terça-feira, maio 26, 2009

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continuação do texto anterior,

Veja la , bela menina be, como tudo é musica, pois acabei de fazer click e ao passar no pequeno rádio que está na sal , logo uma outra bela voz me disse, radiation underground, como então a querer corrigir que o teu dizer, do túnel, se referia a tube, ou seja underground, ou seja aos metros em Londres, se assim for teu dizer, e sendo que apareceu tambem quando me aparece a chave do tsunami em dois mil e cinco, provavelmente estaremos então perante um mesmo grupo, que operou diversas desgraças, pois o processo é semelhante , sabes quando ontem fui as amoreiras, para alem da imagens indefinidas das belas meninas em diversos cartazes, todas elas dissolvidas em perfume do cio sensual que estava montado, e que me fazia escutar pelo espirito , que era ela que aqui estivera, pensava eu numa bela imagem de uns calcoezinhos de praia laranja, um biquini, que alguém pusera no prédio mais novo aqui atras com uns trapozinhos pretos em contrate com as varandas brancas e que me tocaram pela beleza extrema da imagem, sabe como é a menina, ou talvez não saiba, nem seja assim tao bom de saber, pois é uma beleza que se infiltra pela ausência de nossa amada, e depois sabe, a menina, todas as roupas nos estendais muito se abanam pelo sopro do amor, e nas vezes eu fico como que a ver se a vejo, nas imagens indefinidas, nas amoreiras, um centro como o que a menina numa das imagens estava, a reforçar a imagem do underground, quando procurava a loja dos computadores, uma imagem me saltou pela grandeza à vista, o belo rapaz actor que tambem deverá estar por cannes, que da ultima vez que aqui o vi, foi com uma laranja espetada na ponta de uma espada no aeroporto, quando da chegada daqueles que se diziam eventualmente terem estado expostos a tal eventual gripe suína, assunto que será abordado em outras núpcias, se assim o for, e ainda um rapaz em carne alto e magro como um tira linhas rosto masi ou menos quadrado ,assim cabelo meio aloirado, que vinha em passada larga num corredor em frente ao corredor intermédio das comidas, mas que nem bem lhe vi a face, mais senti o perfume, que não o era, pois me desviara até ao corrimão, para ver o piso em baixo, a ver se via a loja que procurava

Vaso abc el a do tua be la be, com o tudo é mu sica, p o is ac ab be id e f az e rc li ck e a o pa ss ar no pe q u en o rá di do circulo do io q ue e stá na s al , l ogo uma outra be l a voz me di ss e, ra di at io em underground, com o en tao aqui do eu rato e rc or rig fi r q ue o te vaso di ze raro da se , e do t une l, se refer ia primeira do tube, o vaso do use seja un der ground, o use seja a os met ro s em l on rato es, se ass em for teresa eva vaso di ze rato, e s en doque ap ar rc eu tambem, qua anda da me ap arc e a c h ave do t us sn ami em do is mi ilhe c inc o, por v ave lem n bt e est ar emo s en to pe ra ante um me sm o g r delta do vaso do po, q ue poe ra u di vera s de sg r as ç as, p o is o pro roce ess o é semem l homem ante , s ab es q ua ando on te maior f u ia serpente das amoreiras, para el am meda i mage en ns in d efe nid do às das belas meninas em di vaso dos eros dos cartazes, todas elas, di s sol vaso id as em per rf um med circulo do cio s en sul primeira aqui do ki do q ue e stva montado, e q ue me f az ia es cu t ra p elo es pi rito , q ue e ra el primeira aqui do q ue aqui est iv vera, p es sn ava eu nu ma be la i mage made ria de u ms c al c oe x in bo dd e p ria laranja, primeiro bi da kin ni, q ue al gume p use ra no do pr e di do io mais novo aqui atras, do com un ns t ra po in h os pr e to ze em c on t rate com as das varandas br anca sec q ue me toca aram pela beleza e x te r mad a i mage made ria, s abe com o é a me nina, o u t alvez n cão as iba, maior da ne maior do seja ass si sm tao b om de s abe rp o is é uma beleza q ue se in fil t ra pe la au s en cia de no s sa amada, e d ep o is s abe, a em nina, todas às das roupas nos estendais, s t es sn de ia s mui to ze ab anam p elo sopro do am mr, e nas vaso e ze s eu fi co com o q ue primeira ave rato da sea do vejo, br, nas si mage en ns in d efe nid as, nas amoreiras sm, sd primeiro c en t ro co mo o q ue primeira am me nina nu mad as si mage en ns e stav a, a r e f orça ra rai mage made ria do underground, q ua anda pro roc cura ava a loja dos co mp puta dor espanholas, uma i mage made ria da me s al to u pe la g rande dez zorro à vaso ista, o b elo ra p az ac tor q ue é eta da am tambem, d eve verá est ra por can ne es, q ue da u l t ima ave zorro do q ue aqui da primeira do vaso do io vi, f oi com da primeira laranja es pea td ana ponta de uma es pada no aero do porto, qua anda quadrado do ac do he da gada daqueles , do q ue se di zorro do iam eve en tua lem em teresa ds e cruz rem do estado, e x post os sat cruz al eve en tua al g rip es vaso ina, as sun toque se rá ab circulo do rato do dado em outras nu up cia serpentes , se a ass imo da for, e primeira inda de um rapaz em car ne al to ema magro, manteiga com o um tira linhas rosto, ma sio u m en os do quadrado ,a ss si em cab elo da me io al loi r ad o, q eu da vinha em passada l ar gan do primeiro co r red dor em fr en tea o co r red dor inter me di o das comidas, masque ne maior b em ml he vi da primeira da face, maís s en ti do circulo do perfume, q ue n cão o e ra, p o is me de via ra a té a o co r rim mao, para ave ero do circulo do piso em ba ix o, primeira ave rato da se via primeira loja q ue por rc cura ava

Sabe bela menina, agora acabei de voltar neste final de tarde do supermercado, quando lá estava, passaram assim umas coxinhas de frango na mao da senhora que ali é responsável, e depois li, no tapete, assim numa embalagem, surf, que é um produto de limpeza, que declina em sur, sul, serpente do ur da rf, como dizendo que as coxinhas da franga é amicíssima da surf, este que declinei, veja lá o que a musica do espirito diz ao nosso passar,

