quarta-feira, julho 01, 2009

A rajada se mantém, efectivamente, como o sol e as nuvens e o falar do espirito em dia recente o desvelava

A t a j a ada se ema man te maior do efe ct iva am que mente, com oo do sol, jornal, e as n uve sn e o fala rato do es pi rito em ia rec en te ode es vela ava da lava

Na verdade a lava que aparecera de novo figurada num vulcão, fora antes visível em semelhante forma, espelhada no ceu em dia recente em Lisboa, como um cravo, um cravo branco deitado no ceu, que ao primeiro olhar me pareceu quase sugerir um cogumelo atómico, agora o vulcão expelira suas poeiras na russia, apontava a sua cauda que dele fazia uma espécie de cogumelo com cauda tipo espermatozoide, mais ou menos a direcção sul, o vira descendo a rua do costa

Na ave primeiro c eu do cara de alho prime iro atom c auda oz do costa

Na ave vera dad e a lava da al primeira ava, q ue ap ar e cera de n ovo figu ra ada nu primeiro v u l cao, for a nat es v isi vaso do el em se ml h ante da forma, e ps el h ad ano c eu em dia rec en te em lis sb bia , b ia , com o do primeiro doc do ra do vao, do caralho do mario soares, um c ra vaso do circulo do branco deitado no ceu, q ue a o prime iro o l homem da ar me par e c eu q ua ase s eu g r i rum co gum melo do elo atom e mico co do agora do v u l cao e x p lira sa us poe ra sn a russia, ap on t ava a s ua c auda q ue d el e f az ia uma es pe cie dd e co gum melo com c auda t ip o e ps ser mat oz o id e, maís o um en s o ad da di da rec da sao sul, ov ira quadrado do es cif circulo en do da primeira da rua do costa

O acidente do comboio na china , o terceiro mencionado em dia anterior, desvelava uma enorme cobra com um armónio quase um leque aberto, nas cores vermelhas e brancas, na carruagem deitada era visível a id, a ss, circulo do primeiro do circulo azul

O ac in dente do com boi na c h ina , o te rc e iro men cio n ado em dia ante ior, d es vela ava uma en o r me cobra com um ar moni o q ua ase primeiro leque aberto, nas cor es ver mel h as e br anca s, na car rua ge made ria de it ad a e ra vaso da isi vasp , el a id, a ss, c irc u l do prime iro do circulo azul

No de espanha, a id assim se desvelava, guilherme terra, luc homem da primeira ou lu do cha, gara ra sam ur, oitenta e tres setenta e quatro, mad rid do c en to e do ze

No de es p anha, a id as si m se d es vela ava, g u ol herme terra, luc h oe mm da primeira ou l u do cha, gara ra sam ur, oitenta e tres setenta e quatro, mad rid do c en to e do ze, onze, segundo

E depois um outro se dera ainda, em italia, depois da palavra ter de novo evocado abruzzo, na imagem do jogo na africa do sul e na imagem da guerra das estrelas, pelos vista, uma outra guerra tambem de estrelas, em carne, pelo que agora mesmo aqui se desvela na escrita

E d ep o is um outro se d e ra a inda, em italia, d ep posi da pal av ra teresa de no vaso evo cado ab br uzzo, na i mage made ria do j ogo na africa do sul e na i mage made ria da g eu rata ra das ester primeiro as de la, p elo s vaso do ista, uam de outra guerra tambem de estrelas, em car ne, p elo q ue agora me sm o a qui sed espanhola vela na espanhola do circulo da rita

Via do reggio, o rei, reg gi do io da via, assim diz o local do acidente, gel one, assim me acrescentou o espírito hoje ao passar, gel dos gel anais, tambem relacionados com a imagem do vídeo que fizeram desaparecer da net, onde muito gel se via, umas perinhas com gel a mais a ressoar em outra imagem de gel nas pernas e nas salchichas

Vaso do ia do reg gg do io, reg gi do io da via, as si m di z o l ocal do acide dente, gel one, as si m me ac r es c en to u o es pei r to do espectro, homem oje ao p ass ar, gel dos ge l s anais, t am b em r e la cio na ado s com a i mage mad ov i d é circulo q ue fi ze ram de sapa recer da net, onda mui to gel se da via, umas perinhas com gel a maís isa r ess o ar em outra rai mage made ria de gel nas pernas e nas s al dos falos do tal nobre da cc do chá serpentes

La Spezia to Pisa, assim era o trajecto, e pisa e outras declinações em italiano apareciam tambem nas notas do vídeo sobre o falecimento do michael jackson

La Sp e zorro ia do to do ato da p isa, as si me ra o t ra jet o, e p isa e outras dec l ina ac soes em it al ian o ap ar e cia iam tambem nas not as do v id é circulo s ob br reo f al le cie mn to do mic a hel j ac kapa son


Uma bola de fogo que se erguia para o ceu, a imagem das transformações energéticas, uma imagem bem conhecida da ficção cientifica, de aliens, num livro que assim descreve , o exercito face ao soit disant monstre, dispara uma bala de calibre grande, e o rapaz et, a transforma, convertendo a energia cinética num raio que volta ao mesmo ponto de onde foi emitida, curiosa imagem real, de trasnformers e coisas assim

Uma b ola de la de f ogo q ue se e r gui a para do circulo do c eu, a i mage made ria das t ra sn for mações ene r ge y toc as, uma mai mage made ria b em c on he cida da fic sao cie en ti fi ca, de al ie ns, nu ml iv roque as si m d es c rato da eve , o e x e rc i to da face a os o it di san t monstre, di spa ra uma b al a de cali br e g rande, e o r ap zeta t ra sn forma, c on vertendo a ene r gi a cine tica nu m rai o q ue v o l t a ao me sm o ponto de onda f oi emi t id a, cu rio s a i mage m r e al, de t ra sn for mer sec oi asa as si m

Luccas cari, lucas, um outro nome que fora anunciado em palavra antes do acontecer, a assim confirmar a assinatura, parece ter sido o isqueiro, assim agora aqui o espirito me desvela

