segunda-feira, agosto 10, 2009

Santa maria quarta parte

S anta da maria qua art rat rta p da arte

A estranha frase de que assim a rosa não gira, ecoa na minha memória tambem na descrição da imagem da coreia do norte, onde de certa forma o mesmo dizer estava figurado, pois duas cadeiras em cima de duas flores, mesmo que alimentadas por aguas que variados canais, como a irrigação egípcia, não conseguiriam rodar, assim a imagem ecoava em sua figura de alguma forma nesta que a sorte me mostrara ao olho e ao olhar

A e ts ra anha fr ase de que as si ma rosa n cão g ira, e coa na min h a m emo ria tam am tambem na d es c ri º são da i mage made ria da co da reia do norte, onda de ce r rta for mao me ms o di ze rato est ava figu r ado, p o is du as cade ira se em c ima de du as flor es, me sm o q ue al i mena td as por aguas que v iria do s c anais, com o a i r riga sao e g ip cia, n cão c on se vaso do oi ria am roda ar, as sima mai mage made ria e o c ava em serpente da ua da figi ra de al gum a forma nest a q ue a s orte me meo s t r ar a a oo l h oe a oo l h ar

Como os pratos da balança que se encontram inclinados, assim mostra o fiel, este pequenino livro de bolso, tambem está inclinado pelos que assenta, como a dizer da relaçao que levou ao desequilibro dele

Com o os p rato s da bala ança q ue se en c on ct ram i c lina do s, as si m mos t ra o fi el, este pe q u en ino l iv rode bo l so, c ur zorro do tam am tambem e stá inc l ina ad o p elo s q ue as s en t a, c omo a di ze rara da relaçao, q ue l evo ua o de i qui li br rio do io del le

Sigo a posição da lombada deste pequeno livro e como uma ponte inclinada chego a um outro livro, que faz a ligação a arte de navegar da biblioteca cosmo, e no que dele se abre ao olhar, leio, o morteiro é tapada, e me emerge na memória dois fios recentes em duas distintas imagens, a da casa do reflexo, que ligava o extractor de fumo com laminas em bola, que remete ainda para o episódio anterior dos dentistas que ainda não sesta concluído, e tambem para a imagem que chavez apresentara na tv quando falara da intenção da américa em pôr bases em países sul americanos e ainda de todos os outros fios relativos a agronomia, passando por Madredeus e a analise de fotos de rodagem que aqui no Livro da Vida constam

Sig o a posi sic sao d a l om ba de d este pe q u en o l iv ro e c omo uma da ponte inc l ina ad a ce he o a um de outro l iv roque f az a liga sao a arte de n ave g a r da bi b lio da teca cosmo, e no q ue del e se ab rea o o l h ar, lei o, o mor te iro é tap ad a, e me e mer g ue na meo ria do si dos fios rec ene ts em du as di s tintas si mage ns, a da c asa do refe l xo, q ue lia g vao e x t rac tor de f umo com la am minas em bola, q ue reme te a inda para o e psi do di na bt e iro do s d es n t istas q ue a inda n cão se sta c on c lui id o, e eta tam am tambem para primeira rai mage made ria d q ue ca h ave z ap ar es en tara na tv qua anda fa al ra da int en sao da ma erica em por b ase es em pa ise s sul am mer rc cia ano se a inda de todos os outros fi do os re la t ivo sa a g ron o mia, p as sand o por mader eu de use a ana lise de f oto sd e roda dag ge maior do q ue a qui no L iv roda V id a co ns tam am david

O morteiro é tapada com um vidro graças a suspensão , cardan, silvan, e viegas, assim declinei ao momento desta leitura pois acabaram de aparecer numa capa do correio da manha, o viegas por baixo, olhando de lado com face meia aflita e o sílvio, de frente com seu olhar de viborazinha arrogante, e a Palavra tinha de novo acabado de declinar o viegas, pela ler, pelo grupo da ler, em texto imediatamente antes a esta capa

O mor te iro é tap ad pad da pada primeira, com um v id ro g ra aças a s us pen sao , cardan, si l van, e vie gás, as si m dec l ine ia o mo men to de st, s lei tura p o is aca br aram de ap ar e recer nu ma capa do co r rei o da am n h a, circulo do ov vi e gás por ba ix o, o l h anda de l ado com da face me ia a for mula one it a e o si l vaso do io, cd e fr en te c om se u ol h ar de v ib ora z in h a ar ro gan te, e a Pala v ra tina hd e en ovo av ca b ad o de dec l ina aro do circulo do viegas, p el a ler, p elo g rupo da ler em texto i me di anta tam am maio r net a e sta capa

O texto do livro acrescenta, desta maneira a rosa permanece fixa enquanto o navio gira , percorrendo a linha da fé, conquanto ,aparentemente, seja a rosa a girar, estranhas palavras que me recordam ao momento de as ler, a imagem dos barquinhos a abanar na rocha de conde de obidos, e uma manobra de uns rebocadores, que qui te contei, amada

O texto dol iv ro ac r es c en t a, det ts mane ira da primeira rosa per man e ce f ix a en qua anto o navio g ira , pr e co rr en do a l in h a da fé, c on qua anto ,ap ar en te mente, seja primeira rosa a g ira rato, est ra anhas pala vaso do ra serpente q ue me record dam am ao mo neto de as da ler, a i mage made ria dos bar quin h os a ab ban ar na rocha de conde de ob bid os, e uma man ano br a de un s r e b o cado dor es, q ue qui te conte e, am ad a

Um papel com uma nota, diz ainda, am quim ze terceiro, not as penin sul ar porto fases da lua , seis , furacão do angulo da lua cheia, treze, quarto ming vinte, angulo da nova, vinte nove, quarto crescente, coordenadas condensadores eléctricos líquidos, garo remia lm f quadrado da estrela do circulo , rato do sulfato de amónio do borracho da ode do tua, como val vaso duplo do angulo do anzol la pern m t indo

