quinta-feira, junho 18, 2009

Hoje quando o dia já tinha amanhecido, depois de comprar as veierinhas, num dos bandos da fonte alguém lá pusera um cobra morta, ao lado de um grafito que dizia, deixem-me dormir, como a dizer então de uma jibóia, ou da imagem da jibóia depois de ter comido um outro animal, que entra em grande tempo de digestão, a cabeça da cobra estava sobre um rectângulo de cartão vermelho

H oje qua anda do circulo do dia, j á tinha man he c id o, d ep o is de co mp r ar as veierinhas, nu prim rio dos ban do s da fonte, ramon, al g eu em ç la serpente ap ps soto oto lo, p use ra primeiro cobra morta, aol ado de um g rif f oto q ue d iza, edi x em do traço da inglesa me da dor mir, com o a di ze r en tao de uma j ob o ia, o u da i mage made ria da j ob boi do io da primeira, d ep o is de teresa rc com id o de um outro ani mal, q ue en t ra em g rande te mp ode di g es to a, a c ab beça da cobra est av s ob re um rec da tan gula de c art tao ove vermelho

Em frente à casa da mia, alguém deixara dois grandes madeiros , das antigas estruturas no interior das antigas paredes, que perfazem cruzes, e outra tábuas, perguntei eu à senhora da padaria, quem as tinha ali deixado, e percebi , que fazia tambem parte da encenação, o problema e que traziam pregos para cima, um perigo pra quem anda na rua, assim lhe disse , aconselhando a que chamasse a câmara, estavam dispostos no chao como um M a tentar ecoara na imagem que obama mostrara do M no ginásio da tabuinhas

Em fr en te à c asa da mia, al g eu em de ix ra do is g rand es made iro sd as anti ti gás est rute ira s no inter ior, iro, da sn to gás p ard es, q ue pr es f gaze em c ruze es, e outra t abu as, per gun teo eu a s en hor ad a pada da ria, q eu ema serpente da tinha al id e ix ado, e per rc bi , q ue f az ia tambem p arte da en c en ac sao, o pro ob l ema e q ue t ra z iam pr ego s para c ima, um per rig o pr aqui primeira eu em anda na rua, as si ml he di s se , ac o nse l h anda a q ue c h am ass e a ca mara, est vaso vam di s post os no cha o com o um M a t en tar e co ara na i mage made ria q ue ob am a mos t r ar a do M no gina is o da t abu in h as

Esta estrutura, que deve vir do andar de baixo da cas da mia, visto aparentemente está em obras, era tambem a solução arquitectónica que a cristina coutinho tinha aqui na casa na rua de alcantara, e ressoava ainda, no logo da parede vermelha da câmara clara, e um outro elemento visível na parede exterior aqui numa cas abaixo, nesta rua, visível das traseiras, e que recentemente entrara no Livro da Vida, quando da descrição de um cabo e de outras cassas da antiga vila operaria

Est a es t rutura, q ue d eve vi rato do andar de baixo da cas da mia, vi s to ap ar en te mn te est ra em obra s, e ra tambem a sol u º são da ar qui tec toni ca q ue a c r s u t ina co u tinha, tinha aqui na casa, na rua de al can tara, e r esso ava a inda, no logo da par e dd eve vermelha da cam mr ra da clara, e um o u t ro el lem en to v isi vaso do el na parede, linha, e z te rato iro aqui nu ma cas abaixo, nest a rua, v isi vaso el das t ra ase ira sec ue rec en te mn te en t r ar ano L iv roda V id a, qua anda da d es c riç são ode de um cabo e de outras das cas sas da antiga vila pp e ra da aria da ria

Na banca dos jornais, um para, ao passar, dissera, tinhas razão, como se me conhecesse, e sem como de costume nada acrescentar, é bom ter razão, abstracta, serve para muito, vao-se foder

Na ban cado s j o rn a is, um para, ao p ass ar, di ss e ra, tinha ra z a os em com ode cos t um me na da ac r es c en tar, é b om ter ra zorro da primeira do circulo dao, ab st ar cta, ser vaso e para mui to, v a i do traço da inglesa sé do foder

