domingo, julho 12, 2009

falando de agua e de gotas de agua, estava o filho da puta do aicep , de como o grande imperio do meio, viria assim, em termos de mercado, portugal, a cobra do basilico, que chorona em dia recente, se queixava nada saber mais fazer para melhorar a situaçao da riqueza em portugal, e agora, assim fala, morra, sua puta, que nao tem unhas para o cargo , esse ou qualquer outro, que diz , às acusaçoes que estao aqui neste livro da vida sobre tantos funconarios e ex funcionários de sua casa, silencio, silencio, de quem cobre as mortes e as matanças

f om, ramon fon, fim, for mula one da fla anda da agua e das g ota ts serpentes de agua, estv ava circulo do fi do primeiro da puta mor do aicep, ac cic ep, ai, ai, ai, fazem as almas mortas de centenas de milhar, morrei seus filhos da puta, que nunca mais levem nenhum de vos crago de alguma especie ou genero na cidade

dec omo circulo dog rande imperio do me di do io, vaso da iria em teresa rato mos de mercado, as putas dos estudos, potu gal, primeira cobra do basilio, q ue cho ron a em dia rece en teresa, sec vaso ix ava bam, o saber, maís f az ze rato para mel h o rt ar a si tua, sao, onde caiem os comboios e se vao uns e depois vem as pretensas autoriedades dizer que a linha está boa, quando as crianças em seus passeios, com suas pequenas e nuas maos tiram os rebites, e mortos e nenhum responsabilizado, bandidos a solta e terroristas que dizem governar!!!!

e agora ass si em fala, mor ra serpente da ua da puta, q ue n cao teresa unhas, para do circulo argo, ess e circulo vaso do outro, q ue di zorro às das acusaçoes, ac usa ç oe s , do silencio, o duplo, quadrado este circulo, primeiraq do ki aqui, li bv ro david de t antas fun cona rio serpente da se e x f un cina rios de serpente da ua circulo da asa, o do si len cio, duplo, o duplo, às das mortes e das matanças

vos governais a morte e somente a morte, por isso se a conheceis tao bem, ela que vos leve num pufff

!!!!

v os do governo a isa am mor orte e s om en teresa que mente, da primeira mnorte, por iss circulo sea da primeira com mec he is tao b me el pata q ue v os l eve nu prim rio p vaso do triplo, t rip primeiro dez, t r eve iro do t rec e iro do terceiro gato assanhado, fff
Sobre o ponto do vídeo ultimo pelos trinta e sete minutos,

Snifo, cheiro eu uma bela e saborosa maça vermelha,
Duas raspadelas da faca no circulo do prato ingles
Depois duas pancadas da faca no prata
Limpeza da faca

A palavra diz, devem pro esse composto nas sopas, ou então nos cafés ou nos whisquis, falando doa alzeimer instantâneo como café solúvel, que parece acometer os queridos lideres a caminho do sol radiante, depois de fazerem pela enésima milésima vez promessas de plim para erradicar as misérias e a fome das crianças do mundo

Se a gente fosse contar o somatória de tudo aquilo que já foi prometido nestes últimos anos, e lhe aplicasse a taxa de juro que cobram os financeiros n este pais, a carta real, letras promissórias, banco, bcp, ted rédea solta dos financeiros, dos que especulam, ou seja dos fundos de investimento, numero , cinco, quatro , cinco,

S ob reo p on to do v id é o u l t imo p elo s t rina ina te set min vao serpente vaso da cruz os,

Sn ni fo, che iro eu uma be la e s ab bor os maça ave vermelha,
Du as ra spa de l a s da f aca no circulo do pr ato ingles
D ep o is du as pan c ada s da f aca no p rta
Li mp e z a d a f aca

A p al av ra di z, d eve em pro ess e co mp post on as sopa s, o u en tao nos ca f es o u no sw hi s qui is, f al lan anda do a al ze e mer in s t anta neo com o ca fé sol uve l, q ue par ce aco met reo s q eu rid os lide r es a ca minho do sol ra d ian te, d ep o is de f az e rem pe la ene s ima m ile sima ave z por mer s sas de p l im para e rr ad di car as mise ria se a f om e d as c r ian ancas do mundo

