domingo, agosto 23, 2009

ah senhora, quase nada melhor para começar o dia que receber um belo sorrisso de uma ruivinha, que até me pareceu a flaming june, que bela estaveis,

a h s en hor qua ase n ad dame mel kapa hor para com eca cortez aro circulo d ia q ue rece ve rum b elo sor r iss o de uma rui vinha a q ue a té me par receu a for mula one fla am ming j une, q ue b el a est ave is,

que belo sorriso, ali poisado como quem via a casa do cartaz que fala do antonio gonzaga que vende casas, com um saquinho que dizia amissimia

q ue b elo sor r is o al ip o isa sado com o q ue em v ia a ac c asa do cartaz, sic, q ue fla do antonio g on za g ac ue v en de dec asas com primeiro sac quim h o q ue di izi a ami miss si mia

ao descer algum gentil ali tinha por perto deixado, uma cadeira de verga entrançada partida com tres ondas chavetas em suas costas e um qualquer comprimido no que antes era o assento

a ode d es sc ser, al gum g en til al it tinha por per to de ix ad o , uma cade ira de eve da verga , en t ra abca cortez ad a ap par pari rid ac om t r es ondas c h ave etas em s uas costa, s e um q ual q ue rat rc om mp rim rim id do no q ue ant es era circulo as s en t o

na verdade depois de nos cruzar-mos a bela rapariga de branco vestida, em leve linhos, com fulvos refelxos de suspiros de praias quentes de verao, se virou para um carro de prata, eu olhando uma outra pomba que ia mais ou menos coxa quase já na igreja, acho que a ouvi, dizer, que lhe tinha dado um beijo, em olhos preossupoem-se que se sempre bons sao, melhores há

na ave ver dade d ep o is de nós c ru z ar do traço ingles mosa ab bela ra par riga de branco, v est iad primeria em l eve l in h os , com f u l vaso os refe fel primeiro x os de s us piros de pr aias q ue en t es de eve do verao, se vaso iro vaso do para priemrio carro de p rta, o l h anda primeira pomba, q ue ia maís o vaso um men os c ox da primeira q ua ase j acento na primeria na igreja, ac h o q ue a o u vi di ze rato aro , q ue l he tinha dado primeiro bei j o , em o l h os pr o os s ip poe pome traço inglesa se, bo ns s cao mel hor es homa dao can to, assento, a sw e as s en t y o à primeira

amadinha, e tu quando chegas e sorris para mim, e me dizes, venho para morar em teus braços, e deles nunca mais saltar

am ad a in h a e tv vaso qua anda das chegas, e sor e us para mim, e med di ize es vaso do en home do circulo do para mor da ar em te us br aços e del le es sn unc ca am is mia s sal t ar ,
Ah pois, as raparigas com pernas de elefantes, fazem tremer o chao ao andar, como seus irmãos, aqueles que usam trombas, se bem que elas tambem nas vezes, mais das próteses

A hp o isa ss das raparigas com pe rna s de el e fan teresa serpente, f az em t reme mer do ero cha circulo a o anda ar do rato, com o se us i r m ã o s, a q ue le s q ue usa sam am trombas, se b em q ue el as t am tambem nas v e ze s, maís das prótese serpentes

No belas clube de golfe, de puts diversos, outra vez a iras da chama lavra, da raiva vareta da russa dura, do tal que ao que parece, por terceira pessoa, assim hoje contado, se dizia pretender o file da balança ser

No do ob de belas c lube de golfe, de p u ts di versos, o u t ra ave za ira s d ac ham a la v ra , da rai iva v ar eta da russa dura, do t al q ue ao q ue pa rece, por teresa rec ira da pessoa, as si m h o je do contado, do dinheiro, se di z ia pr e ten der o f ile do fi da ile le da bal ança, ser

Uma camisola na paisagem humana no meio do fogo tudo dizia, falava de nba, de bolas aéreas como melões, recentemente aqui entradas, com vesica P e outros da caprichosa

Uma c am is ola na pa isa ge m humana no me io do f ogo t ru do di z ia, fala ava de nba, de b ola sa e rea s c omo melo es pen hol, rec en te maior net a qui en t ra ad as, com v e iscas P e outros da c ap ric h os a, capri

Belas, há uns anos helicópteros da sic no ar, eu procurando uma chave escondida que ficara perdida durante uns dias, uma chave que trás um cruz dupla como a das agora encontradas no sofá do filipe star do circulo do grupo da kapa, cinco cruzes e uma chave em que a cruz da tuberculose, está sobre o mundo, em sue norte, ou seja nas estepes, em beslan, e ainda uma outra partida nesses dias, brando, o marlon

Belas, h á un s ano s heli co pt ero s da sic no da ar, eu pro roc ur ando uma c h ave es condi dida, id da primeira q ue fi cara per dida duran teresa un serpente do dias, psd, uma c h ave q ue t ra s um c ru zorro dupla, com o a da serpentes do agora, en c on t r ad as no serpente do circulo do fado do filipe star do circulo do dog gato do rup o da kapa, c inc o c ru zorro es e uma c h ave em q ue ac ru zorro da t uber rf cu lo s se, e stá s ob re o mundo, em s ue en orte, o vaso use seja nas e ts ep es, em bes lan, e a inda uma outra p art id a ness es do dias, br anda, o mar prime iro on

Depois as slices, e o health care, and this is a confirm fact

D ep o isa s s l ice es, e o he al t h care, an d t hi sis a c on fi r m forte do act

De facto uma slice de uma falésia no algarve, caiu, e matou cinco pessoas, e na véspera dizem ter sido inspeccionada por quem de direito, a mostra sempre o mesmo, a mesma trate , das pseudo inspecções que depois levam à queda de pontes, como a de entre os rios, como era mesmo, algarve, ou all grave

De f ac to uma s l ice de uma f al es ia no al g rave, ca io vaso e mato u c inc o p esso as, e na v es pera di ze m teresa s id o in sp e cio n ad a por q u em de direito, a m os t ra se mp re o m es mo, a me sm a t rate , das ps eu do s in ps sec ç o es q ue d ep o is l eva vam am à queda de pontes, com o a de entre os rios, com o e ra me sm o, al g ar v e, o u all g rata ave

O jornal em suas linhas precisava com precisão, que era praia ao lado de albufeira frequentada por políticos e pelo figo, ou seja políticos abstractos, e jogador de futebol em particular, a ressoar na selecção da vitoria do outro lado do mar

Circulo do jo do primeiro da ad s ab ad circulo do rol, o do mar

O jo rna al em s u as linhas pr e c isa ava com pr e c isa sao, q ue e ra pa rai raia aia a o l ad o de al bufe ira fr e q u en t ad a por poli toc ps e p el figo, o vaso use seja poli toco s ab st r acto se jogador de futebol em p art i cu l ar, a r ess são rna se le cc sao da vi tori ad o outro rol l ad, o do mar

Pelos vistos se desvela tambem a tal experiência no algarve com ondas gigantes

P el os vi st os se d es vela tam am tambem a t ak l e x per ie en cia no algarve com onda s giga ns te serpente

Praia da maria luisa, que ressoa tambem em ramos, e consequentemente em dança, e ainda provavelmente no tal circulo que sobre a pina se desvelara em dia recente, mas a imagem é múltipla como sempre todas são, veja-se lá que tinham por lá passado dois dos maiores bandidos antes da queda, o socrates e o cavaco e ao que parece não levaram com nenhuma pedra em cima

Pr dança dia rec inglesa bandidos rece

Pr aia da maria luisa, q u r esso a t am tambem em ramos, e co nse q u en te mn te em dança, e a inda por vaso ave le lem n teresa do no t al circulo, quadrado da ue serpente ob rea pina sed espanhola vela ra em dia rec en te, masa i mage mé mul cruz ip la com o se mp re todas são, veja do traço da inglesa se l á quadrado da europeia tinha do ham da manha, por l á p as sado do is dos maio rato espanhol do hi dos bandidos ant da espanhola da queda, o soc rate es é circulo do cavaco, e a o quadrado da ue pa rece en cão da primeira eva aram com ne en home da primeira pedra em circulo ima

