sexta-feira, julho 03, 2009

Outra das linhas do chamado espectro, à falta de melhor nome, que tambem apareceu nestas ultimas que já te contei no ultimo vídeo, rezava assim, só pararei quando me deres um novo mundo, como a desvelar uma outra face e motivo de acção de quem assim pelo espirito diz, que me recorda uma linha de um canção, de uma bela rapariga que diz, ser a maior jogadora, e que tudo aposta, apostar num mundo novo, é sem duvida uma bela aposta, a questão e a divisão das aguas, é e sempre será uma mesma, o modo de o fazer, e a pedra base, que o Reino, é um Reino do Amor e que por Ele e Pela Paz só assim se pode chegar, e nem aposta é termo correcto, digamos que é uma necessidade imperiosa, face ao descalabro a que se chegou e onde ainda se vai

Outra das linhas do c ham mad o espectro, à f al t ad e mel hor no mec ue t am b em a ap rec eu nest as u l t ima s q ue j á te conte ino u l t imo v id é o, r e z ava as si m, s ó pa ra rei qua anda da me der es um n ovo mundo, como a d es vela ar uma outra da face e mo t iv o de ac sao de que em as si m p elo es pei to di zorro, q ue me record a uma linha de um can sao, de uma be la ra p riga q ue di z, se ra maio r jo gado ra, e q ue tudo ap posta, a ps ota rn um mundo n o v, é se m du v id a uma be la ap posta, a q eu s to a e a di da visão das aguas, é e se mp rese rá uma me sm a, o mod ode o f az e rea primeira pedra base, q ue o Reino, é um Re ino do Amo r e c ue por El e e P el a P az s ó as si m se pode cha gare ne maior ap da aposta é te r mo co rec to, di g amo s q ue é uma necessidade i mp e rio sa, face a o d es cala br o a qui da ue se c he g o ue da onda a inda se eva e





A rapariga loira de cabelos encaracolados, que vira nesse fim de semana a chegar à cas de goa com o senhor da camisa de padrão vermelho e branco, quadrados grandes, não deixara de ressoar na imagem da capa da zoom, que agora analiso, e tambem na outra rapariga americana que se fora, dos anjos de charlie, a farah, fawcett

A ra pa riga loi ira de cab elo s enca rac ola do s, q ue vaso da ira ness e fi made ria de se mana a che g art à cas de goa com do circulo do s en hor da ca misa de padrão, verme l home do oe branco, q au dr ado sg rand es, n cão de ix xara, garra, de r esso ar na i mage made ria da ca ap da zo om, q ue agora ana l i z o, e ta m tambem na outra rapariga am mer rc cina ina q ue se for a, do s an j os de c h ar da lie, primeira da fa ra h, f a w set cruz

Ontem pela noite o comboio, me mostrou, o quadrado do grupo sessenta seis, e a seguir o king frio com uma luz que iluminava o contentor, imagem da tumba do rei morto, atras da locomotiva do grupo sessenta e seis, assim era o dizer dos ferrovias

On te m p el a no it e o cao m boi, me mos t ro u, o qua dr ado do dog rupo se serpente da senta inglesa kapa da espanhola cruz primeira da se ise sea sd e gui ro k ingles fr rio do io com uma l uz q ue i lu mina ava o c on ten tor, i mage made ria da t um ba do rei mor to, a t ra s d a l oco mo t iva do g rup o se s senta e se is, as si m e ra o di ze rato do s ferro via serpentes

No jardim, de novo olhei o ponto onde tombara do ceu, a pena que simbolizara o julgamento da alma, tirei diversas referências, o ponto aproximado no relógio do chao, considerando o circulo do lago, aponta as oito e meia, entre o sitio ao lado do obelisco onde estava nas aguas o x, e o pinto, perna do meio do banco de pedra onde a cobra morta, alguém ali dispusera, segui a linha até ao muro e foi dar a um nome que lá está escrito, joana, de novo,

No do jardim, de novo ovo l he io ponto onda tom br ad o ceu, primeira pena q ue s im bo l iza zara o ju la gem n to da alma, ti rei di versas refr en cia s, o ponto a o r x i mad o no re fo gi o do cha o, co nsi der anda do circulo do lago, ap da ponta a s o i t o e meia do ia, en t reo siti o ao l ado do ob l sico, onda e stav ana serpente das aguas do circulo do x, e circulo do pinto, pe rna do me io do banco, de ped ra onda da primeira cobra mor rta, al gume al id ep us rea, se gui a linha a té primeira do om ur o e f oi do quadrado da ar a um, nome que lá está escrito, jo ana, de n ovo, da linha do socrates

Tres buracos e o que sugeria um sutiã estavam feitos no jardim, no chao, um papel de biscoito, como aparecera em texto anterior sobre o biscuit do mar, ou seja o cao do mar, o zorro do trinta e um, assim outra linha desvelava mais tarde, e uma caixa tubular enorme que uma manha lá aparecera das batatas rufles ou algo assim, que masi parecia um morteiro de fogo de artificio, agora estava desfeita em espiral, como uma laranja descascada, anuncio da mu das danças, uma vam com um qualquer numero de telefone,

T r es b ur aco se o q ue s eu ger i a um s u t ia est ava vam am feitos no jardim, no ca h a o, um pap el de b sic coito, com o ap ar e cera em teto ante rio r s ob reo bi sc u i t do mar, o vaso do use seja do circulo do cao do mar, o zorro do trinta e um, as si mo de outra da linha d es vela ava maís t arde, e uma ca ix a t ib bula reno rato do mec ue uma da manha l á ap ar cera das bat at as ru for mula one es o ual goa ss im, q ue ma si par rc ceia um mor te it o de f ogo de art iv i fi o, agora e stav d es feita em es pei t al, com o uma laranja d es caca da, anu un c is soda, um das danças, uma vam com um q ual q u w rato rn nu mer ero de tele fon do one,

Tres carros estavam ali estacionado, estranhamente com uma fita da polícia eu os ligava, um com colete reflector de polícia e tudo, um outro da psp e dois rapazes num carro de prata, uma rapariga dava na aparência de comer aos gatos, as paginas antas, seu saco figurava um coelhinho branco, enfim, estava ali uma cena toda montada

T r es car ros e stav vam am al i est ac cio io n ado, e ts ra anha ham am que mente com uma fita da poli ca eu os liga ava, um com co lete refe c l tor de poli ca e tudo, um outro da ps pe d o is ra p az es num carro de p rta, uma ra p riga d ava na a ap rec en ia de co mer as os gatos, as pa gina s anta s, s eu s aco figu rav a um c oe linho br anc o, en fi maior da me es tva al i uma c en a toda da montada

todos do os da puta mor do dias, do psd, hoje um jornal brincava outra vez, pela criteriosa escolha das palavras, havia tambem indicios de infidelidade, a quê, meus caralhos de merda, de que falais, sem falar, assim honrais a vossa profissao, e o vosso juramento à verdade e clara infomaçao, indicios de infidelidade, a que , abusos infantis, é do que falais, que essa besta delfim do bandido mor que leva as veste de presidente nest republica das bananas, é um abusador de crianças em sentido restricto

todos do os da p ur da pt a da puta mor am mor do dias, loureiro, do psd, home oje de primrio do jornal vr inc av outra ave zorro, pe la c rite rio sa es co primrio home da primeira das palavras, homa avia, gasolina tambem, indi cios de in fed del id ade, primeira do quadrado do vaso do maçonico, me us car p rim euro sd e merda do mar, de que f al la is s em f al l ar as si em h on rai sa vasso os sa pro fi isso da primeira e circulo do ov italiano osso, j ur ra am men to à verde dade e da clara in fi maior for maçao da m c sao, in di c isi de fi del li dade , primeira do q ue, dos abusos infantis, +e do que f al la sic ue ess da primeira besta do delfim, de um caralho pesudo prof, do bandido mor q ue el eva as vaso este de pr es se in det nest republica das ban anan anas , é primrio ab usa dor dec rin circulo cortez as em sn tio rato es cruz ric to

Hoje continuando a arrumar a casa, e especificamente os armários que o obama mostrara e que em parte foi descrito num dos últimos vídeos, neles encontrei diversos objectos de escritório, onde nomeadamente se le, informações diversas algumas delas complementares , como a referência a 3M

H o je conti nu anda a ar rumar ac primeira da asa, e es pe ci f icam am que mente, do os ar mari soc ue o ob am a mos t r ar a e q ue em p arte f oi d es c rito nu made ria dos u l t imo s v id é o nel es en c on t r id iv eros objectos de es c r ti o tir o, onda no me ad dama do dam da am que mente se le, in for mações di versas al gum as del as co mp lem en t ares , com o a ref ren cia a 3 M, au di da etar da e ts r ad a do a3


3m ph oto do mount, ad es iv circulo per mane en te para das mon tage en ns p vaso dao angulo ver iza são mel hor dos quatrocentos mc do duzentos e sessenta gat minnesota, dezoito, quadrado do segundo, estrela da sessenta e seis, segundo do infinito em oitenta e oito, GB

