terça-feira, junho 23, 2009




e os outros bandidos aqui interpelados em textos recentes, , nada, continuam todos vergados,


e os de outros bandidos primeira do qui aqui, inter rp futebol em te x t os rec en t es, el la ad os na ad da primeira do conti nu am todos, v e r gados


suas tremendas putas, sem pingo de humanidade, puros vermes, que a peçonha vos corroa a todos por dentro


s ua seprente da tremenda da rua da emenda puta, s em ping circulo da h oma ano ani id ad e p is ros vermes, q ue da primeira da pelon conha, da cobra, v os co rr circulo da primeira da ad porytuguesa dentro, d en c ru x zorro ro


nem uma resposta que seja!!!!


ne em uma rato da espanhola posta q ue do seja da s q tar io s etas ts cravadas na terra, no brasil


.....


as cadeirinhas de bebes, enquanto os fabricantes dos maravilhosos automoveis, em plena a radiosa expansao, por razao sobretudo fruto da imensa inteligencia com que sempre fizeram os ditos, e especificamente, pela sempre enorme preocupaçao que manifestaram pelas crianças, tendo desde há decadas, cadeirinhas automaticas incorporadas nos bancos de trás, em virtude de nao terem corrigidos as pequenas falhas de desenho, certamente no tamanho dos botoes que as controlam , deverao ter um sistema sonoro, tipos gritos que acordem os bebes e os que vao a passar, caso os pais se esqueçam, ou os façam prepositadamente deles esquecer, para ver se nao morre mais nenhum assim,


as cade rinhas de bebes en qua anta os fabri can t es dos mar da primeira do vil home dos ossos dos au tom omo ove is em p el na ar ad di circulo sado x pan sao por r aza do circulo d ob br toda da mne es a in tel li gen cia com q ue semp ref fi ze ram os ditos, e es pe ci fi cam am que mente, p el la se mp re en o rato me pr o cup sao q ue m ani f est cruz ram p el sa c rin çortez as , t en do de sd e homem acento primeira dec ad as , cade rinhas, au tom a ticas inc corp ra d as no serpente dos bancos, dinheiro, r ra serpente, em vi rat t u dede n cao te rem co r rig id os as pe q ue en as fl as dede s en home do circulo , ce rta tam am net no t am anho, dos boto es q ue as controlam, d eve ra circulo teresa primrio sis t ema son no ro t ip os g ru delta t os q ue ac o r de emo os bebs e os q ue do vao a p ass ar, caso os pais, tvi, se es q ue ç am , o u os fa c am pr ep posi sita dam que mente del es es q ue ser, para ave ver se na circulo onze mor re maís n en home primeiro ass si maior


tecnicamente pode ser assoiciado ao fecho que se se mantiver fechado depois do carro estar trancado, dispara


tec ni cam nete pode ser ass do io cado primeira do circulo do fe cho q ue se serpente ema man ti iv e rato fec homem ad circulo d ep o is do carro es star t ra anc cado dao circulo, di spa ra, dispara

E depois de ver o jornal com uma leve profundidade não normal, como contava, fomos almoçar, ao largo da igreja nos olivais velho, um pedaço da parte antiga dos olivais que ainda existe, uma ilha, e um restaurante no largo da viscondessa dos olivais,

E d ep o is de eve ero do circulo do jornal com uma l eve por rf un dida de n cão norma l, com o c on t ava, f omo al mo ç ar, ao l argo da igreja nos ol iva is do velho, um pe dç o da p arte antiga dos o l iv is q ue inda e x eu te, uma ilha, e um r es t au ra ante no l argo da v is condessa dos o l iv iva do is,

Aa sair do carro, uma carrinha de limpeza de esgotos, com um daqueles carrinhos tipo remoto controlo, que a mim ao vê-lo me pareceu tipo dos que buscam bombas

A o aa s air do car rr o, uma car rinha de l im pe z ad e es g oto s, com um da q u el es car rinho s t ip o remo oto c on t rolo, q ue a mim a ove traço e mg l es primeiro do circulo dez , me par rec eu t ip o dos q ue b us cam b om ba s

A minha mae comeu um peixinho, meu pai, um piano, eu o filho, um naco recomendado

A mae com eu um peixinho, o pai, primeiro pi ano, eu o fil h o, um n aco rec om en dd circulo

Piano, é entrecosto, entre cote,

Na sala um rapaz numa família com uma irma, e o casal dos pais me chamaram à atenção, a menina de vestidinho branco e sandálias de prata, parecia uma vestal, o rapaz, um querubim, assim tipo miguel angelo em versão mais encorpada, do que o dos delfins, parecia assim dizer, a vestal de asas de prata do miguel angelo, do hexágono, que trazia estampado em sua t shirt, o pai trazia uma baleia em sua camisa, e eu a vê-la no fim quando ele de pé pagava ao lado do balcão, com uma bica de cerveja, com o desenho de duas invertidas em posição de delta, me fez logo pensar no episódio da baleia no tamisa

Na sala, rr, primeiro r ap az nu ma f am ila com uma irma, e o ca s al do país, tvi, me c ham o ua a t en sao, am en ina de eve es tid din home do circulo do branco e sand dálias de pa rat, parati, pa rec ia uma v es t al, o r ap az, um q eu rubin, rubi, rubis, robin, as si m t ip o mig u el ang elo em ver sao mais en corp ad ado q ue o dos del fi ns, par rec ia as si m di ze ra ave es t al de asas de pa rat do miguel angelo, do he xa g on o, q ue t ra z ia es tam pado em s ua ts serpente homem irt, o pai t ra z ia uma bal e ia em s ua ca misa, e eu primeira ave do traço ingles de la no fi mai iro q u q ando el e de p é p a g ava ao l ado do bal cao, com uma da bica de c e r veja, com o d es sn e home da ode du as in verte quadrado id as em p o isca cao da sao de delta, me fez l ogo pen sar no e pi s o di o da ba lei ano tamisa

Sagres hexágonos branco vermelho, templo,

S a b r es he x a g on os bar mn co vermelho, te mp lo,

Tamisa, ressoava tambem pelo desenho da carrinha da limpeza, pelo carro com o que parecia uma lanterna que permitiria ver no escuro dentro do underground, no carrinho da tamya, que um dia alguém aqui deixara à porta e que acabara por entrar numa leitura do Livro da Vida, e das latas de tintas que trazia, como as que se usam nos graffitis

T am misa isa, r esso ava tambem p elo de s en h o da car rinha da l im pe za, ep lo ca ar ro c om o q ue par e cia uma lan te r ana q ue per mi titi ave r no es curo den t ro do un der g ro un dn o car rinho da t a m y a, q ue um dia al g eu ema maqui de ix xara à porta e q ue ac ab ar a por en t r ar nu ma lei tura do L iv ro da V id a, e da s la t as de tin t as q ue t ra z ia, com o as q ue se usa sam am no s g raf f i t is

Entravam as mais estranhas imagens na sala, um pai com uma outra t shirt, onde nas costas se lia o toro loco, assim com um ar de quem muito bufava dentro de um circulo a preto e branco, um bebe, num carrinho, com uma borboleta onde as asas traziam desenhados o símbolos dos furacões,

En t rav am as maís e ts ra anha s ima ge ns na sala, um pai com de uma outra t s homem irt, onda na s co sat s se l ia o toro loco, a ss im com um ar de q u em mui to b u f ava d en t ro ode um c irc u lo a preto e branco, um bebe, nu primeiro car rinho, com uma bo rb o l eta onda as asas t ra zorro iam de sena hd os o s im b olo s dos f ur dos tacões dos furacões, onda sobre o circulo do oe, espanhol

Toro loco, declinou em minha consciência, pelas evocações recentes, em cameron de la isla, cameron gb, cameron, realizador, cameron, a bela, paco de lucia, dana montado, campo pequeno, zorro do oz do hipismo, seria imagem da lucia moniz, como vestal das asas do delfim, querubim, que se parecia com o miguel angelo?