Ainda, se Deus estiver atento

A inda sed eu us est iv ver a t en cruz do circulo , da ing k l e s a do anton ui

Luis figo serpente da fatima slim, emilia, a mae que se foi, do ribeiro do freitas, da várzea da ovelha aliviada, do marcos de c ana x, emi can tor g art circulo ran ante te nove do onze, ano s marco

Lu is f ogo ser pente da fat ima slim, emi l ia, a mae q ue se f oi, do ribeiro do fr e it as, da ava r ze ad a ove l h a al iv iad ad o mar cos de c ana x, emi can tor g art circulo ran ante te nove do onze, ano s mar arco co

Arriba, ardósia, giz, um eco na imagem do ultimo vídeo, e das cinco cruzes duplas, qu será detalhado mais em pormenor pois se estende a muitos lados do uno mundos, estas tuberculoses, por assim escrever, doença que ataca os pulmões, ou seja que mata

Ar rib a, da cos t o l eta, dos porcos, ard o s ia, giz, um e co na i mage made ria do u l t imo v id é o e das cinco cruzes duplas, q use rá d eta la h ad o mais em por men o r p o is se est en de a mui ts o lados do uno mundo s, e sta s t uber cu lo s es, por as si m es c r eve r, do ie n cortez a q ue at aca o s p u l moe es, o u seja q ue mat a

Outro que se safou, guilherme silva e mais treze um não identificado nas noticias é que ao que parece entrou em pânico e ao sair partiu um tornozelo, quase parece um espelho da imagem recente nas escadas da misericórdia,

O u t roque se safo u, gu l herme do silva e ema mais treze, um n cão id en ti fi cado nas no it tica s +e q ue ao q ue par ce en t ro u em p ani co e ao s air p art i u um tor no ze elo, qua ase pa rece um es p el h o da i mage m rec en te nas es cd as da mi siri cor d ia,

quatorze, primeiro do quadrado da primeira do tp, da sata air acores ovo, primeiro do sessenta e nove em noventa e um, do traço ingles do infinito do hor do circulo do quadrado, asas de anjo azul em branco no leme de direcção e hélices negras a ressoar num helicóptero que aparecia nas primeiras notícias da demissão do director da cia panneta, a propósito dos tais programa secretos para eliminar terroristas, e então nos tais voos da cia, certamente uma boa testemunha, o tal bandido guilherme silva

Aqua t tor ze, prime iro doca da pata do vaso do quadrado do rato da ad, circulo da primeira do tp, da sata air acores ovo, do primeiro do se s en t a en ove em noventa e um, do t ra aço ingles do in fi ni to do hor do c irc u lo do qua dr ad dd o, asas de anjo azul em branco no l ema de di re são a e he l ice es negras a r esso ar num he lic o pt ero q ue ap ar e ce in as primeiras not ti cas da d emi miss o ad o director da cia pan n eta, a pro poso t i d os tais pro g rama dos secretos para el i min ar dos terroristas, e en tao nos tais v oo s d a cia, ce rt e am que mente, en tao uma boa t es te m unha, o t al do bandido gui l herme do silva

Deus, não te esqueças deste tambem, que para alem de tudo é um arrogante e um bruto

De u s n cão te espanhola do quadrado do vaso eça sd de este tam am tambem, quadrado da ue para al lem de tudo e ar ro gan teresa, o primeiro bruto

Gante da teresa, e aro, do anel da luva, da teresa, do medico,

Gante da teresa, e ar rodo do ane l da al uva, da teresa, do circulo do medico,
Quinta feira seis de agosto, assim rezavam as notas , deste texto que só agora completei

Quinta feira, jornal, ak primeiro se is de agosto, as si maior mr r e z ava vam am às das notas , d este te x to q ue s ó agora co ml e cruz inter net e x p lo rato e rato, duplo rato ps


Desci depois do telejornal ao café comprar cigarretes e tomar café, vira o início da serie daqueles belos rapazes e da bela rapariga que trás nome de lisbon, curioso nome, o da rapariga, o rapaz, mentalista, tinha num ápice descoberto o que se passara num escritório onde o filho do morto, se bem percebi, se preparava para beijar a sua namorada, e ao que parece um quadro valioso tinha sido roubado, ressoava este plot, numa linha de rodapé que dava conta que richard attenbourg ia leiloar quadros, ficara intrigado , pois os quadros são sempre belos de se ter se os puder ter, e me sorrira, pois falara das lavagens dos colarinhos e me puseram um anuncio com a bela marta a falar de lavagens e detergentes, com um plano em que seu belo cabelo, desce assim enrolado por detrás da cabeça sobre o belo pescocinho, fiquei logo bem disposto

D es sci si d ep o is do tele jin al a o ca fé co mp r ar cigar re t es e tom ar a ca fé, v ira o in i co, in cio oni bo indico ina cio, ass im dec l ina a qui o co rr e c tor, da se rie da q u el es b elo s ra ap z es e da bela rapariga q ue t ra s no me d e lis b on, c us sio r s o no meo da rapariga, o ra ap az, met anl ista, tinha nu m ap ice deco berto o q ue se p as sara num es cu tir o onda do filho do morto, se b em per rc cebi, se pr p ep aa r v a para bei j ar a s ua na mora da, e ao q ue par ce um qua dr a o va lio s o tinha s id o ro ub ad o, r esso ava este p lot, numa linha de ro d ape q ue d ava conta que rec h ard at t en bo ur g ia lei lo ar quadros, fi cara int ti g r ad o , p o is os q ua d r s o são se mp re b elo s de se teresa se os p u der teresa, e me os sir ra, p o is fala ra das la v g ens dos c ola rinho se me p use ram um ano un cio com a b e la ma rta a fala r de lava genes e det e r gentes, com um p lan ano em q u es eu b elo cab elo, de sc e as si m ero lado por det ra s da cab beça s ob reo b elo p es coc in h o, fiq eu i logo b em di s post o

Na capitão pala ao passar, nesta noite de lua redondinha e gravida , um gato assanhado de repente se assanhou, olhei em volta a ver de onde vinha e porque assim estaria, e percebi que estava num carro do mestre da felicia ali estacionado em cima do passeio como muitos ali fazem, atravessei a rua espreitando por baixo para ver se estaria preso, no motor, ou mesmo dentro, pois continuava num fusss, assim muito esganiçado, o motor estava frio , depois lá apareceu ele, e pronto, ficou assim a olhar para mim, eu para ele e lá continuei, mas a imagem tinha já dado o sinal de sua manifestação

Na c apit pita tao pala ao p ass ar, nest no iu te de lua red o din b h a e gravida , um gato as san h ad o de re pen te se as sas n h o u, o l he i em v o l t a ave ver , de onda da vinha e por q ue as si m est aria, e per rc cebi q ue es tva num carro do mestre da fe le cia al i est ac cio n ado em c ima do p as seio io com o mu it os al i f az em, at rave s seia rua es pr e ti a t n do por ba ix o para ave ver se est aria pr es o, no m o tor, o um es mo den t o, p o is c oni n ua ava nu ns f uss s, as si m mui t o es g ani ç ado s, o m o tor e stav a fr io , d ep p o is l á ap ar e c eu el e, e porto fi co u as sima o l h ar para mi, eu para el e e l á conti nu ei, masa i mage made ria tinha j á dado o sin al de s ua m ani f es taçao

Depois um lendo um jornal, deu-me o resto do link, pois de repente, o gato pequenino que quando o vira na rua estava como um dente com pelos em pé, a falar claramente de infecção, que pela sua natureza remetia para rinos vírus , ou seja, respiração, asma, olhos falta de visao, ou visão afectada, que se repercute tambem no caso de santa maria,