3 mp homem oto do mount, ad es iv circulo per mane en te para das mon tage en ns p vaso dao angulo ver iza são mel hor dos qua t roc en ts o mc do d u z en rose se see en t a gat min ne s ota, de zo it o, quadrado do segundo, estrela da sessenta e seis, segundo do infinito em oitenta e oito, gb

sakura hb circulo da vi gula da estrela da maria do percentil mm poly mer lea ds vinte e quatro, lea ds mine w mi tridente espanhol minas japan vaso ce rt circulo

sakura, satura, sa burra, mimi sa, mi mosa, saura s ak ira, home segundo circulo davi g ual da estrela da maria do pe c en til mm pol y mer lea ds vinte e quatro, lea ds mine w mi tridente espanhol m ina s japon vaso ce rt circulo

petrus, irao, mil primeiro de tres circulos, ad ros das grapas, da uvas italianas, a g ra f es s tap l es vinte e quadro de junho

pap e r c l ip ep l el doc cem pc serpente

e ton a s t rap ç es no dez, mil p cs, c h ise l p se is in w ted

os pin , semelhante ao que aparecera agora em detroit ano caixa duzentos e cinquenta, segunda estrela do circulo, s tati ui io one r delta suit, s u it, quadrado do traço ingles dezanove, ou primeiro de noventa e dois, vinte um, laranja, psd, triplo circulo c jp i one es s es

os pin , semem mel la home n te a o q ue ap ar e cera agora em det riot ano caixa du z en to ze cin q u en t a, se gun da ester la do circulo, s tati ui io one r delta suit, s u it, quadrado do traço ingles dez em n ove, p o u p rim rio de noventa e dois, vinte um, mar anja, psd, t r i p lo circulo c jp i one es s es

rex el da bambi rasgada como se encontra a caixa branca e vermelha, um rasgo que assim desvela a palavra bam, bi, o segundo do bam, o segundo do bam da manha, quim ze duplo circulo n segunda estrela s tap angulo espanhol bar do ra dos agrafes, a ra f es it em no do traço ingles co circulo quinhentos e dois, cinquenta , dez, dois, dupla estrala, circulo duplo da estrela com ele em permeio, do duzentos e cinco, peugeot,

rex el da bambi ra sd ad ac omo se en c on t ra a caixa br anca e eve vermelha, p rim mer do ero do rago, q ue as si maior d es vela a pal av ra bam, bi, o segundo do bam, o segundo do bam da manha, quim ze duplo circulo n segunda ester la s t ap angulo espanhol bar do ra dos agrafes, a ra f es it em no do traço ingles do primeiro circulo cortez es co circulo qui ne h n to ze do is, cinquenta , dez, dois, dupla estrala, circulo do primeira rac da p da estrela com ele em per me io, do du z en to ze c inc o, p eu ge o t,
Ontem, de manha, ao abrir o yahoo, um estranho alinhamento, primeiro arnold, falando de uma divida que remetia de novo pela equivalência do valor para dezembro depois das palavras terem falado dos tusnamis, assim o li, curiosamente, o meu sistema de escuta do pc, alguém já há muito tempo, se encarregou de estragar a ligação, que tem vindo a piorar, e o tom dele a falar, era semelhante a um som com características de cyborg, tinha eu de novo evocado esta linha no falcão, com a historia do mekon, da luta contra o mekon pela reconquista da terra, a questão eu ele colocava, era que em seu entendimento, ninguém, parecia querer assumir essa divida

On te, de manha, ao ab r iro y a h oo, um est ra anho al in ham en to, prime iro arno l d, f al n do de uma di v id a q ue reme tia de n ovo pe la e qui iva len cia do valor para dez em br o d ep o is das pal av ra s te rem f al ado dos ts un am is, as simo li, c ur io sam am que mente, o m eu sis t ema de es cu t ad o pc, al g eu em j á h á mui to te mp o, se enca r reg o u de est raga ra liga sao, q ue te em vaso indo a pi o ra re o tom del le lea f a al rato, e ra semem l h ante a um s om com cara teri s tica s ed c y borg, tinha eu de n ovo e vaso do circulo do cado e sta da linha do no do falcão, mo om, com a hi es tori a do m evo meco n, da luta co int ra o me k on pe la rec on q eu ista da terra, a q eu s to a eu el le c olo c ava, e rac ue em s eu en t en di em n to, nin g ue, par e cia q eu re r as s u mir ess a di v id a

Já era a segunda intervenção eu lhe ouvira sobre mateiras de dividas, pois me recordo de um outro anuncio dele, talvez a duas luas, se tanto, sobre o endividamento do estado da california, onde ele dizia terem gasto masi do que podiam, contudo o valor agora rene tia para o natal de dois mil e cinco, presume-se pela sincronicidade da minha Palavra

Já e ra da primeira se gun da inter v en são q eu l he o u vaso da ira s ob re mate ira s d e dv id as, p o is me rec o r do de um outro anu un cio del e, t alvez a do as luas, se a tnt o, s o e br e o en di vi dam am en to do estado da c li for ni a, onda el e di zorro ia te rem gás to ma s i d o q ue pod ima, contudo do circulo do valor do agora rene tia para do circulo do natal f de c o is m ile c inc o, pr ess um me do traço da inglesa se pe la sin c ron i cidade da min home da primeira Pal av ra

Depois um estranho pormenor, num gráfico que dava a localização de mais uma aparente matança, de um jovem que disparara sobre outros jovens que estavam numa paragem de autocarros para irem para a escola, em detroit, a cidade dos fabricantes dos automóveis, tambem referido na analise do numero setenta e dois do falcão,

D ep o is um est ra anho pro rome en o rn um g raf fi coc ue d ava a lo cali iza sao de maís uma ap ar rec en te mat ança, de um j ove em q ue di spa r ar a s ob re o u t ros j ov en s q ue est ava vam am nu ma para rage made ria de au toc carros para ire made ria para da primeira da escola, em det roi t, a cidade dos f ab r i can t es dos au tom ove is, tambem, refer rid dona anal ise do nu mer ero sete n ta e do si do falcão

P o is t ra zorro ia o g raf fi co em t rato es dim en s o es, uma es pe ice de pin vermelho es peta do, c omo anti tuga g am que mente se usa ava para ma rca ro s mapas rea ise eu ave do traço ingles primeiro do c rc culo de dez, me rec o rato de id e um por m en o r mui to sig gn ni fi cat ivo re la t ivo a uma da s ima ge ns da q eu l es q ue di ss e se rem a c h ave p rin cip al da q eu le zo om dada s por um c on j un to de i mage made ria, q ue se re la cio na ac om a da capa, revista, a q ue com eça com da prime ria do circulo do nemo e do f oto g raf a o, e al goa ss si em en t reo t reino de O e o as di sm o maso qui sm circulo

É na foto em que a rapariga africana vestida de branco, está sentada em cima do televisor, onde se vê o fogo, com um extintor a seu lado, e o fogo, que é elemento comum que liga diversas fotos entre si, nesta, é visível, como chamei à atenção, na janela, o mesmo padrão da cidade nocturna da capa, e o pim lá está espetado em cima de uma das torres, como se fosse um antena um sinal de aviso de navegação aérea

É na f oto em q ue a ra pa riga a fr i c ana v e ts sida de branco, e stá s en t ad a em c ima do tele vi sor, onda se eve do circulo do fogo, com um e x tino cruz ra s eu lado, e circulo do f ogo, q ue é el le lem en to com um q ue liga di ver sas f oto s en t re si, nest a, é v isi vaso do el, com o c ham e ia a t en sao, na jane la, o me sm do c irc cd u lo ,circulo do padrão da cidade, noc t urna da capa, e circulo do pim, l á e stá es peta ad o em c ima de uma das tor ratos es, como se f os se p rie mr io ant en a um, primeiro sin al de av is ode navega sao a e rea, de bar c elo n a, da c ota de malha, co mp prada em mad rid, p eu en te aérea, com primeira da cristina coutinho

Um vestido que foi usado no genérico do eurroritmias, onde ela dançava assim meio can cana, com o ricardo carriço, que fazia de trompetista, o primeiro plano era a câmara que saia do trompete, que agora me lembra e remete tambem para a imagem do buraco negro do bang olusfen,

Um vaso do est id o q ue f oi usa sado no g en mer i co d o eu ro rr it mn mia ia s, onda ela dan ç ava as si m me io can c ana, com o ricardo ca r riç o, q ue f az ia de t r mp pet ista, o prime rio p l ano e ra a ca mara q ue s aia do t rom pete, q ue agora me l en br a e reme teresa tambem para da primeira rai mage made ria do b ur aco negro do b ang o l us f en,

O prédio do cenário que aparece nesta segunda foto e onde nesta é visível o pino, corresponde na imagem da capa ao que está por detrás do joelho direito da rapariga que parece descer as escadas, entre o terceiro degrau e o quarto de seis, que é a mesma posição se conta-los a partir de cima de onde desce, ou seja o joe l h o da cruz rec e iro deg ra vaso é o circulo do quarto, do leito, do se id, is,

O pr e d io do c en a rio q ue ap a rece nest a se gun d a f oto e onda nest a é v isi vaso do elo do prime rio do circulo do pino de dez, p ino, , co rr es ponde na i mage made ria da capa , primeira do circulo do q ue e stá por det ra s d o joe l h o di re tito da ra ap ro o g ac ue pa rece de sc e ra s esca da s, en t reo t rec e iro de g ra ue o q u art o de se isque é a me sm a posi sic sao se c on t a do traço ingles prime rio do circulo dez os, primeira p art tir de c ima de onda de sc e, o vaso use seja do circulo do joe p rie mr io home do circulo , o da cruz rec e iro deg ra vaso é o circulo doca da pata do ur to, do leito, do se id, is,

