quinta-feira, agosto 06, 2009

Respondendo a ti pelas entrelinhas de vitezlavb nezval,

R es ponde en do a tip do ip el as en t re linhas de vi te z la v b ne z v al,

atras dos panos
atras do pano negro,
a carta que acabo de enviar,
atras do pano de ferro
uma cidade teatro onde gostaria de viver

a t ra sd os p ano serpenet sa at ra s d p ano negro, primeira da carta, ca rta, q ue cabo de envi da ar, at ra s d o pn a o do ferro, ps, uma da cidade do teatro onda g sor da aria de viver, do canal tv

atras dos panos quanto atras deles, de pano e de ferro, tenho eu o fio que hoje me levou a cruzar contigo

at ra sd os dos panos qa un t at ra s del es, de p ano e de eve ero, t en h e u o fi do io do q ue h oje me l evo ua c ru z ra c on ti g o

recebera uma carta de manha, bem cedo, talvez dormindo quatro horas se tanto, o carteiro, ah amada, o carteiro é bruto como são coisas brutas, catrapum, batera a porta ao sair, uma e outra vez, assim sabem que me acordam

rc en ra uma ca rta de manha, b em ce do, t alve dor min do a quatro, au di, hor as se t ant o, do sic culo do carteiro, a h am mad primeira, o carteiro é br u toco mo sas co isas brutas, cat r ap do pum primeiro, bate ra primeira porta, primeira do circulo da serpente air, uma e outra ave zorro, ass si maior o sabem, q ue me ac o r dam dama da manha da manhã

atrás do pano de flanela,
escritórios às dez horas da manha

at rata sado p ano de fla ene la, e x c rito rio s às dez hora serpenet se rie di gita al da manha

na verdade, a chave que conheciam, aqui em casa, conhecimento prévio não de pássaros mas de quem aqui entra e se serve sem permissão, marcava dez horas em variação de polegadas inglesas

na ave verde ad e, ac h ave da chave q ue c one h cia am, a qui em casa, c on he cimento pr e vi o n cão de p as serpente dos aros mas de q eu m a qu ie en t ra e se serve se m pr emi miss sao, mar c ava dez hor as em v aria sao de p ole gadas inglesa lea sas, morram, é meu sincero e profundo voto!!!! Do caralho do nero da sic

atras da seda cor de rosa um camelo

at ra sd a seda cor de rosa, ps, um camelo, um dos que transportam , rat mo do roubo, ao pinóquio e amigos



sem duvida, atrás de onde correra a agua que pela hora matinal depois do bruto acordar, me chamara para a segunda parte da mesma peça, está agora um pano rosa e outro azul, se trás a casa um camelo, isso não te sei dizer,

se maior du v id a , at rá sd e onda co rr e ra primeira agua q ue p el hor a mat ina l d ep o is do v ru to ac o r d ar, me c ham ar a para a se gun da p arte da me sm a p eça, e ts agora de um pan rosa e outro azul, set rá sa casa, um camelo, iss on cão te se id di ze do rato ps,

corria agua de manha na mangueira da menina do casal de meninas que trazem um carro idêntico ao que era visível em frente a casa atacada em israel, ataque homofobico se dizia, no mesmo tempo, os ultra ortodoxos, como chapéus como pneus em suas cabeças como que rodopiavam, e num parque de automóveis que alguém queria abrir ao sabado, ou algo assim, dois estremos da sociedade em que o rapaz depois do ataque dizia, que mais não era Jerusalém, a cidade da tolerância, ecoava estranha a frase em mim, tolerante face as opções de cada um, tao pouco tolerante na sua arrogância face a seus vizinhos, vira os chapéus e me lembrara do pneu que rodara sobre um corredor de carros e o matara

co rr ia da agua de manha na mangueira, br, da menina do casal de meninas que trazem um carro idêntico, id en tico, a o q ue e ra v isi vaso el em fr en te primeira casa atacada em israel, at a q ue h omo fo do bico se di iza, no me ms o te mp o, os ultra orto do xos, com o c ha pe us com o p ene us em s u as cabe l ç as com o q ue ro di pi ava vam am, en no um parque de au tom iv e is q ue al g eu m q eu ria ab r irao s ab ad o, o u al goa ss im, do is est r emo s da soci e ad e em q ue o ra p az d ep o is do a at a q ue di z ia, q ue maís n cão e ra je ru salem, ema da cidade, ra di o, da t ole ra n cia, e co ava est ra anha a f rase em mim, t ole ra ante face as op ç o es dec ad a um tao p o u co t ole ra ante na s ua ar ro gan cia da face, primeira de seus vizinhos, v ira os cha p es ue me l em br ar ad do circulo do pneu que rodara sobre um corredor de carros e o matara

debrucei-me na janela a ver de onde vinha a agua , a rapariga levava com uma mangueira uma estranha peça que parecia um forro de um sofá, negra como se fosse de pele, agua escoava pelos mosaicos da cha inclinado do pateio e a espuma fazia um turbilhão ao entrar no ralo, foi ver o meu sofá de ferro por detrás da cortinas, a chave inglesa me diz o qu sempre diz, dez horas extra , eram nove e cinquenta e cinco, sai para a rua e até lá fui tomar um café

de bruce e traço da inglesa me na jane la a ave rata de onda vinha a g a ua , a ra ap riga l eva ava com uma mangueira, uma est ra ana hp eça q ue par da ceia de um do forro de um do s o fa, ane negra com o se f os se de pele, br, agua es co ava p el os mo sa e cos da cha inc l ina ad o do pa te io e a es puma f az ia um t ur bil h a o a o en t r ar ni r alo, f oi ove vaso do ero me vaso do s o f ad e ferro por det ao ra serpente da se rie di gita al da co da rina da sa da primeira da chave inglesa me di zo quadrado use mr e di zorro, dez hor as e x t ra , e ram no da ove e cin quadrado do eu en t a e circulo da inc do circulo da sa do ip do para da primeira da rua e primeira da té, l á f do vaso do oi de tomar um ca fé

a tua carta fala-me de tres domem no leito de madona, num lençol com espinhas, como arvores, ali estão para serem arrumadas com outras roupas já dobradas, misturados com o meu edredon, com os vasos egípcios, quem diria, se não o soubessem, kabala, a que envias-te não sei, prefiro sempre que mas entregues de preferencia em beijos com conteúdos de quente amor , quanto ao resto se quiseres puxar de um punhal, está a vontade, meu coraçao sempre armado em Amor por Amor no Amor e tambem os uso nas vezes, para cortar coisas

primeira do tua doiro, carat, do ca do rato, fala do traço da inglesa mede das tres e mente, de me ia s no eli ro de madona, nu primeiro l en ç ol com es pinhas, com o arvores, caste do primeiro homem das anas, ali es tao para se rem r ar rum ad as com outras ro up as j á do br ad as, mi s tura ad os com o me u e d red don, com os dos vasos e gip picos, q eu made ria di da ria, se n cão o s o ub esse em, kabala, a q ue envia s do traço da inglesa te n cão se e, pr e f iro se mp rec ue mas en t reg u es de pre efe ren cia em bei j os com conte u do s de q u en te amo mor , q u q ano not a o r es to ze sec do qui ser es p ux da ar de um p una h l, e stá a von t ad e, me do vaso e co da raçao se mp re ar mad o em Am o rp por amo rat delta do circulo, no am mor e ata tam tambem us on as v e ze s, para co rta rc co das isas

atras do pano de serapilheira cidades do litoral

at ra ss dop ano de serra pi da ilhe ira cidades do lito ra al

a sarrapilheira era negra e amarela e estava ali agora ao chegar deixada propositadamente perante meus olhos dentro de um saco de tranças de cor solar, com um saco dobrado em que tiveram o cuidado de por a id , assim p de faro, como teus cabelos, sem o seu reflexo fulvo que os torna tao belos ao longe e mais ao pé, a produção dos adereços , como vês, corre sempre sobre rodas e sempre cá entram em casa, sem pedir permissão, só tu não chegas-te ainda

a s ar rip pi ilhe ira e ra negra e am mar e la e es tva al i agora ao c ge h ar de ix ad a pr e posi t ad dam am que mente pe ra ante me us olhos d en t rode um s ac o de t ra anças de cor do solar, com um s ac o do br ad o em q ue t iv e am o cu id dado de por a id , as si mp de faro, com o te us cabe elo s, se emo r s ue r efe l xo f ul v o q ue os t ron a tao b elo s ao l ong e e ema maís a o pé, a por du sao dos ad e re ç os , c omo v es, co rr e se mp re s ob re roda se se mp re c á en t ram em c asa, sem pe di r per miss o a, s ó t un cão chega s do traço da inglesa te a inda

atras do pano de cru, as chuvas de segunda feira,

na verdade choveu como sabes, já te contei e chuvas existem muitas distintas por mil distintas razoes, eu gosto de andar á chuva contigo de mao dada a ver-te molhada,

at ra sd o p ano dec ru, as das chuvas de segunda feira, na ver dade cho c eu com o s ab es, j á te conte ie c h uva s e x it em mu it as di s tintas por mi l di s tintas ar zo es, eu g os to de anda rá c h uva c on ti g ode mao dada primeira ave rato do traço da inglesa te mol h ad da primeira,

o veludo sobre
noite de veneza

sim veludo no sofá das asas italianas que comigo pela noite fala nas vezes em italiano, com se por uma mascara fosse, e me diz muitas vezes, capito, à medida em que escrevo, outras diz-me de ti o vento como agora no jardim , um outro do museu, quando realizas-te a sombra que a puta vertia, que queres masi que te diga, se putas há e vertem sombras

o ve lu do s ob reno it e de v ene za si maior v el u do no s o fa da s asas italianas q ue co mig o pe la no it e fala nas v e ze s em ira lia ano, com se por uma mas cara fosse, e me di zorro mu it as v e ze s, ca pito, à me di iade em q eu ess c r evo de outras di zorro da ingles med e ti do circulo do vento com do circulo do agora no do jardim , um outro do museu, qua anda rea l iza s do traço da inglesa te primeira da sombra q ue da primeira puta ver te a, q ue q eu r es ma sic ue te di g ase das putas, home do acento da primeira e eve verte maior das s om br as