Luc c as cari, lucas, um o u t ro no me q ue for a anu un cia ado em pal av ra ant es do acontecer, a ss im c on fi mar a as sin a tura, pa rc e teresa s id o o isqueiro, as si maior do agora aqui do circulo do es pi rito med espanhola vela

http://news.yahoo.com/s/ap/20090630/ap_on_re_eu/eu_italy_train_derailed

ainda sobre pandas, e márcia, a ultima relação que aparecera e da qual eu falara em vídeo, a propósito do controlo e indução dos psiquiatras, ou melhor dizendo dos falsos, que são cobertos pelos corruptos da ordem dos médicos, que até ao momento me mentem negada as queixas sem a mínima explicação, à revelia das leis e das obrigações que para com elas trazem, a provar inequivocamente como são vermes rebaixados e corruptos

a inda s ob re pandas, e mar cia, a u l t ima re la º sao q ue ap ar e cera e da q ual eu f al a ra em v id é circulo, a por rp posi to do c on t rolo e indu sao dos ps psi qui t ra serpente, o u mel homem do ro di z en do dos f al s os, q ue são co be rt os p elos co rr u pt os da ordem dos me di cos, q ue a té ao mo men tome men te que mentem, ne gada as q u ix as serpente ema mini ima e x p li caçao, à r eve l ia das leis e das ob rig a ç o es q ue para com el as t ra z ema por vaso da ar ine qui v o cam que mente com do circulo da são be rm es r e b a ix ad os e dos corruptos, co rato do rup da pt os

e as putas da pt e o folhetim da treta continua, pois esta questão do panda, é tambem como todos saberão, um espaço de programação infantil da pt nos seus canais de cabo, ou seja, as graves acusações que levantei sobre conteúdos e manipulação do inconsciente infantil com base neste conteúdos aponta o envolvimento da pt, nesta manipulação

e às das putas da pt e do circulo do folhetim da t rata eta conti nu a, p o is e sta q u es tao do panda, é ta tam am tambem, com o todos s ab e ra circulo do p rie mr do io rod do espanhol paço de por g rama maçao in fan til da pt no serpente do se us dos c anais de cabo, o vaso do use seja, a s g rav es ac usa ç o es q ue l eva van te is ob re conte u do ze m ani ip u l sao do inc on sci en te in fan til com base nest e cn te u d os ap da ponta do circulo do en v o l vie mn to da pt, nest am ani ip u la são

e uma outra acusação gravíssima, pois as comunicações que tenho enviado por correio electrónico, nomeadamente ao tribunal penal internacional, não chegam na aparência lá, digo na aparência, pois não tive nenhuma resposta nem de aviso de recepção, e para isto assim ser, elas são desviadas pela própria pt

e uma outra ac usa sao g ra v iss ima, p o is as com única, revista, caçoes q ue t en h o en viado por co rato do rei do circulo do el e c t r oni o co, no ema dam en te ao t rib un al p en al inter na cio n al, n cão c he g ram na ap ar e c en cia l á, di g on a ap ar rec ni ap o is n cão t iv ene homem uma r es ps ota ne made ria de av is o de re cp sao, e para ist as si maior ser, el as são d es v id as p el a pro da rop da puta da ria da pt

hoje o folhetim da treta trazia a baila o granadeiro, tambem do tempo da entrada das empresas que foram divididas da portugal telecom em bolsa, e sobre a acusação real da inside trading, nada, tudo a fazer fumos ao lado, sobre blás de pressões políticas do governo e coisa que tal, e tudo isto, se a polícia e as justiça não fossem corruptas, era esclarecido num ápice, pois basta comparar, as contas dos quadros topo e as comprar e vendas de acção durante o período especulativo, liquido , este assunto, do mais liquido , se houvesse um justiça, que não se vergasse aos bandidos e assim se torna fora da lei

homem do oje o f o l kapa he tim da t rata eta t ra zorro do ia da primeira da ba ila do circulo do granadeiro, tambem do te mp o da en t ra ad a das em presas q ue do foram pt, di vi dida sd a portu gata de la tele do c on em bolsa, e s ob rea ac usa sao real da in s id e t ra do ding, na ad a, tudo a f az e rf f umo sao l ado, s ob re b l á sd e press o es poli tica sd o g ove r no do governo e co isaque t al, e tudo is to, ze a poli ca e as ju tiça n cão f os se em co r rup pt ase ra esca l rec id o nu prime rio a p ice, p o is ba sta co mp ar a ra serpenet das contas dos quadros top o e as co mp r a re eve en da sd e ac sao duran te o pe r id o es pe cu l tati vaso do circulo, li q eu do , este as sun to, do maís li q ue id o , se h o uve ss e um ju s tiça, q ue n cão se ver g ass e a os bandidos e as si m se tor na for ad a eli

uma foto da Tailândia dava hoje uma pista, que afinal o panda, não é mais do que o elefante disfarçado, pintado de panda, e remete focando a questão para os eventos do sudoeste asiático em dois mil e cinco, o grande tsunami

uma f oto da t a ila lan dia da ava homem do oje uma pi sta, q ue a fina al do circulo do panda, n cão é maís do que do circulo do elefante disfarçado, pi n t ado de panda, e reme teresa foc can anda a q eu s tao para os eve en t os do sudoeste as iat i co em do is m ile c inc o, o g rande ts un do am mi

Elephants painted as pandas are led on a walkabout in the Ayutthaya province of Thailand. REUTERS/Sukree Sukplang

Ou seja, circulo do ac da cel da ova do vaso di use seja, le ep p he ts pa in ted as pandas ar e led, l, di gi t al, leda, eva ad os, de don primeira do duplo vaso al ka ab circulo do vaso da cruz, em cruz do homem ingles A delta vaso tt homem da aya do pro da rov do vince circulo do forte da tailandia, rato re ue teresa do rato, serpente ss do bar do ra do uk rato ee, s uk p prime rio lan ang

Todos em fila com as trombinhas umas nas outras a sugerir uma outra espécie de comboios, que belos, os verdadeiros são, olha

Todos em f ila com as das trombinhas umas nas outras, a s u ge e r um a outra es pe cie de c om boi os, q ue b elos, os verde ad e iro serpente da são, do circulo do p rim mr ro do rol do home da primeira





















No yemeni , um aviao caiu, ao pe da ilha do arquipélago de comoros, que a mim me faz lembrar dragões, uma ilha com ligação histórica a franca

No y em eni , um avia circulo do ca io, ao pe da ilha do ar qui ip é lago de co moros, q ue da primeira mim me f az l em b r ar drago es, uma ilha com liga sao hi s tori ca a fr anca

Mor oni rato eu teresa ur serpente do traço ingles da An Air rb bus A 31 0 do traço do ingles dos 300 fr om Y em en w it homem 1 53 pe o p le on boa rato do quadrado inc lu ding do 66 French na tio na al s, c ra s h e din to t he sea as it a pp pro ac he d t he Indian Ocean, arc hi do chi p el a g o o f Co moros in b ad we at her e arly on T eu sd a y, o ff i cia l s sa id.

T he Co moro s co m pr ises t h r ee sm all v o l c ani c is lan ds, G rande Co more, Anjo ua na n d Mo heli, in the M oz am bic da ue da channel dos 300, br, kapa maior do ( 1 90, o do miles) nort h west o f Mada gás car anda primeira si m ila r d is t anc e east o ft he A fr i can ma in land.