O desenho da janela , é o de um cruz dupla, como a da tuberculose, e as persianas, em baixo, é o de um cruz dupla, como a da tuberculose, e as persianas, em baixo, estão em cunha , ou bico, ou mola, ou boca, com quatro dentes, e um estranho pormenor no ceu se ve, ao lado direito da imagem, masi ou menos a meio da segunda divisão da janela, que é o que parece pela cor ser metade de uma antena no topo do edifício, cuja figura remete tambem para um fósforo, um fósforo de cabeça vermelha, ou seja dois fósforos, ou seja uma dupla penetração, transpondo, a imagem da rapariga , sendo então do anterior, do anal que parece vir o fumo, em cunha , ou bico, ou mola, ou boca, com quatro dentes, e um estranho pormenor no ceu se ve, ao lado direito da imagem, masi ou menos a meio da segunda divisão da janela, que é o que parece pela cor ser metade de uma antena no topo do edifício, cuja figura remete tambem para um fósforo, um fósforo de cabeça vermelha, ou seja dois fósforos, ou seja uma dupla penetração, transpondo, a imagem da rapariga , sendo então do anterior, do anal que parece vir o fumo,

O de s en h o da jane la , é o de primeira cruz dupla, com o ad a t uber cu l o s ee as pe se iana s, em ba ix o, es tao em c unha , o u bico, ou mol a, o u boca, com qua t rode d en te se um est ra anho por me en o rn no c eu se eve, aol ado di rei to da i mage made ria, maio am iro sio u m en s o am e io da se h un da di visao da jane la, q ue é o q ue pa rece pe la cor ser met ad e de uma ant rena no top o do e di f cio, cu j a fi gi ur a reme teresa tambem, para um f os foro, um f os for de cab eça ave vermelha, o vaso do use seja do is f os foros, o vaso do seja uma dupla p ene t raçao, t ra sn pond o, a i mage made ria da ra pa riga , s en do en tao do ante iro r, do anal q ue pa rc e vaso do iro rof umo,

Porque vem o fumo de trás e não da frente, ou tambem da frente, como imagem simbólica da fricção, do amor dos corpos, e imagem de ejaculação, parece isto apontar então que a rapariga estaria com um rapaz e fora suspendida por um outro que lá estaria ou chegara, ou seja parece indicar um acto forçado

Por q ue eve emo f umo de t ra se n cão da fr en te, o u t am tambem da fr en te, c om oi mage m s im b o lica da fr ric sao, do am mao rato dos corp os, e iam mg em made rua de a j c u l sao, pa rece is to ap on t ra en tao q ue a rp a riga est ari com um r ap z e for a s up ren dida por um o u t roque l á est aria o u c h e gara, o vaso do use seja par rc ce indica rum ac to for cado cortez

A rapariga sentada, em cima do televisor, mostra o fogo que lhe sobe entre as pernas, e sua expressão é como se tivesse sido desvelada, pois o que parece ser um projecto de polícia a desvela, esta luz dá tambem uma outra indicação pelo canto da casa onda ela se encontra, nao tem sua forma circular, mas sim adquire uma precisa indicação de lua, em crescente quase plena, que por sua vez liga uma outra semelhante, figurada mais à frente na revista

A ra pa riga s en t ad a, em c ima do tele s ivo r, mos t ra o fogo q ue l he s ub e en t rea s pernas, e s ua e x press sao é com o se t iv ess e dido d es vela lada, p o is o q ue pa rece ser um pro je c ot de pol cia a d es vela, e sta l uz d á t am b em uma outra indica caçao mo io us p elo can t o da casa, onda el a se es sn contra, noa te ms ua forma c irc u la r, mas si m ad q u ire uma pr e c isa indica caçao de lua am, em c r es c en te qua ase p lena, q ue por s ua ave z liga uma outra semem l h ante, fi gi ra da ma si a fr en te na re vaso do ista

Por detrás dela, a figuração do fumo, que é tambem algodão, em rama, ou seja , id de um grupo da viriginia, e de nuvens, ou seja ceu , ou seja parece indicar aviões, que foram usados no cenário real da tragédia

Por det ra s d e la, a fu g ur raçao do f umo, q ue é ta am tam , tambem al g o dao, e mr rama, o vaso use seja , id de um g rup o da vi rig gina ina, e de n uve es, o vaso do seja ceu , o vaso seja pa rece indica r a vi o es, q ue for am usa sado sn o c en a rio rea al da cruz da rage do dia

A posição do angulo da divisão, reforçado, pela linha branca do rodapé, num chao negro que reflecte e uma parede negra e a posição da televisão, define um A, os sapatos da rapariga são doirados e o tacao do pe direito está no reflexo do revestimento da coluna que simboliza um arranha ceu, e que é reflectido no chao, ou seja, como no ceu e como na terra, ou seja , parece indicar a presença de um ritual de ligação entre planos, feito de noite, ou seja provavelmente em véspera

A p os sul a o do ang u lo da di visao, ref for cortez cado, pe la linha br anca do rod ape, nu m ca h one negro q ue refe le c te e uma pa rede negra e a posi si sao da tele vi sao, de fi ne um A, os sapa patos da ra pa riga são dori ad os e o t ac cao do pe di rei to e ts á no refe l xo do r e v si ti n en to da coluna q ue s im b o l iza um ar ra anha c eu, e q ue é refe l ct id o no cha o, o vaso do seja, com on o ceu e com on a terra, o vaso do seja , pa rc e indica ra pr es ença de um rit ual de liga sao en t re p la lan os, feit o de no it e, o u seja por v ave l mente em vaso da espanhola pera

Ao lado do mesmo sapato, a ponta da mangueira, o gatilho, branco do cabo negro do cilindro vermelho, com dois pés, e um tipo de borbulha no corpo, com o que parece ser uma estranha pega em cima, branca e amarela, meio em excêntrico, e como se tivesse um pano beje, em cima, como umas cuecas femininas,

Ao l ado do me sm o sa pato, primeira da ap da p da ponta da mangueira, o gat ilho, br anc o do cabo negro do c i l in d ro ver ml le home do circulo, com do si p es, e um t ip o de bo rb bul homem da prime ria do ano corp o, com o q ue ap r ee ser uma est ra n hp me d a pega em c ima, br anca e am ar e la, me io em e x c en t ric o, e com o se t iv ess e um p ano b eu je, em c ima, com o um as c eu cas fe me ninas,

Um outro pormenor, estabelecesse uma ligação com a foto da capa sobreposta no cenário, como ele é desvelado nesta segunda foto, que aqui abordo, onde se vem os dois fósforos falos, que é o que parece ser a marca da tv, que stá no sitio do joelho direito da rapariga espelhando o esquerdo, da que desce, ou seja parece indicar que um dos falos, ou falsos falos, como agora apareceu, o que remete para um pie mas feminina, ter alguma relaçao com a torre masi alta que é figurada na imagem, cuja maior referencia para a indicar, é a presença da outra ao lado, a única que tem um telhado em vez dos terraços, e que pode corresponder a uma real , um trapézio, com dois paus nas extremas mais afastadas, a mesma figura geométrica das escadas de corda e de madeira

Um outro pro rome en ro, e stab e le c ess e uma liga sao com da primeira da foto da capa s ob r e posta no c en a rio, com o el e é d es vela ad o nest a se gun da f oto, q ue a qui ab o r do, onda se eve mo sd o is f os foros f al s os falos, q ue é o q ue pa e rc e se ra am m rca da tv, q ue stá no si tio do joe l h o di rei to da ra pr riga es pe l h anda do circulo esquerdo, da q ue de sc e, o us e j a pa rece indica r q ue um dos f alo s, o u f as l s o f alo s, como agora ap rec eu, o q ue reme teresa para da primeira pie mas fe me nina, teresa al gum da primeira da relaçao com da primeira torre masi alta, q ue é fi g ur ad dana ana i mage made ria, cu j am a io r refer en cia para a in dc ia ré primeira pr es ença da outra aol ad a, a única q ue te maior do primeiro tel h ad o em v e z dos terraços, e q ue + pode co rr es ponde ra uma rea al , um t ra pe z io, com do is pa us nas e t r emas mais a f as t ad as, a me sm a fi g ur a ge ome met ric a d as esca da s d e corda e de ema de ira

E por fim, nesta imagem, trás a menina do fogo entre as pernas, redes de malha, malha existe outra reflectida nos prédios da cidade, que vos disse me evocar o u ching, u seja que parece pelo i ching ser possível de uma leitura, na realidade, um aqui em imagem perante vos foi lançado, mas o padrão é tambem padrão digital, ou seja fogo na net, ou seja traves da net, através de conteúdos, de determinados conteúdos que foram publicados e que criaram uma reacção , talvez um filme do acto, que fora usado numa chantagem e que acabou publico


E por fi maior da net s ima mage maior , t ra sa menina do fogo entre as pernas, red es de ema al home da primeira, m al h a e x is te outra refe l ct u id ano s pr é di os da cidade, q ue vaso do os di ss e me evo c aro vaso doc homem ingles, vaso do seja q ue pa rece p elo i c h ingles, ser p os ss iv el de uma e i ur a, na re la id ad e, um aqui em imagem pe rn at e vaso do os f oi lan ç cado, mas p o padrão é tam ne m p ad ra do circulo do digital, o vaso do seja f ogo na net, o u seja t rav es da net, at rav es de conte u do sd e de teresa mina ina dos conte u do s q ue foram, pt, p ub li cado sec ue c r ia ram uma rea sao , t alvez um fil med o acto q ue for a usa sado numa do circulo do home da nata ge me c ue ac ab circulo do vaso da p do circulo do ub l iv circulo