Um pap el com uma not a, di z a inda, am quim ze t rec e iro, not as penin sul ar porto f ase es da lua , se is , f ur racao do angulo da lua che ia, treze, quarto ming vinte, angulo da nova, vinte nove, quarto crescente, co r dena da s conde ns a dor ws el e ct rc is o lic u id os, garo r emi ia l m f quadrado da est ra al do circulo , rato do s uk fato de am oni o do bora rac h o da ode do tua, com ova al v as si l duplo do angulo do anzol la pe rn rm t indo

E me recorda as estranhas substancia que aqui puseram no prédio, episódios aqui descritos

E me record a as e ts ra anhas s ub stan cia q ue a qui p use ram no pr e di do io, e pi s o di os a qui d es c ritos

A sam ra dos b az se ze es s q eu se for mar rem am mod do circulo posi to car , o dó ne gatas, dos condensadores fixos deilectrico , eléctrico vitico seco red positive, black, nes infinito do mfa, quadra quarenta e cinco, en red solar, delta do traço ingles oitavo quatrocentos e ur trinta blue dezasseis estrela circulo, brown, vinte e cinco do ponto vinte e oito , red dez vinte cinco, black ne g, montagem mallory, padders e trimers, placas moveis, rotor, helicóptero, com borrachas para tandem, a rapariga da danças, lapa si metro, ou seja duplo falos de borrachas, e uma imagem que me veio pelo nome da mallory, a bela rapariga do once upon na América, que foi aqui tambem abordada sobre um filme com uma cena de exibicionismo num prédio como uma torre, numa roda de homens com dinheiro enfiado nas bocas


A sam ra dos b az se ze es s q eu se for mar rem am mod do circulo posi to car , o dó ne gatas, do s conde en sado dor es f ux os del e ct rico , el e ct rico vi toco sec o red post ive, b la ck, ne sin fi ni to do mfa, quadra qua renta e c inc o, en red solar, delta do traço ingles oitavo q u t roc en to se ur trinta b lu e dez ase si est r ala c irc u lo, br o w n, vinte e cinco do p om n to vinte e oito , red dez vinte c on co, b la ck ne g, mon tage em la ll o r y , p ad dd der se t rim mer s, p lacas mo da ove is do rotor, he lic cop pt ero, com das bo ratas das rachas para tandem, a ra pa riga da danças, lapa si metro, o vaso use seja d up o f alo s de bor rachas, e uma mai mag em q ue me veio p elo no me dama ll o r y, a bela ra pa riga do once up on na am mer cia, q ue f oi a qui tam am tambem ab o r dada s ob re um fil me com uma ce man de e x ibis si mi sm o nu primeiro pr e dio com o uma t oo re, nu am roda de h om en ns com do dinheiro en fia ad on as boc prime ria serpente

Olho de novo acima no eixo do fiel e leio bolotas vista alegre por vaso gal , miniaturas serviços de porcelana, mda casa de bornea vinte e tres ,circulo da estrela uam de pisa agora do circulo do indicador, da tempestade, vesica vermelha que carolina a base do vaso

O l h ode n ov ac ima no ie xo do fi el e e lei o b olo t as v o sta alegre por vaso do gal , mini a turas ser ve i ç o es de por ce lana, made rai ria c asa de borne a vinte e tres ,circulo da e ts r e la uam psi a agora do circulo do indicador, da te me ps t ad eve sica verme l h primeira do ki aqui, q ue carol kine a b ase do ova do vaso

O capitulo onze, vaso da primeira vareta, cap apit pito do pit do circulo da ova do vaso primeiro do circulo de dezembro, mais assim me diz, diodo tríodo , tetrodo, pentodo, estrela dul as metálicas e de ampolas de vidro, da válvula electrónica do edison, br pb pub, e da fleming, o cato que emite electrões, o da electricidade da musica de cima, da chama da carga de espaço do lee for r est, p primeira meo rato do delta do vaso ac ever rato delta day, eve rea do quadrado do delta, do pentodo do screen, ou seja do circulo de roma, dez vinte e tres quarenta e cinco, filamento, grade de controlo, grade de difusão, screen, grade sulfurosa, placa de válvulas, de vidro tipo ampolas, popers, substancias de power

O cap apit pit it u lo do onze, vaso da primeira v ar eta, cap apit pito do pit do circulo da ova do vaso primeiro do circulo de dezembro, mais as si maior me di ze pin hi iero aero do ferro ero, zorro, di o dot rid o , te t rod o, pen t o do, estrela d u la sm met al licas e de am + olo s de v id roda ava v al v u l a e le ct ro nica do edison, br pb pub, e da fleming, o cato q ue e met e el e ct ro es, o da el e c t ri cidade da dam am mu sica de c ima, da c ham da c arga de es paco aço do lee for r est, p prime ira meo rato do delta do vaso ac ever rato del t ad a y, eve rea do quadrado do delta, do pen t olo do sc r en no vaso use seja do circulo de roma, dez vinte e t r es qua ren ta e c on com fi da ila men to, g ard e de vc on t rolo, g ard e de di fusa usa sao, s c r e n n, g ard e sul foro sa, p l ava pala cade v al v u l as, de v id ro t ip o am polas do pope r ss ub serpente do tan cia serpente

As das casquete da am pola metálica guia ra dot cruz do ron, gn sete da serie gt da fabrica philips,valvula de se rie com quadrado a ste, pernos dos pêros do eros da serpente da serie metálica , se rig e gato se is e gt base octal, serie primeiro do circulo dez we maior do br circulo da cta al, mini tura, sete a nove pernos das fun ç o es rec cp tor, onze, primeiro, cento e vaso s argento onze do volt, de serpente da en hora do circulo rca vitor, eua, das vaso da al cu la sele ct rica serpenet do sin inter na serpente cora sao, dos a mp li fi cado dor espanhola de bate ria, rec ti fi cado ratos espanhóis , de maia da onda, e da onda co mp primeiro eta, prime iro e se gun do ts un am id as vaso da al, do vaso duplo do prime rio ric irc vaso do primeiro ares e eva av vaso primeiro as, do antonio isi circulo do ro do isis do hector da cobre do ra fr, p rie emi miro home estrela, cruz ipo, sete circulo do st ee, de sig gan sao do poe en t do circulo do dam da am mp p primeiro ln fi cado rato serpente do primeiro ip do angulo o circulo da tais da ten sao da p primeira ava da lava , o vaso use seja dos t remo mor espanhóis e dos vaso duplo prime rio co es,