Toro loco, dec l ino u em min h a co ns cie en cia, p el as e vic aç caçoes rec en te s, em cam eron del primeira da isla, c a m e r on gb, c am mer ron b, cam e ron, rea l iza dor, cam eron, a b e l a p alo de lu i cia, dana montado, ca mp o pe q u en o, zorro do oz do h ip is mo, se ria i mage made ria da lu cia do moniz, com circulo do ove vaso es t al da s asas do delfim, q eu rubim, q ue se par e cia com o mig eu kapa primeiro dol ang gel elo p rimi e o ro d c irc u lo de des da foc do fo do ice

Depois vim cá fora fumar um cigarro no final da refeição, sentei-me ali de frente para a igreja, no muro ao lado do pelourinho que está mesmo no cento da entrada, un dia de sol e calor imenso, como meu pai recordara, parecia o lawrence da arábia sentado no deserto com um pauzinho levantado o pano que lhe dava a sombra e captando assim a leve brisa de vento

D ep o is vi mc á for a f um mar um ci garro no fina al da refe i cç sao, s en te e traço inglesa me al id e fr en te para a i g raja, no m ur o ao l ado do p elo rui n h o q ue e stá me sm o no cento da en t ra da, un dia de sol e c al or i m en soc omo me u pai recorda ra, para cia o la w ren ce da ar ab bia ia s en t ad on o de se r to c om um p au z in h o l eva van td o o p ano q ue l he d ava a s om br a e cap pt anda as si ma al eve br iza de v en t circulo


No redor li, fontes, instalações eléctricas e outras, especiais, minas do norte, em trás os montes, de repente na consciência, o padre fontes de trás os montes, montalegre, durao barroso, acabado de ser convocado, e uma memórias de ir com o meu amigo paulo, medico, visitar as minas da panasqueira, e ele me falar e eu ter visto, meninos que viviam em famílias problemáticas, sem trabalho, nem dinheiro nem educação, fontes, declinava ainda em espanha pelo ramon fon,

No red o r li, font es, in st al a ç o es el e t ric as e outras, es pe cia is das minas do n orte, em t ra s os mon t es, de r ep en te na co ns cie en cia, o padre font es de t ra s os mon t es, mont alegre, durao bar rosso, acabado de ser vc on vaso do circulo do cado, e uma me mor ia sd e irc om do circulo do paulo, me di co v is o t ra as das minas da p ana s q eu ira, e el e me f al ar e eu teresa tres vi s to, meninos q ue da viviam em f am il ia s pro ob l ema tica s, s em t ra bal do alho, ne em din he rio ne m edu caçao do fontes, dec l ina ava a inda em es pan anha p elo ramon fon,

Tres folhinhas tombaram então da arvore, ao lado de onde estava sentado, me arrepiei por dentro ao momento, pois aquilo que via se encaixava nos últimos escritos dos abusos infantis, foi como se tivesse visto tres meninos que tombaram, como os tres que se foram no fogo, ou outros, pois tem sido muitos, e um fio aflorava, meninos, dos antigos bairros operários das minas, que seriam usados para esse fim, por alguém de mao do durao barroso

T r es f ol hi mn h as tom b aram en ato da arvore, ao l ado de onda e stva sena td o, me ar rip pie por d en t ro ao mo m en top o is aquilo q ue via se e cna ix ava nós s u l t imo s e x c ritos dos abusos in fan toi s, f oi com o se t iv ess e vi s t o t r es meninos q ue tom b aram, com o os t r es q ue se for am no fogo, o u o u t ros, p o is te m s id o mui to ze um fi o a flor ava, meninos, dos antigos bairros opera rio s d as das minas, q ue se r iam usa sado s para ess e fi m por al gume de mao do durao barroso

durao, tinha eu acabado de falar dele e das reuniões que ele regularmente fazia com seus exércitos aqui em lisboa e logo ele apareceu num na tv, na mesa ao lado estava o senhor da tal chamada agencia de inovação, derivada ou ligada ao antigo icep, ou outro organismo pré existente, o curioso ao vê-los, para alem de estranhas linhas de cores figurados nos microfones, a que falara, e que ecoavam ainda nas imagens do vídeo no leito, o ultimo, em aspecto que acabara de me dar conta da sal importância para complementar as id que ali aparecem, e que depois comentarei em maior pormenor, era o facto de no vídeo ter falado da agencia de inovação, e o gesto é como se tiro dinheiro seja qual for o genero, metal sonante ou informação e ali estava o basilio horta ao lado dele, figurando então, um dos elos que o alimenta, a partir do que escrevo , ou faço,

Di irao, tinha eu ac ab ad o de fa al r del le e das r eu ni o es q ue el e reg u l ar que mente f az ia com se us e x e rc it os a q u delta e em lis boa e logo de ele, ap par rece vaso nu mna tv, na mesa ao l ado est av o os en hi o r da t al c ham ad a a g en cia de ino ova da são da ovação, musica, editora, , der iva dao u li gado ao antigo icep, o u de outro o rna is mo pr é e x is t en te, o cu rio s o a ove do traço ingles los, para el lem de est ra anhas l ina home s d e cor es figu ra do sn os mic ro fon one sa q ue fala ra, e q ue e coa ava vam am a inda na s ima ge ns do v id é o no do leito, o u l t imo, em as pat e c to q ue ac ab ar ad e me d ar conta da s al i mp porta tan cia para co mp le men tar as id q ue al ia par e ce em, e q ue dp o is co men tar rei em maio r p rome no r, e ra o f acto d en no v id e o te r f al ado da a g en cia de ino ovaçao, e o g es to é com o se t iro di ne h rio seja q ual for o g ene ero, met al son am te o u in fon aç sao e al i est ava o ba si do lio do io do horta aol ado del le, figu ra anda en tao, um dos e leo s q ue o alimenta, a p art tir do q ue es c rato evo , o vaso do falo, f aço

ali pousado estava quando uma borboleta branca veio ali voar, e me chamou a atenção para a porta da igreja, depois pelo espirito ouvi, a borboleta voltou para mim, como se fosse uma menina , imagem da alma, que voltara para um homem ou seria para Deus

Al ip os e i , p o isa sado est ava, uma bo rb o l eta br anca veio al iv o ar, e me c ham mo ua a t en sao para a primeira dp porta da igreja, d ep o is p elo es pi rito o u vi, a b o rb o l eta v o l to vaso ip do para da mim, como se fosse uma me nina , i mage made ria da alma, q ue v o l tara para do primeiro homem do om emo circulo da use ria para de us


Levantei-me e fui ver a folha que estava na porta da igreja, falava de paulo a pedro e a montanha, de paulo a pedro, é noção meia estranha, pois paulo não é pedro nem pedro é paulo, se bem que ambos o sejam, pois chaves há e houve sempre muitas na mao de muitos dos amados de O Cristo, e de novo montanha, a imagem , que pelos visto continuava a reverbar, ou alguém assim o pretendera