S ab e be la menina, agora ac ab e id evo l tar nest e fina al de t arde do super mer cado, qua anda l á e stav a, p ass sara ram am ass si em um às das coxinhas de fr ang on a mao da s en hor primeira aqui do q ue al i é r es p os sn ave l, e d ep o is li, no tap pete, as si em nu ma em bala ge m, s ur rf, q ue é um pro do to de limpeza, q ue dec l ina em sur, s u l, ser pente do ur da rf, com o di z en do q ue às das coxinhas da fr ang a é ami ss is ima da s u rf, este q ue dec l ine e, veja l á o q ue primeira am mu sica do es pie r to di zorro ao no ss o p ass sar at,

Ao chegar ao prédio uma pomba, descia planando quase na vertical bem na esquina das antenas retransmissoras no cimo do telhado do prédio, como a dizer, que uma pombinha das ditas comunicações, teria entrado em função das ultimas letras , tipo em queda livre na vertical, coisa que nunca e bom de acontecer a nenhuma pombinha, mesmo as más pombinha, mas enfim, ela só me o mostrava, e ao entrar no prédio, bum, olhei a trás é o tripé das indicações da dc vareta, tinha acabado de tombar, ficara com os carris da base na vertical, veja lá passaram de diagonal na cruz a angulo recto entre o ceu e a terra e a vareta de face para o chao da calçada da pedras

Ao c he gara do circulo do prédio da primeira pomba, de sc cia ia pala anda q u ase na verte i ca l b em na es q u ina das ant en as r e t ra ns miss o ra sn o c imo deo tek h ad o do prédio, com o a di ze rato , q ue uma p om bin h a das ditas com única caçoes, teresa ia en t r ado em fun sao das u l t ima s l e t ra s , t ip o em queda l iv rena verte ti ca l, co isa q ue n unc a e b om de acontecer a n en h uma p om bin h a, me sm o às das más pombinhas, mas en fi m, el a s ó meo mos t rav a, e ao en t r ar no pr é di do circulo do onze do io ,b um, o l he ia t ra sé o t rip e da si indica caçoes da dc iv e rte tinha ac ab ad o de tom bar, fi cara com os dos carris da b ase na ave r ti c al, veja lá p as sara am de dia o gn al na cruz a ang u lo do recto en t reo c eu e primeira da terra e primeira ave da vareta da eta da face, para do circulo do cha, do circulo da calçada, da pedra serpente

Agora ao entrar a agua na casa de banho tinha dado outro leitura, mas como não a vi à saída, o que não desdita que já lá estivesse, e sendo que tambem podia estar, ou no entretanto da minha saída, alguém entrou e lá a desenhou, a mascara dos cornos de novo entrou fazendo o desenho de portugal, e dentro do armário, que abri, se eve do circulo do piassa em outra posição, ou seja alguém o fez, e aponta ele a cera buffalo, quem diria

Agora primeira do circulo de en cruz da rata da ar primeira da agua na cas de banho tinha, do dado o vaso si da cruz ro do rol da lei e it tura do ur da primeira, mas circulo do omo em cão primeira vi à sa id dao, q ue en cão de espanhola serpente dita quadrado da ue j á l á est iv ess e, es s en do que eta am tambem p o id a est ra, o un o en t r eta anta da min h a sa id a, al gume en t ro ue l á ad es en h o ua ma sc as ra dos cornos de n ovo entrou, f az ze dn circulo do desenho de portugal, e d en t ro do ar do mario, q ue ab ri, se eve o pi ass a em o u t ra posi sic sao, o use seja al gume do circulo de fez, e ap da ponta el lea primeira ce ra b u ff alo, quem diria, suas putas, bandidas, que entram em casas alheias sem permissão,

Sabe menina, quando agora por ca esteve, a estatua da deusa negra que aqui me acompanha, trazia assim dois cabos eléctricos , uma a preto e outro a branco, que partiam de seus pés, que é uma imagem de um fio que já vem de trás que se prende com a câmara do arquivo da esfinge e tambem com a posição terceira da semente que mostrou em dia recente a posição dos tres pontos do delta, mas nessa noite, em que penso que a menina ainda cá estava, passava na tv um documentário sobre o poeta fernando pessoa, e uma aranha ali apareceu e se escondeu debaixo do cabo negro da ficha que liga ao aspirador doirado e negro s argento, e cujo bico, sem bico de pelo negro, o que me levaram, aponta uma folha pássaro, mais um anel que aqui encontrei entre os livros que está em cima do to quarenta e um de toronto

Sa be menina, qua ando agora por ca est teve, a es tatu ad a de usa negra q ue a qui me ac om p anha, t ra zorro do ia ass si em do is cabos el e ct rico s , uma a pr teo e o u t ro primeira do banco, q ue p art ima de se us p es, q ue é uma i mage made ria de um fi do io q ue j á ave em made ria de t ra s q ue se pr en de c om a ca mara do arquivo da es fi n ge e ta m b em com a posi sic sao terceira da semente, q ue mos t ro u em dia rec en teresa prime ria posi sic sao dos tres pontos do delta, mas ness primeira ano no it te, em q ue pen soc q ue primeira menina, a inda c á e stav a, p ass ava na tv um doc eu mn t ar io s ob reo o poe eta do fernando da pessoa, maura, e uma ar a mna homem al i ap ar e c eu e se es conde vaso de ba ix o do cabo negro da fi u c h aque q ue liga ao as pita dor do irado e negro s ar g en to, e cu jo do bico, se em bico de p elo negro, o q ue me l eva ram, ap pao n cruzes a uma f ol h a p ass aro, maís primeiro ane l q ue a qui en c on t rei en t re os l iv rosque, porca, e stá em c ima do to q au rato ur da eta e um de toro ron to

Que engraçado, como tudo sempre se desvela, epal luz

Q ue en gato rato da aça ad circulo , com do circulo de tudo, da se mp da rese do quadrado da espanhola vela, epal primeiro uz, certamente então a ver com o tal passe da inundação provocada falsamente

