um e q ue d eve mora r no vinte e oito, o ta l dc on do mini o aqui ao per to, s al to ua f en ce,, fence, reme te nest e u l t imo te x top do para da primeira q eu s tao do b do primeiro doc do sir vaso do c lo do dd do delta do sunday e dos ac on tec ie mn to s rec en te s o u t ra ave zorro na irlanda,

Mas fence, tem e trás ainda outros sentidos, nomeadamente fire walls, e sistemas de protecção de pc e de ficheiros , o que de certa forma, entronca ou pode entroncar, na linha recente que de novo contei sobre o julgamento on line quanto entre outras coisas me tentaram matar, portanto poderia ter sido alguém que entrara no sistema, com que intenção, se defesa ou ataque, em aberto está, menos pela linha acima desvelado, que aparentemente aponta para alguém que de mim gosta e de certa forma me protegeu pelo menos no passado

Mas f en ce, te me t rá sa da primeira inda de outros s en t id os, no mea da em n te fire w all serpente da se dos sis t ema s d e pr tec sao de pc e de f u ce h iro s ,soc do ue de sc e rta forma, en t ron ca o u p ode en t ron car, na linha rec en te q ue de n ovo conte is ob reo do julgamento on line q ua n f o en t re o u t ra s co isa am me t en t aram mat ar, porta anto p ode ria te raro serpente id do circulo da al gume q ue en t r ar a no sis t ema, com do q ue in t en sao, se de fesa o u ataque, em ab e rto e stá, m en os pe la linha ac ima d es vela lado, q ue ap ar ren te maior net ap da ponta do para al g eu maior do que de mim g os t a e de c e rta for ma me pr e quadrado da ot e gato do eu da p elo maior en circulo da serpente sn do no do passado, ou seja do louco

Ainda ouvi, nesse ponto do sonho, relativo a essa alta personagem, que fora no episódio da pedra que ele passara a ter duvidas sobre mim, ou a menos gostar de minha pessoa, quando acordei, me lembrei da ultima historia que contara sobre pedras, a do liceu na tal batalha campal

A inda o vaso do vi, ness e ponto do sonho, r e la t ivo a ess a al t a persona, humberto, ge maior do quadrado ue for ano e pi s o dido da pedra q ue el e p ass sara a e t r du v id as s ob rem mim, ou am en os g os star de min home da primeira da pessoa, a vizinha, q ua ando ac o r de i, me lem br rei da u l t ima hi s tori aqui do ue conta ra s ob r e pedras, a do lic eu na t al bata alha cam do pal

Ao que acrescento o que depois da ultima intervenção no video, me veio pelo pensar sobre a memória deste assunto

Ao quadrado da ue ac r es cento o q ue d ep o is da u l t ima inter it, v en sao no v id e o, me do veio da p elo do pen sar s ob rea emo mor ria d este as sun to

Esta informação, me veio por boca de alguém que já não me recordo quem seja, aparentemente deveria ser alguém da escola que eu conheceria para lhe dar algum credito, e me recordo no momento de o saber de o ter investigado na medida em que me foi possível,

E sta in for m az sao ,m me veio por da boca de al g eu mai ro do q ue j á n cão me record o q eu maior do seja, ap ar ren te maior net d eve ria ser al g eu made ria da escola q ue eu c on he ce ria para le homem da ad ra all gum c red it o, e me record don on o mo m en to de o s abe r de o te r in v es tiga gado na me dida em q ue me f o i p os serpente do iv el,

Que a cena, se dera na tal ponte que existe em chelas, da qual eu falo no video, que nessa altura se encontrava como de costume nas urbanizações sem fim, isto, esteve mil anos para ser terminada, e tinha umas valas salvo erro com gravilha, que davam acesso ao nível de baixo, foi nesse ajuntamento, que como disse dista talvez trezentos metros da cerca do liceu onde todos os do liceu , por dentro , se encontravam, que o maior grupo dos invasores, daí, apanhados pela polícia que chegara do lado de cabo ruivo, e era exactamente por ser gravilha, de pedras grandes, que eles ali estavam concentrando-se tipo segunda vaga a apanhar pedra quando a polícia por detrás deles chegara, e terá sido tambem por essa razão que a carga se deu, pois estavam de pedras na mao,

Q ue da primeira cena, se de ra na t al da ponte q ue e x iste em chelas, da q ual eu do falo do no do vi id é circulo, q ue ness a al tura se en c on t rava com ode cos t um me na serpentes das ur ban iza ç o es se made ria fi maior, is to, es teve mi l ano s para ser te r minada, e tinha primeira serpente do vaso al as s al vo e r ro com da g ra avi ilha, q ue d ava vam ac esso ao ni vaso do el de baixo, f o ine ness e a j un tamen to, q ue com o di s se di sta t alvez te r z en to s met ros da ce rca do lic eu onda todos o dd do circulo do lic eu , por d en t rose en c on t rava vam da am dam, q ue o maio rato do g rupo do s in v as sor s, d o ia ap a anha ado pela pol i ca q ue che gara do l ado de cabo do ruivo, e e ra e x cat am que mente por ser g ar vi da ilha, de pedras g ar n de es, q ue el es ali e sta vam c on c en t ra ando do traço da inglesa se t ip o se gun da vaga a ap anha ar da pedra q ua ando a poli ca por det ra s del es che gara, e te rá s id o t am b em por ess a ra z a o q ue a carga se d eu, p o is e stav made ria de pedras na mao,

Ou seja, uma coisa é certa, nenhuma pedra que tivesse sido eventualmente lançada do liceu, poderia alguma vez ter atingido alguém que na ponte se encontrasse, pois é distancia impossível para um lançamento

O vaso do seja, uma co isa é ce rta, n en home da primeira pedra quadrado da ue t iv esse s id o eve en tua lem da maior net lançada do liceu, p ode ria al gum ave zorro te r at in gido al gume q ue na ponte se en c on t ra ass e, p o is é di s tan cia i mp os s iv el para do primeiro lan anca e mn to

Se algo aconteceu a alguém como foi dito na altura, nesse ponto do local da batalha, masi provável é que lhe tenha acontecido, ou ao descer a ravina se ter ferido no olho nas pedras que a faziam, ou ter cegado, quase assim tenha sido em consequência da carga policial, que foi à séria, ou seja os tipo nesse dia levaram mesmo porrada,

Ss al goa aoc aconteceu a al g eu mc omo f o id dito na al tura, ness e ponto do l ocal da bata alha, ma si pro ova ave primeiro é, q ue l he t en h a aoc n tec id o, o ua o de sc e ra da ra da vina se te rf e rid on o olha ana serpente das pedras q ue a af zorro do iam, o u te rc e gado, q ua ase ass em t en h a s id o em co nse q eu en cia da carga poli cal, q ue f o ia sé ria, o vaso do seja do os tipo ness e dia l eva ram me s mo por ra da,

Como se desvelou pela faca no período anterior, foi a da maior rede montada na escola, ou seja, é fortemente provável como de costume, que tal seja uma mentira que fora usada para me assacar a responsabilidade como de costume

Com o se d es velo lou pe l a f aca no per rio do ante r iro rf o ia da maio rata da rede mona td ana escola, o vaso do seja, é f orte mn te pro da ova ave primeiro do com o de cos t um me, q ue t al seja primeira men t ira q ue for a usa ad a para me ass cara r es ponsa bil id ad e com o de cos t um me

Que filhos da puta, como sempre ardei no inferno que sois, e cegai de vez, é meu voto, aoc, era uma organização da estrema esquerda tambem

Q ue fl homem do os da puta, com o serpente do mr da ep ard e ino do no do inferno q ue s o ise ce gai de eve z,é me vaso duplo do voto, aoc, e ra uma o r g ani iza sao da est r ema es q eu rda tam b em,

Assim fora o oráculo do sonho

Ass si m for a o o rac u ll o do son h o


Think big, circulo do home da ink do big , do durao barroso, da dor do panda, finalmente uma linha mais a esclarecer este escutado no espirito, na s ne ws eu rop pei as da tv

T h ink big, circulo do home da ink do big , do durao barroso, da dor do panda, fina le mn te primeira da linha ma isa es clare ser este es cu t ado no es pi rito na s ne ws eu rop e ia sd primeira

Ah, agora em reel time, o provedor europeu, se desvela, a niki, nini, nino, do s foros das pedras das águias, assim o senhor sozinho face a imensa injustiça que grassa em todos os milhões de cidadãos que se queixam e nem lhes respondem, diz

Primeira do homem da agora em reel do time do circulo do pro do ove da dor do europeu, se d es vela quadrado da primeira de niki do serpente dos foros das pedras das az gi ua s, as simo s en hor s oz in h o da face da primeira da imensa injustiça q ue grass da primeira em todos os mil h o es de cida dao s q ue se q u ix am e ne me l homem do es r es ponde made ria, di zorro

Sabe senhora, entretenho-me em sua ausência a aturar bandidos, pelo amor em que a trago sendo a senhora pelo amor face de Deus, , prometo-lhe vagamente não os matar já hoje, agora, a dormir a sonhar, acordado, a dormir, todos os levar, breve respiração, de segunda hipótese que lhes concedo, em nome de Deus, O Amado

S abe s en hora, en t r e t en ho do traço da inglesa me em sua au s en nica a tura r bandidos, p elo am mor rem q ue a tag o s en do a s en h ro a D u es , p rome to met to do traço ingles l he vaga mente nau s os mat ra j á h oje, agora, a dor mir a s on h ar, ac o r dad o, a dor mir, todos os l eva r, br eve r es pira raçao, de se gun da h ip o te se q ue l he es c on ced o, em no me de d eu us, do circulo do amado

Sabe senhora, na realidade ainda nem me deitei, o dia quente como se fosse já verão, é prenuncio e confirmação da temperatura do forno do diabo, acesa e alimentada por todos os bandidos do desgoverno, portanto como sabe senhora pela inteligência que meu Amor a si lhe Fada, nem é preciso nada fazer para os ver arder no próximo amanha, sabe contudo senhora, que mandatados estamos pelo Amor para os Salvar, mesmo que a Salvação seja levar todos de cima da terra, para que a Mae se limpe e depois de uns largos séculos, começaram os sue filhos de novo seu corpo a povoar

S abe s en hora, na r e la id ad e a inda ne made ria da me de it e i, o dia q ue en te com o se f os se j áve ra o, é pr en u i co e cn fi r maçao da te mp pera da tura do forno do diabo, jornal, ac ess a e al i men t ada por todos os bandidos do d es g ove r no, porta anto com o s abe s en h ro a ep la intel i gen cia q ue me ua mor a si l he fada, ne mé pr e c sio na da f az e rp do para os ver ard e r no pro x imo am manha, s abe cv on tudo s en hora, q ue man data do s est amo s p elo am mor para os s alvar, me s mo q ue a S al v aça º o seja l eva r to do as dec ima da terra, para q ue a Mae se l i mpe e de pe o is de un s l ar g s sec u l os, com me el lara aram os s ue fil h os de n ovo se u corp o a p ovo ar


Sabe senhora, se aqui estivesse passaria a noite dia ou vice versa no terno verso de lingua molhada a toda vos lamber e beijar, e a ouvi-la arrulhar sorrisos pela casa em uníssono com os meus, mas estive aqui a aturar bandidos, a tentar por tres vezes carregar de novo a primeira parte da ultimo trilogia que lhe dediquei, e não consegui po-la ainda a bem funcionar, ou seja, masi uma vez me fizeram malandrice

S abe s en hora, sea qui est iv e s se p ass saria aria a noite dia o u v ice versa no do terno do verso de lib g ua mol h ad a a toda vaso do os l amber e bei j ar, e a o u vi do traço ingles la ar ru l h ar sor rio s pe la c asa e em uni s son o com os me us, mas est iv e aqui a at ur ar bandidos, a t en t ra por t r es v e ze s v ar r ega r de n ovo a prime ira p arte da u l t imo t r i lo g ia q ue l he de di q eu i, e n cão c on se g i p o inglesa la e b em fun cio n ar, o use seja, masi uma ave zorro do me fi ze ram m al lan d rice

A primeira parte é parte importante para perceber entre outras coisas, dois assuntos fulcrais, a verdadeira natureza de passado de terrorista e abusador de crianças do gangster que está a frente do desgoverno da chamada europa, e ainda outras questões que se prendem com atentados a minha vida, só é importante, este ultimo aspecto, porque como sabe eu só morro em seus braços, a cada vez que assim de lingua a beijo, de resto, são como poeiras, de estrelas, acrescente-se em abono da verdade de sua beleza do que a senhora sempre para mim é

A prime ira p arte é p da arte i mp pr t ante para per rc cebe ren t reo de outras co isas, do is as sun to s f u l c rai isa vera de ur a na t ur e za do passado de t ero r ista e ab usa r de c rina aças dog do gan g st e r q ue e stá a fr en te do d es g ove r no da c ham da europa, e a inda outras q eu s to es q ue se p ren de mc om at en t ado s a min h a vi da, s ó é i mp porta ante, este u l t imo a ps pe c to, por q ue com o s ab e eu s ó morro em se us br aços, ac ada ave z q ue ass em de lin b g ua a bei jo, der es to, são com o poeiras, de est r el as, ac r es cente do traço da inglesa se em ab bono da verde dade de s al beleza do q ue primeira s en hora se mp re para mim é


Depois ao fim da terceira tentativa, já tendo percebido que mais uma vez estamos perante um acto de censura , nas tais chamadas sociedades democráticas que garantem os cidadãos os direitos nas leis consagrados, e protegem os filhos de serem por outros roubados, o espirito , certamente de seu amor, me desvelou o enigma,

D ep o is ao fi mad ria da t rec eira t en t at iva, j á t en do per rc cebi id o q ue mais uma ave z est amo s per na te um ac to de c en sura , nas tais c h am ad as soci e dad es demo c ra tic cd as q ue gara na te mos cida dao s os dos direitos na s leis c on sagra ad os, e pr e tege mos fil h os de se rem por outros ro ub ado s, o es pi rito , ce rta mente de s eu a mor, me d es velo lou do circulo do eni g ma,

Ah senhora de vermelho, ao belo rapaz, que tambem trago em meu coraçao, ainda não tive oportunidade de ligar um fio, ou mesmo um sem fio com uma câmara e um microfone, assim ao longe perto, mas um outro fio, aqui se desvelou projectando no chao a sombra, do fire wire, quem diria, ao lado da cano, e um singelo palito , quebrado em dois uma angulo me mostrou , apontando um papelinho, de uma linha que pelo espírito me aparecera depois de lhe ter contado, a seta de ferro, que um dia a mando de outros dois meninos me espetaram , bem no meio da testa

A h s en hora de eve vermelho, primeira do circulo do b elo ra p az, q ue t am b em t rago em me u cora sao, a inda n cão t uve op ro t uni dad de liga rum fi circulo do fio, o um es mo um se m fio com de uma do ca cam mr a e um mic rof one, as simao do longe per to, mas umo de outro fi do circulo , aqui se d es velo lou pro ject ando no cha o a s om br a, do f ire red do wire, q eu m di ria, aol ado da c ano, e um sin gel pal lito , q eu br ado em do is uma n gula me mos t ro u , ap pao n t ando um pa ep linho, de uma da linha do q ue p elo es pe i it o me ap rec e ra d ep o is del he ter contado, a s eta de ferro, q ue primeiro dia am ando de outros dois meninos me es peta aram , b em no mei o da testa, o luis testas, o ra ap zorro dos olivais

Me disse então, o espirito ter sido um vaso de oitenta e um do vinte um, dos olivais, do home de dc, o vaso do homem de dc, e que esse mesmo homem ou outro de dc, seria então o que agora pretende proibir esta primeira parte do video, desarranjando-o tecnicamente, por assim escrever, pensava eu que dc, era um lugar num país da liberdade e da democracia, e da livre expressão

Me disse es sn tao, o es pi r tot r e s id o primeiro vaso de oitenta e um do vinte um, dos ol iva si, do home de dc, o vaso do ho em d e dc, e q ue ess em es mo do homem o vaso do outro de dc, se ria en tao o q ue agora pr e t en de pr toi bi r e sta prime ira p arte do v id é o, de ss ar anja n dd o traço ingles circulo tec nica que mente, por as si m es c r eve r, p en s ava eu que dc, e ra um lu g ar nu mad e ra pa ís da liber dade e da demo c ra da rac cia, e da l iv re e x press sao

Sabe senhora, nem sei mesmo o que a vida é, com lhe digo frequentemente, masi quando se ausenta assim de mim por largos períodos, mas o extraordinário, é que acabei de sintetizar e debelar neste Livro da Vida que por Amor a si trago, uma parte da verdade sobre a quedas das torres, e da guerra que depois aconteceu no mundo, e em lado nenhum, me apercebi de algum ser, que a tenha comentado em forma clara, que dissesse , na realidade foi assim que se passou, ou seja, teremos que concluir que isto que chamam viver, não é na verdade masi do que um sonho, se bem que masi próprio chamar-lhe de pesadelo

S abe s en hora, ne ms ee i m es mo o q ue a v id a é, com l he di go fr e q u en te mn te, ma sic ua anda da se au s en ta as si made ria de mim por l argo s per rio do sm maso e x t r aro dina rio, é q ue ac ab bei de sin te t iza r e d eve lara ene nest L iv r da v id a q ue por a mor a sig f aço, uma p arte da verde dade ds oo br rea das quedas da s torres, e da guerra q ue d ep o i ac on teceu no do mundo, e em cortez cado ne hh u, me ap e r cebi de al gum ser, q ue a t en h a c om en t ado em forma da clara, q ue di ss se s sena real id ad e f o i as si made ria q ue se passou, o vaso do seja, te remos q ue c on c lui r q ue is to q ue c h amam do viver, n cão é na verde dade ma si do q ue um son ho, se b em q ue ma si pro p rio ch am mr do traço ingles l he de pesa del do elo do primeiro do input output do circulo de dez

Pesadelo , pois não saber ao certo o que se passou em tao graves desgraças, deixa todos muito preocupados e em modo duplo, pois se não se percebe, nem se está capaz verdadeiramente de prevenir que mais não aconteçam, para alem da desconfiança que por este desconhecimento grassa e se acumula nas instituições que dizem representara as gentes , e nas pratica pela falta de justiça real, agravada, por uma outra que como todos já se deram conta, é uma camuflagem e uma pobre ficção para tapar exactamente o que ainda se desconhece em pormenor

Peda sd elo , p o is n cão saber ao certo o que se passou, em tao sg rav espanholas das desgraças, de ix a todos mui to pr e o cup pad o se em modo d up lo, do duplo, p o is se n cão se pr e cebe, ne m se st á c ap az vaso e rda de ira em n te de pro ove en ni r q ue mais n cão ac on tec es sam, para al em da d es co fina aça que por este d es c on he cie em n to grass a e se ac um mula nas in titu i ç o es q ue di ze m r ep r 4 es en tara as g ene st e na s pr a ti ca p e la f al a td e justiça rea l, a g rav ada, por uma outra q ue com o todos j á se d e ram conta, é uma cam da mu for mula one a ge me uma p ob re fi caçao para cabo tap ar e x ac cat am que mente do o q ue a inda se d es c on he ce em por m en circulo do onze rat

Tinha acabado de falar de o antigo episódio da seta de aço que em menino nos olivais levei no meio da testa, e dou com um conjunto de trailer, vinte e nove, para ser preciso, como o numero do terceiro video desta ultima trilogia, onde os antigos super heróis, de novo se unem para salvar a terra, sendo que um , o atómico, por assim dizer, feito assim tipo todo de agua, como referência e homenagem a robert heinelin, um estranho numa terra estranha, mete as paginas tantas o dedo no meio da testa, onde eu levei outrora a seta e aparecem dois circulos pelo qual ele pela projecção de um pensamento destrói a matéria, neste caso um tanque, camuflado que hoje o presidente russo nas notícias da madrugada mostrava debaixo de um hangar antes de entrar por baixo para um aviao tipo caça, já antigo, com cores lápis lazuli, dois lugares, do os do terceiro circulo , vermelho, azul bimotor, o thank dos raio do sol tipo nascente, da respiração do leste, ou do espirro, dam m ala gata da primeira , ru elevado gato primeira, assim li, e depois uma outra bela noticia de um planador, com entrada por baixo, dava pelo nome masi uma indicação, belíssimo pequeno planador, que basta dar um pulo, para pelas correntes termodinâmicas ascendentes, logo levantar voo, uma bela solução, cuja investigação e desenvolvimento, nomeadamente os motores a hidrogénio deveria ter todo o apoio necessário, pois como o senhor bem relembrava, se não se assim avançar, qualquer dia a ideia de viajar por longas distancias, será uma recordação do passado

Tinha ac ab bd do dao de f a al rato deo antigo, e pi s o dio da s eta de aço q ue em menino nos o l iva si l eve i no me io da testa, e do vaso do com do primeiro c on j un to de t rai ler serpente, vinte e n ove, para ser pr e c is o, com o on um ero do te rc e iro v id é circulo desta u l t ima t r i lo g ia, onda os antigos super he roi s, de n ovo se un em para s al vaso da ra primeira da terra, s en do q ue um , o a tom mico, por as si made ria di ze rf e i to as si made ria t ip o todo de agua, com o ref ren cia e h om mena en primeira gema de robert he ine l in, um e ts ra do anho nu ma terra estranha, met e as pa gina s t antas o dedo no emi o da testa, onda eu l eve i o u t ro ra as eta e ap arc cem do is circulos p elo q ual el e p e la pro h jc e sao de primeiro pen sam en to d es t roi a mat e ria, neste caso do primeiro tanque, cam mufla for mula one do q primeiro da ue h oje o pr e ds id dente russo na not ti cas da madrugada mos t rava de ba ix o de um hagar ant es de en t ra rp por ba ix o para do primeiro avia do circulo do t ip o caça, já antigo, com cor es l ap is la zuli, do is lu g ar es, do os do terceiro circulo , verme le h o, az u l da bimotor, o ta homem kapa dos rai s o do sol t ip o na cente, da r es pie raçao do l este, dam m ala gata da prim mer a , ru elevado gato primeira, as si made ria ml li, e d ep o is uma outra da bela not ti cia de primeiro p lana dor, com da entrada por baixo, d ava p elo no me ma si uma indica caçao, belíssimo pe q eu en o pl ana dor, q ue bas ta da rum do pulo, para pe l as co rr en t es te r mod di ina mica s as c en dentes do logo l eva van tar vaso do oo, uma be la sol u sao, cu j a in v es tiga sao e de s en vo l vi em n to, noe ema dame dam en te os m oto r es a hi dr o g eni io d eve ria te rato reel time todo o ap a oio ne c ess sario, p o is com o os en hor e b em r e lem b rava, se n cão se as si m av a van ç ar, q ua l q eu r dia a id e ia de via a jr rp do por l on gás de is tan cia s, se rá uma rec o r da sao do passado

Enquanto estava vendo o video entupido, que estava sem carregar a memória ram, o cursor, estranhamente, ou claramente, poisou um instante no nove dp onze, na time line, meus olhos e meu coraçao dera um súbito baque, que nem queria acreditar o que os meus dedos me apreciam mostrar , que ali na primeira parte da trilogia, estava a chave da queda das torres,

En pata un to e stav ava vaso d en dodo circulo v id é circulo do en t u pido, q ue e stav a se maior car r ega gara me mor ia ram, do circulo do cursor, es t ra anha mente, o u clara mente, p oio serpente do vaso do prime rio in st ante no do nove dp on ze, na time l ine, me us o kapa homem do circulo da se me i co raçao de ra um s ub bit o ba q ue, q ue ne maior do q eu ria ac red it ar aro q ue os me us dedos me ap rec iam mos t ra r , q ue al ina prime ira p arte da t rio l g ia, est ava ac da prime ria chave da queda das tor ra to espanhol,

A pistola do nove do onze, parou o video vinte e nove , primeira parte, no nove do onze, o ro do circulo do video, f ala a en t u pida, diogo infante, ou dag infante, capa na telenovela do rodrigo cunha, rodrigo será então o elo de relaçao com o cabalista, assim começam neste período as minhas notas, do ultimo caderno que comprara, mas volto um pouco atras para manter a sequência,

A p is t ola do don dn ove do onze, par o u o video vinte en ove , prime ira p arte, no do nove do onze, o ro do circulo do video, f ala a en t u pida, di o g o in fan te, o u dag in fan te, capa na tele en ove da vela do rodrigo cunha, reo do quadrado do rig circulo do se rá en tao do circulo do elo de relaçao com do circulo do cabalista, as si maior com e ç am nest e per rio do as min homam do as das notas, do u l t imo cade r no q ue com pr ar a, mas v o l to um p o u co at r es para am net ra da sec eu da en cia da sequência, digital


Rodrigo cunha me voltara a memória, pois fiquei a pensar na sequência das tres fotos, um vaso das aguas no zoom que fala do furacão, the big one, em noventa, pois a imagem simbolizada pela niki, e depois repetida pela nini em noventa e quatro ou mesmo cinco, no hotel do mar em sesimbra, o tal do senhor árabe, que um dia o construíra para receber seus amigos, fora inspirada pelo rodrigo, a cena do ovo que mergulhava nas aguas da piscina do hotel e que depois a nini por debaixo da agua apanhava com a mao

Ro d rig o cunha da ham da me v ol tara a m emo ria, p o is fi q eu ia pen sar na sec eu en cia das t r es f oto s, primeiro vaso da sa gus no z om maior do q eu do fala do f ur racao om do the big do one, em noventa, p o isa i mage made ria s im bo l iza da pe la ni ki, e d ep o is r e pet id ap el ani ni em noventa e quatro ou me s mo c inc o, no homem da ot al do mar em se se im b ra, o ta al do senhor árabe, q ue primeiro do dia do circulo co ns t rui ira para rec e be r se us ami g os, for a i ns pira da louca p elo rodrigo, ac en primeira da cena do ovo q ue mer g ul homem ava nas aguas da pi s cina do h ot el e q ue d ep o isa nini por de ba ix o da agua a p anha ava com da primeira mao

E outras memórias afloraram relativas a ele, a primeira relacionada com a batalha campal, pois estranhamente , creio que no tal eixo da ponte na av de chelas, perpendicularmente, vivia ou viverá o pais do rodrigo, que nunca conheci, ou assim o creio, e o estranho é que coloco eu o seu prédio ali, porque ele um dia me contou onde seu pai, morava, e de como me pareceu ser estranha a relaçao que ele trazia com ele

E o u t ra serpente do nme mor ria serpente do a for mula one ora ram r e la t iva sa el lea primeira r e la cio n ada com da primeira bata alha cam pal, p o is es t ranha ham que mente, circulo do rei do circulo do q ue no t al eixo da ponte na av de che primeiro as, per rp pen em di cu l ar que mente, vaso do iv do ia o u vie eve vera rá do circulo do pais do rodrigo, q ue en unc a c on he ci, o u as si mo c rei oe do circulo do est ra anho é q ue c olo loco eu do circulo do serpente do prédio ali, por q ue el e um dia mec on to vaso da onda s eu pai, mor rava, e de c omo me pa rece vaso ser, es t ra anha da primeira da relaçao, tribunal, q ue el e t ra zorro do ia do com dele , sin os e

O rodrigo, encontrei-o pela primeira vez que dele me lembro, embora me pareça que ele me deveria já conhecer, uma tarde no pestalozzi, quando fui visitar a lucinda salvo erro para lhe pedir autorização para umas filmagens para um dos episódios do zero de audiência, e ele ali estava, ela me o apresentou, como sendo um dos educadores assim meio provisório, da escola e depois mais tarde me apercebi, que ele saíra do pestalozzi, que a lucinda não andaria muito satisfeito com ele,

O ro dr rig o, en c on t rei do traço ingles do circulo do pe la prime ira ave zorro do q ue dele, me lem b ro, em bora me par e c ric u lo de cortez ca q ue el leme do quadrado da eve ria j á c on homem ser, uma t arde no p es t alo z i, q ua ando f o iv is t ra a luc inda s alvo e r rop do para l he p di r au tori iza sao primeira para do primeiro as das fil man g es para do primeiro dos ep is o di os do zorro do ero de audi en cia, e el lea li e stva, el a meo ap r es sn vaso to , com o s en do um dos eu cado ratos es da es c ola e d ep o is maís cruz arde me ap per rc cebi, q eu lee sa ira do p est al ç ozzi, quadrado da ue primeira da lucinda n cão anda ria mui to sati s f e i to com ele,

Me subira a memória, agora e ao acontecer, em mim aflorou uma velha linha de pensamento, pois acabara de falar do pedro doirado, um dos muitos que desaparecera, me lembrara de seguida a face da amélia, já operada, e sabendo que ia falecer em breve por cancro, no aniversário do pestalozzi, quando de mim se despedira chorando com face de medo e de pena de tao cedo saber ir daqui partir, num aniversario onde homenagearmos a escola e a lucinda e onde eu falara em nome de todos, e falara dos sinais dos tempos e especificamente mencionara beslan, como exemplo do mundo perigoso em que hoje vivíamos, e convocara assim de certa forma os pestalozianos à vigilância,

Me s ub ira am emo ria do agora e ao acontecer, em nim a for mula one o ro u de uma velha da linha de pen sam neto, posi ac ab ra de f al ar do pedro do irado, vaso primeiro madeira do os mui to s q ue d es spa rec e ra, me l em br ar a de se guida primeira face da amélia, j á opera ada, e s ab en do q ue ia f al e ser em br eve por can c ro, no ani iv e r sário do p es t al o zz i, q ua ando de mim se d es pe di ira cho do ra dn do com da face de med oe de p en a de tao ce do s ab e r i rda q ui p art do tir, nu primeiro ani iv e rato a ps soto oto dez serpente do sario onda h om mena ger amo sa da es c ola e primeira lucinda e onda eu fala ra, e f al ar a dos te mp ps oe men cio n ar a bes lan, com o e x e mp lo do mundo pe i r g os o em q ue h oje viviam os, e c on vo cara as si made ria de ce rta forma os p es t al oz z ian os primeira vi do gil lan da cia,

Relaçao rodrigo, neto, dn, face , revista

Há um padrão de perseguição e assassínio a muitos do pestalozzi, disto não trago eu infelizmente duvida, e tal se prende com gente que terá em parte servido o antigo regime e um facto ou mito que eu qui uma vez já abordei com a queda da cadeira de salazar, e de outras historias que se deram no colégio, nomeadamente com o do lado, o da puta do soares, e com o passado de muitos pais de meninos da pestalozzi, que foram antifascistas, ou seja um acerto de contas tem vindo a ser operado ao longo da geração, e certamente, terá sido feito por diversos, e me perguntava quando a agora de novo me lembrei da estranha e curta passagem do rodrigo pelo pestalozzi, se ele não seria um dos agentes das desgraças, olhando a amélia, e me lembrando o que acontecera durante a vida da lucinda, não trago duvidas que seus fins foram abreviados,

Homem da primeira do acento à primeiro do padrão de persi gui sao e as sas sin ni do io da primeira de muitos do p es t al ç o zz id, di s to n cão da cruz do rago eu in fe liz mente du vaso id a, e cruz eta al se pr e quadrado en com da gente quadrado da ue te rá em p arte ser vaso id circulo do antigo regime e primeiro forte do ac to circulo do vaso do mito quadrado da ue eu qui uma ave zorro do duplo jj á ab o rato de i com da primeira queda da cade ira de s la az ar, e deo do vaso cruz ra serpente do hi s tori as q ue sed e ram no circulo do ole gi circulo do noe do w em adam en te com do circulo da dol do ado, o da puta do soares, e com do circulo do passado de mui ts opa is de me nino sd ap espanhola da cruz do aç lo zz i, quadrado da ue foram na ti f as circulo do ista serpente, circulo do vaso do seja uma car teo de contas te maior do vaso indo a ase serpente do ero pera ado ao l on g o da ge raçao, e ce rta mente, te rá s id o f e i to por di versos, e me per g un t ava q ua anda primeira do agora de n ovo me lem br rei da e ts ra anha e c ur tap ass a ge made ria do rodrigo p elo p es t al o z zi, se el en cão ss ria de um dos primeiros dos agentes das de sg r aça s, al h na do a amélia, e me lem brando o q ue ac on tecera duran ante a v id a da lucinda, n cão t rago du v id as q ue se us fi m for a ab r e vi ad circulo,

Conheci o rodrigo nessa altura, em sua casa, a casa que ele partilhava com sua esposa, uma relaçao estranha onde não me parecia existir amor, falamos disso algumas vezes, e o rodrigo pelas respostas me deu ideia que era nesse aspecto assim um pouco oportunistas, melhor estar acompanhado, do que não estar, mesmo sabendo a inexistência do amor, uma casa curiosamente ao lado do palácio efe, onde pela primeira vez me cruzara com o ramon fon e o pinto bálsemao, quando na entrega do prémio efe apalpava a senhora jornalista, que certamente pelos slides, parece indicar que deram uma cambalhotas pela vida, a reportagem sobre fatima, e o terceiro segredo, pata o ramon, que nunca com ela ficou mas se calhar a usou para seus próprios escritos

C on he cio ro d rig o ness a al tura, em s ua c asa, ac asa q ue el e p art ilha ava com s ua es posa, uma relaçao es t ra anha onda n cão me par e ceia e x is tir amo rf al amo s di ss o al gum as v e ze se do circulo do rodrigo, pe l as r es postas me de vaso da id deia ia q ue e ra ness e a ps tec to as si um maior p o u co oporto r un ista s, mel hor es tara ac om p anha ado, do q ue n cão es t ra, me s mo s ab en do a ine x is t en cia do amo r, uma c asa cu rio sam nete aol ado do pala do cio efe, onda pe la prime ira ave z me c ruza zara com do circulo do ramon fon e do circulo do pinto balsemao, q ua ando na en t ra gado pr me io efe ap ala ap ava a s en hora jo rna l ista, q y e ce rta mente p el os s lid es, par ce indica car q ue de ram uma cam bal h ota s pe la v id a, a r ep orta ge ms ob r e fatima, e o te rc e iro se g red o, pata do circulo do ramon, q ue n un ca com el a fi co u masse c la a h ra us o u par se us por rp rio s es c rito serpente


Ramon fon casaria com uma rapariga que conhecera por intermédio de um amigo meu da altura, o fernado soares, e uma outra irma, dele masi tarde se matou, mais uma estranha história, e um elo comum, o ramon fon, a colau, uma rapariga cheia de alegria de viver, quando so soube anos mais tarde, me disse, estranho, ou mesmo estranhíssimo, pois conhecera a colau o bastante para saber, que a sua morte não batia certa com suas causas

Ra mon do fon c asa da ria com da prime ria da rp a riga q ue c on he cera por int rem di ode primeiro amigo meu da altura, o fernado soares, e uma o u t ra irma, del e ema si t arde se mat o um mais primeira es t ra anha hi s tóri a, e primeiro elo com um, do circulo do ramon fon, a c ol au, uma ra p riga che ia de al e g ria do viver, q ua ando s o s o ub e ano s mais t arde, me di s se, es t ra n hi o, o u me sm no es t ra n hi ss imo, p o is c on he cera ac o l au o ba s t ante pa ar saber, q ue a s ua m orte n cão bat ia ce rta com s ua s ca usa serpentes

O rodrigo contava uma estranha historia, assim quando a segunda vez a contou na minha frente a terceiros o soube, que tinha ido para o brasil durante alguns anos, que não sei quem da sua família, era banqueiro e lhe tinha oferecido um lugar na administração do banco e que ele recusara, e por ai fora, a fazer-se de caro, assim era o tom, e a estranha historia, pois o rapaz me pereceu inteligente, bastante até, de tal forma que hoje me pergunto se aquela historia, que pelos visto era ou parecia ser em parte chapa quatro, não seria uma cobertura de um outro trajecto dele, se calhar até não no brasil

O ro dr rig o c on t ava uma e ts rana h hi s tor ia, as si em q ua ando a se gun da ave z a conto un primeira da am min homem da primeira fer net a te rc e i roso s o ub e , q ue tinha id o do para o v ra si l duran te al gun s anos, q ue n cão se i q eu made ria da s ua f ami l ia, e ra ban q eu iro e l he tinha o fere c id o um lu g ar ana aa d min s t raçao do banco e q ue el e rec usa sara, e por ai for a, a f az e r do t rato alo da inglesa se d e caro, as si m e ra do circulo do tom, e a es t ra anha hi s tor ia, p o is o r ap az me pere c eu intel i gente, ba s t ante a té, de t al forma q ue h oje me per gun to ze aqui do vaso de la hi s tor ia, q ue p el os vi s to e ra ou par ceia ser em p arte chapa quatro, n cão se ria uma co be r tura de um outro t ra ject o del e, se c alha ra té n cão no brasil

Durante algum tempo nos íamos encontrando, e me pergunto se não foi por meu intermédio que ele conheceu o mestre lima de freitas, que tambem veio a falecer passado pouco tempo, curiosamente encontrei-o naquele serão no d luis, da apresentação do livro do ex judite, o aenes, estava ela ao lado da ella, e me recordo da face dela estranha, e pesarosa, quando nos cumprimentamos, foi na noite dos toiros infectados, e do tal besta de Sintra da câmara, lá ter aparecido com guarda tipo pretoriana, e de ver como o aenes era sabujo dele, e como se rebaixava perante o dono

D ur an te al gum da te mp on os iam mo sd circulo do os en c on t ra ando, e me pr e gun to ze n cão f o ip por me eu vaso int r mé di o q ue el e c on he c eu o mestre lima de freitas, q ue tam b em veio da primeira f al e ser passado p o u co te mp o, cu rio sam sn te en c on t rei do traço do ingles circulo na q eu le se ra on no do d luis, da ap r es en taçao dol iv rod o e x judite, o aenes, e stav a el a aol ado da e ll a, e me record o da face del a es t ra anha, e pesa rosa, q ua ando no s cu mp rim en t am os, f o ina noite dos to iro sin f e ct ado s, e do t al best a de se in t ra da cm mara, l á e t r ap ar e c id o com do guarda t ip o pr e tori ana, e de eve r cm o o a en es e ra sabujo del e, e com o se r e ba ix ava pe ra n te o don circulo

No ano seguinte, ou mesmo nesse, acabei por o convidar para integrar a equipe que fez a serie factos de banho, curiosamente, o nome da serie acabara por ficar defenido já durante a rodagem, num jantar na pria grande, numa noite em que ficou a equipe a dormir no hotel com a piscina, praia grande, uma praia com algumas entradas tambem neste Livro da Vida, numa zona da costa onde se derem estranhos acontecimentos, como a queda de um aviao com um militar na praia das maças ou pela ericeira, outro um pouco masi ao sul em casa da puta teresa guilherme, ericeira, onde os pais da teresa passavam ferias, quando me roubaram o filho e a família se separou, o nome surgira num brain storming ao jantar, e fora exactamente sugestão dele, como a antecipar outros factos de banho, ou de mar, como grandes agitações que se deram depois, mar como mar de tsumani de dois mil e cinco e mar como imagem e símbolo de inconsciente, que terá sido parte importante na queda das torres gémeas ou não, lá iremos, embora qui na faca parece ter-se assim masi uma vez desvelado

No ano se gui in te it, , ou me s mo ness e, ac ab e ip por do circulo c on vi da rat para int, it, e g rr aa equipe q ue fez a se rie f ac to sd e banho, cu iro sam nete, on om me d a serie ac ab ar a por fi ca r d efe nid o j á duran te a roda dag ge maior, nu primeiro j antar na pr ia g rande, nu ma no it e em q ue fi co ua equipe da primeira dor mir no h ot el com da primeira p is cina, pr aia g rande, uma pr aia com al gum as en t ra da s tam e b m nest e L iv roda vida, india, nu am zon ad primeira do costa, onda se der rem es t ra anho a c on tec i e mn to s, c omo primeira queda dec uma avia circulo do com do primeiro militar na pr aia das maças o u pela eric eira, o u t ro um p os u co ma si a o sul em c asa da puta teresa homem do vaso do primeiro da herme, E rie ce ira, onda os pais da t r es a p ass ava vam fer ia s, q ua ando me roi ub bar aram o fil h oe a f ami lia se s ep par ra o u, o n oe m s ur gira num br a i ns s tor ming ao j antar, e for a e x ac tamen en te que mente por sugestão dele, com o a ante cip ar a o u t ros f ac to s d e ban h o, o u de mar, como g ra ane es a gita taçao do es q ue se de ram d ep o is, mar com omar de ts um ani de do is me ile c inc oe mar com o i mage me e s im b lo de inc on s cie en te, q ue te rá s id o p arte i mp rita ante na queda das torres ge me as o un cão, l á ire mos, em bora qui na f aca pa rece te r do traço da inglesa se as si em ma si uma ave zorro d es vela ado

E pelos vistos, um outro espelho se abria no nome que ele lançara para cima da mesa, um espelho para o passado, para os acontecimentos do big one, como se desvelara agora o ver as imagens da zoom e da memória da historia do ovo, que ele tambem cozinhara, ou seja é tambem provável a sua implicação no big one, ou na acusação s argento que me foi feita contra a minha pessoa, na cia, pois um facto outro, estranho, pois não me lembro do rapaz, é que sua mae, a senhora que como outras vivem à custa do espolio do fernado pessoa, a senhora, mora por detrás do prédio de meus pais, tambem e cinquenta metros do tal sandro, o corcunda, e dos morais, os rádio kadafi, e de outros aqui convocados, com culpas em diferentes cartórios e actos, como se tem vindo a desvelar,

E p dos elos dos selos, um outro rapaz masi acima, o carlos, vi st os, um outro espelho se ab ria nono mec ue ele lana ç ara para c ima da mesa, um es pe l h o para do circulo do passado, para os ac on tec cie mn to s do big one, com o se de v sela lara do agora do circulo da vera s ima ge ns da zo do om e da me mor ia da hi s tor ia do ovo, q ue el e tam b em s oz ina homem ra, o vaso do seja é tam b em pro da ova da ave l a s ua i mp li caçao no do big one, ou seja foi o filho da puta da ova da acusação da minha implicação no big one o un a ac usa ç a is argento ki na ue me f o i f e i ta contra a min h a pessoa, na cia, p o is um f ac to outro, es t ra anho, p o is n cão me lem br o do ra p az, é q ue s ua mae, a s en hor a q ue com oo u t ra s v iv ema acento do cu sta do espanhol polio do fernado peso a, ac homem da un am mora por det ra sd o pr e di ode meus pais, t am b em e c in q u en ta met ros dot al do sandro, o co rc un do, e dos mor ia s, os r + ad di io do kadafi, e de o u t ro a aqui c on vo cado s, c om cu l pas em difer rn te s cart to rio se ac to s, com o se te maior vaso indo a d es vela ar,

De facto não me espanta nada do que se desvela na faca das linhas, pois o tipo é um aldabrão, e como é um manipulador nato, tambem não me espanta que tenha induzido outros a mentir, estranhamente o rodrigo não chegou ao fim da rodagem, abandonou e eu nunca percebi o que acontecera, mas sei que algo ele terá feito junto com a ninicha e tambem com a mulher que eu amava ao perto naquela altura, a cristina pinto, as duas ouvi eu contra pela enésima vez a história de que poderia estar à frente de um banco e coisa e tal, e que era consequentemente muito moderno, e por ai fora

De f ac ton cão me es pan t ana da d o q ue se d es vela na faca das linhas, p o is o t ip o é um alda br ra oe com o é um m ani ip u la dor nat o, t am b em n cão me es p anta qi ue t en h a indu z id o outros a men tir, es t rana h man nete do circulo do rodrigo n cão che g o ua o fi maior da rodagem, ab ban don o ue e vaso n unc a pere cebi o q ue ac on tec ra, masse i q ue al g o el e e t rá feito j un to com a nini cha e t am b em com da primeira mul her q ue eu am ava ao per to na q eu la al tura, a c r is t ina do pinto, o rui, as du as o u vi eu do contra pe la ene sima ave za h si tori a d e q ue p ode ria es t ra a fr nete de um ban co e co isa e ta al, e q ue e ra co nse q u en te m net mui to do colégio moderno, e por rai ai da for primeira

Agora no inicio deste caderno, brincava com o nome dele

Agora no in cio d este cade r no, br inc vaso do ac om o no me d els

Rodrigo cunha, primeira do homem nu co i gato d c irc u lo do rato
Primeira do home do nuc co gato acento vela rato dg, ou d seus, seis

Prime ira do h om me do nuc co gato ac en bt o vela rato dg, o vaso d s e us, seis

Rc co vaso dn b ni ia co do aco, aço, amorim, ro co vaso dn ni ia ac do aco, c rato vaso duplo do circulo quadrado do homem rai seiscento, ou seus infinito i n l cina ado, c ru di d h rai, o pintelho, que é como uma foice para da primeira terra voltado com o anzol para trás , pi n telho, ou tel homem do circulo

Nove do onze, cursor, pokes, silver bullet, dólmen, sic invertido, grande pancada na porta se ouviu a este momento, porta, a louca dos portas,

No do ove do onze, c ur sor, p o kapa espanhol do silver bul ll e cruz no dolmen, sic invertido, g rande p anca da na porta se o u vi ua este mo m en to, p orta, a lou ca do serpentes do portas, ou das portas,

Dólmen, é o nome de um belíssimo álbum de uma bela senhora que desde muitas luas trago em meu coraçao , a meredith monk, e o tal sampler que te contei, ter por assim nascido, da mistura da musica com caracter étnico da paixão de cristo, como o som da gravação anterior, me remeteu ao ouvi-lo para a meredith monk, para o universo da meredith e para o nome de um dos álbuns que dela trago, o dólmen, ou seja remetia ainda para jason, tambem, pois dólmen, era local de enterro, construção funerária, tambem, e era a historia de médée e de jason, que tinha de novo nesse tempo do acontecer, de novo aflorado, e sendo que alguns nomes de gentes que trago em meu coraçao relativo ao canada de novo tinham nalguns dos textos aflorados

