domingo, abril 26, 2009

primeiro dia pós revolução, assim lhe chamam

Prime iro do dia pós r evo lu sao, as si ml he c ham am aman


sabes
amada
a
verdadeira
revolução
é
beijar
te
muito
sempre
te
beijar



s ab es am ad a ave r dade ira r e vo lu são é bei j ar te mui t se mp re te bei j ar

a verdadeira revolução, É O Espirito e Sua Eterna Arte

a ve rda de ira r evo lu sa cortez, i, e o es pie it o e s ua E te rn a Arte

a verdadeira e continua revolução É O Amor
é Amar Te e ser Por Ti Amado
e
Fazer O Amor
Florescer
Em
Toda
A
Parte
Das
Partes

a ve rda de ira e conti nu a r evo lu sao É O Am o ré Am mar Te e ser Por Ti do Amado, e F az er O Am o rf flor es ser Em Toda A P arte D as P art es




desci agora à estação, tomar café e comprar cigarretes, e quando passava ao lado de um dos dois mupis gigantes que ali estão, um bebe em seu carrinho, me diz , baby deal, olhei para ele ultrapassando-o, sorria intensamente para mim, e espetando o braço com o indicar bem apontado me apontou o cartaz, e assim ficou em seu gesto insistindo na minha compreensão, como dando-me um grande presente com o seu imenso sorriso


d es sc si agora à est aç sao, tom mr ra ca fé de tomar, e co mp r ar cigar r e te se q au do p ass ava ao l ado de um do s do is mu pi s gina te s q ue al i es tao, um bebe em s eu car rinho, me di zorro do ze b ab y del, sin os, o l he ip do para ele u l t rp a s sand o do traço ingles do o, sor ria in t en sam que mente para da mim, e es peta anda do circulo do br aço com do circulo do indica car b em ap da ponta ado me ap on to u o cartaz, e as si m fi co u em s eu g es to in sis t indo na min h a co mp r e en s o ac omo dando do traço da inglesa me primeiro g rande presente com do circulo do s eu i m en s o sor r is o

o cartaz mostra as duas bestas que se abraçam, e diz, porreiro pá, foto da altura de mais um acordo feito a revelia da grande maioria des Gentes não so daqui como de toda a Una Europa

circulo do cartaz mos t ra as du as b es t as q ue se ab ra aç cam, e diz, po r rei iro do pá, durao, f oto da al tura de maís primeiro ac o r do feit o ar eve l ia dag rande maio ria des G en te sn cão s o da qui com ode toda a Un a Eu rop e

já o portas me mostrara uma imagem desse cartaz, pouco depois da imagem que aqui comentei das sombras chinesas que o cohen mostrava no púlpito sobre a china, ainda ontem o vira, o rapaz que comigo é parecido e faz uma grandes grimaces assim com ar de louco, o torentino, que estava de novo por cannes, pareciam todos um bocado tristes e com cara de enterro, já antes assim tambem vira o woody allen, e o espirito me dissera, qualquer coisa que funcione, parecia um certo tom de desespero nesse escutado , como se valesse tudo, até tirar olhos, conversa de piratas , ou piratas desesperados, desesperados, os cow bois, e os filmes, como falava do desespero do acto do tremor em italia, que se desvelara pelos ingredientes e assinaturas do espirito que em seu redor se manifestaram,

j á o portas me mos t r ar a uma i mg a em de ss e ca ra t z, p o u co d ep o is da i mage madeira q ue aqui com en te id as das sombras chinesas, q ue o cohen mos t ra vaso do no p u l puto s ob rea c h ine, a inda on te emo do vaso vv da ira, o ra ap zorro do q ue co mig o é par e c eu do e f az uma g rand es g rim ac es as si m c om ar de lou co, o tor en tino, q ue e dt ava de nov por cannes, par e c iam todos um bo cado t r ist es e com cara de en te rr o, j á un d s id a ant es as si m t am b em vaso ira o w oo d y all en, e o es pie it o me di ss e ra, q u la q eu r co isa q ue fun cio one, par e ceia um ce rto tom dede s es p ero ness e es cu t ado , com o se eva le ss e tudo, a té t ir ar olhos, c on versa de pi rata s , o u pira t as de s es pera d os, d es es pera do s, os co w bois, e os dos filmes, com o f al ava do d es es p ero do ac to do t remo do emo mor do tremor em italia, q ue se d es vela ra p elo sin g rid di en t es e as sin a t ru ra dos es pei e r to q ue em s eu red o r se m ani f es t aram,

