sexta-feira, agosto 14, 2009

Ah amada, tinha eu te falado de como gostaria de acampar em teus lábios e sempre muito te beijar, e logo ali ao chegar um vam toda verdinha assim meio tipo alface ali no jardim estava a pernoitar virada para entrada do museus dos belos quadros, que me disse, aqui há gato escondido com rabo de fora, como se fora propositado , ou seja como se alguém assim tivesse preparado a cena para meu chegar

A ham am da ad da primeira tinha do eu da te do fala, da ad ode dec omo gato do os da cruz da tar da aria da ria de cama do pr em te us primeiro acento à bi os se serpente do mp rem mui it do circulo da te bei do principe da ar, e do logo da al do ia do circulo do che gato da ar de um vam toda verde din home ass em me io cruz ip do circulo do alface, al face al ino do no jardim, est ava a per no it tar ar vaso da irada para a en t r ado do museu sd os b elo s q ua d rod, q ue me di ss sea da prim e ia do ki aqui há gato do es condi dido, id do circulo com r ab o de for ac omo se for a pr ep posi t ad o , o vaso use seja com o se al gume as si maior t iv esse pr ep para ado a c en a para me vaso do che gato da ar

Me vou recordando ainda do baloiço, no primeiro episódio da latina europa, e me tentar lembrar de seu conteúdo de forma a perceber em maior profundidade, o significado desta semelhança que os meninos a produção profissional tentaram assim criar, e me lembro de que nesse baloiço, não só aparecia eu como a pula guedes, mas o primeiro sentido que se me afigura ao isto relembrar, é em sentido amplo e metafórico, a paula do guedes, ou seja uma paula do guedes, masi um outra assim meio ruivinho, e a paula guedes, que tambem abusou logo do convite, a canzana através dos seus amigos jornalista, que ate pareceu que o programa era dela, e que encontra passado muitos anos em casa da p da maria sobral mendonça, quando estava fazendo o vídeo que ainda nem foi pago, só ladroes e ladroagem à solta nesta terra, como farto estou de te dizer e as autoridades vergadas, se fazem cúmplices e são assim ladroes, elas mesmas, que vergonha e que miséria, este não país

Me v o u rec o rda dn do a inda do bal oiço, n p primeiro e ps id oo da la t ina eu rop a, e me t en tar l em br ar de s eu conte u do de forma a per rc cebe rem maio rp pro fun dida de, o sig ni fi cado de sta semem l h ança q ue os meninos a pro duç sao pro f is sio n al t en t aram as si m c ria re me l em br ode q ue ness e bal oiço, n cão s ó ap ar e cia eu com o ap u la do guedes, maso prime rio s en t id o q ue se me a figu ra ao is to r e lem br ar, é em s en t id o am p l o oe met a for rico, a p ua la do guedes, o vaso use seja uma p au la dog eu d es, ma si um outra as si m me io rui vinho, e a p au la guedes, q ue eta tam am tambem ab us o u logo do c on vi te, á can z ana at rav as dos se us amigos jornalista, q ue a te par rece u q ue o pro g rama e ra del a, e q ue en c on t ra p ass sado mui t os ano s em c asa da p da maria do sobral mendonça, qua anda est primeira va do fazendo do circulo do ov id é circulo q ue a inda ne m f oi pago, s ó la d ro es e la d ro a ge m à sol t primeira ane nest da prik da primeira da terra, com o f art o est o u de te di ze rea s au ot tie ie dad es ver gadas, se f az em cu mp l ice es e são as si m l ad ro es, el as me sm as, q u y eve r g on h a e q ue mise ria, este noa do país, tvi

Muito engraçada a decoração, da vam verdinha alface, a provar mais uma vez que entraram ontem , e assim viram o quadro do lima de freitas qu estava aberto, pois logo um pormenor ressoou, um autocolante com um dragão de mar, a reverbar no capacete da imagem do quadro, como acabei de te contar

Mui it o en g r aça ada a deco raçao, da v am verde dinha alfa cabo da ce, a pro ovar mais uma ave zorro q ue en t r aram on te me as si maior do v ira ram am do quadro do lima de freitas q u es tva ab e rt, p o is logo um por men o r r esso o u, um au to cal net com um draga ode mar, a r eve r b ar no capa sete da i mag e made ria do quadro, com o aca bei de te c on tar ar

Muito criativas as meninas e os meninos dali do museu , como já tive por diversas vezes a oportunidade de te explicar, em imagens que aqui contam do Livro da Vida, com traços nas legendas das peças, postas a dedo e tudo, nas escadarias tres do museus por ali estavam a observar como não a querer a coisa

Mui it o c ria t iva sas meninas e os meninos dali do m use vaso do museu , com o j á t iv e por di vera serpente do vaso e ze sa oporto uni dade de te e x p li car, emi mage ns q ue a qui c on cruz tam am do L iv roda david V id a, com t ra aços nas le g en da s d as p eça s, post as p rie emi mira dedo e tudo, nas esca d arias t r es do museus por al i est ava vam am a ob ser v ar com on cão prime ria do ki aqui do eu rato da era, co da isa

Mais autocolantes , um mandala, cogumelos grandes de plástico, um logo que diz , e , delta do mer, vogue, peugeot, uma mobylette, com duas tranças amarela , verde e azul e bonequinhos na roda da vida de todas as cores, muito bonito, tudo, que eu até fiquei a pensar se não serias tu que lá estarias dentro a dormir, na realidade, trazia um autocolante, a dizer baby on board, um perfume destes elementos, cogumelos, lux, festa, raparigas abusadas, assim parece tambem contar esta imagem , a juntar as de ontem que apareceram no seguimento do texto segundo sobre a família kennedy, e uma estranha sensação do que o que descrevia da serie do dex teresa rato do aro, se afigurava ao escreve-lo cada vez mais real e menos ficção , no sento de ser como um espelho de desgraças, assim tambem ouvira ontem, umas linhas pelo espirito que confirmavam cumulativamente este perfume

Ma si au toco lan t es , um da mandala, co gum nel os g rand es de p la s tic, um l ogo q ue di ze do delta do mer, vi g ue, p eu ge ot, uma mob delta do lette, com du as das tranças am mar el a , be rede e z u le b one quin h os na roda da vida de todas as das cor es, mui t o bonito, tudo, q ue eu a té fic eu ia pen sat se n cão se ria s t u q ue l á est raias d en t ro a dor mir, na rea li dade, t ar z ia um au toco lan te, a di ze r b ab y on boa r d, um pe f um e e mna d est es el lem en t os, co gum melo s, l uz, f e sta, ra pa rig gá ab usa da s, as si m pa rece eta tam am tambem c on tar e sta ima mage ma j un t ra as de on te maior do q ue ap ar rece ram no se gui mne en to do te x to se gun do s ob rea f am i l ia k en ne d y, e uma e ts ra anha s en s aç sao do q ue do circulo, do que d es c r e via da se rie do ode dez do x te rato do aro, se a fi f ur ava ao es c r eve do traço ingles primeiro do circulo de dez q c ad ave zorro maís rea l em en os fic sao , no s en t ode ser com o um es pe l h ode de sg ra aças, as si maior cruz tam am tambem o u v ira on te m, uma s linhas p elo es pi rito q ue c on fi r m ava vam com mula t iva vam am que mente este pe rf um me

No sopé olhei o rio, mais uma vez um dia em que o rio nasce como quase perfeito espelho, o veleiro alemão, já tinha partido, o sean continuava ali , o primeiro que me chamou a atenção foi a ponte elevada que parte da gare, para o lado esquerdo quem de frente para ele está virado, posi de repente na sua proporção não deixava tambem de reverbar na imagem da ponte partida que se via sobre o rio em taiwan

No sp é o l hi e do circulo do rio, maís uma ave z um dia em q ue o rio na sc e com o q ua ase pee ff, dn, it o es p el h o, ove lei iro do veleiro al ema alema do circulo , j á tinha p art id o, o sena conti nu ava al io prime rio q ue me c ham o ua a t en sao f oi primeira ponte el eva ad a q ue p arte dag da gare, para o lado esu esquerdo q eu made ria de fr en te para e l ee st acento da primeira do vaso do irado, posi de re pen te na s ua pro porção n cão de i c ava t tam am tambem de r eve r b ar na ima g ge made ria da ponte p art id a q ue se via s ob reo doc irc u lo do rio em t a e w na

Fr rato ,cogumelos, luz, orage, baby on board, ou seja parece falar de uma gravidez, cinquenta e sessenta, fag oitenta e sete, nono dl nl

Bic do fr rato ,co gum melo s, l uz, orage b ab y on boa r d, o vaso use seja pa rece f al ar de uma g rav id dezembro, cin q u en t a e t r esse se en t a, fag o it e n t a e sete, nono di gita al nl

Olho de forma a entender a forma gráfica do conjunto, do cais, e nele vejo, a ponte assente em quatro pilares verticais, com quatro circulos em cima de cada um, num anzol de uma lua em quatro para baixo virada, e uma estrela cadente que sobe, ou uma estrela que ascende, ao lado leio, cinco traços verticais, em cima de tres em cima de dois, hamburgo do sul, que está figurado num tir , num contentor, por detrás do veleiro, e ao lado direito uma grande grua cinzenta do lis conde, que figura o elefante, que masi uma vez apareceu, com um roda da vida de raios em sua lateral que deverás servir de e enrola cabos, me sobe ao instante a marca dos autocolantes dos melões como bolas de raguebi, em véspera como vesicas negras com um P em doirado, duas pombas em sue trajectos, a primeira entra entre os dois mastros do veleiro, como um ensaio, e uma segunda desenha entre eles o pormenor da trave horizontal, me sorrio com a precisão de seu dizer, sempre, um cargueiro vem atracando, nele primeiro leio orton, o orto do tom, depois orion, maria, uma maria da constelação de orion, curiosamente ressoava tambem este navio no navio russo que parece andar perdido, pois trás um salva vidas semelhante, como eu vira no próprio quando estivera aqui

O l homem da ode da forma a en t en der primeira forma g raf fi ica do c o n j un to, do cais, e ne le da eve do vejo, a ponte as s en te em q au t ro p ila ares ver ti c is, com quatro circulos em c ima dec ada um, nu maior anzol de uma lua em quatro para ba ix ov do vaso da irada, e uma e ts r el a cade dente q ue s ub e, o u uma t es r la q ue as c en de, aol ado le io, c inc o t ra aços ver tica si, em c iam de t r es em c ima de do is, ham am do burg do sul, q ue e stá figu r ad o nu primeiro tir , nu primeiro c on t en tor, por det ra s do veleiro, e aol ad o di rei t o uma g r g ad e g rua cin zeta s eta ze lana eta da ana do lis conde, q ue figu ra do circulo do elefante, q ue ma si uma ave z ap ar e c eu, com um roda da vida de rai os em s ua la te ra al q ue d eve rá s ser vi r de ero rolo en t ola cabos, me s ub e ao i sn t ante a ma arca dos au toc lan net s dos melo es com do circulo das bolas de raguebi, em v s pera com ove sic as ne g ars com um m P em do irado, du as das p om ba s em s ue t ra ject os, a prime ira en t ra en t reo ss os do is mastros do ove do vele iro, com o um en sa iro, e uma se gun da d es n h a en t re lee s o pro rome n to da t rave h ori zon t al, me sor rio com a pr e cisa o de ds eu di ze r, se mp re, um car g eu iro ove m at rac ando, nel e prime iro lei o orton, orion, o r no do outro do norton, no med e jo g ad dor da orson, o r sin orsi, o orto do tom, d ep o is orion, maria, maria de c o ns tela ac são de orion, cur io sam am nete r ess ova t am tambem este na c v io nona v io russo q ue pa rece and ar per dido, p o is t ra s um s alva v id as semem l h ante, com o eu vaso da ira no pro p rio qua anda est ti vera a qui