L da eva vate e traço da inglesa me e f oi vera f o k homem da primeira aqui do q ue es tva na porta da igreja, f al ava de paulo a pedro e a mon t ra anha, de p u alo a pedro, é no sao meia est ra anha, p o is p au lo n cão é ped ro ne m ped ro é p au lo, se b em q ue am bo s o se j am, p o is ca homem vao ps es h á e h o uve se mp re m u it as na mao de mui t os dos am ad os de O Cristo, e de n ovo da montanha, a ima mage made ria , q ue p elo s vi s to conti nu ava a r eve rb bar, o ual g eu w em as simo pr e t en der a

Apareceu agora uma ligação no corte das palavras no período acima, ao vao, ou seja a mario soares, ao ps e as ligações com o ps espanhol, e recordo tambem, que esta questão dos abusos infantis e dos ritos onde eles são usados, aparecera tambem recentemente em relaçao ao mario soares, e tambem pelo fio da imagem da maria barroso ao lado do submarino, ou seja dois candidatos, ou cada um por si, no sentido em que ambas as casas o farão, a prova deverá residir nos fios da imagem que aponta, para crianças de um bairro das minas em trás os montes, que tanto poderá ser da panasqueira ou de outras, volfrâmio, guerra, uma imagem do fio da historia, o vídeo, onde se filmara uma sequência com meninas num bar em braga, como ilustração do uso do dinheiro do trafico que nessa altura alguns faziam com o volfrâmio no tempo da segunda guerra mundial, ou seja , provavelmente com algum operativo, de braga, ou em braga

Ap par rece u agora uma liga sao no co rte das pal vaso do ra s n o per id o ac ima, a o vao, o use seja primeira do mario soares, ao ps e as liga ç o es com o ps es pan h oe record o tam b em, q ue e sta q u es tao dos ab us os in fan to ze dos tita us oi onda el es são usa sado s, ap ar e cera tambem rec en te mn te em relaçao primeira do circulo do mario soares, e t a m b em p elo fi o da i mage made ria da maria do barroso ao l ado do s ub marino, o use seja do is can dida atos, o u c ad a um por si, no s en t id o em q ue am ba sas ca sas o f arao, a pro ova de vaso rá r es id i rn os fi os da i mag em q ue ap da ponta, para das crianças de um bairro das minas em t ra s os montes, q ue t ant o pode rá ser da p ana s q u ira o u de o u t ra s, v o l fr am io, guerra, uma i mage made ria do fi o da hi s tor ia, o v id é circulo, onda se fil mar a uma sec un cia com das meninas num bar em braga, com o i lus t raçao do us o do din he rio do t raf fi co q ue ness a al tura al gus mn f az iam com ovo l fr ani o no te mp o da se gun da g eu r ra do mundial, o vaso use seja , pro ova ave le lem n te com a l g u e m opera t ivo, de braga, o ue em br a g a

Depois voltei a sentar-me no muro e veio um senhor que deverá ser ali da rua das casa mais modestas, pois o vi por ali a caminhar e parecia que vinha na minha direcção, eu pensei que me vinha cravar um cigarro, en nem o olhei, para não lhe dar alento, e porque não me é de conveniência dar cigarros a quem quer que seja, pelo que já deste mecanismo entendi, e então ele se pôs ali do outro lado da arvore, por ela tapado e ali ficou quietinho durante uns breves minutos, coisa estranha, depois continuo e só o vi já de trás, levantei-me e fui ver o que estaria ele olhando ali, ou melhor, olhando não estria necessariamente, mas algo certamente ali estaria, e estava, estava escrito no murro em letras grandes, zé, como josé manuel durao barroso, tinha tambem eu ouvido pelo espirito que o mario soares tinha sido processado, e um papel de rebuçado aberto, como se um rebuçado que se desse para aliciar uma crianças, e que se calhar atras algo mais lá dentro, em cores que me remeteram para o brasil

D ep o is v o l te ia s en tar do traço da inglesa me no m ur o e veio um s en hor q ue d eve rá ser al id a rua das casa maís mode sta s, p o is o vi por al ia ca min h a r e pa r e cia q ue vinha na min h a di reç a o a, eu pen se i q ue me vinha cara ava rum ci garro, en ne mo ol he ip para n cão l he d ar al en to, e por q ue n cão me é de c on vine ine cia d ar cig ar rosa q eu em q eu r q ue seja, p elo qi e j á de ste meca ni sm o en t en di, e en tao el e se p os al id o outro rol ado da ar vaso do circulo do rato, por el a tap pado e al i fi co u qui tinho duran te uns br eve s minu to s, co isa est ra anha, d ep o is conti nu oe s ó o vi j á d e t ra s, l eva van te e traço da inglesa me e f oi vaso ero q ue est aria el e o l h anda al io u mel hor, o l h anda n cão est ria ne c ess aria am que mente, mas a l g o ce rta em n te al i e ts rai ira, e e stva, e stav es c it on om ur to em letras g rand es, zé, com do circulo do josé ma u el do durao barroso, tinha tam e b m eu o u v id o p elo es pi rito q ue o mario soares tinha s id o por c ess sado e um pa ep l ll de re b u çado ab e r to, com o se um r e b u ç ad o q ue se d ess e para al i cia r uma c rina aças, e q ue se cala home r at ra s al g o mais l á d en t ro, em cor es q ue me reme te ram pa ar do circulo do aro do brasil

Gato do x agosto de oitenta e quatro , sw, no bebe l ip tom ice espanhola bebe borboleta,

G do ato do x agosto de oitenta e quatro , sw, no bebe l ip tom ice es bebe b circulo do rb do circulo da dol prime rio da eta,

Uma outra imagem concomitante desvelara, um alicate de pontas com isolante vermelho, com uma estrela em posição inclinada no meio, e um outra marca em seu outro lado, como um ponteiro de conta rotações ou aceleração, ou aceleração do motor, e das rotações, ou seja dos furacões, assim parecia dizer, num padrão de flores tipo malmequeres margaridas amarelas, ao lado de uma faca

Uma o u t rai mage m c on co mit ante d es vela ra, um ali cate de pontas com is o lan te vermelho, com uma estrela em psi posi sic sao inc l ina ad ano me io, e um outra do marco em s u es l ado, com o um ponti ero de co int a ro dos tacões ou ac e l ar ac sao, ou ac el ar raçao do m oto tor, e das r ota ç o es, o vaso do use seja dos f ur ac o es, as si m par ceia di ze rn um do padrão de flor s t ip oma al mec ur es das mar garidas am ar el as, aol ado de primeira faca

Ou seja a faca que aponta as margaridas malmequeres amarelos, cor do sol, do alicate de pontas, dança, das rotações que fizeram os furacões, sendo que este fio pelo local, ecoa numa outra imagem recentemente evocada na interpelação ao durao, do acontecimento em setenta e quatro, da imagem que se manifestou quando íamos na madrugada ter com ele, ali na antiga rotunda de cabo ruivo, ao lado de onde agora está a expo e a gare do oriente e onde em dia recente ao descer pela noite vira a segunda imagem da bela gisele, que de alguma forma remetera pelo padrão do biquini, e da ostra para estes eventos tambem , pois esta é uma imagem de acontecimentos que se passaram bem mais tarde, marco , é tambem um do grupo ex machina, um dos responsáveis pelos desenhos técnicos da mesas da latina, onde se inclui a do prumo que se relaciona com a queda das torres, e que encontrei recentemente na fabrica da pólvora, na única vez que lá fui