Dol men, é o no me de um be l iss imo al b un de uma be la s en hor a q ue de sd e mui t as lu as t rago em me u cora sao , a mer di t homem monk, e o t al sam p le q ue te conte i, t e r por as si m n as c id o, da mi s tura da m u sica com cara rac c te r e t nico da paixão de c r is to, c omo o som da g rav aç sao ante i rio r, me reme te ua o o u vi do traço ingles do primeiro do circulo para a mr e di t homem monk, para do universo da mer id ti he para o noe made ria de um dos al buns q ue del a t rago, o dol men, o vaso do seja reme tia a inda para jason, tam b em, p o is dol men, e ra l ocal de en te r ro, co sn t ru sao f un e rá ria, tambem, e e ra a hi s tori a de mé dé e e de jason, q ue tinha de n ovo ness e te mp o do acontecer, de n ovo a for mula one o ra ado e s en do q ue al gun s no mes de g en te s q ue t rago em me u cora sao r e la t iv o ao c ana ad a de n ovo tina sm na al gun s dos te x to sa flor ad os

Olho o cd, e nele leio do di gi gi t al, dois quadrados aa, e cm ne w se rie es , oitenta dois, estrela, cinquenta e nove, do traço ingles do segundo do quadrado do delta, dólmen, m sic,

Olho do circulo do cd, e nel e lei circulo do di gigi cruz al, do is quadrados aa, e cm ne w se rie es , o it en a te do is, estrela, cinquenta e nove, do traço ingles do segundo do quadrado do delta, dol men, maior da sic,

Ru ht au f der kapa, die von der c dem technisch buchstaben d abmishung l dd d di gi tal ge rat lung anal aad ode rato die com pact delt werden e w eine reu ni gun ge f at bt un dna suruckkgelegt ken staub, ou stau monteiro, the com pact scaning com, bei beach tun da eu r t h e ft be w, the com pact o ff e r s the bes sound carrier the compacto, scaning com tecnology us t hi s recording letter code, ddd di git al na bar do ra circulo anal, tape na aml circulo subs du ring, aad, in storing anbda care as eith no further cle by the edges a compact disc always in a st soft dry cloth the disc if you follow he of pure luste nirm warning recording in there is a oe suc homem isa oe licence street london, cd is manu f ac r u red b y poly g ram, in hano over ato da w este ger m any, ecm onze de noventa e sete , circulo do terceiro elevado, quatro dois dois, de oitenta e dois, cinquenta e quatro dea estrela de noventa e dois, o terceiro elevado a esquerda, lc vinte e cinco dezasseis aad, munchen sessenta, gat lei dh man ns t ra be dez

Ru homem da cruz au f der kapa, die von der c d em tec h ni sc h buc h stab en d ab mi s homem da un gato do primeiro dd do quadrado da di gi tal ge rat primeiro da un gata ana do primeira da primeira da ad ode rato di e co m p ac t del cruz we rat d en e w eine reu ni gun ge f at bt un dna serpente ur vaso do ck kapa do gel e gt kapa da en staub, circulo do vaso do stau monteiro, o vaso das cruzes angustia para o j ana n t , jantar, cruz he com p ac ts cruz sc ani ning com, bei bea ch tun, tio, da eu rt homem e ft be w, the com pact o ff e rato serpente the bes serpente circulo da un dc car da ar rie rt he cm p ac to, sc anni ning com tec cn olo gato do delta us cruz hi serpente da rec circulo do rato ding le t te rc ode, ddd di git al na bar do ra circulo anal, tap en a am ml c irc u lo serpente ub s du ring, aad, in s tor ring ingles na bd a care as e it homem no f ur cruz her circulo le segundo delta cruz he e dg espanhola a co mp ac t di sc al w a y sin a st s o ft dr y circulo de lot home da cruz he di sc i f delta do circulo do vaso do f o ll o w he of p ur e luste ni rm w ar ning rec o rato do ding int he re is a oe suc homem isa oe lic en ce s t r ee cruz primeiro on don, cd is manu f ac rato ru red b delta da poly gata do ram, in homem do ano over ato da w este ger m any, e cm onze de no ove en nat es sete , circulo do terceiro elevado, q au t ro do is dois, de oitenta e dois, cin q eu en at e q ut aro dea ester la de noventa e dois, o te rc e iro e lea ado a esquerda, l circulo do vinte e cinco dez ase is aad, mun ch en se serpente da senta, gat lei quadrado do homem man ns cruz ra be dez

Voltarei ao texto da Palavra à volta do minuto nove do onze, as notas em meu caderno de forma sequencial assim seguem,

V ol tar rei ao te x to da Pala av ra à vo l t a do min u to n ove do onze, as n ota s em me u cade r no de forma sec , ca nono, vaso da en cia l as si m se g eu m

P edp pcp, dz dez, dia inter a ra primeiro e li s x di serpente criic, ric, crick, crack, a racha do dia italiano, a do realizador italiano, assim dizia um cartaz por detrás do secretario do pcp

Pe dp, p cp, dz dez, dia i en te r a ra prime rio e li s x di serpente c r ii c, ric, c rick, c rack, a racha do dia italiano, a do real iza dor ital ian ano, as si m di z ia um cartaz por det ra s do secreta rio do p cp

Distri, onda da venda a dinheiro, a equação da desgraça do nono das putas intermediárias, primeiro kilo de caviar sai da mao do pescador de esturjão no cais onde primeiro o vende a um escudo, o segundo diz,

Di s tri da onda da ave da venda a din h eri, a e qua sao da desgraça do nono das putas inter me dia ria s, prime rio kapa da ilo de c avia r sa id da primeira mao do pesca dor de est ru r j ao no cais onda prime rio do circulo da ove da vende a um escudo, o se gun do di zorro,

O papa léguas, com sua bicicleta então diz, eu o levo até cinquenta kilometros e o venderei por dois escudos, que para o fazer muito tenho de pedalar montanha acima montanha abaixo

O pap a l e g ua s, com s ua bic i l eta en ato di ze u o l evo a té cin q u en ta k ilo metros e o v en de rei por do is es cu do s, q ue para o f az e r mui to t en homem da ode peda l ar montanha ac ima montanha ab a ix circulo

Na fronteira da planície ou do quarteirão, o sindicato, dos carros compridos com muitos cavalos, diz alto, daqui em frente não podes pedalar, pega lá um escudo e meio, e volta para trás, e deixa a carga, que esturjão, tem que ser transportado de limousine em bancos de cabedal

Na fr on teri ia da pl ani cie o u do q ua r t e irao, o sin di cato, dos car ros co mp rid os com mui y t os c ava l os, d iza al to, da qui em fr en te n cão p ode es ped ala r, pega l á um es cu do e mei oe vo l t a para t ra se de ix a a carga, q ue est u t j a ot em q ue ser t ra sn porta ado de li mo sin e em ban co s d e cab e d al

No banco comprido de trás as pernas da curta mini saia muito se agitam de impaciência de champanhe, darling, não sei porque fazes negócios, leva-me a dançar e dá me as ovas entre minhas pernas, masi tarde, quando as borbulhinhas correrem nas minhas veias

No do ban coco mp rid o de t ra sas pernas da curta mini cais mui to ze a gita tam da am de ima pc cie en cia de c h am pa gn ne, d ar ling, n cão se ip por q ue f az es ne g o cios , l eva do traço da inglesa me a d na ç ar e d á me as ovas en t re min h as per na s, ma si t arde, q ua ando as bo r b u l h in h as co rr e rem nas min homem as das veias serpente


Tou sim, olhe traga lá o tir até a estrado um dois oito, e com gelo de preferência, para fazer um transbordo, a limousine, se agita no mar de asfalto, a beijos, e hums quando o transbordo do esturjão se faz sobre o negro quente da estrada, o que vale é o gelo, dá cá quatro paus ao papa

To u s imo l he t raga l á o tir a té a est ra do um do is oito, e com gel elo de pre fr en cia, para f az e rum t ra sn bordo, a limo s ine, se a gita no mar de as f al to, a bei jose hums q ua ando o t ra sn bordo do est ur j a o se f az s ob reo negro q u en te da est ra da, o q ue vale é o ge do elo, d á c á q au t ro p au sao pap primeira

O tir grande e masi comprido do que a limousine, com uma só caixa de papel de esturjão, lá ia pela estrada fora, pingado gelo derretido até chegar ao grande armazém das grandes câmaras frigorificas, de cá seis paus, se faz favor ou sem favor

O tir g rande e ma si co mp rid o do q ue a limo sin ine, com uma s ó caixa de pap el de est ur j a o, l á via pe la es t ra da for a, pin gado gelo der r e t id o a té che g ar ao g rande arma ze made ria da sg rand es ca mr as fr i gori fi ca sd e c á se is p au s, se f az f avo ro u se m f avo rato mini jack prata e dois ani es verdes da s orelhas que escutam

Tou sim, quando está vendendo o esturjão aí, sete paus, que há pouco e está caro, ah bom, não, não tenho para lhe vender, queria só saber, esfrega as maos contente o rapaz do armazém que diz, amanhã estará mais caro, o melhor e leva-lo por uma volta ao mundo de aviao para primeiro masi o encarecer

To u si m, q ua ando e stá v en d en do o est ur j a o a í, sete pa us, q ue h á po u co e e stá caro, a h b om, n cão n cão t en ho para l he v en der, q eu ria s ó s abe r, es fr ega as mao s c on t en te o ra p az do arma ze m q ue di z, am na h est a rá mais caro, o mel hor e l eva do traço ingles dez por uma volta ao mundo de avia o para prime iro ma sio enca recer

Minha namorada, bussines is pleasure, pleasure is businnes, queres comigo ir viajar, no aviao a oito mil pés de altitude, meu amado, a que cheiras, parece peixe assim meio apodrecido, ah minha docinha, é só uma caixinha que me acompanha para se refrescar na viagem e ficar masi fresquinho, vem cá minha pombinha

Min h a na mora ada, bus sin es is p lea sure, p lea sure is bus in ne es, q ur es co mig o i r via j ar, no av aio a oito mil p es de al titu de, me ua am dao, a q ue ce h ira s, pa rece peixe as si m mei o ap o dr e c id o, a h min h a doc cinha, é s ó uma cia xinha q ue me ac o mp anha para se r e fr es car na via ge me fi car ma si fr es q eu in h ove em cá min h a p om bin homem da primeira

Depois dos beijos, o homem faz conta, bilhete de aviao da minha namorada, a dividir pelas bolinhas de esturjão, mais o preço a que as comprei e o tempo que perdi a beija-la à volta do mundo a voar, ora, ora, oito paus, cada bolinha

D ep o is dos bei j os, o h oe m f az com n ta, bil he te de avia o da min h a na mora da, a di vi di r pe l as bolinhas de st t u t j a o, maso preço a q ue as co mp rei e o te mp o q ue per di a bei j a do traço da inglesa de l a av o l t ad o mundo a v o ar, o ra, o rato a, o it p au s, c ada bo da linha

O pequeno rapaz, brinca de manha pela rua, não vai a escola, seu pais nem dinheiro trazem para isso , anda todo o dia na rua, com seus brinquedos que ele próprio faz, a partir das caixas e das embalagens, queres ganhar uns cobres, que sim, olha leva lá esta caixa ali ao armazém que existe no fim do outro lado da cidade, o rapaz lá vai andando com a caixa em cima de sua cabeça ao sol quente da cidade, pega lá vinte cêntimos, obrigado, pensa feliz o petiz, posso beber uma soda

O pe q un o ra p az, br inca de manha pe la rua, n cão vaso da aia es c ola, s eu pa is ne m din he iro t ra ze m para iss o , anda todo do circulo do dia na rua, com se us br inc eu do s q ue e le pro p rio f az, ap art tir das caixas e das em bala gn es, q eu r es gan h ar un s co br es, q ue si mol h al eva l á e sta caixa al ia o r ma ze em q ue e xis te no fi m do outro lado da radio cidade, o ra p az l á va i anda dn do com a ca ix a em c ima de s ua cab eça ao sol q u en te da cidade, pega l á vinte c en t imo s, ob rig ado, p en s a fe liz o pet i z, p osso bebe r um a soda

Tou sim, olhe recebi a sua encomenda, vou-lhe pagar nove, virgula vinte cêntimos, e o faço por transferencia bancaria, que somo sabe as comissões são baixas e sempre em conta, ok

To us im, o l he rece cebi a s ua en comenda, v o u do t ra alo do ingles l he pa g ar n ove, vi r gula vinte c en t imo mose o f aço por t ra sn fere n cia ban ca aria, q ue s omo sabe as co miss o es são ba ix as e se mp r e e mc conta, circulo kapa

Ora isto mais comissão, da transferência, nove, e setenta e cinco, amanha ponho na banca da senhora albertina, por dez escudos, um bom preço para o freguês, certamente

O ra is to mais co miss sao, da t ra sn feren cia, n ove, e setenta e c inc o, am manha p on h on a banca da s en hora al be rt ina, por dez escudos, um b om pr e ç o para o fr e g eu s, ce rta tam mane nete

Um pássaro a passar, olhando tudo isto, assim a um seu filho disse, era uma andorinha, prenuncio da nova primavera no mundo, os homens são muito tolos, nem sabem fazer casinhas com pauzinhos e argila, e voam em formas muito estúpidos e loucos, com o que não fazem com sua comidinha, e parece que gostam de pobres e de passar agruras, ah andorinha, pobre sou em quando não te trago a ti ao perto para no ninho te beijar e não vejo os filhotes a voar

Um p ass aro a p as sar, o l h ando tudo is to, as sima um s eu fil h o di s se, e ra uma andor rinha, pr en un cio da n ova prima ave vera no mundo, os h om en s são mui to t olo s, ne m s abe m f az e r ca sin h as com p au z in h os e ar gil as, e vo am em formas mui to est u pido as e lou cos, com o q ue n cão f az em c om s ua co mi din h a, e par ce q ue gi s tam de p ob r es, a h andor rinha, p ob r es o ue em q ua ando n cão te t rago a ti ao per to para no nin h o te bei j ar en cão vejo os fil h ot es a vo ar

Pois parece que nem contas sabem fazer, sabes minha amada andorinha, enquanto andavas nas tuas comprinhas, eu a voar acompanhei uma caixa daquelas ovinhas muito saborosas, durante uma serie de dias aquela caixinha de mao em mao dos animais, passou, no inicio custava um escudo , no final quem a por fim a comprou para comer, pagou dez escudos pela mesma caixa já menos fresca e tudo, pois aquilo fartou-se de andar de um lado para o outro e por muitas maos passou, quase te diria, mais as maos que as ovas

P o is par ce q ue ne m c contas s abe m f az xe r, s abe s min h a am ad a andor rinha, en q ua anto anda ava s na s tua s co mp rinhas, eu a vo ar ac o mp anhe i uma caixa da q eu l as o vinhas mui to s ab o rosas, duran te uma se rie de dias a q eu la ca ix in h a de mao em mao dos ani mais, p ass o un o in nico s us t ava um escudo , no fina al q u ema por fi ma co mp ro u para co mer, p a g o u dez escudos pe la me ms a cc a ix a j á m en os fr es ca e tudo, p o is a q u ilo f art o u do traço da inglesa se d e anda r de um l ado para o outro e por mui t as mao s p ass o u, q eu se te di ria, ma sis as mao s q ue as das ovas

E repara, o que a pescou, ganhou menos de um escudo, o qua a comprou, pagou dez vezes mais, na media assim acontece, em nove vezes mais, ora se regrassem com a inteligência, o caminho do meio, o consumidor pagaria quatro escudos por ela, o pescador receberia mais dois e ainda sobravam no todo, e para o comum algum, que daria para pagar mais um outro trabalho ou comprar masi qualquer coisa, assim o dinheiro se fazia como com os pauzinhos com que nós fazemos os ninhos, pois como sabes, no nosso povo, todos trazem uma cas e nada pagam por ela

E r e para, o q ue a p es co u, gan h o um en os de um escudo, o qua a co mp ro u, pa g o u dez v e ze s mais, na media as si m ao cn tec e, em n ove v e z es mais, o ra se r e grass em com a intel i g en cia, o ca minho do meio, o co ns u mi dor pa gar ia q au t ro escudos por el a, o pesca dor rec e bi ria mais do is e a inda s ob rav am no todo, e para o com um al gum q ue d ari para pa a g r mais um outro t ra b la h o ou co mp ar ma si q ual q eu r co isa, as simo di ne h rio se f az i com os p au z in h os com q ue nós f az emo s os nin h os, p o is com o s ab es, no n osso p ovo todos, t ra ze m uma cas en ad a p a g am por el da primeira

Sonho de 6 para madrugada de sabado, o dedo indicador da mao esquerda dormente, a pistola de nove milímetros que não era de nove, era de onze, ou seja a pistola do nove do onze, pistola de parta do nove de onze

Son h ode 6 para madruga ad a de sabado, o dedo do dido indica dor da mao es q ur rda dor mente, a p is t ola de no ove mi li metros q ue n cão e ra de n ove, e ra de onze, o u seja primeira p is t ola do n ove do onze, ps it da tola, psi, de p art ad o n ove deo n ze

Mafalda mendes de almeida, a catarina grande do audiovisual, ou a teresa guilherme, uma delas , a capa do bancário das orelhas azuis,

A Mafalda do mendes de almeida, a cat a rina g rande do au di o vi s ual, o ua a te r sa guli le homem do hermes, uma del s , a capa do bancário das orelhas az u is,

Um belo grupo musical, aparecia num concerto com entrevistas onde explicavam, quem era, como tinham feito e o que faziam, engraçado, eram os homens azuis ou indigo, a nova frequência da sensibilidade da geração dos mais novos, pois o corpo total, aumenta sua frequência, as partes pequeninas tambem , como sintonizadores e emissores, e frequências são como sabemos ondas e massa, e operações por frequência, muitas tem havido com diversos fins, a rede , tambem é de certa forma em certa medida uma frequência

Um b elo g rupo mu s iva l, a ap re c ia n um c on ce rto com en t revistas onda e x p lica vam, q eu m er a, com o tinha do ham feito e o q ue f az iam, en g r aça ado, e ram os h om ne s az u is o u in di goa do nova fr e q u en cia da s en si bil id ad e da ge raçao do s mais n ovos, p o is o corp o tota l, au men t as ua fr e q u en cia, as p art es pe q eu in ninas ina s t am b em , com o sin ton iza dor es e emi ss or es, e fr q eu n cia s são com o s abe mos ondas e massa, e o pera ç o es por fr e q u en cia, mui t as te m h avi do com di versos fi ns, a rede , tam b em é de ce rta forma em ce rta me dida uma fr w q un cia

Contava um, que um vez tinha pedido a um sábio em mitos para a todo os resumir no suas múltiplas variações, do tema do existir, e que o que recebera como resposta, lhe fazia sentido, segue o que te faz feliz, faz na tua vida o que te torna feliz, um belo e certeiro resumo de todas as pistas que todas as histórias nos ensinam

Conta ava a um, q ue um vaso e ze tinha ped id o a um s ab io em mitos para primeira de todos os do r es u mir no se us muti ip l as v aria ç o es, do t ema do existir, e q ue o q ue rec e br a c om o r es posta, l he f az ia s en t id o, se g ue o q ue te f az fe liz, f az na t ua v id a o q ue te tor na f e liz, um vaso do b elo e cc e rt e iro r es umo de todas as pitas q ue toda sas hi s tp ria s no s en sin am

Ass i m r o mpe ram o prime iro do julgamento, o s eu pro p rio, o q ue uma ave z rec o rda ra nu ma f e sta aqui q ue n cão f u ima s q ue g ua r de io c on vi te, da s du as raparigas q ue a fi z rr am na ap ar e c en ia de s ts, med o do rid di culo, n cão seja rid i culo, e q ue n cão t en do med os de se us ene v tua isa te rc e i rod olhos a titu d es mais o um en os rid i cu l as, se de it aram a se e x per rie m n net ra a el es por rp roi serpente

Assim romperam o primeiro julgamento, o seu próprio, o que uma vez recordara numa festa aqui que não fui , mas que guardei o convite, das duas raparigas que a fizeram na aparência destes, medo do ridículo, não seja ridículo, e que não tendo medos de seus eventuais a terceiros olhos atitudes mais ou menos ridículas, se deitaram a se experimentar a eles próprios

Percussão, ritmos de todas as tribos do uno mundo, do primevo que sempre é actual, pois assim bate o ritmo do coraçao, bum, bum, bum, bum, o que mantém a vida e o viver a tudo o que vive em corpo

Peru s são dos ritmos de todas as t rib os do un o mundo, do prime vo q ue se mp re é ac tua l, poia as si m bate do circulo do ritmo do cora sao, b um, bu m, b un, bu mo q ue man t ema v id a e circulo do viver a tudo o q ue vive em corp circulo

Te ouvira eu senhora amada, provavelmente antes, por uma das noites em vela, que tinham dado um tiro no coraçao de teu marido, e antes de te ouvir assim dizer, meu coraçao na noite o sentira, uma pequena dor , como um pré paragem, um sinal estranho, pois me falava do coraçao, clara imagem sem duvida de seu sentido

Te o u v ira eu s en hora am da, pr iva vele mn te ant es, por uma das no it es em vela, q ue tinha do ham dad o primeiro tiro no cora sao de t eu mar id o, e ant es de te o vaso do vi rat as si em di ze r, me u cora sao na no i te o s en t ira, uma pe q eu en a dor , com o um pr é para rage ge m, um sin al es t ra anho, p o is me f ala ava do cora sao, clara rai mage m s em du v id a d e s eu s en t id o

Trabalham com tubos de pvc, que fazem ângulos, tubos, escoamento e transporte de aguas, turbilhões, nas aguas quando descem pela força da gravidade e o principio de todos os vasos comunicantes como a alma ou a psique do inconsciente colectivo

T ra b do ab do bal da alha do ham da am com dos tubos de p vc, q ue g f am ang u l os, tubos, es coa men to e t ra sn p orte de aguas, t ur bil h o es, nas aguas q ua ando de sc em pe la f orça da g rav id ad ee o p rin cip io de todos os dos vasos com uni can t es com o a al am a o ua psi q ue do inc on sc cie en te cole ct iv circulo

Um tubo dentro de outro, que se desloca, a onda , vibração, a massa se move, e sobe em oitava, ou em pedaços dela, o som se altera como num sintetizador, dois tubos que são quatro se cruzam , o som se torna mais complexo e masi rico em seu fazer, movimentos de input output, como tantos outros à imagem primeva do acto de criação dos corpos pelos corpos

Um tubo, ou primeiro do metro, d en t rode de outro, q ue se del loca, primeira onda , v ib raçao, primeira massa se mo ove, e s ub e em oitava, ou em ped aço s del a, o s om se al te ra com o nu m sin te t iza dor, do is tubos q ue são q au t rose c ruza am , o s om se tor na mais co mp e l x o ema si rico em s eu f az e r, nm o vi em neto serpente de in put o u tp u t, com o tantos a o u t rosa i mage m pro ine eva do ac to de c ria sao dos corp os p elo s corpo das serpentes

Um deles com um micro câmara filmava os tubos por dentro, e me recordei o uso da caneta câmara da rtp que pela ultima vez usara no triunfo dos porcos, que agora remetia para londres, como em sue todo esta imagem remete tambem apara india, ou para as ondas da asia, ao filmar a boca e a laringe e as campainhas de uam cantora de opera em seus ensaios no sótão do s Luiz, uma imagens lindíssimas, onde se viam até os chumbos dos dentes, acompanhados ao piano, pela câmara que deslizava dançando com as maos sobre as teclas

Um del es com um mic ro ca mr a fil m ava os t ub os por d en t ro, e me rec o r de io us o da can eta ca mara da r tp q ue pe la u l t ima ave z usa sara no t rio un f o dos porcos, q ue agora reme tia para l on dr es, com o em s ue todo e sta i mage made ria reme te t am b em ap a ra in dia, ou pac ra as das ondas da a isa, ao fil mar a b oca e a le ring e e as cm ap a in h as de uam can tora de circulo do pera em s ue s en sa is o no s o tao do s lui zorro, uma i mage ns lin di s sima s, on de se vi am a té os c h um bo s d os d en t es, ac o mp ana hd os ao pi ano, pe la ca mara q ue d es liza ava dana ç ado com as das maos s ob rea serpentes tec primeiro as

Duas vozes acompanhavam as percursoes, a bela rapariga, parecia um princesa do tempo das historias dos mitos para criancinhas contadas nas tardes de fim de semana da televisão, salvo erro a princesa xena, ou algo assim, as luzes como néon, que inicialmente pareceram uma paisagem do oeste americano, e que depois evoluíam num ambiente psicadelico de fios luminosos que refractam e reflectem distintas frequências de cor, no final, folhas de papel como de rolos tombavam sobre a assistência, como fios de prata brancos que tudo trazem no universo ligado e as gentes em transe com elas interagiam, como dizia um dos rapazes azuis, sempre distinta a interacção e o resultado, como a psique ou com as grandes mares electrónicas das frequências da rede sobre o uno mundo, como alguém outro relembrava em dia recente, o potencial da rede, e das comunicações, moveis, acrescento eu, só está a desvelar o seu principio, como ondas e tempestades magnéticas que observam as sondas em planetas distantes da mesma galáxia

Du as das vozes ac om p anha ava vam as das per curso es, a b ela ra pa riga, par e cia um princesa do te mp o das hi sor i as dos mitos para c rina linhas conta da s n a st ard es de fi made ria de se mana da tele vi s o a, s lavo e r ro a pi rn c es a x en a, o ual g ao ss ima serpente das luzes com o neo ns, q ue inc ila mente par e ceia am um ap isa ge m do oeste am eric nau , oe q ue d ep o is evo lui oma nu m ab o en te psi dc ad el i code dos fios l u mino s os q ue r e fr ac tam me refe l ct em di s tinta fr e q u en cia s de co r, no fi n al, f o l h as de pa ep l com ode rolo serpente tom b av am s ob rea ss it en cia, com o fi os de p rta ab ra n cos q ue tudo t ra ze m no univer os li gado e as gene ts em t ra nse com e la sin te ra g iam, com o di z ia um dos ra p az es az u is, se mp r e di s tinta a inte raçao e o r es sul t ado, com o a psi q ue ou com a sg rande sm ars el e ct ro oni ca s da s fr e q u en cia s da red es ob re o un do circulo do mundo, com o al g eu m outro rel em brava em dia rec en te, o poe t en cia al da red e, e das com única caçoes das movies moveis, m ove is, ac rec c en to eu, s ó e stá a d es vela aro s eu p rin cip io, com o ondas e te m pesa td es mag ne tica s q ue ob es e r vam as son da s em pl a en t as di s t antas da me s maga al x ia

A sinopse da viagem, dava o preciso mote, um viagem de alguém que luta contra a sua sombra na perspectiva do saber yungiano, mais um eco preciso nos acontecimentos da india, onde provavelmente por indução, hipnose, e elevação de ego, o comando actuara, a imagem dos jogos de video em rede, a sorrir na matança, a dar a clara imagem da alienação da vontade própria, e das proporções correctas, na morte de quem estava ligado a um grupo de sincronicidade, um outro conceito cunhado por yung

A sin pose da via ge m, d ava o pr e c is om o te, um v a i ge made ria de al g eu m q ue luta c on t ra as ua s om br ana per s pe ct iva do s ab e r y un gi ano, mais primeiro e co pr e c is on os ac on tec cie mn to s da india, onda pro da ova le mn te por indu sao, hi o pn nose, e el eva sao de e go, o com ando ac tua ra, a i mage m do s j os de v id e o em rede, a sor r ir na mat ança, a da ra clara rai mage made ria da al i en ac sao da von t ad e por rp ria, e das por rp ro rç o es co rr e ct as, na m orte de q u e m e stav a li gado a um g rup o de sin c r oni cidade, um outro c on ce it o cunhado poe y un gato

Um logo no final do ecrã rodava em velocidade até parar, um antigo símbolo do mundo, as laminas celtas, ou as luas crescentes entrançadas, um símbolo que aparecera aqui reflectido no logo do Buda bar, que me remetia de ,memória para a ultima viagem a londres em dois mil, e daqueles belos carimbos que tanto sempre me prendem a atenção, desde há imensas luas, um símbolo que hoje anda ligado a radiação, desde a nuclear, aos produtos tóxicos, sejam activos financeiros ou não, falara eu do poeta em retorno a sua evocação da historia da ups, e em dia seguido aparecia ela foto de capa inteira no jornal, a muito se sorrir, quebrei a minha própria regra, comprei o jornal, nesse dia, pra ver se alguma linha traria de resposta ao que lhe inquiria, entre muitas outros fios de imagem a abordar em maior detalhe, e na ausência de resposta dele, pelo rápido que li, que mesmo comprando o dito, a paciência continua curta para a leitura de meio dizer, ou tres quartos de dizer de nada, uma bela senhora com um símbolo parecido , quatro luas crescentes entrançadas aparecia, um bela senhora, que escreveu um livro que já aqui entrara, num outro fio desta história numa visao na livraria do dn no rossio e numa manha ali pela calçada do carmo, a historia de duas princesas que disputam um rei

Um ml g on o fina al do e c ra roda ava em velo da cidade a té para rum antigo s im b olo do mundo, as la minas celtas, ou as das luas c r es cent es en t ra ança da s, um s im b olo q ue ap ar e cera aqui refe l c t id o n o l ogo do b h u da bar, q ue me reme tia de ,me mor ia para au vaso do lima vi game primeira l on dr es em do is m ile da q eu l es b elo serpentes dos ca rim b os q ue t anto se mp re me pr en de ema a t en sao, de sd e h á i ms na l ua s, um s im b lo q ue h oje anda li gada a ra dia sao, de sd dean nuc lea r, a os pro du to s to xico s, se j am ac t ivo s fina ce iro s o un cão, fala ra eu do poe eta em r e tor na a s ua evo caçao da hi s tori a da u ps, e em dia se guido ap ar e cia el a f oto de capa in te ira no jo rna al, a m ui to ze sor r i rato, q u e br rei a min h a pro pr ia r e g ra, co mp rei do circulo do jornal, ness e dia, pra ave r se al gum a linha t ra ria de r es po sata ao q ue l he in q u iria, en t rem u it as os u t ro s fi os de i mag ema a bor d ar em maio rato d eta alhe, e na au s en cia de r ep ps os t a dele, p elo ra pido q ue li, q ue me s mo co mp ra ando o dito, a pa i c en i ca conti n ua cu rta para a lei y u t ad e mei o di ze r s, o u t r es q ua r t os de di ze rato dena ada , uma be la s en hora com um s im b olo par e c id o , q ua t ro l ua s c r es c en t es en t ran lada s ap ar e cia, um be la s en hor a, q ue es c r veu europeu do primeiro l iv ro q ue j á au i en t ra r an um outro fio de s ts a hi st tp da pira nu ma visao na li v ra aria do dn no rossi e en uma manha al ip do pe la da calçada do carmo, a hi s tor ia de du as das princesas q ue di s put am primeiro rei

Ao momento da escrita, na euronews, o trichet, em cima do que parecia um muro elevado, ou uma barreira, mostrava com sua maos, a posição da balança, e dizia o segundo circulo de dez, as minha am desenhara a sua escrita, mostrava, o eixo, tombado para esquerda, ou seja a espada erguida, e dois tres em cada um dos lados, ou seja duas tríades, de cada lado, tres pesos, tres circulos ou tres deltas, poris um deles estava figurado na plateia que o escutava entre dois rapazes e uma rapariga, bela loirinha, o do vértice mostrava a garrafa , ou sej as aguas do circulo vermelho, e mudava pagina que aqui esta aberta na rosa do mundo, como sempre a espionagem de muitos sabem, impressionante, como não respeitam o meu espaço próprio, muda a pagina e tenho eclesiastes, cap doze e ao lado a canla da laranja vermelha, que ecoava numa queixa de uma comerciante em londres, que com as laranjas por detrás , dizia que se calhar pela segurança do g 20 teria que fechar a loja, antes os autocarros vermelhos londrinos, e a tampa da viga da compressão, assim a imagem falara, como relacionado o tríade de um dos seios ao alto em oposição ao seio da tríade do outro lado, a canção da laranja vermelha, assim reza, o vinte , o maçónico de dezembro, segundo circulo do li mp primeira vi id ros do ajax, vermelho, branco e azul tres tiros na jane la

Ao m o men to da es c rita, na e ur one ws, o t ric he t, em c ima do q ue par e cia um m ur o el eva ado, ou uma bar rei da ira, mos t rava com s ua mao sa posi sic sao da bala ana aça, e di z ia o se gun do c irc u l o de dez, as min h a am de s en hara a s ua es c rita, mos t rava, o eixo, tom a bdo para es q ue rda, o u seja a espada e r guida, e do is t r es em c ada um dos lado s, o u sj a du as t riade s, de c ada lado, t r es pesos, t r es c irc u lo s o u t r es deltas, por is um del es e ts v a fi gira dn a palateia q ue o es c tua ava en t re do is ra p az es e uma rapariga, bela loi rinha, o do ove rice mos t rav a garra f a , o u sej as das aguas do circulo v em mel h oe mu d ava ap pai gn a q ue e qui e sta ab e rta na rosa do mundo, com o s em pr e a es pei on a ge made ria de mui to ss ab em, i mp r es sio nante, com on cão r es pei tam om eu es paço pro p rio, muda a pa g un a e t en ho e c le si as te s, cap do ze e ao lado a can la da laranja verme l h a, q ue e o ava nu ma q u ix a de uma co mer cia ante em londres, q ue com as lara anja s po de t ra s , di z ia q ue se c la j h ar pe la segur ança dog maçónico da te ria q ue f e c h ar a l o j a, ant es os autocarros v em el rato do homem do os mo made ria d rino sea tampa da vi gada co mp press sao, as sima i mage made ria fala ra, com o r e la cio n ado o t riade de um dos sei os ao al to em o p is sao ao se io da t riade do outro lado, a can sao da lara anja verme l h a, as si mr e za, o vinte , o ma c oni nico de dezembro, se gun do c irc u lo

Depois a guilhotina cortava as notas de cinquenta ou do circulo da estrela, do tridente, do lago do jardim, em marrocos o rally das belas gazelas, ah quem me dera ser um gentil leao do deserto, com o gato do ps, gps, banido e tudo lá ima elas saltando pelas dunas acima e abaixo, todas muito divertidas, e belas de se morrer por cada uma, ao vê-las, uma fazia de trapezista no vértice das dunas, como um equilibrista bebido, rally des belles gazelles au maroc, duzentos e tres, toy da ota das danças nas dunas do minho, tv is u z u do tata al , médicos cento e dez, a i c laranja verde,

D ep o isa g u l hi hit cruz na co r tva as n ota s de c on q u en tao u do circulo da e t r el a, do tridente, dol lago do jardim, em mar roco s o ra ll delta das be l as g az el as, a homem q eu m me de ra ser um g en til lea o do deserto, com do circulo do gato do ps, gps, ba nid o e tudo l á ima el as sala t ando pe l as dunas ac ima e ab a ix o, todas mui to di iv e rt id do as, e belas de se mor r e rp por c ada uma, a ove do traço ingles de la s, uma f az ia de t rape z ista no verti u ce das dunas, com o um e q u li bi st ra be bid o, ra ll y des be ll es g az e l l es au ma roc, me di cos cento e dez, a i c lara anja verde, duzentos e tres, toy da ota das danças nas dunas do am minho, tv is u z u do tata al , médicos cento e dez, a i c laranja verde,




Disseram-me que estás doente, laranja vermelha
Estas doente da garganta e eu estou mal da cabeça
- sobre as lajes em volta da igreja
estavam sentadas tres raparigas
atando os cabelos com fitas verdes
tres túmulos se abriram e deles saíram
tres belos rapazes
Ó coraçao doloroso, consola - te a ti mesmo
Dores iguais a essas já o mundo viu muitas
Coraçao doloroso que nao estás só no mundo

Di ss e ram do ponto da me q ue e stá s d oe en te, lara anja vermelha E sta s do i e bta da g ar gan t a e eu es to um al da cab eca – s ob rea serpente das lajes em vo l t ra da igreja e stav am s en t ad as t r es ra pa rig do gás a t an do os cab elo s c om fitas dos verdes t r es t um mul os se ab r iram e del es sa íram t r es b elo s ra p az es Ó cora sao d olo ros, co n sala do ponto da te a ti me s mo Dor es i g u aia a es sas j á o mundo vi vaso do m u it as Cora sao di l o risos q ue n º ai e stá ss ó no mundo

Tata, fora um sincronismo imediato a seguir a publicação do meu ultimo texto grande, onde falara das bombas nba avenida, na infante santo, e onde depois meus passos me levaram lá de novo a ver a pastelaria tata,

Tata, for a um sin c ron i us mo imediato a se gui ira do ra da pub li caçao do m eu u l t imo texto g rande, onda fala ra das bom bas nba ave en ni d ana infante santo, e onda d ep o is me us p ass os me l eva ram l á d en vo ave ra pat sela da ria tata,


Pois no dia seguinte era anunciado o lançamento do carro indiano, o tata, assim li, tato nano, mil e quatrocentos euros, ou primeiro quadrado do infinito, nano, n ano ifp, instituto das novas profissões, fernado medina, vinte e um, tres, tres, tres, cfe, t n aa t nau, t at ama amo no da cruz fca do vaso do angulo em dois mil e cinco, tsumani, ana do ando don circulo on ana tata, em ana da tata circulo ant aa nt, circulo da primeira for mig, russa, loira primeira, aa na tata primeiro do quadrado do duplo circulo dentro, do circulos dos quatrocentos euro serpente , trezentos, remete para grecia, masi cem, masi cruz , dezembro circulo,

P o is no dia se gui n te e ra na un cia ado o lan ç am en to do ca r ro indiano, o tata, as si ml it ato n ano, mi da ile le q ua t roc en t os euros, ou prime rio qua dr ado do in fi n tio, nano, n ano ifp, o ns titu to d as n ovas pro fi ss o es, fe ra n do medina, vinte e um, t r es, t r es, t r e sc fe, t na at nau, t at ama amo no da cruz fca do vaso do angulo em do is mi le c inc o, ts um ani, ana do ando don circulo on ana tata, em ana da t t ac i ru lo ant aa nt, cir u lo da prime ira for mig, russa, loi ira prime ira, aa na tt ap primeiro do quadrado do duplo circulo dentro, do circulos dos qua t roc en to ss euro serpente , trezentos, reme te para gré cia, ma si cem, ma si cruz , dez em br o circulo,

O que está implicado na minha prisão, penitenciaria, dois conjuntos de vesicas que se cruzam, desenhado mais duas, mandala, procurador, o jorge de miranda, d bau dos carros, do paulo do rangel, ups, gap geracional, maria gloria garcia, vaso ds da pt, p art ti principe maís, oitenta e tres circulo do milhões, da agricultura, a planta do trigo anuncio que o paulo portas mostrava, r ti ema ps ruptura da terceira invertida na toca da direita, metas finais em atraso, empresa vai, abaixo, demolição do tribunal municipal do edifício das finanças, por culpa sua, não foi minha a culpa, art oitavo, domino, da expo, a amara no espaldar, descarted engel, o prof de evora, a escada torcida do helicóptero e do dna, o durao antes, uma cadeira livre nos homens da gnr, o punk, kiko, pénalti, a criança, o carro, o trovador espanhol, pais antonio, rt ingles, leao na vertical, trinta e um, doze, o ze, trinat e um de dez da carlsberg cup, tug, o tuga, o anzol, do bem da gala das sete maravilhas do marfim, o dente do elefante, de sin ci ab segunda serpente espanhola, cruz med adidas , cola, folha de coca, da repsol, as grés, terceiro est me do anzol da cruz

O q ue e stá i mp li cado na min h a p r isa o, p eni t en cia ria, do is c on u jn t os de v e iscas q ue se c ruza am, de sena hd o ma is du as da mandala, por rc ur a dor, o jorge de miranda, d bau dos carros, do paulo do rangel, ups, gap ger ac cio n al, maria gloria g ar cia, vaso ds da pt, p art ti principe maís, o it en a te t r es circulo do mil h o es, da a gic u l tura, a p l anta do t rig o na un cio q ue circulo da opa da primeira do uk do primeiro do portas m is t rava, r ti ema ps ru pt ur a da t rec e ira in verte 3 o da na toca da direita, met as fina si em at r az o, e mp pr sa ava ia ab a ix o, demo li sao do tribunal mu ni cip al do e di fi cio das fina sç as, por cu l p as ua, n cão f o i mina h a cu l p a, art oitavo, do mino, da expo, a am ar ano es pal d ar, d es car ted en gel, o pro f de evora, a esca da tor cida do he li co pt ero e do dna, o durao ant es, uma cade ira l iv reno s h om e ns da gnr, o p un nk, kiko, p en al tia ac rina ança, o carro, o t rova dor es pan hol, pa is ant o ni o, rt ingles, lea on a ve rt i cal, trinta e um, doze, o ze, t rina t e um de dez da car l sb br g cup, tug, o tuga, on az o l, do b em dag ala das sete mara av ilhas do mar fi imo dente do el e fan te, de sin ci ab se gun da ser pente es pan hola, cruz med ad id as , cola, folha de coca, da r ep sol, as grés, t rec e iro est me do an z o l da cruz

Can pedro, angulo papa, da câmara foto, da passadeira vermelha das duas colunas, o padre loiro que pecou desvelou ao papa, o josé eduardo do grupo dos santos, das forças do papa de angola

Can pedro, ang u lo papa, da ca mara f oto, da p ass as de ira ave vermelha da s du as ac o l una s, o padre loi iro q ue pe co u d es velo lou ao papa, o jo da sé e d au r d o, ou urd, do g rup o dos santos, das f orça s d o pap ad e an gola

O movimento do aviao, é mer madeira onze, é imagem do mergulho do golfinho na ponte do oriente, a bola de fogo, butho, angulo de noventa graus, martha guido ni, l ike t hi sand and p um p us h um de quarenta e tres, noventa e dois, noventa e seis x, cesna, tom hag da ler, da cruz sogra de nono motor, sem caixa negra nem gravador de voz, bg serpente seis li s ted ny se march vinte e tres, city group, homem ton, b ank o f ame erica , estrela aa cruz deitada no quadrado , tres estrelas, brancas a un g cruz deitada quadrado, for e c lo sed t he t he as sure d ep por men t , quatro colunas, da direita, ny se, bancos nany, tata, nano, quarenta e tres, pot do ponto cento e cinco, kapa mp mil quatrocentos, e, varte circulo io, mês sor do moto cic lo, angulo nono ca doc la vermelho , foto da zoom, ratan tata dois ângulos opostos com cruz dentro de um circulo, das li a sd s de albertina, ponte, cinco mil exemplares

O mo vie mn to do avia o, é mer made ria onze, é i mage made ria do mer g u l h o do gol fi n h on a ponte do oriente, ab da bola de fogo, b u t h o, ang u lo de n ove en venta g ar us, martha guido ni, l ike t hi sand and p um p us h um de quarenta e tres, no ove en venta e do is, no v en t a e se is x, cesna, tom hag da ler, da cruz sogra de nono motor, se m caixa negra en mg rava dor de vaso do oz da voz, bg serpente seis li s ted ny se march vinte e t rato es, city g ro up, homem ton, b ank o f ame erica , estrela aa cruz deitada no quadrado , tres estrelas, br anca s au un g cruz deitada quadrado, for e c lo sed t he t he as sure d ep por men t , quatro colunas, da direita, ny se, bancos nany, tata, nano, quarenta e tres, pot do ponto cento e c on co, kapa mp mil q ua y rc en t o ze, v arte circulo io, mês sor do moto cic lo, angulo nono ca doc la vermelho , foto da zoom, ratan tata dois ang u l s oo post os com cruz d en t rode um circulo, da s lia sd s de al be rt ina, ponte, c inc om ile x e mp l ar es

Líbano, fatah, morto, via chefe da olp no Líbano, Paquistão, islamabad, uma bomba, outra bo funeral ce rto circulo turco, bashir, Sudão, Eritréia, incendio na serra leoa, ao roubarem gasolina das condutas, parte da carga, granadas de gás, isl terceiro, porto, arbitro, zon tele cinco, augusto do cury, o psi, do curry, o anzol para a direita voltado da princesa do anzol, da universidade, de coimbra, o p ama serpente circulo , e home do x concelho do modelo sical, astecas viking, e onze ary, ur delta raízes, a pistola , da disciplina, serenidade e sabedoria, tivessem deixado de ser grandes valores, da roda do choro da Lusitânia, a voz humana do eça e a carica da rusa da ursa, do rape dos calados, o caralho das caldas, o do cds, da elevação da maça branca e prata , a modelo br anoréxica

L ib ano, f at a h, mor to, via c h efe da ol p no l i ban ano, paqui s tao, isla lam ma bad, primeira bomba, o u t r ab o f une ra al ce rto circulo t ur rc do co, ba s hi r, s u dao a, i rit rei a, inc en di on a serra da leoa, a urubu a rem gás o l ina da ds condo t as, p arte da carga, granada s de gás, i sl t rec e r iro, porto, a r b bit to, zon tele cn co do augusto do cury, o ps id o cu rr y, o an z i l para a direita vo l t ado da p rin c es a do anzol, da univer sida dade, de co im br a, o p ama ser pente do circulo , e h om e do x co n z xe l h o do mode elo sic al, as teca vi king, e on ze ar y, ur delta rai z es, a pi st l o ad a di sc ip lina, ser eni dade e sabe dor ia, t iv ess em de ix ado de ser g rand es v alo r es, da roda do c h o ro da lu si t ani a, a vo z humana do eça e a ca rica da r usa, do ra pe l dos c ala do s, o car l h o das caldas, o do cds, da el ava sao da maça branca e p rata , am mode elo br ano rex i ca