Com circulo da se do quadrado da eve cruz ra bal homem da ar com doc irc culo d ferro, ps, sol quadrado da ar el le t rico, da alterna e conti n ua , kapa do gato se is primeiro angulo home principe, ferro de uma ave zorro, bob ina ds t ra sn for mar dor, nuc leio ferro, com da mecha da ar,

Que produz um campo magnético variável que gera uma corrente electrica alterna do secundário, ou seja dos tempos dos liceus, produz um capo magnético fixo ou imantaçao que nao gera corrente no dec un duplo home ava indo são

Q ue pro rod uz um ca mp o mag gn net tico v aria ave l q ue ge ra uma corrente el le c t rica al terna do sec un da rio, o vaso use seja dos te mp os dos lic eu s, pro d uz um capo ma gn etic o f ix o ou iman taçao q ue duplo do bao ge ra co rr en te no dec un em home da ava indo são

Na verdade, é muitas vezes audível, um qualquer mecanismo de indução eléctrica, que é audível, pela caixa da parede da casa de banho, um dia o tentei investigar, pois me parecia vir de um andar ao lado no prédio no sentido da rua a descer e perguntei ao senhor do ps do zodíaco, quem habitava a cave contignua no prédio vizinho onde ele mora, me disse ser uma forma que fazia próteses dentarias mas que se encontra fechada, mas muitas noites, se ouve, um motor a funcionar, ou seja alguém deve estar usando essa casa que só na aparência está fechada para melhor esconder a actividade

Na ave verde 3 e ad e, é mui t as v e z es audi v el, um q ual q eu r meca ni s mode ode maior indu sao el le ct rc ia, q ue é audi v el, p el a ca ix a da ap rede da ca sade ban h o, um dia o t en te i in v es tiga r, p o is me par e cia vi r de um anda ra o lado no pr e di o no s en t id o da rua ad es cere per gun te teia ia do circulo do s en hor do ps do zo di aco, q eu em h abit ava a ca ave conti gn ua no pr e di ov i z in h o onda el le mora, me di ss e ser uma for ma q ue f az ia pro te s es den t aria sm as q ue se en c on t ra f e ch ad damas mu it as no it es, se o uve, um mo tor a fun cio n ar, o vaso use seja al g eu em d eve es star usa sand o ess ac asa q ue s ó na ap ar rec e ni a e stá f e c h ad a para mel h ro es conde ra ac t iv id ad e

Bob ina serpente do oh, mit te rato do x vaso control , dos perse , perse rato dao ova do vat do iv os, torre kapa circulo cento e cinquenta, quim ze cin q eu en tea, cha, china, d vinte e dois mc do zenith, ra di do circulo do io do do mit do homem l ong di s tan ce do sw traço ingles primeiro da zara camisa cot ton, da escova da meia do boxer, do passe do poe che , do porche p rta do p ass e em campo de ourique que tap a as ch av tea A, a tentadora, e s ron do quadrado do ima mage f oto natal das botas de montar do cavaleiro, ao lado dos sapatos do menino com ondas negra e vermelhas, das farpas da guia ilustrada, key das torre sm hola lan do dam am inglesa lish m da capela, cobra da serpente ignacio, gn ac cio do io,

Da do quadrado a um da mu sica de la dent da elle de la magnifique renard, la can tor de la tour do muse sn da kate li di principe ne caso est, perle do banque gato serpente e kapa par cima do b lo em en vaso e rin gm a ak s ner do alzeimer, príncipe do gato do espelho negro do banho doseador do virax da catedral de colónia, keith j arret, do lux, am da a dezoito, do tota das onze viagens do nort travel, colónia, mag un cia mapa do vale do rino vírus, chave da frequência bandas do out put in put, da mul da c r z u do ip da lie do rato a ten ua do tor dez rf out put fi dos trimers zenith

Dado do ad circulo do quadrado a um da mu sica de la dent da elle de la ma gn ni fic ue renard, la can tor de la tour do muse sn da kate li di pi rn i ep do pric cc si ep e ne caso est, perle do banque gato serpente e kapa par cima do b lo em en vaso e rin gm a ak s ner do alzeimer, pr in ipe do gato do espelho negro do banho doseador do v ira ra do x da cate d ra al de colónia, keith j arret, do lux, am da a dezoito, do tota das onze viagens do nort travel, c olo ni a, mag un cia mapa do vale do rino vi ru serpenet sc home ave da fer q eu un cia n ban ds do out put in put, da mul da c r zorro do vaso do ip da lie do rato a ten ua do tor dez rf out put fi dos trimers zenith

Transferencia áudio frequência chapa E e cruz ro la men to chapa primeira coluna, transformador de ar bob ina mo ove el secundário primaria do cone do bob, ina do com po magnético, limalha de ferro, lima alha do ferro, tam am man homem do circulo dos one es serpente em polegadas, e x t ra , da va infante santo, s in segundo do duplo circulo do falo cravado no ceu, al to fala lan teresa eléctrico dinâmica, do núcleo do campo, da armadura , obidos circulo one gn ne do bob ina de campo cruz ra st de sa id da primeira, fi gato de capital da cultura, campo da amadora , da gisele nuclear, indica caçoes, para a aquisição de acto fi man teres transe de a f ista ra di o do circulo das operações, transformador de poder do nuc leo do os dos secundário, pr