putas vertem aguas e recebem aguas vertidas, e nas vezes das magoas, alheias as dissolvem e limpam os homens ou as mulheres que delas dispõem

put as ver te ema mag ua se rece b em aguas vertidas, e en às v e zorro es das mago às, al he ia sas di s sol v em e li mp am os h om en s o u as mul her es q ue del as di s p õ e maior

outras , vertem e vertem negras aguas, dizem-se geralmente mais puras

outras , ver te me eve r te maior das negras aguas, di ze maior do traço da inglesa se ge rale lem que mente maís p ur às

agora o poeta retoma a lógica e aponta o fio seguinte,

agora do circulo do poeta, poe eta re tom a al lógica e ap da ponta do circulo do fi do io se gui inte, italia

o pano de mármore,

mar sem comportas,

e sem portas fechadas ao que sempre se confirma e tu não entras nuca quando eu estou de olhos abertos a ver se te vejo chegar par comigo muito casar, compotas, lugar de modelos e de fotos de moda, com, estranhos perfumes de abusos nas entrelinhas num pais de mortos onde quase ninguém que diz velar, parace velar

sem comporta corre meu mar eterno em ti, e o teu delta, está

opa ano de mat mor e, mar se m c om portas, serpente, e se maior po rat ts fechadas a o q ue se mp rese c on firma e t un cão en t ra snu ca qua anda eu est o u de o l h os ab e rto sa ave ver set do vejo, chega rato rp do par co mig o mui to ca sar das compotas, lu g ar de modelos e de f oto s de moda, co mp io rat, est ra anhos dos perfumes, s us kin de ab vaso do bus os nas en te rato das linhas nu maior do país de mor ts o onda qua ase nin g eu made ria q ue di zorro vela rato, pa race vela ar se m c om p rta co rr em eu mar e te rn o em ti, e o te vaso do delta, on dee e, e stá


atrás do pano de rede
eu a dormir diante da piscina,

at a s rato do p ano de rede, eu primeira da dor mir di ante da pi sc serpente cina, circulo ina

quem me dera estar atras eu do pano a ver-te dormir, faria como gato, aproximava-me assim de mansinho e enrolava –me em ti, na realidade, por perto há um piscina no cima da casa, quem sabe lá estejas, e o jardim, fosse ainda um terceiro no infinito jardim onde ainda em mim não habitas, porque tardas flor, porque não me dizes, sou eu, clara e única aqui ,a que te trago em meu coraçao

q eu em me de ra est ra at ra serpente do eu do p ano primeira ave ver traço da inglesa te dor mir, faria com do circulo do gato, ap por ix ima ava do traço da inglesa me as si em de man sin h oe en o r lava do traço da inglesa me em ti, na re la id ad e, pope per to h á um pi sc ina no c ima da casa, q eu em ,sabe, l á este j as, e cir circulo , o do jardim, fosse da primeira inda de um t re c e iro no in fn it o h j ar dim onda a inda em mim n cão h ab bit às, por q ue t r ada s flor, por q ue n cão me di ze ss o ue vaso da c al ra e única primeira do ki aqui ,a q ue te t rago em me vaso cora sao

às inteiras sementes, lá chegaremos, não te preocupes, pois não trarás motivos para tal, na verdade só falta uma delas, como sabes

a sin te ira serpente das sementes, la ap ps soto lo serpente chega remo sn cão te pr e o cup es, p o is n cão t r ar as mo tv io s para t al, na vera de s ó f ak l t a uma del as, com o sabes, circulo ab abe espanhol

como de costume toda esta treta, é so forma de mascarar o roubo do que cá vieram roubar como sempre fazem, estes filhos da tremenda puta, e depois inventam a ver se eu me distraio assim, a responder, ou seja são cúmplices das mortes grandes, e do roubo de meu filho e pedofilos e deles cobridores, como vês , boa gente

com da ode cos t um me de toda est a t r eta, é s do circulo da forma de masca rato do aro do roubo, doque c á vie ram ro ub bar da ar c omo se mp re f az em, est es fil h os da t r emenda puta, e de pp oi sin v en tam a ave rato se eu me di s tar io as sima r es ponde ero o vaso do use seja são cu mp l ice s das mortes grandes, e do ro ub ode me vaso do fil homem do oe e pedofilos e del es co ob rid dor es, com ove es , bia gente

como escutarás enquanto te estive a falar , os caralhos do cãozinho aqui atras industriados, como de costume, pois sempre o deixam em momentos chaves, esteve sempre em seu ladrar de angustia, e sabes tu que nos animais sentimos tudo e tudo o que é sentir se transporta , se pega e se comunica, em termos práticos esta puta arte da pega, é simplesmente uma forma de roer alguém, ou melhor todos os que são sujeitos a um som assim em constância, é como se tivessem sido roídos, em sua alma, em seu coração, no seu normal bater calmo do coraçao, assim te ensino a ver a a nunca menosprezar o que sempre se passa no redor por acção das maos dos bandidos que assim de propositado fazem

com o es cu tar ás en q ua anto te t iv e a fala ros cara alhos do cao z in h o a qui at ra s indu s t ria ado s, com ode cos t um e, p o is se mp reo de ix am em mo men t os c h ave es, es tve sempre em s eu la d r ar de ang us t ia, e s ab es t u q ue nós animais, s en t imo s tudo e tudo o q ue é s en tir set ra sn serpente porta , se da pega e se v om un ca, em te r mos p art ticos e sta da puta da arte da pega, é simples que mente, uma for maior da pata de ero e ra al g eu mo u mel hor todos os q ue da são s u je it os a um s om as si m em co ns tan cia, é com o se t iv es e se ms id do circulo do roi , id os, em s ua da alma, em s ue co rato são cortez, no serpente do eu no ema al bate r c a l mn o do cora sao, as si maior da te en sin o primeira ave vera anu un ca m en o sp rato e zorro do aro q eu es es e mp rese p ass ano red do circulo da dor por ac são cortez da serpentes das maos dos bandidos, q ue ass em made ria de por rp ps it ad o f az em

ah como são belas as raparigas fulvas e vestidas como vestais, e como são bestas os que as usam e aquelas que se deixam usar, caso o caso seja esse, duvidas não , não trago, não

primeira do homem com do circulo da são de belas às das raparigas fulvas e eve v est id as com do circulo da ove das vestais, e com circulo da são bes t as os q ue as usa sam am e aquelas q ue se de icam usa ar do caso, do circulo do caso do seja do esse da cobra, da uva do vaso id as n cão , n cão t rago, n cão

ao lado da rede negra e amarela dentro de um saco de verga que aqui hoje mesmo de madrugada alguém deixara, faro, ultra korsk, mane br quadrado do angulo za ad , chery delight, cerise, sereza, evel vinte e oito de oitenta e nove europeu, um colher ao lado como uma que aqui te mostro no segundo vídeo, na cela do charles mason, do garrafa do carlos maçónico, l ass sas sin da sharon da tate, femme de pol lan so ski, dan serpente da ce da lulle da eva da vaca da ville, do vi vil do ilha do onze le, can dd a mesa, madrid, maior cruz sessenta home rato preto, dim vinte e oito, bmw x 3 se x t circulo co serpente

aol ad o da red ene gato do ra e am mar el ad en t rode primeiro s aco de eve da verga q ue a qui hi je me sm ode madruga gada al gume de ix xara, f aro uk t r a k o r sk, mane br quadrado do angulo za ad , cher y de li g h t, ce rise m ser e za, eve l vinte e oito de o ut en t a en ove eu o rp eu, um cao l her ao lado com o uma q ue a qui te mos t ro no se gun do v id é circulo ova da cela do charles mason, dog ar rf ad o carlos maçónico, l ass sas sin da sharon da tate, f em me de pol lan so ski, dan se rp r n te da ce da lulle da eva da vaca da ville, do vi vil do ilha do onze le, can da mesa, madrid, maior cruz sessenta home rato preto, dim vinte e oito, bmw x 3 se x t circulo co serpente

ouvia eu já pela manha, eu só queria dar-te dois anjinhos, ah amada se assim for, em amor vem súbita e fica eterna em presença em mim,

o uv ia eu j á p el a manha, e us ó q eu ria d ar do y r aço da inglesa te do is e junho sa h amada se as si maio da for, em amo rato vaso em s ub bit a e fi ca e t rena em pr es ença em mim am ior,

assim rezava um poema de uma canção, a cantiga da baba, cantada pela lena de agua,

eu queria pentear o menino
como os anjinhos de caracóis
mas ele quer cortar o cabelo
porque é pescador e precisa de anzóis

eu queria calçar o menino
com umas bolinhas de cetim
mas ele diz que agora é sapinho
e mora nas aguas do jardim

eu queria dar ao menino
umas asinhas de arame e algodão
mas ele diz que não pode ser anjo
pois todos já sabem que ele é indio e
leao

( este menino está sempre brincando
dizendo-me coias assim
mas eu bem sei que ele é um anjo
escondido
um anjo que troça de mim)

as si mr e z ava um poe ema de uma can são cortez, a can tiga da baba, can t ad ap el a l en ad e agua,

eu q eu ria pen te aro menino com o os anjinhos de cat ac o í s ma s ele q u e r c o rta aro cab elo por q ue é pesca dor e pr e c iza de e zo is eu q eu ria c laçar o menino
com uma s bolinhas de cetim mas el e di zorro q ue agora é sa do pinho
e mora na serpente das aguas do jardim, eu q eu ria da ra o menino uma s asis n h as de ar am e e al god dao mase sele di zorro q ue duplo n cão pode ser e jo da
p o is todos j á sabem q ue el e é in di oe leao en te rata par ren te sis este menino e stá se mp r e b rin can do di z en do traço da inglesa me co ia s as si em mase vaso b em se e q ue el e é primeiro e jo es c on dido, um anjo q ue t ro ç ad e mim)



...