Se deixa a todos a recomendação, como a fiz para os aviões, que devem trazer todos um sistema continuo que permita sempre a sua localização

Se de ix a a todos a rec om en da ac sao, com o a fi z para os avio es, q ue d eve em t ra ze r todos um sis t ema conti nu o q ue per ni t a se mp re asu a l oca l iza são

Na américa se mostrava um software que está pronto ou quase que visa ser aplicado a resolver o trafego aéreo, que até hoje trás uma limitação, no numero de aviões que podem voar em simultâneo pois são controlados por sistemas centrais, que funcionam como vigias, e que por essa razão, tem limitação na capacidade dessa gestão, ou seja por exemplo como quando vamos na estrada conduzido, vemos os outros carros, e tambem vamos em condições melhores en termos de segurança, para poder mudar a trajectória ou travar, e porque nas estradas existem poucas vias, e no ar as rotas podem vir de todos os lados

Na ma erica se mos t rav um s o ft w ar e q ue e stá pro not o u q ua ase q ue visa ser ap li cado a r es solver o t raf e g o ar e o, q ue a té h oje t ra s uma l i mi taçao, no mu eu ero de avio es q ue pode maior v o ar em si mul t ane o p o is são c on t rola do s por sis t ema s c en t rai s, qu e fun cio n am com o vi gi as, e q ue por essa r aza o, te m li mi taçao na capa cidade de ss a g es tao o use seja por e x e mp lo com o qua anda ova v a sm os na est ard a condo z id o, v emo s os de outros carros, e ta tam am tambem v am os em condi ç o es mel hor es en te r mo sd e segur ança, para pod e r mu d ar a t ra ject tori a o u t r v ar, e por q ue nas est ra ad as e xis te m p o u cas vi as, e no ar ás das rotas pode em vi r de todos os lados


A evolução que esse software faz, e permitir visualizar a quem conduz um aviao, todos os outros que navegam por perto, como se conduzindo um carro, e tal vai revolucionar por completo, o trafico aéreo, no sentido de lhe dar uma real possibilidade de se tornar meio de transporte pessoal, com base em tecnologias e energias limpas, e se um software faz isto, quer dizer que é capaz de gerir simultaneamente , por tracking de posição, a posição de muitos, pode portanto ser tambem utilizado, assim, e liga-los aos sistemas centrais que já existem

A evo lu sao q ue esse s o ft w ar e f az, e per mi i r v is ua l iza zara sara, q eu m c on condo cod zorro um ava io, todos os outros q ue navega am por per to, c omo se c on du z indo um carro, e ta l v a i re v o lu cio n ar por co mp e l to, o t raf fi co aéreo, no s en t id o de l he d ar uma rea l p oss sibil di iade de se tor na r me io de t ra sn p orte p esso al, c om base s em tec n olo gi as e energia s l im p as, e se um s o f w ar e f az is to, q eu r di e r q ue é c ap az de ger i r si mul t ane ma m ten , por t ac k ingles de ps oi sao, a posi sic sao de mn u it s o, pode porta ant o ser t am b em u l tili iza ad o , as si me liga do y traço ingles lo são s sis t ema s c en t ra sic ue j á e xis te maior


Sentado num dos bancos, uma mosca me poisa no nó do pulso, e depois parte e a seguindo com o olhar poiso na placa de versos do jardim, alegre e flor, são as palavras que me surgem primeiro

S en t ad o n um dos bancos, uma mosca me p o isa no nó do p u l s oe d ep o si p arte e a se gui indo com o o l homem da ar p o sio na placa de eve x ro sd o jardim, al e gre e for mula one do circulo do rato são as pal vaso do ra serpente do q ue me ser en te serpente s ur ge mp rime iro

De seguida o pascoaes, de novo , que declina em páscoa, espanhola, na páscoa espanhola,

De se guida o p as coa primeira do es, de n ovo , q ue del ina em p as coa, es pan home da hola, na pa sc circulo da primeira es pan da hola, da onda

Nas minhas notas o curto verso assim se escreveu, pulso, ser alegre e ser luz rio e flor chaveta em cravos na infância, rosas requerem de amor que estão a abrir, páscoa es,

Na s min h as not as do circulo do pedro curto, ver s o as si m se es c r eve eu, p u l s o, ser alegre e ser l uz do rio e flor c h ave eta em c rav os na in fan cia, rosas rec eu rem de amo r q ue est o a ab br ira rato aro, p as coa espanhol, na páscoa

Uma outra pomba me mostra descrevendo como um semi circulo, um laço sobre a estrutura da ponte de peões que liga os cais, e reparo que ela é como um diamante ou rubi com asas para baixo, e olhando o casco do sean, vejo que uma corda que está pendurada pela amurada para a proa, faz como umas asa de gaivota invertido, como se estivesse a voar ao contrario, e um outro pormenor se desvela na vela do principe perfeito, que como te contei , a tinham assim como que subido um pouco para sugerir a relaçao com o quadro da flaming june, e agora ao olha-lo está como um pano branco de paz ou de adeus, assim o percebi, no momento em que o vi, no eixo da proa do sean, as velas batidas enroladas desenham um triângulo de fogo e depois uma espécie de nota musical, como uma colcheia que ao vê-la me remete para a sombra que está na foto do jonvelle, na parte de baixo das cortinas de contas, é só um perfume, que dali se eleva masa que sinto em meu coraçao estabelecer de alguma forma uma relaçao entre as duas imagens

Uma outra pomba me mos t ra d es c r eve en do c omo um s emi c irc u lo, primeiro laço do aco s ob rea est vaso ru t ira da ponte de pe o es q ue da liga os do cais, e r ep aro q ue el a é com o um di am anete net o u r ub i com as asa para ba ix oe o l h anda o casco do sean, vejo q ue uma co rda q ue e stá pen dura ad a p el a am ru da para a pro a, f az com o umas asa de gai v ota in v eri doc omo se est iv ss e a v o ar ao c on t ra rio, e um o u t ri por men o r se d es vela na ave da vela do principe perfeito, q ue com o te conte ia tinha do ham am as si mc omo q ue s ub id do circulo da aposta, um p o u co para s u ger ira da primeira da relaçao com o qua d ra o da fla am ming june, e agora a o o l h a do traço ingles primeiro do circulo dez, e stá com o um p ana o branco de p az o u de ad eu sas simo per cebi, no meo n to em q ue o vi, no e ix o da pro ad o sean, as das velas bat id as en rola da s d es en ham am um t rin g au lo de gogo e d ep o is uma es pe c id e de n ota mu sic al, com o uma co l che ia q ue a ove do traço ingles de la me reme te para a s om br a q ue e stá na f oto do j on vaso da elle, na p arte de ba ix o das cortinas dec contas, é s ó um perfume, q ue d alo se el eva masa q ue sin t o em me vaso cora sao e stab e le ser de al home do vaso da uam forma uma da relaçao en cruz rea sd vaso do ás das ima mage ns

Desci ao parapeito abaixo, no principio do começo das escadas e reparei que alguém ali cravara um prego nas pedras da calçada com um circulo a vermelho que diz, serpente vermelha x gato quadrado da serpente ,serpenet kapa circulo do vaso me cume , sessenta e quatro varetas per c en til, kapa, olho o padrão dos ferros dos corrimões que vem da casa da misericórdia, pois ficara com esta imagem quando ali mais abaixo se manifestara a torção, de meu pé, são como corações invertidos, como borboletas invertidas , ou seja borboletas invertidas com corações pequeninos, assim meio fora do eixo, ou seja que fazem sofrer crianças, e no ar condicionado leio mi cruz s ub bi do chi, do mr slim, de certa forma esta padrão, e oposto ao padrão da estrutura da ponte, nos riscos do corrimão, que alguém ali deixou com um canivete, um x que é como uma set inclinado, meio alicate de tenazes, do , e, invertido, do maçónico invertido, do tripé vinte, segundo da vesica do raguebi, do laço da sida li, do chi chi, chi duplo, da montanha, www do opera com da linha do horizonte, ou seja da opera do tsunami de dois mil e cinco, horizonte da rba raguebi,

D es sci ao para peito ab a ix o, no p rin cip io do c o me ç o das esca da s e r ep a rei q ue al g eu mali c rav ava ra primeiro prego nas pedras da calçada, com de um circulo da primeira ad verme l h o q ue di z, ser pente verme l h a x gato quadrado da serpente ,ser pene net kapa do circulo da ova do vaso me cum e , s es s en ta e q au tro v aret s per c en til, kapa, olho do circulo do padrão dos ferros dos co rr imo es q ue eve made ria da casa da misi rico r dia, p o is fi cara com e sta i mage made ria ero qua ando al ima is ab i ax o se m ani f es tara a tor sao, de m eu p é, são com o co rações invertidos, com o bo r b o l eta sin vertidas , o vaso use seja bo rb o l eta sin vertidas com cora ç o es pe q eu nino s, as si m me io for ad o e ix o, o vaso use seja q ue f az em s o fr e rc r ian ancas, e no ar cod di cio n ado le io mi cruz s ub bi do chi, do mr slim, de c e rta forma e sta da padrão, e o ps o tao pad ra o da est ru ta da ponte, nos r iscos do co rr ima o, q ue a l g eu mali de ix o u com um ca ive te, um x q ue é com o uma set inc li ando, me io ali cate de t en az es, tenezis, do , e, invertido, do maçónico invertido, do t r ipe vinte, se gun do da ave da isca do raguebi, do laço da sida li, do chi chi, chi duplo, da monta da anha, www do circulo do pera com da linha do h o ri zon te, o vaso use seja da opera do ts un am id e do is mi da ile c inc o, h ori zon te da rba ra g europeu bi,


na volta ali na gnr, apareceu um guarda assim de pera e bigode, da patrulha que ficoua olhar para mim um instante como se me conhecesse, fiquei a pensar se nao seria o tal de uma marca antiga, mas sua face nao me foi familiar, só o ofato de perceber que me conhecia

ba vaso circulo primeiro da cruz da primeira na gnr, ap par rec vaso primeiro gurada, ass si em dep pera e bi gode da pat ru primeiro do home da primeira aqui do q ue fi co io ua o l home da ar para da mim primeior e ns cruz ante com o se me c on he c esse fic ue ia pen sar se na o se ria o t al de um marca ant tiga mas s ua face n cao me f do io f am mili ar s do acento no o , circulo duplo fato , circulo de per re cebe rato quadrado do delta ue mec on he cia

na pampulha uma etranha capa, mais um dos psi de pacotilha na cap com uma sombra em meia face como uma lua em parte escurecida, e o pugilista morais por cima dizendo que , ele, o psi tinha pago o erro de diagnostico, fiquei a pensar qual e sobre quem , será este o bandido mor dos psi, pergunta, ainda pelo momento

na p pam pulha uma e cruz ra anha capa, maís um dos ps psi id e paco cruz da ilha na cap , com uma s om bra em me ia da face com do circulo de uma lua, em p arte es cure da rec da cida , e o circulo do p vaso gil ista mo rai serpente por c ima di zen do q eu el lei do circulo do ps psi tina pago do circulo do e rato rode di a gn ni s tico g one se gnose, g nose, gn os e , fic ue ia pen s ar q au le s ob rec ue ms e ra de este do circulo dos bandidos mor dos ps psi per gun a gt, primeira inda da ap da p elo
Ah senhora, são as dez, agora, quando acabava de escrever a primeira parte do texto que hoje já publiquei, o calor do dia é já elevado, as gaivotas me chamaram ao nascer do dia e me disseram par de novo ir ver o cais, e assim fiz,

