terça-feira, maio 19, 2009

Ah amada desabituei-vos do leitinho, o meu, que eu só vós quero mesmo ao perto, irei partir , partir daqui sem ir nem voltar, ah amada queres que te diga que és unica, sem duvida que sim , o és pois em mim habitas, mas porque insistes em que te o diga ao longe, sabes senhora, deixei de ligar a rádio, deixei de ver televisao, deixeis de ler as noticias, ontem pelo eter a consciencia alheia, quanto ela o é, dizia, ele vai cego, irra senhora, cego sempre vou quando nao vos vejo pela casa, quando nao me enrosco em vos no leito, quando nao adormeço enroscado em vosso ventre e ai fico quentinho a sonhar, ah, me dizia, que sonhas muito, tambem eu , amada, tambem eu sonho com os teus sorrisos, com te ver sorrir, com te amor pelo nascer e por dos dias,, ah amada, coias doces docinhas do ser e da existencia feliz, sabes como é, sem emedao, e ir –me assim apaixando por ti e ytu por mim, num constante milager renovado na presença, ao poerto, sabes amada vou limapando a casa, encontro ainda aneis, aneis ah amada, gosto eu de o ter em meu coração posto por teus labios, chega, amada, chega depressa, depressinha e fica dentro de mim ao perto e eu em ti, aha mada, beijinhos, e biejinhos sem fim, correm as casacatas as aguas, te ouvia dizer em dia recente ssou muito gosch, ou algo assim , que me sugeria aguas que corrtem, julgavas que eu noa gostava assim te ouvi perguntar, ou melhor dize, ah amada aeu gosteo de tudo e m ti, e gosto das aguas e gosto muito de seu sabor e de dseu rprfumem , ah maada deixa-me horar um rio para ti, deixa-me ser mare por um instante eterno e emn todesaguara, porque assim me trazes na distancia de teus olhos, porque me roubas a alegria de te ver sosrrir, ah senhor aontem depois de ter aqui vindopublicar, sim , aqui na rua, onde agora leio ire , que me declina em ira es de aires, e brás lda, quando do outrol lado olho a casa onde vou entrar, para te escreverer este beijo, ah senhora a bela voz docinha do outo lado do mar, diz, que sao so palavras que eu nao acredito, e meu coraçao rasgado, faz grr por dentro e morre mais um pedaço, como ousais dizer que eu nao acredito no amor, como ousaias sequer pensar, que eu nao vos trago em amor, por si senhora amada deixei de ouvir radio, porque me fazes assim meu coraçao alternar como um dinamo entre a perda e o desejo afirmado, se nao te conchecesses pensaaia ate´quem save que assim o querias de proposito fazer, será que te doi o peito, será que trazes uma ferida em ti, assim me dizia uma dobra ontem pelo final da tarde, vem ca, vem chega de mansinho, sem medo, que eue te abro as portas todas, e te beijo muito, muito até todo sarar, como gatas enrolados, num raio de sol e mar, ah senhora ae fosse homem de proibir e de proibiçoes, quase que me apetecia desligar cosmicamente as radios todoas, para me coraçao nao sofrere, contuyo a musica é sempre bela, amada, como se lhe poderia alguma vez resistir,. Depois te oiço dizer, pareces que nao sabes de onde vens, que nao te conheço em teu passado, sim e noo amada, pois nao crescemos sempre juntos dia no diaa, e sim em parte tens razao, outra nao, depois mais negro ainda, deite-me o meu coraçao, e queres a minha mente, ah senhora, nao, quero o teu ventre, quero os teus labios, quero me sentar como um gato feito lua na tua alma, mas nao te quero comer, literalmente, se bem, que te comia toda e toda e toda outra vez e outra ainda sem fim, sabes amada, a mente esta em todo o lado, e nao ficas mais pequenina por eu te ro recordar, nao gosto de vnmpiros, sabes,m gosto de jardineiros e de jardinagem, gosto de plantar, em beijos, gosto de regar