Ce rta am que mente en tao primeira ave rc do om do circulo do tal passe da in un d ac sao pro vaso do ovo do circulo ad a f al sam am que mente

Sabe menina, curioso, mesmo a os sincronismos em volta da imagem da dança do ventre, sabe me recordam as franjinhas duas meninas em particular em suas danças, a menina e outra bela menina que trago em meu coraçao, tambem d outro lado do atlântico, mas mais ao sul, que habla el castelhano, com uma bela voz tambem quentinha, me fico a perguntar se a imagem se refere a alguma das meninas ou mesmo as duas, ou ainda a uma terceira

Sa be menina, c ur is o sm es mo a os sin c ron is mos em v o l t a da i mage made ria da dança d ov um ti t re, s abe me record dam ás das franjinhas du as das meninas em p art tic u l ar em s u as dan ç as, a menina e outra bela menina q ue t rago em me u cora sao, tam tambem d outro rol da ad do circulo do atlântico, banco, mas maís primeira do circulo do sul, q ue homem do ab la el caste ll homem do ano, com de uma bela da voz tambem q eu en tinha, me fi coa per g un tar se a iam ge ms e ref rea al gum ad as meninas o um es mo as do as, o ua inda primeira de uma teresa rc e ira

Sabe menina, vai este beijinho longo, e ainda hoje gostaria de escrever a minha Rainha e ainda a bela menina Sharapova, que me trás tambem intrigado com um assunto e depois ir finalmente a terceira posição do delta que tema ver com a queda das torres e ainda aos restantes elementos da chave dos atentados em londres, mas vinha pensando na geometria resultante do cruzamento de duas das imagens que a sua historia de tres, conta, pois se a juntar em sua normal sequência, obtenho uma angulo que marca tres e quarenta e no qual dentro tenho, dois ângulos opostos, como um sete, angulo, assim me dizem as linhas cruzadas, mas a questão prende-se tambem com a posição da leitura das letras que estão na vitrine, é que são o angulo de trás da tal id dos calções de banho mais os elementos que em si trás em sua roupa

S a be menina, ava a e este beijinho l ong goe oe primeira inda do home do oje g os t aria de es c r eve ra min home da primeira Rainha e a inda a b e la me nina s h ar ap ova, q ue me t ra s tam b em in t riga ad o com um as sun to e d ep o is i rf ina lem n te a t rec e ira posi sic sao do det l t aqui do q ue t ema ave rc om da primeira queda das torres e a inda primeira do os r es tan t es el em en to s d ac homem ave dos atentados em londres, mas vinha p es sn nando na ge om met ria r eu l t ante do c ruza am men t o dedo do às da sima ge ns q ue a s ua hi s tor ia det rato espanhola conta, p o is sea primeira j un tar em s ua n roma l sec ca non eu en cia, ob t en h o uma na gula q ue maraca t r es e qua renta e no q ual d en t ro t en h o, do is ang u l s o opostos, com do circulo do primeiro sete, do angulo, as si maior me di ze ema às das linhas c ruza uza da sm as a quadrado do vaso espanhola do to da primeira da ap do pr en de do traço da inglesa se e eta da am tambem , com da primeira do posi da sic sao da lei tura das letras q ue es tao na vi t rine, é q ue são circulo do angulo de t ra sd primeira da cruz al id dos c al ç o es de banho maís os el em en to s q ue em si t ra serpente em s ua ro da up, el eva são da primeira

Que é tambem imagem do angulo da quatro L, recentemente abordado na photo, ou seja relacionado com os quatrocentos golpes, ou seja com a catarina portas e o jorge Colombo que depois foi trabalhar para o seu país

Q ue é ta am tambem i mage mader do angulo da quatro L, rec en te que mente ab o rf dado na ph oto, o use seja r e la cio n ad com do os dos quatrocentos golpes, do sergio truffaut, o use seja com da prime ria cara rat tina do portas e do circulo do onze do jorge c olo dez maior boca quadrado da ue d ep o is f oi t rara da aba da alha da ar do para do circulo do serpente europeia do pais, tvi

Do sitio de onde vem , no subsolo, cc, leio então em seu normal sentido, ti on n ar kapa no it kapa ra n

Do si tio de onda eve em , no s ub s olo, cc, le io en tao em s eu nor na l s en t id o, ti on na rara da kapa do no das it kapa ran

Sabe menina be, a aranha, certamente que aqui a puseram quando entraram, se calhar no dia em que me levaram o bico com escova do aspirador, pois tenho andado em limpezas e essa aranha, nunca a tinha ainda visto, e depois fiquei a pensar, sabe, num daqueles links que no blog publiquei em dia r4ecente, pois um deles é como um acto de tortura de uma teia de ranha que se faz a volta de um falo, como se fosse feita por uma aranha, neste caso do cabo preto da serpente argenta doirada e negra, já declinei algures os que se obtém daquela escolha dos nomes dos set clips, mas agora não os encontro, portanto vou de novo declina-los, depois lhe mostro o que eles dizem

Sa be menina be, primeira aranha, ce rta tam am que mente, q ue aqui primeira da ap p use ram qua anda en t r aram, sec la homem da ar no do dia em q ue me l eva aram ram do circulo do bico com da es c ova do as spi ira dor, p o is t en h o anda dado em li mp e zorro do à da ase ess primeira aranha, nu unc a a tina homem primeira inda vaso is to, e d ep o is fic eu ia pen sar, s ab e, nu primeiro daqueles li nk s q ue no b lo gato da pub lic do eu e em dia r 4 e c en te, p o is um del es é com o um ac to de tor ur ad e primeira da teia der anha q ue se f az a v o l t ad é primeiro f alo, como se f oss e f e i t a por uma aranha, nest e do caso do cabo do recto da ser pente at g en t a do irada en negra, j á dec le ine i a l g ur es os q ue se ob t rem da q eu la es co l homa da primeira dos nomes do s set c li ip do ps, mas do agora n cão os en c on t ro, porta anta vaso circulo do vaso de novo, de muitos ovos, dec l ina do traço ingles l os, d ep o is l he mos t ro o q ue el es di do ze maria