A imagem que aparecia no yahoo relativa o retracto do suspeito de mais esta matança, era estranha sem si mesma, se via um rapaz pequeno com um marca, como se fosse uma sobrancelha impossível que desenhava como um seis, e ressoava nas outras linhas recentes da sobrancelha, a primeira mostrado pela hillary e depois o do jogador no jogo da africa do sul e ecoara de novo aqui no cinto dentro da gaveta , que assim ficara, depois de o ir ver

A i mage maior do que ap ar e cia no y h a oo re la t iva o re t rato do s us pei to de maís e tsa mata ança, e ra est ra anha se maior si me sm a, se via um ra ap z pe q e un o com um ma rca, com o se f os se uma s ob ra n cel h a i mp os si v e kapa q ue d es en h ava com o um se ix, e r esso ava nas outras l in h as rec en te s d a s om br anc el h a, a prime ira mos t ra do pe la hi ll a r y e d ep o is o do jo g a dor no j ogo da a fr i cado sul e e co ar ad e en ovo aqui no c in to d en t roda g ave eta , q ue as si m fi cara, de edp o is de oi rato do ver

O contexto alargado, por assim escrever da imagem do jogo na africa do sul, remetia para as mortes súbitas que ocorreram nos estádios

O c on te x to al ar gado, por as si m es c r eve rda i mage made ria do j g on a fr aica do sul, reme tia par aa s mor t es s ub bit as q ue o co rr e ram nos ea td is circulo

E pelo espirito ouvi ainda relativo a este fio, e a descodificação do cinto, que era a id do circulo vermelho, na realidade neste alinhamento das notícias em vídeo do yahoo, o presidente russo estava ao lado do americano na casa branca, e a meta dizer, era que ao que parecia se estava finalmente a fazer a luz dobre os acontecimentos, tambem relativos a russia, assim o entendi, como já o entendera, quando do anuncio da abertura de novas linhas aéreas entre lisboa e moscovo, que será abordado em outro texto mais em pormenor

E p elo es pei to o u vi a inda re la t iv o a este fio, e a d es do fi caçao do c in to, q ue e ra aa id do c irc uk do ove vermelho, na re la id ad e nest e al in h am en to das no ti cas em v id é circulo do y a h oo, o pr is u dente russo e stav a aol ad o do am mer cia ano na ca sa br anca, e a met a di ze rato, e rac ue a o q ue par e cia se e stav a fina al em n te a f az e ra luz do br e os ac on tec cimentos tambem relativos a russia, as si mo en t en di, com o j á o en t en de rac ua anda do anu un cio da ab e r tura de n ovas linhas aéreas en t re lis boa e mo s cv o, q ue sea acento, ab o r dado em o u t ro t e x to maís em por m en do circulo do rato

Se passava outra vez um pormenor estranho no thumbnail, desta conversa entre os dois presidentes, pois as duas bandeira, em pequenino, desenhavam um padrão de quadrados vermelhos e brancos, que nao é como todos sabem o padrão das bandeiras e daquelas que estavam presentes na sala por detrás deles

Se p ass ava o u t ra ave zorro um por m en o r est ra anho no t h um bna nail, de sta c on versa en t reo os do is pre dide dentes, p o isi as du as bandeira, em p q eu nino, de s en h ava vam m um padrao de quadrados vermelhos e brancos, q ue noa é com o todos s ab emo padrao das bandeira se d a q ue la s q ue est ava vam am pr es en t as na sala pode det ra serpente deles

Me recordou ao vê-lo uma camisa de um senhor que aparecera recentemente num final da tarde na cas de goa com uma bela rapariga loira de cabelos encaracolados de peitos fartos, estava eu no jardim em cima e vi-os assim a estacionar no parque, e me lembro da imagem pela estranha camisa que o senhor trazia,

Me recordo u a ove do traço ingles prime rio do circulo dez, uma ca misa de um s en hor que ap ar e ce ur a rec en te mn te nu primeiro fina l da t arde na cas de goa com uma be la ra pa riga loi ira de cab elo s enca rac ola do s d e pei t os f art os, e stav eu no do jardim em c ima e vi do traço ingles do os as sima p rie mr ia est ac cio na ar no parqué batman, e me l em br o da i mage made ria m pe la est ra anha ca misa q ue o s en homem do ro t ar zorro do ia,

Ouvira eu por esse tempo, recente, uma frase semelhante a que acabei de escrever em texto recente, de uma aparente vos feminina que dizia com despeito, ou assim parecia dizer, que eu só queria o seio

O u vaso da ira eu por esse te mp, rec en te, uma fr ase semem l h ante a q ue ca be id e es c r eve rem te x to rec en te, de uma ap ar en te vaso do os fe me n ina q ue di zorro do ia com d es pei to, o u a ss im par e cia di ze r, q ue eu serpente do acento ó, q eu ria o se io

Ontem à hora de almoço, o ceu estava tudo azul, sem nenhuma nuvem, a não ser uma cobra branca que atravessava mais ou menos a meio a aboboda celeste, e que se estendia daqui na direcção eu apontava o rato e talvez mesmo chegando ao marques, assim estava a boca dela indicando, pois espelhava uma outra imagem que vira em véspera num belíssimo documentário sobre o trilho dos Apalaches

On te ema à hor ad e al moço, o c eu e stav a tudo az u l, se m n en h um a nu uve ema n cão ser uma cobra br anca, q ue at rave ss ava maís o um en o sa am e io a ab o boda da celeste, e q ue se es t en dia da q u ina di rec são q eu a ap on t ava do circulo do rato e t alvez me sm o c he gan do a o marques, as si m e stav a ab o ca de la indica can anda, p o is es pe l h ava uma o u t ra rai e mage made ria q ue vaso da ira em vasp da es pera nu primeiro be lis simo doc um en tá rio s ob reo t rato da ilho dos a pp a la ac home espanhol

Parecia que a cobra no ceu espelhava um imagem de uma outra que as paginas tantas comia um rato, pois estava dilatada a seguir a boca, como se o tivesse acabado de engolir, a linha do documentário, falava da função das cobras que comiam os roedores que transmitiam uma perigosa doença aos animais de todas as espécies, humanos incluídos , e que eram as pequenas caraças laranja

Pa rec iac q ue a cobra no c eu es pe l h ava um a ima mage mader ria de uma outra q ue as pa gina s t anta s co mia um rato, p o is e stav di la t ad a a se gui ra boca, com o se o t iv ess e ac ab ad o de en gol ira linha do du men tá rio, f al ava da fun sao das cobras q ue co mia am os r oe dor es q ue t ra sm it ima uma pe rig os a do ença a os animais de todas as es pe cie s, humanos inc lui id os , e q ue e ram as pe q u en as ca raç as laranja, psd

Pois calhara tambem em véspera uma noticia ano telejornal do recandidatura do bandido santana lopes a presidência da cidade, onde se via como é uma besta e a verdadeira face das suas propostas, entre o alcatrão da cidade, das ruas para os carros assassinos, do comum pulmão, estavam em gráficos como que pintados pedaços de relva no permeio dos separadores, que eu até me e perguntei, mas será para jogar golfe na cidade, ou para plantar pequenas hortas com alfaces e batatas

P o is ca alha ra t am b em em v es pera uma ni ti ci ano tele j ina l do rec can dida tura do bandido santana lopes a pr e s id en cia da cidade, onda se via com o é uma best a e a verde ad e ira face das sa us por rp ota s, en tr reo do al cat ra o da cidade, das ru as para os car rr os as sas sin os, do com um p u l mao, e ts ava vam em g ra fi cos com o q ue pin t ado s ped aço s d e r el vaso do ano per me io dos s ep ar ad dor es, q ue eu a té me ep reg un te i, ma s se rá para jo g ar gol f en a cia de, ou para p l antar pe q u en as horta s c om do alface se da s bat at as

Ao ver a cobra no ceu, ao me lembrar dele ter evocado o túnel do marques, eos tais separadores que pareciam sugerir cobras me disse, estamos a falar desta imagem, das caraças sociais democratas que contagiam com doenças mortais às gentes, na realidade ao que aprece o parlamento muito esteve agitado, tambem a espelhar o que alguns outros certamente viram

A ove vera primeira cobra no c eu, ao me l en br a r de le teresa e v o cado o t une l do marques, e os tais se para dor es q ue par e c iam s u ge i r cobras me di ss e, est amo sa al ar de sta i mage made ria , das cara ç as soci a is demo c rta s q ue conta g ima com do ença s mor ta si o as gente, revistas, sn a re la id ad e ao q ue ap rec e o p ar la men to mui to es teve a gita ado, tambem a es pe l h aro q ue al gun s o u t ros ce rta em n te vaso iram

Em casa pelo inicio da tarde, dois livros me saltaram dando duas informações complementares, o primeiro , relativo ao anzol, de que falara no vídeo ultimo, quando explico que é por razão de justiça que o estou mordendo, e falo dos cios que fazem com falsos sos, usando inclusive as crianças e vos chamo pelo vosso verdadeiro nome a quem assim faz, bestas sem peias em abusarem até as propias crianças

Em c asa p elo in nico da t arde, do is l iv ros me s al t aram dand o do as in f oma mações co mp lem en t ares, o prime iro , re la t iv o a oe zo l, de que fa al ra no v id é circulo do u l t imo, qua ando e x p li coq ue é por r aza ode do da justiça, q ue o est o u mor d en do, e falo dos cios q ue f az em com f as l s o sos, usa sand o inc l u s iv e as c r ian anças e vaso do os ca hm do circulo do p elo vaso do osso vera de iro no me primeira q ue em as si m f az, best as se em pe ia s em ab usa rem a té as por rp ia s c rian anas