T ran feren cia au di o fr q u en cia ch ap a E e c ru zorro ro la men to c h ap a primeira coluna, t ra sn sd se serpente da ar bob ina mo ove el sec un da rio pr i maria do c one do bob, ina do com po ma gn e tico, lima l h ad e ferro, lima alha do ferro, tam am man homem do circulo dos one es serpente em p le gadas se x t ra , da va infante santo, s in segundo do duplo circulo do falo cara vaso don co circulo do ceu, al to fala lan teresa eel e ct ro dina am mica, do nuc do leo do campo, da ar mad ur a , o bid os c irc culo one gn ne do bob ina de campo cruz ra st de sa id da primeira, fi gato de c apit al da cu lu t ra, campo da am ad o ra , da g ise sele nuc lea ar, indica caçoes, para a a qui isi sic sao de acto fi man teres transe de a f ista ra di o do circulo das opera ç o es, t ra ns for mad dor de pode rato do nuc leo do os dos sec un da rizo, pr


Trimers, declina também tres mares, e ainda em tres cascos , em trimaras, a imagem do trimara de competição na doca da rocha conde de obidos, que emergia de novo na madrugada seguida a esta leitura em que um helicóptero transportou um por cima dos Alpes suíços ate italia, se cia nele um delta , como dizendo que o delta do catamara, teria vindo dos alpes suíços fronteira com italia, alinghi, helicóptero de el eva são, inclinada nos alpes,

Tri mer s, dec l ina tam am tambem t r es mar serpente das mares, e a inda em te rato serpente dos cascos , em t rm ar asa si ima g en do t rim ar ad e co mp pet tição na doca da rocha conde de o bid os, q ue e mer g ia de n ovo na madruga gada sg guida a e sta lei tura em q ue um he li cop per to t ra sn porto u um por c ima dos al p es s u isso sat te italia, se cia nel e pro rome iro delta , com o di ze dn o q ue o delta do cat da amara, te ria vaso indo dos al p es s u isso s fr on te ira rac com italia, al ingles do hi do hel i cop pt ero de el eva são, inc l ina ad no s al p as,


Na tarde desta leitura ouvindo antena dois, de repente aparece pelas ondas sonoras o palerminha e pauzinho mandado, dos anúncios do vinho das gazelas, a ler um poema do alvaro de campos, como anuncio de um qualquer sarau onde ele os iria declinar

Na t arde de sta lei tura o uv indo ante en, a dois, de r ep en te ap ar rece p el as das ondas o sn o ra s o pal ler min home da primeira e pauzinho man dos dados ano un cio da primeira do vinho das gazelas, primeira da norte sul das putas do ler, um poe ema do alvaro de ca mp os., com o anu un cio de um do quadrado da ual q eu r sara vaso da onde el le os da iria dec l ina ar

Se te queres matar, porque não te queres matar?
Ah , aproveita ! que eu, que tanto amo a morte a a vida,
Se ousasse matar-me, tambem me mataria...
Ah se ousares , ousa!
De que te serve o quadro sucessivo das imagens externas
A que chamamos mundo?
A cinematografia das horas representadas
Por actores de convenções e poses determinadas
O circulo policromo do nosso dinamismo sem fim?
De que te serve o teu mundo inteiro que desconheces?
Talvez matando-te o conheças, finalmente...
Talvez, acabando, comeces...
E de qualquer forma, se te cansa seres
Ah cansa-te nobremente
E não cantes , como eu, a vida por bebedeira
Não saudades como eu a morte em literatura,
Fazes falta? Ó sombra fútil chamada gente!
Ninguém faz falta, não fazes falta a ninguém...
Sem ti correrá tudo sem ti
Talvez seja pior para os outros existires que matares-te...
Talvez peses mais durando, que deixando de durar....

Sete q eu rato es matar, por q ue n cão te q eu r es mat ar foice , A h , ap por v e it a s eta c rav no chao, q ue eu, q ue t anto amo primeira da am mor orte a av ida, Se o usa ss e mat ar do traço ingles me, tam am tambem me mata ria... A h se o usa are es , o usa s eta c rav mo cha circulo, de que teresa serve o circulo do qua d ro suc ess ivo da si mage ns e x ternas A q ue c ham amo s mundo da foice, a cine mato g raf fia ia das hor as r ep r es sena td as Por ac tor es de c on v en ç o es e poses det ter minadas O circulo poli lic do circulo do romo do no osso dina am is mo se mai ro fi maior foice, De Que teresa serve do circulo dot eu mundo inte iroque d es c on he c es foice, T alvez mat ando do y t r aço ingles teo c on h eça s, fina al lem n te... T al c e z, aca bando, com e c es... E de q ual q eu rf forma, sete can sa ser es A h can sa do traço da inglesa te nobre que mente
En cão can t es , com o eu, a v id a por bebe de ira N cão ss au d es com o eu am orte em lite rat da tura, F az es f al t primeira foc cie da foice, Ó s om br a fít ul c ham ad a gente s eta c cabo das rav na terra, ninguém f az f al t an x cão f az es f ala t anin ninguém... S em ti co rr e rá tudo se m ti T alvez seja pi o r para os de outros e xis tir es q ue mat ares do traço da inglesa te... T alvez p es e s mais duran d, q ue de ix ando de d ur ar....

E continua, que é longo poema, o espirito logo me disse, estão fazendo uma inversão, na realidade no dia seguinte , ao que parece o raul solnado se foi

E c on t n ua q ue é l ong o poe ema, o es pie it o logo me di ss e, es tao fazendo uma in ver sao, na re la id ad en do circulo do dia seguinte, a o q ue pa rece o raul solnado se f do oi

Acabou agora de me aparecer , o circulo, do dia seguinte, na realidade, o terceiro da tal linha vertical da capa aqui referida do correio da manha, era um do porto desse programa da tv, onde está puta mor, a quem esta bestinha faz broches de todo o genero, chamado de antonio pedro vasconcelos, o tal do call girl e de um outro filme , esse sim aqui na igreja em baixo filmado, vejam lá a precisão das putas , que se chamava de a tentação do padre amaro,