A h s en hor a, são as dezembro do agora, qua ando aca ab ava de es c r eve vera ra prime ira p arte do t e x to q ue h oje j á pub lic eu o, o c al or do dia é já el eva dao, as gai v ota s me c ham aram ao na sc ser do dia e me di ss e r z m par de n vaso do circulo e rato da eve vaso do ero do circulo do cais, e as si maior fi zorro

Saindo a porta , as pombas me mostraram a direcção a seguir, subi então a rua, e reparei que continua ali parado um carro de matriculo alema ao lado de dois escritos na parede, uma eu remete para italia, um grafite que creio, como te contei ter sido feito por jovens italianos a seguir a abruzzo, e um outro, patinhas, que quer dizer, dinheiro, homem com dinheiro, e mais ou menos onde encontrei tambem o pequenino gato, que me veio morrer nos braços

Sa inda primeira da porta , as das pombas me mos t ra aram a di rec sao a se gui rato, s ub bi en tao ar ua, e rep ar rei q ue conti nu a al ip ar ad o um carro de mat ricula al ema aol ado de do is es c rito s na parede, uma eu reme te para italia, um g raf ii ti q ue c rei do io, com o te conte it e rato s id o feito por j ove en s it al ian os a se gui ira ab ru uzzo, e um outro, pa das tinhas, q ue q eu rato di ze rato , di ne homem r i, h ome com din he rio, e maís o um en os onda en c on t rei tam am tambem , o pequenino gato, q ue me da eve do veio mor rato e rn os br aços

Vou pensando e me lembrando de uma ponte que se estabeleceu recentemente por um fio de uma imagem de que te falo num dos ultimo vídeo, uma da produção profissional, a do baloiço, com pelo de cordeirinho no assento e heras nas cordas, sobre chao maçónico, na casa estúdio do alvim ou algo assim, e me recordo de como aquele baloiço, no pormenor das heras, ressoa em semelhante no do primeiro episódio do lusitanea expresso, e de repente, me lembro do link, que me tinha aparecido e que estranhamente logo desaparecera, o da hera numa das colunas da cas branca onde a senhora que agora se foi, brincara com seu irmão, filhos do presidente, e que um dia aqui te abordei em pormenor num conjunto de outras sobre a morte matada dele

V o u p en sand o e me lem br ab bdo de uma pi u t ra ap on te q ue se es stab e le c eu rec en te mn te por um fi ode uma mai mage made ria de q ue te falo nu made ria dos ul tim no v id é circulo, uma da pro duc sao pro fi s sio n al, a do bal al loi co, co om p elo de c o r de i rinho no as s en t oe das heras nas cordas, s ob rec h a o ma c oni cona c asa est u di do io do al vim, imo ual goa ss si meme record ode com o a q ue le bal oiço, no por men o rato das heras, r esso a em semem l h ante no do prim mr ro e psi do io do lu s it ane a expresso, e de re pen te, me lem br o do l in k, q ue me tinha ap rec id o e q ue est ra anha ham am que mente logo de spa red e ra, o da hera nu mad as das colunas da cas branca onda da primeira s en hora q ue agora se f oi, br rin cara com s eu i r mao, fil h os do pr es sin dente e q ue um dia a qui te ab o r de ie em por me not nu primeiro c on j un t ode de outras s ob rea am m orte mata d a d e l e

Vou pensando nisto e reparo ainda que as heras, estão tambem figuradas no quadro do sir richmond blake que está em indianapolis museu do circulo elevado un der s core do forte da art e me lembro do estranho passe recente com duas belas raparigas fulvas, que podem ser ou não mascara e símbolos de outras, e que podem ter sido posta ao cominho por mao terceira até com malévolas intenções, e me recordo que a primeira vestida de branco e me vou questionado em meu interior qual simboliza este quadro e qual simboliza a flaming june

V o u p en sand o ni ts e r ep aro a inda q ue as heras, est o a tam am tambem figu r ad as no qua d rodo sir ric h mond b l a k e q ue e stá em in diana ap polis do museu do circulo elevado un der s core do f orte da art e me lem bor do est rn h o p asse rec en te com du as das belas raparigas fulvas, q ue pode em s ero u n cão mas ca s ra e si m b olo s d e de outras, e q ue pode em teresa s id o posta a o co minho por mao t rc eira a té com m al leo ovo olas, hondas em sin em ten ç o es, e me record o q ue a primeira v es t id a de branco e me v o u q u es ti on ad o em me u inte r iro q aul s im b o l iza este qua d ro e q ual s im b o l iza a fla emi ming j un e

Curioso porque em suas semelhanças e dissemelhança delas como se misturam, pois se a primeira que me fizeram cruzar na infante santo, vestida de branco, me aprece à primeira vista mais a flaming june, que sonha dormindo sobre o mar, o seu tipo, ou melhor a breve impressão que me deixou em seu rápido passar, remete mais para a do quadrado do sir richmond blake, e se a segunda que vinha no meio e a frente de duas, com que me cruzei no jardim, é em tipo mais parecida em primeira vista, até pela cor de cabelo, com a deste quadrado, seu perfume de alma, mais remete à flaming june, dela guardo o perfume de uma deusa jovem e altiva, as imagens parecem assim estar trocadas, como se fosse de propósito neste múltiplos véus dos cantos das sereias, ou de quem assim o organiza

C ur io s por q ue em s u as se ml h ança se de semem l h n ç as el as com o se mis tura ram am, p o is sea da primeira q ue me fi ze ram c ru z ar na infante santo, v es t id a de branco, me ap rece à prime ira vaso ista ma isa fla am ming june, q ue s on h a dor m indo s ob re o mar, o s eu t ip o, ou ml e h ot a br eve i m press sao q ue me de ix o u em s eu ra pido p ass ar, reme te maís para ad do circulo do quadrado do sir rec h omo mond do g rito do b l a k e, e sea da primeira da segunda q ue da vinha no me io e a fr en te d e du as, com q ue mec ru ze ino j ardim, é em t ip o maís par e cida em prime ira v ista, a té p el a cor de cab elo, com ad de neste quadrado, s eu perfume de alma, maís reme te à fla am ming june, de l a g ua r do o perfume de uma deusa j ove me al t iva, as ima ge sn pa rece em as si m es t ra t roca da s, com o se fosse de pro posi to nest e mul tp lo s v e us dos can to sd as se reia s, o u de que em as si mo o r gan niza, ps, iza

É me evidente que netas ultimas imagens anda por aqui tambem um perfume a averiguações da morte da muito amada de muitos, grande mae da dança contemporânea, a pina baush

É me e vi id dente en te q ue net s u l t ima s ima ge ns anda por a qui t am tam bem um per rf um me a ave rig ua ç o es dam am orte da mu it o am ad a de mui t os, g rande mae da dança c on te mp o ra en a, a p ina b au sh

Olho o carro alemão, e nele vejo no retrovisor, uma bela borboleta e uma lua azul com filamentos doirados e esverdeados, como lápis lazuli, umas conchas, ao lado da manete das mudanças, que me remete para as imagens que o bandidinho do rui horta mostrava em dia recente que por sua vez me remetem para a rapariga do jardim, as peças são de uma beleza, discreta

Olho do circulo do carro alemão, e n el e vejo no r e t r ov is o rum a b el a bo rb o l eta e uma lua azul com fi ila men t os do irado se es verde ad os, como l ap is l az u li, uma s c on cha sao l ad o dama nete das mu da danças, q ue me reme te para as si mage ns q ue o ban d id din h o do rui horta mos t rav a em dia rec en te q ue por s ua ave z me reme te maior do para da primeira rapariga do jardim às das peças são de uma do beleza, d i s creta

Circulo do quadrado do terceiro do vinte e oito do circulo do segundo do auto sueco de uma pequena estrela que tem uma sombra projectado vinda dele, e, onze, com uma chaveta que em desenho liga estas duas linhas desta frase, ao ver agora o rabisco, que se desvela neste símbolo, me emerge na memória uma foto que ficou na altura em que a vi numa noticia do yhaoo, a reverbar em mim, um pormenor

Circulo do qa u d r ado do t rc e iro do vinte e oito do circulo do segundo do a tot sueco de uma pe q u en a est r e la q ue te maior uma s om br a pro ject ad o v inda del e, e, onze, com uma ca he v t a q ue em d es en h o liga e sta s du as das linhas de sta fr ase, a ove rato do agora do circulo do onze , rato ab isco, q ue se d es vela net s im b olo, me e mer g ue na me mor ia uma f oto q ue fic o un a al tura em q ue a vi nu ma not i cia do y a h oo, a r eve r b ar em mim, pro um por m en do circulo do rato

Era uma aparente noticia de como poupar nos impostas e contas desta natureza, e se via um senhor alto e forte e careca, que estava ao pé de uma secretaria com um computador e umas imagens na parede, de fotos do que parecia ser um filho, ao lado de uma arvore com neve, e a arvore desenhava um risco de aparente sombra nela, mas era uma sombra esquisita se a fosse, pois o tamanho do pormenor não o deixava bem esclarecer, o pormenor que fizera a ligação, foram na realidade dois, o tipo do senhor, que me remeteu de imediato para o senhor que adaptou o tal menino da cas pia que vivia no prédio de meus avos, na actor joao rosa, do qual cintei em dia recente, o episódio relativo à marca na coluna da bang e olusfen, e um outro, bem mais explicito, pois estava ele apoiado numa cadeira de madeira que é idêntica a uma da minha infância, da min há secretaria de infância, e o perfume que dali se elevou, naquele momento em sue todo, fora um dizer, que o senhor, que seria então, o daqui, fora obrigado a faze-lo, ou seja a indução do filho, fora feita por ele e lhe fora aparentemente imposta por terceiros, sem mais especificar, surgiu esta noticia a seguir a ter falado deste mesmo episódio