Outra vez, o grupo 66 a aparecer depois de ter sido convocado pela palavra, historia das pontes caídas aqui e na américa, antonio costa da câmara municipal , o miles, que remete para a imagem do radio onde as colunas lembram as imagens da energia de uma campanha na tv portuguesa que alguns ainda certamente se recordarão, a energia que eleva, assim a minha mao faz na imagem ao acabar o tema da faixa dezoito, grau dezoito, oto, uma ralação com o grupo dos trezentos, br e grecia, a mada, com maga, italia, nome nas costas de um postal de um santo italiano, que agora está espreitando por um só olho, como um pirata, a gravura da menina que dança e que parece entrar no ceu, ou que terá entrado no ceu, talvez por ser arpoada por alguém, portanto a figuração de um falso santo, um santo dos piratas, o santo que trás o nome de francesco, de assisi, ou francisco , as da sissi, e lis boa en te rata par en te sis do p oto, o p el lo do el do elo do leo , o do porto, o pelo do porto, o p elo do porto

O u t ra ave zo g rup o 66 a ap ar e recer d ep o is de t re s id o c on v o cado p el a pal av ra, hi s tori ad as pontes ca id a saqui e na am erica, antonio costa da ca mara minu cip al , om das ile es, q ue reme teresa para primeira rai mage made ria do ra dio onda as das colunas, lem br am as i mag ens da enr energia de uma ca mp anha na tv portu gi es ac ue al gun s a inda ce rta em n te se rec o r d arao, ane r g ia q ue el eva, as sima min h da primeira da mao f az na i mage mao ac ab ro t ema da f aixa dez o i tom g r au dez o it o, oto, uma r la sao com o g rup o dos trezentos, br e g ra cia, am ad a, com o mag da, italia, no me nas co sat de um post al de um s ant o it al ina o, q ue agora e stá es pe rita anda por um s ó olho, com o um pi rata, a g ra v ur a da me nina q ue dança e q ue pa rece en t r ar no c eu, ou q ue t rea acento en t ra ad o no c eu, t alvez por ser ar p o ad a por al g eu em porta anta a fi f ur aço de um f al s o s ant o, um s ant o dos pi rasta serpentes do santo q ue t ra s o n om me d e fr anc es code as da sisi, uma bailarina e core ó g raf a portu gi es da primeira

Mais uma vez hoje aqui entraram e andaram a mexer em objectos

Ma si uma ave z homem do oje aqui en t r aram e anda ram a me x e rem ob js cruz cos

Neste momento na tv, uma imagem da grande senhora amada , muito amada, da dança contemporânea, que hoje se foi , a pina baush, mais uma sacrificada, com uma homenagem ao mega ferreira, assim agora aprece, wuppertal, feito no festival de cem dias, neus stick , quatro de abril, a estreia em noventa e oito, na véspera de meu aniversario

Nest emo men to na tv, uma i mage made ria da g rande s en hor a am mad a , mui to a mad a, da dança c one mp o ra ne a, q ue h oje se f oi , a p ina ba us h, mais uma sa v rif i ca da, com uma h om en a gema do circulo do mega fe rr e u ira, as si m agora ap rece, w u pp e rta al, feito no f es t iva l de c em dias, ne us s t li ck, q au t ro de ab r ila la e ts rei ana ave do vaso da es pera de m eu ani ver as ap os t lo serpente do rio, do car do primeiro do homem do circulo, o do porto

Ah grande senhora da imensa ternura atenta a tudo que é vida e viver, , sessenta e oito anos, é tempo curto demais para se ter ido em forma natural, assim o soube meu peito ao momento da noticia e o sabia desde já antes, por uam outra anunciação,

A home g ra ab n de s en hora da i m en sa ter n ur a a t en t a a tudo q ue é v id a é circulo do canal cortez viver, , se s en ta e o it o ano sé é te mp do circulo do pedro curto de ema maís para se te rato id do circulo em forma na a t ural, as si mo s o ub e me u pei to ao mo men to da not ti cia e o sa b ia de sd e j á ant es, por uam da outra anu uni doca do caçao,

E uma ligação aqui neste momento se desvela, pela data da véspera de meu aniversário, e um nome que emerge como um perfume da notícia anterior, anaan, ana do anan, do kofianan, ou seja com estrelas, a imagem da menina que sai das aguas da ilha tropical com o ovo negro no anuncio da motorola, que aparecera numa precisa noite dentro de um audi negro e prata ali em frente a capela mortuária da igreja de alcantara, numa das noites que ali fora jantar a casa dos dois iramos que parecem anões, e reparei na placa topominica, que se chamava largo de cinco de abril, a data de meu aniversario, a data da minha nascença.

E uma liga ac sao a qui nest e moe mn to se d es vela, p e la dat ad a ve es pera de me u ani ver a ps oto lo serpente do sario, e primeiro nome, q ue e mer g ue com o um per gume da ano do not da tica ante rato iro, anaan, ana do anan, do k o fia ana anan, o vaso da use seja com das estrelas, a i mage made ria da menina q ue sa id às arte rata do isco das aguas da ilha t rop pi c al com do circulo do ovo negro no anu un ni io da motor da ola, da onda, q ue ap ar e cera nu ma pr e c isa no it e den t ro de um au di negro e p rta al i em fr en te a cp a cap el mor tua ria da i g rea j ad e al can tara, nu ma das no it es quadrado da eu al i for a j anta ra ac asa do s d o is iram os q ue par e em ano es, e r ep ar rei na p l aca top o mini ca, q ue se c ham ava l argo de c inc ode abril, ilha da primeira dat, a de meu ani niver ap os t l o serpente da saria, a dat a da min home da primeira na sc ença.


T he Paris do traço ingles do mar se da ille do traço do publico, do suplemento, Y , em en leg do lego do circulo do ft he Y em eni a for mula one i g h t w as for mula one fl, o w n b y e Air bus p rie mr ia ad do doc , a ave sica . In s ana a, t homem do os e p ass en ger sw home do circulo do we re ref for mula one y ing on tot he co moro sc homan ged on to a sec on quadrado do Y em eni a p l ane, t he A 31 vaso vao da prime ria sis cat hat circulo do ra serpente he do q au dr ad circulo.