O vaso use seja primeira faca q ue ap da ponta às das margaridas, tambem imagem da martini, da expo, das chaves, encontradas uma noite na rua em frente ao café, mal mec eu r es am ar ds circulo dos elos, cor do sol, do ali cate de pontas, dança, das r ota ç o es q ue fi ze ram os f ur rações, s en do q ue este fio, p elo l ocal, e coa nu mao u t rai mage m r e c en te mente evo c ad ana inter rp el la sao a o d ur aço, do ac on tec cie mn to em setenta e quatro, da i mage made ria q ue se m ani f es to u qua anda iam os na madruga gada te rc om el e, al ina ant tiga da rotunda de cabo do ruivo, ao l ado de onda do agora e stá primeira expo e primeira da gare do o rei int e e onda em dia rec en te ao d es ser p el qa no it e vaso da ira a se gun da i mage made ria da bela gisele, q ue de al gum a forma reme te ra p elo da padrão do bi kin ie da ostra para estes eve en t os tambem , p o is e sta é uma mai mage made ria de ac on tec cie mn to s q ue se p as sara am b em maís t arde, marco , é ta m b em um do g rup o e x m a c h ina, , um dos r e ps on ave is p elo s d es en h os tec nico s d a mesa s d a la ti e, onda da se inc lui, a do prumo, q ue se ra la cio n ac o m a queda da s at o rr es, q ue en c on t rei rec en te mn te na fabrica da polvo ra, na única ave zorro q u e l á f oi

Um outro fio, dava conta de uma forma de uma camisinha pequenina de menino, como de um filho, na altura do natal, e umas meias falke de firenze, tercerio nono do quadrado do circulo , ou da quadratura do circulo, e viagens no estrangeiro

Um outro fi do io do quadrado da ava conta de uma forma de uma cam sin home da primeira pe q eu nina de menino, com ode primeiro fil home do circulo, na al tura do natal, e uma s me ia s f al kapa cao e de firenze, o fi ur x da ren ze , te rc e rio nono do quadrado do circulo , ou da quadratura do circulo, e via je ns no est range iro

Alicate circulo , faca do si al invertido, al f orte, norte sul, norte sul editora, tiago, fio escocês, rito escocês, camisa, sem mangas, colarinhos, e a to w, almada, relaçao com o tiago, o daqui do prédio, ou o tiago torres da silva , que terá relaçao com a editora norte sul, a de almada, a camisa do tiago, o do prédio

Ali cat circulo , faca do si al invertido, al f orte, norte s u l, no rte sul e di tora, tiago, fi o es coc es, rito es co ç es, ca misa, s em man gás, japao ban da d es en homem da ad da primeira , c ola rinho seat o w, al mad primeira da relaçao com do circulo do tiago, o da primeira do qui do pr é di o, o u o t ia g o to rr es da silva , q ue te rá da relaçao com a primeira da e di tora ano do no da rte s ul, a de al mad a, a c a m isa do tiago, o do pr é dido

O anka ra circulo tem as tres primeiras cruzes,

O anka ra c irc u lo te m a s t r es prime ira sc urze serpente,

Alicate de pontas remete tambem para chaves inglesas, duas , como o nome extra, dez e doze polegadas, que se encontram, em cima da mesa do prumo, como a das colunas bang , ou do bang, e da estrela torta do buraco negro, que sorve a energia, e que ressoa no passe ultimo dec descrito na loja tipo extra na av infante santo, com base na capa da revista onde aparecia a bela fadinha gwen

Al i cate de pontas reme teresa tambem para de chave s in g l es as, du as , com o on om e e x t ra, dez e doze p ole gadas, q ue se en c on t ram, em c ima da mesa do pr umo, com o a da s co l un as b ang , o u do bang, e da t es ra l da torta do b ur aco negro, q ue sor vaso da aa da energia, e q ue r esso ano p ass e u l t imo dec d es c rito na loja t ip o e x t ra ana av in fan te s ant o, com base, heroina, na capa da r e vaso do ista onda ap ar e cia a b e la fa din h a g duplo vaso da rn da gwen, ou da imagem da gwen, a rapariga da capa de uma outra revista na altura de um dos cios últimos, aqui abordada, relacionada pelo nome com o r ap az da ma x i m e d o fi, o da hi s tor ia do am ante da duras na c h ina

Extra, lojas abertas, vinte quatro horas, ou seja imagem tambem do dia de natal, da E cruz dupla do rá da infante santo

Extra, lojas abertas, vinte quatro horas, tambem jornal, vaso s use seja imagem tambem do dia de natal, da E cruz dupla do rá da infante santo

Alicates de pontas, chaves inglesas, chaves de bocas e de sexto avado, ainda entrarão nesta história , pois remete tambem pata um link relacionado com um quadro do francis bacon, da tal exposição recentemente relembrada tambem no vídeo,

Al i cat es de pontas, c h ave s in g l es as, chave s d e bocas e de sex to ava ad o, a inda en t r arao nest a hi s toi ra , p o is reme teresa tambem pata um li mk re la cio n ado com um qua dr o do fr anc is do bacon, da t al e x posi sis sic suc, a spi ra dor, sao rec en te mn te re lem br ad a t am b em no v id é circulo,

Mais algumas notas breves em forma de acrescento do que deduzi do ultimo video , o do leito

Maís al gum as das notas br eve s em forma de ac r es c en to do q ue dedu zorro id o u l t imo da ova do vaso id é circulo , o do lei t o

Hoje, se via na euronews, imagem de frança com o sarkozy, que atravessava um corredor num palácio entre a guarda de honra, e depois de ele passar, iria jurar ter visto, um outro home que corria lateralmente como se levasse tacões altos de borracha, e ao vê-lo me pareceu ser não só espelho da conversa no vídeo, como tambem imagem do gato das botas de sete léguas, que lhe permitem saltar em grandes distancias, ou seja com a capacidade de voar e muito , em espaço grande, por elevação, como os tacões de certa forma são símbolos

Home oje, se da via na e u r one ws, i mage en de fr ança com do circulo do sarkozy, quadrado da ue at rav ess vaso da a um co r red o rn um pal cio en t re primeira guarda de h on ra, e d ep o is de el e p ass ar, iria j ur ar teresa vi s to, um o ur to h om e q ue co rr ia la te r la lam am que mente com o se l eva ass e taco es al to s d e bor racha, e a ove do traço ingles primeiro do circulo dez, me par rec eu ser n cão s ó es pe l h o da c on versa no v id é o, com o tam b emi, can tor, mage made ria do gato da s b ota s de sete lego as, boto que do bit o q ue, das ba tata s fr rita serpentes, q ue le h om em per mit em sala t rem g rand es di stan cia s, o u seja com a capa cidade d evo ar e mui to , em es paço g rande, por el eva sao, com o os taco es de ce rta forma são s im b olo s

O isqueiro que se vê na imagem, parece ser negro , mas na realidade é azul, com patilha vermelha, vesica em losango bic, negro sobre amarelo com filete branco, ao lado do home amarelo com cabeça negra, e o aro de protecção ao contrario do costume é doirado, se bem que já tenha começado a perder a cor, aparecendo por baixo, o prata, como é normalmente o costume deles,