E ra uma ap a ren te not ti cia de c omo p o u o ar no si mp post as e contas de sta na ture za, e se via um s en hor al t o e f orte e car eca, q ue est ava a o p é de uma secreta serpente ria com um co mp ut a d o r e uma s ima ge ns na parede, de f oto s do q ue par e cia ser um fil h o, aol ado de uma rav o rc om n eve, e a ra v o re d es en h ava um r isco de ap ar en te s om br a ne la, mase ra uma s om br a es q u isi sita se a f os se, p o is o tam am anho do por men o rn cão o de ix ava b em es clare c ero por m en o r q ue fi ze ra a liga sao, foram, pt na re la id ad e do is, o i tp o do s en horque me reme te u de imediato para do circulo do s en horque ad a pt o u o t al me nino da cas pia q ue v iv ia no pr e di io de me us av os, na ac tor joao da rosa, do q ua l c in te ie em dia rec en te, o e pi s o di o r e la t ivo à m arca na co l un a da ban ge o l us f en, e um outro, b em maís, e x p li c it o, p o is es tva el e ap o ia ad o numa cade ria de made iraque é id en tica a uma da min h a in fan cia, da min h á secreta ria de in fan cia, e circulo do perfume, s us da kin, cc, q ue dali se el evo u, na q u el e mo mn to em s ue todo, for a um di ze r, q ue o s en horque se ria en tao, o d a qui, for a ob rig ad o a f az e do traço ingles lo, o vaso use seja da primeira indução do filho, for a feita por tele e l he for a ap ar en te mn te i mp posta por te rc e iro s rose, ps, se em maís es pe cu fi r, s ur gi u e sta mno it i cia a se g y ira te rf al ado d este me sm o e p is o di do io

E no carro assim masi li, vaso da primeira de setenta e um, sessenta e quarto, cinquenta e nove , oitenta e cinco, sa do ab, ou seja, sete primeiro de sessenta e quatro, estrela do nono, em oitenta e cinco, ou ainda, noventa e oito, estrela, da estrela em noventa e oito, cento e noventa estrela, ou seja taxi, com uma caixa do velo da cidade f ap patinhas, do financeiro, vela bek ae rt

E no carro as si m ma si li, vv as o da prime ira de setenta e um, se s senta e qua o t rato, cine q eu en t a e en ove , o it en t a e c inc o, sa do ab, ou seja, sete prime iro de se ss en t a e qua t ro, est rea l do nono, em oitenta e cinco, o ua inda, no ove da en venta e o it o, estrela, da estrela em noventa e oito, cento e no v en te estrela, o vaso use seja t ax i, com uma caixa do ove do velo da cidade f ap patinhas, do fina e ce do iro, vela be kapa a e reel time



Do primeiro do circulo da hi do sete, sete, setenta e set , duplo deus, carrinha de toldo azul, onde uma massa amarelada, como espuma expandida vertera sobre um reflector rectângulo amarelo em posição lateral da carroçaria

Do prime iro rodo do circulo da hi do sete, sete, setenta e set , duplo deus, car da rinha de t o l do az u p rie miro, onda uma massa am mar el ad a, com o es puma e x pan dida verte ra s ob re um ref le c tor rec tan gula am mar elo em posi sic cortez alo la te ra l da car roça ria

Vaso da serpente sines, real de cascais o macaco rosa, rosa, ps, à volta da manete de mudanças, a ruiva de cascais., que me lembrou ao momento a lucia moniz, go web, duplo sete terceiro quadrado apcer inet circulo segundo c it ro en, s argento, que ressoava agora ao vê-lo na mesma referencia apcer i net, que aparecera em texto recente

Vaso da serpente sines, rea l de ca sc a is o macaco ro ds a, rosa, ps, à v o l t ad dam man nete de mu danças, a rui iva de ca sc as sic ue me l em br o ua o mo mn to a lu cia moniz, g o web, d up lo sete t rec e iro quadrado apcer ine net circulo segundo c it ro en, s ar e g en t o, q ue r ess o ava agora o ave do traço ingles kapa do espanhol do prime rio do circulo de dez, na me sm a refer en cia apcer ine net, q ue ap ar e ra em te x to rec en te

Mais abaixo, em frente a uma das casas ali da rua de acolhimento, e que faz comida para fora, duas peças grandes de lego, amarelas no chao e o que sugeria em sua forma esmagada, um outro ovo, maior do que aquele que estava na casa das vieirinhas em dia anterior,

Mais ab a ix o, em fr en te a uma das ca sas al id da primeira da rua de aco l hi dd do himem men t oe q ue f az com id a para for a, du as das p eça sg ra sn d es del ego, am mar el as no cha oe o q ue s eu ger ia em s ua forma es maga ad a, um outro ovo, maio do circulo do rato do que a q u el e q ue es tva na c asa quadrado da serpentes dos vasos do ie das rinhas em dia ante iro rato, ps




Descendo a rua por detrás da casa em construção onde em dia anterior aparecera a neve, reparei que ela está completamente forrada, a esferovite, provavelmente como isolante antes da cobertura, parecia assim uma cas de chantily ou do cha do chao do tily, um grafito na parede dizia, neve matias, como a indicar que a neve fora obra do matias, ou que tinha nevado em matias, casa de matias

D es c en do a rua por det ra s da casa em co sn t u sao onda em dia ante iro rato ap ar e cera da primeira neve da eve, r ep ar ei q ue el a e t s á co mp l eta tam am que mente, men te, for r ad a, a es f ero vi rte, pro da ova da ave l mente com o is sol na te ant es da co be r tura, par e cia as si maior uma cas de c h em til delta o u do cha doca h o do til do delta, um g raf fi ti na parede di z ia, neve mat ia s, com o a indica car q ue primeira ane da neve for a ob ra do mat ia s, o u q ue tinha ane v ad o em mat ia s, c asa de ema mat das tias ti ia serpentes

Na rua da pampulha em direcção ao jardim do mna, reparei que no local onde as andorinhas muito chilrearam desenhando uma cobra no ar, em dia anterior , um prédio dos mais alto, assim em tons castanhos, numero de polícia vinte e tais, estava de porta aberta, como exalando que era ali o local da dita cobra, uma cobra de um cateto de medico, assim dois objectos dispostos no chao por ali o complementava

Na rua da p am pulha em di reç sao a do circulo do jardim do mna, r ep par ei q ue en no l ocal onda ás das andor das rinhas mu it o ck h ur e aram d es en h a dn o uma cobra no ar, em dia ante iro , um pr e di do s maís al t o, as si me em to ns castanho ás, nu mer do ero de pol i ca vinte e tais, br, e ts v ad e porta ab berta e rta, co moe x al anda q ue e ra a li o l ocal da dita cobra, uma cobra de um cat e t ode medico, ass im do is ob ject s d ip soto s no cha o por al io co mp lem en t ava

Talvez então uma das cobras relacionadas com o cio das ambulância, que recentemente recordara, no seguimento do caso do santa maria

T ak vaso e z en tao uma das cobras re la ac cio n ad a s c om o cio das am bul lan cia, q ue rec en t en te rec o rda fr prime ria do ano se gui men t o da doca da sao do s anta da maria

Chegando ao jardim, olhei de nov a tasca de esquina , vi que se tratava então, o assunto de que falamos da cruz no caminho da índias, ou do oriente, assim tambem pela memória se juntavam os fios, que aqui dei conta em outras antigas visões ali naquele lugar, e de um passe com umas calças que alguém ali deixara, e que agora os dedos ao isto escrever de novo me lembraram, ou seja que deve estar relacionado com alguma da luz que dessa vez aqui se desvelou

Chega gan anda a do circulo do jardim, o l he id en ov a t ass cade da es q u ina , vic q ue se t rata ava en tao, o as sun t ode q ue f al lam amo sd da p rie emi mira da cruz no ca min h io da índias, o u do oriente, as si m t am tambem p el am lam emo mor ria da ase da se j un t ava vam da am os dos fios, q ue a qui de i conta em outras ant ti gás vi s o es al ina q u ele lu gare de um p ass e com umas c al ç as q ue al g eu mali de ix xara, e q ue agora os dos dedos ao is t o es c r eve rato de n ovo, me lem br aram, o vaso use seja q ue d eve est ra re la cio n ad o com al gum ad a l uz q ue de ss a ave z a qui ise se d es velo lou

Continua....
Na rua ontem ao final da tarde, muitos se moviam assim com ar e gesto de provocação, como se fosse uma ordem, que teria sido emitida certamente por alguém a quem em textos anteriores teria dedicado, algumas certas e justas palavras, escrevia tambem durante o dia este texto,

Na rua on te mao fina al da t arde, mu it os se emo mo ov via am as si m c om ar e g est o de pro ovo do caçao, com o se f os se uma ordem, q ue te ria s id o emi t id a ce rta em te por al gume a q eu em e maior te x t is ante r iro ee oe da teresa ria de dica cado, al gum ss as ce rta se j us t as pala av vaso ra serpente, es c r e via tam am tambem duran teo do circulo do dia de este te x cruz do circulo,


Curioso eco da família kennedy no yhaoo, esta foto, remete a sombra para uma imagem de um episódio que ontem passara no canal dois depois do telejornal, sabes amada, estava cheio de soninhos, que ando a acordar entre as quatro e as cinco da manha, que até o vi assim de longe meio deitado e já quase adormecendo

C ur rio do io sec o da fan milia k en ne d y no y h a oo, e sta f oto, rem te primeira s om br a para uma mai mage made ria de um ep is o di do io do circulo q ue on te mp ass ra no c ana l do is d ep o is do tele e do jornal, s ab es am ad a, es tva ce he io ode s on nin h os, q ue anda a ac o r d ar en t rea ser pene net ts da quatro, tvi, e às do circulo do doc da inc do circulo da manha, quadrado da ue primeira té ov vi as si made ria del , sin os prim rio da long e me do io de it ad oe j acento do quadrado da ua ase ad rome dc circulo do en dó

Ao ver esta foto do patriarca, me dei conta que ecoava no guião de ontem à noite, o rapaz, entrava numa casa de vendedores de banda desenhada onde tinha havido um crime, e de repente flashava como se ficasse grudado numa das imagens do seu alter ego, que está sendo posto em causa pelo nome com que a polícia chama ao assassino, o carniceiro das docas, a ressoar ali em baixo mais uma vez, no K

A ove rato e sta f orto do pat ria da arca rca , med e i conta q ue e coa ava no gui a ode on te e w ema ni o it e, do circulo do rapaz, en t rav ani uma c asa de eve en dedo da dor es de ban dade s en h ad a onda da tinha h avi do prime rio crime, e de r ep en te fla sh ava com o se fi c ass e g ru d adao nu mad as si mage ns do se j u da alter e g o, q ue e stá s en do post do circulo em ca usa p elo no mec om q ue primeira poli lica c ham a ao ass a sin o, o car nice iro das docas, a r esso ar al i em ba ix o maís uma ave zorro do no K

O rapaz de repente olha, uma parede e vê um mascarado, com uma capa, que se chama de, o guardião das trevas, e se reve nele, bem, o rapaz é assim um bocado paro o estranho, pois teve um forte trauma em sua infância, ao ver a mae morrer, e ficou fechado num contentor durante uns dias num banho de sangue