D ep o is um len dp quadrado de um do jornal, quadrado do eu do traço do ingles meo r est do circulo dol ink, p o is de re pen te, o gato pe q eu nino q ue qua ando do circulo do ova vaso da ira na rua es sat av com do circulo do primeiro dente, com p elo s em p é, a fala rc clara tam am que mente de in fe sao, q ue p el sa usa na ture z a reme t ia para do rino serpente pn do vírus , o usa je, r ep ps ira taçao, a s mao l h os f al t ad e vi s o a, o uv isa o a fe cta ad a, q ue se r ep per cu te tam am tambem no do caso, do maluco de serpente da anta maria,

Me lembrei da estranha imagem de meu filho quando vez fui com ele e a puta sua mae, ao tal medico pediatra, ali na avenida da republica, e dele depois de ter sido examinado nu sobre a marquesa, apalpado, e depois de se ter vestido, entra num loop, com características , que só por duas vezes em cinco anos lhe conhecei, e de repente me lembro dele encostado à parede que dava para a porta do gabinete, como um gato assanhado, em posição semelhante de corpo, e a puta e o caralho do medico, sentado frente a frente na mesa, a conversar como nada se passasse, ou seja agora olhando, a espera que eu lidasse com o passe que fizeram, provavelmente na própria apalpação, para que então as gentes que estavam nas ala servissem de testemunhas, as tais vinte e nove, ou algo assim que ouvira em dia recente, que juntaram para o roubo, para dizer que eu o trataria mal, o que me leva tambem a deduzir que o primeiro episódio do genero assim com ele em casa uma noite com a presença da mae, tambem terá sido alvo de uma qualquer indução, pois assim rezava o titulo desse jornal , algo sobre o tratamento das birras em publico por parte dos pais,

Me l em br ei da e ts ra anha i mage m de me u fil h o qua ando v e z f u io com e le e a puta s ua mae, a ot al medico ped iat ra, a lina v a en id a da republica, e del e d ep o is de te r s id o e x am ina do n u s ob rea mar q use, ap pala pado, e d e posi de set e r v es t id o, en t ra num loo p, com ca rac teri s tica s , q ue s ó por du as v e z es em c inc o ano s l he c one he cie de r ep en te me l em br o del e en c on t sado a parede q ue d ava para a primeira da porta do gabi nete, com o um gata o as s na h ad o, em posi sic sao se mel h ante de corp o, e a puta e o cara do alho do medico, s en t ad o fr en te a fr en t en primeira da am da mesa, a c on ver sar com on ad as se p ass as se, o u sj aa gor a o l h ando, a es pera q ue eu lida asse com o passe q ue fi ze ram, por v ave lem n te na por p ria a pal pa sao, para q ue en tao as g ene nets q ue est ava vam na sala ser v iss em de este te m unhas, as ta si vinte en ove, o ual goa ss i m q ue o uv ira em dia rec en te, q ue j un a t aram para o urubu, par di ze r q ue eu o t rata ria m alo q ue me l v a t am tambem a ded u z ir q ue o prime rio e ps is do io do g ene ero as si mc om el e em c asa um ano it e com a presença da mae, t am tambem teresa cruz, a s id o alvo de uma q ua q lu we indu sao, p o is as si m rex ava o titu lo de s sa jornal , al g o s ob reo t rata men to das birras em publico por p arte do spa do país,

No tempo deste acontecer, o do aparecimento do gato e do passe, que com ele fizeram, aparecia no canal dois um representante da ordem dos dentistas, que foi alvo de um comento em Palavra oral, sobre o que de bom disse dos modelos de aprendizagem das escolas nesta área, e um outro, português que ao que parece exerce em londres, especialista em desvitalizaçao de dentes, ao momento, aquilo ressoava na imagem que se tinha desvelado no final do passeio, no cais da rocha, a primeira que te conto tambem em Palavra em vídeo, que fora desvelada por um azimute de luz, que partira da casa apalaçada, com a arvore à frente, por detrás da ponte de alcantara, no seu inicio , que eventualmente será em agronomia, e que apontara a tal chaminé cor de prata com laminas rotativas que existe num dos telhados aqui dos prédios de trás,

No te mp circulo do quadrado do este acontecer, o do ap ar e cie mn to do gato e do p asse, q ue com el e fi ze ram, ap ar e cia no c ana l do is um rr e ps en t ante da ordem dos d en t ista s, q ue f oi al vaso da ode um comento em Pala vaso da sara oral, s ob re o q ue de b om di s sed os mode elo s de ap red dn d iza ge made ria das escolas nest ts a rea, e um outro, portu gues q ue ao que ap rec ee e x e r ce em londres, es pe cia li as t a em d es vita l iza sao de d en t es, ao mo men to, a q u i lo r esso ava na i mage made ria q ue se t ina hd d es vela ad on o fina al do pa ss seia io, no do cais da roc h a, ap rime ria q ue te c on tot t am tambem em Pala vaso do ra em v id é circulo, q ue for a d es vela lada por uma z i m u te d e l uz, q ue p art ria da c ass ap pala ç ad a, com da primeira da arvore a fr en te por det ra serpente da ponte de al can tar, no s eu in cio a, q ue eve en tua le m n te se rá em a g ron o mia, e q ue ap ponta da tara a t al c ham ine cor de p rata com la minas rotativas, helicópteros, q ue e x us te no um dos tel h ad os a qui dos pr e di os ds e t rato do as

De repente o símbolo das laminas que agora se usam nas chaminés, ressoava tambem em brocas, e brocas, ressoavam em buracos no underground, londres, visto a peça remeter para ali

De r e p en te o s im b olo das la minas q ue agora se usa sam am nas c ham ine es, reo ss ova t tam tambem em br roca se bric as, r esso ava am em b ur aco serpente do no un der g ro un d, l on d r es, vi s to ap eça reme teresa para al i

Ainda nestes dias, mais terrível coisa que ouvi pelo espirito era que eles tinham feito um clone, até me arrepiei agora ao escreve-lo, um clone quem , de meu filho, como então alguém me dizendo que de suas células fizeram um outro, ou pelo sémen, engravidaram uma barriga de aluguer, me levanta esta linha de novo tudo o que o espirito me desvelou e que aqui contei, ao reflectir sobre o parto

A kin inda nest es do psd dias, maís terri vaso e kapa da co isa que o uv ip elo es pi rito e rac quadrado da ue el es tinha do ham da am feito, um c l one, a té me ar r ep pie ei agora ao es ce vaso do r e traço ingles prime rio do circulo dez , um c l onda q ue em , de m eu fil h o, com o en tao al gume me di x ne do q ue de sa us cel lulas fi ze ram um outro, o u p elo se men, na g ra v id aram uma bar riga de a l u g eu rato me l vam te is ti de n ovo tudo, o q ue o es pito med es velo lou e qua quadrado do ki conte da teia, a o refe l c tir s ob reo doc si do rf culo do parto, p art circulo

No caminho de volta do café da estação , a casa da marta com as portadas abertas, masi acima no leque da paragem no inicio da subida da calçada do livramento, uma revista das de social, deixada aberta com a reina, o escutado,

No do caminho devo l t ad do circulo do sargento do café da estação , primeira do c asa da marta com as das portadas ab e rta s, ma si ac ima no do leque da para rage maior do no in cio da s ub bid ad da primeira da calçada do l iv ram en to, uma r e vaso ista da sd e soci al, de ix ad a ab e rta com da primeira reina, o es cu t ad circulo