Caminhando para casa, um dos papagaios selvagens que por aqui andam, ah senhora amada, já contei em dia recente talvez mais de dez, que belo, tambem ao que parece tiveram bebezinhos, nesta primavera, me grasnou do ceu, um carro, fez click, e os olhos leram, sobre a cobra que trazia no pensamento, que era um cg do grupo onze dos franceses

Ca min homem da anda do para da casa, um dos pap a gai os sel v a ge ms q ue por a qui anda dd dam da manha, a h s en hor am ad a, j á conte e em dia rec en te t alvez maís de dez, q ue b elo, tam b em ao q ue pa rece t iv vera ram am bebe z in h os, nest a prima ave vera, me g ra sn o u doc eu, primeiro carro, fez c li ck, e os dos olhos le ram, s ob rea primeira cobra q ue t ra zorro do ia no pen sam en to, q ue e ra um cg do dog rup do circulo do onze dos franceses


Nas noticias obama matara uma mosca on line, segundo se via, caíra ao lado do sinal do furacão, expresso no tapete, como uns outros cabelos recentemente evocados, dizia ele ao fiel cao gibbs, nada mal, as gentes se riram, caíra na coluna da direita na imagem dos dois tridentes ou dos dois tritaos, um outro fio e eco da imagem da leitura recente na fonte da cornucópia que simbolizava um mesmo, a ressoar tambem no bico que kruchner mostrara, quando falara da indemnização, mas este é tambem um peça avançada numa seqeuncia de outros links, já lá iremos em maior detalhe em outro texto, assim espero

Na s n not ti cia s ob am a mata ra uma mosca on l ine, se gun do se via, ca ira aol ado do sin al do f ur ac são do expresso no tap pete, com o un serpente dos outros cab elo s rec en te maior net evo cado serpente, di z ia el e a o fi el cao gi bbs, na dama do dam da manha maior da al, as gene net ts ser iram, ca ira na co l un a da direita na i mage made ria do s d o is t rid dente en te ss, o u dos do is t rita tao s, um do outro fi oe e co da i mage made ria da lei tura rec en te na fonte, ramon, da corno cup pi ia, q ue s im bil iza ava um me sm o, a r esso ar tambem no do bico q ue k ru c ne r mos t r ar a, qua anda fa al ra da inde mini iza sao, mas este é t a m b em um p eça ava ança ada nu ma sec eu un cia de outro s lin k sj á l á ire remos emo serpente em maio d eta l circulo deo cortez he em o u t ro te x to, as si m es p erro

Agora pela noite mais ou menos em frente ao impaktus, um dos caezinhos de agia assim de pelo branco se pôs ao meu passar, a se rebolar no antigo carris do eléctrico que antes passava ali na rua, fui vê-lo ao perto, e vi o que ele assim me mostrava, um pedra e a merda , dentro do carril, um home estava dentro de um renault 4 l branca antiga que dizia, xl, que remete para uma ida ao circo da valerie dromesko, em lisboa, começara eu a namorar com a cristina coutinho e na tenda, uma belíssima rapariga loira, entrara, tao bela que eu olhando-a ia caindo num buraco entre os bancos, trazia ela um quatro el branquinho, uma flor leve simbolizando uma pena subiu ao ceu, como se tratasse de um julgamento de mat, segui o cao masi um bocado, subindo para as necessidades passando ao lado do bairro dos contrabandistas, um cheiro de repente ali apareceu, a baunilha, baunilha, chocolate, os gelados, como está o cio montando nos cartazes dos mupis, as luzinhas acendiam e piscavam na rua como a me chamar, estou farto destes cios de merda, vao levar no cu, vim-me embora fazer o jantar