Se a gente fosse conta aro s oma tori a d e tudo aquilo q ue j á f oi prime i r do nest e s sul timo s anos, e l he a p li c ass seat a axa de j ur o q ue cobra am os do financeiros, n este pais, a ca rta rea al, le t ra s pro rome iss o ria s, banco, b cp, ted red e a sol t ad os fina ce iro sd os q ue es pe cu lam, o vaso use seja dos fun do s d e in v es tim en to, nu mer do rio ero , c inc o, qua t roc inc circulo

O alinhamento das poesias, diz, o conde nino das estrelas da nau catrineta das canções de tear da esperança , estrela alva, rainha dos bordados da pluma de amor, a bela dio do ganso selvagem da chuva nos degraus , joana delicada, hughes e harris

O al hi n ham en to das poe sis, di z, o conde nino das estrelas da ana u cat rine eta das can ç o es de te ar da es pera ança , est r e la alva, rai n h a dos bo r dados da pluma de mao ra be la di o do ganso selvagem da ac h uva nos de g ra us , jo ana deli c ad a , h u g homem es e homem arri serpente
KEFALH ME
CHINESE MUSIC
“Explain this happening!”
“It must have a ‘natural’ cause.”
“It must have a ‘supernatural’ cause.” } Let
these two asses be set to grind corn.
May, might, must, should, probably, may be, we may
safely assume, ought, it is hardly questionable,
almost certainly—poor hacks! let them be turned
out to grass!
Proof is only possible in mathematics, and mathematics
is only a matter of arbitrary conventions.
And yet doubt is a good servant but a bad master; a
perfect mistress, but a nagging wife.
“White is white” is the lash of the overseer: “white is
black” is the watchword of the slave. The Master
takes no heed.
The Chinese cannot help thinking that the octave has
5 notes.
The more necessary anything appears to my mind,
the more certain it is that I only assert a
limitation.
I slept with Faith, and found a corpse in my arms on
awaking; I drank and danced all night with
Doubt, and found her a virgin in the morning.


K E F A L H ME C H INE SE MU SIC
“E x p la in t hi s h ap pening!”
“It mu s t h ave a ‘nat ural’ ca use.”
“It mu st h ave a ‘super na t ural’ ca use.” } Le t
t h es e t w o ass es be set to g r ind corn.
May, mig h t, mu st, s h o u l d, p ro b ab l y, may be, we may
S a f el y as s um e, o u g h tit is h ar d l y q ue es ti on able,
Al mo st ce rta in l y—p oo r h a c k s! Le t t he m be t ur ned
O u t to g r ass!
Pr oo f i s on ly p os si b le in mathematics, and mat h ema t ics
I s on l y a mat t ero rof ar bi t r ar y c on v en ti on s.
And y e t d o u bt isa first ts g oo d s e r van t but first ab bad ad master; a
Per rf e c t mistress, but a na gg ing wife.
“W hi te is w hi te” is t h e l ash o f t he ove r see r: “w hi te is
b lack” is t he w at ch word o f t he slave. The Master
t ak es no he ed.
The Chinese can not he lp t h ink ing t hat t he oc t ave h as
5 not es.
The mor e ne c es sary any t h ing ap pea r s to m y m ind,
T he mor e ce rta in it is t hat I on l y as se rt a
Li mi tati on.
I s l e pt w it h Fa it h, and f o un d a co rp ps se in m y ar ms on
A w ak ing; I dr ank and dan ced all ni g h t w it h
Do u bt, and fo un d her a virgin in t he mor ning.