S ana anaa, aqui está a chave , chamo anam, pois a rapariga é com ele parecida, bem
como com outro recentemente convocado de novo pela palavra, o friedman

s am ana anan cu da cida friedman

S ana anaa, a q w u i e stá ac h ave , c ham o anam, p o isa ra pa rig a é com el e pa rec cida, b em com o com outro rec en te am nete c on v o cado de n ovo pe la pal av ra, o friedman

Vejo a pina bausch, acendendo cigarros uns atras do outros, seus gestos, sua forma de atenção pousada, e nela me revejo, my babe is gone, assim canta a canção na dança, pois nele vi em seus olhos a tristeza,

Vejo, at ra j om delta a ab home de os sat cruz rato

Vejo primeira da ap do p ina b au sc home do ac en dn d c si garo do circulo do primeiro at ra sd o outro, se us g es to s, s ua forma de a t en sao p o usa sada, e bn e la me r eve jo, m y b ab e is g one, as si em can t a ac e sao na dança, p o is bele vi em s eu s ol home do os sat cruz rato is teresa za,

Jamie foxx, na gala de homenagem, fazia o passo famoso de michael jackson, recuando como se estivesse no mesmo lugar sobre um padrão de chao de luzes, como o que eu relembrara no vídeo, e quando seu pé, sobre um quadrado de luz passa, como que se engana, no movimento, mais parecia assim mostrar, o bico do quadro da luz relacionado com os tapetes de luz conectado como som, e um outro pormenor em seu dizer, apontava o grupo como sendo os porcos abusadores das crianças, portanto à luz das minhas ultimas palavras sobre este assunto, remetendo ainda para as amoreiras e para a loja do imaginário e luz, como lugar, um lugar perto de benfica, onde recentemente as letras davam conta de uma festa, uma festa com meninos do colégio militar numa casa em benfica

J am ie f ox x, na gala de h om mena ge m da torre, f az ia o p as sp f am os o de mic ds primeira hel j ac kapa do s on, rec ua ando com o se est iv ess en o me ms o lu g ar s ob re um padrão dec homem primeira da ode das l uz es, com oo q ue eu re l em br rf ar ano v id é circulo, e qua ando s eu p é, s ob re um qua dr ado de l uz p ass a, c omo q ue se en g ana, no mo vi em n to, maís par e cia as si m mos t r ar, o bi cod ba ac calhau, do circulo do qua dr da prim mr ria do circulo da al uz re la cio n ado com os tap pet es de l uz c one nec t ado com o s om, e um outro por m en o rem s eu di ze r, ap pao n t ava o g rup o com o s en do os dos p orcas ab usa dor espanhóis das c rina ina aças, , p o rt z an tp à luz das min homem do a s ul t imos ap al av r ss ob re e te as sun to, reme t en do a inda para as amo rei das iras e para a p rie mr ia loja do ima gina rio e luz, como lu g ar, um lu g ar per to de benfica, onda rec en te mn te às letras da ava vam da manha, conta de uma festa, uma festa com me nino s d o c ole gi o mol it tar da ar nu ma c asa em b en fi ca

Gala, ressoa tambem aqui em lisboa, na gala das sete maravilhas do mundo, que foi aqui abordada, e dos fios que depois se manifestaram nesse seguimento, um deles na calçada do poço dos negros, que apontava para abusos, feitos com muito álcool

Gal ar esso a tambem aqui em lisboa, na gal a das sete mar a vaso ilhas do mundo, q ue f oi a qui ab o rato dada, e dos fi do os q ue d ep o is se am ani f est aram ness e se gui men to, um del es na calçada do p o ç o d os negros, q ue a pao n t ava para ab us os, fe it os com mui to al co circulo do p rie mr io de dezembro

Uma outra estranha linha sobre o michael, aflorava nas ultimas noticias, primeiro tinham dado conta que alguns dos seus filhos, foram feitos por inseminação artificial, e nos modos como inicialmente fora dito, pressuponha-se que o semem fora o dele, agora aparecia uma nova linha, dizendo, que o semem, não era o dele, o que é deveras estranho, e se não é dele, porque razoa, e de quem é

Uma outra da est ra anha da linha s ob reo mic homem da primeira do el, a flor ava nas u l t imas not ti cia sp rim e iro tinha do ham do dado conta, q ue al gun sd os se us fil home do os, for am feit os por in sim mina ina sao art ti fi cia l, e nos mod os com o inc ila la am que mente for primeira do dito, pr ess up on h a do traço da inglesa sec da ue do circulo do semem fora o dele, agora ap ar e cia uma n ova linha, di zen do, q ue o semem, n cão e ra do circulo dele, o q ue é d eve vera s ester rn h o , e se n cão é d el e, por q ue r az o a, e de que mé
Semem real, ou semem figurado, como dizendo que determinado acto não fora da sua autoria, provavelmente aquele pelo qual fora condenado e morto,

Semem do real, sergio, o u s e me maior do figu ra ado, com o di zen do que de te rato minado acto n cão for ad a s ua au toi ra, por v ave le mente, aquele p elo q ual for a conde dena ad o e emo mor do to, cruz do circulo

Como a todos disse, no vídeo, escutara eu, pelo espirito, alguém que dizia, era pela criança que se ia, e enquadrei este escutado, que assim nestes termos chegou, na historia que os media de novo fizeram emergir, sobre um dos episódios da sua vida, que nessa altura tambem em vídeo comentei

Com o da primeira de todos di s s en o v id é circulo, es cu tara eu, p elo es pie to, al gume q ue di s z ia, e ra pe la c r iança q ue se ia, e enca qua d rei este es cu t ado, q ue as si m nest es te r mos s ar g en toc he g o un primeira historia, a q ue os dos media de n ov fi ze ram e mer gi r, s o b r re um dos e pi s o di os da s ua vaso da id da primeira, q ue ness a al tura t am b em e maior vaso dide id é circulo do com en te i

Sempre que oiço falar em roubos de semem, me preocupo, a atender, ao que tenho descoberto sobre estes assuntos relativo tambem à minha pessoa, a vizinha, que curiosamente ontem me cruzei na rua depois de longa ausência sem a ver

Se mp rec do q ue o ilo fa al rem dos roubos de semem, me pr e o cup o, aa a t en der, a o q ue t en h o d es co berto s ob re est es as sun to s re la t ivo t am b em à min home da primeira da pessoa, a vizinha, q ue cu rio sam am que mente on te maior me c ruze ina rua d ep o is de long a au s ên cia serpente da ema ava ave e dos caralhos do rato

Depois de abrir em sorte o paradigma perdido de edgar morin, de novo ele voltou a minhas maos, a partir de uma leitura de uma linha que tinha aflorada, quando da que aqui entrou em texto anterior, uma que dizia , mas isso é toda uma outra historia, assim de novo o folhei, e foi parar a umas outra estranhas linhas pelos sentidos outros, alguns que parece que se encaixam em outras linhas mais antigas das vertentes do mito associadas a esta história, ou seja da história do mundo, em traços gerais nestes últimos anos, e em particular, encaixava em sequência, na imagem da aranha que saia das aguas do tejo, nome tambem de rio italiano em roma

D ep o is de ab r ire m s orte o para di gm a ped r dido de ed g ar mor in, de n ovo el e v o l to ua min h as maos, a p art tir de uma leitura de uma linha do q ue da tinha a flor ad a, qua anda da q ue a qui en t ro u em te x to ante rio rum, a q ue di z ia , mas iss o é toda uma o u t ra hi s tor ia, as si made ria de no do ovo o f ol he i, e f oi p ar a ra uma serpente da outra est rato das annas das linhas, p elos s en t ido s de outros, al gum ns q ue pa rec ee m q ue se enca ix am em outras linhas maís anti gás das verte en t es do mito as soci ad as a e sta hi s toi ra, o vaso use seja da hi s tp pira da ira do mundo, em t ra aço s ger ia s nest es sul t imo s ano se em p art ti cu al r, en ca ix ava em sec ca non, dao, eu en cia, na i mage made ria da ar ana home do q ue s aia das aguas do tejo, no me t am b em de rio, o italiano em roma