O isque do iro q ue se eve na i mage m, par rece ser meg roma s na re la id ad e é az u l, com pat da cruz da ilha da ave vermelha, vaso e isca el lo san gula dez bic, negro s ob re ana rato do elo com do filete br ab co, aol ado do home am ar do elo com do cab eça negra, e o aro de pr tec sao a o c on t ra rio do os t um ne é do irado, se b em q ue j á t en homem do ac ome cado cortez a per de ra c o r, ap ar e c en do por ba six o, o p rata, com o é norma lem le net do circulo do cos t um e del espanhol,

Acabava o discurso do sarkozy na assembleia, com a farse la seance est suspendu, que declinando contem um outro sentido, la sea anc e est s us special player, pendu, pen quadrado do vaso, ou seja como dizendo que estava enforcado

Aca ab vaca o di s curs do circulo do urso, o do sarkozy na ass em b leia, com a f ar sela sea anc e est s us p en du , q u e deli ina n doc on te m um o u t ro s en t id o, la sea anc e est s us special player, pendu, pen quadrado do circulo da ova do vaso, o vaso do use seja como di ze dn circulo do q ue e stav a en forcado

Mas ao que parece é uma farse, como agora se desvelou, e o sendo, deverá então andar à pesca

Masa sao q ue pa rece é uma f ar se, com o agora se d es velo lou elo, e o s en do, d eve rá en tão anda ra da p esca

Contudo um do dn, se desvela no primeiro vídeo quando interpelo o durao, e lhe digo com olhos de cobra delgado, como o luis delgado do dn

C on tudo do prim mr io do dn, se d es vela no prime iro v id é circulo qua anda inter p elo do circulo do durao, e l he di g o circulo do om ol h os de c ob r a do delgado, com do circulo do luis delgado do dn

Olhos de cobra a chispalhar, a lançar chispas, fagulhas, fogo, chispalhada, feita com tripas , de porcos, do grupo dos porcos, do triunfo dos porcos em londres, ou seja dos rebentamentos,

O l home do os de c cobra co br ra a c hi spa alha ra lança rc das chispas, hi spa s, fag u l home as sd do fogo, c h ispa la ad a, feita com t rip as , de poc os, do g rupo dos porcos, do t rio un f o dos porcos em londres, o vaso do use seja dos r e b en at te mn cruz do os,

Em jogging se ve a evolução dele em relaçao com o cigarro, o sg vareta branca e amarela, com duplo anel de prata, e assume num determinado momento um angulo que parece um maçarico, palavra múltipla, pássaro, aprendiz de guerreiro e maçarico de fogo

Em jo g g inglesa se da eve da primeira evo lu sao dele e mr el la são, com do circulo do cig ar ro, o sg v ar eta br anca e am ar e l a, c om d up lo ane l de p rata, e as s um e num det r emi ina minado moe mn to um ang u lo q ue pa rece um maça rico, pan rico, p aç av ra mul t ip la, p ass aro, ap ren di z de g eu rr e iro e maça ric do circulo de fogo, f ogo

Sensivelmente as doze minutos e vinte aparece o elefante azul de cabeça doirada, por cima de prata, parece indicar mistura de heroina e coca, patilha vermelha, cores francesas, com tres pernas, ou seja parece ilustrar o enigma da esfinge, e assim sendo aponta alguém que anda ou andava de bengala, ou muletas,

S en s iv el que mente às do ze mino do t o ze vinte, o maçónico, ap par rece do circulo do elefante az, congresso, vaso do prime iro de c ab e la , c ab do bal da bala, do ca do bil la do ca da bula, do cabe ia do cab da bessa, do ira da, por c ima de p rata, pa rec indica car mi s tura de he rio ina e coca, pa t ilha da ave vermelha, cor es fr anc es as, com t r es per na s, o vaso use seja pa rec i lus t rato do aro do enigma da es finge, e as si em s en do ap da ponta al g eu em q ue anda o u anda ava de b en da gala, o vaso das muletas, mu do primeiro eta serpente

Versão da esfinge para criancinhas, assim formulo por escrita este dizer, em texto recente, ou seja, se liga com a fala no vídeo, com filmes e series infantis, serie tnt, como se mostrara na imagem do enquadramento da rtp no museus da electricidade, ou seja no canal infantil, com o mesmo nome, e tambem como imagem do explosivo nas torres, como se afinal, o tradicional tnt, tivesse sido mesmo usado, talvez, por um túnel escavado e introduzido em locais estratégicos, subindo de permeio pelas paredes, tipo canalizações de ar condicionado e coisas assim, tnt, estrelas, infantis, sinal da estrela torta, fio da coluna do bang, ou como imagem do buraco negro, da coluna, que é oca por dentro e permite a passagem, casa pia, crianças, verdade como real e realeza


Vaso e rat da sao da es gin ing ge para das c r ian cinhas, as si m for mul o pro es c rita este di ze ero vaso do use seja, se da liga com da primeira do fala no v id é circulo , com fil mes e se rie s in fan t is, se rie tnt, com o se mos t r ar ana i mage made ria do enqua dr as mn to da rata do tp no muse do use us da el e ct rec id ad e, o vaso do use seja no do canal infantil, com o me sm o no me, e ta m b em com o ima nage made ria do e x p lo s iv on ás das torres, com o sea fina al, o t ra di cio n al tnt, t uve ess e s id o me sm o usa sado, t alvez, por um t un el es cv ad o e in t ro do z id o em lo cais est rate gi cos, si b indo de per me io p el as par e dd es, t ip o c ani l iza ç o es de ar condi cio n ad oe co ia sa as si em, tnt, est re la s, in f a tnt os, sin al da estrela da torta da cruz tor rta, fi do io da coluna d ob ang, ou com oi mage made ria do b ur aco negro, da coluna, q ue é o ca po r d en t ro e e rp mit e a p ass a ge em, c asa pi a, c r ian av circulo de cortez as, da verde ad e com o rea l e rea le za

Ao ver de novo o vídeo , me lembrei primeiro de shuarto, uma grande fotografia dele com sua família, caminhando de frente que foi publicada por um jornal português , dn ou publico, na altura do seu falecimento, e que eu ao vê-la, me disse, este senhor não só me trás amor, como me conta uma história, e que foi aqui abordada no Livro da Vida

A ove rato d en vaso do o ov, italia, id é circulo , me le lem br rei prime iro de s h u art o, uma g rande f oto g raf fia dele com s ua f am i l ia, ca min home da anda de fr en te q ue f oi pub li c ad ap do por primeiro do jornal portu gues , dn o u p ub lico, na al tura do s eu f al le cimento, e q delta ee ua ove do delta traço ingles de la, me di s se, este s en hor n cão s ó met ra s am sam mor, com o me conta uma hi s to ira, e q ue f oi primeira aqui do qui, ab o r dada no L iv roda V id da primeira

Depois pensei, a memória do shuarto que de novo me aparecera, reforça de novo o local, e o conteúdo ao qual a acção se refere, ou seja o tsunami do sudoeste asiático em dois mil e cinco

D ep o is pen se ia da cc ceia me mor ia do s h u art o q ue de n ovo me ap ar e cera, ref orça de n ovo o l ocal, e o conte vaso do dó primeira do circulo quadrado da ual, primeira caçao da ac sao se r efe reo vaso do use seja do circulo do tsunami do sudoeste as iat i co em do is mi da ile cc circulo inc o

Agora nestes últimos fios de frança, um outro, rapaz, se encaixa, pois tambem usava muletas, uma morte que aqui abordei, em diua não muito ido, o filho de um grande actor francês,