Agora pe la no it e maís o um en ni io os em fr en te ao i mp ak t us, um dos cae z in h os de agia as si made ria de p elo br anco se p os ao me u p ass ar, a se r e b ol ar no antigo carris do el e ct rico q ue ant es p ass ava al ina rua, f u iv e do traço ingles lo a o perto, e vi o q ue el e as si m me mos t rav a, um pedra e am merda , d en t ro do car r i l, um home est ava d en t rode um rena au l t 4 l br anca antiga q ue d iza, x l, q u e reme teresa para uma id a ao c irc o da valerie dr om es k o, em l is bia, com eça ra eu a na mora rc oma primeira da cristina coutinho e en primeira t en da, uma be l is sima ra par riga loi ira, en t r ar a, tao be la q ue eu o l h anda do traço ingles da primeira, ia ca indo nu primeiro b ur rc cao en t re os dos caralhos dos bancos, t ra zorro do ia el a um quatro el do branquinho, psd, uma flor l eve s im bo l iza anda primeira pena, s ub i ua o c eu, com o se t rata ass e de um ju l gam en to de mat, se gui o cao ma si um bo cado, s ub indo pra as ne ce iss dad es p ass sand o ao l ado do ba iro rato dos c on t ra nba bd ista sm, um che iro de r ep en te al i ap ar e cu, a b au ni da ilha, b a un hi da ilha, choco la te, os dos gel ad os, com o e stá do circulo do cio do montando nos c art az es, sic, dos um delta p isa serpentes das luzinhas ac en di am e p is c ava vam da am na rua com o a me c ham ar, es to u f art o de st es cio s d e merda, vao, ps, l eva rn no cu, vi maior traço sede ingles me em bora f az ero j ana cruz ra

Rigth down the lina, the best off ger, assim vira ontem numa play list, um capa de uma face que é feita por folhinhas pequeninas e me lembrei de que a ultima imagem do lago dos quatro cantos, começara , tambem por um pedacinho de algodão que caíra, a meu lado e olhando o sitio onde ele caíra, vi, ser ao lado de uma folhinha assim semelhante que tinha um pauzinho a seu lado, hoje no telejornal de novo uma folha semelhante aparecera, depois da notícia do acordo do gás entre moscovo e pequim, assim falara a águia de moscovo, e uma folha semelhante era mostrada , seguida de um quadrado, ref al s l coca cola ger neo, ds semente sobre o delta angulo superior direita, ad id as, uma lata de coca cola estava aberta hoje na fonte, e depois no irao, se via uma imagem que ressoava num outro estampido no médio oriente, que foi aqui na altura abordado, se vima as cores br nesta do irao, a mosca que o obama matara, na entrevista, mara, o estampido na kaba

Rig gt homem do w n t he l ina, t he be st o ff ger, as si maior vaso ira on te m nu ma p la y do list, primeiro da revista capa de uma da face, q ue é fe ita por f ol h in h as pe q eu nina semem lem brei de q ue da primeira u l t ima mai mage made ira do lago dos qua t ro c can t os, com eça ra , tam bem por um peda ç in home da ode al g o dao q ue ca ira, am eu lado e o l h anda do circulo do si tio onda el e ca irac, vi, ser a o l ado de uma fo l h in h a as si m semem l h ante q eu da tinha um ap u z in h o as eu lado, h oje no da tele j on al de n ovo de uma filha s emel h ante ap ar e cera, d ep posi da not tica do ac o r dodo g á entre mos c ovo e pe quim, as si m fala ra aa guia de mos c ovo, e uma fo l h a s emel h ante e ra mos t ra ada , se guida de um quadra o d, rfe al s l coca cola do ger neo, ds semente sobre o delta angulo s up e iro direita, ad id as, uma lata de coca cola e stav ab e rta h oje na fonte, ramon, e d ep o is no irao, se via uma i mage made ria q ue r esso ova nu mo de outro est am mp pido no me di do circulo da gare do oriente, q ue f oi aqui na al tura bao rato do dado, se vaso ima as cor es br nest ad circulo do irao, a ms oca q ue o ab ma mata rana en t r e v ista, mara, o est am mp pido na ka ab ba