falava ele, o miguel, debaixo de um cartaz idêntico, que pela pouco que se via na imagem me pareceu estar na alameda ao pé do império e com costas viradas para a fonte luminosa, e se via uma ruga no cartaz , como bomps de amor, sobre os dois personagens, mas apanhando mais o cabrão do socrates

f al ava el e, o miguel, de ba ix ode primeiro do cartaz id en tico, q ue pe la p o u coc do q ue se via na i mage mai ro da me par rece u es t ra da ana alameda ao p é do i mp e rio e com do costa serpente vaso iradas do para da primeira do fonte, efe, lu mino sa, e se via primeira ruga do no do cartaz , com o b om me ps de a mor, s ob reo s do is persona ge ns, mas ap anha anda mais o c ab abrao do soc rat espanhol


agora o bebe me dava o resto da chave, apontando com seu dedo os dois personagens, como a dizer que o acordo sobre o roubo do meu bebe teria sido feito pelo socrates com o conluio do durao, assim se explica a enigmática frase sem aparente sentido, e mau verdadeiro sentido, como aqui comentei, de o primeiro cabrão apoiar o segundo cabrão

agora do circulo do bebe med ava o r es to da c h ave, ap da ponta anda com s ue de dp os do is persona ge ns, com o a di ze r q ue o ac o r do s ob reo duplo do ub o do me u bebe te ria s id o feit o p elo soc rat es com do circulo do c on c lui io do durao, as si m se e x p lica a eni gm a tica fr ase s em ap ar en te s en t id o, e ma u verde der iro s en t id o, com o aqui com en te id e o primeiro c ab ra o ap o ia ro do segundo c ab ra circulo,

o argumento é falacioso, como demostrei, e mais, faz confissão de que secretos acordos terao e trarão aqueles filhos da puta, ladroes de crianças, ordenadores de actos de bandidagem, e fora da leis, que so não estão ainda presos, porque dominam a própria justiça, a ver vamos até onde

o argo men to é f al ac cio soc omo demo st rei, e ma sis, f az c on fi s sao de q ue secretos ac o r do s te ro a e t r arao a q eu l es fil h os da puta, la dr o es dec rina sç, or dena dor es de ac to s de ban dida dag ge me for ad primeira das leis, q ue s on cão es tao a inda pr es o s, por q ue do mina ana pro pr ia js u tica, primeira ave ver v am os a té onda

caminhando para casa, pensando, que roubo de bebe, ou melhor de qual bebe, roubado, visto estes filhos da puta muitos roubarem, para fizeram as suas desgraças, me lembrei por proximidade do local, da casa actor joao rosa, e de uma aparente gravides ectopica que a cristina pinto uma vez pareceu ter, já no final da nossa relaçao, onde depois tambem o mesmo padrão se afirmou, uma inda até inglaterra, depois de um cruzamento com o tal bandido italiano que por aqui anda

ca minho ando para da casa, pen sand o, q ue ro ub o de bebe, ou mel hor de q ual bebe, ro ub ado, vi s to est es fi l h os da puta mui t os ro ub bar rem, para f az ze rea am as s ua s d es sg g ra aça s, me l em bre ii por pro x i mi dade do l ocal, da casa actor joao rosa, e de uma ap par ren te g rav id es e c top pica q ue a c r is t ina pinto uma ave z par rece u te r, j á no fin la da no s sa relaçao, onda d ep o is t am be emo mo me sm do circulo do pad ro a se a fi r mo u, uma inda a té inglaterra, d ep o is de um c ru z man neto com do circulo do tal b van dido italiano q ue por primeira do qui anda