Norma primeiro do segundo ook da antiqua do eleven

A cruz no circulo elevado da direita no lugar do trono
Tao é a letra
Nijinski, o pássaro de fogo, a figura , maos para baixo e angulo recto aos braços do horizonte,
Da caligrafia inglesa
Caligrafia da serpente de este do ponto no meio do circulo lingam k hi en, p art o f he ad en t rep art tem sis da key scale, segunda em cinco, e trinta

N, lua para cima virada em crescente yoni,
Maça k h w lua levada vaso n
Belly
Tres e trinta

O basilico, do horta, a cobra da orta, da seda da cc, da rosa deo mundo, sines, p lata, la can coca co la forma lo g is tica

Subindo os íngremes degraus
Da grande muralha

O senhor caminha
Apoiando os braços em garrafas de agua
Parecem sky
Parecem molas de agua
Pirâmides e portais
Microscópico electrónico
células
Ecrãs, plasmas, tv
Imagem do circulo quebrado em nova yorque


N, l ua da lua para rac ima v irada em c r es set ne y oni,
Maça k h w lua levada vaso n
Be ll y
T r es e t rin t a

O ba si li cod o h o rta, a c ob ra da orta, da seda da cc, da rosa deo circulo do mundo, sin es, p lata, la can coca co la forma lo g is tica


sd

S ub indo o s in g rem es de g ra us
Da g rande m ur alha

O ap
O ap pap a puta, pita mc e sp ás da tv

A s en
O s en hor ca min h a
Ap oi anda os br aços em g ar raf as de agua
Pa rec em s k y s
Pa rece m mol as de agua
Pita tam am m id es e porta is
Mic ro sc o pico el e ct ron oni co
Ce lulas
E c ra sp la sm as da tv
I mage made r ia do c irc u lo q eu br ado em n ova y o r q ue


No oráculo do sonho
Pela manha ao amanhecer

Imagem pós apocalíptica

Seria brasil ou um pais asiático, pois os soldados me apareceram asiáticos, o mesmo Honduras,

Uma torre cuja planta é como um vesica, que monta pelo ceu adentro, depois de uma sustentação, quadrangular, está em pé mas como destruída, como se tivesse sido abandonada em sua construção, do lado direito da torre, uma mancha negra, como um material isolante entre alcatrão e espuma negra expandida é visível em grande dimensão numa parede, como uma pastilha elástica, mas negra, na base do edifício os pilares estão descascados, se ve a armação metálica em diversos deles

Ninguém no lugar, depois na parte de trás , uns guardas aramados, exercito, acordo depois de por eles passar, com uma sensação de sabor muito estranho na boca, vou comendo alguma coisa, olho o caminho de terra batida, e vejo uma bosta, ao acordar, sei entoa que comi a bosta da brasileira

Antes no mesmo oráculo, com obama, descia ele a uma reserva de agua que existia no meio da cidade, onde havia um lago, entrava- se por uma porta normal de uma casa do casario antigo, mae de agua, ali estava mais alguém conversando, sobre a agua , que era suja, depois um tetaro, um teatro no interior, como tambem n a mae de agua, a cena mudava antes, de começar a peça, na descida , alguns actores familiares, uma bela rapariga, deveria ser bailarina, mae de agua, convento do beato, olga roriz, são os perfumes agora ao isto ver, ou melhor rever,

Ontem no sonho, um aviao pessoal com um casal, estamos no tempo em que eles são usados como os carros, poisava na rua em frente a moradia onde viviam, vinham mostrar-me alguma coisa, o aviao, trazia uma das asas dobrada em armónio ou que se dobrava ao aterrar para não ocupar espaço, era a imagem da sonda que sonda o sol

Depois, um terraço elevado, parecia estar ao pe do rio a ver os montes do outro lado onde a tal plataforma, como um restaurante se encontrava, a neve , ou espuma branca descia da montanha, no sonho, me digo, pelas alturas e suas proporções, mao poderia ser deste lado do rio a ver o monte da caparica, seria então do restelo ou seja a sonda do corpo diplomático, que me sonda


No o rac c u lo do son h o
P el a manha a o am na he ser

Ima ge m p os ap o cali pt tica

Se ria br as i l o uu primeiro do pais as ia toco, p o is os sol dado s me ap ar e ce ram as iat ti cos, o mesmo h on duras,