Continua ....
Ainda ontem, vira eu a bela menina do destino no yahoo, com sua mae numa praia em cannes, me mostrava ela em bela camisinha branca, leve e solta, que lhe dá um belo contraste com seus cabelos que se apresentavam em cachos castanhos e doirados, uma estrutura metálica num paredão, que inicialmente me evocou no imediato, os carris da cruz da irlanda, que entretanto soube ser no significativo monte poenhix, o monte das cinzas da qual renasce a fénix, assim reza a história da antigo mito

A inda on te, vaso ira eu primeira da bela menina do d es tino no y a hh o c om s ua mae nu ma pr aia em can ne es, me mos t rav a el a em be la cam isi em h a br anca, alva, l eve e sol ta, q ue l he d á um b elo do contraste, cayatte, com se us cab elo s q ue se ap r es en t ava vam am em cac h os castanhos e do ira do s, uma est ru ra met al o ca nu m par e dao, q ue in ni cila la am que mente, me evo co u no imediato, os dos carris da cruz da irlanda, q ue en te r ta ante s o ub e ser no si gn i fi cat ivo do monte do poenhix, o monte das cinzas da q u quadrado do primeiro rena sc e a f en ix, as si m r e z aa h si tor ia da ant ti g om mito

Depois com sua mae , disposta como em angulo, se via a rampa de acesso a praia, molhada com o que pelos reflexos de agua parecia ser uma bolha, como a dizer, então, pela declinação que a phoenix, aqui tambem trás, em foda, que a imagem se referia a foda do mar, agora fazendo o almoço, o arroz ao levantar a agua, me mostra nas bolhas as estruturas de favos hexagonais, como o leite quando levanta fervura, o mesmo leite que a senhora alema que trata deste belo alimento mostrava numa notícia hoje, com uma manifestação em cima de agricultores onde se via um tridente do neptuno empunhado, virado para o ceu, parece entoa dizer, que se estende este fio, ou é tambem reflexo do tridente na china, ou seja relativo aos tremores que lá aconteceram, na mae terra

D ep o is com s ua mae , di posta com o em ang gula, bifes, vaso dez, se da via da primeira ra mp ad e ac esso primeira p r a i a, mol h ad ac om o q ue p elo s refe l x os de agua pa reci primeira ser, uma bolha, com o a di ze r, en tao, pe la dec l ina sao q ue a ph oe reno reni, ni zorro, aqui tambem t ra s, em foda, q ue a imagem se refer ia a foda do mar, a g o rta do fazendo o al moço, o ar rosa oz o l eva van t ra primeira agua, me mos t ra na s b ol home asa serpente das estruturas de favos hexagonais, com oo leite, qua anda l eva van t a fer v ur a, o me sm o leite q ue a s en hor a al ema q ue t rata de este b elo al im en to mos t rav a nu ma not tica h oje, com uma m ani f es ts sao em ci mna de a fr i cu l tor es onde s x e via primeiro tridente do ne pt un o e mp unha ado, vaso do irado para do circulo do ceu, pa rece en to ad di ze rato, q ue se est en de este fi do io, o u é tambem refe lex o do t rin det en a china, o use seja r e la t iv o aos ter mor es q ue l á c on tec e ram, na mae terra

Depois a estrutura que me mostrava foto, me lembrou as escadas aqui visíveis no prédio das traseiras, só que em versão azul, as que sobem para o telhado, da casa onde se vê uma parede amarela em angulo de noventa disposta face a minha aqui de croma, a casa onde apareceu uma noite io rapaz a fazer de monge como na imagem do blog do nilson

D ep o isa primeira da est rutura q ue me mos t rav ana f oto, me lem br o ua s esca da s au iv isi vaso e is no pr e di das entradas e saídas, aqui, das t ra ze ira s, s ó q ue em v e rato da sao azul, as q ue s ob em para do circulo do tel h ado, da casa onda se eve uma pa red e am ar e la em angulo de noventa di s posta da face a mi da ilha aqui de c roma, a c asa onda ap par rece vaso de uma no it e io ra p az a f az e rato de monge como na i mage made ria do b lo g do ni primeiro son

Recordei a primeira parte do penúltimo vídeo, quando começo a falar em ingles, a sequência das palavras chave diz, sun, clouds, sky, cross upon the hill, onde a palavra primeiro declina em rodas, tacões, altos como as meninas usam

Recorde ia prime ira p arte do p en u l t imo v id é circulo, qua anda com e ço a f al ar em ingles primeiro da kapa da espanhola , primeira sec un cia das pal av ra serpente da chave di zorro, s un, c lo vaso do clo do ds, s kapa do delta da cross up on t he hi ll, onda da primeira pal av ra prime iro dec l ina em rodas, t a c o es, al t os com o as me ninas usa sam am

O titulo da noticia que aqui nos separadores aparecia assim declina be, segundo, é delta once, apostas espanholas, hi, a energia do ts na praia, the beach, no do einsentein, on the beach, assim me recorda o filme, a bela musica do philip glass,

O tito seio do it dez da not ti cia q ue aqui nos s ep para das dor espanholas, ap par e rec cia as si em dec l ina be, se gun do, é delta once, ap das postas espanholas, hi, primeira da energia do ts na praia, t he bea ac home da beca da becas doca ac home do bach, baco ba q eu ac homem do bac, da faculdade , no do einsentein, o realizador da fusão nuclear, ou seja da prime ria da di visão do atom, o fausto, circulo on t he beach, as si m me record a o fil me, ab el a m mus us sica do ph hi primeiro ip gato do primeiro ass,

A escada repetia o movimento da rampa de acesso a praia, como reforçando a chave da leitura a cunha das aguas e os processos de elevação, associando os dois, ou assim pretendendo, falando o do input output, ou seja da foda, que aparecera aqui em imagem na imagem da sopa

A esca da r ep pet ia o mo ov vi men to da ra mp a de ac ess o a pr aia, com o r e força anda da pro rome o ra da ac da chave da lei ur a ac cunha das aguas e os por c esso s de el eva sao, as soci anda serpente do circulo do is, o u as si m pr e t en d en do, f al lan anda do circulo do din do put output, o use seja da foda, q ue ap ar e cera aqui em i mage mna i mage made ria da serpente da opa, da compra