No mesmo telejornal, de novo o símbolo em cruz losango das tábuas, se manifestara desa vez associado a gol pilha da eira , seis lanças vermelhas como so pauzinhos de incenso usados na ultima imagem, apontados ao ceu, do vitor dos santos, zundapp, tempos antigos, queda nos olivais, clavícula partida, salomao, cartões eleitorais, fraudes, e a tal pretensa desculpa mal parida e mal construída da sistema daa folha informática, que ressoava , no tal nome da trafulhice que me fizeram na segurança social, aqui descrita em pormenor no livro da vida, e que ainda não se encontra nem corrigida , nem resposta continuo sem ter destes caralhos que se dizem governar, nesta imensa conspiração que trazem urdida contra a minha pessoa desde sempre, continuava a noticia, com jorge do migueis, do jose do manuel do levy, ou seja do judeu, o jose manuel, deverá ser o do publico

No me sm o tele j on al, de n ovo o s im b olo em cruz lo s na g o das t abu as, se m ani festa tara de sa ave z as soci ad o a gol pilha da eira , se io us l ança s vermelhas com o so p au z in h os de inc en s o usa sado s n a u l t ima mai mage made ria, ap on t ad os ao c eu, do vi tor dos santos, z un da pp, te mp os ant ti g os, queda nos ol iva si, al vic u la p art id a, s alo mao, car ro es el lei tora is, fr au de sea da primeira t al pr e t en sa d es cu l pa m al pa rid a e ma l co ns tui dada sis t ema daa fo l h a in for mat tica, q ue r es os ava , no t al no me d a t raf u l h ice q ue me fi ze ram na segur ança soci al, a qui d es c rita em por m en o r no l iv roda v id a, e q ue a inda n cão se en c on t ra ne em co r rig id a , ne m r ep ps os t a conti nu os em teresa d estes cara alhos q ue se di z em g ove rn ar, nest a i men sa co n pira sao q ue t ra z em urd id a c on t ra a min h a pessoa d es de se mp re, conti n uva a no tic ia, com do jorge do mug eu is, do jose do manuel do levy, o use seja do jude vaso do circulo do jose manuel, d eve rá s ero do pub lico

Me recordei ao isto escrever de uma outra cas em campo de ourique com essa mesma estrutura, que a mariana cardoso por um tempo viveu na altura em que trazia como namorado, ao que parece pelo que ela me contava, um brasileiro, fotografo, com ligações ao grupo do majong e ao meco, snif, e snif, e coisas assim em exagero

Me recorde ia o is to es c r eve ra de uma outra da cas em campo de ourique com ess a me sm a est ru t ur a, q u qa mar ina car do s o por um te mp o v iv e un a la tura em q ue t ra z ia com o na mora ado, ao q ue pa rece p elo q ue el am e c on tva, um bra sie l iro, f oto g raf o, com liga ç o es ao g rup o do ma j ong e a circulo do meco, sn i f, es ni f, e co isa sas si em e me xa gato do erro

Ontem no meio da publicação dos dois textos, uns anúncios me apareceram da primeira publicação para a segunda, assim rezaram a meus olhos

On te m no me io da pub li caçao dos do is te x tos, un san un cio serpente da me ap ar rec x eram da prime ira pub li caçao para da primeira da se gun da, as si m r e zara ram am da primeira me us dos olhos


F oto de pila ilha do ac da são 3 5 € Zon a Pr e ç o Uni co de Faro Ac ne, Est ria s, Meso te ra pi am , massa, it, ge ns


Si t es. sg oo gato le do ponto do com do pediatra, me di code ossos do angulo da is boa do pro do cura orto, rego, ped ista s foice en , circulo em cruz rea primeira do qui aqui, primeira do sol vaso da são id e al! Pai do ponto pt do bar do rá do rego, e do Orto ped ista s C en t ro Orto don tia Lisboa O sor ris o q ue se mp red es e jo u! Aberto todos os do caralho do dias. V isi te ingleses nós. www .too t h care do ponto da pt câ mara s d e ima mage en ns A Fl uk e di s p õ e de uma do gama co mp le lee eta de câ mara s d e i mage ns té r mica sw ww do ponto da Flu uk e ponto da ep da pt do brado ra das Ti