numa montra em remodelação, a bela bruni ao lado de uma princesa africana com um vestido, que de repente me fez lembrar o vestido da guta, que por sua vez é aparecida com a monica belucci, disse-me o espírito que a guta teria sido enato, uma das responsáveis por um aba antigo, olho aquelas imagens e o que se evola, é um perfume que de imediato me remeteu para a morte de bhutto

nu ma mon t ra em r emo mode la sao, primeira da bela bruni aol la do de uma p rin ce z a africana com do primeiro v es ti d o, q ue de r e pente me de fez l em br aro v es t id o da guta, q ue por s ua ave zé ap ar ce id a com da primeira monica be ll kapa do vaso da cristina coutinho, i, di ss e do traço da inglesa me o es pi i rito q ue primeira da guta te ria s id o en ato, uma das r es ponsa ave is por um ab a antigo, olho aqui do eu la sima ge ns e o q ue se evo la, é um per rf um mec q ue do imediato da me reme te vaso do para a m orte de b home otto


Vês amadinha, tinha razão

As pombinhas chegam aos pombinhos

E beijam-nos de lingua, assim fazem a escolha

Quer dizer, é de bico, mas é como se fosse de lingua

Depois o pombinho fica casado com a pombinha

E lhe faz uma demorada corte

Que se os irmãos sabem bem do amor,

Tambem gostam dos prazeres prévios

O pombinho pena e pena, dança, canta, e encanta a pombinha

Depois se via finalmente o pombinho em cima da pombinha

Mas não mostravam mais

Tambem se queres que te diga nem sei assim distinguir um pombinho de uma pombinha, acho que nunca os vi assim tao ao perto e demorado, pareces quase tu, que não te vejo ainda no pombal,

Vou começar a arrulhar para ti,

Depois é tipo produção de borrachos em serie, pois acasalam muitas vezes e sabes o que é curioso, ambos os alimentam

Quando começam a namorar com o beijo de boca, que a pombinha dá ao pombinho, namoram para sempre, vês como te dizia, assim é a inteligência do amor



Vaso ê es ami j a ad dinha, tinha ra z o a as pombinhas che g am aos p om bin homem do os E bei j am do traço ingles no serpente del, sin os primeiro em bg, ba ck ground, ua, ss em di ze maior quadrado da ue f az ema espanhol do co primeiro homem aqui da eu do rato da di do ze red e bico, mas é com circulo da se f os sed del, si os em gi ad ep o is o p om bin h o fi caca do sado com da primeira pombinha E l he f az uma demo ra ada circulo do corte, quadrado da ue se os sir mao ss ab em segundo em do am mor, T am b em g os tam do serpente dos Prazeres pr é vaso io serpente, O p om bin hp pena e ep en primeira da dança, can t a, e en can t a ap om bi mn home da primeira, D ep o is se via fina al le lem n te o p om bin h o em c ima da p om bi n h a serpente mas n cão mos t rav am maís, Tam b em sec ca non eu rato es q ue te di g ane m sei as si m di s t i b u i rum pombinho de primeira pombinha, ac h o que n unc a os vi as si m tao ao pet o e demo mora do, par ee q ua ase t u ,v o u com aça r a ar ru l homem da ar p az ra ti, das ti, d ep o is é t ip o por duc sao de borrachos e se rie, p o is ac asa sala lam am mui t as vezes e s ab es o q ue é cu rio osso, ambos os al imen t ram q ua ando com e ç ma ano mao ra com circulo do bei j ode boca, q ue a p om bin h a d á ao p om bin h o, namora ram para se mp r e eve es com o te di z ia, as si mé a intel i g en cia do amo mor