Agora usa ava muletas do circulo do pn a espanhol

Agora nest es u l t imo s fi os de fr ança, um outro, ra p az, se en caixa, p o is t am b em usa ava muletas, uma am orte q ue a qui ab o r de i, em di ua n cão mui to id co circulo, do circulo do fil homem do circulo da ode u m g rande ac t oi, can tor do io do rf r anc espanhol, es pan da hol, espanhol pn, primeira da onda

Ou seja temos um burro, e um elefante que não o é , como na realidade o burro é tambem um símbolo, e o elefante ainda mais símbolo se torna por ter tres pernas só, ou seja e um elefante americano, homem que usa bengala, e sendo dois, e um estando deitado, como morto, se pode então deduzir que um conflito entre dois homens, dos dois partidos americanos, levou a morte de um burro, ou seja um elefante matou um burro, um burro que então deveria saber da preparação e portanto assim foi morto, me recordo de um fio antigo que aqui entrou, na altura por cheiro, um senador que morreu na aparente queda de um pequeno aviao, um senador que andava a investigar questões de dinheiro e suas eventuais mal utilizações, que está tambem creio relatado no Livro da Vida

O vaso use seja te emo mos ms primeiro burro, e primeiro el e fan te q ue n cão circulo é , com on primeira rea li dade do circulo do burro é tam am tambem, um s im b olo, e circulo do elefante da a inda maís s im b olo se tor na por teresa t ratos espanholas per na ss do acento no circulo da ó, o vaso da use seja e um elefante americano, home do om em q ue usa de ben da g ala, e s en dodo ise e um e ts a reia anda de it ad o, com o mo rto, se da pod e en tao dedo di zorro e rato q ue primeiro circulo em fl, for mula one, it to en t red o is h om en ns, do sd oi s p art id os am mer rc cia ano serpente, l evo ua am mo rte de primeiro de butto, o use vaso seja um le fan teresa mato vaso do prim ero do burro, um burro q ue en tao d eve ria s abe r, o sabe, da pr ep par da açao da raçao, rac são, e porta ant o as si m f oi mo rto, me rec o r do de um fi do io ante ti g o q ue a qui en t ro un a al tura por rc he iro, um senador q ue mor rato eu na a ap rec cn teresa da queda de um pe q u en o avia o, um senador q ue anda ava a in v es tiga ra q u es to es de din he iro e s u as eve en tua is m al u tili iza ç o es, q ue e stá tam b em tambem, c rei do io re la a td on circulo dol iv roda da vaso da ava id da primeira da india, ou seja de butto, da morte de butto tambem

Tambem antes, outro pedaço, dava a um outro aspecto da id, o facto de ser um falcão, ou seja alguém relacionado com o exercito, provavelmente do pentágono, alguém de dc, se calhar então , o que fazia a ligação á casa branca, o que apareceu ligado a este cio encenado ou não dos dois aviões, na realidade, ouvira eu pelo espirito que tinha adivinhado a id do da grande matança, mas quando o ouvi pelo espirito, não ouvi, eu, quem, pois não foi dito

T am b em tambem em ant es, o u t ro ped aço, d ava da a um de outro, as pe ct o da id, o f ac acto de ser um f al cao, o vaso do use seja al g eu em mr el la cio n ado com do circulo do exercito, pro ova ave el primeiro que mente do penta g on o, al g eu made ria de dc, se cala home da ar en tao , o q ue f az ia a liga sao á casa br ana, o q ue ap ar rece vaso do ceu liga da primeira do este cio en cena ado o un cão dos do is avio es, na re la id ad e, o u vaso da ira eu p elo es pie it o q ue da tinha ad vinha ad circulo da primeira id, do da dag da gato rande da mata ança, mas qua ando do circulo da ova da ava vaso do vip, ip do elo espanhol do pi do rito, muito cão do circulo da ova do vaso do vi, europeu, quadrado da eu em, p do doc c ur c delta do primeiro do circulo e dezembro de dois mil e cic cn do no, do durao, do is n cão do forte do oi do circulo do dito

Depois uma outra imagem é constante durante um período largo de tempo, uma sombra que é projectada pela almofada, quando lateralmente se vê um pedaço do padrão que pela proporção, aponta claramente a era, ou seja o ra maçónico, e a imagem é de um papa formigas, que remete tambem para as personagens do moebius da garagem hermética,

D ep o is uma outra iam mg ge mé co ns t ante duran teresa um pe rio do l argo de te mp o, uma son ra q ue é pro j a tc ad a p el a al mo fada, qua anda la te ra l mente se eve um ped aço do pad ra o q ue p el a por tp porcao, ap a on t a c al ra mente a e ra, o vaso use seja o ra maçónico, e a i mage mé d e uma pap primeira f om mig vaso do as, quadrado da ue reme teresa tambem para as persona ge ns do moe bi us da gara range em her met tica,

Hoje, ou melhor, ontem nas notícias da madrugada no euronews, aparecia tambem um quadro do martírio de santo antao, onde é visível um peixe, com escamas vermelhas e cabeça em jeito de papa formigas, que remete tambem pata uma imagem de um dos vídeos últimos quando falo das varetas e de bastões depois de falar da Catalunha, e do aspirador, as argento doirado e negro, que é tambem uma imagem concomitante ,a de aspiração de coca, e remete ainda, ou melhor vem de um fio mais antigo numa imagem da bela menina pretty woman, em sua casa ao pé do mar, e se cruza depois com a historia do instrumento medidor de velocidade do aviao da air france depois de ter desaparecido daqui de casa, a escova

Home do oje, o u mel hor, on te mnas no tica s d a madruga gada do no eu ur ro one ws, ap ar e cia tam be prime rio quadro do a m r it io de santo antao, onda é v isi vaso do el primeiro peixe, com esca camas vermelhas e cab el la em je it o de pap a for mig gás, q ue reme teresa tambem pata uma mai mage made ria de um dos v id é o s u l t imo s qua ando do f alo das v ar e ts e de bas to es d ep o is de f al ar da cat al unha, e do a spi ra da pira da dor, as ar g en to dr iad o en negro, q ue é t a m b em tambem, uma mai mage m c on co mit ante ,a de as pira rac do cao de coca, e rem teresa a inda, o u mel home rove made ria de um fi o maís ant ti g on uma mai mage made ria da be la menina pr e tt delta da woman, oman romam, revista, em s ua c asa primeira do circulo da p é dó mar, e se c ruza uza d ep posi com a hi s roti ad o in s t rum en to med id o rato de eve do velo da cidade do ava ia o da air france d ep o is de teresa d es spa rec id o da qui de c asa, a es circulo da ova da cova

Quando digo com o dedo que te dava beijinhos minha amada, explicando que os mitos são tao reais , com este meu dedo que te dava muitos beijinhos se ao meu perto estiveres, bateu a porta, ou seja o dedo da indica dor,

Qua anda di g o c om do circulo do dedo q ue teresa d ava bei jin homem do os da me in home da primeira mad da primeira, e x p li can do q ue os dos mitos são tao rea reais, reis, re ina s, regi as, re li as is com de este me vaso do dedo q ue teresa da ava mui t os bei jin homem do os sea do circulo do om me vaso da el eva são do per rt tt cruz circulo est iv e rato es, bate ua da primeira da porta, o vaso do use seja do circulo do dedo da indica dor,

Dezasseis trinta e quatro, ,o som equivalente ao do vídeo na mesa de jantar, quando falo dos buracos na rua e das empresas de comunicações e de gás , ou seja imagem simbólica do gás das comunicações usados nos metros, assim parece desvelar a imagem, ouve-se uma espécie de tambor que aparece em outros pontos do vídeo, mas que creio este som ter sido posto por alguém durante o upload, pois não trás correspondência real com nenhum som aqui feito , talvez uma inocente e pueril brincadeira como se de traques e peidos se tratasse,