Neste preciso momento, ouvi aqui uma pancada, fui ver , era um pedaço grande de gelo que caíra dentro do frigorifico, que está a descongelar, e pela hora do jantar depois da noticia do obama, uma mosca grande ali entrara, pousara no eixo, na vertical, onde ele agora caiu

Nest ep pr e ciso, dn te dente, mo men to, o u vi a qui uma pancada, louca, f ui iv ver e ra um ped aço g ar rn dede g elo q ue ca ira d en t ro do fr i gor i fi co, q ue e stá a dec on gel ar, ep la hor ad do circulo da j antar d ep o is da not ti cia do ob am a, uma mosca g rande al i en t r ar a, p o usa sara no e x io, na v erica al, onda el e agora ca e vaso

Quando cheguei antes do jantar, de novo tive a percepção que acabavam de sair daqui em casa outra vez, uma rapariga cabelo mais ou menos curto entrara num carro no largo e se baixara, de forma a que eu não lhe visse sua face, assim me pareceu, entrei, fui abrir o candeeiro italiano ao qual recentemente mudei o reoster, e vi uma barata, que alguém ca pusera, pois não cá existem desde dois mil e cinco quando muitas cá puseram, estava ao lado de um pano com uma cruz verde, sobre cinza, que foi um dia branco, senti brasil, na consciência, ao vê-la

Qua anda c he g eu i ant es do j antar, de n ovo t iv e a per c e p sao q ue aca rba ava vam da manha de serpente pn do air da qui em casa outra ave zorro, en t rei, f oi ab r iro can di e iro it al ian o ao q ual rec en te mn te mu de io reo s ter, e vi uma ba rata, q ue al g eu m ca p use ra, p o is n cão cá e x us te made ria de sd e do is maior ile c inc o qua anda mui t as c á p o use ram, e stav a aol ad o de um p ano com uma ac ru z verde, s ob re c in za, q ue f oi um dia br anco, s en ti br a s i l, na co nsc cie en cia, a ove do traço da inglesa de la

Hoje depois do banho se formou na agua , no chao da casa de banho um crocodilo como o que trago na caixa do ouril que um dia trouxe de cabo verde, com a cauda para cima virada em curva , como um anzol, ontem reparei ao limpara a cas de banho numa arte que alguém lá fez numa parede, desenhando um M com um traço horizontal a seu lado, ou vi agora de nov outro pedaço de gelo como se arranhasse, e no quarto do francisco alguém desenhou uma linha do aquecedor para a calha, pois limpei eu recentemente e não lá estava, com uma espécie de queimadura que ao olha-la me pareceu ao princípio ser uma barata, mas isto fora antes de ver a que realmente aqui vi

H oje d ep o is do ban h os e for mo un a agua , no ca h o da cas de ban h o um c roco di lo com oo q ue t rago na ca ix a do o ur i l q ue um dia t ro ux e de c ab ove verde, com da primeira do c auda para c ima v irada em c ur vaso do ac omo um an z o l, on te m r epa rei ao li mp para a cas de ban h o nu ma arte q ue al g eu m l á fez nu ma pa red ed, de s en h ando um M com um t r ç o h o rio z n t al a s eu lado, o u vi agora d e n ov de outro ped aço de g el o com o se ar ran h ass e, en do circulo do quarto do fr anc isco al g eu made ria d es en h o u uma linha do aqui da eu co r para primeira da c alha, p o is li mp e i eu rec en te mn te e n cão l á e stav ac om uma es pe cie de quim mad ur a q ue ao ol h a do traço ingles de la me pa rece ua o p rin c ip o ser uma barata, mas is to for a nat es de eve vera primeira qui do q ue re lam que mente aqui, do vi


Uma tradução de uma noticia recente no yahoo

Citação cap da ap do pt ti on aria, italia, l dez x em br circulo
U.S. Pr es id en t Bar fac ck Ob am a t ur ned on t he c h ar mat an eve dn en tin W is c on sin w he en an au di en ce me m be r t o l dt he president t hat hi s d au g h ter K en ned y w as miss sin inglesa sc h oo l to co me he ar Ob am a sp e ak ab o u t he al t h care r e f o r m. Dura tio n: 00:
46 ( A FP TV bar do rá P oo do prim ero ova ar eta