No entretanto as putas já cá entraram outra vez, ve lá que até deixaram um pedacinho de coco de pomba no meu leito, deve ter a ver com o cio assente no belo programa, sobre pombinhas, frise-se, que o pombo encontra sempre a sua namorada pelo cheiro, uma das teorias, como maior adeptos nas matérias columbofilias, versus o mapeamento magnético da terra como nos tubarões, e ainda, pelo relógio biológico deles próprios, que as pulseira que nas vezes lhes põem nas patinhas, se bem que sempre delicados, não trazem ponteiros


No en t r eta anto as das putas, j á ca ap soto lo serpente en t rato aram o u t ra ave zorro vaso el á que a té de ix aram um peda ç in h ode coco de p om b ano me u lei to, d eve t rea ave rc om circulo do cio as s en te no b elo pro g rama, s ob re p ob in h as, frise, do traço da inglesa sé, sec, ca non, ue doc circulo do p om bo en c on t ra se mp rea s ua na mora da p elo che iro, uma das teo ria sc omo maio r ad dp pt os nas mat e ria s co l um bo f ila s, v es us do circulo do ma ap pem to ma gn ne ti cd o da terra, com on os t ub barões, e a inda, p elo r el o g io bi o l g iv co del es por rp roi s, q ue as p u l s eu ra q ue nas v e ze l he s poe mna s patinhas, se b em q ue se mp red e li cado sn cão t ra ze mp maior do ponte iros


Pois é ali pelas bandas da tentadora, onde os andares são vendidos pela pem, diz assim entra e deita-te na neve, ou algo assim, devem querer insinuar, alva e coca, e do outro lado, as bestinha dos anúncios, do frize, dizem, porque queres casar comigo, não vivemos já juntos, ou algo assim

P o is é al ip pe l as bandas da tentadora, onda os dos andares da são v en dido s pela pem, di z as si m en t ra e de it a do traço da inglesa te na ane neve, o u al goa ss em, d eve em q eu r e r in sin ur a, alva e coca, e do outro l ado, às da bestinha serpente dos e na un dos cios, do frize, di ze maior do por q ue q eu r es ca sar co mig on cão v iv emo sj á j un t os, o u al goa ss e m

Ah minha amada, tanto os cios, tantos chamam pelo amor como se fosses tu, que eu nas vezes nem sei mesmo se existes ora de mim, mas sei de ti a vires me visitar feita passarinha ou pombinha, e me pergunto, mas não terás tu um copo assim feito humano como o meu, para que a gente se possa dar um abracinho, e beijinhos mil e sorrir um para o outro,


A h min h a am ad a, t ant os o cios, t ant os c ham am p elo am mor com o se f os s es t u, q ue eu na s v e ze s ne m se i m es mo se e xis t es o ra de mim, mas se id e ti a v ire es me v is tar f e i t a ap ps sarin h a o u p om bin h a, e me per gun to, mas n cão te rá s t u um cop o as si m f e i t o h um ano com o om eu, pr a q ue a g en te se pod da d ar uma ab r c in h o, e bei j h b h os e sor r i rum para do circulo do outro,

Se em meus braços fizesses o teu e nosso ninho, cada vez que te olhava via que eras tu, e tudo seria mais simples, acho eu e acha o meu coraçao,

Se em me us br aços f iss es e s o te ue no ss o nin h o, c ad ave zorro q ue te o l h ava via q ue e ra s t ue tudo se ria mais si mp l es, ac h oe ue acha om eu cora sao,

Já sei o que vou ser quando for grande, se é que alguma vez se é grande, fico assim tipo uma borboleta e vivo poisado na deusa pequena que trazes em ti, ali fico enebriado em teus perfumes e me alimento de teu mel, às vezes baterei as asas para te fazer cociginhas que eu sei que gostas, outras voo até ao meio de teu peito e ali fico a ouvir o teu coraçao bater, outras ainda, poisarei nos bicos de teus seios e com as asas festas lhes farei