Notas sobre o video vinte e um a, pa g uma q au renta das e catedral de l is boa, a vaso id primeira é mui to cu rio sa, losango inclinado da primiere, estreia, prime eira, a mascara do diabo vermelho , a imagem do seis seis seis, da coluna direita, visto a imagem ser espelho, passagem invertida na se, carretos , tras os montes, arrieiros e incêndios no geres, o losango da capa da primiere, cruza na frente o losango vermelho da capa das gravuras do dn, fazendo suas linhas a cruz, e os dois rolos como um infinito, que ao tombar levanta a faca vermelha, que aponta ano símbolo a castelo, mais ou menos pelos Martins moniz, dez , ns, tela são do circulo do cartaz, noite ardente, fanny, ardente, verso, cervantes invertido em dois mil e um, cuja pena invertida, faz lembra a faca da médée e a palma do nino

No t as s ob reo v id é circulo do vinte e um a, pa g uma q au renta das e cat e dr al de l is boa, ava vaso id primeira é mui to cu rio sa, lo sa go inc l ina ado da p rimi e r e, est rei ap rime eira, a m as cara do dia ab bo verme mel hi , a ima ge made ria do seis seis seis, da co l un a di rei t a, vi s to a i mage ms ser es pe l h o, p ass a ge m in v e tid ana se, carretos , t ra s os mon t es, ari e i rose inc en di os no geres, o l o s a b g o da capa da p rimi e rec ruza na fr en te o lo san g ove vermelho da cap ad as das gravuras do dn, fazendo s ua s linhas da primeira cruz, e os do is rolo s com o um in fi n to, q ue ao tom bar l eva van t a a f aca vermelha, q ue ap da ponta ano s im b olo a castelo, mais o um en os p elo s mat i ns moniz, dez , ns, tela são do circulo do cartaz, no u te ard dente, f na ny, ard en te, verso, ser van t es in verte id o em do is mi le um, cu j a pena in verte id a, f az lem br ra a f aca da mé d é ee a palma don ino

Relaçao do diabo, com a carta da teresa, da sopa, relacionado cl cp guine, edu ca os car gre mic, não havia, la w a carros a duzentos a hora, nem aviões, o raio que o parta, o aviao, américa, e outro japao, o aviao do japao é imagem do paul, o anjo, arvore, cc o p, espalhava, puxava, curiosidade, aguçado, escravos, o bloco de esquerda, miguel portas, louça abade, passos do baile no s luiz, sombra sobre a frente do fresco, fonte dos quatro caminhos, vingança do chines do portas do miguel menina da patrocínio, de chelas em passant , filhos eternos, entrepeneurs, pinta e pica, tornarem-se pais, roupa, alimento musica, hospícios onde se recolhiam as crianças abandonadas, couves da cochinchina, congresso, construir um veleiro, com minha namorada, latina europa, filhos, goe, operação especial, a manga do observatório da comunicação social, as bombas nucleares e os torpedos, toupeiras e os dos tiros, equipamento xpto, do mundo , loucos, relação com o pss brasileiro ,

Relaçao do diabo, com da primeira carta da teresa, porque durmo no diva, da se pr en te da opa, relacionado c l cp gui do ine, edu ca os car gre mic, n cão homem avia, la w a car rosa d u z en to sa hor ane m avio es, o rai o q ue o p art a, o avia o, am erica, e outro j ap do pao, o avia o do j ap ao é i mage made ria do p au l, o anjo, arvore, cc o p, es p lara ava, p ux ava, x ur rio sida dade, a g u ç ado, es c r evo s, o b l oco de esquerda, mig eu l portas, lou ça ab ad e, p ass os do ba ile no s lui zorro da s om br a s ob rea fr en te do fr es co, fonte dos q au t ro ca minho s, v ina g aça do c h ines do portas do mig eu l me nina da pat roci ni io de chelas em pas san t , f il h os e t remo s, en t r ep ene ur s, pi n t a e pica, tor na rem da inglesa se pais, ro up a, al i men to mu sica, h os pi cio s on da onda se rec o l h imas as c rin ç as ab ban dona ad as, co uve s da c on ch inc h ina, c on grés s o, c on s t rui rum v ele lei iro, com min h ana mora da, la t ina eu rop a, fi l h os, goe, o pera raçao es pe cia l, a manga do ob serva tor rio da com uni caçao soci al, as das bombas nuc lea r es e os t rop e id os, to up e iras e os dos tiros, e qui pam en to x pt o, do mundo , lou cos da relação com o ps s brasileiro ,

Masi uma vez aqui se desvela a relaçao da teresa com o diabo, e a preparação cuidado, pala, planeada e muito antecipada, no psico drama combinado para depois fazer crer, as vitimas que eu tinha sido o mal da fita como de costume, e da relaçao com o circulo da cristina coutinho

Ma si uma ave z a qui se d es vela da primeira da relaçao da teresa com do circulo do diabo, e a pr ep par a raçao cu id ad e, pala, p la en ad a e mui to ante cip ad ano ps psi psico dr am a c om b ina do para de pp o is f az e rr e ra s vi t ima s q ue eu tinha s id o om oma al da fita com ode cos t um me, e da relaçao com do circulo da cristina coutinho

Notas sobre o video vinte em que te canto amada, com a paixão de O Cristo como fundo sonoro

Not as s ob reo v id é o vinte em q ue te can to am ad a, com a paixão deo do o Cristo com o fi un do son n o ro

Cucu, fazem os mochos, símbolos da sabedoria, chaves e fidel, you tube, botero, compressão horizontal, que afinal é expansão, ou sej metro , explosão, induções, nao te esqueças de mim, controlo rem, ressonâncias electromagnéticas, indução, medias e televisão, ciências cognitivas, códigos de cor, indutora subliminar, as telenovelas, dicotomias pb, assentam sempre em cordas comuns, eólicas, da alma, métodos de imagem e som e de cios, picos, éter, imagem da comunicação em espirito, no alma, tinha aberto a rosa do mundo, o primeiro do circulo do botero, do pem, do escultor, jose maria, big brother, episódio da ponte, augusto strand, o jogo, vinte e quatro horas, arquitectura mo can br ia da ferreira, o ce caso , loira do cabeleireiro, desenho entre a o ceu e a terra, dita parece, o seio transparente, o eco da dor, da cruz uma seio, próstata, di visa me na raia, al cinza, frança, ed mundo, da visao de abrao, urkadin, smesh, adorou, adornou, o outro nome do blog dos azimutes, troca a palavra em sua inconsciência, robert frost, a estrada que não foi seguida, argentina, fios de prata, ak gia demorada, sonho da amêndoa em jaqueline, kennedy, cavalos marinhos, republica chuva serpente, n es ual, atras dos panos, cidade tetaro, morte em veneza, em março, da comporta, mata mariza, torah, orvalho alba tolentino, o filho de lesbia, do kenneth da austrália, ab reacção, magneto, sec terceira s paulo, místico, levo a mao a clavícula, , norte de africa, muçulmano, lance, quebra a clavícula, rede, corpo fígado coraçao, cabeça, veias, sem fim, parece um sem fim de guerras urbanas, ambar, mosca, a beleza embalsamada, bronze, mais forte que o papel, lemúria, musica, desejo de uma caveira por um oso, e um desenho nas calças que figura um sol sobre um pássaro asa, com bico comprido como um tucano, e quatro dedos ou sex to do seis , seis, seis,

Cucu, f az emo s mochos, s im b olo sd a ab bdo ria, c h ave se fi del, y o u t ub em b ot te ero, co mp press sao h ori zon t al, q ue afina e e x pan sao, o vaso do sej mne net ro , e x p l o sao, indu ç o es, não s te es q eu ç as de mim, c on t rolo rem, r es son anc cias el e t roma gn e tica s, indu sao, medias e tele visao, cie en cia s co gn it iva s, códigos de c o rin indu tor ia s ub li mina ar, as tel en vo lea s, cic tom mias pb, as s en t am se mp re em co rda s com mu ns, e o licas, da alma, met o ds de i mage me s om e de cio s, picos, e t rei mage madeira da com uni cc sao em es pi rito, no alma, tin h ab e r to a rosa do mundo, o prime iro do c irc u l o do b ot ero, do pem, do es cu l tor, jose maria, bi g b r ot her, e p is do dio da ponte, a h g us to st rand, o j ogo, vinte e q ua t ro hor as, arqui tec tura mo can br ia da fe rr rie ra, o ce caso, loi ira do cab e lei rei iro, de s en ho en t rea o c eu e a terra, di ra dita pa rece, o se io t ra sn parente, o e co da dor, da cruz uma se io, pro s tata, di visa me na raia, al c in z a, fr ança, e d mundo, da visao de abrao, ur k ad din, sm es h, ad o ru, ad o rn no u, oo u t ro no me do blog dos az i mu t es, t roca a pala av ra em s ua inc on si en cia, ro be r t fr o st, a es t r ada q ue n cão f o is e guida, argente ina, fi os de p rata, a k g ia demo r ada, son h o da am en do a em jaqueline, k en ne d y, c av l os marin hi s, republica chu, co uve uva ser pente, ne s ual, a t ra s dos panos, cidade t eta aro, mo orte em v ene za, em março, da com porta, mata mar uza, tora homem, or v alho al ba t ol en tino, o f u l ho de l es bia, do k en net hd a au as t ra l ia, ab rea sao, mag neto, se x t rec e ira s p au lo, ms i tico, l evo am mao a c la vic u la, , noret de africa, mu c la lam ano, lance, q eu br a ac la v u cu la, rede, corp o fi gado co raçao, cab eça, veias, se m fi m, pa rece um se m fi m de guerras urbana s, am bar, mosca, ave le za em bal sam ada, br on ze, maia fi rte q ue o pa ep l, lem úr ia, mu sc ia, desejo de uma c ave ira por um oso, e um de s en h on as calças q ue figu ra um sol s ob re um p ass aro as sa, com do bico co mp rid o com o um toc u ano, e quatro de s os o u sex to do seis , seis, seis,

A clavícula, teve ontem pela tarde um desenvolvimento que será relatado no final deste capitulo, que se prende com a imagem da chave das ultima desgraça, da casquinhas de noz, não tanto casquinha que naufragara outra vez no mar com gentes que procuram uma vida melhor aqui nas terras da europa

Ac la v u cu la, teve on te made ria pe la t arde um de s en vo l vi men to q ue se rá r e la t ado no fina al de este c apit u lo, q ue se pr ren de com a i mage m da c h ave das u l t ima d es sg raça, da c as quin h as de noz, n cão t anto cas quin h a que nau fraga ra o u t ra ave z no mar com g en t es q ue pro c ur am uma v id am el hor aqui nas te r ras da eu r op a

Depois seguem em meu caderno as notas , relativas a imagem da queda do aviao ultimo japao do fed invertido, já publicadas

D ep o is e g eu me m me u cade r no as n ota s , r e la t iva sa i mage made ria da q u da do avia o u l t imo j pao do fe d in ver id o, j á pub li c ada serpentes

Mas que torno a escrever, pois um dos elementos que na sequência desta imagem aparece, apareceu depois numa outra imagem da vista dos reis da Jordânia a portugal,

Masque do torno a es c reve rp o is um dos el em n to s q ue na sec ca non, eu en cia de sta i mage made ria ap a rece, ap ar e c eu d ep o is nu mao vaso da cruz da rai mage made ria da vi sta dos r es id a Jo r dani a ap orto do gal,

Asa vermelha do circulo do tubarão, tres circulo em lua em quarto crescente para baixo voltada, ou seja invertida, que corresponde a boca do tubarão, ou seja provavelmente por ele mordida, angulo superior da direita alta para baixo no centro do x, x do zorro, com a explicação já dada das linhas que se desvelavam com a cauda e o símbolo da cauda do outra aviao parado na pista em perpendicular, este angulo que agora falo, que aponta o ponto onde os quatro se cruzaram e faz o quinto ponto, ou seja o do choque que faz o x, é tambem equivalente as direcções que a senhora mostrava com sua mao no outro aviao que ao mesmo tempo caia na América, ou seja masi um elemento da ligação entre os dois eventos, assim o meu desenho ao desenhar o x , o desvela e em parte mais o confirma

Asa verme l h da primeira do ado vermelho do circulo do t ub arao, t r es circulo em lua em quarto c r es c en te para ba ix o vo l t ada, o u seja invertida, q ue co rr ep onda primeira boca do t u barão, o u seja por v ave l mente por ele mordida, ang u lo s up e rio r da di rei t a al tsa para ba ix on o c en t rod o x, x do zorro, com a e x p l cia sao j á dada das lina h s q ue se d es vela ava vam com ac auda e o s im b olo da c auda do outra avio a parada na pi sta em per rp en di cu l ar, este ang u lo q ue agora flo, q ue pao n ta o ponto onda os quatro se c ruza ram e f az o quin to ponto , o u seja o do choque q ue f az o x, é ta m b em eu q iva lente as di re ç o es q ue a s en hora mos t rav com s ua mao no outro avia o q ue ao me s mo te mp o c aia na am erica, o u seja ma si um le lem en to da liga sao en t rato web do os do is eve en to sas s imo me do vaso de es serpente da en hora circulo do homem da primeira da ode espanhol ll ns homem da ar do circulo do ox do circulo do x , ode espanhola vela e em p arte mais circulo doc on fi rato ma

Uni son traço ingles irlanda, um jovem de dezassete , pal e co cic circulo do lio stephan sessenta e cinco de oitenta e cinco, pim co, ou pi mc circulo, morgan chase invertido, es as home do circulo , circulo, cm ip nag rom, nag rato do om, nag rime as s ac delta, h um circulo da visao rato me templo do trek, o orelhas extra terrestre, lua para cima em quarto crescente com sol em seu seio, o sol da espiga do giro, , o sessenta e cinco, são dois símbolos andrew capela furacão, cento e um, que são duas colunas, de cada lado de uma vesica prisma em seu cento, é este símbolo que está figurado numa das fotos da visita da Rainha reina e do Rei, num tapete como o que estava na loja do senhor da infante santo, remetendo para o irao, onde as duas colunas são simbolizadas pela maria cavaco silva e pela rainha Reina

Uni son traço ingles irlanda, um jovem de dez a sete , pal e co cic circulo do lio st e ph anse s s en t a e c inc ode oitenta e cinco, pim co, ou pi mc circulo, m ot gan chase em invertido, es as home do circulo , c irc uk oo cm ip nag rom, nag rato do om, nag rime as s ac delta, h um circulo da visao rato me templo do trek, lua para c ima em quarto c r es c en t o c om sol em se use io, o sol da es pi gado do g iro, , o sessenta e c on co, são dois s im b olo s and r e w da capela f ur tacao, c en to e um, que são du as co l una s, de c ada lado de uma ave sic a prisma em s eu c en to, é este s im b olo q ue e stá figu ra do nu ma das f oto s da v isi t ad ar rai n h ar e ina e do rei, num tap r e te c omo o q ue e stav ana loja do s en hor a da in fan te s ant o, rem en t en do para o irao, onda as du as co l un as são s im bo l iza da s pe l maria c ava o silva e p e la rai em home da ar e ina

Uma outra foto de visita de estado no mesmo local, trás desta vez maria cavaco silva na coluna da direita vista de frente, e a senhora ana paula santos, na da esquerda,

Uma outra do foro de v isi ta de st ado no me s mo l oca l, t ra s d e sta ave z maria c ava vao silva na co l un a da di rei t a vi sta de fr en te, e a s en hora ana paula santos, na da es q ue rda,

Os homens estão sempre no centro do prisma, com uma estatua de uma figura feminina no cornicho por detrás, e no eixo das senhoras dois baixos relevos são visíveis, o da direita , trás o símbolo da esfera armilar, como cálice do templo, a roda da vida figurada em leme das caravelas, o remo, a lanterna, o machado, o livro das rotas, e uma lança onde se ve um símbolo das tenazes, como a da sida, de hoje,

Os h om en s es tao se mp reno c en to do prisma, com uma es tat ua de uma figu ra fe me nina na co rn nicha poe det ra se seno e ix o das s en hor as do is ba ix os r el evo s são v isi v e is, o da direita , t ra s o s im b olo da es fera ar mila ar, com o ca l ice do te mp olo, a roda da v id a figu ra em ml e me das cara vela s, o remo, a lan te r na, o machado, o l iv ro das r ota se primeira da lança onda se eve um s im b olo das tenazes, com o a da s id ad e homem kapa me made ria do oje,

Por detrás da bela rainha reina, se ve o escudo com um símbolo do leao ou do sol, o elmo com viseira e a couraça,

Poe det ra s da bela rain h ar e ina, se eve o es cu do com um si m b olo dol lea oo u do sol, do circulo do elmo com da vaso da ise ira e a c o ur a circulo de cortez primeira,

Numa outra foto o Rei Abdullah II, ao entrar com cavaco numa sala, figura com suas duas maos dois bicos, a da mao esquerda masi um anzol bico, por assim escrever, a da direita aponta o chao de madeira, onde nos desenhos se parece ler es e en, ou seja Espanha e Inglaterra, a raina Reina, mostra com seu sapato, a figura do sapato porta moedas que se via caido no chao do bando de trás do carro onde Bhutto foi morta, os tons da madeira são dois em castanho, e o tapete onde vai entrara, grena, ou assim aprece, como quem diz cumulativamente com as duas foros em cima, que o bico da Bhutto, é o primeiro, sendo o primeiro o horácio roque, o segundo o santana lopes

Nu mao u t ra do foro do circulo do rei do ab du ll primeira do homem dao templo, o segundo, primeira do circulo o en t rato da ar com do c ava aco numa da sala, rr, figu ra com s ua s du as mao sd o is da cas dos bicos, ad dama mao da esquerda ma si um an z i primeiro bico, por as si m es c r eve ra da di rata eta ap da ponta doc circulo do cha , india circulo, de made ira, onda no ss os dos d es en h os se pa rece ler es e en, o vaso do seja es p ana homem da primeira e inglesa la terra, a rina T a e in a, mos t rac ac om s eu sapa pato, a figu ra do sa pat porta moe da s q ue se via ca id on o cha do circulo do bando det ra s do carro onda Bhutto f o i mo rta, os to ns da made ira são do is em castanho, e o tap pete onda eva i en t r ar a, g rena, ou as si m ap rece, com o q u 3 em di zorro co mula t iva que mente com as du as foros em c ima, q ue circulo do bico da Bhutto, é o prime iro, s en do o prime iro o hor ra do lio do roque, o se gun do o s ant ana primeiro do circulo de dez da o ps, o que penetra a festa consagrada exclusivamente a deusa e suas aias, nos antigos rituais romanos, as filhas de lésbia, del primeiro do acento cn espanhol dia, a aguia da bia

Na assembleia da republica duas fotos, parecem dar a restante id, um senhor que vem entregar o prémio a Reina, e que pelas posição das maso masi parece levantar o dito, e a outra onde cavaco, figura com a mao o anzol, que apanha a senhora negra figurada na estatua o verso de uma outra em branco, semelhante posição na recepção dos tapetes, orientais, do irao, ou da infante santo, e o Rei, mostra o dedo indicador, tapando os outros dois, ou seja da dupla penetração, o homem em frente que trás a estatura, e masi aprece a ter levado, deverá ser então o do circulo dop ps dao,

Na ase em be l ia da republica dias dot os, par cem da ra r es t ante id, um s en hor q ue vaso eve em en t r e garo pr emi s o ar e ina, e q ue pe l as p os a o es da s maso ma si pa rece l eva van t ra o dito, e a o u t ra onda c ava vao, figu ra com a mao o na zo l, q ue ap anha a s en h ro ane g ra figu ra ada dana es at t au ta ove do verso de uma outra em branco, semem l h ante ps o siç sao na rec ep sao dos tap e t es, o rei en tasi, do irao, o u da in fan te s ant oe o rei, mos t ra o dedo in dc a dor, ra pan do os o u t ros do is, o u seja da d up la p ene t raçao, o h om em e m fr en te q ue t ra sa es t at tura, e ma si ap rece a te r lea vaso do, d eve rá ser en tao o doc irc u l o dop ps dao,


Não saberá ainda querida senhora Rainha de meu coraçao porque ainda não lhe tinha dito, mas na noite em que me apercebi do sincronismo entre a escola que visitava e o livro que aparecia na asa da onda da chaise longue, na noite em que acordei, com a imperiosa vontade de dizer o que disse sobre a matança das crianças na Alemanha, abri depois o torga e estranhos prenúncios me apareceram nas letras, tao estranhos que me ia arrepiando por dento, nas como era vela e noite, seria portanto o seu reverso, que se manifestaria de certa forma, se se manifestasse, no dia solar, assim é nas vezes os estranhos omens que se entranham na noite , e entranham o frio denso no coração antes da alba de novo se levantar, quando o coraçao viaja nas estrelas e no silencio da noite estrelada

N cão s abe ra a inda q eu rid as s en hor ar rai n hade me u cora sao por q ue a inda n cão l he tinha dito, mas na no it e em q ue me ap per cebi do sin c ron is mo en t rea es c o la q ue v isi t ava e o l iv roque ap rec ceia na asa da onda da c h a ise longue, na no it e em q ue ac o r de i, c oma i mp e rio s von t ad de di z ero q ue di s se s ob rea mata ança das c rina sç as na Al e mna h a, ab rid ep o is o torga e es t ra anhos pr en un cio s me ap ar e ce ram na s letras, tao es t ra anhos q ue me ia ar r ep pei ina ado por d en t o, nas c omo e ra vela e n o i te, se ria porta anto o s eu r eve erro cabo s, q ue se m ani f es tar ia dec certa forma, se s e ma man fist ass en o dia solar, as si mé na s v e ze s os es t ra anhos om ne s q ue se en t ra na ham na no it e , e en h ra na ham o fi ro d en son o cao raçao ant es da al aba de n ovo se l eva van tar, q ua ando o cora sao via j ana s e ts ra l s en o silencio da no it e es t r e lada

Já nem sei ao certo quais foram as sortes dessa madrugada, mas lhe deixo aqui uma pequena lembrança do amor em que a trago, na escolha dos dedos que no livro agora de novo ao lhe escrever , passeiam

J ane m seia o ce r to quais foram as s orte s d ess a am dr u gada, mas le h de ix o a qui uma pe q un a l em br ança do amo rem q ue a t rago, na es co l h ad os dedos q ue no l iv ro agora de n ovo ao l he es c r eve r , p as seia am

Á beleza

Não tens corpo , nem pátria, nem família
Nem te curvas ao jugo dos tiranos
Não tens preço na terra dos humanos
Nem o tempo te rói
És a essência dos anos
O que vem e o que foi

És a carne dos deuses
O risso das pedras
E a candura do instinto
És aquele alimento
De quem, farto de pao, anda faminto

És a graça da vida em toda a parte
Ou em arte
Ou em simples verdade
Ou a moça no espelho
Que depois de te ver se persuade

És um verso perfeito
Que traz consigo a força do que diz
És o jeito
Que tem, antes de mestre , o aprendiz,

És a beleza, enfim. És meu nome
Um milagre, uma luz , uma harmonia
Uma linha sem traço...
Mas sem corpo, sem pátria nem família
Tudo repousa em paz no teu regaço

Á be le za n cão te ns cop ro , ne m pat ria, ne m f ami l ian em te c ur vaso do as ao ju g o dos t iran os sn mui ti cão te ns pr e ç on a terra dos h u ima no sn emo te mp o te rói es a ess en cia dos ano soc ue eve meo q ue f o i es a car ne dos de use s o r iss o das ped r ad e a can d ur a do in s tinto es a q eu le al i men to de q eu m, f art ode pao, anda f am in to es a g r aça da v id a em toda a per te I u ema arte rte o u em simples verde ad e o ua mi ç ano es pe l ho q ue d ep o is de teve eve r se p es ua de É s um verso per rf e i to Q ue t ra z c on sig o a f orça do q ue di z es o je it o q ue te m, ant e dede mestre , o ap ren di z ws a be l e z, en fi m. É s me u no me um lila gre, uma luz , uma h ar moni au ma l in h a s e m t r aço tres viol ino s se m corp o, se m pat ria ne m f ami l ia t u do r ep o usa em p az no t eu r ega são


A baco

Vou-te cantando , baco!
Não pela colheita de hoje, que é pequena
Mas pela de amanha , muito maior
Vou-te pondo nos cornos estas flores
Que não querem ser líricas nem puras
Mas humanas, sinceras e maduras

Vou-te cantando, e vou cantando o sol
A terra, a agua, o lume e o suor
Vou erguendo o meu hino
Como levanta a enxada o cavador

Abaco, V o u do traço da inglesa te can t n do , b aco! N cão pe la co l he i rta dd e h oje, q ue é pe q u en am as pe la de am anha , mui to maio r c v o u do traço da inglesa te pondo no s cornos e sta s flor es q ue n cão q eu re ser li ric as ne mp ur as mas h um na s, s en ce ra ase se mad ur as

Lá nesse Olimpo em geios
Único Olimpo etéreo em que acredito
Ao me prosterno , rendo e te repito
Que és eterno
Mais do que Deus e masi di que o seu mito

La ane ness e O li mp o em ge io sun nico e co o li mp o e té reo q em q ue ac red di to
ao me pro s terno , ren do e te r e pit o q ue é s e terno masi do q ue de use ma si di q ue o s eu mito

beijo-te os pés- os cascos de reixelo
olho-te os olhos de pupila ou fenda
e sabendo que és fauno, ou sátiro ou demónio
sei que nao és mentira nem és lenda

bei j o do traço da inglesa te os pé s traço ingles do os cascos de rei x e l o o l h o do traço da inglesa te os olhos de p up ila o u fenda e s ab en do q ue és f au no, ou sá t iro o u demo ni o s es si q ue nau s es men t ira ne m és l en d a

Dionisos do Douro
pelos no púbis como um homem
calos nas maos ossudas
e bêbado de mosto e de alegria
À lua da negra noite e do claro dia

Di on ni is o dd o Douro p elo s n o p u b is com o um h om em c alo s n as mao s os suda se nena en a d o demo st oe de al e g ria a lu az da n e g ra no it e e doc primeiro aro dia

Cachos de alvarelhao de cada lado
Da marca universal da natureza
Ela, roxa e retesa
Como expressão da vida
A beleza
Sempre no seu lugar, erguida

C ac h os de l ava r e l h a ode dec ad a l ado da marca univer s aç l da nat ur e z a el a roxa e r e tesa com o e x press sao da v id a ab el e za se mp reno s eu lu g ra, e rato guida

E folhas de formosa pelos ombros
Pelos rins , pelos braços
Por onde a seiva rasga o seu caminho
E a cabeça coberta
De cheiro a sémen e a rosmaninho

E f o l h as de f omo sa p elo s om br os p elo s rins , p elo s br aços por onda a se iva ra sg a o s eu ca minho e a cab eça co be rta de che iro a sé men e a ros man nin h o

Majestade

Passa um rei- é o Poeta
Não pela força de mandar
Mas pela graça magica e secreta
De imaginar

O ceptro , a pena- a lançadeira cega
Di seu tear de versos
O manto, a pele- arminho onde se pega
A lama dos caminhos mais diversos

Um grande soberano
No seu triste destino
De ser um monstro humano
Por direito divino


Maj est ad e p ass a um rei do traço ingles é o poeta, n cão pe la for la de man d ar mas pe la g r aça magica e se creta de imaginar O ce pr to , a pena do traço ingles a lan la der ia cega di s eu te ar de versos o ma n ti, a p pele do traço ingles da arminho onda se pega primeira lama dos ca minho s mais di dos versos primeiro g r a bd e s ob e r ani no s eu t r iste d es ti ni de ser um mon st ro h um ano por di rei to di vino

Da realidade

Que renda fez a tarde no jardim
Que há cedros que parecem de enxoval?
Como é difícil ver o natural
Quando a hora não quer
Ah! Não digas que não ao que os teus olhos
Colham nos dias de irrealidade
Tudo então é verdade
Toda a rama parece
Um tecido que tece
A eternidade

Da real id ad e q ue ren da fez a at r de no jardim q ue há ce dr os q ue pa rece m de en xo v al da foice com o é di fi ci l vaso do ero nat ural q ua ando primeira hor a não q eu ra h e x c la maçao, n cão di gás q ue en cão ao q ue os te us ol h os co l ham no serpente do dias de i r rea li dade tudo, en tao é verde ad e toda ar ama pa rece primeiro tec id o q ue tec e a e t rat eni dad e

Sabe doce senhora de meu coraçao, naquela tarde em que vos falei, uma vela latina ou árabe, depende de quem a chama, que a vela e una com o vento seu amado e o mar, e a inteligência dos povos que encontram a forma de contra ele com ele navegar, na escola de madeira dos meninos no jardim da estrela, me fez na altura mudar a direcção de meus passos, desde há dois dias , talvez, o paquete ali está no cais, o atlantic star, hoje desci a vê-lo ao perto, quanto as grades dos homens o deixam, pareceu-me ver trazer pavilhão de Malta, tem uma vela em sua ré assim disposta e sua chaminé, e como leda vermelha com pescoço e face negra de cisne, a torre a frente, inclinada ressoava estranhamente no tacao que ao contrario em seu angulo se desenhara na imagem do barco onde agora morreram muitos ao atravessar o mar

S abe do ce s en hor de m eu cora sao, na q eu la t arde em q ue v os f al lei, primeira vela latina ou ar abe, de pen dede q u ema chama, q eu a ave la e una com o ve en to s eu amado e circulo do mar, e a intel i g en cia dos p ovo s q ue en c on t r ram primeira forma de c on t ra el e c om e le lena navega r, na es c ola de madeira dos me nino s no jardim da estrela, me fez na al tura mu dar a di reç sao de me us p ass os, d es de h á do is dias , t alvez, o paquete al i e stá no do cais, o at lan tic da star, h oje de sc ia ave do y traço ingles lo ao per to, q ua anto a sg ra sd e dos h om e n s o de ix am, ap rc eu do traço da inglesa gel me eve r t ra ze r p avi l h a ode c r eta, te m primeiro ave la em s ua rea ss im di s post a es ua c h am ine, e com o leda verme le h ac om p es cç o e face negra de c is ne, primeira torre a fr en te, inc l ina ada r ess ova es t ra n ham que mente no tacao q ue ao c on tar is o em s ue ang u lo se de s en hara na i mage made ria q do barco onda a gor am mor r e ram mui to sao at rav es aro do circulo do mar

Por um instante o pássaro cantando me chamou, ou melhor me chamaste tu feita ele, fui a janela, e olhei a torre que ressoa, no prédio austríaco, na chaminé um fio desenho um duplo vaso, um avio ao fundo alto no ceu ao passar, fez acender como que um estrela a sua frente, parecia mais uma explosão, como se um missel o tivesse falhado por pouco, a vela amarela e branca estava dobrada um outra em pano mais fino me mostrava, o skip, a serpente kapa do ip

Por um i ns t ante o p ass aro can t n do mec h amo u, o u mel hor me c h am as te tu f e i ta el e, f u ia jane la, e o l he ia primeira torre q ue r esso ano pr e di o au s t ria aco, na c h am ine primeiro fi o de s en ho um duplo vaso, um ava io ao f indo al to no c eu ao p ass ar, fez a x en der com o q ue um estrela a s ua fr en net, par e cia mais uma e x p l o sao, com o se um misse elo t iv ess e f al a h ado por p o u co, a ve la am ar e la e br anca e stav a d ib r ada um de outra em p ano mais f ino me mos t rava, o s k opa ser pente kapa do ip

Outro pássaro agora me chamou , e me mostrou o satélite onde se ve pela sombra a lua desenhada em quarto crescente, com dois circulos laranjas e negros no feixe, sementes, relativas aos dois aviões caídos, América e japao, aviao francês do canhão dos piratas do c l ip, ou seja provavelmente nos próximos dias, se a imagem for para a frente

Outro p ass aro a gor me c h am mu , e me mos t ro u o sat elite onda se eve pe la s om br a a l ua de s en h ad a em q au rt o c r es c en te, com o d is circulos lara anja se negros no do fe ix e, semem en t es, r e la t iva sao s do is avio es ca id os , am erica e j ap ia, ava io fr anc es do can h a o dos pi rata s do c l ip, o u seja pro ova ave le mn te no s pro x imo s dias sea i mage made ria for para a fr en te

Feixes, desligam os sistemas de navegação, e fazem assim os aviões cair

Fe i x e z, d es li g uam os sis t ema s de n ave g ac sao, e f az em as simo os avio es circulo do air

Coisa estranha ali onde a rua afunila no seguimento da capitão pallas ao chegar ao jardim das necessidades, ali estava uma maquina que eu um dia há muitas luas inventei, amada, mais uma daquelas invenções que me fizeram por ti o homem mais rico do mundo, mas que como tu me chamas bem a atenção pouco ou quase nenhum dinheiro trás no bolso, trago até um desenho, assim tipo esquisso, meio memória técnica que um dia te mostrarei, onda a maquina, se bem que distinta destas , está desenhada, uma serie de x que se elevam com um plataforma em cima que permite reparara e pintar fachadas sem ter que montar e desmontar andaimes, pois aquilo é como so beijos , hidráulico, eólico, com uns belos e sugestivos êmbolos que a fazem subir e descer, que a mim até me pôs a pensar em outra coisa, eu fiquei ali pela noite a olhar para aquilo que ocupava quase meia via, como um burro a pensar e perguntado a Deus, mas que porque aquilo ali estava no meu caminho, o que queria Ele me assim me dizer, e depois de olhar aquilo bem olhado, e pensando em meu secreto, se eventualmente tu estarias naquela casa assim como que me esperando, me vim embora, e no dias seguinte lá dei de novo com aquilo, cada vez masi intrigado, estava

Co isa es t ra anha al i onda primeira rua a fun ila no se gui men to da c apit tao pa ll as ao che g ra ao jardim das necessidades, al i e stav a uma ma quina q ue eu um dia h á mui t as lu as in v en te i, am ada, mais uma da q eu l as in v en ç o es q ue me fi ze ram p ot ti o homam mais rico do mundo, masque com o t u mec hama sb ema a t en sao p o u co o u q ua ase n en h um di ine hiro t ra s n o bo l s ot rago a té primeiro de s en ho, as si m t ip o es q u iss om e io me mor ia tec nica q ue um dia te mos t ra rei, onda a maqui ina, se b em q ue di s tinta de sta s , e stá d es en h ad a, uma se rie de x q ue se eel vam com do primeiro da p lata forma em c ima q ue per mit e r ep ar a ra e pina t ra f ac h ad as se m te r q ue montar e d es montra anda i mes, p o is aquilo é com o s o bi j os , h id r au lico, e o lico, com u ms b elo se s u g es t ib vaso do os em b olo s q ue a f az em s ub ire d es ser, q ue a mima té me p os a pen sar em o u t ra co isa, eu fic eu ia li pe la noite a ol h ar para au i lo q ue co up ava q ua ase mei a via, com o um b ur ro a pen s ra e per gun a td o a D e us, masque por q ue a q u i lo la i e stva no me u ca minho, o q ue q eu ria El em me as si m me di z w e red ep o is de olhar aquilo b em o l h ado, e pen sand o em pn sm, m eu sec r e to, se eve en tua le mn te t u est arias na q eu la c asa as si mc omo q ue me es pera ando, me vi m em bora, e no dias se gui n te l á de id en vo com a q u i lo, c ada ave z ma si in t riga ado, e stav primeira

Na realidade, na noite da passagem de ano, ultimo em que fui mais uma vez envenenado, quando depois de voltar a casa por ali passeava , já quase o dia se levantava, uma rapariga aparecera na janela daquela casa assim de repente e me desejara um bom ano novo, eu fiquei feliz, pois para alem de tudo , estava mesmo me sentido particularmente sozinho naquela madrugada, sabes como é, o peso das datas simbólicas, e depois já nem ,me sentia assim muito bem, curiosa essa noite pois ao chegar ao rato, no principio da rua do sol ao rato, depois de ter ouvido as bombas que te contei, ou melhor a imagem delas no largo dos bandidos, uma outra bela rapariga que vinha com um grupo descendo, me cumprimentara com um sorriso assim bem aberto e eu quando a vi alucinei, pois era a imagem claríssima da naomi, da bela noami, talvez assim um pouco masi pequenina, pois a naomi, que eu acho muito bela, não a conheço ao perto e portanto nem sei a sua altura, embora pense que deverás ser bem masi alta, meu coração ficou contente de receber um belo sorriso que retribui, da imagem da naomi, que é muito bela e tem um belíssimo sorriso

Na r e la id ad en a noite da p as sage made ria de ano, u l t imo em q ue f u ima mais uma ave z en v ene nena ado, q ua ando d ep o is de vo l t ra a cas por ali p ass sea ava , j á q ua ase o dia se l eva van t ava, uma rp a riga ap ar e cera na jane la da q eu la c asa as si made ria de r ep en te e me de seja ra um b om ano n ovo, eu fi q ue i fe liz, p o is para al em de tudo , e stav am es mo me s en tid o p art tic u l ar mente s oz in h o na q eu la madruga ada, ab es x c omo é, o peso das da sta s im bo lica se d ep o is j á ne m ,me s en tia as si m mui to b em, cu rio sa ess e ano ite p o isa o che g ra ao rato, no p rin cip o da rua do sol ao rato, d ep o is de te r o u v id o as bombas q ue te c one ti, o u me l hor a i mage m del as no l argo do sn andi dido s, uma outra bela ra p riga q ue vinha com um g rup o d es c en do, me cu mp rim en t r ra com um sorriso as si m b em ab berto e eu q ua ando a vi a lu cine ip o is e ra a i mage m c l ari ss ima da na o mida be la noa mi, t alves as si m um p o u co ma si pe q eu nina, p o isa na o mi, q ue eu ac ho mui to be la, n cão a c on he coa o per to e pro t anto ne ms seia s ua al tura, em bora p en sec, ca non, q ue d eve rá s ser b em ma si al tam eu c ro ac sao fi co u c on t en te de rec e br um b elo sor rio q ue r e ti b u id a i mage m da na o mi, q ue +e mui to be la e te m um be li simo sor r is o

Depois a coisa, a plataforma, se mudou para a outra fachada na rua do costa, recordei que era a cas onde no carnaval, ao descer a rua uma noite, vira um imediato assim vestido de oficial marujinho e uma super mulher, com símbolo e tudo do super homem que entravam naquela casa onde nessa noite uma festa muito ruidosa e cheia se deu, eu descendo nessa noite, ia pensando, que nunca gostara muito de festas assim muito cheias de gentes ruidosas, e sobretudo de carnaval, pelas mascaras, pois sabes que eu acho que as gentes já se mascaram de mais durante os outros dias todos, e lá fiquei eu a olhar de novo para aquilo, outra vez feito burro, quando a memória aflorou,

D ep o isa co isa, a p la t a forma, se mud o u para primeira da outra f ac h ada na rua do costa, rec o r de i q ue e ra a cas onda do no car naval, ao de sc e ra rua uma mo it e, vaso do ira primeiro imediato as si m v es tio de o fic la mar u jin ho e uma super mul her, com s im b lo e tudo do super h om em q ue en t rav vam da mna homam da am manha, na q eu la c asa onda ness ano ite primeira festa mui to rui do sa e che ia se d eu, eu d es ce dn o ness a no ite, ia pen sand o, q ue n unc a gi s tara mui to de f e sta s as s im mui to che ia sd e g en te s rui do sas, e s ob r e tudo de car naval , pe l as mas cara s, p o is s ab es q ue eu pata do cho q ue as g ene ts j á se mas caram de ema si du a nr te os outros dias todos, e l á fi q ue i eu a ol h ar de n ovo para a q u i lo, o u t ra ave z fe it o b ur ro, q ua ando a m emo ria a flor for mula one m j circulo da ova do vaso,

Me lembrei de uma noite em grupo com a monica lapa, de ela começar a contar uma história, aos que estavam presentes, de como um namorado dela, uma vez tinha subido por um andaime e lhe batera a janela, e de como ela se assustara primeiro e depois achara muita graça, eu nao achei nenhuma, pois fora eu que assim lhe fizera, uma noite quando um andaime estava montado no prédio da mae no largo constantino, onde ficávamos quando começamos a namorar

Me l en b rei de uma no ite em g rup o com a m oni ca lapa, de el a com e ç l ar a contra uma hi s toi ira, ao s q ue e stav am pr es en t es, de c omo um namora ado del a, uma ave z tinha s ub id o por um anda i me e l he bate ra a jane la, e de c omo el ase as s us tara prime iro e d ep o is ac h a ra mui ta g r aça, eu na a o ac he i n en h uma, p o is for a eu q ue as si ml he fi ze ra, uma no it te q ua ando um anda i me e stva min t ado no pr e di o da mae no l argo co ns tan tino, onda fi c ava mos q ua ando com el am os a no am mor da ar

Depois nesses dias, comecei a ver andaimes em todo o lado por onde andava, no cais, a nau , trazia um clássico, com sarrapilheira verde em sua volta á volta do mastro, eu cada vez mais intrigado com o assunto, até que no fim de semana seguido, andando em direcção a alcantara terra, dei com uma outra maquina idêntica na fachada do que deve ser uma agencia de marketing e publicidade, pois trás um explicativo nome, brand, e me lembrei das andanças da teresa com as historias da marca portugal e por ai fora, ao infinito das brincadeiras centralizadores que gastam rios de dinheiro e pouco apoiam a economia, com a excepção do turismo,

D ep o is ness es dias, com e lei a ave rand a im es em todo o lado por onda anda ava, no cais, primeira nau , t ra z ia um c lass sico, com sar ra pi ilhe da ira verde em s ua vo l ta á vo l t ado mastro, eu c ada ave z mais in t riga ado com o as sun to, a té q ue no fim de se mna se guido, anda dando em di rec sao a al can tara terra, de i com uma outra maqui ina i d en tica na faca h ad ado q ue d eve ser uma a gn e cia de mar kapa da cruz inglesa e pub li dade, p o is t ra s um e x p li cat ivo no me, brand, e me lem br rei da s anda dn danças da teresa com as hi s t iria s dama rca por u gal e por ai for a, a o in fi ni to das br inca de iras c en t ra liza dor es q ue gás tam rio s d e din he iro e p o u co ap o iam a e co no mia, com a e x ce paço do turismo,

A vi , a fachada do dita agencia, do outro lado da rua, onde os prédios trazem nas janelas uns anzóis, que me fazem lembrar a forca do símbolo da galp, onde nesse dias um estranho anuncio nos mupis aqui aparecera, com uma frase cheia de cios em sues múltiplos sentidos, como alguém que estava na eminência de cair e que dizia, então , se é assim o destino, porque noa vamos juntos, e o sentido da imagem era todo um outro, o de poupança nos transportes, mas manhoso, pois tambem não era claro nesse dizer, que seria , partilhe o seu carro, nas deslocações casa emprego, casa, ali estava um porche negro parado na esquina do stand, com travões de disco em cerâmica e tudo, olhei a rua da brand, e me lembrei da discoteca africana onde uma vez um ogo irrompera e onde uns jovens em consequência disso morreram, meu coração se arrepiou como pressentindo uma ligação, o espirito depois acrescentou que alguém ali da tal brand for ao responsável por uma das cruzes que me puseram em décadas passadas, salvo erro oitenta e cinco,

A vi , a f a h ad ado da dita da agencia, do outro rol ado da rua, onda os pr e dio s t ra em nas jane l as un s an zo is, q ue me f az em l em br ar a f orca do si rm b olo da gal p, onda ness e Dias, primeiro es t ra anho na un cio no s mu do pi s aqui pa ar red dc e ra, com uma fr ase che ia de cio s em s eu s mul t ip l os s en t id os, com o al gume q ue e stva na emi nn en cia de ca ire q ue di z ia, en tao , se é as simo d es tino, por q ue noa v am os j un to ze o s en t id o da i mage made r ira e ra todo primeiro do outro, o de poupa ança nos t ra ns port es, mas man h osso, p o is tam b em n cão era ca l ro ness e di ze r, q ue s ria , p art ilhe o s eu carro, nas d es loca caçoes c asa e mp rego, c asa, al i est tva primeiro por che negro para ado na es q u ina do st and, com t rav o es de disco e m ser ma ica e tudo, ol he ia rua da b rand, e me lem br rei da discoteca africana onda uma ave z um ogo ir ro mp pera e onda un s j ove en s em co nse q u en cia di ss o mor r e ram, me u cora ç o se ar r ep pi o u c omo pr es s en t id dn no primeira da liga ç º sao, o es pei to de ep o is ac r es c en to u q ue al g eu mali da t al brand for a o r es p os nave ave l por uma das c ruze s q ue me p use ram em decada s p as sadas, s alvo e r ro oitenta e cn co,

Brand , o porche na esquina do anzol da forca , a elevação dos tres x, que se reflectem na estrutura da ponte de alcantara

Br rand , o pr ce homem do ba es quina do na z i l da f orca , a el eva sao dos tres circulos do tres x, q ue se r efe l cete mna est ru tura da ponte de al can tara

Pa da gina quadrado do terceiro sec são primeiro do bar do ra de sessenta e seis, em vinte e sis do março angulo muitos do segundo do angulo duplo quadrado cinquenta e dois, de oitenta e quatro e oitenta e cinco, assim em diz o word, onde agora estou

Pa da gina q au dr ado do t rec iro sec são primeiro do bar do ra de sessenta e sis, em vinte e sis do março angulo mui to s do se gun dodo am mg u lo duplo quadrado cinquenta e dois, de o it anta e quatro e oitenta e co inc o, as si m em de i z o word, onda a gato da primeira es to vaso

E seguem as notas, lance amstrong, castilla e leon,, estrala amarela sobre negro jonhy, am bul, giro, giro, helicóptero, circulo maçónico templário, vermelho e branco, astana, comité internacional, mayer, substancias dop, o primeiro eco da clavícula partida , e primeiro eco da castilla, a mancha