Os sermões do padre antonio vieira numa edição de bolso publicada pelo jornal de notícias, que tem uma marca na pagina quarenta e quatro, levitico, leviata, assim logo me declinou,

Os ser moe es do padre antonio ove ira nu ma e di sao de b ol s o pub li cada p elo jo rn al de not ti cas, q ue te maior primeira da ma rca na pa gin nma qua renta e q eu t ro, le vi tico, le via t a, as si ml ogo me dec lino vaso,

BB ll ss mm

Benedicite cette et ominia que moventur in aquis domine

Bene Bebe bee di cite ce t te et om in ia q ue m ov en t ur in au is do mine

Louvai peixes, a Deus, os grandes e pequenos

Lou uva i p e ise es, sade us, os fr andes e pe q u en os

Si nartus non fuisset homo ille

Si n art us do non, f ui s set homem da omo ille

Melhor fora nao nascer homem

Mel hor for a na o na sc ser h om mem


No capitulo seguinte, sermão pelo bom sucesso das armas de portugal contra as da holanda, o eco se dera depois, no telejornal com um senhor que falava de um lançamento de um jornal da zona do porto, de uma penalizaçao na produção de vinho do porto, e dos jornalistas que compunham o grupo redactorial e que em passant daquilo tudo, deixava cair um desculpe, sem especificar como de costume porque ou relativo a que, sendo que minhas orelhas se arrebitaram, pois uma linha do espirito recente, me dissera ser relativo as chagas de lamego, e as que me lembrei, as masi dolorosas, foi ver a minha avo a ter uma grangena antes de seu falecimento, bom sucesso, braga tambem, como a indicar a origem deste passe de bestas sem coraçao

No c apit u lo se gui en inte, ser mao ep lo b om suc esso das armas de portu gal c on t ra as da holanda, o e co se de ra d ep o is, no tele j ina l com um s en hor q ue f al ava de um lan ç am en to de um jo rn al da zon, primeira do por t to, de uma p en al iza sao na por du sao de vinho do porto, e dos jo rna l istas q ue co mp unha ham da am do g rupo red ac tori a sl e q ue em passant da q u ilo tudo, de ix ava c air um d es cu l pe, se m es pe ci fi car com ode cos t um e por q ue o u re la t iv o a qui da ue, s en do que min homem as do orelhas, se ar r e bit aram, oi us uma linha do es pei to rec en te, me di ss e ra ser re la t iv o as c h a gás de l am e g oe as q ue me l em br rei, as ma si dolo rosas, f oi ver a min hp homem da prime ria av, circulo da primeira teresa, uma g range gena ant es de seu f al le cie mn to, b om suc esso, braga tambem, com o a in dc cara a o rig em d este sp asse de best as s em cora são

No delta dos livros que meu corpo tocara ao passar ao pe da estante, de novo, e ao lado deste, a pequena face do antonio franco alexandre, o livro onde em dia recente me fora dada a chave do ritual de giz, que terá sido não so usado em minha morte, como na queda de meu filho nas canárias, e no mix das duas leituras, uma meta linha de um dizer, do genro da vanitas dos homens, tu que já fizeste grandes feitos no egípcio, e que tiveste já o respeito do gentio que agora te despreza, e por ai fora meio lamento, meia incitação, meia coisa nenhuma de va gloria de mandar, que me entrar por um ouvido e pelo outro deve rapidamente sair, para que os egos nunca se tornem maiores do que não devem ser

No da ode do delta dos l iv rosque me u corp o toc cara ao p ass ra ao pe da est ante, de n ovo, e aol ado d este, a pe q un a face do antonio franco al lex rande mo l iv ro onda em dia rec en te me for a dada ac home ave do ritual de giz, q ue te rá s id on cão s o usa sado em min ham orte, com on a queda de me u fil h on as c ana aria s, e no mix das du as lei turas, uma met a l in homem da ad e um di ze rato , dog en roda vanitas dos h om ns, tui q ue j á fi z este g rand es feit os no e g ip cio, e q ue t iv este j á o r es pei to do g en t io q ue agora te d es pr e z a, e por ai for am e io la am lam men to, me ia inc it aç são tacao maia co isa n en h uma de eva g lori ad e man d ar, q ue me en rta por um o u v id o e p elo o it ro d eve ra pr id dam am que mente s air, para q ue os ego s n un ca se tor ne m maio rato es do q ue en cão do quadrado da eve e maior ser

Nas imagens do yahoo, relativas a arnold, a detroit e a imagem dos presidentes, sc h w ar ze w g ger vinte e quatro, natal e jornal, bil lion dol ars ca ll ise se men q en c y more f ur lo u g homem serpente, fr ank cody tec nica traço ingles detroit studio, stud di do io b, tres, ser ep net oi di vaso cruz zorro, nid reo urso, c h os tit delta prat ts, segundo circulo be r mel h oe amarelo, we r ren j,

De novo a imagem da senhora hillary com o tal botão do reset, nas relações eua russia

de en ovo a mage made ria da s en hora hi ll ar do delto com do circulo da cruz al do bot rao do re es set nas re la ac saos, eu da primeira ar us ser pe inte ia

Um terceiro livro nesta tarde me falou, me apareceu prince, e ao ver, me dei conta que então a morte de michael jackson, poderia, ou assim algum o insinuava, ter sido mais uma vez uma luta entre grupos de distintas estrelas

Um t rec e iro l i vaso ro ne ts t arde me f al lou, me ap ar e c eu p rin ce, e a ove rat , med e e conta q ue en tao a m orte de mica hel j ac k s on, pode ria, o usa si em al gum o in sin u ava, teresa s id o maís uma ave z uma lu t a en t reg rup os de di s tinta ser ep pn t es das estrelas
Ontem, de manha, ao abrir o yahoo, um estranho alinhamento, primeiro arnold, falando de uma divida que remetia de novo pela equivalência do valor para dezembro depois das palavras terem falado dos tusnamis, assim o li, curiosamente, o meu sistema de escuta do pc, alguém já há muito tempo, se encarregou de estragar a ligação, que tem vindo a piorar, e o tom dele a falar, era semelhante a um som com características de cyborg, tinha eu de novo evocado esta linha no falcão, com a historia do mekon, da luta contra o mekon pela reconquista da terra, a questão eu ele colocava, era que em seu entendimento, ninguém, parecia querer assumir essa divida

On te, de manha, ao ab r iro y a h oo, um est ra anho al in ham en to, prime iro arno l d, f al n do de uma di v id a q ue reme tia de n ovo pe la e qui iva len cia do valor para dez em br o d ep o is das pal av ra s te rem f al ado dos ts un am is, as simo li, c ur io sam am que mente, o m eu sis t ema de es cu t ad o pc, al g eu em j á h á mui to te mp o, se enca r reg o u de est raga ra liga sao, q ue te em vaso indo a pi o ra re o tom del le lea f a al rato, e ra semem l h ante a um s om com cara teri s tica s ed c y borg, tinha eu de n ovo e vaso do circulo do cado e sta da linha do no do falcão, mo om, com a hi es tori a do m evo meco n, da luta co int ra o me k on pe la rec on q eu ista da terra, a q eu s to a eu el le c olo c ava, e rac ue em s eu en t en di em n to, nin g ue, par e cia q eu re r as s u mir ess a di v id a

Já era a segunda intervenção eu lhe ouvira sobre mateiras de dividas, pois me recordo de um outro anuncio dele, talvez a duas luas, se tanto, sobre o endividamento do estado da california, onde ele dizia terem gasto masi do que podiam, contudo o valor agora rene tia para o natal de dois mil e cinco, presume-se pela sincronicidade da minha Palavra

Já e ra da primeira se gun da inter v en são q eu l he o u vaso da ira s ob re mate ira s d e dv id as, p o is me rec o r do de um outro anu un cio del e, t alvez a do as luas, se a tnt o, s o e br e o en di vi dam am en to do estado da c li for ni a, onda el e di zorro ia te rem gás to ma s i d o q ue pod ima, contudo do circulo do valor do agora rene tia para do circulo do natal f de c o is m ile c inc o, pr ess um me do traço da inglesa se pe la sin c ron i cidade da min home da primeira Pal av ra

Depois um estranho pormenor, num gráfico que dava a localização de mais uma aparente matança, de um jovem que disparara sobre outros jovens que estavam numa paragem de autocarros para irem para a escola, em detroit, a cidade dos fabricantes dos automóveis, tambem referido na analise do numero setenta e dois do falcão,

D ep o is um est ra anho pro rome en o rn um g raf fi coc ue d ava a lo cali iza sao de maís uma ap ar rec en te mat ança, de um j ove em q ue di spa r ar a s ob re o u t ros j ov en s q ue est ava vam am nu ma para rage made ria de au toc carros para ire made ria para da primeira da escola, em det roi t, a cidade dos f ab r i can t es dos au tom ove is, tambem, refer rid dona anal ise do nu mer ero sete n ta e do si do falcão