com ligua, gosto de escavar a terra com o falo e ver as plantas a desabrochar, gosto de beijos molhados, muito molhados, gosdo , gosto de ti, ti, ti, que me importa, espantas-te , como senhora, se tudo é musica, se tu és musica, se a musica é tudo e está por todo o lugar, liguei com mais este cio o rádio, sao belas as cancoes de amao, sao todas cancoes de amar, como poderia ser distinta alguma coia do amor, hoje pela manha levantei-.me com o dia a nascer, trazia outra vez frio nas costas, que coisa estranha, se bm que tivesse dormido de janela aberta, aberto , ah amada estou eu oara ti, e depois de dar uam voltinha a festejar o nascer do dia, ah amada o rio estava feito lapis lazuli, todo queitinho e todo mansinho, fiz o jantar de ontem, e comi-o como pequeno almoço, ves amada o que a tua ausencia em parte me faz, que nada te cobro nem nada te acuso , pois tu es livre como eu, que ate me esquço nas vezes se comer, adormeci com o sol, depois dos trabalhos em casa, pesados alguns, desmontar mobilias, e muda-las e depois de novo as montar, e limpar os livros um por um, a ver se encontro aneis que ainda me tenham escapados, comi um bife , e verderas e umas massas assim redondinhas como rabinhos de porcas , sabes amada ontem pela tarde depois de aqui neste sitio onde de novo toco piano nas teclas frias, que bom seria tocar na tua pele, e andar assim de mao dada feito mansinho pela cidade ou pelos campos, ou montado numa estrela cadente, eu sei lá, qulquer coisa, desde que fosse assim de mao na mao, subi à varanda do jardim do imperio e de repente uma estrela prenha de luz se formou, ali num azimute onde dançou um casal em cima de um banco, apontado uma das piramides da casa de goa, hoje de madrugada na calçada do livramento,uma mancha de sangue e um lenço, algo se passou ontem pela noite ali, uma mantinha escoseza esatva posta no estendal, e parecia um mamilo doirado estar no meio da relva e as flores faziam umas arcadas muito convidativas, depoia apareceu a estrela reflectido, prenhe de luz, ah amada serás tu, serias tu, ou só mais uma miriade de ilusoes com que me tentam sempre enredar, depois mais tarde ouvi, era o presente, ah amada presente era ter teus labios ao perto pertinho, e fazer-te cafunes nos cabelos, um por um, e descer até ao fim sem fim de nosso uno corpo, inteiro, assim chegadinho, e suspirar muito em teus barços, e ronronar coisas doces a a teus ouvidos e morder-te sem magoar, assim muito, como a te marcar sem ,marcar, depois a linha dizia, deixas-te de acredirtar e coisa e tal e coisa feia, e anzol a aproveitar-se de coraçoes que vao como que incompletos, sabes amada, adormecei, com a ultima cançao que ouvira que falava de fim do nosso fim, ou do fim do nosso amor, eu me dizia por dentro feito todo valente, que grande mentira, adormeci assim euxarido, que de o amar nunca se desiste pois é uma impossiblidade, ah amada , deposi ou antes, quanto te vi beijar a aquela rapariga, eu que estava preparada, quase que te quiz, dar um tiro aos dois, tens melhor remedio, senhora, beija-me chega, e me di sou eu, e fica, amada, fica, pelo menos o tempo de me marcares a minha pele, assim sei quem és, mesmo quando depois andares a viajar, depois da estrela se ter manifesatdo, ao chegar a casa comi uma nespera, e a grande semente , rolou, e se pos ali na esquina da coluna da da direita da porta de virdro coberta por duas capulanas,