O ra p az de r ep en te o l h a, uma pa rede e eve ê um mas cara ad o, com uma da capa, q ue sec hama de , o g ua r di a o d as t r eva se s e reve nel e, b em, o ra p az é as si maior do primeiro do segundo coc circulo do ca dop aro do circulo do est ra anho, p do circulo da is teve um forte da orte da cruz do ra uma em serpente da ua in fan cia, primeira ove vera aa mae mor rato e ref fi co vaso do forte e do cha da ad do circulo nu primeiro do contentor, chutos autos dos putos e pontapés, p em om tap é serpente box, duran te un serpente do dias, nu primeiro banho de sangue

Pois assim se vê, o rapaz que foi filho de um polícia que dele tomou conta e que agora neste episódio começa a perceber, que não esteve assim tao inocente na morte de sua mae, e que se tornou pela mao de seu tutor, uma espécie de vingador, um carrasco que mata criminosos que fogem a justiça dos homens, e que simultaneamente na vida real da ficção, é investigador da policia, o episódio acaba, com ele mais um menos apanhado a verificar se não teria deixado vestígios de seus crimes no barco que usa para lançar os corpos depois de cortados aos pedaços ao mar

P o is as si m se eve ê, o ra p az q ue f oi fil home da ode um poli ca q ue del le tom o u conta e q ue agora nest e ep is o di do io com eça a per cebe r, q ue n cão es tve ass im tao ino c en t en prime ria am morte orte de s ua mae, e q ue se torno vaso da el da eva sao p el a mao de s eu pai, uma es pe cie de vi n gado dor, um car ra sc o q ue mata c rim on ossos q ue f o gema primeira da justiça dos h om en sec q ue si mul t ane am que mente na v id da primeira do real, da fic cortez sao, é in v es tiga dor da poli cia, o e piso di do io aca ab aba da primeira do ba, com ele maís um do men dp os pan home da ad do circulo da primeira ave eri rif fca car se en cão te ria de ix ado vaso do es ti gi os de se us circulo do rim espanhol do no bar co coc quadrado da ue usa para lan circulo de cortez ar do os dp corp os do quadrado da ep do circulo do iss dec o rta do sao s ped dc cortez coa primeira do doc irc culo do circulo do mar

E um belíssimo clip onde ela reproduz em certa forma, a imagem desse filme num dueto com o nick cave, e que emergira pelo passe que a p da ritinha tinha mostrado na agenda cultural do canal dois, de que te falei, com uma foto de um belíssima rapariga que se presumia ser uma outra mas que afinal não era, pois a posição dela e de seus cabelos na foto, é como se ela estivesse dentro de agua ou no ceu sem gravidade,

E um b el iss imo c l ip onda ela r ep pro do quadrado da uz em ce rta forma, a i mage made ria do quadrado do esse , da cobra , fil me num du e to com do circulo do ni ck cave do circulo da ave da cave, e q ue e mer g ira p elo p ass e q ue ap da ritinha tinha mos t ra ado na agenda cultural, cml, do c ana l do is, de q ue te f al lei, com uma da f oto de um be l iss sima ra pa riga q ue se pr ess u mia ser, uma outra masque a fina al n cão era, p o is a posi sic sao del a e de se us cab elos na f oto, é com o se el a est iv esse d en t rode da ode de agua o un circulo do ceu s em g ra vi dade,

Ao ler a noticia, esta estranha, suma das duas imagens, a ilustrar o que te dizia de algumas programações terem em vista e provocarem efeitos de paranóia e outros actos, como a da criação erogena em grande potência porque em muitos, da casa dos pesadelos da tvi, num parágrafo onde fala de uma homilia de um padre, me avivou uma outra recentemente aqui tambem convocada, salvo erro quando da passagem da kellie minogue por lisboa, que ressoara em historias num bar do pedro luz, e tambem num filme , the priest, um estranho padre que trás tatuado em seus dedos dos seus punhos, as palavras e que se passa, e chega a matar e abandona os corpos dentro de um rio, que ressoa na minha memória naquele estranho e antigo pseudo acidente ao pe do lux e ainda em mais uma morte salvo erro de uma cabo verdiana que apareceu a boiar no cais de sodre e o acidente do terreiro de paço, que agora os dedos convocaram quando escrevi cais do sodre

Aol ler era not ti cia, e tsa est ra anha i mage m ad dd e ria do w, s uma das du as i mage ns, a i lu st raro do aro do roquete di iza de al gum as por g rama q ç o es te rem em vaso ista e por v o carem efe it os de par ano ia e o u t ro a ac t os, com o ad a c ria sao ero gena em g rande p ot en cia por q ue em mu it os, da c asa dos pesa del do elos do os da tvi, num para g rafo onda de fala de uma h om i lia de um pad e, me av ivo u uma de outra rec en te mn te primeira do qui aqui tam am tambem c on v o c ad a , s alvo e r ro qua anda da p ass a ge made ria da kapa do cao de lie mino g ue por lis boa, q ue r ess oara em hi s tori as nu primeiro bar do pedro luz, e eta tam am tambem nu primeiro fil met he p rie ie est, um e cruz ra muito hp do pad da rec ue t ra serpente taura do em s eu sd se pr n te do dedo sas pala av ra sec quadrado ue se da passa, e chega da primeira am matar e ab ban dona os corp os do quadrado da en da cruz da rode um do rio, quadrado da ue rato esso ana min home do ham da am do emo ria na quadrado vaso do el e es cruz rn homem do oe antigo ps eu do acide dente ad do circulo do ped do luz e primeira inda em maís uma moret serpente alvo e rato da rode da ode de uma cabo verdiana quadrado da ue ap ar e circulo do eu primeira do ab boi ar no ca ix ode sodre e o ac inde te do terri e ode paço, quadrado da ue agora os dos dedos circulo em vc caram qua anda espanhol circulo do rato vi cais do sodre

Homem da cruz do tp dos dois circulos dos montados do bar da ra da ne w serpente do ponto do delta da primeira do homem do duplo circulo deitado do ponto do cm do bar o do ra das serpentes da ap do bar do ra dos duzentos, madrid, em noventa , agosto, ap pt primeira gato da oto do treze, do bar do ra da ap do un der sc core do circulo co do bar do ra us sk un der sc core kapa en ne d delta do un der sc core do câncer do ponto da gula do vi de un der sc core do delta do primeiro da cruz e igual gula da av serpente ss sd e dot ot da tv dois jr rn do p in c ipe co 9 maior do segundo do prime rio zorro do vaso do primeiro do pn do vaso vinte e quatro, ca do ponto da gula do vi do delta do prime rio vaso lu do igual do x3, bmw, o pugilista psd, o do quadrado maior da crus do jr en do duplo vaso de o it en a te tres a dois, do circulo do delta e ba ac ck ground do g forte do zacarias, segundo vaso do circulo az do forte do duplo vaso do angulo zorro da primeira coluna do duplo vaso maior quadrado kapa, do vaso duplo da ode zorro do angulo terceiro vaso zorro x segundo e cruz do primeiro do seguindo maior da estrela do primeiro do zorro ho, do primeiro forte do delta segundo do f rte vaso do Y psi lion, segundo vaso do delta do back ground do gn do duplo vaso segundo do te rc e i rt o do dn, dna, rato do dd up lo vaso segundo da 3m, dna rato duplo zorro duplo vaso mai ro do quadrado e duplo vaso da ester la foret da dg do nono, do duplo vaso do X 3 de muitas vesicas ob do segundo do terceiro pi n c ipe, da p do zorro do z na mec circulo segundo do x no ra a tres, do pin c ipe prime rio circulo do gt do prime rio do segundo maior de cinquenta e um , o u est ra l primeiro zorro do home do primeiro da kapa do t do triunfo dos porcos do psi do lio do om quadra do 4 da ad, o dos do is t rato sw rc cortez do caso dos ingleses

http://news.yahoo.com/s/ap/20090813/ap_on_go_co/us_kennedy_cancer


Assim leio e decomponho o link desta noticia em forma extensa , em si mesmo

Assinada por andrew miga, ou seja a id do mig da primeira do furacão em oitenta e tres, na América, miga, tambem declina em migas, ou seja uma especie de s o up a c om do pao do alentejo, al len, lua en do tejo

WASHINGTON – Rep. Patrick Kennedy says there's been an unexpected bright side to his father's grim battle with terminal brain cancer because the family has been able to spend more time with the stricken senator in recent months.

The congressman and son of Sen. Edward M. Kennedy said in a telephone interview with The Associated Press on Wednesday that he considers it a great gift his father has survived longer than his doctors have expected.
"It's been a chance for us to bond and be together and share a special time together that we would never have had together had he been taken from us," said Kennedy, D-R.I. "That's a big gift. (It) let us have the chance to tell him how much we love him. And him to be there to hear it."

Kennedy said he's spent most days this summer with his father sitting on the porch of their oceanside home in Hyannis Port, Mass., sharing old stories about family, friends and politics.

"In a different sense, it has been a very joyous time because we have had so much more time than any of the doctors had predicted," Kennedy said.

Kennedy spoke shortly after attending a White House ceremony where President Obama awarded the Presidential Medal of Freedom to his 77-year-old father and several others. Kennedy's sister Kara accepted the award on behalf of the senator, who remained in Hyannis Port.

"I was brought to tears," the congressman said.

The White House ceremony was the latest in a slew of awards and honors, including an honorary knighthood in Britain, the longtime Democratic senator from Massachusetts has received since he was diagnosed with brain cancer more than a year ago.

"Irish guys are not known for their sentimentality and my dad's been a pretty hard driver his whole life," said Kennedy. "He's been able to soak it up a little bit and enjoy the victory lap he's had this past year, the great honors he's received.

"For his family it's given us a chance to just spend uninterrupted time with him where we haven't had to share him as much with the rest of the world."

After the award ceremony, Obama unexpectedly ushered Kennedy into the Oval Office for a private meeting.

"He shuts the door and starts asking me about how my father is," Kennedy said. "I told him he's understanding everything that is going on, he's following everything."

The congressman said he told the president his father's greatest frustration is not being in the Senate as Congress seeks to overhaul the nation's health care system. Health care reform has been the cause of his father's life. Chairman of the Senate's health subcommittee since 1971, Kennedy emerged as a leader in winning passage of the National Cancer Act that year.

The senator's family has been touched by cancer over the years — two of his children, Kara, 49, and Edward Jr., 47, are cancer survivors. Edward Jr. lost a leg to bone cancer in 1973 at age 12, and Kara was diagnosed with lung cancer five years ago.

Patrick Kennedy, 42, has struggled with alcoholism, depression and drug addiction for much of his life, and in June sought treatment at a drug and alcohol addiction center in Maryland.
Before leaving the White House, Kennedy persuaded Obama to attend a major fundraiser the Kennedy family is planning in New York this fall for the Edward M. Kennedy Institute for the United States Senate, which will seek to educate the public about the Senate.

The senator's memoir, "True Compass," is also scheduled to come out this fall.

Sen. Kennedy learned he had a malignant tumor called a glioma after suffering a seizure on May 17, 2008, at his home in Hyannis Port. His prognosis was grim because the median survival for the worst form of gliomas is 12 to 15 months. The survival time, however, depends on the type of glioma. The senator has not released the specifics of his diagnosis.

After he was diagnosed, Kennedy gathered top cancer specialists and underwent an aggressive, risky surgery in North Carolina.

The death this week of the senator's sister, Eunice Kennedy Shriver, was a blow, but Patrick Kennedy said the family gathered on Cape Cod to remember her and to make sure her life's work on behalf of the mentally disabled is carried on.