E sg eu ema as not as, lan ce am es t r ong, cas t illa e da leoa,, est r ala mar e la s ob rene g ro jo nn h y, am bul, giro, g iro, heli cop pt ero, cir cu lo maco oni nico te mp lea rio, ove vermelho e branco, a st ana, com ite in t rena cio n al da maria joao mayer, sun bs tan cia s dop, o p rei mer ero e co da c la vi u c la p art id a , e prime iro e co da cas t illa, primeira mancha

Depois da visao sobre o mourinho na faculdade de motricidade, a noticia russa, sochi, mar negro, azul, vermelho e negro, a vareta vermelha que o presidente russo mostrava em sua mao apontando o mapa em baixo em cima de um cavalete, a vareta vermelha da estancia, , russa, loira, s c k tom j i gn as

D ep o is da visao s ob reo mourinho na f ac u l dade de m ot roci dade, a no tic ia russa, s o chi, mar negro, az u l, verme l h oe en negro, a va vareta eta vermelha q ue o pr e s id dente russo mos t rava em s ua mao ap on t ando om mapa em ba ix o em c ima de um c ava el te, a va r eta vermelha da s eta tan cia, russa, loi ra, s c kapa do tom j i gn as

Ddt e dioximas nos seis das maes, lotte ruby, hugo mother, allo w astra do primeiro nono rup delta en san ni w circulo wing, filme, vinte e nove noventa e seis, ou segundo em noventa e nove, seis to, duzentos e setenta, mercedes, setembro, vi gula de oitenta e um

DD, dt da te da di ox ima s n os se is das maes, l ot te r ub y, hugo m ot her, all o w astra do prime rio nono rup delta en san ni w circulo wing, fil me, vin net e n ove noventa e seis, o u se gun do em no venta en ove, seis to, du z en to ze set anta, mer ced es, sete m br o, vi gula de o i et anta e primeiro

Marian é top o kapa da lan da cheka, naria, marian, marina

Dois arcos como o aqueduto das aguas livres, como a dizer duplo adornar, será a rapariga cheka, a ines? A filha de um actor com lábios grossos tambem , encaixa na imagem dela como filha, ah que bela é a rapariga, na verdade o pai tambem

Do is arcos com oo aqui da eu du to das aguas l iv r es, com o a di ze r d up lo ad o r mar, se rá a ra pa riga che ka, a ines? A fi l h a de um ac tor com l ab is o g rato dos ossos tam b em , en caixa na i mage made ria de l a com o fi l h a, a h q ue be la é a ra pa riga na ave rda dade o pai t am b em

Serbia m nato, belgrado noventa e nove, duas arcadas , uma na outra, como na se catedral de lisboa, boris tadic, s k en der , alemão, França , cuidado, seis um cinquenta, radiaction, morin, regiane, p l y ne s de francesa, os cogumelos, iraq turquia, abdulah, la homem, p kk, tigre e eufrates, barragem, tubarão, sete nono do vi da gula do ts de wall strett, morgan do chase bank of américa, pim bo , ko, h u x iao liam, cruz cento e cinquenta e oito, da gula do vi estrela segunda, triângulo de agua, vende, assim diz, dois professores do secundário, que se tinham ausentado, plataforma de carga, daim ler mercedes, os advogados, bar aa, b uss sin espanhol

Se r b ia m nato, del g r ado no venta e n ove, du as das arcadas , uma na outra, com on a se cat e dr al de l is boa, bor is t ad di c, s k en der , al ema mao, Fr a nl a , cu id ado, se is um cin q u en ta, ra di ac tio on, morin, re gi ane, re g ina, p l y ne s de francesa, os cogumelos, iraq turquia, abdulah, la homem, p kk, tigre eu fr rates, bar rage madeira maior , t u barão, sete nono do vi da gula do ts de wall strett, m ot g am do c h ase ban kapa o f am e rc ia, pim bo , ko, h u x iao liam, cruz cento e cinquenta e oito, da gula do vi estrela segunda, t r ian gula de agua, vaso en dea ss im di zoror, do is pro f esso r es do sec un da rio, q ue se tin hama au sena td o, p la t a forma dec carga, daim ler mer ced es, os ad vo gados, bar aa, buss sin es pan hol

Durao, a armadilha, primeira, e a de agora da net, expo, o pião, no oriente, e a armadilha do herb life, herb, um carocha dos diabos, o alemão diabo, hoje de manha na padaria, a senhora dizia na padaria das vieirinhas, ou do veira do benfica, ao home, veja lá se quer ir para a alemanha, você que nem é padeiro, o sentido parecia ser outro, comprara eu tres vieiras, bebera um café, e comera um enrolado de queijo e fiambre, e pagara um, noventa e nove, o primeiro da expo, do pao da expo, ligado com o longue, o falso padeiro, zoe mourinho, set u bal, os sons dos animais, urros de elefantes, num treino diferente, assim se chamava o video , tv cinco, ou tele cinco, o italo tadesco, o alemão da quinta da marinha, humberto coelho, canada, musica do filme da paixão, a teresa, com a musica do dólmen por debaixo

Durao, a arma do mad da di da ilha primeira, e a de agora da net, expo, o pi a on o o ire ren te e p rie mr ia armadilha do he r b da life, be rb, um c aro da rolha dos diabos, o al ema mao do diabo, h oje de manha na p ad da pad da ria, a s en hora di z ia na ap d aria das vi e rinhas, o u do ove da ira de benfica, a o home, veja l á se q eu r i r p ara a al e mna homem da primeira , vo ce q ue ne mé ad e iro, o s en tid o par rc da ceia s ero de um outro, co mp r ra eu t r es vi e iras, bebe ra primeiro ca fé, e com e ra um en rola ado dec quico, o e fia am b re, e pa gara p rie miro, no venta e en ove, o primeiro da expo, do pao da expo, li gado com do circulo onze do longue, o f al s o pad e iro, zoe m mourinho, set u bal, os s on ns dos animais, ur ros de el e fan t es, n um t rei do ino difer en te, as si m se c h ama ava o v id é circulo da tv c on co, o u tele cinco, o italo tadesco, o al ema mao da quinta da am mr rinha, hum e r to do coelho do canada, mu sica do fil me da paixão, do mel, a nelly furtado, com da primeira mu sica do dol men por de ba nono circulo

Depois viera a imagem cruzada entre o leque espanhol vermelho e o ponteiros das horas do omega da nicole, já descrita em texto anterior publicado, o delta deitado, do circulo mega, dez, o duplo deus, devemos estar então a falar do vasco

D ep o is viera a i mage madeira cruzada en t reo do leque espanhol vermelho e o ponte iro sd as das horas do omega da ni circulo ole, j á d es c rita em te t xo ante r iro pub li ca do dao, o delta deitado, do c irc u lo mega, dez, d up lo de us d eve mos es t ra en tao a f al primeira do rato do vasco

Uma estranha noticia, fazia eco a um pensamento interno no seguimento das palavras publicadas, sobre o responsável dos ctt que fugira no dia em que lá fui saber por quem a correspondência do tribunal de menores, tinha sido desviada, no dia seguinte na tv, uma aparente morte em oeiras, debaixo de um pérgola, como a da foz no porto, em mais moderno, com azulejos preto e branco, a indicar a assinatura , ou a id de quem tinha mandado preceder ao desvio, corvo e Tâmega, encerrados provisoriamente, pare ao sinal vermelho do com boi circulo, ml, o zorro deitado do tridente, ne w de york, da vila , real, nuno, da ana da portela, v casi terceiro quarto do quadrado da estrela, tres garras no peito, crime lesa pátria, cruz europeia e cata vento, o da urbanização e das imagens do som do instrumento que a rapariga tocar do outro lado do mundo rompendo na tv a tradição ao vivo, que remete para londres tambem e dos sete lagos contíguos, ou set mares, de marrocos, dos xilons, e a electricidade debaixo da ponte, e as imagens no metro, detalhado no capitulo do livro que as narra, cat do vento, car do vento, helicóptero., o olho de isis no ceu, abobada, india, olho do pavão, joao pedrosa, o incumpridor crónico, e nato, jorge ferreira, pedreira dos arrieiros, tridente no microfone, entre dois circulo azuis aguas, do emilio, o guerreiro, segundo do seis , seis, dos milhões de euro, ficou por cumprir, e pediram so metade de volta, que generosos, as putas, primeiro do medico,

Uma es t ra da anha not ti cia, f az ia e co a um pen sam en to inter rn o no se gui men to das pala av ra s pub lica das, s ob reo r es ponsa ave l dos ctt q ue f u gira no dia em q ue l á f u isa, saber, por q eu ema co rr es pond en cia do t r ib un al de menores, tinha s id o d es via da, ano dia seguinte na tv, uma ap do parente da m orte em o ira s, de ba ix ode primeiro per gola, com o a da f oz no porto, em mais, o fr do c ile gato do io do moderno, o colégio da puta mor, com dos az u le z os preto e do branco, a indica car primeira as sin a tura , ou a id de q eu m tinha man dado pr e o cede ra o d es vaso do io do corvo, poe, e tam mega, encerrados pro v is sor i am que mente, par e ao sin al vermelho do com boi o circulo, ml, o zorro deitado do tridente, ne w de york, da vila , rea primeiro do nuno, da ana da portela, vc asi te rc ee rio quarto do quadrado da estrela, tres garras no peito, c rei me lesa pat ria, cruz europeia e cata vento, o da ur ban iza sao e das i mage sn do s om do ins t rum en to que a ra pa riga toca r do o u t rol ado do mundo ro mp en dona tv a t ra di sao ao vivo, q ue reme te para londres tam b em e dos sete lagos c on t u gn u os, o u set mares, de mar roco s, dos xilons, e a el e t ric ad e de ba ix o da ponte, e as sima mage ns no do metro, d eta alha do n o ca pi ru lo dol iv ro q ue as narra, cat do vento, car do v en to, heli cop pet ro., o olho de isis no c eu, ab o ba da, in de ia, olho do p ava o, joao ped ros, o inc um rid or c ro oni nico, e nato, jorge ferreira, ped r eira dos ari e iro serpente do tridente no mi c rof one, en t red o is circulo azuis aguas, do emilio, o g eu rr euro, se gun dodo se is , seis, dos mil h o es de euro, fi co u por cu mp rei, e ped r iam s om met ad e de vo l t a, q ue g ene r s os, as putas, p rim mr do rio do medico,

O do grupo do olha o robot, laranja negra, caixa de transmissão, inclinada, sem fim, da engrenagem do sem fim, ou do fim do mundo, do espectro, imagem rente ca cia lusa, caixa de mu das danças velo da cidade, da segunda invocação francesa, e das chaves, vanessa br iza, pc, santarem, desemprego, os neto serpente, xilofone de chaves, p o lis ler a chave do xilofone, bico preto de tap pete millenium no estrangeiro, isaltino no tribunal, abusos inconscientes?

O dog rup o do olha o robot, laranja negra, ca ix a de t ram sis sao, inc l ina da, s em fi made ia, da en g rena ge made ria do sem fim, o u do fi maior do mundo, do espectro, i mage mr rente ca cia lusa, ca ix ad e mu das danças velo da cidade, da segunda in vo caçao fr anc e sa, e das ch ave es da vanessa br iza, pc, s ant ar rem, de s e mp rego, os neto ser pente, xi lo f one de c h ave es, p o lis ler ac homem ave do xi lo f one, bico preto de tap pete mi ll en ni primeiro no est range iro, isa l tino no t rib un al, ab us os inc on sc ie en t es foice


Abusos inconscientes, são abusos rem, e entradas em minha cas quando eu estou a dormir, seus filhos da tremenda puta

Ab us os inc on s c i e n t es, são ab us os rem, e en t ra da s em min h a cas q ua ando eu es to ua dor mir, se us fil h os da t rata da emenda puta, da puta da rua da emenda

Noite branca, noite da historia da coca, do nuno da casa, do grupo do gaiato do tribunal, donde se confirma ter sido uma armadilha, caso maddie, o bico do olho, in di tex , zara, homes barack, obama, paciência, silver bullet, sem soluções magicas, ciclo de ba b ero s burst, explosão, vai vem, cartões de credito descontrolados, circulo do budget, dez cruz do circulo do vinte, delta do orelhas, para não haver crise, eu star, pro tec i ana , que resultou, dois anos , paquete grande, não +e uma lomba rápida, não vio tao rápido, mas é masi estável, checos, o governo caiu, o futuro do tratado europeu, circulo de direito, o fuher, assim dizia o peter ring

No it e br anca, no it e da hi s tori a da coca, do nuno da casa, do g rup o do g aia to do tribunal, don de se c on firma te r s id o uma armadilha, caso mad di e, o bico do olho, in di tex , zara, homes ba rac kapa, ob am ap ac cie en cia, si primeiro ver bu ll e t, sol u ç o es magica s, cic lo de ba be ero serpente do burst do eagle, e x p l o sao, vai vem, car to es de c red ito d es c on t rola do s, circulo do b u gata da det, dez cruz do circulo do vinte, delta do orelhas, para n cão homem ave rc rise, eu star, pro tec ian a , q ue r es sol to u, do is ano s , paquete g rande, n cão + é uma do pedro lomba ra pida, n cão v io tao ra pido, mas é ma si est ave primeiro dos che kapa do os, o g ove rn no ca i u, o futuro do t ratado europeu, circulo de direito, o f u her, as si m di zorro do ia do circulo do peter ring, da ane p rie emi mi ero , mr rio francês

Regressa o nervosismo na europa, assim dava conta o telejornal da dois, a carta amarela, das folhas, o durao sorria, quando o pm checo a abria, vendaval financeiro, das condições financeiras, diz a mei vaso lei , hungria letonia, checa, os que já caíram, bce, ni no do bi investimento, fmi, tem providenciado os fluxos financeiros, efeito domino, assim dizia um manifestante na cas do museu dos coches, depois da passagem da reina, o efeito domino, cimeira da primavera, mãos da energia do lux, a francesa do fragil, divergência latente, com o reino unido, que alinha mais pelos estados unidos, assim diziam, gangs das drogas no mexico, anos noventa, ponto do delta, dos anos do edson tanaka, s feri al teri al, angulo primeiro do bar do ra de noventa e seis da heroina do don da energia da meca para os criminosos, mil, mil e quinhentas armas , podem ser compradas por um só por dia em alguns estados americanos de acordo com a lei, loucura total e faça você mesmo um exercito e compre armamento num só dia, ibm despede, microchips, quimondo, conflitos no sudao, le pen pol é mico , segunda , é o do circulo do rato, tornado súbito na grecia, atira um carro contra uma arvore e mata os ocupantes,

Rato e grés sa one rat tv os sis mo na europa, as si m d ava conta o tele j ina al da do isa ca rta mar el a, das folhas, o durao sor ria, q ua ando o pm che co a ab ria, v en d ava l fina n ce iro, das condi ç o es fina n ce ira s, di iza me i u vaso lei , h un g ria kapa do l e t oni, primeira checa, os q ue já ca iram, b ce, ci in v es tim en to, fm it em por vi den cia ado os flu dos xos da serpente da fina ce iro serpente do efe it di circulo do mino, as si m di z ia um m ani f es t ante na cas do mu s eu dos coc h es, d ep o is da p ass sage madeira da reina, o efe it o dom ino, da cimeira da prima ave vera, mao s da em ne r g ia dol do ux, a fr anc e sa do fr a gil, di ver g en cia la t ente, com circulo do reino unido, q ue al linha maís p elo s estados unidos, as si m di z iam, gan gatos sd as das drogas no do me xico, anos noventa, ponto do delta, dos ano s d o ed son t ana ak a, s feria al te ri a l, angulo prime iro do bar do ra de noventa e se is da he o i rn ad do circulo onze do don da en r e g ia da meca para os c rimi ino ss os, mi lm ile quin h en t as ar mos , p ode ms ser co mp prada s por um s ó por dia em al gun s eta do s am erica canos de ac rod o com da primeira da lei, lou cura tota primeiro e f aça vo ce me s mo um e x rec i to e co mp re arma m en to n um s ó dia, ib m d es pede, mic roc h ip ps, quim mondo, c on fl it os no s u dao, le pen pol é mico , se gun da , é o do c irc culo do rato, o do tornado s ub bit on prime ria gré cia, a t ira um carro circulo em cruz ra uma da arvore e mat a os o cup ant es,

Endurecer o combate a pornografia infantil, e cruz dc traço da violação da criança, bloquear as paginas, kinder sex sc e trafico de pessoas, s carlos, salome, richard, do palácio do herodes para do circulo do parque infantil, n ne ka no don gel at easy tour, tito de paris, bernardo sasseti, bad min ton, a salome, kid man, batardinha

En dure recer doc irc do culo do com bate da primeira por no g raf fia do ia infantil, e cruz dc traço da viol la sao da c rin ç a, nl o q eu ar as pa gina s, kin der sex sc e t raf i co de p esso as, s carlos, salo, s alo, s al circulo da me do richard, do pala cio do her ero d es para do circulo do parque infantil, n ne ka no don gel at easy tour, tito de paris, be rn ard o as s set i, b ad min ton, a sol om e, kid man, a batardinha

Erro no encoding do video vinte oito, movie maior kapa e xe ap pp ver o vinte e um do quadrado do circulo do vinte seis, w maior vaso en cod di gi tal do onze, circulo do ff set do infinito deitado do primeiro do circulo do sexto, do treze primeira do triângulo de fogo,

E rr on no en code ingles do cv id é circulo do vinte oito, mo vie maio rato da kapa e xe da ap pp vaso do ero do vinte e um do quadrado do c i r c uk o do vinte se is, w maio raro do vaso en code da di gi tal do onze, c irc culo do ff set do in fi ni to de it ado do p rim n rio do circulo do sex to, dot cruz rato e zap, cap, ria ana ra do t r ian gula de fogo,

Do outro lado do rio grande , a bela rene me mostrava no peru, a pirâmide, equivalente a esta aqui em cima dos telhados da casa de goa, que de novo ontem pela madrugada me aparecera no azimute da estrela, depois da imagem da foto da família da cimeira dos g vinte em londres, dizia a imagem, a pirâmide, que é masi um pico, da gaivota do macaco como sendo o tacao vermelho e negro sobre azul, se rato serpente da inglesa serpente de n cruzes, tres d, terceiro quadrado, march, mar rc homem, o homem do rc, do segundo do duplo circulo do nono, mosnters vaso da serpente dos a ll li en serpentes , mago gn g n mgn, cruz do fi do cent met all primeiro vartea do circulo rodarte moni gorge circulo us p la delta and yellow balanciaga hells, anda f ab farrah das fawcett do traço ingles do primeiro do ike lo ck serpente do tripé que depois o presidente russo mostrava apontando com a vareta vermelha a estancia de inverno, , duas colunas azuis e prata omg, delta primeira do homem do duplo circulo do ponto do com da ph oto serpente do bar do ra do segundo home ot , segundo do traço ingles homam and le segundo do sete da estrela da foice do infinito vc

Do outro rol dol do lado do rio grande, da banda, a b e la rene me mos t rava no do peru, a pira m id e, e qui iva do lente a e sta aqui em c ima dos tel h ado s da c asa de goa, q ue de n ovo on te m p el a madruga gado da me a ap rec e ra no do azimute da e ts r el da primeira, d ep o is da i mage made ria da f oto da f am i l ia da c i me ria do sg vinte em londres, di z ia a i mage ema pira mide, q ue é ma si primeiro do pico, da gai vaso da ota do m ac aco com o s en do o t ac cao vermelho en negro s ob rea z u l, se rato serpente da inglesa serpente de n cruzes, tres d, terceiro quadrado, march, mar rc homem, o h oe maior do rc, do se gun dodo d up lo circulo do nono, mo sn te r ser pen ny e dp vaso da serpente dos a ll li en serpentes , mago gn g n t fi cent met all p rim mr io v art e tea do circulo rodarte do moni gorge circulo us p la delta and yellow balanciaga hells, anda f ab f ar ra homem da f a w set da cruz do traço ingles do primeiro do ike lo ck serpente do t r ipe que de posi o pr e sid dente russo mos t rava ap on t ando com da primeira v ar eta verme la a es tan cia de inverno, , du as co l una s az u ise p rata o mg, delta prime ria do homem do d up lo circulo do ponto do com da ph oto serpente do bar do ra do segundo home ot , segundo do traço ingles homam and le segundo do sete da e ts r al da f o ice do infinito vc













Ah , depois se via a minha bela Rainha, vestida tambem de vermelho, e uma senhora que aparecia com um chapéu toda vestida de negro, que nao se via muito bem para pena minha, pois um outro senhor se ponha a frente dela ou ela por detrás dele, que já nem bem sei, mas que parecia ser muito bela e chique e eu fiquei a sonhar com laranjinhas, depois ou antes, o rapaz dos sex pistols da golden brown, que deve ter o dom da boa ubiquidade, pois creio que o acabara de ver na reuniao progressista, o que é sempre coisa boa, do outro lado do rio, a perguntar como eu a lula, se poderia ser masi especifico sobre os banqueiros de olhos azuis que mais responsabilidade tem pois sao a locomotiva, que trás em seu entender sempre masi responsabilidade que a carga, mas haveria locomotivas alguma vez, sem carga, eu por mim aqui fiquei perante tao intrigante noticia, a pensar na gisele, que trás sempre para pena minha os olhos sob óculos escuros e depois peguei num catalogo de banqueiros aqui do burgo com olhos às cores, e o primeiro que me apareceu, foi o ricardo, e depois aqui nesta historia um outro que ia ser , mas que preferiu ser dandy aldabrão, mas que acho que esteve no brasil, ah amada, doente estou eu, olha, estou doente das maos, porque nao encontram a tua pele todos os dias, estou doente dos olhos, porque nao vêem os teus, estou doente do colibri que anda sempre suspirando pela casa toda como um menino dizendo, mama, mama, quero o teu leitinho, da cabeça, nem se fala, como poderia ela funcionar se nao repousa na tua beleza, na verdade, nem sei mesmo se ainda a tenho, a mais abaixo, sim te garanto, que palpita por ti, muito mesmo, ah minha amada me diz, nao te apetece assim passar tres anos seguidos no leito aos beijinhos, eu te prometo alimentar com laranjinhas e torradinhas e ovas de esturjão nos entretanto, bem sei que me dizes pelo éter , que esta farta de promessa potenciais, um mesmo me diz um ecrã das caixas de multibanco, sabes uma daquelas ideias que me fez o homem mais rico do mundo, e que me diz assim, eu lhe faço grr, sempre que leio, e se tivesses carcanhol, irias à charcutaria e pagarias as contas da casa, e coisa e tal, eu fico por ti a suspirar, mas diz-me lá amada, nao te apetece mesmo passar assim , dez voltas grandes da terra pelo sol e pela lua assim deitadinhos no leito a brincar, o rapaz da heroina das valsas, me diz que é preciso que os vinte gatos superem cinco provas, eu por ti supero sempre todas, mas o bom mesmo seria sempre provar-te, fico a pensar se quando fala de se livrar dos resíduos tóxicos, se referira ao meu lixo, que tenho que ir deitar fora, ou aos meus maços de sg azul, alguns com notas eventualmente masi ou menos toxicas,


A h , d ep o is se via a m in h ab e la Rainha, v es t id a t am b em de vermelho, e uma s en hora q ue ap rec ia com um ch a p eu todas v es t id ad e negro, q ue n cao se via mui to b em para da pena min h ap o is de um outro s en hor se p on h a a fr en te del a o u el a por det ra s dele, q ue j á ne m b em se ima s q ue par e cia ser mui to be la e chi q ue e eu fi q ue ia son h ar com dos laranjinhas, meninos psd, d ep o is ou ante o ra p z dos se x pi st o l s da gol de m br o w n, q u d eve t ro dom da boa ubi qui dad e, p o is c rei o q ue o ac cb a ra de eve r na reuniao pro grés sita, o q ue é se mp r e co ia s bia, do outro l ado do rio, a per gun t ra c omo eu prima ira lula, se p ode ria ser ma si es pe ci fi co s ob reo s ban q ue iro s d e ol h os az u is q ue mais r es ponsa bil id ad e te m p o is sao a loco mo it tva, q ue t ra se ms eu en t en der se mp r e ma si r ep ps son sa bil id ad e q ue a carga, mas h ave ira loco mo t iva s al gum ave z, se m carga, eu por mim a qui fi q ue ip per na te tao in t rig gan te not i cia, a pen sar na gi sele, q ue t ra s se mp r e para pena min h a os dos olhos s ob o sc u l os es curos e d ep o is pe g ue in um cat a l o go de ban q u iro s ac segundo u id o br u g o c om olhos as cor es, e o prime iro q ue me ap rece u , f oio do ricardo, e d ep o isa qui nest a hi s tor ia um o u t roque ia ser , masque pr efe rio ser dan d y al d abrao, masque ac ho q ue e ste v no bar si la homem am ad a, do en te es to ue u, olha, es to u do en te das mao s, por q ue n cao en c on t ram a t ua pele todos os dias, es to u do en te do sol h os, por q un cao v e em os te us, es to u do en te do co li br i que anda se mp r e s us pira ando pe la c asa toda com o um me mn ino di z en do, mam am ama, q u ero o te u leitinho, da cabe beça, ne m s e fala, com o p ode ria el a fun cio n ar se n ao r ep o usa na t ua beleza, na vera de , ne ms se i me s mo se a inda a t en h o, am mais ais ab a ix o, si m te gara n to, q ue pala ap do pita por ti, mui to me s mo, a h min h a am dame di z, n cao te a pet e ce as si m ap ass ra t r es ano s se guido s n o lei to aos bei jinhos, eu te p rome to al i m en t ra com lara n jinhas e tor r q a dinhas e ovas de est ur j a on os en t r eta ant os, be ms se i q ue me di ze s p elo e te r , q ue e sta fat ra de p rome s sa p ot en cia s, um me mo me di z um e c ra das cia x as de mul ti bam co, s ab es uma da q ue l as id e ia s q ue me fez o h om e mais rico do mundo, e q ue me di zorro as si me u l he f aço g rr, se mp rec ue lei oe se t iv ess es cara can h ol, iria sa cha rc u tar ia e pa ga r ia s as contas da c asa, e co isa eta l, eu fi co por ti a s us pira r, mas di z do traço da inglesa me l á am ada, noa te a pete ce me s mo p ass sara as si m , dez volta sg rand es da terra p elo sol e p e la l ua as si m de ita dinho s no lei to a br inca ro ra ap z da he o rina das valsas, me di z q ue é p ricos q ue os vinte gatos s up pere rem c inc o pro ova s, eu pr ti s up ero se mp r e todas, maso b om me s mo se ria se mp r e pro ovar do traço da inglesa te, fi coa pen sar se au na o d f a al de se l iv r ar dos r es u do s to xico s, se refer ira ao m eu l ix o, q ue t en h o q ue ir de it ra for a, o ua os me us m aç os de sg az u l, al gun s c om n ota s eve en tua le mn te ma si o um en os to xicas serpente,

Outros tóxicos se desvelavam das noticias, a anta da cruz anan ar ivo do circulo de Madagáscar, da ma j do jo do ric, do tempo da guerra colonial, unimog, azul, do tempo das batalhas campais, do liceu, a di, vaso ina cuba, met é o do circulo do monde, circulo do na r primeiro do quadrado do nono de cuba alter, rove angulo do círculo do vaso do alentejo, ao da len do al en do tejo, a cervejaria dos cativos tóxicos, onde em dia recente dos ventos dao da belo modelo, que segundo o próprio vento depois me dissera, ser uma modelo no valor de um milhão de contos, deve beijar muito bem, assim tipo, eu te beijo, tu me beijas, e puff, paraíso aberto para toda a eternidade, caia uma vareta metálica ao meu passar com algum estrondo, fiquei na duvida é se seria a do tal barco

O u t ros to xico s se d eve lava am das not i cias, a ana t ad a da cruz anan ar ivo do circulo de mad a gás cara, da ma j do jo do ric, do t e mp o da guerra c ol oni a ll, uni mog, az u l, do te mp o das bata alha s cam o a is, do lic eu, a di, vaso ina cuba, met é o do circulo do monde, circulo do n a r prime iro o do quadrado do nono de cuba alter, rove angulo do c ur culo do vaso do alentejo, ao da len do al en do tejo, acer veja ria do s cat ivo s to xico bico serpente da onda em dia re en te dos bv en t os dao da belo mode elo, q ue se gun do o pr ip rio v en to d ep o is me di ss e ra, ser uma mode elo no valor de um mi l h ao de c contos, d eve bei j ar mui to b em, as si m tio o, eu te bei jo, tu me bei j as, e p u ff, pa rai s o ab e r to para toda a e t r eni dade, c aia uma v ar eta met a l ica ao me u p ass ar com al gum est rn do fi q eu ina du v id a é se es e ria a do t al bar co

Em espanha, a cobra descia na coluna do templo do liz, da coluna do lado da direita, quiçá florida com os frutos vermelhos a florir as sementes vermelhas que simbolizam, diversos tipos de sangue, a mancha de castilha, ou a castela, da mancha, ou seja a castelhana, de Castela da mancha no canal da mancha, o túnel que ardera, ou um outro túnel anterior, cat ilha, aqui remete pata o edifício da rua Castilho, o rastilho da separação da família, um estranho onde a arquitectara moderna se combina com vidro, em cima, em tons azuis bebe, onde existem escritórios diversos, talvez advogados e financeiros e seguros ou afins, e uma noite depois da separação da família, eu triste morrendo caminhando com fome, entrei num mac donasls ali dao lado, onde jantei um hamburger e me lembro de ver em frente um belo casal com dois filhos, e a dor a rasgar por dentro do peito, e uma bela menina assim em trajes meio desportivos, que comia um outro num canto, hoje a senhora aprecia com um cálice cor de pele em seu peito, onde se viam as tres sementes que tombaram do ceu sobre o túmulo do rei morto, a ecoar na historia da médée, e depois aqui em casa, o resto da imagem se desvelou, tres tiros, negros nas tábuas, na cas da tábuas dos tabus, revista, , referencia antiga de visoes relativas ao brasil, aqui no Livro da Vida, do ca da fé, ccm, cc do cam , a grelha da caixa que estava na rua do capitão pallas, com batatas canadenses, e depois apareceu um pedaço aqui em cima de uma das cadeiras dimensão, a da grelha metálica que fala dos sistema de video e dos frames, e do digital, pois fora assim abordado em video recente, vaso do quadrado, e alguns restos associados em sua aparência a uma rapariga italiana, pois um cartão seu de vista por ali também estava, com outras facturas s argento do trinta e um da aramada, um perfume que remetia para a bela rapariga do verão no Algarve, o único que passei com meu filho desde a separação da família e de seu roubo, um profissional, das belas sandálias de prata , marcela tuossaint pa t jonh p hughes, o aviador, da com bin e d in sura anc e com p any, of eu ro p e, s u c em portugal na quinta da fonte , ou do bico, do edi fo fi do cio do manuel primeiro do piso terceiro do segundo do duplo sete do circulo do set primeiro de paço d arcos, ondas do trinta e um , jantar, no verão , pro da teresa, atlântico video ass soci ad circulo do golfinho, segundo da tríade do nono, co ia serpente na rua, cinquenta mil euros em anjos caídos , o nó de oitenta e um do monte de negro, ou do negri, servia, monte negro ccm, t ar z ia a in f oma sao do duplo set, da c it ro en, das v e isi ca da central, modelos, mol, no circulo, no meio das duas la mina sm , o l ogo ass imo di z, v e sica o u pr is ma das la mina sm, d ep o is vinha o at a q ue ao pa qui serpente do tao de um outro di s tinto do prime iro à q u ipe de c rik e cruz,

Em es p anha, primeira cobra de sc cia ia na co l un a do te mp lo do liz, da co luna do lado da direita, q u ila flor rid a com do os dos fr u to s vermelhos a flor ira s sementes vermelhas q ue s im b l iza am, di versos t ip os de san g ue, a m anc h ad e castilha, o ua c sa t ilha, da mancha, o vaso do seja a cas tela ana, de c as da tela da mancha no c ana l da mancha, o t un el q ue ard e ra, ou um outro t un el ante rio r, cat ilha, a qui reme te pata o de id fi cio da rua cas til h o, um es t ra anho onda a arqui tec t aura da moderna se com b ina com v id ro, em c ima, em ton s az u is bebe, onda e x is te m e x c rito rio s di versos, t alvez ad vo gados e fina ce i rose seguros o u af in se uma noite d ep o is da se pr ar raçao da família, eu t r is te mor ren do ca minha ando com f om e, en t rei nu mm ac dona sl s al i dao l ado, onda j ante i um ham b ur ger e me l em br ode eve rem fr en te um b elo casal com do is fil h os, e a dor a ra g ar por d en tor do pie to, e um ab e la me nina ass em e m trajes me io d es por rt ti bos, q ue co mia um o u t ro num can to, h oje a s en hora ap rec ia com um ca l ice cor de pele em s eu pei to, onda se vaso iam as das tres sementes q ue tom b aram do c eu s ob reo t um mulo do rei morto, a e coa ar na hi s tor ia da mé dé e, e d ep o isa primeiro do qui em casa, o r es tao da i mage made ria quarta se d es velo lou, t r es tiros, negros nas t abu as, na cas da t ab ua s, r e fr en cia antiga de visoes r e la t uva sao brasil, aqui no L iv roda Vida, do ca da fé, cc m, cc do cam , primeira grelha da caixa q ue e stav ana rua do c apit a o pa ll as, com batatas c ana d en s es, e d ep o is ap ar e ce d u um peda aço aqui em e m c ima de uma das cade iras di e mn sao, a da g r e l ç h a met a l ica q ue fala dos sis t ema de v id e o e do s fr am es, e do di gi ta l, p o is for a as si m ab o rda dado em v id e o rec en te, vaso do quadrado, e al gun s r es to s as soci ad os em s ua ap rec en ia a uma rp a riga italiana, p o is um car rt tao s eu de vi sta por ali tam b em e stav ac om outras f ac turas s argento do trinta e um da ar am ada, um pe rf um e q ue reme tia para a be la ra pa riga do vera o no al g rave, o único q ue p ass ei com me u fil h o de sd ea se pa raçao da ani l ia e de s eu ro ub o, um pro fi s sio n al, das belas san da lis de p rta , mar ce la uou ss au n t pa t jo n h p hughes, da com b ine d in sura n ce com p any, of eu rop e, s uc em portu gal na quinta da fonte , ou do bico, do edi fo fi do cio do manuel primeiro do p is o t rec e r iro do se gun dodo duplo sete do circulo do set primeiro de paço d arcos, ondas do trinta e um , jantar, no vera o , pro da teresa, at lan i tc v id é o ass soci ad circulo do golfinho, segundo da t riade do nono, co ia serpente na rua, cinquenta mil euros em anjos ca id os, cc do cm, t ar z ia a in f oma sao do duplo set, da c it ro en, das v e isi ca da central no me io das du as das la mina sm , o l ogo as simo di z, v e sica ou pr is ma das lamina sm, d ep o is vinha o at a q ue ao pa qui s tao, um outro di s tinto do prime iro à q u ipe de c rik e t,

Teresa do fernandes de la veja, veja, da veja, do cálice de castilla, la manche, o teste de rocher, psy, do corte ingles, camarões, relacionado com crianças e plásticos, republica dominicana,

Teresa do fe rna d es de la veja, veja, da veja, do ca l ice de cas t illa, la manche, o te st e de roc her, ps delta, do corte ingles, cama ro es, r e la cio na ado com das crianças e p l as tico serpente da republica dominicana,

Aqui quando as sementes se figuraram no chao, se figuraram entre as tres ondas do armário ingles, cujo vidro outrora parti, o desenho das ondas faz dois conjuntos de símbolos de citroen, ou seja dois carros franceses, no meio , onde ficaram, um semicírculo, com duas ondas laterais, se fosse uma cabeça, parecia trazer totós, dentro do semi circulo, se le, por traços, tres, um tres primeiro da lua em quarto decrescente, tres do primeiro tridente do primeiro do cento e onze, ou do primeiro da tripla unidade

Aqui q ua ando as semem t es se figu r aram noc a h a o, se figu r aram en t rea s t r es ondas do ar mario ingles, c u jo v id ro o u t ro ra p art ti, o de s en ho das ondas f az do is c on j un to s de s em b olo s dec it r en ns, o u seja do is carros fr anc es e sn o me io , onda fi caram, um se mi c ir u clo, com du as ondas la ter ia s, se f os se uma cab eça, par e cia t ra ze r t oto s, d en t rod o s emi circulo, se le, por t ra sç os, t r es, um t r e sm prim meo ro da lua em q ua art o dec r es c en te, t r es dop rime iro t rid dente do prime rio do c en to e on ze, o u do prime iro da t rip la uni dade

Role é cruz do traço em espanha, da hora da energia da renfe, da cruz do campo, a mao e o dedo, do cursor no circulo , o dedo no circulo, quinze, terceiro set, turquia, azul turquesa, africa do sul, um bro gg, vesica prisma deitado , a ave e isca do rei, ion w id e , plasma, o fr, t he fa com berg we das ondas, pais de gales, catarina z eta son es, a mancha, cat a rina a g rande, ru ss ia, cata rina do av

Agora o livro da rosa se abriu, e me saiu um outro poema de uma catarina, de Génova,

Agora do circulo do l iv roda da rosa se ab rio, e me sa i uu m o u t ro poe ema de uma cat a rina, de g en ova,

O meu amado doce e Jesus
Quem fez que descesses
Desde os céus
À terra?
- O amor

Quem Te fez sofrer tantos
E Terríveis tormentos
Até o dano da morte?
- O amor

Quem Te iluminou
Para que a Ti próprio Te desses
Como nutrição às almas
Abrasado de caridade?
- O Amor

Quem te inspirou
Para que mandasses uma vez
O Espirito Santo?
- O amor

O m eu amado do ce e J es us Q eu m fez q ue d es c ess es D es de os c é us À terra foice - O amo r Q eu m Te fez s o fr e r t ant os E Terri v e is tor men to sa té do circulo do dano da m orte foice, O amo r Q eu m Te i lu mino u Para q ue a Ti p circulo a ps soto oto olo serpente rp io Te de ss es Com o nu t riç sao às das alma s ab ar sado de caridade foice O Amo rat quadrado do eu m te in ns piro vaso do para q ue man da ss es uma ave z o es pi r to s anto foice do traço ingles do O do amor

Lorenzo de medicis

E depois um outro de pedro de cartagena

E d ep o is um outro de pedro de carat gena

A canção de baco, este é baco maia Adriana, belos ambos, mui ardente, as ninfas e os sátiros., por cavernas e pinhais, este monstro que vem pronto, sobre um burro, esse é Sileno, assim velho alegre e tonto, este a seguir é rei Midas, Ai seja alegre quem seja, assim repete o verso e m todas as estrofes, finais, viva baco e viva amor, assim pequenas linhas,

A can aço de baco, este é b aco da maia Ad riana, b elo s am b os, mui ardente, as nin f as e os sati iro s., por c ave rn as e pina hi serpente, este monstro q ue v em mp ron to, s ob r e um burro, ess e é Si l en o, as si m velho alegre e tonto, este a se gui r é rei M id as, A ise seja do alegre q eu ms e j a, vaso do iva baco e v iva amo r, as si m pe q eu en nas das serpentes das linhas,


O senhor alto da gm, se demitia, ou assim parecia, ao seu lado um outro de perfil que remetia por proximidade, para o senhor, madoff, rick wagner, da família difícil, ou disfuncional, assim o espírito da senhora da opera relembrava aqui me dia recente, uma bela senhora ruiva, que falava de médée, de novo , e que colocava a cabeça de s joao em seu ventre, debaixo das sua combinação, e quando o fazia, assim um pedaço como uma orelha bouclée, parecia ao chao cair, dizia ela que a encenação a cansava á seria, pois para alem de cantar jogava badminton, eu me lembrei da imagem do video em londres e do bricoleur no campo de ténis, um artigo que sabem que eu trago aqui na minha estante, que bela e generosa senhora sois, se a tivesse encontrado na rua, lhe perguntava se fazia parte de uma família disfuncional, talvez funcionasse, quem saberia, labour, share holders, duzentos e doze, duzentos e um circulo kapa angulo dezembro branco, duzentos e um, circulo kapa, psa copo cheio a dois terços, acidente , acide dente do dn, vascular, a buzina vermelha da tata, um outro sincronismo que se dera com o ultimo texto grande, pois depois de falar da tata das bombas na avenida, da infante santo, logo em dia seguida india lançava o tata, pormenores, a serem ainda escritos, pois apontava mais uma vez para a ligação com os ataques na india, ccm, se via ainda a vesica deitada dos dois colunas semi arcos do metro, cobra esquerda na imagem , donde a cobra da direita no real, e um semi circulo em cima da cruz como uma tampa da um tacha, da cravagem da cruz, ou do acido da cruz , depois ontem quando do leito olhei o chao, vi um boneco da saga deitado, fui ver quem de novo tinha caido, era o elfo, e ao vê-lo de pois de ver o senhor da gm, me disse, e não é que é parecido com ele, e lá o levantei de novo e curiosamente o pus em frente a pedra com muitas cores tipo plasticina, com asas de coraçao vermelho que meu filho me deu no dia do pai em dois mil e cinco, ali está ele à frente dela , om as asas deitadas, e por detrás uma vela da estrela que em zigue e vagues risca o ceu no natal, e ao lado o cálice dos pinheirinhos, com os pauzinhos do incenso, que parecem as madeirinhas que o durao trás no seu escritório, com as bandeirinhas dos países, e que gentilmente por espionagem dos bandidos fora da lei do dn apareceria em capa recente, assim como que inclinados


O s en hor al to da gm, se demi tia, o u as si m par e cia, ao s eu lado um o u t rode pe rf fil q ue reme tia por pro x i me id ad e, para o s en hor, mad o ff, ric kapa do wagner, da f ami l ia di fic l, o u di s fun cio n al, as simo es pei tio da s en hora da opera r e l em brava aqui me dia rec cn da teresa, uma bela s en hora rui iva, q ue fala ava de mé dé, de n ovo , e q ue c olo c ava a cabe la ds se joao em s eu v en t rede ba ix o da s au com bina sao, e q ua ando o f az ia, as si m um peda aço com o uma orelha v bo u cle, par e cia ao cha o ca i r, di z ia el a q ue a en c en a sao a can s v a a se ria, p o is para elm e de can tar jo g ava bad min ton, eu me lem n b rei da imagem do v id é o do circulo em londres e do br i c ole ur no cam p ode tenis, a rapariga, primeiro art ti g o q ue sabem q ue eu t rago aqui na min h a es t ante, q ue bela e ge rossa s en hora s o is, sea t iv e se en c on t ra ado na rua, l he pre gun t ava se f az ia p arte de uma f ami lia di s fun cio n al, t alvez fun cio na s se, q eu m sabe ria, la bo u r s, s h ar e ho l der s, suz en to e do ze, du z en ts oe um circulo kapa angulo d es ze m br o branco, suz en to ze um, c irc u k o kapa, psa copo che io a do is te rc ç os, ac in det e eva sc u l ar, a b u z ina vermelha da tata, um outro sin cor ni s mo q ue se de ra com do circulo do u l t imo te x to g rande, p o is dep o is de f ala r da tata das b om bas na ave nid a, da infante santo, l ogo em dia se guido a india lana aça ava do circulo do tata, por m en o r es, a se rem a inda es c ritos, p o is ap on t ava mais uma ave z para a liga da sao com os ataques na india, ccm, se via a inda a ve sica deitada dos do is co l un as s emi arcos do metro, co br a es q eu r da na imagem , don dea cobra da direita no rea l, e um s emi c irc u l o em c ima da cruz com o uma tam p ad a primeiro da tacha, da c rava ge made ria da cruz, ou do acido da cruz , d ep o i s on te m q ua ando do lei to o l he io cha o, vi um b one co da saga deitado, f u i ver q eu m de n ovo tinha ca id o, e ra o elfo, e a ove do t r alo ingles lo de p o is de eve rose serpente da en hora da gm, me di s se, en cão é q ue é par e c id o com ele, e l á o l eva van te id e on vo e cu rio sam que mente do circulo do pus em fr en te primeira pedra com mui t as cor es t ip o p l as ti cina, com das asas de cora sao vermelho q ue me u fil h om e de un o dia do pai em do is m ile c inc o, al i e stá el lea fr en te del a , om as asas deitadas, e por det ra s uma vela da estrela q ue em zi g ue e eva g u es r isca o c eu no nat al, e ao lado o ca l ice dos pin he i rinho serpente do com do os dos p au z in h os do inc en soc ue pa rece mas na de irinhas q ue o durao t ra s no s eu es circulo da titi rio,

Cá está então a explicação da queda das estrelas que não o eram, que um dia aqui foi relatada no Livro da Vida

C á e stá en tao a e x p li caçao da queda das estrelas quadrado da ue en cão oe ram, do quadrado da ue vaso europeu do mn dia aqui forte do circulo dao ire la cruz ad a no do angulo do ov, fiat, roda vaso id da primeira ida

Ak e cruz vaso ka , turquia semi sol com picos ao alto, um io do sol, do cento e doze, onze, segundo, semi circulo invertido, may ot te Madagáscar, m au o te, cote de ivoire, futebol, pessoas esmagadas, pompier, da cruz do templo do dezoito, a grade branca no muro verde picotado, tiroteiro na carolina do norte em lar de idosos, , primeiro nono do nove do onze, Islândia, um certo financiamento, m y ip e x z, a imagem da traço do ip de quem aqui tinha vindo apagar os recibos depois de no video do facto de novo falar, e depois de ouvir logo pelo espirito antes e em português, que seria impossível ou quase traça-lo parece que alguém lá fora o fez em uma penada, ou seja a voz que me chegava cega pelo éter, é uma voz provavelmente implicada que assim dizia, para se esconder ou esconder a outros, espionagem electrónica dos piratas, ie son ff a rt falo da musica dos que cartões de credito, seguros e finanças, ou seja o mesmo grupo de bandidos, capa do publico, clara tit lys www do traço ingles ch, dos ferros no gelo, provavelmente beslan, vapor da patinagem no gelo, quadrado do traço ingles da primeira italiana, v ano man nica co her da spa olympus do celler dos dauphins do guinot, gene da opera , do vaso da opera, a historia de um psico, que mata dois aprendizes, peter grimes, na pesca da mar, mr, um na subida de uma escadas, ou seja imagem simbólica da ascensão, ou seja ainda relacionado com madre deus