Ali ficou a semente na esquina da capulana que parecem como olhos de furacao, ou de um pavao que muito bailasse com os seus olhos, no senrtdo dos ponteiros do relogio, como mais um contra furacao, na relaidade, um olho no centro que é escentrico ao eixo, como uma biela, que roda num eixo manivela dos pistoes, ah amada , que me faz desejar outra coisa, e depois na capulana rente ao chao, parece ter uma gaivota de asas abertas em cima da terra , que se ve como só um semi arco, como fernando capelo gaivota a voar num por de sol e tu em meus braços numa praia a muito olhar o mundo espantado com nossos olhos feitos crianças, a beber a beleza toda do universos, religado pelo nosso amor, ah amada és unica, és unica em mim, pois em mim habitas e se estamos assim sempre falando porque nao falamos ao perto em corpo, tambem, ali no canto se le, nissan, ni sas serpente san niza, bombay, dn , de novo o cabrao, quarenta e um. Setenta e um, sete primerio, onze, primerio do angulo, o anhulo que parece ser um antigo, da quatro L, que ressoa em linhas que ontem te aflorava de um texto maior que vou escrevendo sobre est transito , que se chama, limpando a casa e e fazendo o ninho à minha amada, e arrulhando em prece secreta para que ela chegue, no eixo um alicate de prata com isolante laranja, de bicos de ponta para o ar, ali tinha ficado em vespera oa lado do caixote de malha metalica onde em seu fundo estao cinzas , o alicate, que no entratnto se mexeu, como que aponta as cinco ancas, pela parte da frente, ou seja com um alicate laranja, psd, e prata que entrou nas colunas das cinco ancas, que dever ser entao imagem da estrela da ancas, a rosa da esterla, depois nas arrumaçoes , hoje de novo o caroço, rolou e se foi aninhar, ao lado da secrtaria de asa, com pe de falo metalico em bico, ali ficou ao lado do trapezio das tres gavetas, onde do outro lado está o maça mordida do g 4 , trago eu mais pedaços deste fio da maça, e ecoa, no outro texto na cabeça pelo que vi que me foi mostardo na mente, como dizia , uma linha da cançao, ali ficou tambem na esquina a gaveta de tres de baixo, abri-a e li, pentagono, duzentos, treceiro circulo deo oitenta , tres, a4 vinte e qutro, vespera de natal, duplo vaso, a2, a hh ina principe, thailandia, n 124, circulo e rato invertido, do semi arco do sa, do triangulo com onda por baixo da base em circulo nas cores maçonicas, onda gb qaudrado do circulo, azzamo, az za am mo, que ao ler , me ressoa estranhamente am abruzzo, um cobra de boca aberta enfiada numa fivela de parta, assim é este porta cartoes comerciais, onda de folhas de papel a2 dobradas, por cima do foot control unit fs vinte e conco, p la y re wind, tres arpoes em semicirculo com tres cruzes por cima de cada um, parafusos, na dobra da ondas das folhas, ou dos escritos dobrados, o agrafador rapid s 6., e em sua base, no eixo da mola, mol la , l a, um carimbo da latina europa , e um catalogo ontem aberto sobre uma opera em italia, com uma belissima imagem, um narrador debaixo de um toiro gignate, ao aldo ainda duas ficahs bnc, ou bcn, segubdo cn, abro o azzurro ao colhas, os meus dedos apontaram, jorge de matos, sandra brito chefe de gabinete do sarmento, ontem pela tarde, uam linha apareceu no telemvel, que se ligou por si, a dizer que o ulisses do morais, estava em perigo, era ele o minsitro na altura, e ainda via net works, atrio saldanha, alicate, rosa, armenio infomatica, roma trinta e oito, tres, sm, dois tres , zero, nono, ono ovo, cirulo doprimeiro bpa, incliando em reverso, esta semente da mesepera é aparecida com a semente da qual partem as penas que trago da rua e que est em cima do prat do peixe da republcia dominicana na parede em cima as letras antigas de maderia invertida de inglaterra, e se relaciona capulana com outra capulana, a do outro armario, recentemente entrada aqui relativa a abbruzzo, debaixo do sofa que desmontei no escritorio, encontrei masi um anel, uam etiqueta cem por cento cotton, made in turkey, rn usa duplo sete trezentos e dosi , noventa e oito, ano, cento e quatro cm, correiro da manha, co reio do circulo maximo, q1au y ro anos, e ainda uma peçinhas ,um rolamento branco que parece de um motor de um sistema electronico, por cima da porta e da primeira capulana, uma outra com seis circulo vermelhos em rectangulo amarelo, dentro de um rectangulo vermelho com baolas amarelas,