No largo da armada, se esclareceu , ser o terceiro set da armada do trinta e um da armada, a da tasca da armada, o responsável pelo titanic, antonio variações, ou seja o cabeleireiro, do corte e da tesoura, do afundamento da tita, nic de corazon

No do primeiro argo ar am mad a, se es clare cu , serpente do ero t rec ie ero set da ar a mad ad do circulo do trinta e um da armada, a da tasca da armada, o re ps on s vaso do el p elo titanic, antonio vaso da aria circulo de cortez do circulo es, o vaso do use seja do circulo do cab e lei rei iro, doc orte e da te soura, do a fun dam am en t o da tita, nic de dec cora do zon




video setenta, vaso id, é circulo de sete t en cruz primeira


segunda parte


se gun da ap p da arte





video sessenta e nove , da sida do primeiro


vaso id é circulo do sessenta e nove sir culo primeiro do circulo dez da inversao, se esse serpente inglesa cruz primeira da dida, serpente id da primeira id do circulo do primeiro


nas noticias, apareceu o senhor do governo australiano, e a imagem das aguas, a que contei ainda so a ultima parte, se prende tambem com este território, que de fora tambem aflorado pela recordação de uma memória numa visão, relativa a nicole, nicole que ecoara em termos de arquétipo, no escutado durante a escrita, de almoça a alice,

H oe jn as das noticias, ap ar e c eu o s en hor dog ove rn no au s t ra li a no, e a i mage made ria das aguas, a qui ue circulo do one net ti a inda s o au l t ima p arte, se pr en de t am tambem com este terri tori a, q ue de for a t am tambem a flor for mula one ad o p el a rec o r da ac sao de uma me mor ia numa da visao, re la t iva a nicole, ni c ole q ue e coa ra em t remo s de arque t ip o, no es ct u ad o duran te a es cita de al moça a alice,

Semelhante arquétipo, nicole, alice, considerando alice a rapariga do outro dia, que estava saindo do edifício da comunicações em cunha na infante santo, e ainda a alice do novo filme do tim burton, com o mesmo tipo solar, e cabelos em longos cachos de fartos caracóis, que remete por sua vez, ou melhor que fora ao vê-la que me recordei, da rapariga das fotos no lounge, isso o descobri depois, que uma me levara á memória de outra,

Se ml h anet net arque te pot da nicole alice, co nse id der anda da alice a rp a riga do outro dia, q ue est ava sa id dn dodo e di fi cio da com unic ç o es em cunha na infante santo, e a inda primeira alice do n ovo fil me dot tim b ur ton, br u to, br un o , br u t os, com o me sm o t ip o solar, e cab elo s em l ong os c ac h os de f art os cara co is da isque reme te por s ua ave z, o u mel hor q ue for a a ove do t ar ç o ong l es de la que me recorde id a ra ap riga das f o to s no lounge, iss o o d es co br id ep o is, q ue uma me lava vara a me mor ia de outra,

Ou seja o principio desta imagem se reporta ao tempo da expo, e a minha morte tentada que ocorreu nessa altura como masi uma vez recentemente o descrevi, e masi uma vez ao grupo do mega e de diversos bandidos da expo, o laurent, a any, e o outro casal meio americano, me pergunto se o rapaz que estava com a jornalista do times, não seria australiano, pois fiquei com a ideia que se falando ingles não seria nem de inglaterra nem da américa

O us e j a o p rin cip io de sta i mage made rua se r rep porta a o te mp o da expo, e a min h a m orte t en t ad a q ue o co rr eu ness a al tura com o masi uma v es rec en te mn te o de es c r e vi, e ma si uma ave z ao g rup o don one g a e de di versos bandidos da expo, ola ur en t, a any, e oo u t ro asa al me io am mar ric nao, me pr gun to ze o rapaz q ue est ava com da primeira jornalista do times, não s se ria au s t ra l iana, p o is fic q eu i com a id e ia q ue se fa al n d in g l es n cão se ria ane ne made ria de inglaterra ne mader , madre, madure, madres made maker, m ad rato ema ad da dure, m ad rea ato espanhol, m ak e rato ria da am erica

Hoje nas noticias, apareceu o senhor do governo australiano, e a imagem das aguas, a que contei ainda so a ultima parte, se prende tambem com este território, que de fora tambem aflorado pela recordação de uma memória numa visão, relativa a nicole, nicole que ecoara em termos de arquétipo, no escutado durante a escrita, de almoça a alice,

Dava o senhor do governo conta que a polícia tinha desmantelado uma acção terrorista que visaria o rebentamento de bombas ou algo assim do genero, nomeadamente pela presença de uma célula islamita, assim se lhes dava o nome, e tornava a dizer que o terrorismo é global e terá que ter colaboração permanente entre todos, o seu combate

D ava o sen hor do g ove r no conta, q ue a poli ca tinha d es man tela ad o uma ac ç o a ter rosi t ac q ue visa ria do circulo do r e b en tamen to de b om ba s o u al goa ss si maior do g ene ero, no me ad dam am n te pe la pr es en c ç la de uma ce lula is ml la lam am mit a, as si m se l he s d ava o no me, e tor na ava a di ze r q ue o te r rost is mo é global, e te rá q ue teresa c ola ab bora raçao per man te en t re todos, o s eu com bate

Já hoje no telejornal, uma linha pretendia e desenvolvia de certa forma, uma outra que tinha acabado de desvelar, a dos dentistas, passando indirectamente por londres numa associação que a mim mesmo me fez luz sobre outros pontos do que falara, mas ao vê-lo tambem me pareceu, que a conclusão, do outro lado, por assim dizer, como parcelar que é, pois se sustenta em dois e só dois fragmentos dessa mesma imagem, pode levar a conclusões que não são a verdade, ou a verdade em sal maior extensão de acordo como o que foi desvelado, e sabendo que uma indução, tambem como disse, por uma frase, deixa-o chagar ao veleiro, que esta desvelaçao terá sido em parte preparada para que eu a lesse, e que portanto um interesse por detrás dessa leitura existirá

J á h g o je no tele j on al, uma linha dp re t en dia e de s em v o l v ia de ce rat forma, uma outra q ue da tinha aca b ad o de d es vela ra ad os dentistas, p as sand o in di re cta tam am que mente por londres, nu ma as soci sao q ue da primeira mim, me sm o me fez l uz s ob reo u t r s pontos do q ue fala ra, masa ove do traço ingles de lo tam am tambem me par e c eu, q ue a c on c lu usa são primeira, do outro lado, por as si maior di ze r, c omo par c el ar q ue é, p o is se s us t en t a em do ise s o do is fr a ge mn t os de ss sam am es mai mage made ria pode l eva ra vara c on c lu s o es q ue n cão são primeira vera ad e, o ua ave verde ad e em s al maio r es t en sao de ac o r do c omo o q ue f oi d es vela ad o, e s ab en do q ue uma indu ç º sao, t am tam tambem com o di ss e, por uma fr ase, de ix a do traço ingles circulo cha gear, c hagar, c h ape ar, c h a te ar, da chaga gara, primeira do circulo do ov vele iro, q ue e sta d es vela sao te rá s id o em p arte pr e par ad a para q ue eu a le ss e, e q ue porta anto um inter esse por det ra s de ss a eli ruta e xis ti rá

E bem me apercebi em certos ingredientes que nela estiveram presentes que parte dela fora encenada, se não toda, posi assim o vi na altura de o ver, havia toda uma preparação, como em muitas vezes há, um certa disposição das peças, que pode levar a um determinada conclusão, e a narrarei com tudo isto sabendo porque assim o vivi, e porque estou cansado de manipulações de espirito que muitos pretendem fazer , para obter determinadas afirmações que depois tentam apresentar como verdade

E b em me ap per rc cebi em ce rt os ing red di ie en t es q eu ne la est iv vera tam ram am pr es en t es q ue p arte del a for a en c en ad a, se n cão toda, posi as si mo v ina al tura deo ove rato, h avia toda uma pr e par raçao, com o em mu it as v e ze s h á, um ce rta di s posi sic sao da s p eça s, q ue pode l eva ra um det re emi minada c on c lu usa são a, e a na rr ar rei com tudo is to s ab en do por q ue as si m ov iv i, e por q ue est o u can sado de m ani ip u la ç o es de e ps sir rito q ue mu it s pr e t en dem f az we r , para ob y t re det re minadas a firma mações q ue d ep o is t en tam ap r es net ra com o do ove, vê vera ad e

E porque não quero que ninguém seja injustamente condenado por outros, e ainda agora mesmo o espírito mo confirmou, e na esperança e vontade que assim não seja, mais uma vez mordo o anzol, que poderá até estar estendido prendido em parte com esse tal eco do telejornal

E por q u n cão q eu ero q ue ni g um seja in js tamen te conde dena ad o por outros, e a inda agora me sm o o es pei rt o mo c on fi r mo ue na es per ança e von a td e q ue as si mn cão seja, maís uma ave zorro mor do circulo do anzol, q ue pode r ´ + a a té es star est en dido pr en dido em p arte com esse t al e co do tele e do jornal

Agora se desvelou felizmente quem está prendido, a espanhol star, e se assim é, deveremos então estar a falar de joaquim sabina, e portanto deverei antes mesmo de narrar esta imagem que remete para austrália e tambem para londres porque assim outros a juntaram, ou se propõem juntar, narrar uma outra de uma leitura em casa, que foi a base do dito em texto anterior, mas que é masi completa,

A gor ase d eve lou fe liz mente q eu em est porn e dido, a es pan hol star, e se as si mé, d eve remos en tao est ra a f al ar de jo a quim s ab bina ina, e porta n t o d eve rei ant es me sm o de na rr ar e sta i mage made ria q ue reme te para asu t ra l ia e ta tam am tambem para londres, por q ue as si m o u t rosa j un t aram, o use por rp poe em j un at ra, na rr ar uma outra de uma lei tura em casa, q ue f oi a base do dito em texto ante rio r, masque é ma si co mp el t a ,