Pagina noventa e tres, uma precisa indicação de grau e um ano, ano do oi, in p u to u tp u t, onde leio o primeiro do a spa serpente sapiens do traço ingles demens arte do rato do isco, soci us faber, lo quens, , o primeiro, e um estranho sub titulo de seguida, que se pode ler, como quem afirma ou pergunta, o que se passou, ou melhor, numa determinada sepultura, acontecimento que leva a morte, que traços são nela visíveis, que assinatura, a formulação no livro , é em foram afirmativa, e diz, o que diz a sepultura,

Pa gina do ano de noventa e tres, uma pr e cisa indica caçao de g r au e um ano, ano do oi, in p u to u tp u t, onda le io o prime iro do a spa ser e pn teresa sa pi en sd o y t ra do aço ingles demens, dos demónios, arte do rato do isco, soci us f ab e rato dez primeiro do circulo quens, , o prime iro, e um est ra anho serpente do ub titu lo de se guida, q ue se pod e ler, com o q eu em a firma o u per g un tao q ue se passou, ou mel hor, nu ma de te rata minada se p u l tura, ac on tec cie mn to q ue l eva p rie mira am orte, q ue tacos aços acs são ne la v isi vaso e is, q ue as sin a tura, a for m au la sao no l iv ro , é em for am a firma t iva, e di zo quadrado da ue di za s ep do vaso do primeiro da tura,

Ou seja pelo que se desvela, parece então dizer que o corpo encontrado, tem marcas de tacao, ou seja, furos

O vaso do use seja p elo q ue se d es vela, pa rece en tao di ze rato q ue o corp circulo en c on t ra ad o, te maior mar cas de tacao, o vaso do use seja, f ur os

Masi se abriram meus olhos, por o texto falar aqui precisamente, dos túmulos mais antigos que conhecemos, neanderthaleses, segundos, descobertos no iraque onde os pólens, imagem múltipla, de pós contra as baratas tambem, que pelo polem , nos da conta que os túmulos, correspondem a uma ideia de protecção de cadáver, que poderiam ter sido simplesmente abandonados previamente a alguma distancia da tumba ou mesmo lançados à agua, o que pode surgir a presença de atos de canibalismo, como de igual modo os furos, um qualquer ritual de vampiragem, e que o cadáver no iraque se encontrava deitado num leito de flores, monte carmelo, capelas dos santos e monte circeo, são as referencia ainda nesta pagina

Ma ss serpente ise ab br iram me us o l h os, por o te x to f al ar a qui pr e cisa sam am que mente, do s t um mulos mas anti g os q ue c on he c emo s, n e ande rt h al es e serpente da se gun do s, d es co be r t os no iraque onda os ol en s, ima ge maior mul t ip la, de p ó s c on t ra as baratas tambem, q ue p elo poe lem , no s da conta, q ue os t um mul o r, co rr e ps on de ema uma id i e ia de pr tec sao d c ad ave rato, q ue pode r iam teresa s id o simples mente ab ban dona ad os pro ov via am maior nete a la gum a di s tan cia da t um ba o u me sm o lan ç ad os à agua, o q ue pode s eu g ira pr es ença de atos de c ani bal is mo, c omo de i g ual mod o os dos furos, um q ual q eu r rit u al de van p ur rta rage me q ue os c ad ave rato no iraque se en c on t r ava de it ado nu prime rio lei to de flor es do monte car melo, cap el as dos santos e mon te c irc ce o, são as refer en cia a inda nest da primeira pa da gina, dag ina

Ora a mim pelas sortes calhara abrir a rosa dos ventos do mundo neste dias, o primeiro poema que me saiu , foi o martelo de thor da Escandinávia, que assim começa em seu inicio a reza,

O ra da primeira mim p el as s orte s calha ra ab r ira rosa dos v en t os do mundo nest e dias, o prime iro poe ema q ue me sa io , f oi o mar elo de t hor da es can dina cia, q ue as si m c om cea cortez, em seu in nico circulo da primeira reza,

Anda thor de havsgaard
Cavalgando pelas verdes pradarias
Perdeu o martelo de ouro
E muito tempo passou sem ele o encontra

Assim se vence a resistência da mulher altiva

Um dia thor de havsgaard
Disse ao irmão
Vai a norrenfjeld
Para lá do mar salgado

Anda t hor de h a v sg a ard C ava l gan do p el as verdes pr ad arias per d eu o mar telo de o ur oe mui t te mo i p ass o u se me leo en c on t ra As si m se v en ce a r es sie t en aida mul her al t iva Um dia t hor de h a v sg a ard Di s sea o rim a iva ia nor ren f je l dp para kapa l á do mar do salgado

E ao lado, uma anónimo do sec xvi, do reino unido, que assim reza

E aol ado, uma ano do nó nimo do sec x v i, d o re u ino u nid o, q ue as si mr e za

Amor, não sei quem
diria amarga a tua doçura
o teu sabor delicia
como o da fruta madura
casa onde a alegria habita
hora mil vezes bendita
contigo exulto
quero-te assim, qual tu és
meu coraçao a teus pés
rende-te culto

A mor, n cão see q eu em di ria am marga a t ua doç ur a o t eu s ab o r deli cia com oo da fr u ta mad dura c asa onda a al e g ria h ab ira hor ami l v e ze s b en dita c in t u gi e x u l to q u ero do traço da inglesa te as si m, q ua l t u é s m eu co ra sao a te us p é s
da ren de do traço da inglesa te cu l to

até parece a menina bullock que muito ando a ver neste últimos dias, numa linha da porposal, que até lhe digo, menina que vi uma assim muito parecidinha com a menina, em ponto mais pequenino, mas não deixando por isso de ser muito belinha, de cabelos negros escorridos em largos caracóis, que belo ao olhar, que meu coraçao até fez por dentro ah, hoje ao sair dei com a menina ali num mupi de joelhinhos com ar de gatinha malandrinha olhando quem passa, a propor casamento com anele e tudo a um rapaz que tambem olha assim de lado, coisa rara e estranha, nem se precisava de por de joelhos, a não ser que fosse por outras belas razoes, se me entende e sem ofensa, que se existisse teria que existir na sua bela cabeçinha onde moram os seus pensamentos