Aca ab o vaso do agora de me ap recer , o icr culo do dia seguinte, na rea li dade, o te rc e iro da t al linha vertical da capa a qui ref re id a do co r rei do circulo da manha, e ra um do porto de ss e pro g rama da tv, onda e stá da puta mor, a quem e sta bes tinha f az bro roc h es de todo o g ene ero, c ham ad o de antonio pedro vasconcelos, o t al da doca ll girl e de um outro fil me , ess e si maqui na i h g r e ja em ba ix o fil mad ove veja am l á a pr e cisa do circulo das putas , q ue se c ham ava de a t en taçao do p ad re am aro,
do amaro, do manuel amaro da costa, ou o manuel do am aro da costa, por v ave le m n te o q ue e ra da ap do contado, do din hi ero em fotos nu ma e x posi si cao de antigos autores da spa, a q ue ei uma ave z re la td o n L iv roda V id a david, es t ava a puta do porto, q ue ant es se c ham ava vam am e x p l ic cta am que mente de t do trio de ataque, com o se r e zorro ando

como entra aqui amaro da costa, tambem devem ser então as putas por detrás da morte de sá carneiro

com o en t ra a qui do amaro da costa, tam am tambem d eve em ser en tao às das serpentes das putas por det ra s dam am orte de sá car ne do iro

tambem nas umagens que mostram na tv do ultim ytrabalho do raul , contracenava ele, se assim se pudesse dizer, com um daqueles palerminhas de pseudos humoristas, salvo errro o filho do apv, o texto era disparatado, e de mau tom em relaçao ao raul,como se o humor ,para o ser , tivesse que ser feito à conta de outro, mas destas inteligencias, nao muito mais há a esperar, deve ser concerteza o que um outro actor, dizia no enterro, que era preciso ensinar o mundo a rir

tam am tambem na s uma mage en ns q ue mos t ram na tv, do u l tim delra ra aba do baldo alho, dor raul c on t rac en ava dele, se ass si em se p vas dd quadrado esse di ze rato, com um daqueles palerminhas de ps ud d os humoristas, s alvo e rato ro , do cu do c ur circulo do filho do apv, c ur c y k o d circulo do texto e ra di spa rata do ado, e de ema au tom em relaçao, primeira do circulo do raul, com o se do circulo do home umo c irc uk lo rp para circulo onze ser, t uv ess q ue ser feito , acento da primeira conta de outro, ma sd e stas intel lige en cias s n cao mu it circulo homem dao primeira cento à es per ar , d eve ser c on ce rto rt teza do circulo do quadrado do outro cinquenta , estral circulo ac tor, di zorro do ia no do enterro, q ue a ra pre c is circulo en sin aro do circulo do mundo ar e rato, ps


Para concluir esta parte de santa maria, ainda a relembrar, um curioso episódio salvo erro mesmo antes do começo da treta da cegueira, uma acusação, justa da ordem dos farmacêuticos sobre a puta do bandido socrates ter ido inaugurar uma farmácia, no hospital, depois logo o gabinete do primeiro ministro arranjou um bode expiatório dentro, dizendo que o socrates não sabia, o quê, é o que se esqueceram de precisar, e que a responsabilidade do acontecido tinha sido então de um dos seus assessores, ou seja , uma relação se estabelece, com o socrates nesta manha do santa maria, a primeira , a do cio, provavelmente então por encomenda directa dele via o tal assessor, que depois nas suas arrogância costumeiras, nem pensou duas vezes em fazer estar presente o seu ministro, numa inauguração, sem critério, ou seja como outro critério, talvez pagar uma divida, pelo favor feito na altura, o cio

Para c on c lui rato est a p arte de s anta maria, a inda a r e lem br ar, um cu rio s o e pi s o di o s alvo e r ro me sm o ant es do com e ço da t r eta da cegueira, uma ac usa sao, justa da ordem dos f ar ana ceuta ticos s ob re a puta do s ov rat es teresa id o ina u g ur ar uma f ar am cia, no h os pita l, d ep o is logo o gabi inte do primeiro min si t ro ar ran j o u um do bode, e x pi a tor io dentro, di z en do q ue o soc ar e ts n cão s a b ia, o q u ê, é o q ue se ws q eu ce ram de pr e cisa rec q ue a r e ps on ab bil id ad e do ac on tec id o tina h s id o en tao de um dos se us asse s sor es, o vaso use seja , uma re l sao se e stab e le c ss e, com do circulo do socrates nest da primeira manha do santa maria, a primeira , a do cio, por v ave lem n te en tao por en comenda directa del e via do circulo da p do onze t al ass esso r, q ue d ep o is nas suas a r ro gan cia s cos t um e iras, nem pen s o u do ás v e z es em f az e r es star pr es en te o seu mini st r ro, nma nu ma ina g ur raçao, sem c rite rio, o vaso use seja com o outro c rite rio, t alve z pa g ar uma di v id a, p elo f avo r f e i to na al ur a, o cio

só puas e bestas como se vê

serpente do acento no circulo da manu da elle e bes t às c omo se eve vaso maconico, letra E

Seguirá para tribunal penal internacional, como de costume a ausencia de justiça nesta terra de putas

Se f io do gui ra do para do tribunal pena primeiro inter rna na cio em al, c omo ode dec deco cos t um me e au s en cia de justiça nest p rie emi, can tor de mira, lugar, da terra, br, do quadrado da ep das putas
Hoje ao acordar com o dia a nascer, olhei o palácio da ajuda que está profusamente iluminado, a branco, e por cima da torre, vi como uma estrela muitos grande e brilhante que era um aviao a se aproximar, da tap, que esteve muito tempo vindo no eixo, a torre e a estrela da torre, mas sendo na ajuda, o que me pareceu ser, fora imagem da estrela de belem

H oje ao ac o r d ar com o dia a na s ser, o l he io pala cio da ajuda q ue e stá pro f usa mente i lu mina ina do, a br anc oe por c ima da torre, vi com o uma estrela mu it os g rande e br l ç h ante q ue e ra um avia o ase a pro x i mar, da t ap, q ue es tve mui t o te mp ov vaso indo no e ix o, a t oo re e a ester la da torre, mas s en dona ajuda, o q ue me par e c eu ser, for primeira rai mage ms d w ma de ria da est r eça dede belem