"Eunice suffered a lot, and we had a real celebration of her life," Kennedy said. "The priest gave a wonderful sermon on how to bring faith into our lives through works."
Kennedy said it is a lesson his father has learned over his many years of public service.



continua
Na rua ontem ao final da tarde, muitos se moviam assim com ar e gesto de provocação, como se fosse uma ordem, que teria sido emitida certamente por alguém a quem em textos anteriores teria dedicado, algumas certas e justas palavras, escrevia tambem durante o dia este texto,

Na rua on te mao fina al da t arde, mu it os se emo mo ov via am as si m c om ar e g est o de pro ovo do caçao, com o se f os se uma ordem, q ue te ria s id o emi t id a ce rta em te por al gume a q eu em e maior te x t is ante r iro ee oe da teresa ria de dica cado, al gum ss as ce rta se j us t as pala av vaso ra serpente, es c r e via tam am tambem duran teo do circulo do dia de este te x cruz do circulo,


Curioso eco da família kennedy no yhaoo, esta foto, remete a sombra para uma imagem de um episódio que ontem passara no canal dois depois do telejornal, sabes amada, estava cheio de soninhos, que ando a acordar entre as quatro e as cinco da manha, que até o vi assim de longe meio deitado e já quase adormecendo

C ur rio do io sec o da fan milia k en ne d y no y h a oo, e sta f oto, rem te primeira s om br a para uma mai mage made ria de um ep is o di do io do circulo q ue on te mp ass ra no c ana l do is d ep o is do tele e do jornal, s ab es am ad a, es tva ce he io ode s on nin h os, q ue anda a ac o r d ar en t rea ser pene net ts da quatro, tvi, e às do circulo do doc da inc do circulo da manha, quadrado da ue primeira té ov vi as si made ria del , sin os prim rio da long e me do io de it ad oe j acento do quadrado da ua ase ad rome dc circulo do en dó

Ao ver esta foto do patriarca, me dei conta que ecoava no guião de ontem à noite, o rapaz, entrava numa casa de vendedores de banda desenhada onde tinha havido um crime, e de repente flashava como se ficasse grudado numa das imagens do seu alter ego, que está sendo posto em causa pelo nome com que a polícia chama ao assassino, o carniceiro das docas, a ressoar ali em baixo mais uma vez, no K

A ove rato e sta f orto do pat ria da arca rca , med e i conta q ue e coa ava no gui a ode on te e w ema ni o it e, do circulo do rapaz, en t rav ani uma c asa de eve en dedo da dor es de ban dade s en h ad a onda da tinha h avi do prime rio crime, e de r ep en te fla sh ava com o se fi c ass e g ru d adao nu mad as si mage ns do se j u da alter e g o, q ue e stá s en do post do circulo em ca usa p elo no mec om q ue primeira poli lica c ham a ao ass a sin o, o car nice iro das docas, a r esso ar al i em ba ix o maís uma ave zorro do no K

O rapaz de repente olha, uma parede e vê um mascarado, com uma capa, que se chama de, o guardião das trevas, e se reve nele, bem, o rapaz é assim um bocado paro o estranho, pois teve um forte trauma em sua infância, ao ver a mae morrer, e ficou fechado num contentor durante uns dias num banho de sangue

O ra p az de r ep en te o l h a, uma pa rede e eve ê um mas cara ad o, com uma da capa, q ue sec hama de , o g ua r di a o d as t r eva se s e reve nel e, b em, o ra p az é as si maior do primeiro do segundo coc circulo do ca dop aro do circulo do est ra anho, p do circulo da is teve um forte da orte da cruz do ra uma em serpente da ua in fan cia, primeira ove vera aa mae mor rato e ref fi co vaso do forte e do cha da ad do circulo nu primeiro do contentor, chutos autos dos putos e pontapés, p em om tap é serpente box, duran te un serpente do dias, nu primeiro banho de sangue

Pois assim se vê, o rapaz que foi filho de um polícia que dele tomou conta e que agora neste episódio começa a perceber, que não esteve assim tao inocente na morte de sua mae, e que se tornou pela mao de seu tutor, uma espécie de vingador, um carrasco que mata criminosos que fogem a justiça dos homens, e que simultaneamente na vida real da ficção, é investigador da policia, o episódio acaba, com ele mais um menos apanhado a verificar se não teria deixado vestígios de seus crimes no barco que usa para lançar os corpos depois de cortados aos pedaços ao mar

P o is as si m se eve ê, o ra p az q ue f oi fil home da ode um poli ca q ue del le tom o u conta e q ue agora nest e ep is o di do io com eça a per cebe r, q ue n cão es tve ass im tao ino c en t en prime ria am morte orte de s ua mae, e q ue se torno vaso da el da eva sao p el a mao de s eu pai, uma es pe cie de vi n gado dor, um car ra sc o q ue mata c rim on ossos q ue f o gema primeira da justiça dos h om en sec q ue si mul t ane am que mente na v id da primeira do real, da fic cortez sao, é in v es tiga dor da poli cia, o e piso di do io aca ab aba da primeira do ba, com ele maís um do men dp os pan home da ad do circulo da primeira ave eri rif fca car se en cão te ria de ix ado vaso do es ti gi os de se us circulo do rim espanhol do no bar co coc quadrado da ue usa para lan circulo de cortez ar do os dp corp os do quadrado da ep do circulo do iss dec o rta do sao s ped dc cortez coa primeira do doc irc culo do circulo do mar

E um belíssimo clip onde ela reproduz em certa forma, a imagem desse filme num dueto com o nick cave, e que emergira pelo passe que a p da ritinha tinha mostrado na agenda cultural do canal dois, de que te falei, com uma foto de um belíssima rapariga que se presumia ser uma outra mas que afinal não era, pois a posição dela e de seus cabelos na foto, é como se ela estivesse dentro de agua ou no ceu sem gravidade,

E um b el iss imo c l ip onda ela r ep pro do quadrado da uz em ce rta forma, a i mage made ria do quadrado do esse , da cobra , fil me num du e to com do circulo do ni ck cave do circulo da ave da cave, e q ue e mer g ira p elo p ass e q ue ap da ritinha tinha mos t ra ado na agenda cultural, cml, do c ana l do is, de q ue te f al lei, com uma da f oto de um be l iss sima ra pa riga q ue se pr ess u mia ser, uma outra masque a fina al n cão era, p o is a posi sic sao del a e de se us cab elos na f oto, é com o se el a est iv esse d en t rode da ode de agua o un circulo do ceu s em g ra vi dade,

Ao ler a noticia, esta estranha, suma das duas imagens, a ilustrar o que te dizia de algumas programações terem em vista e provocarem efeitos de paranóia e outros actos, como a da criação erogena em grande potência porque em muitos, da casa dos pesadelos da tvi, num parágrafo onde fala de uma homilia de um padre, me avivou uma outra recentemente aqui tambem convocada, salvo erro quando da passagem da kellie minogue por lisboa, que ressoara em historias num bar do pedro luz, e tambem num filme , the priest, um estranho padre que trás tatuado em seus dedos dos seus punhos, as palavras e que se passa, e chega a matar e abandona os corpos dentro de um rio, que ressoa na minha memória naquele estranho e antigo pseudo acidente ao pe do lux e ainda em mais uma morte salvo erro de uma cabo verdiana que apareceu a boiar no cais de sodre e o acidente do terreiro de paço, que agora os dedos convocaram quando escrevi cais do sodre

Aol ler era not ti cia, e tsa est ra anha i mage m ad dd e ria do w, s uma das du as i mage ns, a i lu st raro do aro do roquete di iza de al gum as por g rama q ç o es te rem em vaso ista e por v o carem efe it os de par ano ia e o u t ro a ac t os, com o ad a c ria sao ero gena em g rande p ot en cia por q ue em mu it os, da c asa dos pesa del do elos do os da tvi, num para g rafo onda de fala de uma h om i lia de um pad e, me av ivo u uma de outra rec en te mn te primeira do qui aqui tam am tambem c on v o c ad a , s alvo e r ro qua anda da p ass a ge made ria da kapa do cao de lie mino g ue por lis boa, q ue r ess oara em hi s tori as nu primeiro bar do pedro luz, e eta tam am tambem nu primeiro fil met he p rie ie est, um e cruz ra muito hp do pad da rec ue t ra serpente taura do em s eu sd se pr n te do dedo sas pala av ra sec quadrado ue se da passa, e chega da primeira am matar e ab ban dona os corp os do quadrado da en da cruz da rode um do rio, quadrado da ue rato esso ana min home do ham da am do emo ria na quadrado vaso do el e es cruz rn homem do oe antigo ps eu do acide dente ad do circulo do ped do luz e primeira inda em maís uma moret serpente alvo e rato da rode da ode de uma cabo verdiana quadrado da ue ap ar e circulo do eu primeira do ab boi ar no ca ix ode sodre e o ac inde te do terri e ode paço, quadrado da ue agora os dos dedos circulo em vc caram qua anda espanhol circulo do rato vi cais do sodre

Homem da cruz do tp dos dois circulos dos montados do bar da ra da ne w serpente do ponto do delta da primeira do homem do duplo circulo deitado do ponto do cm do bar o do ra das serpentes da ap do bar do ra dos duzentos, madrid, em noventa , agosto, ap pt primeira gato da oto do treze, do bar do ra da ap do un der sc core do circulo co do bar do ra us sk un der sc core kapa en ne d delta do un der sc core do câncer do ponto da gula do vi de un der sc core do delta do primeiro da cruz e igual gula da av serpente ss sd e dot ot da tv dois jr rn do p in c ipe co 9 maior do segundo do prime rio zorro do vaso do primeiro do pn do vaso vinte e quatro, ca do ponto da gula do vi do delta do prime rio vaso lu do igual do x3, bmw, o pugilista psd, o do quadrado maior da crus do jr en do duplo vaso de o it en a te tres a dois, do circulo do delta e ba ac ck ground do g forte do zacarias, segundo vaso do circulo az do forte do duplo vaso do angulo zorro da primeira coluna do duplo vaso maior quadrado kapa, do vaso duplo da ode zorro do angulo terceiro vaso zorro x segundo e cruz do primeiro do seguindo maior da estrela do primeiro do zorro ho, do primeiro forte do delta segundo do f rte vaso do Y psi lion, segundo vaso do delta do back ground do gn do duplo vaso segundo do te rc e i rt o do dn, dna, rato do dd up lo vaso segundo da 3m, dna rato duplo zorro duplo vaso mai ro do quadrado e duplo vaso da ester la foret da dg do nono, do duplo vaso do X 3 de muitas vesicas ob do segundo do terceiro pi n c ipe, da p do zorro do z na mec circulo segundo do x no ra a tres, do pin c ipe prime rio circulo do gt do prime rio do segundo maior de cinquenta e um , o u est ra l primeiro zorro do home do primeiro da kapa do t do triunfo dos porcos do psi do lio do om quadra do 4 da ad, o dos do is t rato sw rc cortez do caso dos ingleses

http://news.yahoo.com/s/ap/20090813/ap_on_go_co/us_kennedy_cancer


Assim leio e decomponho o link desta noticia em forma extensa , em si mesmo

Assinada por andrew miga, ou seja a id do mig da primeira do furacão em oitenta e tres, na América, miga, tambem declina em migas, ou seja uma especie de soupa com pao, do alentejo, al len, lua en