Ali estava aberta com fotos em sequência que assim pareciam contra, a reina numa mesa como se assinasse, ou estivesse para assinar um contracto, depois sentada num sofá que poderia ser uma versão em branco de que aqui tenho o philip starck, em posição de isis, de asas abertas e pernas cruzadas, como cleopatra, e uma das imagens que trago da teresa na altura da separação sentada no meio dao sofra italiano das asas vermelhas, em posição ritual, elevada por outros, certamente, no chao um dos símbolos árabes, como o que é visível nos azulejos da casa abandonada, na calçada do livramento., onde ao lado estão os grafiitis com a heidi nazi nua a dizer , podem crossar nos a vontade que aqui continuamos, depois em pe em cima da pedra num lago, como a simbolizara a fonte da pedra sobre as aguas, e por fim, ela com seus dois belos filhos, a rapariga mais parecida com o pai, o filho mais com a mae, e um outro eco masi tarde tambem numa capa de uma mesma revista ou equivalente, com a filha e o cunhado e filho, da condessa tysson, que parecença da filha da condessa com a filha da reina

Ali est ava ab e rta com f oto s em sec u en cia q ue as si m para ceia am contra, primeira da reina numa ad da mesa, madrid, x com o se ass ina s se, o u est iv esse para as sina rum c on t rac acto, d ep oi sena td anu ma s o fa c ue pode ria ser uma ave es sao em br dode code q ue a qui t en h o o ph i l ip st ar ck, em posi sic sao de isis, de asas ab e rta se das pernas c ru z d as, com o cleo de petra, e uma da s ima ge ns q ue t rago da teresa na al tura da s ep par da raçao s en t ad ano me io dao s o fr a it al ina o da s asas verme l h as, em psi sao de rita io vaso do prime rio, elevada por outros, ce rta em n te, no cha do circulo do primeiro d os s im b olo s ar ab es, com oo q ue é v isi vaso el no serpente dos az u le z o ad a c asa a ban dona dana da calçada do l iv ram en to., onda aol ad o es tao s os g raf i it is com a he id ina z in ua a di ze r , pode em c rossa rn os primeira vontade q ue a qui conti nu amo s, d ep posi em pe em c ima da pedra nu primeiro lago, com o a s im bo l iza zara primeira da fon te da pedra s ob rea serpente das aguas, e por fi maior, el ac om se us do is b elo s fil h os, a ra pa riga maís par e cida com do circulo do pai, o fil h o maís com da primeira mae, e um o u t ro do e co ma si t arde t am tambem, nu ma da capa de uma me sm a r e vaso ista o u e qui iva al lente en te, com da primeira fil h a e o c un h ad o e fil h o, da conde s sa t y s son, q ue par e c en circulo cortez ad a fil h ad a conde ss ac oma primeira filha da reina

A assinatura do contracto da cleopatra da isis árabe, por cima da pedra cubica do lago do jardim, da mae que ficou com os filhos

A as sina tura do c on t rac acto da cleo pat ra da isis ar abe, p oi r cio vaso, por c ima da pedra c ub da bica do l a god do circulo do cu do jardim, da mae q ue fi co vaso com os fil homem do os


Raguebi, belas, ardeu
Ontem, dia quatro do corrente, após a publicação do texto desse dia, foi uma noite complicada, pelo que o espirito desvelou na escrita, e sendo verdade, em seu particulares, é tambem uma imagem uma quadro de uma das tendências que se poderá vir a afirmar no futuro, ou seja, é tambem em parte uma espécie de viagem do futuro, e de um dos quadros do que poderemos vir a ter , na linha de um mundo sem nenhuma ordem, que certamente se assim o for, como se tem desvelado em outras tintas recentes, poderá fazer perigar irremediavelmente vida de todos e de tudo na casa da Mae terra

On te m dia quatro do c o ren te, ap o sa pub li caçao do t e x to d esse dia do forte do oi de uma do no da it e co mp li c ad a, p elo q ue o es ps psi rito d es velo lou na es c rita, e s en do vera de, em s eu p art tic u l ares, é eta tam am tambem, uma mai mage made ria uma quadro, de uma das tendências, bari, italia, q ue se pode rá vaso da ira da primeira a fi rato do mar do no do futuro, pavilhão, expo, o vaso use seja, é ta tam am tambem em p arte uma es pe ice de via ge made ria do futuro, e de um dos quadra s o do q ue pode remo s vasp ira teresa na linha de um mundo se maior n en hum a ordem 3m, te sa do film, q ue ce rta tam am m ne en te se as si mo for, com o se te made ria d es vela ad o em outras estrelas, tin t as rec en t es, pode rá f az e rp per riga r irre e me di ave l mente a iva ad e todos e de tudo na casa da am me terra

Ou seja duas linhas se desvelaram nestas ultimas escritas, a necessidade de verificar e manter sobre controlo as questões de saúde e de intervenção e justiça que delas decorrem e cada vez masi poderá decorrer, e de uma das facetas onde os que apostam na confusão, podem vir a actuar, no espaço da comunicação em rede, ou seja tendências que poderão vir a afirmar de novo na terra a lei de tabelião, do olho por olho, dente por dente

O vaso use seja du ás das linhas se d es vela aram nest as u l tim as es c rita s, a necessidade, de v eri fc ar a e mane t r s ob re c on t olo as q eu s to es de s ua ad e e de int r eve en sao e justiça, q ue del as dec o r rem e c ad primeira ave zorro ma si pode ro a deco rr e rede uma das f ac e ts as onda do os q ue apostam na c on fu usa sao, pode maio do vaso da ira ac tura rato, no es p el sao da com uni caçao em rede, o use j a ten den cia s eu pode ra ov ira a for mar de n ovo na terra a lei de t abe lia o, do olho por olho, dente por dente

Esta lei, se sempre foi uma lei terrível, que ainda vigora em muitos lados do uno mundo, trás um problema e uma natureza distinta hoje em dia, e consequentemente as consequências das sua aplicação tambem, e é bom que cada um reflicta sobre este caminho e esta opção com a plena consciência eu os dentes eos olhos se tornarão como nunca, muitos mais os mesmos, ou seja que a dentadura e a visão se tornou una e interligada como nunca esteve, e eu portanto, a aplicação deste lei, terá como consequência alastrar como uma infecção, como acontece por exemplo quando trazemos problemas num dente, que pode mesmo se estender , a infecção, à outros partes do corpo, criando nas vezes até mazelas neuroniais , pela proximidade da dita ao cérebro

Est a lei, se se mp ref oi uma lei terri v el, q ue a inda viga o ra em mui t os lado s do un o mundo, t ra s um por r b el ma e uma na t ur e za di s tinta h oje em dia, e co nse eu en te mente as co nse un cia sd as sua ap li caçao tambem, e é bo eu c ad a um ref for mula one lic cta s ob re este ca min joe e e sta op sao com a p el na dc on sic en cia eu os dentes e os olhos se t ron arao com o n unc a, ,mu it os maís os me sm os, o vaso use seja, q ue a d en tura e a visão se torno u una e inter liga gada como nuc na es tve, e eu porta anta, a ap li caçao d este al lie ie, te rá com o co nse q eu en cia al at r ar com o uma in b fe cç sao, com o acontece por e x e mp lo ua anda t r az emo spor b l ema sn um dente, q ue pode me sm o se est en der , a in fe sao a outro s p arte do cop ro, c ria anda nas v e ze sa té m az el as neuroniais , p el a por si mi dad e da dita a doc cérebro, o cao das duas cabeças, cab de belas, ou o falso juiz

Que cada um avalie da verdade deste dizer, que cada um pense sobre o que sabe do enorme grau em potência de todas as forma e feitios e géneros que muitos como nunca no mundo tem aos seu dispor para fazer mal, como nunca tantos houve em nenhuma época anterior dos ciclos do homem, e que cada um pense no grau de interligação e complexidade que é a vida no uno mundo hoje, e certamente chegará a esta conclusão, que este caminho, é o caminho de uma reacção em cadeia, como uma bomba nuclear composta de múltiplas que vao arrebentando até ao fim,