Primeira de uma ess negra vao isi iss negra lic a

Uma torre cu j a p l anta é com o um v e sica, q ue mon t a p elo c eu ad en t rode p o is de uma s us t en sao, qua d ran gular, e stá em p é ma s c omo d es t rui d a, c omo se t iv esse s id o a ban dona ad a em s ua co ns t ru sao, do l ado direito da torre, uma man cha negra, com o um mate ira l is o lan te en t re al cat ra oe es pe uma negra e x pan dida é v isi v el e m g rande dim en s sao nu ma pa rede, com o uma p as t ilha el as tica, mas negra, na b ase do e di fi cio os p ila ares es to a d es casca do s, se v ema ar maçao meta lica em di versos d el es

Nin ac anho vejo, br

Nin gum no lu g ar, d ep oi na p arte de t ra s , un s g ua rda s arma da s o, e x e r c it o, ac o r do d ep o is de por el es p as sar, com uma s en s aç sao de s ab o r mui to est ra anho na boca, v o u co mendo al gum a c o isa, olho o ca minho de terra ab bt id a, e vejo uma da bosta, ao ac o rda r, se i en to a que co mi a bosta da br as i le ira

Ant es en t eu porta on it iro do circulo da es cida mae agua

Ant es no me sm o o rac u lo, com obama, dec de sc cia ele a uma r es e r v ad e agua q ue e xis t ia no me io da cidade, onda h avia uma do lago, us to, en t rav asse por uma porta norma l de uma c asa do ca sari o antigo, mae de agua, al i e stva m si al g u e m c on ver sand o, s ob rea agua , q ue e ra s u j ad ep o is um t eta aro, um teta ro no inter iro, como t am b em na mae de agua, a c en a mu d ava ant es, de com el ar a p eça, na d es cida , al gum s ac tor es f am i li ares, uma bela ra pa tiga, d eve ria ser ba i la rina, mae de agua, c on v en to do bea to, o l g aro riz, são os per rf um es a g fp ra ao is to ove ro do erro o u m el hor r eve rato,

One ine ino são onda o ava para

One m no s on ho, um avia o p esso al com um c sal, est ms o no te mp o em q ue el es são usa sado s com do circulo do os carros, po isa ava ana rua em fr en te a mora dia onda viviam, vinha do ham da manha, mos t r ar do traço da inglesa me al gum a c o isa, o ava io, t ra z ia uma das asas do br ad a em ar moni o o u q ue se d ob r ava ao a terra r para n cão o cup ar es paço, e ra a i mage m da s on da q ue s on dao sol

D ave aura son rio

D ep o is, um te rr aço el eva do, par e cia est ra ao pe do rio pr do si me ira da primeira ave do ero do ro do os montes do outro lado, onda a t al p lata fr roma, com o um r es t aura n te se en c on t rav a, a ane da neve , ou es puma br anca de s cia da montanha, no son h o, me di g o, pe la s al turas e s u as pro p roço es, mao pode ria ser d este la dodo rio a ve ero monte da capa rica, se ria en tao do restelo o vaso use seja a sonda do corp o d ip loma tico, q ue me sonda

Pela tarde, seria, ou melhor foi, a tarde das ruivas
A primeira alta envergava um túnica branca berbere, com pequenas pintas coloridas, ia com sues pais, sua mae ao passar me bateu com sua mala negra em roupas violetas em meu braço ao passar, e nem pareceu dar por isso, se tal fosse possível a um elefante

P el a t arde, se ria, o u mel hor f oi, a t arde das rui iva s
A prime ira al t a en ver g ava um t uni nica br n ca be r b e rr e, com pe q u anas pi nt as c olo rid as, ia com s u es pais, s ua mae ao p ass ar me bate u com s ua m ala negra em ro up as vi o l eta s em me u br aço a o p ass ra, e n em pa rece u d ar por iss o, se t al f os se p os s iv el a um elefante