P o is t ra zorro ia o g raf fi co em t rato es dim en s o es, uma es pe ice de pin vermelho es peta do, c omo anti tuga g am que mente se usa ava para ma rca ro s mapas rea ise eu ave do traço ingles primeiro do c rc culo de dez, me rec o rato de id e um por m en o r mui to sig gn ni fi cat ivo re la t ivo a uma da s ima ge ns da q eu l es q ue di ss e se rem a c h ave p rin cip al da q eu le zo om dada s por um c on j un to de i mage made ria, q ue se re la cio na ac om a da capa, revista, a q ue com eça com da prime ria do circulo do nemo e do f oto g raf a o, e al goa ss si em en t reo t reino de O e o as di sm o maso qui sm circulo

É na foto em que a rapariga africana vestida de branco, está sentada em cima do televisor, onde se vê o fogo, com um extintor a seu lado, e o fogo, que é elemento comum que liga diversas fotos entre si, nesta, é visível, como chamei à atenção, na janela, o mesmo padrão da cidade nocturna da capa, e o pim lá está espetado em cima de uma das torres, como se fosse um antena um sinal de aviso de navegação aérea

É na f oto em q ue a ra pa riga a fr i c ana v e ts sida de branco, e stá s en t ad a em c ima do tele vi sor, onda se eve do circulo do fogo, com um e x tino cruz ra s eu lado, e circulo do f ogo, q ue é el le lem en to com um q ue liga di ver sas f oto s en t re si, nest a, é v isi vaso do el, com o c ham e ia a t en sao, na jane la, o me sm do c irc cd u lo ,circulo do padrão da cidade, noc t urna da capa, e circulo do pim, l á e stá es peta ad o em c ima de uma das tor ratos es, como se f os se p rie mr io ant en a um, primeiro sin al de av is ode navega sao a e rea, de bar c elo n a, da c ota de malha, co mp prada em mad rid, p eu en te aérea, com primeira da cristina coutinho

Um vestido que foi usado no genérico do eurrortemias, onde ela dançava assim meio can cana, com o ricardo carriço, que fazia de trompetista, o primeiro plano era a câmara que saia do trompete, que agora me lembra e remete tambem para a imagem do buraco negro do bang olusfen,

Um vaso do est id o q ue f oi usa sado no g en mer i co d o eu ro rr it mn ia s, onda ela dan ç ava as si m me io can c ana, com o ricardo ca r riç o, q ue f az ia de t r mp pet ista, o prime rio p l ano e ra a ca mara q ue s aia do t rom pete, q ue agora me l en br a e reme teresa tambem para da primeira rai mage made ria do b ur aco negro do b ang o l us f en,

O prédio do cenário que aparece nesta segunda foto e onde nesta é visível o pino, corresponde na imagem da capa ao que está por detrás do joelho direito da rapariga que parece descer as escadas, entre o terceiro degrau e o quarto de seis, que é a mesma posição se conta-los a partir de cima de onde desce, ou seja o joe l h o da cruz rec e iro deg ra vaso é o circulo do quarto, do leito, do se id, is,

O pr e d io do c en a rio q ue ap a rece nest a se gun d a f oto e onda nest a é v isi vaso do elo do prime rio do circulo do pino de dez, p ino, , co rr es ponde na i mage made ria da capa , primeira do circulo do q ue e stá por det ra s d o joe l h o di re tito da ra ap ro o g ac ue pa rece de sc e ra s esca da s, en t reo t rec e iro de g ra ue o q u art o de se isque é a me sm a posi sic sao se c on t a do traço ingles prime rio do circulo dez os, primeira p art tir de c ima de onda de sc e, o vaso use seja do circulo do joe p rie mr io home do circulo , o da cruz rec e iro deg ra vaso é o circulo doca da pata do ur to, do leito, do se id, is,

O desenho da janela , é o de um cruz dupla, como a da tuberculose, e as persianas, em baixo, é o de um cruz dupla, como a da tuberculose, e as persianas, em baixo, estão em cunha , ou bico, ou mola, ou boca, com quatro dentes, e um estranho pormenor no ceu se ve, ao lado direito da imagem, masi ou menos a meio da segunda divisão da janela, que é o que parece pela cor ser metade de uma antena no topo do edifício, cuja figura remete tambem para um fósforo, um fósforo de cabeça vermelha, ou seja dois fósforos, ou seja uma dupla penetração, transpondo, a imagem da rapariga , sendo então do anterior, do anal que parece vir o fumo, em cunha , ou bico, ou mola, ou boca, com quatro dentes, e um estranho pormenor no ceu se ve, ao lado direito da imagem, masi ou menos a meio da segunda divisão da janela, que é o que parece pela cor ser metade de uma antena no topo do edifício, cuja figura remete tambem para um fósforo, um fósforo de cabeça vermelha, ou seja dois fósforos, ou seja uma dupla penetração, transpondo, a imagem da rapariga , sendo então do anterior, do anal que parece vir o fumo,

O de s en h o da jane la , é o de primeira cruz dupla, com o ad a t uber cu l o s ee as pe se iana s, em ba ix o, es tao em c unha , o u bico, ou mol a, o u boca, com qua t rode d en te se um est ra anho por me en o rn no c eu se eve, aol ado di rei to da i mage made ria, maio am iro sio u m en s o am e io da se h un da di visao da jane la, q ue é o q ue pa rece pe la cor ser met ad e de uma ant rena no top o do e di f cio, cu j a fi gi ur a reme teresa tambem, para um f os foro, um f os for de cab eça ave vermelha, o vaso do use seja do is f os foros, o vaso do seja uma dupla p ene t raçao, t ra sn pond o, a i mage made ria da ra pa riga , s en do en tao do ante iro r, do anal q ue pa rc e vaso do iro rof umo,

Porque vem o fumo de trás e não da frente, ou tambem da frente, como imagem simbólica da fricção, do amor dos corpos, e imagem de ejaculação, parece isto apontar então que a rapariga estaria com um rapaz e fora suspendida por um outro que lá estaria ou chegara, ou seja parece indicar um acto forçado

Por q ue eve emo f umo de t ra se n cão da fr en te, o u t am tambem da fr en te, c om oi mage m s im b o lica da fr ric sao, do am mao rato dos corp os, e iam mg em made rua de a j c u l sao, pa rece is to ap on t ra en tao q ue a rp a riga est ari com um r ap z e for a s up ren dida por um o u t roque l á est aria o u c h e gara, o vaso do use seja par rc ce indica rum ac to for cado cortez

A rapariga sentada, em cima do televisor, mostra o fogo que lhe sobe entre as pernas, e sua expressão é como se tivesse sido desvelada, pois o que parece ser um projecto de polícia a desvela, esta luz dá tambem uma outra indicação pelo canto da casa onda ela se encontra, nao tem sua forma circular, mas sim adquire uma precisa indicação de lua, em crescente quase plena, que por sua vez liga uma outra semelhante, figurada mais à frente na revista

A ra pa riga s en t ad a, em c ima do tele s ivo r, mos t ra o fogo q ue l he s ub e en t rea s pernas, e s ua e x press sao é com o se t iv ess e dido d es vela lada, p o is o q ue pa rece ser um pro je c ot de pol cia a d es vela, e sta l uz d á t am b em uma outra indica caçao mo io us p elo can t o da casa, onda el a se es sn contra, noa te ms ua forma c irc u la r, mas si m ad q u ire uma pr e c isa indica caçao de lua am, em c r es c en te qua ase p lena, q ue por s ua ave z liga uma outra semem l h ante, fi gi ra da ma si a fr en te na re vaso do ista

Por detrás dela, a figuração do fumo, que é tambem algodão, em rama, ou seja , id de um grupo da viriginia, e de nuvens, ou seja ceu , ou seja parece indicar aviões, que foram usados no cenário real da tragédia

Por det ra s d e la, a fu g ur raçao do f umo, q ue é ta am tam , tambem al g o dao, e mr rama, o vaso use seja , id de um g rup o da vi rig gina ina, e de n uve es, o vaso do seja ceu , o vaso seja pa rece indica r a vi o es, q ue for am usa sado sn o c en a rio rea al da cruz da rage do dia

A posição do angulo da divisão, reforçado, pela linha branca do rodapé, num chao negro que reflecte e uma parede negra e a posição da televisão, define um A, os sapatos da rapariga são doirados e o tacao do pe direito está no reflexo do revestimento da coluna que simboliza um arranha ceu, e que é reflectido no chao, ou seja, como no ceu e como na terra, ou seja , parece indicar a presença de um ritual de ligação entre planos, feito de noite, ou seja provavelmente em véspera

A p os sul a o do ang u lo da di visao, ref for cortez cado, pe la linha br anca do rod ape, nu m ca h one negro q ue refe le c te e uma pa rede negra e a posi si sao da tele vi sao, de fi ne um A, os sapa patos da ra pa riga são dori ad os e o t ac cao do pe di rei to e ts á no refe l xo do r e v si ti n en to da coluna q ue s im b o l iza um ar ra anha c eu, e q ue é refe l ct id o no cha o, o vaso do seja, com on o ceu e com on a terra, o vaso do seja , pa rc e indica ra pr es ença de um rit ual de liga sao en t re p la lan os, feit o de no it e, o u seja por v ave l mente em vaso da espanhola pera

Ao lado do mesmo sapato, a ponta da mangueira, o gatilho, branco do cabo negro do cilindro vermelho, com dois pés, e um tipo de borbulha no corpo, com o que parece ser uma estranha pega em cima, branca e amarela, meio em excêntrico, e como se tivesse um pano beje, em cima, como umas cuecas femininas,