Ak e cruz vaso ka , t ur qui ia s emi sol com dos picos ao alto, um io do sol, doc en to e do ze, onze, se gun do, s emi circulo invertido, may ot te mad a gás car, m au o te, cote de iv o ire do futebol, p esso as es maga da s, p om pie rat, rda cruz do te mp lodo, brando, dez o i to, a g ra de br anca no m ur o verde pico t ad o, tiro e te iro na carolina don orte em l ar de id os o serpente do prime iro nono do n ove do onze, is lan dia, um ce rto f un ac cia am en tom delta do ipe do x do zorro da za da mage made ria da t rato do aço do ip de q eu m a qui tinha vin di ap a gara os dos recibos d ep o is de no vaso id é o do f ac to de n ovo fala red ep o is de o u vi r l ogo p elo es pi rito na te se, portu gues, q ue se ria i mp os s iv el o u q ua ase t r aça do traço ingles do primeiro do circulo dez pa rece q ue al g ue ml á for a o fez em uma da pena da, o vaso do seja da primeira do aviz, q ue me che g ava cega p elo e te r, é uma da voz pro ova ave le mn te i mp li cada q ue as si mad ria di iza, para se es conde ro do ero vaso do es son der a de outros, espionagem el e ct r oni ca do s piratas, ie son ff a rt f alo da mu sica do s q ue c art o es de c red it o, seguros e fina aça s, o vaso do seja om es mo g rup ode dos bandidos, capa do publico, clara tit l y serpente do sw w w, quadruplo vaso, do traço ingles ch, dos ferros no gel o, pro ova ave le mn te bes lan, v ap por da pat ina ge mno gel o, q ua dr ad o do t r alo ingles da primeira italiana, vaso do ano man nica co her da spa o l y mp pus doc da ce do onze da ler dos d au ph i ns do gui not, g ene da opera , do vaso da opera, a hi s tori a de um psi co, q ue mata do si ap red eni ze serpente do peter g rim es, na p esca da mar, mr, um na s ub id a de uma esca da s, o u seja da i mage m si m b loi ca da as c en sao, mo vaso do seja a inda r e la cio n ado com madre de us

Cutresy, fou-lhe nation, ne ws do mingo, angulo do ze circulo kapa, angulo doze o k psa citroen, os pneus ardidos, e circulo da gm, e a mascara do huno, dos teutónicos nas estepes, no filme de cineasta russo, eisentein, azul, tata, metro espanha, vesica prisma deitado como símbolo de metro, que entronca com um outro pedaço da historia narrada pela Rainha reina e pelo Rei abdul, aqui no tal jornal que comprei, relativa ao dedo do pequenino cortado, o teutónico, que remetia para a estranha imagem do dossier azul na face do fritz nas audiências do tribunal, que logo ao vê-lo me pareceu ser figuração, ou símbolo da mascara dos teutoes nas estepes russas, , quatro, nove, quinze, oito seis quatro, traço oitenta e um, igual, a nove quatro nove, quinze oito sessenta e quatro, igual a nove um quatro nove, um cinco oito seis quatro, monte negro, ck zorro,

Cu t r es delta do fou do traço ong l es do p rim mr rio l he nation, ne ws do min gi io, angulo do ze circulo kapa, angulo doze o k psa c it rie en, os p en us ard dido se do circulo dag me primeira mascara do huno, do st eu to nico s nas estepes, no fil me de cine a ts russo, ei s en te in, az u l, tata, metro espanha, ve isca do prisma deitado com o s im b lo de metro, q ue en t ron ca com um do outro peda aço da hi s tor ia na rr ada pe la Rai n homem da primeira da reina ep elo rei ab bd vao primeiro, aqui not al jornal quadrado da ue co mp rei, rato e la cruz do iva ao dedo do p e quadrado do eu nino co rta do, o t eu to nico, quadrado da ue reme tia para primeira e ts ram home da primeira da imagem dodo serpente da sie ra zorro do vaso do primeiro na face do fr it zorro nas au di en cia sd do circulo do tribunal, quadrado da ue primeiro do ogo da primeira ove do traço ingles dez me ap arc e eu ser figu raçao, ou serpente im segundo do olo damas da cara do st europeu do to espanhol nas estepes russas, quadrado ua da cruz do ron ove, quin ze, o it to da se is qua t ro, audi, cruz rato do aço oitenta e um, i gata do ua l, ano da no do ove quatro n ove, quin ze oito se s senta e quatro, i gato da ual ano da ove um q au cruz au di, do ron ove, pt primeiro do sin co do circulo it do circulo da se is do quatro, monte do negro do circulo da kapa do zorro

Querida menina, que belas e compridas costas trás, que apetece por ali escorregar com os lábios secos ou molhados, a muito sem fim beijar, sabe depois de falar na menina a pôs ali na cadeirinha da ostra de verga, e se deu coisa curiosa, comecei a acordar com as minhas costas com a t shirt assim meio levantada, e sempre com o um bocadinho de frio nelas, o que me pus a pensar , se a menina estará com frio ou precisará de alguma espécie de cobertura, assim me aconteceu durante estes tres dias , e para lhe ser franco mesmo vestidinho, me parece sempre ter uma espécie de frio nas castas

Q eu rid a menina, q ue de belas e co mp rid as do costas de trás, q ue a pete ce por al i es co rr ega rc om os l ab io s sec os o u mol h ado sa mui to se made ria fi madeira bei j ar, s abe de pp is de f ala r na menina a p os al ina cade r i rinha da ostra de eve r g a, e se d eu co isa cu rio sa, com e ceia ac o r d ar com as min h as costas com a t sh irt as si m me io l eva van t ada, e se mp re c om o primeiro bo cadinho de fr io nelas, o q ue me p os a p en sar , se a me nina est rá com fr io o u pr e cisa rá de al g uam es pe cie de co be r tura, as si m me aconteceu duran te est es t r es dias , e para l he ser fr anc o me sm v es ti dinho, me ap rece se mr pe te r uam es pe cie de f rio na serpente das castas

Depois a encontrei para grande pena minha assim numa revistinha num escaparate, onde a menina em belíssimas fotos a preto e branco me mostrava , o seio e a anca da estrela de natal, assim meio prata, talvez quem sabe, a menina o saberá certamente, as tais que caíram uma noite do ceu, e que agora nesta faca destas linhas se desvelou a origem do ritual que as fez cair, essa estrala ou outra equivalente estava numa imagem do ruivinha, muito docinho que canta assim umas belas canções, como aquela que diz wath a fall from the star, que é coisa que nunca deve mesmo acontecer, pois somos nós estrelas, e cair é sempre perigoso, até se pode partir um membro de uma delas, dizia a menina para o obama manter o cap, que remete para o local do rapaz, e tambem para uma das suas terras, e de outras ligações que com a sua terra se deram, através de jogatinas e apostas e coias assim feias no genro, melhor é sempre muito beijar, sabe eu depois um deste dias sonhei com o obama, chegava, veja lá de carro a um escola do povo pequenino, muito confortável, tipo assim com puffs no meio do chao de todas as cores, e ali estávamos , mas não éramos assim tao pequeninos, o obama estava lá tambem sentado num, as paginas tantos dei-lhe um beijo na testa e me fui embora almoçar, se calhar a cas de meus pais, mas estava a me perguntar, porque raio não o teria convidado para vir almoçar, que é sempre mais divertido almoçar com os amiguinhos, sempre é uma espécie de festa à mesa, quando acordei

D ep o isa en c on t rei para g rande pena min h a as s im numa r e vi s tinha nu m esca pa rate, onda dea primeira menina em be l is simas f oto sa pr e to e br anc o me mos t rava , o seio e a anca da estrela de natal, as si m me io p rata, t alvez q eu m sabe, a me nina o s abe rá ce rta tamen mente, as tais q ue ca iram uma no it e do c eu, e q ue agora nest a f aca de sta serpente das linhas se d es velo lou primeira o rige m do ritu al q ue as fez ca i r, ess a es t ra la o u o u t ra eq ui iva lente e stav a numa i mage made ria do rui vinho, mui to doc cin h o q ue canta as si m umas be l as can lo es, como aquela q ue di z q hat a f ll fr om the st ars, q ue é co isa q ue n unc a d eve me s m o acontecer, p o is s omo s nós das estrelas, e ca i r é se mp r e pe rig oso, a té s ep ode p art tir um m en br o de uma del as, di z ia a em nina para do circulo do obama mane t ro cap, q ue reme te para circulo do l ocal do ra p az, e ta m b em para uma das s ua s terras, ee de i u t ra s liga ç o es q ue com p rie mr ia s ua terra se de ram, at rav es de jo gat ina se das apostas e co ia s as si m fe ia s n o g en ro, ml El hor é se mp r e mui to b eu i j ar, s abe eu d ep o is um d este dias son he i com do circulo do obama, ce h a g ava vela l á de c ar ro a um es c ola do p ovo pe q w un io, mui to c on f orta ave l, t ip o ass x im com pugs , p u ff s no me io doc a h ode todas as cores, e al i est ava mos , mas n cão e ramo as ss im tao pe q eu nin s o, o obama e stva l á t am b em sena td on primeiro, as pa g imas t ant os de i do traço da inglesa do l he do primeiro beijo na testa e me f u i em bora al mo ç ar, se c alha ra cas de m eu spa is, mas e stav a am e per gun tar, por q ue rai on cão o te ria c on vi dado para vi r ala mo ç ar, q ue é se mr rp mai di vertido al mo ç ar com os ami gui n h os, ae mp re é uma es pe cie de f e sta à mesa, q ua ando açor de i

Aproveito para dizer ao obama, agora que na aparência estou acordado, que o senhor zahir az do Afeganistão tem razão no que diz, melhor seria a América investir na formaçao do exercito do Afeganistão, melhor sempre do que enviar masi efectivos guerreiros, pois assim sempre o povo tem razão ao dizer que não gosta de infiéis por sua casa, visto eles lá estarem, e sempre morrem mais como de costume

Ap rove it o para di ze ra o obama, agora q ue na ap rec ni a es to u ac o r dado, q ue o sn hor z a hi ra az do a f a gn is tao te m ra z a on o q ue di zorro, mel hor se ria a am erica in v es tir na for maçao do e x e r ci to do a f a gn is tao, male hor se mp red o q ue envia r ma si efe ct ivo s g eu rr e r iro s, p os as si m se mp reo p ovo te m ra z ao a o di ze r q ue n cão g o sta de in fi e is por s ua c asa, vi s to el es l á es t ra em, e se mp r e mor rem ma sic omo de c cos t um me

Sabe menina charlize, as vezes penso se eles pensarão que despertaram um daqueles antigos diabos que uma vez há muitos muitos séculos foram enterrados na antiga pérsia, e se acharão que será por ele andar à solta no mundo que todas estas desgraças acontecessem, assim me ponho a pensar quando ouço falar de la permanecer por masi uma serie larga de anos, por outro lado sabe, visto a menina estar na revistinha da premiere do apocalypto, e coisa e tal, ontem na tv davam notícias que afinal havia outra copia do livro, fiquei a pensar se teria alguma coisa a ver com a tal encomenda que um dia nao me chegou e que nem sei, se, na realidade me a enviaram, e que tinham descoberto uns painéis novinhos e antigos da civilização maia, que permitiria compreender melhor alguns parágrafos da antiga historia, está a perceber, menina, que isto às vezes até parece um filme americano, onde um belo rapaz é chamado, pedem-lhe ajuda, para ir ajudar a perceber o que se esta a passar no mundo e quando chega ao vaticano, nao lhe querem dar acesso aos arquivos, veja, lá o rapaz até diz com razão, camon, foram vocês que me pediram ajuda

S abe me nina cha r l ize, as v e ze s p en s os se el es pen sara o q ue dep se rta aram um da qu el es a in ti g os diabos q ue um ave zorro h á mui to s mui t o s sec do vaso da rua do século do os foram en te rr ado s na antiga per s ia, e se ac h arao q ue se rá por el e anda ra sol t ano mundo q ue todas e sta s d es g r aça s ac on tec ess em, as si m me o un h o a p en sar q ua ando o u ç o f ala r de la per m q anc e rp por ma si uma se rie l ar gade ano s , por outro lado s abe, vi s to a em nina e st ra na r e vi s tinha da p rimi e red o ap o ca l y pt o, e co isa e ta l, on te na tv d ava vam das not i cas q ue a fina al h avia o u t ra co p ia do l iv ro, fi q eu ia pen s ra sete ria al gum a c o isa ave rc om a t al en comenda q ue um dia noa mec he g o un em se ina r e la id e se me a na via z ram, e q ue tinha do ham d es co berto s un s pa in is n o vinhos e antigos da c iv i l iza são da maia, q ue per mi ti ria co mp ren de r mel hor al gun s para g ra do sd a ant y i g a hi s tor ia, e stá a per cebe r, me ni inam, q ue is to às v e ze s a té ap r ee um fi me am erica no, onda um b elo ra p az zé c h amado, pede m t ra primeiro do circulo do ingles do primeiro he da ajuda, para ir ajuda ra per rf ce b ero q ue se e sta a p as sar no mundo e qua ando ch ega ao vv at i can o, noa l he q eu rem d ar ac ess o ao s ar q u ivo s, veja, l á o ra p az a té d zi com ra za o, cam on, opel, foram vo c es q ue me ped iram da ajuda

Devem ser muito interessantes de ver, sabe , o papa bem me podia convidar para um estada em roma, que é muito bela e tem umas belíssimas raparigas e se não estivesse assim casadinha, a pedia para vir comigo assim tipo assistência ao frio, e ao calor, para sermos como sempre deve ser, completos

D eve em ser mui to inter ess ant es de eve r, s abe , o papa b em me p o dia c on vi d ar para um eta da em roma, q ue é muito bela e te m umas be l iss ima s ra pa rig gás e se n cão es t iv esse as si m c asa dinha, a ped ia para vi rc om mig o as si m t ip o assis t en cia ao fr rio, e ao c al o r, para ser mos com o se mp r e d eve ser, co mp e l t os

Sabe menina charlize, o amor é deveras um lugar estranho, pois andava a pensar numa outra bela rapariga que trás assim um pequeno defeito no coraçao, mas que pelos vistos de vez em quando penso nela, quando ela me apareceu, na verdade me perguntava, mas será que ela não me vai responder, e para lhe ser franco nem acho que ainda bem percebi a reposta, mas assim nas vezes acontece entre os rapazes quando as raparigas lhes dizem coisas ou vice versa, assim dizem as estatísticas tipo, dez mal entendidos num primeiro e blind date, ou como evitar em dez razoes, por as unhas na rapariga e fazer grrr, ou o seu contrario, como lhe cocegar as costas em mil razoes, ou pro ai fora ao infinito, e o curioso é que num plano dela de costas assim de cócoras, se via o seu belo cabelo, com dois símbolos que apareciam no livro novo dos painéis mayas recentemente descobertos, e que remetiam para o tosão de oiro, ou jason, ali estava ela de camuflado, que lhe fica estranhamente bem, deve ser daquela marca de roupinhas muito valiosa, sabe qual é, não sabe, que só na vende corações nem amor instantâneo no bolso, e assim li, na ami tete do to w n do ship n ala w i , do hawiei do pavão colorido ti pp kanguru, kapa, ou cap do uguru, de todas as cores tipo arco iris, que remetia para psi e psi franceses, madonna no com men t , as algemas do s emi circulo invertido do nono do el da um co de ne lie en, nono el, o camuflado, com os óculos escuros de abelhinhas, gisele oculista, flavia ou da f avia, da flavia augusta, deve ser então da corte do norte

S abe me nina ch ar lize, o amo r é d eve ra s um lu g ra es t ra anho, p o is anda ava a pen s ra nu ma o u t ra bela ra pr riga q ue t ra sas is sm um pe q eu no d efe i to no cora sao, masque dos p elo s vi st os de eve ze em q ua ando pen son one la, q ua ando el a me ap ar rece un ave verde ad e me pr gun t ava, mas se rá q ue el a n cão me eva si r es ponde r, e para l he ser do franco, ne m ac ho q ue a inda b em per cebi a r e ps ota, mas as si mna s v e ze s ac on tec s se en t reo s ra p az a es q ua andas as ra p rig do gás le homem di ze m c o ia s o u vaso do ice do versa, as si m di ze ema s est tati s tica st ip o, dez m al en t en dud os nu mp rim ero e blind date, ou com o evita em dez ra zo es, por as un h as na ra pr riga e f az e g rr ro u os eu c on t rai iro, com o l he co l ar as costas em mi l ra zo es, o u pro ai for aa o in fi ni to, e o u rio sé q eu rn en um p l ano del a de cia st as si m de coco ra s, se via o s eu b elo cabe elo, com so id s im b olo s q ue ap ar e cie w m no l iv ro n ovo dos pai ni es mayas rec en te mn te d es co berto se q ue reme ti am para o to sao de o iro, o u j as om, al i e stav a el a de cam mufla for mula one da fla do, q ue l he fi ca est ra ham que mente bem, d eve ser da eu la m arca de ro u pinha s mui to v al io sa, s abe q ual é, n cão sabe, q ue s ó na v en de cora ç o es ne m amo r in stan t ane neo no bo l s oe as si m li, na ami tete do to w n do s h ip n ala wi , do h a wi e ip avia c olo rid ode todas as cor es t ip o arco iris, q ue reme tia para psi e psi fr anc es e sm a donna no com men t , as al e gm as do s emi circulo invertido do nono do el da um co de ne li en, nono el, o ca mu fla ad o, com os dos o cu l os e curos de abe l hi n h as, s ise l k e o cu l ista, fla avio ou da f avia, da f al via da augusta, d eve ser en tão da c orte don orte

E sabe, ou melhor não saberá, por isso lhe conto, vi a cadelinha que me lembra sempre a menina pois um dia a vi com uma parecida, se bem que de outra raça, e de pelo masi escuro e encaracolado, mas com o mesmo curioso e alegre olhar, as vezes a encontro ali na rua do capitão pallas, pelas manhas cedo, a rédea curta da senhora que a passeia, e ela sempre que me ve se agita muita de felicidade, ontem, de manha, reparei que ela sai da casa numero trinta e cinco, a da tal historia de um dos fios da morte de nino, e de repente a cadelinha depois de me reconhecer, mimou alguns movimentos de dressage tipo figuras de haute ars, consagradas pelas escolas de equitação alemãs, e assim me fez entender que ali se passam uns jogos curiosos, assim se explica as malas com rodas que via chegar em outras vezes,

E s abe , o u mel hor n cão s abe rá , por iss o le homem do conto, via cade linhas q ue mel em b ra se mp rea menina p o is um dia a vi com uma par e cida, se b em q ue de o u t ra r aça, e de p elo ma si es curo e enca rac ola lado, mas c om o me sm o cu rio se alegre o l homem da ar, as v e ze sa en c on t ro ali na rua do c apit a o pa ll as, pe l as manhas ce do, a red dea curta da s en hora q ue a ap ass seia, e el a se mp r e q ue me eve se a gita mui t a de fe lei cidade, on te, de manha, r ep a rei q ue e la sa id ac asa n um ero t rin t a e c on co, a da t al hi s tori a de um dos i fio s dam orte de nino, e de r ep en te a d ace dl ina homem d ep o is de me rec on he ser, mimo u al gun s mo cie mn ts o de dr ess a ge t ip o figu ra s de h au te ar s, c on sagra da s pe l as es co l as de e quita sao al ema se as si m me fez en tender q ue al ise p as sam un sj o g os cu rio sas si m se e x p lica as das malas com rodas q ue via che g ra emo vaso da cruz rr as vaso e ze espanhol,

Agora acordei de novo com frio nas costas, coisa estranha menina, pois assim pensei, se as costas estão ao leu, é porque há uma corcunda, assim me parece ser um dos sentidos que se desvela no seu estranho dizer por este omen que passa pela éter e me chega aqui na ostra da primavera de belo botecelli, ou sej aparece indicar que a queda da estrela, terá a ver com o grupo da oto

Agora corde id en ovo com fr io na s costas, co isa es t ra anha menina, p o is as si m p es nei, sea s costas es tao aol eu, é por q ue h á uma co rc un da, as si m me pa rece ser um do d s en t id os q ue se d es vela no s eu es t ra anho di ze r por este om en q ue p ass a p el a e te reme da chega aqui na ostra da primavera de b elo b ot ti ce ll io u sej ap a rece indica car q ue primeira queda da estrela, te rá ave rc om o g rup o da oto


Porque em sexta feira santa viu sua amada dar os nós da paixão num cordão de seda,

Poe q ue em sexta fei t ra s anta vi us ua am ad a d ar os nós da paixão nu mc circulo do rato dao de seda,

Grande beleza pod ´r rosa
Que a graça não recusou
A que o primor não faltou
Formosa, que tao formosa
o mundo nunca gerou
Por olhar-vos insistente
Hoje tal paixão passei
Quem nem Deus eu escutei
Pela minha, tao pungente

G rande bee l z ap do pod apostolo serpente rato da rosa quadrado da ue primeira gata rata ala ana nau rec us o ua q ue o prime meo mor n cão fla to vaso for maos, q e vaso we tao da formosa I mundo n unc a ger ero vaso por o l h ar do traço do ingles dos nos in s us t en te h oe jj t al paixão o ass e i q eu mne m de us eu e cu te ip el a mina homem do tao p un gente

Os nós que em vosso cordão
Destes ato alegre e leda
Como sendo de paixão
Vós os destes só na seda
Eu dei-os no coraçao
Se vós destes uns nós tais
Pra nomear a Deus louvores
Eu para nome de amores
Vós para sarar vossos ais
Eu pra aumentar minhas dores

Os dos nós do q ue em vaso do osso co rato dao q estes ato alegre e leda, o cisne, com o s en d ode paixão vaso cruz + os oo sd estes s ó na ded a eu de i do traço ingles os no cora são se vaso ó serpente sd quadrado estes un sn ó serpente tais pr ra no me ar primeira ad de e us lou vo rato espanhol eu por a no me de amo rato es pn primeira da hol do vaso apostolo ser rp pn teresa vaso ap soto lo serpente do ps par s ar rato vaso dos ossos a is eu pra au men t ra min homam as das dor espanholas

Juan alvarez gato, o gato joao da alvarez

Assim bela menina charlize, desvela o seu pequeno pormenor em sua cintura no vestido negro em decote, e laços de tres nós, das tres virtudes, da ordem dos franciscanos, e assim complementa a história , numa antiga linha da Sílvia de serralves, e do Abílio da pt, outrora na rua da trombeta, em frente ao bar do majong e de uma tentação de rolls royce descapotáveis a passear por sunset boulevard cheio de meninas a bordo, como imagem de sucesso e de realização, seda , ou de seda vestida um bela rapariga que aparecida na capa da revista evasões, do turismo rural, se bem me lembro ao norte

As si m be la me nina ch ar lize, d es vela o s eu pe q eu en o por m en o rem s ua cin t ur ano do vaso es t id o negro em dec deco ot e, e primeiros aço s d e t r es nós, das t r es vi r t u de s, da ordem dos fr anc is cano se as si m c o mp le men ta a hi s tó ria , nu am antiga linha da si l vaso do ia e do Abílio da pt, o u t ro ra na rua da t rom b eta, em fr en te ao b ar do majo ong e de uma t en taçao de ro ll s roy ce d es capo ota ave isa p ass e ra por sun set do bo u l eva r d che do io de meninas a bordo , com oi mage made ria de suc ess oe de real iza são seda , o u de seda v es tid a um bela ra p riga q ue ap ar e cid na capa da r e vaso ista eva s o es, do t ur is mo do rural, se b em me l em br broa do circulo do n orte



Cap obama, ou circulo da ap do tam do pau, am ama, cap, ecoa em foguetões e eventualmente quedas de foguetões, cap, golden compass, cap, azimutes,

Cap obama, o u c irc do culo da ap do t am do p au, am ama, cap, e coa em f o g eu to es e eve en tua le mn t ge das quedas de foguetões, c ap, gol d en co mp ass, c ap, az i um cruz espanhola,


Da revista , sai um bilhete de metro, inteiro ida inicio de viagem a té do vinte um do dois circulo do dezoito, ipssimus, alcantara mar, do casi do sodre, primeira da zona , primeiro do vi da gula do maçónico europeu, iva estrela per cen til c on cruz nr, dos quinhentos, do quadrado do nono de noventa e oito, expo, seiscentos e um , levi, do do grupo do levy, o laurent, sessenta e nove do circulo da tríade do nono do circulo sexto do roi, quinhentos e um levi, sete primeiro de oitenta e sete e oitenta e quatro,

D ar da revista , sa i um bil he td e metro, ine t rei iro id a in cio de via gema da té do vinte um dodo is circulo do de x o it o, i ps si mus, ala can t ra mar, do ca si do sodre, prime ira da zon a , p rim mr io do vi da gula do m ac oni co eu o rp eu, iva e ts r e la per cen til c on cruz nr, dos quinhentos, do quadrado do nono de noventa e oito, expo, seiscentos e um , levi, do dog rup o do levy, o l au rent, se s senta en ove do circulo da t rat do iade do nono do circulo sexto do roi, quinhentos e um le vaso duplo, sete p rie mr i id e o it e n a te sete e o it en a te quatro, au di

No túnel da passagem por debaixo do comboios de prata de alcantara, uma pintura, assim reza, mia, miss sing can tora coa com ba te , cade ira das rodas, tacões, em alcantara, túnel da cp, há alguma duvida? Afirma perguntando a parede, que p py do ps é o da di visao da foice do martelo, do ying yang, r e b el, mil e tres, dez circulo terceiro, r e b el dez circulo terceiro, e outra vez ao passar na garage, a cunha espetada na coluna da direita fracturada, e a leitura top atalantico, de salema, o que espetou a coluna direita do templo, a rapariga do peter do cais do sodre

No t un el da p ass a ge madeira por de ba ix o do com boi io s de p rta de al can tara, primeira pin t ur a, as si mr e za, mia, miss sin g can tora coa com ba te , cade ira das rodas, taco es, em al can tara, t un el da cp, h á al gum ad u v id a focie A fi mr a per gun t ando a pa rede, q ue p py do ps é o da di visao da f o ice do mar telo, do ying yang, r e b el, mil e tres, dez circulo terceiro, r e b el dez circulo y te rc e iro, e o u t ra ave z a o p ass ar na gara ge, a c h un a es peta ada na co l un a d a direita fr ac tura ada, e a lei tura top at al lan tico, de s al ema, o q ue es pet o ua co l un a direita do te mp lo, a ra ap riga do peter do ca s id o do sodre

Abílio, bailio, relaçao com a clara andermatt, Abílio pt, do grupo dos que roubaram a ideia do canal zero e a aplicaram mal como de costume a um projecto de tv interna de caracter corporativo, Sílvia, serralves, cadeira das mnas e rede dos museus, provavelmente conhecida da teresa carvalho, que viveu uns anos no porto, quando sem pai foi comandante da marinha e lá exerceu funções,

A b v i lio da relaçao do com da primeira da clara andermatt, a bil io da pt, do g rup o do s q ue ro ub rama a id e ia do c ana l z ero e a ap li caram m al com ode cos t u me a um pro ject o de tv in te r na dd e ca rac teresa rata corp o ra t ivo, si l vaso ia, serra alves, cade ira das mnas e red e do sm mu se us, pro ova vaso le lem n teresa c on he cida da teresa carvalho, quadrado do ue vaso do iv eu un s ano sn do circulo do porto, q ua ando se mp pai f o i com do andante dama do mar da rinha el á e x e rc eu fun co espanhol,

A ciencia rare dos maya panels , el mirador, dos dois seis como ondas de neptuno contraías, do richard na s en , cabeça decapitada do pis de médée , copia do livro, pre maya e porta da maya vison, do cinema do crime, bell amy, do ca h br circulo do angulo do gerard d ep ar di eu, ci vaso pe zorro do cláudio, a chaveta vermelha que ra a pistola, assim a criança dizia em seu desenhos, a que disparou no ar , o fosset, o detective prive, uma mistura de maigret e poirot, f one da limousine branca numa madrugada em alcantara ou a de londres, cesar da favela

Ac cie en cia r ar e d os maya p ane l s , el do mirador, dos do is se is com o ondas de ne pt un o c on t rai ia s, do richard na s en , cab el a dec apit pita ad ado p is de medée , co p ia do l iv ro, pre maya e porta da maya vison, do cinema do crime, be ll amy, do ca homem do br circulo do angulo do gerard d ep ar di eu, ci vaso pe zorro do c l au di o, a ch ave eta vermelha q ue ra primeira pistola, as sima c rina aça di z ia em s eu d en ho sa eu di spa aro un do circulo da ar , o fosset, o det tec iv e pr ive, uma mi s t r ur a de mai g r e te p o iro t, f one da limo suine br anca numa mad riga ada em al can tara o ua de l on dr es do cesar da f ave la

O gary do group do kemps, da batalha dos direitos de autor, na spa, escocês, cruz na rue do le mag segunda estrela, i don cruz ne ed cruz hi serpente press one on no w in segundo infinito nono, gold sachs, calor, hot, spandau ballet spa e don do ballet

O gary dog ro u p do k e mp ps, da bata alha dos direitos de autor, na spa, es coc es da cruz na rue dol e mag segunda estrela, i don c ru x zorro da ne e dc c ru x zorro do hi s ep rr n te press one on no w in segundo in fn it on nono, gold sachs, c al o rato hot, spa pan d au ba ll e ts spa e don do ba ll e cruz

Declinações, varias, arias, ss, o dedo estava apontado a le pen, o pen latino europeu, a can eta latina europeia do circulo de le pen, eu rop apostolo serpente eu vaso,

Dec l ina ç o es, vaso arias, a ria s, ss, o dedo e stav a ap on t ad o a le pen, o pen la t ino eu rop e i ua can eta latina europeia do circulo de le pen, eu rop a ps oto lo ser pente eu vaso,

Midas, metamorfoses, kafka, si angulo en circulo, dioniso, di oni sio, dion celine, dion , celina qua trabalhou na latina europa, pact olo, relaçao com a lenda de pa, ou mar sis e de apolo setenta , psy cruz mol o monde, o rei midas, cabeleireiro, que não mostrou o segundo e então a carta a terra, que a desvela, as cenas que repetem, o rei midas, tem orelhas de burro, orelhas arrebitadas, mice en eu, mice ne en europeu, os rútilos, tibre, eneias, troianos, e latinos, mezancio, etrusco, vireilo, rag, ra seis, oe ice ce o fc dez cruz homem do trapo, torn, cloth, farrado pe j be ne ws spa pap e rato do jornal, ao for Charity, das actividades estudantis, bene, it, fi centes, prisma, vesica, caso cruz britt, en car can na ar em zorro sete om bar da onda serpente, np primeiro dos trapos, n puta do angulo, farrapos, leite, ângulos n sul onda, em farra ps, partida, destroçada,

M id as, met amo rof s es, ka f ka, si na hi lo en circulo, dioniso, di oni sio, dion celine, dion , celina qua t r aba alho un a latina europa, pact olo, r e l aça com primeira da lenda de pa, ou mar sis e de apolo setenta , ps y cruz mol o monde, o rei midas, cab e lei rei iroque en cão mos cruz ro y mo segundo e en tao a c art a a te r ram, q y e id es vela, as das cenas q ue r ep e te emo rei midas, te mor orelhas de burro, o re ll h as ar re bit a d as, mice en eu, mice ne en europeu, os ru til os do tibre do eneias dos troianos, e dos latinos, me x z na cio, etrusco, vi rei lo, rag, ra seis, oi e ice ce o fc dez cruz ho e madeira do t r ap o, torn, circulo do lot hf ar ra do pe j be ne ws spa pap e rato do jornal, ao for cha rit y, das ac t u vi u da sd es est u dante si serpente bene, it, fi centes, pr is ma, v e sica, caso cruz britt, en car can na ar em zorro sete om bar da onda ser pente, n p prime iro dos trapos, n p angulo, f ar rap os, leite, na h u l os n sul onda, em f ar ra ps, p art id a, es t roca ad primeira,

Relaçao com o texto do video da trilogia, ultima, o video que tem o nome de vinte e oito, ou seja o maestro, condo do tor, e pelo menos pedaço da chave da queda das torres gémeas, estrema esquerda, testa de ferro, ou do ferro, ou sej a ps, ou de aço, o amorim, ou ferro do antigo regime, historias das perseguições na infância a mim a aos pestalozianos, ferro, iade, alguém associado a família do ferro, a rita ferro, ex mr pp , alguém que saiu do pis no vinte cinco de abril, o amorim, a divisão avançada dos panzers, tanques, o eco do presidente russo na imagem do antigo aviao que parecei meio francês em suas linhas, lápis lazuli, ou seja da divisão da maria sobral mendonça, mendonça o coronel da América latina do Tintin da orelha bouclée, que médée fazia cair ao enfiar a cabeça decapitada por debaixo de sua camisa de dormir, da família disfuncional, ref antiga em texto, tanques relaçao, com os alemão, ou seja se ka, a relação do cds, cujo pai foi ministro do antigo regime que teve relaçao próxima com os nazis, o guedes,

R e kapa dos l aços com do circulo do texto do vi d é o da t rio l g ia, u l t ima, e ch ave da queda das torres ge me as, es t r ema es q eu rda, testa de ferro, o u do ferro, o vaso do sej da primeira do ps, o vaso do de aço, o amo rim, o vaso do ferro do antigo regime, hi s tori as da serpentes do per do si do gui circulo de cortez do circulo espanhol na in fan cia am mim aa os p espanhola cruz al oz ian os do ferro, iade, al gato do eu primeiro as soci ad circulo da primeira do forte ami la id circulo do ferro, a rita ferro, e x mr do pp , al gato do eu made ria quadrado da ue sa e vaso do p is no vinte cinco de abril, o am a circulo rato da ma di visao avança da dos pan ze r s, tam quadra do eu serpente , oe do co do pr espanhol, a id do dente russo na e mage madeira do antigo avia o quadrado ue par rece i me io fr ane serpente em serpente ua ser pen net das linhas, primeiro da ap is la z cv vaso do lio, vaso do seja da di visao da maria sobral em muito don ç a, mendonça o co rat one primeiro da ame irc a latina do tintin dao orelha bo vaso da cle, quadrado da ue med ee f az ia ca irao en fi ra rac abe cab eça dec apit pita ada por de ba ix ode serpente da ua ca misa de dor mir, da forte da ami lia di serpente da fun cio n al, ref en primeira tiga em texto, tan quadrado do vaso espanhol rat e la aça co circulo do ac om os al ema mao, circulo da ova do vaso do seja se ka, primeira da relação do cds, cu jo pai f orte do circulo e min si t ro do antigo regime quadrado da ue da teve da relaçao pro circulo do x ima com os dos nazis, do circulo do dog do guedes,

Do texto do video, da Palavra, à volta do pn ponto do nove do onze, onde o cursor parara quando o video andava entupido

Do texto do vi d é o, da Pala av ra, à volta do pn ponto do n ove do onze, onda o cursor para ra q ua ando o vi de o ana ava en t vaso do pido

Circulo do conti do rapazinho, durao, rat ray zinho do durao, o galinho que é,
Ray ban, ra do delta dos nba ban, do porto, galinho, remete ainda por frequência para a versão em francês, o coq, o da torre do sinos das necessidades,


remete ainda por fr e q un cia para ave s o am v es g ave spa, venenosa, em fr anc es, o coq, o da t oo red os sn os das ne c ess id dad es,

hoje pela tarde, o home ex embaixador do mne com quem eu fui falar, na altura que investigava as bombas na Argélia, com uma lança a janela do seu gabinete, uma lança em posição horizontal, soltava o fecho em cobra de viol l on celo, das portadas eu a olhar para aquele estranho uso da lança, que simbolizaria que a lança do viol francês, das porta ad as estaria apanhada pela lança do ministério dos negócios estrangeiros, a ressoar outra vez na fio das pérolas, e da bruni

ho he pe la t arde, o h om me e x am ba ix ad r do mne com quem eu fui fa al rna ala tura q ue in v es tiga ava as bom bas ba ar gel ia, com da primeira lança a jane la do s eu gabi inte, it, uma la nl a em posi sic sao h ori zon t al, sol t ava o fe c ho em cobra de vi o ll on circulo do elo, das porta da s eua olhar para a q eu le es t ra n h us da lança, q ue s im bo l iza ria q ue a lança do vi o l fr anc es, das porta ad as est raia apanhada pe l a lança do mini s te rio do s ne g o dos cisos e das cisas, estrangeiras, a r esso ar o u t ra ave zorro na fi o das p ero l as, e da br uni

gali, um dos rapazes dos olivais, relaçao com os pignatelli, que trazem hoje uma senhora no conselho da ad da rtp, percebendo assim porque mantém o roubo dos direitos que me são devidos por contracto, pignatelli, que salvo erro morava no prédio do carlos, o tal dos selos e do primeiro xilofone, do mini vermelho,

Circulo do conti do ra p az in homem do circulo do durao, rat ray zinho do durao, o gali do linho, trás dos montes, onde depois, posi, da palavra dele falar, as arvores arderam, que é, gali, um dos ra p az es dos ol iva is da relaçao com os p u gn a te ll i, q ue t ra ze m h oje uma s en hora no co nse l h o da ad da rtp, per ce ben do as si m por q ue man te mo ro ub o dos direitos q ue me são de vi do s por c on t rac to, pig na telli, q ue a serpente alvo e r ro mora ava no pr + e di o do carlos, o ta al dos selos e do prime iro x i lo f one, do mini ve rn mel home do circulo,

Frigia, quadrado dos seiscentos, fiat , quinhentos , fiat e nota dos quinhentos fever, saturday fever, sat ur day, blody s un day, p vaso do delta da primeira ana tom ia turquia, peru, natal, nata, ac dos ferroviários da turquia, ac rua al do per cruz primeira Alexandre, san gar rio as ca do bar do ria do negro, rio homem al lis e leste de misia e da lidai, Cibele, a deusa mae frigia, fi do chiar, do quadrado do fiat, quinhentos fever

Fr rig gato do ia do quadrado dos seiscentos, fiat , quin h en t os , fiat en ota dos q u ine h n t os do fever, sat ur day f eve ra, sat ur day, b lo dd y s un day, p vaso do delta da primeira ana tom ia turquia, peru, natal, nata, ac do d ferro v isa sario do rio s da at ur quia, ac rua al do per c ru x prime ira alex rande, san gar rio as ca do bar do ria do negro, rio homem al lis e leste de misia e da lidai, c ib el la de usa mae fr i g ia, fi do chi da ar, do quadrado do fiat, q u ine h n t os fever

O escultor do agora, ra do circulo do rito, egeu roma, co primeiro vaso id da primeira, mae da montana, onde ardeu o lar de idosos, ou id dos ossos, medeia, vi ru serpente mar re c arian vaso serpente vaso do gato dean circulo delta, bebe be ps, o leopardo bebe, do vaso gita dean circulo do delta do bode ingles ps , o esopo grego,

O es cu l tor do agora, ra do circulo do rito, e g eu roma, co prime iro vaso id da primeira, mae da montana, onda ard eu o lar de idosos, ou id dos ossos, mede ia, vi ru ser pente mar re car ian vaso serpente vaso do gato dean circulo delta, bebe be ps, o ler rp dp pardo, vi s conti, bebe, do vaso gita dean circulo do delta do bode ingles ps , o es o p o g rego,

No video da trilogia, onde ao princípio se forma drop outs digitais se le na chave, tres circulo da porta do tridente do primeira elevado da esquerda, da tríade do segundo do segundo da tríade do long play, pci invertido, segundo da vi do gula da estrela, da tríade, do primeiro da tríade, do duo da dl e zorro, sol e homa da primeira da terceira da cruz, do elevado da direita da linha do onze da esquerda baixa teatro, do circulo do irc de dez dos dois da esquerda, setenta quadrado, apolo setenta, psi,, elevado da esquerda, do x no x no quadrado do teatro, o António do maizum, estrela , a outra do ca do sete, projornal, manuel, dio alemão da quinta da marinha, vaso do bico do bd so zorro p , ze pinheiro, quadrado da serpente dos dois ângulos p quadrado zorro, das duas cade iras dos dois circulo elevados da direita do lp dos dois circulos das duas colunas ying yang, set invertida da ca da ira segundo do dc irc u l do ponto da tríade do segundo

No do vaso id é circulo dao dada trilogia, pie rp au l o paso lini, onde ao pro in cip o se forma dr o p o u ts di gita is se lena ch ava, t r es circulo da pi rta dot ride dente dn do p rime i ri el eva ado da esquerda, da t rato do iade do segundo do se gun do d a t r iade do long play, pci invertido, segundo da vi do gula da e ts r e la, da t r iade, do prime iro da t r iade, do duo da dl e zorro, sol e homa da primeira da te rc e i t ad a cruz, do el ava ado da direita da linha do onze da esquerda ba ix a teatro, do circulo do irc de dez dos dois da esquerda, set anta quadrado, apolo setenta, psi,, elevado da esquerda, do x no x no quadrado do teatro, o a na to ni o do ami z um da estrela , a outra do ca do sete, projornal, ma eu le, di o al ema do mao da qui kapa n t ad da primeira da marinha, vaso do bico do bd ds serpente circulo do zorro p , ze pinheiro, quadrado da serpente dos dois ang u l os p quadrado zorro, das duas cade iras dos dois c irc u o el eva do sd a direita do lp dos do is cir l os das duas colunas ying yang, set in verte o dada ca da ira segundo do dc irc u l do ponto da t r iade do segundo

Outras informações pela palavra do video, tv5, tvi, fr, italiano, potter rin, potter ring, ou seja o feiticeiro de um só anel para todo prender, o invertido, visto que o nome correcto e ring potter, fuher elevado, fh, que me ressoa, na tal revista dos cios da jessica, fhm, para sua majestade ou algo assim como subtítulo, a indicar isso mesmo em y termos de postura, hubris e masi hubris, pier paolo pasolini, os fascistas italianos, cinema, br n ene pere ene, vidros na tintas, em vez de vidro nas colas, na comida, rituais sexuais, nazis, experiências do holocausto, castração, ablação, pressão, do lab. do inferno, circulo kapa, traço ingles nazi, um estranho dossier amarelo que de novo aparecia e que me remetia para o tal italiano que num verão dera uma conferencia em salema, aqui entrada no Livro do Vida, sis e ficheiros, serviços de informação, sequência, sequência digital, planos da lei que não se devem cruzar, provedor europeu, marta, casquinha de noz, natal, casi, comida ma, condições infra humanos, descalabro, candelabros, hebreus, atravessa o mar, ou no atravessar do mar, dublin, china sc china, pre natal real, transmigração, ou transexual, sessenta mil, alterações climatéricas, furacões, maremotos, tsunamis, furacão andrew, fotos, seguros, carta da rapariga italiana, deco do computador, mao humana no barro, ritual do barro, dezoito do vinte e oito, comissão empregados, contratos programas de integração chantagem, japao, y u ki, e um grande home run no ceu, a queda do shuttle?, assim pela madrugada se misturavam as fontes síncronas de informação


Outras in f o mações pe la pal av ra do v id é o, tv estrela ala francesa, tvi, fr, it al ina o, do pot t re rin, p ot t r e ring, o u seja o feiticeiro de um s ó ane l para todo pr en der ero invertido, vi s to que o n om me co rr e c to e rin g p ot te r, f u her el eva ado, f h, q ue me r esso ana t al r e vi sta dos cios da je s sica, f h m, para s ua maje stade o u al g o as si m c omo s ub titu lo, a indo car iss om es mo em y te r mo s d e p os tura, h ub rise ma si h ub ris, pie rp a olo paso l i ni, os fascistas italianos, ci n ema, br n ene pere ene, v id r os na tintas, em v e z de v id ron as das colas, na com id a, titu a is se x ua is, nazis, es per rie en cia s d o h olo c a u s to, c as t raçao, ab la sao, press o, dol ab do inferno, circulo kapa, traço ingles nazi, um es t ra anho do ss sie r am ar elo q ue de n vo ap ar e cia e q ue me reme tia para o t al it al ina o q ue num vera o de ra uma c on feren cia em s al ema, aqui en t ra ada no L iv ro do V id a, sis e fic e h iro s, ser vi ç os de in for maçao, se q un cia, sec u en cia di gi t al, pal no s d a lei q ue n cão se d eve m c ruza ar, pro ove dor e rip, ero up eu, marta, cas quin h a de nox, nat al, ca si, com ida ma, condi ç o es i b fra humanos, d es c l ab ro, can de la br os, he br eu s, at ravessa o mar, o un o at ravessa r do mar, dublin, ch ina sc ch ina, pre natal vaso real, t ra n s mig raçao, o u t ra sn se x ual, se s senta mi l, al e t rea ç o es c lima teri cas, f ur rações, mar em met os, ts un mis, f ur racao andrew, f oto s, seguro serpente, ca rta da rapariga italiana, dec o do com da puta dor, mao humana no barro, ritu la do barro, dez x o it o do vinte e oito, co miss sao e mp rega do s, contratos pro gram s de inte g raçao mc h ana t ge m, japao, y u ki, e um g a rn de h om me run no ceu, a queda do sh u tt le focie, as si m pe la madruga d ase mi s t ru rava sm as fontes sin c ron as de in for maçao