Beijo-vos muito, muito , minha amada, vou vcntinuar a fazer as limpezas,


A h am ad a de sa bi ue i –v os do leitinho, o mue, q ue eu s ó v ós q u ero me sm oao per to, i rei pa art tir , p art i r da q ue ise mir ne m v o l t ra, a h am ad a q ue r es q w ue te di g a q ue és unica, s em du v id aq ue si mo é s p o is em mim h ab o it as, mas por q ue in sis te s em q ue te o di g a ao lounge, s abe s s en h a, de ix e id e li gara da primeira da rádio, de ix e o id e eve rata da televisao, de ix e is de ler, fv, as das not i cia s, on te m ep elo e t rea co n sic n cia al he ia, quanto ela o é, di z ia, el eva i c ego, it ri s en hor, c ego sempre., v o u q u ando noa v os vejo pe la c asa, qua ando nao me en ros co em v os no lei to, q ua ando nao ad o r meco en roscado em vi os sa v en t re e a i fi co q u en tinho a son h ar, a h, me di z ia, q ue son h as mui to, t a m b em eu , am ad a, t am b em eu son h o com os te us os rriso s, com te eve r sor ri irc do om te a mor p elo na sc e r e p o r dos dias,, a h am ad a, co ia s do ce s do cinhas do ser e da e x is ten cia fe liz, s ab es com o é, se m e med dao, e ir –me as si m ap ai x ando por ti e y t u por mim, num co ns t ante mila ger r eno v ado na presença, ao poe r to, s ab es am ad av o u lima pando primeira do circulo da asa, en c on t ro a inda ane is, ane sam da, g post o eu deo terresa psi em me u cora ção post o por te us l ab i o s, che ga, am ada , ch ega dep r e s sa, d ep r es sin h a e fi ca d en t rode mim a o per to e eu em ti, a h a m ada, bei jinhos, e bi e jin h os se m fi maior , co r rem as c asa cat as as aguas, te o u v ia di ze rem dia re c en te ss o u m u it o g o s c h, o u al g o a ss im , q ue me s u ger ia aguas q ue co rr te m, j ul g ava s q ue eu noa g os t ava as si m te o u vi per gun tar, o u mel hor d ize, a h am ada a eu g os teo de tudo e m ti, e g os to das aguas e g o s tom u it o de s eu sabor e de ds eu rp rf um ema h ma ad a de ix a - me hor ar um rio para ti, de ix a-me ser mar e por um in s t ante e te r no e e mn to d es a g u a ra, por q ue as s im me t ra z es na di s t an cia de te us olhos, por que me ro ub asa al e g ria de te eve r s os rr ira h sen hor a on te m d ep o is de ter a q ui v indo pub lic ar, sim , aqui na rua, onda agora le io ire , q ue me dec l ina em ira es de aires, e brás lda, q ua ando do o u t rol la do olho a c asa ondas evo u en t r ar a, para te es c rever e r este beijo, a h s en h rp a a b el a v oz do cinha do outo lado do mar, di z, q ue sao s o pala v r as q ue eu nao ac red dito, e m eu cora çao ra as gado, f az g rr por d en t ro e mor re mais um pe dç sao, com o o us i a s di ze r q ue eu noa ac red it o n o ma o r, com o o usa aia ia seq ue rp pen sar, q ue eu n ao v os t rago em ama o r, p or sis sw so a am mna ad a de ix aa e id e ip o u v iro do circulo da radio, por q ue me a f z es as s im me u cora çao al e t rena r c omo um dina amo en t rea per da e circulo do desejo a for mao, se na o te c on che c ess es pen sa aria a te´q ue m s av b e q ue as s imo q ue ria s d e pro posi to f az e r, se rá