E começando pela imagem da casa , a descreverei em vídeo, apenso a este texto, conjuntamente com outros que tentarei ainda hoje publicar,

E co me ç ando p el a i mage made ria da casa , ad es c reve rei em v id e circulo, ap pn es o a este texto, c on un a te mn te com de outros q ue t en tar rei a inda h oje pub lic car caso ar,



A imagem do rio,

A ema ge made ria do rio,

O chamado da gaivota aqui nas traseiras da casa quando o domingo nascia, as tis gaivotas que muito me acompanham em certos períodos e que me levou a descer então ao cais, depois desse primeiro anzol, da frase escutada, deixa-o ir até ao veleiro,

O c ham ad o da gai v ota qui nas t ra se iras da casa qua anda do circulo, c irc uk l o, do domingo na sc ia, as t is gai v ota s q ue mui tome ac om pam n ham em ce rt os per id os e q ue me l evo ua d es ser en tao ao cais, d ep o is de ss e prime iro anzol, da g fr ase es cut ad a, de ix a do delta traço ingles, em mg primeiro espanhol, e ra té a o veleiro,

O símbolo nas escadas de alice num flyer, o símbolo da trindade, tres circulo que se liam entre si que ressoa de alguma forma no símbolo celta e tambem de radioactividade, hazard,

O s ib lo nas esca da s de al ice nu m fl for mula one y ero s im b olo da trindade, t r es circulos s q ue se l iam en t re sic ue r esso a de al g uam forma no s im b lo celta e tam am tambem de radio t iv id ad e, h az ard,

Uma teresa, ou seja uma rapariga que poderia ser a imagem da mae de meu filho, em masi nova, em jovem co um rapaz por detrás dela, dentro de um outline de néon de uma garrafa de vinho com cidade em luzes ao fundo, como sugerindo um rapaz de seus verdes anos que na posição, parece portanto a proteger as costas, e que me evocou o do porto, verde vestido, que remete tambem para celtas de alguma forma, verdes anos, porto, provavelmente imagem do tal rapaz dos jaguares, o paulo rocha, ou o paulo da rocha

Uma teresa, o ova vaso use seja uma ra ap riga q ue pode ria ser a i mage made ria da mae de me u fil h o, em ma si da nova, em j ove em co um r ap az por det ra s dela, den t rode um o u t l ine de neo onda um a gara fa de vinho com da cidade em l uz es a o fun do, c omo s u ger indo um ra ap z de se us verdes anos q ue na posi sic sao, pa race porta anta a por te ger as das costas, e q eu me evo xo u o do porto, verde v es tid o, q ue reme te t tam am tambem para celtas de al gum a forma verdes anos, porto, pro ova ave lem n te i mage made ria do t al ra p az do sj gui ares, o paulo rocha, o u o p au lo da roc home da primeira

Aqui na avenida coelho da rocha, em campo de ourique é que parece que se esclareceu a responsabilidade um assunto antigo, uma duvida sobre quem teria uma certa responsabilidade, que na aparência se expressou numas varandas de alumínio que caíram, ontem passei por lá, me lembrei dos acidentes de carro na esquina do prédio da ex ministra da cultura, e vi de longe que estavam a pavimentar a primeira parte da rua, não vi exactamente onde caíram os tais pedaços dei conta da notícia pela radio na tarde de seu acontecer, e achei estranho, pois era uma notícia de caracter de bairro, talvez a primeira que ouvia nesse noticiário nesse tom,

A qui ina ave nid a c ole h o da rocha, em cam pode de o ur rique é q ue par ce q ue se e cm ar e c eu a r es ponsa bil id ad e um as sun t o antigo, uma du v id a s ob rec eu en te ria uma ce rta r es ponsa bil id ad e, q ue na ap ar e cn ia se e x press o un uma s das varandas de alumínio, q ue ca iram, on te m p ass e ip por l á, me lem br rei id os ac inde dentes de carro na es q u ina do pr e di o da e x mini t r sa da cu l tura, e vi de l ong e q ue est ava vam am a ap vi men tar a prime ira p arte da rua ,n cão vi e x aca ta em n te onda ca iram os tais peda aços sm de i conta da not tica p el a ra dion a t arde de s eu eco ante ser, e ac he i est ra anho, p o is e ra uma not tica de cara v ter de bairro, t alvez a prime ira que o u v ia ness e not it cia rio ness e tom,


Dei pelo veleiro na ponte para peões sobre a vinte quatro de julho, e me decidi a ir vê-lo de mais ao perto, um dois mastro talvez com vinte metros, do outro lado do cais, onde recentemente deitaram abaixo, alguns edifícios mas não todos, infelizmente que continua a visão do rio tapada, parei ao lado da barca, o batelão, onde se deram visões aqui descritas, a primeira coisa eu reparei foi a caixa de alta tensão ao lado de onde mais ou mens estava , alta tensão perigo de morte, um símbolo de trovão, olhei a proa deste lado e não consegui ler seu nome como se estivesse meio apagado , em cor verde ou azul claro em casco branco com nove vigias, a seu lado direito, visto de frente, puseram ali uma draga , com um chamativo nome, ametista, que ressoa na imagem que aqui se desvelou depois de falar com a joana, uma simemtri por aproximação, cuja chave em parte ali foi dada

De i p elo ve l iro na ponte, na ponte para pe os s ob rea primeira da vinte qua y rode julho, e me de id ia i r ve do traço ingles lo de maís a o per to, um do is mastro t alvez com vinte met rio s, do o u t rol ado do ca si, onda dr ec nete mn te de it ar am ab a ix o, al gus sm e di fi cos ma s n cão todos, in fel si mente q ue conti nu a a visa o do mar da tapada, pa rei a o lada da ba rca, o bate tela o, onda se de ram vi s o es a qui d es c rita s, a prime ria co isa eu r ep ar rei f oi a ca ix a de al t a t en sao ao l ado de onda maís o u me ns est ava , al t a t en sao per i g ode mo rte, um s im b olo de t rova ova ob primeira e, o l he ia primeira proa d este lado e n vão c on se gui ler s eu no me com o se est iv ess e me io ap pa do gado , em cor verde ou az u l caro em casco branco com de n ove vi gi as, a s eu lado di rei to, vi s to de fr en te, ps eu ram al i uma draga , com um c ham at ivo no me, am e t ista, q ue r esso ana i mage m q ue a qui se d es velo lou d ep o is de f al ar com a j on a, uma si me m t ri a por ap roxi ima ç a i, c u j ac h ave em a p rte al i f oi dada

A tal imagem do batelão, que se recordam, se desvelou tambem aos pedaços, que em sua fase final, remeteu para so vasos hexagonais, e os gansos e os motivos do oriente e a mesa grande do que deveria ser o local da janta nesse batelão restaurante com o nome zeta duzentos e oitenta , que me remetia para mercedes alema, e um pato que alguém ali largara e que mostrou pelo seu mergulho as ondas concêntricas como de uma pedra que tomba n a agua, ou seja, imagem dos tsunami, e cujos pormenores aqui constam neste Livro da Vida

A t al i mage made ria do bate tela o, q ue se record dam am, se d es velo u t am tam tambem a os ped dç o as, q ue em s ua f az e fina al, reme te u para s ova dos vasos hexagonais, e os dos gansos e os mo t ivo s do oriente e a mesa g rande do q ue d eve ria s ero l ocal da j anta ness e bate sao r es t au t ante com on om me z eta du z en to se o it en t a , q ue me reme t ia para mercedes al ema, e um pato q ue al g eu mali lara g ra e q ue mos t ro u p elo s eu mer g u l h o as ondas c on c en t ric as com ode uma pedra q ue tom b a n a agua, o vaso use seja, i mage made ria dos ts un am ise cu j os por m en o r es a qui co ns tam nest e L iv roda vaso da id da primeira


Um home no terraço do que parece ser o ministério da educação, olhava do alto tudo aquilo, estranho ao fim de semana, domingo,

Um home no te rr aço do q ue pa rece s ro min si te rio da edu caçao, o l h v ad o al to tudo a q u ilo, est ra anho ao fi maior da ria de se mana do min g o,

Enquanto o olhava uma primeiro gaivota se aproximou e poisou ao lado da barca, depois uma outra, em voo rasante, vou ate quase ao casco do veleiro, como a dizer, é este, depois passa um barco, mais trade se formou uma esteira, que abriu em delta entre a zona do barco e o sitio onde do outro lado ainda me encontrava, as gaivotas, de novo reforçaram, como me chamando a atenção para a figura, um delta sobre as aguas, assim era, na aparência vindas de um barco mas com um certo delay, ao ver isto decido ir ver o veleiro, no cais do rio , propriamente dito na ponta, estava um pullman com uma chaminé conhecida vermelha e negra com um x enorme

En au anto oo l h ava uma primeiro gai ov t a sea pr ix mo ue p oi s o u aol ado da ba rca, d ep o is uma outra, em v ovo ra san te, v o ua te q use ao c as co d o veleiro, com o a di ze rato, é este, d ep o is p ass a um bar co, maís t ra de se for mo u uma este ira, q ue ab rio em delta en t rea zon ad do circulo do barco e o si it o onda do outro lado a inda me en c on t rava, as gai ovo t as, de n ovo rf e orça ram, como me ca ham n do a at en são cortez para primeira figo ur ra, primeiro delta s ob rea serpente das aguas, as si m e ra z, nma ap ar e cn ia vaso inda s de um barco mas c om um ce rt o del a y, a ove rato is to dec id oi r v erro do circulo do veleiro, no cais do rio , por rp pie m net dito na ponta, est ava um p u ll man com uam c ham ine c on he cida vermelha e negra com um x en e o rato me