No balcão do jardim ao final da tarde as gentes vinham chegando para jantar, as andorinhas que já tiveram filhos, voavam baixinho, quase ao novel do chao, entre os carros parados no parque

No do ob do bal aldo do cao do jardim ao fina al da t arde a s g en te s vinha do ham da manha, che gan do para j antar, as ano rinha s q ue j á t iv vera ram filhos, v o ava vam manha ba ix in h o, q ua ase a do circulo do ove da novel do cha o, en t re os carros para ad os no do parqué, par q eu

De sapatas vermelhas , vestido de preto cabelos ruivos ali estava lendo um livro azul, com a nikon a seu lado

De spa patas verme ml homem as , v e ts id o de preto cab dos elos ur ivo s ali e stva len do um l iv ro az u l, com a ni k on a s eu l ado

Tres jovens italianos, um me disse com seus gestos da lambreta que trazia nas cotas, e do sapato que como abria a boca e dentro dela parecia estar da mochila de pequenos quadrados nas cores do templo, o outro dizia da universidade de oxford, e o terceiro com traços horizontais tres e um vertical ao lado em gancho, subiu para cima das cinco e meia do lago, e lhe tiram em contra picado uma foto

T r es j ove en ns italianos, um me di ss e com se us g es t os da lam br eta q ue t ra z ia na s cotas, e do sapa pato que com o ab ria a b oca e d en t ro de la par e cia est ra da moc h ilha de pequenos quadrados nas cor es do te mp pol li, o outro di z ia da uni v es sida dade de ox ford, e o te rc e iro com t ra aços h ori zon tais t r es e um ver ti c a l a o l ado em gan cho, s ub io vaso do para c ima das c inc oe me ia do lago, e l he ti ram em contra pi cado uma f oto

Na fiada do prédios novos da av de ninguens, o ultimo bloco, uma sombra impossível como uma vela cinza, lambia acima do terceiro traço com janela pequena tipo, uma porta em outra escala, e o espirito acrescentou , o segundo nono do terceiro circulo da cristina coutinho

Na fia ad ado dos prédios de muitos ovos da av de nin g un es, o u l t imo b l oco, uma s om br a i mp os s iv el com o uma ave da vela c in zorro da al da lam da bia do ac ima do te rc e iro t r aço com jane la pe q u en a t ipo, uma porta em o u t ra da es cala, e o es pi rito ac r es c en to u , o se gun d o nono do terceiro circulo da c r ix z t ina co u it n h o, o corinto
.
olhando aquela fachada lateral, cada andar ressoa em outra escala no pavilhao de portugal, na expo, portanto será alguem com ele relacionado , ou com o lugar, do oriente
.
o l h anda aqui da ue el primeira f ac h ad primeira la te rac ra al, c ad a anda ar r esso emo de outra, es cala no do pavilhao de portugal, pro t u gal na expo, porta ant circulo se rá al g ue mc om el le re la cio na ad circuo, circulo vaso com do circulo do lu g ar do circulo do rei inet net do oriente, uma sombra, ou primeira sombra, prime ira da s om br primeira

Em Teerão, alguém por detrás do senhor na conferencia de imprensa saia, nas notícias em véspera, que anunciavam a intenção do irao de propor um conjunto de medidas ao mundo, depois do que consideravam ter sido o grande choque do ocidente face as eleições

Em te e ra o, al g eu m por det ra s d o sem hor na c on feren cia de i mp ren sa s aia, na s not ti cas em v es pera, q ue anu un cia ava vam am a int en sao d oi ra o de pr ip pro um c on j un t ode med id a s a o mundo, d ep o is do que c on s id e rav am teresa s id o o g rande cho q eu do o c id dente da face às das el lei ç o es

Choque tivera eu ao ver um pequeno trailer, que sempre me recorda uma mesma historia com masi de mil anos, quem nunca pecou que atire a primeira pedra, ao que parece uma historia real, o apedrejamento de soraya, com um pretexto, horrível em sua maquinação, um home que se quer ver livre da mulher e assim a acusa, porque nunca se viu um apedrejamento ao contrário, senhores, e porque o trazeis em forma e letra de lei