U S P r es id en t Ba rack Ob ama homem e ds circle do vase cross, a homem and w rit cross en e x circle use set ro a sc homme do oo l gi ra al for her tea cher du ring a to w n home da all me e cross sin ing at cross, he S o u t h west Hi g h Sc h ool s sin Green Bay, martelo do desfoque, d es foc ue, mark foc u sing on the ne e d dn net, W is co on sin. T he gi r l 's fat her sa id s he w as miss sing c l ass at sc h oo l to at t en d t he mee t ing and O bam a ob li ged b y w rit ing a no te o f ab s en ce.
AFP do bar do rá Jewe p sam serpente da am mad


Norm al da Green bay, square south west, sud o este, io do golf do in put out put no ds south west, a asia, roc e o u china, rice,


Um novo fio da Rainha de inglaterra continuou e me lembrei que o chapéu de chuva transparente que ela mostrar na sua horta trazia uma precisa cor em seu filete, ou seja, o circulo, ou anel do purple rain, que remetia para um pedaço das ultimas conversa em vídeo, com o circulo da rice, de novo o gelo em pedaços grandes a se mexer, depois a vira saindo em ascot, a menina fergie vestida com um vestidinho chines, e depois um outra imagem muito estranha pelo que se le na face do príncipe williams que olha de lado seu pai, com um belo chapéu que parece ter uma nuvem em cima, como se uma tempestade estivesse formada em cima da sua cabeça, a face do principe williams, era como se estivesse a ter uma epifania, ou seja como se tivesse percebido de repente a razão da tempestade de seu pai, qual , seria então, a pergunta, cuja resposta, estava meia expressa, em sua aparência, na legenda que dava conta de uma antiga ordem muito reservada da qual seu pai faz parte, me lembrei ao momento de a ver, de um outro fio que de novo recentemente aflorara, no corte das letras, sobre dodi, ou seja sobre o episódio da alma, ala, ou seja da morte de sua mae

Um n ovo fi o da Rainha de inglaterra conti nu o ue me l em b rei q ue o che p eu de c h uva t ra ns pa rente q ue el a m os t r ar na s ua h orta t ra z ia uma pr e cisa cor em s eu fi lete, o use vaso seja, o circulo, o u ane l do p ur tp le rai n, q ue reme tia para um ped aço das u t l oma s, ca mara s au tom a tica s, c on versa em v id e o, com o circulo da rice, de n ovo o gel o em pe dç o s g rand es ase me x e r, d ep o isa vaso da ira sa indo ema sc ot, a menina fer gi e v es tid ac om um v es ti dn h o c h ines, e d ep o is um outra rai mage m mu to est ra anha p elo q ue se le na face di prik mer p rim ciep wi l l ian s q ue o l h ad e lado s eu pai, com um b elo c h ap eu q ue pa rece ter uma n uve me em c ima, com o se uma te mp estado est ive e se for mad a em c ima da s ua cab eça, a face do p rin c ipe wi ll ina s, sm e ra com o se est iv ess e a teresa uma e pi fam ni a, o use seja com o se t iv esse pe rc e bid o de r ep en te a r az a do circulo da tempestade de serpente eu pai, quadrado da ual , se ria en tao, primeira da ap do per gun cruz ac vaso j ar ep ps os cruz primeira, e stva meia e x press a, em ser pp en te da ua ap ar e c en ia, na le g en da quadrado da ue da ava conta de uma na tiga o r art o de em mui to raro espanhol da vera ada da quadrado do vaso do quadra do primeira serpente eu pai f az p arte, me lem br rei ao meo m neto de ave rato, de um o u t ro fi o q ue de n ovo rec en te mn te a flor ar ano corte das letras, s ob re d o di, o use seja s ob reo e p is o di o da al ma, ala, o use seja da am dam mor e t d es ua mae