A cunha que é tambem imagem do roll, ou seja da onda , pois uma onda gigante e como um rolo deitado, como aqueles que se tem figurado nas imagens por detrás da chaise longue

Prime ria do ac cunha q ue é ta m tambem emi mage made ria do douro ll, o use seja da onda , p o is uma onda giga gan teresa e com o primeiro do rolo deitado, com o aqui do eu l es q ue se te m fi gi irado nas si mage en ns por det ra sd ac h a ise do longue, do bar, l on g eu

Jubileu de novo aparecia esta palavra que se tinha acabado de reflectir na sorte lançada ao papa, a propósito do jaguar da arte, o animal como imagem do jaguar da arte, o pontas, da arte nba gb, pois o poema é de lewis car do rol, jubileu, que declina em ju, abreviatura de Julieta , que remete para Julieta dos espíritos, o filme de fellini, feito com sua mulher, um livro que está cá em casa, e escrito salvo erro pelo frederico, o amante da mulher, o frederico do fellini, do fel do onze em ni, no amorim, agora neste momento, na tv no tele jornal da hora do almoço, uma corrida no estádio do dragao à imagem de outra feita num estádio ingles gabriela massini, g ab br rie la da lama , lam am ss do sin do ni


Js un bil kapa s orte made ria car do rol do para da ju primeiro do onze do nono, amante nest da corrida da gabriela

J ub bil eu de n ovo ap par e cia e sta pal av ra que se da tinha ac ab ado de refe l c tir na s orte lança da a o papa, a por rp posi to do j a g u ar da arte, o a nin la com o i mage made ria do j a g u ar da arte, o p oi in t as, da arte nba gb, p o is o pe oma é de le w is car do rol, j ub bi l eu, q ue dec l ina em ju, ab r e via tura de juli eta , q ue reme teresa para ju li eta dos es pie e ritos, do circulo do filme de fellini, fe it o com s ua mul her, um l iv roque e stá c á em c asa, e x c rito s alvo e r ro p elo frederico, do circulo do amante da mul her, o frederico do fellini, do fel do onze em ni, no amorim, agora do neste mo men to, na tv no tele jornal da hor ad do circulo do almoço, al moço, uma corrida no est ad di io do f dr a goa à imagem de outra feita, num est ad io ingles da gabriela mas sin i, g ab br rie la da lama , lam am ss do sin do ni

Depois a menina ia às compras num cc, ah menina que até me lembrei das pernas que em outro dia aqui vi, ao ver as suas em semelhantes calcoezinhos, que lhe ficam muito bem pois tem umas belas e fortes pernas

D ep o is a menina ia às co mp ra sn um cc, a h me nina q ue a té me l em br rei id as das pernas, q ue em o u t ro dia a qui vi, ao ove vera s s ua s em semem l h ant es c al c oe z in h os, q ue l he f icam mui to b em poir teresa m u mas be la se for rt es pernas

Na montra em espelho, se lia, ba ab do bico de fogo do circulo da lua em quarto crescente para cima virada do s emi arco da anel negro serpente emi, na ar kapa ak homem ti em no da it da cultura lingerie, calções na cor lápis lazuli, e cor de rosa, e o símbolo da roda da vida, can ne serpente azul branca, la mala castanha, o toiro da lua crescente para cima virada, sobre dois vasos de agua que entram um no outro, assim me disseram seus belos sapatinhos, o símbolo da roda da vida, reflectia um outro símbolo, recentemente convocado, o das mille fiore, ou seja o toiro que entrou na rie, rue

Na mon t ra em es pe l h o, se lia, ba ab do bico de f ogo do c irc culo da lua em quarto c r es c en te para cima v irada do s emi arco da anel negro serpente emi, na ar kapa, primeira da kapa do homem ti em no da it da cultura l in ger ue, c al ç o es l ap is l az u lie cor de rosa, mentira do ps, e o s im b olo da roda da vida, can ne serpente azul br anca, la m al la castanha, o toi iro da lua c r es c en te para cima vaso irada, s ob red o is vasos de agua q ue en t ram um no outro, ass im me di ss e ram se us b elo s sapa tinho s, o s im b olo da roda da vida, refe l ct ia um outro s im b olo, rec en te mn te c on v o ca dao, o das mi ll e das ilhas das fl o es, flores, açores, fio reo use seja do circulo do toiro q ue en t ro un primeira rie, rue, fr

Sabe bela menina de meu coraçao, só dei por si, quando vi a capa no jornal, onde estava com um vestidinho, que lhe vai muito bem, assim cheio de estrelas a brilhar, que anunciava que a menina depois deste ultimo concerto aqui em lisboa, ia parar dois anos para namorar com o seu namorado, o que é uma coisa muito boa de se fazer e que ambos bem merecem, mas antes vira eu um aviao no ceu a chegar, assim jet particular, dos compridos, e me tinha ficado a pensar quem lá viria, ontem, quando fui às amoreiras pagar o kanguru, era final do dia, a cidade estava estranhamente deserta e o centro tambem, a beleza das meninas nos cartazes, emanava um estranho perfume, e de repente quase me senti numa onda de perfume de extrema sensualidade, quando depois procurava a vobis, a casa de computadores para saber do preço das pen, ao descer ali ao pé da cas dos brinquedos telecomandados que muito gosto sempre de observar, a vi na televisão, descendo a escada rolante, me sorri para si, como sempre