q ue te do io pei to, se rá q ue t ra ze s uma fe rid a em ti, as si m me di z ia uma do bra on t e m p elo fina l da t arde, v em ca, v en m c he gade man sin homem, se m med o, q ue e ue te ab ro as dos portas todas, e te bei jo mui tom u i to at té to do sara rc omo gatas en rola ado s, nu m rai o de ss sol e ema mar, a h s en h ro ase f os se h om e de por i b ire de po i b i c es o es, q ua ase q ue em a pat te cia d es li g ar cos mica mente as das radios todas, ap ra me u co rc es sao n ao s o fr e re,c on t u y do a mu sic a é se mp r e b e la, am ad a, com o se l he pode ria al gum ave z r es sis tir,. Dep o is te pi ç o di ze r, pa rec es q ue n ao s ab es de onda eve ns, q ue n ao te c on he ç o em te u pa sado, si me noa am ad a, p o is n ao c r es c emo s se mp r e j un to s dia no dia ase si m em p arte te ns r az a o, o u t ra noa, de p o ii s mais negro a inda, de it e - meo me u cora sao, e q ue r es a m in h a men te, a h se mn hor ana o, q u ero o t eu v en t re, q u ero o s t eu s l ab is o, q u ero me s en tar com o um gato feit o lua na t ua l a ma, mas n ao te q u ero co mer, lite ra l mente, se b em, q ue te co mia toda e toda e toda o u t ra ave ze o u t ra a inda s em fi m, as s aba es am ad a, a m mente e sta em tod oo la do, e n o a fi ca s mais pequenina por eu te ro rec o r d ar, n ao g os to de vn m piros, sa ab es, sm g os to de j ar dina di ero sede j ar dina ge mg os to de p l ana t rem beijos, g os to de r e g ar com li g ua, g os to de es c ava ra a terra com o falo e eve r a s p la sn t as a de sa b roc h ar, gi s tod e bei j os mol h ado s, mui tom o l h ado s, g o sd dt o d, g os to de t it i, ti, q ue me im porta, es pan t as -te , com o s en h ro ase tudo ´ + e mu sica, se t u é s mu sica, sea mu sica é tudo e e stá por todo o lu g ar, lige u i c om mais este cio o rádio, sao de belas as c on cç o es de mao r, s o a top do as can cç o es de mao r c omo pode ria ser di s tinta al gum ac o ia do amo r, h o je pe la manha l eva van te i-.me com o dia a na sc e r, t ra z ia o u t r s a ve z fr rio do io nas costas, q ue co isa es t ran anha, se b m q ue t iv ess ed dor mid o de jane la ab e rta, ab e r to , aha am aa da es to u e m o para ti, e d ep o is de d ar uam v ol tinha a f es teja r on as ser do dia, a h am ada o rio e stav f e rito lapis lazuli, todo qui tinho e todo man sin ho, fi z o j antar deo n te me c om i- o com o pequeno al moço, bv es am ad a o q ue a t ua s us ne cia em p arte me f az, q ue n ada te co br o n em na da te ac us o , p o is tu es l iv r e c omo eu, q q ue a te me es q u ç on as v e ze s sd e co mer, ad or me cic om o sol, d ep o is dos t r aba alhos em casa, pea da s o al g us n de s sm on tar mob i li as, e mu da –la s e d ep o is de n ovo sas mon t y ar, e li mp para os livros um por um, a ve r se en c on t ro ane is q ue a inda me t en ham es aca spa pado, co mi um bife , e ve r de ur as e uma s massas as si m red o dn dinas doc cm o ra n bin h os de o porcas , s ab es am ad a on te m ep la t arde d ep o is de a qui neste s i tio onda dede n ovo t oco pi ano en as tec la s fr ia s, q ue b om se ria to c ar na t ua pe la, e anda r ass dim de mao dada feit o man sin h o pela cidade o u p el os co mp os, o u montado numa estrela cade dente, se u se i l á, q u l q ue r co isa, de sd e q ue f os se as si m de mao na mao, s ub i a vara n do do jardim do i mp e rio e de r e pente uma ester la pr en h ad del el uz se for mo ua li nu m azimute onda dan ç o u um c x asa l em c ima de um ban c oo, ap a on t ado o r um a das piramides da casa dd e goa, h o pje de madruga gada na calçada do l iv