No cais de dentro da doca onde se encontra o veleiro, uma serie de carros faiscavam ao sol disposto em posição de espinha inclinada em relaçao a amurada, uns trabalhadores ou aparentes trabalhadores, com casacos verdes, fluorescentes pareciam fazer trabalho na calçada do cais,

No cais de d en t roda da doca onda se en c on rato do vao do circulo do veleiro, uma se rie de e car ros f a is isca c ava vam am a do circulo do sol di s post o em posi sic sao de es pinha em relaçao primeira am ur ad a , uns tt ra bala h ad dor es ou ap ar en ns t es tr ab bal h ad dor es, com casacos verdes, flur es c en te s par e c iam f az e rta tar ab la h o na c al ç ad ado co is,

O movimento no cais, gente saindo do cruzeiro e entrando, muitos espanhóis, o homem da bengalas, que vinha apresado, a fazer –me lembrar um outro , com a intuição a dizer-me que era propositado a sua presença e seu estar, ultrapassa-me na ponte, depois de ouvir pedir um cigarro a alguém com quem eu me cruzara, segue na mecha sem se dirigir ao embarque como a dizer-me da direcção, do veleiro, como se ainda trouxesse eu duvida de que o ira ver masi ao perto,

Om v oi men to no do cais, gente sa id do cie rc u lo do cruzeiro, e en t ra ando, mui ts espanhóis do circulo do home da ben gás l as, q ue vinha a pr es sado, a f az e rato do traço da inglesa me lem br ar de um outro , com a in tui el eva são, primeira di ze rato do traço da inglesa do mec, q ue e ra pr e posi sita ad o a s ua pr es ença e s eu es star, u l rp a ass a do traço inglesa mena p one net, d ep o is de o u vi rato pe di rum cigar ro a a gume com q eu em eu mec ru da zara, se g ue na mec h a se maior se di rig irao em bar q ue com o a di ze rato do traço da inglesa me da di re sao, do veleiro, com o sea inda t ru x ess e eu du v id ad e q u o ira ave r ma si a o per to,

Na ponte , um pequeno barco de pesa tipo artesanal, vem saindo do porto, trás um prancha de madeira, que o homem arruma em cima da pequena cabine, com uma prancha de piratas, diz da vista do outro lado, assim se eleva em mim ao momento a consciência, a imagem, a prancha dos piratas do outro lado do rio, passa por baixo, os batentes de madeira ao lado da ponte estão alguns partidos, basculam com as ondas, e não deixam de ter alguma semelhança com a pequena prancha do barco, como acrescentando piratas antigos, vai depressa, com sue motor fora de bordo, ao passar vejo que trás um outro dentro da cabine, os carros , matrículas espanholas, uma chave complexa essa da leitura das placas, que nem o fiz, em pormenor, mas o perfume e a sequência falava então do vaso epanhol ou assim pretendia fazer crer, pois agora se desvelou ser um a trade, um troca, na gare os passageiros fazem fila para embarcar, vao passando algumas famílias portuguesas, tambem , um tir de renova ali está mais ao lado, me diz sam da manha, reno ova da sam da am, da primeira sam, nele ainda leio umas coordenadas que me dizem , e , cinco, que depois em casa transponho para o móvel, pois nas imagens da joana, alguns livros estavam em vaso, e assim cheguei a uma photo, que estava ligeiramente para fora, que alguém aqui assim propositadamente a pôs, pois, acabara de as arrumar e não creio que uma estivesse assim um bocadinho de fora, chego ao veleiro de dois mastros, talvez vinte metros, belas linhas em sue casco, um deck que lhe data o design, barco talvez com tres décadas, já, ao aproximar-me dele , uma serie de cruzes como espadas apontam o rio, pintadas em azul, me recordo que devem estar onde esteve o catamaram de competição onde tambem li algumas informações que aqui constam vejo que estão reparando a viam mas nao deixam de ser estranhas as cruzes, recentes, como tendo ali sido propositadamente postas para o o efeito , ou propósito , assim parece, a bandeira de origem está meia enrolada, mas o nome pretende ser claro, o sean da nova zelandia o cordame da vela grande do mastro de trás, enrolada em cima do convés em modo habitual a ressoar na imagem recente do fecho do envelope da unicef, começo a me dizer, tudo isto cheira tremendamente a encenação, olho o dentro do deck do convés, uma ventoinha azul parada aponta os vidros, das janelas que trazem rachas, masi se avultam a imagem ser preparada, o vento que fez as rachas na janelas, ou seja os furacões, assim é a proposta da leitura, na proa onde deveria estar o nome simétrico ao que se vi do outro lado, não , tres ondas encarpeladas desenhadas em outra cor, estranho, fotos de família no meio da ponte, em que tive de parar para não as estragar, de forma que assim pudesse ler os escritos na camisa do rapaz, uma encenação, provavelmente combinada em sues detalhes, na madeira, visto ter a participação de muitos espanhóis, e aqui estou eu a gastar meu tempo , a escrever isto, porque ouvi pelo espirito esta noite que um home justo fora condenado, o que pode ser uma perfeita insinuação, só mesmo para me lavara a que isto escrever e a empatar tudo o que é de tenho eu de escrever e ainda investigar , e masi uma vez desviado do que falta de importante escrever


Na ponte , um pe q ue en o bar code pesa tip o arte s ana l, v em sa id o do p oto, t ra s um pr anha de madeira, q ue o homem ar ruma em c ima da pe q un a cab ine, com uma p rin ch ad e pi ra ts, di zorro da vi sta do outro lado, as si m se el eva em mim a o mo men to a co ns cie en cia, a i mage ma pr na ch ad os piratas do outro lado do rio, passa por ba ix o, os bat en t es de madeira aol ado da ponte es tao al gum ns p art id os, b as cu lam am com as a pn d as, e n cão de ix am de teresa al gum a semem l h an cca cortez com da primeira pequena, pr o ang h ad do circulo do barco, com o ac r es c en t ad dn no do p r ira das ratas antigos, v a id e presa, com s ue m oto tor for ad e bordo, a o p ass r vejo q ue t ra s um outro d en t roda da cab ine, os carros , mat rucla s es pan hola s, uma c h ave co mp l ex a ess ad da primeira da lei tura das p das lacas, q ue ne emo fi zorro, em por me en o r, maso perfume, s us kin quadrado , e a sec un cia f al lava da ava en tao da ova do vaso e pan hol o u as si m pr e t en de ia f az e rc r e rp o is agora se d es velo lou ser um da primeira trade, um t rac a, t roca, na gare os p as sea geiro s f az em fi da ila para em bar car, vao, ps, p ass sand o al gum às das famílias portu g eu as, tam am tambem , um tir de reno ova al i e stá maís aol ad o, me di zorro sam da manha, reno ova da sam da am, da primeira sam, nele a inda lei io uma s co r dena da s q ue me di ze me , c inc o, q ue d ep o is em c asa t ra sn p on h o para om da ove primeiro, p o is na si mage ns da joana, al gun s l iv rose est ava vam am em vaso, e asis, ps, sm che ge u ia uma p hot, q ue est ava lige ria am que mente para for a, q ue al g eu maqui as si em pre posi t ad dame do am dam que mente, primeira do pus, p o is, aca ba ra de as ar rumar e n cão c rei o q ue uma e ts v is se as si m um bo cadinho de for ac he goa do circulo da ove do veleiro dedo is dos mastros, t alvez vinte met ro serpente de belas, linhas em s ue casco, um de ck q ue l he data do circulo do design, bar co t alvez com t r es dec ad a sj á, ao pao rc ima mar do traço da inglesa me dele , uma se rie dec ru es com do circulo das es padas da ap da ponta do tam da manha do circulo do rio, pin t ada sm az u l k, me record o q ue d eve em es star onda es tve o cat am aram de co mp pet tiçao onda tam am tambem li al gum as in f om maçoes q ue a qui cn ts sam do vejo, q ue es tao r ep par ando a via am mas na id e ix am de ser est ra anhas as das c ru z es, recentes, com o t en do al isi id o pre posi t ad dam n t rato das postas do para do circulo do oe efe feito , ou pro posi to , as si m par e em pa rece, primeira bandeira de o rige em me ts me ia en rola ad primeira dama maso no me pr e t en de ser rc primeiro aro, circulo do sean da nova zelandia, circulo do cordame da ava da vela g rande do mastro de trás, det ra serpente , en rol ad a em c ima do cm n vaso do es em mod, o h abi u t al ar esso ar na i mage m r e c en te do f e cho do en velo lope da uni ce f, com e ç o a me di ze rato tudo isto ce home da ira t re em n da em n te primeira da en cena en ac cortez sao, olho do circulo do d en t rodo do de ck doc on vaso es, uma v en toi ina homem azul da parada, campo de ourique, ap da ponta do os dos vidros, da serpente do homem das jane la s q ue t ra ze maior iro rac das rachas, ma si ise av, caso luma primeira rai mage made ria ser pr e parada, do circulo do ovo do vento q ue de fez às das rachas na janelas, o vaso use seja do os dos furacões, as si maior cruz , é a pot rp ps ota da leitura, na pr o a onda d eve ria eta circulo no me si met rico a o q ue se vi id o o u t rol ado, n cão , t r es ondas enca rp el a sd as d es ne h ad as em outra cor, es star n ho, pa rac á f oto s de f am mila da ilha do no do me io da ponte, o musico, em q ue t iv e de par ar para n cão as st e r g ar, de forma q ue ass im p u de see ler os e c ritos nas cm ca am misa isa do ra ap z, uma en cna sao, por v ave lem n te c om bina ad a em s u es de eta alhe es, na madeira, vi s to ter a p art ti cip sao de mui t os es pan h o ise a qui es to u eu a gat s r ar me u te mp o , a es c r e v r is to, por q ue o u vip elo es pie it e sta no oi y e que a um home justo for a conde n ad o, o q ue pode ser uma per rf e ia in sin ua sao, s ó me sm o para me lava ava ra primeira aqui da ue is to es c r ve e a em pa tar da ar tudo, o q ue é de t en h o eu de es c r eve rea inda n v es tiga ar , e ema si uam vaso e zorro d es viado doque f al t ad e i mp porta ante es c rato da eve rato