WASHINGTON – Rep. Patrick Kennedy says there's been an unexpected bright side to his father's grim battle with terminal brain cancer because the family has been able to spend more time with the stricken senator in recent months.
The congressman and son of Sen. Edward M. Kennedy said in a telephone interview with The Associated Press on Wednesday that he considers it a great gift his father has survived longer than his doctors have expected.
"It's been a chance for us to bond and be together and share a special time together that we would never have had together had he been taken from us," said Kennedy, D-R.I. "That's a big gift. (It) let us have the chance to tell him how much we love him. And him to be there to hear it."
Kennedy said he's spent most days this summer with his father sitting on the porch of their oceanside home in Hyannis Port, Mass., sharing old stories about family, friends and politics.
"In a different sense, it has been a very joyous time because we have had so much more time than any of the doctors had predicted," Kennedy said.
Kennedy spoke shortly after attending a White House ceremony where President Obama awarded the Presidential Medal of Freedom to his 77-year-old father and several others. Kennedy's sister Kara accepted the award on behalf of the senator, who remained in Hyannis Port.
"I was brought to tears," the congressman said.
The White House ceremony was the latest in a slew of awards and honors, including an honorary knighthood in Britain, the longtime Democratic senator from Massachusetts has received since he was diagnosed with brain cancer more than a year ago.
"Irish guys are not known for their sentimentality and my dad's been a pretty hard driver his whole life," said Kennedy. "He's been able to soak it up a little bit and enjoy the victory lap he's had this past year, the great honors he's received.
"For his family it's given us a chance to just spend uninterrupted time with him where we haven't had to share him as much with the rest of the world."
After the award ceremony, Obama unexpectedly ushered Kennedy into the Oval Office for a private meeting.
"He shuts the door and starts asking me about how my father is," Kennedy said. "I told him he's understanding everything that is going on, he's following everything."
The congressman said he told the president his father's greatest frustration is not being in the Senate as Congress seeks to overhaul the nation's health care system. Health care reform has been the cause of his father's life. Chairman of the Senate's health subcommittee since 1971, Kennedy emerged as a leader in winning passage of the National Cancer Act that year.
The senator's family has been touched by cancer over the years — two of his children, Kara, 49, and Edward Jr., 47, are cancer survivors. Edward Jr. lost a leg to bone cancer in 1973 at age 12, and Kara was diagnosed with lung cancer five years ago.
Patrick Kennedy, 42, has struggled with alcoholism, depression and drug addiction for much of his life, and in June sought treatment at a drug and alcohol addiction center in Maryland.
Before leaving the White House, Kennedy persuaded Obama to attend a major fundraiser the Kennedy family is planning in New York this fall for the Edward M. Kennedy Institute for the United States Senate, which will seek to educate the public about the Senate.
The senator's memoir, "True Compass," is also scheduled to come out this fall.
Sen. Kennedy learned he had a malignant tumor called a glioma after suffering a seizure on May 17, 2008, at his home in Hyannis Port. His prognosis was grim because the median survival for the worst form of gliomas is 12 to 15 months. The survival time, however, depends on the type of glioma. The senator has not released the specifics of his diagnosis.
After he was diagnosed, Kennedy gathered top cancer specialists and underwent an aggressive, risky surgery in North Carolina.
The death this week of the senator's sister, Eunice Kennedy Shriver, was a blow, but Patrick Kennedy said the family gathered on Cape Cod to remember her and to make sure her life's work on behalf of the mentally disabled is carried on.
"Eunice suffered a lot, and we had a real celebration of her life," Kennedy said. "The priest gave a wonderful sermon on how to bring faith into our lives through works."
Kennedy said it is a lesson his father has learned over his many years of public service.



continua



Ah, doce senhora de meu coraçao
Vos vejo em vosso longo pereplio
Cansada de tanto caminhar
Em bem fazer
Talvez mesmo um bocado doente
Na esperança, que não

A hd o ce s en hor ad e me u cora são V os vejo em v osso long o pere p l io do lio, can s ad a de t anto cam in h ar em b em f az e rato T alvez me sm o um b oco do en te n a esperança, q ue n cão, P o is em dia n cão mui t o i id o Uma c one r s a p elo es pi rito
As si made ria de al g eu maior me f alo u

E me espanto senhora
Como seus passos em mim
Aqui se reflectem
Como se viajasse ao longe consigo

e me es pan to s en hor ac omo se us passos em mim a qui se refe l ct set em
C omo se via j ass e ao l ob e longe co ns si g o

Vos vejo
Bem recebida
pelas gentes
Escuto vossas certas palavras
E contente fica meu coraçao

V os vejo B em rec e v id a Ep lo as g en t es Es cu t os v os sas v cc e rta s pala av v ra se c on t en te f ica me u cora sao

Que a luz do amor
Vossos Passos
Sempre Guie
E
Sempre vos proteja

Q ue a l us do amo mor V os o sP ass o Gui e S Se mp re v os pro teja


Nesta viagem em algo simétrica
Vos Vejo ontem chegar a terra conhecida e amada
Vejo-nos a vos mostrar o casaco cor de rosa feminino
Que tirais de vossos ombros e em seu desenho
Vejo o alicate a preto e branco figurado
que aqui acabara de ressoar
Alicate com um desenho especifico
Como uma tenaz,

Nest a via ge made ria em a l g o s i met ric a V os Vejo on te ce h a g ra terra c on he cida e am ad a Vejo do traço ingles nós a v os mos t r aro do casaco cor de rosa feminino, Q ue tir rai s d e v ossos om bras e em s eu de s en h o Vejo o ali cate a preto e branco figu r ad o q ue a qui aca bar a de r esso ar Al i cate com um de s en h o es pe ci fic o C omo uma t en az,

Ontem tinha dado pela tarde
Em cima da chaise longa de meus avos
Com o alicate isolado de pontas de prata
E cobertura laranja com os bicos virados
para baixo sobre o envelope feito a mao
com o fecho de cordame como um furacão


On te maior tinha do dado p el a t arde Em c ima d a c h a ise log a dd e me us av os
Com o ali cate is sol ad o de pontas de p rta cee e c on re tura laranja com os dos bicos v irados para ba ix o s ob reo en velo lope feito a mao com o f e cho de c o r dam am dame com o um f ur ac cao do furacão

uma outra lupa ali esta
a maior que trago e marca ela com seu circulo
o apocalipse com a musica do filme de coppola

uma u t ra lupa al ie sta, a maio r q ue t rago e ma arca el ac om se eu c irc u lo o ap o cal y pse com a mu sica do fil med e cop pola da ola

reparo nos objectos id dispostos
que uma cinza mora lai ao lado
em cima do desenho da bela bailarina
que dança ao sol

rep arao nos ob ject os id di s post os q ue uma cinza mora la ia o lado em c ima do de s en h o da bela ba ila rina q ue dan ç a ao sol

meu coraçao estremece ao momento
ao ver aquele estranho pressagio

me u cora sao est rem e ç e a o meo mo men t o a ove r a q u eel le est ra anho press a g io

pego no alicate e o trago e o poiso
sobre o cinzeiro grande de vidro
que um dia um rapaz me ofereceu
salvo erro das bandas da marinha grande
com o símbolo da latina em seu fundo
cheio de baetas queimadas e quando
de novo o olho, na cruz do vaso
desenha ele um outro com um delta
de garras abertas para abaixo virado

pego no do ali cate e o t rago e o p oi is o s ob reo c in ze iro g ar rn dede v id roque um dia um ra p az me o fere c eu s alvo e r roda s bandas da marinha g rand e com o s im b olo da la t ina em s eu fun do, che io de ba eta s q eu ima mad as e qua ua ando de n ovo o olho, na cruz do quadrado da ova do vaso, de s en h a el le um outro com do primeiro delta de garras ab e rta s para ab ix o ov vaso do irado


os sulcos no interior dos dentes do alicate
desenham em suas pontas curvas uma cobra
e de seguida sulcos em ondas
que agora ao vê-las percebo
a semelhança com a cortina das contas
da rapariga da foto de jonvelle,
aquelas onde se figura o angulo do cotovelo da echarpe
como um véus de isis

os dos sulcos, sul cos, no inter ior dos d en t es do ali cate d es en ham am em s ua as das pontas c ru uvas uma cobra, e de e guida sul cos em e ma ondas q ue a g ro aa ove lo s per rc e bd o a semem l h ança com da primeira cortina, germany, ger maior da any, das contas da rapariga da f oto de j on vela do vaso da elle, a q u lea s o onda se figu ra o ang gula di io co tv elo da e c h arpe com o um v eu s d e iss sis do assis, ps

a imagem me diz
do alicate cujas pontas curvas encostam
ao cinzeiro que de lado figura o cálice

a ima mage mai iro me di zorro do ali cate cu j as pontas c ur v as en cos tam am
a o cin ze iroque, yorque, de l ado fu g ur a o cali ice, c al ce cal cine alice

o símbolo do cordame enrolado
já de novo me tinha aparecido
na primeira visão do veleiro do sean do paquito
á ré ali estava assim como é normal enrolar nos convés
o cordame da vela

o s im b olo do c or dame am dam en rol ad o j á d e n ovo me tinha ap ar rec cd dd di do io na prime ira vi isa sao do veleiro do sean do pa q eu it o á ré al i es tva as si m c omo é norma l en rol ar nos c on vaso es do circulo do cor dame da ave da vela

na sala no mesmo sitio ontem olhara
o livro do mestre lima de freitas que estava
aberto na gravura da fenda na paisagem
ou homenagem a bellini que a mim
em minha memória me remete para roma
a seu lado o inicio da secção sete dos retratos

na da sala no do mesmo si tio on te m ol hara o l iv rodo mes te lima de fr e it as q ue est ava ab e rto na gravura da fenda na pa isa sage ge mo u h om mena en a gema bellini q ue a mim em min h a m emo ria me reme te para roma a s eu lado o i ni cio da sec sao sete dos r e t ratos

o homem , a própria terra passará! Há-de passar a
noite e o dia e luz do sol! E tudo passará...
mas a saudade não passará jamais
e há-de ficar ( porque ela é o infinito e a Eternidade)
sobrevivente aos mundos e às estrelas
Teixeira de pascoaes