Q ue c ad a um ava lie da ave vera de d este di ze rato doque da uec ad a um pen se s ob reo q eu, sabe, do neo r mor grau em p ot en cia de todas às da forma s feit io se g ene ero rosque muitos, com o n unc a no mundo te mao s s eu di spor para f az e r m al, com o n unc a t anto s h o uve em n ne h uma e poc a ante rio r do s cic lo s do homem, e q ue c ad a um pen se no g ra u de inter li g sao e co mp lex id ad e q ue é a v id ano un o mundo h oje, e ce rta ane n te chega rá a e sta c on c lu usa sao, q ue e te caminho, é circulo caminho de uma rea sao em cade ira, como uma b om ba nuc lea ar co mp o sat de mul t ip la s q ue vao ar rene en t and o a té a o fi maior,

Ainda ontem a minha emoção escreveu Palavra que é exactamente um voto a esta lei, e sabeis como a todos sempre explico e relembro que cada ser é uma estrela e um inteiro universo, e que cada um que vai na verdade e em verdade vivo em seu viver, sempre trás em si mesmo, em sua vida, todas as grandes questões do Ser e do homem, e do mudo e do universo, e cada um é sempre tambem um espelho e reflexo e palco de todas estas tensões, e a interacção delas e sua soma sempre se move, mesmo que pouco, pelos pilares e pedras e sua qualidade e bom assentamento, em função da constantes interacções, e assim são os homens todos feitos, da mesma massa, do mesmo sangue e do mesmo espírito,

A inda on t ema mim n h a emo sao es c r eve véu eu do pal do vara, ps, q ue é e x cate mn te um v oto a e sta lei, e s abe is com o a todos sm pr e e x lico e rel em br o q ue c ad a ser, é uma e ts re la e um inter iro uni v ise o, e q ue c ada um q ue v ai na vera de e em ver dd e vivo em s eu v iv e r, se mp re t ra s em si me sm o, em s ua v id a, todas as gt andré s q u es to es do ser, e do h om em, e do mudo e do universo, e c ad a um é s mp r es t am tambem, um es p elo e refe l c x oe pal code todas e sta s t en s o es, e a inter raçao del as e s ua s oma se mp re se m ove, me ms o q ue pouco, p elo s p lira ares e pedras e s ua q u li dade e ab om as s en tamen to, em fun sao da c on t ant es inter rações, e as si m são os h om en s todos feitos, da me sm a massa, do me sm o s na g ue e do me sm o e ps si it o,


E eu que vou nu perante Deus o Amor e os Seres, sempre tenho vindo a dar conta das tensões que meus irmãos me criam, e da injustiça em que parte de mim e a meu filho, criam, e esta vivência, esta dor, é uma dor comum a todos que a muitos, mesmo uma grade maioria no mundo atravessa, se bem que com cambiantes e vestes distintas quanto o particular é expresso distinta e semelhante do universal

E eu q ue v o un u per na te De us o Amo re os Ser es, se mp re t en h ov indo ad ar conta das t en s o es q ue me us sir mao s me c r iam, e da in ju tiça em q ue p arte de mim e am eu fil h o, c ria ma, e es sta v iv en cia, e sta dor, é uma dor com um a todos q ue a mui t os, me sm o uma g ra de maio ria no mundo at ravessa, se b em q ue com cam bia ant es e eve v este s d is tintas qua anta o p art tic ua l ré e x press o di s tinta e semem l h ante do universal

Sou eu pela natureza de mim mesmo e da vida como ela me leva e me levam aqueles que na terra comigo habitam, uma espécie de espelho , aquele que suporta a cruz do mundo , como ainda em dia recente a Palavra evocava relembrando o que muito sempre oiço dizer a muitos ao longo de todos os meus dias, e sabendo tambem que muitas das vezes quem assim o diz, tenta assim sobretudo escamotar as suas próprias responsabilidade, através da crucificação feita num outro, pois cada um trás sempre sua parte de sofrer e de sofrimento num mundo onde ainda se a Lei é o Amor, ainda nem sempre Ela reina, em tantos lugares dos uno mundo e para tantos , a maioria de seus filhos,

S o u eu pe el ana tir e z ad e mim me sm oe david ac omo el am e l eva e me l eva vam am a q u le es q ue na terra co mig o h abi it do tam, uma es pe cie de es p el h o , a q u le q ue s u porta primeira cruz do mundo , com o a inda em dia rec en te a Pala av vaso do ra evo c ava re la em brando, o q ue mui t o se mp reo il ç o di ze ra mui t os a o l ong o dd e todos os me us do dias, e s ab en do t am tambem, q ue mui t as das v e z es q eu m as si mo di z, t en t a as si m s ob re tudo esca mo tar as s u as por rp pi ia s r es ponsa sa ab bil idade, at rav es da c ru xi fi caçao feita, nu primeiro de outro, p o is c ada um t ra s se mp re s ua p arte de s o fr e rede do fr rim en to nu primeiro mundo onda a inda sea angulo da leo do ei, é o am mor, a inda ne maior se mp re El primeira da reina, em t ant os lu gar es do s un do circulo do mundo e para rat da cruz da ant os , primeira da maio ria de se us fi kapa primeiro homem do os,
E cada Ser quando acordado vai e vive, depende a cada momento o universo , essa é a razão do antigo dizer, que quem salva um , salva o inteiro mundo, e os que fazem guerra a quem assim vai, serão no mínimo burros, pois perigam a muitos nas vezes sem se dar mesmo disso conta, pois uma homem com uma faca pode sempre matar a um outro

dec ad a ser qua anda aco r dado v a si e v ive, d ep en de a c ada dam om en to o uni v ero s, ess a é a cabo do r aza o do ant ti g o d ize r, q ue q eu maior s alva primeiro , s alva o in ie i rt o mundo, e os q ue f az em gi eu r ra a q eu m as si m v a is, se ra on o min io dos burros, p o is pet ti g am a mui t os nas v e ze s se m sed ar me sm o di ss o conta, p o is uma h om em c om uma faca pod e se mp re mat ra a um de um outro
quando em dia recente me quiseram passar por cima, de carro e depois ainda queiram porrada, o espirito me disse depois tres coisas, , que puderiam ser duas vozes, e duas intenções, que o acto trazia uma relaçao com o pn, no normal que nas vezes oiço, não te estiques, depois que era só uma forma de me acordar, ou de injectar adrenalina, assim tambem nas vezes oiço este dizer, que o pode ser ou não, pois é tambem desculpa de quem faz mal e assim o tenta disfarçar, e ainda uma outra linha, tambem conhecida, que consiste em atirar pelo espirito uma afirmação de que se pensa ter a certeza a ver eventualmente como o outro reage, neste caso eu, tremias todo por dentro, ou fazes chichi nas calças ou uma qualquer outra variação, já as conhece em suas múltiplas variações,

qua anda em dia rec en te me q u ise ram p ass ar por c ima, de carro e d ep o isa inda q eu iram por r ad a, o e ps sir do rito me di ss e d ep o is t r es co ia s, q ue p u der 4 e iam ser du as das voz es, e du as int en ç o es, q ue o acto t ra z ia uma relaçao com o pn, no da norma, l q ue nas v e ze s oiço, n cão te est ti q u es, d ep o is q ue e ra s ó uma forma de me ac rod ar, o u de in ject tar ar da adrenalina, as si m t am tambem na s v e ze s oi ç lo este di ze r, q ue o pode s ero un cão, p o is é eta tam am tambem, d es culpa de q eu m f az m al e as simo t en t ad is f ar ç ar, e a inda uma outra da linha, tam am tambem, c on he cida, q ue co ns sis te em a tora rp elo es pei rito uma a firma maçao de q ue se p en sat te ra ce r te za, prime ria ave r eve en tua lem n te com oo o u t r re gage, nest caso europeu t r eni as todo por den t ro, o u f az es chi chi nas c al ç as o u y s argento, uma q ual q eu ero de outra v aria da ria da sao, j á a s c on he ce em s ua s mu t l ip l as v aria ç o es,