Ao l ado do me sm o sa pato, primeira da ap da p da ponta da mangueira, o gat ilho, br anc o do cabo negro do c i l in d ro ver ml le home do circulo, com do si p es, e um t ip o de bo rb bul homem da prime ria do ano corp o, com o q ue ap r ee ser uma est ra n hp me d a pega em c ima, br anca e am ar e la, me io em e x c en t ric o, e com o se t iv ess e um p ano b eu je, em c ima, com o um as c eu cas fe me ninas,

Um outro pormenor, estabelecesse uma ligação com a foto da capa sobreposta no cenário, como ele é desvelado nesta segunda foto, que aqui abordo, onde se vem os dois fósforos falos, que é o que parece ser a marca da tv, que stá no sitio do joelho direito da rapariga espelhando o esquerdo, da que desce, ou seja parece indicar que um dos falos, ou falsos falos, como agora apareceu, o que remete para um pie mas feminina, ter alguma relaçao com a torre masi alta que é figurada na imagem, cuja maior referencia para a indicar, é a presença da outra ao lado, a única que tem um telhado em vez dos terraços, e que pode corresponder a uma real , um trapézio, com dois paus nas extremas mais afastadas, a mesma figura geométrica das escadas de corda e de madeira

Um outro pro rome en ro, e stab e le c ess e uma liga sao com da primeira da foto da capa s ob r e posta no c en a rio, com o el e é d es vela ad o nest a se gun da f oto, q ue a qui ab o r do, onda se eve mo sd o is f os foros f al s os falos, q ue é o q ue pa e rc e se ra am m rca da tv, q ue stá no si tio do joe l h o di rei to da ra pr riga es pe l h anda do circulo esquerdo, da q ue de sc e, o us e j a pa rece indica r q ue um dos f alo s, o u f as l s o f alo s, como agora ap rec eu, o q ue reme teresa para da primeira pie mas fe me nina, teresa al gum da primeira da relaçao com da primeira torre masi alta, q ue é fi g ur ad dana ana i mage made ria, cu j am a io r refer en cia para a in dc ia ré primeira pr es ença da outra aol ad a, a única q ue te maior do primeiro tel h ad o em v e z dos terraços, e q ue + pode co rr es ponde ra uma rea al , um t ra pe z io, com do is pa us nas e t r emas mais a f as t ad as, a me sm a fi g ur a ge ome met ric a d as esca da s d e corda e de ema de ira

E por fim, nesta imagem, trás a menina do fogo entre as pernas, redes de malha, malha existe outra reflectida nos prédios da cidade, que vos disse me evocar o u ching, u seja que parece pelo i ching ser possível de uma leitura, na realidade, um aqui em imagem perante vos foi lançado, mas o padrão é tambem padrão digital, ou seja fogo na net, ou seja traves da net, através de conteúdos, de determinados conteúdos que foram publicados e que criaram uma reacção , talvez um filme do acto, que fora usado numa chantagem e que acabou publico


E por fi maior da net s ima mage maior , t ra sa menina do fogo entre as pernas, red es de ema al home da primeira, m al h a e x is te outra refe l ct u id ano s pr é di os da cidade, q ue vaso do os di ss e me evo c aro vaso doc homem ingles, vaso do seja q ue pa rece p elo i c h ingles, ser p os ss iv el de uma e i ur a, na re la id ad e, um aqui em imagem pe rn at e vaso do os f oi lan ç cado, mas p o padrão é tam ne m p ad ra do circulo do digital, o vaso do seja f ogo na net, o u seja t rav es da net, at rav es de conte u do sd e de teresa mina ina dos conte u do s q ue foram, pt, p ub li cado sec ue c r ia ram uma rea sao , t alvez um fil med o acto q ue for a usa sado numa do circulo do home da nata ge me c ue ac ab circulo do vaso da p do circulo do ub l iv circulo

A imagem que aparecia no yahoo relativa o retracto do suspeito de mais esta matança, era estranha sem si mesma, se via um rapaz pequeno com um marca, como se fosse uma sobrancelha impossível que desenhava como um seis, e ressoava nas outras linhas recentes da sobrancelha, a primeira mostrado pela hillary e depois o do jogador no jogo da africa do sul e ecoara de novo aqui no cinto dentro da gaveta , que assim ficara, depois de o ir ver

A i mage maior do que ap ar e cia no y h a oo re la t iva o re t rato do s us pei to de maís e tsa mata ança, e ra est ra anha se maior si me sm a, se via um ra ap z pe q e un o com um ma rca, com o se f os se uma s ob ra n cel h a i mp os si v e kapa q ue d es en h ava com o um se ix, e r esso ava nas outras l in h as rec en te s d a s om br anc el h a, a prime ira mos t ra do pe la hi ll a r y e d ep o is o do jo g a dor no j ogo da a fr i cado sul e e co ar ad e en ovo aqui no c in to d en t roda g ave eta , q ue as si m fi cara, de edp o is de oi rato do ver

O contexto alargado, por assim escrever da imagem do jogo na africa do sul, remetia para as mortes súbitas que ocorreram nos estádios

O c on te x to al ar gado, por as si m es c r eve rda i mage made ria do j g on a fr aica do sul, reme tia par aa s mor t es s ub bit as q ue o co rr e ram nos ea td is circulo

E pelo espirito ouvi ainda relativo a este fio, e a descodificação do cinto, que era a id do circulo vermelho, na realidade neste alinhamento das notícias em vídeo do yahoo, o presidente russo estava ao lado do americano na casa branca, e a meta dizer, era que ao que parecia se estava finalmente a fazer a luz dobre os acontecimentos, tambem relativos a russia, assim o entendi, como já o entendera, quando do anuncio da abertura de novas linhas aéreas entre lisboa e moscovo, que será abordado em outro texto mais em pormenor

E p elo es pei to o u vi a inda re la t iv o a este fio, e a d es do fi caçao do c in to, q ue e ra aa id do c irc uk do ove vermelho, na re la id ad e nest e al in h am en to das no ti cas em v id é circulo do y a h oo, o pr is u dente russo e stav a aol ad o do am mer cia ano na ca sa br anca, e a met a di ze rato, e rac ue a o q ue par e cia se e stav a fina al em n te a f az e ra luz do br e os ac on tec cimentos tambem relativos a russia, as si mo en t en di, com o j á o en t en de rac ua anda do anu un cio da ab e r tura de n ovas linhas aéreas en t re lis boa e mo s cv o, q ue sea acento, ab o r dado em o u t ro t e x to maís em por m en do circulo do rato

Se passava outra vez um pormenor estranho no thumbnail, desta conversa entre os dois presidentes, pois as duas bandeira, em pequenino, desenhavam um padrão de quadrados vermelhos e brancos, que nao é como todos sabem o padrão das bandeiras e daquelas que estavam presentes na sala por detrás deles

Se p ass ava o u t ra ave zorro um por m en o r est ra anho no t h um bna nail, de sta c on versa en t reo os do is pre dide dentes, p o isi as du as bandeira, em p q eu nino, de s en h ava vam m um padrao de quadrados vermelhos e brancos, q ue noa é com o todos s ab emo padrao das bandeira se d a q ue la s q ue est ava vam am pr es en t as na sala pode det ra serpente deles

Me recordou ao vê-lo uma camisa de um senhor que aparecera recentemente num final da tarde na cas de goa com uma bela rapariga loira de cabelos encaracolados de peitos fartos, estava eu no jardim em cima e vi-os assim a estacionar no parque, e me lembro da imagem pela estranha camisa que o senhor trazia,

Me recordo u a ove do traço ingles prime rio do circulo dez, uma ca misa de um s en hor que ap ar e ce ur a rec en te mn te nu primeiro fina l da t arde na cas de goa com uma be la ra pa riga loi ira de cab elo s enca rac ola do s d e pei t os f art os, e stav eu no do jardim em c ima e vi do traço ingles do os as sima p rie mr ia est ac cio na ar no parqué batman, e me l em br o da i mage made ria m pe la est ra anha ca misa q ue o s en homem do ro t ar zorro do ia,

Ouvira eu por esse tempo, recente, uma frase semelhante a que acabei de escrever em texto recente, de uma aparente vos feminina que dizia com despeito, ou assim parecia dizer, que eu só queria o seio

O u vaso da ira eu por esse te mp, rec en te, uma fr ase semem l h ante a q ue ca be id e es c r eve rem te x to rec en te, de uma ap ar en te vaso do os fe me n ina q ue di zorro do ia com d es pei to, o u a ss im par e cia di ze r, q ue eu serpente do acento ó, q eu ria o se io

Ontem à hora de almoço, o ceu estava tudo azul, sem nenhuma nuvem, a não ser uma cobra branca que atravessava mais ou menos a meio a aboboda celeste, e que se estendia daqui na direcção eu apontava o rato e talvez mesmo chegando ao marques, assim estava a boca dela indicando, pois espelhava uma outra imagem que vira em véspera num belíssimo documentário sobre o trilho dos Apalaches

On te ema à hor ad e al moço, o c eu e stav a tudo az u l, se m n en h um a nu uve ema n cão ser uma cobra br anca, q ue at rave ss ava maís o um en o sa am e io a ab o boda da celeste, e q ue se es t en dia da q u ina di rec são q eu a ap on t ava do circulo do rato e t alvez me sm o c he gan do a o marques, as si m e stav a ab o ca de la indica can anda, p o is es pe l h ava uma o u t ra rai e mage made ria q ue vaso da ira em vasp da es pera nu primeiro be lis simo doc um en tá rio s ob reo t rato da ilho dos a pp a la ac home espanhol