S abe be la menina de me u cora sao, s ó de ip do por si, q ua anda vi primeira capa do no do jornal, onda e stva com primeiro v es ti din h o, q ue l he eva i mui to b em, ass em che io de e ts r el as a br ilha ar, q ue anu un cia ava q ue a menina d ep o is d este u l t imo c on ce r to aqui eml is boa, ia para ar do is ano s para namora rc om o serpente do so do eu na mora ad o, o q ue é uma co isa mui to boa de se f az e rec q ue am b os b em mer e c em, masa em te s vaso da ira eu do primeiro aviao, avia circulo do no do ceu primeira che gata da ar, as si m jet p art ti cu l ar, d os co mp rid o se me da tinha fi cado a pen sar q eu em l á vaso si da iria, on teresa, qua anda f u ia ac cc assento serpente da mao rei ra spa gato da ar do circulo do kanguru, e ra fina al do dia, primeira da cidade e sat tva es t ra anha ham da am que mente, de se rta e o c en t ro t am b ema beleza das me nina serpente do no serpente dos cartazes, ema ana ava um es t ra anho do perfume, e de r ep en te q ua ase me s en ti numa onda de per rf um medee x t r ema s en s ua li dade, qua anda dao d ep o is por rc cura ava a v o bi isa primeira do circulo da asa de co mp puta dor espanhola do para saber do preço das pen, ao de sc e rali ao p é da cas do s br inc eu do s tele comando do dado s q ue mui tog os to se mp rede ob serva ra do vi ina tele da visão, de sc en do a esca da rola lan teresa, me sor rato do ip do para do si, com do circulo da se mp rato e, maçónico

Na televisão no canal dois, os sincronismos com o vídeo da tarde se davam em catadupa, a desvelar a verdade das afirmações que a imagem a e palavra desvelava, o primeiro foi a pt com a presença do pinóquio, a anunciar a lançamento da fibra óptica, veja, lá depois de eu ter às cegas comentado, o que comentei, e veja lá a menina, que as paginas tantas, o socrates olhava um monitor, virava a face com ar de caso, e depois se via uma maquina de montagem da fibra óptica, onde se viam as franjinhas que acabara de mencionar, a rodar, como na dança do ventre, cá para mim, estavam a pretender ligá-la à imagem , veja lá os malandros

Na te da tele visão no can la do is, os sin c ron is mo sc om ov id é circulo da t arde se d ava vam em cat ad up primeira, ad es vela ar ra da verde ad e da s a firma ç o es q eu da primeira rai mage ma e pal av ra d es vela ava, o prime iro f oi primeira da pt com, da primeira da pr es ença do p ino qui do io, a anu un cia ra lan ç am met o da f ib ra o ob pt tica, veja, br, l á d ep o is de eu teresa às ce gás com en t ado, o q ue co men te i, e veja l á a me nina, q ue as pa gina s t antas, do circulo do socrates, o l homem da ava primeiro do moni it tor, tvi, vaso da irava da rav da primeira da face com da ar dec caso, o louco, e d ep o is se via uma ma quina de mon tage em da f ib r a op ric a, onda da se vi am as das fr na jin h as q ue ac ab bar ar ad e e mn cio em ar, a roda rato, com o na dança do ove en t rec á para mim, est ava vam a pr e t en der liga acento do traço inglesa la à i mage made ria do veja, br, l á os m al lan dr do os

No dia anterior um outro sincronismo, era igualmente mostrado na tv, no canal dois, num acidente que se dera numa feira numa roda que partira um eixo de suporte, no sitio do norte, onde eu falara no vídeo e na palavra sobre a imagem do vaso cor de rosa com as tres maças, ou seja a confirmar a assinatura relativa à queda das tres torres

No dia ante iro rum de outro sin c ron is mo , e ra i g ual le lem muito teresa mos t ra do na tv, no c ana l do is, num acide id dente q ue se der a nu ma fe it ra nu ma roda q ue p art ira um e ix ode s up orte, no si tio do norte, onda eu f al lara no v id é oe en a pal av ra s ob rea i mage mader da ova do vaso cor de rosa com do às das tres maças, o use seja primeira do ac on fr mna ra as sin a tura r e la t iva à queda das tres torres

Se via nas imagens, matosinhos, tv, na tv, pedra do omo arena de um realizador da pt, carrossel em matosinhos, missão impossível, car duplo circulo do set, car ota do cota da teresa, papa nicolau, obstreta, gravidez e aborto, acide aviao na madeira os di da berline nato de matosinhos dois circulos elevados montados em ângulos simétricos em altura diferentes do espeto de dois bicos, al ine do delgado, treze, do túnel, ou do cabo do mar, dc cruz transito motard, oitenta e tres, noventa e cinco gm, am bul lan cia, ad da lina da pereira do gelo, gato do elo das neves, ou do neves, o chalet na neve, tubo, metro suporte, quatro dragonas amarelo vermelho gôndola, Veneza, italia, ciclone da ro usa m india os coroças das comunicações, o comboio da ar do vaso sobre as corres amarelo da ruiva ctt , comunicações, paulo rebelo, de aveiro, do jose salvado, guilherme pinto do sapo, portal, águia, do jorge do mor gado, das bolhas, do sulphur, vaso igor dge, dois mil e dois , dez grupo dos trezentos, br, troia, sistema portuges de qualidade da cristina do liz, um magico de carola e capa, era visível num dos painéis da feita, a lembrar o copperfiel, ou o matos que com ele é parecido, referencia antiga aqui no livro da vida

Se da via na s ima mage en ns, mat o sin h os, na tv, pedra do omo a rena de um rea l iza dor da pt, car rose l em mat o sin h os, miss sao i mp o sis vaso do el, car duplo circulo do set, car ota do cota da t rato e sa, pap a nico lua, ob s t r eta, g rav id e es serpente do ze do aborto, ac id ava io na made ria os di r b e r l ine nato de mat o sin h os, do is c irc culo s el eva dos montados em ang u l os si met ric os em al tura difer en t es do es pet o de do is bicos, al ine do delgado, treze, do t un el, o u do cabo do mar, dc cruz t ra ns it o motard, oitenta e tres, noventa e cinco gm, am bul lan cia, ad da lina do pr e ira , g elo, gato do elo das neves, ou do neves, o che le t na n eve m tubo, metro s up pi rte, quatro d ar g on a sm amarelo ove verme r mel home do om da gôndola, veneza, u t al ia, cic l one da ro usa m in di am os cora ç o es das com única caçoes, o com bi do oi da ar do vaso sobre as core ess am ar do elo da ruiva ctt , com única caçoes, pe u lo r e b elo, de ave iro do jose s al vaso da ad do circulo do guilherme do pinto do sapo, p ota al, a gui a, do jorge do mor gado, das bolhas, do sul ph o rato do vaso igor dge, do is mi ile do is , dez g rupo dos t r e z en to s, br, t roi a, sis t ema porto ge s de q ual id ad e da cristina do liz, primeiro magico de ca rola e capa, e ra v isi vaso do el nu primeiro da made ria dos pai one is da fei t a, a l em br aro co pp per fi el, o u o mat os q ue com el e é a p ar c id o, refe ren cia ante ti g aqui primeira do qui no l iv roda da vida, on dia, india