Acordara com a memória da ultima imagem do sonho que assim me dissera

Aco r da ra com a me mor ia da u l t ima mai mage made ria do s on h o que as si maior me di ss e ra

Um pormenor que vira através do olhar de hillary em Angola que as paginas tantas olhava as fitinhas de uma bandeira, que pareciam ser como espinhas ou as penas de uma seta, que me remete para posição dos carros no cais, da rocha de conde de obidos, adquiria no sonho, movimento , eram como setinhas que dançavam como se fosse uma animação desenhada, e que me lembra as setas dos símbolos dos índios, que apareceram recentemente na imagem do cd no chao ao lado da imagem das torres de nova yorque , e tambem para os os daguerrotipos, sobre os índios no mexico, pintadas a mao da ultima photo abordada, os navajos

Um pro rome en o r q ue v ira t rav es do olhar de hi ll ar y em ang olo q ue as pa g ina s t anta s ol h ava as das fitinhas, de uma ban de ira do iraque par e ce em ser com o es pe in h as ou as pena s de uma s eta, que me reme te para a posi siç sao dos car ro s no cais, da rocha de c onda de o bid os, ad qui ria no s on h o , mo vi men to , e ram com o se tinhas q ue can ç as vam vaso da am com o se fosse uma ani maçao de sena hd a, e q ue me lem br a as s eta s dos si mn b olo s dos in di os, q ue ap ar ee ram re en te mn te na i mage made ria do cd no cha o aol ad o da i mage made ria das torres de nova y ori u q e, eta am tambem para os o s dag eu rr o t ip os, s ob re os in di os no me ix o, pina td as am mao da u l t ima ph it o ab o r dada, os sn ava j os

Depois estava num metro, na ultima carruagem e observava uma bela menina que estava virada para a porta, que me fez mais ou menos lembrar a rapariga de um catalogo de lingerie que depois creio me ter aparecido ao vivo no pingo doce, conjuntamente com outras tres num passe aqui descrito, estava de perfil e levantava com dois dedos como se uma pinça fosse, um guarda chuva de senhora, com cabeça amarela

D ep o is e ts av nu primeiro metro, na ul tim aca r rua ge me ob serva ava uma be la me nina q ue es tva v irada para primeira da porta, q ue me fez maís o um en os lem br ar a ra pa riga de um cat al logo de lin ge rie q ue d ep o is dc rei om met re ap a rec id o a ov ivo no pongo do ce, c on june primeira te mn te com o u t ra s tres nu primeiro a ps se a qui d es c rito, est ava de per rf fil e l eva van t ava com do is dedos com o se uma p un ç a fosse, um g rua rda ch uva de s en hor ac om cab beça am mar el a

Não era ela mas era parecida com ela e com um pormenor recente, de uma outra que vira na tarde recente a entrar no tal catamaram doas vistas do tejo, com um cabelo talvez pelo meio das cotas castanho claro com reflexos doirados, liso, e talvez da minha estatura, assim em corte de juba

N cão e ra e l am as e ra par e cida com ela e com um por m en o r rec en te, de uma outra q ue v ira na tar rede red dc en te a en bt ra no t al cat am aram do as das v istas do tejo, com um cab elo t alvez p elo me io das co t as cas t anho c l aro com refe l xo s do irados, lis oe t alvez dam am min h a est a tura, as si m em co rte de j u b a

O curioso daquilo é que o metro estava chegando a uma estação, ia devagar e estava superfície, e quando olhei estava em cima de uma ponte com arcos, que de repente via ser a giratória do cais rocha conde de obidos, pois o desenho da estrutura era semelhante

O c ur is o d q eu ilo é q ue o metro es t av che gan do a uma e ts taçao, ia d eva gare est ava a super e rici e, e qua anda o l he i est ava e mc iam de uma ponte com dos arcos, q ue de re pen te via se ra gira toi ra do cais roc h a c onda de obidos, p o is o d es ne h o da e ts r eu ruta e ra semem le h n te

Me veio logo a cabeça a estação do sporting pois assim, na superfície se chega, e me lembrei por semelhança do arquétipo de um passe com uma rapariga que apareceu e desapareceu no ar como se esfumasse depois de se sentar a meu lado, com um jornal Y psilon, num final e tarde em que o metro parado em forma anormal, ou seja me dei conta que algo fora preparado e que na altura associei tambem a profissionais da condolezza rici, aqui narrado no Livro da Vida

Me veio do logo a cab eça a es taçao do spor t ing p o is as si mna supe rf fi cie se da chega, e me lem br rei ie por semem l h anca do arq ue t ip o d e um p asse com uma ra pa riga q ue ap ar e c eu e sd e spa rec eu no ar com o se es f uma s se d ep o is de se s en tara me u lado, com um j on al Y ps i l on, num fina al de t arde em q ue o metro para ma em for ma ano r mna l, o vaso use seja me de e conta q ue al g o for a pr e para ado e q ue na al tura as soci ei tam am tambem a por rf fi s sio na sida condo lie zz a rici, a qui na rr ad o n o Livor da V id a, david primeira

Depois me lembrei de telheiras tambem , pois uma ponte existe ao ar livre naquele ponto , mas parecia mais se reportar à primeira

D ep o is me lem br ei de tel he ias tam am tambem , p o is uma ponte e x us te ao ar l iv re na q u el le ponto , mas par ceia maís se re pe o rta rà primeira

E embora os locais que emergiram fossem esses, pela estrutura da ponte estava na do cais da rocha conde obidos, e seguindo a posição das setas de animação e qu passariam à frente da rapariga, pensei onde iriam dar, e iam dar, quase tivessem sido disparadas ao barco grande que lá estava ontem idêntico ou o mesmo, mas ao contrario, do anterior da ultima imagem lá, o que tem um x enorme na chaminé, negra e vermelha, com laminas como blinds, q u trás o nome de uma princesa