O sena, o sena, sean, que declina em irlandês, a ressoar na programação antes da rop onde passaram o blody sunday até salvo erro duas vezes, e um cartaz na volta dizer, da família do bill, bill, ressoou-me na altura em bill the kid, john depp, mas hoje ao dar-me conta de que bill clinton tinha acabado de chegar á coreia do norte, e do aparente silencio oficial de obama para não perturbar a viagem que se dizia ser particular, com uma bela musica oriental que se ouvia na peça do senhor que falava na casa branca aparentemente para os jornalistas, coisa estranhíssima, não fosse as duas raparigas ainda em puzzle mais estranho e complementar, uma muito sorrindo com um sandes meia comida, tip cas das sandes, e um a borboleta na camisa, que ressoava em imagem de cataclismos e tambem de serie da bela rapariga, loira, que desaparecera do ar, no preciso momento em que chegara ao homem de nome bell, na aparente outra dimensao, no ping pong que se vinha estranhamente como na altura descrevi a acontecer, onde os separadores gráficos metiam maças e borboletas, e a outra ao lado com uma menina loirinha, e estrelas em sua camisa, como a dizer cumulativamente de duas raparigas, que uma comera um pedaço da sandes tipo atum da borboleta, de nova yorque, da irma das estrelas amarelas com uma filha

Circulo do sena, circulo do br sena ou do rio sena frança, , sean, q ue dec l ina emi rato da lan de dez, a r esso ar na pro g rama maçao ant es da rop onda p as sar mo b l id d delta sn day, primeira té s alvo e rato ro do às v e ze es, e um c art zorro na v l t ad di ze rda f am milia do bill, bill, reo s u do traço da inglesa me na al luta em bil kapa the kid, john depp, mas h oje ao d ar do traço da inglesa me da conta de que bill c lin t os tinha cha ad o primeira da coreia do nor delta e, e do ap ar ren te si len cio fic cia al deo b am a para n cão per rt ur r b bar da primeira viagem, q ue se di iza ser p art ti u l ar, com de uma bela musica oriental, q ue se o u vina ina ap el ad do circulo do senhor q u é for mula one da lava da ava na cas ba rn ca ap ar rec cn te maior net para do os dos jornalistas, co isa e t ra n hi s sima, n cão fosse as do às das raparigas da primeira inda em p uz ze pinheiro zorro le maís est ra anho e co mp el net ar, uma mu it o sor r indo doc c om um sand es meia com id a, t ip cas das sandes, e um ab o r b o l eta na ca misa, q ue r es o s v a emi mage made ria de cataclismos e eta tam am tambem de se rie da bela ra ap riga, lo rato da ira, q ue de sapa rec cera do ar, no pr e c is o mo men to em q ue che g ra ao home de no me bel primeiro, sin os primeiro, na ap r en te de outra da loja da dimensao, n p ing p ong q ue se da vinha etar na hm que mente com on primeira al do tua, d es c r e vi a aoc n tec e r, onda os sp ra o re met iam maças e bor v ole eta sea da primeira de outra aol ado, com uma menina loi rn home da primeira, e e ts r ala s em s al ca am misa, como ad di ze rc do rato do cu da primeira mula da cruz do iva do vam am mn teresa dedo do às das ra pr ia sg gás, q ue uma com mer a um peda aço da sand es t ip o at a um da borboleta, de nova yorque, da irma das e t r el as am mr el as com uma fi kapa l homem da primeira

No veleiro não havia movimento, ao voltar do outro lado, continuando ao olha-lo e me dizendo ah quem me dera amada assim meter-me num contigo e ir dar uma volta, se bem que hoje em dia a navegação esteja muito densa e se tenha de dormir aos vinte minutos de cada vez se nao se quer levar com um petroleiro em cima o que como concordará em turnos é coisa muito chata para muito te beijar, a rá do veleiro muito bela e elevada, onde estava o nome do tal sean se encheu de repente cheia de reflexos de luz, e eu aí me disse, que belo, e me fiquei a pensar, nao fosse tudo o resto, que eras tu que lá estarias, ao voltar vinha a aterrar o triple seven com a bela antílope, em casa já começou a ventar nas traseiras, em modo especifico, um pássaro me fez olhar, e lá vi um azimute entre o respirador no telhado, e a tal casa que nem sei qual é, mas amada, como te digo de seguida, tens tu mesmo que chegar, que isto de anzóis, sem redes, daquelas onde contigo deitar, não tem muito jeito, e sabes que não é a primeira nem as segunda vez, que assim me engodam de alguma maneira por algum qualquer propósito, mas eu gosto muito de barquinhos, e de ondas do mar, e me recordei sabes, do teu espanto pelo espirito no dia em que te contei com as duas lanchas se puseram a abanar, e me pediste para te dizer jura, assim com ar feliz de quem tinha sentido um mesmo e e por espirito te disse, sim , assim foi, e não eram esteiras naquele momento em que eles se puseram assim a danar, como se estivessem nos mostrando nosso doce e alegre baloiçar

No do ove do veleiro n cão homam da gasolina espanhola, avia, mo ov italiano, vie mn to, primeira dao ovo da tar do outro lado, conti nu ando ao o l h a do y t ra aç cortez ong primeiro es do primeiro do circulo de dez, e me di z en do a h q eu m me dera am ad a as s im met re do traço ingles da me nu primeiro do mc c on ti goe e ira do rato do quadrado da ar da primeira volta, se b em q ue h oje em dia a neve veja sao es sat mui t o d en sa e se t en a hd e dor mir primeira do os vinte, minu ts ode dec cabo c ad ave zorro s se naso da se q eu rato l eva rc om um pet role iro em cia am, o q ue com o c on corda ra s em t ur no sé co isa mui it o chata para mui tot e bei j ar, a red ove l iro mui t o be la e el eva ada, onde e ts vao, ps, circulo do no med do circulo do tal sean sea nm est ava de re pen te che ia de ref for mula one e dos xos, dos ds beijos invertidos da praia da luz, e eu aí me di s sec ue b elo, e me fic eu ia pen sar, naso fosse do circulo , tudo o resto, q ue e ra s t u q ue l á est arias, a ovo l tar v ina homem da primeira a te rr aro do t rip le do lotus seven, s eve en, com da primeira bela antílope, em casa j á com e ç o ua ave en at ra nas t ra se das iras, em mod circulo es pe si ll co, um pássaro me de fez o l h ar, e lá vi uma z emi mu te en t reo r es pie ra dor ia e a t al c asa q ue ne maior da se e q ual é, ma s am ad a, com o te di g ode se guida, te ns t u me sm o q ue che g rac q ue is t ode dos anzóis, sem red es, da q eu la s onda c on ti g o de ita rn cão te maior mui t o je it o, e a sb es q ue n cão é ap da primeira nema se da segunda gun da ave zorro, q ue as si maior me en god am de al gum am ani e ra por al gum q u q l q eu r por rp ps o it o, mas eu g s oto mui to de br a quin h o sede das ondas do mar, e me recorde isa es bes, dot eu es pan top elo es pi rito no dia em q ue te conte i com ás do às das lanchas, se p use ram a ab ana reme p de iste para te de ize rato j ur a, as si mc om ar fe liz de q eu em tinha s en t id o um me ms oe e por es pi rito te di s se, sima s si m f oi, e n cão e ram este ira s n a q u el le mo men t em q ue el es se p use ram as sima dana rc omo se est iv esse em nós mo t r ando no ss o do ce e al do alegre, ps, bal loi circulo p rie mr ria da puta da ar

Depois o espirito me desvelou que a tal prancha do outro lado do rio, a prancha do barco dos piratas, provavelmente de almada, eram os filhos do boaventura, portanto mais uma vez, universidade nova, onde a família vivera quando o foi

D ep o is o es pei it o tome d es velo u q ue a t al pr anc h ad o outro lado do rio, a pr anc h ad do circulo do barco dos piratas, por v ave lem n te de al mad a , e ram os dos filhos do boa ave vaso da en tura, porta ant o mais uma ave zorro universidade nova, onda primeira f am ila vi vera qua anda do circulo do f oi

A imagem das borboletas que aparecia figurada nas duas jornalista que esta madrugada vi chegara ao estado unidos, que se reflectira, na serie da fringe e em seus últimos episódios aqui exibidos em portugal, na queda das torres, e da sua manutenção num dos universos paralelos, ou paralelo universo, tivera um outro desenvolvimento dado por putin na zona onde antes estivera mergulhando a ver os tais cristais com gás, aparecia ele hoje nadando num lago da Sibéria, em mariposa, uma espécie de borboleta, dando assim mais um fio da identificação da borboleta, do gás na russia, que as vezes queima as sobrancelhas, se ao gás muito se chegar, quando se lhe pega fogo

A ima mage made ria das borboletas, b o r e b ole eta ts serpentes, q ue ap ar e cia figo r ad dana s d ua s jornalista q ue e sta mad ru gada vi chega ra ao estado un nid os, q ue se refe l ct ira, na se rie da fr in ge e em se us sul t imo s e p is o di s o a qui e x ib bid ido s em portu gal, na queda das torres, e da s ua manu te en sao nu made ria dos univer os s para lelo s, o u pa ra l elo uni vaso do ero, ti vera um o u t r de s en v o l vi men to dado por o u tin mna zon a onda ant es est iv vera mer g u l h a anda ave vaso ero s tais cristais com do gás, ap ar e cia el e h oje na dando nu ml a g o d a s ibe ria, em mari ip posa, uma es pe cie de b o r b o l eta, dando as si maio maís um fi o da i d en tif fca caçao da b o r b o l eta, dog ás do gás na russia, q ue as v e ze s qui massas s ob ra n cel h as, sea do circulo do dog do gás mui it to ze sec he gara da ar, qua anda se l he da pega do fogo