J á se io q ue vaso evo o u se ser q eu en do for g rande se é q ue al gum ave zorro da se é, g rande m fi co as si m t ip o uma bo rb o l eta e do vivo, p o isa sado na de uza pequena q ue t ra ze s em ti, e al i fuci ene br iad o em te us per rf um es e me al im en to de te u mel, as v e ze s bate rei as asas pr a te fa az e r coc i gin h as q ue eu se i q ue g ota s, o u t ra s v oo a té ao me io de te u pei to e al i fi coa o u vaso do iro teu coraçao bat e reo de outra s a ina, p oi isa rei no s bicos de e t us se io se c om as asas fe es ra s l he es g f a rei


entao qual é a temperatura da terra em seu todo

en tao q ual é a primria re mp pera tura da terra em s eu to do

ninguem sabe

nin g ue em sabe, cv

pois a contagem do aumento dela é coisa recente

p o isa ac conta tage em do au men to del a, é co isa rec en te

mas uma coisa se sabe

ma s uma co isa se sabe

que já é demais,

q ue j acento primeira é demi as
como

pelos problemas que já temos

p leo elo serpente do por b l emas q ue j á te emo mos

ainda ontem se ouvia, estamos a matar mil vezes mais depressa as especies do planeta, somos assasinos em massa

a inda on te m se o u via est am mosa a matar mi primrio vaso e ze es serpente maís dep pr press a as as pe cie es doo la net a s omo as sas sin os em massa, italia

outra coisa se sabe muito claramente

o u t ra co isa se sabe mui to que a clara mente

o corpo é todo o mesmo

o corp circulo é to do om me es sm mo

nenhuma parte pequena resite muitos ou memso pouco dias a um febre de seis graus provocada por uma infecçao que nao seja resolvida, já alguns tiveram quarenta e dois graus para saber o que isso é

ne en hime da uma p arte pe q ue na r es si te mui t os o um em ms o p o u co do dias aum febre, de se is garo ra us pro ova cao ca da por primeira infecçao, q ue n cao seja r es sol v ida ,, j a la gun ns t ive vera ram, qua renta e do is g ra us para sabe , o sabe, o q ue iss circulo é
quereis contas e acertos em saldo de moeda ou em quilos de carne, fazeis justiça a todos do mundo, ou a matança em sequencia continua

q ue dos reis contas, e ac e rt os em sal dode moeda, o u e m q u il os dec carne car da ne , f aze is justiça a todos do mundo, o ia mata ança cortez em seq ca nono en cia conti nu primeira

o que preferis,

o q ue pr efe rato do is

nem sabeis ainda que os novos virus sao criados à medida dos desejos de vingança, e do mal que os provocaram

ne ms ab abe ia a inda q ue os nobvos vi rus sao c ria dos à me dida do serpente dos desejos, de vin gato ança corte e dom al q ue os por vo caram

enola gay, en no de la gay
para quem nao se lenbre aqu i ficam alguma sfotos de hiroshima
para do q ue mn cao se l en br rea a q u i d f icam al gum a s f oto s d e hi iro s home ima
me disse agora o espirito ser o vaso sessenta e seis do vaso do abc, da ph oto bal on bora ac rac cha da primeira, borracha, é pelikan
uniforme de minoui tomita , vinte q quatro anos que estava a mil e setecentos metros do epicentro, estva vivo em oitenta e seis
uni ni for mede de mino vaso it tom it a vinte quadrado q au t ros ano s q ue e stav aqui do ue am ile e sete c en t os metros do ep pi c en t ro e stav av ivo em oitenta e tres, se e ws

os cabelos de d ´hiriko, yomoshita dezoito anos, morreu, vinte cinco de agosto a oitocentos metros do epicentro

os cab do ele s ded apsotolo serpente hi r i kapa cierculo do delta omo shita dezoito amo serpente mor r au em vinte esterla de agosto a o it toc centos metros do ep pi do c en t ro