E em bora os lo cia s q ue e mer giram fosse em ess es, p el a est ru r ra da pont est ava na do cais da rc h ac onda do bid os, e se gui indo a posi sic sao das s eta s de ani maçao e qu pa asa r iam a fr en te da ra pa riga, pen se i onda iria am d ar, e iam d ar, qua ase t iv esse em s id o d s ip ar ad as ao barco g rande q ue l á es tva on te m id en tico o u o me ms o, masa o c on t rai o, do ante r iro da u l t iam i mage m l á, o q ue te m um x en o r me na c h am ine, negra e eve vermelha, com la minas com o blinds, q u t ra s o no me de uma p rin c es a

Ao isto agora escrever, me lembrei de outro pormenor no passeio que te descrevi no ultimo vídeo, pois algum malandro fizera subir um pouco a vela do príncipe perfeito que pela posição, fazia o toldo em relaçao ao barco alemão que chegara depois e atracara onde antes estivera a grua e esse enquadramento pretendia assim sugerir a imagem da flaming june, ou seja o lugar onde dormiria a flaming june

Ao is to agora es c r eve r, me lem br ei de outro poe men o r n o pa seio q ue te d es c r e vi no u l t imo v id é o, p o is al gum ma lan d ro fi ze ra s ub i rum p o u co p rie mr ia ave do ab da vela do pric ni ciep perfeito qi e p el a posi sic sao, f az ia o to l do em relaçao ao bar co al ema o q ue che gar ad ep o is e at rac ar a onda ant es est i vera a grua e ess e en qua d ram en to pr e t en dia as si m s u ge ira rai mage made ira da fla am ming june, o use seja o lu g ar onda dor miri a fla am ming june

Acordara com isto na cabeça, e estava a janela enquanto me preparava para fazer café

Aco r da ra com is to na cab beça, e est ava a jane la en qua anto me pr e par ava para f az e rca f é

A maquina de café, que estava ligada sem o copo , começou a bufar para baixo, como um gato assanhado, que faz nuvens de vapor, o k rup do ps, e me lembrei ao momento de outra foto da photo, sobre as habilidades das meninas no harlen

A ma quina de c a fé, que es tva liga gada s em o cop o , com e ç o ua b u f ar para ba ix o, c pm o primeiro gato assanhado, q ue f az n uve sn de eva ap o r, o k rup do ps, e me lem br rei ao ome o t mno de outra f oto da ph oto, s ob rea s h ab bil iad es das meninas no h ar l en, h ar l e y

Nas vierinhas a porta, um estranho passe montado no chao, um papelinho com um flor que remetia para um que está pintado num carro que penso que a marta utiliza que ali está parado a porta, que diz algo de energias renovais, ali estava , rasgado, com uma meia casca azul ao lado, daquelas tipo ovinhos de chocolate, em azul cor que agora ao isto escrever me remete para a cor do preservativo expresso na carruagem em tacho, e ainda por cumulativo com a montra , um ovo de leite, de chocolate e de leite azul clarinho, da flor das energias renováveis, o que remete apara a edp, pois tambem acabara mais uma vez delas falar

Na s vie rinhas primeira porta, um est ra n hp p asse do montado no cha o , um pap e linho com um flor q ue reme t ia para um q ue e stá pin t ad o n um carro, q ue p en soc q ue a marta u l tili iza q e q ue al i e stá para ado primeira porta, q ue di z al g o de energias reno vaso da primeira is, ali es t c v a , ra s gada dao, com uma me ia ca sc a az u la o lado, da q eu l as t ip o ov vinhos de cho c la te, em az u l cor q ue agora a o is to es c r eve r me reme te para prime ria açor do pr e serva tito toc expresso na carruagem em t ac h oe a inda por cum u t tico com da primeira montra , um ovo de leite, de cho c lot ee de leite aqui do zorro do vaso do primeiro do circulo da ar do rinho, da flor das ene r gi as remo ova sio q ue reme te ap ar aa e dp, p o is tam am tambem aca bar am a is uma ave z del as f al ar

Descendo a rua do costa, ao pé do beco para as duas laterais, uma meia negra bordada , um base de vaso partida em duas, como a dizer do local da meia do negro, com se fossem dois pedaços de luas, e envelopes estendidos a apontara uma das portas, ao subir uma ambulância à porta da cas de goa, a piscar, remetia para noventa e seis e uma pomba já na rua do borja, me mostrou um passe no chao, com pedras que estavam dispostas em delta e com uma flor ao pe de uma pedra como uma faca de tijolo vermelho.,

D es c en do a rua do costa, ao p é do bec o para as du as la te rai s, uma me ia negra bora dade , um v b ase de eva vaso p art id a em du as, com se s os se w m do is peda aços de lu as, e en velo lopes, est en dido sa ap on tara uma das port sa, ao s ub i r uma am bul lan cia da primeira da porta da cas de goa, a pi s v ar, e uma p om b a j á na rua do borja, me mos t ro u um p ass en o cha o, com das pedras q ue est ava vam am di s postas em delta e com uma flor a o pe de uma pedra como uma f aca de ti j olo cere ml h o,


Santa maria segunda parte domingo 8 de agosto, assim se chamava a ultima parte aqui publicada, portanto esta será a terceira parte

S anta da am maria se gun da p ar e td om in gi 8 de a g os to, as si m se c ham ava au do primeiro it ma ap da p arte primeira do qui aqui, ip do pub lic ada, porta anto e sta se rá a terceira p arte

Pelo texto anterior deduz-se uma relaçao entre quem esteve por trás do cio no hospital se passou na segunda vez que lá fui, e pediatras, ou médicos pediatras, provavelmente alguém de lá que estaria fazendo um cio por encomenda do pediatra, sendo que o que mais aparece, é o9 relacionado com meu filho, ou seja oo que era dele na altura em que ainda comigo vivia, o ao lado do galeto e da segurança social onde neste livro estão tambem relatadas muitas imagens com diverso perfumes de abusos infantis desde a decada e setenta, ou seja desde o primeiro caso que se conheceu pelos medias nessa altura e que terá sido o primeiro a ser coberto, visto que nunca se apurou a verdade