Sabes amada, estava a pensar no trailer que vi daquele filme dos antigo super heróis que de novo emergem no mundo para o salvar e do que trás uma mancha de tinta em sua face a preto e branco que se vai sempre movendo, como um teste psicológico, de interpretação das manchas, e do seus dilemas, pis sabe ele do que s está passando no mundo, de uma grande ameaça que sobre todos paira e diz as paginas tantas, no ostracismo a que foi votado e pela imensa dor que trás ao ver tantos bons caírem sem que nadas e faça, e diz então um outro o tal do terceiro olho, na testa, que quando lhe pedirem para salvar o mundo ele sussurrará não, pois foi tambem ele abandonado pela sua amada entre muitas outras peripécias, e depois a bela rapariga super aparece, filha de uma ex super mulher que se tornara entretanto alcoólica, e lhe diz fá-lo por mim, sim amada se faz sempre pelo amor, e em grande parte o amor é o amor em que te trago, assim nos movemos e assim movemos o coraçao, e quando estava neste pensar, sobre este filme, que decorre numa universo por assim escrever paralelo em oitentas do século passado, o presidente continua a ser nixon, e então o espirito me desvelou , que uma das primeiras marcas que me terao feito em sessenta e quatro, ou seja relacionada com o tal mito ou facto da queda da cadeira de salazar, fora feito por um psi, o tal das manchas, o espectro e é o cabrão do richard, pb, pis de oitenta e cinco, um omem do dias de Manhatan do quadrado de nixon de sessenta e quatro, e depois desenhei em meu caderno, uma espécie de rectângulo com fios que dele partem com um chip , o que remete para uam das capas da time que ainda nem tive tempo de analisar, sobre o códigos e a escolha por parte de um presidente do ascii, como código base que viria a enformar todos os pc americanos e por tabela no uno mundo


S ab es am ad a, e sat v a a pen sar no s trai ler q ue vi da q eu le fil me dos anto g os uper, uber per, he roi s q ue de n vo e mer ge mno do no do mundo para do circulo do salvar e do q ue t ra s uma mancha de tinta em s ua face a preto e br anco q ue se eva is e mp re mo ove en do, co mr o primeiro teste pe sic o li gi code un t r ep r eta ça id as das manchas, e do se us di l ema s, pi ss abe el e do q ue s e stá a ps sand on o mundo, de uma g rande am eça q ue todos + a ira e d iza s pa gina s t antas, no ostra c is mm o a q ue f o i v ota ado e pe la i m en sa dor q ue t ra sao ove r t na ts bin s ca ire ms em q ue na da se f aça, e di z en tao um outro o tal do terceiro olho, na testa, q ue q ua ando le homem ped irem para s alvaro mundo el e s us sura ra noa p os f o i t am b em el e ab n dona ado pe l s au sam am ad a en t rem u it as outras pe rip e cia se d ep o is a be la ra pa riga s up e r ap a rece, filha de uma e x s up e r mul her q u es e tor na ra en t r eta n t al co lica, e l he di z f á do traço ingles lo por mi, sim am ada fs e f az se mp r e p elo amo r, e em rande p arte o amo r é o am o rem q ue te t rago, as si m nos m ove emo s e a ss im m ove emo s o cora sao, e q ua ando e stav nest e p en sar, s ob re este fil me, q ue deco rr en uma universo por as si m es c r eve r para lelo em oitentas, o do século passado, o pr es id dente conti nu aa se r nixon, e en tao o es pe ii tome d es velo lou , q ue uma das prime iras m arc as q ue me te rao fe i to sm e se s senta e quatro, o vaso do seja r e la cio n ad com o tal mito o u f ac to da queda da cade ria s d e sala ze r, for a f e i to por um psi, o t a l das manchas, o es pe c t ro e é o c abrao do roc h ard do richard, pb, pi s d e oi t en at e cinco, umo mem do dias de man hat tam da mna manha do quadrado de nixon de sessenta e quatro, e d ep o is de s ene homem rie em me u cade r no, uma es pe cie de rec tan gula do dom dos fios q ue del p arte com do primeiro chip , o q ue reme te para uam das ca spa s da time q ue a inda ne m t iv e te mp ode anal iza r, s ob reo co di gose a es co l h a por p arte de um pr e s id dente do ascii, com o dc o di go b ase q ue vaso iria a en for mar todos os pc e am neri ca sn os e por t abe la no un o mundo

Que entretanto depôs, agora se desvelou nas s argento da faca das linhas

Sabes amada, depois de escrever no ultimo texto a sinopse do que se sabia sob o ponto de vista da lógica relativo a queda das torres e dos restantes eventos do nove de setembro, conclui com uma afirmação, que partes do governo americano teriam que estar implicados, ou seja, que teriam o conhecimento do que se ia passar, e depois durante so dias em que com eta ideia andei dentro de mim, que é muito estranha, de se conceber, como alguém pode ordenar uma tal matança de seus filhos, que uma possibilidade, e me parece ser mesmo só uma que existe, que o teste na véspera, tenha sido, ou uma tentativa de resposta a anomalias na condução dos aviões pelos sistemas automáticos, redes, onde já se teria detectado coisas estranhas que se passavam, ou seja entradas no sistema que alterariam rotas, ou durante o teste se percebeu que alguém assim o fazia, e portanto sabiam por calculo , ou mesmo por peças isoladas de informação, como se sabe ter existido de origens muito diversas vindas de muitos lados do mundo nesse dias, sabiam o que se iria passar algo em grande, mas não sabiam o quê, e assim o que traduz as imagens que todos conhecessem como por exemplo a do presidente na escola, no momento do ataque, são mais imagens de impotência, perante algo que se sabia que ia acontecer, mas que ninguém lá sabia o acerto como e quando em seu exacto acontecer,

S ab es am ad a, d ep o is de es c rever no u l t imo e tt o a sin pse do q ue se sa bia s ob o porn to de vi sta da lógica, informática, r e la t iv o a queda das torres e dos r es t ant es eve en to s don ove de sete m br o, c on c lui com uma a fi r maçao, q ue p art es do gi v e r no am mer cia ano te r iam q ue es star i mp li cado s, o u se j q ue te r iam o c on he cie mn to do q ue se ia p ass ar, e d ep o is dura n te s o dias em q ue com eta id deia ia ande id en t rode ode da mim, q ue é mui to es t ra anha, de se c on cebe rc omo al gume p ode or dena ar uma t al mata ança de se us fil h os, q ue uma p os s ib li dade, e me pa rede ser me s mo s ó uma e x us te, q ue o te x t e na ave do vaso da es pera, t en h a s id o, ou uma t en t at iva der aro es posta a ano mali as na condo da sao dos avio es pe l s o seis t ema es au tom a tico s, onda j á se te ria det te ct ado co isas es t ra anhas q ue se p ass ava vam, o u sej en t ra da sn si t ema q ue al e t ra r iam rotas, ou d ur nat e o teste se per vc e b eu q ue al gume as simo f az ia, e porta anto s ab ima por c al cu lo , o um es mo por p eça s i sola da s de in for maçao, com o se s abe te r e x is t id ode ori ge ns mui to di bv e ra s vaso inda s de mui to s lados do mundo ness e dias, s ab iam o q ue se iria p ass ar al goe mg rande, mas n cão s ab ima o q u ê, e as si mo q ue t ra d u z as i mage ns q ue todos c on he cs se m c omo pp por e x em p lo a do pr e di dente na es c ola, no mon to do ataque, são mais i mage ns de i mp o it en cia, pe ra ante al g o q ue se s ab ia q ue ia e c on tc e r, masque nin g eu ml á s ab ia o ac e r to com oe q ua ando em s eu e x ac to acontecer,

E que assim tendo sido, preferiram como aconteceu em outras vezes anteriores em muitos governos, esconder os sinais, para não criar pânicos que poderiam ser ou não ser piores, espero em verdade que assim tenha sido, pois o conhecimento prévio da matança, é coisa muitíssimo masi difícil de perceber e mesmo de eventualmente desculpar, e leva a conclusões muito perigosas sobre a condução das democracias, que como todos sabemos trazem largos defeitos, que muito perigam a vida de todo no todo

E q ue as si m t en do s id o, pr efe r iram com o ac on teceu emo u t ra s v e ze s ante rio r es em mui to sg ove rn no os, es conde ero s sin a is, para n cão c ria rp ani cos q ue p ode r iam s ero u n cão ser pei o r es, es p ero em verde ad e q ue as si m t en h a s id o, p o is o c on home da ce i em mn to pr e eva vaso do io da matança, é co isa mui t iss imo ma si de i fic i primeiro de pere be rem espanhol da mode da eve da en do tua le mn ted espanhol cu primeiro par, e el do primeiro eva ac on circulo luso espanhol mui to top do per do rig do circulo das sas serpente do ob da rea condo, tam p au, el eva da sao das demo circulo da rac cia serpentes do quadrado da ue com do circulo, todos, serpentes do ab emo st ar ze ml argos sd quadrado da efe it os, quadrado da ue mui to pe rig am primeira do vaso id primeira da det do circulo do don do circulo todo, ou inteiro, circulo vaso inte te iro, en gui da primeira da estrema esquerda testa

Depois de publicar o ultimo texto onde abordava os passos que se conhecem da lógica do evento, ouvira de novo pelo espirito ninguém sabe, e ponto, ou seja pressuponha pelo sentido que estava a ouvir masi uma vez que ninguém sabia ao certo como se passara, e depois masi tarde ouvi que tinha sido um acto de vontade, se sim em parte, em outra não pois existem muitos elementos que demonstram a preparação previa, e que não parecem ser passíveis de ter sido accionados por acto de vontade, actos de vontade, sim, com apoio em técnicas de vontade, de indução de vontade, isso me parece masi lógico, mas isto é só um dos passos no acto, o da força da fazer, ou seja de criar um potencial de vontade em quem o fez, em quem o terá operado, o gatilho, mas a carga teria já que lá estar

D ep o is de pub li caro u l t imo texto onda ab o rda ava os ps as os q ue se c on he ss em da lógica do eve en to, o u v ira de n ovo p elo es pei r tio nin g eu m s abe, e ponto, o vaso do seja pr ess up on homem da ap do elo s en t id o q ue e stva a o u vi r m asi uma ave z q ue nin g eu m s ab ia ao ce r to com o se p as sara, e d e pp o is ma si t arde o u vi q ue tinha s id o um ac to de vontade, s es e im em p arte, em o u t ra n cão p o is e x is te m mui t os el em n t os q ue demo sn t ram a pr ep para da raçao pr e v ia, e q ue n cão par e c em ser p as s iv e is de t re si id o ac cio n ado s por ac to de vontade, ac to s de vontade, si mc om ap oio em tec nica s de vontade, de indu sao de vontade, iss om me pa rece ma si lógico, mas is to é s ó um dos p ass os no acto, o da f orça da f az e ro vaso do seja de c ria rum p ot en cia al de von a td e em q u emo fez, em q eu mo te rá opera do, o g at ilho, masa c arga te ria j á q ue l á es star

Ou seja como agora se desvela, parece a vontade da indução do gatilho, ter sido feita sobre uma estrela espanhola, ou seja, através dela, se saberá quem o fez, sendo clara a diferença de responsabilidade no acto e ou actos, pois como se sabe , quem nas vezes é induzido, nem disso se apercebe, atenção para não andar a grelhar mais inocentes em busca dos autores!

O vaso do seja com do circulo uk primeiro do circulo do agora do onze, sed espanhola vela, pa rece da primeira vontade da indu sao do dog at ilho, teresa rato serpente id circulo do freitas serpente ob re primeira estrela espanhola do pan da hola, circulo do vaso do seja, at rav espanholas dela, se serpente abe rac quadrado da ue do mo de fez, serpente da en do clara primeira difer enca der art o espanhol do onze do posa bil iade no ac to e circulo do vaso do ac to serpente , p circulo do is com o se serpente do abe , quadrado da eu mna serpente do ove do vaso do ze, sé indu z id o, ne da one m au id di ss c i ru c lo da se da ap do per rc cebe, primeira cruz t en sao para muito do cão da anda ra g rato do el homem da ar maís ino c en t es em segunda do us ca do serpente dos autores, au tor es!

Uma pequena referência a um outro video anterior, o vinte e quatro , que fala da montanha, e onde como eu um maça, imagem de nova Yorque, e um anuncio de perfume recente que aparecia, com uma bela menina e uma maça

Uma pe q un a refer rn cia a um de outro vaso id é circulo da ante r iro, o do vinte e quatro , q ue fala da montanha, e onda com o eu do primeiro da maça, i mage made ria de nova y o ruc e, e aum na un cio de per rf um me rec en te q ue ap ar e cia, com uma be la me nina e primeira maça

Vinte e quatro, não so jornal, como tambem, referência ao natal em dois mil e cinco, o momento do roubo do filho, o barulho da mordidela da maça entre os tres e os quatro minutos é idêntico ao barulho da queda dos óculos, primeira mosca, almoços grátis, casa, o bor la, agua x no circulo do om , matava toda a minha sede nos teus lábios, caiem os óculos, ontem , hoje, de madruga gado, depois de norte noite passou, o circulo do sangue está completo, co mig europeu vaso os oitavo ando, os que vao cair, chaveta roma, do mundo, tijolo de vidro meia de tijolo de vidro cheias de beatas, terceira bea t as ps sn onda ne primeira cruz as circulo do as da comida, p serpente da comida, da estrela, os bolos, o da ampulheta inclinada na mana , a pulha da manha, vinte e quatro, natal, deo do ze , circulo do set, vinte e oito, o eléctrico dos prazeres à graça, dos prazeres do cemitério aos prazeres do cemitério da graça, trinta e quatro, estrela set, de sessenta, tempo total, a vaso dura são de di da visao do circulo sexto, ou de sessenta, a francesa, a maj rie , a maj rie do vinte e oito, maestro do circulo de sessenta e seis, o que mordeu a maça vermelha, a bambi, a marlene m rato do circulo vesica azul branca da cobra royal gala quarenta e um dezassete mel la al angulo, ad di ge primeiro gp, a mesma cobra que estava figurada em frente a casa trinta e cinco da capitão pallas,

Vinte e quatro, n cão serpente do circulo do jornal, com o t am b em, r e fr en cia aa o nat al em do is mi le c inc o, o moe mn to do ro ub o do fi l h o, o bar u l h o da mor dide la da maça en t reo s t r es e os quatro minu to s é id en tico ao bar u l h o da queda dos o cu l os, pr em eira mosca, al moço s g rat is, c asa, o bor la, agua x no circulo do om , mat ava toda am un a h sede no s te us l ab io s, ca i emo soc u l os, on te m , h oje, de madruga gada, d ep o is de n orte noite p ass o u, o c irc u lo do sangue e stá co mp l e to, co mig eu r op eu vaso os oitavo ando, os q ue vao ca irc do rc do homem ave eta roma, do mundo, ti j olo ode v id ro meia da ad e ti j olo de v id ro das cheias de bea t as, terceira bea t as ps sn onda ne prime ira da cruz as circulo do as da com id a, p serpente da comida, da estrela, os sb olo soda a mp pulhe eta inc l ina ada na mana , a pulha da manha, vinte e quatro, natal, deo ze , circulo do set, vinte e oito, o el e ct rico dos prazeres à graça, dos para ze r s d o c emi te rio a os prazeres do c emi te r io dag rata aça, trinta e q ua t ri, estrela set, de sessenta, te mp o tot la, a ava vaso dura são de di da visao do s cir cu lo sex to, ou de se ss e eta, a fr anc e sa, a maj rie , a maj rie, vinte e oito, maestro do cir cu ll o de se s senta e se is, o q ue mor de ua da maça vermelha, a bambi, a mar l ene em rato do c irc u lo v e isca az u l br anca da cobra ro y al gala q ua renta e um dez as sete mel la al angulo, ad di ge p rime iro o gp, a m es ma cobra q ue e stva figu ra da em fr en a t a cas trinta e cinco da cap pt do circulo da ap da apit da pallas,

A seguir as notas publicadas sobre marlene da royal gala, quadrado do primeiro em setenta e tres , sete do terceiro, mel la al to ad di ge igp, vem

A se gui ra s not as pub lica da ss ob re mar l ene da roy al g ala, q au dr ado do prime iro em set n t a e t r es , sete do t rec e iro, mel la al to ad di ge i gp, vaso em

No do metro, o eco, w in u motor, com mud das danças, sat lite é oxo, o do porche ao sair da miss primeira de oeiras, encontro de tecnologia, f s circulo da estrela, ad id as, ida do as do sida ad mx, cin ze to tres, do quadrado do ze aa segundo da estrela, sessenta e nove, quim ze si sg circulo do vasos eta, dez , noventa e tres ce, mm, natal infinito, az terceiro do seis, zorro da cruz, cinquenta dez onda furacão do forte da tv hd, zenao do trinta e um vaso maior do primeiro, do duplo circulo do vinte, noventa e seis dm, quadrado do seis, dezoito do infinito ab da estrela do norte

No do metro, o e co, w in u motor, com mud das danças, sat lire, ot, it. é oxo, o coxo, o do porche ao sair da miss prime ira de o ire rea s, en c on t ro de tec no ligia, f s circulo da estrela, ad id as, ida do as do sida ad mx, cin ze to tres, do quadrado dodo ze aa segundo da estrela, sessenta e nove, quim ze si sg circulo do vasos eta, dez , noventa e tres ce, mm, natal infinito, az te rc e rio do seis, zorro da cruz, cinquenta dez onda f ur racao f orte da tv hd, zenao do trinta e um vaso maior do primeiro, do duplo circulo do vinte, noventa e si es dm, quadrado do seis, dez o it o do in fi n to ab est rea l do n orte

Ah amada senhora subindo as escadas, a imagem da morte simbolizada no video da minha aldeia, subindo do underground, do casi do sodre, a hiena aparece nos olivais, nos azulejos da estação e diz fi, invertido terceiro do duplo vaso dos peões que elevam as fichas eléctricas, arquitecto do pn e di xe, , o carro eléctrico, imagem da lapa, o arquitecto negro e prata, pen drive, relaçao nino, londres, a quatro, audi, cruz os seios dragão pentium roma, jason, a lua la ad e cais do sodre , a one way de noventa e nove, agosto, , circulo de prata, negras pedras, os óculos da mosca, f alda fun ny, oitenta e dois, sin t ase angulo nono dep elo serpente por maís te mp circulo, miguel portas, circulo do quadrado rosa, dez, a raf al invertida, maçónica, li ps t a nivers ove ano, tar ia, morangos pingo doce, police ny, ny pd, escocesa, am set segundo uza, fn sete fr rf cam pm circulo vaso invertido, a e a , tunes da av estados unidos da América, o balde da tinta, oitenta e um capa cal vaso vermelho e negro e prata da cadeira de entre campos,

A h am ad a s en hora s ub indo as esca da sa i mage madeira da m orte si m bo li iza ada no vi d é circulo da min homem a al deia, s ub indo do un der g ro un sd o casi do sodre, primeira hiena ap arc e en os sol iva si, nos az u le j os da est aç são a e di z fi, en vertido te rc e iro do d up lo ova do vaso dos pe os q ue el eva vam as das fichas el e t ric as, arqui tec to do pn e di xe, , o carro el e t rico, i mage made ria da lapa, o arquitecto negro e prata, pen drive, relaçao do nino, londres, a q au t ro, au di, cruz os seios dragão p en ti um de roma, jason, a lua la ad e cais do s o dr es , a one w a y de noventa e nove, agosto, circulo de prata, negras pedras, os óculos da mosca, f alda fun ny, oitenta e dois, sin t ase angulo nono dep elo serpente por maís te mp circulo, miguel portas, circulo do quadrado rosa, dez, a raf al invertida, m ac oni ca, li ps t a nivers ove ano, tar ia, morangos pingo doce, police ny, ny pd, es co se za, am set segundo uza, fn sete fr rf cam pm circulo vaso invertido, a e a , tunes da av estados unidos da am erica, o bal de da tinta, oitenta e um capa cal vaso vermelho e negro e prata da ca de ira de entre cam p os, stone br e az, mala verde calças viol te as, cio le eta s, zara invertida, prim mr ia do x na roda da am ml h a castanha e branca do sol da anha do s sebastiao, do lagos, o cutileiro, o cancro na cabeça, pi co as , pico, pi coa as segundo av fontes pereira do melo, homam ap pp delta chi en a cobra cinto az saco preto e cor de rosa, do marques das roupas, noventa e dois, sexta, treze pa w he dj j y st o da just, de noventa e oito, expo

Warum, notas do video vinte e tres , de nove de março, depois da matança na escola alema, vinte e um, t r iade do se gun do, trinta e quatro, q au t ro rome, mega sg gun dodo do delta da cruz espanhola,

Pao da agua cozido, ou seja das furnas, ou seja da assinatura que se manifestou no mar, com cinzas e vapores que emergiram do fundo do mar, dom ar, ma quina au tom a tica de f az e rp do pao, rua do pat roci ni io, no s sa s en hora das dor espanholas, c emi te rio al ema do mau, terese, al en tejo, c on v en to , religião na t ural ista s do me s mo convento das danças do horta, homem do circulo da orta , rta, snif, snif, coca, sn e fs no f orte, nino , fi do circulo do condo do tor, mei ma kapa e rat mais m ak e rato , patinho, do quim mad o do circulo do arroz, china, pr e cisa sao, es c rita é maio rato do q ue primeira da voz , c imo s ana ado, sabado, hora do chá na igreja alema, da hora inglesa nau gata do rat e j primeira da al ema

Na imagem, se le serpente segunda dos ganchos para o ceu, dois s emi circulos com um b ou seios virados para cima, menina deitada, com dois gancho para cima, ou seja como uma cama dos fios dos eléctricos, da onda da cabala, ca da bala da primavera, do inquérito policial de chicote na mao, o que em o anel da virtude, da oto, x no vaso do vinte e oito, do carro da bela rapariga, dois pee ix es da ant en ad u as v e iscas q ue dao o rige ema uma da terceira, , c r ian ç as, ad u l té rio, co m p riva t iv os, ban cos, ref é maria da pol cas , pitada, dita ada pito da tabasco, iron nia

Co di goe e deco d es codifi caçao vaso da aia net, ca da j da uva, juv leoa, inter, relaçao com da italia, cabala, vaso primeira são, lea al dad eve r s us fed el primeiro do io, dad e pad e, p ad , e, os cila anda, os c ila lan anda, em cima ac rina aça da ano uk, o us ua i mage,, n unc a maís se rei fi el, t rai sao, o ra p az vo calista, chico, c on serva da clinton, oxigénio , radio, arvore, me ovo on omo metro, t uni cas, ref, a rapariga da tentadora, aba cos ab ba do cos, es pan hola, o avia dor dos f dez ase is, prim ave vera da primavera, min do homem de sessenta e um , s es sena te primeiro

Depois de evocar a memória da rapariga do norte da europa que uma noite protegera o cao antonio do filho do vanzeller, pelo espirito ouvi, que ela tinha desaparecido ao investigar um omen, alguma anomalia que ela teria detectado e estaria a investigar, assim presumo do que pelo espirito ouvi, uma imagem muito próxima dela, estava na net , como presa e chicoteada em seus seios num dungeon de brincar, mas a imagem não parecia ser a brincar, até me arrepiei ao vê-la

D ep o is de evo car a m emo ria da ra pa riga do n orte da eu r opa q ue uma noite pr e te ger a o cao antonio do fil h o do vanzeller, p elo es pi rito o u vic ue el a tinha de spa rec id o ao in v e tiga rum omen, al gum a ano mali a q ue el a te ria dec t ado e es t r aia a in v es tiga ra, as si m pr es umo do q ue p elo es pi rito o u vi, uma i mage made ria mui to pro x ima del a, e stav ana net , com o pr es a e chico tea ada em se us se io sn um d un g eon de br inca r, masa i mage made ria n cão par e cia ser a br rina car, a té me ar r ep pi e ia ove do traço ingles de la

A imagem no video, se passa num casa que parecia real, assim tipo meio do campo, a rapariga magrinha e de cabelos curtos negros, ainda adolescente, ou com ar disso, trazia um vestido de la rendado que tirava e depois se via ela atada pelas maso ao alto com o ventre nu, e um home assim de calças de cabedal e rabo de cavalo, com ar de quarentas ou por ai a fustigava no peito com uma espécie de chicote, o que era estranho é que a expressão dela, se decidida, não era nada de agrado ou de quem estava agradado, e de repente ao ver aquilo, me pareceu à seria, não uma brincadeira, se bem que como brincadeira, fosse, bruta, mas há gostos para tudo, contudo não me pareceu ser ali o caso, não sei como ase desenvolvia a acção ou acabava , pois não o vi até ao fim e me lembrou ela a rapariga do norte que eu encontra uma noite no majong, no v id é o me par e cia s ero s en hor p elo ac en to am erica no

A i mage mno v id é o, se passa nu primeiro da casa q ue par e cia rea al, as si m t ip o me io do campo, a rp a riga mag rinha e de cab elo sc rt os negros, a inda ad lo s c en te, ou com ar di ss o, t ra z ia um v e ti o de la ren dado q ue t irava e de ep o ise via el a at ad a p el as maso ao al to com o v en t r nu, e um h om me as si made ria de c al ç as de cab e dal e ra bo de c ava lo, com ar de qu a ren t as o u por ai a f us ti g v ano pei to com uma es pe cie de chico te, o q ue e ra e ts ra anho é q ue a e x press sao del ase de i cd id a, n cão e ra na da de a g ra do o u de q ue em es t av a gr ad ado, e de re pen te a ove ra q u ilo, me ap rece u a ´ se ria, n cão uma br inca de ira, se b em q ue com o br inca de ira, f os se, br u t am as h á g os t os para tudo, n cão sei com o ase de s en v ov ia a ac cao o u ac ab ava , p o is n cão o vi a té ao fim, c on tudo n cão me pa rece use ser al io caso, e me mel br o i u e la a ra p r ira rag do n orte q ue eu en c on t ra uma noite no ma j ong, no video me parecia ser o senhor pelo acento americano

por isso sua puta zeinal, que espia todos os meus passos, etambem aparexcia com semelhante caderno amarelo em dia dos cadernos amarelos, , saberá muito bem averiguar esta historia, depois pelos passos, apareceu o resto da imagem de seguida, um rapaz em cabedal a fugurava com um outro ao pc no restaurante nova aurora, cujo logo remete para a china, do restaurante da ribeira, porto

por iss o s ua da puta zeinal ze ina primeiro, q ue es pi ia toos, os me us dos p ass sos eta tam bem ap par e cx cia com semem p rim en ra ante cade r no amarelo em dia dos cade rn no serpentes amarelos, s abe rá mui to bem ave rig ua ar e sta hi s tori a dep o is p ass s os ap re c eu o r es to da image de se guida , primeiro rap paz em cab bed al e g g ur ava com de p rim mr rio outro ao pc no do r es t aura ante do nova aurora cu jo logo reme te para primei r c h ima ina do e es taura ante da ribeira do porto

depois ao pagar o kanguru, a mesa tremia, e uma outra senhora aprecia com o mesmo numero de telefone da canta que eu trago hoje, a ana rita barbosa gonçalves do x vermelho, assim indicava o tremor na china ou na mesa madrid,

d ep o is ao pa garo kam da guru, urugu, primeira mesa t rem emi mia e uma outra s en hora ap rec cia com om mes sm m om mu p rim mr io ero de tele do f one da can t ac q ue t rago h oje a ana rita bra rb o sa do gonçalves, do x vermelho, ass si em indica c aca ava circulo do tremor na c h ina , circulo vaso na mesa mad rid



Na madrugada do canal dois que referencio , com a programação a se estender ate de manha, no filme lolita , assim li

Est tender primeira te da manha do no do filme da lolita, ass si ml primeiro

Na madruga gado do c ana l do is q ue re f ren cio , com a por g rama sao a se est n der a te de manha, no fil melo li ta , as si maior ml li

L ol it a , gentio, g en ti circulo do filho da policia, cap tacao, eua, cara ravel le, angulo duplo, quando e stva nu, pe ra ante a lei, lolita, a rapariga francesa, que ap ar e ceia ao l ado d a r e ina, com da face de q eu m tinha s o fr rid id circulo,

J iva g o, dr sw ei cruz zorro eur, h um lot, mo vaso cruz, v az , g raf ia, vaso use us pa is se no ra , mix i cama na europa, v ang gogh, mec i cano, xxx, limpa vao s id ros, prime iro sete, sete, sete, sete duplo deus, o do jornal sete, ava io, aviao, avia circulo
Sete, sete, sete, seis, dec lara da raçao da independente cia, fil meo do se g red circulo da tati, circulo da lua crescente do raio da gula do vi do zorro da chaveta, liz primeira mosca da luz, t ra ns for mad ro, alquimista, che rie da pie, fr ank kit stein, olho, o nariz, as maos, quarenta e tres, dance, doo c irc u o do zorro da cruz do arranha ceu, sonho em nova yorque com primeiro da monica e circulo do pedro cabrita, a imagem da ginasta chinesa, no catalogo da servi lusa, no velo rio da luc inda da atalaia, loja do manuel , lucinda, cento e onze, galeria cento e onze, s argento, ao lado da casa do bandido soares, cento e onze, g rup circulo da tripla unidade, dez circulos, ap pp ver vinte um, quadrado do circulo do q au renta duzentos e sessenta mod, na me duplo vaso, vaso en code d onze, onze, cinco, set, vinte eu, estrela p rim mr io do quadrado da estrela , o ff set duplo circulo dez s es ss en t a e um , do trinta, id pro do to duplo do protocolo, do cd, nuvem rosa do campo do climax, colchão, co l ca h oe x it cisne da dança de eve do verão da clara ki l t y, circulo escritora lolita, d olo r es, as la grimas e as rosas, seis, treze a do t r aç ong l es segundo en cao, fr e dd delta da bea bar do rá le, fr e dd y k ruger, p ink ch am pa gn e, tigre ss a, a mao e a pera, da mascara africana, frigideira, da champanhe, do poc, conta bil id ad e da torrada es pan hola da as c en sao ninfa, nin fa, delta de fogo, ca iram as folhas assim de u l t ima p arte mon santo, mne pb, prof, humberto, humbert, delta circulo, a mona, ala g rave, algarve, bacon, p orca do algarve da rua do costa, edgar allan poe, auber, amber, we ira , a uber alema, a deusa alema, ps ch delta do beijo do túmulo, do jason, u la lume, pires, ac ho barbara, dor de dentes, pi az zara g eni os, dr seis rat ile ley, quadrado de roma, cento e onze gnose, turco cinzas, a ma de um trágico terra, P, criada francesa, f ar bw, linda aime l´art. Canal zero, colegio religioso, freira, da universidade, aura au rá, silvia, lago da hora do gelo sw e at te rato nas modas, woo ds, sw eater, corrida nos bosques, crime perfeito, ou perfeito como nos filmes, do com do justino, pampelona, nenhum homem pode faze-lo mas a sorte pode, ne en homem primeiro pod , p da ode f az elo ingles de dez masa s orte pod e, a investigação de um crime e de um alibi, in vaso si est tiga são de prim mr io c rime e de primeiro al li bi, the perfect murder, cruz he per rf fe ct m ur der, faca na bala lam ç a com do vapor, furnas, acores, huge cow, a senhora casada ac com um ortodoxo, assim pa rece do circulo do doc do icone d es vela ar, do si cone, circulo one, sufi, furacões, martini, it, xx xx , quatro x nas escadas, a mulher morre at rop lada, ne fr rite rim, onze om do prime rio rim, ne fer rt titi ti it, tir, lolita, dez duplo angulo colt, iol, duplo angulo colt, ca mp do climax, sed ge wich, le pi ns serpente da ville, s w ine, sw ine, desaparecida a in v es tigra uma maldição, assim o espirito o disse, judo, ki boi w ash, br s tate, police c on v en tio on br danças de lisboa, pot ts dumble e temple, pe nau id da terra, br peron perros da evita, movie star bed, manjo, spokes, aranhas , infante santo, seis, seis, seis, vaivém es spa cila, espacial, spokes que incendiou o h a l o t, e co le e alugou a cave, serpente kim, cristina coutinho, que quebrou a ama da serpente kim, t w io forte do barbieri, moda, do jogo de ped bar ney, pa da gina de oitenta e dois e oitenta e tres, do gato so squash, maior kapa da india, dos filmes estrangeiro, festival canada, lolita da norma , lolita inglesa, a mae morta?, circulo duplo da energia, ram serpente dale, record p layer, circulo elevado hi do fi do set, a rapariga do reformatório, imagem da wionna ryder, do urso do colegio, o rr, do futebol na frigida queen, roy do circulo do rex serpente, camon, o opel, alema, de cinema e dos museus e da arte, ed usa gold, teo cruz dor, o alemão do quarteto dos psicólogos, ds, a primeira pig, do bode feiticeiro, da feiticeiro do fiteiro do bode, pai do ray, bubble gun, a pst, pastilhas de mascar, entre campos, pc de toiros, chaveta do circulo vermelho da chave é o magnético dos intercomunicadores da set star da bell, do vaso dos quinhentos invertidos, da w ger maio da any, tres vias, do ataque do az ia , gripe asiática tica do sta ff circulo do nl delta, james jane das danças do peter ap p ver sete quin ze dez, mpe gato en code r der ec i b a do ba x, dois mil o ff set, seiscentos, it, qua tor ze e quadrado segundo,

Bico azul do museu dos coches, desenho do tap eta c omo ua , um clip, ou uma ogiva ge om e t rica ar da rabe, vermelha passadeira, pedras largas da calçada, a teresa, com circulo da igreja do dom pedro quinto, harlot, estrela, rato, ps, assembleia da rep ib lica, movimentos da modernidade, redes it, o rei tambem falava das velas, caravelas, , da imagem dos barcas e do bate tela o no casi rocha conde d´obidos, como tendas do deserto brancas da e ts r e la inclinada da cerveja alema, z eta , ot, ele t rec cidade do e dp mexia, reina na ar, cumprimenta senhoras funcionarias, uma dela com o tele emo ove l na mao, f az - me a liga sao ao ma ga l homem da primeira espanhola, e ao passe q ue p use ram as c rina sç as na es co la a f az e rna primeira da rua do pat roc in io do alberto costa, ap ar e cia d ep o is no al in ham en to, com da cara dedo rato do norte sul, prémio, en cruz rato gato dog eu, da relaçao n orte sul, g rup on orte sul, n cão primeira em presa portu guesa,

Em dezasseis de março, morte em africa, torcer o pepino, a clavícula de Salomão, o dínamo, motor eléctrico, da reacção e da contra reacção, espadachim, mosqueteiros,

Em dez ase is de março, m orte em africa, tor ce ero do pepe ino, a c la vic u la de salo mao, o di na mo, m oto tor ele c t rico, da rea sao e da contra rea sao, es pada ch im, dos mosqueteiros

Ao jantar, dois espetos com carris, carris do oriente, lulas, batas sa murro , cama ro es, a rapariga africana no cais do sodre, o sea am c sc u ll y, o sena dos fil e en s net ts do oriente, a es cu l tira m is t r vaso a , p arte do cam ar a on os carris, pi r i p i r i, e n t ra dado do metro, silvia, texto de sintra, ave do vaso da isca do fi do os cotton, couto


Sabado, duas mortas em luanda, papa em angola, a discoteca africana, a brand, os elevadores pop affair, a rapariga bi jornal cantavam jorge miranda, fm scan, rua do patrocínio, um fio atravessa a rua a imagem de tantos mil completamente fora as leis de toda e qualquer instalação técnica,

S ab ado, du as mortas em luanda, papa em angola, a di sc o teca africana, a br ab bd, os el eva dor es p os a ff air, a r a pa riga bi jornal can t ava vam jorge miranda, f m s can, rua do pat roci in io, um fi o at rave ss a rua a i mage made ria de t ant os mi l co mp el tamen te for a as leis de toda e q ua l q ur in s t ala sao tec nica,

Cia al verde fluorescente azul, bicicleta, fonte dos anjinhos, cavaco silva gabi net eta primeira vexame, caso exame, pro ove da dor, p au lo portas, ar s eta es cu do te mp lo inc l ina ado, verme le h o branco az u l, c in tara, francisco li u la, zanga das comadres, d es vela lam do traço da inglesa se as verdades, , dos tres x no da pilar da ponte de alcantara, rua augusta, te x js, te x pr in ciep ser pente da js, iva am pulhe rta francesa do vieira da silva, ss, fi madeira do mundo, da ines mendes dos seiscentos euros, vinte do primeiro qua dado do traço ingles da u g t , kapa congresso, vaso gt, al ba pa e tat oto ro dos dois traços vaso vermelho delta dentro de outro, onze, do amorim, amo rim, dos tres quadrados sobre tres arcadas, cadeiras vermelhas e negros aros, dos cartões brancos, anfiteatro, ss iv e raro vaso rca do foice e martelo, P, organização re coimbra, bg do telmo, da violência nas escolas, imposto g ia, e gato ia, mms, cento e cinco me didas, seiscentos e cinquenta, jose nuno martins, oceano, m ms , leao, nós europeus, e conta dobrado, o cinto do tripé, do maçon dos off shores, anton da nau eu r, bauer, primeiro do seiscentos e cinquenta, jose nuno martins, a guerra nas escolas, sic, a mao no vidro da manivela, be telmo, mat os sin h os, es c ola sec un da ria da rua, fr azul e branco leve, tcr, time code, duplo circulo, red cruz ab j en as, ind le gato da le, press group das abelhinhas, laranjas, branco, az nl, quadrado da estrela lua negra, lamas, david ab ng ny, a imagem da seta do bla b la, religioso, ne w ro z primeira na set das duas espadas cruzadas em arco, no tempo da guerra do irao, sexto hd son do home de bengala, ingles, aristides mendes, o cônsul, nova t oto bi o gato raf fia m trinta mil , dez mil judeus, mirian as sir m eterno, inverso do holocausto, bom e justo dizia a senhora em voz apaixonada de um dos heróis, tao mal tratados como de costume neste pais de merda de ingratidão e de bandidos e de corruptos e de filhos da tremenda puta

Cia al verde fluorescente azul, bic sic l eta da fonte dos anjinhos circulo da p do cavaco silva gabi net eta prime ira v e x am me do caso do exame, pro ove da dor, p au lo portas, ar s eta es cu do te mp lo inc l ina ado, verme le h o branco az u l, c in tara, fr anc isco li u la, z an gado s com ad r es, d es vela lam do traço da inglesa se as verde ad es, , dos tres x no da pilar da ponte de alcantara, rua augusta, te x js, te x pr in ciep ser pente da js, iva am pulhe rta francesa do vieira da silva, ss, fi madeira do mundo, da ines mendes dos seiscentos euros, vinte do primeiro qua dado do traço ingles da u g t , kapa congresso, vaso gt, al ba pa e tat oto ro dos dois traços vaso vermelho delta dentro de outro, onze, do amorim, amo rim, do s t r es quadrados sobre tres arcadas, cadeiras vermelhas e negros aros, dos car to es brancos, na fi delta do teatro, ss iv e raro vaso rca do foice e martelo, P, o r g ani iza sao re coimbra, bg do telmo, da viol en cia nas escolas, imposto g ia, e gato ia, mms, cento e cinco me didas, seiscentos e cinquenta, zo se nuno martins, oceano, m ms , leao, nós europeus, e conta dobrado, o cinto do t rip e, do maçon dos off shores, anton da nau eu r, b au e rp do primeiro do se i centos e cinquenta, jose nuno martins, a guerra nas e co l as, sic, a mao no v id roda ma ani vela, be telmo, mat os sin h os, es c ola sec un da ria da rua, fr az u ll e br ram co l eve, tc r, time do code, duplo circulo, red cruz ab j en as, ind le gato da le, press g ro up o das abel n h in h as, laranjas, branco, az nl, quadrado da estrela lua negra, lamas, david ab ng ny, a imagem da seta do bla b l a, religioso, ne w ro z primeira na set das duas espadas c ruze quadrado do as em arco, no te mp o dag eu r ra do irao, se ix to hd son do h om me de ben gala, ingles, ar is tid espanhol do onze do mendes, o circulo em sul, nova cruz rui da oto bi circulo do gato raf fia m t rin t am i l , dez mil jud eu s, mirian as sir met reno, on verso do h olo c au s to, bom e js u to de iza a senhora em voz ap a ix on ada de um dos he roi s, tao ma al t ratados com ode cos t um me nest pa is de mer dade inglesa ar ti dao e de bandidos e de co rr u pt os e de fil h os dat rua da emenda puta

Mais anto gás not as serpente,

Mais antigas notas,

beijing, explosão mina , quarenta e quatro mortos, áudio sky, alpine, sec militares, a linha do high ligth azul vermelho dizendo teresa mul homem da r , é pede, irao com no cruz na a w cio, um est ra lapa angulo superior esquerdo, dec vesica, com os li t ros sg ro ger do ado

Ne i j ingles , e x p l o sao mina , q ua ren ta e q eu t ro mo rt os, au di o s k y, al p ine, sec militares, a linha do hi g h li gt homem azul verne l h o di z en do teresa mul h om em da r , é pede, it tao com no c ru z na a w cio, um est ra lapa angulo s up pei o r es q eu r do, dec v e i ca, com os li t ros sg ro ger do ado

Marta, os se o sm omo s maça, de serpente do vaso efe da venta kapa do sessenta e nove, cv do bar do rá das cores br, telecom o w air caixa, impressão digital a vermelho e branco, x na vela das rochas, bc bg, bom genre bom chique, bar no rio tejo, mario max , maior ax, az rua kimono, tunisia , ubs serpente noventa e quatro, suíço banco, com as chaves do papa, mia mente, me desvelou o oráculo agora

Ma art rta, os se o sm omo s maça, de ser pente do vaso efe da v en t a kapa do se s s en t a e nove, cv do bar do rá das cores br, telecom o w air caixa, im press sao di gi t al a ave vermelho e branco, x na vela das rochas, bc bg, b om g en r e b om chi q ue, bar no rio tejo, mario max , mai ro ax, az rua ki mono, t un isi ia , ub s serpente noventa e quatro, s u iss o bam co, com as c h vaso do espanhol do papa, mia mente, me d es velo lou o o rac culo do agora


Um chines, na calçada do livramento me mostrou a matricula da frente segundo set do souza, amachucado , relativo a imagem da pomba morta em frente à casa dos frangos, dois passarinhos voam um atras do outro e novamente um papagaio, sai das laranjeiras, , já em frente por detrás da cas dos frangos, , até a arvore ainda despido do muro caido como nas casas do senho ou da mentira da teresa, duas pombas passam por mim, descem e me mostram o vaso descendente, numa outra pequena laranjeira, na cas de goa está im peugeot negro e prata duzentos e seis de seis laminas, e um mercedes taxi beije, do set, da estrela inclinada, , conto dezanove morteiros no ceu por detrás do observatório das estrelas, na ajuda, ontem uma outra pomba morta, ainda em sangue mo mercado do peixe morto, onde o zeca estava em imagem, e uma jura de amor ao mundo e a verdade do Amor na parede em frente, pintado , ah amada, que se me arrepiou o coração ao vê-la e ouvi-la pelos teus lábios em meu coraçao

Vaso do mc homem da ines, na calçada dol iv ra men tome mosto ua mat ricula da fr en te se gun do set do si uza, am ac h u cado , r el at iv o a imagem da pomba mor ta em fr en te à c asa dos fr ang os, do is passarinhos vo am um at ra s d o outro e n ova mente um pa gai o, pap a g a io, sa id as laranjeiras, , j á em fr en te por det ra s d a cas dos fr ang os, , a té a arvore a inda d es pido do m u ro ca id o com on as casas do s en ho ou da men t ira da teresa, du as pombas p as sam por mim, d es cem e me mos t ram do circulo da ova do vaso d es c en dente, nu mao u t ra pe eu na lara n je ira, na cas de goa e stá em peugeot negro e p rta du z en to ze si es de se is la minas, e um mer ced es taxi bei je, do set, da estrela inc l ina ada, , conto dez ano ove m ot e irs s on o c eu por det ra s do ob serva tori a d as e ts r el as, na ajuda, on te m uma o u t ra pomba morta, a inda em san g ue mo mercado do peixe mor to, onda do circulo do zeca e stav a emi mage me uam jura de amo ra o mundo e a ave verde ad e, do mao r na pa rede em fr nete, pi n t ado , a h am ada, q ue se me ar rip io u o co rc sao a o ove traço ingles de la e o u vi do traço ingles del a p elo s te us l ab io s em me vaso da cora são

Ate ke fim segundo, dragão azul, Lusitânia, p vaso kat lan cisne sem mastro, com sentido oposto ao Lusitânia, grupo oito, instalação seguro, phoenix, ontem o símbolo da coroa, vinha num home caminhando com a mao no bolso, como se o tivesse metido no bolso, ate ke fim, phoenix, foda, o homem na minha posição na mercearia, ao lado da igreja do bom sucesso e do triunfo, mia é nana, mia está na minha cabeça, o peixe me mostrou os tres circulos concêntricos nas aguas, as ondas da nau sica primeira, sic aa, sebas segundo, man, um outro parece estar morto boiando na agua, mares cruz ca, br, no eixo de s januario, leonard, a belíssima voz, contava , i´m your man, seja se me quiseres, so pra pai dos teus filhos, ou como for, pelo tempo que quiseres, um passarinho do caixa a p e b,, debica circulando em circulo, um reflexo, num cabo do mastro do lusitanea, para cima e para baixo, faz o belo movimento no veleiro, ao fundo , branco sobre azul, mase primeiro teresa ra da vela s ak serpente primeiro marine, utah, zara o bico do fogão, rio treze, dias estrelas, furacão, queda di ceu, kin, um uk circulo ra ft, das artes do ra ft, jp gato, abe le za e p un gente e c est a, a musica maca da sua verdade, da latino, pungente, vaso príncipe segundo gato primeiro q eu p un ge segundo, c omo vente, primeiro lilás rosa, lan cima ante p romo r gato nono do rato, p un gente si ger, triângulo de fogo, p un g it ivo, remo o primeiro do ping bananas borrachas quarenta e oito circulo do primeiro b, ft, circulo do forte tor q eu do marco urbano, Dodge mozarela, ev, referencia ao texto anterior, ev sport car preta e amarela, lot us t he Dodge plug in, ro ck e ts fr rom, circulo do sessenta mp homem lit homem ima, das ion batteries,