Cho q ue t iv vera e ua ove rum pe q un o t rai da ler, q ue se mp reme record a uma me sm a hi s tori ac om ma s id e mi lan ano os, q u em n unc a pe co u q ue a t ire a prime ira pedra, ao q ue par ce uma hi s tori a rea l, o ap e d r e j am en to de sor aya, com um pr e te x to, hp rr iv el em s ua maqui ina sao, um home q ue se q ue r ver li v red a mul her e as si ma ac usa, por q ue n unc a se vi u um ape d r jam e n to ao c on t rá rio, s en hor es, e por q ue o t ra ze is em forma e letra de lei

As paginas tantas a bela rapariga se levantar, dei por ela a passar levezinho por detrás de mim, estava gravida, e era bela, tirou uma foto ao rio, e se foi pelo fim da tarde

As pa gina s t anta sa da bela ra pa riga se l eva van t ra, de ip do por el a a ps sar l eve z in ho por det ra s de mim, e stva g rav id a, e e ra be la e ruiva,, t iro u uma f oto a o rio, e se f oi p elo fi made ria da t arde

No ultimo vídeo, mais ou menos aos trinta e sete, cinquenta, um gesto com especial significado, que se liga com um conjunto de fios que forma recentemente em Palavra escrita abordados, a sobrancelha, o primeiro gesto recente da senhora hillary

No u l t imo v id é o, maís o u m en s o a os t rin t a e sete, cin q eu en t a um gesto com es pe cia al si gn i fi cado, q ue se liga com um c on j un to de fi os q ue forma rec en te mn te em Pala v ra es c rita ab o r dados, a s ob ran cel h a, o prime i r g es to rec en te da s en hor primeira do hi do ll at delta maior

As sobrancelhas arqueadas em angulo, porventura a primeira linha que parece ligar este símbolo, e que ainda ontem aparecia na leitura das correspondências, com as imagens da tv no âmbito da delegação chinesa aqui em portugal, este, o ponto do centro do circulo seguido de um sete espelhado verticalmente, man ano pr ana ingles lu eyes sexto do en teres rata par ren te sis do vinte e um e do trinta, assim se desvelara no trigrama que extrapolara da caracter da lingua chinesa que aparecera na imagem que vira no telejornal

As s ob ran cel h as arque ad as em ang u l o, por v en tura a prime ira linha q ue par ce li ga r este s im b olo, e q ue a inda on te made ria ap ar e cia na lei tura das co rr es pond en cia s, c om as das imagens da tv no am bit o da del le g aç sao chi ne z a aqui em portu gal, este, o c ren to do circulo se guido de um sete es p el h ado ver tic al lem n te, man ano pr ana ingles l u eye s sex to do en teres rata par ren te sis do vinte e um e do trinta, as si m se d e s vela ra no t rig rama q ue e x t ra pol a ra da carat, cara sete r da li g ua ch ine z a que ap ar rec rea na i mage made ria q ue vaso da ira no do tele e do jornal, dos bandidos do ps

Um outro se espelhara recentemente , na senhora que trás o condão de me irritar supinamente, quando diz, que fala no superior interesse das crianças, e que pareceu duas vezes de seguida nos dentistas, a primeira trazia um a pálpebra por debaixo da sobrancelha assim pintada, como um sete do lado esquerdo, agora de novo , com o bla e bla das legislação, sem resposta nenhuma a uma linha que fosse do que aqui lhe interpelei, com tres calhamaços que na aparência correspondem a babel, assassina, que trazem nestas matérias, e ainda trazem a ousadia de falar no interesse superior das crianças, seus filhos da babilónia, inferno quentinho para todos vos, é meu voto !!!!