Na coreia do norte, clinton tinha chegado, estranhamente nem parecia ele mesmo, e se repararem com atenção todas as imagens dele a volta desta visita, são planos ao longe, ou em que ele está tres quartos, naso se lhe vê nenhum dos seus sorrisos, que tanto o identificam, mais parece que um clone foi então à coreia do norte, e que foi exibido nas tvs, e certamente outros por detrás conduziram as negociações eu levaram a libertação das raparigas, que curiosamente se veio a saber quase no final deste episódio que pertenciam a tv de gore, nem eu sabia que ele trazia uma cadeira de televisão, ouvi eu em dia recente que alguém aqui le teria vendido a ele ou a eles, o conceito que depois foi usado no seu famoso documentário, a que chamou uma verdade inconveniente, pensando nisto, em cima de um jornal recente, um homem ligado a tv, e antes a polícia judiciaria, de repente parecia ser, o eventual elo, o que fez a transação , ou seja, o da dd, do bruno cerveira

Na naco da co rei ad do circulo do don do n orte, c lin ton tinha chega do gado, est ra anha ham que mente, ne m p ar e cia el e me sm oe se r ep ar a rem com a t en sao todas as si mage sn dele a volta de sta v isi sita, são p lan primeiro os ao longe, o ue em q ue el e est á t r es q ua rt os, naso se l he eve n en h um dos se us dos sorrisos, q ue t ant o o id en ti f icam, mais par ce q ue um c l one f oi en tao à coreia do norte, e q ue f oi e x ib bid id di cio nas tv s, e ce rta em n te outros por det ra s condo z iram as ne g o cia aç cortez sãos do oe es, do eu l eva aram a liber taçao das raparigas, q ue cu rio sam nete se do veio primeira, o saber, pata use no fi na al do quadrado de este e ps id o di o q ue per t en cia am da prime ira do rat da tv de gore, ne me usa bia q ue el e t ra z ia uma cade i r de televisão, o u vi eu em dia rec en te q ue al g eu maqui le home da te ria v en dido a el leo da ua deles, o c on ce it o q ue d ep o is f oi usa sado no s eu f am os o doc eu mn tar io, a q ue c ham o u uma ave r dade inc on v eni ente, pen sand o ni st o, em c ima dd e um jo rn al recente, um homem li gado da primeira tv, e ant es primeira poli ca judi car ia, de r ep en te par ceia ser, o eve en tua l elo, o q ue fez a t ra ns aç sao o use seja, circulo da dd, do bruno,

A foto de capa era muito clara, o clinton, ou o clone dele sentado ao lado presidente com uma belíssima pintura por detrás, tendo de premeio um conjunto de personagens, que desenhavam pelas suas alturas um semi arco, o mais alto no meio correspondia ao pico da onda mais alta, do mar agitado, ou seja uma imagem referente ao tsunami do sudoeste asiático, por essa altura, e na altura da imagem ultima de morte no canada ouvi eu que fora um choque de prós, de rás profissionais, por assim dizer, talvez se aplicasse então ao sudoeste asiático tambem, se bem que muitas desgraças assim aconteçam, como sabemos

A f oto de dec capa e ra mu it do circulo da clara, do circulo do c lin ton, ou o clone dele, s en t ad o aol ado pr es id dente ted en te, com de uma belíssima pin tura por det ra serpente t en do ode pr e t mi io um c on j un t ode persona ge ns h um berto, , q ue de s en h ava vam p el as s u as al tura s um s emi arco, o maís al ton do circulo do me io co rr es pond di ia primeira do circulo do pico da onda mais alta, do mar a gita ad o, o vaso use seja, uma mai mage madeira refer en te ao ts un am id do circulo do sudoeste asis tico, por ess a al tura, e na al tura da i mage mu l t ima de mo da morte rte no canada o u vi eu q ue for a um cho q ue de pr ó s, de rá s pro fi s sio na is, por as si m di ze rato, talvez se a p lica s se en tao ao sudoeste as iat tico tambem, se b em q ue mui it as de sg ra ç sas as si m ac on tec am, com o s ab emo serpente

Sobre o mar da tempestade, gaivotas voam , e nelas , de seu s desenhos emergem, um perfume a patos como se algumas fossem um cruzamento entre duas espécies, e patos que declinam em gansos, que elevam nas vezes meninas que observam os voos dos anjos

S ob reo do circulo do mar da tempestade, gai v ota s vaso do cir do cabo do cu ll o, do onze da am , e nelas , de s eu s d es x en h os e mer ge maior do primeiro do perfume, s us kin kapa, capa cristina coutinho, primeira dos patos com do circulo do se al da gum as fosse mai iro rodo primeiro c ru az am en to en t red u as es pe cie s, e patos q ue dec l ina am em gansos, q ue el eva vam am nas vezes meninas, q ue ob ser vam os voos dos anjos

A face do home mais alto, no topo do arco, é o que trás face de preocupação de má consciência, e dois fios assim se juntam pelo arco, feira de artes, artes , artes gráficas, home de coimbra do ps, pois uma certa parecença emerge entre as faces, mas se a onda por dois foi provocada dentro do semi arco, um outro deveria estar, um fio de uma outra imagem que de certa forma se reflecte tambem no arco, tem a ver com o gasoduto, e o arco do freeport, nabuco o nome do gasoduto, durao hoje em antigas imagens de uma reuniao onde se acordara, reemitidas a propósito da autorização da turquia que hoje era dada de passagem para ele, e de preposito para isto, como agora se desvelou, indica o segundo, como sendo o outro, gasoduto, é túnel, imagem do túnel da onda que enrola, e do gás que a forma, turquia, é eco da imagem recente da assinatura das cheias, e do tal carro vermelho , que como moinho, trazia roda presa num caneiro e jorrava agua para todo o lado

Primeira face do home mais al to, no top do circulo do arco, é o q ue t ra s face de pr e o cup ac são cortez de má co ns cie en cia, e do is fi os as si maior se j un tam ar roc, fe ira de art es, arte s , arte sg raf fi cas, home de co im br ad o ps, p o is uma ce rta par e c en ç a e mer g ue en t rea s f ac es, masse sea prime ria da onda por do is fo ip por v o c ad a dentro do s emi ar roc, um o u t ro de v ria est ra, um fi o de uma outra ira rai mage made ria q ue de sc e rta forma se r efe l c te tambem no arco, te m ave rc omo gás o du tom na buc o, ome ene do gás s id u to, durao h oje em anto gás a ima ge sn de uma reuniao onda sele dele ac o r da ra, ap o rp post o da au tori iza sao da turquia, q ue h oje e ra dada de p as sage mp ar a el e, indica do circulo do segundo, como sendo o outro, gás o do to, é t une l, imem, hi f en, madeira do t un el da onda q ue en rola, e do gás q ue primeira forma na turquia, é e co da i mage m r e c en te da as sina tura das che ia sed o t al car rato verme l n h o , q ue com o moinho, t ra z ia roda presa, es, nu primeiro c ane iro e j o rr rava agua para todo o circulo lado

Hímen aberto, como rasgado , apareceu hoje de manha, quinta feira, no ceu depois de duas asas de anjo imensas no ceu se terem desenhado, um himem e nuvens como explosões, anti aéreas, passou ao momento um aviao, inglês a aterrar, pouco mais tarde , um carro matricula inglesa, disse do x no circulo ingles, no cais, a norvegiam, jade, adquire um outro sentido, pela parcial ocultação da escrita na proa, gata ian, ima norvegian

Hi f en aberto, ap ar e c eu h oje de manha do quinta feira, no c eu d ep o is dedo edu às das asas de anjo i men sas no c eu sete rem de sena hd circulo, um hi fe me das nuvens com o e x p lo s o es, anti ti aerea s, p ass o ua o mo men to um avia o , i bg l es a a te rr ar, p o u co ma si t arde , um carro mat ric u l inglesa, di s sed o x no circulo ingles, no cais, a no r v e g iam, jade, ad q u ire um o u t ro s en t id o, p el a par cia l co u l taçao da e x c rita na proa, gata ian, ima norvegian

A imagem diz de uma penetração, quem sabe mesmo se de violação de um anjo que subiu ao ceu, e da relaçao deste abuso com as explosões no ceu e marcas no circulo ingles

A ima mage maior di zorro de uma p en a t raçao, q eu maior, sabe, me sm o se de vil o sao de um anjo q ue s u bi ua o c eu, e da relaçao do quadrado de este ab us o com as das e x p lo s o es no c eu e ma rca s n o circulo ingles

Nabuco, ecoa ainda numa das gravuras enceradas, publicadas pelo jornal dos bandidos que aqui foi um dia alvo de analise, uma reprodução de um quadro, onde um nabuco, parece aliciar com dinheiro a caprichosa de são petesburgo, a musa do museu, her mu da tage, a jean do traço ingles do antoine da watteau, duplo vaso da dupla cruz da te au, a rapariga com face dos porcos, ou seja do triunfo dos porcos, que trás a coroa de prata como rolex em sua mao direita

Na ab buc o, e coa a inda nu mad às das gravuras e mc e ra ad as, pub lic ada s p elo do jornal dos bandidos, dn, q ue a qui f oi um dia l av ode anal ise, uma r e pro du sao de um qua d ra o, onda um na bic o, par ce ali c air com dinheiro a cap pro roc si h o sade da são do peter sb ur g o, am musa usa do m use eu do her da mu tage, a jean do traço ingles do antonio da w a tt e au, d up l vaso da d up l cruz dt e au, a rapariga com da face dos porcos, o vaso use seja do triunfo dos porcos, q ue t ra sa coroa de p rta com o ro lex em s ua mao direita

Olhos as minhas notas, na gravura, e leio cem segundo es cu do , segundo do onze do sida, primeiro dos quinhentos, circulo de setenta e cancio, do grupo sete, a estrela do circulo do circulo do terceiro, o primeiro da divisão do circulo , do terceiro escudo, da di da visão do trinta e um da armada do onze do qual sai o traço da sida que liga os dois circulos