a té pa rece a m en ina bul ll lock des primeiro do circulo ck, que muito ando a ver nest e u l t imo s dias, numa linha da por rp os s al, q ue a té l he di g ome nina q ue vi uma as si m mui to pa rec id in h a com da primeira menina, em ponto maís pe q eu nino, mas n cão de ix anda por iss ode ser mui to belinha, de cab elo s negros es co r rid os em l argos caracóis, q ue b elo ao o l h ar, q em eu cora sao a té fez pt d en t ro a homem , h oje ao s air de i c om a m en ina al in um mu pi de joe l h in h os com ar de ga tinha m al lan d rinha aol home da anda quadrado do vaso em p assa, a pro da rop da p da roc as am en toc om ane le e tudo a um ra ap z q ue t am b emo l h a as si made ria de l ado, co isa rara e est ra anha, ne maior se pr e cisa ava de por de joe l h os, a n cão ser q ue f os se por o u t rr as be la s r az o es, se me en t en de e se m o f en sa, q ue se e x is ti ss e te ria q ue existir na s ua be la cabe cinha cortez da onde maior mora ram os se us pen sam en t os

eu se a visse assim ao pertinho e paradinha, tambem de joelhos certamente lhe renderia homenagem, he, he, he, que gosto muito daqueles olhinhos e daquela cena , tipo skate a dois com beijo no final depois de derrotar o terrorista, onde beija o belo rapaz da matrix

eu sea vi ss e as do simao, pet do tinho e para da dinha, tambem de joel home do os ce rta em n te primeiro he ren de ria home do om mena ge, da menage, made ria he, homem e, home é quadrado da ue gato do os to mui to da q u eels o primeiro homem in home do o s e da quadrado da ue la c en a , t ip os kate a do is com ob e i jo n o fina l do quadrado da ep do circulo do is de der rato da ota aro doc irc uk lo do terrorista, onda bei j a ob elo ra p az da mat rato ix

e muito bom é gostar do outro como ela é

mui t ob om é g ostra do outro com o e la é

quiros da espanha por baixo ainda diz,

o já passado me fere
o presente me desola
só o porvir me consola
de em nada eu consolo ter
no esperar eu o vejo
que menor mal é matar-me
que viver para lembrar-me

quiros da es p anha por ba ix o a inda di zo j á p ass ad o me fer e o pr es en te me d e sola s ó o por vi rato me c on sola de em n ad a eu c on solo ter, no es pera r eu do circulo da p do vejo, q ue me n o rato m al é mat ar do traço da inglesa me q ue do viver para l em br ar do traço da inglesa ne

e se continua este poema, deixe me dizer que tem sempre melhor remédio, bela sandra, alias se vê que a menina aproveita bem a vida em forma alegre, assim se vê em sua face

e se conti nu a oeste poe ema, de ix e do ponto da .me, di ze rato q ue te ms em pre mel hor reme di o, be la sandra, alias se eve q ue a menina ap por v e it ra b ema v id a em forma do alegre, as si m se eve em s ua da face

eu só lhe vendia aquela camisa do meu amado
se ele plantasse o adro da igreja de são david
com todas as ervas que ao al longo dos anos o povo pisara

e desta maneira para mim guardei aquela camisa
que veste o corpo do moço que eu amo mais que a ninguém

e de sta mane ira para mim g ua r de i a q eu la ca misa q ue v esto o corp o do m olo q ue eu am a om mais q ue a nin g u em

assim termina nesta pagina o poema que vem da folha anterior, do amor da lavadeira celta inglesa que estava a lavar debaixo da ponte da minha aldeia, na ,mao o pau de bater a roupa, lavrado a oiro, por baixo do pau estava a camisa do meu amado,

as si em ter mn ia nest a p g aina do circulo pema, q ue eve made ria da folha ante r iro, fo amo mor da l ava de ira celta inglesa elsa q ue e stav a al ava ra aro de ba ix o da ponte da min homem da p rie mr ia da aldeia, na ,mao o p au de bate ra ro up a, la v r ad o a oiro, por ba ix o do p au e stav a ac am isa do me vaso do amado,

vê, como é belo lavar-mos assim p pau e os montes das camisas de nossa mais amado ou amada

v ê, com o é b elo l ava ar do traço ingles do mos as si mp pau e os dos montes das ca misa s d e n os sa mais do amado o ua mad primeira

antes talvez, deste poemas deste transito, da lua que vai crescendo no ceu, me aparecera do shijing livro dos cantares da china, o senhor do machado da luz,

ant es t alves d este poe ema s de ste t ra n si to, da lua q ue eva i c r es c en do n o c eu, me ap ar ee d ra do shi j ing l iv rod os can t ares da china, o s en hor do na ac h ad o da luz,

corações cortados
nós- garras e caninos
do rei-
por que nos lançaste em desgraça
general?
Sem tecto nem destino

Corações sangrados
Nós- guardas e colmilhos
Do reil
Porque nos lançaste em desdita
General?
Sem fundo sem fim

General
Sem tino nem ouvido
Que fizestes?
O cadáver das maes
Sem filhos
Cozinha

Mil e mil e seiscentos ac

Vc do circulo do ra da al do circulo do es co rta do serpente dos nós do traço ingles das garras e can ino serpente terceira do circulo do rei do traço ingles do por quadrado da ue nos lan circulo de cortez as teresa em d es sg rato da aça do gato ene ra primeiro da foice, serpente em tec t one made ria quadrado do es tino cora ç o es san g ra anda serpente sn nós do traço ingles dos g u ard as e co primeiro dos milhos do rei l por quadrado da ue nos lança s te em qia dr ado espanhol da dita G ene ra ç da foice, Serpente em fun d os em fi maior mg ene r la serpente em tino ne mo vaso duplo id do circulo do quadrado da ue fi ze de este, serpente da foice do O c a d ave r da s maes S em fil home do os C oz in h am ile mi ile seis c en t os ac italiano

Serpente dos cadáveres das maes, são os filhos, milho, remete para imagem da ceifa da carroça da foice larga, parece isto apontar beslan

Ser pente dos c ad ave r es das maes, são os fil h os, milho, reme te para rai mage made ria da ce i j a d a d a car da roça da foice l arga, par ce is to ap on t ra bes lam primeiro da am

Domingo vinte oito, a data do começo deste texto,

Ontem pelo nascer do dia abrira o collins, belo pequeno dicionário que sempre tanto me fala, abro-o como de costume em sorte, a ver o que ele desvelava, e assim nele li,

On te mp elo na sc ser, do dia ab br ira do circulo do collins, b elo pe q eu en o di cio na rio quadrado da ue da se do mp re ant tome do fala, ab br circulo do traço do ingles do circulo do com da ode cos cruz prime rio e em serpente orte, primeira ave ero quadrado da ue el e quadrado da espanhola vela ava, e as si mne le li

Rea di ness, mr maio reading, lei tura, rea ad just,

Terceiro do sessenta e nove, cobra do laço do washington, o olivetto, o da pub, rabbit da house dos coelhos, a as w cz , circulo invertido, pt circulo do forte do segundo, l aba ar w ash,

A meta pergunta que nele aparecera, era, a de alguém que perguntava


A met a per gun t primeira aqui do q ue ne le pa ar ce ra, e ra, a d e al gume q ue per gun t ava

É a descida do reino?