Dez ase is t rin t a e quatro, ,o s om e u iva lente ao do v id é circulo na mesa de j ana cruz rato tor qua anda do falo dos b ur aco sn a rua e das em pr es as de com única caçoes das com e de gás , o vaso do use seja i mage made ria s im bo lica do gás da sc om única caçoes com usa dados sado no serpente dos metros, as si m par ce d es vela ra rai mage mo uve do traço da inglesa se uma es pe cie de tambor, alemanha, q ue ap par rece em outros p on to s d o v id é circulo, masque c rei do io de este, s om teresa s id o post o por al gum e duran teo do upload, p o is n cão t ra s co rr ess ponde dec cia real com n en home do prim mr rio do io do primeiro serpente do om aqui feito , t alvez uma ino c en te e p eu r i l br inca de i rta com o sed e t rac eu se pe id os set rata asse,

Depois o dedo faz o desenho do cones, é do elefante, ou seja o elefante, é o responsável pelos cones, ou seja pelos furacões,

D ep o is o dedo f az o ode sn en h o do c om me, é do elefante, o vaso use seja do circulo do elefante, é o r es posa ave l p elo s c one es, o vaso do use seja p elo s furacões,

Vinte e tres e vinte, a faca aponta um pedaço de era debaixo do joelho, com a gwen mostrava na entrevista em que aparecia com gel a mais nas pernas, com o rock em rio por fundo, azul o cabo, dois anéis de prata que ligam o amarelo e o branco, sg

Vinte e tres e vinte, primeira faca ap da ponta um peda aço de e ra de ba ix o do joe l home do circulo , com da primeira dag da gwen mos t rav ava ana en cruz da revista em q ue ap par rec e cia com gel primeira maís nas per na sc om o ro ck em rio por f un do, az u l o cabo, do is ane is de pa rata q ue liga am o am mar elo e o br anco, sg, serpente gato

Palanque em bruxelas, ressoava em plan k, uma discoteca, onde o isqueiro e o cigarro faz assim como um maçarico, o angulo do joelho, o financeiro da francesa

P al lan anque em br ux el as, r esso ava em p lan kapa, uma di co teca, onda doc circulo do isque do rio e o cig ar ro f az as si m c omo um maça rico, o ang u lo do joe l homem do circulo do, fina italia, ce do iro da francesa

Aos vinte e oito, vi gula do bico, em cannes, a almofada entre as pernas, uma lingua vermelha comprida que dela sai, a lembra a ultimas imagens em cannes, que aqui foram abordadas, que relembrava um pouco o logo dos rolling stones, a lingua que sai da boca, e pi le ps ia , es puma ar da boca, boca, o mesmo motivo da loja no principe rela, farmácia, quinhentos e um , levis, vinte e oito, maestro, condo tor

A os vinte e oito, vi gula do bico, em can n es, a al mo fada par e ce en t re as das pernas, uma l in g ua ave vermelha co mp rid primeira aqui do q ue del la s ai, a l em br a a u l t ima sima mage en ns em can n es, q ue a qui for am ram ab o r dada s, q ue re lem br ava um p o u co do circulo do logo dos ro ll ingles dos st one es, a li bg ua q ue sa id primeira boca, e pi le ps ia , es puma ar da boca, boca, o me sm o mo t iv o da loja no p rin c ipe re la, f ar m ma cia, q u ine home mu t as cruzes os é primeiro levi serpente is

Trinta e oito, bro, est tom mago, grecia, bruto, torres e vento, rabo e calças, tigre , eufrates, , air france , bags, pancada anka, kruchner, corpos, sacos plásticos, bota e perdigota, mito, o rapaz filho do ex ministro em paris, , principe de boca do sino, jo plin, o jo do dinheiro, came, joni mitchel, john mitchel, filmes de guerra, actor, imagem do soldado, pb ying yang, expande e contrai, sístole e diástole, calor, fusão, secas, apanhar penny, a anedota das freiras e dos cogumelos, che car da fonte, infinity, semente , adubo iram, maçarico, ro cen thor, naplam

T rina t e o it o, br o, est tom mago, gre cia, b ur to, tor r se eve v en tor ab o e c al ç as, tigre , eu fr rat tate es, , air fr e mc e , ba g s, p anca ad a anka, k ruc home ne r, corp os, s ac os p la s tico sb, águia, ota e ped di g ota, mito, o ra p az fi l h o do e x mini st ro em paris, , p rin ciep de boca do sin o, jo do plin, o jo do din he iro, came, home oni mi tc hel, jo n h mi tc he el, fi l mes de guerra, ac tor, uma ge m do sol dado, pb y ong y ang, e x p ande e c on t rai, sis t ole e dia st ole, c al o r, fu usa sao, sec as, a pan harpa en ny, a ane do t ad as fr rei das iras e dos co gume melo s, che car da fonte, in fn it delta, semem da inglesa teresa , ad ub do circulo do iram, maça mai iro ma aca rico, ro c en thor, ba ap l am lam

Em cima do leito na imagem é ainda visível, o cobertor, com a marca din lar, em letras de duas cores, azul turquesa e cor de rosa, ou seja rosa lápis lazuli, que se reflectiam num conjunto de cores de salvo erro cinco microfones que rodeavam durao, quando da declaração de que seria eleito, como antes fora , neste jantar, com os quadros dos marqueses por detrás, numa associação empresarial, ou algo assim

Em c ima do lei to na i mage mé a inda v isi vaso do el, do c ob e rato tor, com da primeira marca din l ar, em letras de do às das cor es, az vaso t ur q u es a e cor de rosa, o vaso use seja rosa l ap pi is la a z u li, q ue se ref fr ro da romo mula one le c t ima nu prime rio mc on j un to de co r es de s alvo e r ro c inc o mic rof one es q ue rode ava vam da manha do durao, qua anda da de v lara são da raçao, de que se ria e lei to, com o ant es for primeira ane nest e j ana tar, com os dos quadros do s ma q eu s es por det ra s, nu ma as soci ac sao e mp r es aria al, o ual goa ss si maio

Dentro da fronha vermelha e do padrão do e ra, um almofada em cores azul escura, tipo sumauma, que trazia originalmente um fronha verde alface, trazida pela majorie, ou seja ,simbolicamente, expressa, que o e ra , será francês ou com ligações a frança, majo rie,

D en t roda fr on homem da primeira ave vermelha e do padrão do e ra, um al am o fada em cor es az ul es cura, t ip o s um au ma, q ue t ra z ia o rig gina ina le lem n te um fr on homem da primeira ave verde do alface, o que foi morto, t ra z id a p el am lam a jo rie, o vaso use seja ,s im bo li cam am que mente, e x press primeira aqui do qui, q ue o e ra , se rá fr anc es ou com liga ç o es a fr anc circulo de cortez, primeira da majo rie,

Crise leva tres milhões ao fisco, assim era titulo recente no correio da manha, que declinava em roubos de outro tipo de dinheiro e entradas ilegais em casa,

Circulo da rise l eva t rata espanhola dos milhões ao fisco, assim era titulo recente no correio da manha, que del cin vaso da prime ira em ro ub os de outro t ip ode din he iro e das entradas ile gais em c asa,