a mala de tadayori kihara , cinquenta anos, a mil e duzentos metros do epicentro, mergulhou no porto de kijobashi e morreu em sessenta e sete

am mala ala der ad a delta do ory do ki hara, cin q ue en t a ano sa am ile e du zen t os metros do ep pi c en t ro mer gul home doc circulo do vaso no do porto de ki j ob bas shi serpente energia, em se senta e di seta

se ve um continente identificado, uma vaca

os oculos de moto, mosara cinquenta e quatro anos, seu corpo nunca se encontrou, a nao ser a sua face compeltaemnte queimada
os co u l os de oto mo sara cin q eu en t a e qua ano serpente s eu corp o nu unc ase en c on t rou ua e cao ser a s ua da face co mp el ta em n te quim mad primeira




a chave do moviemnto, assim ficou esta fot dos junelles, jumelles, gemeso masmi o hya vinte e cinco anos , a novecentos metros do epicentro, so o nome nos bonoculos permitiu a identificaçao do esqueleto
ac homem avé dom ov, it, vie mn to, ass se em fi co vaso es t a f ot dos june ll es dos gemeos, ge meso ma sm i o home delta primeira vinte e estrela , primeira do anao da ove dos centos do metro ingles, do i pi do centro, s o om me no s bono culos per mit e i u a id en ti fi do caçao do es q ue le to




pedaços de pele e de unhas de noriaki teshima, qautroze anos, a mil e duzentos metros do epicentro, reliquias recolhidas por seu marido que era soldado da armada japoneza no pacifico,
peda acos de pele, e de in homam as de no ria do ak do ki t es hi ima q au t roze ano sa am ile e du zen t os metros do ep do pi co centro , r el lic qui as rec o primeiro hi id as por s eu mar id o q ue era sol dado da arm mada j ap one z a no pacifico





o vestido de setsuko, ogawa vinte e um anos, a oitocentos metros do epicentro, ...elle plongea dans la riviere proche..l et mourut six jours plus tard
o ove vaso est id o set s uk circulo, o g a w am do vinte e primeiro ano sa o ti toc en t os metros do ep do pi centro, violinos da elle p lom ge a dans la riviere, pr roche , segundo do primeiro e cruz morut da six jo ur serpente do plus , canal,da cruz ard






relogio anonimo encontardo a cento e cinquenta metros, a mesma imagem do relogio nuclear que anda para tras e para a vida toda se o caminho assim nao continuar, numa hora impossivel, pois nao vendo os ponteirps, aqui, seream as tres e e trinta e nove
ratodo elo do gato gi do io ano non imo nimo en c on cruz ard circulo da primeira do ac do cento e cin q ue ne t a metros, a am me sm a mai mage do elo gi io da miss nuc lear ar q ue anda do para r ra serpente peiemria vi da toda se do circulo do ca do minho ass se mna cao conti nu ar nu ma hor primeira rai mp oss si ov el p o is n cao v en do os ponte i rp ps aqui , ser ream da manha as das tres ee t rin cruz preimeiro a en ove
ao lado garrafas como velas , em cima a xcaixa de watanabe, de quinze anos, com a cunha das duas palmeiras do pacifico
aol ad o garra raf as com o ove l as em c ima a x ci ix primeira de w at ana be de quim ze ano serpente com da primeira da cunha da s di as palmeiras do pacifico, oceano






os calçoes de jiro mutsuda de doze anos, morreu cinco dias depois dizendo que tinha sede, suas ultimas palavras
os cal c o es de j iro mu ts u dade do ze am se mor rato eu sc inc do circulo do dias d ep o is di zen do que da tinah sede, s ua sul tim a as pal av ra serpente

fotos da photo special japam , l empire du solei des sens, numero duzentos e vinte e cinco

f oto sd a ph oto sp e c ila cia al, j ap am l em pire da di do solei quadrado da es serpente da en ns mu mer do ero du z en t os e vi n te e c inc circulo on co