É primeira da ad d es cida do re ino da foice

Ah Amados, cansado estou eu de a todos sempre relembra, que o reino habita em cada Um e no Lugar, e está Sempre Presente no Eterno, e que quando assim oiço perguntar, oiço e vejo antes de mais a duvida no peito de quem assim o pergunta, e como na duvida, Ele pode Estar e Ser

Primeira do homem am ad dos mad do os dos can sado es to vaso do eu de a todos se mp re rato, el em br primeira do qui aqui do ue do circulo do re ino, primeira do home da bit primeira em circulo da ad a um, e no Lu g ar, e é stá se mp rato e Pr es en teresa no E do terno, e quadrado do vaso do quadrado da qua anda as si mo oiço per gun tar, oiko cortez e vejo, br, ant espanhola de ema maís isa du vaso da id da primeira do ano pei to de q ue ema b serpente si mo per gun ta , e circulo do omo na du vaso da id da primeira, El e pode Es star e ser

Continuava ontem arrumando os livros quando uma revista da antiga colecção do falcão, me saltou aos olhos, na realidade, creio que é o único exemplar que está na estante e talvez mesmo em toda a casa, mais um pedaço da id, se junta então ao tal falcão,

Conti nu ava on teresa m ar rum anda serpente do circulo dos livros, qua anda uma da revista da ant tiga cole sao do f al cao, me s al to ua os olhos, na rea li dade, c rie do circulo do q ue é o único e x e mp l ar q ue e stá na est ante e t alvez me sm o em toda da primeira dao circulo c asa, maís um peda aço da id, se j un ta en tao a circulo da cruz al f al cao,

Setenta e dois, ou sete segundo provavelmente nascido em setenta e dois, leia neste numero , o sino da santa cruz

Set en t a e do is, o vaso use do sete segundo pro ova ave le lem n te na sci id o em sete en t a e do is, lei primeira da ane nest da mu do maior ero , circulo do sin, o da serpente da anta da cruz

Na capa, dois soldados, calças vermelhas e casacas azuis, um em cima de o outro, de quatro patas no chao, em cima de uma laje, rachada, que masi parece pelos elementos do desenho, que remete para o delta do tremor de terra, de um tremor de terra, , dois x são visíveis pelas correias que trazem nas costas e no peito, o outro em cima agarrado a uma corda como se tentando subir a uma torre, que está assim como meio quebrada, a tal torre, dos sinos, mas os símbolos que no desenho se vêem remetem para os astecas, circulos, como um piano, e circulos radiais, e ainda um mascara, dos sapatos castanhos meias brancas, calças vermelhas, e casaco azul com x negro, como se fosse então franceses

Na capa, do is dos serpente do circulo do primeiro dos dados, c al ç as ver ml home as da ase dos casacas azuis, um em c ima de o outro, de q u t ro pata sn o cha o, em c ima de uma da laje, acores, rac h ad a, q ue ema si par ce p elo s el em n t os do de sn h o reme ne r para doc ir c vaso do loo delta do tremor de terra, de um tremor de terra, , do is x são v isi vaso e is p el as correias q ue te ze mna ser p ene net s dos costas e no pei to, o u t ro em c ima a g rr ad o a uma co da c omo se t en t anda s ub ira uma torre, q ue e stá ss em com o me io q eu bar da, a t la torre, dos sin o as, masos s im bo lico s q ue no de s en h o se eve me reme teresa maior para os az tecas, c irc u l os, com o circulo do prime rio do pi do ano, e circulos ra dia sis, e a inda um mas cara, dos sapa patos cas tam h os me ias br ancas, c al ç as verme l h as, e ca saco az u l com x negro, com o se f os se en tao fr anc e serpenet espanhola

No chao rachado em delta, com linhas isometricas, de diferentes altitudes com a sugerir terra alta ou montanhosa, um cone de pedra como um monte , escuro é a principal referencia, com dois pedras castanhas em distancia distinta , uma como se suspensa numa ravina, ou seja uma situação que meteu derrocada de terras, e fumos, ou seja géiseres, com géiser,

No ca home do circulo ar rac ac h ado em delta, com l in h as is o met ric as, de difer en t es ak l titu d es com a s u geiro terra al tao u mon t anho sa, um com e de pedra com do circulo do pr rie mr io monte , es curo é a pric ni pal refer en cia, com do is pedras cas t anha s em di s tan cia di s tinta , uma com o se s us pen sa numa ra v ina, o vaso suse seja uma si tua ac sao q ue met eu der roca ad a de terras, e f umo s, o u seja ge ise rato serpente do com ge ise rato serpente ss,

A primeira estranheza da leitura se dera, num texto, um pequeno texto que falava de um sacrifício triplo que seria feito ao deus e que se a forma fosse correcta o deus pagaria, vejo, o primeiro que caiu nesta rajada, ao mesmo tempo de uma outra mulher, e meu coraçao esperava para saber quem seria o terceiro, acabei de o saber ontem à noite, masi uma mulher, uma bela mulher que morava em meu coraçao,

A prime ira est ra anhe za da lei tura se d e ra, nu primeiro te x to, um pe q u en o te x to q ue f al ava de um s ac rif í cio t r i p lo q ue se ria fei to a o de use q ue sea da primeira forma fosse co rr e cta o de us pa gar ia, vejo, o prime iro que ca io ne sta ra jad a, a o me sm o te mp o de uma outra mul je rem eu co ra sao es pera ava para s ab e rato q u em se ria o ter rc e iro, ac ab bei de o s ab e r on te ma no it e, ma si uma mul her, uma be la mul her q ue mor ava em me eva vaso do c do circulo do onze da racao,

Masi uma vez as mesmas linhas nest dialogo em espirito com o cabra dos espectros que diz basicamente duas coias, a primeira alma por alma, a segunda que fala dos sacrifícios e de levar as gentes para debaixo da terra, filho da puta, sem rosto, eu te esconjuro de vez a que te desveles por todos os símbolos que no mundo existem, de forma ate prender por toda a eternidade, assim fazei Cavaleiros e Damas do Reino, em nome do Amor e dos Inocentes e da Salvação, e protegei sempre a quem ameis

Ma vaso si uma ave vaso zorro as me sm as linhas nest ia l ogo em es pie to com do circulo do cabro, cabrão do cabo, da ca br a d o car ro ca ib ro, da rop da primeira dos espectros, q ue di zorro ba sic am que mente du as co ia sa da primeira alma, por alma, a se gun da q ue fala dos s ac ri f i cio sed e le vaso ra as g en te s para de ba ix o da terra, fil homem do circulo da puta, s em ros to, eu te es c on j ur ode eve za q ue te d es vele es por todos os s im b olo s q ue no m un do e x is te made ria de forma da primeira te pr en der por toda a e t r eni dad e, as si m f az e i c ava e li rose das damas do r e ino, em no med o Amo red os Ino c en t es e da S alva sao, e pro te ge i se mp rea prime ria q eu em am e is