O h om me ma por rp ria terra p ass rá s eta c rav no chao H á do traço ingles de p ass ar a primeira do ano da noite e o dia e l uz do sol! E tudo p ass sará... masa saudade n cão p as sara do acento sd do c irc uk o do jamais, lino, ps, e h á do traço ingles de fi car ( por q ue el a é o in fi ni to e a E te rn id ad a) s ob r e vi v ente a os mundos e às estrelas
Te x ix e ira de p as co a es

na paisagem que o mestre figurou
uma senhora gravida sentada com
seios desnudados sentada nas ruínas
das pedras onde um arco se encontra quebrado

na p as ia ge maior do que o mestre figu ro u uma s en hor a g ar v o ida s en t ad ac om
se is o d es nu dade s en t ad ana s rui ina s d as ped ar as onda de um do arco se en c on t ra q eu br ad o se eve vê, a o fun do a g rand e fenda em to ns de terra com o um can y on em s ua dimensao, design, e d ep o isa primeira terra verde jante

pascoaes, é uma das ressonâncias que acabo de ver
neste nascer do di, assim uma mosca no meu pulso
me fez voltar o olhar para entender uma semelhante declinação
mas manterei a ordem do percurso em seu desvelar
folhei ontem o livro e fui dar a gravura da
homenagem a francisco de holanda feita em
mil novecentos e oitenta e sete

páscoa es, nas procissões, com os barretes como kkk, circulo máximo ref maneiristas, mane rita serpentes italianos, é uma das r es sena n cortez cia s q ue aca ab ode eve r
nest e na sc ser do di, as si mum mo s cano me u p u l s o me fez v l t ra o olhar para ene en der uma se ml la h n te dec l ina são mas mane t rei a ordem do per curs o em se u d es vela rato f ol he i on te emo l iv ro e f vaso do oi id ar a da gravura da h om men ge ma do francisco de holanda fa it a em mil novecentos, italia, e o ie t anta e sete

pois diversos elementos em sua figura
tinham acabado de ressoar no real dos passos

posi di versos el le lem en t os em s ua figu ra tinha do ham da am aca ab ad o de r esso ar no rea l dos passos

o primeiro que me chama a atenção é o ovo
que ele trás em sua mao
que ressoou tambem de imediato no tomate
que tinha rolado para debaixo da prateleira
que vi como sendo do esquilo
dos frutos secos dispostos como um escaparate
dos livros

o prime rio q ue me c ham a a t en sao é o ovo q ue el e t ra s em s ua mao q ue r ess uou de imediato no tom a te q ue tinha rol ad o para de ba ix o da p ra tele ira q ue vi c om o s en dodo esquilo d os fr u t os sec os di s post os como um esca pa rate d os li vaso ros


a armadura do cavaleiro trás um motivo
em posição invertida à do canapé
da senhora da fotografia de jonvelle
na imagem da relaçao com as torres
aqui é como se a omoplata que sustenta
as asas e o voo, se enrolasse acima do coraçao

qa arma mad dura do c ava el iro t ra s um m ot ivo em posi sic sao invertida a o do c ana ape da s en hora da f oto h g raf fia ia de j one eve vaso da elle na i mage made ria da relaçao com às das tor rr es a qui é com o sea primeira omo p la t a q ue s us t en t a
as asas e ov oo, se en orla ass e ac ima do c o raçao

sua armadura figura um cavaleiro do mar
um argonauta e neptuno é visível sobre ela
o capacete em sue topo tem escamas de peixe
uma cauda de um drago do mat com corpo
de cavalo marinho em sua cauda e
que figura um tres invertido e uma onda que
nele entra,
seu ouvido protegido com o um escudo de
pétalas de cruz e quatro circulos em seu redor
no capacete se vê ainda uma espécie de leao com
uma lingua de cobra e um olho de uma águia
assim são os seus elementos animais

s ua ra am ad ur a figu ra um c ava le iro do mar um argo na u t a e ne pt uno é v isi v el s ob re el a o capa cete em s ue top o te m es camas de peixe, uma c auda de um drago do mat com corp o de c ava alo do marinho em s ua c auda e q ue figu ur ra um t r es invertido e uma onda q eu ne le en t ra s eu o uv id o pro te gido com o um es cu dode
pet a sl as de c ru ze qa u t ro c irc u lo s em s eu red o rn no capa ac sete se eve a inda uma es pe cie de el aoc om uma l in g ua de cobra e um olho de uma a gui a as si m são os se us el lem en t os ani mais

os quatro circulos que foram montados em meu redor em dezembro quando tentaram mais uma vez a minha morte, assim no para g rafo ac ema tam am tambem se d es vela

ao lado a pintura
calmo na falsa morte
no túmulo de christian rosenkreutz
de fernando pessoa
A: C. R C
Hoc universi
Compemdium

Uius mihi

Sepulcro
Delta vaso de fogo
Primeiro anzol
Pe c
Primeira coluna

aol ado a pin u t ra cam mona f alsa sam am orte n bo t um mulo de christina da rose en kapa r eu da cruz do zorro do fernando da pessoa, ac do rc do homem do circulo s emi can tor univer si, do c om mp oe m di um Ui us m i hi com o V iv s m i hi S ep Pt pp Se p u l cd do delta da ava do vaso de fogo prime iro do anzol P e c P rim e ira co luna

Assim leio
Na pedra
Que é em parte
Ocultada por uma sombra
Que nel desenha um triângulo
Em relaçao inclinada
Com a mao que segura o
Livro vermelho da cruz contra o peito

As si m l e io na pedra q ue é em p arte O c uk l t ad ap por uma s om bra q eu en nel de s en h a um t ro angu u lo tor na s sol, em relaçao inc lina ad a c om a mao q ue segur a o
L iv ro ove vermelho da ac cruz c on t ra o peito do it o

Ontem a tarde no pingo doce, um rapaz de um casal, apontava a rapariga uma melancia que era como uma bola de raguebi e lhe dizia, a mim, queres jogar raguebi, soava aquilo em tom de desafio, como que acrescentando em sue oculto, com que então queres jogar raguebi

On cruz te ema t arde no pi n g o d o ce, um ra p az de um ca sal, ap ponta ava a ra pat riga uma mel lan cia q ue e ra c omo uma bola de ra g eu bi e le hd di z ia, am mim, q eu r es jo g ar ra g eu bi , sao av a q u i lo em tom dede safio, com o q ue ac r es x c en a t n do em s ue o cu l toc om q ue en tao o q eu r es jo g ar ra g eu bi

Em frente a loja chinesa, uma caixa que ali deixaram, trazia tambem o nome de apocalipse, e dizia made em china, como sugerindo que o de taiwan ali tivesse sido feito

Em fr en te a loja cho ine z a, uma dc aixa q ue al id e ix sara rta am, t ra z ia t am tambem do circulo do n om mede ap poc al ip pse, e di zoror ia made em ch ina, com o s u ger indo q ue o de t a i w an al i, anali, t iv ess e s id o feito

Na esquina da rua os legumes para saltear, me caíram ao chao depois de uma rapaz num grupo de quatro raparigas ter expressado um gesto com sua mao, olhei atras e vi a monta, a estranha montar onde o cio tantas vezes se ancora, e nela li, game over, assim diziam, e de seguida tal frase, shop one, adormeci antes mesmo de jantar

Na es q u ina da rua o os leg gum es para s al tear, me ca iram ao cha o d ep o is de uma r ap z num g ru pp dede q ua y t roda do quarto das ra p rig gás teresa e x pr e sado um g es to c om s ua mao, O l he i at ra ase se vi primeira ad da am monta, a est ra anha do montar, onda do circulo do cio t antas ser e p en te v e z es se anc cora, e n el a li, g am me ove vera ss em di z iam, e de sd guida t al fr ase, s h o p one, ad dor meci ant es me sm ode j antar, taxi, banda do porto

A salada pingava sobre prato da melo aberta e nela desenhava uma negra lua em quatro, para cima virada, o tom era de pingos de negro sangue ou de sangue negro, uma costeleta de porco, estava preparada para ser cozinhada, como um desenho quase de uma vesica, ou uma vesica que terá sido comida por um porco

A sala ad a pin g v a s ob re p rato da dam am do melo ab berta rta e n el a d es en h ava uma negra lua em quatro, para c ima vaso irada, o tom e ra de pingo s d en negro sangue o u de san g ue negro, uma cos tele eta de porco, est ava pr e para ad a para ser c oz in h ad a, com o um d es en h o q u ase de uma ave vaso da isca, o u uma v e sic da primeira aqui do ki, q ue e t ra s id o com id a por um p orco

Adormecera com estranhos pressentimentos, onde se misturavam linhas que escrevera pela tarde como respondendo a uma outra noticia da família kennedy, onde estranhos perfumes se iam desvelando, com gente despachada em contentores, e o barco do artic desaparecido, o cargueiro com aparentes madeiras que ressoava tambem nas madeira que vira em cima do veleiro alemão, e dos fios do contraplacado marítimo


Ad dor mec e ra com est ra anhos pr es en tim en t os, onda se mis ru r ava am das linhas q ue es c r e vera p el a t arde com o r es pon den do a uma outra not ti cia da f am il ia k en ne d y, onda est ra anhos per rf um es se iam d es cela lan ando, com da gente d es p ac h ad a em c on t en tor es, e o bar cod o ar rit de spa rec id o, o car gui do ie do ero com ap ar rec cn t es made ira s q ue r esso ava t am tambem na s made iraque vaso da ira em c ima do ove vele iro al ema mao, e dos fi os do c on t ra ap laca, pato, ado do circulo do marítimo, mar ari acento tim imo circulo do futebol



Continua, c on t un ia.....
Vesicas eléctricas, e coisas magnéticas, é a imagem do que vos contei dos estranhos e contínuos sons que na minha casa de banho são audíveis, em muitas noites, como alguém que estivesse a gerar uma corrente, e que pela lógica do som parece vir da tal outra cave contignua onde estava antes uns fabricantes de próteses dentárias,

Vaso e sic as el e t ric as, e co ia s am gante i cas, é a ima mage made ria do quadrado da ue vasp vaso os conte id os e ts ra anho se conti nu os s o ns q ue na min home aca do ás de ban home do circulo, o da casa de banho, são au di vaso e is, em um it as no it espanhol, com do circulo da al home ge eu maior do quadrado da ue est iv esse a ger ar uma co rr en te, e q ue p el a lógica do serpente do om par rece vi rda cruz al do circulo do vaso da cruz da rata ra cave conti gn ua onda espanhola tva ant espanhola un ns ser pr en te do f ab ric ant espanhol de pr te serpentes espanholas do quadrado da en cruz das árias,

Curiosamente depois de te ter contado da imagem do prato de barro quebrado que ali deixaram na rua do costa ao entrada do beco do tremoceiro, que se le como emo ce do rio, eiro, no dia seguinte a ter aqui isto descrito, uma senhora limpava o local, com um produto desinfectante que cheirava a consultório de dentista, como assim relacionado o passe e a id do passe , com aqueles que me deram cabo dos dentes

C u iro sam am que mente dep p o is de tete rato do contado da i mage made ria do pr do rato do ato de barro q eu br ad o q ue alo de ix xaram na rua do costa a do doc do circulo entrada do bec do c irc uk do primeiro do circulo da cie de dez dot do remo da cie ero, quadrado da ue sele le com do circulo do emo se do rio, eiro, no dia se gui inte, programa de televisão, primeira da cruz da rea primeira do qui aki, is to do quadrado do espanhol do cic circulo do rit delta do circulo, uma serpente pn da te da en hor al e mp ava do circulo da dol da primeira da ocal, com um pro do to de sif e cta ante quadrado da ue che irava ac aco en sul tó ria dede en st ista, com do circulo do as si mr el ac cio anda do circulo do p asse e a id do p asse , com da primeira aqui do eu do primeiro espanhol do quadrado da ue me de r am cabo do sd en cruz espanhola, es pan home da onda