Um outro se es p el h ara rec en te m net , na s en hora q ue t ra s o c on dao de me i r rita ar s u pina am que mente, qua ando di zorro, q ue fala no s up pe rio r inte r ess e das c rin ç as, e q ue par e c eu du as v e ze s de se guida nos d en s t istas, a prime ira t ra z ia uma s om br n cel h a as si m pin t ad a, com o um sete do l ado es q eu e do, agora d en ovo , com o bala e b la das legi s la sao, sem r es posta n en h uma a uma linha q ue f os sed o q ue a qui l he inter rp el da lei, com t r es c al l h ama ç o es q ue na a p e rc en ia co rr es ponde ema babel, as sas sin a, q ue t ra ze m nest as mate ria s, e a inda t ra ze ema o u sa dia de f al ar no inter e 4 ss e s up pe iro r das c rin ç as, se us fil h os da baba i l oni a, inferno q u en tinho para todos vaso do os, é me do europeu do vaso vv oto !!!!

Só neste pais de ladroes e assassinos de crianças e das famílias, é que um dos senhores que trata de crianças abandonadas há décadas e veio dizer talvez há já quase uma lua, que era necessário em seu entender tambem rever a eli da adopção, e nada , silencio, nenhum lhe respondeu, seus badamerdas hipocritos pedofilos e assassinos,

S ó neste país, tvi, de l la d ro es e ass as sin os de c r iam ç ancas e da serpente das famílias, é q ue um dos sem hor es q ue t rata de c ria ana aça s ab ban dona da s h á dec ad as e veio di ze rato, t alvez h á j á q ua ase uma lua, q ue e ra ne c ess sario em s eu en t en der tambem, r eve ra el id a ad dp sao, e n ad a do silencio, n en h um l he r es ponde u, se us b ad dam das mer da s hipo circulo do rito serpente do pedo fi l o sea as sas sin os,


Rasgai, esses calhamaços de merda da babel que sois, passei a Lei que Aqui Escrevi na Defesa dos Filhos e dos Pais e Do Amor, a Lei da republica, e fazei a revisão da adopção na base dos mesmo considerandos, e acabai de vez com esse limbo onde põem as crianças para adopção , que é so outra forma de dizer, do matadouro dos abusos que assim para elas prepareis, suas bestas,

Não o fazeis, morreis!!!

Ra s gai, ess es c al ham ç os de merda da babel q ue s o is, p as seia Lei q ue A qui Es v r e v ina da de fesa dos fil home do os e dos pa ise sed o amo ra da lei dada da republica, e f az e ia ar e da visao da ad o p sao na base dos me sm o c on si de ra n do s, e aca ba id e eve z com ess e l im bo onda poe ema às das crianças para ad p sao , q ue é s o o u t ra forma de di ze do rato , do mata douro dos ab uss os q ue as si m para el as pr ep ar a e is, s u as b est as,

N cão o f az e is, mor rei serpente!!!

E me diga senhora que já foi outrora primeira dama deste podre perverso e abusador pais de todas as crianças e de seus pais tambem, se essa sua insistência no superior interesse da criança, foi a treta que lhe venderam e que pelos vistos terá comprado para me roubar meu filho e o manterem ainda roubado!!!

E me di g a s en hora q ue j á f oi o u t ro ra prime ira dama d este pod re per verso e ba usa dor pais de t o do as a s c rina sç as e de se us pais tambem, se ess a s al in si ten cia no s u per do rito do tito inter ess ad a c rina aça, f oi a t r eta q ue l he v en der am e q ue p elo s vi st os te rá co mp prado para me ro ub ra me vaso fil h oe o man teresa rem a inda ro ub ado!!!


depois do ultimo texto, me apreceu um sabonte que assim reza sobre o diabo dos filmes, skino, serpente kapa ino ds filmes, ba t h care, sabonete cremoso, primeiro do bar do ra do quadrado doc creme reme da hidar rata ab te ante do ph ne vaso cruz ro hidra rata sao da máxima, da revista, da rua tierno galvan torre terceira, ps piso nono le cruz ra principe, dez de novenat e nove, duplo circulo do infinto, estrela sesicentos e um, duplo circulo do nono, novenat e cinco, segundo sete da dupla estrela