Quando os homens me prenderam, alguns deles certamente acharam tambem, conhecendo meu coraçao, e usando as suas cabeças, que até , tal acto seria sempre uma espécie de garantia no futuro para eles mesmos, pois sabem que um home justo, condenado injustamente, mais sensível se tornara a injustiça geral ou particular, e na verdade mais eu assim me torne, e prefiro na duvida, nunca agir, mesmo se atacado, e se o sangue em seu todo for mais frio que quente, como se passa sempre com qualquer um

Qua ando os h om en s me pr en der am, al gun s d el es ce rate mn te ac h aram tam am tambem, c on he cn cd om me u coa ra ç o, e usa sand o as s u as cab beças, q ue a té , t al ac tao se ria se mp re uam es pe cie de gara n t ia no do pav do futuro, para el es me sm os, p o is s abe m q ue um h om e justo, conde dena ad o in j us tamen te, ma si s en s iv el se tor na ra a in us tiça ger al o u p art tic u l ar, e na verde dade maís eu as si maior iro me tor ni e, e pr e f iro na ad vaso do duplo id an unc aa gi r, me sm o seat aca do, e se o sangue em s eu todo for mai fr rio do io q ue q ue en te, como se p ass a se mp rec om q u l q eu rum

Tambem sei da validade parcelar de uma detrás linhas, na cabeça de alguns, que assim estão convencidos que o mundo se move, movendo os homens, em sue interior, criando-lhes combates para que eles combatem, mas eu sou mais do equilíbrio e do cento da harmonia, sabendo que ele é imutável e sempre móvel

T am tam da cruz tambem, se id ava li dd e p ar ce l ar de uma d eta s das linhas, na cab e la de al gun s, q ue as si m es tao c on v en c id os q ue o mundo se m ove, m ove en do os h om en s, em s ue inter ior, c ria ando do traço ingles l h es com bat es para q ue el es com bate m, mase us o um mais do e q ui li br io e do c en to da h ar moni a, s ab n do que el e é e mu t ave l es e mp rem ove l



E tudo isto assim se passa e grassa sempre quando a justiça acordada entre os homens não se faz, e se arrasta e leva assim os injustiçados a tensões maiores, e alguns se aproveitam dessas mesmas tensões e trazem ate alguns prazer em as agravar

E tudo is to as si m se p ass a e g ra s sea se mp re qua anda a justiça aco r dada n t re os h om ne ns n cão se f az, e se ar rasta e l eva as si m os in ju s ti ç ado s a t en s o es maio r es, e al gun s se ap rove it am de ss sa me sm as t en s o es set t ra ze m at e al gun ms para ze rem asa a g rav ar

Limite, situação limite, é a que trazem um Pai, perante a impossibilidade de ter aquilo que por direito natural lhe assiste e assiste a seu filho, que é o de partilharem a vida juntos,

L in it te, si tua sao li mite, é a q ue t ra ze m um pai, pe ra ante a i mp os sibil id ad e de t rea q u oi lo q u por de i re i t o na t ural l he assis te e assis te a s eu fil h o, q ue é ode p art til h ar ema v id a j un t os,

E não defendo eu a lei de tabelião, pois para alem de tudo seria burro se o defendesse, e por ela condenaria a muitos

En cão d efe en do eu a lei de t abe lia o, p o is para al lem de tudo se ria burro se o d efe en de s se, e por ela conde naria a mui t os

Em mim vive nos dias , em alguns dias, em algumas horas, a vontade de vos começar a matar, as bestas que assim trazem esta situação a meu filho e a mim, como sempre vos disse, nada vos escondo, são estes as estremas da equação do combate que me fazem, que eu não fiz, e no qual defendo, a ele e ao amor

Em mim v ive no s dias , em al gun s dias, em al gum as hor as, a vontade de v os com eça ra matar, as das bestas, q ue as si m t ra ze me sta si tua sao am eu fil h oe a mim, com o se mp re v os di ss en ad a v os es condo, são est es as ester ma sd a e qua sao do com bate q ue me f az em, q ue eu n cão fi ze no q ual d efe n do, a el ee a do circulo do amo rato, ps

Outros ainda dirão, de que te queixas , se para muitas no mundo a situação é bem pior, se muitos pais trazem seus filhos mortos, e tu não,

O u t rosa inda di irao, de q ue te q u ix as , se para mui t as no mundo a si tua sao é b em pi o r, se um it s o pais t ra ze m se us fil h os mortos, e tun cão,


Ontem pelos visto houve um milagre em portugal, certamente, a atender ao visto, estando a assembleia a banhos devem ter mesmo assim conseguiu produzir uma lei, e aprova-la, pois um condenado por um tribunal, como na realidade tem acontecido com aqueles que levam cargos ditos políticos, teve direito a conferencia de imprensa em directo e tudo, inclusive difundida pela televisão publica, que continua a dar um enorme defecit, como sempre deu, a não ser sobre a administração de morais sarmento, com uso inapropriado e indevido de meu plano, e voltando de novo a ser um elefante, ainda por cima bandido, como já fiz prova, que recebe mesmo segundo um jornal, mais do que o orçamento inteiro do ministério da cultura, o que é na verdade uma assinatura de uma verdadeira e correcta e bem estruturada política cultural de um governo de pinoquios de circo nenhum, em que o do nariz maior ainda dia recente dizia que era necessário masi investir em cultura para que o seu nariz mais cresça, salvo erro depois do passe com a ines de medeiros e de um complexa encenação do casal cavaco como papalvos maravilhados em salsbrugo, onde se encontrava tambem o pai da maria e da ines,

On te mp elos vi s to h o uve um mi l gare em portu gal, ce rta tam am maior net, a ant en der a ov is to, eta no d a ass em b leia primeira dos banhos, d eve em teresa me sm o as si m co nse gui o pr e d uz e rum a lei, e ap r ova do traço ingles de la, p o is um conde n ad o por uma t rib ua nl, com o na re la id ad e te maior ac on tec id o com a q eu le s q ue l eva vam am c argos dos ditos pol it toc s, teve, direito, a c on feren cia de i mp r es na e tudo, inc l us iv e di fun dida pela tele v isa sao da pub lica, q ue conti n ua ad ar um en o r me d efe c it, com o se mp red eu, an cão ser s ob rea ad min s t raçao de mor ia s sarmento, v o l t ando a ser um el e fan da teresa, a inda por c ima bandido com o j á fi zorro por v a, e rec e be me ms o se gun do um jo rn al ma s id o q ue o orça men to in te iro do min si te rio da cu l tura, o q ue é na ave r pata de uma as sina a tura de uma ver da eri a e co rec ta em n te est r ur u t ra p l i it tca cu l k u t ral de um g ove r no de p ino qui os dec circo, n en h um em q ue o dona riz maio ra inda m dia rec en te di z ia q eu e ra ne c ess sario da aria do rio, ma si in v es tir em c uk tura s alvo e r ro d ep o is do p asse com da primeira da ines de med e r iro rose de sede um com pe k x a enca cortez primeira , a dos cavacos am r vila hd os em s al s ur r b o, onda se en c ot rav a t am tambem do circulo do pais da maria e da ines,

Portanto fica assim legislado nesta republica de bandidos que todos os condenados com sentença passada, tem direito a um directo na televisão onde possam comentar a decisão, e igualmente no sentido de prover ao equilíbrio da balança, que o mesmo direito seja atribuído aos juizes, visto que do acordeão, das musicas, nada , nem uma linha se ouviu

Pot anto fi ca as si em le gi s lado nest republica de bandidos, q ue todos os conde en ad os com s en t en ç a passada, te maior do direito, a um directo tele v is ovo onde p os sam am c om en tar a dec isa oe i g ual le lem n te no s en t id o de por vera o e q u i li br io da bala da lan ança, q ue o me maior serpente de direito, seja at rib u id o a os j u i z es, vi s to que do aco rato do deão da de ad o dedo do demo do quadrado do evo, das mu sicas das iscas, n ad a , ne m uma da linha se o u vi dp io d vaso