ra mente uma mancha de san g ue e um len ç o, al g os e p ass o u on te mp el a no it e al i, uma man tinha es c os e za e sat tva post a no es t en d al, e par e cia um ma milo do irado es star no me io da relva e as flor es f az iam umas arcadas mui to c on vi da t iva s, d ep o ia ap a r e c eu a es t r ala refe l c t id o, per n h e de l uz, a h mad a se rá s t u, se ria st u, o us ó mais um miria de de i lu s o es com q ue me t en tat m se mp r e en r ed ar, d ep o is mais t arde o u vi era o o presente, ah am ad a pr es en te e ra teresa re u s l ab io sao per to per t in io, e f az e r -te ca f un es nos cab elo s, um por um, e de sc e r a té a o fim s em fi m de no osso un o corp o, in te rio, as si m che g a dinho, e s us ps ira r mui to em te us bar ç os, e ro rr on ar co isa s do ce sa a teu y s ov u id os e mor der -te s em mago ar, as si m mui to, com o a te mara c ra se m ,a arc a r, ma rf car amarar, d ep o is linha di z a, de ix as -te de ac red ira t r e c o isa eta a e co sa fe ia, e an z ol a ap o r v e it ar -se de cora ç o es q ue vao com o q ue i mc o mp l eta s, s ab es am ad a, ad for me c e i, c om a u l t ima can sao q ue o u v ira q ue f al ava de fi m do n osso fi imo u d o f im do n osso am a o reu me di z ia por d en t ro feito todo valente, q ue g ra de mentira, a dor mec cia s si eu x a rid o, q ue de o mao r n unc a se d e sis te poir s é uma i mp os s ib li dade, a h am ad a dd ep posi o u an t es, q u ant td o te vi bei j ar a au el a ra pa riga, eu q ue e stava ap rep ar ad a, q ua ase q ue te qui z, d ar um t iro as o a do ia s, te ns mel h ro r emi e di o, s en hor, bei j a -ne che g a, e me id z as o u eu, e fi ca, am ad a, fi ca, p elo m en os o te mp pode da ode me mar car es a min h a pele, as si m se i q w ue més, me sm o q u w q n d ode p o is anda r es a via j ar, d ep o is da e ts ra la se te r m ani f e sat td o, ao ce h ag ra ac asa co mi uma n es pera, e a g rande se mn te , rol o u, e se p os al ina es q u ina da coluna da da direita da porta de vi r d roco be rta por du as capu l ana s,

Al i fi co ua se nm mente na e q a u ina da capu l ana q ue pa rece m com o olhos de furacao, o u de um p avao q ue nui to bai l ass e com os se us olhos, no s en rid o do s pon te iro s do r elo gi io, com o mais um contra furacao, na r e la id ad e, um olho no c en t roque é es c en t ric o a o e x ix o, com o uma bi el la, q ue roda num e ix o m ani v el dos pistoes, aha am ad a , q ue me f az de sej ar o u t ra co isa, e d ep o is ni q a un to da capu l ana ren te ao cha, pa rece teresa ds uma gai v ota de as asa ab e rta s em c ima da terra , q ue se eve com o s ó um s emi arco i, c om o fernado cap elo gai v ota a v o ar nu m por de sol e tu em me us br aços nu ma paria a mui to o l h ar o mundo es p cabo ant ad o com no ss os olhos feit os c rina aça sa bebe ra beleza toda do univer ero s, r e li gado p elo no ss o amo mor, a h am ad a és unica, é s un nica em mim, p o is em mim h ab o it ase se est am os as si m se mp r e f a ando por q ue n ao fal amo sao per to em co i rp o, t am b em, al lino can to se le nissan, ni sas serpente san niza, b om bay, dn , de n ovo o cabrao, quarenta e um. Setenta e um, sete primerio, onze, primerio doangulo, o anhulo que parece ser um antigo, da quatro L, que r esso a em linhas que on te m te a flor ava de um te x to maio r q ue v o u es c r eve en do s ob re est t ra n si to , q ue se c hama, li mp pando dop a c asa e e fazendo o ninho a am in h a am ad a, e ar ru la h n d o-a em pr e xe secreta para q ue el e c g he g ue, no e x io um alicate de p rata com is ol na te laranja, de