A te kapa e fi maior do segundo, draga circulo onze do azul, lusitania, p vaso kat lan cisne se maior mastro, com s en t ido o post o ao lu sita ni a, g rupo oito, i sn t ala sao do seguro, ph o en i x, on teo s im b olo da coroa, vinha n um h om me ca min h ando com primeira mao no bo l soc omo se o t iv ess e met id o no bo l s o, a te ke fi mp h o eni zorro da primeira foda, o homem na min h a posi sic são na mer ce aria, aol ado da igreja do s om suc esso e do t rio un f om ia é nana, mi a e stá na min h a cab eça, o peixe me mos t ro u os t r es c irc u l os c on c en t rico s nas aguas, as ondas da nau sica prima ira, sic aa, sebas se gun do, man, um outro pa rece es t ra morto boina dona agua, mae r s cruz ca, br, no eixo de s januario, leo n ar, a be l iss ima v oz, conta ava , i´m y o ur man, seja se me qui ise r s, s opra pa id os te us fil h os, ou com o for, p elo te mp o q ue qui ise seres, primeiro passarinho do ca isa a p e b,, de bica c irc u lan do em circulo, um r efe l xo, num cado do mastro do lu si t ane a, para c ima e para ba ix o, f az o b elo mo vie mn to no veleiro, ao d un do , br anco s ob r e az u l, mase primeiro teresa ra da vela s ak serpente p rie mr io marine, u t a h, zara ram o bico do fogão, rio treze, dias estrelas, f ur da raçao, q u da di ceu, kin, um uk circulo ra ft, das artes do ra ft, jp gato, abe le za e p un gente e c est a, a m u sica m aca da s ua verde ad e, da latino, p un gente, vaso p rin ciep segundo gato primeiro q eu p un ge segundo, c omo vente, p rim meo l ila s rosa, lan c ima ante p romo r gato nono do rato, p un gente m si ger, t rian gula de fogo, p un g it ivo, remo o prime rio do ping b ana na s bor rac h as quarenta e oito circulo do prime rio b, ft, cir vaso do circulo dez do f orte tor q eu do marco urbano, do dg e mo az ar e la, ev, refer en cia ao texto ante iro, ev sport car preta e amarela, lot us t he do dg ep p do primeiro vaso do gin, ro ck e ts fr rom, c irc u loo do se s senta mp homem primeiro it h oe m ima, das ion bat teri espanholas,

Fuse action, o fusível da acção,

F use action, o f us iv el da ac sao,

F use ac ti on, arco, t rave ss ia do judas, cúpula, como uma mancha, um farol, o segundo, ene rada portão, demo seis, dao pedra gelados, pedra dos gelados, ola, duas cruzes no delta quadrado do home do trinta, quatro filhos, ponte da lua deitada, no angulo ang dez, bifes dee oito, em sintra, gato do vaso do principe, iao china, rip ped setenta e quatro, r un lan do carvão, min nung, co do king da metalúrgica amorim, dos diabos, x in homem ua ne ws a g en c delta s aio, saco, cnn, to de setenta e quatro, eleven, uk, usa south n carneiro vaso sessenta, cok e bar do ra do stell, manu, f ca t vaso ring, e rato efe az segundo to as co king abda south africa, ac co da primeira mine au primeiro it ts ac s om pan ying sr ruc tures es ar e co onze e circulo cruz iv e ly kapa no w asa co onze li e rato delta en austrália, un der ground, co al mine delta de fogo, cunha, de médée, fala da ruiva dos etagers, prateleiras, no blog do nin, ou seja a face no ceu das sementes, assim o mesmo angulo sua imagem reproduzia, e uma mulher que esta na outra casa, o delta dem da eli, o delta da morte do mestre e da ferida dos dois irmãos solares, ou o solar e o lunar, argonautas, companheiros de jason at g o, rígido, creonte filho de lic ice e to li set to, angulo do ice cruz circulo do corinto, creusa, homem do ip ps europeu, la pitas es til be andrew, andre,

F use ac ti on, arco, t rave ss ia do judas cup u la, com circulo da primeira mancha, primeiro farol, o segundo, ene rada porta tao, demo seis, dao pedra gelados, pedra dos gelados, ola, duas cruzes no delta q au dr ado do home do trinta, au t ro fil h os, ponte da lua deitada, no angulo ang dez, bifes dee oito, em sintra, gato do vaso do principe, iao china, rip ped setenta e quatro, r un lan do car vao, min n un g, co do king da metalúrgica amorim, dos diabos, x in homem ua ne ws a g en c delta s aio, saco, cnn, to de setenta e quatro, eleven, uk, usa south homem n carneiro vaso sessenta, coke bar do ra do stell, manu, f ca t vaso ring, e rato efe az segundo to as co king abda south africa, ac co da primeira mine au primeiro it ts ac s om pan ying s rato do ruc tures es ar e co onze e circulo cruz iv e ly kapa no w asa co onze li e rato delta en au s t ra l ia, un der ground, co al mine delta de fogo, cunha, de méd + ee, f ala da rui iva dos eta ger serpente, pr a tele ira serpente do non dez gato do nin, o vaso do seja da primeira face no ceu das sementes, as simo me s mo ang u primeiro do circulo da s ua i mage madeira r ep rod u zorro do ia, e uma mul her q ue e sta na outra casa, o delta dem da eli, o delta dam orte do mestre e da fe rid ad os do is ir mao ss ser pen net sola rato espanhol , o u o sol ar e o lu un ar, argonautas, companheiros de j as om at gor i gido, c reo n te fil h o de lic e to li set to, angulo do ice cruz circulo do corinto, creusa, homem do ip ps europeu, la pitas es til be andrew, andre,

Vinte, segundo do circulo pala av ra cinquenta e seis rude, onze pp traço ingles do forte homam da ad, homam ave de sete en na te c inc o, ou seth da estrela, f ac tor, pt, pp homem ave, tomar, cu do ur zorro omar, circulo do mar, co mer n x vaso sg gun do, quadrado e homem as gato one, cruz he onda ser pen nete a reia a anda da onda dos not ts primeiro coluna don ap os t lo serpente da cruz any bt do money on me ero da onda vaso rat br rea, kapa f as t do tomar ca fe br pt homa ap do p os s u i ra nas amoreiras, s emi circulo da primeira do golfe na igreja, as meca noventa e oito, expo, gato rato dez ase is gt circulo do sexto, setenta e quatro x maior, au di, circulo do pc do trinta e um bmw, p sessenta e oito, fr, noventa e quatro capital d a c uk tura sp , noventa circulo do sexto da pt, duplo vaso do circulo do h oe made ria do trinta e um e swing pc bi de o it en a te um, vinte e cinco sc casa da musica, duplo quadrado do qua rente e dois, x maior, sessenta do ze rato do vaso do vao serpente, maior set de o it en te do sessenta e nove de oitenta, raul perez, pinturas do desenho da fundação bernardo, brand rea serve do circulo da puta do zon, o dog da house digital com

Maya designs, s mall bus sin in ni ss, maya, aca demy, agora, b link , b lu serpente homem chifon, chi do fon, cada fame int ram vaso ra primeiro, in cruz rm maior vaso ra al do s carlos, casuto, maestro, ligação à américa,

Maya designs, serpente do mall bus sin in ni ss, maya, aca demo dd delta do agora, b link , b lu serpente homem chi fon, chi do fon, c ad a fame e int ram vaso ra prime rio, in cruz rm mai ro vaso ra al do s carlos, casuto, maestro, ligação à américa,

O do iva, é o deo do dedo do quadrado do circulo do quarto do seth kapa cap da tura dos out s o rc ingles ap ar ra chi circulo serpente poli t ics, estrela do tres circulos dos cinco mil euros, a senhora primeira do sá fernandes, her harlot, o mestre do hi tc i king, à boleia no universo, a ar lot ts , sand ab o mina tio ns circulo ft fe e art homem, o he do ab ao br, homem bomb, home hidrogénio, o homem do génio da hidra, o homem do jardim do principe real, b ad del a t dez n cruzes fe seis rea cruz , t j he mother of harlot, the little h om the woman, do roupão analuti, oitenta e seis, quatro, rato tamil, nu na nana, emile zola, akon´s m kapa on ki, antonio do homem da ler, kim maior delta, nana charpentier, relaçao com marco antonio da medea, porte, nana, silvie cover, anna, ka riana, iana, rata ina, que morreu as maos do eduardo, o hyde e o mr j ac key, da belle helene, bananas, Chiquita banana, carmem da miranda, a cantora da sara miranda, a pseudo realizadora filha do ps da ad da rtp., a américa esta agora nela

Co nse rca s conservas – atum n, circulo do mega, primeira da cruz umo circulo mega

A frigia, é nana, fr rig do ia é nana, nana p rie mira do duplo vaso, ibiza, cam da mila e la agua da tory iana , tory amos, ana abecassis, da loja sandy, ligado a a cleo do pt ra, b u ano a santana com gel fr, pan na anna má, seguro, nana, josé manuel seguro, a nana do principe do bar do ra da maria sobral, demo emo mol homem aa circulo do eye uni ba grupo onze, gados, gato ad us demo demol homam ad circulo do olhado, do corso, o laurent, nó do car naval, doc circulo do rato da naval, corda naval, do nó do trinta e um da armada, av tie r no gal vam, galvao, o do mfa, junta de s alva são, o p rin ciep do martelo do santana, principe da un da cruz serpente do ap soto dez, primeiro do circulo da alva são, o martelo do traço ingles s anta, stone eagle, mana, a alva, mna são, museu de art e anto gi aca, antiga, tiga

Torre terceira, o principe das amoreiras, amo rei ra serpente maria do pingo doce, se mascara da se minas da se do rp do poe en da te emi, a can tora cara da cristina coutinho, doc om do boi, cam do boris, ccb treze, o amante da sa de dez , serpente da ad dec, vaso do rim do homem dos dragões, long, da faculdade de ciências, long, ling champs, majo rie, longo campo, campo grande, fr ande, mario soares, maçon , m al on maçon fr e maçon pt, pierre, cruz velho francês, paul, cruz nosso cn, a torre, ess vigia da aa av, a torre medica, e x tsf, rangel, rui rangel, vinte e quatro horas é o terreiro do dias, primeiro semana m pr mer erro rose s ema nona, primeiro mês, a te à data indica dana em bala gata eva, posta de bacalhau, torre terceira, nono, piso, poso, letras j dez do bar do rá de noventa e nove, do traço do duplo circulo do infinito, segundo dn duplo sete, dezoito, vinte e tres duplo circulo do vinte e quatro, quadrado do infinito, post ad e b calhau, d en olho do ultra sporting, rac on gel ado angulo onze grupo do gato ad us mor homem ua, c on serpente do vaso mir, te do pr efe rene ia ant espanhola de lot e, dez, oito, oito, l ot e, nove zero seis dez setenta e tres, nove, um, nove zero seis dez setenta e tres,

A terceira torre, lote nove, j, nono e p rin c ipe da no ser pente rato no sexto ava van, tie rn no do galvao, seis alva van, a super mul her, que en t rav a no car naval na casa da rua do costa do elevador, do oficial da tua da rua do costa, a l au rie anderson, do mig eu l , da pen h a de frança, fr ank prime ira, a pen do homem p rim mr io da fr anka, o pierre, relaçao com o rui simo es, e da maria joao mayer

O do carneiro invertido da me ns dos tele f one es, e circulo do segundo da dupla do quadrado e kapa gato da ve isca do pt, cruz sessenta prim mr rio do io do nono do circulo da vareta primeira, fla o, da ce, as serpenet eta rec sic cic da lage maior do pin gato do circulo do ce da distri b u i sao ali iman tar as da rua da tie tn no da gal van, da torre do au di , a quatro, do terceiro pi is serpente do circulo do nono, son do ovo le cruz ra az dez noventa e nove, da gula do vi do duplo circulo do infinito, lis boa do Alexandre rande dumas do zé, alez, zorro da primeira da lei, do bar do rá do x no andre dumas do zé a le x x ana red primeira as sd circulo do ze do sis duran teresa, e x tsf, do rangel, do rui rangel, o juiz tinha confessado, assim escutara no espirito, que fora apanhado em flagra a sair de uma casa de putos, e que se der s uma q u q lu we ra da desgraça no mundo, ao mesmo tempo,

A marguerite , mar ger e te da duras, da margarida do majong, r e b, cado rato es ap pn da hola, bat e au x , x capa do bate au kapa espanhola maga, ob serva, do carro da senhora negra, linha porto, paquete, da lua azul, indico, da valsa dos chapéus, douro br, , sara portu gi es a, dili, au s t ra lia

Cruz transatlântico, lam tico do atlântico, transexual, ala, dec, homem do circulo , duplo do angulo l on na altura em que a musica pairava no mar,. no da ar, s ob re asia peaches, tiger man, a peaches do wullian blake, do quadro, a flaming june, a canadense, tori amos, william blake, w u ll ina blake, b la ak do e

Jane march, j ane ema ar c rc home tony le un gato ka fai, fada ema thompson, t h om psi s o w, cruz homem do om do ps do circulo do duplo vaso,

Analuti, toi, ana ll vaso ti do toi, id do circulo do can tor, rp da p do rim primeira da ap da pa da gina di maior arte da di set otto, do toto do coto, br e, il s ole von teresa, vinte e quatro horas, di marte di, quarta feira, serpente quarenta e oito, para ren teresa infinito, ss, elise, e l i p s e, fabiana, silva s ua serpente ss un a da dop porto, kali, anet, primeira net, a coe ley, eua lion, vaso est, t im ber, e h ard ware, to f da, cruz circulo for e ane p rim mr ro to do anel da pro primeira adams, ad dam mr maria sobral, dez ase sete quarenta e tres circulo, en e w ferreira, psico, figueiredo, borges, torres sm maior ka id o heli, da queda do heli, finegan fan ano u l y, family, circulo lelo da anouk, ano uk, primeiro ero da dol do elo, ad dc angulo do ass circulo do forte de noventa e cinco do tiger e di t c la ss, kapa do circulo duplo do angulo moto, kapa e circulo do sun art, se da kapa st home muito per rio quadrado do to us home da me do vaso avo do O maçónico, use rato serpente av cruz home gato do rato, mass ass s em m mp onze do bar do rá do io, m mf do traço ingles do grupo dupla unidade, onze, pdf, é aa cancio, circulo do foro da ajuda, ministério da cultura, x, os óculos, do caminho, lua, e hub china, a faca da china, am anka, plug in anal, ana lu ti, s tubarão martelo, mat telo, us s aura o corpo ma gn e tico da terra, loures, big bang, r elo gato do io da torre, s us si, suissa, crime van gogh, s us isi suissa, anel, car rt tao dos crimes inglesas lee es, gb , sete do nono de noventa , sexto do primeiro, mon lisboa viva, metro, al lu ge ur de eve i culo s de l ong a dura são, pa gina oitenta e nove, sec sap são primeiro de oitenta e nove e de noventa , em onze, segundo do cm, angulo ne dez ano da ove, co primeiro onze, assim ac rec en tao word, ao momento

Conversas com o diabo nas horas vagas ou cheias, o mir rei, e suas provocações infantis de sempre, isso não é um poema, ela não te quer ver, deverias ter adorado, era a mae, em vez da filha, o que tu sabes do amor, tu que és espião, muito me contas, a empresa publica do ps dos psi, com a face de cao triste de quem já está morto em vida , ar oriental, senhor nessa aparência dos pequenos comprimidos, masi pequenos que pílulas contraceptivos, ah são como pilas, falos de vontade, para reforçar o tamanho dos clitóris, ah, não é a deusa, não lhe chames assim, o que retira às mulheres dessa forma, a vontade da zanga, para as melhor dominar, erva em pós disfarçado pelos farmacos, que bela ciencia da hipocrisia, toma querida, se feliz, assim foge dele, que é mau, irra, que falta de imaginação, pela eternidade, a mesma treta , mete a mao no cu, e arde, cabrão, então eras tu que vinhas trazer a paz, o que sabes disso, besta, a paz e a guerra a ti e a todos os diabos, duvidas, ainda, na casa de goa ao fim da tarde, do muro, passam belas raparigas goesas, os pais, trazem todos bons carros, a vida corre-lhes bem, um musico que mais parece um executivo sai de um carro ultimo modelo a brilhar, daqueles com telecomando, que faz cric, cric quando pisca os falsos olhos, que são como se mi circulos amarelos, eu me espanto, um executivo que toca viola, salva-o por isso Deus, pela sua arte, estou farto de gente que diz bem viver a vida e que se borrifa lateralmente para a miséria alheia, o pai dele, o acompanha a porta, depois despede-se e volta , é um belo senhor, bem mais belo que o filho, entra em seu carro, masi modesto, sem o luxo do guitarrista, talvez de um casta inferior, que não entra na dos outros, o filho sim, pois vai como musico, e aspira,

C on versas com do circulo do diabo nas hor as das vagas e do circulo do vaso das cheias, a de agora que espelhou a de sessenta e seis, com ajuda da maozinha da puta mor da tv, outra que vai morta em vida, a puta elisa, o circulo do mir rei, e su as pro ovo dos cações infantis de sempre, os caçoes que comem as crianças pela eternidade, iss o n cão é um poe ema da madeira dela, el a n cão teresa q eu rato do vaso e rato, de vaso reia se rp pem n teresa ter adorada a primeira mae, em vez da filha, o q ue tu s abe s do amo do ovo do rato, t u q ue és e psi são de siao, , mui to mec contas, a e mp rato es pub o i ca do ps dos psi, com da primeira face de cao triste de u q e m j á e stá mor rt o em vida , ar o rei n t al, s en hor ness a ap ar en cia dos p eu en o sc om mp rime iro roda do ds, ma si pe q eu no s q ue pi luas c on t ra cp t ivo s, o q ue rita rea as mul her es de s sa forma, a vontade da z an g a, pr a as mel hor demo ni da ar, erva em pó s di f arc a p elos f am aa os, q ue bela cie en cia da h o poc cris ia, tom a querida, se fe liz, as si maria freitas circulo do ge dele, que é o mau, i r ra, q ue fla t a de imagina sao, pela e t rata eni dade, a mês ma quica, met e primeira mao no cu, e ard e, c ab rao, en tao e ra s t u q ue vinhas aguia vaso do t ra ze ra paz, o q ue s abe s di ss o, bes t a, ap az e primeira da guerra a ti e primeira de todos os dos diabos, duvidas, primeira inda, na casa de goa ao fi made ria da t arde, dom ur circulo, p as sam be l as ra par rig gás goe as, os dos pais, t ra ze m todos bo ns car rosa v id a coco r e do traço ingles l he aguia em, primeiro musico q ue maís pa rece um e x cu t ivo sa id e p rim mr do io do carro u l tim do d elo a br ilha ar, da que l es com tele comando, q ue f az c ric, c r i c q ua ana do pi s ca os f al s o sol h os, q ue são com o s emi cir u lo s am ar e la os, eu me es pan to, um e x cu t ivo q eu da toca viol a, ss alva do traço ingles do circulo por iss o De us, pe la s ua art e, est o u f art o de gente q ue di z b em viver av ida e q ue se bor rifa la te r la mente para a mise ria al he ia, o pai do sin os leo do circulo do ac om p anha da primeira do porta, d ep o is d es pede do traço da inglesa se e vo l t a , é um bel s en hor, be m maís b elo q ue o fil h o, en t ra em s eu carro, ma si mode s to, s emo luxo do guitarrista t alvez de primeiro da casta inferior, q ue en cão en t rana dos outros, o fil ho si m, p o is v a i com o musico, e as da pira,

Suas putas, não sabeis que a guerra sempre se faz, quando os homens não trazem justiça entre lee, eles nos dias, vivida?

Vos espantais, ainda, seus cabrões, onde pensais que mora o diabo e a violência e a mísera e a guerra se não dentro de vós

Vaso do os es pan tais, primeira inda, se us c ab ro es, onda pen sa isca quadrado europeu do mora do circulo do diabo e a viol en cia e a mise ra e primeira guerra se n cão d en t rode ode vv vaso ó serpente

Acabaste de assinar vossa sentença, mais uma vez pela mao dos que endosseis para brincar aos governos, acabaste de assinar vossa sentença, porque não velais pelo vosso governo e deixais que outros sobre falsos pretextos, digam governar, e o que fazem é manter o interesse daqueles que vos vao matar e matar a vida inteira no planeta

Ac ab as te de as sin ar vaso os sa s en t en ça, mais uma ave z p e la mao do s q ue en do ss e is para br inca ra os g ove r no s, ac ana s te de as sin ar vossa os sa s en t en ça, por q ue n cão vela is p elo vaso do osso do g ove r no e de ix ais q ue outro s ob re f al s os pr e textos, di a g am g iv e rn ar, e o q ue f az e mé mane t ro int e r esse da q eu l es q ue vaso do os do vao mata rem at ar a v id a in te ira no do planeta, a casa das copias na avenida,

Acabastes de assinar e pior deixar assinar por mao alheia, vossa sentença, pois pouco ou quase nada de decidido saiu outra vez da reuniao daqueles que dizem e deveriam velar pela vossa saúde e dos vossos filhos, e abusam do dinheiro comum, pois não o canalizaram para os investimentos públicos necessários para transformar as industrias e acabar de vez com a combustão e a poluição decorrente, masi uma vez o interesse de poucos se sobrepõem ao da larga maioria no uno mundo, e vos pensais então, que o que virá será a paz, se vos próprio fazeis constantemente a guerra a algo muito maior de que vocês mesmos

Ac do cb as da teresa serpente sd de as sin ar e pi o r de ix ar aa s sin ar por mao al he ia, vao serpente do os sa s en t n cap o is n ada de dec id ido sa i u o u t ra ave z da reuniao d q au el es q ue di ze me d eve r iam vela rp el a v os sa s au de e dos vaso dos ossos dos filhos, e ab usa sam am do din he iro com um, p o is n cão o cam liza ram para os in v es time en cabo do to s publico s ne c ess sarios para t ra sn do fom, efe rato do mar as das indu t ria se a c ab r de eve z com a co m b us tao e a pol u i sao deco r rente, ma si um ave z o ine net rr es de p o us co se s ob r ep poe mao da l arga do luis maio ria no do un circulo cem do mundo, e vaso os pen sa is en tao, q ue o q ue vi rá se rá a p az, se vaso do os pro p rio f az e is co ns t na te mente a guerra a al g o m u i to maior de q ue vo c es me s mo serpentes

Descendo a rua nesta amanhecer de sabado, ao entrar na rua do costa ali ao lado do prédio onde estava a plataforma de elevação, um alfinete de dana, antes cem mega, uma mensagem da zon, se , certamente, primeiro do circulo do duplo do mega, o alfinete da dama do mega, certamente aquele que uma vez aqui pela noite entrou e me fizeram uma gravação, no braço, seus filhos violadores do espaço alheio e da vida, o espirito acrescentou, sobre a casa de goa, a primeira sida, os responsáveis pela primeira sida em oitenta e dois, tres, espantoso, a perseguição que sempre me fazem ao longo de toda a minha vida

D es c en do a rua nest a am anhe ser de sabado, ao en t rata ana da rua do costa al ia o aol ado do pr e di o onda e stva a p la t a forma de l eva sao, primeiro al fi n te de dana, ant es cem mega, uma me sn a g e made ria da zon, se , ce rta mente, p rim meo iro do circulo do duplo do mega, o al fi nete da dama do mega, ce rta em n te a q eu leque uma vaso e zorro aqui pe la no it te en t ro ue me fi ze ram uma g rav aç aa on o br aço, se us fil h os viol ad dor es do es p alo al he io e david primeira, o es pe i it o ac r es c en to u, s ob rea c asa de goa, a prime ira sida, os r es peon s ave is pe la prime ira s id a em oitenta e dois, tres, es p ano not os, primeira persi gui sao quadrado da ue da se do mp reme forte az e mao l ong ode toda da am min homem da primeira av id da primeira


Acusais-me porventura de ser racista, eu ?

Ac usa is do traço da inglesa me pro ove da en tura de ser rac ista, eu da foice


Porque andam tanto as almas por ali vestidas de corvos, não sabeis vos que em vossos lugares as vacas são sagradas, porque as comeis então?

Por iss o t ant o as das alma s por ali anda do dam vaso es tid as de corvos, n cão s abe is vaso os q ue em v ossos lu g ar es as das vacas são sagradas, por q ue as com e is en tao foice

Disse-vos isto mesmo uma primeira vez em pequenino, porventura ficastes chocado, foi a partir daí que começaram a me perseguir?

Di iss e do traço ingles do vaso do os is to me sm o uma pro i mer ave zorro em pe q un nin ino, por v en tura fi cas te s choc ad o, f o ia per it da í q ue com e ç aram a me perse gui do rato, mais uma vez se d eve la se mp re as putas constantes dop art id o socialista, doc dc circulo do c abrao mor do soares

No cais, o barco da leda vermelha e negra ml, continua estranhamente no cais, demasiados dias , nenhum barco fica assim tanto tempo parado no casi, mais uma brincadeira qualquer, se calhar mais uns por a bordo, e cios, cios pelo vento, não percas esse barco, e coisa e tal, se alguém quer falar comigo, chegue e diga, olá, me chamo assim e queria falar contigo, como vêem muito simples de fazer, se sorrirem, eu nao mordo ah querida noa, se fosse tu, bela gatinha, todo eu sorria leitinhos da maor, pois sabe que vos trago em meu coraçao


No do cais, do circulo do barco da leda vermelha e negra ml, conti n ua es t ra n ham w en te no do cais, de ema si ado serpente do dias, o loureiro , n en h um barco fi ca as si m t ant o te mp o p a ard circulo do no casi, mais uma br inca de ira q aul q eu r, se cala homem ra mais un s por a bordo, e cio serpentes, cios p elo vaso do en to, n cão pe rca s ess e bar co, e co isa e ta al, se al gume q eu rf al ar co mig om che g ue e di g a, ol á, me c h amo as si me q eu ria fla ra c on ti g o, c omo ove em mui to simples de f az e r, se sor r ire rem, eu noa mor quadrado do circulo, ah querida noa, se fosse tu, bela gatinha, todo eu sor r ia lei tinho ss da mao do rato do rp o is o sabe, q ue vaso do os cruz rago em me u cora são


Suas bestas, a primeira vez que viajei à Índias sem sair de portugal, foi no d dinis, pelo amor de uma bela rapariga indiana, ainda hoje me lembro dela, de vestir jeans azuis e t shirt amarela, que lhe ficava muito bem, assim comecei eu a amar todas as Índias, como amo a todos os lugares, basta, trazerem coraçao simples e acertado em amor com o amor

S ua s best as, a prime ira ave z q ue via je i à in dias se m s air de portu gal, f o in o d dinis, p elo amo rato de uma bela rapariga indiana, a inda h oje me l em br o del a, de v es tir jeans az u ise t sh irt am ar e la, q ue l he fi c ava mui to b em, as si m com e ce i eu a am ar todas as in dias, com o amo a todos os lu g ar es, b as ta, t ra ze rem cora sao simples e ac e rta ado em amo rc om do circulo do amo rato

Ah , que me lembro de uma assembleia geral na escola, uma rga como se chamavam, ali nos tres degraus, do acesso a cantina, ali estava falando, a bela rapariga sentada a meu lado, viam-se de cima, ou melhor se adivinhavam os seu belos e fatos seios, que inspiração, que inspiração, sempre é a beleza, generosa, visao que ela ali me concedia, se calhar em seu coraçao, diria, força das luz nas palavras , meu amado

A h , q ue me l em br ode uma ass em b lia ger la na es co la, uma rga com o se ch am ava vam, al ino s t r es de g ra us, do ac ess o a can t ina, al i e stva f al lan do, a bela rp a riga s en t ada am eu lado, via am do traço da inglesa se d e c ima, o um mel hor se ad di vinha vam os s eu b elo se fatos se io s, q ue in spi raçao, q u ein spi raçao, se mp re é a b e le z a, g ene rosa, visao q ue el a al i me c on ced ia, se calha rem s eu cora sao, di ria, f orça da s l uz nas pala av ra s , me do vaso do amado

Ah se um dia algum, me tivesse casado com ela, se calhar tal perturbaria vossas portas fechadas a diferença, que engraçado, vos me acusais de tudo, de ser até racista e na realidade quem trás propensão para racismo, sois vós, assim tem visto meus olhos ao longo da vida

A do homem da se primeiro dia al gum, me t iv ess e ca sado com ela, se cala homem da ar t al per rt ub aria v os sas do cabrão do portas fe c h ad as a difer rn ç aqui do q ue en g r aça ado, vaso do os me ac usa is de tudo, de ser a té rac ista e na r e la id ad e q eu em t ra s pro pen sao para rac is mo s, s o is v ó sas si maior da teresa madeira di vaso do is to me us olhos ao long o da vaso av id da primeira ida

Vos haveis dado conta que em vossos templos onde as senhoras e as jovens cortam seus belos cabelos, para ofertar aos deuses, esse cabelo é depois vendido a milhares de dólares para fazerem postiços para as senhoras do ocidente, e pagam ao templo, cinco por quilo, e vosso povo passa fome, já haveis pensado neste símbolo da oferta que depois é comercializada, a oferta de parte do corpo, do símbolo da beleza da vida da mulher que depois se transporta e é colado por um ferro quente em cabelos alheios, em nome das vaidades

Vaso do os homem ave is do dado conta, q ue em vaso dos ossos dos templos onda as s en hor as e as j v en s cor tam se us b elo s cab elo s, para o fe rta ra os deuses, ess e cabe elo é d ep o is v en dido a mil her es de dol ares para f az e rem p os ti ç os para as s en hor s do o cin det e, e pa g am ao te mp olo, c inc o por ki lo, e ev vaso osso p ovo p ass a f om me, já homem ave is pen sado nest e s im b olo da o fe rta q ue d ep o is é com e rc ia cia liza ada, a o fe rta de p arte do corp o, do s im b olo da bel e z da v id a da mul her q ue d ep o is set ra sn porta e é c ol ado por primeiro ferro quente em cab elo s al he is os, em no me da as v a id ad espanhola

Ao lado, como símbolo, pois todas as coias o são e sempre dizem na relaçao com o que está ao lado, a bela casa dos azulejos com o símbolo de david, ali está abandonada, como um fantasma, ao passar dos anos, que estranha convivência entre culturas, nunca vos haveis perguntado porquê, belo exemplo de paz, vos que me acusais de vos trazer a guerra, dais a vossos filhos

Aol ado, com o s im b olo, p o is td o sa as co ia s o são e se mp red di ze m na relaçao com do circulo do onze q ue e stá aol lado, a b ela c asa do serpente ds dos azulejos com do circulo do s im b olo de david, al i e stá ab ban dona ada, com o do primeiro fantasma, ao p ass ar dos ana os, q ue es t ra anha c on v iv en cia en t rec uk l turas, n unc av os h ave is per gun t ado por q u ê, b elo e x e mp lo de p az, v os q ue me ac usa aia de v os t ra ze ra guerra, da isa vaso dos ossos dos filhos

E me dizei então, porque trazeis pirâmides e símbolos de pirâmides, em vossos, telhados que nem bem o são, e me dizeis porque estranha proporção nelas usais, que masi picos fazem lembrar, será porventura o símbolo de antiga guerra com a casa judaica ao lado, memória da vitoria, a que preço, quem morreu? Quem haveis matado? Talvez por posse de terreno?

E me di ze i en tao, por vaso do quadrado e t ra ze is p ria mide es e s im b olo sd e pira mide espanhola vaso dos ossos, tela hd os do quadrado da ue ne maior do segundo emo do circulo da são, e me di ze is por q ue es t ra anha por rp do porcao nel as usa is, q ue ma si picos f az em l em br ar, se rá por vaso da en tura o s im b olo de anti g a guerra com da primeira casa judaica aol ado, me mor ia da vitoria, a q ue pr e ç o, q eu m mor r eu foice, q eu m h ave is mat ado da foice, T alve x por p os se det te rato do reno foice


Na esquina da muro onde por um instante poisei, quando olhei, vi o desenho, um caralho com asas , apontando na direcção da casa judaica abandonada, dizem as letras de quem o pintou, senta-te aqui, e de repente vi no espirito a indução do ladrão mor da pt, o do zon, o zeinal, que tambem em dia recente todo contente, trazia um mesmo caderno amarelo, informações sobre o que vejo ou não vejo de pornografia, que até me perguntei, se não seria esta informação , a que durao, outro com os mesmos traços desse povo, tao sofredor e sofrido, ao presidente demissionário checo, pelo menos assim, seria lógico e sustentado o sorriso dos bandidos, os jornais davam noticias, aqui pro espelhos, que as namoradas do ronaldo, por uns milhares vendiam todas as historias sexuais que tiveram com o rapaz, certamente por mais um cêntimo, até as inventam todas, seus filhos da puta, espiões, e fora da lei, ardei no inferno que sois, nas vossas falsa hipocrisias, de pseudo virgens , abusadores e violadores de crianças, por acaso nada sabeis sobre as cuecas com sangue que apareceram no muro ao lado de vossas casa, não vos incomodeis, não trazeis nada a dizer, é ali ao lado, não importa, fechais os olhos

Na es suina dam ur o onda por primeiro in s t ante posi e i, q ua ando o l he iv io d e s en ho, um ac ar alho com asa a , a pn t ando na di reç sao da c asa ju d aica ab ban dona ada, di ze ema serpenet das letras, mais um certamente , o viegas, bom exemplo de pai e amante, de que mo pin to u, s en ta do traço da inglesa te aqui, e de r ep en te vino do vaso do ino es pi rito a indu sao do l ad ra deo dd do circulo mor da pt, o do zon, o zeinal, q ue tam b em e made ria dia rec en te todo c on t en te, t ra z ia um e ms mo cade r no am ar elo, in for mações s ob reo q ue vejo o un cão vejo de porn o g raf ia, q ue a té me pr r g un e ti, se n cão se ria esta in for maçao , a q ue durao, o u t roco com os me s mos t r aços de ss e p ovo, tao s o fr e dor e s o fr ido, ao pr e is sd dente d emi s sio na rio checo, p elo e mno s as si maria, se ria do lógico, e s us t en t ado o sor r is o dos ban dido s, os jo r na is d ava vam not ti cia s, a qui pro es pe l h os, q eu as namora da s d o ron aldo, por un s mil h ar es v en di am todas as hi s tori as sex ua is q ue t iv eram com do circulo do rapaz, ce rta em n te por mais um c en t imo, a té as in v en tam todas, se us fil h os da puta, es pi o es, e for a da lei, ard e ino inferno q ue s o is, nas vo s sas f ala sa h ip o cris ia s, de ps eu do virgens , ab usa dor es e vila dor es de c rina sç, por ac o sao n ada s abe is s ob rea s c eu sc as com san b g ue q ue ap ar ce ram no do muro ao lado devo sas casa, n cão vaso os inc o mode is, n cão t ra ze is n ada a di ze r, é al ia o lado, n cão im porta, fe circulo do homem da primeira do is do os dos olhos

Sabeis vos que vossos filhos e vossos netas que ali habitam nas vezes, pela madrugada de fim de semana, as vejo entrar aos s de álcoois diversos, pensai-vos imune e isolados do mundo, pensais que a sida não entra nos corpos de vossos filhos, pois pensai melhor antes de começar a criticar outrem, mesmo que seja pela simples e mesquinha inveja

S abe si vaso os q ue v ossos fil ho se vaso do ossos netas q ue al i h ab itam nas v e ze s, pe la madruga dada de fi made ria de se mana, as do vejo en t ra r a os s d e al co is di versos, pen s a i do traço ingles do vaso do os im une e i sol dados do mundo, pen s aia q ue primeira sida n cão en t ra nos cop ro s de vaso dos ossos fil h os, p o is pen as i m mel hor ant es de co me ç ar a c riti car o u t rem, me s mo q ue seja pe la simples e mes quin homem da primeira inveja, em veja, br


Era dia ou noite, que importa não muito ida, quando subia a calçada do livramento, e o senhor goês, saindo da cas com uma senhora, ao entra no carro, me viu e terá comentado algo para quem o acompanhava, e sua face me olhava e eu vi nela a violência, e me perguntei mais uma vez, o que é que esta gente trás contra mim, para expressar assim súbito e intenso a violência e o desagrado, com a agravante de sempre, pois nem uma palavra ouvi, oiço agora pelo espirito, que era quando eu defendera o preservativo, e se não fosse por esta razão, certamente seria por outra, mas nunca me convidaram a entrar em vossas casa

E ra dia o un o it te, q ue i mp do porta n cão mui to id a, q ua ando s u bia primeira da calçada do l iv ram en to, e o s en hor goe es, sa indo da cas com uma s en hora, ao en t ra ano carro, me vi ue te rá com en t ado al g o para q u emo ac om p ana ava, e s ua face me ol h ava e eu vi nel aa viol en cia, e me ep r gun te i ma is uma ave z, o q ue é q ue e sta gente t ra s c on t ra mim, para e x press sar aa ss im s ub i to e in t en s o a viol en cia e o d es sg ra do, com a a g rav can te de se mp rep o is ne m uma pal av ra o u vi, o oiko a gor p elo es pi rito, q ue ra era q ua ando eu d efe f en de ra o perse r vat ivo, e se n cão f os se por e sta ra z ao , ce rta tam n te se ria por outra mas n un ca me c on vi da aram a en t ra rem vaso do os sas da casa

E se desvelou tambem na faca das linhas , ser dali, que vem o estalidos que aqui fazem nos espelhos em casa, que engraçado, não trazem mais para fazer, metam-se em vossas vidas e vivei, ou morrerei todos,

E se d es velo lou tambem, na faca da serpente das linhas , ser dali, q ue eve emo no s es t al dos linhos q ue aqui f az em no s es pe l h os em casa, q ue en g r aça dao, n cão t ra ze m mais para f az e r, met m do traço da inglesa se em v os sas v id as e v iv e io do vaso mor rato e rei todos,

E vós, suas bestas, o viegas, quando começou a sua carreira de pseudo escritor, me pediu a benção, e eu lha dei, e sabeis vos que minhas benções geralmente são boas e eficazes, hoje, faz de conta que nao me conhece, sendo ele jornalista num pasquim diabo, onde como todos os pseudo escribas desta terra do diabo, mantém silencio ao roubo de meu filho, o que perante Deus, e o Amor, diz dele sem remissão, nem homem ser, ser uma besta

E vaso do ó serpente, s ua s best as, o vie do dog do gás, q ua ando com e co ua serpente da ua car rei da ira de ps eu do es c rito tor, me pe di ua b en sao, e eu l h ad e i, e s abe is vaso do os q ue min homem do as b en ç o es ger al e mn te são boas e e fi c az es, hp do je, f az dec conta q ue noa me c on he ce, s en do el e jo rna l ista nu prime rio pas do quim do diário, onda com o td os o s ps eu do es c ribas de sta terra do diabo, man te m si len cia o ao ro ub o de me u fil h o, o q ue pe ra ante De use o Amo r, di zorro del e se mr do rat da emi da miss cir ruc c dez da primeira, ne maior do homem ser, ser primeira besta

O mega, é o que se sabe daquilo que aqui no Livro da Vida, está para todo o sempre registado, desde o tempo em que trabalhamos na campanha do zenha, nos tempo do zap, um hipócrita, servil de outros, um pau mandado, depois a frente da expo, das construções apressadas e sem segurança para ninguém que la more, como os lençóis dos da refinaria que nunca foram tratados e os episódios de masi uma morte tentada no lounge, na clique do grupo dos meninos executivos do poder de merda do bloco central, provavelmente tarado sexual, como um foto uma vez o desvelou perante os meus olhos, depois estranhas e múltiplas entradas em distintas divisões relacionadas, com pedras, muitas, jornais, visao, projornal, grupo dos bandidos que me tenta sempre fazer a cama desde sempre,

Circulo do mega é, o q ue se abe da q u i lo q ue au ino L iv roda V id a, e stá tap para todo o se mp r e regis t ado, de sd e o tempo, jornal, em q ue t ra b alha am mos os na cam p anha do z en h a, s en h a da az en h a do mar, len homem da ad a pena, te do homem da primeira, no s te mp o do circulo do zorro da ap, um h ip o circulo da rita sa marques, ser vil de outros, um p au man dado, d ep o isa fr en te da expo, das co ns t ruç lo es ap r ess ad as e se m segur ança para nin gume q ue la mor e, com o os l en co is dos da r e fina ria q ue n unc a do foram, t ratados e oe + is o dido de ma si uma morte t en t ada no lounge, na c lic q ue do dog rup o dos meninos e x cu t ivo s do p der de mer rda do bloco coc, c en t r la, pro ova le mn te tar ad o sex aul, com o um f ot y o uma ave z o d eve lou per na te os me us olhos, d ep o is es t ra anhas e mul t ip l as en t ad as em di s tintas di das visoes r e la cio n ada sc om das pedras, muitas, jorna si da visao, do cabra do projornal, g rup o dos bandidos q ue me t en t a se mp r e f az e ra cama de sd e se mp rato é, ps outra vez, morram todos, seus filhos da tremenda puta, rata da rua da emenda puta

O zeinal, é representante da empresa, que me tem roubado, desde dinheiro nas contas dos telefones no tempo da empresa, o responsável por um dos grupos que me espionam no que navego, e ladroa de ideia e de conceitos que usa para seu próprio negócios e promoção e faz de conta que tambem não me conhece, nem a nada do que acusei ,ainda me respondeu, dizia ele em dia recente publicamente numa reunião dos bandidos na cas do fórum picos, local de muitas guerras simbólicas, e outras nem tanto, pois uma vez mataram com assinatura de um ritual um jovem num elevador, que a guerra era final e blá, blá que se ima unir, e me desvelou o espirito ser o rapaz responsável pelo algoritmos que provocam as merdas pelos campos da rede, portanto o menino faça p favor de fazer a sua confissão, pois vosso crimes são crimes contra muitos e mesmo contra a humanidade, que competências trás o senhor, para andar a fazer experiências, com frequências e vibrações, quantos tremores de terra e outras, já provocou, o senhor e os seus!?

O ze ina l, é r ep r es sena t n teresa da em presa, q ue me te m ro ub ado, de sd e din he iro nas contas dos tele f one s no te mp o da em presa, o r es ponsa ave l por um dos g rip os q ue me es pei on a ge mno q ue n ave goe l ad ro a de id e dia e de co ce i rt os q ue usa para s eu por rp ria n ego ciso e pro romo sao e f az dec conta q ue eta tam m b em n cão me c on he ce, di z ia el e em dia rec en te pub lica ment 4 numa r eu ina o dos bandidos na cas do forum dos picos, l ocal de mui t as guerras s im bo lica se de outras ne maior da t ant o, p o is uma ave z mata rm com a sin a tura de um ritu al um j ove em nu primeiro elevador, q ue a g e uu y ra e ra fina al e b la, b laque se ima uni ire me d es velo lou do circulo do onze do es pi rito se ero ra p az r es ponsa ave l p elo al gor it mos que pro ovo cam as mer da sd p elo s cam p os da rede, porta ant o om eni ino f aça da p f avo rato de f az e ra s ua c on fi iss o, p o is vaso do osso c rim es são crimes c on t ra mui to ze me ms o c on t ra a h uma ni dade, q ue com e pt en cia s t ra s o s en hor, para anda ra f az e r e x per rie en cia sc om fe q u en cia se v ib rações espanholas, q ua ant os t r emo r es de terra e o u t ra sj á por vo co u, o s en hor e os se us!?

Monhes, assim chamavam as bestas já feitas meninos, aos outros meninos indianos no liceu, eu ficava como sempre pi urso quando assim via alguém a outro tratar, eu vos chamo de filhos da puta e cobardes, e vis, e manhosos, e lambe cus, corruptos, e abusadores de crianças e assassinos, porque o sois, sempre, sempre, independentemente da vossa cor de pele, morrei cabrões, violadores!!!!

Mon he es, as si m sc ca ham am ava vam da manha do as best as, j á fei t as me nino são serpente do circulo do ur do os do me nino s in diana serpente do no do lic eu, eu fi circulo da ava com os sm do mr e ep da puta do pi do urso quadrado da ua ando as si maior via al gato eu ema do outro da t ratar, eu vaso do os chamo de fil h os da puta e cobra de es, e v ise man homem dos ossos, e lam be c use ab usa dor es de c rin ç as e as sas sin os, por u q e os o is, sm pre, se mp r e, independente mm n teresa da vaso os sa co rat do pele, br, mor rei c ab or es, viol ad dor es!!!!