Deta ves calhou ao reencm condenado a sete anos de pisoa efetiva, o isaltino morias, explicar em seu entender, que as razoes porque fora ondenado, eram em seu entender desiquilibardas face á pena, sem obviamente o arcordao, ter sido refenrciado em seu coneudo ou seja uma clara forma de faze cerr que o que ele diz será a verade integral dos argfumentos que levou a sua condenaçao





A ajudar a festa, por assim escrever, dois sonhos , dois oráculos pintaram ainda em mim mais negro o que nos texto ultimo descrevo e mesmo hoje, novas linhas pelas noticias aclararam outros aspectos relacionados com elas

A ajuda ra primeira festa, por as si m es c r eve r, d o iss o in h os , do is orca u l os pin t aram a inda em mim maís negro, o q ue nos te x to u l t imo d es c r e v oe me ms o h oje, n ova s l in h as p el as not i cas aca l r aram outros as ps e ct os re la cio na ado s com el as

O primeiro , se passava numa espécie de centro comercial com escadas tipo de caracol, e me desaparecia um gato e um filho, e eu preocupado andava procurando, e de repente aquilo era uma espécie de hospital, ou laboratório, com umas toalhas tipo plásticos penduradas numa bancada e do outro lado os sifões, e depois oiço um baralho de ralos , dois sifões, vejo-os, e vejo que estão abertos, e muitas porcarias, como a imagem que lera ontem da expedição cientifica que se está a realizar neste momento para investigar os plásticos e seu comportamento, e impacto, no mar, que ao que parece funcionam assim como um sifão, ou seja as partículas se agregam, e penso , então, que os dois lá estão ali, que o movimento que observo nos cifoes abertos são eles, meto a mao, como recentemente fiz aqui em casa quando se deu a inundação, e mexo e remexo, e iro porcaria e porcaria, e não os encontro, e preocupado com a respiração deles, acabo por acordar,

O prime iro rose se p ass ava numa es pe cie de c en t ro co mer cia l com esca d as e t ip o de caracol, e me de spa rec ia um gato e um fil h oe eu pr e o cup ad o anda ava pro ru c ra ando, e de re pen te a q u i lo e ra uma es pe cie de h os pita l, o u la bora rat tori a o, com umas to alha s t ip o p la s tico s pen dura ad as numa ban c ad a e do outro rol ado os dos sif o es, e d ep o is oiço um bar alho de r alo s , do is sif o e s, vejo do traço ingles do os, e vejo q ue es tao ab e rt os, e mu it as por c arias, com o a ia mg em q ue ler a on te made ria da e x ped i sao cie en ti fca q ue se e stá ar e la iza r neste mo en to para in v es tiga aro os p la s ticos e se us co mp o i rta tam am maior do neto, psd, e im p acto no mar, q ue a o q ue pa rece f un cio na am as si ma iro como um si fao, o use seja as das p art ti cu l as se a g reg am, e pen s o , en tao, q ue os do is l á est o a al i, q ue o mo vi men to q ue ob servo nos dig o es ab e rr os são el es, met o a mao, com o rec n te mn te fi z a qui em c asa qua anda se d eu a i mun da ac sao, e me xo e reme xo, e iro por c aria e por c aria en cão o s en c on t ro, e pr e o cup pado com a r es pira raçao del es, aca bo por aca o r d a r,

O segundo, sonho, mais estranho ainda foi, era como uma espécie de encontro dos antigos camaradas do tempo dos liceus, uma linha do ultimo texto remetia, ou pavimentava este sonho, que certamente alguém terá usado para induzi-lo, quando falara das contas antigas desse mesmo tempo e de um outro eco de um frase que o espírito me desvelara antes,

O se gun do, s on h o mais est ra anho a inda f oi, e ra c omo uma es pe cie de en c on t ro dos antigos cama r ad as do te mp o dos lic eu s, uma da linha do u l t imo te x to reme t ia, o u p av i men t ava este s on h o, q ue ce rta tam am mente al gume te rá usa sado para indu z i do traço ingles lo, q a un do fala ra da s contas antigas d esse me sm o tempo, e de um outro e code um da farse q ue o es pi rt io me d es vela lara ra ant es,

Al gume te ra usa sado, assim se desvela relativo ao axioma do para g rafo anterior

Este sonho, se baseia num encontro que foi realizado na caixa operaria, pelos antigos camaradas e para o qual me convidaram, encontro estranho, no sentido habitual de quem se gostava como gente se continua a gostar, que os grupos escola a escola continuam com suas ligações, uns mais unidos, do genero de parecer no tempo delas, e ainda um conjunto de distancia com alguns que continuavam de alguma forma a fazer carreira políticas, e pouco ou quase nada de parra e vinho, assim foi o travo, lembro, isto depois do sonho, ou seja identifico isto depois do sonho,

Este s on h o, se ba s se ceia ia nu primeiro en c on t roque f oi rea l iza dom na caixa opera ria, p elo s antigos cama r ada se para o q ual me c on v id aram, en c on t ro est ra anho, no s en t id o h abi u t al de que m se g os t ava com o g en te se o cn tin u ava a g os tar, q ue os g rup os es c ola a es c ola conti nu am com s u as liga ç o e s, n un s mais u nid os, do g ene ero de par ce e r n o te mp o del as, e a inda um c on j un td e di s tan cia com al gum s q ue conti nu ava vam am de al gum a forma a f az e r car rei ira poli tica se p o u co o u q ua ase n ad a de do parra e v in h o, as si m f oi o t rav o, lem br o, i s to d ep o is do s on h o, u seja inde ti fi co is to d ep o is do s on h o,

É a segunda vez que desço as mesmas escadas que levam a uma sala tipo cineteatro, onde decorre o encontro, concerteza já lá estivera e voltava a ele pela segunda vez, ou seja parece indicar um outro encontro seguido ao que na realidade fui, quando descia pela segunda vez, descia as escuras, e era saramago que me levava pelo braço, curiosa imagem, que parece vir do seu livro, o ensaio sobre a cegueira, descia eu com ele que me apoiava o braço, nao sei se ele via ou não, como se fosse então o saramago a mostrar alguma coisa, a um cego, que seria no sonho eu, e logo aqui se desvela uma relaçao com os últimos comentários sobre os atentados em madrid, como se em consequência do que escrevi sobre o que li nas imagens, e dos problemas que alguns tiveram em função deles, o saramago, aparecesse a terreiro para me conduzir por uma descida cega até uma reunião., onde algo me vai ser desvelado, vejo caras conhecidas, que não vejo a muitas luas, e reparo que a reuniao está para ainda para começar, peço a palavra , dizendo a todos que enquanto não começa, aproveito então para fazer uso dela,

É a s en g u d ave z q ue d es ç o as me ma s esca d as q ue l eva am vam a um asa s al t ip o cine tetaro cruz eta aro, onda dec o rr e o en c on t ro, c on ser ce teza j á l á est iv vera evo l t ava a el e p el a sg un d ove z, o u seja par ce indica car de um outro en c on t ro se guido al q ue na re la id ad e f vasp oi, qua anda d es cia p el a se gun d ave z, de sc ia as es curas, e e ra sara mago q ue me l eva ava p elo br aço, cu r isa i mage made ria, q ue par ce vi r do s eu livro, o en sa io s ob rea ce g eu ria, de s c ia eu com el le que me a pao a iva o br aço, naso se ise el le da via o un cão, co mk se fosse en tao o sara mago a mos t ra al gum a c o isa, a um c ego, q ue se ria no s on h o eu, e logo a qui se d es vela uma da relaçao com o s ul t imo s com en t ar io ss ob re os atentados em mad rid, com o se em co ns q u en cia do q ue es c r e vi s ob reo q ue lina s ima ge ns, e dos por b el masque al gum ns t iv vera ram em f un sao del l es, os ra mago, ap ar e ce esse a terri e o para me c on du condo z i rp por uma de es cida c ega a té uma r eu ni a cao., onda al gome v a ise r d e v s lado, vejo car ra c on he cidas, q ue n cão vejo a mui t as lu as, e re par cao q ue da primeira da reuniao e stá para a inda para com eça ar, pe ç o a pal v ra , di z en do a todos q ue en qua anto n cão o cm eça, ap reo ove it o en tao para f az e r u s o de l a,