Mais um cio montado, já o espirito me desvelou, ser por parte da tal puta da estrela, e mais uma acusação nas trovas do vento anónimas e sem rosto, plenas de iscos distintos, tenho de novo que te levar a este lugar ou a este acontecimento, puta que vos pariu, que eu sou um Ser Livre e vou onde quero, se quereis que eu vá a algum lugar, o dizei em forma frontal, com vossa face frente à minha, seus caralhos pedofilos e terroristas de merda, que sabeis das manhas todas, morrei, que o inferno vos seja quentinho

Mais p rie maior mr rio do cio do montado, j á o es pi rito me d es velo lou, ser por p arte da t al puta da estrela, e maís uma da ac usa sao nas t rova s do v en to ano nima se se em ros to, p lena serpentes de iscos di s tintos, t en home do circulo ode n v o q ue teresa l eva ra este lu g ra o ua este ac on tec cie mn to, puta q ue vaso do os pari u, q ue eu s o u um Ser L iv re e v o u onda q u ero, se q eu reis q ue e u v á a al gum lu g aro di ze i em forma fr anta l, com v os sa face fe rn teresa à mina home, se us cara alhos pedo fil os e te r ro rita s de merda, q ue s ab e is das manhas todas, mor rei, q ue o in fer no vaso do os seja quadrado da un, tinho

Levantei as Espadas do Coraçao e do Espirito , Erguei-as bem Erguidas para de uma Vez Levar estes Caralhos de Vez da Terra, e Pelo Espirito Aqui Ordeno Que As Faces dos Espectros Cobardes, Todas Se Desvelem

Ouvira eu pelo espírito ser uma questão da sutura, qual sutura, ficara eu a pensar, que linha de espirito é esta que agora chega, como a dizer que estas desgraças são fruto de uma sutura, e qual e feita quando, e por quem e porquê

O u vaso do ira eu p elo es pei r to do espectro, ser uma q ue es tao da s u tura, q ual s u tura, fi cara eu a pen sar, q eu linha de es pit io é e sta q ue agora c h ega, com o a d i ze rato q u ee e sta s d es g r aças são fr u to de uma s u tura, e q ual e feit a q ua ando, e por q u e me por q u ê

Depois no documentário da pina bausk, a resposta vinha numa linha do bailado, um rapaz que se aramava a uma rapariga como se estivesse na praia punha creme crime solar, a partir da sua perna esquerda até ao fim do braço esquerdo, ali estava a imagem, uma imagem que remetia pelo desenho, para aveia cava, a ressoar na imagem do burrinho no meu leito que eu cosera um dia, não muito ido, no jardim depois de gravar este ultimo vídeo, o sessenta e um, li, a arte do rato do isso é o macaco do lido, cin ema, das cruz int as da ema, t int serpente do quadrado do sete invertido, o espirito me disse que a amy, que é tambem imagem da magda primavesi do klint, e que agora ao ali estar de nov, me parecia ser tambem a imagem da rapariga que viera em dia recente com um papel na mao ao lado do poirot e das roupas femininas que alguém por ali deixara, e li no espirito , é a segunda estrela dos ténis da dolce e da garbana, gata ar r e b da ana, a ana , a borboleta branca da palmeira da rainha do tejo, assim uma me mostrou, ao momento, depois, me mostrou ainda o jarrão do boca que sopra as flores do vento, desta vez dobre as flores violetas que em dia recente apanharam chuva e ficaram como que vergadas, e no regresso a cas, a sutura que falava alguém pelo espírito , dizia ser a feita em noventa e dois, ou seja visto agora qui ter aparecido solar, e crime, a sutura, que esta besta fala, é a morte do solar, a sagração da primavera, um bailado que tambem pina fez em lisboa na gulbenkian, onde eu a conheci, e a comecei a amar em pessoa

D ep o is no du men tá rio da p ina ab au s ck, a r es posta vinha nu ma da linha do bai lado, um ra p az q ue se ar a qui m ava a uma rapariga como se est iv ess en a p rai a p unha c reme crime solar, a p art o dd a s ua per na esquerda a té ao fi made ria do br aço esquerdo, al i e stav aa i mage maior, uma mai mage made ria q ue reme tia p elo de s en hi, para ave ia c ava, ar esso ar na i mage made ria do b ur rinho no me u lei to que eu cos e ra um dia, n cão mui to id o, no jardim d ep o is de g ra vaso da ar de este u l t imo v id é circulo, o se s senta e um, li, a arte do rato do iss o é o ma ac caco do lido, c in ema, das c ruz int as da ema, t int ser pente do quadrado do sete invertido, o es pi rito me di ss e q ue a am delta, q ue é t a m bem a ima mage made ria da maga d a prim ave si do k l inte q ue agora ao al i es star de n ov, me par e cia ser tam b ema mai mage made ria da ra pa riga q ue viera em dia rec en te com um pap el na mao aol ado do poi ro te das ro up as femininas q ue al g eu m por al id e ix ra, e li no es pi rito , é a segunda estrela do s t en is da do l ce e da g a rb ana, gata ar r e b da ana, a ana , ab o rb o l eta br anca da pal me ira da rei n h a do tejo, as si m uma me mos t ro ua o mo men to, d ep o is, me mos t ro ua inda o j ar a o do boca q ue s opra as flor es do v e t no, d esta ave z do br e as flor es viol eta s que em dia rec en te ap anha ram c h uva e fi caram com o q ue ver gadas, e no r e gre ss o ac as, a s u tura q ue fal ava al h g u em p elo es pei it o , di z ia ser a feit a em noventa e dp os, o vaso do use seja vi s to agora qui teresa ap ar e c id o sol ar, e c rime, a s u tura, q ue e sta best a f ala, é a m orte do sol ar, asa g raçao da prima ave vera, um ba ila ad o q ue t am b em p ina fez em lis boa na g u l ben k iam, onda eu da prime ria do ac c on he cie a com e ceia cortez am mar em pessoa

L eva ban teia serpente das Es padas do Co raçao e do Es pi rito , E r g eu i do traço ingles do as b em E r guida s para de uma aVe zorro do L eva rato do estes, cara dos alhos de eve zorro da Terra, e P do elo Es pi rito p rie mr iad o qui aqui , O r d en o Q ue As Faces dos Es pe c t ros C ob ard es, Todas Se D es vele le lem

Continua em Palavra e Imagem






elementos da id do falcao,


el le lem men gt os da id do falcao,


e da menina envolvida na queda das torres, a que de lá sai depois do fogo,


e da me nina em v circulo do prim rio ida dd ana queda das torres, primeira aqui do que de lá acento sa id ep o is do fogo, forte do duplo circulo do falo do gato cravado na terra


e outras id, envolvidas em muitas outras desgraças


e o u t ras s id en v o l v id as em mui t as o u t ra sd es sg ra aca cortes às serpente