P elo rex ro na te iro ded u z do traço da inglesa se uma da relaçao en t rec1ue m ee ts v e por t ra s do cio eu no h o ps it al se p ass ou na se gun da ave z q ue l á f ui, e ped iat ra s, o io vaso dos médicos pediatras, pro ova ave lem n teresa al g eu ma de ria a argento de l á q ue est aria do fazendo, primeiro cio por en comenda do p es dia t ro, s en do que circulo do q ue maís ap a rece, é o 9 re la cio n ado com me u fil h o, o vaso use seja oo q ue e ra del e na al tura em quadrado dupla da ue a inda co mg ov iv ia, o a o l ad o do g al e to e da se gun r aça soci al onda nest e l iv ro es tao tam am tambem re la t ad as mui t as i mage ns com di verso s perfumes de ab us os in fan t os de sd e a dec ad a de set en tao use seja de sd e o prime iro caso q ue se c on he c eu p elo s medias ness a al tura e q ue te rá s id o o prime iro a ser co berto, vi s toc ue n unc a se ap a ur o ua ave verde ad e

No eixo dos pratos da balança da farmácia, , do lado direito como te disse em texto anterior o aprenda radio, assim leio, são cave cabrera saba , aprenda radio livraria do sousa e almeida, isi d ro a cabre ra circulo do anzol de bebe, da picada, ao francisco, ab br eva e ene ernesto de saba, um turbilhão no esquerda baixa visto de frente, o rato vermelho do quadrado branco do orelhas que escuta pela antena a onda de frequência do transístor fa cruz vermelha, sobre quadrado branco maior do homem que parece gritar, a prenda ra dio praça

No e ix o dos pr tao s da bal lam am ç a, do l ado direito com o te di ss e em te x to ante iro o ap renda ra di o, as si m le io, são c ave ca br e ra s ab a , ap renda ra di o li v rai ra do s o usa e al me id a, isi d ro a c ab re ra circulo do anzol de bebe, da picada, a o fr anc isco, ab br eva e ene ernesto de saba, um t ur bil h a on o es q eu rda ba ix a vi s to de fr en te, o rato dp ove vermelho do q au dr ado bar rn cod do circulo do orelhas q ue e cu t a , ceuta, av de ceuta, p el a antena da primeira onda de fr e q u en cia do t ra sn sis tor f ac cruz vermelha, s ob rec ua dr ad o br ab co maio r do h ome em q ue pa rece g rita ra pr en da ra di o pr aça

No outro lado da balança, docteur b do spock, do orelhas, e do cast, da maldição da manha, comment soigneur et eduquer votre enfant

No outro rol primeiro do ad circulo da bala ança do docteur b do spock, do orelhas, e do cast, da m al di sao da manha, com men t s oi gn e ur et e duque r v it re , v o tve enfant, infante, in fan am te

Não estão sozinhos na estante, muitos outros ao lado, do spock, mai da educação do angulo do miguel da autoridade disciplina e lei liberdade das centrais nucleares, portanto assuntos de cisão nuclear, ou de famílias , por associação com a educação de crianças

N cão es tao s oz in h os na est ante, mu it os outros aol ado, do spock, mai da e dc caçao do ang gula do miguel da au tori e dade di s cip l ina e lei liber dade das c en t rai s nuc ler es, porta anto as sun t os de c isa o nuc lea ar, o u a das famílias , por as s oi do caçao com primeira da edu caçao de crianças

Ao lado do aprenda rádio, o radio comando percor radio, angulo peri corne, e o guia da bricolage europeu de mil novecentos e noventa e quatro, do modelismo pratico

Ao l ado do ap r 4 en da rá di o, o ra di o comando per rc o r ra di o, angulo peri corne, e o h u ia da brico l gae eu rop eu de mil novecentos e n ove en venta e qua t ro, domo del deli lis mo pr a tico

Sobre o dr spock deitado em forma inclinada pela distintas alturas, uma pequena lombada me chama a atenção, nela leio , primeiro vinte e um, e depois segundo do grupo onze, e fait toute moi meme t do traço ingles do x

S ob reo dr spock de it ad o em forma inc l ina ad ap el a di s tintas al turas, uma pe q u en a l om b ad a dame da chama a a t en sao, ne la le io , prime iro vinte e um, e d ep o is se gun dodo dog rupo onze, e f a it to u te moi me met rt r aço ong l es do x

Não trás o j, do je, ou seja parece sugerir um principie que foi apagado, e diz ainda reparações urgentes, um home com seis braços, o traço vermelho da tinta da brocha do martelo dos cornos da plaina da madeira do cravo de tinta que a mulher por detrás eleva com suas asas, tome dez, flash mara bout, fala serpente home formiga que tudo comem, vermelha, rosa e calças negras, a senhora, ele em dois tons de azuis, com chapéu, abc do bricolage, parece tati a personagem, que se que leva a mao a um pé depois de parecer ter-lhe caido um martelo em cima dos dedos do pé, é o logo da colecção

N cão t ra s o j, do je, o vaso use seja par ce s u ge i rum pi rn c ipe q ue f oi ap pa gado, e di zorro a inda r ep par das rações ur gentes, um home com se is br aços, o t r aço vermelho da tinta da br rocha do mar te ç o dos cornos da p l aina da madeira do c rav o de t in t a q ue a mul her por det ra s el ava com s u as asas, tome dez, fla s h mara bo u t, fala ser pente home for mig a q ue t u do c om em, verme l ha, rosa e calças negras, a s en hor a, el e em do is tin s de az u is, com cha p eu, abc do br rico lage, par ce tati a persona ge maior do q eu da sec ue l eva a mao a um p é d ep o is de par s argento ser teresa traço ingles l he ca id o um mar telo em c ima dos dedos do p é, é o logo da c ole são

O logo da editora parece ser duas asas de uma seta com uma lua por metade para baixo virada, que desenham um cálice

O logo da e di it tora par ce ser du as das asas de uma s eta com uma lua por met ad a para ba ix o v irada, que dez en a hm um c al ice

Continua....