O home din, o homem da onda do sudoeste, pelo que mais uma vez se desvela na imagem do vídeo anterior, o que cobriu o leito, uma imagem de mortalha, de tumba, de alguém que foi morto e tapado, provavelmente o tal do butto tp

O home din, o homem do oe maior da onda do sudoeste, p elo q ue maís uma ave zorro da se d es vela na i mage made ria do v id é c irc cabo do cu lo do circulo do ante ior, o q ue co br rio do circulo do leito, uma mai mage made ria de mor t alha, de tumba, de al g eu madeira q ue f oi mo rt o e tap pado, pro ova ave le lem n te o t al da butto tp, ou do tp sobre a butto

tice rice, circulo do arroz, tambem imagem das desgraças na china
ti ice ce circulo rice, c irc cu primrio do circulo de dezembro, do ar rato oz, tambem mi mage made ra dia das d es sg ra acas cortez na ac home ina




Estranho presságio,

E t r sn a h o pr ess g io,

De madrugada ainda o dia não se tinha levantado, ceu carregado com nuvens, descia a rua do costa, quando dois faróis apareceram como dois olhos voando no meio da bruma, um aviao, mas estranha a imagem dos dois faróis, que surgiam assim no meio das nuvens

De mad rug a dec a inda o d isa n cão se la l eva van t aram, c eu car re gado cm n uv en s, dec ia a rua do costa, qua anda do is f ar o is ap ar e ce rea am com o do is il h os v o anda no me io da br uma, um ava io am as est ra anha a i mage made ria do s do is f ar o is, q ue s ur gi am as si m ni me io da snu vaso en serpente

Passou o primeiro aviao, de depois que vi a fizeram a aproximação à pista, um seguido ao outro, talvez cinco da manha, o segundo fiquei na duvida se ingles ou francês seria, pois era visível o vermelho e o azul na cauda em forma mais ou menos perpendicular entre as abertura das nuvens,

Passo u o prime iro avia o, de dp os q ue vi a f az e rama a ap or x ima sao à p ista, um se guido ao a o u t ro, t alvez c inc o da manha, o se h un do fi q eu ina do vaso da id primeira ase ingles o u francês se ria, p o is e ra v isi vaso elo do ove vermelho e circulo do azul na c au da em forma am maís u m en os per rp en di cu l ar en t rea s ab e r tura das n uve es serpente

Depois no jardim, olhando o ceu, uma linha vermelha , imensa e grande cobra se manifestou, por cima da ponte, ao olha-la, me saltou os seis x , tres em cada um dos pilares do vale central, a cobra, que nao era reflexo do sol, pois estava coberto, se estendia entre as seis e meia e as cinco horas, visto o relógio no lago,

D ep o is no jardim, o l h anda o c eu, uma linha vermelha , i men sa e gr ande cobra se m ani f es to u, por c ima da ponte, ao o l h a do traço ingles la, me s la t ro u os se is x , t r es em c ad a um dos pila ares r es do vale c en t ral, a cobra, quen n cao e ra ref for mula one e x o, o do sol, p o is e stva co be r to, ze est en dia en t rea s se is e me ise as c inc o hor as, vi s to o r elo gi on circulo do lago,

Depois do primeiro passar, duas pancadas na rua, que não consegui perceber de onde vinham, hoje por outro fio, me apareceu ao pensamento a casa da costureirinha na esquina, a cas azul, mas o sentido figurado, é sentido de ak 47, a costureirinha, que ressoava em duas noticias, uma de piratas na somalia,

D e p o is do prime iro p ass ar, du as das pancadas na rua, q ue n cão c one gui per rc ce be r de onda vaso ina hm, h oje por o u t ro fio, me ap ar c eu ao pen sam am men to a casa da cis t ur rei rinha na es q u ina, a cas azul, maso s en t id o fi gi ra do, é s en t id o de a k quadrado do set, a cos t ur rei rinha, q ue r esso ava em du as not ti cias, uma de pi rta s na s oma primeiro ia,

Depois um pássaro, e um traça me mostraram, um laço, e pelo símbolo do murete de cima do lado dos escritoras, uma bomba, bojuda, como um missel apontado ao ceu, e li cp de oitenta e quatro, vinte e dois, dez, sessenta e sete , quadrado do terceiro do mc, duplo vaso do c it ro en vaso do quadrado do natal de noventa, trinta e um vinte e cinco x, for primeiro, o missel e o laço, miss sio vaso sessenta e dois lo u ds pe ak e , assim diziam duas grandes coluna posta no passeio com um símbolo de infinity, estranho porque torcido

D ep o is um p ass aro, e um t ra aça me mos t r aram, um laço, e p elo s im b olo do m ur rte de c ima do l ado dos es c r tito ra s, uma bomba, bi jud a, c omo um miss el ap om n t ad o a o c eu, e li cp de o it en a te quatro, vinte e do si, dez, sessenta e sete , quadrado do terceiro do mc, duplo vaso do c it ro en vaso do as do quadrado do natal de noventa, t rin t ae um vinte e cinco x, for prime iro, o miss el e o laço, miss sio vaso sessenta e do si lo u ds pe ak e , assim di z iam du as g rand es co l un a post ano passeio com u ms si m b olo de in fi n i t y, est ra anho por q u e to tc id circulo

Os traços do aviao que vi no leme de direcção, espelharam-se no acidente do metro em nova Iorque, pela posição com que as composições ficaram, um enfiada na outra em angulo semelhante, um graffits, pela cor e tipo de desenho, remetia para a parede grafitada na rua do livramento, onde recentemente aparecera a boa com as tranças, e o sinal nazi, no braço em braçadeira, e ainda se lia biga, a referencia a bicicleta com motor, ups

Os t ra ç s o do avia o q ue vi no l ema de di rec sao, es p el h aram do traço da inglesa se no ac inde te do metro em nova y o i r q ue, p el s posi sic sao com q ue as co mp o siç o es fi caram, um en fo ad ana de outra em ang ulo semem l h ante, um g raf fi ti, p el ac o r e t ip o dede s en h o, reme t ia para a par de g raf it ad ana da rua do li v ra men to, onda re en te mn te ap ar e cera a boa com as t rn ç as, e o sin al n az ino br aço em br aça de ira e a inda se l ia biga, a refer en cia a bi cic l eta com m oto tor ups, u ps , up ps serpente


A bomba, se via tambem no euronews, numa noticia que dava conta da ajuda da nato, a limpa-las, uxo, pirata vermelho, demining, jordan, ux do xo ao jordan, no algarve

A b om ba, se via tambem, no eu r one ws, nu ma no it ti cia q ue d ava conta da ajuda da nata, a l i mp a do traço ingles l as, u x o, pi rta vermelho, d emi ni n g, jordan, ux do xo primeira do circulo do jordan, no al grave

Um outro eco, que senti que de alguma forma, aqui se podia encaixar, nesta imagem, fora a noticia de um aviao da quantas que entrou num poço de ar, e segundo a imagem de um passageiro, fora como se de repente tivessem descido trinta andares, pensei na imagem das torres gémeas a cair, ao momento

Um u u t ro e co, q ue s en ti que de al gum a forma, aqui se p o dia enca ix ar, nest a i mage made ria for a ano not ti cia de um avia o da qua antas q ue en t ro un primeiro poço de ar, e se gun do a i mage made ria de um p ass a ge it ro, for ac omo se de rene net e t iv ess em d es c id o t rin t a anda ares, p en se ina i mage made ria das t oo r es ge mea s ac air, a o mo men to