http://omg.yahoo.com/photos/beyonce-hits-the-beach/2899?nc#id=3

h t tp, gb, duplo circulo do duplo bar do ra do circulo mg do delta primeria do homem do duplo circulo com da photo serpente do bar do ra be delta on xe, once, es, do traço ingles da energia do ts do traço ingles do homem da bea, ac homem do bar do ra do vinte e oito em noventa e nove foice de muitos circulo , cardinal, cardeal, car de del la id do terceiro,

Continua....
Ah amada que hoje quando pela noite a casa voltei , e vi as notícias reparei que estavam muitos, muitos nervosos

A h am ad primeira aqui da ue homem do oje, qua anda pe la lam ano no it e ac asa cv o l te i , e vi às das not tica serpente do rato da ep par e sic do quadrado da ue e stav am mui t os mu it os ne r vaso circulo da serpente do os

Ao que parece a terra terá de novo tremido em seguida, como num tremor de terra por chamadas causas naturais, mas na realidade, fora na aparência , um teste nuclear de potência equivalente a que se usou outrora sobre nagasashi e hiroshima

A o q ue par ee a terra te rá de n ovo t r emi do em se u inte ior, com on um tremor de terra por rc h am ad as ca usa s nat urais, mas na r e la id ad e, for ana ap ar e c nia um te st e nuc lea ar de p ot en cia e ki iva lente a q ue s eu os o u ou t ro ra s ob re na gás as hi e hi ros h ima

Sincronisticamente o vídeo que hoje gravei e que publiquei, dá a chave do tremor de terra que deu origem ao tsunami, é uma historia comprida como verás, como muitos elementos, onde se vê o elefante que dá marradinhas com sua tromba no local que figura uma empresa de fibra óptica, na zon a d e set u bal, ou seja se confirma que o código , foi usado por esse meio, e mais uma vez as maças entram, uma tesoura, tambem, que está ligada as comunicações,

Sin c ron is tica cam am quadrado do primeiro que mente, o v id é circulo do q ue h oje g rav e i e q ue pub lic eu id á a chave do tremor de terra, q ue de u o rig ema mao t us sn ami, é uma hi s tor ia co mp rid ac omo verá s, como mui t os el em en t os, onda da se eve do circulo do elefante elegante, el le gan da teresa, efe en nate, q ue d á mar ra dinha sc om s ua tromba no l ocal q ue figo ra uma da em presa de fibra op ric a, o use seja se c on fr ima q ue o co di g o , f oi usa sado por ess e me io, e maís uma ave z as maças en t ram, uma te soura, tambem, q ue e stá li gado as com única caçoes,

A chave começa no minuto, tres, quinze, quando a embalagem da manteiga é deslocada pela minha mao, para quem não conhece az embalagem, é uma mimosa, vesica azul, onda branca sobre verde, manteiga com sal, duzentos e cinquenta ge, da la c to gal sa, apartado quim ze sessenta e seis, quadrado do primeiro do circulo do oitavo , do oitocentos e um, ou primeiro de oitenta, porto, manteiga pasteurizada com sal MG, ( min) oitenta per cen til, nata pasteurizada sal.,( primeiro do vi da gula do segundo do percentil, e fermentos lácteos, a barra de códigos, diz , estrela sessenta dez, x quadrado do nono, sessenta e um vinte e tres trinta e seis, ou um , dois, tres, ou sessenta e um, dez, doc, sex to, trás a data de consumo, trinat e um, novembro, dez, circulo do nono, quim ze circulo vinte e tres , cinquenta e um

A c h ave est á no min u to q ua anda a em bala lage la ge em da man te i g a é d es çoc ad ap el a min h a mao, para q eu em n cão c on he ce az em bala ge mé uma mi mosa, v e isca az u l, onda br anca s ob re eve verde, man t rei g ac om s al, du z en to ze cin q eu en tage, da la c to gal sa, ap art ad o quim ze sessenta e seis, quadrado do primeiro do circulo do oitavo , do oi toc en to ze primeiro, o vaso do primeiro de oitenta, porto, manteiga p as ter eu r iza ad ac om s al MG, gb, ( min) oitenta per cen til, nata p as te r eu r iza d a s al.,( prime iro do vi da gula do segundo do pr e c en til, e fer men to s la c teo sa da barra de co di g os, di zorro da estrela sessenta dez, x quadrado do nono, sessenta e um vinte e tres trinta e si es, ou um , dois, tres, ou sessenta e um, do zorro do doc, se x to, t ra sa data de c on s un o, t rina te primeiro, no ove em br o, dez, c irc culo do nono, quim ze circulo vinte e tres , cin q eu en t a e um

Fala a palavra de que a imagem do prato da sopa é a dos caes, e diz que a zona da sombra que a maos que empunharam a faca e que depois a lançaram na tampa da mesa, madrid, , imagem do vídeo anterior, a sombra que nele é vista, projectada sobre o casal que faz amor à canzana, , é equivalente à que se manifestou na casa de banho, ou seja é o mesmo diabo que enraba o cordeiro

Fala primeira pal av ra de q ue a i mage made ria do p rato da s opa é a do serpente dos caes, co di god e c l ass i fi caçao e c on o mica, ca es, e di z q ue primeira da zona da s om br aqui do q ue primeira mao serpente do q ue e mp unha ram a f aca e q ue d ep o is al lan ç aram na tam p a, i mage made ria do v id é circulo da ante teri o ra z om br e q ue nel e é vaso ista, pro ject ad o as ob reo ca sal q ue f az amo ré e q ui iva lente à q ue se m ani f es to un a c asa de ban h o, o use seja é o me sm o diabo q ue en ra ba o cordeiro