bicos de ponta para o ar, al i tinha f i cado em v es poe ra o a lado do ca ix o te de malha metalica onda em s eu f un do es s ato cinzas , o ali cate, q ue no en t rat tnt to se me x eu, com o q ue ap pao n t a as c inc o ancas, pe la p arte da fr en te mo u se j a com um al i cate laranja, psd, e p rata q ue en t r o un as colunas das c inc o ancas, q ue d eve r ser en tao ima ge m da ester la da ancas, a rosa da ester la, d ep o is nas ar ruma ç o es , h oje de n ovo o ca roço, rolo ue se f oi anin h ar, ao l ado da sec r t aria de assa, co m pe de falo metalico em bico, ali fi o cu ao l ado do t ra pe z ia o das t r es g ave eta s, onda do outro lado e stá o maça mordida do g 4 , t rago eu mais pe dç os det se fi o da maça, e sp ob re el ç ano o u t ro e t x to en a cab eça p elo q ue vi que me f oi mos t ard dona mente,ts, com o di z ia , uma linha da can sao, a li fi co u t am be na es q u ina a g ave eta de tres de ba ix o, ab ri-a e li, penta g on o, du z en to s, terresa e c iro cir culo deo oitenta , tres, a4 vinte e qutro, v es pera de natal, duplo vaso, a2, a hh ina principe, thailandia, n 124, circulo e rato invertido, do s emi arco do sa, do traibgulo com da onda por bva ix o da be se em cir culo nas cores maçonicas, onda gb qaudrado do circulo, az z amo, az za am mo, que ao ler , me ressoa estranhmente am abruzzo, um cobra de boca aberta enfiada numa f iv vela de pa rta, as si m este do porta dos cartoes comerciasis, onda de folhas de pap el a a2 das dobras, por cima dop f o ot cob t rol un it fs vinte e c on co, p la y re wind, tres arpoes em s emi cir culo com tres c ruze s por c ima dec ada um, pa ar fusos, na dobra da ondas das folhas, ou dos ecritos dobrados, o agrafador rapir s 6., e em sua base, no exiod a mola, mol la , l a, um ca rim boda da latina eu rop a , e um cat a l o go ontem ab e r to s ob re uma poera em italia, com uma belissima image m, um na rr ado r de ba ix ode um toiro gig gn nate, ao aldo a inda du as fi ca h s bnc, o u bcn, se g u bdo cn, ab ro o az z ur ro ao co l h as, os meus dedos ap on a t ram, jp r ge de matos, sandra b rito c h efe de gabi nete do sarmente o, on te mp ela t arde, uam linha a par e cu no tele m v el, q ue se li go u por si, a di ze r q ue o ulisses do morais, e sat tva em pr e i goe ra el e o min si t ro n a al u ta, e a inda v ia net w o r kapa serpente do atrio saldanha, al i cate, rosa, armenio in f oma tica, roma trinta e oito, tres, sm, dois tres , zero, nono, ono ovo, cirulo dop rim e iro bpa, inc lia ando em r eve r s o, e sta se mente da me se pera é ap ar e cida com da primeira semente da qual q p art es as p ena s q ue t rago da rua e q ue est em c ima do prat do pe ix e da rep pub l cia do om i ni ca na p ard e em c ima as letras antigas de maderia in vert id a de inglaterra, e se r e la ci on a capu l ana com o u t ra capulana, a dp o ar maria o, rec en te mente entrada a qui r e l a t iva a abbruzzo, de ba ix o do s o fa q ue de sm o te i no es c rito t is, en c on t ri m asi um ane l, uam etiq u eta ce m por c en to co t ton, made in t ur key, rn usa duplo sete trezentos e dosi , noventa e oito, ano, cento e quatro cm, co r rei r to da manha, co reio do cir culo maximo, q1au y ro anos, e a inda uma pe ç on h as ,um rola la am men tob ran coq ue pa rece de um m otor de um sis t ema el e c t ron oni co, por c ima da porta e da prime ira cap u l a na, uma o u t ra com se is cir culo vermelho s em rec tan guloa do am mar elo, d en t ro de um rectangulo vermelho com bao la s am ar e la s,

Bei j o -v os mui to, mu it o , min h am ad a, v o von t i nu ar a f az e ra s l i mp e z as