Parecia que a cobra no ceu espelhava um imagem de uma outra que as paginas tantas comia um rato, pois estava dilatada a seguir a boca, como se o tivesse acabado de engolir, a linha do documentário, falava da função das cobras que comiam os roedores que transmitiam uma perigosa doença aos animais de todas as espécies, humanos incluídos , e que eram as pequenas caraças laranja

Pa rec iac q ue a cobra no c eu es pe l h ava um a ima mage mader ria de uma outra q ue as pa gina s t anta s co mia um rato, p o is e stav di la t ad a a se gui ra boca, com o se o t iv ess e ac ab ad o de en gol ira linha do du men tá rio, f al ava da fun sao das cobras q ue co mia am os r oe dor es q ue t ra sm it ima uma pe rig os a do ença a os animais de todas as es pe cie s, humanos inc lui id os , e q ue e ram as pe q u en as ca raç as laranja, psd

Pois calhara tambem em véspera uma noticia ano telejornal do recandidatura do bandido santana lopes a presidência da cidade, onde se via como é uma besta e a verdadeira face das suas propostas, entre o alcatrão da cidade, das ruas para os carros assassinos, do comum pulmão, estavam em gráficos como que pintados pedaços de relva no permeio dos separadores, que eu até me e perguntei, mas será para jogar golfe na cidade, ou para plantar pequenas hortas com alfaces e batatas

P o is ca alha ra t am b em em v es pera uma ni ti ci ano tele j ina l do rec can dida tura do bandido santana lopes a pr e s id en cia da cidade, onda se via com o é uma best a e a verde ad e ira face das sa us por rp ota s, en tr reo do al cat ra o da cidade, das ru as para os car rr os as sas sin os, do com um p u l mao, e ts ava vam em g ra fi cos com o q ue pin t ado s ped aço s d e r el vaso do ano per me io dos s ep ar ad dor es, q ue eu a té me ep reg un te i, ma s se rá para jo g ar gol f en a cia de, ou para p l antar pe q u en as horta s c om do alface se da s bat at as

Ao ver a cobra no ceu, ao me lembrar dele ter evocado o túnel do marques, eos tais separadores que pareciam sugerir cobras me disse, estamos a falar desta imagem, das caraças sociais democratas que contagiam com doenças mortais às gentes, na realidade ao que aprece o parlamento muito esteve agitado, tambem a espelhar o que alguns outros certamente viram

A ove vera primeira cobra no c eu, ao me l en br a r de le teresa e v o cado o t une l do marques, e os tais se para dor es q ue par e c iam s u ge i r cobras me di ss e, est amo sa al ar de sta i mage made ria , das cara ç as soci a is demo c rta s q ue conta g ima com do ença s mor ta si o as gente, revistas, sn a re la id ad e ao q ue ap rec e o p ar la men to mui to es teve a gita ado, tambem a es pe l h aro q ue al gun s o u t ros ce rta em n te vaso iram

Em casa pelo inicio da tarde, dois livros me saltaram dando duas informações complementares, o primeiro , relativo ao anzol, de que falara no vídeo ultimo, quando explico que é por razão de justiça que o estou mordendo, e falo dos cios que fazem com falsos sos, usando inclusive as crianças e vos chamo pelo vosso verdadeiro nome a quem assim faz, bestas sem peias em abusarem até as propias crianças

Em c asa p elo in nico da t arde, do is l iv ros me s al t aram dand o do as in f oma mações co mp lem en t ares, o prime iro , re la t iv o a oe zo l, de que fa al ra no v id é circulo do u l t imo, qua ando e x p li coq ue é por r aza ode do da justiça, q ue o est o u mor d en do, e falo dos cios q ue f az em com f as l s o sos, usa sand o inc l u s iv e as c r ian anças e vaso do os ca hm do circulo do p elo vaso do osso vera de iro no me primeira q ue em as si m f az, best as se em pe ia s em ab usa rem a té as por rp ia s c rian anas

Os sermões do padre antonio vieira numa edição de bolso publicada pelo jornal de notícias, que tem uma marca na pagina quarenta e quatro, levitico, leviata, assim logo me declinou,

Os ser moe es do padre antonio ove ira nu ma e di sao de b ol s o pub li cada p elo jo rn al de not ti cas, q ue te maior primeira da ma rca na pa gin nma qua renta e q eu t ro, le vi tico, le via t a, as si ml ogo me dec lino vaso,

BB ll ss mm

Benedicite cette et ominia que moventur in aquis domine

Bene Bebe bee di cite ce t te et om in ia q ue m ov en t ur in au is do mine

Louvai peixes, a Deus, os grandes e pequenos

Lou uva i p e ise es, sade us, os fr andes e pe q u en os

Si nartus non fuisset homo ille

Si n art us do non, f ui s set homem da omo ille

Melhor fora nao nascer homem

Mel hor for a na o na sc ser h om mem


No capitulo seguinte, sermão pelo bom sucesso das armas de portugal contra as da holanda, o eco se dera depois, no telejornal com um senhor que falava de um lançamento de um jornal da zona do porto, de uma penalizaçao na produção de vinho do porto, e dos jornalistas que compunham o grupo redactorial e que em passant daquilo tudo, deixava cair um desculpe, sem especificar como de costume porque ou relativo a que, sendo que minhas orelhas se arrebitaram, pois uma linha do espirito recente, me dissera ser relativo as chagas de lamego, e as que me lembrei, as masi dolorosas, foi ver a minha avo a ter uma grangena antes de seu falecimento, bom sucesso, braga tambem, como a indicar a origem deste passe de bestas sem coraçao

No c apit u lo se gui en inte, ser mao ep lo b om suc esso das armas de portu gal c on t ra as da holanda, o e co se de ra d ep o is, no tele j ina l com um s en hor q ue f al ava de um lan ç am en to de um jo rn al da zon, primeira do por t to, de uma p en al iza sao na por du sao de vinho do porto, e dos jo rna l istas q ue co mp unha ham da am do g rupo red ac tori a sl e q ue em passant da q u ilo tudo, de ix ava c air um d es cu l pe, se m es pe ci fi car com ode cos t um e por q ue o u re la t iv o a qui da ue, s en do que min homem as do orelhas, se ar r e bit aram, oi us uma linha do es pei to rec en te, me di ss e ra ser re la t iv o as c h a gás de l am e g oe as q ue me l em br rei, as ma si dolo rosas, f oi ver a min hp homem da prime ria av, circulo da primeira teresa, uma g range gena ant es de seu f al le cie mn to, b om suc esso, braga tambem, com o a in dc cara a o rig em d este sp asse de best as s em cora são

No delta dos livros que meu corpo tocara ao passar ao pe da estante, de novo, e ao lado deste, a pequena face do antonio franco alexandre, o livro onde em dia recente me fora dada a chave do ritual de giz, que terá sido não so usado em minha morte, como na queda de meu filho nas canárias, e no mix das duas leituras, uma meta linha de um dizer, do genro da vanitas dos homens, tu que já fizeste grandes feitos no egípcio, e que tiveste já o respeito do gentio que agora te despreza, e por ai fora meio lamento, meia incitação, meia coisa nenhuma de va gloria de mandar, que me entrar por um ouvido e pelo outro deve rapidamente sair, para que os egos nunca se tornem maiores do que não devem ser

No da ode do delta dos l iv rosque me u corp o toc cara ao p ass ra ao pe da est ante, de n ovo, e aol ado d este, a pe q un a face do antonio franco al lex rande mo l iv ro onda em dia rec en te me for a dada ac home ave do ritual de giz, q ue te rá s id on cão s o usa sado em min ham orte, com on a queda de me u fil h on as c ana aria s, e no mix das du as lei turas, uma met a l in homem da ad e um di ze rato , dog en roda vanitas dos h om ns, tui q ue j á fi z este g rand es feit os no e g ip cio, e q ue t iv este j á o r es pei to do g en t io q ue agora te d es pr e z a, e por ai for am e io la am lam men to, me ia inc it aç são tacao maia co isa n en h uma de eva g lori ad e man d ar, q ue me en rta por um o u v id o e p elo o it ro d eve ra pr id dam am que mente s air, para q ue os ego s n un ca se tor ne m maio rato es do q ue en cão do quadrado da eve e maior ser

Nas imagens do yahoo, relativas a arnold, a detroit e a imagem dos presidentes, sc h w ar ze w g ger vinte e quatro, natal e jornal, bil lion dol ars ca ll ise se men q en c y more f ur lo u g homem serpente, fr ank cody tec nica traço ingles detroit studio, stud di do io b, tres, ser ep net oi di vaso cruz zorro, nid reo urso, c h os tit delta prat ts, segundo circulo be r mel h oe amarelo, we r ren j,

De novo a imagem da senhora hillary com o tal botão do reset, nas relações eua russia


de en ovo a mage made ria da s en hora hi ll ar do delto com do circulo da cruz al do bot rao do re es set nas re la ac soes

Um terceiro livro nesta tarde me falou, me apareceu prince, e ao ver, me dei conta que então a morte de michael jackson, poderia, ou assim algum o insinuava, ter sido mais uma vez uma luta entre grupos de distintas estrelas

Um t rec e iro l i vaso ro ne ts t arde me f al lou, me ap ar e c eu p rin ce, e a ove rat , med e e conta q ue en tao a m orte de mica hel j ac k s on, pode ria, o usa si em al gum o in sin u ava, teresa s id o maís uma ave z uma lu t a en t reg rup os de di s tinta ser ep pn t es das estrelas