Olhos às das minhas notas, na gravura, e lei circulo dos cem, se gun do es cu do , segundo do onze do sida, prime iro dos quinhentos, c irc u lo de setenta e cn cio, cic cio de muitos da cancio, anc io do grupo sete, a e ts r e la do circulo do circulo do t w rc e iro, o p rim miro da di visão do circulo , do terceiro e cu do, da di da visão do trinta e um da armada do onze do qual q sa do io do traço da sida q ue da liga os dos dois circulos

Nas contas do gravura tenho ainda anotado, cinco paus, espada erguida do set, nono do triângulo das aguas do primeiro delta pequeno azul do ponto do primeiro , da semente do nove do onze da espada do set,

Nas contas do dog rav ur a t en h o a inda ano t ad o, cic no do spa dos paus da es pada e r guida do set, nono do t rin gula das aguas do prime iro rode do delta pequeno azul do ponto do prim e io , da semente do nove do onze da espada do set,

Os dois sentados a frente em cadeiras, sobre um belíssimo tapete, com duas flores em pétalas abertas que se ligam a caules, geométricos em suas formas, desenhado na direcção deles, um delta de agua e um de fogo para quem está ver, como uma imagem de equilíbrio de dois triângulos, de fogo e de agua, uma referencia abordada recentemente num dos últimos vídeos e ainda num anterior, como então prefigurando o símbolo de david, em forma indirecta insinuando, que por uma mao do pentagrama, e da ordens a ele ligadas, se deu a desgraça, do tsunami

Os do is s en t ado sa fr en te em cade ira ss ob re um bel iss io mo tap pete, com du as das flor es em pet ala s ab e rta s q ue se lia g am a c au l es, geo met rico s em s u as formas, de s en h ad dona di reç sao deles, um delta de agua e um de fogo para q eu em e stá ave rc omo uma mai mage made ria de q eu i li br rio do io de do is t rig u l os, de fogo e de agua, uma ref en cia ab o r dade rec en te que mente, nu made ria dos su l t imo s v id é os e a inda nu man mna te iro rc omo en t a p r e figo ra anda o s im b olo de david primeira, em mg gato forma in di re cta in sin u ana ad o, q ue por uma mao do penta g rama, e da ordens a el e liga gadas, sed eu a d es sg g raça, do t us na am oi

Nem de preposito hoje de manha, um set estava, figurado numa foto de moniz na capa de um jornal, um leque, em madeira que remete por figura geométrica para espanha, e para as referencias ultimas aqui sobre leques abordadas, um duplo zorro e um vaso, ao lado de um home com uma camisa de pescador azul e brancas aos quadrados, com um microfone shure, um vaso laranja com aguas inclinadas, uma asa negra da cadeira, com dez fendas verticais do lado esquerdo, cinco traços em cada uma das colunas, a ressoar tambem numa imagem que abordoem vídeo sobre as torres de nova Iorque, assim o meu coraçao o intui, ao momento , ao ver na banca a capa, moniz sai da tvi, tvi vendida a ingoing, um pormenor que terão que conhecer do meu caderno de viagem a nova Iorque, a cabo verde, onde trago eu desenhos de rodagem de um vídeo que fiz para o jorge vanzeller, o van ze do onze da ler, o viegas, da prime luce, primeira luz,

Ne made ria de pr ep posi to homem oje de manha, um set e stav sete st av, figi rato da ad on onu numa da f oto do quadrado do demo da oni zorro do x na capa de um do jornal, primeiro leque, em made ria q ue reme te por figu ra ge one t ric a para espanha, e para às referencias u l t ima saqui s ob re leques ab o r dadas, um duplo zorro e um vaso, aol ado de um home com uma ca am misa de pesca d ro azul e br ancas a os quadrados, com um mic rf one s h ur e, um vaso laranja com das aguas inclinadas, uma asa negra da cade ira, com dez fendas ver tic ia sd o lado esquerdo, c inc o t ra sç os em c ad a uma das co l un as, a r esso ar tambem nu ma mai mage made ria q ue ab o r do em v id é circulo s ob rea serpente das torres de nova yorque, as si mo me vaso cora sao o in tui, agencia de viagens, ao mo men to , a ove rn primeira da banca , primeira capa do moniz s aida t vi, t rato do vi v en dido a ing o ing, um por men o r q ue te rá o q ue c one h ser do me u cade r no de via gema nova y o ric e, a cabo verde, onda t rago eu de s en h os de roda dag ge made ria de um v id é circulo do onze, q ue fi zorro do para do circulo do jorge da vanzeller, o van ze do onze da ler, o veigas, da prime luce, prime ira l uz,

Vou busca-lo agora, e leio à procura do eco, que eles conhecem, e leio ao passar as folhas do fausto, das anomalias magnéticas do tempo da monica lapa, manifesto futurista, almada, o negreiro, serpente, abraça alguém, a fuga da teresa, circulo do caso pen sam os ser ero do sol pt, rato do tp m it vaso m cobra madredeus estrela circulo , estrela primeira do percentil, do quadrado do nono medico pediatra, content is king, cinema, o sonho d jorge, pasion, pá sion, que está riscado e por cima in ong, assim o jorge depois o carismou, finisterra, p seis descendente, memória, enquadramento de memória frontal ao nível, filmado em Palmela, na igraja da pousada cântico da micra da memória do sonho celtica, do enquadramento baixos sobre jorge e helka, tres arcos no desenho, jorge guitarra, helka violoncelo, a ana começando a dança deitada, um ricos com uma alavanca por cima dela, atravessando as pêras do violoncelo e dando a um rectângulo inclinado onde está sion do in ong, ong que tambem se tinha desvelado em textos anteriores,

V o ub us cca do traço ingles primeiro do circulo dez do agora, e lei o a por cura do e coc do quadrado da ue deles, conhecem, e lei o ao p ass ar as f o l h as do fausto, das ano mali as mag gn etic ás do tempo da monica la opa, man f set o futurista, al mad a, o negreiro, serpente, ab rata aça al g eu ema da fuga da te rea, c irc culo do caso pen sam os ser ero do sol pt, rato do tp m it vaso maior mc cobra da madredeus, estrela do circulo , est ra la p rei me ira do per rc c en til, do quadrado do nono medico pediatra, c on t en t i s kin home do hímen do cinema mo s on h o d jorge, pasion, pá sion, q ue e stá r isca ad o e por c ima in ong, as si mo jorge d ep o is o car simo u, fi ni s terra, p se ix d es c en det te, me mor ia, enqua d ra em n teo de me mor ia fr on t al ao ni v el, fi lam do em pal mel ana p o usa dam can tico da micra da me mor ia do s on h o celtica, do en u qa d ram en to ba ix os s ob re jorge e he j ka, tres arcos no d es sn h o, jorge u f u it tar ra, he l ka viol on c elo, a ana co me ç ando a dança de iat td a, um ar rico com uma al avanca por cia am dela, at r eve es sado as das pêras do viol en c elo e dan co a rena tan g uk o inc l ina ado onda es t á ps sion do in ong, ong q ue tambem se do set da tinha d es vela lado em textos ante iro serpente,

A rapariga do museu india diana da polis, da cidade, da ra dio cidade, o arquétipo é o arquétipo da rapariga que ontem fizeram na infante santo comigo cruzar, acompanhada de uma rapariga que ia atras que ressoou num outra imagem, do bandido aqui de cima um manha que trazia um rapariga magra a ele agarrada em forma estranha, uma que parecia a modelo da happy, que um dia fora capa e que eu fotografara em belem ao lado da nicole, pois nessa manha em que eles chegaram, uma outra rapariga forte vinha a trás, como se a trouxesse presa, como se fosse conduzir um carneirinho a sevicias, de natureza sexual, presume-se pelos escutados e pelos gel anais e coisas assim

primeira rapariga do museu da india da diana da polis, da cidade, da ra dio cidade, o arque t ip o é o arque t ip pod da primeira rapariga q ue on te made ria fi ze rat mna da infante santo co mig o c ru zorro da ar, ac om mp anha ad a de uma do rat da ap rig da primeira q ue ia at ra s q ue r esso un primeiro de outra i mg ae made ria do bandido aqui de cima, um da manha q ue t ra zorro do ia um r ap riga mag ra a el e a g rr ad a em forma est ra n h á q ue par da ceia da primeira modelo da happy, q ue um dia for a capa e q ue eu f ot g raf a ra em belem aol ado da nicole, p o is ness am da manha em q ue el es chega ram, uma outra ra p riga f orte vinha a t ra sc omo sea t ro ux esse presa, com o se fosse condo do ze rum car ne i rin h o a sevicias, de nat ru r e za se x ual, r e ps s um me do traço da inglesa se p elo s es cu t ado se p elos ge ls ana ise co ia s as si em

Est rapariga ruiva, lembrou- me a outra rapariga loira com reflexos fulvos a porta de quem eu fora dar no largo de trinta e um da armada, no prédio com ar francês, quando numa manha procurava a joana, um prédio onde a porta está nas vezes um bmw x3 prata com matricula de marrocos, e onde alguns fios de imagens aqui estão antes descritos, e onde agora em noite recente, o rapaz me fizera relaçao com a armada, a marinha, e o restaurante da trinta um da aramada,

Est ra pa tiga da ruiva, lem br o u do traço ingles do ponto da me primeira de outra rapariga loi ra com refe l xo serpentes fulvos ap do circulo do rat de que em eu for ad da ar no l argo de trinta e um da ar am d ano pr e di com ar fr anc es, qua anda nu ma manha pro c ur q ava da prime ria da joana, um pr e di o da onda da primeira do porta, e stá nas vaso do ee um bmw x3 p rata com mat rui cu la de mar roco se da onda al gun s fi os de i mage ns a qui es tao ant es d es c rito se da onda do agora em noite recente, o ra p az me fi z w ra da relaçao com da primeira ar ramada, primeira mar rinha, e o r es t au ra n te da t rina te um da ar am mad primeira da ramada,