Deusa kali, corta-lhes a todos as cabecinhas dos eginhos, que dao cabo de muitos, que o mundo assim melhor para todos se tornara, é o que te peço, minha Amada

De usa kali, co rta do traço ingles l homem es a todos as cab e das cinhas da se gin homem do os, quadrado ue dao cabo de mui to ser pn net es, quadrado da ue circulo do mundo as si m mel hor para todos se tor na ra, é o quadrado da ue te p e co ruc l o do cortez, vaso do irc vaso dez primeiro do circulo do om da min do homem da primeira, da am manha, da mad primeira, lou ka, lou cá, das estruturas geodésica, da est rutura geo da sic primeira.ou seja dos tremores, mais uma vez se desvela a liga sao com do ribas da sic ana faca das letras

A bestinha que antes de ser expulso da américa, apareceu na sic a fazer golpes de karate, melhor chave e mais clara imagem, não poderia ele próprio de si ter feito

A b est tinha quadrado da ue ant espanhola de ser e x p luso da am erica, ap par e c eu na sic a f az ze rato dog do lopes , santana, de ka da arte, mel hor chave e ema maís da clara i mage made ria, n cão p ode ria el e pro da p do rio de si te rf fe it to circulo

Sabes noa ouvi eu pelo espirito ao escrever estas palavras que ele te tinha dito que noa me conhecia, espantam-se meus olhos, a capacidade imensa de mentir destas gentes

S ab es noa, a capa da cidade, o u vi eu p elo es pi rito ao es c r eve r e sta spa pal vaso do ra s q ue el e te tinha do dito q ue noa am me c on he sic a, es p anta am do traço da inglesa se me us olhos, a capa ci dad i m en sade men tir de sta sg en t espanhola

Sabes amada, talvez a duas semanas se tanto, vieram arranjar os intercomunicadores do prédio, e deixaram as campainhas desligadas, e eu só me apercebi disso uns dias depois, e ouvira eu pelo espirito que tu cá tinha vindo e batido a porta e não me tinhas encontrado, o que poderia ser, mas depois apercebi me deste facto, que eu acho que fizeram como de costume em forma propositada

S ab es a mad a, t al v es a du as se m anas se t ant o, vie ram ar ra n j ar os inter rc om uni ca do r es do pr é di oe de ix aram as cam pa in h as deli gados, e eu s ó me ap e r cebi di iss o un serpente do dias depois, e o u v ira eu p elo es pi rito q ue t u cá tinha vaso indo e bat id o primeira porta e n cão me tinhas en c on t ra do, o q ue p ode ria ser, mas d ep oo is ap do per rc cebi do ponto da me deste f ac to, q ue eu a c ho q ue fi ze ram com ode cos t um me em forma pr ep posi sita ad primeira

Ontem sexta feira, tres de abril, vieram cá buscar o ultimo livro, ainda incompleto., antes tinha ouvido pelo espirito que o tal grupo dos apocalitos, ou lá como se chamam, os da puta da maia, andavam a preparar a forma de cá entrar e assim de novo o fizeram, filhos da tremenda puta, morrei !!!!

On t em sexta feira, t r es de abril, vie ram cá b us car o u l t imo mol iv ro, a inda inc om mp le to., ant es tinha o u v id o p elo es o i rito q ue o t al g rupo dos ap o cali to s, o u l á com o se c ham am, os da puta da maia, anda ava vam a pre para ra forma dec á en t rat e as si made ria de n ovo o fi ze ram, fil h os da t r emenda puta, mor rei !!!!

Antes o passe da inundação, de facto os rapazes andavam na verdade a tentar mais uma vez cá vir buscar as letras escritas, comecei a ouvir a agua escorrer nas escadas, desce a ver o que se passava, um chuveiro imenso nas escadas, agua a escorrer, subo a porta, e está um filho da puta qualquer vestido na aparência com fato da cme, e um carrinha ao lado parecida com as da cme, mas sem logo, está ali, a tentar nervosamente fechar a válvula que se encontra no passeio, e me diz logo, telefone para a epal, curioso, pois se fosse um verdadeiro, certamente que traria o telefone da epal com ele e teria telefonado, caso necessitasse de ajuda, depois vieram os bombeiros, disse-lhes para ficarem com a id do home, ao que parece não o fizeram, masi uma vez a ibervial , a empresa que gere o condomínio, a cobri-los, como de costume

Ant es o p ass e da im un da ac sao, de f ac to os ra p az es anda av vaso maior na mna verde ad e a t en tar mais uma ave zorro cá vi r b us cara serpente das letras es c rita serpentes, com e çeia o u vi t ra agua es co rr e rn as das escadas, de sc cea ave ero q ue se p ass s ava, primeiro circulo do homem da uve iro i m en son as das es ca da serpente da agua a es co rr e r, s ub o primeira da porta, e e stá primeiro fil h o da puta q u l q eu r v es tid dona ap rec cn ni ia com do fato da cme, e primeiro do carinha aol ado par e cida com as da cm e ema ss em ml do logo, e stá ali, a t en tar ne r vo sam w en te fe c h ar a va l v u l a que se en c on t ra ano pa s seio, e me di z logo, tele f one para a ep al, cu r is o, p o is sef os se um verde ad e rio, ce rat maior nete q ue t ra ria o tele f ine da ep al com dele e te ria tele fon ado, caso ne c ess sita ass e da ajuda, d ep o is vie ram os bom be iro s, di ss e do traço ingles kapa espanhol com da primeira id do home, ao q ue pa rece n cão o fi ze ram, ma si uma ave z a ibe rata do vi da al , a em mp presa q ue ger ero o condo mini o, a c o br i do traço ingles l io serpente da cristina coutinho com ode cos t um me

Na realidade, parece que uma das fontes, ali d ap, vem beber, na casa da vizinha do cao que muito ladra á janela, disse-me o espirito ao ver o senhor de cabelos brancos, que vinham ver o meu lixo, portanto a senhora deve o recolher para depois eles o virem ver

N ar e la id ad e , pa rece q ue uma das fontes serpentes, do cabrão do ramon,, ali d apv, vaso em bebe rn na casa da vizinha doca di cao q ue mui to ladra á jane la, di ss e do traço da ingles meo es pi rito ao ove ero do ro s en hor de cab elo s bar anco s, q ue vinha do ham vaso do ero maior do eu primeiro do ix circulo porta n to a s en hor a d eve o rec o l her para d ep o is el es o vaso ire maior vaso e rato









A arrependida pela noite, e pelo éter dizia

ar rep pen dida do pe el lan ano no it te, e p elo e ts ser di zorro do ia,

pequei senhor,

pe q eu is sn en hor

sempre, ou quase sempre, mentira como se envergonhada, se fosse vergonha o caso, como dar absolvição, ao que no momento ainda não se sabe

se mp reo u q ua ase se mp rem en t ira com o se en ver g on h ada, se f os se eve e rato g on ha do circulo onze do caso, com o d ar ab o s l vic sao, a i q ue ni mo men to a inda n cão se s abe, o sabe,

contudo sempre se sabe sabendo, nao é este mundo, um mundo de sinais

c on tudo se mp rese sabe, s ab en do, mao é est em un da bdo, primeiro d mundo de sin primeira do is

descia eu para o bairro alto, quando parei um instante ali no túnel do belo miradoiro em frente aos tapetes haptian, andava com a any em minha cabeça, uma any, que ni fundo são como se fosse tres, e ressoava isto nos tres laços, uma linha muito antigo, a any de nova yorque, uma gazela que ecoa na silvia de serralves, e ainda numa terceira, a reina do hospital do curry do cabral, ou do curro do cabral, rapariga tambem gazela, os laços , os tres a bela charlize os trouxera de novo à baila, ali parei um instante a sentir o perfume da tarde, e os olhos se prenderam no outro lado do passeio do túnel , onde se lia cul de sac, o fundo do saco,

de sc cia eu para do circulo do bairro alto, q ua ando pa rei um in s t ante al ino t un el do b elo mira doiro em fr en te aos tap pet es h ap tia an, anda ava com primeira any em min h a cab eca circulo cortez, uma any, q ue ni fun do são com o se f os se t r es, e r esso ava is to dos nós dos tres l aço s, uma da linha mui to antigo, a any do nova y por u q e, uma gazela q ue e coa na silvia de serra alves, e a inda numa te rc e ira, ar e ina do h os spi t al do c ur r delta do cabral, ou do curro do cabral, ra pa riga tambem g az e l a, os dos laços , os t r es a b e la ch ar l ize os t ro ux e ra de n ovo à ba ila, al ip a rei um ins t ante a s en tir o pe rf u me da a t r de, e os olhos se p ren de ram no outro lado do p ass e o do y une l , onda da se lia cul de sac, o fundo do saco,

fora o suficiente para o cio se montra, uma voz sem rosto pelo éter dizia, é o que eu faço, construo infinitos, grrr, fiz por dentro, e de que genero oh parvalhão de meias palavras e das troca tintas, dos deitados como mortos ou em pé como os seres vao, aqui, diz-me lá, silencio, como de costume, na ausência de resposta, se fores assassino, te perseguirei por todos os Aeons

for a o sufe cie en te para do circulo do cio se da montra, primeira voz serpente em rosto p elo e te rato da di iza, é o do circulo do q ue eu f aço, c on t ru o infinitos, g rr da rato do fi zorro por d en t ro, e de q ue g ene ero o h p ar vaso do alhao de meias pala av ra ase da se das troca tintas, do s deitados com o mor to s o ue em mp, é com o os dos ser espanhóis do carro do cabrão do vao, aqui, di z do t ra alo inglesa me l á silencio, fr, com o de cos t um en a au use en cia de r es posta, se for es as sas sin o, te perse gui rei por todos os sa eon ns

falas então de sangue, crias rios de sangue, pois eu te oiço, o teu , te pago com tua morte,

fla f al as en tao de sangue, c ria s rio sd e sangue, p o is eu te oiko, o t eu , te pa g o c om t ua am orte,

outra faceta ainda diz, os rubis por africa, queres negociar almas, cabrão, tu que nem um dia passado, aqui de novo entraste para vir buscar este mesmo texto, que ainda não tinha esta parte transcrita, seu filho da puta

o u t ra f ac eta a inda di zorro do os do rubis por africa, q ur es n ego cia ar al amas, do cabrão, t u q ue ne m um dia pa sado, aqui de n ovo en t raste para vi r b us car este me s mo texto, q ue a inda n cão tinha e sta p arte t ra sn c rita, s eu fil homem do circulo da puta

de facto ali fica o sindicato, onde em dia anterior , o botelho estava a janela ao telefone, a meu passar

de f ac to al i fi cao sin dc ato, onda em dia ante iro , o b ot e l h o e stav a a jane la ao tele f one, am eu p ass ar

a foice fora grande, dupla sedução, argumentavam as bestas das apostas, com que pretendem enganar as criancinhas sobre as mortes que os assassinos promovem e que estes nos pasquins cobrem, de facto comercio de almas, criadores de infinitos seus filhos da puta, assassinos, verdadeiro nome vosso e os outros presos por cumplicidade, se houvesse policia e justiça, mas brincam, com o assunto, a fazer falsas nevoas, como as ficções que passaram nesta ultima semana, as pressões e as não pressões, caralhos, vos fodam, seus bandidos de mera que estais fora de todas as leis, que as leis são claras, faz pressão, um cabrão, qualquer, seja ministro ou presidente ou a puta que o pariu, vai preso, julgado e demitido súbito de qualquer cargo publico, para sempre , ou por período largo de reciclagem, brincais, seus filhos de cobridores de assassinos em massa!!!!

Primeira foice for a g rande, d up la sed u sao, ar gume en t av vam as das bestas das apostas, com q ue pr e t en de m en gana ra s c rina serpente das cinhas, sin, s ob rea serpente das mo orte es qi ue os dos assassinos pro romo da ove mec q ue est es nós pas quin ns cobrem, de f ac to co mer cio de alma serpentes , c ria dor es de in fi n tio s se us fil h os da puta, as sa sin os, verde ad e iro no me vaso do osso e os o u y ros presos por cu mp li cidade, se hp uve ess e poli cia e justiça, mas bi rn cam, com do circulo do as sun to, a f az e r f al sas ne evo as, co mi co mp às das ficções q ue p ass saram nest a u l tim ase mna, às das press o es e as n cão press oe es, car l ç h os, vaso do os foda da dam, se us bandidos de mer aqui do q ue e sati s for a de todas as das leis, q ue as leis são clara serpente, f az press sao, um c ab ro a, q aul q eu r, seja min si t ro o u pr e o sid dente o ua puta do ki da ue do circulo que o pariu, v a ip pr es o, ju la g d oe do quadrado do mit id os da serpente ub do it ode quadrado do vaso doo primeiro rol do q ue eu rc rato do cat, gato do circulo cem do publico, para sm pre , o u por per rio dol argo de rec cic sic lage maior, b rin ca si, se us fil h s o de co br id dor es de as sas sin os em massa, it!!!!

Fantasias escondidas de quem não ve, direis certamente, talvez mesmo reflectida nesses fios de imagem dos tais dossier amarelos, que andaram de mao em mao

Fanta si as es conde didas de que maior do n cão vaso e, di reis ce rta do tam da mna manha, o que mente, cruz alvez me s mo r e fl e ct ida ness es fi os de i mage made ria d os tais dos dossier am ar elo s, q ue anda aram ram de mao e ema do mai do iro do ro do mao


Dezenas de corpos, imóveis de borco, assim chameis , de infinitos criados,

Dez ze en as de corp os, ima avi es de bo rc o, ass em si c h am e is , de in fi ni to s c ria do serpente,

A Palavra do Justa do Justo Assim Pretendeis Contrariar ?

AP al vaso do ra do Just ado J us to Ass em Pr e t en de is C on t ra ria ar da foice

No cruzar das balanças, entre o visível e a potência do não manifestado na carne, mesmo que sejam tenros os bifes

No o c ruza ar das balas anças, en t reo vi isi iv el e a p ot en cia don cão m a ni f estado na car ne, me sm o q ue se j am t en ros os bifes

Trás nome claro esse teu jeito de infinito, mais correcto dizer, esse vosso jeito de infinito

T ra sn no ome c al ro ess e te vaso do je it o de infinito, mais co rec to di ze rato do ess e vaso do osso je i to de in fn it circulo

Assassinos, pretendeis resolver assim os pequenos muros quando os grandes se erguerem?

As sa sin os, pr e t en de is r es solver as simo ss os pe q un os m ur os q ua ando os g rand es see rat gato do ur rem da foice

Insistis que tereis a força porventura que se oporá à agua?

In sis tir serpente do q ue teresa reis isa f orca por vaso do en tura q ue se o po rá à agua foice

Nos coches , depois, o dizer, do efeito domino

No serpente do sc dos coc he s , carros, d ep o is, o di ze rato, do efe it to do circulo cem do mino

Na praia visível o sapato maia nau afundada o tacao em angulo aberto como meia carga, e cauda de um aviao, assim o mostrara a Rainha, nas pedras largas, que parecerem quase tumulares

Na p raia da aia vaso do is do vaso do el o do circulo do sa da sapa pato maia nau a fun dada do circulo do tacao em a gula dez ab e r to com om me e ia carga, e c auda de primeiro avia circulo, as simo mos t r ar primeira da aR ra em homem da primeira, ana nas ped ra serpente do primeiro da ar do gás, quadrado da ue par rec cere rem quadrado da ua ase set vaso da mula do rato espanhol

Esta grafia aR, aparece num livro, de um homem que edita na hugin, com o nome de s franclim, num preciso ponto do texto, onde se fala que uma ferida se deve curar pelo amor e não pela guerra, que essa ferida, é roma, que está invertida, e a grafa então em seu verdadeiro sentido, assim ,amoR

E sta g raf ia aR, ap par rece nu primeiro l iv ro, de um h om em q ue e id dt ana hugin, com circulo do n om me de s fr anc l im, n um pr e ciso ponto do texto, onda se fala do q ue primeira ferida se d eve c ur ar ep lo amo r en cão pela guerra, q ue ess a fe rid a, é roma, q ue e stá im n vertida, e a g rfa en tao s em s eu vera ad de iro s en tid o, as si m ,am o R, amo do Rato, o mor amo amora am o ré

Ora aqui temos, aR, e Ro, ou seja, o da ar, o ra e ro do erro, a mao por detrás da matança, e sta q ue é pro da ova de outra, t um mular, mi vaso da el ava são da p do rim mr io da ar

Está no texto do circulo do nono, o futuro de roma, pa g ima se s senta e c inc o,

Roma não caíra, transformar-se –á . na inversão de parte os seus princípios, Roma encontrará um novo sentido e um novo nome: amoR*

Roma oma man muito cão ca íra, t ra ns for mar do traço da inglesa se do traço ingles primeiro acento a ana in ver são de p arte os se us p rin cip ip do io ss os serpente de Roma en c on t r a rá um n ovo s en t id oe um n ovo no me: amo Ra às da teresa do rato dor do isco

O asterisco, que vem desde uma linha do pedro rolo duarte na revista caras, e que aqui corresponde a uma nota de rodapé, que assim diz, de realçar o sentido ecuménico presente na obra, o abraço do sebastianismo e de Roma restaurada no amor

O as teri isco, q ue eve made ria de sd e uma linha do pedro rolo duarte na r e vi tsa caras, e q ue aqui co rr es ponde a uma nota de ro da pe, q ue as si m di z, de rea l circulo do cortez do aro s en t id o e cu mé eni nico pr es en teresa na ob ra, do circulo do abraço do se bas tia ni s mo e de T oma ar espanhola da cruz aura ada ano no amo Rato

Então, Jesus Cristo, não será Deus, mas sim um condutor dos povos e um coroador, na luz da ciencia erguida no extremo ocidente da Europa, haverá novos pilares e uma igreja sem espaço, nessa igreja, serei cantado quando regressar para governar a partir da aristocracia do Espirito...

En tao, Jesus Cristo, n cão se rá De us, mas si maior do primeiro condo o rato do serpentes pn da p dos ovos e primeiro co ro ad dor, na luz da cie en cia e rato da guida no e x t r emo o cid dente da Eu r opa, h ab e rá n ovo s pilar espanhol, e uma da i g r e la s em espanhol paço, ness a igreja, sw e rei can t ad o q ua ando r e grés sar para g ove rn ar a p art tir da ar is toc rac cia do Espanhol onze do pi rito dos tres viol loi ino serpente.

Roma não tem de cair, pois o Amor que contém, desse modo, tambem cairá. O erro não se aniquila, corrige-se, assim termina as frase desta pagina do que se diz chamar de s franclim, que tambem trás um outro livro, o ultimo maçon, com ligação na historia as parais da linha de sintra, que um dia aqui tambem entrou

Que é serpente de Roma n cão teresa made ria dec air, p o is o amo rato q ue c on té madeira de esse mo dd dao, tambem cairá. O e r ro n cão se ani q u ila, co r rig e traço da inglesa se, as si made ria te rato da mina às da fr ase de sta pa gina do q ue se da sed da di zorro zc, c h mar ad e es serpente fr anc primeiro da inc do quadrado da ue tambem, t ra s umo vaso da cruz rol iv ro, o vaso do l cruz imo maçon, com da liga sao na hi s tor ia as pa rai s da linha de sintra, q ue um dia aqui tambem en t ro vaso, franclim, f r ank lin

Roma, cair, ou não cair, pela palavra agora se desvelou que cairá, se roma como igreja católica apostólica e romana , cai ou não cai, é uma outra questão, que o papa no final desta letras responderá e ao responder, determinará em larga medida, o futura dessa igreja

Roma, c air, do circulo do iro un cão ca do air, pela pal av ra do agora se d es velo lou q ue ca irá, se roma com o igreja cat o lica ap os to lica e romana , ca io un cão ca i, é uma outra q eu es tao, q ue circulo do papa no fina al de sta letras r es ponde rá e ao r es pond der, det teresa rato da mina rá em ml arga me dida, co rc culo do futura de ss a igreja

Outra voz anónima e cobarde pelo éter me dizia, um barco ao fundo, como imagem da batalha naval, ou da bar da alha da naval,

O u t ra voz ano nima e co bar de p elo e te rea ra me di iza, primeiro barco ao fundo, com o ima ge m da bat alha da naval, o u dado do bar da alha da naval,

Não fica longe dos coches, não, o museu da nau catrineta, ali em frente a casa gerida pelo bandido mega, ao lado da cas onde se ve as estrelas, e que quando a meu filho as queria mostrar, se encontrava fechada há muitas luas, e no mau português de sempre, ou quase, nem me souberam dizer na altura quando estaria de novo aberta

N cão fi ca do longe do sc serpente dos coc h es, n cão, om use eu da n au cat rin eta, al i em fr en te ac asa ger id a ep lo bandido mega, ao l ado da cas onde se eve ase e set r el as, e q ue q ua ando am eu fil h o as q eu ria mos t r ar, se en c on t rav a f eca hd a h á mui t as lu as, en no mau portu gues de se mp reo u q ua ase, ne m me s o ub e ram di ze r na al tura q ua ando es star ria de n ovo ab e rta

Curiosa memória, fora eu ter com o franscisco e a teresa no final dessa manha , para ir-mos ao observatório, viria ela provavelmente e de um encontro com o seu amante

Cu ur rio io sa me mor ia, for a eu te rc om circulo do franscisco e primeira da teresa no fina ak kapa dessa mn h a , pa rai rato do traço ingles mos sao ob serva to rio, v iria el a pro ova ave l mente de um en c on t roc om os do serpente europeu da am ante dela, o seu amante

Lhes perguntara , enato fora boa a manha, o que tinham andado a fazer, e como de costume já nessa altura, o puta trazia o francisco conformado para nada me dizer, e ela própria como sempre mentindo e ocultando tudo, que tinham estado na vela latina, ou por aí,

L he s per gun t ra , en ato for a boa da primeira manha, o q ue tinha do ham a anda dao a a f a e rec omo de cos t um me j á ness a al tura, circulo do pita t ra zorro do ia do circulo do francisco c on for mad o para nada me di ze reel la pro rp ia com o se mp r e m en t id dn do e o cu l t ando tudo, q ue tinha do ham eta ado na vela latina, o u por rai ac en to,

Pela madrugada na cruz de pedra branco, em frente a lotaria, VVVVV, a senhora andrajosa, por um brevíssimo instante ali poisara dois pares de sapatos, uns ténis de rapaz e uns de senhora azul, que me pareciam simbolizar os da reina, os ténis, e o bico azul

Pe la madruga gado dana cruz di ped ra do branco, em fr en te a lot aria, VVVVV, a s en hor a and ra j os a, por um br e v iss imo ins t ante al ip o is ra do i spa r es de sapa patos, un s t en ni sd e ra p az e un s d e s en hora az u l, q ue me par e cia iam da manha s im bo l iza aro s da reina, os t en ise do circulo do bico az vaso primeiro

Em cinco minutos os tirara, e passara para a paragem do outro lado da rua olhando o meu novo passar, sem qualquer expressão com outro andrajoso por companhia

Em c inc o minu to s os t ira ra, e p ass sara para a para rage made ria do outro rol ado da rua o l h ando om eu n ovo p ass ar, se m q au l q eu r e x press sao com do outro na dr a jo s o por co mp anhi hi da primeira

Todos do segundo, escutara momentos antes pelo espírito o dizer

Todos do se gun do, es cu tara mo men to s na t es ep ll o es pei rt o do espectro, circulo da di do ze rato

Contas feitas ao segundo, largas contas feitas, de seios potentes desvelados ou por longos cabelos ocultados, um passo do outro lado do mar, diz para abrir o poço, outra voz e acrescenta, deixa que é passado, falam do andrew, cuja chave como todas é fácil

C on t as fe ira são do se gun do, l arga gás contas f e it as, de se io s p ot en t es d es vela ado s o u por long os cab dos elo soc do cu l t ad os, primeiro passo do outro rol ado do mar, di zorro do para ab br iro poço o u t ave ze ac r es c en t a, de ix a q ue é pa s sado, f al lam da am do andrew, cu j ac homem ave com oto da sé forte do ac do si primeiro

Mas isso, é uma impossibilidade de dizer, trazeis assim tanta coragem, apontai vossas vontades, vossas construções de infinito como dizeis a patos maiores, não escutarei então que vos queimam as maos em tanto calor

M as sis s o, é uma i mp os sibil bil id ad e de di ze r, iza, t ar ze is as s im t anta cora rage maior, ap on ta ivo s sas vontades, v os sas co ns t ru ç o es de in fi ni to co mo di ze isa pat ros maio rato espanhol, n cão e cu t ar rei en tao q ue vaso do os q eu ima as maos em t ant do circulo da cala, o rato

Outra voz diz ainda, perdeste, este ou aquele ou aqueloutro, mas o amor ganha sempre, sempre ganha

O u t ra vo az di zorro primeira inda, per d este, este o ua q eu ele o ua q eu lou t roma s o am o r gan h a se mp rese mp rec da cc can homem da primeira

Pois Ele é o constante infinito, sem principio nem fim nem ordem nas pontas

P o is El e é o co ns t ante in fi ni to, se m p rin cip io ne m fi madeira ne m ordem na serpente das ponte às

A multidão veio saudar o senhor, a multidão amorosa, e o senhor culto parece não conhecer as palavras

A mul ti id do dao veio da s au d ar do aro ao senhor, a mul ti dao amo do rosa, e o sem hor cu l top par do rece n cão c on he ser as das pal av ra serpente

Deu aviso às gentes, falou do perigo das utopias, e Deus logo lhe respondeu, como poderia não o ter feito, se ele reclama as chaves o apostolo ter

D eu av is o às das gente serpente f al lou do per rigo das u top ia ase da se de de us primeiro do ogo do primeiro he rato do es ponde europeu do com do circulo onze do pode r ian cão o te rf forte e it to, se el e rec primeira ama as circulo do homem ave espanhol do circulo da ap do os st cruz do olo teresa rato

Sabe o senhor, que utopia , vem de uthopos, e quem só dizer o lugar ainda não visível

S abe o s en hor, q ue u t ip ia , vaso em de u t h o pose pse q eu ms ó di ze ero do lu g ar da primeira inda n cão v isi iv do el

E onde estão os lugares invisíveis, se não no uno lugar, ou afirmareis a morte, ou afirmareis a falácia da marte, ao separar o que não é separado ou separável, nem nunca o foi, potencial e potência, e manifestação e manifestado, habitam porventura um lugar distinto, negais assim a Deus, negais a existência dos coisas ocultas,

E onda es tao os lu g ar es in v isi vaso e is, se n cão no uno lu g ar, o u a for mar e isa reis m orte, o u a fi rm a ra a fa al cia da ma o rey, ao se rp ar a o q ue n cão é se para ado o u s ep ar ravel, ne m n unc cao do f orte do oi, ip ot en cia , e m ani f es t ac sao e m ani forte do estado h ab bit a am por v en tura um lu g ar di s tinto, negais assim a Deus, ne gai isa e x is t en cia do s co isas ocultas

Era festa e saudação de amor, e com dois corpos mais ficou em seus braços,

E ra da art da raf do espanhol tam, s au d aç sao de amo rec om do is corp os na is fi co ue em se us br aço serpente

Dia das mentiras financeiras, largou o jovem africano o papel ao seu passar como uma pancada súbita, se não o tivesse visto, diria que fora Deus que o fizera cair de uma arvore, na posição em que ficou, os sapatos negros de verniz, como dois bicos negros para cima ficaram, marca o angulo das folhas, preciso, depois de o vento por um instante o baloiçar, cento e dez, como de costume, pois estou no largo do admastor e trago a casa do banqueiro en frente a meus olhos, o cruz, o circulo do grupo onze

Dia das men t ira s fina n ce ira s, l argo u o j ove m a f ric ab oo pap el ao s eu p ass rm com o uma p anca ad s ub it ase se n cão o t iv ess e vi s to, di ria q ue for ad e us q ue o fi ze ra c air de uma ar vo rena posi sic sao em q ue fi co u, os sa pt os negros de eve r ni z, c omo do is bicos negros para c ima fi c az ram, ma rca o ang u lo das folhas, pr e c is o, d ep o is de o ve en to por um ins t ante o bal o i ç ar, cento e de x z, com ode cos t um me, p o is es to un o l argo do ad mas tor e t rago a casa do ban q u i ero en fr en te a me us ol h os, circulo onze do cruz, o circulo do dog do rup doc circulo do onze

Como de costume, o cento e des, nem se espantaram meus olhos, em outra linha, outra versão se explicava aos pequenos pássaros que as vezes os políticos, mentiam por questões de ideologia, redundante dizer, pois se mente sempre por ideias, a questão, é anterior ao ramo, e é simples, se mente ou não mente, pois a bem ver, tudo é até político

Com ode cos t um meo c en to e c es, ne ms e es pa anta ram me us olhos, em o u t r sa lin h a bo u t rave r sao se e x p li c ava aos pe q eu en os p ass aro s q ue as v e ze s os p l as tico s , per dao , os poli cos, men t iam por q eu s to es de id e o l g ia, red un dante di ze rp o is se men te se mp rep por id e ias , a q eu s to a, e ante r iro a o ramo, e é simples, se men te o un cão men te, p o isa av b em ver tudo é primeira té poli tico

Somando a conta, se a mentira do barco que se afundara, não fosse verdade, e se fosse mentira, seria , uma sinistra mentira, ecoava num aviao, caido, cujas cores, serão aquelas que se viam no pedaço que ficou na praia, ou seja , uma sequência de eventos , com a queda de um aviao azul le, e um barco onde morreram umas dezenas de africanos, e um papa que alerta para o perigo das utopias, que é recebido em amor e fica com masi dois mortos em seu braços, um pedaço de barco que remetia para um taçao quebrado que figurava o sapato da reina, na sua visita ao museu dos coches, ou seja, o coc do homem espanhol

S oma anda primeira conta, sea mentira do bar coc q ue se a fun da ra, n cão f os se verde dade, e se f os se m en t ira se ria , uma sin is t ra men t ira, e coa ava num ac ia o, ca id o, cu j as cor es, se ra o a q eu l as q ue se vaso eve iam no pea aço q ue fi co un a p ria io u seja , uma sec ca non, eu en cia de eve en to s , c om da primeira oma queda de primeiro avia circulo az u one do prime rio le, e primeiro barco onda mor re em uma s de z en as de af ric ano se primeiro papa q ue al e rta para circulo do per rig o da s utopias, q ue é rec e bid o em amo r e f i ca com ma si do is mor to s em s eu br aç sao, primeiro ped aço de bar coc q ue reme tia para primeiro taçao q eu br ado q ue fi f ur rava o sapa pato da reina, na s ua v isi t aa om use u do s coc he s, o u seja, o coc do h om em es pan da hola


Ou unicamente fazeis prova da vossa boa memória, ou da boa memória daqueles que consigo e para si lêem partes ou integra meus textos, pois um referencia a utopia, está num deles, e se calhar sabeis que remete para um batalha simbólica que se deu em serralves, um dia, com um cavaleiro a meu lado do Reino, que já caiu, e a flavia , e do outro lado o paulo do ia, e ainda um outro qualquer de serralves, que nem o nome fixei, pela noite já na ribeira, entrava o rapaz considerado com o brilhante orador, na discoteca tipo fragil da moda, no olhamos, pois passava eu na rua, seu olhar era de zanga meia ameaça, entrou ele para as festas das raparigas a seus pés e dos rapazes em seu leito, e eu continuei pela noite caminhando entre a multidão

O u inca cam n te f az e is por vaso ad a vaso os sa da boa me moira, o u da boa me mor ia da q eu l es q ue co ns si goe para si lee em p art es o u in te g ra m eu s textos, p o is um ref r en cia a u top ia, e sta nu o primeiro del es, e se cala homem ra s ab e is q ue reme te para um ab at la h a s im bo lica q ue se d eu em serra al v es, primeiro dia, com um c ave l iro am eu l ado da dor do rei ino, q ue j á ca i ue primeira de flavia , e do o u t ro l ado o p au lo do ia, e a inda um o u t ro q ual q eu r, qu e ne mo no me fi xx e ip el a noite j da ana ribeira, en t rava o ra p az co nsi de ra ado com o br ilha ante o ra dor, na die co teca t ip o fr a gil dam moda, no sol h am os, p o is ap ass ava eu na r ua, s eu ol h ar e ra de zanga me ia am e aça, en t ro u e l e para as das festas das raparigas a se us p es e dos ra p az es em s eu lei to, e eu cont nu e ip pe lam ano noite ca minha anda en t rea mul ti dao

Sabe querido papa, o franclim, pode dizer assim umas coias meias estranhas, como essa de O Jesus Cristo, se tornar no Quinto Império que é como sabemos o nome do Tempo de Agora, uma espécie de conferencista coroado, que deixara de ser Deus e será um condutor de povos e um coroador, pois em verdade sempre foi, mas razão tem franclim, ao enunciar correctamente o correcto principio do amor, que o erro não se aniquila, pois se manifestado, manifestado está, mas se corrige, e que este é sempre a via do amor, mesmo quando nos irritamos muito num primeiro momento, diz aqui as Gentes, que quem não sente, não é filho de boa Gente, e sabe o senhora que muitas razoes existem ainda para irritar os Justos Amantes, e o senhor papa tem que atinar em algumas questões com sua igreja, para que ela não caia, pois e não o fizer caíra, mesmo, e eu prefiro que todas as igrejas, sendo que cada ser é Um Templo e o Templo, devem é sempre am Pé se manter e eu prefiro sempre ajuda-lo que pedir a Deus que os leve a todos, mas a opção é de cada um, pois assim Deus criou os Seres, e já em dia recente, lhe disse que estava quase a excomungá-los, não pelas razoes pessoais da perseguição que sabe que sua igreja não só aqui como em roma, me moveu, mas por outras bem mais gravosas que afectam toda a Humanidade, e uma delas é a protecção da vida, sobretudo dos mais jovens e tambem o reconhecimento da liberdade individual em toda a sua extensão e domínio de cada Ser, pois não faze-lo é negra de certa forma e de forma errada a Deus, depois lhe digo em Palavra o que Deus me diz em meu coraçao para lhe dizer


S abe do querido, p ap primeira, do circulo do fr anc l im, p ode di ze r as si m umas co ia s mei s es t ra anhas, com o ess ad e O je s us cristo, ser ton r ar no do quin to im mp e rio q ue é com o s abe emo s o no me do te mp, o do agora, uma es pe cid e de c on feren c ista co ro ado, q ue de ix xara de ser de us e se rá i um c on du tor de p ovo s e um cora dor, p o is em verde ad e se mp ref oi, mas ra z ao te m fr anc l im, ao en u cia ar co rr e ct tamen que mente o co rec to pi rn cip io do amo r, q ue circulo do erro n cão se ani q u ila, p o is se m ani f estado, m ani f estado e stá, mas se co r rig e, e q ue este é se mp rea via do am ot, me s mo q ua ando nos i r rita amos mui to nu maior do primeiro mo m en to, di z a q ui as G en te s, q eu q eu mn cão s en te, n cão é fil h o de boa da gente, e o sn h ro pap a te m q ue a t ina rem al gum as q eu dt o es com s ua i g r e kapa do j a, para q ue el a não c aia, p o ise n cão o fi ze r ca ira, me s mo, e eu pr e fit roque todas as igrejas, s en do q ue c ada ser é U m Te mp lo e o Te mp lo, d eve mé se mp rea am P é, se man te rea au pr rf e iro se mp r e ajuda do traço ong l es primeiro do circulo, que ped ira D u es q ue os l eve a todos, masa poção é de c ada um, p o is as si m De us c rio u os Ser es, e já em dia rec en te, l he di ss e q ue e stav a q ua ase a e x com un g á do traço ingles l os, n cão pe l as ra zo es p esso a is da persi gui sao q ue s abe q ue s ua igreja n cão s ó aqui com o em roma, me m ove ue, mas por outras v b em mais f g rav o sas q ue a f e ct tam toda a H uma ni dade, e uma del as é a pro tec sao da v id a, s ob r e tudo do s ma sis j ove en se t am b emo rec on he cie mn to da liber dade in di vi d ual em toda a s ua es t en sao e do mini ode c ada ser, p o is n cão f az e do t r alo ingles lo é negra de ce rta forma e de for ma e rr ad a ad eu us, d ep o is l he di g o em Pal av ra o q ue De us me di z em me u cora sao para l he di ze rato








Pela tarde quando sai, o cio estava montado, outra vez a cobra do trinta e um assim me desvelava o espirito, e uma serie de passos, entrei no café, e a menina do balcão, colocou as chaves prata com a vesica azul e li no eixo vertical das prateleiras, barbiere, o barbeiro, o home da moda aqui, parecido com o carl, o famous grouse, o peru da jb da un ft, dias garcia , silva

Pe l a t arde q ua ando sa io cio e stav montado, o u y ra ave z a cobra do trinta e um as si m me d es vela ava o es pi rito, e uma se rie de p ass os, en t rino ca fé, e a me nina do bal cao, c olo co ua s c h ave es p rta com primeira ave v e sica az u le li no e ix o verte ti c al das p art tele ira s, bar rb bi rie, barbiere, o h ome da moda aqui, par e c id o com o car l, o f amo us g rouse use do circulo do peru da jb da un ft, dias g arc cia ia do silva

Ah senhora, hoje é domingo, meu dia começou ainda pela madrugada, dei um passeio, continua o belo barquinho da leda no cais, recordei a imagem de antes de ontem do trio que ali no jardim encontrei, a primeira que vi, era uma jovem rapariga, que estava sentada no muro de pernas cruzadas com belas calças negras e camisa castanha de rabo de cavalo a lamber um chupa chupa, e que me pressentiu chegar e me olhou, e se via que era rápida e bela em sua sensibilidade apurada, ao lado atras no banco, um casal ,a assim loirinhos e branquinhos de pele, masi crescidos, poderiam ser os pais dela, se ela não fosse assim tao mais morena que les, o rapara que estava sentado na direcção por onde eu vinha, me cumprimentou assim com um sorriso meio tímido, onde se via sua delicadeza, tambem assim retribui, nesse fazer, a rapariga loira se virou, mas não me olhou sorrindo, mais tarde depois de por eles passar, a vi se levantar e de novo se sentar, como quem cumprimentava a posterior a minha passagem, talvez um sinal para o barco, assim me pareceu, ando intrigado com aquele barco, que trás o pavilhão de malta, e pelo espirito já o cio dele me falara, para não o perder, mas enfim senhora amada, deve ser mesmo um cio, pois se tu nele estivesses vinha-me certamente visitar, e ficar, em meus braços, assim espero eu,

A h s en hora, h oje é do mingo, me u dia com e ç o ua inda pe la madruga gado, de i um pa s seio io, conti nu a o b elo bar quin h o da leda no cais, rec o r de ia i mage madeira de ant es de on te made ria do t rio q ue al ino jardim en c on t rei, a primeira q ue vi, e ra uma j ove em ra pa riga, q ue e stav a s en t ada no mu to de pr rna s c ru x ada s com bela s ca l ç as negras e ca misa cas t n h ad e rabo de c av alo a l amber um c h up a c h u pa, e q ue me pr ess en ti u ce h g ar e me ol h o ue se via q ue e ra ra pida e be la em s ua s en sibil id ad e ap ur ada, aol ado at ra s no do banco, prime rio ca sal ,a ss im loi ur rinho se br anque quin h os de pele, ma si c r es c id os, p ode r iam s ero os pa is del a, se el a n cão f os se as si m tao mais mor rena q ue l es, o ra pa r az q ue e stav a s en t ado na di reç sao por onda eu vinha, me cu mp rim en to u as si m c om um sor r is o mei o tim id o, onda se vaso ia s ua deli cade za, t am b em as si m r e tt i b u ines ness e f az e ra ra pa riga loi ra se v iro um as n cão meo l h o u sor r indo, mais t arde d ep o is de por el es p ass ar, a vi se l eva van tar e de n ovo se s en tar, com o q eu m cu mp rim en t ava a p os teri o ra min h a p as sage made ria, t alvez um sin al para do circulo do barco, as si m me par e rece u, ando in t riga gado com aquele barco, q ue t ra s o p avi l h ao da ema malata, e p elo es pei tio j á o cio del e me f ala ra, p az rn cão o per de r, mas en f ima se m hora am ad a, d eve ser me s mo primeiro cio, pp o is set un nel le es t iv ess es vinha do traço do ingles mês ce rta mente v isi at ra, e fi car, em me us bar çao a, as si m es p ero eu,

Ah minha amada, depois petisquei um belo queijinho, uma doce meloa como vossos lábios de mel e me deu um estranho soninho e assim adormeci em seus braços, dando-lhe beijinhos no pescocinho que imagino perto de mim, em suave encaixe assim feito cadeirinha, lhe dizendo doces coisas de amor doce, e acordei a rir, com uma gargalhada, pois a rapariga de vermelho chegar ao sono, e me lembrara, que tambem ela está aqui nesta revista do olá dos bandidos do semanário onde estão as fotos das visitas de estado, mas traz assim um face meio estranha, e depois me lembrei que a ultima foto que dela vira, da bela rapariga com uns lábios assim grandes que fazem desejar morar feito lingua dentro dela, e com uma face muito docinha, e que vira em dia recente, um rapaz que a olhava assim, a ela , as perinhas que devem ser muito belas, numa estranha historia em que a rapariga leva o rapaz para o leito e o droga para o espiar mas que depois ao que parece se tornam bons amigos, aparecia mesmo uma bela canção em dueto que as vezes agora apanho na rádio, em que a rapariga diz ao rapaz, que bom amar o meu melhor amigo, na verdade assim é o melhor amor, e então lembrei-me da bela rapariga pois uma imagem que acabara de ver e de escrever me remetia para uma outra dela, curioso, e depois me lembrei ainda qu e a ultima foto qu vira dela, fora dela numa bela casa para o mar, com um aspirador a seu lado, que eu acabara de falar a propósito da solução técnica para limpar o fundo dos mares dos sujos plásticos, e quando a vira com o aspirador, fiquei intrigado, com o sincronismo, e depois estava ela assim sentada numa espécie de degrau, e se via um pedacinho dos seus generosos seios, e aquilo era tudo muito belo, pois é ela bela, e quando tudo isto no sonho realizei, acordei a rir, com uma grande gargalhada pois tambem tinha falado de uma outra visao de seios assim em forma semelhante enquadrados, e percebi o que me tinha evocado a memória, é mesmo bela e docinha a rapariga de vermelho, ela ou uma que só vi uma vez no cais assim de costas, mas que exalou um perfume no olho da alma muito belo tambem, trazia um mala, e sabes tu que eu te aguardo e quando vejo assim raparigas com malas me ponho sempre a pensar se serás tu a chegar, e até há uns malandros que já se especializaram nestes passos, embora qui para nos nem sei bem porque o fazem, a nao ser que achem que me racham assim o coraçao

A h min h a am ad a, d ep o is pet is q eu i um b elo qui jin h o, uma doce mel o ac omo vaso dos ossos l ab is ode mel e med eu um e ts ra anho son nin h oe as si m ad o r mec i em se us br aço s, dando do traço ingles l he bei jin h os no peso cin ho que i magino per to de mim, em s ua ave en ca ix e as si m f e it o cade i rinha, l he di z en do do ce s co isas de amor do ce, e ac o r de ia r irc om uma g ar gala hd a, p o is a ra pa riga de vermelho ce he g ra ao son oe me l em br a ra, qu eta tam am b em el a e stá au ine nest da revista do olá dos bandidos do se man rio onda es tao as f oto s da s v isi t as de estado, mas t ra z as si m um da face me io e ts ra anha, e d ep o is me len vaso do rei q ue a u l t ima f oto q ue del a vaso da ira, da bela rapariga com un s l ab io a as si m g ar n de es q ue f az em de sej ar nora r f e i to lin g ua d en t ro de la, e com uma da face mui to di xinha, e q ue vaso da ira em dia rec en te, um ra ap z q ue a ol h ava as sima el a , as das perinhas q ue d eve em ser muito belas, nu ma es t ra anha h si tori a em q ue a ra p riga l eva o ra p az para do circulo do leito e o dr ogo para o es pie ar masque d ep o is ao q ue pa rece se t or na am bo ns ami g os, ap rec cia me s mo uma bela c on aç sao em du teo q ue as v e ze s agora pan homem on primeira da rádio, em q ue a rp a riga di zorro do cao r ap az, q ue b om ama aro me u mel hor ami g o, n ave ra de as si mé o mel hor amo renata len rei do traço da inglesa me da bela r ap riga p o is uma i mage made ria q ue ac ab ra de eve red e es vaso do rever me reme tia para uma outra de la, cu riso s oe d ep is me len b reia inda q ue aul r ima for q u vaso da ira dela, for ad e la nu ma be la cas para do circulo do mar, com primeiro as pira z dor a s eu l ado, q ue eu ac ab a ra de fa al ra pro posi to da sol u sao tec nica para li mp para o f un do dos mar s dos s u j os p la s ticos, e q ua ando a vaso da ira com do aspirador, fi q eu i in t riga do, com o sin c ron us mo, ed ep o is e stav a el a as si m s en t ada numa es pe cie dede g r au, e se via um peda ll in h o dos se us g ene roso s se io se aquilo e ra tudo mui to be la, pi sé el a b e la, e q ua ando t u dp o is to no son h o rea l ize iac o r de ia rir, com uma g rande gara gal a hd a, p o is t am b em tinha fala ado de uma outra da visao de se io a as si m em forma semem l h ante en q au dr ados, e pe rc cebi o q ue me tinha evo cado a me mor ia é me s mo vaso da bela e doc cinha a ra p riga de eve vermelho, el a o u uma q ue s ó vi uma vaso e zorro no cais as si made ria de costas, masque e x al o u um pe f um en o olho da alma mui to b elo tam b em, t ar z ia um m ala, e s ab es t u q ue e u te a g ua ar do e qua ando vejo as si mr ra da pa da rig do gás com ma sl me p on homem o se mp rea pen sar se s e rá s t ua che g ra, e a té homem á un s ma lan dr os q ue j á se es pe cia l iza ram nest es p ass os, em bora qui para no s ne m se i b em por q ue o f az ema ana o ser q ue ac e he m q ue me rec ham as si mo cora são

Min do homem da ad circulo da ce am ad a, es to vaso do q ua ase a f az e ra nin h os, circulo da inc do circulo do ac homem do circulo do eu , quadrado da ue serpente do ó t rago c inc o dedo s na mao, e umo vaso da cruz do ro para mui to te mar am mr, se ria serpente do g en til serpente da en hor ase che gás serpente espanhola do no en cruz rata eta ant circulo do para mui tome bei j ar e eu primeira das ti, quadrado da ue vontade muito unc ca f al cruz primeira

Minha doce amada, estou quase a fazer aninhos, cinco, acho eu , que só trago cinco dedos em cada mao, e um outro para muito te amar, serias gentil senhora, se chegasses no entretanto, para muito me beijar e eu a ti, que vontade nunca falta

faltam ainda alguns pequenos pormenores, como o detalhe do big one, e pouco mais, depois o silencio

f al tam a inda al gumn ns pe q ue en os por men o r es cabo com a d eta alhe do bi ine e p o co maís d ep o is silencio