Depois há uma meça, um outro, que se chega a mim, como dois toiros que juntam os peitos quase como em confronto, reparo então que na plateia estão masi dois, um deles é o carlos do carmo, e realizo, então que quem organiza o confronto, ou quem industria o outro para o fazer é o carlos do carmo, depois de acordar, o nome é me confirmado, através da palavra fado, ou seja remete para ele pois nenhum outro fadista ali estava

D ep o is h á uma me ç a, um outro, q ue se cha g qua mim, com o do si toi can tor es, iro s q ue j un ar c u r z maior os pitos qua ase com o em c on fr on tor ep aro en tao q ue na pal teia e stá ma si id o is, um del es é o carlos do carmo, e rea l i zo, en tao q ue q eu em o r g ani iza o c on for rn to, ou q eu em indu t ria o outro para o f az e ré o carlos do carmo, d ep o is de aco rda aro no me é me c on fi mad o, at rav es da pala av vaso ra fado, o vaso use seja reme met para el e p o is n en h um outro f ad ista al i est ava

A imagem ressoa no encontro com o galo do redondo, o janita, depois dos eventos da spa, na ultima reuniao a que eu fui e que aqui relatei em pormenor, pois calhou o encontrar em dia seguido mais um menos à frente da procuradoria, e ao nos cruzar-mos o rapaz com ar malandrim, encontrou mesmo o seu peito ao meu, trazia ela uma bela menina pequenina e doce pela mao, e eu não reagi, por essa razão, pois a vontade que ali me crescera fora toda uma outra

A ima mage m r esso primeira do ano en c o ny ro c om o galo do red o dn do, o j anita, d ep o is dos e eve en tod da s ap, spa, na u lit m reuniao q eu f u ie, q ue qui re la te i em por men o rp o is ca al alho vaso di circulo o en c on t r ar em dia se guido maís um m en o s à fr en te da pro roc ur ad o ria, e a on os c ru z ar do y traço ingles mos o r ap z com ar m al lan d rim, en c on t ro um es mo o s eu peito a om eu, t ra z ia el a uma be la me nina pe q un ina e doce p el am mao, e eu n cão rea gi, p or es sa r aza o, p o isa vontade, q ue al i me c r es cera for a toda uma da outra

Curiosamente , agora ao este texto tentar concluir, já quase no final deste verão, dia vinte um de agosto para ser mais preciso, me recordo da ultima vez que vira uma imagem do carlos do carmo, que me ficara a ressoar dentro de um, na altura da visita da rainha Reina, aqui em lisboa, nessa tarde que aqui relatei, ali ao lado da basílica da estrela, em frente ao comissariado, onde um pouco mias tarde nesse dia encontrei, a maria barroso de lá a sair, num contentor ali disposta na rua , estava uma qualquer publicação com, a foto dele, e eu ao vê-la , se entranhara em mim, estranhamente

C ur io sam am que mente , agora a o este te x to t en t ra c on c lui r, j á qua ase no fina l d este mne de eve da vera de verão, dia vinte um de a g o ts o para ser maís pr e c is o, me reo co r dd a u l t ima ave z q ue v ira uma mai mage made ria do carlos do carmo, q ue me fi cara a r esso ar d en t rode um, na al ur ad a v isi t ad a rainha Reina, a qua li sb a, ness trade q ue a qui re la teia al ia aol ado da ba si lica da estrela, em fr en te a o co miss aria ad o, onda um p o u co mia s t arde ness e dia en c on t rei, a maria bar roso de l á a s air, num c on t en tao r a li d is posta na rua ,est av uma q ual q eu r pub li caçao com, a f oto del e, e e u a ove do traço ingles de la , se en t ra anha ra em mim, est rana hm que mente

Ainda ontem de novo pelo espirito ouvira, a cruz do pc, o sentido, era o do costume que todas estas bestas de todos estes partidos e partidinhos se tem entretido paulatinamente ao longo da vida a me marcar, por variadas e avariados razoes, a maior parte, porque não faço broches a nenhum nem lhes sorrio quando me vao ao cu , criativo, para ser neo realista na descrição

A inda on te made ria de en ovo p elo es pie iro o uv ira, a c ru z do p sc, o s en t id o, e ra o do cos t um mec ue todas estas betas, bet as, de todos est es p ar t ido se p art id fi n h os se te men t rt id o p au la tina am que mente da primeiro do circulo do l ong o da v id a am e mar car, por v aria da se sea ava ria do as r azo es, a maio rp arte, por q ue n cão f aço br roc he s ane ne h um ne ml h es sor rio qua anda me do vao primeira do circulo do cu do criativo, para ser neo rea l ista na d es c ric são cortez

Alguém em diz, capa um, lá estamos nos no mesmo, capo, se capar , quando souber ao certo quem devo capar,.

Al g eu me maior di z, capa um, l á est mo sn nós no me ms o, capo, se c ap ar , qua anda s o uber a o ce rt o q eu m d evo c ap ar,.

O perfume do sonho, é um perfume antigo, ou seja de actos antigos, de uma cruz que me terá sido feita, por mando do carlos do carmo, homem que tambem trás ligações ao partido comunista, hoje o telejornal das oito horas, começa falando dos devedores, como se fosse apresentada nas entrelinhas , a lista dos distintos devedores, de diversos quadrantes políticos,

Circulo do perfume , s us da kin, do s on h o, é um pe f um e antigo, o vaso use seja de actos antigos, de uma c ur z q ue met rá s id o feita, por mando do c ar lo s d do circulo do carmo, h om em q ue cruz tam am tambem , t ra s liga ç o es ao p art id o com un s it a, h oje o tele j on ra l das o it o hor as, com eça fan dodo s d eve dor es, com o se fosse ap r es sena td ana s en t r e linhas , a l ista dos di s tin ts o d eve dor es, de di versos qua d ra sn t es poli tc os,

Saramago certamente o saberá, mas o contexto, pelo sonho anterior e pelo que acabara de escrever sobre os dentes, não deixa tambem de ai se reflectir,

Sara mago ce r y am mente en te, o saberá, maso do contexto, p elo s on h o na t rio r e p elo q ue c ab ar a de es cv r eve r s ob reo s dentes, n cão de ix a t tam am tambem de a ise ref for mula one le c tir,

Espinheiros, acabou de se desvelar na escrita

Es pinheiro s, aca bo u de se quadrado eve primeiro da ar na espanhola do circulo da rita

Outro fio aparecia recentemente, o tal monstro, com o que me pareceu ser o pina moura numa capa de um jornal, apresentado na tv, dentro de um carro, como se as putas da comunicação estivessem a insinuar então que o monstra , o antigo , formado, ou criado no consulado do tempo da manuela ferreira leite, era o pina moura,

Outro fi o ap rec eu di rec en te mn te, o t al monstro, com o q ue me par receu s ero p ina am da moura nu ma capa de um jornal, ap r es neta ad dona da tv, d en rode um carro, com o se as putas da com única caçao est iv esse ema in sin ua r en tao q eu o mons t ra , o antigo , for mad o, o u dc ria ad on o cos nu lado do te mp o da manu el da p rie mr ia da ferreira leite mer da primeira do circulo do p ina da am moura,