O vaso do hexágono se move no sul de portugal, perto da fronteira de espanha, nele está a imagem do leite, ou seja das natas, ou seja do acto, a tesoura em cima da mesa, aponta o canto superior direito do enquadramento, referencia ultima no vídeo anterior , em quadro, enquadramento, caixinhas, genero literário, historia policial, a propósito de motoristas e historia de abusos infantis, perpetuados por ministros,

O ova do vaso do he xa g on o se m ove no sul de portu gal, per to da fr one t r ira de espanha, ne le e stá a i mage made ria do lei te, o use seja das natas, o use seja do ac to, a te soura em c ima da mesa, ap da ponta do circulo do can to s up per ior de direito do en qua dr as mn te, refer rec cn cia u l t ima no v id é o ante iro , em qua dr o a, e em q au dr am en to, ca ix in h as, g ene ero lite ria rio, hi s tor ia pol ki cia al, a por rp posi to de m oto r istas e hi s tori ad e ab us os in fan ab t os, per rp pet ua do s por mini s t ros,

Os animais viram-se ao contrario, e as maos prefiguram o gancho, o gancho que os une em direcções opostas, imagem tambem de inversao, os caes em seus amores, depois de o fazerem, colibri faz festinhas por dentro do monte de vénus, monte da lua, sintra, a imagem da vela figurada no jantar no palácio de sete ais, colibri e imagem de falo, falo, casca da banana, cuja referência é a coroa da favorita do equador, a casca da banana enquanto colibri, e equivalente ao ventre desenhado no candeeiro, ou seja o ventre da marca do x na k un dali, que nesse momento do vídeo está sobre o hexágono do vaso de leite , é equivalente a imagem que é figurada na que as aguas desvelaram, ou seja a water prof, expo noventa e oito, water time, aceleração do movimento com a menina dentro do balcão da baleia de jonas, com a estrela de metal de muitas pontas desequilibradas por detrás dela com todas as bandeira de todas as nações por detrás, ou seja que afectou todas as nações, ou seja tsunami, sudoeste, que muitas nações afectou, por se ter dado numa época turística, como um dos meus primeiros textos o tinha evidenciado

Os ani mais v iram da inglesa se a o c on t ra rio, e as mao s pr e figu ram do circulo do gancho, o gancho q ue os un e em di reç o es o postas, os caes em se us amo r es, d ep o is de o f az e rem, co li br i f as z f es tinhas por d en t ro do monte de v en us, mon te d al ua, sintra, co li br ia e i mage m de falo, f alo, ca sc ad a ban ana, cu j a refr en cia é a co ro ad a f avo rita do e qua da dor, a casca da ban ana en q ua n to co li br i, e eu iva lente ao ov en t red es en h ad don o can di eiro, o use seja ov en t re da ma rca do x na k un dali, q ue ness emo m neto do v id é o e stá s ob reo he xa g on o da ova do vaso de leite , é e qui ova lente a i mage m q ue é figu r ad a na q ue as aguas d es vela ram, o u seja a w a te rp pro do ff, e x p on ove en venta e o it ro, w a te r time, ac e le raçao do mo vi mn to c om a me nina d en t ro do bal cao da bal e ia de jonas, com da primeira estrela de met al de mui t as pontas de se i ki libra da s por det ra s de la com todas as do bandeira, de todas as naço es por det ra s, o use seja q ue a fc to u todas as naço es, o u seja ts un ami do sudoeste, q ue mui t as naço es a fa e ct o u, por sete r dado nu ma ep o ca t ur is tica, com o um dos me us prime iro serpente dos textos do circulo da tinha e vi den cia ad circulo

Tem relaçao com essa personagem do diabo, isto é a minha maquina krups, se ouve a bomba de agua , ou das aguas a funcionar, faço eu o som a reforçar a leitura do m oto r, que parece ser um pequeno aviao a hélice, e então, a chávena da buondi branca, com o ca da fe bate no hexágono, ao verter no leite, e en tao, en tao, tem a ver com essa personagem, a sombra é operada, desse personagem que enraba o cordeirinho, depois dou um golo, o vaso e colocado ao lado da mimosa que é mexida de sua posição, como dele se tendo aproximado, vocês são mesmo estúpidos, ainda gora estão à por ali na rua gás, em outra banana sobre a fruteira rosa, colocada em posição de lua em quatro para baixo voltada, em frente um prato ingles com dois talheres, que a apontam, ou seja sugere quem a comeu

Te maior miro mr da relaçao com ess a persona ge made ria do diabo, is to é a min h a ma quina k rup ps serpente, se o uve primeira bomba de agua , o u da serpentes das aguas a fun cio do io na ar, f aço eu o s om a r e for ç ar a lei tura do m oto r, q ue pa rece ser um pe q eu en no avia o a he l ice, e en tao, ac h ave mna da bu on di br anca, com o ca da fe bate no he xa g on o, a o ve rt teresa no leite, e en tao, en tao, t ema ave r c om ess a persona gema primeira s om br a é o pera da, de ss e persona ge made ria q ue en ra ba o co r de i rin h o, d ep o is do u um g olo, o ova vaso e c olo cado ao l ado da mi mo sa q ue é me x id ad e s ua posi sic sao, com o del e se t en d o ap roxi mad o, v o c es são me sm o es t u pido sa inda gor a es sat o a p or al ina rua do gás, em o u t ra ban ana s ob rea fr u te ira rosa, c olo c ad a em psi e sao de lua em quatro para ba ix o v o l t ad a, em fr en te um p rato ingles com do is t al her es, q ue a apontam, o use seja s u gere q u ema com eu

Cartaz no tripé, its to hot to handle, a brincadeira, e depois a chave da frequência por detrás , do tripé, e o dizer dc varetas do nono,

Cartaz not r ipe, i ts to h ot to h and le, a br inca de ira, e d ep o isa c h ave da fr e q u en cia por det ra s , d o t r ipe, e o di ze r dc v ar e ts do nono,

Continua....